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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 3 EmptyQui 17 Maio 2018, 01:15

Relembrando a primeira mensagem :

Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Fanalis B. Ria. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Johnny Bear
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 3 EmptySeg 04 Jun 2018, 18:08




Trouxe o sentimento de meu peito para trajar ao cenho, fiz-me, novamente, enfática seriedade, por breves e poucos instantes. Fitei a garota que vinha apartar a peleja, deixei-me consumir por uma estranha vontade, não antes presente em meu peito, viera a trejeito tal como as batidas de meu coração, apartei a respiração pesada, vinha a me recompor conforme a lucidez aluminara minha percepção, tinha ignorado completamente boa parte das coisas que me rodeavam, era por se dizer minha imersão, concentrava ao embate como um mergulho, a inocência de meu coração tal como a insistência me prendiam ao fundo, chegara o momento que de tanto buscar, esqueci-me de respirar, nado para cima, buscando ar e lucidez, encontro esta na voz que clama por uma trégua.

Não perco meu tempo com trivialidades clichês, poderia por meio destes, momos e gracejos, descrever ao embate, como uma experiência agradável e encontrara ao clímax que estufava meu peito, mas que custa as palavras, de que uma breve troca de golpes resulte em tamanhos sentimentos, de harmonia ou contingentes, se busca por isto nessa pequena passada, esqueça-o, busque noutras futuras ou passadas passagens, dessa fez, foco em meus objetivos, em como meu anseio por mais palpita, como meu vício à embrulhar a garganta.

Vi-me de novo naquele cenário que há pouco havia esquecido, era estranho fitar ao branco, o salpicar dos flocos, a brisa afagando-mos os pelos, trouxe a mim um sentimento de conforto, senti-me bem, com o sangue que escorria aquecendo todo o corpo, pois como ressalvo, a batalha me faz bem, sinto aquela dor fustigar-me as articulações, deleito-me destas com tenaz vontade, pois me farto destas desde pequeno, adquiro um gosto, afinal, farta-te por jiló ou qualquer outra cousa que desgoste, prossiga a comê-lo por uma semana senão duas sem intervalo, ao final, vai gostar do sabor, ou ao menos irá aprender a abraçar o gosto, como eu abracei a dor.

Me encontrei, novamente, em uma situação delicada, a luta onde busquei ao resgate de meu espírito, acabara, torno a me abáster ao resoluto, fito, não indago, pigarreio e suspiro fundo, não faço muita coisa senão observar e ouvir ao grupo, mas logo me salva o fisgar, puxando-me para longe o pensamento, busco nas ideias meus objetivos, que entorno desse momento se basearão meus relatos, era meu tempo para decidir o que fazer, o que seria eu em ênfase ao grupo, busco destaque tardando para tomar uma posição efetiva nessa união, portanto usufruiria deste tempo sozinho para pensar no que fazer. Peregrino, tomo meu passo fidalgo, trilhara ao próprio resplendor, viria a rodar meu corpo em direção oposta, tornando a olhar, no horizonte, onde se erguiam os edifícios moldados, onde a multidão e povoado estavam por compor e ocupar aquele pedaço de terra que tão pouco sei, seguiria por este usando meus instintos como minha bússola, o suficiente que sei do plano, o ajuste no porto, faz-se necessário apenas, aparto de qualquer companhia – Não, seguirei sozinho para as compras, preciso passar um tempo sozinho para pensar no que comprar – Diria caso um voluntário se apresentasse, senão, outra fala partiria da minha boca – Irei me aventurar por essas bandas léguas, ao fim das compras encontro-vos ao porto como combinado –

Pois se me deixassem, a imersão iminente, caminhara sozinho pelas trilhas, desbravar o novo território enquanto busco por meus próprios sonhos, em meu cenho brota o sorriso, tal qual meu olhar brilha realçando a fé que colocara, senão, partiria de mesmo modo estando acompanhado, embora o ríspido olhar virtuoso não se fizesse tamanho presente, agora, carrego um fardo que tardo a aceitar, pois como bem sei, a confiança e aceitação não são bens em troca de alguns contos de berries, ao menos não a mim, não me vendo ao negrume confinamento, a desconfiança, sinto a perdição nas palavras dos quais se vendem ao desconhecido por um punhado de cota, desatinado senão prostrado, a alma que mácula a dor da traição fere, cresce a pele a cobrir seu caráter e espírito em estado puro, esconde-te em uma casca que perdura a perecer, pois assim sou, não me vendo a um punhado sequer, julgo o caráter daqueles pelo que vejo e sinto, vendo minha confiança a preço doutra completa, não por menos e nem por mais, mas ainda sim nunca me entrego por completo, ainda sinto o frio abraçar meu corpo, passa-me aos pelos atingindo a pele profunda, a perdição e a dor da traição para aqueles com quem se confia.

Confio no meu tato, pois se não por muito, não estaria vivo até então, descrevo este como ápice de meu ego, pois a tudo o agrego, sigo-o fiel como se representasse a uma santidade, atribuo meus grandes feitos e sucessos, cujos momentos de lucidez, ou os quais atribuem ao dito popular como momentos de sorte, atribuo-os a este, como um sexto sentido. É através deste que sigo, por entre as ruas mais fúnebres até as de euforia, contemplo ao sustento e desenho dos edifícios, chego perto onde a cúria me fustiga, tocar-lhes-ei com dedos nervosos e curiosos como a nobre alma virgem infantil ao desbravar o mundo, assim como faço, dada minha idade, tal comparação não se aplica com tamanha ênfase e seriedade, mas comparo-me a este, pois desconheço ao mundo tanto quanto. Capricho a descrição, mas não perco tamanho tempo a apalpar, sigo a travessia rumo a um caminho novo, busco em minha mais profunda consciência, enquanto a passos cuidadosos parto, um traçado.

Mas me ocorre uma breve reflexão, onde que em partes interrompe de forma abrupta o seguimento das descobertas e buscas, embora, agora com especificações em reflexão, talvez o trajeto perdure a segurança, mas me mantenho à sombra dos edifícios, seguiria à ruelas e becos livres, marcharia por ruas mais povoadas, mergulhando em meio ao povo que seguia, abaixara-me o chapéu e o torso, viso esconder-me daqueles fardados azulados de qualquer forma, tomando meios necessários para tal, ao mesmo tempo que me atento a gatunos capadócios ou peraltas, abraço forte a algibeira dos trapos, cessando aos tinir das moedas e sacolejo das notas. Caso persistência dos empecilhos, tomo nem ao menos dois tempos para puxar a arma seguindo a outro beco mórbido senão alguma casa que estivesse por lá vazia. Adentro, sacaria o primeiro corte, fintando em um giro horizontal, reluzira a luz, carregaria outra lâmina por baixo desta primeira agora com o outro braço vindo na direção oposta, inclinaria o tronco a fim de tentar de qualquer modo acertá-lo, jogaria-o para cima dos outros, se tivessem, tomando minha deixa ara tentar fugir senão preparar para o combate.

Caminho livre de desavenças, não tomaria pretensão para buscar informações – Poderia me informar onde posso encontrar um local que vende produtos Químicos ou Itens convencionais? – diria a quem pudesse parar com educação e perguntar, buscaria ao estabelecimento, não tomando posse em mente do que tornar a comprar primeiro, se fosse um livro ou equipamentos específicos para o uso.

Histórico:
 



Última edição por Johnny Bear em Ter 05 Jun 2018, 21:59, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 3 EmptyTer 05 Jun 2018, 10:03



Loguetown!
Colocando o Plano em Dia!


Eu não conseguia descrever aquela sensação que tomava meu corpo, um fogo ardia em meu peito tomando conta dos meus sentidos e do meu corpo. Um duelo entre homens regido por honra e destreza, era esse tipo de coisa que estava acontecendo naquele local. Meu respeito para com Chô apenas aumentava, mesmo o conhecendo a pouco tempo, sentia que ter ele como companheiro seria de grande ajuda para minha vingança.

Quando a batalha parecia estar chegando no auge, onde usaríamos nossas melhores técnicas, Illya apareceu nos interrompendo – Maldito Ruivo, nem para segurar elas por mais tempo – As palavras da moça eram como um balde de agua fria, por mais que eu odeie admitir, ela provavelmente está certa, tenho que me guardar para as batalhas futuras, se fossemos roubar um barco, certamente teremos que dar o melhor de nos.

Com as palavras da mulher, embainharia a Anzol, e olharia para o trio que se aproximava – Tenho que melhorar meu lado esquerdo – pensava enquanto fitava minha mão esquerda, esta, desprovida de habilidade em meu corpo, era um ponto fraco que eu devia melhorar, afinal, um espadachim deveria usar tudo que puder para ficar mais forte. Vendo que o combate se encerraria viraria para Chô sorridente, aquele Panda havia me proporcionado um duelo e tanto – Acho que teremos que adiar, que tal deixarmos empatado por enquanto? – Diria colocando meu punho direito para a frente, eu não conseguia esconder, minha voz estava carregada de expectativas, eu queria realmente lutar contra oponentes como aquele.

Com a aproximação de TJ, escutaria ainda relutante as palavras do rapaz, mas não tiraria sua razão, nosso caminho estava traçado, e tínhamos que traçar um plano para executa-lo – E quem disse que não temos um plano Doutor? Primeiro eu preciso ver o barco, e analisar o terreno, antes disso, tudo que dissermos seria mera especulação, mas eu ja tenho ideia do que fazer hehe- Mesmo com as informações que as garotas nos deu, era muito cedo para dizer ao certo o que fazer, eu queria ver a situação que o porto se encontrava, se o local tiver muitos Marinheiros a situação certamente se complicaria – Ainda mais depois daquele incidente no bar- daria um leve sorriso quando a cena dos agentes correndo apenas de cueca pela rua.

Para minha surpresa, Chô queria passar em algum lugar primeiro – Será que ele não entende que pode ter agentes a nossa procura- fitaria o mink com uma expressão de dúvida. Mesmo sabendo que o mesmo sabia se cuidar, ficar andando por esta cidade sozinho depois do que fizermos seria demasiado imprudente – Illya, eu penso se você deixaria a Auster acompanhar meu colega até a loja, ele precisa comprar algumas coisas, e como a Auster conhece bem a cidade, ela poderia acompanha-lo brevemente, enquanto isso, nos rumaremos ao porto, onde eles nos encontraram– Se TJ ousasse responder, e ficar ao lado da garota, lançaria meu olhar sobre o espadachim, tentaria transmitir a ira que tomaria meu corpo naquele momento. Mas se o mesmo aceitasse de bom grado, apenas o ignoraria.

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Por mais que o Urso não gostasse daquela ideia, fazia sentido, e esperaria o bom senso de todos para aquilo dar certo. Se Illya recusasse meu pedido, ou Auster ficasse relutante, tentaria transmitir uma falsa calma em minha voz – Auster, e so para mostrar uma loja ao meu colega, esperaremos por você no porto, eu so peço que Illya me acompanhe para que ela me mostre o Porto, afinal, eu e o TJ tarado não conhecemos essa cidade. Tentaria parecer calmo enquanto dizia tais palavras, mesmo por dentro, eu sabendo que estava certo.

Se todos ficassem de acordo, caminharia até o Panda – Chô, peço-lhe um favor, quando você estiver a caminha da loja, compre uma katana para min? Eu sinto que preciso melhorar meu braço esquerdo, e atualmente tenho apenas uma para minha mão direita– Com o consentimento do Urso, entregaria 30 mil berries para o espadachim – escolha uma das boas hein haha – com um leve tapa em seus ombros, me afastaria do mesmo. Se o panda por acaso me desse uma das suas atuais espadas, aceitaria de bom grado, formaria um sorriso em meu rosto - Ohhh ela tem um nome? muito obrigado- pegaria a espada e analisaria seu fio, depois colocaria no meu lado esquerdo, um pouco abaixo da Anzol.

Com tudo acordado, esperaria que Illya liderasse o caminho, me despediria brevemente de Cho e Auster – Se cuidem – acenaria com minha mão esquerda. Conforme Illya nos levasse até o porto, tentaria caminhar ao seu lado, buscando sempre ficar atento a minha volta, em busca de marinheiro ou pessoas que parecessem agentes, usaria a vestimenta de terno como base. Quando estivéssemos a uma distância onde Chô não pudesse me ouvir viraria para TJ – Eu já venci o Panda, quando vai ser nosso duelo Doutor? Haha – diria de forma descontraída para TJ.



Histórico:
 

Objetivos na atual Aventura:
 

Legenda:
FALA
PENSAMENTO

Willian West

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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 3 EmptySeg 11 Jun 2018, 04:52

Os piratas de Will: 03


Rimuru


Enquanto Rimuru oferecia metade de seu brioche para sua aprendiz os olhos da pequena felina cintilavam em um âmbar juntamente de outros marinheiros que observavam a cena com uma certa inveja visto que após o descobrimento do pãozinho surpresa tudo já havia se esgotado e enquanto alguns se deliciavam com o suposto fracasso de Yama, outros ficavam apenas no desejo e praguejando para os sortudos que foram rápidos o bastante se engasgassem enquanto comiam. Emma nem pensava duas vezes e já abocanhava toda a metade remanescente ainda em posse de Rimuru que poderia até se surpreender com a velocidade com que sua aprendiz conseguia comer.

- Ohbrga..o - Dizia Emma com a boca cheia em uma tentativa de agradecer pela comida enquanto balançava a cauda de lado a lado em uma maneira tão frenética que por vezes chegava até a esbarrar em marinheiros desatentos que acabavam derrubando suas bandejas com brioches junto das lágrimas derramadas por conta da comida perdida ao mesmo tempo em que risadas maliciosas eram escutadas nos arredores como se as pragas contra os afortunados estivessem dando certo.

- O que poderia dizer sobre mim? - Falava Yama em resposta ao questionamento do detetive. - Como já deve ter percebido sou um cozinheiro acima de tudo, e se tem um título culinário que realmente importa nesta cidade é o de Cozinheiro Chef, claro que ainda estou longe de alcançar os três primeiros, e é por isso que esse brioche é uma falha, ainda falta muito. - Dizia ele com um sorriso de certa forma empolgado. - Agora se me dá licença, a louça não se lava sozinha, boa sorte com sua peça. - Encerrava o homem enquanto já se dirigia até a cozinha.

Já do lado de fora e com parte de seu plano realizado satisfação era o mínimo do que se passava na mente do pequeno detetive que se aproximava do marinheiro responsável já com uma apresentação, este que mantia o sorriso destacado pelos caninos bem afiados. - Oh claro, nomes, sempre me esqueço disso hehe, eu sou o Sargento Wolve, nenhum problema da nossa parte. - Respondia o rapaz de cabelos alaranjados fechando seu olho esquerdo em uma espécie de feição simpática. - Podemos ir quando quiser, os rapazes estão loucos para ver esse espetáculo.

A ânsia pela apresentação vinha a calhar junto da marcha de soldados que era tão bem sincronizada que de certa forma criava um ritmo, ritmo este que após um breve acordo com alguns presentes Rimuru imediatamente se aproveitava para iniciar mais uma de suas cantorias, desta vez nenhuma multidão lhe acompanhava no refrão nem algo do tipo, afinal todos aqueles soldados ainda estavam de serviço, apesar de demonstrarem um extremo contentamento em suas feições, de qualquer forma não era da multidão que o jovem celestial precisava e sim de sua mais nova aprendiz Emma, de início a garota parecia um pouco tímida e adversa a ideia, mas após perceber o quanto as pessoas estavam curtindo e como aquilo era divertido ela logo se soltou em algo que mais parecia uma aula de dança de tantos passos inusitados e considerados humanamente impossíveis até então . Enquanto o percurso feito algumas pessoas tinham suas atenções voltadas para o detetive, não só por sua bela voz e interpretação como também por conta do enorme batalhão que lhe acompanhava.

