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MensagemAssunto: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation EmptySex 25 Maio 2018, 17:06

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Aqui ocorrerá a aventura dos piratas Royce Khajit e Ken rock e da civil Layla Morningstar. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation EmptySex 25 Maio 2018, 18:40





Royce

WilD MinD



Royce havia dormido pouco na noite que passou, embora estivesse realmente cansado o sono não lhe alcançou. Estava agitado e assim acabou por dormir apenas por breves intervalos. As coisas haviam saído um pouco do eixo e muitas coisas tinham acontecido em um espaço muito curto de tempo.

Isso ao menos deu-lhe tempo para pensar e finalmente começar a entender algumas coisas que aconteceram.

- Então é isso, nyan. Eu-gara estou louco. - concluiu.

Aguardava ali o amanhecer enquanto observava as horas se arrastando a cada vez que pegava o relógio de seu bolso.

- Ancioso? - perguntou em dado momento a sua alucinação.

- Também, mas creio que o certo é Ansioso. - Shizuka olhou com estranheza, afinal era exatamente o que ela havia dito.

- Foi o que eu disse, pequeno.. - falou, ainda contida.

- Há? Foi? Entendi outra coisa. - disse sentando-se na cama.

- O que?

- O que o que? Nyan? - inclinou a cabeça e tremeu as orelhas. Sentiu também seu pêlo se eriçar enquanto as ondas de raiva da Shizuka começavam a crescer e se espalhar.

Não me faça de boba garoto. - esbravejou revelando sua verdadeira faceta de raiva e rancor.

Royce sentia a mesma energia passando pelo seu corpo, enchendo-o de raiva do mundo, suas garras se fecharam ao redor do colchão e sorriu feroz para Shizuka.

- Não se deixe fazer. - respondeu de forma ácida e se levantou com fúria. Afinal a brincadeira não havia terminado com sua diversão, dado que parecia estar enfurecendo a si mesmo.

Ao sair do quarto olharia para o mar e novamente pegaria o relógio em seu bolso.

- Está na hora de matar….. Partir.. - se corrigiu. - seus olhos ainda semicerrados olhariam para o horizonte longínquo.

Moveria o ombro testando-o e considerando mais uma vez o tratamento adequado.

- Não parece ter sido nada de mais… Acho-gara que deixando-o na tipoia deve bastar. - Royce refería-se a tipoia que havia improvisado com as faixas no dia anterior.

Olhando para trás o jovem logo percebeu que Shizuka já não o acompanhava, talvez por estar irritada e com isso aos poucos voltava a se sentir mais leve.

- Tenho que ver se os outros estão feridos antes de zarpar. - disse enquanto já começava a se mover para o centro da embarcação.

O tritão era o mais ferido dentro os tripulantes da embarcação e quando o encontrasse acordado o jovem o chamaria para tratar de suas feridas.


O ombro do mesmo não havia muito que pudesse ser feito, também deveria apenas permanecer na tipoia evitando a movimentação e o esforço. Já para o corte na testa o jovem limparia-o com água e recortes da faixa e também com o álcool que possuía, visto que era o melhor que poderia fazer sem outros medicamentos, depois de limpo enfaixava a testa do tritão para mantê-lo assim, isso é claro se percebesse não haver necessidade de pontos. No caso dessa necessidade pegaria sua linha de sutura e a agulha para realizá-los.

Verificaria as costelas do mesmo, tentando notar se havia alguma quebrada. Era provável que nada sério houvesse ocorrido, caso contrário o tritão já estaria morto. Assim sendo o jovem apenas enfaixava a região abdominal do tritão criando uma espécie de reforço que impediria o mesmo de realizar movimentos abusivos e permitissem o corpo se curar.
Já para ajudar no tratamento da perna o projeto de médico chamado Royce pediria ao bombado careca para confeccionar uma muleta. Ao final de tudo o gatuno aplicaria uma pequena dose de morfina para ajudar nas dores que o tritão pudesse estar sentindo.

Se o seu próprio ombro ruim o estivesse atrapalhando pediria ajuda a algum dos outros tripulantes para ações como segurar a faixa ou fazer o tritão parar quieto e ser homem para aguentar o tratamento.


A ruiva, sua navegadora também seria atendida por ele. Muitos dos ferimentos eram similares. Para o queixo da jovem o gatuno pegaria apenas compressas com gelo, obviamente se tivesse, caso contrário apenas ensacaria neve e passaria para a ruiva instruindo-a a aplicar sobre a área inchada.

- Quando a neve derreter pegue mais, só cuidado para não queimar a pele, tire de tempos em tempos e repita. Vai ajudar a diminuir o inchaço. Ombro, costelas e cotovelo receberam apenas imobilizações para que pudessem ficar sem sofrer esforços e assim curar naturalmente.

- Alterne a compressa gelado entre o queixo e o ombro vai ajudar a aliviar a musculatura. - Voltaria e entregaria para o tritão também compressas com neve para que ele aplicasse no ombro e perna.

E por fim, com a sensasão de dever comprido o jovem se dirigiria até a cozinha, local onde pediria a Cassandra a sua recompensa… Café da manhã.


”objetivos”:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation EmptySeg 28 Maio 2018, 14:37

After my body is dry



Post 1




“Se existe um começo, existe um fim, Isso é regra. Pode até ser triste, mas ficar triste só porque é o fim não faz meu tipo. Por ser o fim, é melhor bagunçar ainda mais. Assim, independente de como seja o final, podemos terminar sorrindo.” - (Dante)



No momento que Layla acordasse a dor de cabeça se faria automaticamente presente, a noite passada deveria ter colocado um certo peso na cabeça, ela estava de fato, de ressaca. A ruiva havia bebido mais do que o normal para um só dia, entretanto a primeira coisa que procuraria era cassandra do seu lado, ou ao menos próxima dali, ela lembrava bem de tudo que aconteceu, na noite anterior, bebidas, luta mortal, e depois mais bebidas. O que lembrava naquela hora era que não sabia se o gato ou o tritão haviam voltado ontem ainda, e era a segunda coisa a se pensar, caso cassandra ainda estivesse ali dormindo, daria um leve sorriso olhando para ela, ter uma companhia feminina daquela forma automaticamente lhe lembrava do afeto da sua irmã, e de como aquilo mudava seus pensamentos, talvez não fosse coisa mais certa a se comparar, mas era o mais próximo que ela lembrava.

