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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido

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MensagemAssunto: II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido   II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido - Página 2 EmptySeg 21 Maio 2018, 14:46

Relembrando a primeira mensagem :

II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Caçadora de Recompensas Chinatsu. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido   II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido - Página 2 EmptyQua 20 Jun 2018, 01:11


Há ainda quem teime em dizer que o crime não é uma atividade conveniente. É claro que, assim como todo trabalho, - esse especialmente, por se tratar de atos ilícitos - possui alguns inconvenientes que podem acabar acontecendo e, portanto, podem colocar todo seu plano por água abaixo. Todavia, se executados com êxito, crimes podem mudar a conta bancária de um indivíduo de maneira absurda, fazendo com que tal pessoa não precise passar pela mesma situação que eu atualmente me encontro: incapaz de comprar um par de ternos e de gravatas. - Você disse.. 1.300.000 berries? - eu falaria, fraquejando um pouco em minha fala. Sinceramente, tampouco me percorreu a ideia de "mendigar" por um preço mais acessível: era algo impossível, visto que eu sequer possuía metade do dinheiro solicitado por Sr. Lemos. "Será que roubar realmente teria sido a melhor opção? Veja onde você está, Chinatsu.." pensaria, apoiando os braços sobre o balcão do homem e, entre meus braços, eu curvaria o corpo, abaixando a cabeça com pesar, pensativa. "Droga.. O que eu devo fazer?" 

" Não falhe comigo, Chinatsu. não falhe com o Katsuo. " A voz da capitã da Marinha ainda permeava em minha mente, quase como um eco. Cumprir minha palavra de não falhar com Hana era mais difícil do que eu imaginava: todos os segredos da minha família estavam, misteriosamente, vindo à tona. Em poucas horas eu provavelmente estarei assassinando um rico de uma família tradicional. Muitas possibilidades me atormentavam, mas nenhuma resposta concreta parecia aparecer. " Por favor..Não me decepcione. " Droga..Pelo menos por enquanto, eu deveria manter a minha palavra. Eu não poderia ser capaz de falhar - pela segunda vez consecutiva - com a mãe de um companheiro de aventuras. - Hmpf, deixe essas roupas reservadas para mim. Em algumas horas eu venho buscar elas com o dinheiro. - Eu sequer esperaria pela resposta do homem. Sairia de seu estabelecimento, de maneira apressada. No fim, acho que Hana estava certa. Afinal, o que é melhor? Nascer bom ou ser capaz de superar seus demônios internos?

Eu - pelo menos ao meu ver - ainda possuía tempo suficiente para adquirir o dinheiro necessário para comprar as peças de vestuário, levando em conta que ainda era relativamente cedo. Eu andaria pelas ruas de Baterilla, sem demonstrar pressa, olhando a tudo a meu redor. " Calma..O tempo está a seu favor.." Eu olharia para todas as paredes à minha volta, buscando encontrar algum Cartaz de Procurado fixado em qualquer tipo de superfície sólida. Caso encontrasse algum, eu iria até o mesmo e, sem me importar se havia qualquer pessoa me observando, arrancaria o cartaz da parede, sem usufruir de qualquer delicadeza durante o ato, é claro. - Acho que estou presenciando um déjà vu. - falaria, com um sorriso de canto de boca surgindo no rosto, à medida que lembranças de meu último - e primeiro - ato como Caçadora de Recompensas surgiriam na minha mente: uma breve discussão com Gallore; Dan e Lan, os gêmeos - que aparentemente estão em outra aventura, enchendo o saco de outras pessoas - imprestáveis que tentaram me assassinar em um beco e, é claro, eu, arrancando os cartazes de Austin Cliff e Jack Buster da mesma maneira que agora: ferozmente. Tendo o cartaz em mãos, eu fixaria a minha atenção nas principais informações, tais como as atrocidades cometidas pelo mesmo, a última vez que o tal indivíduo havia sido visto e onde e, é claro, a recompensa por sua cabeça, seja este estando vivo ou morto.

Todavia, era impossível ignorar o fato de que havia a possibilidade de eu não encontrar cartazes de procurados nas ruas de Baterilla, seja pela ausência dos mesmos ou até, talvez, pelo fato de eu ser distraída. Caso isso ocorresse, eu buscaria abordar as pessoas nas ruas (que provavelmente seriam poucas, principalmente pelo horário). - Tem algum bar por perto, que esteja aberto a essa hora? - indagaria, fitando por completo a pessoa a quem eu dirigiria minha voz. Faria isso até que enfim adquirisse a localização de algum bar, local que eu me dirigiria, caminhando lentamente, bocejando vez ou outra por ainda não ter acordado "definitivamente". - Será que eu posso prender eles se eles venderem bebida para mim? Hm..

Bem, por quê indagar as pessoas sobre a presença de um bar na ilha de Baterilla - mesmo que em um período matutino - não aparentava ser, de todo, insano? É relativamente simples, na verdade: as chances de encontrar cartazes de procurado em tabernas ou botecos era consideravelmente alta, principalmente por estes serem estabelecimentos acessados pelas mais diversas camadas da sociedade: desde o pirata mais sujo até o marinheiro mais honesto (ou vice-versa) tomam uma bebida de vez em quando, o que acaba tornando estes locais propensos para que piratas conheçam seus novos "amigos de trabalhos" e marinheiros/caçadores, por outro lado, suas "caças".  

Estando em frente ao bar, eu colocaria sobre a cabeça o capuz de meu manto. Afinal, seria um incômodo ter que lidar com adultos queixando-se sobre a presença de uma jovem menor de idade em um bar. Seguidamente, eu verificaria se o mesmo se encontrava aberto - minha experiência recente com arrombamentos de portas não foi bem agradável - e, sendo eu capaz de entrar, eu passaria pela porta vagarosamente, para que eu tivesse tempo suficiente de observar todo o local que me cercava. Iria em direção ao balcão, tendo a esperança de encontrar algum funcionário atrás do guichê. - Uma bebida. - diria, sem forçar muito a voz, sequer disfarçando-a. Manteria, porém, o ouvido alerta, para caso o atendente tentasse colocar algo em meu copo e eu - com minha audição aguçada - ouvisse um som de algo estranho caindo em minha bebida. - Então, tem recebido muitos cartazes de procurados recentemente? - indagaria, olhando por cima do copo, assim que minha bebida estivesse no fim (caso tivesse algo estranho na bebida, eu apenas fingiria estar bebendo). Se porventura o atendente negasse a me dar informações, eu removeria o meu capuz e, usufruindo da minha aceleração elevada, sacaria a ninjaken e apontaria para o pescoço deste, deixando a lâmina da minha arma a ponto de encostar em sua goela. - Eu já pedi por bem, mas admito que não me importo de pedir por mal, também. - diria, fitando-o com os meus olhos, que são tão vermelhos quanto um mar de sangue. Eu, de fato, havia prometido à Hana que não iria decepcioná-la, mas intimidar alguém em um bar, uma vez ou outra, não faz mal a ninguém (apenas para quem está sendo ameaçado, talvez). Caso o homem cedesse à minha tentativa de "persuasão", fosse me dando informações ou me entregando cartazes de procurados, eu agiria da forma previamente citada: buscaria conhecer as principais informações sobre o infrator.
 