- Ei ei o que é isso?

- Não ficou sabendo? Parece que uma companhia de teatro chegou na cidade, isso deve ser algum tipo de show divulgatório.

- Incrííível, eles até mesmo conseguiram o apoio da Marinha.

- Ei, quer ir assistir comigo hoje?

- Claro, por que não? - E com comentários assim que a pequena dupla não se via mais só acompanhada de cinquenta marinheiros como também de alguns civis que pareciam ter se interessado de forma que Rimuru mais parecia com o Flautista de Hamlin hipnotizando as pessoas por onde passava e levando-as consigo.

No fim da apresentação Emma apenas dava uma risada descontraída porém orgulhos para os elogios de seu mestre e todos logo chegavam no porto onde Kujaku já lhes esperava com seu visual exótico mas elegante de sempre, o homem usava uma maquiagem exagerada de sombra roxa e batom vermelho que se destacava junto a seu cabelo metade da cor carmim metade azul, usava do mesmo terno preto bem moldado em seu corpo alto e esguio e surpreendentemente ainda tinha sua espalhafatosa plumagem por detrás das costas trazendo duas possibilidades a tona, ou ele tinha um estoque com diversas daquela coisa ou Jeanne havia sido benevolente e devolvido as roupas do homem.

- Ohohoho! Eu imaginava que você fosse cumprir com sua palavra mas não que fossem tantos. - Se aproximava o responsável pela companhia com sua risada característica aguda e exagerada. - Ora se não for muito incômodo então vocês poderiam nos ajudar a descarregar todo o material do barco e montar nossos equipamentos.

- É pra já, vamos lá homens! - E em questão de segundos cinquenta aplicados marinheiros trabalhavam com uma moral inabalável ansiando pela peça que viria. Tendo o primeiro item de sua lista concluído o detetive agora mirava seu próximo alvo e provavelmente a peça mais importante para criar o caos que tanto anseia, sua pergunta para Wolves era simples, e este respondia sem nem precisar pensar no assunto. - Loguetown é uma cidade grande então o porto é dividido em diversas sessões, os mercadores normalmente ficam no oeste seguindo reto naquela direção. - Dizia ele apontando para o local onde era até possível ver alguns barcos um pouco mais desenvolvidos. - Bem em frente tem um pequeno restaurante onde essas pessoas costumam se reunir, “Christmas Armadillo”, acho que é esse o nome. Bom, boa sorte, isso aqui tem tudo pra dar certo.

Em uma sincronia perfeita assim que Rimuru se afastava do marinheiro a dupla de Alfred e Harima retornava com mais três figuras, o primeiro era um homem alto com músculos bem desenvolvidos que eram facilmente exaltados mesmo “escondidos” em seu casado branco, seu cabelo era penteado para trás e descia com uma costeleta até a altura da boca que demonstrava um confiante e ao mesmo tempo animado sorriso, ao seu lado vinha uma mulher extremamente bela com um corte em franja e o cabelo preso para trás, seus olhos eram uma intensa cor esmeralda que se destacavam perfeitamente em seu rosto maquiado, suas vestes eram simples porém sofisticadas, se tratava de um vestido de costas abertas e com um impressionante decote que destacava seu busto, por fim o último que lhes acompanhava era um homem magro e moreno de presos cabelos brancos e com um sobretudo que escondia basicamente tudo, deixando a mostra apenas a seriedade em seus olhos.

- Rimuru, - Chamava-lhe Alfred. - Estes são os membros principais que repassarão o plano aos outros revolucionários de plantão.

- Yoo eu me chamo Tank. - Dizia o homem musculoso. - Estes daqui são Mash e Lisa. - Continuava ele apontando para o outro homem e a mulher respectivamente. - Todo o material que pediu está pronto, é só dar suas ordens que nós EXPLODIMOS ESTE LUGAR! - e assim finalizava batendo um punho contra o outro. O Sargento Wolves que ainda se encontrava perto ouvia o grito do homem e começava a encarar o grupo.

- De… De felicidade. - Continuava Lisa em uma tentativa de disfarce. - Vamos explodir felicidade neste local. Hehe...he..he - O sargento apenas continuava olhando com um rosto sério, mais especificamente para o decote da mulher, e após alguns momentos de tensão ele apenas curvou a cabeça batendo as palmas das mãos como fazendo um sinal de agradecimento sussurrando algumas coisa e logo ia embora, neste momento Tank olhava para cima respirando profundamente e dizendo:

- Eu te entendo cara, eu te entendo. - Enquanto uma lágrima de felicidade descia por seu rosto.

- De qualquer forma estamos aqui para ajudar. - Dizia Mash com a mesma seriedade que aparentava ter. - É só dizer o que precisa que faremos na hora. - Se Rimuru então decidisse por passar seus pedidos quanto ao plano todos os três ouviriam com atenção e assim que explicado partiriam para realizar, Tank provavelmente não entenderia muita coisa, mas assentiria com a cabeça do mesmo jeito.

Feito isto se o detetive se dirigisse para o restaurante indicado ele não teria problemas em encontrá-lo bem em frente de diversos navios mercantes que indicavam ser o local correto, perceberia várias mesas grandes e redondas com diversas cadeiras todas ocupadas, garçonetes bonitas serviam comes e bebes e alguns clientes aparentariam mais “sofisticados” do que outros no entanto no estado físico de que só alguém que permaneceu diversos dias no mar ficaria.

Spoiler:
 

Will, Tj e Chô


Quanto ao trio da bagunça que agora era um quinteto, finalmente o duelo “amistoso” entre Will e Chô tinha sua conclusão, estes interrompidos do meio da luta de forma que nenhum vencedor fora decidido mas que cada um tinha em suas próprias convicções que sairia vencedor. Com o urso expondo sua necessidade de ir às compras mesmo em uma hora inconveniente West pedia a Auster que o acompanhasse, de início a garota encarou brevemente o amável mink logo antes de olhar rapidamente para Tj e sua amiga Illya, mas logo respondia.

- Claro, acho que ainda temos algum tempo. - Dizia ela com seu tom de voz doce e simpático de quase sempre.

- Na verdade não temos não… - Interrompia Illya, mas antes que alguma decisão fosse tomada e mesmo após escutar todos os argumentos do espadachim Chô preferia por caminhar sozinho por este breve período. - Pelo menos dê alguma direção para que ele não se perca. - Retrucava a loira tanto para o urso quanto para Auster que assim que percebia que a palavra era dirigida a ela travava um pouco com as palavras antes de prontamente orientar Lotus quanto a que caminho seguir em direção à loja.

Feito isso o grupo de separava, enquanto Chô tinha seus devaneios em direção a loja indicada os outros se apressavam em direção ao porto, por mais que tivessem sido cautelosos por precaução das duas mulheres tudo estava muito calmo, o frio tirava as pessoas da rua mas nem mesmo uma simples patrulha de marinheiros era vista, talvez tivessem seus esforços todos nessa tal embarcação que estaria para chegar, quem sabe estavam todos quentinhos e relaxados em seus kotatsus, mas definitivamente não tinha nada a ver com um pequeno celestial de cabelos brancos ter mobilizado toda a tropa ativa como suporte técnico.

Assim que chegavam no local destinado assim como o outro trio que havia traçado rota para o mesmo destino os quatro viam vários barcos comerciais sendo carregados de mercadorias e imediatamente deixando o porto, fazendo com que rapidamente grande parte dos tripulantes pudesse deixar aquela região, enquanto se aproximavam no entanto viam a sombra de um navio razoavelmente grande.

- Conseguimos a tempo. - Comemorava Illya observando seu alvo chegando do horizonte.

- Que estranho, não tem marinheiros para a chegada, por que será. - Eis então que a imagem da embarcação tomava um pouco mais de forma e era possível ver uma gigantesca sombra de pelo menos 9.75 metros, o único detalhe que conseguiam ver era a pele azulada do ser que poderia fazê-los pensar se estavam tendo alguma alucinação, isto se nunca tivessem visto um gigante antes é claro.

- Acho que sei o por quê. - Respondia a loira apontando para a estrondosa figura que ia se aproximando cada vez mais ao mesmo tempo em que ganhava mais detalhes, o gigante usava uma espécie de meia armadura com uma parte do peitoral completamente exposta, em suas costas se prendia um enorme bordão, e em seu ombro um homenzinho, claro que em escalas humanas ele seria alguém consideravelmente alto, mas para aquele ficante não passava de um papagaio pirata, visualmente pelo menos.

- Oeeeee Genji! Olha só! Chegamos! - Apesar de visível a embarcação ainda estava longe ao ponto de levar cerca de vinte minutos para chegar, a voz do gigante no entanto podia ser ouvida como o estrondo de um forte trovão podendo ser ouvido por todos no porto inclusive por Rimuru que se tivesse prosseguido estaria agora dentro do restaurante bem em frente de toda aquela cena.

- Illya… - Comentava Auster. - Como nós vamos tomar um navio c… co… com aquilo? - Perguntava a moça preocupada enquanto a cena distante dava continuidade com o homem no ombro do gigante agitado como se algo estivesse prestes a acontecer e em seguida com o gigante azul mergulhando no mar. O impacto provocava uma onda que se fosse mais perto poderia até ser considerado como uma pequena tsunami, felizmente o navio estava intacto, mas o titã continuava nadando em direção ao porto, cada braçada avançava metros e em pouco tempo ele já estava na borda subindo na rua da cidade, neste momento os olhos de Auster brilhavam, o guardião colossal agora estava longe, era a oportunidade perfeita.

- Essa é nossa única chance pessoal.

- Ali! - Dizia Illya apontando para uma canhoeira atracada que por coincidência pertencia a ruiva. - Podemos usar aquilo para ir até o navio e tomá-lo antes que essa coisa perceba.

Ria e Dk


Cada um tinha sua própria reação, enquanto alguns viam a chegada do gigante como uma oportunidade de golpe outros viam como alguma maravilha que precisava ser apresentada e desvendada, é claro que esta era Fanalis B. Ria que inconsequentemente se aproximava da criatura, e assim seria seguida por Dk se este não fosse parado por uma voz.

- Um gigante azul… Vindos das terras do norte de Elbaf dizem que eles são descendentes do do próprio deus Thrym, são guerreiros extremamente poderosos que costumam se envolver nas mais sangrentas batalhas, me pergunto o que um deles estaria fazendo por aqui. Kukuku - Se Dk se virasse para observar a origem de tal comentário veria que se tratava de uma bela mulher de longos cabelos negros vestida com um blazer vermelho e uma saia da cor de suas madeixas, seu olhar era profundo, um misto de interesse e excitação enquanto tinha um sorriso um tanto quanto sádico. - Vocês são um dos amigos da ruiva certo? Nem tive o trabalho de procuras ela veio direto até mim. Kukuku. É uma pena que nosso encontro seja nessas circunstâncias.

- Veja Genji, é a cidade. - Repetia o gigante em uma fala ainda estrondosa e lenta que só fazia o som repercutir ainda mais, o homem em seu ombro cuspia um pouco de água devido a um breve afogamento dado ao mergulho repentino e logo começava a reclamar com o colosso.

- Seu idiota! Nós temos que proteger aquele barco! E não pular fora dele. - Gritava ele irritado enquanto Ria se aproximava e fazia suas perguntas sem receber o mínimo de atenção, em fato, ela escutada estava sendo naquele momento.

- Ora me desculpe, você sabe que eu não gosto de barcos, me deixa enjoado. Mas olha, dá pra ver tudo daqui, se você quiser a gente pode voltar sem proble… huhn? - Era neste momento que ele percebia a ruiva gritando para si, cerrando os olhos para ver melhor, sua mão descia em direção a jovem que tentava desviar pulando para trás mas era apanhada pelas pontas dos dedos do gigante que penduravam as roupas de Ria por trás erguendo-a como um gato faz com seus filhotes.

- Ooquee é isto? Um inseto? - Perguntava o gigante aproximando a garota de seu rosto para ver melhor, a ruiva se encontrava em uma posição de certa forma desconfortável, no mínimo humilhante, mas mesmo assim tomava coragem para continuar seus questionamentos enquanto o homem chamado Genji ordenava sua soltura.

- Ei ei, ela é uma humana, solte-a com calma.

- Uma humana? É que vocês são tão pequenos que fica difícil enxergar direito. - Dizia o gigante azul já colocando a ruiva no chão. - Me desculpe por isso pequenina, meu nome é Skrýmir. - Continuava ele agora respondendo as perguntas da ruiva. - Sou um caçador de recompensas, você não fez nada levado não é mesmo? Buahahaha. - Sua risada alta causava tremores no solo. - Este aqui é o Genji, meu parceiro e melhor amigo.

- Espere Skry. - Interrompia o homem. - Eu acho que já vi essa garota antes… - Alegava o homem agora também cerrando os olhos. - Sim! A gaivota de mais cedo. - Ele então retirou um cartaz de suas roupas que devido a água havia manchado e alterado um os valores deixando em sua visão, a recompensa de Ria com um zero a mais. - Ela é uma pirata! Vale sessenta e dois milhões de Berries!

- Viu, e eu tinha ela bem entre meus dedos. - Comentava o gigante. - Mas você parece uma garotinha tão legal para ser um pirata horrível.

- Isso não importa! - Gritava Genji. - Ela vale três vezes o nosso pagamento, pegue-a

- Sinto muito garotinha, são apenas negócios. - E dito isto a gigantesca mão de Skrýmir descia novamente em direção a Ruiva.

Chô


Por último mas não menos importante em meio a tudo isso o panda pardo polar agora separado de seu grupo e tendo recebido dinheiro de Will agora se dirigia até a loja indicada, não algo difícil de ser encontrado, e assim como os outros Chô não encontrou nenhuma resistência por parte de marinheiros ou outras pessoas. Assim que chegava no local podia ver uma placa simples de madeira: “Vende-se tudo do Sr. Gilmar (órgãos só às terças feiras)”. E assim que adentrou a loja o mink podia sentir um clima extremamente agradável e arejado com bonsais de laranjeiras, que decoravam prateleiras nas paredes de madeira, a área para clientes era relativamente pequena de encontro a um extenso balcão amadeirado que por trás tinha acesso a algumas estantes dos mais variados itens dando a entender que as mercadorias deveriam ser pedidas diretamente ao vendedor.

- Bem vindo ao Temos de tudo do Sr. Gilmar. - Dizia um senhor de idade careca, óculos escuros e uma longa barba branca. - Eu sou o Sr. Gilmar, em que posso ajudá-lo?


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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 3 EmptySeg 11 Jun 2018, 11:28


O Gigante Caçador De Recompensas! Se Inicia O Combate!

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Era realmente um gigante azulado, por essa eu não esperava, ao menos agora eu sei que minha visão não estava ruim, afinal, até agora pouco estava imaginando se não seria algum tipo de Rei Dos Mares. O gigante estava acompanhado de um homem e tinha uma voz bastante imponente, nada que me abalasse, é claro, o que fazia era me deixar ainda mais maravilhada, não é todo dia que vemos um gigante andando por aí. Quando chego perto, noto a arma que ele usava, era um bordão gigante, acho bordões tão interessantes, imagino de qual árvore ele tirou o material para fazer esse, um dia ainda preciso fazer um bordão, nunca fiz um apesar de conhecer os processos para criar algo de qualidade como esse em tamanho família nas costas do gigante.

