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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Nationbreaker I

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MensagemAssunto: Nationbreaker I   Nationbreaker I EmptySex Maio 18, 2018 7:48 pm

Nationbreaker I

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Pearl. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Nationbreaker I   Nationbreaker I EmptySab Maio 19, 2018 5:31 pm

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"I'll always be greater than you, and more beautiful!"



Com os seus passos, apesar de delicados, não conseguia impedir que se sentisse cada um dos seus movimentos pelos habitantes, afinal, os seus dez metros de altura não permitiam que se passasse despercebida. Contudo, não podia estar menos importada. Esvoaçava a juba do seu casaco com opulência em cada pisotear daquele chão atarefado, tentaria não pisar ninguém, mas não se dignou sequer a olhar para baixo, pois, caso acontecesse, a sua clara superioridade não iria sequer tremelicar com algo no seu salto. Sim, pois porquê ter dez metros quando se pode ter mais uns dois metros, os seus sapatos são uns dos seus adorados pares, tudo o que os habitantes conseguiriam ver se olhassem para ela seriam a sola vermelha-sangue e o salto de agulha escarlate, reluzindo. Dando continuidade ao seu desfile, o rasto do seu longo casaco não tocava o solo por sorte, mas de tão fino que era, deslizaria facilmente por qualquer obstáculo, afinal, era possível ver através dele, um longo véu para mais uma camada de apreciação pela gigante.

De olhos no resto da avenida, seguia em frente, enquanto uns corriam, precisava de, no máximo quatro ou cinco passos para lá chegar, felizmente, esta procuraria com a sua vantagem aérea o edifício com a altura ideal não só para sentar, como também para conseguir observar toda a rua. Assim que o encontrasse, só precisava afastar delicadamente o seu casaco para que não ficasse preso e, então, sem sequer ponderar algum contratempo, sentar-se no telhado do edifício. As suas pernas cruzadas por sorte, tapariam apenas uma janela ou outra, isto é, se este as tivesse. Contemplativa, finalmente, lança algum tipo de reação ou emoção ao seu estado. Credo! Não podia estar mais entediada... Esta maldita ilha não tem nada do meu tamanho! Dizia, deixando escapar um longo e mau-humorado suspiro, o culminar da sua impaciência, do seu aborrecimento eterno, não havia nada de novo, nada de interessante e, sinceramente, a seu ver, parecia que aquela ilha iria permanecer "pacata" para todo o sempre! Já estive demasiado tempo aborrecida... pensava consigo mesma, mantendo sempre no fundo da sua memória, apesar de não o admitir, o seu isolamento de cinquenta e um anos. Como podia ela estar aborrecida de um mundo que só conhece há três pequenos anos? Um enigma é verdade, no entanto, a sua vontade de viver e experienciar a ideia que tinha do mundo acabaram por, ironicamente, levar apenas a expectativas muito mais altas que a própria, por isso, assim que chegou a Conomi, tudo o que encontrou foram desilusões.

Sobre um olhar soberano, perito em detalhes e assim que se sentasse, refastelando-se no telhado e batendo ritmadamente as unhas neste, como quem tenta enganar o tédio, banhava as pessoas num incessante busca, afinal, podia ser chata, mas quem sabe, a ilha pode sempre ter algo a oferecer, uma última réstia de esperança para este infortúnio nada prazeroso. Se com uma vida "normal" não conseguia achar adrenalina, talvez no mundo do crime fosse diferente, por isso, desviaria agora a atenção para todos os becos que conseguia encontrar, ou locais com um ar rude e bruto, o ideal para começar a criar ligações. O seu objetivo era, agora, procurar algum criminoso ou criminosa que pudesse enganar, brincar talvez, o importante era obter informações e, quem sabe, "comprar" algo que lhe pudesse servir.

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MensagemAssunto: Re: Nationbreaker I   Nationbreaker I EmptyQua Maio 23, 2018 8:05 pm


Pearl! A Gigante Em Conomi Island!



O Sol havia acabado de nascer, era possível ver o clarear de um novo dia, apesar de o céu estar totalmente nublado e o frio assolar o lugar não importando o que acontecesse. Esse parecia ser só mais um dia normal em Conomi Island, algumas pessoas começavam a abrir seus estabelecimentos, crianças saiam na rua para brincar, outras saiam para trabalhar nas fazendas ao redor da região, nada de anormal ocorria naquela ilha já fazia um bom tempo, pelo menos desde a retirada dos tritões, os revolucionários tem tomado conta das coisas ou ao menos tentado contar, afinal, volta e meia um ou outro pirata começa a fazer de suas atrocidades pela ilha, mas costumam ser parados ou ir em bora pouco tempo depois.

