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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!

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MensagemAssunto: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 12 EmptyQui 17 Maio 2018 - 1:15

Relembrando a primeira mensagem :

Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Fanalis B. Ria. A qual não possui narrador definido.


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West
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 12 EmptySeg 3 Set 2018 - 23:47



Wonderfull Island
Vamos começar!


O sol nascia quando me levantei, meu corpo assim como minha cabeça doíam um pouco, mas pelo menos nenhum arrependimento me seguia – Eu beberia mais se pudesse ehehe – um sorriso esboçava em meu rosto enquanto caminhava para fora da cabine, vestiria a camisa e a bermuda que Rimuru havia me dado, colocaria meu chapéu e iria para o convés. Meus olhos estariam semicerrados até se acostumarem com a luz do sol no meu rosto, se preciso, abaixaria a frente do meu chapéu para cobrir meu rosto. Minha breve caminhada fora precisa, não so achei meu manto, como encontrei uma espada por ali – Deve servir – vestiria o manto novamente, deixando-o pendurado em minhas costas sem colocar meus braços nas mangas, colocaria a espada no meu cinto, um pouco abaixo da Black Sword.


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Quando deu por min, todos haviam se levantado também, Jonh parecia estar manobrando o barco para o Porto. Finalmente havíamos chegados na Grand Line, uma ilha que estava num patamar totalmente novo, so de pensar nos oponentes que haviam ali faziam o fogo arder em meu interior, mas sabia que precisaríamos de um plano. Como sempre falam, um líder escuta a opinião de todos primeiro, para analisar o que cada um pensa, vendo que o celestial tomara a dianteira para expor sua ideia, escoraria no mastro, ou em qualquer lugar que fosse possível e escutaria com atenção suas palavras.


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Eu não podia negar, aquele celestial era uma pessoa extremante enigmática para mim, eu nunca havia visto suas habilidades de combate, eu sequer conseguia entender suas ambições, mas eu meio que gostava da presença dele, era uma mão na roda, cozinhar, lavar roupas, era um ótimo companheiro para se navegar. Eu concordava com tudo que ele estava dizendo, ate que ele mencionou não querer ir para o porto, eu podia entender, eles podiam estar com medo de sermos presos – Acho que ele nunca me viu lutar também, e compreensível que esteja receoso – meu rosto era sério, tínhamos que bolar uma boa estratégia para dar tudo certo, e não acontecer imprevistos, como foi no Farol.  

Eu não consegui segurar o riso, soltei uma breve gargalhada quando Rimuru mencionou que o barco havia sido tomado por aquela ruiva – Ela sequer ajudou na tomada, vai ganhar a fama por algo que não fez – a ironia estava no fato de que Ria havia falado algo parecido na subida da Reverse, pelo visto, aquele celestial era um seguidor daquela mulher ceifadora, talvez eu deva ficar de olho nele, afinal, nunca se sabe. Por fim, veio a parte onde eu finalmente aparecia no plano, não disse uma palavra – Me esconder? Eu não quero que a poeira abaixe, não entrarei nessa cidade como um rato.

Quando o celestial terminasse sua fala, caminharia ate que todos olhassem para mim – Seu plano não e dos piores, realmente pode dar certo, mas assim que esse Tenente pisar no navio, eu matarei ele e qualquer outro marinheiro que aqui estiver – não conseguia segurar o ódio em minha voz – Eu odeio aqueles filhos da puta, posso não me segurar se ficar escondido – abriria meus braço, como se estivesse pronto para abraçar alguém – Eu preciso obter algumas informações, eu quero saber onde Ragnar “O Urso” esta, se ele estiver nesta ilha, nem mesmo um Almirante ira me deter, fatiarei qualquer um que aparecer no meu caminho – o final da frase não era totalmente verdade, eu sabia que precisava ficar mais forte, mas não podia deixar que pensem que eu sou um covarde – Irei fazer como você disse, irei esperar na cabine, mas lembre-se, tente obter informações sobre quem domina essa ilha, e sobre Ragnar e me manterei quieto – espreguiçaria meu corpo, e começaria a caminhar para dentro da cabine – Conto com vocês!- Tomar a cabeça de um Tenente aqui seria um lucro enorme, talvez meu feitos cheguem nos ouvidos daquele animal.

Esperaria quieto, atento ao que acontecia la fora, manteria a mão na minha katana e esperaria para ver quem iria parecer, olharia para Jeanne e daria uma piscada, com se mostrasse que estava tudo tranquilo. Se por acaso ouvisse Rimuru gritando meu nome, sairia correndo da cabine e sacaria minha katana para começar a retalhar meus alvos. Contudo, se alguém resolvesse entrar na cabine, procuraria um lugar para me esconder, embaixo de alguma cama, atrás de uma porta, qualquer lugar que ficaria escondido.


Histórico:
 

Objetivos na atual Aventura:
 

Feitos:
 
Legenda:
FALA
PENSAMENTO

Willian West
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 12 EmptyQui 6 Set 2018 - 10:06



Clark

Percebendo que o grupo tinha intenções de efetuar um planejamento aprofundado sobre a missão na ilha, Silver apanhou o leme novamente e manobrou a nau seguindo o nível da costa montanhosa, utilizando ao máximo dos pequenos vestígios de vento que ainda enchiam as velas, limpando o convés com um frescor convidativo e agradável. Velejava até a cidade conhecida como Toca de Coelho, onde provavelmente encontrariam seu primeiro obstáculo ainda no terrivelmente patrulhado porto. Muitos criminosos comuns estariam absurdamente nervosos ou inseguros com a possibilidade de dar de peito com um porto vigiado por um Quartel-General de renome como aquele, mas o nervosismo pareceu ser varrido dos olhos dos tripulantes conforme as palavras de Rimuru eram jogadas ao vento marinho, seu plano instalando um pouco de esperança até mesmo nos olhos de Robert, que anteriormente parecia recusar até mesmo a ideia de atracar ali.

Bom, vocês podem ir parar na cadeia, eu não quero ter nada a ver com isso! —gritou Kelly, sua voz aguda e excitada claramente demonstrando um pouco do espanto de estar realmente num barco de piratas malucos e agressivos, que desejavam nada menos do que criar fama às custas do terror alheio —A não ser, é claro... que estejam indo a caminho de encontrar uma pequena fortuna. De modo que, nesse caso, meu interesse é de vocês! —simplesmente por mencionar o fator dinheiro por si mesma fez com que os olhos da coelha brilhassem de ganância e ambição, abraçando contra si a pequena bolsa de couro onde provavelmente se encontrava a entrega que faria naquela ilha —Deve ter se esquecido, meu caro, mas tenho autorização de adentrar no quartel-general pra fazer essa entrega —sorrindo de modo malicioso, passou a caminhar de um lado para o outro, histérica —Se dinheiro estiver envolvido, vou conseguir finalmente deixar aquele farol e começar uma nova vida no mar, kye-he. Se esse for o caso, terei o prazer em ajudar vocês, já que vou conseguir me infiltrar naqueles muros sem nenhum problema.

Bem, antes d'gente chegar lá, o problema maior seria no porto, e o plano do Rimu m'parece o mais fodão nessa situação —Jeanne havia trafegado até uma das beiradas da embarcação, apoiando os cotovelos na mesma ao que se sentava em um pequeno caixote —Vou me esconder numa boa, tô machucada demais pra lutar, por agora. Se uma parte da marinha na ilha tá tão no bolso dessa organização criminosa, então muitos deles podem reconhecer Robert e facilitar nossa vida, espero... —disse por fim, e os demais pareceram concordar com o que havia sido decidido, de modo que até mesmo Robert suspirou e repousou suas costas contra a murada. Tinha um olhar vazio, pois aquele havia sido o dia mais agitado de sua vida, uma aventura sem igual para um homem rico que permaneceu enjaulado na segurança costumeira dos nobres do mundo —É estranho... navegar com vocês, planejar essas coisas perigosas... é tudo tão diferente do que eu me acostumei, sabe? —olhou para todos, seus lábios carnudos curvados num sorriso sincero —Foi uma ótima experiência, devo lhes dizer. Me sinto um pouco culpado, já que nem mesmo sinto saudades da minha família. É como se... como se eu não quisesse mais voltar para aquela vida —suspirou, fechando os olhos e repousando a nuca na beirada da embarcação —É isso que a liberdade faz com você?

Tá, tá, tá! Podem tagarelar depois, colegas, chegamos —a voz de John trazia enfim a seriedade da situação quando contornaram enfim a costa montanhosa, se encontrando de cara com uma baía aberta onde, aos pés da praia, um grande aglomerado de casas disformes e decaídas se erguia —Toca do Coelho —disse Robert, caminhando até a proa do navio para que pudesse analisar a vista com mais precisão, apontando para uma enorme estrutura esbranquiçada que refletia a luz matinal —Aquele é o quartel-general, comandado pelo Capitão Beethoven. Foi construído recentemente quando a marinha tomou posse da ilha, apreendendo um pirata que antes liderava tudo por aqui. Acredito que seu nome é Wormsor Arko, ele tá preso no quartel desde então —suas palavras dificilmente podiam ser ouvidas, visto que a nau se chocava contra ondas poderosas que a faziam tombar violentamente para os lados, vítima de um vento agressivo e apressado. Era empurrada até o porto, este composto por quatro longos cais de madeira velha e escurecida, onde já era possível avistar algumas embarcações que jaziam ancoradas ali, a maioria de posse da marinha como era possível ver em sua coloração diferenciada. John repousou a nau ao lado de uma fileira composta por outras duas escunas, mas em outros cais era possível avistar dois brigues e algumas canhoneiras, bem como também pequenos botes de pesca. O mau cheiro forte ardia em conjunto com o salgado aroma marinho, revelando a falta de higiene que tinham com aquele local. Cada centímetro de madeira mofada ou de terra era possível tragar da fragrância repudiante dos homens que caminhavam por todos os lados ali, e deles existiam vários, sendo uma minúscula porcentagem composta de soldados fardados, o restante sendo cidadãos completamente desnutridos que trajavam vestimentas empobrecidas e rasgadas, seus rostos, mãos e pés completamente sujos de terra. Todos eles deitavam olhares curiosos na nova escuna que havia chegado ali, e alguns tomaram interesse o suficiente para se aproximar em grupo. Marinheiros.

Lá vem eles. Bem, vejo vocês quando a barra estiver limpa. E você, meu doce detetive, quando perder a aposta é só gritar pelo meu nome com uma voz dengosa e virei te salvar —disse Jeanne com uma mistura de escárnio e despreocupação, caminhando para dentro da cabine para que pudesse se encontrar com Will, seu humor um tanto negro e decepcionado por não poder ver a cena que se desenvolveria ali, mas sabia muito bem de suas limitações e não tinha intenções de se tornar um peso para ninguém. John, ao ter seu trabalho como navegador acabado, caminhou pelos pequenos degraus que levavam até a plataforma do convés, se repousando no mastro e aguardando a aproximação dos marinheiros com os braços cruzados. Emma ficou próxima de Rimuru, ao passo de que Robert simplesmente colocou-se de pé, o oposto de Kelly, que se sentava. Aqueles que se aproximavam aparentavam ser simples soldados, um máximo de três homens que vestiam as fardas brancas e sem manga, trajando pistolas nos coldres. Seus olhos estavam escondidos pelas sombras projetadas de seus bonés uniformizados, de modo que não era possível perceber se estavam nervosos ou não —Marinha local, se identifiquem —a voz do homem que se encontrava no meio soou pelo cais, inerte de sono e um total desinteresse naquele ofício. Era apenas um soldado comum e entediado, e os outros que o acompanhavam também pareciam exaustos e sem nenhum vestígio de profissionalismo. Quando o sujeito avistou Robert, no entanto, um certo interesse surgiu em seu cenho, demorando um certo tempo para que pudesse responder as palavras iniciais de Rimuru —Clark... não sou ele. Fedeu pro maldito e ele tá fora de serviço hoje, sabe como é... oficiais preguiçosos e tudo mais. Que é que tão levando aí no barco, e quais são os seus assuntos nessa porra de ilha, hã? —perguntou ele, pisando na murada com o pé direito antes de saltar para dentro. Parecia muito interessado ou agitado, por algum motivo, mas antes de adentrar na embarcação sinalizou para os colegas de que cuidaria daquilo. Quando Rimuru começou a se explicar, no entanto, suspirou, se aproximando subitamente do celestial numa velocidade surpreendentemente cegante, apanhando o mesmo pelo colarinho e empurrando o detetive até uma parte mais afastada da murada, longe de seus colegas. Ali, sussurrou para o mesmo ao aproximar o rosto cicatrizado e barbado, seus olhos cheios de um nervosismo inexplicável —Finge que tá' assustado como se eu tivesse te ameaçado, rápido. Sinaliza pros' teus colegas que tá tudo bem, não podemos fazer nenhum passo em falso aqui —sussurrou, sinalizando com os olhos o médico gordo que, assim como o restante da tripulação, estava um tanto assustado com a agressividade do soldado —Vem comigo e me mostra o que tem nesses caixotes, seus retardados —sinalizou para que o celestial o acompanhasse numa inspeção pelo convés, se mantendo próximo do mesmo e sussurrando para ele durante o trajeto —Sou Clark. Vieram fazer negócios, porra? Eu avisei que a barra tinha sujado já faz umas cinco horas, prenderam até meu dublê, cacete. Tá tudo na merda, sem grana pra ninguém até eu resolver os problemas por aqui. Tem quantos homens lá dentro da cabine? Dá o papo, porra —perguntou ele, chutando um dos caixotes com violência ao se aproximar do mesmo —Alface?! Quem trás alface em caixas, porra! Joguem tudo isso fora! —gritou, apanhando um caixote com as mãos e fazendo o trabalho por si mesmo, atirando-o ao mar e fazendo com que os colegas que aguardavam no cais se perdessem numa gargalhada —O dublê vai tagarelar e entregar a porra toda, vão torturar ele. Se querem que o negócio continue, vão precisar entrar comigo no Quartel e resgatar aquele retardado —envolveu o braço esquerdo no ombro de Rimuru, caminhando com o mesmo para perto de Robert, Kelly e Emma, que se agruparam em um canto afastado —Vou dar um fim no capitão. Tenho metade dos outros oficiais da ilha no meu bolso, tá ligado? Tá na hora de uma mudança por aqui, os civis não vão nem se importar.

Hist;:
 
"Long" John Silver:
 
Kelly:
 
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 12 EmptySab 8 Set 2018 - 23:12


Me apavorar, que engraçado da sua parte sugerir isso Clark, como se eu fosse entrar nesse tipo de encenação sem sentido,entenda meu caro marinheiro eu sou o melhor detetive do mundo e meu interesse em seus negócios não se passava de fachada, uma mera falsidade gerada para o desenvolvimento de um vínculo temporário entre nós dois,você não tem benefícios a oferecer para que possa ser ajudado então não pense que segurei seus ideais apenas por ser uma pessoa convicta.

No entanto essa é uma oportunidade única entre milhares,jamais terei uma chance como essa novamente, centenas de oficiais corruptos ao serviço deste tolo homem. Se criarmos um bom relacionamento eu posso manipulá-lo para corromper o sistema frágil de justiça e realizar minhas atividades clandestinas como um detetive do submundo ocultando informações desnecessárias com o apoio dos traidores.

Mas isso entraria em conflito com os desejos da tripulação em manterem se afastados do perigo, principalmente do quartel general e uma investida até uma base inacreditavelmente protegida arriscando suas vidas por um simples indivíduo já poderia se considera suicídio,mas usurpar o posto de um capitão também? Apenas a palavra impossível definiria tão bem tais esquemas, se eles querem mesmo que isso funcione será necessário mais do que uma única tentativa para tal feito, visando atingir inúmeros pontos tratados como “pilares” da soberania do atual regente.

Não tem outra maneira, estarei pegando as rédeas dos acontecimentos, se ele não quiser se lascar perante meu auxílio, será obrigado a cooperar como eu bem entender ou ambos estaremos em maus lençóis:

--Precisaremos levar os dois marinheiros para dentro da embarcação,eu tenho um plano para salvar seu dublê,você vai odiar mais e melhor atuar conforme o ritmo da peça.