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MensagemAssunto: Re: II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido   II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido - Página 2 EmptySab 30 Jun 2018, 13:38


Sr. Lemos era um bom homem. Ele deixaria aquelas roupas reservadas enquanto Chinatsu iria atrás de dinheiro numa boa, nem questionando. E foi com essa certeza que ela deixou a loja e passou a andar pelas ruas de Baterilla buscando por cartazes.

Baterilla costuma ser uma cidade tranquila, e as autoridades prezam pelo turismo local, o que implicava em um certo higienismo com esse tipo de coisas pelas ruas, de forma que a garota não encontrava cartazes colados pela região que andava.

Decidia então, adentrar em um bar que vira ali próximo, e era o que fazia com seu capuz sobre os olhos, em tentativa de encobrir sua aparência infantil. Talvez desse certo, talvez não...

De qualquer maneira ela adentrava aquele espaço não muito grande, com chão de madeira, um balcão simples e algumas mesas também de madeira espalhadas. Baixa iluminação, e várias coisas pelas paredes confirmavam a ideia: tratava-se de um pub.

Chinatsu se aproximava do balcão e pedia uma bebida. Ninguém estranhava, talvez seu disfarce estivesse funcionando. Ou talvez  eles nem ligassem para a idade dela mesmo. Enfim, o garçom, um homem de camisa preta e uma boina branca, com uma barba com alguns pontos brancos, servia uma caneca cheia com um líquido com tom entre o alaranjado e o amarelo escuro, com uma bonita espuma branquinha por cima. Um chopp. Ela via que era chopp pois via ele pegando a caneca e enchendo ao tirar a bebida de um barril, não havia nada de errado.

Perguntava sobre procurados para o homem, e ele secando um copo com um pano apontava com a cabeça e um sorriso para o lado, uma parede com alguns cartazes espalhados. Chinatsu ia até eles e um em especial lhe chamava a atenção.

Um nome de 4 letras: Zaki. Um comerciante de drogas ilícitas que nunca chamara a atenção da Marinha por esta atividade, mas que nos últimos tempos havia começado a trabalhar como assassino de aluguel e fazendo alguns "trabalhos" mais obscuros, estando agora com 5.000.000 de berries por sua cabeça. Luta também com uma ninjaken, e parece ter um certo apresso pelo uso de artifícios explosivos em lutas. Parecia um procurado interessante.
Zaki:
 

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MensagemAssunto: Re: II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido   II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido - Página 2 EmptyDom 01 Jul 2018, 19:12




Hunter


Localizar um cartaz de procurado não foi tão complicado quanto eu imaginava, principalmente em uma ilha que preza pela ordem e que possui diretrizes bastante fundamentadas, o que acarretava em uma queda brusca da criminalidade, algo vantajoso para civis, mas nunca para uma caçadora. Todavia, bastou que eu perguntasse a um funcionário de um bar - dono, garçom, seja lá o que for - para que eu pudesse enfim me ver de frente à um cartaz de procurado. Era um homem moreno, de cabelos de um tom amarronzado e olhos amarelados, quase como uma cobra. A sua recompensa também era bem chamativa: cinco milhões de berries. - Hm.. Zaki? Logo um nome desses para um criminoso? Que ironia. - Um sorriso no canto da minha boca surgira, estando bem disfarçado, à medida que eu pensava no significado do nome do homem. Apesar de eu não ser um exemplo de pessoa erudita, eu sabia que Zaki significava "virtuoso" ou algo parecido. Passaria a mão direita pelo cartaz de procurado - para me certificar de que o papel não era tão antigo, o que indicaria que aquela recompensa já era um tanto quanto antiga - à medida que leria as informações acerca do homem.

O fato dele ser um comerciante de drogas não me surpreendeu, tampouco a atitude relapsa da marinha em deixar um homem como aquele livre. Na verdade, sequer o fato do mesmo ter se tornado um assassino de aluguel foi capaz de me surpreender. "Bem, eu não duvido que eu seria capaz de trabalhar da mesma forma." Em um mundo de interesses, não havia o certo e o errado: apenas poder e influência, e aqueles fortes o bastante para conquistá-la. - Nada pessoal, mas eu vou te capturar. - Daria um longo e abafado suspiro e, posteriormente, arrancaria o cartaz de procurado da parede, sequer me importando se o funcionário do bar se incomodaria com aquilo ou não. - Valeu. - diria, secamente, colocando no balcão do bar o dinheiro do chopp que eu havia comprado e uma pequena quantidade de dinheiro em gorjeta, saindo do estabelecimento logo em seguida. Não é como se eu estivesse tentando ser agradável, mas certamente o que eu havia gasto no bar sequer se comparava ao "prêmio" posto na captura de Zaki.

- Onde será que esse desgraçado está? - Estando na rua, olharia de um lado a outro, esperando obter alguma resposta milagrosa do local a qual eu deveria seguir. Infelizmente, eu não tinha nada, a não ser a informação de que o homem lutava com ninjaken e que gostava de explosivos. Onde poderia ser seu esconderijo? Droga.. Eu me via em uma situação similar a quando "eu" tive que capturar Jack Buster: a princípio, eu não tinha qualquer informação sobre o caolho, tendo que ir até o mercado negro no intuito de buscar informações. - E lá vamos nós de novo... - Daria um suspiro, à medida que tornaria a andar pela ilha. Aparentemente de maneira desleixada, como se fosse uma simples garota passeando. Apesar do fato de que eu continuaria mantendo a ninjaken escondida abaixo de minhas vestes, eu removeria o capuz, para que eu não corresse o risco de ter minha visão periférica atrapalhada pelas extremidades do mesmo, além de manter as garras da neko-te em meus dedos da mão esquerda, mão esta que eu deixaria escondida. Feito isso, eu procuraria por indícios de estar perto de um ponto de encontro do mercado negro, por mais que eu temesse que estava "meio" cedo para que pessoas dessa laia estivessem na rua. Eu procuraria pelos mais variados sinais: marcas no chão, setas, ou até mesmo becos. Caso eu não deixasse essas evidências passarem batidas (vide distração), eu iria até o local indicado, ainda caminhando. - Alguma informação sobre o pirata Zaki? - Diria, caso encontrasse algum informante, enquanto apontaria para minha mochila, indicando que possuía dinheiro para pagar pelas suas informações. Eu não tinha medo de ser roubada em um local daqueles, e nem pensava em trapacear o informante. Pode-se dizer que há uma "honra entre ladrões".    

