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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! EmptyQui 17 Maio 2018, 01:15

Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Fanalis B. Ria. A qual não possui narrador definido.


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Fran B. Air
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! EmptyQui 17 Maio 2018, 11:04


Recomeço! Tentando Nos Estabilizar!


Eu não sabia como as coisas haviam chegado naquele estado tão rápido, Savage considerou que nós havíamos o traído e ele mesmo nos traiu alegando essa suposta traição de nossa parte, não sei nem por onde começar com meu descontentamento, eu estava no mínimo furiosa por dentro, querendo acabar com ele pelo que nos causou, mas não queria transparecer minhas emoções dessa forma para os outros.Diante daquela situação eu só podia imaginar como Yue deveria estar abalada, por perder seu pai hoje pelas mãos de um pirata sangue frio como aquele. É verdade que por sermos novatos, não soubemos exatamente como lidar com a situação na mansão, tudo que eu queria era descobrir o que havia acontecido com os médicos para que Yue pudesse seguir viagem conosco, ao menos descobri que nem todos estavam mortos, aparentemente grande parte se escondia para não morrer nas mãos dos Mallone.

O problema é que agora estamos cheios de ferimentos devido a invasão à Mansão Mallone, os meus pelo menos chegam a pulsar como se fossem abrir mais, não sabia nem como estava conseguindo manter minha consciência, minha vista estava até meio embaçada devido aos danos sofridos e o cansaço das árduas lutas que enfrentamos, além disso eu não sei como convencer Yue a continuar, olharia para aquela que tenho orgulho de dizer que considero minha companheira, me mantendo parada e falando com a voz mais doce e simpática que conseguisse, tentando não passar para ela a imagem de que eu estaria sofrendo também, queria evitar isso a todo custo, afinal, para mim, tristeza só atrai tristeza, ela só precisa saber que pode contar comigo.

- Yue, sinto muito pelo seu pai, como você já sabe, eu também perdi o meu recentemente alguns dias atrás, demorou um pouco, mas superei e sei que você também irá, agora precisamos conseguir um barco e ir atrás daquele homem e sua tripulação, não vou deixar alguém que machucou um de meus companheiros sair assim, vamos acabar com ele por ter nos traído. –

Acabaria deixando escapar minhas intenções futuras, mas acho que conseguiria transmitir minha mensagem com essas palavras, esperaria que com essas palavras Yue se sentisse mais reconfortada, mas acho difícil que elas sequer sejam ouvidas, provavelmente Yue está em choque, para mim não existem palavras nesse mundo que nos aliviem da dor de perder algum ente querido, se eu estou me sentindo péssima pela morte do pai dela, imagino como ela está, tudo que posso fazer é mostrar que estou aqui e que podemos superar isso juntos, daria um soco na parede de maneira sutil para que ninguém perceba, isso em descontentamento comigo mesma por não ter sido forte o bastante para salvá-lo falando em voz baixa, deixaria escapar meus sentimentos dessa vez, afinal, não sou tão calma diante desse tipo de situação quanto Dk, eu sabia que poderia perder pessoas queridas ao me tornar pirata, só não esperava que fosse tão cedo.

- Droga. -


Com as pernas fechadas e dobradas, os joelhos apontados para cima e com as mãos no chão, tentando segurar os gemidos de dor por me mexer daquele jeito. Eu me sentaria ao lado de Yue colocando a mão direita nas costas dela para que tivesse algum contato humano naquele momento triste, mesmo também estando bastante abalada, precisaria manter um pouco da frieza naquele momento para tomar a decisão de como seguiremos dali em diante, olharia fixamente para a chuva com um olhar centrado, mas apenas pensando no que fazer dali em diante, quer dizer, Savage seguiu para a Grand Line e não temos poder o bastante para confrontar a tripulação inteira dele de frente, o ideal seria conseguirmos um navio que suporte a viagem, mais alguns tripulantes fortes e algum dinheiro para conseguirmos seguir com o objetivo, mas já está próximo do amanhecer, precisamos tratar de nossos ferimentos, achar algum lugar para descansar e comprar algumas roupas novas e limpas levando em conta que as nossas estão todas rasgadas, molhadas e ensanguentadas.

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"É isso mesmo, me parece a melhor escolha, não podemos fazer mais nada em reação ao pai de Yue, mas não podemos ficar parados para sermos capturados e deixar que as coisas piorem ainda mais."

Depois de pensar um pouco, havia me decidido, olharia para Yue e logo depois para Dk, precisava ver como eles estavam naquele momento, assim que me parecessem bem ou ao menos melhor, eu falaria ainda tentando segurar minhas emoções para que não percebessem o quão infeliz eu estava com o que havia nos acontecido, dessa vez com um tom mais firme e maior imposição, tentando até mesmo dar um leve sorriso, mesmo que a falsidade em minhas ações transparecessem diante da situação.