Daria um pequeno beijo na testa da sirena antes de levantar completamente, e depois procuraria as roupas que deviam estar jogadas em algum lugar daquele quarto e começaria a se vestir, cada peça colocada despertava um pensamento novo nela, onde o encontro com a Bijin fez com que ela pensasse o quanto era prazeroso quando completavam-se assuntos inacabados. Assim que terminasse de se vestir, sairia do lugar, apesar da provável dor de cabeça, e o cansaço corporal exagerado, por todos os ferimentos não tratados que carregava, esbanjaria um enorme sorriso, pra ela cada segundo tinha valido a pena. Se o felino em algum momento oferecesse ajuda, aceitaria, sentaria em algum lugar caso o tivesse, e esperaria que este fizesse o trabalho para melhorar a situação que afligia, escutaria todas as recomendações passadas e o agradeceria. - Obrigada peludinho, vou tomar cuidado. - E levantando daria um leve beijo na bochecha dele, não se importava de que a boca acabasse cheia de pelos, normalmente ela o abraçaria, mas sabia que podia machucar se o fizesse, não só a ele mas a si mesma. “Pelos são quentinhos… mas é melhor eu evitar isso por hoje.” e logo colocaria a mão no ombro dolorido, relembrando da pancada forte que tinha tomado ali, ficaria um pouco chateada, por perder essa oportunidade, e inflaria as bochechas um pouco quando pensava nisso. - Acho que devemos partir peludinho, já ficamos tempo demais no farol.

Após tudo isso, caminharia novamente e começaria o serviço na navegação, içaria as velas do barco e pediria para Goratiks caso ele estivesse a vista, que removesse a âncora do fundo do ambiente. - Grandão, você pode me fazer mais um favor?- falaria dando uma piscadela. -Sobe a âncora pra mim? eu estou com o braço um pouco machucado hihihi.- estava na verdade muito, mas o eufemismo que ela usava era constante ao citar seu estado destruído, e aquilo adiantaria as coisas, após isso preparado destravaria o leme, e seguraria o timão com o braço esquerdo, já que o ombro direito estava lesionado, igualmente o cotovelo do mesmo braço, e por isso cuidaria de mover ele para posicionar o barco, retirando o Log Pose do bolso, prestaria atenção na agulha e para onde ela apontava. Nesse momento buscaria colocar o barco na rota certa, e assim que encontrasse uma corrente fixa, travaria o leme novamente, e sentando ao lado, da tal roda, pegaria sua garrafa de vinho, e sentada se escorando na lateral esquerda ao timão, começaria a dar um longo gole nela. “No fim, existe algo que mais parece uma lenda mas nos meus tempos de bebida, eu descobri a verdade, você não precisa de ressaca se estiver sempre bêbada, e também que bebida cura ressaca.” e erguendo a garrafa brindaria com o vento.

Ficaria sempre atenta olhando por cima da lateral do barco, conferindo a rota no log pose, e a cada 5 minutos levantaria dali, para olhar mais uma vez focada na direção vendo diretamente do timão, enquanto segurava ele. Ela não admitiria mas na verdade a maior parte das vezes que ela levantava, era por realmente gostar de segurar a roda nas mãos, era uma sensação que não abdicava nunca, apesar de nunca verbalizar exatamente com essas palavras, seu olhar enquanto cuidava da embarcação era simplesmente sincero com a sensação, ele demonstrava perfeitamente o que ela sentia, conforto, com uma pitada de felicidade, e de certo orgulho de suas habilidades para com o barco.

Citação :
Postei, está ainda um pouco fraco, eu to tateando pra me reabilitar na narração, qualquer feedback é positivo.

I Am a Driver:
 

Objetivos:
 

Histórico de Layla:
 

Legendas:
 

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation EmptyTer 29 Maio 2018, 11:08

#001

Acordaria após uma batalha árdua, dura, suada e muito prazerosa! Levantaria e apreciaria a paisagem e a ruiva caso a mesma ainda estivesse por ali. Pelado sentaria por alguns momentos no trono e assim apreciaria o tempo.

“Realmente a batalha dessa vez foi dura, mas as merdas que estamos enfrentando estão ficando maiores e pelo jeito as recompensas irão ficar ainda melhores!”

Caso estivesse peldo, levantaria e andaria pelo navio em direção a cozinha em busca de água ou de alguma coisa sem álcool para beber. Se nesse meio tempo encontrasse o gatinho perambulando e o mesmo se oferecesse a cuidar de meus ferimentos não negaria a ajuda!

- Vai fundo meu jovem e aproveite para olhar bem de perto o corpo másculo, lindo e muito gostoso desse tritão azul gostosão! Mas, já te aviso desde já para não encarar muito o pequeno Ken… ele pode interpretar isso como um convite e ele não recusa festa! Muuahsuhauhsuhauhsuhauhsa


Ficaria por ali recebendo os cuidados do jovem Mink, caso a água já estivesse em mão, iria bebendo a mesma enquanto aguardava o tratamento. Após receber os cuidados do jovem e aspirante a médico, sorriria largamente para o mesmo e o agradeceria do fundo do meu coração tritônico.

- Muito obrigado pequena bola de pelo, mas lembre-se de ficar vivo! Médicos nesse grupo são acompanhados de uma enorme maldição! Você se lembra do que aconteceu com aqueles que resolveram ser médicos né Muuahushauhsuhauhsuha.

Sairia do local e continuaria a minha hidratação enquanto perambulava pelo navio. Em um determinado momento, voltaria para vestir minhas vestimentas e procuraria o velho, grandioso mestre Akuma., Não teria pressa para encontrá-lo para ser sincero iria explorando o nosso novo navio enquanto procurava ele, afinal até o momento não teria tido tempo de explorar a embarcação e nem de verificar todos os armamentos. Se houvesse alguma sala de armas no local, verificaria os armamentos, se houvesse alguma arma de nível avançado ou algo do tipo, não usaria a mesma apenas a olharia com calma e com um sorriso a guardaria na sala de armas para quem sabe um futuro próximo.

Pegaria uma pistola que estivesse em bom estado e procuraria algo mais tribal e particular naquele ambiente como uma besta ou um arco e flechas. Ideias bizarras passavam pela minha bela crista vermelha naquele momento. Afinal de contas um atirador deve sempre buscar novos meios de foder com a vida de seus inimigos.
Encontrando tal arma, acomodaria a mesma comigo e sairia do ambiente assobiando calmamente.

Se não houvesse uma sala de armas ou se não obtivesse êxito em encontrar tal armamento descrito acima, simplesmente continua a explorar todas as salas do navio e assim que avistasse o mestre Akuma, chamaria o mesmo para trocar um bem bolado.