Levantaria fôlego o suficiente para ativar meus pulmões e armazenar ar necessário para emitir minhas pronúncias de maneira alta e prestativa para todos ouvirem,misturando um pouco de autoridade e atuando como uma bela donzela zelando pela lei empurrando o marinheiro com força ao mesmo tempo que fazia uma carranca de desgosto:

--Acha mesmo que e capaz de me enganar?sou uma ótima detetive trabalhando desde os primórdios de minha infância,você não é outra pessoa senão o Tenente Clark!O outro a quem está sob posse da marinha e apenas um impostor inocente incriminado pela sua incompetência.

Me aproximaria do mesmo e sussurraria rapidamente ao mesmo tempo que passaria minhas mãos pelo meu coldre:

--Eu tentarei atirar em sua cabeça,desvie a trajetória da bala para cima segurando minha mão e me arraste até perto da porta,me deixando falar mais uma vez,depois disso me chute para dentro com jeito e adentre recinto comigo,precisamos fazer isso realista e se não me machucar as coisas vão ser difíceis de acreditar.

Empunharia meu revólver e miraria na cabeça do indivíduo com intenções assassinas exclamando uma breve declaração quase que gritando “Você está preso perante a justiça” atiraria à queima roupa não me importando se ele não fosse se esquivar, se ele tivesse coalhoes para me dar ouvido tudo bem,do contrário a morte dele não me traria nada senão satisfação para mais um jaqueta branca morto.

Caso ele entendesse o que teria que ser feito ou apenas reagisse devido ao instinto de sobrevivência olharia para o restante dos soldados com os cantos dos meus olhos tentando demonstrar que estava mais focado em meu inimigo/agressor e questionaria com fervor:

--O que estão fazendo aí parados?Vão deixar todo o trabalho para mim?mexam seus traseiros preguiçosos.

Se eles fossem apenas recrutas novatos talvez mexendo com seus psicológicos guiaria os para a emboscada sem levantar suspeitas.Prepararia meu corpo para o iminente golpe incluindo a dor assim como a entrada de Clark junto comigo.

Meus amigos provavelmente viriam ao meu socorro então na esperança de serem mais ágeis do que os soldados diria baixo para apenas os seus conhecimentos:

--Ele não é o verdadeiro oponente.

Assim que os outros dois adentrassem eu miraria em Clark com ambos os revólveres e gritaria:

--Fechem a porta não deixe que ele escape!Ao sinal da tranca mudaria a trajetória da minha mira atirando nas pernas dos dois envolvidos marinheiros continuando a encenação por via oral visando manter toda o teatro para qualquer um que pudesse estar prestando a atenção ao lado de fora:

--Deixem inconsciente,precisamos dele vivo!Uma ordem especificado que os dois deviam ser subjugados porém não eliminados para que pudessem cumprir com um outro propósito.

Esperaria que eles fossem pegos de surpresa acreditando que meu apoio nesse combate seria desnecessário devido a vantagem numérica ,porém para o caso de as coisas parecem preocupantes eu dispararia contra suas partes não vitais mirando com calma para acabar não acertando nenhum conhecido devido ao espaço pequeno e evitaria disparar se Emma se encontrasse a frente.

Com o sequestro dos indivíduos,procuraria por Jeanne e sem pausa por não podermos ter um minuto perdido sequer pediria uma favor:

--Está vendo um daqueles homens ali?chute seu rosto até sua face está completamente irreconhecível. Procuraria por Will ao mesmo tempo que abriria minha mochila retirando os dois uniformes da marinha assim como suas respectivas medalhas, originalmente estava pensando em eu e Emma utilizarmos isso em uma ocasião diferente,mas a necessidade se faz momentânea,entregaria um para Will e assim que Jeanne terminasse seu serviço entregaria o outro para ela e começaria a esclarecer um pouco as coisas:

--Melhor disfarcar-se para a próxima etapa,eis uma pequena alteração nos planos,precisamos retirar um cara da prisão,algo um tanto arriscado, para não termos que nos infiltrar muito a fundo iremos incriminar um desses homens aqui como o verdadeiro culpado,por isso todo o escândalo do lado de fora,para termos o apoio do povo através de suas percepções,afinal se tem uma coisa que aprendi e que boatos se espalham como o vento.

Analisaria Robert e John com certa pena e reconfortaria os mesmos para ficarem tranquilos:

--Vocês ficaram longe do perigo,cuidem do outro homem como se fosse um refém,ele será a moeda de troca para caso as coisas saiam pela culatraFaria uma pausa olhando minha amiga psicótica,Jeanne ficará aos seus lados é importante que ela descanse depois do ocorrido mas se demorarmos demais, quero que venha atrás de nós com esse traje para que não interfiram em sua chegada,tome cuidado com sua aproximação,tenha certeza de fazer algo que permita a nós identificá-la para não acabarmos te machucando.

Cutucaria a coelha e apontaria para sua entrega se estivesse em sua posse:

--Iremos lhe dar uma oportunidade para exercer com sua tarefa ririririri,nesse caso você vem conosco,depois disso tenho algumas coisas a falar contigo,que poderão ser do interesse de seu bolso.

Afagaria a cabeça de Emma e ajustaria sua máscara:

--Se as coisas derem errado,precisaremos fugir,no entanto boa parte do tempo eu terei que manter nossos disfarces ativos e ficarei impossibilitado de exercer com a tarefa,então se o momento chegar posso contar com você para nos tirar de lá?

E por fim terminaria com Clark o responsável por todo o ocorrido:

--Deixaremos esse motim para outro dia,deseja salvar seu homem?pois bem iremos usar este aqui como chamariz e nesse exato momento tu será outra pessoa,cortaremos seu cabelo e disfarçamos o máximo sua aparência para se passar por outro dos guardas,se o prisioneiro é mesmo um dublê é capaz de sermos capazes de inocentá-lo sem a necessidade de invadirmos.Após isso temos apenas alguns dias,talvez horas até que a cobaia seja capaz de falar e então procuraremos o capitão com melhores ideias,use seus oficiais infiltrados para tornar a história mais convicente.

Ajeitaria Clark e faria o mesmo carregar o “culpado” ao lado de Will e sairia erguendo as mãos vitorioso,clamando pelo público:

--Está tudo resolvido pessoal!A grande detetive Alice solucionou o caso,vamos imediatamente para o quartel general.

Caminharia em direção a base da marinha sabendo que talvez não fosse uma boa ideia afinal.Chegando no dito lugar avançaria calmamente a um dos representantes presentes pedindo com gentileza:

--Ola,sou Alice e um prazer imenso estar sobre sua presença,gostaríamos de entregar um suposto criminoso culpado por incriminar e encarcerar um sósia camuflando seus atos.Vejam isso como cortesia da nova guardiã da paz que abrirá sua companhia na cidade para servi-los futuramente.Realizaria uma posição de sentido com as palmas das mãos voltadas para minha pessoa para que não aparecessem devido a sujeira e imundície que poderiam estar querendo mostrar o máximo de respeito possível para gera uma ótima impressão.

Histórico:
 
Histórico NPC-Emma :
 
Feitos:
 
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 12 EmptyTer 11 Set 2018 - 7:54



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Sorrindo por um curto instante para que o celestial soubesse que o plano havia sido aprovado, o ex-Tenente desenhou então uma expressão demoníaca e agressiva no rosto cicatrizado, tomando para si o manto da fúria e desgosto —Que porra tu tá falando, pirralho?! Perdeu a merda da noção? Tu vai daqui pra cadeia depois dessa! —rugiu Clark numa profunda atuação só conhecida por Rimuru, Emma, Kelly e Robert que se encontravam todos agrupados no convés, um tanto distanciados dos outros dois marinheiros que aguardavam o retorno de seu "colega" no cais, intrigados agora pelas palavras do celestial. Eram simplesmente guardas comuns, de modo que suas cabeças não eram capazes de avaliar e entender intrigas ou manipulações de alto calão, e ficaram simplesmente paralisados inicialmente com a cena que se desenrolava diante de si. Uma reação semelhante foi compartilhada pelos outros tripulantes da embarcação que, mesmo que soubessem que tudo aquilo não passava de um plano, sentiam na pele o perigo eminente de causar uma cena como aquela em meio a um cais bem movimentado. O fingido tenente, no entanto, não encontrou problema algum ao aparar o disparo de Rimuru, lhe desarmando o revólver antes que pudesse efetuar o disparo numa velocidade surpreendente, seus braços até mesmo desaparecendo diante dos olhos do celestial. Ele era, afinal, um tenente com ambições e habilidades adequadas para subir na hierarquia de uma ilha perigosa como aquela até o posto de Capitão, e sabia que não corria nenhum perigo real ali.

E-ei, esse cara tá maluco, parem ele! —praguejou Robert, fingindo um avanço contra o flanco direito de Clark com o falso intúito de golpeá-lo, apenas para ser agarrado violentamente no pescoço pelo tenente, seus pés se soltando do solo de madeira ao ser erguido pelo marinheiro —H-hng...! —Clark não estava com brincadeiras ali, e o plano sugerido pelo celestial lhe pareceu uma ideia muito mais sensata do que tinha em mente, portanto iria agir com um profissionalismo requintado de crueldade, visto que não se importava nem um pouco de ferir aqueles outros "lacaios" da tripulação. Emma e Kelly pensaram duas vezes antes de avançar contra o sujeito, mesmo sabendo que tudo não passava de uma armação, não possuíam nenhum interesse em serem vítimas de um ataque sério daquele guerreiro forjado na Grand Line. Os supostos parceiros de Clark, no entanto, se mostraram tão medrosos quanto qualquer patife que caçavam naquelas ruelas sujas de Toca do Coelho. Sabiam da força extraordinária e até mesmo suspeita de Clark, e por isso hesitaram eternamente para tomar qualquer tipo de ação.

S-solte ele, maldito, vamos te levar p-pra interrogação! —gritou um dos soldados, sua voz adotando um timbre agudo e feminino pelo medo que lhe assombrava. Havia sacado uma de suas pistolas, mas a empunhadura na mesma era tão trêmula quanto suas pernas, molhadas de mijo. Aquele era suposto a ser somente mais um dia de patrulha assustando novos navios, e claramente não estava apto para tratar de uma cena tão confusa —Vocês fiquem quietos aí, de bocha fechada! —ordenou Clark antes de aplicar um chute preciso no estômago de Rimuru, tendo controle suficiente sobre o próprio corpo para que pudesse controlar sua força, evitando ferir o celestial. A habilidade do tenente era ainda mais elevada, criando uma cena perfeita de um golpe violento que havia atirado o corpo do detetive até a porta, abrindo a mesma violentamente com o impacto e fazendo com que Rimuru caísse para dentro da cabine, longe da visão dos demais —Onde tu pensa que vai? Vou te comer na porrada agora, desgraçado! —aparentemente irritado, o tenente disfarçado seguiu Rimuru para dentro da cabine, levando o punho direito até a palma da canhota, estalando os dedos do mesmo num ato insinuador de violência. Os demais tripulantes logo seguiram atrás dele, fingindo pularem nas costas do mesmo para que pudessem contê-lo e assim criando uma perfeita cena armadilha para dois soldados nervosos que seguiram o grupo logo depois —P-parados aí! Somos a lei aqui, não nos deixem fora disso! D-droga...

Para sua inocente surpresa, foram trancados dentro da cabine por Silvers que, ainda presente no convés do navio, simplesmente fechou a porta e a trancou em seguida, ficando de vigia do lado de fora para qualquer problema que viesse a acontecer. No interior da cabine, no entanto, os soldados caíram como ratos na armadilha, vítimas de uma mira de revólver. Antes que pudessem revidar o ato na direção de Rimuru ou antes mesmo que o celestial pudesse efetuar qualquer disparo, Clark interferiu ao se mover como um vulto acelerado para o meio do perigo, buscando finalizar o combate antes mesmo que ele começasse. Com sua canhota desarmou Rimuru num movimento rápido e surpresa, atingindo o primeiro soldado com um punho de direita no estômago e, ao rodopiar e trazer o peso completo do corpo até as pernas, atingiu o outro com uma joelhada no meio das pernas, forçando-o a tombar no chão em completa agonia. Assim que o ato fora terminado, todos ali, com a exceção de Rimuru, Will, Clark e Jeanne tombaram com as costas nas paredes cabine, exalando o ar de modo exausto e preocupante. Robert ainda massageava a área do pescoço em que Clark havia agarrado com violência, onde as marcas avermelhadas de seus dedos ainda assolavam a pele do homem rechonchudo —Essa foi por pouco... e-ei, não precisava ter me enforcado daquele jeito! Você sabe quem eu so

Sei bem quem você é, Stronghold, e conheço ainda mais o seu dinheiro —respondeu o ex-Tenente, exibindo seus dentes amarelados num sorriso curvado e sincero —Mas, como eu disse, não podemos correr muitos riscos ainda, tinha de parecer o mais real possível. Foi um ótimo plano, minha jovem —se dirigia agora para Rimuru, lhe devolvendo ambos as armas que havia desarmado do celestial anteriormente —Mas não foi inteligente de tentar atirar neles. Quer atrair a atenção do porto inteiro pra nós? Estaríamos tão arruinados quanto esses aí —cuspiu em um dos marinheiros desacordados, lhe aplicando um chute desnecessário e satisfatório no meio do rosto, sendo interrompido por Jeanne que, ao entender a cena, correu na direção deles para que pudesse parar o ato —EI, ei! Tu não pode torturar ninguém aqui! —disse ela, seus cabelos negros um tanto desembaraçados e caídos contra o rosto maquiavélico, onde fora desenhado um sorriso cruel e sádico —...Sem mim —completou a frase e, com aquilo, obedeceu seu chefe celestial ao pisar constantemente contra o rosto de um dos soldados, o som de osso sendo esmagado e pele ensanguentada sendo esfolada preenchendo as paredes ecoantes da cabine. Quando o sangue do homem tingiu boa parte do solo, a morena cambaleou de costas e tombou contra a parede, sentada no solo com um riso histérico crescendo em seus lábios —Bem, nem a mãe desse aí vai reconhecer ele agora.

B-bem, conversaremos depois, então. Acho que depois de tudo isso eu preciso caminhar um pouco, o mar e todo esse sangue me deu um enjoo enorme... —Kelly aparentava estar realmente abalada com tudo aquilo, levando a mão até a cabeça como se estivesse sendo vítima de uma tontura letal, saus pernas mal conseguindo manter o torso de pé em meio à toda aquela confusão —Só me prometam que não vão me jogar no meio do combate... estou começando a me arrepender sobre ter me juntado com vocês, eek.

Te-he, vai ser divertido, não faça essa cara! —Emma envolveu o braço por trás do pescoço da coelha depois de ter sua máscara ajustada, desenhando um sorriso confiante nos lábios felinos, exibindo os caninos afiados —Vamos ser bem sorrateiros, não é? E mesmo quando as coisas saírem do controle, olhem só pra essa ilha! Tu consegue enxergar um bandido em cada esquina de canto de olho, a marinha deve estar com o rabo fechado achando que controlam as rédeas aqui —tagarelando, Emma pareceu se aprofundar nos pensamentos, imaginando os perigos e desenhando planos mentais para todos os problemas que poderiam encontrar naquela favela esquecida pelo mundo.

Tem toda razão, garotinha —concordou Clark, se desfazendo de três botões da jaqueta fardada para que pudesse respirar melhor depois de tudo aquilo, retirando até mesmo o boné de soldado para que os fios castanhos e um tanto longos caíssem contra o rosto barbado —Tomamos essa ilha dos piratas, controlamos um quartel-general poderoso e recém-construído na baía e conseguimos confiscar muitas armas dos civis todos os dias, mas por algum motivo não conseguimos enviar patrulhas na cidade. Eles nunca retornam, a população ainda não se acostumou com a nossa presença e não nos respeita, não nos temem. Se algo de ruim acontecer dentro do Quartel, todos eles temem que a cidade inteira vai se armar contra a marinha, e então estarão arruinados —dito aquilo, exibiu mais um sorriso amarelado para todos, ajeitando seu boné depois de coçar os piolhos da cabeça —E eu estarei rico. Tomem seu tempo para se vestirem, e não se preocupem: tenho os guardas dos portões comprados a tempo, não vão dizer porra nenhuma.

