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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido

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MensagemAssunto: II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido   II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido - Página 3 EmptySeg 21 Maio 2018, 14:46

Relembrando a primeira mensagem :

II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Caçadora de Recompensas Chinatsu. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido   II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido - Página 3 EmptySex 17 Ago 2018, 04:37




Hunter


Após ter tido a brilhante ideia de lutar mantendo os olhos cerrados, acredito que eu possa dizer com autenticidade que  não compensa os riscos. Eu me encontro com dois ferimentos - sendo um destes na face - e estava ao lado de um cadáver. Infelizmente, eu sequer havia sido capaz de interrogar o homem que Zaki vinha torturando. Ah, eu queria ter sido capaz de salvá-lo, também, por mais que esta não fosse minha intenção original. " Mas que porra.. Nessas horas uma ajuda faz falta.. " Eu passaria os dedos indicador e médio da mão esquerda(não com as garras) na região abaixo de meu nariz, realizando a mesma ação, seguidamente, em meu ombro esquerdo para que, tateando os ferimentos, eu fosse capaz de tomar ciência se os mesmos iriam prejudicar minha movimentação. " Eu sou uma idiota.. " O proceder da captura desse maldito teria sido bem mais fácil caso eu tivesse deixado o orgulho - e as lembranças de uma Capitã Hana entristecida - de lado, tendo chamado Katsuo para me auxiliar nesse combate. Todavia, eu não poderia me dar ao luxo de ficar imaginando possibilidades. "Se" o Katsuo estivesse aqui, ou "se" eu tivesse roubado a loja com êxito são atos imutáveis, presos no passado. O "agora" estava na minha frente, além de uma fumaça esbranquiçada e um pirata fodido e insano(exatamente nessa ordem).

- Eu quis te dar uma chance de me ferir antes que eu te matasse, sabe. - Claramente aquilo era uma mentira, mas mesmo assim eu não diria para um inimigo palavras como "Parábens! Você é bom mesmo, faz de novo, faz!" ou então "Boa". Era necessário que eu mantivesse a compostura perante a presa à minha frente. Eu abriria lentamente os olhos e, para que a mochila não me atrapalhasse, eu optaria por tirá-la, colocando-a na parede que se encontrava atrás de mim. Eu, por precaução, colocaria o livro que contava a história de Baterilla dentro de minhas vestes, mais especificamente na região em frente ao coração. Sabe-se lá se, por alguma ironia do destino ou não, o livro viria a ser útil, seja para arremessar em meu oponente ou simplesmente amenizar - mesmo que minimamente - um golpe fatal direcionado àquela região.

Apesar de agora eu manter os olhos abertos, eu continuaria atenta em relação aos movimentos do pirata, buscando descobrir sua posição pelo som. Eu me moveria agachada, por mais que minhas ações posteriores indicassem que eu tampouco fazia questão de agir furtivamente. - Nunca vi um pirata tão cagão, puta merda..Vai ficar se escondendo atrás dessa fumaça até quando? - Eu não esperava, na verdade, que meu oponente levasse isso como uma provocação, muito pelo contrário: a minha breve batalha com o mesmo me fizera perceber que ele - apesar de astuto - era um insano de merda. Eu esperava que ele risse ou gargalhasse após minhas palavras, ou qualquer ação típica de um homem que parecia se divertir com a morte. Após minhas falas, caso o homem avançasse em minha direção - pelo fato de eu ter "imprudentemente" exposto a minha localização -, fazendo barulho enquanto se movesse, eu realizaria um rolamento - horizontalmente em relação a mim - contra a direção de seu espadim, sendo meu movimento impulsionado pelas pontas dos dedos dos meus pés, com o intuito de desviar do mesmo mais rapidamente. Eu tinha fé que minhas habilidades acrobáticas - graças ao Katsuo - não me deixariam na mão. - Ai está você.. - Eu diria, me portando de pé rapidamente após concluir o rolamento (se Zaki continuasse atacando, sem deixar que eu me levantasse, eu continuaria realizando acrobacias no chão, até que estivesse enfim consideravelmente afastada e pudesse me levantar sem correr riscos). Estando enfim frente a frente com o bandido, eu adotaria um estilo de combate mais adequado à uma ninja: ao invés de ficar tentando realizar cortes como uma espadachim (postura esta que eu vinha tentando induzir Zaki a se habituar enquanto lutava comigo, forçando-o a se defender de tais golpes bloqueando com a espada), eu me portaria como uma ninja, realizando estocadas e apunhaladas velozes. Meus ataques se baseariam, à primeira instância, golpes cortantes normais em diagonal(variando entre direita e esquerda), realizados com a ninjaken, enquanto andaria para frente, na tentativa de pressionar Zaki a se manter na defensiva. Esses golpes estavam sendo feitos para - ironicamente - serem efetivamente bloqueados por Zaki, de maneira que ele se adequasse a defender tais ofensivas. De tempo em tempo, após um número premeditado de golpes com minha ninjaken, eu realizaria uma estocada com a ponta da ninjaken, mirando regiões no torso do homem que - pelo menos para mim, uma "semi-leiga" (saber onde o coração e os pulmões se encontram já está de bom tamanho) em relação à anatomia - abrigasse órgãos vitais do mesmo, pressionando a arma na carne do mesmo por um tempo e, seguidamente, retornaria à postura que eu vinha adotando. A "imprevisibilidade" dos golpes se daria pelo fato de que eu apenas realizaria estocadas após um número de golpes em horizontal com a ninjaken de acordo com a sequência de Fibonacci(1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21..), cessando no sexto número da sequência (oito) e retornando ao inicial, para tentar atingi-lo dessa maneira inúmeras vezes.

