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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 2 EmptySex 25 Maio 2018, 17:06

Relembrando a primeira mensagem :

Stranger Family - Wild Creation

Aqui ocorrerá a aventura dos piratas Royce Khajit e Ken rock e da civil Layla Morningstar. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 2 EmptyDom 10 Jun 2018, 16:25





Royce

WilD MinD



Olhos apreensivos fitavam o horizonte, as sensações de alegria da descoberta rapidamente escorregavam pelos dedos peludos fugindo-lhe para deixar em seu lugar a mais terrível das preocupações.

Se molhar.

A ansiedade crescia junto com a aproximação das nuvens.

- Não vai dizer que tem medo de se molhar? O grande Royce, aquele que estava me dando aulas sobre liderança. - falou a coelha apelando ao orgulho ferido do gatuno.

- Não….. Claro que eu-gara tenho, nyann. -tentou mentir, mas no fim foi derrotado pelo medo de se molhar.

Puff - virou-se e sumiu da vista do jovem.

Todavia, o jovem deteve-se em sair correndo para se esconder, pois em uma coisa a coelha dos infernos tinha razão… Se iria mesmo ser o líder… Coisa que pretendia.. Ele não poderia sair por aí se escondendo de uma chuvinha e foi assim que um nada corajoso gato laranja engoliu em seco e manteve-se firme do lado de fora, na chuva fria e molhada.

- Hora de encarar os seus medos Royce. - olhou para o céu. - Ao menos não temos cachorros a bordo.

Manter-se-ia junto às velas, posto ao qual a navegadora havia solicitado que ficasse. Ficaria junto às cordas de regulagem, firmando-se com as garras dos pés no chão enquanto segurar-se-ia nas cordas pronto para seguir as instruções de ajuste da navegadora, fossem elas quais fossem.

Tentaria obviamente polpar o ombro lesionado, mas se a situação pedisse o jovem tentava ignorar o desconforto e usaria o braço não tão bom para ajudar na tarefa.

- Arhhhhhhgggggggg, meu braço, NYANNNNNNNNNNNN - gemeria enquanto aplicava a força necessária a sua tarefa.

Olharia pelo Deck tentando localizar a sirena.

- CASSSANDRAAA, SEPARE CORDAS E FIQUE DE OLHO CASO ALGUÉM-GARA CAI NO MAR. - Gritaria acima do clamor da tempestade.

Continuaria na tentativa de se manter firme a ajudando nas velas conforme as intruções ordenadas.

>>><<<<

- Nyan, não tava chovendo, nyan? - perguntaria confuso caso a tempestade sumisse do nada, sacudir-se-ia também a fim de enxugar seus pelos e molhar quem estivesse próximo.

Sacudiria também as orelhas para se livrar da agua acumulada voltando logo em seguida a encarar o céu desconfiado.

>>><<<<

- Nyannnnnnnn, porque tá nevando/Ventando/Relampiando/Chovendo Granizo ? - seria a reação do jovem aventureiro as mais diversificadas reviravoltas climáticas. - Que desgraça de tempo é esse, nyannnnnn.

>>>><<<<

Se em algum momento o tempo finalmente se mantivesse firme e estável por mais de 10 minutos o jovem deixar-se-ia escorregar contra o mastro segurando o braço ferido e revelando o cansaço pela luta constante contra o que passaram.

- arf, arf, arf, arf...- arfava de cabeça baixa enquanto tentava recuperar o folego. Um minuto depois ergueria a cabeça buscando focar ao arredor e ver se estavam todos bem.

- Cas.. Cassandra? - perguntaria em tom cansado, mas com um sorriso matreiro nos lábios. - Vivendo um sonho? - completaria a pergunta para a cozinheira em uma piada enfadonha sobre o sonho de ambos de ir para a GL viverem aventuras emocionantes.

Assim que o folego se restaurasse adequadamente e as pernas parassem de tremer o jovem voltaria a se levantar e iria até onde a navegadora estivesse.

- Bom trabalho ruiva. - diria com um sorriso no rosto, e depois disso sacudir-se-ia ao lado dela secando os pelos e espalhando água para todos os lados. Bruubruuuuuuuuuuuuuuu - ignorando reclamações, e lutando para esconder a risada começaria a se afastar para gritar uma única ordem.

- Todos de olho, fiquem atentos ao horizonte. Ruiva? Estamos no curso? - com um largo sorriso seguiria até a ponta da embarcação e com um rosnado proferiria. - Perfeito.


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 2 EmptyTer 12 Jun 2018, 10:12

#003
A situação estaria pior do que eu imaginava, aquela maldita besta estava muito mais difícil de se achar do que o hímen de uma prostituta com mais de 30 anos de vida extremamente dura e molhada mas, não seria esse pequeno e maldito espinho! No momento só me restaria aquela ruiva musculosa e adormecida e com toda certeza seria ela a culpada do desaparecimento da minha nova e maravilhosa arma.

Antes de ir até a ruiva olharia para o com a cara fechada e analisaria o seu semblante. Caso o pequeno tritão estivesse com uma expressão de feliz, alegre, contente ou até mesmo satisfeito, bateria com a muleta em sua canela igual a uma velha desgraçadamente folgada e despejaria palavras de amor e carinho ao ser dos mares… - Que porra de sorriso no rosto é esse caralho? Tu só apontou a merda de uma direção, quer sorrir acha a minha besta, se ta me vendo feliz? Você está me vendo satisfeito? Não! Se ta me vendo puto procurando a merda de uma arma que não faço a menor ideia e somente com ela eu poderei  salvar a sua vida lambari!

Sairia do local “muletando” lentamente perdidos em meus pensamentos” Porra, primeiro eu vejo aquele garoto peludo mais cedo conversando sozinho com o caralho do vento como se ele estivesse em uma peça e agora o Big G sorrindo pra mim todo feliz como se um simples apontar de dedo fosse resolver a minha vida? Agora só falta o que ? porcos caírem do céu? A maldita marinha aparecer aqui do nada com a minha besta em posse de suas mão suja?"

Ao chegar no local que a moça estava dormindo, colocaria uma de minhas mãos na parte de dentro de minha calça e afofaria calmamente o menino Ken Rock Jr, também conhecido como o indomável, o sem escrúpulos, o aríete, o purificador, o rei do puteiro, o cutucador, o entrão, o penetra, o doutrinador, o mestre do desastre, enfim. Olharia calmente o ambiente e procuraria a bolsa mágica que aquela mulher tirava tudo lá de dentro. Se achasse a bolsa, pegaria e abriria ela a procura da besta, se não a encontrasse procuraria algo de valor e pegaria para a minha maravilhosa pessoa.

Mas, se achasse a besta, sorriria e continuaria a procurar mais riquezas por alguns segundos… se não encontrasse nada, apenas me deitaria ao lado da ruiva, colocaria minhas mãos sobre os seios dela e os afofaria.