- Grande mestre Akuma, o senhor está machucado? Está precisando esvaziar o seu saco em alguma fêmea? Não fique nervoso, diga o que desejas e irei mandar alguém atender o seu pedido….. Esperaria a resposta do mesmo e com um largo sorriso voltaria a falar…. - Não entendi direito mas o grande mestre deve querer sexo e isso é fácil, posso falar com a ruiva gostosa e musculosa. Ela vai querer fazer uma orgia com certeza ou se quiser algo mais carinhoso podemos falar com a ruivinha ou ainda se quiser algo mais bizarro com tentáculos pode se aventurar com a cozinheira Muahushuahushauhsuha.

Colocaria um de meus braços em torno dos ombros do mestre Akuma e retornaria a conversar, agora com um tom de voz mais sério…. - Mestre, não tenho condições de trabalhar de forma manual para aprender coisas novas, por isso queria saber se ainda há aqueles livros milagrosos para me ajudar? No caso estou interessado em aprender a forjar as coisas!! Tem alguma coisa ai ?


Esperaria o mestre me fornecer o que fora pedido e assim que o mesmo me entregue o pedido sorriria e daria as costas indo em direção ao meu esplêndido trono! Lá me sentaria e começaria a estudar calmamente o livro de forja que me fora entregue.

Após a leitura algo não tão grande pesava na minha linda mente… “ Porra, cadê o caralho daquele tigre filho da puta? Não vejo aquela porra desde a batalha com a gostosa de pernas grossas! Será que esse filho de uma puta ficou invisível ??”
Histórico:
 

Dados Player:
 


Objetivos:
 

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Legendas:
 


Última edição por Rock - Furry Legend em Ter 29 Maio 2018, 11:11, editado 1 vez(es) (Razão : Mudança de cores e itens nos objetivos!)
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation EmptyQua 30 Maio 2018, 23:18

Stranger Family-Wild Creation:01


Dentro de seu próprio espaço, Royce  estava ali agitado e diferente do que se esperava, estar sozinho não mais significava que estava só agora que tinha Shizuka ao seu lado, sua noite havia sido incapaz de gerar-lhe um sono contínuo o que poderia ou não lhe causar uma fadiga extra durante o dia, já que não havia sido capaz de descansar apropriadamente. Muito havia acontecido recentemente para que pudesse processar, havia perdido um navio ao qual não havia sido fácil para que ele pudesse conquistar, havia saído de uma batalha intensa onde era inevitável que seu grupo ali pudesse se ferir, era o médico da tripulação e tinha de lidar não só com sua própria mente como com as preocupações da realidade e quando já havia amanhecido o felino resolveu ali se mover pela embarcação, para que pudesse cuidar daqueles que estavam mais feridos.

Nessa mesma manhã dentro do conforto de seu quarto, havia a ruiva que tinha um despertar suave, apesar de sua dor de cabeça devido ao excesso de álcool ingerido na noite anterior não sabiam de o tritão ou o mink haviam retornado o que poderia expressar a falta de conhecimento ou talvez até mesmo preocupação para aquele que fosse mais otimista, ao seu lado encontraria a sirena Cassandra a repousar em paz ao seu lado, não parecia que ela acordaria tão cedo, talvez estivesse cansada o olhar da ruiva se dirigido a sirena poderia ser interpretado como afetuoso, pelo sentimento positivo que pareceu lhe correr naquele momento, quando lembrou da própria irmã ao vê-la assim tão próxima em uma paz tão pura que o rosto da Sirena era capaz de passar.

Antes que pudesse se levantar por completo a ruiva daria um beijo na testa da sirena que apesar de não despertar demonstraria em seu rosto um leve sorriso ao qual talvez Layla pudesse ou não notar antes que procurasse pelas próprias roupas, cada peça de roupa havia lhe levado a um pensamento ligado a como era bom terminar assuntos inacabados, tendo inclusive sua antiga companheira como uma lembrança feliz em meio a esse talvez não tão rápido processo. Uma vez que estivesse vestida deixaria o seu recinto.


Enquanto isso, dentro do próprio quarto o excêntrico tritão azul ele era capaz de despertar após a gloriosa batalha que eles haviam travado, mostrando como dentro do próprio grupo diferentes pessoas poderiam encarar uma mesma situação. A idéia de que suas recompensas subiriam o animou e lhe serviu como combustível, para o seu desprazer a ruiva não mais estava ali, provavelmente havia acordado primeiro que ele e  estava agora em algum lugar dentro do navio. Se as vestes poderiam aprisionar um homem, naquele momento Ken era um homem completamente livre das amarras do pudor e sem tomar muito tempo, teria como seu primeiro destino a cozinha, totalmente despreocupado se encontraria ou não alguém enquanto andou nu para que pudesse de hidratar com algo que não fosse alcoólico e durante a sua caminhada ali encontraria Royce que até então o tinha como prioridade a ser tratado, já que era o mais machucado, mesmo que houvesse pequenas insinuações que poderiam ser vistas como provocações por alguns, o médico faria o seu trabalho de forma exemplar, apoiaria o braço do tritão sobre uma tipóia que o faria incapaz de  piorar seu próprio estado, através do esforço, enquanto garantiu que poderia ficar na posição para que pudesse se recuperar por completo, limpando os cortes que haviam sobre a sua testa, assim como também cuidando de suas costelas, pedindo para que ele pudesse não exercer tanta pressão sobre as pernas para que o velho bombado pudesse confeccionar uma muleta a Ken, tarefa que demandaria certo tempo, o cuidado de Royce era cuidadoso ao ponto de aplicar-lhe um pouco de morfina para que o tritão pudesse suportar melhor a dor devido ao efeito analgésico, frente a todo o cuidado que era feito a ele, o tritão ali o agradeceria de coração enquanto cada um tomou o seu próprio rumo. Ken havia ido concluir o  seu trajeto até a cozinha para que pudesse se hidratar, enquanto o Mink procuraria a Ruiva naquele momento para que pudesse cuidar dos ferimentos dela.

Layla mostrava-se proativa ao começar já cedo a exercer suas funções como navegadora, fazendo com que o Mink pudesse encontrá-la já em meio a tarefa ao qual ela estava executando, pelo seu movimento limitado, assim como no tratamento anterior, ele teria leves dificuldades para que pudesse concluir o tratamento da ruiva, mas não o suficiente para que precisasse de ajuda, havia ali a instruído como deveria prosseguir para que pudesse continuar melhorando e grata pelo cuidado a garota ali passaria pela possibilidade de ter um chumaço de pelo sobre a boca ao lhe dar um beijo na bochecha como agradecimento, algo que poderia fazer com que Royce e Shizuka tivessem reações adversas nesse momento e nos que seguiram.