Com aquilo, a vanguarda se vestiu com o inimigo, adentrando em território hostil ao saírem da embarcação que agora chamavam de lar. Quando alcançaram a primeira ruela da cidade o mau cheiro tampouco abandonou o ambiente sujo grotesco, encontrando resíduos de fezes em calçadas, sacos de lixo abertos acumulados em esquinas e mortos estirados nas portas de tavernas apodrecidas, muitos com uma garrafa de rum nas mãos, bêbados até o último suspiro. As casas não possuíam nenhum tipo de organização, de modo que se agrupavam uma nas outras, algumas com dois até três andares e incontáveis janelas, das quais eram encontrados olhares desconfiados que analisavam os marinheiros em patrulha, o ódio de uma população pronta para a guerra sentida na pele do grupo. Para alcançarem o quartel caminharam por duas ruas aglomeradas de mercadores, onde a tagarelice matutina aderia o mau hálito ao que já era repugnante, e tiveram de abrir caminho forçado por entre as gritarias daqueles que mal possuíam roupas para saírem ao dia daquela forma, muitos optando por trajar simples trapos de couro rasgado como animais —As coisas eram melhores antes, esses fodidos aqui não podiam comprar nem vender nada, e optavam por pegar as armas e se juntar com os piratas nas viagens. Nada funciona melhor do que jogar uma arma para um homem e dizer para que ele encontre sua fortuna no mar, pra quê investir em economia?

Quando se distanciaram da confusão comercial tiveram os sapatos empoeirados pela pequena colina que levava até o majestoso quartel. Suas paredes pálidas como a suposta pureza daquela organização refletiam a luz solar na direção do mar como farol de esperança em meio a escuridão, o baluarte da justiça numa ilha repleta de perigos, ainda que metade daqueles ali preferiam ser comprados pela moeda dos ricos do que se alimentar do simples fato de serem benfeitores, como era costumeiro com homens gananciosos. Nos portões azulados que encontraram no topo da colina jaziam dois guardas exaustos pelo curto dia de trabalho, de modo que apoiavam as costas nas paredes esbranquiçadas para que pudessem descansar. Assim que avistaram os recém chegados, no entanto, um deles levantou uma mão ao alto para que parassem ali —Quem é esse aí? —perguntou ele, agora apontando para o chamariz com certo interesse, escutando então as palavras de Rimuru e, assim como seu parceiro, exibindo a total surpresa fingida na face —Espero que saibam o que estão fazendo, podem entrar, Capitão nem acordou ainda. Vai rolar hoje? —perguntava o soldado da direita, e antes mesmo que pudesse responder, seu companheiro tomou um passo adiante, um tanto preocupado com toda a repentinidade —Olha, na real... eu acho que não é uma boa ideia. T-tipo, olha ali, os malditos civis nem respeitam mais os limites da colina, se algo acontecer aqui...

Clark não gostou da hesitação do guarda, de modo que se aproximou do mesmo numa velocidade assustadora e, ao pousar a mão em sua nuca, disse para o homem em sigilo: —Tu diz um pio, e ela morre. Acho que já conversamos sobre isso antes, não? —afagava o cabelo do soldado, esse que engolia seco e evitava o contato com os olhos do ex-Tenente —Já passamos por esse problema antes, não? Então cala a porra da tua boca e abre esse portão, um de vocês vem com a gente pra ajudar no caso —naquilo, o sujeito acatou as ordens que lhe foram dadas e, cabisbaixo, abriu o portão metálico para que todos ali pudessem caminhar até o pátio —Como você conseguiu comprar esses caras desse jeito? Tu é tipo, super rico?! —perguntava Kelly com um certo interesse, abraçando a pequena mochila de couro que trouxe consigo desde o farol. Clark, sorridente, respondeu em sussurro: —Todo homem possui entes queridos. Vocês os toma, e eles se tornam cachorros, não é? —envolveu o braço por trás do ombro do soldado que o acompanhava, causando total desconforto no mesmo enquanto caminhavam pátio adentro. Um pelotão de vinte soldados fazia flexões no canto esquerdo do pátio circular, de modo que o restante dos presentes ali simplesmente caminhavam de um lado para o outro, alguns em duplas ou trios, suas conversas enchendo o local de amistosidade. O pátio era circulado por uma estrutura circular sustentada por pilares onde somente o centro, este onde o treinamento era executado, não possuía teto. Adiante, a enorme estrutura onde era abrigada de fato o quartel se erguia de modo poderoso em diversos andares, uma fortaleza que executava a lei para todos os homens —Vamos começar? Não posso deixar que o capitão veja a minha cara de perto, vai reconhecer essa belezinha aqui com uma só olhada. Temos de pedir uma audiência, não se preocupem, metade dos desgraçados aqui estão no nosso bolso —apontou para vários grupos de soldados que não treinavam num canto oposto do pátio, sentados em caixotes e perdidos numa conversa amigável e fingida —Tão' vendo aqueles ali? Piratas do Ragnar, Piratas do Ganço e até mesmo caçadores de recompensa. Alguns você compra, outros ameaça, todo Capitão entende um ou outro.

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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 12 EmptyDom 16 Set 2018 - 19:39


Em apenas um dia eu cheguei a entrar em dois quartéis da marinha diferente e não importa quantas vezes eu faça isso jamais gostarei da sensação de estar envolta deles.

A justiça dos jaquetas brancas é falha, totalmente controlada por gananciosos e corruptos tais como os envolvidos no incidente de minha ilha, fiz bem em me envolver com o submundo tendo em mente descobrir casos melhores.Se eu simplesmente tivesse mantido minha faceta de melhor detetive puro jamais descobriria toda essa trama, a ruiva realmente foi um degrau e tanto para um novo passo e estou tendo que segurar os risos de todos os envolvidos que mal podem prever meus movimentos.

Emma está indo bem,durante todo esse tempo ela demonstrou ficar cada vez mais inteligente e parece aprender rápido conforme lhe ensino.

Acho que é chegado a hora de fazê-la crescer um pouco mais,nessa nossa profissão existem situações um tanto quanto inevitáveis e algumas delas até mesmo de carácter infeliz mas igualmente necessárias para maior benefício da situação.

As informações dadas por Clark são o suficiente para que eu possa me virar daqui em diante apenas com minha parceira,sua companhia seria apenas problemática principalmente se nos depararmos com o dito capitão:

-Se a maioria dos homens aqui estão a nossa disposição seria mais seguro você e eu tomamos rumos diferentes,cuidarei do dublê,enquanto isso poderia ajudar Kelly a fazer sua entrega,seria problemático se nós encontrássemos com o superior,tanto com você assim como nossa cobaia de troca lado a lado.

O que dizia era sincero e lógico de maneira a não precisar fingir ou atuar minhas reações,esperando adquirir a resposta que tanto almejava,aguardando até o momento que ele se faria distante e imperceptível de minhas ações:

Olharia para Will e Emma e então com um pequeno afago em sua cabeça tomaria a dianteira em meio a essas construções passando por perto dos supostos marinheiros falsos comentando uma parte do plano que explicaria para meus dois companheiros visando não levantar suspeitas fazendo isso em forma de cochicho mas me fazendo ouvido com facilidade:

-Precisaremos nos comunicar com algum dos marinheiros padrões e pedir uma auditoria com o capitão,apesar de ser o contrário do que desejamos,seria suspeito se o superior fosse notificado que algo tão importante está ocorrendo embaixo de seu nariz sem ao menos ser informado.

Satisfeito, procuraria um dos membros opostos aos indicados por Clark de referência um recruta novo,rapaz ou mocinha que parecesse perdido,sendo assim uma isca fácil para meu controle:

-Sabe e um imenso prazer em estar aqui.Sou Alice a melhor detetive do mundo.Empurraria o homem disfarçado de Clark um pouco para frente ainda o segurando. Gostaria de ter uma auditoria com o responsável por este quartel general,o tenente Clark a quem vocês tem em mão e um inocente e eu sei o paradeiro do verdadeiro.Daria uns tapinhas nas costas do falso tenente.

-Saberia me dizer onde o capitão se encontra?Claro se ele estiver ocupado posso tratar disso com outra pessoa,mas lembrando que esse é um assunto de suma importância então seria melhor ser tratado apenas com ele.

Aguardaria pela resposta e se por acaso nos levasse ao capitão não faria nada que impedisse nosso encontro, pelo contrário concordaria e iria na direção indicada reconfortado Emma segurando sua mão e acariciando a palma para o caso de ela estiver com medo ou confusa de meus planos:

-Não se preocupe,tudo vai acabar bem,confie em mim,eu e você iremos sair como se nada tivesse acontecido.

Adentraria no recinto do suposto capitão e se o mesmo estivesse acompanhado de outras pessoas faria sinal de que não me manifestaria até estarmos a sós, quando minhas condições fossem atendidas verificaria se a porta estava devidamente fechada e então com total atenção em um dos meus momentos mais inoportunos deixaria o suposto falso tenente de frente pronunciando com confiança e convencimento como se finalmente tivesse vencido:

-Que magnífica honra estar diante de sua presença eu sou a maior detetive do mundo e ser capaz de vê-lo significa que meu trabalho pode se dar por concluído.

Efetuaria uma enorme referência digna de uma donzela e começaria com um leve tom brincalhão em minha voz:

-Primeiramente o tenente em que foi posto em cárcere privado pelo seu poder é um farsante em segundo…

Tentaria imobilizar Will rente a mesa ou superfície adequada com a arma apontada em sua cabeça retirando o chapéu para revelar sua verdadeira identidade:

-Estou aqui para receber a recompensa pela cabeça de Will West e dar esse caso como resolvido.

Levantaria o indicador em direção a Emma para o caso de ela demonstrar alguma indignação ou espanto e manter se quieta e então teceria minha teia em forma de palavras ao mesmo tempo que apalparia os bolsos do jovem pirata saqueando seus pertences:

-Acontece que eu e minha adorável aprendiz estávamos trabalhando com alguns amigos artistas em Loguetown quando houve o ataque da Ruiva. Devido a nossa profissão qualificada nos infiltramos como um de seus membros e resgatamos os civis em custódia,ganhamos sua confiança até que desenvolvemos melhores resultados, ririririri.

Daria uma risada suave e boba ajeitando o cano do revólver sobre Will pressionando o com mais força para que não escapasse.

-Aqui está o membro remanescente, a capitã e os outros encontraram o fim de sua jornada no farol, declaro o caso dela por encerrado, mas indo ao ponto que quero chegar me apareceu um trabalho ainda mais cativante que o primeiro. E acho que após esse presente você teria bastante interesse em me ouvir.

Apontaria para o marinheiro com o rosto desfigurado:

-Sinto muito pelo seu homem,mas eu tinha que manter o disfarce assim que ganhei a confiança de Clark. Até mesmo o trouxe aqui para uma armadilha buscando entregá-lo às autoridades mas as descobertas se sobressaíram maiores do que eu esperava.

Analisaria a expressão do capitão para ver se o mesmo ainda estava concentrado em meus dizeres e então revelaria o truco na manga:

-Existem muitos infiltrados em seu esquadrão,homens longe de serem marinheiros prontos para sabotarem essa base. Certamente alguém tão forte e astuto como o senhor se livraria disso em um piscar de olhos.Mas já pensou na família daqueles postos sobre a parede?Os reféns que estão sendo utilizados para manter esse plano ousado em funcionamento?As vidas escravizadas que seriam perdidas enquanto procuram o esconderijo desse tráfico amaldiçoado?

Chegaria ao xeque mate o ápice de meus interesses mantendo meu tom de voz mas demonstrando toda meu convencimento:

-Se tentasse agir com suas tropas estaria condenando a todos,mas se alguém de fora fazer o trabalho sujo,pessoas poderão ser salvas, o que me diz capitão? Gostaria de contratar meus serviços para localizar as famílias em perigo? Identificar o esconderijo clandestino e expô-lo para a sociedade? Ou meu cartão de apresentação de trabalho bem feito não é o suficiente para convencê-lo.Pressionaria o pirata com os olhos concentrados no prêmio.

Se as negociações fossem bem sucedidas entregaria Will pegando minha recompensa pelo ato,realizaria uma forma de sentido com a cabeça demonstrando respeito e sairia da sala segurando a mão de Emma levantando a cabeça deixando um último toque e pedido:

-Da próxima vez que ouvir de mim saberá que está tudo concluído com sucesso,mas precisarei do dublê de volta, ele é uma chave importante para a investigação.

Conforme me afastaria olharia para minha parceira,retiraria sua máscara por um leve período de tempo para ver sua expressão e então contaria os motivos de minhas ações:

-Não me leve a mal,entregar as pessoas ruins era um dos motivos de nos infiltramos no submundo para resolvermos casos eu vi o que escreveu sobre West no diário,mas alguns pirata são cruéis demais para manterem se livres ou não prestou atenção aos arredores?Ele foi o responsável pelo estado horripilante de Harima e quando retornamos ao convés o corpo de Illya estava longe de ser encontrado e ele estava festejando aos brandos.Acha mesmo que ele se importa com seus companheiros?ele apenas vê as pessoas como ferramentas.Com certeza um grande pirata temível e asqueroso,Ria ficaria mais segura sem um possível motim em suas costas,ela ficará bem pelo menos.

Colocaria a máscara de volta e abraçaria a consolando se tivesse tristeza em seu ser, de fato existem muitas maneiras de me comunicar nessa situação,mas deixaria a desenvolver seus pensamentos mais um pouco sobre o ocorrido:

-Venha vamos buscar o prisioneiro e sair daqui,temos um caso novo para solucionar, particularmente eu não gosto da marinha,mas tão pouco tenho vontade de ajudar Clark a reviver os mesmos acontecimentos de meu povo e veja bem,estaremos salvando inocentes,seu coração é puro felina,não quero mancha-lo e levá-la às trevas,só iremos causar ações terríveis se forem necessárias para o procedimento das etapas,isso é algo que detetives devem estar preparados para fazer e contando que estejamos juntos as coisas serão mais fáceis de suportar.

Isso não era todo o motivo que tinha mas manter apenas o lado benfeitor parecia o certo no momento,dizer que uma de minhas razões era adquirir a confiança dos jaquetas por serem a autoridade máxima da ilha para podermos agir discretamente por trás dos panos seria coisas de mais por um dia,deixarei para falar para ela outra hora.

Procuraria o sol ou a lua e depois de olhar um pouco para ele afastando a vista rapidamente diria algo animador:

-Depois disso podemos comprar um estabelecimento para nós e uniformes novos o que acha?

Buscaria o prisioneiro se me tivesse sido permitido e levaria o até Clark para sairmos daqui.

Histórico:
 
Histórico NPC-Emma :
 
Feitos:
 
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 12 EmptyTer 18 Set 2018 - 21:04



Betrayal

Clark tinha o nervosismo na alma, o que não era diferente em seu rosto batido e reservado —Não façam nenhuma besteira, estamos andando direto pra mandíbula da besta aqui. O capitão Beethoven é um cara muito forte e honrado, mas não dos mais espertos —exibindo seu sorriso amarelado, Clark sinalizou para que Kelly se aproximasse dele, uma ordem que a coelha obedeceu com certa hesitação. Estava aparentemente nervosa, e deitou uma última olhada nos piratas infiltrados antes de seguir seu caminho com o tenente disfarçado até uma das portas que rodeava o pátio de treinamento —Conversamos depois, vou precisar de uma carona também! —gritou a mink quando já havia uma certa distância para com o grupo, transformando-os num desconfortante ímã de olhares para todos os outros marinheiros que se encontravam ali, quase deixando sua preciosa mochila cair pelo nervosismo.

Após se separar dos dois, o detetive partiu numa na procura de um jovem e disponível recruta  que claramente demonstrasse inexperiência, encontrando justamente aquilo que necessitava no centro do pátio. Ali, mais afastados dos demais soldados que efetuavam suas tarefas diárias nos cantos do círculo de pedra, um pequeno pelotão de recrutas acabava de ser dispensado por uma instrutora fardada e esnobe, muitos deles bastante feridos e claramente desgastados pelo dia de treino que teria continuidade depois do horário de almoço. Dentre eles, o detetive conseguiu distinguir com facilidade um rapaz magricela, pequeno e cheio de vergonhas que respondeu a aproximação de Rimuru com certo espanto, até mesmo para os seus colegas que arregalaram os olhos com as revelações do celestial. O clima no pátio não fora afetado por aquilo, eram somente alguns recrutas conversando com estranhos que por algum motivo haviam sido permitidos em solo de justiça. Mas para os recrutas em questão, aquilo tudo parecia muita informação para conseguirem compreender, afinal, eram apenas rapazes.