Se porventura durante meus ataques Zaki tentasse contra-atacar, eu adotaria uma defesa - não somente quando o pirata contra-atacasse, mas sim uma postura defensiva integral - em relação à cada possível local do meu corpo sendo alvejado pelo homem. Caso minha cabeça fosse o alvo do homem, eu me abaixaria rapidamente, mantendo os pés firmes no chão e um dos braços (o com a ninjaken) em diagonal, em frente ao meu corpo, para caso o homem tentasse me chutar novamente. Golpes realizados pelo homem que buscavam atingir as laterais do meu corpo, fosse por uma estocada ou corte forte, eu tentaria bloquear com a lâmina da minha ninjaken, movendo-a até 60º para a direita ou para a esquerda conforme a necessidade. Ataques buscando o centro do meu corpo seriam desviados com pequenos pulinhos para trás, girando também minha cintura contra a direção do golpe, a fim de desviá-lo. Independente da maneira que eu desviasse, eu também procuraria agarrar a articulação úmero-radial (responsável pela capacidade de dobra do cotovelo), cravando as garras da neko-te no braço do homem, para incapacitá-lo de manusear a arma naquele instante e, não só isso, também buscava impedi-lo de se afastar de mim. - Boa estadia no inferno. - Eu, com a mão direita, levaria minha ninjaken até atrás do corpo, movendo moderadamente meu ombro. Sem aviso prévio, eu enfim realizaria o movimento de ataque, que consistiria em minha ninjaken avançando rapidamente contra o torso de meu oponente, de forma que eu tentaria cravar o espadim o mais fundo possível no corpo do pirata. Enquanto estivesse realizando tal movimento, eu manteria a perna direita elevada, em frente ao corpo, para me prevenir de golpes surpresas que o homem poderia tentar efetuar. Além disso, eu me manteria atenta para caso se fizesse necessário que eu pulasse, visto que Zaki poderia tentar se aproveitar do fato de eu estar com apenas um pé no solo para tentar me derrubar.

Havia uma última possibilidade, também, que consistia em eu descobrir a localização de Zaki antes que o mesmo me atacasse. " Que a sorte esteja a meu favor.. "Eu canalizaria minha audição por cerca de dois segundos e, após ter feito isso, eu avançaria em direção ao meu oponente, saltando velozmente de um lado para o outro, enquanto realizaria a aproximação. Por pular suavemente - apenas as pontas dos dedos de meus pés encostariam no chão - eu tinha fé de que o mesmo não me notaria. Estando a um metro de distância de Zaki, eu procuraria realizar dois cortes na região abdominal do homem, estando ele com o dorso ou o torso voltado para mim. - Night Raid! - Gritaria, ao realizar o golpe. Caso minha tentativa de aplicar a técnica fosse falha, eu me afastaria, dando um salto para trás antes que minha integridade física fosse posta - mais - à prova. Feito isso, eu agiria ofensiva e defensivamente de maneira similar a anteriormente apresentada.