Uma vez que o tratamento estivesse completo, a navegadora se colocaria a voltar ao trabalho, içou as velas e pediu para que Goratiks a ajudasse com a Ancora, uma vez que ele havia aparecido em seu campo de visão o gigante azulado não teria dificuldades na tarefa a ele incubida, tão pouco  reclamaria.  Ali, Layla destravou o leme e com o seu braço bom segurando o timão com a ajuda de seu log pose para que pudesse colocar o barco na direção correta até que pudesse encontrar uma corrente fixa que não demorou para encontrar, onde ela ali travou novamente o leme, atenta a lateral do barco e a rota que estavam seguindo e felizmente o clima parecia estar bem tranquilo, assim como o mar não estava muito agitado o que a faria checar a necessidade de ajustar o curso de cinco em cinco minutos, muito mais pelo prazer de ter a roda em mãos do que pela necessidade, em uma sensação de poder e alegria que talvez fossem consideradas infantis demais para que ela admitisse, e ali ela teria certa paz, enquanto poderia aproveitar a brisa que poderia levantar seus cabelos e o cheiro salino oceânico que havia no ar, enquanto bebia.

Royce havia se dirigido até a cozinha, onde a essa hora poderia notar Cassandra preparando o café da manhã, em uma conveniente recompensa para o trabalho ao qual ele havia tido, o cheiro era bem convidativo e poderia lhe abrir o apetite, o semblante da Sirena no entanto era distante, quase como se ela estivesse viajando dentro dos próprios pensamentos, enquanto ali mecanicamente havia colocado o omelete ao qual ela havia preparado em um prato no centro da mesa, onde já havia ali separado anteriormente alguns copos  e uma jarra de suco de coloração amarelada, sendo possivelmente um suco de laranja, a porção era grande o suficiente para que ela não precisasse voltar ao fogão várias vezes para que pudesse servir a maior parte dos tripulantes, com exceção de “ big g” que claramente precisaria de mais para se manter em pé, quando fosse buscar por comida.

Eventualmente, Ken havia voltado para se vestir e assim procuraria pelo seu mestre Akuma, que encontraria  próximo do local onde normalmente se armazenam as armas, o homem  com um tom sério e quase gultural em frente ao que Ken havia o proposto lhe responderia com o seu som característico.

-HUUUUUM.


Algo que não deveria ter para muitos um significado, mas que naquele momento o tritão azul poderia estar mais propenso a pensar na resposta de seu mestre como algo positivo e voltando a um tom mais sério, colocaria a mão sobre seu ombro, algo que faria Akuma direcionar o seu olhar a Ken, enquanto esperou que algo mais sério pudesse lhe ser dito. Talvez o próprio tritão poderia ensinar ao seu pupilo diretamente caso ele houvesse lhe pedido mas, seu interesse era em aprender sozinho com um livro e com isso, respirando de forma pesada o Oni ali apontou para um diário de próprias anotações de forja com o indicador de uma das mãos, enquanto com a outra seguraria o rapaz, indicando com um número 5 o preço .


-HUMM

Complementou em um tom gultural, e liberou Ken assim que tivesse sido pago com os 500.000 Berrys pelo livro, para que pudesse fazer o que quisesse com ele. Com isso, poderia prosseguir pela sala de armamentos caso fosse de seu desejo antes de ir para o trono, e se o fizesse, seria capaz de ver duas pistolas de boa qualidade em um bom estado e ao fundo da sala, alguns dardos que poderiam ser usados em uma besta, mas por mais que procurasse, não encontraria uma naquele lugar o que poderia fazê-lo pensar tant sobre a invisibilidade possível do tigre que havia sumido, como porque diabos havia encontrado a munição sem que houvesse um meio para utilizá-la ali.

Histórico:
 

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation EmptySab 02 Jun 2018, 15:13





Royce

WilD MinD



Com a sensação de dever comprido o jovem se encontrava sentado na cozinha comendo distraidamente enquanto nuvens negras aproximavam-se da sua cabeça sem que ele notasse. A tempestade possuía nome e também uma personalidade bem forte e agressiva.

Shizuka aproximava-se e embora o semblante parecesse tranquilo a raiva que emanava dela para Royce não era.

- Então é disso que você gosta? - perguntou em um tom monocórdico e frio que despertou o gatuno de suas distrações elevando seu olhar para a figura de Shizuka que se deslocava por trás da sirena.

O jovem não respondeu, mas deixou claro em seu semblante a confusão que sentia sobre o significado da pergunta e isso foi o suficiente para Shizuka prosseguir.

- Ser servil. - seu tom foi de raiva misturado ao nojo da palavra. - Cuidar com tanto zelo de uma humana - o ódio ao dizer ‘Humana’ chegou a arrepiar os pelos do corpo do jovem. E para que? Por um beijo daquele pedaço de lixo? Mate-a de uma vez, a única coisa que ela faz é ficar bebendo pelos cantos, você não precisa de companhias assim.

O apetite que o jovem terminou naquele momento e ele se levantou.

- Fugindo?

- Não. Indo lhe mostar. - falou em voz alta sem perceber que para os outros estaria falando sozinho. E com isso saiu da cozinha.

Royce seguiria até o deck superior e depois para a parte traseira do Navio em um canto onde pudesse olhar para a red mountain se afastando.

- Eu-gara sei que você-gara odeia os humanos… Não posso negar… Mas começo a entender esse ódio. Aquele marine, o Point me mostrou o pior deles, me mostrou a crueldade. No entanto, você-gara disse que estou destinado a algo maior, não?

- Sim e está meu pequeno garoto, é só me ouvir e fazer o que eu disser que logo irá estar no topo. - a raiva de Shizuka quase que sumiu por completo, talvez enganada por sua compreensão do rumo da conversa. A raiva agora era substituída por palavras melodiosas que tentavam cativar a ganância de Royce. - Se fizer isso poderá ter tudo o que deseja, eu já lhe disse isso não disse? Liberdade, poder, riquezas.

Royce endureceu o olhar e acenou afirmativamente com a cabeça para então dizer.

- Então olhe. - Sacou a espada e nesse momento sentiu o sangue ferver com a alegria que emanava de Shizuka ante a expectativa de que ele fosse matar a humana, mas não foi isso que fez, girando nos calcanhares usou a espada para apontar para a Montanha vermelha ao fundo. - Estamos-gara navegando, estou-gara seguindo meu sonho de liberdade, mas quem-gara está no controle do navio? - perguntou seriamente.