Q-quer falar com o c-cap-capitão...? —gaguejando, o recruta abraçou o torso, sendo abandonado pelos colegas que perceberam a seriedade daquela conversa, algo que de modo algum ajudou no nervosismo do rapaz —Cara, n-namoral, sou só um recruta, tenho nada a ver com isso aí. Na real, me deixa fora disso, pô, não sei de n-nada não! —recuando dois passos, o rapaz deu de costas com um de seus colegas que assistia a cena um pouco mais afastado, tendo os ombros agarrados pelo grandalhão que aparentemente possuía um pouco mais de confiança, mesmo que também fosse um recruta qualquer como os demais —Jerry, volta pra perto daqueles seus amigos molengas e deixa isso aqui comigo. Heh, imagine só o respeito que um recruta pode ganhar ajudando nesse tipo de coisa, você é um idiota mesmo! —empurrando Jerry para o lado de modo brusco e indiferente, o sujeito um pouco mais corpulento se aproximou de Rimuru com confiança —É por aqui, o capitão sempre fica na sala dele essa hora do dia. É um maluco bem vagabundo, sabia? Quando ele não está lá, geralmente fica interrogando um cara na prisão aqui embaixo, sujeito bem estranho —o recruta tagarelava enquanto caminhavam na direção da fortaleza robusta e esbranquiçada, obtendo acesso na mesma com certa facilidade —Olha só, nem precisei dizer nada. Vocês devem ser famosos por aqui!

Bem, você sabe como é! Temos nossos contatos, mas acho que eles deixaram passar numa boa por conta dessa sua "presença" de oficial, senhor! —sorridente, Emma passou a colocar o sujeito num pedestal como lhe era costumeiro, exibindo seus dentes ao deixar uma risadinha divertida escapar os lábios felinos. O fato de que os guardas da fortaleza eram comprados por Clark obviamente não era claro para aquele recruta, que caiu facilmente na conversa da mink e se esqueceu daquele acontecimento —He-he, b-bem, isso é mais do que óbvio! —assumindo uma pose cheia de dignidade e autoridade, o recruta teve seus curtos instantes de glória antes de se aproximar um pouco mais de Emma, sussurrando para a mesma num tom duvidoso —V-você acha mesmo...? Sabe, eu me alistei hoje, então... —Emma, percebendo o nervosismo do guia, lhe deu logo um tapa amistoso e encorajador nas costas, retribuindo as inseguranças do outro com um humor amigável e confiante —Te-he, claro que falo sério! Olhe só pra você, tão alto e forte mesmo como recruta, imagine quando se tornar o capitão desse quartel-general?! As garotas da cidade vão cair na sua mão, eu te digo!

Aquela troca de palavras aparentemente inútil e sem fundamentos continuou durante todo o percurso até a sala do capitão, e durante o caminho Will permaneceu um pouco afastado dos demais logo atrás, assumindo um ritmo de caminhada mais lento e paranoico. Sentia como se algo não estivesse certo, como se estivesse sendo vigiado por todas as portas e janelas daquele corredor cujo teto era composto de algumas vidraças azuladas,capazes de tingir o ambiente numa tonalidade marinha e refrescante, cheia de majestade. Quando o recruta os deixou ali, West se aproximou do detetive e da mink, assumindo um tom preocupante na voz ao deitar a destra sobre o cabo da espada —Não acho que deveríamos estar aqui, e se esse capitão me reconhecer e partir pra cima de mim? Precisamos do Clark pra isso! —parecia preocupado, e os ferimentos que tinha no corpo podiam ser abertos novamente com muita facilidade por um capitão encarregado de manter uma ilha cheia de piratas e revolucionários na linha. Beethoven não era qualquer homem, e descobriram isso com bastante velocidade assim que adentraram no quartel, encontrando o oficial de pé em frente a porta, alto e imponente. Tinha as mãos nos bolsos da calça jeans, seu manto de capitão balançando nos ombros por conta das janelas abertas convidarem os ventos marinhos para dentro da pequena sala oval, essa que tinha vista total da cidade, praia e mar. Tragava um charuto no canto direito da boca, e sua boina abaixada forçava os fios castanhos numa franja sobre o olho direito, de modo que somente o esquerdo, esse dotado de um verde penetrante, analisava os recém chegados. Parecia impaciente, e por um curto instante de pouco fez para iniciar uma conversa, apenas escutando as palavras do celestial que rapidamente impôs suas ideias para o marinheiro.

Estava esperando um café, não suponho que você seja uma das serventes daqui? —respondeu por fim, exibindo um sorriso carinhoso e divertido nos lábios cobertos de uma densa barba castanha. Não parecia ameaçado de modo algum, e tampouco suspeitava da presença dos piratas em sua própria sala. A sua presença, no entanto, causou muito desconforto em Emma que, ao perceber a gravidade de mentir para um guerreiro como aquele, recuou um passo para trás. Quando a conversa do celestial tocou no assunto do tenente aprisionado, a atenção de Beethoven fora completamente roubada e seu interesse aprisionado nas palavras de Rimuru que, com rapidez e se aproveitando totalmente do ato mais controverso e surpreendente que poderia ocorrer dentro de uma tripulação pirata imobilizou West contra uma estante ao lado da porta. Por um único instante Emma demonstrou completa e total descrença de que aquilo estava acontecendo de fato: ser entregado diretamente nas mãos de um capitão da marinha era a mais certa sentença de que as aventuras de um pirata haviam chegado no fim, e Rimuru estava selando West naquele destino irreversível e fatal diante dos olhos da mink. Ela quis chorar, gritar e avançar para cima de todos ali, mas não o fez. Não demonstrou sentimento algum além de uma falsa e fingida aprovação, pois de modo algum poderia levantar suspeitas para si ou para seu mestre.

Rimuru! Porra, que merda é essa? Me solta! —o desespero nos olhos de West era tão claro quanto seu total desgosto pela traição nas mãos daquele que confiava como um companheiro tão valioso quanto ouro. Mesmo com o celestial sobre si e apontando a arma para sua cabeça, conseguiu, por meio de uma superioridade física, chutar o mesmo no estômago por trás e com isso conseguindo enviar o detetive até a outra parede, onde bateu com as costas violentamente —Covarde, você me trai agora que chegamos tão longe?! Não vai sair vivo dessa sala! —empunhando sua espada negra novamente, sentiu-se capaz de cortar tudo e todos na sala, se esquecendo de quem era e de onde realmente estava. Na verdade, se esqueceu de que havia um capitão ali, e quando Emma partiu em defesa de Rimuru, Beethoven apanhou a destra de Will que logo faria com que o corpo de Emma se partisse em dois. Daquela forma, West teve seu destino selado, e enquanto tinha a destra apertada pela mão furiosa de um guerreiro da justiça, soube exatamente o que viria a seguir —Pirata imundo... sim, sei bem quem você é. Mais um daqueles "novatos" que estão infestando os mares ultimamente. Você, meu jovem, nunca mais verá a luz do sol sob minha vigia! —com aquilo, desacordou o jovem pirata ao presentear o rosto de Will com um punho feroz e justiceiro. Depois daquela breve troca, Beethoven, ainda aparentemente inabalado pelo ocorrido como se o mesmo fosse costumeiro ali, chamou por reforços no corredor para que transportassem Will até seu mais novo lar: uma sela nos confins do Quartel-General mais bem guardado da região. Assim que tudo estava terminado, o capitão encontrou seu local de conforto em sua cadeira junto à mesa do escritório e, com certo interesse naqueles dois diante de si, prosseguiu: —Vocês fizeram o certo em trazer ele até aqui. Entendo que a falsa liberdade de um pirata pode ser atraente para muitos, e foi requerido imensa força de vontade da parte de vocês para concluírem esse... "serviço". Merecem a recompensa pela cabeça daquele verme, deixe-me ver... —folheando os papéis encontrados em uma das gavetas da mesa, Beethoven rapidamente encontrou um cartaz de recompensa recém impresso cujo qual continha a recompensa e foto de West e com isso o grande e evidente número de dois milhões e duzentos mil berries, papel que fora entregue para as mãos de Emma logo em seguida —Quando sair, passem no Sargento Davos próximo ao portão. Ele geralmente fica sentado abaixo de um teto junto ao muro, revisando nossas contas e pagamentos dos soldados. Vão ganhar a recompensa de vocês ali, agora... sobre o tenente Clark —cruzando os braços, deitou as costas na cadeira para que a mesma se inclinasse para trás, suspirando profundamente ao entregar olhadelas no homem desfigurado logo a sua frente —Esse aí não é ele, nem de longe. Magro demais, fraco demais e amassado demais! Não, não... não compro essa, meus jovens. Não compro. E também não compro a história de que aquele cara que tenho preso aqui também é Clark —se movendo para frente, pousou os cotovelos na mesa ao juntar as mãos, entrelaçando os dedos de modo enigmático —Ele está lá fora, talvez aqui dentro. Eu sei sobre o comércio de escravos, é claro, mas que posso fazer sobre isso? Nosso quartel está dividido, se eu sair prendendo todos os marinheiros comprados aqui amanhã terei metade dos homens que tenho hoje. Acho que os piratas adorariam essa ideia, não? —sorrindo, retirou a boina para que a juba castanha esvoaçasse ao vento —Não darei a eles essa satisfação. Tem reforços do governo mundial vindo pra cá enquanto conversamos, agentes novos que vão poder ir atrás de Clark e dar um fim nos vestígios de escravidão nesses mares, o assunto seria resolvido em semanas... é claro, se vocês não conseguirem resolvê-lo em dias. Que tenho a perder? Estão contratados, e se realmente conseguirem concluir o trabalho serão recompensados com uma residência aqui na ilha ou dinheiro, como preferirem —suas palavras possuíam um tom cheio de honestidade e virtude, de modo que poderia convencer até mesmo o próprio diabo de que não conseguia mentir. Um homem bom em tempos ruins —Vocês tem o dublê, vão apanhá-lo. Já tirei todas as informações dele, está sendo até bem tratado. Levem essa chave até Joric, nosso carcereiro. Sigam esse corredor até o fim e virem para a direita, ali encontrarão uma escadaria até o calabouço. Que quer que façam na minha ilha, não violem a balança frágil daqui, ou até mesmo vocês não sairão ilesos da guerra que se seguirá.

Ao terminarem, saindo da sala de volta para o corredor azulado, Emma caminhou por um certo tempo ao lado do celestial sem proferir nenhuma palavra, parando na metade do caminho para repousar as costas contra uma das paredes. Parecia não ter força nas pernas, de modo que recolheu o corpo e, curvada para frente, soltou a respiração cheia de preocupações pela boca. Havia ouvido as explicações de seu mestre, e no fundo entendia bem os fundamentos que ele estava aplicando, mas seu lado bondoso não conseguia engolir aquilo que havia ocorrido. Um companheiro fora traído diante de seus olhos, para o bem ou para o mal, talvez não importasse para ela no momento —Eu... eu vou te seguir para onde você liderar, Rimuru, mas... preciso de um tempo pra aceitar isso, 'kay? Will, ele... sim, teve aquilo com a Illya, mas... não sei, ele era um cara legal comigo, com você. Talvez eu só esteja sendo infantil, não é? Esquece isso, temos dinheiro a ser feito —com um sorriso fingido e profissional, a mink se recompôs e acompanhou o celestial até a prisão do quartel, conhecendo a escuridão do ambiente assim que adentraram em território gélido e hostil para piratas e malfeitores parecidos, esses que habitavam aos montes as incontáveis selas que ocupavam ambos os lados de um longo e estreito corredor de mármore. Ali, em uma daquelas selas Will teria de fazer sua moradia até os fins dos tempos, ou até sua execução, assim como diversos outros. Encontraram o carcereiro logo ao adentrarem ali, um negro barbado e de cabelo trançado que fazia as unhas com uma faca, entregando uma expressão de poucos amigos para os recém chegados, bem como também um sorriso sádico, entendendo eles como novos prisioneiros —Querem uma sela, princesas? Tenho uma na minha sala, logo ali do lado —começou ele, fazendo Emma revirar os olhos e tomar a dianteira —Ordens do capitão, solte o tenente Clark  e entregue ele pra gente. Se não gostou, vá falar com Beethoven em sua sala, não temos tempo pra você —estava de mal humor, e quando atirou a chave até as mãos do homem, fez com que o mesmo se desequilibrasse da cadeira, amaldiçoando a gata e quatro gerações de seus ancestrais em somente algumas palavras —Que se foda, cansei de ameaçar ele mesmo, venham comigo.

Guiando os dois até uma das selas mais afastadas da prisão, e também uma das mais espaçosas, o carcereiro abriu as grades da mesma e puxou o sujeito que se alimentava de um saboroso almoço ali dentro para fora, atirando o homem magricela para os braços de Emma. Não passava de um sujeito barbado e cabeludo que mais se assemelhava a figura religiosa de Jesus Cristo, uma semelhança que não foi vista no vocabulário usado pelo mesmo —Finalmente, porra, fala sério. Vamos pra um banheiro depois daqui, não é? Tô louco pra soltar o barro, fala sério, vamos pra lá. Esse nojento aí não deixa ninguém aqui ir pro banheiro, dá pra acreditar? Não sabem como tratar um tenente nesse lugar não? —parecia tão louco quanto Kelly, e ainda mais língua afiada que Ria. De fato, estava alucinado por viver na escuridão todos os dias desde seu aprisionamento, e quando finalmente avistou a luz solar no lado de fora da prisão, ficou cego —Clark não gosta dessa luz, Clark acha que deve voltar pra sua sela, ou deve ir no banheiro. Levem Clark pro banheiro, sim?

Sabemos quem você é, dublê, não banque o espertinho com a gente —a paciência de Emma estava se esgotando, parecia ter se transformado em outra mulher, mesmo que momentaneamente.

Sou Clark, Clark eu digo, disse e direi de novo, Clark. Um tenente de Wonderful Land, vamos pra lá? Preciso ir no banheiro, visto que parece faltar um por aqui. Aquilo ali é um banheiro? —apontava pra janela, e foi puxado por Emma pelo colarinho até o lado de fora da fortaleza, onde procurariam enfim pelo verdadeiro tenente, colocando um fim naquela farsa —Um tenente! Vocês são o meu barco? Oh, graças a deus, me levem, sim —saltou aos braços da mink, como se quisesse que ela o carregasse como uma princesa de contos de fada, ou como um marido carrega a esposa depois de um casamento. Emma simplesmente o jogou no chão, e voltou a puxá-lo para fora, a luz da manhã estava se aproximando, bem como também o perigo do que viria a seguir. No lado de fora, assim que pisaram no pátio novamente, encontraram Clark tão facilmente quanto o deixaram: sendo cercado por dois soldados brigões no centro de uma multidão.

Cara, eu realmente sinto muito, olha... não quis pisar no seu sapato, ele nem é bonito o suficiente pra isso —dizia ele, com sua personalidade ímã de problemas.


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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 12 EmptyQua 3 Out 2018 - 20:08


Eu nunca senti isso antes,esse remorso por um caso realizado e bem sucedido, será esse o peso de ser um professor? Reconhecer ações que se passavam despercebidas anteriormente como realizações incorretas ou ver a necessidade de adaptá-las visando o bem estar de seus alunos?

Ela pode parecer forte mas eu percebo devido aos longos tempos de viagem que foi uma ação repentinamente impactante para a mesma, Emma deve estar sofrendo com tudo isso então é melhor eu resolver toda a situação de maneira rápida e prestativa para que nossa presença no local seja ligeiramente vaga.

Esse tenente Clark demonstrou ser forte e não estou mensurando seu porte físico é sim em sua capacidade de escolher os momentos errados para começar tumultos, se sua mentalidade fosse um pouquinho melhor, seu dublê não teria sido capturado para começo de conversa.

Suspiraria um pouco exausto,são muitas coisas para pensar em uma fração minúscula de tempo,mas como minha velha amiga Shion costumava dizer, tempo é necessário para a absorção de grandes ideais,pois grandes feitos não são exercidos da noite para o dia.Embora eu seja uma exceção a regra desde que todas as minhas ações diarias são grandiosas.

Aproximaria me dê Clark e companhia enrijecendo minha voz e me fazendo autoria, esticando minha mão para cima para me tornar completamente visível:

-Alto lá!Aqui a quem lhes dirige a palavra e a grande detetive Alice, não me importo em qualquer interesse que tenha com esse suposto marinheiro.Gesticularia em direção do tenente. Mas todas e qualquer intrigas que venham a ter com o mesmo terão que esperar até ele retornar de seu serviço comigo.Ordens imediatas do capitão Beethoven, se discordarem,ficarei feliz em retornar para seus aposentos e dizer que seus homens ousaram atrapalhar e atrasar o andamento da operação.

