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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 4 EmptyQui 17 Maio 2018, 01:15

Relembrando a primeira mensagem :

Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Fanalis B. Ria. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Fran B. Air
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 4 EmptyQui 14 Jun 2018, 20:44


Morena Misteriosa! A Luta Continua!

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Foi tudo muito rápido, consegui escalar o gigante como havia planejado, além de lhe causar algum dano, mas o homem que estava em seu ombro, que antes me parecia ser alguém não muito voltado para o combate se mostrou um exímio atirador por ter me acertado em alta velocidade, coisa que eu não esperava que ele fosse conseguir fazer. Na verdade, achei a arma que usou para me acertar bastante interessante, apesar de não ter nada de mais na espada que carregava, assim como o bordão do gigante, talvez tenha sido isso que me distraiu enquanto eu corria, já fazia tempo que não via uma escopeta tão bem feita, me lembrou de algumas vezes que tentara fazer uma com tantos detalhes no passado, me pergunto se depois dos ensinamentos daquele ferreiro, eu não consiga forjar uma arma parecida futuramente... Enquanto caia de quase dez metros de altura, encarava o homem imaginando o quão habilidoso ele era para ter me atingido, afinal eu não tinha medo da morte ou de uma pequena queda dessas, só pensava em uma coisa naquele momento enquanto erguia meu braço direito querendo voltar para onde ele estava e dava um sorriso levemente alterado com a empolgação do momento.

“Eu vou voltar Genji, muito astuto de sua parte ter me derrubado...”


Até tentei me segurar no gigante utilizando minha foice, entretanto, para minha infelicidade, com o impacto sofrido pelo tiro, não tive uma reação rápida o bastante para conseguir me manter em cima dele, por mais fácil e simples que parecesse de conseguir me equilibrar e manter lá, eu caí. Fui lançada diretamente para o mar, mas para minha sorte uma bela morena estrategicamente posicionada me agarrou pelos braços antes mesmo que eu me molhasse e me puxou de volta para a margem, além de me ajudar a ficar em pé. Eu daria uma olhada em meus ferimentos por baixo do casaco de peles que tinha pego na clínica do médico. Naquele momento, eles davam uma sensação de ardência, mas eu esperava que fossem apenas alguns arranhões causados pelos estilhaços do tiro que bloqueei e se alojaram em meu corpo. Logo depois, olharia diretamente nos olhos da linda mulher que me socorreu, ainda mantendo uma mão agarrada em meu ombro enquanto o apertaria na tentativa de aliviar a dor.

“Não estou entendendo nada, mas ela é bem acima da média, me pergunto se gosta de mulheres...”

- Obrigada por me segurar, mas quem diabos é você, Garota Morena? E porque me ajudou? –

Falaria com um tom carinhoso e curioso por estar agradecida pela ajuda e atraída ao mesmo tempo, não é todo dia que uma jovem garota brota do nada me ajudando em uma luta, mas enquanto ela me respondesse, volta e meia desviaria meu olhar para o gigante e o homem que eram um problema no momento. Assim que ela terminasse o que quer que tinha para falar, eu sorriria para ela e à empurraria um pouco para trás com a mão e a deixaria na frente da garota mostrando que não era para ela avançar. Me posicionaria novamente para a luta segurando minha foice em frente ao meu corpo e falaria para ela determinada e ainda encarando o gigante.

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- De toda forma, mais uma vez obrigada, não vou me esquecer de você. -

- Hum, não tenho muito tempo para conversar, esses caras me deixaram bem irritada, espere um pouco, tudo bem? Nunca tinha visto um gigante e nem tinha certeza de que existiam, mas não fui muito com a cara desse em especial. A futura Rainha Dos Piratas não vai cair nas mãos de um simples gigante. Esses caras vão cair hoje! Hahaha. –


Daria um sorriso levemente maquiavélico em resposta ao semblante da garota enquanto imaginaria meios de derrubar esse gigante ou escalá-lo de novo e causar uma dor proporcional à que ele e seu amigo me causaram. Daria uma boa olhada no local me perguntando sobre o que fazer, analisaria a situação e cada lugar pensando e colocando minha cabeça que geralmente não me deixava na mão nesse tipo de situações complicadas, até que bateria com o punho fechado de uma mão na palma da outra.

“Derrubar o gigante... Derrubar o gigante...  É isso, ele tem uma pele bastante dura, mas talvez com um pouco de velocidade e astúcia, isso possa funcionar!”


- Ei, Morena, estamos em um porto, você conhece bem esse lugar? Preciso de uma corda, deve ter alguma por aqui, me ajude a encontrar alguma corda bem firme e longa. –


Olharia para o lugar procurando alguma, se encontrasse uma corda suficientemente longa, a garota me apontasse para uma ou trouxesse, pegaria uma certa distância do gigante, enquanto faria um nó na corda como os que usava para caçar coelhos e domar vacas na fazenda. Assim que fizesse o nó, novamente investiria contra o gigante e me aproximaria, mas sem ser percebida por ele ou seu amigo aproveitando alguma distração, quando conseguisse, procuraria qualquer brecha da parte dele para laçar seu pé no momento em que saísse do chão, já havia feito isso algumas vezes, então não seria muito difícil mesmo que dessa vez fosse em um gigante, seria só puxar o laço na hora certa no momento em que ele levantar o pé o bastante, assim que conseguisse, sairia correndo em torno dele puxando a corda dando algumas voltas em suas pernas, quando estivesse com umas três ou quatro voltas, ou seja, quando percebesse que era suficiente, chamaria Dk fazendo um sinal com a mão e qualquer um que estivesse me ajudando a derrota-lo, isso caso houvesse mais alguém, precisava derrubar aquela montanha de músculos de qualquer jeito. Puxaria com toda minha força quando chegasse o momento certo, dando até um grito para todos com convicção de que daria certo o que almejava fazer e em sinal de liderança.

- Puxem com força, dessa vez esse gigante vai cair! -


Caso não encontrasse nenhuma corda ou a garota saísse para procurar uma nova, eu correria tentando me posicionar atrás do gigante e assim que conseguisse, me aproximaria em uma investida em sua perna direita. Quando chegasse suficientemente perto para que pudesse o atingir com minha técnica, daria um salto mortal para frente e tentaria cortar a parte traseira de sua perna com um corte vertical ao usar meu - Ceifamento Mortal – imaginando o que aconteceria se eu acertasse tal golpe e gritando em resposta ao meu ímpeto e por forçar meus músculos além do usual para usá-la.

- CAIAAAA MALDITOOO. -


“Essa é uma das minhas técnicas mais fortes, é a primeira vez que uso, mas vamos ver se funciona em uma coisa grande assim.”

O acertando ou não, sempre tomando cuidado para me esquivar no caso de ele ou o outro homem tentarem me atingir, dessa vez, tentaria um corte diagonal, atingindo sua perna por trás, ainda tentando derrubá-lo como havia planejado desde o início caso já não tivesse caído. Se a menina morena chegasse com a corda, tentaria fazer o que tinha pensado em fazer desde que cai do gigante, contornando a perna dele para tentar derrubá-lo.

Quem mais me preocupava ali não era o gigante, que até não me pareceu muito esperto e nem rápido, tirando aquele primeiro momento onde ele mostrou uma velocidade absurda. O pior era o homem que se autodenominava Genji, não era todo dia que alguém conseguiria me acertar e mesmo assim ele me atingiu com um tiro. No caso de em algum momento Genji descer ao chão, correria em sua direção sempre pronta para me esquivar de qualquer ataque e tentaria um corte horizontal em seu abdômen falando.

- Isso é por ter atirado em mim, Cara Do Dread! -

No caso de eu conseguir derrubar o gigante, mais uma vez, assim como em minha primeira investida, sairia correndo com tudo que tinha almejando fincar minha foice bem no meio de seu pescoço, sempre evitando contato direto com ele ou o seu amigo, pronta para recuar ou desviar em qualquer sinal de ataque. Se conseguisse acertar com a lâmina de minha foice o pescoço dele, a puxaria com toda força para ampliar o corte e a perda de sangue dele.

Se enquanto discutia com Jeanne, procurava a corda, a amarrava, dava voltas no gigante com ela ou atacava algum dos inimigos, Skrýmir ou Genji me atacassem, eu tentaria me esquivar. No caso, sempre que Skrymir tentasse me esmagar, segurar, lançar, acertar com alguma parte de seu corpo ou atacar com seu bordão, eu daria um pulo para frente com uma cambalhota já me posicionando em pé e continuaria com minha corrida para dificultar que me acertasse de algum jeito. Se Genji tentasse me cortar ou acertar algum golpe corpo a corpo, eu me esquivaria me movimentando com velocidade para trás, assim me esquivando, sempre mantendo o cabo de minha foice na frente de meu corpo na tentativa de bloquear ataques muito rápidos que eu não consiga me esquivar. Se fosse dar algum tiro, correria em ziguezague em sua direção, tentando evitar ficar na mira de sua arma, além de deixar a lâmina de minha foice na frente de meu corpo para o caso de alguma das balas vir em minha direção e assim que me aproximasse, daria um corte diagonal com força tentando acertar seu peito e o dilacerar.

Ceifamento Mortal:
 

Objetivos:
 

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Kaminari Dk
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 4 EmptySex 15 Jun 2018, 12:11

Mais uma vez, a situação ao meu redor era estranha, mas o que não é estranho em minha vida? Já tinha me convencido de que Yue estava emocionalmente quebrada por ter perdido seu pai para aquele pirata maldito quando ela começa a conversar normalmente. O melhor a fazer agora é me manter calmo e agir normalmente, eu já sabia o que estava acontecendo naquele momento, não tinha outra explicação. Não era Yue quem estava ali, mas sim o meu karma eterno, essa era a única explicação possível, manteria um sorriso em minha face enquanto escutava o que ela dizia, tentando não revelar a verdade do que ocorria naquele momento.

~~ Deuses geralmente se manifestam mais quando deixo suas existências explicita, é só mais um teste, preciso manter a calma, essa não pode ser a Yue que estava triste até um segundo atrás sem sequer me ouvir, obviamente é a Deusa Da Bipolaridade tentando estragar minha mente ao mudar as atitudes de Yue drasticamente. ~~

-Ah, sim, eu falei com você, mas relaxa, não era nada de importante, já até esqueci, minha preocupação maior é esse gigante e essa mulher intrigante.

Falaria tranquilamente esboçando um sorriso, mas sempre prestando atenção em tudo ao meu redor, o gigante poderia ser perigoso e eu não sabia direito o que motivou Ria a ir falar com ele, deve ter sido sua curiosidade acima do normal, como já mostrou em outras vezes. A morena fala algo sobre ter sido enviada por um ser celestial, eu colocaria a mão no queixo com um braço apoiado no outro à encarando e fazendo uma cara de surpreso ao abrir a boca e arregalar os olhos por um breve momento, mas rapidamente voltando ao normal a encarando e ainda sorrindo, mas mergulhado em meus pensamentos.

~~ Não acredito no que estou escutando, enviada por um ser celestial? Ela falou normalmente algo assim? Essa mulher foi enviada diretamente pelos deuses para me matar? Uma emissária assumida dos deuses... O que eu faço agora? Mato ela em prol da minha sobrevivência? Mas ela disse algo sobre intenções pacíficas. É obvio, isso é mais um dos infinitos testes deles, nunca tinha visto os deuses agindo assim, que absurdo. ~~

-Entendo, um ser celestial hein... Espero que você nos apresente depois, queria conversar com ele um pouco. Kakaka.

Estaria rindo ao imaginar o que faria ao me encontrar com um dos deuses em pessoa, talvez seja a Deusa Da Morte, um dos deuses mais terríveis, um pequeno sonho meu, por mais que eu guarde no fundo de meu coração é matar a Deusa Da Morte, entre os deuses, essa é a que torna minha vida um verdadeiro inferno com todos os dias tendo que dar um jeito de sobreviver de todas as formas possíveis, desde uma simples luta, até um piano caindo em cima de minha cabeça.

~~ Ah, se eu achar um dos deuses... Não vai sobrar nada dele. Mas só vendo mesmo, talvez seja só uma pessoa normal essa que essa mulher chama de celestial, só não posso vacilar, se for um dos deuses encarnados e ela for uma emissária dos deuses, ambos vão morrer. ~~

Enquanto falava com Jeanne, com um sorriso simpático e carismático e me corroendo por dentro ao imaginar o que os deuses tramavam para mim, percebia que Ria havia começado uma luta e vou em sua direção para ajudá-la. Durante a corrida vejo nosso barco e percebo pessoas entrando nele, até aviso que saíssem, mas me ignoram, o mais provável para mim seria que a Deusa Da Distração fizera com que eles não me escutassem, provável não, eu sabia que essa era a verdade absoluta, depois eu volto para recuperar nosso navio, eu sabia que ele seria descartado em breve, mas não vou perder minha dignidade deixando que qualquer um navegue com ele assim, prefiro o ver nas profundezas do mar com a Deusa Da Escuridão do que roubado e sendo usado para sabe-se lá o que.

Chegando no gigante, até desferia alguns cortes contra ele, mas vejo Ria caindo dele e com isso o mesmo desviando sua atenção contra mim no momento em que eu subo em seu pé para tentar um corte mais profundo. Ele levanta o pé rapidamente, me derrubando de um lugar que para mim era improvável cair, obviamente era a Deusa Da Queda influenciando em meu peso para que eu não conseguisse me manter onde estava, logo mais vejo aquele pé colossal influenciado pela Deusa Da Velocidade vindo em minha direção, já me preparava para resistir ao golpe que não teria tempo de esquivar, quando Yue pula em minha direção, me salva e começa a falar ainda normalmente.

~~ Mais uma vez, vocês estão brincando comigo... Deusa Da Queda, Deusa Da Velocidade, Deusa Da Morte, Deusa Da Sorte, Deusa Do Acaso e Deusa Da Bipolaridade. E esses foram só os que consegui identificar nesse curto espaço de tempo, se eu parasse para pensar, perceberia centenas de deuses brincando comigo durante esse movimento, mas eu sei da verdade, não foram alguns, dezenas ou centenas, foram milhares de deuses bagunçando minha vida como sempre e tentando fazer de tudo comigo. Um dia vocês me pagam, desgraçados. ~~

-Sim, eu ainda os sinto um pouco doloridos, vou tomar cuidado, mas vamos acabar com esse gigante e o cara que estão tentando acabar com nossa capitã.

Olharia para Yue coçando a parte de trás de minha cabeça com sorrindo, e logo depois para os dois oponentes que conseguimos do nada ao pronunciar essas palavras. Eu sabia de tudo que acontecia, tudo nessa vida tem uma explicação, enquanto que para as pessoas normais são o mero acaso, para mim são eles, OS DEUSES! Essas aberrações da natureza que ficam brincando comigo, me testando e tentando me matar a todo momento. Se visse que Ria estava bem mesmo que sendo salva por aquela que eu ainda me perguntava se era uma emissária dos deuses, perguntaria para Yue normalmente enquanto encararia o gigante.

-Acha que pode lutar? Se sim, vamos nessa! Mas se não, é só esperar um pouco, vamos acabar com ele agora.