“Merda, onde será que está? Acho que vou relaxar aqui um pouco antes de continuar a minha busca “

Ficaria por ali até a ruiva acordar ou até notar que o céu estaria ficando escuro, nesse meio tempo me colocaria de pé e iria em direção ao meu trono. Me sentaria lá e contemplaria a possível tempestade que estaria por vir… - Mas que merda de chuva, eu só queria uma besta e quem sabe um gargoflex?

É claro que não seria um inútil qualquer e ficaria atento para qualquer pedido, afinal não poderia simplesmente ficar parado ali e ver aquela banheira de madeira afundar e então ajudaria de alguma forma a fazer o navio passar pela tempestade. é claro que a maior parte das tarefas gritaria para o Big G realizá-las para mim… - Muito bem grandão chegou a hora de você me mostrar a merda do teu sorriso! Tá esperando o que? Faça exatamente o que estão me pedindo para fazer! Ande logo Lambari! Mostre que esses músculos não são um erro da natureza! Vamos, mais rápido, se não todos iremos morrer e a culpa será sua por ficar sorrindo inutilmente Muuahsuhuahsuauhsuahushauhsuhauhsa
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 2 EmptyQua 13 Jun 2018, 15:37

After my body is dry



Post 3




“Se existe um começo, existe um fim, Isso é regra. Pode até ser triste, mas ficar triste só porque é o fim não faz meu tipo. Por ser o fim, é melhor bagunçar ainda mais. Assim, independente de como seja o final, podemos terminar sorrindo.” - (Dante)




No momento que Layla acordasse a dor de cabeça se faria automaticamente presente, a noite passada deveria ter colocado um certo peso na cabeça, ela estava de fato, de ressaca. A ruiva havia bebido mais do que o normal para um só dia, entretanto a primeira coisa que procuraria era cassandra do seu lado, ou ao menos próxima dali, ela lembrava bem de tudo que aconteceu, na noite anterior, bebidas, luta mortal, e depois mais bebidas. O que lembrava naquela hora era que não sabia se o gato ou o tritão haviam voltado ontem ainda, e era a segunda coisa a se pensar, caso cassandra ainda estivesse ali dormindo, daria um leve sorriso olhando para ela, ter uma companhia feminina daquela forma automaticamente lhe lembrava do afeto da sua irmã, e de como aquilo mudava seus pensamentos, talvez não fosse coisa mais certa a se comparar, mas era o mais próximo que ela lembrava.

Daria um pequeno beijo na testa da sirena antes de levantar completamente, e depois procuraria as roupas que deviam estar jogadas em algum lugar daquele quarto e começaria a se vestir, cada peça colocada despertava um pensamento novo nela, onde o encontro com a Bijin fez com que ela pensasse o quanto era prazeroso quando completavam-se assuntos inacabados. Assim que terminasse de se vestir, sairia do lugar, apesar da provável dor de cabeça, e o cansaço corporal exagerado, por todos os ferimentos não tratados que carregava, esbanjaria um enorme sorriso, pra ela cada segundo tinha valido a pena. Se o felino em algum momento oferecesse ajuda, aceitaria, sentaria em algum lugar caso o tivesse, e esperaria que este fizesse o trabalho para melhorar a situação que afligia, escutaria todas as recomendações passadas e o agradeceria. - Obrigada peludinho, vou tomar cuidado. - E levantando daria um leve beijo na bochecha dele, não se importava de que a boca acabasse cheia de pelos, normalmente ela o abraçaria, mas sabia que podia machucar se o fizesse, não só a ele mas a si mesma. “Pelos são quentinhos… mas é melhor eu evitar isso por hoje.” e logo colocaria a mão no ombro dolorido, relembrando da pancada forte que tinha tomado ali, ficaria um pouco chateada, por perder essa oportunidade, e inflaria as bochechas um pouco quando pensava nisso. - Acho que devemos partir peludinho, já ficamos tempo demais no farol.

Após tudo isso, caminharia novamente e começaria o serviço na navegação, içaria as velas do barco e pediria para Goratiks caso ele estivesse a vista, que removesse a âncora do fundo do ambiente. - Grandão, você pode me fazer mais um favor?- falaria dando uma piscadela. -Sobe a âncora pra mim? eu estou com o braço um pouco machucado hihihi.- estava na verdade muito, mas o eufemismo que ela usava era constante ao citar seu estado destruído, e aquilo adiantaria as coisas, após isso preparado destravaria o leme, e seguraria o timão com o braço esquerdo, já que o ombro direito estava lesionado, igualmente o cotovelo do mesmo braço, e por isso cuidaria de mover ele para posicionar o barco, retirando o Log Pose do bolso, prestaria atenção na agulha e para onde ela apontava. Nesse momento buscaria colocar o barco na rota certa, e assim que encontrasse uma corrente fixa, travaria o leme novamente, e sentando ao lado, da tal roda, pegaria sua garrafa de  vinho, e sentada se escorando na lateral esquerda ao timão, começaria a dar um longo gole nela. “No fim, existe algo que mais parece uma lenda mas nos meus tempos de bebida, eu descobri a verdade, você não precisa de ressaca se estiver sempre bêbada, e também que bebida cura ressaca.” e erguendo a garrafa brindaria com o vento.

Ficaria sempre atenta olhando por cima da lateral do barco, conferindo a rota no log pose, e a cada 5 minutos levantaria dali, para olhar mais uma vez focada na direção vendo diretamente do timão, enquanto segurava ele. Ela não admitiria mas na verdade a maior parte das vezes que ela levantava, era por realmente gostar de segurar a roda nas mãos, era uma sensação que não abdicava nunca,  apesar de nunca verbalizar exatamente com essas palavras, seu olhar enquanto cuidava da embarcação era simplesmente sincero com a sensação, ele demonstrava perfeitamente o que ela sentia, conforto, com uma pitada de felicidade, e de certo orgulho de suas habilidades para com o barco.

Citação :
Postei, está ainda um pouco fraco, eu to tateando pra me reabilitar na narração, qualquer feedback é positivo.

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 2 EmptyQua 13 Jun 2018, 21:24


Narração - Wild Tide



Royce

O Mink via as nuvens chegando e quase se estremecia de medo da água, afinal, se tem algo que gatos temem nessa vida, é água. Ele até tenta enganar Shizuka que o confrontava ao ver seu medo, mas seu medo era maior do que a mentira que tentou pregar. Entretanto, mesmo com medo, Royce decidiu que deveria enfrenta-lo mostrando assim sua liderança, por isso, não saiu correndo para se esconder como faria normalmente.


Ken

O tritão ainda estava inconformado, não parava de procurar pela besta que poderia usar para atirar os dardos que havia encontrado, parecia que aquela era a missão principal enquanto em alto mar. Viu a ruiva apontada por Goratiks, mas não gostava nem um pouco de sua expressão de satisfação em tê-lo ajudado com algo tão banal sem sequer ter resolvido seu problema, então Ken dá uma pancada com a muleta na canela do tritão que não se meche e nem sente dor com aquilo, mesmo recebendo a pancada, ele escuta Ken atentamente enquanto passa a mão em sua barba e logo o responde.