Se algum deles se candidatasse para nós acompanhar retrucaria sem o mínimo esforço de ser educado apenas demonstrando elegância,convencimento e sarcasmo no olhar:

-Se fosse um trabalho comum óbviamente que teriam sido aqueles a realizá-los, no entanto,isso exige fontes externas e quanto mais marinheiros estiverem ao meu redor pior será os resultados.Gostaria de voltar com um relatório para seu superior de que tudo foi um fiasco pela sua ingenuidade em manter se longe de onde não é chamado?

Depositária minha mão sobre o ombro de Emma e começaria a guia-la para longe dali, daquele quartel asqueroso que por sorte seria uma das últimas vezes que teria que pisar em seu solo imundo.

Olharia para o verdadeiro Clark não demonstrando ódio ou raiva,jamais faria a satisfação de ter sido abalado por este indivíduo:

-Bem,era suposto que você ajudasse Kelly,enquanto cuidávamos da situação.Como pode ver temos o seu homem bem aqui ao nosso lado. Daria uns tapinhas no cúmplice. É isso custou nada menos do que o próprio Will em pessoa. Eu queria apenas uma leve negociação com seus serviços clandestinos, no entanto isso me custará mais do que o calculado, espero que me reembolse pelo ocorrido, mão de obra qualificada é algo difícil de ser arranjado.

Esperaria pela resposta do mesmo depois de uma confirmação como essa,claro que ele não sabia que eu entregará Will por vontade própria no entanto como um ótimo detetive devo utilizar bem as cartas postas a minha mesa.Quem sabe assim eu consiga um ótimo escravo(a) gratuitamente e descubra a localização do covil desses opressores para minhas operações futuras:

-Acredito que já possa nos levar para o lugar prometido,ririririri, seu homem também ficaria muito agradecido,ele está querendo ir ao banheiro já faz muito tempo.

Assim que estivéssemos rumo ao novo destino quando encontrasse a oportunidade apertaria a mão de minha parceira e sussuraria em seu ouvido:

-Andei pensando um pouco e decidi que irei tomar medidas diferentes em relação a casos como o Will, de agora em diante de maneira a não te fazer passar por isso novamente.Coçaria a parte de trás da cabeça meio sem jeito.Sei é pedir demais,mas poderia voltar a agir como era antes? Me doeria pensar que fui o responsável por uma mudança drástica em sua personalidade.Perdoe sua mestra e permita lhe uma nova chance.

Continuaria todo o percurso enquanto esperaria por uma resposta,memorizando o caminho que estávamos seguindo para que pudesse retornar por conta própria caso fosse necessário.


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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 12 EmptyTer 9 Out 2018 - 11:47

Voltando Com Tudo! Obrigada Por Esperar Rimuru!


Aquelas lutas haviam sido no mínimo inquietantes, eu estava levemente fora de mim durantes elas e acabei perdendo uma de minhas companheiras, por mais que tivéssemos nossas diferenças, tinha certeza de que aprenderia a gostar da Bárbara, além disso, Yue se feriu gravemente, se existe uma palavra para descrever o que sentia naquele momento, era frustração. Me mantinha sentada próxima de Yue, enquanto ela descansava de seus ferimentos, pensando única e exclusivamente em uma coisa, enquanto abaixava levemente minha cabeça com um olhar centrado ao fechar os punhos, que estavam apoiados sobre minhas coxas, mordendo os lábios e franzindo levemente minhas sobrancelhas.

“Aquelas pessoas eram fortes para nós, não passavam de meros homens aleatórios sem notoriedade nenhuma e causaram tudo isso, se tem algo que preciso, é ficar mais forte. Sendo uma ferreira habilidosa, sei que posso projetar armas poderosas, armas que poderiam nos ajudar em nossa jornada, nos deixando bem mais fortes do que somos, talvez tenha alguma biblioteca aqui... Os livros do East Blue não eram o suficiente para suprir toda teoria que eu poderia ter... Acho que vou ver isso com o Karthus, ao menos enquanto aguardo a melhora de Yue. Se continuarmos assim, provavelmente não teremos chances contra Savage e sua tripulação.”

Me levantaria decidida, queria fazer a diferença dali em diante. Eu sabia que meu potencial não tinha limites, mas estava longe de alcançar ele em toda sua grandiosidade. Diante de minhas constatações e decisões, me aproximaria de Yue, passando a mão em seus cabelos, puxando para trás sua franja, a arrumando logo em seguida, então sorriria para a mesma com ela estando acordada ou não e falaria com uma voz doce, como a de uma mãe falando para seu filho doente.

- Yue, eu já volto, fique aqui e descanse um pouco... –

- Cuidem de Yue, eu vou resolver algumas coisas e já volto! –


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Olharia determinada para aqueles que estivessem comigo, caso estivessem no lugar, como se tivesse algo bastante importante para fazer naquele momento, com minha fala, estenderia meu braço com o punho fechado em frente de TJ, alguém que eu confiava, apesar de todas suas demonstrações de perversão e olhares estranhos para minha pessoa, com esse gesto, bateria meu punho no dele e acenaria com a cabeça, soltando um leve sorriso. Feito isso, me viraria e andaria em direção ao lugar onde encontramos Karthus, procurando por aquele velho, isso se ele já não estivesse à vista.

“Além desses livros, preciso de algum jeito de chegar até Rimuru, talvez possamos pegar carona com alguns piratas, levando em conta que tenho esse vibre card, pode ser que seja fácil... Preciso também de mais informações sobre Savage e seus homens, aqueles idiotas ainda vão me devolver o meu tesouro e pagar pela morte do pai de Yue!”

- OLÁÁÁ, Karthus, preciso falar com você novamente... Existe alguma biblioteca ou algo do tipo aqui no farol? Estou procurando alguns livros para aprimorar minhas habilidades como ferreira... Além disso, queria saber se pode me dizer algo sobre Savage, até onde eu sei, você acaba conhecendo todos que passam por aqui, o que pode me dizer sobre um gordo careca com bigode e com um gancho no lugar de uma das mãos? Sabe para onde ele foi? –

Me aproximaria dele gritando e acenando, como se não me importasse pela luta que ele nos fez passar, para mim no final das contas, não era culpa dele, mas sim minha por não ser mais forte a ponto de conseguir lutar com eles e proteger a todos. Assim que chegasse perto, começaria a o questionar sobre aquilo que queria saber, ao me posicionar com as mãos na cintura e o olhando diretamente nos olhos, sem o demonstrar qualquer ameaça ou coisas do tipo, eu só queria as informações e nada mais.

- Entendo... Obrigada! -


Assim que ele acabasse de falar, me viraria o respondendo e levantando meu braço em sinal de despedida, andando primeiramente até onde ele disse que poderia encontrar alguns livros, no caso de ele falar que existiria tal lugar. Chegando onde ele me indicou, se o mesmo tivesse feito, procuraria os melhores livros que encontrasse falando sobre criação de projéteis e mecânica, assim que os pegasse, colocaria dentro da bolsa que havia pego da gaivota de antes e me dirigiria até o homem que havia me dado informações antes e começou a dormir pedindo que o deixássemos em paz, ele tinha algo que poderia me ajudar em minha jornada.

“Eu gostei bastante do chapéu de palha daquele homem, será que ele me venderia? Bem, vamos ver...”

Chegando no lugar de antes, olharia para o homem, isso se ele ainda estivesse no mesmo lugar que o deixamos da última vez, me aproximaria dele, sendo que agachar-me-ia ao me aproximar se o mesmo estivesse deitado e manter-me-ia em pé o encarando se ele estivesse sentado ou em pé também. Então mantendo contato visual e olhando rapidamente hora ou outra para seu chapéu, falaria para ele sorrindo, na tentativa de conseguir aquilo que queria.

- Olá de novo, me desculpe por incomodá-lo... Eu gostei bastante desse seu chapéu, será que você não gostaria de trocar por essas espadas? Posso te dar três delas pelo chapéu, devem valer pelo menos 150.000 B$... Tenho certeza de que pode trocar por bebida ou seja lá o que você usa para fumar em seu cachimbo... Então, o que me diz? –

Esperaria levemente ansiosa por sua resposta, não tinha a menor intenção de roubar um mendigo, se ele aceitasse a troca, o entregaria as espadas com um sorriso estampado no rosto e levaria o chapéu comigo, o guardando também na bolsa, queria lavá-lo antes de colocar o mesmo na cabeça. Se o homem não quisesse fazer a troca, simplesmente levantaria os ombros levemente soltando um sorriso e daria as costas para o mesmo, com isso, continuaria com minha pequena jornada solo. Conseguindo ou não o chapéu, andaria na direção do cais, precisava encontrar um navio para seguir o vibre card e me juntar a Rimuru e os outros.

Chegando lá, analisaria o local, tentando identificar os navios que estivessem atracados, precisava apenas de um, não muito grande, de preferência alguma escuna aleatória, talvez alguns homens com medo de enfrentarem o desafio de Karthus para conseguir o Log Pose ou qualquer coisa do tipo. Se avistasse algum navio, me aproximaria dele e tentaria falar com o primeiro tripulante que visse, seria uma aproximação inocente, não queria assustar as pessoas que lá estivessem, devagar, como uma caçadora se aproximando de um veado pronto para ser abatido, sempre com um sorriso no rosto e mantendo as mãos atrás do corpo, estando com uma segurando a outra, falaria calmamente, tentando manter meu carisma natural aflorado.

- Oieee, eu sou Fanalis B. Ria, a futura Rainha dos Piratas, vocês vão demorar para sair daqui? Estou precisando de uma carona até meus companheiros, eles foram para uma das primeiras ilhas, quando chegarmos lá, eu posso pagá-los... Não sei se conseguiram um Log Pose, mas eu tenho como nos levar até lá, onde podem conseguir algum com maior facilidade do que desafiando aquele velhote convencido. –

Se não quisessem colaborar, andaria até qualquer outro navio que visse e tentaria a mesma abordagem, sempre tentando conseguir a carona que queria, mas é claro que existia a possibilidade de os deuses não estarem do meu lado e de que não avistasse nenhum navio, nesse caso, tudo bem, pelo que havia entendido, vários navios passam por lá todos os dias, então se esperasse algum chegar, poderia facilitar a vida das pessoas que chegassem e a minha ao conseguir pagar de caroneira, para eles, teriam o simples luxo de não precisarem de Karthus para chegar na próxima ilha. Caso não visse nenhum ou ninguém quisesse colaborar com uma carona, me focaria em descobrir coisas sobre Savage, isso enquanto esperava que algum novato chegasse.

- Olá, um pirata chamado Savage, que se auto denomina o Capitão Gancho deve ter passado por aqui pouco tempo atrás... Você chegou a se encontrar com ele ou sabe alguma coisa sobre ele? –

- Obrigada! –


Andaria pelo farol perguntando para qualquer pessoa que encontrasse, sempre com um sorriso carismático no rosto, tentando descobrir qualquer coisa sobre o homem que estava procurando, parecendo até uma caçadora de recompensas atrás de um criminoso qualquer. Se esgotasse minhas possibilidades, no caso de ter conseguido os livros que queria, me sentaria escorada em uma parede qualquer no cais com meus pertences ao meu lado e leria o livro sobre mecânica, isso se tivesse o conseguido, se não apenas refletiria sobre a vida ao observar a reverse mountain em todo seu esplendor, enquanto aguardava a chegada de algum navio. Se desse certo de conseguir alguém que quisesse colaborar, falaria soltando um grande sorriso.

- Muito bem, vou avisar meus companheiros e podemos partir pela manhã, o que acha? -

No caso de começar a anoitecer e eu não tivesse encontrado ninguém ou se tivesse encontrado, pegaria minhas coisas e voltaria para onde havia deixado Yue se recuperando, me sentando próxima dela, se a mesma estivesse acordada, sorriria para ela e começaria a falar, sempre mantendo meu sorriso e a voz doce e calma que sempre usava para falar com as pessoas que gostava, ainda mais quando estavam feridas ou doentes.

- E aí? Se sente um pouco melhor? O dia foi produtivo, acho que assim que você melhorar, poderemos partir para o mar e nos encontrar com os outros... Isso se... Hum... –

- Escutem todos... Yue, Dk, Urso, Azul, TJ... Os outros foram sem nós, Tj já disse que gostaria de ficar aqui, mas e ou outros? Vocês querem continuar ou preferem ficar aqui? Quanto mais nos aprofundarmos na Grand Line, mais difícil seria para voltarmos e mais perigosas serão as coisas... Depois dessa última luta onde nem aquela Bárbara resistiu, eu percebi que não vai ser nada fácil... Vocês vão querer continuar e me seguir pelo mar? –

Diria essas palavras com convicção do que falava, ser pirata não era uma simples brincadeira e a morte daquela Bárbara orgulhosa havia me mostrado isso mais do que nunca, precisava saber da determinação de todos em me seguir e ir para o mar comigo, se fosse eu na pele deles, não resistiria em vir com essa bela ruiva, mas cada um tem seus próprios interesses. Eu não me importaria se quisessem tomar o seu rumo, desde que não fosse para me proteger ou algo do tipo, eles são livres para irem viver suas vidas como e assim que quiserem.

“Yue ao menos, tenho quase certeza de que quer continuar comigo, mas Tj já disse que queria ficar por lá, eu não conheço bem o Urso e a garota de cabelos azuis, por fim, Dk tem seus próprios objetivos de se tornar o maior espadachim do mundo... Talvez ficar aqui e treinar com Karthus fosse algo interessante para ele...”

Escutaria o que todos tinham a dizer atentamente, se tinha algo que eu não queria era prendê-los a mim, deviam ficar comigo porque queriam e não por sentirem alguma obrigação. Assim que falassem o que pensavam, concordaria e me deitaria no lugar mais confortável que encontrasse, precisava descansar um pouco, me deitaria refletindo sobre tudo que havia acontecido nesse dia e sobre o que aconteceria dali em diante, assim que acordasse, precisaria tomar algumas decisões sobre o que faria dali em diante em relação ao futuro e como me encontraria com Rimuru e os outros, além de o que faria quando encontrasse com o traidor do Savage e seus poderosos homens.

Quando acordasse, se já tivesse amanhecido e eu tivesse encontrado algum navio, olharia para Yue, tentando identificar se ela já estava melhor, se tivesse melhorado um pouco e estivesse acordada, falaria para ela e os outros que quisessem continuar comigo nessa jornada, isso se alguém quisesse continuar e eu tivesse conseguido algum navio que pudesse nos dar uma carona seguindo o vibre card.

- Eu não disse antes, mas consegui um navio para que possamos sair daqui... Você já está bem o suficiente para prosseguirmos? Podemos achar algum outro navio se não estiver... –

Caso ela dissesse que sim, eu daria um sorriso para a mesma, pegaria minhas coisas, lavaria o chapéu de palha em qualquer água limpa que encontrasse se tivesse conseguido o mesmo, mas não o colocaria ainda, o guardaria em minha bolsa, ajeitaria meus cabelos e minhas roupas, então andaria na direção do cais com todos aqueles que quisessem continuar comigo, mesmo que fosse apenas Yue, chegando lá, subiria no navio para conhecer aqueles que passaria os próximos dias de viagem.

Se não tivesse conseguido um navio, deixaria Yue descansando e voltaria para o cais, onde me sentaria escorada em alguma parede, esperando que algum navio chegasse para que pudesse tentar convencê-los a nos levar com eles até o resto de meus companheiros.

Subindo em algum navio que conseguisse ou me mantendo sentada esperando que algum navio com caronas em potencial chegasse, apenas um pensamento se passaria em minha mente com bastante força...

“Continue me esperando Rimuru, me desculpe por fazê-lo esperar... Estou indo!”


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Retorno: 24

Rimuru

De fato não era o momento mais oportuno de arranjar confusão, por fim Rimuru havia baixado os radares que o sondavam desconfiados por parte da honesta Marinha e estragar tudo isso por conta de sapatos não parecia muito sábio, enquanto o jovem celestial se aproximava de Clark o homem parecia pensar entre surrar o soldado em sua frente, mandar que seus homens comprados o fizessem na surdina ou se deixar apanhar apenas para manter o disfarce perfeito. e não vamos nos enganar caro leitor, sabemos que Clark é um homem orgulhoso demais para a terceira opção, o brutamontes nem fazia ideia do que se passaria ali ao mesmo tempo em que Clark o olhava fixamente cerrando o punho destro, era capaz de o simples ato de socar o soldado tornasse aquele pátio em uma verdadeira cena de briga de bar, se não fosse por Rimuru, é claro, que já abordava os marinheiros com uma interrupção.