Não tendo encontrado algum mercado negro, eu seria mais "direta" em minha busca pelo pirata. Pelo mesmo apresentar apreço por artifícios explosivos - e eu ter ciência dessa informação - eu procuraria por indícios ou locais que aparentavam estar interligados com recentes explosões: crateras no chão causadas por bomba, lugares pegando fogo(o que não deixava de ser improvável) ou qualquer coisa que seria capaz de chamar minha atenção. Caso encontrasse, procuraria seguir os rastros deixados, além de contar com o apoio da minha audição aguçada caso assim precisasse. Não só isso, eu me "arriscaria" a entrar em lugares poucos movimentados, na esperança de que algum pirata do bando - caso ele possuísse - de Zaki me seguisse, imaginando ter cercado uma mera garota de 15 anos. - Nã..Não faça nada.. Eu imploro. - diria, tentando no máximo forçar uma expressão de choro, esperando que o agressor se aproximasse. Estando a uma distância um pouco menor que cinco metros, eu correria em direção ao mesmo, usufruindo da minha boa aceleração e, rapidamente, sacaria a ninjaken com a mão direita, além de deixar à mostra a minha mão esquerda (onde a neko-te se encontrava). Com a lâmina da ninjaken, eu procuraria acertar seus joelhos, fazendo um único corte em horizontal, no sentido direita-esquerda -  posteriormente a eu me abaixar, inclinando um pouco a coluna e ajeitando o corpo para realizar um corte limpo - na intenção de fazer com que os joelhos do homem "cedessem" e ele caísse de joelhos. Tendo esse golpe funcionado, eu tentaria "rasgar" seu rosto com as garras da neko-te, realizando ataques consecutivos em diagonal, até que o homem enfim desse indícios de estar, de alguma forma, desistindo da vida. A essa altura, eu me afastaria do mesmo cerca de 7 metros, realizando saltos para trás, mantendo-me atenta se minha audição me indicava a presença de outro(s) inimigo(s). Minha intenção - pelo menos a principal - não era matá-lo, e sim descobrir o paradeiro de Zaki. - Você sabe alguma coisa sobre Zaki, um pirata cuja recompensa é de 5 milhões de berries? - falaria, apontando a ninjaken em direção ao mesmo. Vale mencionar que, caso o homem demonstrasse possuir alguma arma em mãos já no primeiro instante, meu primeiro ataque seria cortar seu braço dominante (que provavelmente seria aquele com a arma). Apesar da reduzida distância, caso ele tentasse me atacar com a arma ou buscasse me acertar um tiro, eu desviria, realizando "gingados" de corpo para uma direção e, posteriormente, indo para a outra, enquanto me abaixaria, flexionaria um pouco as pernas e daria um impulso para que pudesse me aproximar do homem mais rapidamente para enfim atacá-lo.

Tendo descoberto a localização do pirata, eu iria a seu encontro diretamente (a não ser caso o último caso acontecesse, onde eu levaria o meu agressor para alguma autoridade da marinha antes de tudo). Permaneceria à espreita, mantendo-me agachada e com o capuz sobre a cabeça. À princípio, eu não daria as caras, para não ser descoberta. Procuraria escutar conversas com ou sobre Zaki antes que eu enfim agisse. Moveria-me lentamente para desviar de olhares que revelariam minha localização, caso assim eu necessitasse. " É agora, Chinatsu. "


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MensagemAssunto: Re: II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido   II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido - Página 2 EmptyDom 01 Jul 2018, 22:47

Pela caneca pequena e somando uma pequena gorjeta, a garota deixava 10.000 berries no local, levando consegui o cartaz do criminoso Zaki, assumindo a possibilidade de caçá-lo. Alias, possibilidade não, certeza. O homem do bar acenava com a cabeça agradecendo enquanto ela deixava o local.

Um suspiro e o caminhar pela cidade, em busca de informações. Chinatsu Akane era, quase de forma nata, uma gatuna, e por conta disso sabia identificar focos de "mercado negro" ou outras atividades um tanto quanto ilícitas de longe. Contudo, mesmo assim era difícil encontrar um destes locais na ilha, principalmente naquela hora.

Ela andava alguns minutos até que encontrava uma pequena entrada em um estabelecimento pequeno. Um balcão e cadeiras em volta, o homem com uma camisa florida por trás do balcão, um colar de cruz no peito e cabelos relativamente longos, loiros, fumava um cigarro com cheiro diferenciado, com um cheiro forte de ervas. Parecia um boteco, mas não era exatamente isso. Nas paredes, acessórios diferenciados, quadros de estrelas do rock. Algo dizia para Chinatsu que aquele era o lugar.

Adentrando, o homem se aproximava do balcão estranhando um pouco até ela se aproximar e questionar sobre o pirata, sinalizando possuir dinheiro para pagar. O loiro entendia, deixando o estranho cigarrinho de lado e se aproximando mais dela. - A informação que você busca é simples e está bem de frente para o seus olhos, criança. - Ele possuía um bafo forte do cheiro daquele mesmo cigarro que antes fumara. - Ou melhor, atrás de você. - Os olhar avermelhado dele passava por Chinatsu, e ia para fora, para o estabelecimento da frente, que a garota instintivamente olhava também.

Era uma espécie de palacete de madeira, ao que aparentava abandonado, e talvez até em estado de putrefação. - O esconderijo da cobra. - Completava o riponga, pegando novamente seu cigarrinho diferenciado e acendendo com ajuda de um isqueiro, produzindo uma bela quantidade de fumaça no primeiro trago. - Você não tem nenhuma larica pra salvar ai não, broto?

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MensagemAssunto: Re: II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido   II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido - Página 2 EmptySeg 02 Jul 2018, 02:26




Hunter


Perplexidade. Não havia outra palavra para definir o estado emocional que eu me encontrava senão o de estar completamente pasma. Eu não esperava que, após sair de um bar com um cartaz de um criminoso em mãos, a minha maior chance de enfim desvendar o paradeiro do pirata Zaki era com.. com.. - Você não tem nenhuma larica pra salvar ai não, broto? - Bem..Esse cara. Um homem loiro, de cabelos longos, e um chamativo cigarro em mãos. Todavia, pelo menos agora eu me encontrava próxima a um palacete claramente mal conservado, que o homem havia anteriormente indicado ser o esconderijo de Zaki. Sinceramente, eu era incapaz de imaginar que havia alguma chance de que aquele homem estava mentindo para mim. Normalmente, há três tipos de pessoas que sempre falam a verdade: crianças, pessoas extremamente furiosas e aqueles que estão/possuem um certo grau de "chapacidade". - Er.. Obrigada.."brother". Tamo "together"... Eu..acho? - Claramente havia oscilação em minha voz, fruto do fato de eu ainda não acreditar que havia sido demasiado fácil encontrar o esconderijo do pirata. Quem dera se todos os ripongas fossem bons informantes. - Aqui. Pra você comprar alguma comida.. - Eu tiraria 10.000 berries da mochila e entregaria ao homem, ainda o fitando com certa dúvida e curiosidade. Após isso, eu sairia do estabelecimento do mesmo, torcendo para que ele não me fumasse dando um longo suspiro e caminhando até as proximidades do palacete. " Eu mereço.. "

Assim que estivesse próxima o bastante do palacete, ainda na parte de fora do mesmo, eu procuraria por explosivos ou objetos similares. Afinal, o pirata com quem eu estava lidando aparentava ser - pelo menos pelas informações contidas no cartaz - uma pessoa fissurada em bombas. Não me surpreenderia se ele colocasse o palacete todo abaixo com uma "simples" explosão. Caso eu encontrasse algum(ns) explosivo(s), eu procuraria afastá-los do palacete, levando-os até o estabelecimento do hippie que eu havia acabado de conhecer. - Er..Meu "consagrado"? Posso deixar isso aqui por um tempinho? Obrigadão, mesmo. - falaria, à medida que deixaria os explosivos por lá. Seria um ato egoísta da minha parte deixar explosivos próximos a um rapaz feliz? Bem..Sim. Todavia, era pelo bem da sociedade que eu estava fazendo aquilo.