Falaria isso levantando minhas duas katanas e me preparando para minha investida, independente da resposta de Yue, correria na direção do gigante sendo que ao me aproximar, pularia na direção de sua perna direita com minhas katanas posicionadas na horizontal com uma levemente acima da outra e desferiria um corte horizontal ao mesmo tempo com elas tentando atingir a parte sem armadura da perna que estava atacando anteriormente e ele usou para me atacar na esperança de que nenhum dos deuses interferisse e eu conseguisse causar um ferimento profundo ou criar uma abertura para Ria.

Conseguindo acertar, ou não, tentaria dar uma estocada dupla com minhas katanas em sua perna com toda minha força, tentando deixar o mais profundo possível na esperança de que ele sentisse meu ataque por mais que fosse como se estivesse lutando contra um humano com um bisturi, imagino que consiga causar algum dano com o tempo, quem sabe até no nível de inutilizar aquela perna. O maior problema seria a Deusa Da Resistência que poderia fazer com que meus ataques não fizessem efeito naquele tal de Skrýmir.

Se Ria me pedisse ajuda com algo como puxar a corda, assim que conseguisse alguma brecha, a ajudaria sem hesitar, teremos que lutar juntos se quisermos derrotar essa montanha massa muscular e gordura e o humano que ficava em seu ombro. No caso de ela começar a circundar o gigante, o enrolando na corda como planejou, eu me afastaria dele correndo um pouco para trás levantando minhas katanas e chamando sua atenção ao gritar, na esperança da Deusa Da Distração não fazer com que minha distração falhe.

-Aqui, vem me pegar, Skrýmir!

Se o humano que estava no ombro do gigante descesse, investiria em sua direção tentando o cortar no abdômen com um corte diagonal utilizando a katana em minha mão direita, se ele fosse se defender usando alguma arma, eu usaria minha katana na mão esquerda para desviar sua defesa e conseguir realizar meu ataque, se ele fosse se esquivar, utilizaria a katana em minha mão esquerda para desferir uma estocada visando acertar seu peito. Se ele me atacasse nessa investida, eu utilizaria a katana em minha mão esquerda para me defender ao coloca-la no caminho do ataque e daria uma estocada com a outra e seu abdômen. Caso fosse disparar com alguma arma de fogo quando eu chegasse perto, evitaria que qualquer parte do corpo ficasse na mira da arma ao retirar a parte da frente.

Caso o gigante fosse me atacar, tentaria desviar de seus ataques colossais que esperaria que fossem relativamente mais lentos que meus movimentos, a não ser que a Deusa Da Velocidade agisse novamente, ou seja, sempre estaria em movimento para que tivesse uma reação suficientemente rápida para sair do caminho ao correr. Se eu percebesse que não conseguiria desviar, cruzaria minhas katanas para tentar bloquear o impacto e o dano que ele ousasse me dar com a ajuda da Deusa Do Poder.

~~ Vamos lá, Deusa Do Acaso, não faça com que uma bale me acerte... O que estou pensando, eu sei que ela vai me acertar... ~~

No caso de durante minha investida, o humano mirasse em mim com alguma arma de fogo, começaria a correr em ziguezague para que não me acertasse, se visse que ele me acertaria, usaria minha katana para desviar as balas que visse com minha visão aguçada. Se ele fosse me dar algum ataque físico ou tentar me cortar, eu sempre deixaria uma de minhas katanas na frente para para o golpe ou corte e se percebesse que não conseguiria a tempo, tentaria tirar a parte do corpo que ele almejasse da frente.

OFF:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 4 EmptySex 15 Jun 2018, 15:16



Loguetown!
Um Sargento a minha frente!


Meu plano havia falhado miseravelmente, ingenuidade minha pensar que haveria poucos marinheiros dentro daquele barco, graças a Illya e Auster meu corpo não estava igual uma peneira – Maldita Escudeira! Ela deve estar rindo de min por dentro – Ser salvo por ela ou não ser salvo, eu realmente fico na dúvida em qual opção escolher. Contudo, a situação que nos encontrávamos não era das melhores, haviam muitos lixos a minha volta, mas o prêmio principal estava na minha frente – Eu vou tomar a cabeça desse Sargento – esse pensamento tomava conta do meu corpo e um fogo ardia novamente em minhas mãos.


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Usaria meu conhecimento sobre estratégia e minha visão aguçada para memorizar a posição de todos os marinheiros no convés – Eles nos cercaram, se mantivermos suas atenções em nos, TJ e Chô poderão usar isso para quebrar essa defesa ridícula e avançar, tudo o que eu preciso fazer e levar a cabeça desse comandante comigo – Enquanto pensava, meu olhos estariam varrendo todo o local tentando vasculhar tudo ao meu redor e calcular a melhor estratégia – Illya e Auster, lutem costas a costas, segurem esses soldados por 5 minutos, eu irei pegar o meu prêmio – naquele instante eu já tinha um plano em minha mente, um sorriso sádico estaria estampando em minha boca, tiraria aquele chapéu ridículo da marinha e jogaria no chão, faria o mesmo com a camisa branca, pegaria meu manto negro e seguraria na minha mão esquerda, enquanto que a direita estaria segurando no cabo da Anzol - Meu nome e Willian West, Eu sou um grande espadachim! - Esta palavras sairiam da minha boca cheia de confiança, eu não queria apenas a atenção de todos em min, eu queria que eles me observassem enquanto eu derrubaria aquele homem.


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Mesmo estando cercado por inimigos eu sabia que assim que eu derrotasse o Sargento, os covardes correriam e os heróis atacariam desesperados, e nesse momento o Leão faz a festa. Primeiro iria calcular a distância entre meu alvo e minha katana, para que meu salto fosse perfeito, tinha a intenção de pousar em seu lado, posteriormente me certificaria de ficar com Auster ou Illya em minhas costas, aqueles escudos salvaram a minha pele uma vez, e por mais que eu odeie admitir, provavelmente irá me salvar uma segunda vez.

Com meu manto na mão esquerda e o cabo da katana na minha direita, eu começaria minha investida. Seria a primeira vez que estaria enfrentando alguém daquela patente, e certamente não seria a minha última, com certeza ele irá manter a defesa forte, tendo em vista que sua posição e demasiada favorável, eu teria que atacar rápido e preciso – Ai vou eu! – Primeiro iria jogar meu manto em direção ao Sargento para que durante o caminho, o manto se abrisse e cobrisse sua visão. Posteriormente flexionaria meus joelhos e sacaria a Anzol, com minha mão livre (a esquerda) pegaria o chapéu em minhas costas e jogaria por baixo do manto para que deslizasse até os pés do Sargento, numa forma de ludibriar sua defesa e desferir o meu ataque.

Com meus joelhos flexionados usaria minha força para saltar sobre o manto que cobria a visão do Sargento, quando estivesse no ar colocaria meu braço direito para trás fazendo um V com meu cotovelo dobrado. Quando estivesse caindo próximo do Sargento iria desferir um corte de cima para baixo na vertical usando toda a força do meu braço direito, visaria acertar seu ombro esquerdo com este corte. Tendo sucesso de pelo menos fazer um corte raso em seu ombro, usaria minha mão esquerda para sacar minha outra katana para tentar efetuar um corte em sua lombar, tentaria não passar vergonha com esse corte, afinal, meu controle sobre o lado esquerdo do meu corpo deixa a desejar, por isso, seguraria firme em seu cabo e usaria apenas o instinto para que esse corte fosse um sucesso. Se por um milagre eu tivesse sucesso em entrar tão fácil em sua defesa, os cortes seriam suficientes para mostrar minha força, com o sucesso da minha investida verificaria o meu redor, para maquinar meu próximo movimento.

1º Ataque:
 
2º Ataque:
 

Doravante, meu salto fosse premeditado pelo Sargento e esse conseguisse bloquear ou esquivar do meu golpe, eu não pararia minha investida ali, se eu não conseguisse derrubar um mero cão da Marinha, eu poderia desistir da minha vingança. No momento em que eu percebesse sua esquiva para o lado direito ou esquerdo, ergueria minha mão direita na horizontal sobre minha cabeça para prevenir um ataque vindo do mesmo em meu corpo. Tentaria absorver esse ataque e me manter ajoelhado, caso eu sentisse que o golpe fosse forte para me derrubar, usaria minha mão esquerda para apoiar no chão e impedir esse desastre, caso ele realmente me ataque por cima, e meu bloqueio fosse efetivo, esticaria minha perna direita de modo que ao girar meu corpo sobre meu próprio eixo eu conseguiria dar uma rasteira no marinheiro, levando-o assim para o chão, depois me levantaria rapidamente com um impulso e cairia com minha katana sobre seu pescoço – Mande esses vermes se afastarem, ou seu sangue ira jorrar – esperaria para ver se o Sargento acataria meu pedido, sendo positivo, continuaria com minha espada em sua garganta e esperaria a aproximação de TJ ou Cho para decidir o que fazer, sendo negativa, cortaria sua garganta sem pestanejar e saltaria para próximo de Illya esperando que a mesma bloqueasse tiros que poderiam vir em minha direção.



Histórico:
 

Objetivos na atual Aventura:
 

Legenda:
FALA
PENSAMENTO

Willian West

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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 4 EmptySab 16 Jun 2018, 16:03


Harima foi bem prestativo e soube orquestrar bem sua participação,tiro meu cachecol para ele desde que não uso um chapéu para realizar o gesto do método tradicional.Talvez eu deva pegar um futuramente,muitos detetives nos meus livros de infância possuíam algo em suas cabeças.

Bom se é apenas um almoço então não vejo razões para me acanhar desde que já era de minhas intenções realizar tal façanha,porém por ter sido competente farei uma refeição digna de saciar até mesmo o guerreiro mais faminto da história, irei demonstrar o meu potencial culinário em quase todo seu esplendor, afinal alguém tão talentoso não pode revelar seus mais refinado prato em uma ocasião como essa,isso é algo que estarei guardando para o dia que minha adorável Emma se formar.

Vamos seguir os eventos até o momento então,essa jovem garçonete realmente sabe como se mostrar clara como o sol em seus interesses de propina, provavelmente ela deve ser uma integrante da máfia nessa ilha e utiliza desse local familiar onde reuni diversos membros de diferentes navios como base de suas operações.

Infelizmente é o seu dia de sorte,estou de bom humor com os acontecimentos recentes e muito ocupado para querer pegar um caso como esse é revelar sua verdadeira face, ao invés disso irei apenas entregá-la o dinheiro e requisitar seus serviços, a quantidade de mão de obra poderá ser bem útil para isso:

-É um prazer imenso poder contar com sua compreensão bela dama.

Entregaria 50.000 Berries em suas mãos com uma expressão passiva enquanto explicaria com minhas palavras a situação:

--Acho que isso seja o suficiente para nós não causarmos nenhum transtorno financeiro e sabe não vim apenas pelos capitães, trabalhadores precisam estar bem alimentados e tenho certeza que seu estabelecimento teria um retorno igualmente bom em nós apoiar também.Espero que seja capaz de levar em consideração e se direcionarem para o local e armarem uma barraca,tenda ou o que mais lhe convém para servir seus pratos, obviamente que  todos os lucros gerados dessa maneira serão  totalmente seus,quero apenas garantir  que as pessoas presentes tenham uma ótima  alimentação.E seria uma renda muito alta para deixar esta oportunidade escapar não acha?riririri.

Isso foi algo criado no momento,fora de meus pensamentos originais,só que a oportunidade surgiu e acredito que venha a ser uma ação ótima a ser realizada,espero não perder a chance enquanto ela me convém.

Se fosse aceito me dirigiria a cozinha onde prepararia pratos diversos para a ocasião, eu começaria com um curry e alguns aperitivos de frutos do mar,bolinhos de arroz e suco de frutas batido.

Quando tudo estivesse terminado levaria a mesa onde me serviria junto dos meus compatriotas, de vez em quando limpando a boca de Emma ao sinal de respingos de comida para demonstrar afeto.

Concluído o que poderia ser a terceira refeição que tive esse dia me levantaria de meu assento me despedindo da garçonete:

-Aqui chega o momento de nos retirarmos,este grande detetive precisa seguir jornada para que seus casos sejam resolvidos,obrigado por tudo tenha um ótimo trabalho minha colega de classe,riririri.

E então ouviria gritos estrondosos que levantaria minhas orelhas e afetariam minha atenção.Tank estava ciente de que a operação ainda não poderia começar então que tipo de confusão estaria se desenrolando nesse momento?será que ela poderia me prejudicar de alguma maneira?

-Emma,Alfred, melhor darmos uma olhada do lado de fora.

Conclusão tudo estava compreensível, nada pode surpreender e deixar me repleto de dúvidas e incertezas.Nem mesmo o fato de a rua estar toda alagada, Jeanne estar conversando com repletos estranhos enquanto uma ruiva que provavelmente deve ser a de meu interesse parece ter uma intriga com um homem gigante e azul,coisas assim acontecem todo dia e não estou sendo nenhum pouco sarcástico com esse argumento.

Esse homem deve ter sido experiência de um cientista maluco o que lhe gerou este tamanho avassalador e a coloração indiscreta e bizarra.Certamente que ele deve estar discutindo com a ruiva,ela tem sonhos altos,não seria estranho ela também ter desejos por coisas grandes,porém assim que conseguiu tudo que podia desfrutar do nosso camarada, arrasou com seu coração e o mesmo retornou por vingança.

A rua provavelmente deve estar alagada devido a agitação do homem colossal e Jeanne deve estar conversando com os membros dos piratas da ruiva.

São tão poucos, acredito que sejam os superiores, mal posso esperar para usurpar suas posições,não posso ser o capitão mas seria mais conveniente que alguém de tanto conhecimento e engenhosidade como eu estivesse em uma patente acima dos demais.

Olharia para Emma disfarçando minha surpresa e tentando aparentar calmo com minha atuação e diria com um sorriso astuto e audacioso:

-Essa é sua primeira experiência com gigante?se for não tenha medo seu grande professor e muito superior a qualquer outro ser independente do tamanho e não deixarei nenhum mal lhe acontecer.

Voltaria minha atenção para a ruiva onde veria o desenrolar dos acontecimentos enquanto comentaria com os dois:

-isso é um inconveniente para nossos ideias, se Jeanne não tivesse assumido esta parte vital, questionaria que seríamos capazes de seguir em frente.Mas e dela que estamos falando,tudo irá correr bem,riririri

faria um cafuné na cabeça de Emma procurando relaxar a mim mesmo enquanto aparentaria estar tentando acalma-la,mesmo sendo Jeanne,sem minha participação importante,me resta dúvidas sobre a segurança da ruiva e de tudo o que planejamos até então,por isso decidi disfarçar tudo encontrando uma brecha para poder fazer algo a respeito:

-só que uma ajudinha não seria ruim,temos tempo necessário,vamos auxiliá-los de maneira rápida e que não venha a nós prejudicar,seria bom não sermos vistos para não levantar suspeitas então ressalto o fato de que devemos ser breves.

Andaria de um lado para o outro com minhas asas batendo de agitação enquanto eu pensava em algo rapidamente.