OFF:
 
Night Raid:
 
Objetivos:
 
Histórico:
 
Katsuo:
 
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MensagemAssunto: Re: II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido   II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido - Página 3 EmptySex 17 Ago 2018, 23:29

Admitir que o oponente estava lutando bem não era uma atitude típica de Chinatsu. Desta forma, apesar de ser atingida por um golpe, ela insistia em dizer que queria dar a ele uma chance de lhe ferir. O homem não respondia. Chinatsu nada ouvia, nem mesmo com sua audição aguçada.

A ninja caminhava pela sala de maneira furtiva, produzindo o mínimo de som possível, e ainda não percebia nenhuma movimentação de seu adversário, que após a última provocação parecia querer ficar quieto por alguns instantes. Mas Chinatsu não deixaria as provocações. - Nunca vi um pirata tão cagão, puta merda..Vai ficar se escondendo atrás dessa fumaça até quando? - Eram as palavras ditas pela garota.

Eis que um som se ouviu, e Chinatsu soube que ele estava chegando. Ela via Zaki passar ao seu lado com um golpe retilíneo preciso, que mirava seu peito - o qual estava com, mesmo que de forma desconfortável, protegido pelo livro da história de Baterilla.

Akane voltava na direção do assassino tentando aplicar-lhe golpes, alternando entre movimentos horizontais e estocadas com sua ninjaken. Zaki, por outro lado, ia bloqueando os golpes e atacando com outros, que eram esquivados com facilidade por Chinatsu.

Isso se seguiu por mais alguns instantes até que a caçadora de recompensas encontrou sua brecha ideal: escapando de um golpe do pirata, ela agarra o braço do mesmo, cravando sua neko-te neste, o que impedia seu distanciamento. Zaki tentava lutar, mas era realmente pego, e quando via, a lâmina da ninjaken atravessava seu abdome.

- hahahah... - Ele começava a rir, apesar de ser atingido. Em seu semblante, um sorriso cínico. - ...ahahAHAHAHAHAHA. - E ele prava de vez, olhando Chinatsu nos olhos. - Nós vamos morrer, garota. - E então revelava um pequeno objeto negro em suas mãos, com um botão, pressionando o mesmo.


BOOM! BOOOOM! BOOM! Explosões eram ouvidas e sentidas na estrutura do local. O teto começava a tremer, e o cheiro de madeira queimando era captado pelas narinas da caçadora. Aquela estrutura estava explodindo, e iria ruir em alguns instantes. Mas Zaki já não se importava, entregando-se a morte com seu sorriso cínico.

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MensagemAssunto: Re: II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido   II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido - Página 3 EmptyTer 11 Set 2018, 14:04



       

           

           

               

Chibitsu


               

Hoje não


               

               
Nada nessa vida vem de graça. Até mesmo uma "simples" recompensa pela cabeça de um pirata se aplica a estas condições: como se não bastasse estar ligeiramente ferida, Zaki revelara estar escondendo uma cartada final antes de morrer. BOOM! BOOOOM! BOOM! Sucessivos estrondos, provenientes de explosões, somados a um forte cheiro de madeira - velha - queimando, indicavam que aquele maldito pirata havia enfim desistido da vida, entregando-se à morte. Não só isso, aquele filho da puta estava decidido a fazer com que eu estivesse presente no instante em que ele caísse nas profundezas do inferno. - Heh, morrer? Eu? Há apenas uma coisa que eu venho dizendo "pra" morte durante todos esses anos: Hoje não. - Paralelamente às minhas palavras, eu puxaria a ninjaken de dentro do corpo do homem, torcendo para que a mesma não tivesse ficado presa em algum órgão, ligamento, ou até mesmo algum osso. Tempo era crucial, e de quanto mais eu dispusesse, maiores eram minhas chances de sair viva.

Ignorando aqueles ensurdecedores baques - que, puta merda, acredito eu que parecia infinitamente mais incômodo a mim simplesmente pela minha boa audição - eu levaria a minha ninjaken até a altura do pescoço do homem, segurando o espadim ao lado direito de sua garganta, estando a arma em horizontal. Minha mão esquerda, que outrora se encontrava anexa ao braço do homem, iria de encontro aos cabelos do mesmo, para "facilitar" o corte que eu pretendia fazer. - Não temos tempo para últimas palavras. - Moveria a ninjaken rapidamente contra a goela do pirata, no intuito de decapitá-lo. Eu ignoraria qualquer ofensiva ou "truque" vindo de Zaki, tentando assassiná-lo antes que o mesmo tivesse chance de reagir.