Tendo me certificado de que não havia qualquer tipo de explosivo na parte de fora do palacete, eu enfim começaria a pensar na melhor maneira de adentrar naquele local. Era realmente complicado, quando se tira um momento para refletir: a melhor escolha é tentar invadir pelas janelas, correndo o risco de fazer barulho (o que alertaria os piratas sobre um possível invasor) ou, então, simplesmente entrar pela porta da frente, como uma completa idiota? - Droga..Vejamos.. - Levaria a mão direita à cabeça, pensativa, enquanto fitaria o palacete. No fim, optaria por fazer o mais próvavel, que seria pular por alguma janela. Admito que eu possuo um pouco de medo em relação à idiotice dos piratas. Por entrar pela porta da frente ser o mais improvável (tornando-o extremamente provável), as chances de que houvesse alguém tomando conta de lá eram elevadas. Eu ficaria de frente a uma janela e, caso eu fosse capaz de pular e segurar em alguma extremidade(ou caso isso nem mesmo fosse necessário) que me deixasse frente à mesma, eu procuraria riscar o vidro com a unha de gato do dedo indicador, proveniente do neko-te localizado em minha mão esquerda. Fazendo isso, eu tentaria criar um buraco circular na janela, grande o suficiente para que eu passasse, sem haver necessidade de quebrar o vidro com força bruta. Havia a possibilidade, também, de que um palacete em péssimas condições como aquele sequer tivesse janelas. Assim sendo, eu simplesmente pularia pela janela, tentando fazer o mínimo de barulho possível. Após pular, procuraria descer suavemente, pisando no chão com as pontas dos dedos dos pés. Eu não podia me dar ao luxo de ser descuidada.  

Enfim dentro da casa, o meu primeiro movimento seria me mover, agachada, até ficar por detrás de algum móvel ou local onde me ver era algo quase fora de cogitação. Manteria o capuz sobre a cabeça e, mais do que nunca, confiaria na minha audição aguçada para que eu pudesse ser capaz de descobrir a localização dos meus inimigos - preferencialmente ao ouvir conversas, tossidas, ou até mesmo batimentos cardíacos que não fossem os meus - sem que houvesse necessidade de revelar minha localização. Caso o ambiente estivesse mal-iluminado - afinal, luz não costuma entrar em lugares abandonados, dando a eles uma aparência "macabra - eu canalizaria a minha audição por exatos dois segundos e, após isso, com a mão direita, sacaria a ninjaken. Tendo localizado um ou mais oponentes, eu daria um pequeno sorriso de canto de boca, confiante. " Hora de caçar.. " Eu enfim me levantaria e, feito isso, passaria a me aproximar do(s) mesmo(s) dando pequenos saltos com as pontas dos pés, tacando sempre meu corpo para a frente, além de - vez ou outra - tentar ouvir com clareza as ondas sonoras produzidas por mim. Por pura "experiência" eu sabia que ondas sonoras eram capazes de se propagar mais rapidamente em meio sólido do que no ar, qualquer aumento nessa frequência significaria que eu deveria desviar um pouco a minha rota, para que não tropeçasse ou batesse em um cômodo.

Caso tivesse sido capaz de me aproximar com êxito de meu(s) oponente(s), eu procuraria cortar suas barrigas, mais especificamente na região abdominal, realizando um movimento com a ninjaken de ida e volta, em horizontal. Abateria o primeiro oponente e, caso eu não tivesse sido descoberta (e continuar atacando fosse oportuno, é claro), atacaria mais um ou dois oponentes da mesma maneira. Se porventura eu fosse descoberta antes ou durante realizar o ataque, eu procuraria saltar em direção àquele que estivesse segurando ou sacando uma arma (se minha audição assim me "guiasse"), indo em sua direção com a ninjaken em frente ao corpo. No ar, eu procuraria mover meu corpo de modo que eu fosse capaz de dar dois giros enquanto fora do chão, com a ninjaken à frente do corpo, quase como se eu fosse um pião com lâminas de grande alcance. Girando, buscaria abater o inimigo que possuísse armas de fogo, antes que meus pés enfim encostassem no chão. - Ops, fui descoberta. -sussurraria, me preparando para um inevitável confronto.

Se o local estivesse bem iluminado - infelizmente - eu permaneceria na minha posição, atenta às falas e barulhos dos prováveis presentes no local. Como as sombras não eram minhas "aliadas" naquele momento, descobrir informações sobre inimigos nunca era demais.


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MensagemAssunto: Re: II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido   II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido - Página 2 EmptySeg 02 Jul 2018, 14:05

Dez mil berries eram entregados para o bom riponga, que olhava aquele dinheiro caindo em suas mãos com dúvida de porque tê-lo recebido, mas alegria de conjecturar o que poderia fazer com o mesmo. - Da pra comprar uma paranga e um caramelo... - Ele pareceu pensar alto, enquanto Chinatsu deixava o local para dar de cara com tal palacete "assombradado"(com uma referência a música brasileira, Adoniran Barbosa).

A primeira coisa que Chinatsu prestava atenção é se existiam algum tipo de explosivo em volta da casa. A busca era válida, afinal não sabia do que o pirata Zaki seria capaz, contudo acabava por não encontrar nada, porém visualizar uma possível entrada em uma janela lateral.

As habilidades acrobáticas faziam ela conseguir atingir tal entrada de maneira muito fácil, apesar da janela estar um pouco no alto. De qualquer maneira, ela pousava os pés no chão e sentia que estava em uma pequena sala vazia, apesar da iluminação muitíssimo fraca que vinha do corredor. Abaixava, em seu modo mais furtivo, Chinatsu começava a andar pela local com os ouvidos atentos, não tendo tantas informações por seus olhos, pois em todo lugar só havia aquela iluminação muito baixa. Andava por um corredor, virava a esquerda, e então ouvia uma respiração pesada, estranha. Era provavelmente algum inimigo.

Mesmo sem a visão, ela conseguia adentrar na sala onde estava este, e então produzia um poderoso corte em seu abdome, ouvindo uma espécie de grito que quase não saia, como se o indivíduo estivesse sem forças. - Aaaahhhh... - Mas era ainda assim expressão de muito sofrimento, Chinatsu o sabia.

Uma fonte de luz surgiu. Pela porta contrária a que Chinatsu havia entrado, surgia Zaki, limpando uma ninjaken com um pano, tendo acendido o lampião, e parecendo se surpreender ao ver a garota ali. - O que... Mas... Espere.... Você é... - Um sorriso sádico brotava em seus lábios, um olhar diabólico. - Chinatsu Akane...? Ahahahaha os deuses só podem estar a meu favor hoje... - Mas, se aquele era Zaki, quem havia sido acertado por Chinatsu?

Spoiler:
 

Uma figura humana em estado de total deterioração. Ainda parecia viva, por um fio, mas seu corpo estava todo lacerado e esfolado, com cortes em lugares precisos, nu. Horrorizante. E agora com um grande corte em seu abdome, causado pela garota. Estava pendurado na parede pelos braços e pelas pernas.