- Yue, Dk, vamos para a estalagem onde seu pai costumava atender a população, lá podemos cuidar de nossos ferimentos, descansar e pegar algumas roupas caso encontremos alguma. –


Daria uma olhada em Dk para ver se a situação em que ele se encontrava era melhor que a minha, acho que ele não sofreu nenhum ferimento muito profundo além de sua coxa esquerda perfurada, ele consegue manter a calma e pensar melhor que eu em situações assim, a opinião dele pode ser decisiva e esse é um momento no qual qualquer ideia é bem-vinda, afinal não sou só a chefe deles, sou a líder e é nesse tipo de situação que precisamos trabalhar em equipe, olharia diretamente para os olhos dele perguntando enquanto imaginava se havia tomado a decisão certa, quer dizer, apesar de tentar parecer não estar, acho que estou quase tão aflita quanto Yue parece estar ao meu ver.

- O que acha Dk? Vamos seguir com esse plano? -


Se Dk concordasse, daria um sorriso para ele, acenaria com a cabeça concordando e utilizaria minha foice como apoio para me levantar e seguir por todo caminho, ainda tentando segurar os gemidos de dor por mais um movimento brusco, então auxiliaria Yue a se levantar e iria com eles andando pelas ruas de Loguetown rumo ao antigo consultório improvisado de Haru, andando no melhor ritmo possível apesar da dor. Tudo que sabia era que precisávamos de um abrigo e depressa, afinal, causamos um fuzuê poucas horas atrás envolvendo a marinha e o governo ainda por cima, eles devem levar algum tempo até ajeitar a situação, mas é melhor que não corramos riscos andando por aí despreocupadamente, tentaria guia-los da maneira mais escondida que conseguisse utilizando das manhas que tinha em andar sem chamar atenção, passando por becos e ruas não movimentas e sempre por perto das casas, lojas e demais construções evitando que ficássemos expostos na rua esperando que algum marinheiro nos pegasse.

No momento, imagino que não estamos em condições de lutar contra ninguém, se apesar de meus esforços não conseguisse evitar o contato direto com um marinheiro ou algo do tipo, tentaria fingir que somos apenas pessoas normais que foram atacadas por piratas, com o pouco de atuação que sei, creio que conseguiria disfarçar nossa situação, falaria com um tom de desespero apontando para trás.

- Piratas, fomos atacados por piratas, eles foram por ali! -

Caso fosse uma pessoa aleatória apenas curiosa em saber porque três pessoas estão andando cheias de sangue no meio da chuva portando armas e quase que se rastejando ou preocupada com nosso estado péssimo, eu responderia sorrindo com um tom um pouco irônico sem parar de falar e ainda auxiliando os outros na caminhada.

- Nunca viu três piratas feridos antes? Circulando! -

Se não conseguisse enganar nosso inimigo ou eles de cara percebessem quem eramos, eu não teria escolha a não ser lutar, todos estávamos muito feridos para conseguir fugir de soldados armados, o melhor que poderíamos fazer seria acabar rapidamente com a luta e então nos apressarmos antes que mais deles aparecessem. Sendo assim, quando percebesse que havíamos sido descobertos, em silêncio durante a luta e tentando ignorar a dor que sentia pelos meus ferimentos, correria na direção do oponente e usaria minha técnica - Ceifamento Da Deusa Da Morte - assim que me aproximasse dele, bateria o cabo de minha foice na sua lateral e então a puxaria com toda minha força, cortando a parte onde o corte lâmina de minha foice estivesse direcionada, seja suas costas, seu peito ou braços, tinha esperança de acabar com ele em um ataque, se fosse me atacar enquanto corria com golpes de curta distância, daria uma cambalhota passando do seu lado e me esquivando de possíveis ataques, parando em pé atrás dele e executando a técnica, se tivesse uma arma de fogo, sairia da direção de meus aliados para que não levassem tiros e correria em sua direção em ziguezague para acertá-lo com a técnica.

Caso fosse mais de um adversário e eu achasse que tinha chance de vencê-los ao analisar seu poste fisco e quantidade, correria na direção deles em ziguezague caso algum portasse arma de fogo e assim que me aproximasse, daria um pulo em sua direção segurando minha foice de modo que o raio do meu golpe fosse o maior possível, ultrapassando o alcance de suas armas, tentando acertar todos apenas com esse ataque, caso algum conseguisse alcançar meu corpo por ter uma arma mais longa que minha foice, eu correria na direção dessa pessoa primeiro me agachando para esquivar de possíveis ataques na horizontal e rolando para o lado caso fosse me dar um golpe vertical enquanto eu tentaria um corte vertical em seu peito para depois tentar o ataque giratório no grupo.