Desde o instante em que eu iniciasse o movimento com a espada até o momento que a cabeça do mesmo se encontrasse suspensa apenas pela minha mão, eu manteria meu olhar fixo no pirata, fitando-o com um ar de superioridade e indiferença quanto a morte do mesmo. Independente do sangue do homem vir a sujar minha face ou vestes, cabia a mim não dar ao homem algum sinal de fraqueza enquanto aquela que havia lhe matado. Dar qualquer tipo de "gostinho de vitória" para o homem, como remorso ou medo, estava fora de cogitação. BOOM! BOOOOM! BOOM! " Acho que eu preciso sair daqui... " Admito que, por um instante, eu havia esquecido sobre a situação em que eu me encontrava. Eu ainda estava dentro da porra de um maldita casa desabando, e minha vida ainda estava em risco. Antes disso, porém, eu correria feito uma louca em direção à minha mochila para pegá-la, e colocaria a alça "funcional" no ombro.

Talvez a melhor rota de fuga seja, à princípio, a rota de entrada. Caso a janela pela qual eu havia entrado se mostrasse o caminho mais rápido - e seguro - eu correria em direção à mesma, apressadamente, desviando de prováveis incêndios e, talvez, partes da casa que caíam. Apesar de correr, vale mencionar que meus passos seriam leves, dignos de uma boa gatuna que se preze, pelo medo eminente do chão sob meus pés acabar desabando. Chegando na janela, eu tacaria a cabeça do pirata pela janela. Sinceramente, eu não me importava se até mesmo uma criancinha inocente, passeando nas proximidades do edifício, fosse surpreendida por uma cabeça decepada voando. Minha sobrevivência - e berries - significavam mais para mim que o susto que os transeuntes levariam. Após tacar a cabeça, era minha vez de descer. À princípio, eu procuraria descer o edifício escalando, realizando variados movimentos acrobáticos e que dependiam de minha leveza corporal, até que eu estivesse a uma distância considerável do solo para que eu pulasse sem quebrar as pernas. Talvez ficar um pouco arranhada e machucada, mas não quebrada. Feito isso, eu iria atrás da cabeça do pirata - que deveria se encontrar inerte no chão, a não ser que alguém a tivesse pego - e a pegaria com a mão esquerda, indiferente, como se estivesse carregando um cacho de frutas. Esconderia o "pirata" dentro de meu manto, cobrindo a cabeça do mesmo com as vestes largas e escuras e, feito isso, seguiria meu trajeto.

Se, porventura, a janela pela qual eu havia entrado na casa estivesse impedida de ser utilizada devido a algum obstáculo ou, simplesmente, obstrução, eu sairia às pressas, correndo - sim, correndo em um desabamento - com a cabeça de Zaki em mãos, indo em direção à única porta que a sala que eu me encontrava possuía. Mesmo que eu visse a tropeçar em móveis, eu seguiria meu trajeto. Afinal, alguns hematomas valem mais a pena do que ser completamente soterrada. Escadas também seriam descidas à pressa, apesar do cuidado em relação aos degraus. Qualquer claro sinal de desabamento seria respondido por uma tentativa desesperada de escapar, consistindo em um salto em direção à porta mais porta. Se não houvesse porta, então eu tacaria meu magro corpo em direção às paredes, com os ombros, na tentativa de fazer a madeira ceder. O estado em que a madeira se encontrava, talvez, fizesse com que a mesma cedesse.

"Porra.. Até que foi complicado.." Estando enfim fora de perigo, eu daria um suspiro. Antes de sair em busca de um Quartel General da Marinha, eu iria até a porta estabelecimento do amigo do Homero rapaz loiro e de olhos avermelhados que havia me cedido a informação de que o pirata se encontrava naquele palacete. Faria um "joinha" com a mão direita - ainda com a esquerda dentro das vestes, segurando a cabeça do pirata - em direção ao homem. Sinceramente, eu não esperava que o homem me respondesse, mas fiz aquele gesto simplesmente por conveniência. - E só pensar que essa porra de dia está só começando.. - Eu ainda tinha muito a fazer. Descobrir sobre o que Zaki estava falando, em relação à meu assassinato estar agendado apenas para mais tarde e, também, assassinar um Blanchard. Imersa em pensamentos, eu começaria a andar por Baterilla, à procura de um Quartel General da Marinha.    