- Sua execução estava programada para daqui algumas horas, garota, agora era hora de eu me divertir. - Claramente, se referia àquele homem semi-morto. - Mas não é sempre que 10 milhões de berries aparecem dentro da sua casa. - Ele jogava o pano para o lado, e se posicionava para o combate.

Com o lado esquerdo do corpo virado para Chinatsu, com o pé deste mesmo lado dando a sustentação a sua base para frente, ele esticava o braço direito, com a ninjaken, para o lado, ficando a frente do próprio corpo, enquanto a mão esquerda era colocada dentro do colete. Um posicionamento um tanto quanto esquisito, mas com uma aparência intimidadora ainda assim.
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MensagemAssunto: Re: II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido   II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido - Página 2 EmptyDom 08 Jul 2018, 18:37




Hunter


Um golpe certeiro havia sido aplicado na região abdominal de meu oponente, seja lá quem ele fosse. O fato de minha ninjaken o ter cortado com considerável facilidade somado a um grito abafado que mal chegava a demonstrar dor começavam a me dar indícios de que algo - provavelmente - estava errado. " Mas que merda? " Uma limitada fonte de iluminação subitamente passou a clarear o local. Próximo à porta, estava um rapaz moreno, de olhos aparentemente amarelos (apesar da má iluminação) e cabelos longos. Não havia dúvidas. Aquele com certeza era o pirata que eu estava "caçando". - O que... Mas... Espere... Você é.. .Chinatsu Akane...? Ahahahaha. Os deuses só podem estar a meu favor hoje... - O desgraçado agora sorria sadicamente, com um olhar que mesclava diversão com pura crueldade. Tampouco sabia ele que em poucas horas..Não..Em poucos minutos eu estaria tirando aquele sorriso estúpido da cara dele, sorriso este que daria lugar a uma expressão de total desespero e medo. Apenas o simples ato de pensar na aflição que eu - em um futuro próximo - proporcionaria a Zaki, fez com que eu desse um leve sorriso. Entretanto, poucos segundos depois essa expressão seria substituída por outra. Dúvida? Preocupação? Talvez uma mistura de ambas sensações. - Quem.. eu acertei?

- Que PORRA é essa? - Ao meu lado, estava um humano. Ou melhor, algo que era para ser um. Estava totalmente cortado, nu e, é claro, à beira da morte. Eu sempre me considerei uma pessoa fria, antipática. Entretanto, era impossível ver aquela imagem e não sentir o mínimo de ódio de Zaki. Meu punho direito, que agora se encontrava cerrado, tremia de raiva. Por mais que eu conhecesse vários "podres" da humanidade, eu nunca havia presenciado uma cena de tortura ao vivo. Ter sido mantida em cárcere privado mal chegava a se comparar com aquilo. - Sua execução estava programada para daqui algumas horas, garota, agora era hora de eu me divertir. Mas não é sempre que 10 milhões de berries aparecem dentro da sua casa. - O que aquele desgraçado estava querendo dizer com aquilo? Alguém havia posto uma "recompensa" em minha cabeça e pedido para que eu fosse assassinada? Como isso era possível? Merda.. As únicas pessoas com quem eu tivera contato que sabiam minhas intenções futuras eram Katsuo e Goemon. Tenho certeza de que Katsuo não me traiu (e tampouco possuía dinheiro para tal). Eu só era capaz de pensar em um suspeito: o maldito que havia tentado me "seduzir" com histórias antigas. - Você disse que os deuses estavam a seu favor? Bem, isso eu não sei. Mas tenho certeza que o Deus da Morte está ansioso para conhecê-lo. - Sem mais cerimônias, eu apontaria a minha ninjaken em direção à meu oponente, segurando-a com a mão direita. Não tardaria muito para que eu, enfim saísse correndo em direção à Zaki.

A sorte está lançada. Enfim a batalha teria início. A postura de meu oponente era completamente...estranha, além de única. Havia a chance daquela posição não ser nada demais, mas é sempre melhor prevenir a remediar. O simples fato do mesmo ter colocado a mão esquerda dentro do colete serviu como fundamento para que, durante toda a luta, eu mantivesse a todo instante minha audição apurada, receosa com o fato do homem estar puxando de dentro de suas vestes outra arma ou, quem sabe, um explosivo. Se, porventura, durante o "duelo" entre a ninjaken dele e a minha em qualquer instante do confronto, eu escutasse alguma coisa mexendo em seus dedos, seguidos por uma repentina tentativa de remoção da mão esquerda do colete, eu me manteria na defensiva, apenas desviando os golpes dele com a espada e esperaria pelo momento mais adequado durante o combate, que seria o instante em que a espada dele estivesse consideravelmente "acima" da minha durante um bloqueio realizado por mim. "Agora!" Eu desviaria a espada do mesmo para a direita dele(minha esquerda), na intenção de fazer com que meu oponente ficasse com o torso completamente vulnerável, sem que pudesse contar com sua ninjaken para se defender. - Não vou cair nos seus truquezinhos de merda. - Nesse instante, eu o atacaria com a minha mão esquerda, especificamente com as unhas de gato da neko-te. Eu realizaria um movimento em diagonal, inicialmente passando meu braço esquerdo por debaixo do direito(que ainda estaria erguido após "desviar" a ninjaken do homem), eu realizaria um corte em diagonal com a neko-te, indo da direita superior até a esquerda inferior, realizando esse movimento quantas vezes fosse necessário até que o homem enfim tirasse a mão de dentro do colete.

Se a batalha não chegasse às condições especificadas anteriormente, minha postura de combate seria um tanto quanto..neutra: não forçaria a ofensiva, porém tampouco ficaria somente em guarda. Em relação à defesa, eu tentaria bloquear a maior parte dos golpes de Zaki, refletindo seus golpes com a minha ninjaken. Meu braço se moveria entre 45º e 120º, ajustando-se à necessidade de bloquear o golpe de meu oponente. Como se isso não bastasse, eu daria pequenas passadas rápidas para trás ou para frente - dependendo da movimentação de Zaki - para que a distância entre meu corpo e o dele não se tornasse tão grande e nem tão pequena. - Tá difícil? Se quiser eu posso fechar os olhos - ou então - Não acho que você valha cinco milhões. - seriam o tipo de falas que eu direcionaria ao homem, enquanto lutando com o mesmo, a fim de irritá-lo. Eu constantemente tentaria provocá-lo, imitando uma voz tão irritante quanto o som de uma maritaca. Minha intenção era fazer com que Zaki - que era um sádico filho da puta - perdesse a calma e, por um instante, se desestabilizasse, tentando me acertar um golpe motivado por raiva ao invés de experiência em batalha. Assim sendo, eu buscaria surpreendê-lo: desviaria de seus golpes avançando em direção ao mesmo, posicionando meu corpo para que eu ficasse o mais longe possível do ataque do meu oponente. Subitamente, eu buscaria realizar estocadas com a ponta da ninjaken em sequência, movendo-a linearmente conforme eu desejasse. O primeiro golpe seria no braço direito de Zaki - afinal, era o braço cuja mão dele segurava o espadim - e, após isso, procuraria realizar o mesmo golpe em todo o torso de Zaki.  