Quando eu tentava entrar em contato e falar com ele, ao me perceber, aquela aberração desce sua mão tentando me agarrar, tento me esquivar, mas não esperava que o gigante fosse tão rápido levando em conta seu tamanho, para mim teria tempo suficiente de me esquivar. Ele me pegava como se não fosse nada e eu simplesmente continuava com minha conversa, já estava quase me decidindo em relação ao que fazer com um gigante desses e o navio que ele aparentemente guardava, apenas uma coisa se passava em minha mente naquele momento enquanto ele me chamava de inseto. Por mais que não me importasse em como ele me segurava ou me chamava, achava interessante esse seu orgulho ao se achar superior aos seres menores que ele, para mim, por enquanto ele era apenas mais um em meio à multidão e não o via como diferente de mim ou qualquer um que estava no porto, ficava imaginando se não seria legal ter um gigante ao meu lado.

“Preciso chamar esse gigante para minha tripulação.”


Eu precisava muito falar com eles sobre isso, então o homem pedia para que ele me deixasse no chão e por incrível que parecesse, o gigante simplesmente me coloca de volta no lugar onde estava e se apresenta. Ficava impressionada com o domínio que o homem tinha sobre o gigante, não é todo dia que se vê um humano mandando em um ser bem maior em tamanho, mas não parecia ser tão difícil já que aquele ser parecia bastante impulsivo e um pouco lento quando se tratava de raciocínio. Pouco depois de pedir que me largasse, o gigante se apresentava e é claro que eu não o deixaria no vácuo, sem temer ou tremer nem por um segundo desde que havia chegado lá, colocaria minhas mãos na cintura e diria confiante em alto e bom tom para que ele escutasse dando um sorriso.

- Eu sou Fanalis B. Ria, a mulher que irá se tornar a Rainha Dos Piratas! –

- Vocês são engraçados. Hahaha! Me diga Skrýmir, você e seu amigo não querem... –


Riria daquela dupla que até então haviam se mostrado dois desajeitados e começaria a fazer meu convite quando era interrompida por ele dizendo ser um caçador de recompensas e perguntando se eu não havia feito nada levado. No momento que o gigante faz essa pergunta, começa a se passar um flashback na minha cabeça de tudo que havia feito até o momento, desde que eu roubei aquele den den mushi na casa de Kishimo, quando invadi aquela clinica veterinária quando Noel disse que seria de boa entrar para recebermos tratamento médico, ai nós invadimos uma mansão em Loguetown e criamos o caos, sem falar em todos os agentes e marinheiros que cruzaram nosso caminho e não estão aqui para contar essas histórias, então apenas sorriria dizendo enquanto olharia Skrýmir nos olhos, já o chamando por um apelido como se tivéssemos alguma amizade, faria uma graça rindo de minha própria piada.

- Bem Grandão, não fui exatamente uma santa. Hahahaha. –

O homem então interrompia nossa conversa para falar que já havia visto meu rosto, algo sobre uma gaivota, ele deve estar falando do jornal, já começava a me perguntar se eu havia aparecido no jornal. Então ele pega um cartaz de suas vestes, parecia ser um cartaz de recompensas, era agora, soltaria um sorriso, fecharia meus punhos empolgada esperando para escutar, queria saber de quanto seria minha recompensa inicial e o quão mais perto estaria de realizar meus objetivos de possuir fama por todo o mundo, ficava pensando empolgada enquanto ele retirava o jornal.

“Cinco milhões... Cinco milhões... Ao menos uma recompensa de cinco milhões...”

- Sessen... Sessenta... SESSENTA E DOIS MILHÕES?! Hahaha. –

Se antes estava empolgada, agora estaria impressionada e feliz, mesmo que por um segundo, não esperava que minha recompensa inicial fosse tão grande, nem sabia que era possível algo assim estando no East Blue, o mar mais fraco de todos, agora sim pessoas fortes devem vir atrás de mim. Daria uma grande gargalhada em resposta à minha recompensa alisando meu longo cabelo ruivo enquanto imaginaria se aquilo estaria correto, queria ver o cartaz para confirmar que realmente a recompensa pela minha cabeça seria tão absurda, só vou acreditar quando ver com meus próprios olhos, ao menos estava feliz pelo reconhecimento, não conseguiria me conter rindo da situação por mais que não tivesse certeza do que estava acontecendo.

“Mas se for verdade, finalmente uma notícia boa! Só sei disso.”


- HAHAHAHAHAHA. -


Ficaria distraída por um segundo, mas era óbvio que caçadores de recompensas como eles não me deixariam passar despercebida e fariam de tudo para me capturar, é claro que eu não vou ficar aqui parada e me deixar ser morta ou capturada, por mais que gostasse do gigante, ele foi quem pediu ao me atacar. Assim que visse a mão gigante de Skrýmir descendo em minha direção, agora que estaria mais esperta e ligada em sua velocidade, daria um pulo para trás para me esquivar de seu ataque ao sair da área que sua mão fosse atingir já retirando a foice longa de minhas costas, enquanto estivesse me esquivando, deixaria a lâmina de minha foice voltada para cima para que fizesse um corte no gigante à encravando nele caso ele fosse me acertar.

- Então é assim? Tudo bem então. -


"Vamos testar a velocidade dele!"

Falaria um pouco decepcionada por ele ter me atacado pouco depois de me esquivar de seu ataque. Nesse tempo, correria na direção da mão do gigante e saltaria em cima dela, caso conseguisse sairia correndo em cima de seu braço segurando o cabo de minha arma de maneira que sua lâmina ficasse para trás de meu corpo e voltada para baixo. Com isso correria fazendo um corte o mais profundo que conseguisse na pele dele enquanto escalaria seu corpo enorme enquanto gritaria.

- HAAAAAAAAA. -

Se conseguisse chegar ao topo daquele monstro com meu último movimento, daria um corte horizontal na lateral de seu pescoço, passando minha foice nele e cortando o mais profundamente que conseguisse ao realizar esse ataque. Não sabia exatamente como era a distribuição anatômica do corpo de alguém daquela raça, mas se fosse parecida com a de humanos, provavelmente no pescoço teria grande chance de acertar algo importante.

"Gigantes não podem ser diferentes de humanos, talvez um pouco maiores..."


Caso em algum momento durante minha investida no braço do gigante ele tentasse me esmagar como um humano esmagando um inseto irritante, eu daria uma parada súbita em minha corrida para que ele errasse, ou se passasse sua outra mão no braço que eu estivesse, pularia na mão que ele usasse para me atacar continuando com minha corrida e ainda almejando seu pescoço. Se visse que não conseguiria dar parar e me esquivar, pularia para frente dando uma cambalhota e me mantendo em pé logo depois, além de continuar com meu ataque, parar ou pular dependeria exclusivamente do modo que ele me atacasse.

Era possível que eu não fosse conseguir me esquivar de seu golpe nem saltando para frente e nem parando minha corrida, se isso acontecesse ou eu percebesse em algum momento que cairia porque o gigante azulado deixou seu braço na vertical, me impedindo de cair, eu pularia de seu braço tentando acertar sua perna mais próxima. Quando a alcançasse, utilizaria minha foice à encravando para me prender na perna e descer deslizando até o chão enquanto rasgaria sua pele ao cortá-la.

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Se em algum momento o gigante me lançasse longe de algum jeito, daria algumas piruetas no ar e quando estivesse próxima de cair no chão, seguraria minha foice com força enquanto à usaria para amortecer a força do lançamento à encravando no chão para que me parasse sem levar um grande impacto devido ao lançamento. Além disso, no caso de ele me atacar com seu bordão, eu me esquivaria me movimentando rapidamente para o lado saindo da direção do ataque da arma. E caso em algum momento do combate, eu tocasse o chão, sairia de perto dele para depois fazer uma nova investida, o importante seria tentar fazer com que me atacasse novamente caso eu não conseguisse escalá-lo no primeiro ataque, para que assim tente subir nele quando me esquivasse ao me movimentar para trás e tentasse subir nele.

Talvez enquanto eu subisse pelo braço do gigante, o mesmo o chacoalhasse, se fizesse isso, eu enfincaria minha foice com força em sua pele e me seguraria para não cair, já pronta para fazer o que tinha em mente de me jogar em suas pernas e deslizar até o chão às cortando caso fosse cair. Caso o homem no ombro do gigante em algum momento me atacasse durante minha corrida, assim que o golpe estivesse chegando, se fosse na horizontal, um avanço ou uma estocada, eu pularia por cima dele, me esquivando e continuando com meu avanço para dar meus golpes preparados para o gigante, se fosse na vertical, eu daria uma rasteira passando ao lado do homem e enquanto fizesse isso, deixaria minha foice de maneira que sua lâmina pegasse nas pernas dele, o derrubando.


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Última edição por Fanalis B. Ria em Ter 12 Jun 2018, 22:57, editado 6 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 3 EmptySeg 11 Jun 2018, 14:25



Loguetown!
Colocando o Plano em Dia!


Eu não sabia explicar o que sentia naquele momento, mas ao ver aquele barco no horizonte, uma sensação estranha percorreu meu corpo, meu instinto fez com que eu colocasse minha mão no cabo da Anzol – Que sensação estranha – Era como se eu me sentisse encurralado ou algo do tipo, mas isso não importa, nosso alvo felizmente estava marcado e o plano “Roubar um barco” ia começar.

O porto estava estranhamente calmo, não se via marinheiros por ali, levando em conta que era um lugar bem movimentado, a falta daqueles inúteis me incomodava, talvez seja isso que esteja me atormentando, e aparentemente não era apenas eu que estava incomodado – Você está certa Auster, e realmente estranho não ter um grupo fazendo ronda por aqui – talvez minhas palavras saíssem num tom mais preocupante do que eu realmente tinha intenção, não queria demonstrar meu receio quanto a essa observação, mas talvez não tenha nada de errado, e eles so estejam ocupados em outra parte da ilha.

Assim que adentramos mais no porto, a figura imponente do barco aparecia no horizonte, devia ter pelo menos 10 metros de altura, eu já havia visto galeões da marinha, mas aquele barco não ficava muito para trás, seria difícil tomarmos aquele navio com apenas 5 pessoas, mas era um desafio que valia a pena se arriscar – E aquele barquinho ali Illya? Haha eu posso tomar ele sozinho – diria com uma risada leve e solta, por fora eu manteria aquele espirito, mas no meu amago eu sabia que a tarefa poderia custar muito.


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Conforme o barco se aproximava, eu firmava minhas vistas usando da minha visão privilegiada para verificar se havia muitas pessoas a bordo do navio, mas o que meus olhos me mostraram foi uma figura azulada de tamanho descomunal na proa do barco, eu nunca tinha visto alguém daquele tamanho – Então gigantes existem mesmo -  soltaria essa frase ao vento, meio que meus pensamentos saíram por minha boca, eu estava tão feliz por aquilo que eu via, eu já tinha conhecido um tritão, e agora um gigante, realmente os mares são cheios de surpresas – Como diabos eu vou matar um gigante? – Essa era a única coisa que eu conseguia pensar, eu já sentia o fogo arder em meus músculos, era como se tivesse um demônio em meu corpo, que ao ver um oponente forte, quisesse atacar com tudo que eu tinha.

Minha visão não estava me enganando, realmente tinha um homem no ombro daquele monstro azul, o barco ainda estava longe do porto, mas ainda assim, eu podia escutar sua voz. Era como um trovão rompendo os céus, mas faz sentido, se ele tivesse uma voz fina que iria ser engraçado. Auster não escondia que estava preocupada, suas palavras saiam tremida da sua boca e buscava refúgio em Illya, mesmo com a resposta da escudeira, eu demonstraria minha opinião – Quanto maior o tamanho, maior a queda. Eu vou cortar o mal pela raiz Auster, escute bem essas palavras.


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Antes de terminar minha frase, o gigante já havia pulado no mar e nadava rapidamente até o porto, eu já havia visto a velocidade de um tritão na agua, mas aquele gigante não ficava para trás, a cada braçada ele avançava metros e em pouco tempo sua mão alcançava terra firme. Eu so conseguia prestar atenção naquela figura e no homem em seu ombro, mas quando Auster interrompeu meus pensamentos, eu sabia o que deveria ser feito, o navio agora estava desprotegido, e com a ideia de Illya, podíamos usar uma canhoneira que estava atracada ali.

Verificando a canhoneira atracada podia verificar que caberia todos facilmente, eu tentava formular um plano em minha mente, mas quando voltei meu olhar para o gigante, este já falava com uma garota ruiva que portava uma foice, aparentemente, eles eram caçadores de recompensas, eu não sei se minha cabeça tinha ganhado uma recompensa pelo incidente no bar mais cedo, mas creio que se tivesse, seria pouca coisa, e não valia a pena me preocupar.

- Cadê o Chô? Temos que partir logo, aproveitar que o gigante se distraiu com aquela garota para interceptamos o barco antes de chegar ao porto – enquanto falava, eu notava que agora a ruiva estava nas mãos do gigante, e que ela tinha uma recompensa de 62 milhões – Uma recompensa dessa por essa garota? Deve estar errado certamente. Eu não poderia perder aquele momento, olharia novamente para ver se Chô havia chegado no porto, se o mesmo estivesse ali, levantaria minha mão para que ele corresse até nos, caso contrário, teria que dar andamento no plano sem o mesmo.

- TJ, eu odeio propor isso, mas teremos que partir sem o Chô, não podemos perder esse momento, assim que tomarmos o barco, eu nado de volta para o porto e busco ele, com isso poderemos subir todos juntos para a Grand Line, o que você acha? – Esperaria pela resposta do médico, se este concordasse, olharia para Illya e faria um movimento com a cabeça, concordando em seguirmos em frente – Eu não sei controlar isso ai, tomara que vocês saibam – diria apontando para a canhoneira.

Se o ruivo preferisse esperar pelo urso, eu também respeitaria sua decisão – Certo, Illya, nosso amigo será de grande ajuda, esperamos por mais 5 minutos, se ele não chegar partimos – Eu realmente confiava no meu companheiro, além de que, ele estava com 30 mil meus, e eu queria muito minha outra katana. Se a escudeira não concordasse com a opinião compartilhada entre min e TJ, tentaria apelar para o senso comum da mulher – E so esperar alguns minutos, e se tiver outro gigante naquele barco, vai enfrenta-lo sozinha? – Vendo que ela respeitasse nossa opinião, voltaria minha atenção para o gigante e esperaria os 5 minutos que daria de prazo para Chô.

Quando o mink finalmente chegasse apressaria todos para que pulassem no pequeno barco - Vamos antes que o gigante mude de ideia e volte para o navio – assim que todos estivessem dentro da embarcação, eu saltaria para a mesma – Me diz que alguém sabe controlar isso aqui – a preocupação agora era a aproximação que tomaríamos naquela situação, o certo seria flanquear a embarcação ainda em alto mar, para tomarmos o controle da mesma antes de ela conseguir chegar ao porto.