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O que os habitantes de Conomi não esperavam ver naquele pacato dia era um titã passando pela muralha uma gigante andando por ai, algo que muitos achavam ou tinham certeza de que não passava de uma lenda ou história para crianças dormirem andando pelas ruas de Hiirotown, a gigante não ligava para ninguém, ela apenas ia caminhando de maneira que para ela era algo totalmente trivial e normal, o que não era normal, era esse mundo pequeno onde nada era feito em escala ou proporção para que pudesse ser usado de uma boa maneira por um gigante. Algumas pessoas arregalavam os olhos e ficavam em choque vendo a cena, outras simplesmente fugiam sabe-se lá para onde gritando, os pais das crianças puxavam elas para suas casas, lojas fechavam, mas nada disso incomodava Pearl, a gigante que passou maior parte de sua vida trancada, tudo que ela queria era um local para se sentar e observar a cidade.

Não demorou muito, alguns minutos depois de adentrar pela cidade, após andar um pouco, a giganta vê o que para humanos seria um pequeno prédio, mas para ela, não passava de um assento digno de sua grandiosidade, ela se aproxima do lugar ignorando tudo de trivial que ocorria a sua volta como as pessoas fugindo que para Pearl não chegavam nem perto de serem dignos de sua atenção devido a sua inferioridade perante ela. Simplesmente se senta no edifício, quebrando algumas para não dizer várias telhas do prédio e começa a observar as ruas procurando por criminosos, o estranho era que ao olhar, não havia ninguém nas ruas, todos simplesmente haviam fugido da giganta que colocou o terror na ilha apenas com sua estrondosa caminhada ao desfilar pelas ruas da cidade da qual havia chegado a pouco.

Pouco tempo depois de sentar, enquanto pensava em como encontrar um criminoso para brincar e se divertir, ao fundo vê um homem de meia-idade vindo em sua direção com outros quatro mais jovens logo atrás o seguindo, esse homem não possuía o braço esquerdo, usava um chapéu marrom e roupas sociais pretas, coisa que não era tão comum, pelo menos nenhum dos humanos que a giganta havia visto até agora andava tão bem vestido, além disso, carregava uma katana no lado direito de seu corpo, os outros homens vestiam camisas brancas, dois de manga comprida e um de manga curta, o quarto usava uma jaqueta marrom, todos com espadas também. Quando a giganta nota a presença dos homens, eles já estavam bem próximos, então o que estava na frente e parecia liderar os outros fala bem alto, praticamente gritando para ver se aquela gigante conseguia o entender e responder seus questionamentos, isso tudo naquele lugar que mais parecia uma cidade deserta pelo menos até onde os olhos de Pearl que estava sentada em um prédio alcançavam, com certeza aquelas pessoas tinham medo de gigantes, mas o homem perguntava sem medo, com uma voz alta e confiante, parecia estar pronto para qualquer coisa.

- Eu sou Grambos, me diga, o que quer em Conomi Island? Seja lá o que você for. -


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MensagemAssunto: Re: Nationbreaker I   Nationbreaker I EmptyQui Maio 24, 2018 5:21 pm

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"I'll always be greater than you, and more beautiful!"




- Ahn? - desviava o olhar numa súbita busca pelo nevoeiro, afinal, aquela voz teria que vir de algum lado. Numa procura repentina encontrou-se a descer o olhar, vira-se obrigada e descer do seu pedestal, abdicar, por segundos, da sua evidente superioridade, teria que olhar para baixo, para os seus inferiores de modo a perceber quem é que se dirigia a ela, como se fossem iguais! - Ai ai... - simulava com um mero gesto de mão para que o sujeito baixasse o tom, conseguia ouvi-lo perfeitamente, para não falar que detesta gritos. Num intuitivo movimentar, permitia que as suas colossais pernas descansassem, agora, ao contrário pois voltaria a cruzá-las, mais uma evidência do seu aborrecimento com aquela tépida cidade. O desinteresse que sentia na ilha conseguia ser ainda maior do que ela, por isso, não conseguiriam imaginar o seu contentamento ao ver algo tão estranho tão rapidamente. As reações habituais que a perseguiam eram exatamente o oposto, fuga, pânico, medo, já estava tão habituada que pareciam normais, a sua ausência sim, seria fora do comum aos seus olhos de artesã. Reparara em cada pormenor daquelas ruas e nada, nem uma única pessoa os teria no sítio para permanecer na rua juntamente consigo, ultrajante e, ao mesmo tempo, reconfortante. A ironia daquela situação era-lhe salutar. Tudo o que queria era conversar, brincar talvez, no entanto, era o mais difícil. Falar sozinha nem sempre tem graça e, infelizmente, já o fez durante demasiado tempo!