Havia a probabilidade de Zaki não se importar com o que eu dizia. Repito: era um sádico filho da puta. Assim sendo, eu simplesmente continuaria bloqueando seus golpes da mesma maneira que anteriormente. Porém, a partir da minha boa audição, eu procuraria escutar os batimentos cardíacos de Zaki - que, em uma batalha, deveriam estar bem rápidos - diferenciando-o os nossos batimentos cardíacos de uma maneira um tanto quanto simplória: eu era capaz de "sentir" os meus, obviamente. Em determinado momento da batalha, quando os batimentos cardíacos de meu oponente estivessem tão rápidos de maneira que se diferenciasse de momentos anteriores, ao invés de tentar bloquear os golpes dele com a minha ninjaken eu simplesmente avançaria em direção ao mesmo, com um salto, mantendo minha espada em frente ao corpo, na tentativa de acertar o coração dele e qualquer coisa que se opusesse à minha espada. Caso ele desviasse, porém, eu retomaria minha guarda e - caso necessário - realizaria piruetas laterais, até que eu fosse capaz de me recompor e continuar bloqueando seus golpes.


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MensagemAssunto: Re: II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido   II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido - Página 2 EmptySex 13 Jul 2018, 19:54

Uma fala era lançada por Chinatsu sobre Zaki encontrar o "Deus da Morte", em referência a fala anterior do criminoso que havia dito sobre os deuses estarem a seu favor. O dreadlooker mantinha sua postura relativamente estranha, e então a ninja se lançava em sua direção.

O choque entre as ninjakens foi forte. Um tilintar de metais alto percorreu o ambiente no momento em que as lâminas se chocaram, e rapidamente elas voltaram uma para trás. Um passo para trás de Chinatsu, e um para frente de Zaki, com um avançar do pirata que era bloqueado por Akane deixando sua espada na diagonal.

A inversão, agora com um salto do assassino bloqueando mais um golpe de Chinatsu, ainda com uma de suas mãos dentro do colete. Neste instante, a gatuna tentava então utilizar um de seus artifícios de batalha, empurrando a arma do adversário para o lado logo após o bloqueio, fazendo uma brecha ser aberta, como eram suas intenções.

Vinha então a Neko-te, na outra mão, tentando ferir Zaki, que neste instante se surpreendia com tal golpe, e acabava por tirar a mão de dentro do colete revelando também o seu artifício. Ele recebia um corte no antebraço de alguns centímetros, e então jogava uma pequena esfera no chão a frente de Chinatsu, que saltava para não ser atingida.

Eis que uma nuvem de fumaça se formou no mesmo instante. Tratava-se de uma pequena bomba que tinha como objetivo realmente produzir aquela névoa branca densa, que dificultava a visão de Chinatsu. - Caçar a cobra em seu próprio ninho talvez não seja a melhor ideia, criança hihihihihihihi - Ela ouvia a voz de Zaki atrás de si, por um instante, e se virava, mas não o via. Era difícil saber onde ele estava, se movia silenciosamente, mas talvez com a audição aguçada e uma boa atenção pudesse descobrir sua localização.

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MensagemAssunto: Re: II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido   II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido - Página 2 EmptyDom 15 Jul 2018, 16:21




Hunter


Bingo! Eu estava certa em relação à mão de Zaki encoberta no colete. Todavia, não se pode dizer que eu estava preparada para o que veio a seguir: uma névoa tomou conta do local, envolvendo-o completamente. " Merda.. " Eu havia perdido completamente a localização em que meu oponente se encontrava, apesar de ter sido capaz de feri-lo no antebraço. - Caçar a cobra em seu próprio ninho talvez não seja a melhor ideia, criança hihihihihihihi. - proferiu o homem, às minhas costas. Apesar de ter voltado meu corpo em direção à voz, não havia indícios de que o homem se encontrava lá. A maioria das pessoas na minha situação - provavelmente - ficariam aterrorizadas, talvez pelo fato de estarem lutando "às cegas" com um pirata psicótico. Eu, por outro lado, reagia diferente ao me ver defronte a tal situação, principalmente contra uma pessoa tão arrogante e convicta de sua vitória. - Talvez não seja a melhor ideia? - diria, com um sorriso no rosto, que seria claramente coberto pela névoa. - Eu não sou um roedor ou qualquer tipo de presa. Eu sou a "águia" que vai destroçar um merdinha que se autodenomina "cobrinha". - concluiria, levantando novamente minha ninjaken e apontando-a para a frente de meu corpo. Lutar contra um oponente sem que eu pudesse ser capaz de vê-lo não aparentava - pelo menos naquele momento - ser algo que eu devesse me preocupar. Afinal, eu ainda tinha o apoio de minha audição.

Não sei dizer se o que eu estou prestes a fazer era minimamente racional, mas há um velho ditado que diz que "quem não arrisca não petisca". Basicamente, eu cerraria meus olhos, de maneira que a esbranquiçada névoa fosse substituída por pura escuridão. Está enganado quem pensa que é tudo a mesma coisa: afinal, qual seria a diferença entre não enxergar numa névoa e não enxergar por ter simplesmente unido as pálpebras dos olhos? É simples: ao cerrar os olhos, eu buscava extrair o máximo potencial da minha audição, ao optar por ficar dependente de apenas um sentido ao invés de dois, visto que eu acredito vigorosamente que o trivial fato de manter os olhos abertos acabaria me desconcentrando. Estando de olhos cerrados, eu adotaria uma táctica defensiva relativamente ousada: me moveria vagarosamente na ponta dos pés para a esquerda(até que eu tivesse me afastado consideravelmente da minha posição inicial) e, após isso, ficaria parada. Bem, não completamente parada, como se eu estivesse esperando por um golpe mortal de meu oponente, sabe? Na verdade, além de me manter inerte, eu cessaria minha respiração por alguns segundos(vale mencionar que, sempre que possível, eu tentaria fazer isso), para que tanto minha respiração quanto meus batimentos cardíacos(que ficariam mais devagar)não me atrapalhassem agora: o momento em que eu tentaria localizar Zaki utilizando minha audição. Por mais furtivo que ele fosse, havia a chance dele cometer "erros", como fazer um barulho indesejado, pisar em uma tábua solta ou até mesmo os fatores fisiológicos dele(tal como batimentos cardíacos, uma "fungada" mais forte com o nariz ou, quem sabe, uma tossida). Caso eu fosse capaz de localizar meu inimigo, minha postura defensiva adotada seria bem..modesta. " Tudo que eu preciso fazer é me afastar.. " Pelo fato de eu não saber como Zaki iria atacar(por cima, pelas laterais ou até mesmo próximo ao chão) - e depender simplesmente da audição para "prever" por onde ele atacaria soava absurdo até para mim - meu ato defensivo, em geral, consistiria em eu simplesmente realizando pequenos saltos suavemente, com as pontas dos dedos, para a região que mais me afastasse de Zaki, no intuito de ficar longe do alcance da ninjaken dele. Não só isso, por medida de seguranças eu manteria a ninjaken em frente ao corpo, à cerca de uns 60 centímetros, paralela à meu peito, girando o pulso em 90 graus tanto para a direita quando para a esquerda de maneira ordenada, para tentar me defender de qualquer ataque(realizado por cima/pelas laterais) inesperado que Zaki direcionasse à região próxima ao meu tórax. Se eu não fosse capaz de descobrir a localização de meu oponente, eu - prepara-se para a idiotice - começaria a correr aleatoriamente pelo local. - Por que você não tenta me matar, seu merda? - Tentaria, assim, fazer com que Zaki saísse correndo atrás de mim ou simplesmente me respondesse(no melhor dos casos). Tendo descoberto a localização dele, minha postura defensiva seria de acordo com a citada previamente.