Quando estivermos acomodados no canhoneira, perguntaria ao Mink – Deu certo comprar minha espada? – Se o mesmo me entregasse, abriria um sorriso e daria um leve tapa na lateral do braço peludo dele – Será de grande ajuda. Se por algum motivo, não desse certo de comprar, daria de ombros – Fica para a próxima – e voltaria minha atenção para a embarcação a nossa frente – Tente aproximar pela lateral, eu tenho um plano – diria numa voz confiante – Eu tenho essa roupa de marinheiro – tiraria a roupa da minha trouxinha e mostraria a todos – eu tentarei passar por um, e verificarei a situação, se der certo, jogarei uma corda para vocês subirem, e assim, tomaremos a força o controle do navio, se perceberem que sou um impostor, eu derrubarei alguns no convés, e chamarei a atenção para min, assim, vocês poderão subir como ele elemento surpresa e pegar eles desprevenidos, o que acham?.

Se concordassem com meu plano, tiraria a roupa e vestiria a camisa da marinha, tiraria meu chapéu laranja e deixaria pendurado em minhas costas, vestiria o chapéu básico da marinha, não me importaria com a presença dos demais, tiraria minha bermuda e vestiria a calça azul que eu havia pegado, colocaria meu manto preto junto com minha bermuda na trouxinha e penduraria em minhas costas. Devidamente trajado como um marinheiro, esperaria a aproximação para ver o que fazer em seguida.


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Histórico:
 

Objetivos na atual Aventura:
 

Legenda:
FALA
PENSAMENTO

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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 3 EmptySeg 11 Jun 2018, 17:33

Capítulo 2.4 - Um gigante?!


O fato de chegar ao porto, quase que no horário determinado para executarem o plano sem que Chô estivesse presente não agradaria a TJ, não somente pelo poder de combate que o Mink possuía, mas também pelo companheirismo, não queria deixar ninguém pra trás, tanto ele quanto Will já haviam se tornado importantes para ele, mas claro, desde que isso não implicasse em algum perigo para Auster, com toda a certeza ela era sua maior preocupação e sua principal prioridade daquele recém criado bando. Mesmo não tendo marinheiros nas rendondezas, todos ali estavam em um lugar perigoso, principalmente para os 3 companheiros, já que não conheciam nada daquela cidade, então a leviandade do mink poderia custar caro para o bando.

"Por que aquele panda foi ter vontade de ir às compras em um momento tão importante?! Ainda não consigo acreditar nisso." Pensaria nisso enquanto olharia para Auster... "Eu tenho que protegê-la, custe o que custar!"

Já poderiam avistar o barco chegando, parecia ser uma embarcação imponente, do tamanho da ambição do jovem médico, se não fosse pela aparente presença de um ser gigante, tudo estaria facilitado para o plano.
"Facilidade não é interessante, eu quero aventuras! Pelo visto Will também."
A medida que a embarcação se aproximava, seria possível reparar melhor no ser que estava na proa e ouvir sua forte voz, pelo visto, masculina.
"Pelo visto teremos muitas aventuras, primeiro conheci e lutei contra um tritão, agora é um gigante que apareceu, mas que droga, por que diabos essa merda não é fêmea, deveria ter uns peitões." Seu pensamento seria seguido por um rosto meio indecifrável, torceria para que nem Auster ou Illya percebessem.

Quando o gigante se lançou ao mar e começou a nadar em direção ao porto, uma luz de esperanças surgira e um sub plano havia sido desenvolvido por Will e Illya, eles iriam interceptar a embarcação ainda em alto mar para que não tivessem que ter um combate direto contra o gigante porém, utilizando a sua noção exata de tempo, tentaria calcular quantos minutos levou para o gigante azulado sair do barco e chegar até o porto, talvez fosse insuficiente para o plano.

- Will, só tenho uma ressalva, se o gigante perceber que pegamos o barco e retornar, ele levará xx minutos (caso não consiga precisar o tempo, diria um valor estimado) para que ele consiga voltar, será que não correríamos um risco ainda maior em alto mar não? E creio que seja melhor aguardar, mesmo que um pouco, para que o Chô possa chegar, partir sem ele não seria interessante, ele fará grande diferença na batalha, sem contar que você não teria condições de voltar nadando para o porto enquanto o gigante estivesse aqui.

Confiaria nas decisões de Will, sabia que ele tinha muito mais condições para uma tomada de decisões neste nível, eram a vida deles em jogo, porém não poderia deixar de ponderar alguns pontos na estratégia, enfim, seguiria o que ele decidisse e, no caso, aparentemente seria prosseguir com a canhoneira, de preferência com Chô junto, ao ouvir o plano da vestimenta de marinheiro para ludibriar os tripulantes soaria interessante aos ouvidos do ruivo, ele teria somente um acréscimo a fazer nessa estratégia.

- Assim que conseguirmos tomar o barco, sugiro que todos vistam uniformes da marinha, assim, poderemos tentar enganar o gigante caso ele retorne, teremos que dar um jeito nos corpos também. "Bem que a Auster poderia se trocar na minha frente... essa minha ideia veio a calhar." Em seu rosto estaria estampado o orgulho de sua esperteza para o plano com a Auster.

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Quando estivessem na canhoneira e Will questionasse sobre se alguém sabia navegar, infelizmente teria que dizer que não fazia ideia de como pilotar aquela coisa, deixaria para outro se oferecer para tal serviço, apenas se colocaria a disposição para fazer algum outro serviço que julgassem necessário, era o que poderia fazer naquele momento.
Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 3 EmptySeg 11 Jun 2018, 23:19

A situação não me parecia ser uma das mais normais que ocorreriam com qualquer pessoa por aí, estava mais do que óbvio para mim que os deuses estavam influenciando no que ocorria ao meu redor e mudanças bruscas aconteciam. Eu olhava para Yue e só conseguia pensar em o quão mal ela estava, parecia até que a recuperação que ela tinha conseguido havia se esvaído, embora ela continuasse do nosso lado, era como se não estivesse lá. Tentei de várias formas conversar com ela, mas estava tão avoada que ela simplesmente me ignorou, de toda forma acho que essas conversas mais triviais vão ficar para depois, eu não tinha certeza, mas algo me incomodava em relação ao estado dela, daria uma boa olhada para Yue sorrindo e imaginando o que estaria acontecendo com ela para ter se fechado tanto tão repentinamente.

~~ Deusa Do Silêncio, não me diga que você dominou minha companheira. ~~


Mas algo ainda maior aconteceu quando chegamos no porto, além de um navio perfeito para seguirmos viagem surgir no horizonte, com ele veio um gigante, que como eu já havia constatado parecia ser um enviado dos deuses para acabar com meus objetivos. Ria não se conteve com sua curiosidade e foi de encontro da criatura que vinha nadando do navio e era bastante escandalosa enquanto fiquei parado observando e preparado para caso fosse tentar alguma coisa, impedir que mais uma vez os deuses como a Deusa Da Morte entrem em meu caminho e tirem alguém do meu lado.

Parado lá observando e dando o sorriso de uma criança que descobria algo novo que nunca tinha visto na vida, até que de certa forma impressionado com a astúcia deles dessa vez, esses deuses que não param de tentar me impedir, escuto uma voz do meu lado, e não era a de Yue que era doce e carinhosa. Mesmo assim era uma mulher que veio ao meu encontro, ao olhar percebo que ela era linda com seus cabelos negros e seu sorriso sádico. Eu olharia para ela de canto, então olharia para o céu com os olhos entreabertos ainda sorrindo, depois me viraria para ela olhando com um sorriso sádico em resposta ao dela.

~~ Vocês não param de me surpreender deuses, o que é isso? Uma serpente no paraíso, só pode. Obrigado Deusa Do Amor por me mandar essa tentação provavelmente intocável, o que ela vai fazer agora? Provavelmente me esfaquear pelas costas ou pela frente mesmo... Vamos ver no que vai dar. ~~

-Aaah. Então você sabe de onde veio tal gigante? Elbaf, hein... Vou guardar isso. Acha que ele é perigoso? Kakakaka.

Faria essa pergunta e esperaria sua resposta, essa garota parece ter algo de especial, não é todo dia que encontro alguém tão bonita e aparentemente inteligente ou com um mínimo de conhecimento acima da média. Não poderia simplesmente ignorar alguém que possivelmente é um enviado dos deuses e veio até mim, preciso descobrir o que ela está tramando antes que faça o que planeja. Ela então pergunta se somos amigos da ruiva e fala sobre nos procurar.

~~ Ela só me dá mais uma confirmação de que é uma enviada dos deuses, o quê ela quer conosco? ~~

-Sim, meu nome é Kaminari Dk e essa é a Akeno Yumeko, sou o navegador e ela é a médica dos...

~~ Não temos um nome ainda para nosso grupo pirata, bem, como aquele maldito do Savage havia nos chamado mesmo? Piratas Ruivos? Não, foi Piratas Da Ruiva... Acho que podemos usar esse mesmo, não é tão feio no final das contas. Nunca tinha nos apresentado assim... Mas acho que não muda tanta coisa levando em conta que é provavelmente só uma enviada dos deuses mais uma vez me testando. ~~

-Somos membros dos Piratas Da Ruiva, mas quem é você? Como sabe quem nós somos e porque está nos procurando?


Perguntaria sorrindo ainda com os olhos entreabertos, apesar de saber que ela poderia me atacar a qualquer momento levando em conta que poderia ser uma enviada da Deusa Do Amor ou a Deusa Da Sedução para me matar. Uma possessão aqui, uma facada ali e como minha avó costumava dizer, voilá, minha alma estará em um banquete sendo devorada pelos deuses que vem me atormentando todos esses anos sem que as outras pessoas saibam. Escutaria o que a garota tinha a dizer tentando compreender o que exatamente ela queria conosco, mas meu intuito principal naquele lugar não era aquele.

Eu já estava querendo dar uma olhada no lugar procurando por nosso navio quando fui atrapalhado por essa garota, eu sabia que tinha o atracado por aqui, procuraria ele mesmo sabendo que não precisaríamos mais dele pois não serviria para subirmos a Reverse Mountain. Talvez aquela pequena e frágil canhoneira nos servisse para que pegássemos um navio decente para seguirmos viagem, provavelmente ainda estaria lá já que não tinha nenhuma marca pirata ou coisas do tipo, facilmente se passaria por mais um navio comum.

Caso notasse que Ria havia começado uma luta e ao mesmo tempo percebesse que pessoas estariam tentando roubar nosso navio, ficaria em uma encruzilhada, dois caminhos, ambos importantes, mas teria que dar prioridade à Ria, depois cuidaria do navio assim que resolvêssemos a prioridade. Pegaria uma de minhas katanas e sairia correndo na direção do gigante com tudo que tinha, quando começasse a correr, falaria para Yue em voz alta, mas sem mostrar um pingo de medo diante da situação.

-Yue, fique aqui e não deixe essa mulher ir em bora, isso pode ser perigoso!

~~ Aqueles deuses que tanto me perseguem conseguiram abalar muito Yue, não posso deixar que ela se envolva em mais questões por minha causa, pelo menos não enquanto ela não conseguir sequer me responder, esse tipo de coisa sempre acontece com pessoas próximas de mim. Nem todos tem a estrutura física e mental para aguentar a pressão deles, se fosse para me definir, diria que sou “O Perseguido Dos Deuses”. ~~

Logo depois de falar isso, tentando manter a calma, daria um grito para as pessoas que tentassem roubar nosso navio, caso houvesse alguma.

-Ei, esse navio é meu, deixe-o como está!


Mas não pararia minha investida por um mero roubo, existiam problemas literalmente e figurativamente maiores em minha frente. Assim que me aproximasse, tomando cuidado para que ele não pisasse em mim, desferiria um corte horizontal tentando acertar a lateral esquerda de sua perna direita. Meu objetivo seria derrubar o gigante, então subiria em cima de seu pé direito enquanto agarraria sua perna e começaria a dar várias estocadas na parte de cima do pé dele onde estivesse me apoiando. Caso percebesse que ele iria me atacar enquanto estivesse lá, sairia imediatamente de cima de seu pé me afastando um pouco ao pegar alguma distância e logo depois sacaria minha segunda katana ao avançar novamente contra ele e tentaria dar um corte duplo horizontal, dessa vez almejando o lado direito de sua perna.

~~ Ele é só mais um dos desafios enviados para mim, provavelmente pela Deusa Do Combate, mais uma vez tentando me atrapalhar. Aparentemente esse é só mais um dia em minha vida, uma mulher desconhecida enviada para acabar com minha existência pela Deusa Da Sedução. ~~

E se percebesse alguém tentando roubar nossa canhoneira.

~~ Pessoas roubando nosso navio, provavelmente enviados pela Deusa Do Furto... Nada que os deuses já não tivessem aprontado comigo antes, por sorte consigo lidar com eles. ~~

Se o gigante tentasse me esmagar, chutar, lançar, atingir com seu bordão, sairia do caminho de seus ataques ao me mover para o melhor lado possível dependendo de por onde seu ataque viesse, sempre contando com minha velocidade levando em conta que ele era muito maior e provavelmente tivesse movimentos bem mais lentos que o normal. Contaria com a previsibilidade de seus movimentos ao observá-lo com minha visão mais apurada e tentaria prevê-los para que pudesse me esquivar com êxito.

Caso não conseguisse me esquivar de algum ataque em que ele usasse o corpo para me acertar, fincaria minhas espadas em sua pele para não ser lançado longe e ainda causar algum dano. Se ao invés de seu corpo, usasse seu bordão, utilizaria minhas katanas para amortecer o ataque e até mesmo tentar desviá-lo se minha força fosse suficiente.

Se o homem descesse do gigante para me interceptar ou me atacar, tentaria me esquivar de seus ataques se fossem tiros andando em zig zag até alcançar o gigante e ficaria atrás de sua perna ao invés de em cima de seu pé enquanto faria meus ataque. Caso ele usasse uma arma cortante, eu interceptaria seu ataque colocando minha katana na frente e sacaria minha outra alvejando uma estocada bem no meio de seu peito, se ele caisse continuaria com minha investida para cima do gigante, se não, recuaria indo oara trás e pegando alguma distância, o encarando e pensando.

~~ Como esses deuses são chatos, só pode ser a Deusa Da Chatice.... ~~

OFF:
 

Histórico:
 

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Última edição por Kaminari Dk em Qua 13 Jun 2018, 22:34, editado 3 vez(es)
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Johnny Bear
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 3 EmptyTer 12 Jun 2018, 23:15




Engano-me ao supor que da fama far-se-iam distrações ao caminho, ou talvez fosse apenas fruto da árvore de minha presunção, considero-me um peralta, digno da atenção das autoridades, mas quem sabe apenas considerem-me um de quinta. Vaguei certo de desembocar a algumas léguas dali, embora não soubesse quanto tempo levaria para fazê-lo, segui em contemplo aos ladrilhos que se formavam aos caprichos em meus olhos, não tratei de contar ao passo que dei, quiçá quanto tempo levei para desembocar a soleira da loja que me apontara a mulher “Acho que estou no lugar errado!”. Pensei estar desatinado quando o vi, cocei meus olhos por repetidas vezes até ter certeza de que não estava por compor alucinações em minha cabeça, ainda ao pé, sorri. “Onde aquela mulher foi me meter? Isso aqui parece mais um brechó!” Vi-me obrigado por tatear os pés ao assoalho.