Para sua sorte, aquele bando de homens lá consegui vasculhar um pouco de coragem nos seus reduzidos corpos, algo que, já de início, lhe chamara à atenção. Não era todos os dias que se atreveriam a sequer olhar Pearl nos olhos, quanto mais falar com ela. Digo, gritar!

Inclinar-se-ia um pouco para a frente, queria mergulha-los no seu olhar, envolvê-los, pouco a pouco, como que se tratasse de um abraço, um abraço longo, frio e sufocante de uma cobra prestes a devorar a sua presa, ainda em pânico. No entanto, não mexia um músculo, o seu rosto entediado, apesar de exalar intimidação, não se movia, possivelmente essa era a fonte do medo dos habitantes, a indiferença da gigante perante todos os outros. - Grambos? O seu nome não me é estranho... Já nos conhecemos antes? - perguntaria, enrolando, permitindo que observasse e, num ápice, deduzisse ao máximo os motivos tanto quanto o potencial perigo que eles representariam. Os homens não causariam nenhum tipo de interesse, porém, aquele que ousava abrir a boca num frente a frente de tamanha magnitude exigia, no mínimo, alguma cautela, apesar do único braço parecia bastante confiante. - Que rude, nem perguntou o meu nome... Devia arranjar melhores maneiras Sr. Grambos. - inclinar-se-ia ainda mais para a frente. - Aproxime-se. - colocaria a mão sobre o solo, queria que este subisse, que se juntasse a sí no telhado, interessou-a, quem sabe, poderá servir de fonte.

Caso este livremente se pusesse ao seu dispor, aproximá-lo-ia de si, ficaria tão perto do seu rosto, como das correntes que ornamentavam o seu pescoço e peitos. Pretenderia continuar e aprofundar a conversa, contando sempre com os seus comentários e respostas rápidas, venenosas e precisas. Nunca deixara uma batalha de palavras perdida, não pretendia começar a fazê-lo agora, por isso, perguntaria, que o homem se aproxima-se ou não:

- Diga-me, Sr. Grambos, o que acha que eu quero? - sorria, perversa, a sua vaga pergunta teria apenas um motivo, entender o indivíduo, se perceber como ele pensa, poderá perceber as suas intenções sem precisar de lhas perguntar. Um tiro no escuro, é verdade, no entanto, não é conhecida por falhar, afinal, a sua dimensão facilita bastante. - Ah! E deixe-me avisá-lo de algo. - comentava, docemente - Não me aborreça, seria uma pena ter que esborrachar alguém. - afirmaria com um fulgor com o dobro do seu tamanho, por momentos, a sua atitude relaxada e entediada tomou proporções perigosas, o seu pavio curto começava a manifestar-se, pois, apesar de Pearl ser grande o seu temperamento era mais pequeno que o de um humano normal.

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MensagemAssunto: Re: Nationbreaker I   Nationbreaker I EmptyQui Maio 24, 2018 8:33 pm


Aparece Grambos! A Célula De Revolucionários Aurors!


Aquela bela gigante não era só grande em tamanho, seu ego e temperamento também transcendiam o normal de uma pessoa comum, não se intimidava nem um pouco com aqueles seres menores e aos seus olhos até mesmo inferiores, nada que ocorria ao seu redor a empolgava, a situação não passava de mais um dia comum para Pearl, pessoas que não conseguem testemunhar sua grandeza não é algo anormal no dia a dia de um gigante no mais fraco dos Blues. Mas, entre os homens, um a interessou um pouco mais que os outros, aquele que teve coragem de levantar suas palavras para garota, ao olhar para baixo e o observar melhor, percebe que os outros estavam um pouco abalados diante de sua presença, nem que fosse um pouco, mesmo de longe, ela conseguia perceber uma certa tremedeira diante dos homens, mas isso não a incomodava ou servia de alarde para que desse alguma importância. Pearl diante daquele homem que se atreveu a falar com ela mesmo que berrando decide o responder e o homem continua gritando como se fosse um maluco na rua, talvez não soubesse que gigantes conseguem escutar normalmente e não chegam nem perto de uma audição ruim, de toda forma, ainda era possível notar confiança e nem uma gota de medo em suas palavras.