No mais, eu esperaria pacientemente por oportunidades de ataque, visto que eu estava lutando de maneira defensiva. Tirando o fato de que eu buscava me afastar de Zaki mediante a aproximação deste, eu, trivialmente, iria me mover(circulando-o de longe) em direção às costas dele. Ou melhor, à posição contrária a que ele se dirigia. Tendo sido capaz de ficar às costas dele, eu me moveria de maneira furtiva, agachadamente, aproximando-me dele. Caso eu fosse capaz de me aproximar, eu me levantaria e o seguraria no ombro com a mão esquerda, fincando as garras de minha neko-te na pele do mesmo. Paralelamente a isso, eu, com a ninjaken na mão direita, o apunhalaria inúmeras vezes, nas costas, segurando meu espadim como se fosse uma faca. Eu só cessaria quando eu me cansasse ou - preferencialmente - Zaki estivesse morto. Vale mencionar que, caso ele se virasse rapidamente após sentir minha neko-te sendo fincada sobre seu ombro (quando eu digo "ele se virando" quero dizer a ninjaken do mesmo se movendo tão rapidamente que, por tal motivo, eu seria capaz de ouvi-la vindo em minha direção devido à resistência do ar imposta à arma), eu, ao invés de tentar apunhalá-lo inúmeras vezes, me moveria indo em direção contrária ao giro de meu oponente e, segurando a ninjaken pelo cabo e mantendo-a voltada para baixo, cravaria a ninjaken no crânio de meu oponente.

Se, durante a minha aproximação de Zaki ele desse indícios de que começaria a se mover para a região contrária, - indo em meu encontro - eu cessaria minha movimentação, ainda me mantendo agachada e, assim que ele estivesse a cerca de 10m de distância, eu me levantaria e, demonstrando uma boa aceleração, me aproximaria do mesmo. Assim que a distância que nos separa fosse relativamente próxima, eu seguraria a ninjaken com ambas as mãos e daria um impulso para cima e para frente, eu realizaria um corte com a ninjaken, mantendo-a acima da cabeça, enquanto realizaria um "mortal" para frente(tmj, Katsuo). Além de realizar o corte durante a acrobacia, eu pousaria no chão agachando-me, para que o corte fosse mais longe e, assim sendo, causasse mais ferimentos.


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MensagemAssunto: Re: II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido   II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido - Página 2 EmptyDom 22 Jul 2018, 15:52

Apesar da situação, Chinatsu não podia deixar de responder seu oponente a altura, se comparando com a figura de uma águia em resposta a auto-comparação de Zaki com uma cobra. A ninja estava num terreno que talvez não a favorecesse, mas seu sentidos a favoreciam.

Fechando seus olhos, ela utilizava de seus conhecimentos de furtividade a seu favor naquele ambiente, prendendo a respiração e movendo-se com a ponta dos pés pelo local, para o lado. Ela ouvia o som de uma lâmina cortando o vento, e ao seu lado a ninjaken de Zaki passava provavelmente, mas não acertando-a.

O movimento aumentou um pouco a respiração do pirata, o que fez com que Chinatsu, com sua audição aguçada, conseguísse localizá-lo. Ela contornava o mesmo, mas via que ele também se movia. Era como se os dois dançassem pela sala um do outro.

Akana se via numa posição aparentemente favorável, provavelmente as costas de seu algoz, cravando sua neko-te em um dos ombros do pirata, e começando uma tentativa de apunhaladas em suas costas, com a ninjaken. Zaki recebia dois ataques, um totalmente efetivo com a garra, e um corte que era para ser apunhalada, mas que era evitado com o rápido tempo de reação do assassino.

Ele se virava e antes que Chinatsu conseguísse ter uma reação de esquiva, ouvia as palavras dele acompanhadas de um ataque. - Se fodeu... - E, de maneira veloz, a lâmina da arma passava por debaixo do nariz de Chinatsu, produzindo um corte horizontal limpo acima de sua boca. Mas não parava. Vinha então, na mesma sequência, um diagonal pelo tronco, que fazia um corte desde seu ombro esquerdo até... Até a alça de sua mochila abaixo da axila direita, e então ela tinha seu tempo para uma esquiva, do último corte da sequência do pirata, que provavelmente seria na altura de sua cintura, ela ouvia.

O movimento de Chinatsu para o lado seria perfeito para então cravar a ninjaken no crânio do pirata, se não fosse sua mochila que escorregava um pouco para o lado, por conta da alça arrebentada, descendo pelo braço esquerdo, atrapalhando a movimentação.

Zaki era também astuto, e percebendo aquilo, acertava um chute frontal no abdome de Chinatsu, fazendo ela ser empurrada para trás e bater, não com muita força, com as costas na parede, ao lado da figura humana dilacerada presa na parede. Ela notava que era a mesma por um barulho de vômito, para então vir o fim do som fraco de sua respiração. Devia ter morrido. A névoa permanecia como antes, mas não era como se Chinatsu - agora com dois ferimentos - soubesse disso afinal, ainda estava de olhos fechados.

- Então a garotinha sabe lutar de olhos fechados é...? - O assassino caçoava, em algum lugar naquele breu. De certa forma, ele estaria ferido também.

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MensagemAssunto: Re: II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido   II: Término da inércia. Em busca do que foi perdido - Página 2 EmptySex 17 Ago 2018, 04:37




Hunter


Após ter tido a brilhante ideia de lutar mantendo os olhos cerrados, acredito que eu possa dizer com autenticidade que  não compensa os riscos. Eu me encontro com dois ferimentos - sendo um destes na face - e estava ao lado de um cadáver. Infelizmente, eu sequer havia sido capaz de interrogar o homem que Zaki vinha torturando. Ah, eu queria ter sido capaz de salvá-lo, também, por mais que esta não fosse minha intenção original. " Mas que porra.. Nessas horas uma ajuda faz falta.. " Eu passaria os dedos indicador e médio da mão esquerda(não com as garras) na região abaixo de meu nariz, realizando a mesma ação, seguidamente, em meu ombro esquerdo para que, tateando os ferimentos, eu fosse capaz de tomar ciência se os mesmos iriam prejudicar minha movimentação. " Eu sou uma idiota.. " O proceder da captura desse maldito teria sido bem mais fácil caso eu tivesse deixado o orgulho - e as lembranças de uma Capitã Hana entristecida - de lado, tendo chamado Katsuo para me auxiliar nesse combate. Todavia, eu não poderia me dar ao luxo de ficar imaginando possibilidades. "Se" o Katsuo estivesse aqui, ou "se" eu tivesse roubado a loja com êxito são atos imutáveis, presos no passado. O "agora" estava na minha frente, além de uma fumaça esbranquiçada e um pirata fodido e insano(exatamente nessa ordem).