A luz de ideias iluminou minha cabeça,um acontecimento que ocorrerá ontem me faria solene de que tudo ainda não havia se perdido e  talvez tal ferramenta viesse a ser de utilidade.

Chamaria a atenção de minha aprendiz com uns leves tapinhas carinhosos em seus ombros enquanto começaria a orienta-la:

-Sabe aquela corda que lhe entreguei na noite que te conheci e pedi para amarrar o cara mau se o encontrássemos,desde que não a utilizamos ela ainda se encontra contigo?

Se a resposta aparentar ser afirmativa continuaria com minhas especulações com entusiasmo redobrado:

-Entregue a para Jeanne e diga que o celestial foi capaz de perceber a situação com sua visão periférica e irá socorrê-los com um apoio prestativo que iria causar inveja até mesmo aos outros seres divinos de minha especie.

Isso seria pouco explicativo,melhor eu incrementar detalhes,talvez passar as informações sobre o apoio dos capitães de maneira mascarada seja adequado a situação:

-E complemente com ”os seguidores estão a postos,a carga está sendo carregada e o primeiro clarão dos céus será o começo de tudo”. Ela deverá entender.

Agora estou convicto de que tudo está completo melhor deixar minha parceira ir antes que seja tarde:

-Siga a diante e realize sua tarefa minha adorável gata,enquanto isso eu irei realizar minha participação daqui mesmo com certa participação de Alfred.Nao revele nossos nomes,nem os mencione em frente aos outros,isso é algo que deve ser mantido em segredo por um tempo.Venha imediatamente para cá depois de realizado a entrega,nem mesmo espere por uma resposta.

Esperaria que ela se retirasse e então como um caso decorrente de sua participação ou a ausência da inclusão de Emma nos planos para o caso de ela não possuir a corda,retiraria o meu Rifle para utilizá-lo pela primeira vez desde que fora comprado:

-Estava ansioso por esse momento meu ruivo,ririririri,gostaria de que segurasse minha cintura,preciso me manter rente e ser capaz de firmar minha posição para não ser prejudicado com o recuo da arma,nåo temos condições de errar então deverá ser realizado com maestria.

Esperaria Alfred me segurar e então pediria um favor:

-No momento que disparar logo em seguida soltarei o rifle,quero que  o pegue para agir como o responsável pelo disparo enquanto irei me disfarçar de simples trabalhadora desse restaurante e esperar outra ocasião para atacar novamente.Se tiver alguma prática com uma arma desse calibre sinta se honrado em utilizá-la ao seu bem prazer.

Engatilharia a besta marcial,o nome que fora dado a ela em homenagem ao seu antigo dono e miraria em direção ao parceiro do gigante ajeitando de tempos em tempos até estabelecer uma trajetória a que me fosse conveniente.

Respiraria com calma e vigor e concentraria minha visão para seus movimentos esperando o momento certo para efetuar o disparo,tal momento seria quando ele fosse atacado ou tentaria realizar um ataque pois acreditaria que o mesmo ficaria distraído nesta situação.

Dispararia quando as exigências fossem cumpridas visando a região central de seu corpo,tal como o torax,no entanto não me importando de acabar acertando outro lugar que esteja mais facil e perceptível desde que quero apenas atrapalha-lo, soltaria a arma assim que fosse seguro deixando a para Alfred e fingindo uma cara de espanto em direção ao mesmo como se estivesse assustado por ele ter atirado em alguém.

Aguardaria até que ele tomasse certo espaço e observaria o decorrer da situação até que o parceiro do gigante estivesse de costas ou ocupado com outra pessoa e retiraria meus dois revólveres engatilhando os e realizando dois disparos simultaneos em sua direção,correndo logo em seguida chamando por todos os outros:

-Foi o suficiente,temos que ir antes que fiquemos presos a situação e não consigamos sair até tudo estar acabado.

Iria fugir em direção a onde se encontra os membros dos artistas,tomando o devido cuidado para ver se Emma estaria me acompanhando deixando ela ir na frente,se ela não tivesse fôlego suficiente guardaria o revólver amor no coldre e pegaria em sua mão. De vez em quando olhando para trás e ver se estamos sendo seguidos,se o gigante jogasse algo em nossa direção ou realizasse um ataque rolaria para o lado voltado às construções e viraria na primeira bifurcação.Se o rapaz a qual realizei os ataques viesse atrás da gente olharia para Alfred e perguntaria:

-Consegui dar conta disso ou prefere que eu fique contigo?

Se a resposta fosse negativa pararia ao lado dele para enfrentarmos nosso oponente.

Tomaria cuidado com ataques corporais pulando para trás ao menor sinal de agressão e atiraria no chão para distrai-lo e atrapalha-lo se o mesmo aproveitasse meu movimento para sacar uma arma.

Se fosse realizado um ataque por uma arma de fogo agacharia até estar abaixo da linha de fogo e pularia para o lado usando um pouco de minha aerodinamicidade em atitude baixa apenas para me equilibrar e reposicionar.

No entanto se a resposta fosse positiva continuaria correndo e pararia com Emma um pouco antes de nos encontrarmos com os outros para limpar a mim e ela com folhas de papel da minha mochila e ajeitar nossas roupas,seria duvidoso aparecermos lá de maneira desorganizada criaria muitas dúvidas a qual preveriria não ter que me submeter:

-você está bem?essa foi uma experiência um pouco diferente do padrão habitual atenção agora se estiver sentido alguma indiferença também eu gostaria de saber.
Perguntaria para minha pupila verificando se a mesma se machucara, se tudo estivesse nos devidos lugares e nenhum ferimento fosse perceptível a guiaria em direção aos membros do teatro para que pudéssemos analisar o que acontecerá até então.
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 4 EmptyTer 19 Jun 2018, 01:08

O Império Contra-Ataca: 05


Ria, Dk e Rimuru


Ao mesmo tempo em que piratas e caçadores se digladiavam por suas vidas Rimuru observava a cena calmamente com sua visão calculista de sempre, o jovem celestial fazia algumas perguntas de Emma que enquanto parecia animada com a aparência do gigante respondia com uma empolgação tal qual.

- Hun unh. - Soava a felina negando com a cabeça. - De onde a Emma vem tem um elefante beeeeeeeeeeeeeeeeeeem grandão. - Dizia ela abrindo os braços o máximo que podia com um tom brincalhão e um ronronar em resposta às carícias de seu professor. - É um elefantão. - E enquanto observava a Ruiva conversando com Jeanne, Rimuru por fim tinha uma ideia.

Enquanto isso do outro lado do porto Fanalis já segura da queda e fitando o gigante trocava poucas palavras com a misteriosa morena. - Eu? Kukuku, por hora serei sua aliada. - Respondia Jeanne com um ar de misteriosidade enquanto as duas se entreolhavam em um olhar sombrio, talvez fosse coincidência, ou quem sabe uma aura que a mulher emanava, mas todos que ousavam lhe encarar de frente pareciam ter um olhar louco ou sádico em retorno. Por fim a Ruiva fazia um pedido incomum que intrigava Jeanne mas ao mesmo tempo chegava ao entendimento, ao perceber o plano seu sorriso que antes era meio sádico chegava a ser assustador para criancinhas. - Arranje um pouco de tempo que eu volto logo.

O plano estava traçado, era olho por olho e queda por queda, tudo que Ria precisava fazer era esperar, ou melhor, sobreviver. Genji parecia irritado ao ver que a Ruiva se encontrava viva e sem danos aparentemente graves e começava a mirar nela com sua escopeta, um vulto vermelho ziguezagueando pelo porto podia ser visto pelo homem que no ombro do gigante não tinha alcance e muito menos precisão o suficiente enquanto que Fanalis avançava furiosamente em direção a perna direita de Skrýmir, não só isso, seu golpe era de mais alta classe, pelo menos era o que a pirata pensava, e junto a ela quem lhe acompanhava era seu fiel companheiro, Hououin kyouma Kaminari Dk.

Antes de avançar contra seu inimigo o espadachim podia ouvir por detrás de seus ombros. - É claro que posso lutar. - Era Yue que corria logo atrás, talvez Dk não fosse hábil para perceber, ou quem sabe seu delírio constante sobre entidades o cegasse, mas o conflito que a loira sentia não era mero drama, ela mal havia perdido seu pai, estava triste, talvez solitária, deveria viver bem em seu lugar, mas ao mesmo tempo quem lhe preenchia este vazio de solidão corria perigo, e ela não via outra escolha senão se arriscar para proteger aqueles com quem se importa, para não ver outras mortes desnecessárias bem diante de seus olhos.

Os dois piratas cruzavam caminhos de forma que enquanto Ria cortava a lateral da perna do gigante azul logo após desviar de um tiro com um salto e golpear com sua foice afiada, simultaneamente a isso quem atacava no outro flanco do mesmo membro era o habilidoso espadachim que com duas katanas abria um caminho da panturrilha até a canela de Skrýmir.

- UUUUUGHHHH!!! - Urrava o gigante de dor, seus golpes haviam tido sucesso, mas o problema é que mesmo com a incrível demonstração de velocidade anterior a dupla atacante continuava a subestimar o colosso que rapidamente retirava seu pé do local já usando o impulso para um veloz e potente chute com seu pé esquerdo e praticamente ignorando seus ferimentos. Ria era sagaz e se afastava dali, ou melhor avistava Jeanne retornando com um objeto em mãos, mas Dk por outro lado continuava a subestimar o titã, quer dizer, continuava a subestimar seu destino amaldiçoado, e enquanto ousava tentar um segundo golpe podia ver a deusa da morte sorrindo para ele bem em cima da bota do gigante.

Mais uma vez que lhe salvava era Yue que puxava o espadachim para fora do caminho, e no momento que aquele pé gigantesco passava pela trajetória do chute todos conseguiam sentir uma forte torrencial de vento que até empurrava Dk alguns metros recebendo alguns arranhões enquanto embolava no chão. Enquanto isso a salvadora de Ria chegava com uma corda em mãos, onde ela conseguiu isso? Um caso elementar é claro, Rimuru já havia previsto toda a cena, sua sincronia com Jeanne não poderia ter sido melhor, no momento em que a mulher havia aceito o pedido da Ruiva já tinha avistado aquele pequeno garoto conversando com sua felina e de imediato se lembrava do pertence que Emma carregava em sua cintura, sim, uma corda que a mando de seu mestre a mink entregava com toda convicção.

- Considere isto como um presente dos céus! Kukuku - Gritava Jeanne para Fanalis enquanto jogava-lhe a corda onde até mesmo Dk conseguia ouvir aquilo, mas suas preocupações eram maiores, sua presença era o foco de ataques e Skrýmir tentava esmagá-lo com pisões que o espadachim evitava correndo ao redor do mesmo, uma última pisada era desferida dando a brecha de tempo exata que Ria necessitava para seu plano, a distração de Dk havia funcionado bem o suficiente para que na última pisada do gigante um laço se prendia em seu pé ao mesmo tempo em que a Ruiva era puxada pela cinética da corda sendo puxada, mas aquilo só lhe dava mais impulso e mais velocidade para enrolar o colosso com eficiência.

Em questão de milésimos o gigante se encontrava com os movimentos restringidos e qualquer passo errado parecia significar sua queda, o trio de piratas já se juntava com Jeanne para puxar a corda com tudo e até mesmo Genji tinha seu fim definido na mira de Rimuru, parecia o fim digno de uma batalha digna, mas já ouviu o ditado “o mal nunca prevalecerá”? Era o que acontecia com o grupo quando a justiça vinda do céu caia cortando toda a esperança e revertendo a situação.

Enquanto tudo aquilo ocorria o pequeno celestial se armava para uma pequena participação junto à seu companheiro Alfred. - Tem certeza de que quer fazer isto? - Perguntava ele,a cara do ruivo parecia um tanto relutante quanto a interferência, mas logo soltava um sorriso espontâneo e descontraído ao escutar o pedido de Rimuru, ele não era bobo nem nada percebendo o que se passava na cabeça do detetive, mas tudo que fazia ao segurar na cintura era segurar sua risada sem dizer mais nada. O jovem detetive nunca teve tanta estabilidade em um tiro, o ar ao seu redor subitamente se alterava para uma intenção assassina e assim que prendia a respiração para ganhar uma maior precisão seu dedo deslizava sobre o gatilho, a bala era disparada e a Alfred o segurava com tanta firmeza que o rapaz nem mesmo se movia com o recuo da arma.

Os próximos acontecimentos se passavam em questão de segundos e só os olhos mais treinados acompanhariam, então vamos repassar tudo em slow motion, o grupo de Ria iniciava seu cabo de guerra enquanto que o outro calador tinha seu fim mirado, o tiro no entanto acertava e atravessava a bochecha de Skrýmir, isto porque Genji pulava do ombro do gigante com sua espada recurva em mão cortando a corda enrolada em uma rápida vertical despedaçando assim todos os esforços dos piratas, no rosto do homem, um sorriso arrogante enquanto que seu parceiro começava a se irritar com os danos causados.

Surpresas não paravam de acontecer e Rimuru já se posicionava por detrás de Genji disparando com Amor e Ódio para contra sua pessoa, o homem de dreads no entanto era salvo pelo destino, ou melhor, por um mal entendido. Skrýmir irritado observava Alfred com o rifle e com um ódio irracional dava uma passada para frente que bloqueava a visão de Rimuru ricocheteando seus tiros e com uma velocidade inacreditável sacava seu bordão descendo-o bem em cima de Alfred, o pensamento de todos que observavam a cena só poderia ser um, “aquele ruivo está morto”, e talvez até culpa poderia se passar na mente do garoto celestial que causara tudo aqui. Mas tal pensamento não duraria muito tempo, pois com uma naturalidade e ouso dizer com facilidade Alfred balançava seu punho esquerdo em uma horizontal para fora refletindo completamente o golpe no gigante que cambaleava para trás em retorno, naquele momento todos encaravam o ruivo, Genji inclusive com surpresa.

Alfred tinha um semblante sério olhando para baixo em meio a sua demonstração de poder finalizando a cena com um braço segurando a arma apontada para o chão e outro estendido na horizontal, seu olha se levantava cruzando com o de Genji, uma sensação terrível passava pelo corpo do caçador que por puro instinto animal cerrava os dentes ao mesmo tempo pulando para trás e por sorte desviando de um corte horizontal que Ria tentava desferir no momento de distração do homem. O choque da lâmina de uma foice quase acertando seu peito trazia o caçador de volta para si, no mesmo instante Genji apontava sua arma para Fanalis que desta vez conseguiu junto a uma esquiva rebater todo o tiro, enquanto a Ruiva ainda se aproximava o homem jogou sua arma para o ar pegando-a pela Telha e puxando rapidamente para baixo de forma que o som produzido representava que já estava novamente pronta para o disparo, A foice novamente vinha de encontro a seu peito e Genji desta vez bloqueava com sua espada, as duas armas travavam uma a outra e com um astuto giro o caçado conseguia chutar e afastar Ria por sua lateral em uma distância de cinco metros.