Ocorreu-me uma reflexão enquanto seguia para dentro, pensamentos que nutria ao longo do tempo, vinha determinando a lista de minhas prioridades para aquela compra, o dinheiro era contado, carregava à algibeira um punhado de moedas que estavam por compor toda minha fortuna, fustigava-me as cicatrizes pelo corpo, via pouca dificuldade para desfazer-me da conquista que tanto me custou para me apropriar, era como uma colheita.  Agarrei ainda mais firme ao couro que vinha protegendo por todo caminho, forcejei uma lágrima ao meu rosto trazendo a angústia de minha nova mácula, atribuindo arraigado valor ao material, este, pois carregava consigo um significado simbólico para meu espírito.

Cingiu-me o aroma de laranjas, o quão doce viera ao meu olfato, respirei fundo aceitando a carícia deste sem procrastinar, enquanto a passos cuidadosos me movia, contemplava a graça que delicada talha madeirada compunha o cenário, ao todo, e maravilhado deixei escapar um suspiro de admiração. Fiz-me questionamentos sobre o estabelecimento, outra vez. “É um lugar muito bonito... Mas o que irei achar aqui senão esculturas e artigos naturais?”. Confesso que me veio a ideia de vagar às rédeas da incerteza para ir a outro lugar, quis acreditar que aquele lugar poderia me prover o que buscava, e por isso, abandonei ao engrama de julgar um livro pela capa, obriguei o corpo a caminhar até mais perto do balcão, vexado, o sorriso tímido e esguio salpicando ao cenho, me apresentei tal qual o homem fizera.

- Olá Sr. Gilmar! É um grande prazer. Chamo-me Chô e gostaria de saber se aqui vende artigos ou livros que me auxiliem no aprendizado da Química, seus usos e a manipulação das substâncias com o auxílio de alguns equipamentos que, por aqui, pretendo encontrar. Coisas como Béquer, Pipetas e entre outros. – Sucinto, pauso minha indagação para molhar os lábios, me calo para tornar a vez deste, concedendo a palavra. Perduro a fitá-lo, inerte, até a resposta ao encontro de minha duvida, esperando já o não acima doutra resposta, e se fosse esse o caso, indagar-lhe-ia as devidas desculpas pelo incômodo. – Desculpe então, apesar de se aparente pela entrada, forcejou-me uma senhorita a entrar aqui alegando haver tais produtos, senão incomodo, vosmecê dir-me-ia outro lugar para encontrá-los?  – Achando ao caminho correto, balbucio praguejando a garota que me dera a direção errada – Diz que não tem tempo e agora me manda para o caminho errado, botá-la-ei para nadar com monstros Marinhos, megera meretriz!– Seguiria para onde o Sr. Gilmar me orientasse, senão, seguindo aos meus próprios instintos, buscando isento de ócio, por outro local.Viria a andar pelas ruas, prostrado com o olhar ao horizonte buscando uma alma viva que ousasse desbravar ao frio, aproximaria deste com cuidado e cautela, mostrando o riso simpático como quem não anseia por brigas ou desentendimentos, coro a chegar, com mimo em rosto ternura vexado, acalmo ao nervosismo para perguntar-lhe – Sabe me dizer onde posso encontrar uma escola de química pela região? – Agradeceria pela ajuda sabendo este ou não, indo para outro ou tentando encontrar por mim mesmo caso não conseguisse me responder.

Atônito, em resposta positiva, comemoro em silêncio ao fundo da alma, deixando escapar um “Yeah” seguida da austeridade que se faz em meu ser, tomo este pouco tempo de reflexão para me recompor e ir para mais perto do balcão, se é que seria possível, afago os pelos no queixo a formar uma pequena trança no indicador – Pois então poderia me prover um papel e lápis para que eu possa anotar o que preciso? Se não, façamos por parte – Aguardo os instrumentos requisitados, se viessem, tomá-los-ei à mão de forma a grafar meus interesses, traço a palavra que aos poucos coordenam a uma lista, componho minhas ambições, anoto, conoto à ponta do lápis riscando o papel – Aqui está! Marque o “X” no que não puder me prover e um “V” no que puder me vender! – Suspiro ao término da lista, viria a passá-la por cima do balcão, recheava a pedida com o tinir das moedas da algibeira, música para os ouvidos de qualquer comerciante, estava a fartá-lo daquelas – Pagarei pelo preço justo, sem calote, se puder me fazer um desconto eu ficaria grato – Sorrio saliente como um jovem garção, saco ao palmo um punhado e com este mesmo deixo resvalar ao balcão – Vê? São autênticas! –

Mesquinho, me negando a um pedaço de papel e um lápis, pigarreio, viria a ditar tudo que eu estava disposto a levar em dois tempos dali, precisava correr e tomar cuidado para não danificar meus equipamentos durante os eventos do roubo – Pois não percamos tempo! Preciso que providencie uma coleção, os melhores livros ou a melhor enciclopédia para a aquisição dos conhecimentos do campo de Química em geral, preciso entender não só o conceito, mas sua aplicação no uso de substâncias para a criação de explosivos e armamentos! – Interrompi-me, tossi, fitei-o aguardando uma pausa, esperei para ver se perguntar-me-ia algo a respeito dos projetos e da necessidade específica da aquisição, em suor frio pungindo minha alma “Cacete... Acho que acabei falando demais na hora de requisitar o material”   – Temo que vou precisar dessas coisas para explodir um barco – Diria a este, caso perguntado, cúmplice de minha sinceridade obsessiva, tento fugir, mas não consigo escapar do ser honesto a palavra que sou, por mais que maculo sou ao mundo que vivo, não consigo mentir, sou um maldito beliz honesto. Caso a pausa não me fizesse, suspiro em alivio, despojando o peso dos ombros, sinto-me nas nuvens, direto ao ponto, confisco aos alicerces de minhas vontades, casto o último pedido que se estende para além do material – E eu gostaria de aprender sobre armamentos, não tenho o dinheiro para pagar agora, gostaria saber se conhece alguém disposto a me ensinar na prática – "Tudo seguro até aqui... Ele vai me vender o material e eu não preciso me preocupar tanto com a minha língua grande".

- Vejamos, partindo para os instrumentos, começaremos com os simples que não envolvem meus interesses químicos particulares, eu vou querer um Diário de Bordo, uma caixa de fósforos e um isqueiro; pauso os pedidos por alguns instantes, esperando o homem buscar o que requisitei, fiz-me organizado, separaria a parte destes instrumentos depois ao dos materiais de estudo de Química, para que, então, buscasse aos equipamentos mais delicados e difíceis de se encontrar em qualquer boutique ou brechó; Vou querer agora um cadinho, tubos de ensaio, um frasco vazio, um balão de fundo chato, um béquer, funis de Vidro, um condensador, baquetas, provetas, buretas e pipetas
Por último, mas não menos importante, acredito que seja o item da lista a que mais sou submisso, gostaria de uma garrafa de Vodka, pura.


“Acho que vou acabar saindo no prejuízo aqui, espero que atenda ao meu pedido de dar um desconto, preciso sair daqui e encontrar alguém que possa me ensinar algo sobre armadilhas, ou terei que fazer isso depois da viagem... Merda, maldita hora que fui inventar de fazer compras”.

Pauso em reflexo, aguardando as coisas serem colocadas próximas a mim, a medida que caem sobre o balcão, o tinir dos metais que ressoam a bolsa diminuem gradativamente, estava por vê-las rolarem pela mesa até se agruparem em montes divididos mais ao canto em que eu as colocaria, vejo ao meu próprio sangue escorrer pelo palmo prostrando à madeira, o brilho do metal sendo substituído pela cor rubra de meu licor vital, bebendo deste o comerciante, a fartar, via a minha própria desolação como pintada em um quadro, mas ao passo, percebia formar-se a frente, brotava dos materiais e equipamentos o lírio, minha semente, a que se refere a semente do conhecimento, vejo ali, mais forte que a dor pungindo as cicatrizes, fazendo me esquecer do bem material a que atribuía valor simbólico, trocava-o, deixara as dores do passado, transformo as memórias ruins em conhecimento para o futuro.

Os ajustes que consagram o fim, pendo para frente ao balcão, estava lá para receber o meu Kit, colocaria os equipamentos mais convencionais a bolsa amarrada em minha cintura, despojo lá o diário que marcarei minhas prosas, curioso, uma prosa sobre prosa, penso em diversos meios artísticos que poderia seguir, mas no momento, apenas busco ao registro de minhas póstumas memórias ao continente gelado. Fósforo e Isqueiro, sendo um para substituir ao outro em situações de crise, ou pura necessidade.

Desatino em um turbilhão que me invade, se me fosse dado, trejeitando aquele material que por muito paguei, vislumbro o passar de informações, analisando os elementos que estavam por compor aquela obra, lá se me ia o tempo delicado, batem as horas, recobro ao presente onde incorporo a figura do Urso com obrigações, lembro-me de meus colegas, Will e Tj, a mercê de minhas ambições, deixados para seguirem sozinho para um furto, e se precisassem da minha ajuda? – Obrigado Sr! Nunca irei me esquecer de você,  ainda me verá muito em jornais pelas minhas conquistas! – Brandaria retumbante, batendo no peito com o punho livre, enaltecendo a b andeira vermelha à carregar no canto o símbolo da união, carrego dentro da bolsa minhas compras, exceto pelo material de Química que vou a analisá-lo pelo caminho, iria correr, o mais rápido que minhas patas conseguissem empurrar meu corpo pelas ruas, iria seguir na direção dita pela garota de cabelos azuis, a donzela de Tj.

- Puxa! Estou atrasado, atrasado estou! Olha a hora, que bate ao ponto, segundos seguem o ritmo de meu coração, preciso me apressar. TJ, WILL EU ESTOU CHEGANDO!!!  ... – Sem esperar o que encontrar, busco seguir ao grupo, se no barco, tentaria saltá-lo, se em luta, juntar-me-ia a peleja sacando breve as espadas que portava as bainhas na cintura, mas meu trajeto seria redefinido caso meus equipamentos não fossem todos obtidos, seguido pelo impulso ou pela recomendação generosa do homem, buscaria por outras lojas.

Anseio encontrar meus companheiros, e se o fizesse, além de me juntar à barganha da caravana do trio maluco, saco desconfortável o fôlego, tomo meus instantes para suspirar antes de ouvir o que estes tinham para falar, sejam reclamações, sejam palavras motivadoras ao meu ser pela façanha, ou quem sabe fossem apenas cúria, o fato é, que puxaria meu novo material de estudos sobre Química, além de prover a Will uma de minhas espadas que estaria a repousar em minha cintura, não meço esforços, apenas a entrego concentrado o bastante para me desvirtuar da grande maravilha e cúria que prendia ao meu ser, atrativo, chamava-me como a flor as abelhas, queria mais e mais saber sobre aquilo, mas entendendo a situação, pauso momentaneamente para entender a situação – Esse material me parece fascinante... Então... O que vocês estavam fazendo enquanto estive fora? – “E onde eles arranjaram isso?” Fitaria o pequeno barco – Claro Will pegue uma, vi que está utilizando uma mão diferente da última vez, algo novo que quer experimentar? – Antes de voltar ao que me interessava, embora, prestasse atenção no plano que eu pouco sabia, mas tentaria fazer tudo certo para que as coisas ocorressem de forma correta.

Histórico:
 


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Última edição por Johnny Bear em Qua 13 Jun 2018, 11:53, editado 1 vez(es)
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Rimuru
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 3 EmptyTer 12 Jun 2018, 23:57


Mas uma vez fui capaz de realizar um ótimo espetáculo, se eu já não fosse reconhecido como portador do titulo de maior detetive do mundo, quem sabe eu pudesse me aventurar no mundo das artes e me tornar um renomado musico.

Ou melhor, eu posso ser os dois, tenho certeza que serei muito bem aceito pela sociedade devido ao meu talento sobre os dois ofícios. Rimuru o detetive harmonioso, isso é uma noticia que garantiria a primeira pagina em qualquer jornal.

Bem, uma historia para outro dia vamos compreender a situação atual, Alfred trouxe os representantes dos revolucionários que irão me auxiliar, entre eles temos um cérebro de passarinho musculoso, talvez ate um pouco menos desenvolvido do que alguns habitantes de minha antiga ilha.

Se não fosse pela sensatez da jovem de cabelos verdes seria bem provável termos sidos pegos em flagrantes muito antes das coisas ficarem interessantes e como minhas habilidades são gloriosas seria uma pena ter que utiliza-las em um momento tão trivial quanto esse.

E esse Mash, parece ser uma pessoa direta e de poucas palavras, que isso seja conveniente, já estou cansado de conhecer pessoas que só servem para arruinar meus pensamentos divinos.

Aproximaria-me de Alfred com um rosto sorridente e trivial, esbanjando felicidade e alegria com minha performance, ao mesmo tempo que procuraria chamar a atenção para meu visual de empregada:

- Riririri sabia que podia contar com você, vejo que estão todos ansiosos para o grande final do espetáculo. Observaria Tank dando uma piscada de leve com meu olho esquerdo e dirigiria minhas palavras para o mesmo com toda a intenção de ser ouvido porem com toda uma encenação para parecer querer ser cauteloso. Além do mais, espero que não fique falando aos berros sobre as explosões, sei que imensos clarões serão realizados com os fogos de artificio de primeira qualidade que pedi para trazerem, mas é para ser uma surpresa, riririri.

Antes mesmo que ele pudesse abrir a boca para me responder, com medo de ele não saber lidar com a situação de maneira perspicaz devido ao seu intelecto voltado a músculos ao invés de raciocínio puxaria o abraçando seu braço e indo em direção ao restaurante mencionado pelo sargento de caninos:

- Não se preocupe com trivialidades todas as suas duvidas serão respondidas pelo caminho, estou agora me dirigindo para um estabelecimento especifico para garantir nossa entrada nos conveses de diversos navios, afinal se não tivermos permissão para alojarmos e posicionarmos esses objetos que trarão a tal felicidade proferida por Lisa, tudo a que nós dermos trabalho terá sido em vão.

Fitaria minha aprendiz com um olhar acolhedor e varia um gesto para que ela me acompanhasse de perto sem dizer muitas palavras por enquanto.

Acenaria para Wolwe conforme me distancia-se e então falaria com calma e tranquilidade com todo o cuidado para não ser ouvido por pessoas de fora de nosso grupinho particular:

- Fico contente com a participação de todos nessa investida audaciosa, tanto minha entrada no mundo da pirataria quanto o reconhecimento dos revolucionários terão uma grande repercussão através da maior rede de comunicação existente, a voz do povo,riririri.

Soltaria Tank e caminharia um pouco a frente batendo as asas com entusiasmo e vigor:

- Sem mais delongas deixe me apresentar da maneira correta, aquele a quem se pronuncia diante de vocês e nada mais nada menos do que o estimado e glorioso detetive Rimuru. É esta a quem me acompanha seria minha joia valiosa e aprendiz promissora Emma.

Acariciaria sua cabeça, orgulhoso de minha colega e perguntaria para Alfred:

- Jeanne tem um daqueles caracóis comunicadores que vocês tanto usam? Gostaria que ela ouvisse o que iremos discutir.

Se a resposta fosse negativa ou positiva continuaria com leve suspiro dando inicio a minhas próximas pronuncias esperando o den den mushi ser ligado se necessário:

- A essa altura Jeanne já deve ter encontrado a ruiva, tenho total confiança em sua capacidade para tanto, então devemos apenas distribuir as tarefas novamente para exercermos nossas funções.