- Impossível, nunca havia visto uma giganta ou algum ser vivo tão grande nessa vida além dos Reis Dos Mares, agora responda minha pergunta. -


Vendo coragem no homem que falava com ela, decide aturar nem que fosse minimamente tamanha ousadia, se inclina um pouco e desce sua mão para que o homem suba, assim que sua mão toca o chão, poeira sobre junto de uma pequena ventania, um dos homens que estava logo atrás de Grambos não se aguenta, simplesmente sai correndo dando um grito -HAAAAAAA. que começa a ecoar pelas desertas ruas da cidade que estava vazia graças a presença impetuosa da gigante que sequer precisou fazer algo fora do comum para criar o caos no lugar, sua mera presença havia sido o bastante para acabar com qualquer coisa que estivesse ocorrendo no lugar. Tanto Grambos quanto a gigante que sequer dava a mínima não se importam com o homem, nenhum se dignou a olhar para aquele que temia algo tão simples para alguns, mas que pode aterrorizar o coração de um desavisado, uma gigante sentada em um prédio. Grambos que estava com sua única mão sobre o cabo de sua espada sobe na mão da gigante que logo o ergue de modo que para ela fosse um pequeno movimento, mas fazia com que as roupas do homem e seus cabelos se mexessem descontroladamente como se estivesse a altas velocidades.

Era uma cena anormal para qualquer um, um humano normal nessas horas estaria morrendo de medo, não é qualquer um que se proporia a subir na mão de uma gigante desconhecida por vontade própria, o perigo era mais do que eminente, mas Grambos não se abalava nem um pouco, aquilo parecia ser algo normal para ele, por mais que todos soubessem que não era. A gigante então o questionava sobre sua pergunta juntamente de uma indagação sobre o seu temperamento nem um pouco tolerante, logo que eles ficavam face a face ou corpo a face levando em conta a proporção dos dois, Grambos solta uma gargalhada em cima da mão da giganta escutando sua pergunta infame e a respondendo com um tom bem mais carismático e divertido que antes, sem toda aquela seriedade, mas ainda sem demonstrar nem um sinal de medo sequer.

- Gyahahahaha. Você é engraçada minha jovem, andando por ai e causando o caos, bem, se eu tivesse que supor, levando em conta que você não matou ninguém e nem destruiu nada além desse telhado que está usando de assento, diria que ou está perdida ou está vivendo sua vida e não é bem compreendida. -


Logo depois de sua frase, ele dava uma olhada para Pearl analisando sua reação diante de sua resposta, parecia que aquilo não era uma simples conversa, um estava analisando o outro tentando descobrir o que se passava e se um laço de confiança poderia ser formado. Ainda assim, Grambos não parecia ter nada a temer ou para esconder da giganta, simplesmente solta sua espada em sinal de confiança, levanta seu único braço levemente dobrado, com a face da palma de sua mão virada para cima e fala de maneira mais culta e até de certa forma elegante se considerado suas falas anteriores, algo que nem Pearl conseguia deduzir com certeza se passava na mente daquele homem.

- Minha cara, perdoe meus modos, você não parece saber necessariamente quem eu sou, basicamente sou Grambos, o fundador e atual líder da célula revolucionária Aurors e protetor de Conomi Island. Agora me diga, quem é você? E porque está andando pela cidade criando o caos? -

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MensagemAssunto: Re: Nationbreaker I   Nationbreaker I EmptyQui Maio 24, 2018 9:33 pm

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A tentação de, num mero gesto, apertar e espremer a vida daquele homem com apenas uma mão aumentava a cada segundo, espalhava-se como uma peste provocadora e perversa, era tão fácil, tão rápido. A efemeridade da vida humana nas suas mãos era tremenda, Grambos assemelhava-se a um boneco, um brinquedo para a maior criança uma vez vista. Contudo, a falta de noção do sujeito interessava-lhe, já não assumia aquilo como coragem, talvez, pura estupidez ou burrice, muito provavelmente o homem desconhecia o medo, uma imprudência fantástica! Pearl também dificilmente o encontrava, talvez os dois tivessem mais algo em comum do que o visto em primeira mão. Não precisara olhar sequer para perceber o tremelicar receio dos camaradas de Grambos, achava até que um tinha fugido, pareceu-lhe ouvir um grito, contudo, estava demasiado intrigada com o velhote para se importar, isto é, também não se iria importar normalmente.