Nenhuma trégua era dada e Dk já vinha logo em seguida, mais uma vez a arma era disparada e desviada com sucesso, o espadachim avançava numa incrível velocidade atacando com sua katana, não havia tempo para fazer o mesmo movimento e a saída que Genji encontrava era bloquear com a própria escopeta, a katana batia bem na telha da arma preparando-a novamente para um tiro ao mesmo em que as duas armas ricocheteavam uma a outra para trás, a segunda lâmina de Kaminari vinha impiedosamente pela direita, um corte mortal se não fosse bloqueado com a espada de Genji que por baixo já posicionava sua arma de fogo para cima contra o queixo do cientista louco, no momento em que o gatilho era disparado Dk recuava tendo êxito em salvar seus miolos, mas o que ele não esperava era uma enorme sombra vindo por sua esquerda, sim, era o bordão de Skrýmir que a apesar de ser bloqueado de última hora fazia o espadachim voar quinze metros até colidir com uma parece, um alto som de ossos se quebrando podia ser escutado no momento do impacto, por um segundo o pobre garoto amaldiçoado pelos deuses teria sua morte confirmada, mas logo a poeira baixava revelando sua sobrevivência, Dk sabia que não estava 100% sentia uma forte dor abdominal e sangue escorria por sua boca, ele poderia lutar, mas por quanto tempo?

Will


Enquanto isso Will e as duas escudeiras tinham suas própria lutas, os três se encontravam em uma formação triangular e enquanto o espadachim mirava no Sargento as duas se preocupavam com os marinheiros restantes, rindo por dentro? Illya tinha uma belo sorriso estampado em seu rosto enquanto respondia à West. - Muito bem! - Bradava a loira confiante. - Mas sinto lhe desapontar que quando você tiver terminado com esse daí eu já vou ter dado conta de todos. - Uma vez dito isto aquela mesma mesma aura ameaçadora partia da escudeira para os soldados que hesitavam e alguns inclusive davam um passo para trás.

Os oponentes estavam definidos ali e enquanto William se apresentava para Faker ele ao mesmo tempo observava seu arredores. O barco em que o pirata se encontrava era grande com um mastro principal e dois auxiliares, a extensão do deck estava repleta de marinheiros cercando o trio em um semicírculo com o Sargento no meio, um pouco distante havia uma porta para dentro do navio e ao seu lado uma pequena escadaria que levava até o timão que era controlado por um homem gordinho e barbudo que mantia o curso até Loguetown independente do conflito ali iniciado, os quatro soldados com rifles sendo estes dois em cada ponta se encontravam nos extremos da formação de forma que flanqueavam perfeitamente os invasores.

- Hmf, isso é o que veremos, pode me chamar de Faker, Pirata! - Dizia o homem esboçando um sorriso confiante para o anúncio de West sobre ser um grande espadachim. - Homens! Não ousem interferir, foquem nessas duas mulheres.

- Oe oe, pra onde foi parar o cavalheirismo? - Zombava Illya avançando para os dois atiradores de uma ponta enquanto Auster fazia o mesmo do outro lado.

Will finalmente iniciava sua investido com a distração de suas vestes enquanto saltava, Faker por outro lado não parecia se importar com aqui, no momento em que via o casaco sendo jogado ele fechava os olhos como se fosse guiado por outro sentido e no momento que a lâmina de William descia tudo que o sargento fazia era recuar um metro para trás esquivando do golpe por muito pouco. Os olhos do marinheiro se abriam e assim que visualizava seu oponente ajoelhado no chão não exitava em sacar sua espada com uma empunhadura reversa utilizando-se da mesma mão que antes segurava a bainha para desferir um corte diagonal de cima para baixo.

O bloqueio de West era preciso e eficiente de forma que o choque entre metais se travando provocavam algumas faíscas, sem diminuir o ritmo por um segundo Will já tentava uma rasteira eu seu oponente que pulava em desvio e já caía desferindo um chute pela lateral do rosto do pirata que deslizava até o mastro principal um pouco tonto e desorientado, como se já não bastasse o chute no pé do ouvido o som de um disparo vinha acompanhado com um tiro na coxa do rapaz que era forçado a se ajoelha devido a tal.

- Tsc… Imprestável não consegue seguir uma simples ordem. - Dizia o Sargento com uma feição de desgosto enquanto que se Will olhasse para a direção do tiro veria Auster cortando o marinheiro com o rifle mas ainda não o derrubando.

- Me desculpe! Não consegui pará-lo! - Gritava a garota de cachos azuis.

- Não se distraia Auster! Foco! - Respondia a loira enquanto nocauteava um dos espadachins inimigos.

- Me perdoe por isso. - Continuava Faker se referindo ao disparo. - Mas tenho certeza que pode fazer mais do que isso, me prove de que não é um completo desperdício, West. - Finalizava o sargento ainda com sua empunhadura invertida apontando o punho esquerdo para Will de forma que sua lâmina na posição horizontal apontava para fora. Em meio e isso Illya e Auster recuava para uma distância aproximada de West ainda mantendo sua guarda e defendendo-o de balas perdidas, auster tinha alguns cortes leves enquanto que a loira apresentava duas balas alojadas no ombro direito, suportando aquilo sem um mínimo grito ou urro de dor.

Tj e Chô enquanto isso pareciam não se movimentar, talvez não estivessem muito bem, ou quem sabe Lotus tivesse tomado um tempo para ler seu novo livro, quem sabe não conseguiram uma forma de embarcar, mas o mais provável é que eles estejam discutindo a melhor forma de entrar heroicamente enquanto seus aliados se ferem e o barco continua rumo a seu destino.

Rimuru


Muitos devem estar se perguntando onde estavam Rimuru e o lendário ruivo que conseguiu repelir o golpe de um gigante com facilidade, principalmente no desfecho em que tanto Fanalis quanto Kaminari levavam seus respectivos golpes, bem, acontece que o grupo de Rimuru já havia ido embora na primeiro oportunidade de fuga, o percurso era surpreendentemente sem interrupções visto o fato de ambos os caçadores terem se ocupado no ato de bater em retirada. Emma ia na frente perfeitamente saudável e bem de forma que ela nem respondia com palavras e apenas sorria gesticulando para seu mestre, Alfred por outro lado se encontrava em uma situação intrigante, não havia dúvidas de que nenhum dano havia sido atribuído pelo gigante e que sua defesa havia sido perfeita, seus olhos no entanto pareciam cansados enquanto ele tossia um pouco de sangue.

Logo que chegava no local de apresentação Rimuru perceberia, devido ao roteiro recebido previamente, que a peça se encontrava em uma de suas últimas cenas, com Erin, a estrela do show interpretando o garoto Héracles pulando no rio das almas para salvar sua amada de seu fúnebre e trágico destino. Um número grande de pessoas assistia o show inclusive alguns marinheiros e os comerciantes de antes que pareciam satisfeitos com seu “investimento”, um homem encapuzado se aproximava do detetive deixando um papel em sua mão, e se o jovem parasse para ler o que teria sido escrito leria: “O carregamento está pronto, estamos aguardando o grande final para a liberação dos fogos”.

Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 4 EmptyQua 20 Jun 2018, 03:37


Atirador Misterioso! Grande Preocupação De Ria!

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Eu não parava de me perguntar quem era aquela morena divertida e incomum, mas no momento, tinha outras preocupações, um gigante de verdade bem na minha frente querendo me matar. Se tinha algo que eu não faria, seria morrer na cidade que me disseram ser a cidade do inicio e do fim, aquele estava longe de ser o meu fim. Assim que a garota chegava com a corda, eu sorria para ela enquanto a agarrava.

- Perfeito, essa servirá, pode colocar na conta dos céus. Hahaha. –


Ria com a piada sem graça que eu mesma fiz e saia correndo prosseguindo com meu plano, parecia que tudo ia dar certo naquele momento, depois de dar algumas voltas nele e deixar tudo pronto, tudo que precisaríamos seria ter forças suficientes para puxar a corda e derrubar aquele monstro. Eu, junto de Dk, Yue e a morena puxávamos com toda nossa força e quando parecia que conseguiríamos escuto um disparo vindo de outro lugar, começo a desfocar meus pensamentos enquanto puxava, provavelmente isso foi o que me atrapalhou e impediu que eu conseguisse derrubar a aberração a tempo.

“Só pode ser a marinha atrás de mim... Se for verdade os sessenta e dois milhões, não esperaria menos que um exército de mil marinheiros.”

Nesse momento, enquanto continuávamos puxando, aquele homem de antes pula do gigante e sem aparentar ter levado nenhum dano de queda, corta a corda que puxávamos, tornando tudo que eu havia planejado inútil. Quando visse o que ele fez, daria um sorriso imaginando o quão fortes eram aqueles inimigos, eles não me davam nem um pouco de medo e eu ainda achava que poderia lutar com eles apesar de terem se mostrado bastante fortes, assim que ele caísse, ficaria pensando comigo mesma.

“Ele é rápido... Pulou em um segundo sem que ninguém percebesse e mal pudemos prever seus movimentos, eu esperava que fosse levar algum tempo até que descesse desse gigante por conta própria, mas agora aquela coisa ficou menos protegida.”


Nesse momento, de repente, via o que parecia algum tipo de garota adolescente atirando no gigante. Não sabia exatamente o que estava acontecendo, apenas via a cena enquanto me perguntava o que era aquilo.

“Quem é esse agora? Provavelmente é mais um inimigo desses caçadores... Devem ser bastante odiados para estarem recebendo tiros do nada assim.”

Para minha surpresa, vejo um ruivo refletindo o poderoso ataque daquela montanha de massa corporal, mas não estava entendendo nada do que via. Para mim, era para ele ter morrido, não esperava que houvesse alguém tão forte quanto eu por aqui, nada que possa me parar, mas, mesmo assim, a presença dele não estava me agradando naquele momento, se for para ter algum outro ruivo aqui, que seja navegando em meu nome. Mas não podia continuar me distraindo com essas coisas triviais que não me afetavam, minha luta era com o homem e o gigante naquele momento, sendo esse homem bastante veloz por se esquivar de todos meus ataques. O interessante era que a garotinha atiradora e o ruivo simplesmente saíram de cena mais rápido do que entraram e eu fico sem entender nada em relação aos dois.

Não era muito fã de lutas corpo-a-corpo, meu negócio mesmo eram armas, não me importaria de usar de artes marciais se soubesse, dependendo da ocasião é claro, mas só sabia que essa não era nem a hora e nem o lugar para tentar algo assim. Mesmo assim, algo que me despertou alguma curiosidade, aconteceu, no ultimo dos ataques de Genji, percebo que ele além de ser um exímio espadachim e atirador, também era ótimo em artes marciais, conseguindo de alguma forma me chutar e me arremessar à cinco metros de distância dele, algo que eu jamais esperaria ser possível de ser feito por alguém que se parecia tanto comigo no quesito armas, enquanto caída, percebo.

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"Ele não se parece comigo tanto quanto imaginava... Mas se me acertou, deve ter sido pela distração causada por aquela garotinha que surgiu do nada."


A luta estava frenética, até que em um momento de descuido, Dk é atingido e sai voando por quinze metros de distância até atingir uma parede e eu grito de preocupação com ele.

- DKAAAAAAAAAA. –


“Ele está morto? Eu sei que eu como aspirante a Rainha Dos Piratas conseguiria resistir a um ataque desses, nem que fosse apenas com força de vontade, mas... Se o Dk não tiver resistido..."


Naquele momento entrei em choque vendo a cena, gritei por seu nome com todas as minhas forças, não sabia o que fazer, não tinha conseguido ajuda-lo e ele provavelmente estava morto, ficava olhando para onde ele tinha sido arremessado imaginando como ele estaria, uma lágrima já estava pronta para escorrer quando percebia que ele estava bem, eu olhava para gigante e o homem com a cabeça levemente abaixada, os olhos quase pegando fogo e falando com um certo desprezo pela existência daquelas pessoas que feriram meu companheiro.

- Azulão e Homem-Dread, vocês vão me pagar por ter feito isso. Ninguém que mexer com um dos meus companheiros sairá ileso.  –


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Seguraria minha foice com as duas mãos firmemente e começaria a andar devagar na direção de Genji, não demoraria até que esses passos lentos se transformassem em um andar normal e posteriormente em uma corrida com tudo que tinha, eu precisava fazê-los pagar por seus atos. Assim que me aproximasse do espadachim, bateria minha foice nele pela lateral e quando conseguisse, puxaria minha foice com toda a força possível para causa um corte em suas costas com a minha técnica especial - Ceifamento Da Deusa Da Morte- contando com o elemento surpresa dela onde dá a entender que eu vou errar o corte, mas o acerto no final.

“Talvez um ataque surpresa funcione com esse homem.”


Logo depois, acertando minha técnica ou não, tomaria alguma distância dele caso estivesse próxima e mais uma vez investiria em sua direção, dessa vez, daria uma rasteira passando do seu lado ao lado de suas pernas, segurando minha foice à deixando para trás e utilizando sua lâmina para tentar derrubá-lo e cortar suas canelas pela frente, se não conseguisse simplesmente com a rasteira, no momento que estivesse passando, puxaria minha foice com força para tentar conseguir.

Assim que passasse por ele, tendo o derrubado ou não, com maestria, faria algumas acrobacias com minha foice nas mãos à girando e tentaria acertá-lo preferencialmente no meio das costas ao enfincar minha foice dando um golpe vertical com força. Caso percebesse que não conseguiria acertá-lo nas costas, acertaria seu ombro ou qualquer outra parte do corpo que conseguisse no calor da batalha. Durante a luta, ficaria esperta com o gigante, afinal ele pode ter se mostrado muitas coisas, mas uma delas não era ser lento, mas nada que a futura Rainha Dos Piratas não pudesse acompanhar.

Se o gigante tentasse me atacar com pisadas, chutes, socos, seu bordão ou qualquer ataque que mais parecesse com um prédio sendo jogado em meu corpo, faria de tudo para sair do caminho de seus ataques para que não me acertassem, se eu sabia de uma coisa, era que se ele acertou o Dk, não era gigante só em tamanho, mas também tinha uma velocidade gigante. Então, tentaria usar de saltos, cambalhotas, corridas e mortais sempre que visse algum de seus ataques vindo em minha direção, isso tudo na tentativa de me esquivar daquele ser enorme.

No caso de o cara do dread alvejar me acertar com um tiro, começaria a correr em ziguezague quando estivesse indo em sua direção, sempre mantendo a lâmina de minha foice na frente de meu corpo para me defender. Se ao me aproximar, ele tentasse me cortar com sua espada, eu me esquivaria saindo da direção de seus ataques ao mover meu corpo para os lados no caso de algo mais vertical ou me movendo para trás no caso de algo mais horizontal.

Se Genji tentasse me dar ataques físicos como socos, chutes, agarradas, pisadas ou qualquer golpe do tipo, faria como no caso de ele tentar me cortar, ou seja, sempre tentaria retirar o meu corpo da frente para me esquivar e evitar que o golpe me acerte.

Caso algum dos golpes contundentes ou cortantes, tanto do gigante quanto do homem fossem pegar em mim sem que eu conseguisse me esquivar, colocaria minha foice na frente na tentativa de amortecer o golpe. Caso fosse o gigante a me dar o golpe e eu não fosse conseguir esquivar, se fosse luta corpo-a-corpo, deixaria a lâmina com a ponta voltada para a parte do corpo que usasse para me acertar, assim me protegendo.