- Você está procurando uma besta? Tinha uma encostada aqui, eu à usei para palitar meus dentes, mas a ruiva pediu e eu entreguei para ela, não sabia que você queria, deve estar com ela ainda... -

Sabendo onde estava a besta que tanto queria, Ken se dirigiu até a moça que ainda dormia na proa do navio e de cara viu a besta encostada do lado dela e aquela bolsa mágica onde ela parecia guardar de tudo que se pudesse imaginar. Escorado na muleta, Ken começou a se apalpar e pegou a besta que estava bastante desgastada embora não desse para saber se era devido às palitadas do tritão, o uso dos outros ou o próprio tempo, a guardando em sua cintura. E não parou por aí, pegou a bolsa da mulher e começou a procurar por algo de valor. Ken não achou nada de muito valor à princípio, até que encontrou um anel com uma pedra avermelhada encravada, mas nada além disso.

Ele então se deitou ao lado da ruiva e começa a lentamente levar suas mãos para afofar seus seios, não tinha nada lhe impedindo, era só uma garota dormindo em alto mar. Assim que Ken ia conseguir tocar nos seios dela, em um rápido movimento a ruiva segurou seus braços e encarou seus olhos profundamente enquanto sorria. Ela então puxou o tritão pelo braço e o beijou em um longo beijo de língua. Mas logo parou o beijo, olhou para a besta que estava com Ken, o empurrou e saiu andando enquanto falava calmamente como se nada tivesse acontecido.

-Pode ficar com ela... Tinha achado bonita quando cheguei no navio, mas deixei escorada aqui no deck e o Big G acabou com a aparência dela, ainda deve funcionar pelo menos. Vou ao banheiro, já volto. -



Todos

Pouco tempo depois da ruiva ter saído de cena, todos perceberam a tempestade que vinha graças ao aviso de Layla que deu um grito e alertou a todos. Não demorou mais que alguns poucos minutos até que o céu fosse encoberto por nuvens negras, todos já estavam em prontidão para caso fosse necessário que fizessem algo, os ventos começaram a ficar extremamente fortes do nada, tão fortes que as velas começaram a rasgar e com todo seu conhecimento Layla pediu que às abaixassem, enquanto os outros trabalhavam, Ken de seu trono mandava o Big G se mexer, mas foi inutil, pois o tritão estava totalmente distraído junto dos outros que arrumavam as velas e seguiam os comandos de Layla. Pouco tempo depois, com o vento, veio uma chuva extremamente pesada, pessoas mais fracas teriam dificuldade até mesmo de se mexer em meio a todo aquele aguaceiro, mas ainda com uma certa dificuldade, todos estavam conseguindo executar suas tarefas, até o Ken começou a ajudar quando Layla pediu que ele desse uma força, enquanto Royce e alguns dos outros não entendiam aquele clima maluco.

Foi em meio à chuva que a ruiva voltou para o convés segurando um jornal na mão e lá viu aquele caos onde todos corriam de um lado para o outro seguindo os comandos de Layla. Assim que ela saiu, começou a cair neve e granizo junto da chuva, vendo aquilo, a garota dá um grito que poderia ser ouvido por todos no navio.

- ISSO NÃO É UMA TEMPESTADE COMUM, É UM FENÔMENO RARO NA GRAND LINE CHAMADO DE ALL STORMS, ONDE VÁRIAS CONDIÇÕES CLIMÁTICAS OCORREM SIMULTANEAMENTE, GAHAHAHAHA, VAMOS LÁ! PODEM MANDAR, VAMOS NAVEGAR ATÉ O FIM DESSE MUNDO! GAHAHAHA. -

A ruiva parecia eufórica e feliz com o que acontecia, mesmo que representasse sua possível morte, ela sabia exatamente o que estava acontecendo, de cara avisou todos que estavam no navio e saiu correndo para ajudar sem parecer temer nem por um segundo. De repente o vento forte sessou e ficou mais natural, apenas o granizo junto da chuva e da neve que caiam ao mesmo tempo eram todos incomuns naquela situação. Ondas fortes e gigantes levavam o navio com força, até que em frente nos contornos do barco eram possíveis de se ver tufões se formando que começavam a jogar pedras de gelo grossas pelas laterais do navio, como se fossem bolas de canhão, uma grande acerta com tudo o mastro que é rachado e começa a quebrar pronto para cair, mas mesmo assim em meio ao caos, é segurado por Big G e começa a ser concertado por Torreto. Royce fala para Cassandra ficar esperta para mergulhar no caso de alguém cair e ela que puxava uma das cordas do mastro com seus tentáculos simplesmente responde.

-Pode deixar, estou de olho em todos! -

Mais à frente, havia um iceberg gigante no caminho e Layla não estava tendo força para puxar o timão sozinha devido a força da correnteza junto do caos que estava acontecendo no lugar. Se não fizessem nada a respeito, o navio poderia afundar ao bater naquele bloco de gelo, matando todos que estivessem lá dentro. Ao menos, não haviam tufões mais a frente, apenas o iceberg, o maior problema no lugar era a chuva e o granizo que dificultavam a locomoção de todos, além de que Big G que seria a força bruta do lugar estava ocupado para ajudar Layla com o mastro.


Clima:
 

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 2 EmptySex 15 Jun 2018, 11:26

#004
Em meio aquela tempestade, ventos fortes, gelos ominosos e uma chuva desditosa fariam me locomover até a proa do navio de onde poderia olhar bem o tamanho do iceberg e de toda aquela merda que ainda estaria por vir e como um tritão sensato que sou, abriria os meus braços e com o peito aberto gritaria em meio a gargalhadas… - Muahushauhsa EU SOU O REI DO MUNDO!!! MAUHSUHAUHSU….
Maiores de 18 anos APENAS:
 

Terminaria a minha cena com um longo sorriso e focado como um cachorro que passa toda uma feira popular, disputando com outros machos a primeira subida na cadela que passeia ali ocasionalmente como se nada estivesse acontecendo, iria até o local do timão e se em algum momento visse o mestre Akuma, perderia momentaneamente o meu doce respeito por ele e esqueceria que o consideraria o meu mestre, e diria ao mesmo… - O que você pensa que está fazendo aí parado? mecha essa sua bunda de abacate velho e venha me ajudar! Se não todo mundo vai se foder no caralho dessa banheira cheia de merda!

Procuraria ainda pela ruiva musculosa e se a mesma ainda estivesse vacilando por algum canto do navio chamaria a mesma para me acompanhar… - Nádegas torneadas, venha comigo também que mais tarde te dou leite quente para dormir Muauhsuhauhsa….

Não queria fazer força naquele momento mas não teria outra opção já que os dois seres sem cérebro estavam ocupados com o mastro e a porra do tigre havia simplesmente evaporado já que a ideia de que ele teria ganho o poder da invisibilidade teria ido para o espaço quando a chuva começou, já que em nenhum momento pude perceber a silhueta dele por causa do acúmulo de água….”Aquele covarde deve ter nos abandonado lá no farol”...