Agora em suas mãos, a conversa tornava-se deveras peculiar, as iniciais hostilidades por parte do outro pareciam ter acabado de forma súbita, como se fosse uma outra pessoa por completo. A isto, limitava-se a olhar por segundos, pensativa, no entanto, abriu os lábios, sempre com a sua sisuda face, reagiu, por fim. - Hehe! - seria o suficiente para se alegrar, a descontração do velho ter-lhe-ia acalmado o espírito, algo não muito fácil de fazer, o seu histórico impulsivo bem o comprova. Deixava que lhe escapasse um sorriso, sincero, achara piada ao homem, ele conseguira perceber o porquê da sua chegada, com poucas suposições acertou nos seus motivos, geralmente, Pearl era sim, incompreendida, parte pela sua aparência, eram raros aqueles que ficavam perto o suficiente para conversar com alguém do seu tamanho. Inclinava o rosto para a direita, ligeiramente, revelava, também, já alguma confiança, aliás, ao menor movimento agressivo, limitar-se-ia a atirar a vítima para bem longe, contudo não parecia ser o caso, por isso, pousando o outro antebraço sobre o telhado, apoiou-se, conversativa.

- Caos? - indagou, confusa, já se tinha esquecido por completo da cidade, a importância que lhe atribuía era tão mínima que, sinceramente, o seu pequeno passeio não lhe parecera nem um pouco prejudicial, bem, talvez para o dono do edifício, mas também não lhe interessava. - Nem reparei nisso velhote! - pausou, voltando da sua expressão de indiferença para uma segunda análise ao sujeito - Com que então você é um, como disse? Revolucionário? Mas não precisa de haver uma revolução para isso acontecer? - questionava, afinal, nunca ouvira falar de tal coisa, os seus três anos de liberdade permitiram muitos conhecimentos novos, porém, células revolucionárias não era um deles. Estava decidida a saber mais, por momentos esqueceu-se, até, de se apresentar também. - E contra quem teria uma revolução? Ver um líder protegendo uma cidade em vez de invadir outra é estranho... certo? - afundava-o com questões, parecia até uma criança de uma curiosidade monstruosa, só a ideia de algo novo enchia-lhe o coração com ansiedade, ficava empolgada que todo o tédio se evaporou!

- Ah, e o meu nome é Pearl, hehe! - estendia, agora, o rosto para a esquerda, dando início a uma nova conversação. - E deixe-me dizê-lo que Aurors parece um nome bastante barato, haha! - largaria uma pequena piada, a sua ironia natural vinha ao de cima como a sua ideia de simpatia, queria manter a cordialidade, tudo o que pretendia eram mais informações.


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MensagemAssunto: Re: Nationbreaker I   Nationbreaker I EmptySex Maio 25, 2018 1:04 am


Conversa Revolucionária! É Feita A Grande Proposta!


Era algo estranho e bastante raro de se ver, Pearl, a garota que ao mesmo tempo era grande em tamanho e aborrecimento, sem falar na imensidão de seu tédio que vez ou outra poderia ser comparado à grandiosidade do oceano, essa giganta de salto alto absurdamente alta se comparada à uma pessoa comum estava sorrindo com o carisma de um reles humano, algo no mundo não parecia nem um pouco certo, mas mesmo com o tempo nublado e frio, a chuva não começava a cair, o céu continuava com um branco acinzentado apenas existindo e aguardando sabe-se lá o que estando tão tedioso quanto a personalidade habitual da jovem. Algo naquele homem de meia idade havia despertado o interesse na gigante, talvez seu carisma ou suas palavras, mas algo o destacava dos humanos medrosos que Pearl geralmente encontrava espalhados por ai fugindo de um ser que se acha tão superior quanto sabe-se lá o que, poucas pessoas teriam imaginação para pensar em algo tão grandioso quanto Pearl considerava sobre si mesma.

Ela se perguntava em voz alta sobre a fala do homem que simplesmente continuava a encarando sem demonstrar a menor reação de medo, mas continuava com um sorriso confiante e astuto, como se Pearl não representasse ameaça alguma para seu ser. O que ele não imaginava era que essa atitude repleta de confiança geraria um interesse beirando a absurdez por parte da garota, afinal, nada do que ela fazia era minimista, tudo parecia ter um exagero enorme de sua parte, seja ter tédio ou se interessar por algo, para alguém com o ego tão inflado quanto uma divindade ou até mais, nada do que fizesse seria visto por si mesma como algo que não fosse grandioso. Seu interesse só levava à perguntas para cima do homem que lá estava na palma de sua mão, apenas a observando e analisando seus movimentos, talvez tentando deduzir se a giganta representava alguma ameaça para ele ou para população, ele então dava uma ajeitada em suas vestes com sua mão e respondia mantendo sua confiança, além de parecer bastante empolgado com o que falava.