- Eu quis te dar uma chance de me ferir antes que eu te matasse, sabe. - Claramente aquilo era uma mentira, mas mesmo assim eu não diria para um inimigo palavras como "Parábens! Você é bom mesmo, faz de novo, faz!" ou então "Boa". Era necessário que eu mantivesse a compostura perante a presa à minha frente. Eu abriria lentamente os olhos e, para que a mochila não me atrapalhasse, eu optaria por tirá-la, colocando-a na parede que se encontrava atrás de mim. Eu, por precaução, colocaria o livro que contava a história de Baterilla dentro de minhas vestes, mais especificamente na região em frente ao coração. Sabe-se lá se, por alguma ironia do destino ou não, o livro viria a ser útil, seja para arremessar em meu oponente ou simplesmente amenizar - mesmo que minimamente - um golpe fatal direcionado àquela região.

Apesar de agora eu manter os olhos abertos, eu continuaria atenta em relação aos movimentos do pirata, buscando descobrir sua posição pelo som. Eu me moveria agachada, por mais que minhas ações posteriores indicassem que eu tampouco fazia questão de agir furtivamente. - Nunca vi um pirata tão cagão, puta merda..Vai ficar se escondendo atrás dessa fumaça até quando? - Eu não esperava, na verdade, que meu oponente levasse isso como uma provocação, muito pelo contrário: a minha breve batalha com o mesmo me fizera perceber que ele - apesar de astuto - era um insano de merda. Eu esperava que ele risse ou gargalhasse após minhas palavras, ou qualquer ação típica de um homem que parecia se divertir com a morte. Após minhas falas, caso o homem avançasse em minha direção - pelo fato de eu ter "imprudentemente" exposto a minha localização -, fazendo barulho enquanto se movesse, eu realizaria um rolamento - horizontalmente em relação a mim - contra a direção de seu espadim, sendo meu movimento impulsionado pelas pontas dos dedos dos meus pés, com o intuito de desviar do mesmo mais rapidamente. Eu tinha fé que minhas habilidades acrobáticas - graças ao Katsuo - não me deixariam na mão. - Ai está você.. - Eu diria, me portando de pé rapidamente após concluir o rolamento (se Zaki continuasse atacando, sem deixar que eu me levantasse, eu continuaria realizando acrobacias no chão, até que estivesse enfim consideravelmente afastada e pudesse me levantar sem correr riscos). Estando enfim frente a frente com o bandido, eu adotaria um estilo de combate mais adequado à uma ninja: ao invés de ficar tentando realizar cortes como uma espadachim (postura esta que eu vinha tentando induzir Zaki a se habituar enquanto lutava comigo, forçando-o a se defender de tais golpes bloqueando com a espada), eu me portaria como uma ninja, realizando estocadas e apunhaladas velozes. Meus ataques se baseariam, à primeira instância, golpes cortantes normais em diagonal(variando entre direita e esquerda), realizados com a ninjaken, enquanto andaria para frente, na tentativa de pressionar Zaki a se manter na defensiva. Esses golpes estavam sendo feitos para - ironicamente - serem efetivamente bloqueados por Zaki, de maneira que ele se adequasse a defender tais ofensivas. De tempo em tempo, após um número premeditado de golpes com minha ninjaken, eu realizaria uma estocada com a ponta da ninjaken, mirando regiões no torso do homem que - pelo menos para mim, uma "semi-leiga" (saber onde o coração e os pulmões se encontram já está de bom tamanho) em relação à anatomia - abrigasse órgãos vitais do mesmo, pressionando a arma na carne do mesmo por um tempo e, seguidamente, retornaria à postura que eu vinha adotando. A "imprevisibilidade" dos golpes se daria pelo fato de que eu apenas realizaria estocadas após um número de golpes em horizontal com a ninjaken de acordo com a sequência de Fibonacci(1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21..), cessando no sexto número da sequência (oito) e retornando ao inicial, para tentar atingi-lo dessa maneira inúmeras vezes.

Se porventura durante meus ataques Zaki tentasse contra-atacar, eu adotaria uma defesa - não somente quando o pirata contra-atacasse, mas sim uma postura defensiva integral - em relação à cada possível local do meu corpo sendo alvejado pelo homem. Caso minha cabeça fosse o alvo do homem, eu me abaixaria rapidamente, mantendo os pés firmes no chão e um dos braços (o com a ninjaken) em diagonal, em frente ao meu corpo, para caso o homem tentasse me chutar novamente. Golpes realizados pelo homem que buscavam atingir as laterais do meu corpo, fosse por uma estocada ou corte forte, eu tentaria bloquear com a lâmina da minha ninjaken, movendo-a até 60º para a direita ou para a esquerda conforme a necessidade. Ataques buscando o centro do meu corpo seriam desviados com pequenos pulinhos para trás, girando também minha cintura contra a direção do golpe, a fim de desviá-lo. Independente da maneira que eu desviasse, eu também procuraria agarrar a articulação úmero-radial (responsável pela capacidade de dobra do cotovelo), cravando as garras da neko-te no braço do homem, para incapacitá-lo de manusear a arma naquele instante e, não só isso, também buscava impedi-lo de se afastar de mim. - Boa estadia no inferno. - Eu, com a mão direita, levaria minha ninjaken até atrás do corpo, movendo moderadamente meu ombro. Sem aviso prévio, eu enfim realizaria o movimento de ataque, que consistiria em minha ninjaken avançando rapidamente contra o torso de meu oponente, de forma que eu tentaria cravar o espadim o mais fundo possível no corpo do pirata. Enquanto estivesse realizando tal movimento, eu manteria a perna direita elevada, em frente ao corpo, para me prevenir de golpes surpresas que o homem poderia tentar efetuar. Além disso, eu me manteria atenta para caso se fizesse necessário que eu pulasse, visto que Zaki poderia tentar se aproveitar do fato de eu estar com apenas um pé no solo para tentar me derrubar.

Havia uma última possibilidade, também, que consistia em eu descobrir a localização de Zaki antes que o mesmo me atacasse. " Que a sorte esteja a meu favor.. "Eu canalizaria minha audição por cerca de dois segundos e, após ter feito isso, eu avançaria em direção ao meu oponente, saltando velozmente de um lado para o outro, enquanto realizaria a aproximação. Por pular suavemente - apenas as pontas dos dedos de meus pés encostariam no chão - eu tinha fé de que o mesmo não me notaria. Estando a um metro de distância de Zaki, eu procuraria realizar dois cortes na região abdominal do homem, estando ele com o dorso ou o torso voltado para mim. - Night Raid! - Gritaria, ao realizar o golpe. Caso minha tentativa de aplicar a técnica fosse falha, eu me afastaria, dando um salto para trás antes que minha integridade física fosse posta - mais - à prova. Feito isso, eu agiria ofensiva e defensivamente de maneira similar a anteriormente apresentada.



OFF:
 
Night Raid:
 
Objetivos:
 
Histórico:
 
Katsuo:
 
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