Assim que chegasse ao timão questionaria a pequena ruiva para qual lado ela desejaria que fosse virado o leme. Se a mesma me ordenasse ou ficasse calada, iria mover o timão para o lado em que ela estivesse já exercendo força ou simplesmente para o lado oposto do iceberg para virar o navio, abriria espaço para que a musculosa e o mestre Akuma pudessem ajudar na movimentação do timão

rangeria os dentes, apertaria os três olhos até que o navio estivesse livre do impacto total ou pelo menos crucial contra aquele bloco de gelo gigantesco, também conhecido como gelo!

Se a ruiva ainda precisasse de minha ajuda no timão permaneceria por ali, caso nada mais fosse necessário, voltaria ao deck  e procuraria ajudar o careca com o Big G, seria essencial que aquelas duas massas de músculos estivessem livres para uma próxima possível emergência.

No deck, ficaria em constante atenção para os tufões e é claro para o granizo, se ele aumentasse de tamanho e começassem a ferir não seria útil permanecer ali. Só iria atrair mais problemas futuros e se fosse necessário sair do deck por alguns momentos faria isso e procuraria uma área coberta para me proteger.

Caso o navio passasse pela truculenta turbulência, voltaria a me sentar no meu trono e descansaria por um momento, depois andaria pelo deck procurando colocar as coisas no lugar e até mesmo ajudar nos reparos de alguma forma.

“Preciso mandar aquele careca dar uma olhada nessa besta!”


O anel que havia pego ainda estaria guardado, não o teria colocado em eu dedo ainda. Não saberia precisar qual a importância dele para ela e qual o valor. Conforme a situação aquele anel seria meu e mais tarde acomodaria meu dedo azulado dentro dele!
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 2 EmptySex 15 Jun 2018, 13:45





Royce

WilD MinD



O medo percorreu a espinha de Royce gelando seus ossos , as coisas avançaram em um ritmo sinistro de destruição e confusão e aos poucos ele cada vez sentia-se mais incapaz de fazer algo.

Royce então as mãos se Shizuka deslizando por cima de seus ombros e escorregando para a frente de seu corpo como em um ‘abraço’.

- Está com medo pequeno? - perguntou ela e sua voz preencheu por completo a audição de Royce, isolando-o de toda a cacofonia do lugar.

- Não sei o que fazer-gara. - Admitiu abatido. - Não sei navegar, não tenho força, não tem o que possa fazer.

- Sim, seu poder é limitado, já lhe disse isso. - seus labios aproximavam-se dos ouvidos do jovem, surrando neles. - Por isso use o deles, o poder dos outros, o poder concedido. Eu lhe disse lembra? O poder próprio possui limites, mas não o concedido. Você só precisa usá-lo.

A ficha de Royce finalmente caia. Era isso então que ela sempre lhe tentava dizer, a pergunta a qual ela nunca respondia. Esse era o poder concedido. Não era o seu próprio poder, mas o poder que ele poderia dispor para os seus propósitos.

- Observe… Veja… sinta o mar… Sinta o seu poder …. Mova-o… o guie..


Deixando as lamentações de lado, deixando o Royce preocupação de lado e assumindo o papel que Shizuka desejava o jovem começou a ver… A sentir…

- Isso, pegue tudo e tudo será seu. - incentivou com uma doce voz aos pés dos seus ouvidos.

Se Royce visse Ken se dirigindo até o timão acenaria afirmativamente para si mesmo. Pois pela lógica podia imaginar que precisariam de mais uma pessoa ali, mas seria o suficiente? Essa era uma pergunta para a qual ele ainda não tinha resposta, mas sabia a quem perguntar.


- Careca, olhe! - Apontaria para o iceberg. - Toretto era um construtor e piloto de barcos experientes, se alguém saberia dar a informação a Royce seria ele. - Só manobrando seremos capazes de desviar, nyan? Se a resposta fosse negativa o jovem já tinha um plano em mente, um plano doido, mas ainda assim um plano.

E sendo uma resposta negativa ele acenaria afirmativamente com a cabeça e acima do clamor da chuva gritária.


- PARE O CONCERTO. TODOS-GARA FIRMES. BARBARA E CARECA PEGUEM AS CORDAS LATERAIS DO MASTRO….. AGORA OU MORREREMOS… GRANDÃO, LARGUE O MASTRO, DERRUBE-O NA DIREÇÃO DO ICEBERG. VOCÊS GUIEM A QUEDA PUXANDO AS CORDAS. ESSE VAI SER O NOSSO ARIETE.


Faria sinal a seguir para Big G abraçar o mastro quando este tombasse e o mantivesse apontado como uma enorme lança na direção do Iceberg à frente. Um sorriso doente começava a brotar distorcendo as faces do rapaz enquanto o tenebroso frio que o medo havia espalhado por seus ossos se dissipava substituído por um clamor ardente de emoção e adrenalina.


- CUIDADOOOO-NYANNN! - gritaria quando o mastro começasse a tombar e imediatamente correria para cima do mesmo quando este terminasse sua queda. Dessa posição o jovem orientaria no posicionamento da sua lança gigante.

- Agora somos um “Cabaleiro” Pone-gara. - brincou para si mesmo e então começou a bradar o posicionamento do mastro, guiando Toretto e a Bárbara enquanto puxavam as cordas e também a Big G que servia de ‘base’.


A ideia era de certa forma bizarra, mas o grande mastro serviria como uma longa vara que se chocaria contra o iceberg, Big G serviria de amortecedor, enquanto para Toretto e a Ruiva seriam ordenados a amarrar as cordas nas laterais do barco para que assim o mastro também servisse de ‘guia’ para o navio, afinal quando acertasse a rocha ele inclinaria para um lado puxando assim o navio pela corda amarrada virando a embarcação para longe do Iceberg e era por esse fato que o jovem havia subido no mastro caído, para organizar o correto posicionamento para que isso de fato acontecesse.


- TODOS-GARA FIRMES, VAMOS BATER!   - gritaria e saltaria para o lado atirando-se sobre a vela do mastro, local onde cravaria suas garras para firmar-se.


E então aguardaria e no final riria estericamente se ainda estivessem vivos.

- nyanyanyanyanyanyanyanyanyanya ,  nunca achei-gara que daria certo, nyanyanyanyanyanyanya.


>>><<<<


No nada disso poderia ter de fato ocorrido, pois Toretto poderia ter-lhe garantido que somente a ajuda no timão seria o suficiente para desviarem do Iceberg e se assim fosse o jovem não falaria nada sobre seu plano maluco e apenas se moveria para ajudar Big G e o careca no concerto do mastro, firmando as tábuas ou ajudando a moldar a chapa de aço ao redor do mastro para que Toretto a colocasse no lugar deixando com que os outros se preocupassem com a navegação enquanto ele ajudaria nos reparos.


>>>><<<

Talvez ao final de tudo e de coisas a mais finalmente tivessem passado por aquilo. Cansado e molhado talvez fosse de se esperar que Royce nesse momento estivesse abatido, mas dessa vez seu sangue fervia. As palavras de Shizuka o haviam colocado em um torpor agressivo e emocionante, ou talvez teriam sido suas próprias ações que o fizeram ficar nesse estado?


Erguer-se-ia confiante de suas próprias capacidades, finalmente podendo olhar adiante no caminho em que Shizuka o colocará.