Acertando ou não, eu não estaria isenta de receber ataques dos oponentes que aparecessem, sempre tentaria me esquivar saindo do rumo de seus ataques, sejam eles estocadas ou cortes, tentaria sair da direção me movimentado para os lados ou me agachando dependendo da situação e do movimento do adversário, se percebesse que não conseguiria me esquivar devido a dor que sentia ou por falta de agilidade, tentaria ao menos colocar a parte lateral da minha foice para interceptar ou aliviar nem que fosse um pouco o ataque de meu inimigo enquanto pensaria.

"Eles me parecem ser fortes, precisamos acabar logo com isso para descansarmos, nenhum de nós está em condições de continuar com isso, desde a mansão foi luta atrás de luta e depois teve aquilo que eu prefiro nem lembrar."

No caso de eu julgar que eram muitos inimigos e que seria impossível que vencêssemos naquela situação, não teríamos escolha à não ser tentar fugir, correria com todas as minhas forças, até mesmo puxando os outros caso eu conseguisse e fosse necessário, nossa aventura não poderia acabar nessa cidade sem nem mesmo sair do East Blue, enquanto fugíssemos, olharia para os lados procurando por lugares onde pudéssemos despista-los como vãos em edifícios e outros espaços possíveis de entrarmos a qualquer momento que saíssemos da visão de nossos inimigos, assim os despistando.

Caso Dk tivesse alguma ideia que eu considerasse melhor e mais efetiva que a minha, eu levantaria minhas sobrancelhas impressionada pela ideia dele e falaria sorrindo com minha voz natural de sempre, já tentando esquecer meus sentimentos em relação a Haru.

– Muito bem, boa ideia, faremos do seu jeito. –

Então seguiria com as ideias de Dk fazendo o que tinha planejado de me levantar com auxilio de minha foice, ajudar Yue e seguir com as ideias do espadachim utilizando de minha furtividade para levar o grupo sem maiores problemas onde Dk me indicasse.

Objetivos:
 

Histórico:
 

Ceifamento Da Deusa Da Morte:
 

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Última edição por Fanalis B. Ria em Ter 22 Maio 2018, 13:45, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! EmptyQui 17 Maio 2018, 18:30

Eu estava com os braços cruzados, em pé e encostado na parede apoiado com meu chapéu que estava em minhas costas e um de meus pés, no caso o da perna que está ferida, para não colocar o peso de meu corpo nela, apenas na perna ainda boa. Ficava parado próximo de Ria e Yue, com um olhar um pouco vazio e para baixo em respeito à Haru que havia morrido. O clima estava tenso, não só a chuva que caia, mas também meus companheiros que estavam sem reação, eu já havia perdido pessoas antes, talvez por isso já esteja acostumado e não tenha ficado tão triste quanto Ria e Yue, a única coisa que tenho certeza é de que foram aqueles Deuses de novo, eles não conseguem me deixar em paz, sempre colocando desgraças na minha vida e tentando me deixar para baixo para me afastar de meu verdadeiro destino de ser o mais forte, preciso fazer algo a respeito disso, não posso deixar que eles me abalem, qual foi dessa vez? A Deusa Da Morte? ou seria a Deusa Da Desgraça? Não importa, eu quase nunca sei qual foi mesmo... Sequer sei onde influenciaram, talvez o próprio Savage tenha sido possuído por algum desses malditos Deuses, o pior é que isso acaba afetando os outros também, olho para Yue e percebo como ela parece triste, Ria também não parece bem e tudo por causa deles, pensaria com ódio embora minha face não demonstrasse o mesmo.
 
~~ Quando vão me deixar em paz DEUSES? QUANDO? ~~
 
Fecharia meus olhos pensando e me lembrando dos momentos que tive com Haru, não foram muitos, o que sei é que ele foi um bom homem, quer dizer, ele nunca nos fez mal diretamente e se não fosse por ele, não teríamos sequer entrado nessa coisa de acabar com os planos absurdos dos Mallone, esses planos não me afetariam diretamente, então deve ser coisa dos Mallone mesmo, afinal, os Deuses estão atrás apenas de mim, depois desse momento de reflexão, tudo que posso fazer é tentar consolar Yue, ela não deve estar acostumada com esse tipo de perda grande, para mim, ela tem dois caminhos, o caminho da vingança e o caminho da justiça que para mim, também é uma forma de vingança, mas maquiada.