Analisaria os integrantes ao meu redor é um a um explicaria seus deveres:

- Tank vejo que de todos nós você é o mais empolgado para uma tarefa como essa, sei que seria muito irritante para ti se lhe oferecesse um dever muito diplomático ou comunicativo então, fique contente, pois não ira se incomodar com isso. Você ficara responsável pelos ataques por loguetown, procure explodir regiões próximas de bancos, quarteis e outros lugares que possuem uma grande movimentação de pessoas. Seja livre para criar o caos conforme seu desejo, apenas lembre-se, você e todos os seus acompanhantes precisam se declarar como membros da tripulação da ruiva e os ataques só deverão ser iniciados após receberem o sinal.

Atentaria-me para a presença de Lisa e mencionaria minha opinião:

- Precisaremos do seu suporte, um plano como esse tem muitas lacunas e brechas, por isso quero um grupo responsável em apresentar auxilio nos momentos iniciais, no entanto quando a hora chegar, sua imagem será a representação e apoio transmitido pelos revolucionários, contendo as forças do Tank de maneira convincente, sem deixar que nossos colegas sejam capturados pela marinha.

Fitaria Mash como se quem estivesse a ponto de dar uma tarefa importante o que poderia ser o caso:

- Quando conseguir a permissão será sua responsabilidade em detonar as embarcações e enviar o sinal para Tank com antecedência ao chegar o momento esperado, próximo do final da peça, esteja com seus homens de prontidão para levarem a carga explosiva assim que formos autorizados e orientar os capitães sobre como poderão nos auxiliar como se fizesse parte do grupo de artistas.

Caso Jeanne estivesse me ouvindo me comunicaria com ela acreditando que tudo estava conforme o esperado:

- A embarcação para a fuga da ruiva será de sua decisão assim como orienta-la na direção certa para que não tenhamos deslizes durante a operação, lembre-se faça o possível para ela estar bem disposta e em condições para a tarefa, assim como mencionei no barco tome as medidas que desejar, sei que será bem sucedida independente de tudo, boa sorte.

Talvez apenas para não tirar o habito ou por estar acreditando criar uma relação com esta
companheira peculiar antes de optar em me comunicar com outra pessoa continuaria com uma pequena brincadeira:

- Alias antes que eu me esqueça, que tal fazermos uma pequena aposta? Uma corrida contra o tempo. Se eu é Mash posicionarmos os revolucionários com os fogos de artifícios nos navios antes de você e a Ruiva conseguirem uma embarcação você vira conosco nessa viagem,riririri. Talvez você consiga informações para os revolucionários assim como eu garantirei para meu trabalho como detetive, quem saiba seja vantajoso. Se eu perder pode me fazer um pedido, se for do meu alcance eu realizarei.

Daria uma leve risadinha enquanto explicaria para os remanescentes Emma, Harima e Alfred:

- Todos os demais seguiram jornada comigo, talvez seja necessário se comunicarem comigo em algum momento então Alfred transmitira as mensagens, como Harima ainda não se recuperou totalmente prefiro que o mesmo permaneça conosco. É e claro, que jamais iria querer que minha discípula se afastasse de mim, ela ainda tem muito que aprender e isso só seria possível se permanecesse ao meu lado, riririri. Além de que tenho muitas outras tarefas para você minha gata.

Se alguma coisa estivesse pendente ouviria suas palavras antes de nós distanciarmos, talvez alguém quisesse acrescentar alguma coisa ou apresentar insatisfação pelas suas recentes obrigações.

Desde que elas não estejam muito distantes da ideia original, aceitaria sem problemas com um leve aceno de cabeça e então me despediria de todos para que pudéssemos seguir cada um em seus papeis:

- Deem o seu melhor pessoal, se problemas acontecerem tentem resolve-los mas se aparentarem estar fora no alcance que todos sejamos notificados.

Continuaria meu percurso em direção ao Christimas Armadillo, no momento que encontrasse tal estabelecimento, veria como era sua aparência e como ele fazia para se destacar contra seus concorrentes do mercado alimentar.

Ignoraria os navios mercantes afinal, estou em um porto, claro que haveria navios não tenho motivos para prestar a atenção no mar ou no que possa estar acontecendo ao redor no momento, preciso me focar no que realmente me interessa.

Esperaria um pouco na porta, o que estou fazendo, devia mesmo entrar de maneira tão casual? Eu sou um artista preciso demonstrar entusiasmo e mostrar ao que vim sem excitação.

- Sim sim... Resmungaria para mim mesmo puxando minha parceira para perto com uma nova investida sendo elaborada em meus pensamentos.

- Ei Emma,gostaria de fazer uma entrada triunfal? riririri espero que esteja pronta, dance e divirta-se vamos chamar o máximo de atenção que pudermos.

Pegaria amor de meu coldre engatilhando o revolver e atiraria para trás em direção aos céus apenas para que o som do disparo fosse perceptível, guardaria a arma com cuidado em seu local de origem e chutaria a porta para entrar no recinto com minha parceira com os braços apertos gritando:

- Atenção atenção, caros capitães e donos de embarcação os artistas estão na cidade, e precisamos de seu apoio, riririri.

Se algum ataque fosse direcionado a mim devido a minha entrada quase que ofensiva e que pudesse ocasionar sustos em frente a tantas pessoas habituadas ao mar, procuraria me esquivar rolando para frente subindo em uma das mesas disfarçando qualquer pavor e mantendo uma expressão de entusiasmo:

- Gostaríamos de convocar a todos para prestar ajuda, quem aqui gostaria de ser reconhecido por todos os habitantes, quem aqui almeja fama e uma fila de clientes em frente aos seus navios?

Aumentaria meu tom de voz de uma maneira harmoniosa tentando convence-los de uma maneira dinâmica sem deixa-los ter tempo para pensar e apenas aceitar sem questionar as consequências:

- Tudo que precisam fazer e apoiar nossa obra e espetáculo permitindo que nossos membros alojem fogos de artifícios e estejam presentes para dispara-los ao grande final, sejam nossos humildes patrocinadores e garantam sua participação em um grande evento da cidade. Algo que será ouvido nas fofocas e conversas do povo durante anos.

Não esperaria por uma resposta continuaria pressionando os com palavras ate ouvi-los falarem simultaneamente comigo que estavam de acordo:

- O que me dizem gloriosos domadores dos mares, aqueles que conquistam suas riquezas através de trabalho duro, gostariam de serem marcados na historia? Gostariam de serem responsáveis pela criação de algo totalmente inusitado? Estão dispostos a receberem atenção pela sua benevolência e serem aclamados pelos cidadãos em qualquer local que estiverem  dispostos a ir? Que seus nomes sejam divulgados pela trupe em todas as ilhas como retribuição pelos seus serviços aumentando a sua reputação?

Levantaria minha mão direita para cima apontando para o alto com uma pose gloriosa abrindo minhas asas para destacar minha beleza e garantir uma atenção ainda maior:

- Eu não fui capaz de ouvi-los! Quem estiver de acordo, por favor, levantem-se e gritem sim!

E por ultimo para garantir a presença de todos ao que vejo como uma tática infalível falaria com meu ataque verbal final:

- E quando tudo for concluído e o show for um grande sucesso, todos vocês encheram suas barrigas com comida e bebida a vontade por minha conta! O que estão esperando? Vão ate o porto e procurem por um homem chamado Mash, ele os guiara em como podem nos ajudar!

Com isso esperaria que minhas palavras tivessem sido o suficiente e alcançado o máximo de pessoas possíveis, se tivesse falhado permaneceria em cima da mesa esperando ouvir as contradições ou qualquer coisa que estivesse me negando o sucesso de minhas ações.

No entanto se fosse bem sucedido faria sinal para que meu grupo adentrasse e sentasse-se à mesa a qual estaria localizado e diria com excitação:

- Harima eu prometi para você que te cozinharia algo quando estivesse melhor, desde que talvez esse seja o ultimo dia que estaremos juntos em um longo período de tempo farei questão de realizar esta promessa agora, sintam todos a vontade.

Desceria da mesa e varia uma pequena reverência para as garçonetes para demonstrar que não estou as ignorando dizendo para todas:

- E um grande prazer para um imenso detetive estar em um estabelecimento tão agradável, lamento pela comoção de antes e aguardo a participação de vocês, cada pessoa presente será de grande satisfação e orgulho para nós que tentaremos ao máximo retribuir-lhes dando felicidade e aflorando seus sentimentos e emoções ao limite,riririri.

Após essa imensa bajulação iria focar no meu verdadeiro interesse:

- Se incomodariam se eu cozinhasse um pouco para meus companheiros, como podem ver também estou vestido para trabalhar.Daria uma voltinha com o vestido . E sou muito bom em minhas habilidades, se quiserem faço o suficiente para todos nós. Piscaria com o olho direito. E ajudo com a limpeza depois, não se preocupem pagarei pelos ingredientes utilizados.

Se não houvesse excitação e tivesse a aceitação dos envolvidos me dirigiria à cozinha do local analisando o ambiente onde começaria a cozinhar.
Procuraria por cebolas,cenouras,pimentão,alho,folhas de louro,vinho branco,azeite,lula,caldo de peixe e sal.

Assim que juntasse todos os utensílios me dirigiria a uma bancada ou mesa onde pudesse fatiar os tentáculos em quadrados pequenos deixando os de molho no vinho branco, cortaria os demais ingredientes e deixaria o azeite em uma panela separada, acrescentando aos poucos alho e pimentão ate dourar. Após acreditar chegar ao momento certo colocaria a cenoura em adição aos demais na panela.

Juntaria as fatias de tentáculo colocando pequenas pitadas de sal por cima e cozinharia a fogo baixo ate que quase todo o liquido evaporasse e apresentassem estarem macios, prepararia um molho com o caldo de peixe, pimentão e folhas de louro.

No final depositaria os pedaços de lula pelo prato, envolvendo o com os demais ingredientes e banhando os com o molho e entregaria em porções separadas para meus camaradas.

Chegaria ate a ouvir uma voz estrondosa para um tal Genji, essas pessoas que tentam se destacar mais do que eu, deviam aprender que não importam o quão alto eles falam nunca iram me superar.
Começaria a comer descontraidamente às vezes oferecendo parte de minha quantia para Emma, assim que terminássemos ajudaria na limpeza e então me dirigiria para a saída me despedindo das funcionarias entregando a quantia pedida pelo gasto de ingredientes:

- Obrigada por tudo, ate mais ver, o maior detetive do mundo os aguarda na apresentação.

Observaria o porto e seus arredores pensando no que eu deveria fazer agora ate que todos os preparativos estivessem prontos.

Histórico:
 

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Última edição por Rimuru em Qui 14 Jun 2018, 07:40, editado 2 vez(es)
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Os Revolucionários de Rimuru: 04


Chô


A primeira impressão que Chô tinha quanto à loja segundo o urso, farroupilha, não era das melhores, além do pequeno espaço para uma criatura tão grande quanto o mink, aquilo lhe levava a crer que muito pouco se teria ali, e que o nome não passava de uma ilusão, não só isso mas a medida que o urso ia adentrando o local os outros clientes se afastavam espremendo-se nas paredes e alguns até saindo do estabelecimento por medo. O que talvez tivesse mantido Chô naquele lugar tenha sido o próprio Senhor Gilmar, que diferente das outras pessoas apenas manteve uma feição sorridente e indecifrável atrás daquele grande óculos escuro, uma carisma emanava do homem e este parecia não se importar com a aparência do mink.

- Oho, temos um cliente bem grande aqui. - Comentava o velho ao escutar as pesadas passadas do panda que se aproximava. - Espero que esteja se sentindo confortável em minha humilde loja. - E era neste momento que a opinião de Chô, ao menos quanto a ambientação, se alterava, o doce odor de laranjas permeia por seu faro de forma que talvez trouxesse memórias longínquas como de sua terra natal, o piso era da madeira mais fina tão bem cuidada e limpa que era difícil acreditar que havia uma grande circulação de pessoas que a loja deveria ter.

- Chô, é?.... Acho que tenho um sobrinho com esse nome, ou seria um neto? Hmm agora não consigo lembrar, como posso lhe ajudar rapaz? - Era a resposta de Gilmar para a apresentação de Lotus que prosseguia em seu questionamento quanto a fidelidade que a loja tinha com seu nome. - Mas é claro que temos meu rapaz! Aqui eu vendo de tudo, é só pedir! - Quando as pessoas ao redor viam o quão educado era o urso e como estava sendo bem tratado pelo idoso algumas tornavam a normalidade verificando itens expostos da loja ainda que com um pouco de receio. Quanto ao próximo pedido de Chô o homem apenas tateava por cima do balcão procurando por algo até que suas mãos encontravam um suporte para bloco de notas e caneta arrastando-o até o meio do balcão para o que seu cliente pudesse usar. - Você não faz ideia quantos desses eu tenho vendido, esta é uma amostra de cortesia é claro,fique a vontade. -

Após algum tempo escrevendo sua lista de compras o mink a entregava para o vendedor lhe dando também instruções de como usá-la. - Oh, então era pra isso. - Comentava o velho enquanto pegava a caneta com um sorriso e dando uma leve apalpada no material antes de escrever um enorme “V” que riscava toda a lista. - Ora me desculpe rapaz se eu soubesse teria lhe dito antes. - Respondia Gilmar levantando seu óculos escuro e mostrando as pupilas brancas e sem vida atravessadas por uma cicatriz que representava um corte de um olho ao outro. - Como pode ver eu sou cego, então se não for um incômodo me ditar seus itens eu agradeceria, meu jovem. - A primeira coisa da lista de Chô era um livro que lhe tornasse um verdadeiro especialista em química, ao ouvir isto o vendedor apenas se afastava do balcão andando até o segundo corredor de estantes com uma precisão tal qual estivesse enxergando e começava a tocar os livros um por um da esquerda pra direita balbuciando os títulos que havia previamente decorado. - Química para idiotas… Não, Como fabricar metanfetamina… Não, Brincando de médico… Não. Aqui! - Ele então retirava um livro extremamente grosso por fim se dirigindo ao balcão e mostrando a capa para o panda: “Manual do Mundo”.

- A última vez que eu vendi um exemplar deste era para um rapaz que queria explodir um barco. - Uma pequena pausa era feita enquanto Lotus suava frio com o assunto. - Infelizmente ele não leu as instruções direito e acabou se explodindo. - O velho então baixou a cabeça cerrando o punho direito batendo duas vezes no peito e apontando para o teto. - Descanse em paz Ricky. Ele sabia fazer ótimas armas e armadilhas sabe, mas não levava muito jeito pra química, nunca mais achei alguém tão talentoso.

O urso não parava por aí e enquanto ele ditava os itens um a um Gilmar prontamente os buscava com uma extrema precisão e eficiência sem nem mesmo pensar a localidade dos itens de forma que em pouco tempo tudo já estava em cima da bancada faltando somente a garrafa de Vodka que o homem retirava de um pequeno frigobar escondido debaixo de seu balcão. - Essa daqui desce queimando, importada direto da Grande Mãe Rússia do North Blue.