- É, faço das palavras dela as minhas. - Dizia Clark em sua forma fanfarrona interrompendo no meio da fala de Rimuru. - Além de que… - Ele então dava uma cuspida no calçado do homem logo antes de se ajoelhar com uma flanela em mãos e começar a esfregar o acessório da mesma forma de um engraxate. - Nem sujou tanto assim, uma passadinha de pano e tá tudo certo. - O ato do ex-tenente apenas parecia enfurecer mais o homem que atacaria no mesmo instante, se não escutasse o nome do Capitão Beethoven, neste momento a hesitação era evidente, o segundo soldado que havia ficado um pouco mais quieto até o momento tocava no ombro do outro como um aviso e com o queixo apontava para os andares superiores do QG, em uma janela, o semblante do Capitão observando o pátio se certificando de que a detetive “Alice” sairia ilesa de lá.

- Kek. - Clark demonstrava um certo desgosto em ver o capitão, ele baixava ainda mais o cap de seu boné e começava a sair de fininho até ser segurado brevemente por um dos soldados. - Tsch, da próxima ver que eu te ver você não vai ter esse grupo de crianças te protegendo.

A confusão estava resolvida, mas Clark tinha um estranho olhar fixo nos soldados ao mesmo que murmurava algumas palavras audíveis por Rimuru. - Quem esses filhas da puta pensam que são? Que podem fazer isso no meu território. - O ex-tenente segurava no ombro de um marinheiro que passava, provavelmente um de seus “comprados” ou piratas infiltrados. - Clark diz: Faça esses dois nunca mais usarem sapatos. entendido? - O marinheiro em “seu bolso” apenas assentiu e seguiu na direção que os outros dois haviam ido, a passos largos, de pouco em pouco alguns “marinheiros” se juntavam ao que cumpria as ordens e logo eles sumiam de vista. - Bom, isso foi… - Clark então ajeitava seu uniforme firmando bem o boné na cabeça. - Embaraçoso. Por que não damos o fora deste lugar?

Assim, todos se dirigiam para a saída salvos e sem serem descobertos, o ex-tenente guiando o caminho com todos logo atrás inclusive Emma que puxava o impostor pelo colarinho enquanto o homem fazia uma dança estranha, para a surpresa de muitos, Rimuru e Clark tinham algo em como, os dois eram lunáticos, ambos tinham um certo desprezo por aquele lugar, de forma que os iguais se reconheciam. - Esperem um instante. - Dizia o ex-oficial um pouco após o portão de saída. - Acho que agora eu não vou precisar dessas roupas, eu já volto. - Ele então entrava em uma torre de vigia e permanecia ali por alguns minutos, em meio a isso um homem com a farda da marinha abordava o grupo subitamente.

- Parados aí! - Gritava o homem, Emma congelava no mesmo instante, e o impostor, quase fazia daquele lugar seu tão almejado banheiro. com a aproximação a aparência do homem ia se revelando aos olhos do detetive, ele não usava boné e tinha o cabelo raspado quase careca, portava manoplas negras com um material similar a katana de Will, em suas pernas as botas militares se destacavam, e no pescoço, uma dogtag: Stg Davos. Um sorriso se abria na face do homem ao avistar o pequeno celestial e logo ele lhe mostrava uma bolsinha de couro com a recompensa por West. - O capitão me ligou da sala dele, não esqueçam seu dinheiro. A menos que não queiram, se não fizerem questão eu posso pagar uma rodada no bar pros meus subordinados. Ahaha. - Com a astúcia e rapidez de um gato Emma apanhava o dinheiro deixando o marinheiro sem nada. - Bom, acho que não vai ser dessa vez. - Seu olhar então ficava sério enquanto cruzava olhares com Rimuru. - Obrigado, por se livrar daquele novato. Ainda não acredito que ele conseguiu derrotar o Faker, deve ter usado algum truque sujo, mas estou aliviado que alguém perigoso assim encontrou o fim da linha antes que pudesse causar mais problemas. - Ele tocava as manoplas como se o lembrasse de seu companheiro. - Ele finalmente vai poder descansar em paz. Bom, era só isso, até.

Davos então se retirava dando espaço para que, ainda com o assunto “West” no ar, Rimuru se desculpasse com sua aprendiz, no fim, Emma mantinha sua cabeça baixa mantendo-se calada, quando Rimuru a pedia para voltar ao normal ela apenas assentia junto de um grunhido de aprovação logo antes de repentinamente largar o impostor para abraçar seu mestre.

- Banheeiro!! - Gritava o falso Clark fugindo para longe dali, quem o interceptava era o tenente original segurando-o pelo cangote da camisa. - Certo certo, você vai ter sua cagada quando chegarmos lá. - O homem parecia até outra pessoa, seu cabelo, agora cortado estava dividido para os lados, a barba feita, agora com um fino e extenso bigode, dava a visão ao formato de seu rosto que era fino e de certa forma, bem formado, as roupas eram tons de azul e elegantes com direito de até mesmo uma gravata, parecia mais um nobre pomposo. - Ehhn, não queria interromper o momento fraternal mas precisamos ir andando, já está bem tarde.

O grupo então seguiu caminho de volta a Toca do Coelho, na volta Clark estalava os dois dedos apontando pro soldado no qual tinha ameaçado familiares mais cedo, e com aquele mesmo sorriso sorriso amarelado tirava sarro com o homem. - Meu Mano!

Por fim Rimuru começava a falar com o homem suas ações. - Beeem… Tivemos um impasse. - Respondia Clark com relação a entrega de Kelly. - A pessoa pra quem ela tem que entregar não é bem alguém dentro da lei pra ficar no QG, Madame Shao, certo? - Ele confirmava com a coelha que apenas balançava a cabeça freneticamente para cima e para baixo. - Eu não tenho as melhores relações com ela mas posso lhes levar amanhã de manhã, não seria uma boa ideia atrapalhar seus negócios noturnos, além de que, - Ele puxava o impostor para perto. - Temos que levar esse cagão de volta antes que ele faça mais besteira.

A conversa continuava em meio às ruelas e becos sujos da cidade em direção ao “esconderijo” de Clark e Rimuru continuava sua fala com relação a o que houve. - Oh, você entregou seu próprio amigo? - Dizia o homem dando uma pausa logo antes de mostrar bem seu marcante sorriso colgate amarelo. - É o que eu sempre digo, se a vida lhe dá limões, esprema-os nos olhos do outro e roube suas coisas. Mas não se preocupe vocês serão bem pagos pelo serviço, mão de obra? eu tenho a mercadoria perfeita pra vocês.

A noite reinava pelo céu e pareciam haver certas ruas que as pessoas evitavam e Clark frisava em seguir por tal caminho, no fim eles cruzavam uma ponte chegando em um galpão velho e aparentemente abandonado, quando entravam no local podiam ver alguns sem teto e drogados se abrigando, nada mais do que bodes expiatórios para o disfarce do que realmente acontecia naquele lugar. O ex-tenente então levava o pequeno grupo até uma porta de metal desgastada em meio aquele galpão em que batia duas vezes com as costas da mão dizendo uma senha. - “Do the thing”. - Não tardava para que o metal rangendo demonstrasse a abertura do portão que revelava um corredor estreito com um elevador no final. - Hey Tiff, como vai a família? - Cumprimentava Clark o viúvo e gigante segurança vestindo um terno preto e óculos escuros que se mantinha calado.

O foragido então levava todos até o elevador com uma musiquinha agradável que só apresentava um botão, o movimento parecia de descida, e quando a porta abria revelava um vasto armazém subterrâneo, o teto era como se fosse de caverna suportado por estruturas de madeira e iluminado com fortes lamparinas, o chão era calçado de pedras cortadas (paralelepípedos) e logo a direita do elevador haviam jaulas empilhadas com diversas pessoas e animais raros, a esquerda, caixas de madeira portando mercadorias contrabandeadas, um pouco mais distante uma grande construção de madeira que, pelo movimento de pessoas, parecia ser mais uma área de administração e venda, não só isso como também haviam algumas plataformas de metal com escadas de acesso para esse “andar superior”, lá de cima, se olhasse para tal direção, Rimuru notaria um homem grande e careca com um objeto esquisito na mão observando a chegada dos “novatos”, mas o que mais chamava atenção era um enorme túnel, um aqueduto, que parecia seguir em direção ao porto, de lá vinham algumas carroças com pessoas contrabandeadas que eram chicoteadas por um homem baixinho para que se movessem.

- Mi casa, su casa. - Dizia Clark. - Eu tenho que falar com algumas pessoas, levar esse cara pra onde precisa ir…

- Banheiro? - Interrompia o falso Clark que levava um pescotapa.

- Enfim, eu volto em alguns minutos, fique a vontade, avalie os escravos, se gostar de algum eu posso até providenciar, só tente não criar nenhuma confusão como no QG. - Dizia o homem como se a culpa pelos sapatos não fosse dele e logo partindo com o impostor em direção a instalação amadeirada.

Fanalis B. Ria

Naquele mesmo dia… Algumas horas antes.

Uma árdua batalha havia acabado para Ria, seu corpo estava ileso, sim, mas as consequências eram muito piores, alguns de seus aliados estavam feridos, outros mortos, e seu bando recém formado já havia sido separado aos pedaços, essa situação no entanto era comum no dia a dia do Farol, novatos confiantes que pensam que vão conquistar a Grand Line até chegarem em Don Karthus só para perder todas as suas esperanças e terminar a vida em meio aquelas rochas vermelhas fumando um cachimbo e selando o destino de mais sonhadores indicando-lhes o caminho para o velho.

Mas não, não e digo novamente, não, isso nem ao menos se passava na cabeça da Ruiva, para ela isso não era o bastante para cortá-lhe as esperanças, Ria não tinha um pose mas recebera um guia para fora da ilha, com aquelas asas e sua atitude Rimuru poderia até ser chamado de anjo da guarda, tudo que a ruiva precisava fazer agora era esperar a recuperação de seus companheiros e conseguir um barco para fugir dali. Assim que havia voltado da loja de Kelly, Ria percebia que seu pequeno grupo remanescente havia invadido ocupado democraticamente uma pequena tenda que servia de abrigo, Yue já tinha sua ferida costurada pelo jovem Tj e no momento se encontrava dormindo devido aos remédios administrados pelo mesmo.

Ali, em meio a calmaria após a tempestade Ria refletia como havia chegado em tal situação, e o que precisava fazer para sair dela, a resposta era óbvia e imediata, ficar mais forte o mais rápido possível, e para isso não podia perder tempo sentada, precisava tirar todos dali. Assim que se levantava e avisava sobre sua breve saída quem respondia Ria era Kaminari, o jovem parecia tão ou até mais preocupado do que a Ruiva, remoendo algo, talvez uma culpa, ele sinalizava com o polegar para cima e afirmava sua ação positiva com palavras.

- Entendido capitã, tome cuidado lá fora. - E Tj fazia o mesmo, assentindo para ria com um sorriso descontraído respondendo seu “soquinho” com reciprocidade.

Chegando no Farol a primeira vista de Ria era o velho sentado em sua habitual cadeira com um jornal, à medida que os passos da Ruiva iam se aproximando a carranca do velho se fechava ainda mais, e no primeiro cumprimento ele já levantava da cadeira indo em direção a sua casinha.

- Você de novo? O que quer aqui? Já conseguiu tudo que precisava, agorá vá embora. - A Ruiva continuava falando enquanto o velho batia a porta em sua cara deixando suas palavras ao vento, no entanto, ainda que não quisesse, ele ainda podia ouvir do outro lado da porta, e no momento que com determinação Ria continuava suas falas citando Salvage, ele rapidamente abria a porta botando apenas o rosto para fora.

- Savage? - Reafirmava Karthus olhando desconfiado para os lados. - Aquele moleque! Dá próxima vez que o vir ele vai ganhar um gancho em cada membro do corpo. O filha da puta chegou aqui fazendo a maior confusão junto de um pirralho chamado Ragnar, são dois animais! Traíram um dos próprios companheiros e os jogaram nas cavernas, não só isso como mataram o coitado do Betros, aquele desgraçado era o melhor o melhor engenheiro que conheci, seus diários um tesouro da mecânica e forja… - Continuava o velho um pouco triste mas ainda irritado. - Desmontava os barcos que ganho desses garotos como ninguém, eu disse para ele fazer advocacia, seria muito mais fácil, ele estaria vivo defendendo algum nobre riquinho. Quer saber pra onde Savage foi depois de fazer tudo isso? - Sua entonação ranzinza era tamanha que uma veia saltava em sua testa. - Pro mesmo lugar que eu to te mandando ir agora, a merda! - E com isso ele batia novamente a porta na cara da Ruiva.

Olhando para o lado, na mesinha adjacente a cadeira de balanço do velho, Ria podia ver uma mochila com o nome de Betros Ashburn, pareciam ser os pertences do falecido, as palavras sobre ser o melhor engenheiro poderiam até se repetir na cabeça da Ruiva que vasculhando o local onde supostamente teria um bom material encontrava um total de três diários. Os dois primeiros era respectivamente anotações sobre mecânica e projéteis, técnicas inovadoras, alguns projetos antigos do homem, coisas em que ele já havia falhado e que não deveriam ser repetidas. Aquilo era conhecimento suficiente para que quem quer que lesse conseguisse se tornar tão capaz quanto o homem, era como se ele soubesse que iria morrer e deixou sua herança para as próximas gerações.

O terceiro diário no entanto era um pouco mais pessoal, se desse uma passada de olho rápida Ria conseguiria notar, em meio à confusa caligrafia do homem, que algo preocupava ele, dizia algo sobre o luar, homens misteriosos aparecendo por todo o canto, havia também uma tabela que aparentava ter horários de saída e chegada de barcos com alguma mercadoria especial que ele deveria investigar, sua última nota, falava sobre o capitão gancho, e que ele era apenas a ponta do iceberg para o que está por vir. Teria mesmo sua morte uma coincidência? Um mero ato bárbaro de um pirata descontrolado? Ou havia algum significado por trás?

Deixando um pouco disso de lado a próxima ação da Ruiva era um tanto quanto, estranha, ela retornava ao homem de chapéu de palha que continuava da mesma forma de antes, deitado, relaxado, e fumando. - Qué qui fôi? Num c’seguiu aguentá ficá longe desse garanhão? - Ele dava um sorriso banguela pra Ria que começava a fazer uma proposta, seu rosto quando ouvia das espadas ou do dinheiro era indiferente, de que adiantaria isso pra ele? Após pensar um pouco o homem dava-lhe a resposta.

- Eu vô te dar o meu chapéu. Mas só se ucê mim tirar daqui. Cansei de fica fumando o dia todo sem fazê nada. Ucê tinha um barco num tinha? E ganhô o desafio, me leva junto que esse charpéu é todinho seu.

A proposta ficava no ar, e sem negar ou aceitar Ria apenas se dirigia ao “porto”, o homem de chapéu de palha considerava aquilo como um sim, e voltava a fumar seu cachimbo feliz da vida e mal esperando pelo dia seguinte. As coisas estavam melhorando, tudo estava dando certo para Ria, até o momento é claro, pois ela não tinha tanta sorte. Ali parada no porto a Ruiva percebia que estava exatamente igual aos moradores do Farol, naufraga olhando para os novatos que chegam com o mesmo olhar que um urubu procura por carniça. As pessoas daquele lugar tem a fama de serem desleais e traidores que te apunhalam pelas costas apenas para ficar com seu barco, seu Log, sua tripulação, sua vida, apenas para escapar dali.

Ninguém queria falar ou negociar com a Ruiva, davam desculpas esfarrapadas, negavam na cara dura e alguns até mesmo se sentiam ameaçados insinuando sacar suas armas, mas nenhum parecia querer confiar nela. Quase as mesma reações aconteciam quando o nome Savage era citado, as pessoas procuravam fugir o mais rápido possível e evitavam tal nome, seja lá o que aquele homem tenha feito ainda não saiu da mente das pessoas, e o medo ainda percorria por aquelas calçadas avermelhadas. Sem muitas opções tudo o que restava para Fanalis era estudar, aprimorar a si mesma para quando sair daquela situação não falhar novamente, lendo as anotações de mecânica era perceptível que o autor do material era um verdadeiro gênio, apenas algumas horas decifrando as anotações e qualquer um se sentiria como se pudesse construir uma maquinaria pesada.

O tempo passava sem que Ria percebesse e logo a noite caía sobre sua cabeça, sem êxito, a Ruiva retornava para tenda, no entanto, longe de se dar por vencida.