- Conquistarei tudo, nyan. - disse ainda ofegante, mas com um sorriso convicto no rosto.

Shizuka o observava ao fundo, seu semblante era oculto pelas sombras, mas em seu rosto todos podem ter certeza… Havia um sorriso cruel.


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 2 EmptyDom 17 Jun 2018, 22:44


Narração - Wild Tide



Ken

Ao perceber o Iceberg, como sempre, Ken foi ninguém menos que o Ken e começou logo com as brincadeiras enquanto o mundo acabava. Mas logo fica com um semblante mais focado no que estava acontecendo enquanto se dirigiria para o local onde fica o timão. No caminho, ele vê Akuma que tinha acabado de começar a puxar algumas cordas para ajudar com o mastro e chama a atenção dele que em resposta o encara bravo mostrando que ele é quem devia começar a ajudar logo, podia até transmitir seu desejo de bater em Ken se ele não começasse a fazer o que tem que fazer para salvar o navio, mas tudo que falava era.

- HUUUUUUMMM. -

- AAAAAARGHH. -

Ele então vê as duas ruivas puxando o timão, com tanta força tentando desviar o barco para que não virasse um monte de escombros em meio à tempestade após bater no iceberg, que não escutariam nada além de seus gemidos. Chegando ao timão, Ken começava a puxar com elas, mas realmente estava bastante pesado mudar a direção do barco, talvez o timão não estivesse quebrando por um milagre.


Royce

O jovem Mink não sabia direito como as coisas haviam chegado naquele estado, poderia se dizer que era o pior cenário possível para um gato, mas os deuses não pareciam nem um pouco bonzinhos. Mais uma vez chegava Shizuka para provoca-lo, mas dessa vez, a Coelha disse algo que fez com que Royce ligasse as pontas e percebesse o que sua alucinação sempre quis te dizer o tempo todo.

É então que Royce aponta para o Iceberg perguntando para Toretto se eles conseguiriam desviar do mesmo apenas manobrando o navio com o timão. O construtor de navios olha e leva um susto parando seu serviço automaticamente com os olhos arregalados. Então ele volta a sua postura normal diante daquele bloco colossal de gelo, começa a pensar um pouco, olha para os lados e a maré rapidamente, logo depois responde Royce com um sorriso no rosto.

- É... Vamos morrer hoje! Hahaha. -



Todos

Royce então grita aos quatros ventos sua ideia de utilizar o timão como uma lança para desviar o navio daquele bloco de gelo gigante, Big G escutando aquilo não pensa duas vezes, o tritão gigante acena com a cabeça mostrando que havia entendido e arranca o mastro com tudo, desmanchando todo o concerto que Toretto havia feito até agora, o marceneiro bate na cabeça em resposta negativa, mas logo depois fala empolgado.

- Agora não tem mais volta, é isso ou morrer, vamos nessa! -

Big G dá uns tropeços para traz em um pé só se desequilibrando com o mastro, mas não demora até apontar ele na direção do iceberg com a ajuda de Toretto e Akuma que seguravam as cordas e as amarravam, assim ajudando a manobrar aquela peça de madeira gigante que mudaria o percurso de navio. Nesse tempo, Royce coordenava tudo de cima vendo seus aliados darem conta das coisas.

Pouco tempo depois de se organizarem, a forte maré empurrou o navio na direção do iceberg em uma situação que não teria volta. De um lado estavam Ken, Layla e a barbará puxando com toda a força do mundo o timão tentando desviar o curso do navio, mas ele já estava no limite e o navio não desviava seu rumo. Do outro, estavam Royce, Big G, Akuma e Toretto manobrando um mastro para tentar desviar o navio e se salvar e Cassandra que observava a todos enquanto se segurava, esperando para ver se alguém caísse ir lá e ajudar.

Quando o navio chegou no iceberg já estava quase saindo de sua direção, mas não completamente. O que salvou o barco do fundo do oceano foi o plano de Royce, o mastro começou a deslizar sobre o gelo, se entortar, até que quebrou em uma parte e o navio bateu com força sua latera no iceberg. Mas mesmo estraçalhado, eles conseguiram desviar da morte e sair daquelas fortes correntezas.

Todos estavam exaustos com as mãos no joelho enquanto Royce comemorava a vitória e Ken se sentava em seu trono. A chuva continuou por algum tempo junto de alguns pequenos blocos de gelo boiando, mas não chegavam nem perto do que haviam enfrentado até aquele momento, tudo estava bem mais tranquilo, não demorou até que a maré que se mantinha forte empurrasse o navio para fora do alcance da tempestade, nesse tempo, Toretto ficou concertando os buracos feitos no casco do navio por onde entrava água.

De repente, sem mais nem menos, talvez pela sorte, talvez pela habilidade de Layla, provavelmente pela sorte em meio a aquela tempestade, o navio destruído e a falta de um mastro, lá estava uma ilha, o clima estava normal, ensolarado com algumas nuvens , conferindo o Log Pose, daria para se notar que ele apontava para ela. O navio estava parado sem a correnteza e um mastro para os guia, mas ao menos não estava afundando pois os buracos estavam acima do nível do mar. Na ilha, era possível notar uma mata fechada com várias árvores acima de um pequeno barranco, cerca de um metro acima do mar, na verdade estava tudo muito normal levando em conta o que passaram até agora na Grand Line, sentada no barranco, era possível ver uma bela mulher loira bem encorpada e usando um chapéu, ela estava pescando e de olhos arregalados ao ver aquele navio destroçado, parado e a deriva em sua frente.


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 2 EmptySeg 18 Jun 2018, 12:28

#005
Finalmente a aventura no mar um pouquinho revoltado teria terminado! O navio por sua vez estaria mais uma vez fodido depois de um simples soprar de vento. Se bem que por alguns momentos tive a sensação de que o navio fosse afundar ou algo pior. Mas, estaríamos inteiros, brilhosos. saudáveis, volumosos e prontos para penetrar em mais uma aventura em um local desconhecido por nós!

“Mas que caralho fui aquilo agora a pouco? Perdemos a porra do mastro e quem precisa de um mastro quando podemos roubar um navio novo? Muuahushauhsuha”


Levantaria do trono e daria uma caminhada pelo deck, faria um gesto de positivo com a cabeça por quem quer que fosse que eu cruzasse naquele momento, averiguaria os estragos, por mera curiosidade,  não fazia a porra da menor idéia de como as coisas estariam mas não havia o por que de alarmar a todos… - Muito Bem, vamos roubar um novo navio e esquecer esse daqui em algum Lugar! É o mais barato e mais rápido a se fazer neste momento Muauhsuhauhsuhauhsa, não concorda gatinho?

Iria agora ao encontro do Big G e Akuma, caso o navio estivesse se movimento, mesmo que em uma baixa velocidade conversaria com eles…. - Vocês realmente foram do caralho, encheram os meus lindos e belos olhos com lágrimas que nunca pensei que pudesse produzir! Mas o passado é passado e estamos com um problema aqui, vocês acham que conseguiriam acelerar a nossa majestosa proximidade daquele pedaço de terra logo adiante ?.... Aguardaria a resposta dos dois e se ela fosse positiva, sorriria largamente com os meus dentes perfeitos e começaria a me preparar para a aproximação.