Ceifamento Da Deusa Da Morte:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 

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Última edição por Fanalis B. Ria em Qui 21 Jun 2018, 01:33, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 4 EmptyQua 20 Jun 2018, 11:26

Olhava para Yue e ficava impressionado com a determinação de Yue, por mais que a Deusa Da Tristeza e a Deusa Da Bipolaridade estivessem a perseguindo, de algum jeito ela conseguia se manter firme e ainda por cima confirmar que poderia continuar lutando. Balançaria minha cabeça com os lábios formando uma curva para baixo mostrando minha admiração pela sua atitude apesar do perrengue que ela estava passando e logo depois ficaria bravo ao lembrar daqueles que não acreditaram quando eu disse sobre a existência dos deuses.

~~ Sem sequer saber da existência dos deuses que abominam a mim e os que estão em minha volta, de algum jeito ela está conseguindo superar, nada mal para um desconhecedor de deuses, me pergunto se eu deveria explicar o que estava acontecendo... Melhor não, ela vai me chamar de louco assim como os outros. ~~

-Legal, contamos com você.

Diria para Yue sorrindo ao perceber que ela lutaria mais uma vez conosco, como sempre, mesmo sabendo que os deuses a usariam para me atingir, naquele momento, não me importava, só queria minha amiga ao meu lado. Mais uma vez olharia para ela sorrindo, sem em nenhum momento me distrair dos movimentos do gigante e seu amigo, eles poderiam tentar algo perigoso logo e é claro que teriam a ajuda dos deuses, não por quererem ajuda-los, mas sim por quererem me prejudicar em todos os momentos.

~~ Comigo a dando cobertura e ela me dando cobertura, talvez as coisas dessem... A quem estou tentando enganar? Vou ter que me preocupar com ela por perto agora, é só questão de tempo até que os deuses a matem ou façam com que ela tente me matar, bem, eu vou dar um jeito no final. ~~

Logo atacava Skrýmir sem pausa, queria derrubá-lo já que não conseguiria escalar um gigante com facilidade e duvido que ficar atacando seu pé ou sua perna faça algum efeito que possa acabar com ele. Além disso, eu sabia que qualquer dano que eu desse, teria um efeito bastante reduzido pelos deuses, assim como qualquer dano que eu levasse, teria um efeito ampliado, atacar a perna dele poderia ser como uma criança acariciando um elefante se os deuses começassem a interferir muito, por isso preciso acabar logo com esse monstro, antes que os deuses se cansem de brincar comigo e me matem.

Conforme atacava, mais uma vez Skrýmir começava um chute, naquele momento eu dei um sorriso para o gigante e tenho quase certeza de que a Deusa Da Velocidade sorriu para mim, o gigante sorriu para ela, eu sorri para ela, todos trocamos sorrisos ao mesmo tempo com a Deusa Da Morte, mas aquilo devia ser só minha imaginação, pois mais uma vez Yue me salvava ao me tirar da direção do chute fatal.

Com certeza eu não entendia como os outros não percebiam a existência dos deuses, aquela foi uma clara forma de eles brincarem comigo de novo, foi uma clara manifestação da Deusa Da Salvação me ajudando, para que os outros logo em seguida me dessem alguma esperança e depois arrancassem tudo de mim com um piscar de olhos. Alguns deuses não conseguem fazer necessariamente o mal como a Deusa Da Esperança, a Deusa Da Fé, a Deusa Da Paz, então usam seus poderes de deuses para fazer algo bom e combinar com outros deuses que só conseguem fazer o mal como a própria Deusa Do Mal e com isso brincar com a minha vida e daqueles que me cercam.

Durante a luta, percebendo o plano de Ria, distraio o gigante para colocar a ideia dela em prática, era nesse momento que Jeanne, a enviada por um ser celestial fala algo que me faz olhar para ela na hora totalmente intrigado, acho que até quase quebrando meu próprio pescoço com o movimento já que ele estalou e machucou um pouco, ela disse que a corda que conseguiu havia sido um presente dos céus. Eu sei que os deuses não estão nos céus, eles ficam espremidos aqui ao meu redor o tempo todo, mas o que seria isso? Algum tipo de código para deuses?

~~ Essa fala dela só pode significar uma coisa... DEUSES! ~~

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Estava pulando por dentro, mas mantendo minha alegria normal por fora, tentaria manter a calma, nada havia sido comprovado ainda, só poderiam ser coincidências, deuses jamais seriam tão indiscretos assim. Um de meus maiores medos era que eles começassem a fazer esse tipo de jogo comigo, mandando indiretas de que estão e não estão aqui, não importa... A vida toda foi assim e não é agora que algo a mais ao meu redor irá me afetar. Assim que Ria consegue ajeitar as coisas, ajudo a puxar a corda, mas é claro que os deuses não deixariam isso passar despercebido, com certeza tentaram arrebentar a corda, mas vendo que não conseguiria, mandaram o aliado de Skrýmir vindo de quase dez metros de altura para ser seu porta-voz e cortar nossas ideias pela raiz ou no nosso caso, pela corda.

Hoje eles estavam bastante ativos, ao fundo via um garo... Uma garota? Não, para mim não era nada disso, vendo aquela pessoa que não conseguia identificar o sexo e usando algum tipo de acessório no formato de asas, percebia na hora diante do que estava. Aquilo nada mais era do que um enviado pela Deusa Dos Okamas para acabar com minha mente ao tentar entender sua sexualidade, mas ele veio do nada, não fazia o menor sentido ele ter entrado na luta agora.

~~ Jeanne já está aqui... Seria esse okama um aliado dela? Ou seja, seriam os dois enviados dos deuses para acabar comigo? ~~

Com ele estava um homem ruivo que foi atacado pelo gigante e conseguiu bloquear o golpe, esse gigante não deve ser tão forte quanto parece, se aquele cara conseguiu bloqueá-lo. Mas do mesmo jeito que atacaram nossos inimigos do nada, eles foram em bora do nada, não entendia nada do que estava acontecendo, já estava com a sobrancelha direita levantada mostrando minhas dúvidas para com a situação. Já era mais uma coisa para fazer depois de derrotar os caçadores de recompensas, recuperar nosso navio, conseguir um navio novo e descobrir qual era exatamente a de Jeanne.

Focaria em uma coisa de cada vez e continuando com a luta atacava o humano em minha frente com tudo, mas é claro que a Deusa Da Lerdeza me atrapalharia e a Deusa Da Destreza o ajudaria, até conseguia sair da luta ileso sem que nenhum de nós nos machucasse, era então que via uma sombra gigante vindo em minha direção, não era o gigante mas seu bordão enorme que me acertava em cheio fazendo com que eu voasse e batesse em uma parede depois de uma considerável distância.

Sentia sangue escorrendo, então passaria a mão em minha boca, era estranho, mesmo com minha visão exemplar, não consegui ver o ataque de um gigante vindo em minha direção para me esquivar e a dor que sentia era absurda. Mas eu estava entendendo exatamente o que acontecia, enquanto olhava para o sangue na minha mão, começava a pensar e associar todos os fatos ocorridos com esse ataque que levei.

~~ Foi um ataque combinado onde a Deusa Da Visão e a Deusa Da Audição ofuscaram meus olhos e ouvidos, impedindo que visse e ouvisse os movimentos de um gigante ao sacar seu bordão gigante, fazendo com que enxergasse apenas uma sombra ao bater em mim e não percebesse o que acontecia. Logo depois veio a Deusa Da Dor e a Deusa Da Recuperação para aumentarem minha dor em pelo menos dez vezes a que uma pessoa normal sentiria e minha recuperação em cinco ou seis vezes ao que demoraria para alguém com minha força que sobrevivesse do dano, levasse para se recuperar. Nada mal deuses, mas acho que ainda posso lutar. ~~

Me levantaria devagar devido à dor que sentia naquele momento e vendo que Ria atacaria o homem, eu atacaria o gigante, avançando contra ele e tentando uma estocada dupla na mesma perna que tenho atacado o tempo todo até agora. Correria da melhor maneira que conseguisse tentando ignorar o que sentia sempre com um sorriso no rosto e pularia contra ela enfincando minha espada com tudo, mesmo sabendo que os deuses não deixariam que isso acontecesse, ainda assim tentaria.

Depois arrancaria minhas espadas caso as tivesse enfincado e faria um corte cruzado tentando acertar o calcanhar do monstro, sempre focando o maior dano possível em sua perna para que ele caísse uma hora ou outra. Conseguindo realizar meu ataque ou não, correria para trás dele embainhando minhas katanas e avançaria mais uma vez contra seu calcanhar ao usar minha técnica gritando alto.

-Estilo Da Espada Embainhada - Dragão Serpente.

Me atentaria tanto ao homem quanto ao gigante com minha visão aguçada, se o homem viesse me atacar com ataques cortantes, socos ou chutes, bloquearia seus ataques ao colocar minhas katanas na frente, assim o interceptando. Caso o fizesse, deslizaria a katana em minha mão direita no que ele usasse para atacar tentando abrir sua guarda para realizar um corte diagonal em seu peito, se ele bloqueasse, puxaria minha outra kanata dando uma estocada bem no centro de seu peito.

Se o gigante viesse me dar alguns de seus velozes ataques de gigante de dez metros, eu tentaria me esquivar ao sair da direção do mesmo, me acertar não parecia tão difícil já que ele tinha a ajuda dos deuses, mas eu não me renderia. Já esperaria que ele fosse me atacar e sempre que o fizesse, tentaria sair do caminho o mais rápido que pudesse, além disso, enquanto o atacasse, me manteria perto de seus pés para que tivesse uma maior facilidade de esquiva, como ele não poderia me atacar com os dois pés ao mesmo tempo, correria na direção do outro que ele usasse para se apoiar sempre que tentasse um ataque e ficaria em baixo dele se percebesse que ele pretenderia me atacar com seu bordão ou suas mãos, o importante é que tentaria sair do caminho sempre que visse que ele tentaria me acertar.


Técnica Derrubadora De Gigantes:
 

OFF:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 4 EmptyQui 21 Jun 2018, 01:32




Busquei a fundo o retumbante rosnar adormecido no fundo de meu peito, lá estava a frente do obstáculo a obstruir minha visão, mas de antemão alertei minha chegada, carregando em tamanho ódio o prelúdio, em cada eco de meu brado representando minha cólera profunda, já estaria a popa do navio, em rápido rumo partido do fundo avançando em direção a proa ou a amurada mais próxima daquela embarcação, e rapidamente fez-se esvanecer ao conto, antes que eu pudesse ter a certeza de entrar de forma caprichosa e triunfal, voltemos a enseja de meu espírito feral, cujo qual permanecera inerte e silencioso até então, recordo-me das águas remexendo em meu peito, ou de como o universo parecia grande do alto do pico que repousava, às margens da beira de um rio cujas quedas d’água espirravam as gotas sobre meus pelos.

Parte Opcional - Sem Ações:
 


Chame este resoluto pedaço do que quiser, seja de simples devaneio a profundo delírio, mas em meio a palavras e páginas perde-se a noção do real, faz-se realidade aquilo que se acredita e o que vê, mas o que me traz de súbito deste profundo sentimento é diferente, a mão que me traz ao plano físico vem ligeira, o som tugia, era distante, eu estava distante, mas me recordo de ouvi-lo no exato momento em que algo me traz, em meio ao sufoco me busco, e lá se me ia completa sanidade, castiguei-me em profunda culpa, logo tornou-se austero meu cenho. “Como pude fazer isso?” Pensei, e ao passo que arqueava de fora pesada estava voltando a mim, o que era antes de entrar naquele mundo repleto de páginas.

O que eu fiz? Perguntei repetidas vezes, como pude esquecer-me do plano e deixá-los de lado para ler um livro? A diversão... O disparo, está tudo acontecendo e eu não fiz nada para ajudar... Mas que droga de companheiro eu sou? O que eu estou fazendo enquanto o homem que considero como rival está naquele barco lutando para nos levar ao sonho o outro lado, ao caminho através dos mares! Condenei-me ao profano assentamento. Fitei lá de baixo o grande salto que teria de executar para chegar do outro lado, recorri a pensamentos e cálculos, minha mente fresca de frutos da imaginação aflorava as mais profundas possibilidades. “Hei de correr e saltar, pode não dar certo e terei de arranjar algumas coisas e empilhar para subir, ou quem sabe eu use o mastro para tentar saltar ou até mesmo... Escadas!”  A princípio recorreu-me a entrada mais triunfal que me ocorrera a mente recheada, fiz de meus sonhos mais profundos uma realidade ao partir até o fundo do navio, mais especificamente, iria encontrar fim de meu rumo na ponta mais distante da popa, obviamente, iria antes tratar de buscar por alguma cosa a colocar na frente de meu corpo, pedaços de madeira ou alguma placa de metal, algo que pudesse ser ridiculamente grande o suficiente para me cobrir o torso, senão, boa parte deste.

Ouvi o que estava rolando e não queria entrar na batalha e logo ser transformado em uma peneira com diversos buracos, por isso a procura, mas na ausência do objeto, seguiria a meus próprios instintos e força de modo a confiar minha total segurança e proteção no gume aluminoso daquela lâmina, a tênue que separava a vida da morte, corria as patas pelo punho que enfim seria usado para trejeitar o doce afago do rubro visco e me afagar com a doce sinfonia de seus gritos desatinados, a morte eloquente me chamando a uma valsa pelo convés, como uma dama de honra, cortejá-la-ei para aquela simplória, sem compromisso, afinal, não queria criar confusões com um tritão a me chamar de talarico.  E é deste ponto em diante que unamos ao presente novamente, onde os fatos voltam de forma temporal e o rugido tem como segundo começo nessa prosa.

É claro que me senti inseguro, temeroso, e relutante ao saltar depois do que fiz, mas a mãe me ensinou a nunca ter medo, a sempre ser o melhor no que fazer e nunca ficar para trás, sou um super Mink, ela disse para mim que eu nunca deveria ficar atrás dos outros ou aceitar a derrota, pois eu posso chegar aonde eu quiser – A MÃE RUSSIA NÃO ME ABANDONA! – E então rumaria, ao destino incerto de meu corpo e mente, mas que se dane que meu corpo acabe em pedaços ou milhares de cortes, eu vou esmagar a cabeça de cada um e me deleitar com o gosto amargo do sangue escorrer pelo meu pelo, vou banhar a minha espada com as fezes de seus anus que empalarei, segui meu caminho para o salto, com os dois pés o salto mais potente que pudesse dar, a arma em mãos e a algibeira com as moedas e a mochila de equipamentos colocados ao navio com segurança, faria isso antes de correr.

Quisera eu ter sucesso naquele salto, eu realmente acredito na força que move meu ser, com bandeira vermelha e raios amarelados cintilando à minha retaguarda como um comercial do capitão América, há coisas que penso que poderia fazer caso tudo desse errado, fincaria minhas garras no casco do barco para repousar o cabo de minha espada dentre minhas presas e então continuar subindo, não tinha perícia alguma em escalada, era mais provável que eu caísse para o fundo do mar como um pedaço de esterco, mas eu não posso falhar assim, não com Will e com TJ, fincaria estas o mais profundo que conseguisse, mesmo que as farpas entrassem em minha carne, mesmo que eu encravasse as unhas, minha cede era maior, tão forte quanto a pela vodka, que por sinal, me aguardava no canto do navio.