- Isso mesmo, sou um revolucionário, na verdade, sim, está havendo uma revolução, onde esteve nos últimos anos? Nosso objetivo é derrubar o Governo Mundial, o impiedoso e maligno governo que acha que pode controlar tudo e todos como entenderem, mas isso não acontece da noite para o dia, temos um longo trabalho a fazer até que tenhamos alguma chance. -

A garota continuava curiosa sobre aquele homem e o que queria dizer tudo aquilo, quer dizer, tecnicamente ela não teve muitos anos de vida ao ar livre para saber de tudo o que estava ocorrendo no mundo, apenas estava vivendo até agora e descobrir coisas novas parecia ser algo realmente importante para seu crescimento como pessoa, mesmo que vindo de um ser que julgasse inferior como um reles humano. Grambos se sentava na palma da mão dela, retirava uma pequena garrafa de dentro de suas roupas, dava um gole e ainda com ela em sua mão continuava com sua conversa ainda no mesmo tom de voz.

- Como eu ia dizendo, o Governo Mundial não está ajudando as pessoas com seu jeito soberano e controlador, tudo que fazem é manipular a população para que continuem no poder se mantendo nos seus padrões absurdos sem ligar para as pessoas, vivendo no luxo as nossas custas, eles escravizam pessoas, sabia? Existem até mesmo gigantes assim como você sendo escravizadas pelo governo, é por essa causa que lutamos, Conomi Island era uma ilha esquecida pelo governo e dominada por tritões, mas conseguimos dar um jeito neles, agora cuidamos da proteção da ilha, tentamos derrubar o controle do governo das ilhas para diminuir seu poder, para então um dia conseguirmos acabar com eles, eu luto pela população, por isso não saio daqui, além de que recruto revolucionários para lutarem por nossa causa, por isso não invado cidades por ai, me compreende? -

Durante as incessantes, porém empolgadas palavras de Grambos, de relance, Pearl percebe que os outros homens não tremiam mais de medo, pareciam ter se acostumado mesmo que de leve com a presença daquele ser colossal, de um jeito ou de outro, pelo menos naquele breve olhar, não pereceram ter medo. Pearl em nenhum momento o teve, ela estava simplesmente ignorando a presença do que não lhe convinha, mas não estava tão entediada, essa parecia ser uma daquelas partes de sua vida... Uma daquelas pequenas partes... Que se chamavam... Felicidade! Ou algo do tipo, afinal, quando se trata de Pearl, algo que lhe cause animação não era tão simples de ser encontrado.

A garota finalmente se lembra de responder seu nome para Grambos que em resposta, faz uma pequena inclinada em seu corpo mexendo seu único braço ainda segurando a garrafa e sentado para a giganta que o tinha na palma de sua mão no sentido literal da coisa. Ela ainda tinha a audácia de fazer piada do nome do grupo do homem que em resposta se levantava dando um sorriso que logo se transformava em uma gargalhada e continuava falando ainda empolgado.

- Gyahahahaha. Realmente, esse nome foi pensado de última hora, mas acabou pegando. Agora, me diga... Eu estou recrutando pessoas para o exército revolucionário e não posso deixar uma gigante vagando por ai e fazendo das casas das pessoas seus assentos particulares, gostaria de se juntar em nossa causa agora que a expliquei? Além disso, posso te chamar só de Pearl? Não sou muito fã de cordialidades... Se quiser, podemos ir para nossa base agora, ela se encontra no norte daqui, eu preferiria ir andando, mas se quiser nos dar uma carona para não ter que nos acompanhar em câmera lenta, não tem problema. Gyahahahaha. -


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MensagemAssunto: Re: Nationbreaker I   Nationbreaker I EmptySeg Maio 28, 2018 3:35 pm

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"I'll always be greater than you, and more beautiful!"



- Posso sempre jogar você daqui velhote, haha! - gargalhava, subitamente, para o espanto dos espectadores, de uma forma doce contrastando com a sua rude dimensão, realmente parecia gostar de Grambos, este não teve nenhum tipo de problema em responder às suas perguntas e não se conteve com as críticas ao governo. Essa atitude crua e sincera era algo que, em comum com a sua, fascinava Pearl, contudo, apesar de gracejar, não conseguia tirar do pensamento aquilo que ele acabara de lhe contar. Nunca fora uma pessoa de compaixão, no entanto, aquelas palavras tocavam-lhe, ecoavam no fundo da sua cabeça com uma voz melancólica e, em simultâneo, desesperada. Uma segunda maré de perguntas dava à costa da sua mente, quem seriam os responsáveis pelos seus anos de solidão, quais os seus motivos, seria o governo? A marinha? Não sabia, porém queria descobrir, a fome pelo conhecimento do seu passado, apesar de não muito importante, pesava, afinal, qualquer sentimento ou memória, para Pearl, tinha o dobro do seu tamanho, era, também uma gigante de emoções, nunca no meio termo.