~~ Precisamos sair logo daqui. ~~
 
Além de saber a verdade por trás da morte de Haru, sabia também que não posso ficar me perdendo mais ainda em meus pensamentos, na verdade, nós não podemos perder tempo aqui, o problema é que não queria interferir no luto de Yue, eu tinha uma ligação bastante especial com ela, quer dizer, ela me ensinou primeiros socorros, algo que pode ser bastante útil na minha vida e se tem algo que valorizo nesse mundo é o conhecimento e os ensinamentos para com ele. Assim que escutasse a tentativa de Ria de acalmar Yue, abriria devagar meus olhos já decidido, tentaria ajudar para que pudéssemos sair de lá rapidamente, podíamos estar muitas coisas, mas seguros não era uma delas, ainda mais depois do que havíamos acabado de fazer com a marinha e o governo e com os ferimentos havíamos ganhado desse feito. Diante disso, falaria para Yue tentando ignorar a dor que sentia para não gemer durante a fala, diria com toda a convicção e calma que possuía diante desse tipo de situação, tentando ainda soar amável para que ela me escutasse e que me desse uma brecha para entrar em seu subconsciente, acessando suas boas memórias com Haru.
 
~~ Vamos Yue, sei que você vai conseguir sair dessa. ~~
 
-Yue, eu sei como é grande a dor de perder um ente querido, é como se uma parte de você morresse junto da pessoa, mas você precisa seguir em frente guardando e continuando com as lembranças do amor e carinho que seu pai lhe fornecia, mas precisamos sair daqui.
 
Não sabia se aquelas poucos palavras seriam suficiente, mas não poderíamos ficar ali perdendo muito mais tempo, criamos o caos na mansão Mallone então deve levar algum tempo até que a marinha e o governo se estabilizem a ponto de ir atrás de piratas fugitivos, vários deles morreram ou estão feridos, mas a Deusa Da Inconveniência gosta de aprontar das suas, às vezes junta da Deusa Do Acaso, o que poderia complicar ainda mais a situação, escutando a ideia de Ria, a responderia ainda ignorando minha dor, agora mais sério, com minha voz normal.
 
-Eu pensava o mesmo, vamos sair daqui para podermos nos recuperar ao menos, assim que estivermos escondidos, podemos pensar no que fazer daqui em diante.
 
Dito isso, se Yue estivesse abalada de mais para simplesmente vir conosco, eu a pegaria pelo braço e a puxaria, se ela nos acompanhasse tranquilamente, seguiria com Ria já que ela tem facilidade para achar lugares mais discretos para passarmos, se Yue reagisse retirando seu braço, eu ficaria um pouco bravo pela reação dela, mas não demonstraria esse meu lado, falaria ainda sério, nesse momento não seria hora para brincadeiras.
 
-Então venha conosco, não vamos deixar você aqui sozinha, precisamos fazer algo a respeito de nossos ferimentos, sequer estamos conseguindo pensar direito.
 
Embora eu falasse isso, eu pelo menos, sentiria que conseguiria manter minha calma até mesmo nesse momento. Com ou sem essas palavras no caso de Yue nos acompanhar sem problemas, eu seguiria com Ria, fazendo de todas suas instruções e sinais para que a acompanhássemos pela cidade de Loguetown sem levantarmos suspeitas minhas ações. Agora com certeza seremos piratas procurados, isso é até que divertido, mas veio no pior cenário possível, bem, o que nos resta é nos adaptarmos à situação.

~~ Obrigado Deusa Da Inconveniência. Tenho certeza que quando o Mallone decidiu pular pela janela naquela hora se salvando em um trampolim que sabe-se lá de onde aqueles marinheiros tiveram aquela ideia, pondo o plano de Savage em cheque, houve seu dedo nisso. ~~
 
Eu estava com a perna ferida, mas ainda conseguia me mover, nem que fosse mancando para que não me machucasse muito, no caminho, olharia para o céu analisando o clima, antes algo bastante anormal estava ocorrendo, no caso era aquela neve, se visse um jornal jogado, o pegaria para saber o que está acontecendo no mundo, não quero me deparar com surpresas absurdas quando formos para Grand Line.
 
Se nos encontrássemos com algum marinheiro ou agente, perceberia de cara o motivo, muito provavelmente seria a Deusa Do Acaso me barrando mais uma vez de realizar meus objetivos, como se não bastasse tudo que me ocorreu, ela ainda me aprontaria uma dessas, olharia para Ria aguardando para ver o que ela faria, ela já havia convencido marinheiros antes na conversa, talvez conseguisse com algum outro que aparecesse, mas se não desse certo, não teríamos escolhas a não ser lutarmos, diria um pouco mais alto que o normal, sorrindo mesmo naquela situação precária, mas sem me exaltar.
 