Caminhando pela ilha, eu abordaria todos os moradores que eu encontrasse de maneira um tanto quanto simples. - Existe algum QG por aqui? - Eu omitiria apresentações e comodidades. Minhas vestes não eram tão diferentes de uma criminosa, e assustar os moradores dificultava a obtenção de informações. Apesar de poder ler o livro de Baterilla, eu estava um pouco receosa em acabar deixando a cabeça do pirata cair sem querer, e eu preferia evitar que esse tipo de merda acontecesse.

Tendo descoberto a localização do Quartel General, eu iria em direção ao mesmo. Vendo um marinheiro, eu iria em direção a este, e o abordaria. - Chinatsu Akane, Caçadora de Recompensas. Vim entregar esse cara aqui. - Deixaria à mostra a cabeça decepada do pirata por alguns instantes, cobrindo-a logo em seguida. - Então..Posso pegar meu dinheiro?
Objetivos:
 
Histórico:
 
Katsuo:
 
                   

               

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MensagemAssunto: Re: II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido   II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido - Página 3 EmptyQua 12 Set 2018, 14:22

Em uma das mãos de Chinatsu a cabeça arrancada do inimigo Zaki, morto a custo de alguns ferimentos. No ombro contrário, a mochila com a outra alça arrebentada. A ninja sabia que havia de sair dali logo, e então tomava de ir pelo caminho da janela da qual saíra antes.

A passagem em si não estava obstruída, mas o caminho até ela era cheio de focos de incêndio, chamas que queimavam com facilidade a madeira do palacete abandonado. Chinatsu saltava e passava por cada uma, até a última, a maior, que ela passava, mas tocando a parte de baixo de seu manto nas chamas.

O resultado foi que o material começou a queimar, mas se apagou rapidamente, de forma que só se perdera um pedaço da parte de baixo da peça de roupa o que, de certa forma, fazia a aparência ficar meio estranha.

A cabeça saia pela janela, e então a menina gatuna de madeixas negras, utilizando de suas habilidades acrobáticas para alcançar o chão sem se machucar. Suspirava, havia conseguido. Por sorte não haviam pessoas na rua naquele instante, já de noite, além do riponga loiro que estava no mesmo lugar de antes, comendo um sanduíche enorme, de no mínimo 30 centímetros. Ela guardava a cabeça, escondendo-a, apesar dele provavelmente já ter visto, sinalizando positivamente pra ele, que sorria relaxado e ria para ela.

Assim, Akane saia pelas ruas pela orientação de um senhor e consultando placas, até avistar o QG de Baterilla, grande, belo, e reforçado. O caminho de luzes a gás das ruas parecia seguir até a entrada do Quartel, e a garota ia por ele, chegando as portas, onde haviam dois marinheiros cujas sombras dos bonés ocultavam-lhes o rosto, com rifles em mãos. Ela se apresentava, e mostrava de forma disfarçada a cabeça.

O marinheiro pegava um pequeno den den mushi e sussurrava algo no mesmo, olhando para ela e respondendo de forma ríspida. - Entre. - E abrindo passagem para ela ir. Nos primeiros passos que desse adentro, contudo, Chinatsu encontraria Katsuo de frente a uma marinheira de cabelos cor-de-rosa que lhe entregava um saco de dinheiro.

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MensagemAssunto: Re: II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido   II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido - Página 3 EmptyTer 27 Nov 2018, 01:04



Chibitsu

Aeternum





- Ka..KATSUO?! - Surpresa se apoderara de minha face assim que meus olhos foram de encontro ao garoto de madeixas grisalhas. Por mais que parecesse intuitivo pensar que Katsuo estaria caçando um procurado enquanto eu realizava a mesma ação, tal possibilidade sequer passara pela minha mente. " Bem.. Isso explica o fato da marinheira estar lhe entregando dinheiro.. " À passos vagarosos, eu me aproximaria de meu "companheiro de serviço". Paralelamente ao ato de aproximação, eu fitaria o rapaz da cabeça aos pés, na tentativa de buscar indícios que comprovassem a minha suposição do rapaz ter realmente entrado em um embate. - Espero que para você tenha sido tão difícil quanto foi para mim, se não eu vou ficar me sentindo um lixo. Olha só como eu estou.. - Um ferimento na boca, uma parte das minhas vestes retalhada e, o pior, eu estava levemente cansada. Errôneo dizer que aquele era o pior dia da minha vida, mas certamente estava longe de ser o mais agradável.