Repararia, pouco a pouco, a acomodação por parte dos restantes enquanto ouvia Grambos, não se importara antes, por isso, não se importaria agora, mas devia admitir que até lhe achava um pouco de piada ao medo dos civis, a ignorância humana servia apenas para aumentar ainda mais o seu ego, que, por sinal, já não era o mais pequeno. - Como queira. - afirmaria, no seu tom de secura habitual, permitindo que Grambos se deixasse de formalidades, não havia motivos, afinal, já o estava chamando de velho sem sequer o perguntar, nunca teve a intenção de o fazer. Aquilo que menos precisou foi a autorização de outros, muito menos de humanos, não iria agora alterar isso.

Felizmente, por outro lado, a ideia de se tornar uma revolucionária começava a tornar-se palpável, sentia-lhe o sabor, parecia um licor agradável, no entanto, deixando que o seu espírito oportunista emergisse, num sorriso matreiro, questionaria: - Se... Se eu aceitar, o que receberia eu em troca para além da "contentação para um mundo melhor"? - gracejava com a sua característica ironia, claramente, acreditava nesse bem maior, mas não queria mostrá-lo e, juntando o útil ao agradável, porque não conseguir algo que a livrasse do tédio imortal a longo prazo. Caso precisasse, já teria preparada as suas "exigências" que, no momento, eram mínimas:
- Se me vai recrutar, vou precisar de comida e roupa... - continuaria acrescentando, com ênfase, um pequeno a parte - E não me venham com roupas baratas! Ah! - concluía entredentes sorridentes - E vou precisar de um martelo! Hahaha! - terminaria.

De exigências tão gigantes quanto ela, colocaria a contra-proposta na mesa, seriam estas as condições para que a gigante deixasse de atormentar a "pobre" cidade ao ver do homem, não havia motivos para não se aproveitar, afinal, ter-se-iam conhecido à pouco, apesar de agradável, ainda não era seu amigo. Voltaria, repentinamente, antes de ouvir a resposta do velho, quase como se ele fosse obrigado a aceitar as suas condições, à questão da deslocalização, assim, não se ensaiaria nada em pegar em Grambos pelas vestes com a outra mão. Erguia-se, finalmente, deixando que o prédio sentisse saudades aliviantes da sua presença e ocuparia, por fim, os seus valentes dez metros de pura beleza. - Se quer uma carona, vai ser do meu jeito também. - pendurado pela roupa, levantaria Grambos até à sua linha de visão, perguntando, de seguida: - Então, qual o caminho velhote?

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MensagemAssunto: Re: Nationbreaker I   Nationbreaker I EmptySeg Maio 28, 2018 6:47 pm


Pedidos Aceitos! A Célula Revolucionária!



A garota gigante não se convencia tão facilmente com os ideais de Grambos, ela não queria simplesmente lutar pelos outros sem nada receber em troca, a pior parte que à assolava era seu tédio para com esse mundo de coisas pequenas que a circundava, quase nada era de seu tamanho ou se adaptava à mesma, ser gigante não era uma das coisas mais fáceis nesse mundo, acabava que tudo ficava relativamente chato e rotineiro sem poder inovar com as regalias feitas exclusivamente para os humanos. Grambos olhava firmemente para garota, dava mais uma golada em sua garrafa, então a vira de ponta cabeça percebendo que estava vazia, novamente, nas mãos de Pearl, ele se levanta e encarando a gigante pronuncia algumas palavras ainda sem medo e firme para convencê-la a se juntar ao exército revolucionário e lutar por uma causa que para ele era tão grande quanto aquela que o segurava.