Shizuka desmanchou o sorriso, mas o seu ódio se manteve sob controle.

- No momento ainda não possuo aquilo que você-gara diz, ainda não estou acima de todos. O que posso fazer até lá são trocas equivalentes para poder continuar trilhando o meu caminho. - com um movimento fluido cravou a espada no chão do deck traseiro. - Se em algum momento ela ficar em meu-gara caminho… Ai então a matarei - o tom de voz do gatuno soou frio, ríspido e sem sentimentos. - Mas não antes disso e não enquanto ela me ajudar em busca do meu sonho.


A raiva fervilhou novamente em Shizuka, esse sentimento emanava diretamente para Royce transformando seus olhos em fendas perigosas.

- Você vai se arrepender de mantê-la por perto, mate-a e encontre alguém melhor, alguém de confiança.

- Essa decisão não é sua-gara. - falou com raiva que terminou em um rosnado que transbordava a raiva de Shizuka.

Um silêncio desconfortável cresceu e continuou até que em algum momento Shizuka relaxou, esse simples fato pareceu mudar toda a dinâmica e não só isso como também a aparência que a coelha tinha aos olhos do jovem. Sua mão subiu e segurou o colar em seu pescoço, o colar com uma orelha de coelho.

- Você está crescendo, está ficando firme… Isso é bom. - os olhos dela claramente mostravam a luxúria que sentia. Ela começou a se aproximar enquanto continuava falando. - Você continua me surpreendendo, não foram muitos que fizeram isso. o jovem engoliu em seco, mais temeroso agora do que antes. Shizuka estava colada nele a menos de um passo de distância e tudo que os olhos juvenis de Royce viam agora eram os cobiçosos olhos da coelha.


----

Algum tempo depois o jovem seguia na direção do timão. Seu olhar estava sereno e sua respiração profunda buscava apreciar o cheiro límpido do oceano.

Não subiria até o timão, manter-se-ia abaixo do mesmo e atento ao horizonte. Estaria também atento a solicitações de ajuda na navegação, fossem elas para trabalhar nas velas ou apoio no timão.

- Esse-gara navio é mais lento que o anterior? - gritaria ou para a Ruiva, ou para o careca se os visse por perto, dando voz a uma impressão que estava tendo.

Não poderia evitar ficar desapontado com a confirmação de suas suspeitas, pois sempre quis ter um navio rápido.

Durante o restante do tempo o jovem deixaria os pensamentos incômodos de lado, voltando sua atenção a ajudar na navegação, ao menos pelo tempo em que não se distraísse com qualquer outra coisa, tal qual seu relógio de bolso, ou seu novelo de lá, ou mesmo com alguém pedregulho despontando do mar a distância.

Correria para a borda do navio sempre que enxergasse algum animal marinho diferente despontando das límpidas águas e ali soaria um ‘grito’ emocionado com a descoberta.

- Uohhhhh - Mas por fim sempre voltaria ao ‘serviço’ quando alguém conseguisse lhe tirar destes estopins de diversão e descoberta.

- Ahhh, sim, claro, ajudo sim. - responderia a cada vez que fosse interrompido em seus devaneios.

Shuzuka no topo do deck traseiro estaria observando e sacudindo a cabeça em negação a cada vez que visse a cena.

- Porque tão distraído e curioso? Porque?




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Última edição por GM.Furry Men em Dom 10 Jun 2018, 14:44, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation EmptyDom 03 Jun 2018, 17:33

#002
Pagaria a quantia que me fora solicitado pelo grandioso e ganancioso mestre Akuma. E antes que eu pudesse pegar o diário que fora indicado por ele, daria uma bela de uma olhada pela sala. Pegaria as pistolas que apresentavam estar em bom estado e as acomodaria em meu belo e formoso coldre, não pararia apenas nas pistolas e continuaria a fuçar ainda mais a sala de armas a procura de algo que pudesse ser usado ou me me chamasse atenção, principalmente dos dardos dispostos naquela sala sem o instrumento necessário para o uso dos mesmos….

“ Mas que caralhos, quem deixarias as porras dos dardos aqui e sumiria com o caralho da besta! Filhos de umas putas, pelo jeito vou ter que revirar o caralho da pica desse navio a procura dessa porra! Puta que pariu!..."

Pegaria os dardos e olharia mais uma vez pela sala falando comigo mesmo enquanto dava uma última olhada… - Com toda a certeza aquela porra de tigre grande invisível deve ter pego essa porra de besta! Aquele lunático de duas personalidade, quando eu encontrar o que ele escondeu irei treinar minha mira naquele sorrisinho de monge desgraçado!

Após uma última olhada, pegaria a besta caso tivesse a encontrado em algum canto, pegaria o diário do mestre Akuma e andaria calmamente pelo navio em direção ao Deck daquela banheira aquática. Uma vez no local andaria até o meu trono e lá começaria a estudar com toda a cautela da porra do mundo a maldita arte de forjar a porra de um metal!

De tempos em tempos refletiria o que lia, olharia para o horizonte e completaria a vista, daria alguns minutos de trégua ao esplendoroso cérebro e depois de certo tempo voltaria a minha leitura como um cão no cio que aclopa em sua cadela e solta após o estonteante bulbo perde o seu inchaço, liberando assim a fêmea já toda carregada de seu rico material viscoso.

Ao encerrar toda a leitura e reler mais de uma vez o diário, daria uma espreguiçada com um enorme sorriso em meu rosto e jogaria o diário ao chão de meu trono… - Pronto caralho, agora vamos a procura da porra da besta!

Antes de adentrar as salas da embarcação, me dirigiria até o homem careca cheio de músculos e como sempre colocaria a minha educação em prática para conversar com o mesmo … - E aew montanha de músculos,já conseguiu ajuda pra limpar esse seu cu fedido Muauahuhsuahuhsuhauhsuha…. mas agora é sério, a minha muleta ta pronta? … se o aparato estivesse pronto pegaria o mesmo e começaria a andar pelo de um lado para o outro com ela e voltaria a falar com o careca … - Mais uma coisa bíceps, você poderia ter posto uns músculos entalhados nessa madeira né Muahuhsuhauhsuha… Enquanto conversava com os músculos humanos, olhava o ambiente a procura da besta desaparecida. Caso a avistasse, caminharia em direção a mesma e a pegaria em meio as gargalhadas, se não a encontrasse voltaria a conversar com o homem … - Como você já está com a mão na madeira, você poderia me fazer um caralho de arco e flecha né? … Não esperaria a resposta e sairia andando do local.