- Como gostei de você vou te dar um desconto especial já que me pediu, tudo vai sair por… - Ela fazia uma rápida conta de cabeça e então revelava sua surpreendente promoção. - 854.999 Berries. - Completava Gilmar revelando um sorriso de como estivesse fazendo uma exímia caridade quando na verdade estava descontando apenas um Berrie, Chô não tinha como saber disso então prontamente lhe pagou com uma certa satisfação ajeitando seus itens com um toque de engenhosidade e improviso, por não ter nenhum tipo de bagagem que lhe auxiliasse no transporte o mink teve de apertar suas aquisições debaixo da banha onde teve espaço de colocar e talvez se permanecesse naquela situação por muito tempo perderia seus itens. - Confio em você com o valor garoto. - Respondia o Senhor Gilmar. - Vou pedir para alguém ler o jornal por mim, boa sorte em sua jornada. - Eram as últimas palavras ouvidas por Chô que já saía da loja e prontamente se encaminhava apressado para o porto no entanto cuidadoso para não deixar nenhuma de suas coisas caírem no caminho.

Rimuru (Algum Tempo Antes)


Com as gratificações de Rimuru e o anúncio pelo grande final o ruivo apenas demonstrava um sorriso descontraído. - Na verdade foi bem fácil encontrá-los, Jeanne já havia passado as instruções necessárias para que isso fosse facilitado. - O jovem continuava seu disfarce para com o Sargento que agora estava ocupado o suficiente organizando pontos de vigilância de forma que nem conseguia mais prestar atenção no pequeno grupo, e até mesmo dava uma puxada de orelha em Tank que apesar de tentar evitar que este falasse o brutamontes apenas interrompia ainda em um tom elevado.

- Você se preocupa demais! Ahahaha! - O rapaz se cachos esbranquiçados começava a se movimentar guiando o grupo para um ponto mais privado enquanto dava uma deixa para que todos entrassem em sua encenação no intuito de não levantar suspeitas. Assim que o jovem apresentava a si mesmo e sua aprendiz cada um tinha uma reação diferente, Tank apenas acenava, Lisa demostrava um sorriso simpático, Mash por outro lado apenas assentia levemente com a cabeça fechando ambos os olhos.

Quanto ao pedido de Rimuru para contatar Jeanne nenhuma palavra era necessária, Alfred apenas afirmava com a cabeça retirando o pequeno caracol de seu bolso e discando algum número, não demorava muito e com apenas alguns “puru’s” de chamada e o caracol começava a imitar a voz de Jeanne?

- Alfred? Tu certo por aí? - Em poucas palavras o médico já explicava toda a situação enquanto Jeanne passava-lhe também um curto relatório de sua situação. - Não vou mentir que foi fácil, a cada esquina tinha alguém de cabelo vermelho, pessoas ruivas não deveriam ser raras ou algo do tipo? Agora parece que elas estão por toda parte. Mas finalmente encontrei, Kukuku, Fanalis B. Ria, ela acaba de sair de uma ala hospitalar junto de uma garota loira e um outro espadachim. Decidi seguí-los mais um pouco então pode prosseguir.

Uma vez estabelecido o contato Rimuru começava a explanar a próxima etapa de seu plano um integrante por vez. - Eu não me importaria com algo diplomático. - Respondia Tank. - Gosto de pessoas sabe. Mas não se preocupe, considere o caos já criado. - Terminava o homem fazendo um sinal positivo com o polegar enquanto levava um pequeno tapa de Lisa para chamar-lhe a atenção.

- Só tome cuidado com o civis, lembre-se que nossos inimigos usam farda.

- Eu sei eu sei. - O pequeno detetive continuava sua explicação observando cada integrante durante o processo, Lisa parecia feliz em descobrir que teria de bater em Tank, este que por sua vez tinha uma cara medrosa assim que escutava a notícia, Mash por outro lado apenas mantia a mesma cara de paisagem afirmando as ordens.

- Muito bem, Tank! Fique atento ao meu sinal, será o primeiro e único fogo de artifício que lançaremos, será a hora em que iniciarei a detonação. Lisa, sabe que não precisa se segurar contra este idiota, só tenha certeza de evitar vítimas inocentes e de só entrar em cena após as forças da Marinha estiverem reduzidas, mandarei alguns homens para apagar a escolta do teatro silenciosamente. - O líder entre os três finalmente se revelava e por fim Mash dirigia umas últimas palavra à Rimuru. - Seu plano é realmente promissor, agradecemos a colaboração. Agora vamos.

- Sim! - Respondiam os outros dois em uníssono logo antes de desaparecerem em direções diferentes deixando apenas a dupla de Alfred e Harima, Emma, e Jeanne do outro lado da linha.

- Uma aposta é? Kukukuku. Muito bem, você ainda precisa se aperfeiçoar em definir punições para si mesmo, mas aceitarei dessa vez, não vá se arrepender por isso depois Kukukuku… ~Kacha~ - Uma vez com tudo decidido e todas a funções atribuídas Rimuru partiu em busca dos mercadores, como sempre Emma se manteve sempre ao seu lado desta vez com Alfred lhes acompanhando, quem andava um pouco afastado no entanto era Harima, talvez por sua mobilidade prejudicada, ou talvez só gostasse de um tempo sozinho, o que importa é que não tardou muito para que o detetive chegasse em frente ao restaurante de destino.

Todos saíam de cena restando apenas uma ‘pessoa” no local, ninguém havia notado ou achado estranho já que não são nativos de Loguetown, mas uma estranha vegetação se encontrava ao lado de onde os planos foram repassados, assim que todos se retiravam as folhas começaram a se mexer e o estranho arbusto a andar, sim, era o homem arbusto que viajara com Rimuru desde Conomi Island e que agora havia escutado toda a conversa, o que ele fará com tal informação?

- Entrada triunfal? A Emma adora entradas triunfais - Respondia com alegria à pergunta de Rimuru que tinha uma própria visão em sua cabeça, essa visão no entanto não era muito bem aceita e no momento em que o pequeno celestial adentrava o local dando um tiro todos os ali presentes, sem exceções, levantavam de seus assentos sacando armas desde pistolas até escopetas e metralhadoras apontando diretamente para a entrada, e era de conhecimento comum naquele momento que qualquer movimento brusco ou suspeito significaria morte, silêncio, uma tensão cercava o ambiente e Rimuru percebia no extremo de sua visão que Alfred se preparava para fazer algo, aquilo poderia ser um alívio devido aos indícios de habilidade que o Ruivo vem demonstrando desde Conomi, ou quem sabe algo muito desesperador visto que o jovem nunca havia presenciado o homem em um combate antes.

- Oras, mas é só uma garota. Buahahahaha. - Por uma sorte do destino todo o clima pesado se encerrava com uma única frase de um homem que já guardava seu revólver já se sentando e sendo seguido por outros que riam brevemente da situação logo antes de retornarem suas atividades. Logo Rimuru iniciava mais uma de suas exibições subindo em cima de uma mesa para discursar, mas por mais que sua proposta fosse chamativa e quem sabe tentadora ninguém parecia lhe dar atenção, alguns dos homens ali talvez quisessem, mas não se sentiam motivados de entrarem nessa sozinhos de forma que um esperava o anúncio do outro deixando por fim o pobre detetive sozinho apontando para cima em uma pose gloriosa.

- Senhora cliente… Poderia descer da mesa por favor? - Dizia uma atendente ao se aproximar do jovem Tempest que continuava sem resposta alguma.

Quatro ou cinco momentos, é tudo que alguém precisa para virar um herói, e este era o momento de uma pessoa realmente inesperada, enquanto todos pareciam ocupados demais em suas conversas e ignorando Rimuru, Harima havia aproveitado deste momento para transitar pelo restaurante despercebido de forma que no final do discurso do detetive que estava prestes a ser frustrado ele saía no meio de uma das mesas como se já estivesse lá a algum tempo dizendo:

- Sim! - Exclamava o rapaz. - Eu já vi esse grupo se apresentando antes e tenho certeza que meus lucros irão triplicar. - Se Rimuru olhasse para Harima nesse momento veria que o rapaz esboçava um sorriso malicioso enquanto mentia descaradamente sem nem fazer ideia do que estava falando, mas o que importa é que aquele pequeno ato havia funcionado e um atrás do outro comerciantes se exaltavam querendo apoiar a pequena trupe de artistas, em questão de segundos um alvoroço era causado no restaurante enquanto Alfred dava uma descrição do homem chamado Mash e Harima acabava por liderar o grupo de comerciantes em direção ao revolucionário encarregado da função logo após dizer algo no ouvido de Alfred e partir dando uma última olhada para trás com uma cara triunfante esvaziando o restaurante sobrando apenas o agora trio de Rimuru e os trabalhadores do estabelecimento.

- Ele disse que você vai ficar devendo o almoço. - Disse Alfred assim que todos haviam saído e a atendente continuava a insistir na mesmo coisa.

- Hmmm… Senhora cliente, agora que esvaziou nosso estabelecimento poderia descer da mesa por gentileza? - Dessa vez o jovem escutava a mulher que pedia com educação e já descia do móvel se dirigindo a mesma que ficava sem jeito ao receber uma reverência, sua feição no entanto se tornava pensativa ao escutar o pedido do detetive em usar a cozinha, e após alguns segundos de reflexão lhe dava a resposta. - Hmm eu não sei… Se deixarmos qualquer um entrar pode acabar virando um mal costume e talvez você use mais do que precise, pode faltar ingredientes para outros clientes. - No momento em que dizia “ingredientes” ela desviava o olhar e fazia um sinal de dinheiro esfregando o indicador e polegar discretamente. - E isso pode trazer prejuízo ao restaurante.

Se Rimuru optasse por subornar a garçonete ela olharia para os dois lados antes de pegar rapidamente o dinheiro e guardá-lo em meio à seu busto. - Por aqui. - Diria ela guiando Rimuru onde este prepararia as refeições e logo voltaria para mesa onde Alfred guardaria uma parte da comida para que Harima possa experimentar depois e então finalizariam suas agradáveis refeições junto a um grito estrondoso grito do lado de fora que parecia aumentar seu tom e frequência cada vez mais.

Por fim independente dos ocorridos dentro do estabelecimento ao sair o jovem detetive notaria que o ambiente havia mudado completamente observando toda a cena que se seguiria a partir dali, primeiramente a rua estaria molhada por algum estranho motivo, ou melhor, por algum estranho gigante que de pele azulada em uma armadura cobrindo tanto sua parte debaixo quanto os braços e um bordão gigante em suas costas havia ensopado todo local, não só isso como o gigante também estaria falando com a origem de seu caso número um, Fanalis Bush Ria, a Ruiva, enquanto mais atrás perceberia Jeanne conversando com quem parecia ser os dois acompanhantes antes reportados, sua alta observação não pararia por aí como também notaria um grupo de quatro pessoas armadas com espadas e observando juntamente aquela situação toda, estes que posteriormente Alfred reconheceria como os garotos que haviam matado os tritões em Conomi Island e derrotado Harima, dando uma atenção ainda maior para Tj, no qual havia ensinado como aplicar primeiros socorros.


Spoiler:
 

Ria e DK (Atualmente)


Com sua capitã ocupada conversando ou talvez sendo humilhada pelo gigante azul e Yue atônita muito provavelmente por voltar à um péssimo lugar dentro de suas mais recentes lembranças, Dk não via muitas outras opções senão conversar com a mulher enviada a sua frente e quem sabe desvendar um pouco do mistério por detrás daquele rosto sádico, e por falar em sua feição, quando os dois trocavam o mesmo olhar “louco” percebiam que eram ali iguais, de que o outro era no mínimo especial, era o pensamento de Jeanne pelo menos.

- Perigoso? Kukuku… Só se estiver contra vocês. - Respondia a mulher enquanto que Yue voltava para si através do choque que era ver tamanha monstruosidade.

- É claro que ele vai estar contra nós… Qual a probabilidade de isso não acontecer? - Dizia ela com um pouco de sarcasmo e amaldiçoando o destino. - Eu acho que foi impressão minha… - Continuava Yue olhando para Dk. - Mas você estava falando algo comigo? - Perguntava ela com uma feição e voz confusa porém serena.

Após responder ou não o Cientista Louco seguia em seu diálogo com a cobra no meio do paraíso, e mal sabia ele que inconscientemente havia acertado seu apelido de “Mulher Demônio”. Ele começava se apresentando e no momento em que parava para pensar qual seria o nome de seu bando a mulher no mesmo instante completava sua fala.

- Piratas da Ruiva? Kukuku. - Dizia ela dando uma pausa para ouvir as perguntas do espadachim. - Ora mas que falta de educação a minha, eu sou Jeanne Delacroix, digamos que um certo ser celestial me mandou aqui a procura de vocês, Kukuku… Inteiramente com intenções pacíficas, prometo. - Finalizava ela levantando os braços como em rendição no entanto ainda com uma feição indecifrável.

A ordem de captura contra Ria era o que interrompia a conversa e “forçava” Dk a ajudar sua capitã logo após dar uma ordem, ou melhor, um pedido para Yue que insinuava uma contestação mas não tinha tempo devido ao rápido avanço de Kaminari

Ria por outro lado era quem se encontrava em uma situação apertada com uma mão gigante vindo em sua direção, um movimento no entanto já conhecido pela ruiva e um tanto quanto inocente por parte de Skrýmir que mesmo com uma certa dificuldade devido a área de impacto era esquivado, sua movimentação tentava ser aproveitada para um contragolpe na mão do colosso, no entanto ao fazer isso a morte seria iminente, priorizando assim o desvio. No momento que a palma do atacante tocava o chão era quando todos percebiam a mortal força que este possuía chegando a quebrar as pedras que asfaltavam a rua e causando um leve tremor, o pequeno “erro” de Fanalis no entanto era recompensado, e sem ter sua foice presa na mão de Skrýmir lhe era possível começar a subir por seu membro.

A investida da Ruiva tinha início através do braço do gigante e assim como ela costumava arar os campos o mesmo tentava fazer com sua foice nos braços de seu inimigo que por usar uma espécie de manopla não levava dano algum em todo seu antebraço e logo contra atacando antes que o inseto que subia por seus braços chegasse até seus bíceps e iniciasse algum dano irritante, mais uma vez a mão esmagadora vinha até Ria como o golpe de misericórdia que se dá ao esmagar uma formiga inconveniente, mas essa formiga era ágil, e melhor ainda, mordia, com um rápido pensamento Fanalis pulou para frente desviando de uma fatalidade e continuando seu ataque destemido, o impacto da pancada era novamente sem pudor algum, e isso até dava um certo impulso em que que seguia arando a pele de Skrýmir para as sementes da dor.

No final de seu percurso no entanto, entre o ombro e a tão almejada garganta do gigante quem se mantia de pé era o homem que antes conversava com o gigante, Genji, pela primeira vez a aparência do homem era notada, sua pele era morena e usava um cabelo em dreadlock preso por uma fita, suas roupas eram uma simples camisa vermelha com uma calça que subia até a canela acompanhada de uma pochete e chinelos, preso em sua cintura tinha uma espada curva que fazia crer que o homem era um combatente corpo a corpo, mas enquanto uma de suas mãos segurava nos cabelos do gigante para evitar uma queda a outra apontava uma escopeta de cano cerrado para a pirata que não esperava por aquilo. - hmpf - Com um sorriso zombeteiro no rosto seu dedo puxava o gatilho causando um som extremamente alto ao mesmo tempo em que Ria era derrubada de cima do colosso em direção ao mar.