Naquele instante, eu já estaria completamente ignorando o marinheiro que me permitira entrar no Quartel General da Marinha, voltando toda a minha atenção à Katsuo. - Se liga só nisso. Diz oi, Zaki. Daqui a alguns anos provavelmente essa cabeça vai virar amiga de duas cabeças de tritão. - Deixando grande parte do meu bom-senso de lado (afinal, não soava tão ético o que eu estava prestes a fazer), eu mostraria a cabeça do pirata recém decapitado para Katsuo, dando-lhe uma breve demonstração de que eu também estivera trabalhando. Apesar da brincadeira envolvendo Kisame e Nie, era inegável o fato de eu estar com - um pouquinho, quase nada - saudade daqueles dois humanoides que escaparam de um aquário. Não obstante o fato de Katsuo ter rido (ou não) de minha piada, eu guardaria novamente a cabeça dentro de minhas vestes. Afinal, ela ainda valia um bom dinheiro. - Será que nos tornaremos caçadores famosos? Eu não estou pronta para lidar com isso, não. - Durante minhas falas, os glóbulos meus olhos de tom carmesim estariam a todo instante rodopiando de um lado a outro, de maneira que eu desviava meu olhar em direção ao Quartel simplesmente para não fazer contato visual com Katsuo.

- Então.. Sabe para quem eu posso entregar "isso" para pegar o meu dinheiro? - perguntei ao rapaz, apontando com o dedo indicador da mão direita - que estava à mostra - para dentro das minhas vestes, sinalizando os restos mortais do pirata. Caso a marinheira que até então estivera na companhia de Katsuo me entregasse o dinheiro, eu a lhe cederia a cabeça do pirata. Caso contrário, eu sairia à mercê do destino, vagando por dentro do Quartel General de Baterilla, buscando um local onde eu pudesse adquirir o pagamento pela caça ao pirata. Assim que eu entregasse a cabeça do pirata e, consequentemente, recebesse o dinheiro, viraria de costas e tornaria a andar em direção à saída do QG. - Não precisa agradecer. O agradecimento está aqui. - Diria, balançando o saco/bolsa de moedas que fora entregue. Eu não me preocupara em fazer os cálculos a ponto de saber exatamente quantos berries Zaki valia morto, mas provavelmente ainda tinha um preço acima de quatro milhões.

Já na saída do Quartel General - caso nenhum transeunte buscasse dialogar comigo - eu daria uma olhada para os céus. " Ainda tem aquela droga na mansão Blanchard.. Pera aí.. Que caralhos de horas são?! " Minha expressão facial mudara subitamente. A indiferença que jazia em meu rosto foi varrida por uma forte expressão de preocupação. Meus olhos se arregalaram, tornei a respirar um pouco mais rapidamente que o normal e, até mesmo, um suspiro pesado fora expelido de minha boca. - Acho melhor nos apressarmos. - diria para Katsuo, antes que eu tornasse a correr rapidamente pelas ruas de Baterilla. Corria com dificuldade, tanto pelo fato de estar levemente machucada quanto pelo motivo de estar com as vestes e a alça da mochila danificadas.