Meu doce sabor, senti-me à noite de núpcias, aquele momento que o toque se torna gentil, as almas inocentes de dois puros se unindo para consagrar o matrimônio, não era uma situação em que eu encontrasse prazer em me deitar com a garrafa, não, quem quer que pense isso deve ter uma mente bem ousada e repugnante, falo com o sentimento das palavras, realço aquela firme conexão profunda e sensações que transpõem o carnal, é algo bruto como a seiva que do interior da árvore rege austero.

De pé no convés, queira eu ter chego lá, suspiro em alívio profundo que não dura nem meio segundo, pingando o suor frio de minha própria loucura e esforço, seja carregando o pedaço que trouxe do navio - a anexá-lo a minhas costas durante o salto – ou vazio a mercê de meus próprios sentidos, em particular, preferi que estivesse logo acima carregado apenas minha espada, cingindo-me aquele impuro desejo, não me vi tão longe mais deste, agora fitei-vos para decidir para qual correr primeiro.

E se nenhuma das duas opções desse certo, restar-me-ia apenas buscar por uma escada ou alguns objetos para empilhar e colocar sob a ponta da canhoneira de modo que eu conseguisse escalar ou realizar novamente meu salto, agora, partindo de um ponto de pulo mais alto e mais perto, esperei encontrar utensílios que fossem resistentes ao meu peso, afinal, não adiantaria nada colocar pequenas caixas para saltar sendo que não suportariam meu peso.

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– Ninguém pensa em diversão quando se está enfrentando uma dezena de marines, mas isso... Hehehe! CONSEGUE ME FAZER SORRIR! – Aguardara meu destino a frente, indagava conforme avançaria, a princípio, passos lentos e cuidadosos, com a arma empunhava acima do ombro próxima ao rosto, eu tinha muitas coisas ao meu favor e muitas outras para me complicar, golpes vindos de qualquer lado disparos e até mesmo soldados a investirem, mas não pude esconder aquele largo sorriso que brotava ao ouvir que a sinfonia já tocava quando embarquei, cabia apenas a mim dar continuidade para que ela tivesse o fim esperado a nutrir anda mais meu desgosto pela marinha, e a partir deste ponto o sangue me sobe a boca fazendo grunhir cingindo a mais pura concentração, e então calculei um movimento específico para desarmar e continuar seguindo qualquer um que viesse a tomar minha vanguarda para atacar, assim como a retaguarda.

A silêncio de minha alma, traço o trajeto por toda minha chacina, talvez não fosse longe, mas até muito partiria desde que saísse daquele ponto inicial, o primeiro foco de defesa vem daquilo que mais me instiga, os projéteis, um modo de luta covarde a distância, utilizando de armas rápidas que podem pegar qualquer desatento de surpresa ou afetar um ponto fraco mais fácil, mas agora eu poderia estar de frente com estes, meu gozo interior a ser feito para enfim cortar minha primeira bala, a que se refere, repousando ao ombro a lâmina leve dançando ao vento para cortar sua resistência, olho para o homem que realizou o disparo, fito a bala e a linha de tiro, eu tinha anatomia, sabia onde ficava cada parte do corpo, talvez observando a linha do cano pudesse deduzir onde a bala chegaria, calcular quanto tempo do barulho do disparo com alguns segundos de vantagem para que pudesse colocar minha lâmina a frente da bala em vertical, e assim, tentaria cortá-la ao meio ou então repeli-la.

O corajoso espadachim de alma honrosa a se glorificar pela justiça que ousasse investir provaria de meu instante movimento, colocando-se este a linha de frente de um possível disparo junto com ataque ou não, rolar-me-ia para o lado tentando fazê-lo seguir-me e entrar na reta do disparo, senão, apenas tentaria desviar para que pudesse investir contra este no momento de subida, faria, com meu peso e tamanho colossais, erguê-lo-ia sob meu ombro direito, tentando arremessá-lo para cima ou danificar alguns ossos, esta parte mais musculosa também serviria como “casco” caso contra golpeasse minha investida, assim, tentaria fazê-lo fincar a arma em meu corpo e logo o atirando para o alto. Iria com um corte limpo, ainda no ar, talhá-lo o tronco ou a perna – qualquer que fosse – e caso eu não consiga fazer isso, apenas trataria de cuidar do verme quando já estivesse caído ou desnorteado se não fosse arremessado, o tempo de retardo deste geraria minha abertura para que, empunhando com as duas mãos, um corte de lua fosse desferido com minha arma em seu torso ou na cabeça, o que estivesse mais perto da altura de meus braços, e se este conseguisse defender o golpe, tentaria forçá-lo para a mesma direção a fim de segurar a defesa do oponente ainda mais, assim, desprenderia uma de minhas patas do cabo coma intenção de rasgar-lhe fundo na pele o seu membro mais próximo, sendo que, a pata retirada dependeria de qual estivesse mais próxima deste membro.

A situação então, seguida de um sucesso de cortar a bala, de um sucesso de desviar da bala e acertar o espadachim em um golpe conjunto, de um sucesso de matar o espadachim que viesse ao meu encalço ou de um momento em que eu precisasse investir dada a demasiada covardia de meus oponentes. De fato, nutria um profundo ódio que me impedia de sentir qualquer coisa como pena ou clemência, mas quis me sentir enojado pela justiça que pregam e nem ao menos se encorajam em defender aquilo que colocam à saudação da bandeira, pois que avancem contra os piratas sem honra, conte-lhes a cabeça e degole-os. Pequenos insetos que se escondem ao navio mandar-lhes-ei para debaixo da saia de minha querida morte, amiga de anos, temerosa deusa que aos poucos me cativo a servir, não nutrindo demasiado gosto por tal, já que a amargura da vida me cativava e fazer-me amá-la por mais. E como meu ato seguinte, ainda com a arma embainhada, passando longe da luta de Will que eu senti que não deveria intervir, ele parecia estar enfrentando um cara a altura, enquanto que por mim satisfazia aos desejos por degolar vermes e me contentar com as pequenas asas do frango enquanto ele devorara a parte principal, no fim, nosso acordo se estabeleceria de forma justa, sendo que da próxima vez a estrela a bilhar seria eu. Pois assim me fiz ainda mais determinado e composto, queria mostrar-lhe que de muitos sei cuidar, reconheço os esforços das duas garotas que lutavam fortemente para conter os avanços, e eu, atravesso-a me atirando para cima dos homens que viessem, o primeiro que eu encontrasse seria meu oponente, moveria minha espada para trás do tronco tomando minha postura de combate, pronto para realizar um corte horizontal...

Aguardo, sou paciente e mortal, por isso tenho o maior gosto em trucidar as vítimas que esperam pouco de mim, esperam que eu parta para cima sem estratégias ou pensamentos, e estudo seu corpo, a contração de seus músculos, o tempo que leva para se mover para trás ou para colocar a mão no cabo de uma arma ou escudo, espero que este tenha um segundo de vantagem a colocar sua defesa ou contra-ataque a frente do meu, nesse caso, mudaria por completo meu plano de ataque, o que seria um golpe horizontal com lâmina passaria a ser um “parry”, ou seja, bateria com o cabo de minha katana sob seu palmo ou sob a arma/escudo do oponente em direção contrária a que ele vinha carregando, assim, abrindo momentaneamente uma abertura em seu guarda, a grande jogada no movimento era que meu golpe com o punho sempre partiria da direção oposta ao do ataque do oponente, por isso, sempre ficando com a lâmina voltada para dentro de sua defesa, que grosso modo, sempre a fazendo ficar virada para seu corpo e, sem muito esforço, iria avançar para tentar fincar a arma neste e por um fim em sua vida. E se caso me dê tempo para atacar antes, finto um corte horizontal que complete 45º, no meio do trajeto mudaria meu curso para a direção oposta, trocando a espada de mão e a posição de sua lâmina em pleno giro garboso de dançarino que eu abdicava, e, por fim, tentaria realizar um corte diagonal na altura do joelho do alvo para tentar cortar ou tirar sua mobilidade. Continuando vivo e debilitado, daria um fim a sua vida miserável ao dirigir uma estocada em sua nuca.

Quantos eu carrego a sombra de minha alma? Um? Dois? Quantas vítimas fazem nessa pouca empreitada que me dedico? Desisto de números por hora, deixo para meus estudos de matemática, apenas gosto de sentir o momento e deixar a lógica para trás. E se viessem dois, três ou mais guerreiros ao mesmo tempo em minha direção? Por-me-ia a criar um bloqueio com a lâmina, tentando aparar os golpes que viessem das direções, tentaria compreender a ordem com que se organizavam para atacar, de certa forma, se trabalhassem em conjunto para adotarem uma estratégia eu poderia decifrar depois de observar uma ou duas sequências de movimento, se não, atacassem puramente instintivamente e de forma feral, tentaria rodar para os lados a tentar fazê-los colidirem entre si ou se golpearem, ou até mesmo abrir uma brecha na defesa de um ou dois, a princípio, tentaria empurrar o primeiro sobre os demais a fim de desestabilizá-los também ou até mesmo fazê-lo cair sobre as lâminas perdidas ali. Caso atacassem com ordem e eu conseguisse compreendê-la, seja obedecendo algum critério ou movimento que não prejudicasse o outro, tentaria quebrá-la repetindo o movimento de “parry” e tentando golpeá-lo nesse resquício de tempo, se não, apenas empurrá-lo com a pata e tentar me liberar do sufoco que os golpes simultâneos faziam, ganhando mais aberturas tanto para escapar quanto para contra-atacar.

Os primeiros que eu conseguisse lidar, com a pausa garantida depois dos meus ataques antes descritos, encontrando um momento de alívio e, por mais que remota chance, a possibilidade de causar medo ou relutância aos guerreiros que se posicionassem logo a minha frente, riso de escárnio largo se desprende de minas enormes presas, fito-os mais uma vez para que pudesse dar uma pequena pausa nas falas de minha lâmina, tomando-as para fim por uma última vez durante a batalha – Com o tempo vocês vão se acostumar com esse sentimento, perder, mesmo sabendo que estão fazendo a coisa certa e falhar da mesma forma! – Não esperei que alguém fosse covarde o suficiente para se aproveitar desse meu momento para atacar, mas como sempre, desconfio de tudo e dessa vez não foi diferente, não baixo a guarda, me posicionaria de costas para algo que não pudesse permitir que um golpe viesse da retaguarda, a lâmina ficaria empunhada pela mão direita a frente de meu corpo pronta para ser posicionada a frente de algum ataque ou disparo, obedecendo a mesma lógica que eu pensara antes para cortá-la.

Mas como eu iria continuar minha luta?  Chegado aquele ponto como quis, matando muitos ou poucos, proferiria minha frase com a retumbância austera, carregando nestas nada além do sentimento de profunda certeza, pois sei como é falhar e se sentir fraco, assim como estes, encontrei a infelicidade a cruzar a linha do meu destino, mas meu sentimentalismo barato não cativo, nem ao menos vinga para a altura desse confronto, esperei que até aqui estivesse completamente lúcido ainda, que não tivesse tomando alguns golpes por mero fracasso ou erro minimalista que não tratei de cuidar, mas se em meio de minhas visões heroicas e prepotentes eu, na verdade estivesse perdido e absoluto ao assoalho de profundo desgosto e desolação, encontraria a chama que rege na profunda alma, aquela que aquece os corações resolutos e fogueiras apagadas, as cinzas que vingam uma última vez a compor o enorme incêndio. De meu próprio fracasso nasce o lírio de esperança de profunda dor misturada com coragem, a mãe Rússia não falha e nem me abandona, ela me tornou o melhor guerreiro, eu sou uma máquina, eu sou um mutante capaz de tornar possível meus sonhos, e agora que finalmente consegui encontrar algo que pudesse me apegar, falhar assim de modo desprezível? Jamais, eu não quero e não vou deixar isso acontecer!

Erguer-me-ia do chão lamentoso, empunharia minha lâmina em duas mãos uma outra vez antes de tênar esquecer meus ferimentos, e novamente usando meu conhecimento sobre anatomia eu teria uma perfeita noção dos músculos que eu poderia mover, dos que eu não poderia mover para não agravar o ferimento, e desta analogia se baseou meus movimento seguintes, utilizaria pouco as regiões feridas, até mesmo faria delas minha rota de escape caso frente a um golpe inevitável. Que viessem um, dois ou até muito mais desses soldados, sinto o gosto do sangue deles cair sobre meus lábios, nenhum cão do governo vai ser o prazer de se deleitar da minha carne, erguer a um estandarte minha cabeça, e com esse minha determinação eu tentaria estocar o primeiro que viesse, cravar minhas garras nesse ou morder-lhe alguma parte do corpo antes que tivesse tempo de reagir, utilizaria-o como meu escudo humano para partir em direção ao segundo e tentar realizar os mesmos movimentos, embora, agora eu viesse a utilizar o corpo do primeiro defunto para aparar os golpes que viessem em minha direção, quem sabe eu conseguisse desestabilizá-los emocionalmente por utilizar o corpo de um de seus companheiros para fazê-los golpear, mas se quer saber, eu tentaria arrancar os rostos deles com minhas presas e atirá-las ao mar a demonstrar meu profundo ódio e estado animalesco nutrido pelo sentimento de sobrevivência.

Penso quem em qualquer momento poderia perder minha espada, mas se quer saber, não faço tanto caso desta assim, pois meu corpo é uma arma, uma máquina de matar composta de músculos e pontas afiadas, de minhas presas e garras faria meu novo arsenal de destruição, partindo então para cima do próximo marinheiro que eu encontrasse, com o tronco curvado iria, bateria as patas no chão antes de realmente avançar, esperaria o golpe que este desse ou uma brecha abrir em sua defesa, novamente considerando o tempo de movimento do corpo, assim, tentaria fincar minhas garras, sempre visando em maior instância, atingir os membros superiores para inabilitá-los de utilizarem suas armas, ou então, com as patas traseiras, iria tentar inviabilizar o uso de suas pernas caso estes atacassem com os pés. A partir daí a cena se repete para o grotesco, mordendo seus rostos embora agora eu não tenha tamanho gosto por arrancá-los, apenas cravar minhas presas na cabeça para dar fim a suas miseráveis vidas.

Com a ajuda das escudeiras meu trabalho se tornaria mais fácil, se a gosto destas, eu iria a frente para abrir caminho em meio as tropas com meus rugidos e ataques que já antes explicados atuam nessa situação em particular, mas no caso de quererem aturar em formação, eu simplesmente me ateria a permanecer perto das duas apesar de ingressar propriamente, eu desacreditava que aquele tipo de ideia pudesse dar certo, com meu peso e atura eu só seria capaz de atrapalhar mais e mais quem quer que estivesse trabalhando comigo, portanto, vingara minha ideia de trabalho sozinho, porém nunca a distância, para que caso perigo a mim ou a alguma delas, pudéssemos nos ajudar antes de que um ou outro pudesse se ferir. Eu nutria um pequeno desconforto na companhia das garotas, mas devo confessar que em batalha eu senti que seus espíritos falavam algo de bom que eu pudesse captar, talvez o senso bárbaro ou a indiferença com que lidavam com as mortes e a situação, no fim, todos buscávamos satisfazer nossos próprios desejos por mais louco que fossem.