“ Mas que caralho, onde será que aquele monte de pelos invisível escondeu a minha besta! Filho de uma puta e o pior, como ele conseguiu ficar invisível? isso era algo que eu queria, imagina o número de mulheres peladas e de putaria que eu poderia realizar Muahushuahushauhuha”


Mesmo perdido em meus pensamentos mundanos, não perderia o foca em achar a arma para os meus belos dardos e seguiria entrando em todos os cômodos do navio a procura da maldita besta. Se não a encontrasse, retornaria cabisbaixo, e iria em direção ao refeitório. Me sentaria e com uma de minhas mãos no saco começaria a colocar em ordem todos os ambientes que eu havia passado, Procuraria em minha vasta e bela memória algo que pudesse ter fugido da minha procura ou até mesmo alguma sala que eu não havia adentrado.

- Não é possível que eu tenha deixado passar algo assim!

Se a comida tivesse sido servida, a pegaria junto com o copo de laranja, comeria bem devagar e ficaria pensante com o olhar perdido no nada, na verdade estaria olhando o decote de alguma mulher que estivesse pelo local e em meio a esses pensamentos uma idéia me surgiu! … - será que aquela puta, ruiva e gostosa não tem uma besta ou melhor, não afanou a minha maravilhosa besta?

Terminaria a minha refeição e iria em direção ao Bi G. Uma vez que o tivesse encontrado perguntaria - E aew G, tu viu aquela puta musculosa? ela roubou algo que me pertencia e temos que achar ela o quanto antes! aquela ladra de grelo farto! Não irá fazer o Sindicato de palhaço! Indique o caraleo caminho lambari! … conversaria civilizadamente com o meu pequeno e amoroso companheiro.

Ficaria mais algumas horas no deck e depois voltaria a caminhar pelo navio, iria até o porão para averiguar as condições do local e também chegaria a quantidade de munições, pólvoras e até mesmo as condições dos canhões. Aproveitaria para procurar a besta pelos locais que iria passando. Ao término do check up das munições, iria até o local do leme. Se a ruiva navegadora estivesse por alí, puxaria uma conversa com ela… - Ta feliz em ruivinha, esse brilho no teu olhar é de quem quer foder gostoso com alguém, se é que já não fez! Muauhsuhuhsuha Diz aí pro papai tritão aqui quem é?..... esperaria a resposta e voltaria a conversar… - Cabe mais um nessa brincadeira gostosa Muhaushuahushuha… mas aproveite ruivinha! Umas das melhores coisas na porra dessa vida é gozar, por isso aproveite e faça isso o máximo possível…. se não irá acabar neurótico como os gatinhou ou careca como esse infeliz musculos Muqahushuhauhsuha… apontaria para o Toretto se o mesmo estivesse próximo ou em meu campo de visão. E permaneceria ali simplesmente olhando o trabalho e como todos se portavam naquele momento.

“Até que é legal ver esses filhos de umas putas ocupados ou procurando algo para fazer”

Sem dizer nada, sairia do local e andaria mais um pouco pelo navio e ficaria na cozinha para comer ou beber alguma coisa que estivesse por ali e lá ficaria a observar o ambiente e quem entrasse e saísse.
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation EmptySeg 04 Jun 2018, 15:19

After my body is dry



Post 2




“Se existe um começo, existe um fim, Isso é regra. Pode até ser triste, mas ficar triste só porque é o fim não faz meu tipo. Por ser o fim, é melhor bagunçar ainda mais. Assim, independente de como seja o final, podemos terminar sorrindo.” - (Dante)



O dia realmente estava pacífico diante da moça, a brisa a fazia apenas se sentir em paz, golearia mais duas vezes a garrafa olhando para o horizonte a sua frente, seus olhos pareceriam fixos nele, seus punho direito aberto e levemente repousado, seu esquerdo segurando a garrafa enquanto pensava. “Hum… estranho, o mar está calmo demais.” e olharia para o log pose, ela temia por algo grande poder acontecer, normalmente momentos de calmaria branda, só resultam em futuras tempestades, talvez não fosse exatamente no mar, mas na sua vida, que já era de maneira automática, defeituosa, não seria estranho pensar isso. Mas ao final apenas tomaria mais um gole, enquanto observava, chegava a entender que talvez fosse apenas paranoia pessoal. “Eu devo estar ficando um pouco preocupada demais com essas coisas.” Naquela hora o que viria diretamente a ela eram os conselhos do velho Bill, sobre barcos. Ele dizia diversas coisas sobre navegar, e uma delas é que a Grand Line era muito diferente de qualquer coisa, ele contava histórias bonitas por mais que a garota ruiva, não soubesse quais eram realidade e quais eram mentiras. mas o que a fazia meditar naquele momento, é que ela estava vivendo uma daquelas histórias dele, isso colocava um sorriso no rosto.

Caso em algum momento ouvisse as palavras do felino, sairia de seu momento de reflexão pessoal respondendo ao que o peludo questionava, e era uma resposta que também a fazia sentir saudades do outro barco. - Sim ele é bem mais lento, mas ao que compensa é maior e mais resistente pelo que notei.- falaria olhando pra ele com um leve sorrisinho de canto, e goleando mais uma dose do vinho. Levantaria depois disso conferindo mais uma vez a rota, e se fosse necessário destravaria o leme, para tentar corrigir algum desvio que as marés pudessem ter nos colocado tentando ajustar o giro do timão para a rota correta novamente, e nesse ponto travar denovo ele. Pediria para o gato conferir as velas, caso ele ficasse por perto. - Peludinho, pode me fazer um favor? da uma olhada se está tudo certo com as velas por mim.- ela falaria com um sorrisinho leve no rosto, estava de fato feliz com tudo aquilo, mesmo que pouco cansada, seus olhos ainda deveriam demonstrar um pouco do cansaço que carregava, e seu corpo debilitado entregava o motivo, estaria sempre um pouco incomodada com as dores, e sempre acabaria levando as mão a algumas delas vez ou outra.