Simultaneamente a isso quem fazia o segundo flanco de ataque ao titã era Kaminari que rapidamente já investia visando um corte lateral, talvez os deuses não o amaldiçoaram tanto assim, ou quem sabe eram os demônios que lhe ajudavam, o fato é que por uma sorte do destino enquanto Dk, que ainda não havia representado ameaça alguma, atacava o gigante, este por sua vez tentava acertar a Ruiva que corria em seu braço abrindo a brecha perfeita para o primeiro acerto de Dk, seu objetivo era derrubar o grandão, mas sua falta de conhecimento anatômica lhe fazia errar ou até mesmo desconhecer a localização do tendão fazendo com que o máximo que Skrýmir sentisse fosse uma leve ardência, esta no entanto sendo suficiente para chamar-lhe a atenção.

A ruiva parecia não ser mais já um problema já que seu parceiro cuidaria daquilo, levando a total atenção do gigante para Dk, o próximo passo do Cientista Louco era subir no pé de seu oponente, mas antes que conseguisse tal feito o gigante rapidamente recuava sua perna como se preparando para um chute, no balançar do movimento Dk caía no chão sendo sua próxima visão o impiedoso bico do sapato de Skrýmir, uma coisa era certa, ao levar aquilo ele já poderia se considerar na Grand Line sem nem ao menos ter precisado de um barco.

A situação era da mais pura aflição, parecia o fim dos Piratas da Ruiva antes mesmo de terem começado e finalmente o início dos piratas do Will, e seria, se não fosse pelas duas figuras que salvavam os heróis piratas.

- Seu idiota! - Gritava Yue enquanto puxava Dk para fora da trajetória do chute que errava por muito pouco. - Eu acabei de tratar seus ferimentos, até parece que ia te deixar morrer, nenhum de vocês. - Vindo da loira um certo peso era aplicado em tal palavras, mas só então que Dk via o quão determinava ela ainda estava.

Quanto a Ria um pouco de protagonismo sorte lhe abençoava de forma que na hora do tiro o cabo de sua foice havia ficado na trajetória salvando-lhe da morte e resultando apenas em fragmentos em seu ombro esquerdo e perna direita. não só isso como também durante sua queda quem lhe segurava pela mão e impedia de cair no mar era Jeanne, a primeira vista era de uma mulher de longos cabelos negros com um sorriso malicioso, qualquer um naquela situação preferiria ter caído na água do que morrer nas mãos daquela mulher, mas suas próximas palavras eram de certa forma reconfortantes.

- Não morra ainda Riazinha. - Dizia Jeanne enquanto puxava a Ruiva de volta para o solo. - Eu ainda preciso de você, Kukukuku.

Ambos haviam sobrevivido ao primeiro assalto, tanto Skrýmir quanto Genji observavam cautelosamente os dois piratas, a questão é, sobreviverão ele aos próximo assalto.

Genji:
 

Will, Tj e Chô (Participação especial de Dk)


Enquanto isso o grupo de Will e Tj tinham tudo que precisavam para seu plano, e por sorte até uma distração para a escolta havia sido feito, eles só precisavam de uma coisa, Chô, que subitamente havia decidido ir às compras, argumentações eram feitas por parte de Will e principalmente de Tj que ressaltava a velocidade do gigante que havia nadado toda aquela distância em apenas dois minutos, e provavelmente demoraria muito menos visto que o barco se aproximava cada vez mais.

- Aarg… Certo, mas só cinco minutos, enquanto isso vamos esperar já no barco para prevenir qualquer imprevisto. - Era a palavra de Illya que sem nenhuma refutação era posta em prática e todos se dirigiam para a canhoneira, o grupo até que escutava um “Ei, esse navio é meu, deixe-o como está!” mas optava por ignorar e desde que ninguém vinha impedi-los tudo parecia na maior tranquilidade.

Uma parte da luta podia ser observada como a corrida heroica de Ria sobre o braço do gigante ou o sucedido corte que Dk aplicava-lhe na perna, a oportunidade de ver o desfecho no entanto não estaria apta, pois Chô chegava logo em seguida carregado de itens.

- Vamos vamos! - Apressava a loira estendendo a mão para ajudar o urso a embarcar enquanto Auster já dava partida mesmo com o quase nulo conhecimento sobre navegação. Por ser menor o barco do grupo era levemente mais rápido e isso ajudava-os a alcançar seu objetivo com facilidade mas dando tempo o suficiente para fazer todo o necessário como trocar de roupa e fornecer armamento, inclusive no momento em que William abaixou suas calças para trajar o uniforme de marinheiro enquanto Auster envergonhada desviou o olhar Illya soltou um simples assovio que mais parecia estar fazendo uma piada com a situação.

O plano era simples, subir a bordo infiltrado e analisar a situação, o que Will não esperava é que todos os soldados naquela missão usassem uma identificação especial e seu plano era ruído na hora.

- Hey você aí soldado! - Gritava um homem pela atenção de West já a bordo. - Qual seu número de identificação? - O marinheiro que o abordou tinha uma estatura mediana com cabelos pretos e um olho cansado, seu uniforme de marinheiro era comum dos pés a cintura onde se destacava uma katana inteiramente negra, seu casaco branco da Marinha se encontrava aberto deixando amostra uma camisa preta e uma Tagdog que graças a sua visão aguçada Will conseguia ler com perfeição: “Sgt. Faker”.

- Você não tem uma né? - Continuava ele abrindo um sorriso de vitória. - Achou mesmo que eu não veria seu barquinho chegando? Homens! - No momento em que ele chamava cerca de vinte soldados se revelavam, quatro possuíam rifles enquanto os outros portavam espadas, mas o pior de tudo era o cerco formado ao redor do jovem espadachim. - Matem este homem e afundem o barco lá embaixo… Tsch. Sabia que não deveria ter confiado em caçadores de recompensas. - Os rifles eram apontados, dois de cada lado e West não tinha escapatória, ao ouvir o som do tiro tudo que conseguia ver era uma sombra lhe cobrindo, eram Illya e Auster uma em cada flanco bloqueando as balas com seus escudos.

- Foi mal! - Bradava a loira um pouco convencida. - Eu não consegui me segurar.

- Droga Illya, por que você sempre sai assim na frente? - Reclamava Auster enquanto que o Sargento que já tinha virado suas costas tornava a olhar para Will.

- Kek. - O Sargento colocava a mão esquerda na bainha deslizando parcialmente sua lâmina para fora com o dedão enquanto notava as espadas de William. - Parece que vocês até que são alguma coisa. - Tj e Chô permaneciam na canhoneira, Will, Illya e Auster por outro lado já se encontravam cercados por vinte marinheiros, e no centro destes estava Faker que mirava West com um olhar de certa forma esperançoso de que este fosse um oponente digno.

Sgt. Faker:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 3 EmptyQui 14 Jun 2018, 20:44


Morena Misteriosa! A Luta Continua!

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Foi tudo muito rápido, consegui escalar o gigante como havia planejado, além de lhe causar algum dano, mas o homem que estava em seu ombro, que antes me parecia ser alguém não muito voltado para o combate se mostrou um exímio atirador por ter me acertado em alta velocidade, coisa que eu não esperava que ele fosse conseguir fazer. Na verdade, achei a arma que usou para me acertar bastante interessante, apesar de não ter nada de mais na espada que carregava, assim como o bordão do gigante, talvez tenha sido isso que me distraiu enquanto eu corria, já fazia tempo que não via uma escopeta tão bem feita, me lembrou de algumas vezes que tentara fazer uma com tantos detalhes no passado, me pergunto se depois dos ensinamentos daquele ferreiro, eu não consiga forjar uma arma parecida futuramente... Enquanto caia de quase dez metros de altura, encarava o homem imaginando o quão habilidoso ele era para ter me atingido, afinal eu não tinha medo da morte ou de uma pequena queda dessas, só pensava em uma coisa naquele momento enquanto erguia meu braço direito querendo voltar para onde ele estava e dava um sorriso levemente alterado com a empolgação do momento.

“Eu vou voltar Genji, muito astuto de sua parte ter me derrubado...”


Até tentei me segurar no gigante utilizando minha foice, entretanto, para minha infelicidade, com o impacto sofrido pelo tiro, não tive uma reação rápida o bastante para conseguir me manter em cima dele, por mais fácil e simples que parecesse de conseguir me equilibrar e manter lá, eu caí. Fui lançada diretamente para o mar, mas para minha sorte uma bela morena estrategicamente posicionada me agarrou pelos braços antes mesmo que eu me molhasse e me puxou de volta para a margem, além de me ajudar a ficar em pé. Eu daria uma olhada em meus ferimentos por baixo do casaco de peles que tinha pego na clínica do médico. Naquele momento, eles davam uma sensação de ardência, mas eu esperava que fossem apenas alguns arranhões causados pelos estilhaços do tiro que bloqueei e se alojaram em meu corpo. Logo depois, olharia diretamente nos olhos da linda mulher que me socorreu, ainda mantendo uma mão agarrada em meu ombro enquanto o apertaria na tentativa de aliviar a dor.

“Não estou entendendo nada, mas ela é bem acima da média, me pergunto se gosta de mulheres...”

- Obrigada por me segurar, mas quem diabos é você, Garota Morena? E porque me ajudou? –

Falaria com um tom carinhoso e curioso por estar agradecida pela ajuda e atraída ao mesmo tempo, não é todo dia que uma jovem garota brota do nada me ajudando em uma luta, mas enquanto ela me respondesse, volta e meia desviaria meu olhar para o gigante e o homem que eram um problema no momento. Assim que ela terminasse o que quer que tinha para falar, eu sorriria para ela e à empurraria um pouco para trás com a mão e a deixaria na frente da garota mostrando que não era para ela avançar. Me posicionaria novamente para a luta segurando minha foice em frente ao meu corpo e falaria para ela determinada e ainda encarando o gigante.

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- De toda forma, mais uma vez obrigada, não vou me esquecer de você. -

- Hum, não tenho muito tempo para conversar, esses caras me deixaram bem irritada, espere um pouco, tudo bem? Nunca tinha visto um gigante e nem tinha certeza de que existiam, mas não fui muito com a cara desse em especial. A futura Rainha Dos Piratas não vai cair nas mãos de um simples gigante. Esses caras vão cair hoje! Hahaha. –


Daria um sorriso levemente maquiavélico em resposta ao semblante da garota enquanto imaginaria meios de derrubar esse gigante ou escalá-lo de novo e causar uma dor proporcional à que ele e seu amigo me causaram. Daria uma boa olhada no local me perguntando sobre o que fazer, analisaria a situação e cada lugar pensando e colocando minha cabeça que geralmente não me deixava na mão nesse tipo de situações complicadas, até que bateria com o punho fechado de uma mão na palma da outra.

“Derrubar o gigante... Derrubar o gigante...  É isso, ele tem uma pele bastante dura, mas talvez com um pouco de velocidade e astúcia, isso possa funcionar!”


- Ei, Morena, estamos em um porto, você conhece bem esse lugar? Preciso de uma corda, deve ter alguma por aqui, me ajude a encontrar alguma corda bem firme e longa. –


Olharia para o lugar procurando alguma, se encontrasse uma corda suficientemente longa, a garota me apontasse para uma ou trouxesse, pegaria uma certa distância do gigante, enquanto faria um nó na corda como os que usava para caçar coelhos e domar vacas na fazenda. Assim que fizesse o nó, novamente investiria contra o gigante e me aproximaria, mas sem ser percebida por ele ou seu amigo aproveitando alguma distração, quando conseguisse, procuraria qualquer brecha da parte dele para laçar seu pé no momento em que saísse do chão, já havia feito isso algumas vezes, então não seria muito difícil mesmo que dessa vez fosse em um gigante, seria só puxar o laço na hora certa no momento em que ele levantar o pé o bastante, assim que conseguisse, sairia correndo em torno dele puxando a corda dando algumas voltas em suas pernas, quando estivesse com umas três ou quatro voltas, ou seja, quando percebesse que era suficiente, chamaria Dk fazendo um sinal com a mão e qualquer um que estivesse me ajudando a derrota-lo, isso caso houvesse mais alguém, precisava derrubar aquela montanha de músculos de qualquer jeito. Puxaria com toda minha força quando chegasse o momento certo, dando até um grito para todos com convicção de que daria certo o que almejava fazer e em sinal de liderança.

- Puxem com força, dessa vez esse gigante vai cair! -


Caso não encontrasse nenhuma corda ou a garota saísse para procurar uma nova, eu correria tentando me posicionar atrás do gigante e assim que conseguisse, me aproximaria em uma investida em sua perna direita. Quando chegasse suficientemente perto para que pudesse o atingir com minha técnica, daria um salto mortal para frente e tentaria cortar a parte traseira de sua perna com um corte vertical ao usar meu - Ceifamento Mortal – imaginando o que aconteceria se eu acertasse tal golpe e gritando em resposta ao meu ímpeto e por forçar meus músculos além do usual para usá-la.

- CAIAAAA MALDITOOO. -


“Essa é uma das minhas técnicas mais fortes, é a primeira vez que uso, mas vamos ver se funciona em uma coisa grande assim.”

O acertando ou não, sempre tomando cuidado para me esquivar no caso de ele ou o outro homem tentarem me atingir, dessa vez, tentaria um corte diagonal, atingindo sua perna por trás, ainda tentando derrubá-lo como havia planejado desde o início caso já não tivesse caído. Se a menina morena chegasse com a corda, tentaria fazer o que tinha pensado em fazer desde que cai do gigante, contornando a perna dele para tentar derrubá-lo.

Quem mais me preocupava ali não era o gigante, que até não me pareceu muito esperto e nem rápido, tirando aquele primeiro momento onde ele mostrou uma velocidade absurda. O pior era o homem que se autodenominava Genji, não era todo dia que alguém conseguiria me acertar e mesmo assim ele me atingiu com um tiro. No caso de em algum momento Genji descer ao chão, correria em sua direção sempre pronta para me esquivar de qualquer ataque e tentaria um corte horizontal em seu abdômen falando.

- Isso é por ter atirado em mim, Cara Do Dread! -

No caso de eu conseguir derrubar o gigante, mais uma vez, assim como em minha primeira investida, sairia correndo com tudo que tinha almejando fincar minha foice bem no meio de seu pescoço, sempre evitando contato direto com ele ou o seu amigo, pronta para recuar ou desviar em qualquer sinal de ataque. Se conseguisse acertar com a lâmina de minha foice o pescoço dele, a puxaria com toda força para ampliar o corte e a perda de sangue dele.

Se enquanto discutia com Jeanne, procurava a corda, a amarrava, dava voltas no gigante com ela ou atacava algum dos inimigos, Skrýmir ou Genji me atacassem, eu tentaria me esquivar. No caso, sempre que Skrymir tentasse me esmagar, segurar, lançar, acertar com alguma parte de seu corpo ou atacar com seu bordão, eu daria um pulo para frente com uma cambalhota já me posicionando em pé e continuaria com minha corrida para dificultar que me acertasse de algum jeito. Se Genji tentasse me cortar ou acertar algum golpe corpo a corpo, eu me esquivaria me movimentando com velocidade para trás, assim me esquivando, sempre mantendo o cabo de minha foice na frente de meu corpo na tentativa de bloquear ataques muito rápidos que eu não consiga me esquivar. Se fosse dar algum tiro, correria em ziguezague em sua direção, tentando evitar ficar na mira de sua arma, além de deixar a lâmina de minha foice na frente de meu corpo para o caso de alguma das balas vir em minha direção e assim que me aproximasse, daria um corte diagonal com força tentando acertar seu peito e o dilacerar.

Ceifamento Mortal:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 

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