Caso encontrássemos um fim ou descanso, iria passar a observar Will em sua luta, ou até mesmo durante meu combate eu tentaria arranjar algum espaço curto de tempo para fitá-lo, suas artimanhas e movimentos, mas a todo tempo me preocupando para que ele não ousasse o bastante para realizar um movimento que abrisse uma brecha muito grande para o seu oponente, ou até mesmo, este viesse a tratá-lo com desdenho ou escárnio, brincando com sua força de vontade ou algo parecido, não tomaria, de imediato, alguma ação que intervisse diretamente no combate, o que eu poderia fazer e estava no meu alcance no momento era simplesmente torcer para que ele saísse vivo e bem do combate, que tivesse certeza de que iria conseguir vencer e que seus amigos já tivessem dado conta da situação ou ela estivesse sob controle fora da luta, embora ele fosse um rapaz honrado e habilidoso, alguém que consiga levantar a moral e coragem do time sempre vai ter os melhores resultados, quis que ele tivesse sucesso por isso acreditei e incentivei, bradaria ao vento sem remorso nas palavras – VAI WILL, SEU MARIMO DESGRAÇADO! SE VOCÊ PERDER PRA ESSE CÃO DA MARINHA EU MESMO VOU TERMINAR O SERVIÇO E ACABAR COM OS DOIS! – Tentaria impedir que os outros chegassem perto de interromper a luta, caso alguma ameaça iminente aparecesse, me posicionaria a frente desta, não propositalmente com o corpo, mas sempre carregando uma espada para bloquear os golpes.

Histórico:
 


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Última edição por Johnny Bear em Qui 21 Jun 2018, 15:13, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 4 EmptyQui 21 Jun 2018, 10:22



Loguetown!
Pirata x Marinheiro


- Aghh – Passando minha mão esquerda sobre a ferida que a bala havia feito em minha coxa direita, olhava para o sangue que escorria daquele pequeno buraco, minha concentração não estava boa o bastante – Será que eu abaixei minha guarda? Eu não posso ficar sendo alvejado assim, eu tenho que melhorar meu bloqueio – naquele momento o plano dependia de min, meus companheiros ainda estavam no barco, eu sabia que eles não eram covardes para amarelarem agora – Tomara que eles tenham uma carta na manga – enquanto apoiava meu corpo sobre minha coxa esquerda, usava da ponta da minha katana para me levantar.

Enquanto me levantava escutava as palavras do Sargento, parecia que aquilo realmente seria uma batalha de homens, a chama ainda ardia em meus punhos, transferindo minhas emoções para a ponta dos meus dedos e chegando até a lamina da minha katana – Não se preocupe Falker, eu não perderei num lugar como este, eu tenho uma motivação me esperando atrás de você, eu irei para a Grand Line – minhas palavras seriam serias, assim como minha feição, enquanto falava, estenderia minha mão a frente do meu corpo e fecharia meu punho esquerdo, tudo dependeria do quão forte eu estava, todo o meu treinamento com aqueles piratas, tudo foi para este momento.


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Com o aval do Sargento, ninguém provavelmente nos atrapalharia, o que seria perfeito, eu so teria que me preocupar com um inimigo, ou seja, minhas chances de vitória aumentaram bastante em pouco tempo. Maquinando uma investida em minha mente, eu tentava rever seus movimentos - Ele não tentou bloquear meus golpes, usando apenas de esquivas, sendo assim, seu forte deve ser esse, apesar de que sua força deve se igualar ou até mesmo superar a minha, aquele golpe que eu recebi de cima, se eu não tivesse bem posicionada, seria jogado no chão, e por último, aquele chute entrou muito fácil na minha defesa, ou seja, eu preciso tirar o que ele tem de mais útil, suas pernas – Com um plano traçado, estava na hora de agir.

Observando primeiro a distância entre min e meu inimigo começaria a minha investida empunhando apenas a Anzol em minha mão direita deixando a outra katana embainhada, colocaria o peso do meu corpo na minha coxa esquerda e usaria apenas a ponta dos meus pés para me impulsionar para frente com a perna direita, mesmo mancando, tentaria ter uma velocidade descente para atacar. A empunhadura do inimigo consiste em deixar a lamina da katana para fora do seu corpo, o que demonstra que estocada não seria o seu forte, ao entrar em sua zona de ataque iria desferir um ataque em diagonal de cima para baixo, começando pelo meu lado direito e terminando no lado esquerdo, contudo, manteria meu corpo a uma certa distância do dele, de modo que, apenas a ponta da Anzol passasse perto do seu peitoral, este golpe, seria apenas para Folker repetisse a mesma esquiva de antes, ou seja, dar um passo para trás.

Movimento de Ataque:
 

Defesa do parágrafo acima:
 

Posições usadas para bloquear:
 

Doravante, se a esquiva fosse conforme planejei, não pararia de pressionar o Sargento, daria um passa para frente, e entraria novamente em sua zona de ataque, usando minha perna esquerda, dobraria a mesma para me abaixar e usaria a perna direita para colocar o joelho no chão e daria um corte em horizontal da esquerda da direita, mirando acertar sua coxa esquerda, com isso, a intenção era novamente que o Sargento esquivasse, lembrando, que usaria a distância entre meu corpo e o do inimigo para que apenas a ponta da katana o acertasse.

Movimento ataque acima:
 

Defesa do parágrafo acima:
 

Novamente, esperaria que o Sargento se esquivasse, mas desta vez, pouco importa se seria para os lados, ou para traz, com sua esquiva efetivada, recuaria meu braço direito, e colocaria meu cotovelo próximo a minha costela, depois com meu joelho ainda dobrado, impulsionaria meu corpo para frente, e faria um rolamento para pega-lo desprevenido, quando o rolamento estivesse no fim, me ergueria e daria um estocada visando acertar seu abdômen e cravaria a Anzol em seu corpo, se o golpe acertasse e apenas um pouco da lamina entrasse em sua carne, saltaria sobre Folker e colocaria meu peso no meu braço direito, para que a espada atravessasse seu corpo por inteiro e saísse do outro lado, ceifando assim, a vida daquele imundo, tomado pelo meu triunfo levantaria e gritaria para todos – TEM MAIS ALGUEM ???


Sequencia de movimentos do paragrafo acima:
 

Histórico:
 

Objetivos na atual Aventura:
 

Legenda:
FALA
PENSAMENTO

Willian West

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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 4 EmptyDom 24 Jun 2018, 21:06

Mother Russia is Coming: 06


Ria, Dk


Após se recompor do golpe previamente aplicado e notar a real situação de seu companheiro todo o choque e medo que antes se acumulava na Ruiva em um turbilhão de emoções agora se concentrava em apenas um sentimento, ódio por aqueles que jurou derrotar. Com um olhar fervente Genji era o primeiro alvo do contragolpe da pirata que iniciava uma caminhada em direção à seu oponente que aproveitava o momento para abrir sua arma ao meio abaixando o cano duplo da escopeta e a recarregando com oito cartuchos de bala retirados seus bolsos, logo o que antes eram lentas passadas se tornava uma veloz corrida em direção ao caçador.

Como esperado o “Dread guy” não se mantia parado e começava a mirar com sua arma de fogo em Ria que começava a serpentear em resposta, o movimento de Genji no entanto nada mais passava de uma finta onde no momento em que Ria iniciava sua esquiva o caçador logo avançava contra ela com um corte horizontal de sua espada, a Ruiva tentava uma uma rápida esquiva para trás o fato de ter que pausar primeiramente a arrancada prejudicava seu movimento de forma que a lâmina ainda cortava mesmo que levemente sua região abdominal bem abaixo dos seios.

No entanto, apesar de ter levado um golpe aquela era a situação perfeita para Fanalis, que se aproveitava do posicionamento de ambos os lutadores para aplicar um golpe lateral com o cabo de sua foice, este que era bloqueado com sucesso pelo caçador que cruzava seus braços levando sua escopeta a parar o golpe, o homem no entanto não era o único a usar de truques e artifícios, e no momento em que via a mudança de postura da Ruiva, Genji percebia que se encontrava em apuros logo se jogando no chão com um rolamento para a direita, seus exímios reflexos lhe permitiam sair com vida, no entanto não eram o suficiente para impedir o dano infligido pela foice que cortava o homem desde o meio de suas costas até a lateral de seu ombro esquerdo em uma linha horizontal.

O caçador se encontrava no chão vulnerável e muito provavelmente se lamentando de dor mentalmente, era o momento perfeito para uma finalização se Ria não se afastasse dando uma janela de tempo para que ele se estabelecesse de pé novamente, após receber o golpe o caçador aparentava um pouco cauteloso.

- Como esperado de uma cabeça de sessenta e dois milhões. - Dizia Genji com um breve sorriso de canto de boca enquanto Fanalis iniciava sua próxima investida, esta que no entanto não era um de seus melhores movimentos e na hora em que iniciava a rasteira Genji percebia sua grande falta de base e se aproveitava deste momento para chutar a perna de apoio da pirata que ia direto ao chão, mais uma vez a arma de fogo era apontada para a pirata que começava a rolar lateralmente tentando evitar ser morta e surpreendentemente o que lhe salvava era um golpe do gigante azul que vindo de encontro ao chão forçava um recuo de Genji que apenas observava a Ruiva sendo lançada pelo impacto em uma distância de dez metros do caçador e recebendo alguns arranhões por isso.

Paralelo a isso o que acontecia no fronte de Dk era uma verdadeira batalha de Davi contra Golias, após resistir ao último golpe suas condições não eram das melhores, uma forte dor o incomodava em sua região toráxica e junto a isso uma certa dificuldade respiratória lhe acompanhava, enquanto ainda não conseguia se mantia paralisado pela dor Dk podia observar pequenos detalhes em meio ao campo de batalha, Ria iniciava uma caminhada lenta em direção ao humano enquanto Jeanne puxava Yue para uma conversa discreta onde provavelmente trocavam planos de ação, o mais importante de tudo, Skrýmir olhava para o cientista com uma cara de deboche, e para muitos ali seria o limite de paciência para com o gigante. Tendo sua movimentação de volta Kaminari não media esforços e já iniciava uma feroz investida contra o gigante, a dor lhe continuava incômoda mas o que o mantia de pé era a força de vontade.

O plano de mutilação à mesma perna se seguia e Dk logo mirava as canelas do gigante que ao contrário de uma reação normal esperada ele apenas aguardava o avanço do cientista oferecendo até mesmo sua perna esquerda, era como um presente dos deuses, mas é claro que se tratando de Kaminari Dk qualquer presente divino seria recusado de forma que a ganância mantia seu alvo fixo, logo suas duas espadas se encontravam cravadas na perda de Skrýmir que parecia segurar um urro de dor enquanto uma lágrima escorria por seu rosto, aquele ato no entanto viria a ser a ruína do jovem espadachim.

Toda aquela movimentação acontecia em segundos e quando percebia Dk já se encontrava no alto em queda livre, o que ocorreu de fato é que no momento em que fora perfurado o gigante azul executou um chute no vento arremessando aos céus Kaminari que se encontrava em seu pé, pelo visto os deuses realmente gostavam de brincar com o rapaz que agora se via alvejado pelo bordão colossal sem a mínima possibilidade de esquiva. O golpe do gigante no entanto errava seu alvo colidindo contra o chão o que acabava por salvar sua capitã, o que de fato havia ocasionado tudo isso era Yue, que sem ser percebida havia flanqueado o gigante até sua perna esquerda em após dar uma breve escalada desceu a panturrilha do grande caçador rasgando-a com suas adagas, a dor pegava o grandão de uma forma inesperada de forma que com um urro ensurdecedor ele acabava por errar toda a sua movimentação.

As ironias do destino não paravam por aí e quem aguardava por Dk no solo era Jeanne que se encontrava em uma curiosa posição apoiando-se apenas com um pé enquanto o segundo se encontrava flexionado apontado para cima, logo as coisas faziam sentido e Dk percebia que a morena não estava ali por coincidência, e sim para ajudá-lo.

- Não desperdice esta chance. Kuku - Assim que chegava na altura o suficiente o jovem embainhava sua espada recebendo um apoio de Jeanne que logo estendia sua perna lançando o espadachim em direção ao gigante que não esperava por aquilo, um saque rápido era efetuado e finalmente um dano real era aplicado no caçador que cambaleava para trás com um corte vertical em seu abdômen, infelizmente para Dk um rápido mas no entanto fraco reflexo de Skrýmir fazia o gigante palançar sua mãos esquerda perto da área acertando assim um tapa que jogava Kaminari para longe. Os efeitos de tudo aquilo podiam ser sentidos na hora, a dor em seu tronco aumentava assim como o esforço que tinha de fazer para puxar ar, sangue voltava a escorrer por seus lábio e sua visão oscilava entre nítida e borrada, por sorte quem amenizava seus danos eram Yue e Jeanne qua juntas seguravam o rapaz que se encontrava caindo já o colocando de pé no solo.

- Você está bem? - Perguntava a loira preocupada enquanto o gigante em fúria já se preparava para investir.

Will e Chô


Ao mesmo tempo em que uma luta apostando vidas ocorria no porto, William tentava além do oceano se provar enfrentando talvez o oponente mais digno que encontrara até o momento.

- A cidade do começo e do fim não é? - Dizia Faker com um sorriso de canto de boca em resposta ao espadachim. - Me pergunto qual dos dois será o seu caso. - Dito isto o jovem West iniciava seu avanço enquanto o sargento apenas se mantia na mesma posição, era chegada a hora e William por fim se aproximava tentando um corte diagonal, um golpe no entanto muito simples para Faker que girava em 180° para a esquerda não só passando por debaixo do golpe como também mirando a ponta de sua espada para o abdômen do pirata que devido ao seu rápido avanço não tinha como parar a movimentação agregada a força contrária aplicada pelo marinheiro de forma que sua barriga era perfurada por uma estocada cega.

A dor era massiva e fazia com que o jovem se ajoelhasse, nada mais do que um movimento previamente planejado onde ao ter seus joelhos rebaixados ao piso de madeira Will girava sua empunhadura agora mirando sua lâmina para a direita e retornando ela em uma trajetória horizontal, Faker em resposta rapidamente retirava sua katana de Will que gorfava devido ao acréscimo de dor mas não o impedindo de acertar a perna do Sargento ainda que em um corte raso. Toda aquela movimentação repentina retirava a base de Faker que perdia sua postura deixando-o completamente despreparado pelo próximo movimento que vinha do pirata, assim que completava a trajetória de sua lâmina West imediatamente a juntava rente ao corpo e com um rápido dash estocava o tronco de Faker, ao menos este era seu alvo, pois devido a rápida movimentação de seu oponente Will acabava apenas o cortando lateralmente ainda que fosse um corte profundo, e o marinheiro por outro lado podia não ter tido êxito em se esquivar mas não sairia dali de mãos vazias, utilizando-se da dinâmica tanto de sua posição quanto a do pirata um contragolpe era aplicado imediatamente através de um gancho por debaixo da mandíbula de Will.