Chegando no acampamento improvisado era possível ver que Yue já estava acordada e sorridente ao ver sua capitã, não, sua amiga. Auster, Chô e Dk se encontravam bebendo cada um com um tipo de bebida diferente, como haviam conseguido aquele álcool? Acho que só eu e Deus sabem, mas algo que chamava mais atenção era uma grande caneca de Hidromel sem dono e intocada, como que um tributo para a falecida amiga, Illya. Tj por outro lado era o mais afastado, ele tinha esse olhar lunático no cantinho da cabana enquanto olhava para uma revista um tanto quanto “estranha”, ficando todo desconfiado com a chegada da Ruiva.

- Eu estou bem. - Respondia Yue com um belo e sincero sorriso independente de qualquer marca que houvesse em seu rosto, em fato, só a deixava mais bela ainda. - Mais importante, como você está? O Dk me disse que você foi conseguir um barco, como foi? - O dia havia sido bom mas não dos melhores, o avanço para escapar da ilha era zero, quebrar as esperanças de Yue era a última coisa desejada por Ria que a animava dizendo poder tirá-los dali logo, isso é claro se os acompanhassem. A Ruiva ia direto ao ponto, ao elefante rosa na sala que parecia incomodar a todos, quem seguiria pelo mar, e quem tomaria um rumo diferente.

- É claro que irei com você, sempre. - Dizia Yue sem nem pensar duas vezes, sua fala era até que fofa e ela se envergonhava um pouco quando dizia isso. Chô então dava o último gole em sua Vodka e levantava sem nem cambalear quase desmanchando a tenda por conta de seu tamanho.

- Sinto desapontar mas não posso acompanhá-los nessa brava jornada. - O urso olhava para Yue, Ria, Auster, e se lembrava até mesmo de Will. - Vocês podem não notarem ainda, mas teus caminhos são de ódio e vingança, eu Hei de ser um espírito livre, que luta para permanecer me aventurando e descobrindo os darmas da vida, não posso trilhar caminho com vocês, não enquanto permanecerem em um ciclo de ódio. - Ao fim da fala ele fechava os olhos se sentando novamente e fazendo uma breve reverência em respeito aos outros e ficando calado para que terceiros pudessem falar. Tj era o próximo, e assim como Chô acabava por seguir um caminho diferente de Ria.

- Foi mal, mas eu já tinha decidido isso antes de desembarcamos, eu vou ficar um tempo por aqui e acompanhar o Chô, no entanto conte comigo com o que precisar enquanto estiverem por aqui, não vou deixá-los desamparados só porque não estamos mais viajando juntos.

- Faço de tuas palavras as minhas, meu companheiro. - Complementava o Urso. Dk se mantinha quieto, parecia relutante, e sendo assim Auster tomava a iniciativa, mais uma que decidiria tomar outro caminho? Para a surpresa de muitos era exatamente o oposto.

- Eu irei. Illya nunca disse com detalhes mas ela estava atrás de um certo homem, Ragnar tem que ser parado, ele é cruel e bárbaro destruindo qualquer coisa em seu caminho, o último desejo de Illya era impedir que ele continue fazendo atrocidades, eu pretendo manter essa chama acesa para que ela possa se orgulhar e aproveitar tranquila o banquete dos salões dourados. Sei que é pedir muito, mas gostaria de sua ajuda. - Ela olhava para Ria um tanto série e melancólica, Chô e Tj já haviam visto Auster bêbada, ela era briguenta e daria uma surra em um estranho apenas por olhar estranho para ela, mas dessa vez era diferente, parecia apenas… triste, a garota de cachos azuis ergueu a caneca de hidromel e então o despejou no fogo que quase se apagou em espalhar o doce aroma da bebida, uma última oferenda para que o espírito da bárbara descansasse em paz.

De volta a seu lugar Auster se sentava como os outros, quieta, e restando apenas Dk ele decidia enfim tomar uma decisão, um lágrima escorria em seu olho esquerdo, provavelmente a deusa do sentimentalismo, do choro e das tristeza haviam tomado conta do rapaz, ele já mal conseguia distinguir qual era qual.

- Nós passamos por muita coisa não é capitã? Desde o nosso encontro em Conomi que só nos metemos em confusão. - O jovem amaldiçoado pelos deuses trava em sua fala, queria contar, queria gritar com todas as forças a verdade, que tudo que havia acontecido era por culpa dele, uma perseguição enfadonha dos deuses que não se cansavam de importuná-lo, mas não podia, quem acreditaria nele, aos olhos de terceiros Dk era apenas um cientista louco. - É minha culpa, eu não posso dizer o por que mas é minha culpa por ser tão fraco, não consigo evitar aqueles que me perseguem e isso acaba refletindo em vocês. - Concluía ele olhando para o ferimento de Yue. - Eu quero ficar aqui, quero ficar mais forte para vencer os de… os meus demônios, e então quando eu conseguir pode ter certeza que minha lâmina será sua até o fim. - Ele olhava triste para sua capitã. - Mas até lá, eu peço que aguarde um pouco, aguarde até que eu tenha a força pra prosseguir com vocês.

O que deveria ser um discurso de camaradagem acabava no fim se tornando uma despedida triste, todos iam dormir cansativos, e de forma surpreendente, o dia amanhecia rápido. Mais uma vez Ria saia a procura de um barco, sentada no porto esperando pela chegada de mais pessoas, estranhamente, um bom tempo se passava e ninguém novo era avistado chegando. Os passos de alguém se aproximando por trás eram ouvidos e do nada aquela voz estridente assustava os desatentos.

- Que cê tá fazendo aqui? Cadê minha carona? - Era o homem de chapéu de palha, ele estava um pouco diferente, parecia mais vivo, ou talvez só não estivesse chapado, ele havia tomado um banho, da forma como conseguia ao menos, e trocado de camisa para uma azul com um lencinho vermelho, em suas costas, um banjo. - Quê? procurando um barco? Ucê é broca? Ninguém vai vi por un tempo, os homi de preto tão impedindo o pessoal de vir pra cá, saiu na notícia de hoje de manhã. Que que cê vai fazer? Nois vai saí daqui ainda né?

Ria estava sem muitas opções, ninguém lhe dava ouvidos, todos os barcos desocupados do local pareciam ser propriedade de Karthus no qual nenhum idiota ousaria roubar, seus companheiros estavam saudáveis no entanto separados, e para completar sua única pista de Savage era um suposto homem abandonado por ele. Como já dito previamente, apenas um dia normal na rotina daquele infame Farol.




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Conhecimento É Tudo! Entendendo A Situação!


Ao me encontrar com aquele velhote, percebi que ele estava mais ranzinza que de costume, aparentemente algo estava o incomodando, mas é claro que aquilo não me abalava nem por um segundo, um mero coadjuvante em minha vida não conseguiria fazer com que eu fizesse outra coisa, além conseguir aquilo que buscava. Mantinha meu sorriso e minha voz delicada enquanto falava sobre o que queria com ele e de alguma forma, minhas palavras foram ouvidas, nada fora do esperado ou do comum, afinal, ninguém menos do que eu, estava falando com o semidefunto e zelador do farol, aquela que viraria esse mundo de cabeça para baixo, Fanalis B. Ria. Escutando o velho, minhas habilidades dedutivas começavam a aflorar diante de suas poucas palavras, das quais não poderia deixar escapar sequer um detalhe, colocava a palma da mão direita sob o queixo, enquanto segurava o cotovelo com a mão esquerda e começava a ligar os fatos que até então me foram passados.

“Porque Karthus está tão inquieto? O que o incomoda tanto? Ragnar... Companheiro jogado nas cavernas... O melhor engenheiro que ele conheceu foi morto, Betros... Imagino se esse tal de Betros possuía alguns livros sobre engenharia ou anota... Sério isso? Diários! Ele possuía diários sobre seu trabalho, exatamente o que eu procurava! Obrigada pelas informações velhote... E lá vem a batida de porta de novo... Clássico, clichê e esperado... Agora, onde poderiam estar esses livros do tal melhor engenheiro que ele conheceu? Talvez em algum lugar aqui por per... O QUÊÊÊÊ?”

Arregalava os olhos ao perceber meu achado, os benditos livros estavam dentro de uma mochila jogada em uma mesa como se não fossem nada, sorria diante da situação oportunista, algo que só aconteceria com uma pessoa sortuda e destinada a grandes coisas, assim como eu, não perdia tempo e pegava a mochila para mim, afinal, era uma herança da ferraria deixada para uma grande ferreira, não teria porque deixar com aquele velho caduco e levemente doido. Começava a analisar os livros e entender sobre o que tratavam.

“Então são três livros... Mecânica e projéteis, além de um diário, com certeza estes vão servir, era exatamente o que eu procurava... Agora esse diário... Luar, homens misteriosos, horários de navios e o mais importante, SAVAGEEE!”


Falaria baixo comigo mesma, enquanto fecharia o terceiro livro que havia aberto, o guardando na mochila de Betros, sempre mantendo meu sorriso carism´´atico.

- Obrigada... Betros Ashburn, não é? Isso vai servir por enquanto! –

Com isso, me despediria de Karthus e sairia do lugar carregando minha recém adquiria mochila com os livros e dando um leve assobio, como se nada tivesse acontecido e eu soubesse exatamente o que estava fazendo. Para mim aquele velho não era um completo idiota deixando algo assim jogado e esse foi o seu jeito de passar o legado do homem a diante, mas uma coisa me intrigava para com ele.

- ATÉ MAIS VELHOTE, NOS ENCONTRAMOS POR AI, AH, MEU NOME É FANALIS B. RIA, EU VOU ME TORNAR A RAINHA DOS PIRATAS, LEMBRE-SE DISSO! -

"Como ele percebeu que eu era uma ferreira e além disso, porque ele me escolheu para ficar com tais livros? Será que ele conseguiu sentir em mim toda a grandiosidade que exalo? Tanto faz... Acho que vou considerar que ele se esqueceu dos livros e por ironia do destino os achei, não tem como o velhote do Karthus ter pensado tão longe assim, eu sou genial, mas o mesmo geralmente não serve para os outros...”

De toda forma eu tinha outros assuntos para resolver, assuntos nem um pouco aleatórios ou estranhos e totalmente plausíveis, afinal, quando uma pessoa vê uma coisa dá qual gosta muito, porque não tentar conseguir essa coisa? E o objeto em questão era um chapéu de palha, em um mundo onde passamos a maior parte do tempo no Sol e em alto mar, no mínimo pode ser considerado como uma relíquia ou tesouro raríssimo para nos proteger da insolação e desidratação. O problema foi que o portador do chapéu não quis trocar o mesmo comigo, a não ser que o levasse em bora daquele lugar, lugar que para mim se aproximava bem mais da cidade do início e do fim que Loguetown. Era só ver a condição dos moradores e desse homem, todos presos aqui, sem poder fazer nada. Sorriria para o homem do chapéu de palha ao ouvir seu questionamento, juntamente com a sobrancelha esquerda levantada e trêmula diante daquele sotaque irritante do qual nunca tinha ouvido, apenas o respondi tentando me acostumar com seu modo de falar e ao mesmo tempo, tentando ser gentil, apesar da inquietação para com seus hábitos.

- Então é isso que você quer... Vamos ver... –

“Não tenho problemas em levar esse homem comigo, o problema é que não tenho uma embarcação ainda, preciso descobrir se vou conseguir alguma coisa e então posso voltar para chamar ele...”

Continuava com a lista de tarefas que tinha arquitetado para sair do lugar da melhor forma possível, ainda mais agora que consegui alguma distração para o tempo que ficasse esperando alguma oportunidade, no caso alguns bons livros, poderia continuar com meu plano. Mas para meu azar, o destino não agia de forma tão rápida, mesmo que para mim tudo sempre desse certo no final, às vezes poderia levar algum tempo, nenhum daqueles assassinos e piratas moradores do farol me foram uteis, parecia que estava andando em círculos, então não podia fazer nada, se não, esperar que alguns novatos chegassem, era mesmo como se eu tivesse me tornado um deles, mais uma pirata desafortunada presa no farol pelo resto de sua vida.


Mesmo assim, não me assustava ou me deixava abater, sabia que daria um jeito em tudo, mas por enquanto, durante minha espera por alguém que pudesse me levar até os outros, pegava um dos livros de Betros, aquele que falava sobre mecânica e como mágica o conhecimento foi sendo absorvido, as anotações estavam claríssimas, mesmo alguém sem os conhecimentos que eu possuía, um completo leigo conseguiria entender aquelas anotações com facilidade, só faltava que eu começasse a babar em cima do livro diante de tamanha fonte de informação, hora ou outra parava para refletir sobre o autor daquela obra.

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“Pelo que será que ele passou para chegar nesse nível? Tudo está tão claro, o conhecimento está fluindo de maneira leve e rápida, consigo entender cada termo, cada anotação, cada linha, mecânica era assim tão simples? Os livros de Conomi Island não chegam aos pés dessas anotações...”

Sequer percebi as horas se passando e já havia caído a noite, de modo que não me restasse outra escolha a não me recolher de volta para nosso abrigo temporário. Percebendo que Yue estava bem e com uma boa saúde, minha alegria para com aquele dia produtivo aumentava, afinal, por mais que não tivesse conseguido o barco, consegui algo sem preço, informações e conhecimento. Assim que questionada por minha companheira, a responderia calmamente em um tom feliz, mantendo as mãos segurando minha esbelta cintura, como se nada estivesse me incomodando, a Bárbara ainda não havia saído de minha mente apesar de tudo, mas pensar nela não a traria de volta, eu havia a conhecido a pouco tempo e nesse pouco tempo percebi que ela morreu como gostaria de ter morrido, em batalha dando o sangue por seus aliados.

- Eu estou ótima, ainda não consegui um barco, mas tenho algumas ideias de como podemos conseguir algum amanhã... –

Após responder minha amiga e questionar os outros, eles começam a me responder um a um, o primeiro foi o Urso, enquanto ele falava, apenas olhei nos olhos, mantendo os meus levemente fechados junto de um sorriso e escutando o que tinha a dizer, apesar de não concordar com suas palavras necessariamente, já era esperado que tomasse tal decisão, ainda mais levando em conta que havíamos acabado de nos conhecer e passamos por um problema grande logo de cara com aquele velho, com isso, apenas o respondi calmamente, apesar de meus pensamentos divergirem completamente das palavras que foram ditas.

- Entendi, tudo bem Ursinho... –

“Ódio? Vingança? Até entendo ele pensar isso, mas aquele homem levou meu tesouro e matou o pai de Yue, não posso deixá-lo sair assim, ninguém mexe com um de meus companheiros e sai impune, sem falar que quero descobrir seu verdadeiro plano... O que importa é que ousou trair a mim! Isso mesmo, não era uma pessoa comum, ele traiu Fanalis B. Ria! De toda forma, o que ocorre em nossa jornada é no máximo um acerto de contas...”

Não demorou a ser a vez de Tj, mas eu já esperava sua resposta negativa, de modo que apenas o olhei e concordei acenando com a cabeça e mantendo minha postura, além de fazer o mesmo para o Urso quando complementou a frase do homem ruivo. Já estava desistindo da Azulada levando em conta que os outros dois não viriam, quando suas palavras me surpreenderam, fazendo com que abrisse os olhos que estavam levemente fechados e quase os arregalasse, mas os mantendo em uma posição normal, praticamente atuando para que ela não percebesse minha descoberta de cara.

“Então o certo alguém de que Illya estava atrás era Ragnar, aquele que se aliou à Savage, é um pouco difícil de acreditar que aquela bárbara tinha tamanha ambição, ainda mais de impedir o mal, mas de toda forma, sendo assim, vou aceitar o fruto deixado pela bárbara, vou aceitar a menina-azul como minha aliada.”

Aos poucos, em passos sutis, mas belos e enaltecedores, que provavelmente fariam com que minha majestosa beleza banhasse os olhos daqueles que olhassem, me aproximaria de Auster e em um gesto de compaixão e aceitação, colocaria minha mão direita vagarosamente sobre sua cabeça e a deslizaria para a lateral de seus longos cabelos, de modo que logo os empurrasse para trás, como se estivesse os arrumando.