Tomaria cuidado sempre que levantasse e sentasse novamente, para que não acabasse forçando nenhuma das partes que foram machucadas anteriormente, principalmente o braço. “Mulher maldita… eu devia ter chutado mais ela... “ pensava inflando as bochechas quando lembrava da luta, ainda estava com certo rancor daquilo, afinal as dores no seu corpo são bem sinceras quando a isso aparentemente. “Da proxima vez, eu vou arrumar uns analgesicos antes da luta. E não me expor tanto” Apesar de pensar nessas coisas ela no fundo sabia que não seguiria nada disso, só seria da boca pra fora mesmo. Era o tipo de pessoa que não toma jeito nunca, apesar de muitas coisas que aconteceram, de fato estavam mudando um pouco ela, a jovem ruiva sempre tentava ver o melhor das pessoas, mas o tempo começava a remover isso dela pouco a pouco, afinal, aparentemente todos tentavam machucar ela de alguma forma. Não importava pra onde ela fosse sempre tinha alguém que queria seu mal, e tentava se aproveitar de diversos modos. Aquilo começava a pesar na sua cabeça, por mais que fosse ainda um pensamento jovial.

Citação :
Demorou mas saiu, eu não tinha muita coisa pra colocar no post, tava um pouco sem ideias.

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation EmptySab 09 Jun 2018, 04:28


Narração - Wild Tide


Royce

O grupo pirata havia deixado o farol a pouco tempo, estavam em sete integrantes, sendo eles Ken, Layla, Cassandra, Torreto, Big G, Akuma, uma bela ruiva barbará, Royce e é claro, sua amiga fantasiada de nome Shizuka que era algum tipo de personificação da regente de Kanyon Island vista e escutada apenas por Royce. Como sempre, esse não era um dia do qual o jovem conseguiu viver sua vida com paz e tranquilidade sem escutar aquela pessoa em seu encalço, lá estava ele fazendo suas coisas quando começa a ver Shizuka e ter um diálogo com aquela que tanto odiava os humanos.

A coelha imaginária como sempre falava com o rapaz tentando induzi-lo às suas vontades, mas ele ainda mantinha o autocontrole, se levantou da mesa onde comia e se dirigiu ao deck do navio, onde tentou mostrar para ela que para seguir seus sonhos, naquele momento precisaria de humanos assim como Layla que era a única capaz de controlar o navio no momento. Shizuka não gostava das indagações do rapaz, mesmo assim Royce não entrou no joguinho dela e mostrou que ele ainda governa seu próprio corpo e suas ações, além do que, sabia que não ia conseguir fazer tudo sozinho, pelo menos por enquanto. Isso não pareceu causar descontentamento na coelha, no máximo ela transmitiu algo que se assemelhava mais com orgulho por aquele que ela dizia um dia poder chegar acima de todos.


Ken

Enquanto Royce tinha um momento de reflexão tentando convencer sua alucinação de que ele precisava de seus companheiros, Ken queria saber das armas que o recém adquirido navio possuía, pegou as pistolas e os dardos que haviam em uma sala e cismou que onde tem dardos tem que ter uma besta. Deu uma boa vasculhada na sala enquanto resmungava culpando o pobre do tigre bondoso que já estava do outro lado do oceano, mas não encontrou nem sinal da besta, com isso decidiu vasculhar o navio inteiro atrás da besta para que não ficasse com dois dardos inúteis consigo.
Depois de pegar as armas e munições que havia achado, mas sem sucesso para encontrar a besta, pegou o diário que Akuma havia o oferecido para que o mesmo aprendesse forja, andou até o deck e começou a estudar seu novo livro tentando absorver todo seu conhecimento. Enquanto estava lá, algum tempo depois de ter começado sua leitura, escutou a voz de Royce vindo do deck à alguns metros dele, ele falava, mas nenhuma resposta vinha, se Ken olhasse, veria o Mink conversando com o vento.

Assim que Ken acabou de ler o diário de Akuma, se levantou e pensou em iniciar sua busca pela besta que poderia atirar os dados que havia encontrado. Mas antes o tritão se dirigiu até Torreto perguntando sobre sua muleta, chegando lá, viu o homem limpando a peça de madeira com um pano como se estivesse lustrando ela que já estava com um brilho bem acima da média para qualquer objeto feito desse material, em resposta à pergunta de Ken, Torreto parou o que fazia, colocou a muleta em baixo de seus próprios braços, deu uma olhada para Ken como se o encarasse, mas logo sorriu e falou.

- Está pronta sim, pode pegar... Músculos hein, vou ver o que eu posso fazer da próxima. -


O homem forte e careca entregava a muleta para Ken que logo continuava com a conversa perguntando para Torreto se não poderia fazer um arco e algumas flechas para ele. Mas Ken não espera Torreto responder, simplesmente sai andando com sua muleta, entretanto, ainda assim o homem careca responde Ken dando uma gargalhada mesmo que de costas.

- Vou ver o que posso fazer, você perguntou se eu tinha conseguido ajuda para limpar meu cu fedido... Eu tomaria cuidado com onde toca nessa muleta. Isso aqui é a Grand Line! Hahaha. –

Foi então que Ken decidiu definitivamente ir atrás de sua besta, procurou em todas as salas do navio, mas nem sinal dela. Depois desse fracasso em sua busca, foi até o refeitório ainda se perguntando se não teria sido aquele tigre maldito que havia dado um jeito de bagunçar com sua vida. Não tinha comida na mesa, mas Cassandra estava lá e logo colocou um bolo inteiro lá junto de uma jarra de suco e serviu o tritão sem esboçar nenhum sorriso, como se estivesse fazendo algo quase que automático em seu dia a dia, cortou um pedaço e serviu o tritão. Que em resposta ficou apenas olhando para seu decote enquanto comia e tinha mais suspeitos sem provas de pessoas que tivessem pego sua besta. Com sua mais nova suspeita, a ruiva novata, foi atrás de big G para saber se ele não sabia de alguma coisa, ao encontra-lo, o viu escorado no deck dormindo, mas antes mesmo que Ken chegasse ele acordou e com a pergunta feita pelo tritão, puxou sua bela barba pensativo e respondeu enquanto olhava para os lados e perguntou.

- Bem, já faz algum tempo que eu não a vejo. Mas talvez eu possa ajudar, o que ela pegou de você? Ah, lá está ela. –


Ele apontava com um sorriso para a proa do navio, parecia estar satisfeito por ter conseguido ajudar. Lá estava a ruiva escorada dormindo e relaxando em meio ao Sol que estava até que bastante agradável em relação à temperatura no lugar. Ela parecia em um sono profundo sem perceber nada do que acontecia ao seu redor.


Layla e Royce

Os outros estavam resolvendo suas paranoias, mas Layla estava mais preocupada com a navegação do navio, mantendo ele seguro e na rota correta. Ela aparentemente já havia ouvido falar de histórias e perigos da Grand Line e por mais que não acreditasse em algumas delas, em outras mais plausíveis ela possuía uma certa convicção de que fossem reais.