Iria até a proa do navio mais uma vez e olharia um pouco mais curioso para a ilha que estaria adiante, se pudesse avistar uma mulher pelas proximidades, buscaria ao máximo ver os seus detalhes corporais, nem que para isso tivesse que ir além dos limites da minha visão! Chegaria até a prender a minha respiração, faria uma proteção com as mãos para diminuir a densidade solar e possíveis brisas! Tudo o que fosse possível para ver os detalhes daquele corpo…. “Veremos o quanto posso aproveitar aquele belo espécime feminino Muauhsuhauhsa!”

Motivado com tal visão, esperaria como uma criança para a chegada! Uma vez que tenhamos conseguido desembarcar ou caso a aproximação tivesse que ter sido realizada por botes, teria embarcado neles, uma vez com os pés na ilha espreguiçava o meu corpo o máximo que desse e na sequência iria em direção a mulher loira que estaria pescando.

Como um galanteador, o mestre das conversas com as mulheres, iniciaria o cortejo de informações e coisinhas a mais… - Olá minha mais nova e deliciosa loira! Te dou o prazer de apreciar esse corpo azul, esculpido arduamente pelos deuses do sexo e do amor, feito anatomicamente para lhe propiciar o que nunca antes fora sentido por nenhum ser! Conhecido como: o consolador de virgens, o protetor das ruivas desamparadas, o arauto do tesão, o inquisidor do orgarmos, o chefe do Sindicato Pirata, O líder de todos os tritões existentes nesse planeta, o criador de orgias, o prazer vivo, o lubrificador de vaginas ,o todo duro Chefe Ken Rock !! Muito Prazer minha delícia, como se chama ?


Com um sorriso lustroso e simpático esperaria a jovem realizar alguma atitude, se por um acaso a mesma começasse a gritar ou a fugir, suspiraria, pegaria a minha besta e a recarregaria… - Droga, vou ter que testar isso em você mesmo!... Assim que estivesse carregada, miraria com calma entre as duas nádegas e atiraria, recarregaria novamente e aplicaria mais dois tiros nas costas e mais um na cabeça! Se a mesma tivesse caído iria em sua direção com cuidado e analisaria para tentar perceber se a mesma estava ou não armada!

Caso estivesse armada,  aproximaria e tentaria verificar se ela ainda estava viva, estando vivia, socaria algumas vezes o rosto até a mesma desmaiar, revistaria cuidadosamente o seu corpo e depois pediria para o Big G amarrá-la e se possível arrastá-la para onde estavam os outros…. - Precisamos dela para saber onde realmente estamos e a maneira que ela correu, poderia alertar problemas! Vamos arrancar o máximo de informações dessa filha de uma vadia e depois eliminamos o corpo dela ou damos os pedaços para a cassandra fazer um prato para a tripulação Muuahushauhsuha.


Mas a nossa amada loira poderia ter informado o seu nome e não ter fugido e se isso realmente acontecesse, Pegaria uma de suas mãos e a lamberia dizendo…. - Estou encantado com uma delícia tão saborosa como você existir nesse mundo podre!... Nesse momento, por motivos desconhecidos olharia para Royce e um pensamento ou até mesmo poderia ser uma preocupação, tipo aquelas de pai, martelaria forte em minha mente brilhante… “Porra esse moleque tá todo biruta por que ainda não trepou coitado! Vou fazer esse moleque comer essa loirinha nem que seja aquela trepada vingativa em que você não se importa em dar prazer, apenas foder com raiva e com obrigação! É isso meu filho peludo bastardo, vc vai foder nessa ilha Muaushusuhs.”...
Voltaria a minha atenção para a loira enquanto docemente buscaria cativar o seu coração….. Loirinha, gosta de gatinhos inocentes? Tem uma criança aqui que vc adoraria roçar essas suas deliciosas curvas em seus pelos!! Se desejar podemos até fazer isso os três juntos!

“Por que eu não estaria presente ? Impossível, eu tinha que estar lá para ensinar e até mesmo dividir as minhas maravilhosas técnicas sexuais com aquele jovem perdido e desamparado, sem uma figura paterna!”

Se a jovem se anima-se, iria junto com ela até Royce e os outros e sorridente apresentaria ela ao garoto…- Gatinho peludo, você irá adorar ela! Ela está doida para se esfregar em você, não perca tempo!!

Como um padrasto orgulhoso meu coração palpita de emoção com aquele momento único da jovem e virgem criança peluda.

Em meios a não ter encontrado ninguém quando finalmente tivesse posto meus lindos pés azuis na ilha, esperaria os demais, do nosso belo bando,  se pronunciarem ou até mesmo se alongarem um pouquinho e diria… - Estou indo para a cidade fundar o Sindicato Pirata, nos encontramos em algum lugar ou por ai mais tarde beleza? Simbora Big G e Mestre Akuma, vamos explorar a porra dessa ilha como a formosa formação tritônica foda que somos! E você Big G vai ter um, apenas um desejo seu atendido já que até o momento se dedicou um um lambari supremo, mas to ligado que você quer meter forte na ruiva musculosa né garoto? Se quiser pode ir lá e chamar ela para nos acompanhar tb!

Com a trupe toda reunida, partiria para alguma direção a procura da cidade, é claro que agiria com cuidado, não fazia a menor ideia se haveria marinha, ou problemas logo de cara! Então iríamos com muita calma e cautela, sem pressa de ser feliz!
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 2 EmptySeg 18 Jun 2018, 20:59





Royce

WilD MinD



- Bom trabalho galera.   - diria o jovem se levantando e avançando em direção ao pé do mastro. - Nunca duvide que daria certo, nyanyanyanayanyanayanya - gargalhou, não podendo se segurar diante da mentira.

Olharia então para a ilha, vendo-a superficialmente.

- Que lugar é este?   - perguntou, não direcionando a pergunta a ninguém. Caminharia também para a frente da embarcação.

Na passada talvez ouvisse o azulado falando com os dois outros tritões, de certo modo a atitude dele e o seu modo de falar não agradavam ao jovem.

Eu lhe havia dito que esse era problemático, o ego dele é grande de mais. Ele precisa ainda ser melhor disciplinado. - comentou Shizuka que aparecia para andar ao lado do gatuno.  

- Concordo-gara. - disse acenando a cabeça, embora estivesse falando com Shizuka era provável que Ken acabasse por entender que o jovem respondia o seu questionamento sobre um novo navio.

Logo que estivesse a frente do navio o jovem olharia adiante, podendo assim observar melhor os entornos da ilha e também a mulher que surgiu a frente.

Deve ter algum povoado aqui perto. - constatou a coelha.

- Ou talvez ela-gara só goste de caminhar, nyan….. Mas, concordo. - se o tritão azulado parasse ao seu lado o jovem falaria em tom sério.