O acerto era quase que simultâneo e os dois cambaleavam para trás devido aos danos infligidos, William no entanto mais uma vez havia recebido um golpe atordoante, um leve gosto de sangue podia ser sentido em sua boca junto à visão que começava a embaçar, naquele momento qualquer um mesmo que leigo saberia que o golpe de Faker no queixo havia sido um nocaute, e que no momento em que as costas de West se encontrassem o chão, ele não levantaria mais. A colisão do rapaz no entanto não era com o chão e sim com as costas de Illya que se encontrava ali de certa forma cercada por marinheiros, podia ser coincidência, ou quem sabe um ato consciente, mas o fato era que ao ter sua queda impedida Will conseguia se manter de pé recobrando aos poucos os sentidos.

- As coisas não parecem muito fáceis pra você. - Dizia a loira com uma espécie de provocação. - Tem certeza de que não quer trocar? - Um sorriso marcava seu rosto junto com uma espécie de confiança, a situação de Illya no entanto não era das melhores, fora os ferimentos de bala em seu ombro algumas partes de seu corpo, em especial as costas apresentavam cortes de espadas que ensanguentavam suas vestes, sua postura no entanto se mantia impecável, era como uma berserker que lutava sem sentir dor. Se desse uma rápida olhada ao seu redor veria que três marinheiros já haviam caído entre estes dois atiradores, os outros do entanto ainda pressionavam contra as escudeiras que apesar da loira conseguir se manter firme repelindo todos com seu escudo, Auster por outro lado abria sua guarda ficando completamente exposta para um atirador que flanqueava pela borda da embarcação.


A linha de tiro era limpa para o marinheiro que claramente causaria um dano fatal dado ao seu nível de concentração para mirar, no entanto este tiro não podia ser concluído, porque eis que subitamente uma sombra mista de branco e marrom parava na embarcação com um pulo que até fazia o chão tremer, aquela figura gigante de pouco mais de dois metros se mantia fixa detrás do atirador que começava a se virar tremendo-se de medo, mas seu movimento não se completava como esperado, logo a cabeça do marinheiro começava a girar se virando para o recém-chegado, esta no entanto já não se encontrava presa ao corpo que caía duro no chão, muito pelo contrário ela voava em direção ao mar se virando para seu executor antes da queda e em seus últimos segundos de consciência residual, sim, era Lotus Chô que havia entrado para a batalha.

Ao ver aquela besta chegando a matando seu companheiro brutalmente os marinheiros começavam a exitar dando a brecha que Auster precisava para finalizar mais um dos soldados que caía no chão.

- Não recuem homens! - Gritava Faker. - Vocês não são orgulhosos guerreiros da Marinha?! Então demonstrem este valor!! - As palavras do Sargento pareciam fazer efeito para os soldados que agora se mostravam mais determinados em encarar aquele monstro que soberbo se mantia fixo no chão esperando aquele que teria a coragem de atacar, este em especial era um soldado jovem de cabelos escuros que apesar de ser o novato de todos ali presentes se destacava no quesito coragem, aquele muito provavelmente seria um grade marinheiro de destaque que rapidamente ascenderia ao topo, é claro que nada dissa irá acontecer se o pobre coitado estiver morto, apesar de corajoso o golpe do rapaz era por puro impulso e descoordenado de forma que Chô apenas o repelia com a parte sem fio de sua espada voltando esta com uma lâmina ceifadora que atravessava o corpo de outro pobre soldado.

O sacrifício do pequeno John no entanto não era em vão, no momento que seu corpo caía e Lotus de distraía pela glória de ter derrubado dois inimigos uma linha de tiro era aberta e com um rápido disparo o atirador remanescente acertava o ombro direito do panda que dava uma passada para trás devido ao impacto do tiro. Ainda motivados pelas palavras do Sargento Faker e motivados pelo sacrifício de seus companheiros os soldados mais uma vez atacavam, agora em uma dupla de espadachins, Lotus ainda soberbo tentava apenas empurrar seus oponentes um em cima do outro subestimando completamente aqueles homens, mas o movimento do urso não tinha muita maestria e muito menos efeito, desviando um para cada lado os dois marinheiros continuavam um ataque em pinça, o primeiro aproveitava a posição do urso para cortar por debaixo de seu braço na lateral do peito, o pelo do panda no entanto dava uma noção errada de profundidade e o ferimento acabava por não ser muito profundo, o outro marinheiro era mais ambicioso e parava sua corrida para corrigir o segurar de sua espada tentando subí-la para cortar o braço do mink fora, quem aparecia para lhe salvar no entanto era Auster que rebatia o golpe com seu escudo enquanto batia no peito do homem com o cabo de sua espada para afastá-lo, não só isso mas Chô se aproveitava da cobertura obtida para revidar contra o que o havia cortado desferindo-lhe um corte nos joelhos que levava o marinheiro ao chão sendo logo executado com uma estocada no pescoço.

- Chegou em boa hora! - Dizia Auster para Chô. - Onde está Tj? - A chegada do urso havia mudado o rumo da batalha, sete soldados haviam caído de forma que só treze se mantiam de pé reestruturando seu cerco, Chô e Auster se encontravam na borda do navio cercados por oito espadachins enquanto Illya mais ao centro se via cercada por mais quatro enquanto um atirados cobria as duas posições, junto a loira se encontrava Will já recuperado do golpe atordoante enquanto mirava Faker que mantinha sua empunhadura dupla mas agora com o braço direcionado para o chão de forma que a ponta de sua lâmina apontava para o céu.

E respondendo a pergunta de Auster, Tj se mantinha ali parado na canhoneira, talvez o plano de ataque dos piratas fossem em ondas de invasão de forma que o ruivo seria o próximo a entrar na batalha, ou quem sabe, sendo esta teoria a mais provável, Tj apenas não conseguia se mexer pensando em como teria visões privilegiadas se tivesse ficado no cais junto as três belas damas que lá lutavam, o fato era que ele já não tinha muito tempo, seus aliados se encontravam em menor número,feridos, e a canhoneira começava a se distanciar do outro barco de forma que se Tj permanecesse ali por muito tempo com seu conhecimento nulo de navegação, ficaria a deriva sem poder ajudar seus companheiros.

Rimuru


Rimuru por outro lado era o mais tranquilo de todos, tudo que ele tinha de fazer era esperar o ato final para entrar em ação, Alfred já parecia melhor e Emma se divertia com a peça, esta que por sinal se passava em seu penúltimo ato, com Héracles interpretado por Erin que recuperava seus poderes de deus salvando assim sua amada e derrotando seu tirano tio Scar. Tudo parecia correr bem, mas Rimuru sentia um mal pressentimento quanto a aquilo tudo, ou melhor, se sentia observado, não era de conhecimento do detetive, mas ali no centro do palco escondido entre o cenário estava o homem arbusto, que fitava o celestial com desconfiança.

Spoiler:
 

Histórico:
 
Offzão:
 

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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 4 EmptyTer 26 Jun 2018, 01:45



Luta Acirrada?! Ria Vai Com Tudo!

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Alguns poderiam acha que eu estava sentindo medo, outros que estava com ódio, mas não sentia nenhum desses sentimentos, eu jamais sentiria medo e nem ódio por aquele homem ou o gigante, o máximo que eu sentia naquele momento era desprezo e desgosto para com aquelas pessoas que feriram meu aliado, mas nada que fosse enraizado. Afinal somos piratas e eles são caçadores de recompensas, em teoria somos inimigos naturais, desde que eles não matem ninguém da minha tripulação, não teria porque sentir raiva ou ódio por eles, pelo menos não ainda.

“Já faz tanto tempo que não coloco minhas mãos em um cano desses... Me parece ser mais longo e grosso que o normal... Com certeza estou apaixonada por essa escopeta, preciso pegar ela para mim, quero usar seu modelo para forjar uma melhor depois....”

Eu avançava contra Genji, mas ele era forte e sempre dava um jeito de me distrair e conseguir me atingir com seus ataques ao utilizar de suas manhas como usar essa bela escopeta para remover o meu foco. Além de conseguir contra-atacar com sua arma de fogo, sua espada e até mesmo suas pernas, aparentemente ele foi criado no mundo da luta e não fazia nada da vida além disso, para mim ficava bastante claro apenas por ter analizado seus movimentos, ficava difícil para uma ex-fazendeira fazer algo a respeito.

Finalmente eu consigo acertar Genji com uma de minhas técnicas, mas ele foi rápido o suficiente para se esquivar, coisa que me fazia arregalar levemente os olhos diante de sua destreza absurda, não era todo dia que conseguia ver alguém fugindo desse golpe, tudo bem que na maioria das vezes, usei para cortar capim, mas mesmo assim era impressionante. Finalmente eu me afastei para usar mais um belo combo quando o homem fala algo que me intriga e faz com que eu solte um sorriso de orelha à orelha querendo mais.

“Own...Ele disse como esperado de uma recompensa de sessenta e dois milhões... Eu não vi o cartaz ainda para confirmar, mesmo assim, é tão legal ser chamada pela recompensa, tomara que ele fale de novo...”

Mais uma vez eu partia para cima dele para ataca-lo, nada de mais, deslizaria ao seu lado para acertar sua pernas com minha foice, era apenas um movimento corriqueiro que fiz várias vezes quando criança, mesmo que não com essa finalidade, o problema foi que por alguma ironia do destino maluca, talvez causada por divindades superiores, eu não consegui realizar a investida com proeza e de algum jeito fui derrubada antes mesmo de executar minha performance acrobática. Algo que uma criança conseguiria fazer, pareceu se tornar algo extremamente difícil e facilmente percebido até para mim que pretendo me tornar a Rainha dos Piratas, no momento que caia, um turbilhão de pensamentos se passou em minha mente.

“Mas o quê? Como ele conseguiu perceber meu movimento? Era tão óbvio assim o que eu faria a seguir? Deslizar pelo chão sempre foi uma coisa simples para mim que brincava com meu amigo quando criança e desenvolvi várias habilidades acrobáticas... Seria essa a primeira pessoa que possui uma akuma no mi que eu encontrei? Igual as histórias, primeiro suspeitei do pai de Yue com sua audição absurda onde escutou o cochicho no ouvido de outra pessoa à uma quadra de distância, agora isso.... Será possível? Não importa, mesmo prevendo meus movimentos, vou dar um jeito de vencer esse...”

- CARA DO DREAAAD! –

Daria um grito quando caísse e começasse a rolar no chão para salvar minha vida, enquanto rolava, via Dk caindo dos céus e me perguntava se ele sabia voar até que uma rajada de vento vinha em minha direção, mas não era algo comum, era o vento causado pelo próprio gigante que fazia com que o homem se afastasse e me empurrava a alguns metros de distância. De algum jeito, graças a aquele vento, eu estava salva de levar um tiro, mesmo assim ainda sentia a dor e a queimação dos estilhaços de tiros em meu ombro e coxa, além de meu torço e o corte que ele fez em meu abdômen.

- Argh... –


“Droga... Yue acabou de me tratar e eu já estou nesse estado de novo, estava achando que viraria o capítulo depois de Savage, mas pelo jeito o novo capítulo aprendeu com o antigo e pessoas poderosas vão continuar aparecendo. É assim que eu gosto, se eu não conseguir sequer derrotar esses caras, como vou me tornar a Rainha dos Piratas?”

Estava jogada no chão graças ao impacto causado pelo gigante, ao menos percebia que Dk estava bem e continuava lutando com o mesmo, começava a achar que não precisava me preocupar com Dk, se ele é meu companheiro, tenho certeza de que vai ficar bem, preciso me focar nesse caçado em minha frente para ir ajudar contra o gigante logo.

"Mesmo não me preocupando com Dk, sinto que estamos correndo risco aqui, é só questão de tempo até a marinha intervir, é melhor acabarmos rápido com isso, não posso ficar brincando, preciso me concentrar."

- Dk, Yue, Morena, cuidem do gigante, só vou acabar com o Cara do Dread e já ajudo vocês! -

Falaria em um tom alto enquanto ergueria meu braço segurando a foice para os céus de modo que todos escutassem enquanto ainda estava caída. Então, tentaria me manter mais séria no combate e ignorar a dor causada por meus ferimentos, me levantaria mesmo que cambaleando com o auxílio de minha foice, assim que ficasse de pé, seguraria ela com as duas mãos e correria na direção de Genji com minha lâmina voltada para cima simulando que daria um corte vertical de baixo para cima em seu abdômen, mas no momento em que me aproximasse, se ele fosse tentasse se esquivar, se defender ou me atacar e eu percebesse, pularia por cima dele dando um mortal e enquanto giraria com minha foice em mãos, tentaria desferir um corte vertical em suas costas, se ele não me atacasse antes, não pularia, apenas realizaria meu corte vertical.

Conseguindo passar ou não, eu giraria meu corpo se estivesse de costas para Genji ou avançaria contra ele se estivesse longe, sendo que assim que estivesse próxima o bastante, daria um corte horizontal tentando acertar suas costas ou abdômen dependendo da posição. Pensando se não conseguisse derrota-lo.

“Parece que esse cara realmente não vai cair tão facilmente.”

Logo depois, o acertando ou não, seguraria o cabo de minha foice, de modo que sua lâmina fique na horizontal atrás de mim o mais rápido possível, tentando esconder meus movimentos para que ele não perceba meus planos. Depois disso, correria em sua direção tentando o acertar com a lâmina na altura de sua cintura causando um corte profundo enquanto o puxaria comigo por alguns metros e pararia minha corrida em seguida fazendo com que ele seja lançado para frente.

Então, mais uma vez correria na direção dele se estivesse afastado e quando me aproximasse o suficientemente, pularia o mais alto possível enquanto giraria no ar em torno de mim mesma ainda segurando minha foice. De modo quem quando me aproximasse, tentaria um corte com minha força total somada a força centrípeta criada pela rotação do mortal que eu usaria, assim usando minha técnica especial - Ceifamento Mortal -.

Se Genji tentasse atirar em mim com sua arma, tentaria sempre correr em ziguezague caso estivesse afastada, além de que no caso de estar próxima ou mesmo correndo em sua direção, ficaria de olho no cano de sua bela arma sempre tentando evitar que em algum momento eu ficasse na mira dela.

No caso de ele tentar uma estocada, golpe contundente ou corte horizontal, eu pularia por cima dele já tentando prosseguir com meus ataques. Se tentasse golpes verticais, tentaria me esquivar ao me movimentar para os lados e retirar meu corpo da direção de seus ataques.

Era bem provável que o gigante se envolvesse na luta como sempre. Eu já estava ficando calibrada em receber ataques aleatórios dele sem conseguir me esquivar, entretanto continuaria tentando. Se percebesse seu bordão, ou alguma parte de seu corpo vindo em minha direção, imediatamente sairia da frente para impedir que ele me acertasse e me desse dano.

Ceifamento Mortal:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 

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