Royce gritava sobre a lentidão do navio de maneira que a ruiva e o careca escutassem, mas ele parecia estar tão ocupado com algum projeto que nem deu bola ou sequer notou a crítica do Mink para o navio. Ao menos sua pergunta foi respondida por Layla que controlava o Brigue com bastante maestria. Ela pedia ajuda para Royce dar uma olhada nas velas, sendo que ele aceitava com prazer a tarefa que havia lhe sido empregada, mas não encontrava nada de errado, parecia que seria uma viagem tranquila e segura.

A garota ruiva sempre tomava cuidado com os movimentos que fazia enquanto matinha o controle do navio, afinal, sua última batalha havia debilitado à ela tanto quanto os outros que tinham sido submetidos à um grande esforço físico durante a luta contra o membro da tripulação do supernova.


TODOS

Alguns faziam suas coisas como descansar e cozinhar, outros trabalhavam para manter o navio andando e outros investigavam o roubo de uma besta, tudo parecia estar na mais perfeita ordem a bordo do Pone Racer, apenas mais um dia de viagem para os tripulantes que seguiam seus sonhos rumo à primeira ilha da Grand Line em um horário no qual o céu estava ensolarado e sem uma nuvem sequer.

O único problema era que aquilo não era um simples oceano, era a Grand Line, o maior, mais forte e mais perigoso de todos os oceanos, não demorava muito para que Royce que se admirava com qualquer vestígio de vida marinha visse algo diferente e Layla percebesse o que estava por vir. Eram peixes gigantes, no caso, reis dos mares passando por baixo do navio, sendo possível de se ver vultos monstruosos mas indistinguíveis uns dos outros, sendo alguns mais alongados e outros maiores e mais robustos, o Mink se impressionava com aquilo, mas Layla sabia que eles não estavam simplesmente de passagem, uma tempestade enorme com ventos absurdos capazes de destruir o navio estava por vir, ela percebeu isso graças à uma brusca elevação da temperatura e da pressão atmosférica no lugar acompanhado de nuvens negras indo na direção do navio e começando a cobrir o céu ensolarado, hora ou outra era possível ver um rei dos mares saindo da água com sua parte superior e voltando logo depois, talvez para pegar um impulso maior para fugir.

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Wild Creation   Stranger Family - Wild Creation EmptyDom 10 Jun 2018, 16:25





Royce

WilD MinD



Olhos apreensivos fitavam o horizonte, as sensações de alegria da descoberta rapidamente escorregavam pelos dedos peludos fugindo-lhe para deixar em seu lugar a mais terrível das preocupações.

Se molhar.

A ansiedade crescia junto com a aproximação das nuvens.

- Não vai dizer que tem medo de se molhar? O grande Royce, aquele que estava me dando aulas sobre liderança. - falou a coelha apelando ao orgulho ferido do gatuno.

- Não….. Claro que eu-gara tenho, nyann. -tentou mentir, mas no fim foi derrotado pelo medo de se molhar.

Puff - virou-se e sumiu da vista do jovem.

Todavia, o jovem deteve-se em sair correndo para se esconder, pois em uma coisa a coelha dos infernos tinha razão… Se iria mesmo ser o líder… Coisa que pretendia.. Ele não poderia sair por aí se escondendo de uma chuvinha e foi assim que um nada corajoso gato laranja engoliu em seco e manteve-se firme do lado de fora, na chuva fria e molhada.

- Hora de encarar os seus medos Royce. - olhou para o céu. - Ao menos não temos cachorros a bordo.

Manter-se-ia junto às velas, posto ao qual a navegadora havia solicitado que ficasse. Ficaria junto às cordas de regulagem, firmando-se com as garras dos pés no chão enquanto segurar-se-ia nas cordas pronto para seguir as instruções de ajuste da navegadora, fossem elas quais fossem.

Tentaria obviamente polpar o ombro lesionado, mas se a situação pedisse o jovem tentava ignorar o desconforto e usaria o braço não tão bom para ajudar na tarefa.

- Arhhhhhhgggggggg, meu braço, NYANNNNNNNNNNNN - gemeria enquanto aplicava a força necessária a sua tarefa.

Olharia pelo Deck tentando localizar a sirena.

- CASSSANDRAAA, SEPARE CORDAS E FIQUE DE OLHO CASO ALGUÉM-GARA CAI NO MAR. - Gritaria acima do clamor da tempestade.

Continuaria na tentativa de se manter firme a ajudando nas velas conforme as intruções ordenadas.

>>><<<<

- Nyan, não tava chovendo, nyan? - perguntaria confuso caso a tempestade sumisse do nada, sacudir-se-ia também a fim de enxugar seus pelos e molhar quem estivesse próximo.

Sacudiria também as orelhas para se livrar da agua acumulada voltando logo em seguida a encarar o céu desconfiado.

>>><<<<

- Nyannnnnnnn, porque tá nevando/Ventando/Relampiando/Chovendo Granizo ? - seria a reação do jovem aventureiro as mais diversificadas reviravoltas climáticas. - Que desgraça de tempo é esse, nyannnnnn.

>>>><<<<

Se em algum momento o tempo finalmente se mantivesse firme e estável por mais de 10 minutos o jovem deixar-se-ia escorregar contra o mastro segurando o braço ferido e revelando o cansaço pela luta constante contra o que passaram.

- arf, arf, arf, arf...- arfava de cabeça baixa enquanto tentava recuperar o folego. Um minuto depois ergueria a cabeça buscando focar ao arredor e ver se estavam todos bem.

- Cas.. Cassandra? - perguntaria em tom cansado, mas com um sorriso matreiro nos lábios. - Vivendo um sonho? - completaria a pergunta para a cozinheira em uma piada enfadonha sobre o sonho de ambos de ir para a GL viverem aventuras emocionantes.

Assim que o folego se restaurasse adequadamente e as pernas parassem de tremer o jovem voltaria a se levantar e iria até onde a navegadora estivesse.

- Bom trabalho ruiva. - diria com um sorriso no rosto, e depois disso sacudir-se-ia ao lado dela secando os pelos e espalhando água para todos os lados. Bruubruuuuuuuuuuuuuuu - ignorando reclamações, e lutando para esconder a risada começaria a se afastar para gritar uma única ordem.

- Todos de olho, fiquem atentos ao horizonte. Ruiva? Estamos no curso? - com um largo sorriso seguiria até a ponta da embarcação e com um rosnado proferiria. - Perfeito.


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