- Ragnar? E além de tudo, ele se uniu ao homem que procuro, nossos destinos se cruzaram Auster... É Auster, não é? Seja bem-vinda aos Piratas da Ruiva! -


Logo depois, me afastaria dela, mas não demoraria até que chegasse a vez daquele que se tornou meu primeiro aliado, que está comigo desde que saí da fazenda, Dk e suas palavras me chocaram levemente, mas eu o compreendia, acabamos passando por muitas coisas mesmo. Escutando suas palavras, uma lágrima escorreu pelo meu rosto ao sair de meu olho esquerdo, aquela perda era grande demais até para alguém como eu.

“Aqueles que o perseguem? Deve estar falando dos nossos inimigos ou dos caçadores de recompensas, bem, eu imaginei que algo assim pudesse ocorrer.”

Quando terminou, rapidamente daria um abraço apertado em Dk, fechando meus olhos e lembrando de todas as coisas que passamos juntos, de quando invadimos a casa daquele revolucionário importante, depois aquela clínica, fugimos da marinha, lutamos contra a marinha, encontramos com o circo de revolucionários, então derrubamos os Mallone, nos juntamos com os outros e atravessamos a Grand Line, eram várias memórias, como se uma vida inteira se passasse em segundos diante de meus olhos, mas logo me afastaria mantendo as mãos sobre seus ombros e diria sorrindo, mesmo que existissem mais algumas lágrimas escorrendo.

- Tudo bem, eu não vou te impedir, mas vou aguardar por você na Grand Line! –

Com isso fui descansar um pouco, de modo que pudesse sair bem cedo para dar um jeito de conseguir o bendito navio. Sendo exatamente o que fiz com sucesso, como sempre, mas pela manhã, no porto novamente, percebia que aquela tentativa não estava sendo efetiva como queria, ninguém aparecia para me levar até os outros, até que o homem de antes veio até mim, o rapaz do chapéu de palha com aquele sotaque incomodo, não existia um momento pior, ainda mais levando em conta que estava refletindo sobre a vida e todos que ficariam para trás. Enquanto ele falava, daria algumas risadas comigo mesma em meio aos pensamentos que para mim eram hilários, mesmo que soasse estranho para ele e logo depois de compreender a situação, o responderia calmamente, mantendo minha voz doce do dia-a-dia.

“Ah, esse cara, ele me lembra alguém com esse chapéu de palha, mas não lembro quem, talvez algum protagonista de alguma história de piratas, eu lia muitas quando era mais nova, acho que vou chamar ele de Fake já que ele não é o mesmo do livro, em minha cabeça faz sentido!”

- Hahahaha. -


“Do que ele está falando? Homens de preto? Se me lembro bem, o diário falava algo sobre homens misteriosos aparecendo, teriam eles alguma relação? Mas de toda forma, isso não importa, se barcos não vão vir, só me sobrou uma escolha mesmo...”

- Sim... Eu tenho um vibre card para nos tirar daqui, vejo que você se arrumou, isso é bom... Mas antes de eu nos tirar daqui, teria algum desses jornais para me arrumar? De toda forma, porque não se deita ou se senta aí e descansa um pouco, tenho que ler uma coisa antes de colocar meu plano em prática e pode levar algum tempo... –

Se ele me desse um jornal, o leria primeiro, tentando entender exatamente o que aquele homem queria dizer com aquelas palavras, de toda forma, conseguindo ler ou não o jornal, pegaria o diário de Betros e começaria a lê-lo, queria descobrir o que estava acontecendo e o que queriam dizer aquelas escritas, que mais pareciam profecias. Assim que terminasse de ler o diário, falaria para Fake sorrindo se ele ainda estivesse por lá como se tivesse descoberto algo, ressaltando isso ao fechar o livro com força e tentando fazer algum barulho ou se ele não estivesse no lugar, faria tudo sozinha e procuraria por alguém e falaria o mesmo.

- Escute, Savage deixou um homem aqui na ilha, aparentemente ele foi deixado nas cavernas, acha que pode me levar até ele ou pelo menos ao lugar? Tenho algumas questões a resolver antes de irmos... –

“Eu poderia chamar os outros para virem comigo, mas acho melhor que fiquem com Yue e descansem, ainda devem estar cansados da última luta, não posso esperar todos sejam como eu...”

Se conseguisse ser levada até as cavernas, começaria a andar pelo lugar e procuraria por qualquer pessoa, assim que encontrasse, me aproximaria rapidamente com um sorriso e um leve aceno, com isso perguntaria, tentando não esboçar nenhuma ameaça, além da que já estava presente por todos os assassinos, mendigos, piratas e cantos do farol.

- Olá, estou procurando por um homem que foi deixado nas cavernas por Savage, você saberia me informar onde ele se encontra? –

Continuaria fazendo essa pergunta às pessoas, até que o encontrasse e se o fizesse, me aproximaria dele, talvez já tivesse o encontrado na mansão dos Mallone ou em algum outro lugar, de toda forma, assim que me aproximasse, isso se já não estivesse próxima, ajeitaria levemente meus belos cabelos avermelhados e falaria alegre por ter o encontrado.

- Olá, se você é um dos homens de Savage, deve se lembrar de mim, não é mesmo? Eu sou Fanalis B. Ria e você é... –

- Bem, escute, temos algo em comum, ambos fomos traídos por aquele idiota, como já deve ter ouvido falar, ele matou o pai da minha médica e levou meu tesouro... O que ele fez para você? E além disso, sabe me dizer o que ele está planejando? –

- O que acharia de ter uma segunda chance? Vir para o mar comigo e se encontrar com Savage? Estou sem um navio no momento, mas eu tenho algumas ideias para conseguir um, você não teria algum navio sobrando, teria? Hahahaha –


Com essas perguntas, me voltaria à Fake, o olhando determinada em realizar meus objetivos e pronta para fazer o necessário e sair da ilha, isso se o mesmo estivesse no lugar, se não, chamaria o homem de Savage ao fazer um sinal com a mão e andaria até onde aquele caipira estivesse, ele não devia estar muito longe. No caso de o encontrar, o perguntaria empolgada.

- Ei, Fake, me diga, existem outras pessoas além de você que querem sair daqui não é mesmo? Devem ter dezenas de homens que perderam para o Karthus, querem sair do farol e não conseguem, não é essa a situação dese lugar? Chame eles e os reúna onde nos encontramos pela primeira vez, vamos sair daqui hoje... –


Caso o homem de Savage dissesse que tinha um navio, iria até onde meus companheiros estavam, pronta para me despedir, mas se ele dissesse que não, meu alvo seria outro, um alvo arriscado e que provavelmente muitos temeriam ou simplesmente desistiriam. Se os acontecimentos levassem a segunda opção, eu apontaria para o porto abruptamente, de modo que o homem de Savage e Fake percebessem minhas intenções e gritaria com convicção de que conseguiria, sempre com uma atitude carismática e sagaz, para daí então voltar para o abrigo, puxando o homem pelo braço para que conhecesse os outros.

- NÓS VAMOS ROUBAR UM DOS NAVIOS DE KARTHUS! -



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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! - Página 12 EmptyDom 14 Out 2018 - 19:30


E aqui me encontro novamente nesse ponto de vendas fabuloso,o mercado negro é o sonho e realização de qualquer detetive qualificado afinal onde seria melhor lugar para adquirir informações ou bens materiais a um preço acessível?

Muitas vezes eu venho a lugares como esse então a ambientação embora diferente sempre segue um padrão de hostilidade,perigo, e ótimas barganhas.Mas entre elas é a primeira vez que venho com minha aprendiz será ótimo para ela que se habitue a situações parecidas.

Puxaria a para próximo de mim e ficaria com meus braços envolta de sua cintura selando pela sua segurança e sussuraria em seu ouvido felino:

-Fique próximo de mim e evite contatos olho por olho com estranhos,alguns podem vir a querer arrumar confusão por muito pouco, comporte-se e aprenderá bastante assim como poderemos sair mais rápido daqui.

Passaria pelas jaulas apenas por curiosidade em ver os seres vivos em cativeiro e as diferentes espécies que ali residiam,se houvesse algo muito exótico com certeza as operações não estavam centralizadas apenas nessa ilha e envolveria uma rede criminosa ainda mais poderosa do que viria a imaginar.

Após analisar o que pudesse ver e ouvir o que Emma tivesse a dizer se fosse o caso levaria a junto comigo para as construções de madeira tomando todo o devido cuidado para não esbarrar em alguém ou permitir que colidissem comigo,sempre atento para as condições de meus pertences pessoais.

Se notasse algo suspeito ou aparenta-se que tivesse sido roubado  encenaria com convicção para chamar a atenção do público presente e apontaria para o responsável se tivesse conhecimento:

-Então esse é o tipo de recepção que aqui possuímos riririri,sabe eu já entrei em muitos submundo ao longo do meu trabalho mas esse é o primeiro que permite um convidado ser roubado diante de sua segurança.Ajeitaria os cabelos e continuaria a passos curtos esperando que resolvessem a situação por mim através do ego quebrado.

-Se é essa a imagem que desejam demonstrar ficaria lisonjeado em divulgá-la para outros contrabandistas.

Se recuperasse meu pertences ou nenhum problema ocorresse,me dirigiria para uma loja com inúmeros caixotes ou utensílios que pudessem vir ao meu interesse.

Como um ótimo comprador claro que seria exigido de minha parte ótimas maneiras e uma pequena bajulação e pitada de modéstia poderia ser o suficiente para me acolher aos braços de sua alegria:

-Vejo que possui ótimos produtos, com certeza sua experiência e inteligência se torna desejável perante a concorrência.Visto isto em diferença aos demais optei por fazer negócios contigo ao invés de simples comerciantes padrões.

Esperaria que isso fosse interpretado da maneira desejável,porém sabia que alguns deles poderiam ser difíceis de colocar sobre as rédeas da manipulação por isso evitaria parecer controlá-lo agindo naturalmente sem nenhum interesse adicional:

-Eu gostaria de ter em mãos o seu melhor catálogo sobre os venenos existentes assim como um guia comum para investigações de rastros,pegadas e pistas.Minha aprendiz está começando a entrar no ramo e seria interessante ter o ideal para educa-la de maneira correta.

Se ele me entregasse os livros solicitados não deixaria de demonstrar um enorme sorriso de satisfação buscando tratar de toda minha aparência celestial para cativar aos olhos:

-Interessante,sabia que podia contar com você,aliás já que estamos aqui por que não me trata de arrumar todos as ferramentas necessárias para trabalhar com tais soluções perigosas?

Tomaria cuidado para que nenhum pertence falsificado me fosse atribuído se ao mínimo relance notasse que algo não estava em suas verdadeiras condições questionaria:

-Espero que não esteja tentando me enganar com relíquias velhas como essa,riririri,pode não parecer mais a garotinha aqui tem prática com golpes,se desejar me dar uma pequena compensação pelo incidente ficaria honrada do contrário acho que terei que procurar outro interessado.

Se me fosse oferecido uma proposta adequada pouparia o mal entendido do contrário procuraria outro lugar e agiria de igual maneira até ter uma melhor resolução.

Dando continuidade às compras se obtivesse em mãos tudo aquilo relacionado ao ofício químico voltaria a atenção para um tipo de serviço diferente:

-E itens para a confecção de materiais?já que estou aqui irei arrumar um pequeno ou pequena serviçal para reparar minhas armas e equipamentos e seria mais do que adequado ela possuir em mãos tudo que for de sua utilidade.Sinta se à vontade em colocar tudo em uma mochila grande,ficará mais fácil de ser transportado.

Esperaria que o recente pedido fosse atendido já estava pedindo coisas demais e muitas eram simples de dar  impressões negativas sobre meu verdadeiro potencial então era chegado o momento de pegar luxos de fazer inveja:

-Teria um daqueles majestosos caracóis? Faria uma pausa mais do que dramática parecendo estar em dúvida sobre efetuar a compra retrucando com uma imensa remessa para quebrar sua perspectiva.

-Gostaria de um Regular e três modelos pequenos ou bebês se assim preferir

Se fosse questionado como eu levaria um objeto tão pesado como um caracol regular fingiria estar um pouco exaltado mas no fundo estava achando graça de tudo isso:

-Não fale assim,minhas expectativas estavam altas em relação a ti,claro que irei precisar de um funcionário para carregá-lo para mim,será que isso pode ser arranjado?

Finalizando a parte dos caracóis havia outras pessoas com que devia pensar,o nobre poderia seguir jornada conosco ou do contrário ainda teríamos que encontrar um médico para substituí-lo e para isso remédios seriam necessários:

-Posso dar uma olhada na sua categoria hospitalar?em meio ao meu ramo não é assim tão difícil se machucar então seria melhor se prevenir contra futuros incidentes.

Pegaria o que fosse do meu interesse ou questionasse como importante e então pensaria no jovem John o navegador,a pobre alma mal tinha o que utilizar,conforme saímos do farol tendo que se guiar até mesmo pela minha própria bússola:

-E acrescente uma bússola e luneta para outras finalidades, aliás peguei uma câmera fotográfica,um lampião,pincéis,tinta vermelha e preta,elas me serão úteis também.

Caso Emma ficasse em dúvida do porque eu estaria comprando algo que já possuía responderia com cuidado sem parecer rude ao mesmo tempo que acariciaria seus cabelos:

-Por precaução obviamente, um grande detetive como eu Alice, sempre tem que estar um passo adiante as adversidades,sem contar que precisaremos para pintar as bandeiras de nosso bando,quanto mais tivemos mas erros poderemos cometer até chegarmos ao resultado desejado, Riririri.

Cocaria a cabeça um pouco pensativo,vendo se havia algo que estava deixando de lado,como não tinha nada em mente apenas finalizaria a compra,tentando adquirir benefícios pela grande remessa:

-Visando que estou levando mais do que o esperado por um simples indivíduo, o que um grande proprietário(a) como você poderia me oferecer como desconto?Claramente que se for algo de meu agrado retornarei a fazer negócios novamente e quem sabe com outros interessados?Piscaria com o olho esquerdo e esperaria para a certeza contando o dinheiro necessário e entregando em sua posse com cuidado e atenção.

Voltaria minhas atenção aos arredores é procuraria roupas contrabandeadas,disfarces são importantes para serem substituídos com frequência sem contar que a variedade daqui poderia ser maior ou até mesmo mais difícil de ser encontrada ou acessível em demais lugares.

Mexeria uma por uma até encontrar um par de uniformes que poderia ser usado para representar os gatos celestiais,uma para mim e outra para Emma,concluindo isso pegaria um ótimo par de Luvas,Botas e uma pulseira bonita para colocar em meu braço esquerdo,com uma jóia brilhante para destacar glamour.

Não faria muitas cerimônias igual o primeiro apenas pagaria quem fosse o responsável na quantia adequada,guardando as roupas na minha mochila com exceção do outro traje que colocaria na de Emma:

-Um presente pelo ótimo serviço,quando voltarmos ao navio poderemos colocar e apreciar o tecido riririri.

Para concluir faltava apenas um lugar,procuraria por um carpinteiro ou grupo representativo,seria necessário grandes alterações na escuna se quisesse melhor velocidade e conforto:

-E uma grande honra para essa incrível detetive estar sobre seus serviços,riririri,lamento por ser inconveniente mas preciso que realize um serviço de meu agrado pessoal,preciso que aumentem as salas de meu navio,umas três a mais deve ser o bastante, quem sabe alguns mastros,tipo uns dois para facilitar e uma forja para meu futuro funcionário?

Ouviria sua resposta e se aceitassem a exigência pagaria,dando uns leves tapinhas nas costas de Kelly:

-Se importa de guiá-los até lá para começarem o serviço? Creio que os outros ficariam contentes se alguém retornasse com notícias eu terei que ficar aqui por mais um tempo,claro se desejar recusar podemos levá-los quando estivermos de partida.

Voltaria para o ponto de origem em mãos dos novos pertences que poderia ter adquirido e esperaria o retorno de Clark isso se o mesmo já não estivesse ao meu aguardo:

-Certamente que vocês tem um ótimo lugar aqui,teria sido uma pena se o dublê não fosse recuperado,mas enfim,temos negócios a tratar e acho que fosse pode me recomendar com melhor empenho.Vocês por acaso possuiriam uma Ferreira qualificada para trabalhar deliberadamente?Se for de uma raça que precise de pouco alimento ou facilmente camuflada seria um bônus fabuloso.

Se estivesse de acordo seguiria o mesmo dando uma olhada em suas ofertas,questionaria com expressões faciais e gestos de mão o quanto cada uma delas custaria individualmente e um pouco de suas histórias ou habilidades para uma melhor seleção.

Histórico:
 
Histórico NPC-Emma :
 
Feitos:
 
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Lista de Compras 2.0:
 

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