O destino? A loja " Tem de Tudo do Sr. Lemos ", é claro. Não era de meu conhecimento qualquer outro lugar onde eu pudesse comprar os itens que eu desejava: um terno, uma nova ninjaken e, é claro, uma mochila com a alça boa. Estando em frente à loja, giraria a maçaneta da mesma, torcendo para que o estabelecimento ainda se encontrasse aberto. Caso contrário, bateria incessantemente na porta, esperando que o mesmo a abrisse. Afinal, vendedores costumam dormir em quartos nos fundos de suas lojas, e provavelmente com o Sr. Lemos não era diferente. - Yo. Tenho seus 600.000 berries para o terno. Além disso, você tem uma ninjaken melhor que essa? Gostaria de uma mochila, também. Pode ser tão grande quanto esta. Eu optei por não comprar a gravata. Acho que essa vermelha surrada que eu carrego no pescoço vai servir. - proferi, apontando com o indicador direito em direção à minha mochila. Tendo recebido os itens, eu entregaria o dinheiro e colocaria todos os itens na "nova" mochila, com excessão do terno. - Er.. Eu posso me trocar em algum lugar? Tem algum banheiro aqui? - diria, ficando imperceptivelmente corada por pensar na vergonha que seria ficar apenas de roupa íntima na presença de homens. Iria em direção ao banheiro, adentrando no feminino (caso não fosse unissex). Removeria o manto que cobria meu corpo, colocando-o na mochila. " Depois de toda essa ação, chega a ser um pecado eu sentir frio.. " Posteriormente, removeria a saia e a jaqueta, permanecendo apenas com a gravata avermelhada vestida. Com o total de cuidado, vestiria o terno recentemente comprado, começando com a parte superior do mesmo. Tentava seriamente me adaptar aos novos trajes, balançando os braços levemente, acreditando que o tecido iria ceder e, consequentemente, alargar um pouco. Seguidamente, vestiria as calças do mesmo. - Pouco tempo atrás eu era quase uma mendiga, e agora tô aqui. Que ironia. - pensei, com um olhar apreensivo para baixo, enquanto levantava as calças. Os sapatos foram postos apressadamente, visto que eu não tinha tempo que pudesse ser gasto deliberadamente. Estando completamente vestida, iria ao encontro de Katsuo e Sr. Lemos.

- O quão ridícula fiquei? - disse, gesticulando em direção ao corpo com a mão esquerda, enquanto carregava a nova mochila em cima do ombro, na direita. - Eu vi você recebendo dinheiro, Katsuo. Você consegue comprar um terno? Se não conseguir, tudo bem.. Eu pago. - perguntara. No fim das contas, eu me sentia um pouco receosa de ver Katsuo gastar dinheiro com objetos "inúteis" (que, pelo menos para o rapaz, de nada serviam) apenas para me ajudar na resolução de meus problemas. Não posso negar que as atitudes cavalheirescas do rapaz estavam, pouco a pouco, dando-lhe um lugar mais que especial no meu..co..coração? " Foco..Foco.. " Cerraria os olhos e balançaria rapidamente a cabeça, movendo-a de um lado a outro, em negação. O esvoaçar de meus negros cabelos provavelmente era capaz de dificultar que os presentes no local vissem o corar de minhas bochechas. - Bem.. Estamos indo. - fitaria o dono da loja, fazendo uma curta reverência em direção ao mesmo, torcendo para que o terno não rasgasse. Após isso, tornaria andar em direção ao porto pesqueiro próximo da Mansão Blanchard, local este que seria o ponto de encontro antes da "missão". Eu ainda estava um pouco desconfiada em relação à Goemon, meu dito primo de segundo grau. Todavia, excluindo-se Katsuo, não haviam muitas pessoas em quem eu podia confiar naquele momento. " 10 milhões de berries por mim.. Quem será que contratou Zaki? " As palavras do falecido pirata ainda percorriam a minha cabeça, por mais que eu tentasse focar apenas na tarefa dada pelo clã.

- Goemon? Goemon? Você está aqui? Hm.. Legionem Aeternum? - disse, esperando que o homem aparecesse dentro da casa. Independente do mesmo se deixar à mostra ou não, eu adentraria a casa, abaixaria a minha mochila até a altura dos pés e a apoiaria levemente no chão. De lá, sacaria a barra de chocolate aberta e daria uma mordida no mesmo. " Hur.. A falta de uma geladeira é ruim.. " pensara, mordendo o chocolate que permanecera grande tempo dentro da outra mochila. Posteriormente, sacaria a neko-te, colocando as garras nos dedos da mão direita. Todos os outros itens seriam guardados na mochila, esta que seria posteriormente escondida por mim em algum bom lugar na casa: embaixo de uma cama, dentro de um armário, ou até mesmo em alguma tábua solta. Tendo feito isto, restava a mim apenas esperar pelas instruções de Goemon, caso o mesmo de fato se encontrasse lá.