- Você-gara parece ter esquecido o que conversamos, nyan. Aqui… Sou eu que mando-gara e você vai trabalhar como todos os outros. - o sorriso no rosto do jovem se alargaria tornando-se perverso no momento anterior ao qual ele chutaria o tritão para fora do navio gritando. - AJUDE ELES A REBOCAR OU LHE DEIXAREI AMARRADO NO NAVIO.


Satisfeito Royce se viraria rumando para seu quarto, onde pegaria seu chapéu, capa e espadas gancho, prendendo-as em suas costas antes de rumar novamente para o deck. Shizuka o acompanhava durante todo o trajeto e embora não falasse o gatuno era capaz de sentir a imensa satisfação que emanava dela.

- Os danos no navio são muito sérios? - questionario o careca quando passe por ele. Acenaria afirmativamente para qual fosse a resposta antes de completar. - Há dinheiro na minha cabine, se achar que o navio vale o concerto, concerte-o… Confiarei na sua-gara opinião profissional sobre o assunto.

Se terminar assim você ficará parecendo fraco, mostre que ele não deve abusar da sua confiança, ou logo você terá esses humanos inferiores pisando sobre você.

Ao ouvir as palavras de Shizuka o jovem inclinaria a cabeça para trás em sua direção, balançaria as orelhas, mas concordaria, era um bom ponto e assim aproximar-se-ia ainda mais do careca e falaria em um tom baixo com os olhos estreitando.

- Ainda lembro da forma como nos conhecemos. - Toretto estava planejando roubar o navio de Royce junto a ruiva que agora pilotava o barco. - É melhor não achar que pode tentar algo do genero. - olharia apenas por mais um breve instante nos olhos do grandão e depois se afastaria.

Não podia se deter muito em cada tarefa, precisava manter o tritão na coleira por um tempo até que o mesmo compreendesse a ordem das coisas.

Assim que possível saltaria para a borda da da ilha, usando das suas espadas para enganchar nas árvores e se impulsionar barrando acima.

Já em solo avançaria furtivamente, sabia como o tritão agia e podia imaginar mais ou menos qual seria a reação da mulher e assim sendo o jovem usaria de sua agilidade e furtividade para se posicionar no ponto de fuga da mulher, local onde ouvia através de sua audição aguçada o que o tritão estaria falando.

Ao ouvir as possíveis palavras o jovem ficaria a esmo tentando entender como era possível qualquer ser desejar qualquer tipo de relação com aquele….


Julgaria que a maior hipótese era a mulher correr antes do tritão falar, ou logo após o mesmo falar, seguida da hipótese de a mesma tentar alguma ação agressiva e por último, na sua opinião tão absurdamente improvável, mas ainda assim possível…. A mulher gostar de ser tratada daquela forma.

>>><<<


Se a mulher corresse e o jovem já estivesse em posição de intercepta-la ele se moveria rapidamente, retirando-a da área alvo do tritão e derrubando-a através do uso das suas espadas, usando a parte não afiada do gancho para deslocar o peso da mesma e desequilibra-la para fora do alcance dos disparos, aproveitar-se-ia disso para já se posicionar de forma a subjugar a moça.

Posicionaria, se obtivesse sucesso, a lâmina em meia lua de sua arma na direção do pescoço da dama.

- Quieta. - mas dito isso passaria a ignora-la se dirigindo ao tritão. - Gostaria que você-gara parasse de tornar as coisas difíceis. Como já concordamos, cada um tem suas habilidades e as suas certamente não é ser ‘receptivo’, furtivo, sucinto da mesma forma que a mim não cabe ser marrento, boca suja, e habilmente tenebroso. Assim sendo… Porque eu-gara não falo com as pessoas que não desejamos matar e você-gara com as que desejamos?


Não dando tempo do tritão responder ele se viraria para a jovem, observando se a mesma parecia representar algum perigo e se caso constatasse que não se afastaria, elevando-se e erguendo as mãos mostrando que não agiria violentamente de novo.

- Perdoe meu-gara companheiro, ele-gara tem esse modo peculiar. Espero não tê-la machucado, desejava apenas evitar que virasse uma peneira. - com a espada apontaria para o local onde as possíveis setas disparadas estavam cravadas. - Ou uma almofada de agulhas. - sorriria. - Sou Royce, quem é você? - não esperava de fato que a mulher já voltasse a responder e se assim fosse prosseguiria. - Pegamos uma tempestade terrível, sabe? Os ânimos não estão dos melhores. Não sabemos onde estamos sabe? Talvez você pudesse nos ajudar nisso? - continuaria sorrindo conforme seu animo e bom humor começavam a se exaurir.



Se a mulher no entanto começasse a falar o jovem se permitiria relaxar e voltar a se acalmar, mas se a verdade fosse outra a sua paciência continuaria a terminar e já não conseguia mais esconder de acordo a raiva que sentia.

- Somos piratas, sabe? Acabamos de matar um outro bando inteiro, roubamos o seu navio e agora o mesmo está bastante destruído, estamos molhados e com fome, mas você pode nos ajudar, ou pode conversar com ele. - abaixar-se-ia para se aproximar dela e falaria baixinho. - Lhe-gara garanto que os métodos utilizados por ele não são tão afáveis quanto os meus-gara.


>>>><<<<

Se a mulher no entanto atacasse Ken o jovem apenas sentar-se-ia nas raizes da árvore e ficaria assistindo a luta de camarote.

>>>>><<<<


Se a mulher a qualquer momento começasse a cooperar a convidaria para o interior do navio.

- Vamos entrar? Tem a minha palavra que permanecerá segura. Não devemos ter muito ainda, mas Cassandra deve poder fazer um café. - falaria propositalmente o nome de Cassandra para ajudar a deixar a loira mais segura.




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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 2 EmptyTer 19 Jun 2018, 19:36


Narração - Wild Tide



TODOS

Ken saiu de seu trono andando pelo navio e vendo toda aquela destruição, não dava outra, de cara ele chegava na conclusão de que manter aquele barco poderia ser inútil e mais dor de cabeça ainda do que simplesmente abandoná-lo e jogar fora. Depois de andar por ele, via Royce e dizia o que achava, perguntando para o Mink se concordava, mas o ele sequer percebeu a pergunta pois estava em uma de suas conversas com Shinzuka, no meio da conversa, ele concordou com algo que a fantasia havia dito e com isso acabou respondendo ao tritão, concordando com seu questionamento.

Logo depois, o tritão azul ia de encontro a Big G e Akuma, eles estavam observando a ilha e era possível escutar Akuma fazendo alguns de seus ruídos, nada alto o bastante ou com gestos visíveis para que Ken entendesse o que ele disse, quando ele se aproximou, os elogiou por seus esforços e pediu que que empurrassem o navio até a margem. Big G colocava a mão atrás da cabeça a coçando e feliz por ter conseguido ajudar a todos mais uma vez, mas Akuma não pareceu muito feliz com o pedido, dizendo com um tom bravo enquanto apontava para Ken.