- Bom, você não parece se divertir muito vagando por ai e simplesmente vivendo uma vida sem objetivos. Se você se juntar à nós poderá viver incontáveis aventuras enquanto luta por uma causa maior, o que me diz Pearl? Quer se juntar ao exercito revolucionário? É bastante divertido! Gyahahahaha. -

Após essas belas palavras, Grambos colocava sua única mão na cintura e ria bem alto como se estivesse se divertindo com a situação e a gigante, era notório que até agora ele não havia demostrado sequer um pingo de medo diante da mesma, chegava até ser absurdo que alguém pequeno como ele em relação à Pearl e ainda por cima sem um braço ficava tão à vontade nas mãos dela, realmente havia algo de especial naquele humano em particular em relação aos outros. Apenas por escutar que poderia nem que por um segundo se livrar desse tédio imortal que a assolava, a garota já ficava sem opções, ela tinha que aceitar essa oferta, nem que fosse uma mera tentativa de se divertir, precisava arriscar a possibilidade nem que fosse por algum tempo, desde que existisse uma minima esperança, Pearl precisava se agarrar à ela. A gigante então começava a fazer suas exigências para entrar no exercito, Grambos guardava sua garrafa em suas vestes e acenava com a cabeça.

Antes que a gigante permitisse que ele falasse, ela pegava o homem pelas suas vestes e se levantava o segurando, enquanto ficava em pé, seu movimento brusco em se levantar fazia com que a estrutura na qual estava sentada caisse subitamente para baixo, como se houvesse implodido com o grande esforço no qual estava submetida, levantando poeira para todos os lados e fazendo um estrondo gigantesco, a poeira não chegava sequer na cintura de Pearl, mas os homens que lá estavam no chão saem correndo aos berros diante do que havia ocorrido, algo que sequer era planejado, mas sua grandiosidade era de mais para ligar para algo tão trivial quanto uma estrutura caindo, Grambos dá uma olhada para seus homens, bate na testa e fala em tom de desprezo vendo eles.

- ELA VAAI NOOOS MATAAR! SALVEM SUAS VIDAAAS! -

- Covardes idiotas... Não devia ter trazido esses novatos... -

Grambos estava pendurado pela suas vestes de maneira que para qualquer um seria no minimo vergonhoso, mas ele não parecia ligar para situação, olhava para cima, mas não para face da gigante, estava em uma pose um tanto quanto pensativa, pouco depois de ela se levantar, e lá pendurado como um rato levantado pela pele das costas nas mão de um humano, ele fala em voz alta, ainda sem temer nada, mesmo naquela situação um tanto quanto constrangedora e perigosa.

- Muito bem, não temos essas coisas no momento, mas podemos providenciar, temos pessoas que podem fazer roupas para você. Acho que nossa ferreira pode fazer um martelo gigante também se não me engano, e a comida vai ser fácil de providenciar. -

A garota erguia Grambos até a frente de sua face, novamente, o que para ela era um movimento normal, para ele parecia algo bastante súbito, fazendo com que uma rajada de vento fosse lançada sobre o mesmo e suas roupas e cabelos sacudissem aos montes com aquela simples ação. Tudo que Pearl fazia naquela ilha causava impactos devastadores, mesmo que para ela não fosse nada, até sa respiração parecia ter o poder de causar algum dano dependendo do lugar, um gigante na terra de simples e inferiores humanos não era algo que parecia combinar muito bem.

- Vamos seguir por ali, é só ir reto. -


Grambos apontava para uma rua e por ela a gigante ia, aquele homem de meia idade não parecia estar sofrendo tanto apesar de ele estar sendo carregado como se não fosse nada para gigante, naquela altura do chão que ele estava, caso caísse, seria o bastante para matar ou pelo menos causar danos gravíssimos à qualquer humano comum, porém ele simplesmente ia sendo segurado por Pearl que sequer ligava para o mesmo que fazia movimentos para frente e para trás com seu braço ao longo do caminho, após andar um pouco, ela conseguia ver um pouco afastado da cidade uma espécie de acampamento com barracas espalhadas por toda a parte e muros de madeira em volta, havia fumaça saindo do lugar, e grambos dizia bem alto, gritando.

- É ALI! -

Ela se aproximava do lugar e antes mesmo de entrar, via por cima do muro que chegava até seu umbigo o lugar, pessoas andavam por lá armadas, discutiam e faziam várias coisas por toda a parte, ao deixar Grambos no chão, ele cambaleava um pouco, colocava a mão sobre a boca, corria para o muro e vomitava em um barril que havia escorado lá, talvez pela viagem brusca que fizeram ele tenha se enjoado, talvez fosse a bebida, talvez os dois, não havia como saber. Ao fundo, era possível se notar que o acampamento se estendia até a beira do mar e lá haviam alguns navios ancorados. O lugar era bastante diferente dos outros que Pearl havia visto até agora, Assim que Grambos termina o que estava fazendo, se dirige até o portão e grita e depois se vira para Pearl falando, sendo que assim que acabava sua fala, começava a nevar no lugar.

- Abram os portões! Vamos entrando, vou pedir comida para você. -

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