Terno:
 
Compras:
 
Objetivos:
 
Histórico:
 
Katsuo:
 



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MensagemAssunto: Re: II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido   II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido - Página 3 EmptyDom 30 Dez 2018, 15:48

- Oi Chinatsu. - O sorriso de orelha a orelha preencheu as feições juvenis de Katsuo quando ele notara a presença da amiga ali, revelando que ele havia realmente ficado feliz com aquele encontro, diria alguém, inesperado. O menino tinha alguns arranhões nos braços, e um corte mais especificamente no direito, de uns 10 centímetros, mas estancado, aparentemente já tratado. - Olha, fácil, fácil não foi. Mas não tive tantos problemas assim...

Quando ela mostrou a cabeça do inimigo abatida, Zaki, Katsuo levantou as sobrancelhas, e soltou um leve assobio, demonstrando uma breve surpresa com aquilo. De qualquer forma, não havia medo em seu olhar. A marinha de cabelos cor-de-rosa, logo ao lado, também levantou a sobrancelha, mas com um pouco mais de seriedade no olhar. Com os dizeres sobre se tornarem caçadores famosos um dia, Katsuo respondia, sempre com seu típico sorriso no rosto. - Eu nunca parei pra pensar muito nisso... Mas acho que seria legal.

Num geral, os eventos posteriores se desenrolaram normalmente. Recebidos os 4.500.000 berries pela cabeça de Zaki, após a verificação de alguns documentos pela Marinha, algumas assinaturas e carimbos, e a contabilização de 5.000.000 berries para as recompensas totais de Chinatsu. O dinheiro veio em um pequeno saquinho marrom, com uma cordinha fechando-o.

Chinatsu não era necessariamente a pessoa mais qualificada para deduzir horas olhando para o céu, mas o por-do-sol não devia demorar mais que uma ou duas horas, e com isso a conclusão de que era próxima a hora de cumprir suas missão, e encontrar-se com o primo Goemon. De qualquer maneira, havia de passar na loja do grande Sr. Lemos antes disso.

Mochila nova, o terno e uma nova ninjaken, superior àquela que a ninja utilizava anteriormente. Sr. Lemos, como sempre, era bem receptivo e, apesar de estar quase fechando sua loja, parava para atender a dupla. Alias, era engraçado como ele não tinha nenhum sinal de resfriado ou coisa do tipo, como sua esposa afirmara mais cedo, enquanto atendia em seu lugar. De qualquer forma, com o pagamento dos 1.300.000 berries, o negócio estava fechado, tendo o vendedor tirado tanto a mochila quanto a ninjaken, como sempre, de trás das costas.

Katsuo tinha dinheiro para pagar o próprio terno, e isso parecia alegrá-lo, apesar de também ter demonstrado certa segurança em ouvir que a garota pagaria por ele, se fosse necessário. Chinatsu tinha de admitir que o menino ficara
boniinho utilizando aqueles trajes.

Deixando a loja, com poucos minutos passados ali dentro, eles passavam a caminhar agora em direção ao ponto de encontro marcado. Próximos a Mansão Blanchard, via-se uma certa movimentação, com carruagens chegando por todos os lados, e pessoas bem vestidas. As lâmpadas a gás das ruas eram acendidas mais cedo para a recepção de todos.

No caminho, Katsuo seguia bem ao lado de Chinatsu, e parecia um pouco receoso com algo, até que em dado momento, quando estavam quase próximos do porto abandonado, ele resolvia abrir a boca e cortar aquele silêncio mórbido. - Você ficou linda com esse terno, sabia...? - E logo depois, desviava o olhar, enquanto era possível notar que seu rosto ficava vermelho, e ele exibia um curto olhar de auto-reprovação, mesmo tentando disfarçar.

De qualquer maneira, alcançaram o local. Era uma pequena guarita azul, abandonada como aquele porto, e sua porta estava fechada. Não haviam pessoas nas ruas ali próximas além de marinheiros que faziam a ronda rotineira, e sequer dava muita bola para a dupla. Chamando pelo primo, a porta se abriu, e eles puderam entrar, no que ela se fecharia logo que o fizessem.

Do lado de dentro, Goemon, com um certo olhar sério, com um mínimo toque de preocupação. - Legionem Aethernum. - Parecia até um cumprimento o uso daquela terminologia. - Como vocês estão? Prontos para nosso plano?
Terno (Roupas Boas):
 

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