- Hummm... HUUUM! –

- Você ainda está bastante machucado, não é? Muito bem, acho que eu consigo sozinho, não queria me molhar agora, mas esperem aí, dá próxima, é com vocês. -

Disse Big G já pulando na água, seu pulo já fez com que o navio começasse a se mexer um pouco na água e assim que chegou lá, começou a nadar, empurrando o navio em Não demorou muito para que Akuma mais uma vez apontasse o dedo bravo para Ken e pulasse na água falando do seu jeito de sempre, mas em um tom bravo.

- HUUUM. –

Logo depois Royce dava um chute em Ken mandando o tritão ajudar, mas de toda forma, com o tritão azul ajudando ou não, reagindo ou não, depois de algum tempo o navio conseguiu chegar na margem da floresta relativamente próximo da garota. Nesse tempo, Royce pergunta à Toretto se os danos do navio são sérios e se valeria a pena concerta-lo, o careca responde sorrindo.

- Se o navio tem concerto? Eu até poderia concertá-lo, mas sozinho levaria dias, acho mais fácil roubar um novo mesmo, melhor pegar seu dinheiro, eu mesmo posso roubar um navio melhor e deixa-lo bem melhor que essa coisa. Hahaha. –

O Mink questionava Toretto sem ter muita certeza se o homem falava a verdade, mas Toretto ria e mostrava para Royce. Ele se apoiava na lateral do navio e chutava o casco dele pelo lado, assim que acertou o casco, o piso do deck começou a se rachar e um pedaço de madeira caiu para dentro, deixando um buraco grande o suficiente para que alguém caísse no lugar, obviamente o navio estava com danos sérios e precisaria de dias sendo concertado para que voltasse aos conformes, sem falar na madeira e nos custos de tudo, então ele falava.

- Acredita agora? Hahaha .Jamais duvide das palavras de um marceneiro, gato. -

A garota continuava pescando, era quando Ken se aproximava já cantando a mesma que continuava pescando, apesar de antes estar de olhos arregalados, talvez até impressionada com o estado do navio deles, agora estava séria e calma, ela simplesmente olhou para o tritão depois daquela fala absurda cheia de putaria, pegou um cigarro e o acendeu com apenas uma mão enquanto mantinha a outra segurando a vara de pesca, ela deu uma tragada, soltando fumaça logo em seguida e respondeu com talvez a voz mais serena e calma que Ken já havia escutado.

- Meu nome é Merlinda, é um prazer conhece-lo Ken. –

O tritão então agarrou sua mão, a lambendo de um jeito que poderia ser descrito no mínimo como rústico, enquanto falava que estava encantado com ela, mas o que acontecia realmente eram pensamentos indecentes se passando em sua cabeça envolvendo um tritão, um Mink gato e uma humana loira fazendo todo tipo de coisas na cama ao mesmo tempo, mas algo que qualquer um manteria nos pensamentos logo era falado por Ken que chamava a moça do nada para o coito, mas ainda serena, ela dava uma olhada para Royce e respondia enquanto colocaria as duas mãos na vara de pesca com o rosto ficando vermelho e abaixando levemente a cabeça.

- Me desculpem, mas você não faz o meu tipo e eu ainda nem conheço o gatinho. –


- HAHAHAHAHA. –


Ao fundo era possível escutar os risos da ruiva barbara, ela não se aguentava vendo o fora que Ken havia levado da loira, não parava de dar risada daquela situação na qual se encontrava o tritão. Enquanto isso, Layla que havia sido puxado pela outra ruiva estava analisando o navio no momento Big G ainda estava na água agarrado a lateral do navio em pé, apenas observando a cena enquanto sorria e puxava sua barba. Já Akuma, Cassandra, Toretto olhavam para Ken sorrindo e rindo também, parecia uma típica tripulação pirata. Royce toma a atitude de chamar a garota para entrar, em resposta ela se levanta puxando sua vara que havia começado a se mexer. Ela faz alguma força até que um rei dos mares do tamanho do navio que estavam os tripulantes sai da água, então ela fala ainda séria e logo em seguida Cassandra empolgada segurando um de seus tentáculos com outro.

- Tudo bem, queria mesmo saber o que aconteceu com o navio de vocês, poderia preparar esse peixe também? Estou com fome. –

- Pode deixar comigo. –


Merlinda se levanta então esfregando sua mão nas roupas, dá um tranco em sua vara, a deixa escorada em uma árvore e pula da margem para o navio, acompanhando Cassandra e os outros até a cozinha. Enquanto isso Big G sobe na terra se deitando na margem e falando alto para que todos escutem após se deitar de lado com a cabeça apoiada em sua cabeça e os olhos fechados.

- Vou tirar um cochilo, me avisem quando decidirem fazer algo interessante. -


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation - Página 2 EmptyTer 19 Jun 2018, 21:27





Royce

WilD MinD



Um perplexo gato começava a traçar o caminho novamente para dentro do navio, afinal.. Era simplesmente inacreditável que alguém aceitasse aquilo como um cumprimento… Karthus teria jogado o tritão longe por aquela lambida.

- Lamber não serve como tratamento médico, mas serve como cumprimento? - raciocinava confuso enquanto subia a rampa.

Sacudiu a cabeça desistindo de entender os mistérios da vida adulta.

- Pegamos uma forte tempestade. - começou, saciando assim a curiosidade da mulher para também deixá-la mais confortável em responder o que ele queria saber. - Alguma coisa ‘todas storns’, tinha uns tornados, chuva, umas bolas de golf. Alguma coisa acertou o mastro, ai tinha uma montanha de gelo. Usamos o mastro que estavamos arrumando como ariete pra escapar do gelão….. Ai te vimos. - daria um dar de ombros. - Aiaiaiaiaiaia. - gemeria por causa do ombro ruim.   - Enquanto esperamos os peixes… Onde estamos? - daria um sorriso amarelo.

Ficaria em silêncio para ouvir a resposta, mas caminhando de modo a ficar fazendo ela se virar para acompanha-lo ou então de modo a faze-lo ficar alternando entre estar nas costas da mulher e na frente.. O motivo? Nenhum, apenas tentava ser irritante. O motivo? Ele é um gato.

Conforme a mulher explicasse de modo a concluir e parar de falar o jovem iria incentiva-la com novas perguntas, do tipo.

“O que tem de interessante para fazer por aqui?”
“O que mais pode me dizer sobre as cidades da ilha?”
“Há marinha aqui?”
“Quem é que manda aqui? “

Cada resposta seria recebida com frases pontuais.

- Nyannn, serio? Porque? ou - Nossa, que legal. - ou - - Que tragédia, como puderam?

E assim Royce continuaria caminhando enquanto a manteria conversando. Obviamente responderia com total sinceridade quaisquer perguntas que ela fizesse, fossem quem eram eles: Piratas, chamados Wild Tide, fosse os nomes: diria o nome de todos, fosse as intenções.

- Ainda não sei, você-gara está me ajudando a decidir, talvez possa me convencer a interessar-me por algo.


Manter-se-ia todavia atento ao mais maldito tritão dos 7 mares, sempre buscando ficar de frente para o mesmo enquanto caminhava, não estava disposto a dar-lhe tão breve chance de vigança.




”objetivos”:
 

Histórico:
 

”Dados da Ficha”:
 

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