-Não temos escolha, eu pego aquele.
 
Se houvesse mais de um oponente, falaria apontando para o inimigo que escolhesse já com uma de minhas katanas na mão direita e correria como conseguisse na direção de meu inimigo mais próximo portando alguma arma de corte ou nenhuma arma, tentaria ao máximo ignorar meus ferimentos obtidos na mansão, conforme me aproximasse, ficaria atento observando se ele planejaria algum ataque com minha aproximação, se não planejasse, eu faria um corte rápido o mais profundo que conseguisse em seu peito, no caso do oponente me atacar quando eu me aproximar, mudaria meu ataque para desviar o dele caso fosse sua arma ou cortar a parte do corpo no caso de um soco ou chute, assim que desviasse, se conseguisse abrir sua guarda, o finalizaria com novamente um corte diagonal no peito de cima para baixo. Se fosse apenas um adversário, não poderia deixar que ele fugisse e chamasse mais, apenas partiria para cima dele aplicando o golpe anterior.
 
Caso meu inimigo conseguisse bloquear meu ataque, eu manteria o bloqueio forçando com a minha mão direita e rapidamente puxaria minha segunda katana com a mão esquerda já tentando uma estocada em seu abdômen, se ele se esquivasse, eu aproveitaria a inércia do movimento de meu primeiro ataque para girar um corpo tentando um segundo ataque horizontal na tentativa de acertar sua cintura.
 
Se meu inimigo ou algum dos outros tentasse me atacar, eu bloquearia com minha espada em mãos a colocando contra o ataque, assim o interceptando, caso percebesse que não conseguiria e ainda não tivesse sacado minha segunda espada, a sacaria colocando ela na frente para parar o ataque adversário, se mesmo assim não conseguisse bloquear, tentaria sair de sua direção para ao menos evitar danos em órgãos vitais no caso de ele almejar algum me agachando ou me movimentando para os lados. Se eu bloqueasse o ataque e percebesse que ele quebraria minha defesa, eu daria um salto para trás durante o bloquei para conseguir me salvar.
 
Se conseguíssemos derrotar a todos ou não encontrássemos ninguém, tentaria me manter seguindo com Ria e Yue, ignorando a dor que sentia, na expectativa de chegar a casa de Haru sem que coisas absurdas que normalmente não aconteceriam, não atravessem nosso destino como tem ocorrido até agora.

OFF:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! EmptyDom 27 Maio 2018, 21:01



Loguetown!
Besta x Humano!


O caminho de volta para o bar fora mais reconfortante, sentir o calor que o manto me proporcionava era como o abraço de uma amante no ninho do amor, todavia a minha amante estava pendurada em minha cintura, minha katana afiada como sempre, pronta para as novas aventuras que  me esperavam, minha mão direita apoiada sobre o cabo da minha espada, enquanto a esquerda estava aquecida dentro do meu bolso – Eu tenho que me tornar mais forte – pensava nas minhas lutas anteriores, no rapaz de cabelo branco que eu havia derrotado, e principalmente no tritão. Se não fosse Silk em minha retaguarda, eu estaria em mais lençóis. Saber que minha vida havia sido salva por uma simples garotinha era humilhante, como eu iria conseguir minha vingança nesse estado estupido – Daqui em diante, meus oponentes serão cada vez mais fortes, eu não posso ficar para trás do TJ e do Chô, e nao posso esquecer da força daquele homem, daqui a pouco estarei no mesmo mar que ele- seus pensamentos eram jogados novamente no seu passado, na sua casa, no calor do fogo em seu rosto, e na bandeira do homem que destruiu sua família e amigos.

Finalmente havia chegado até onde havia deixados meus companheiros, tiraria meu chapéu da cabeça e limparia neve que poderia ter se acumulado sobre ele, depois o deixaria pendurado em minhas costas, bateria com as costas das minhas mãos no meu corpo para que toda a sujeira que poderia haver ali caísse ao chão. Adentraria calmamente sempre olhando ao meu redor, afinal, como Illya havia dito, nem a marinha colocaria seus pés ali e em locais assim, deixar sua guarda baixa pode ser fatal.

Procuraria sentar no mesmo local em que eu estava anteriormente, olharia para Illya buscando atenção da moça – Escudeira, desculpe a curiosidade, qual seu objetivo na Grande Line? – Eu usaria um tom amigável para começar a conversa, não queria que a moça se sentisse pressionada ou coisa do tipo. Se ela se negar a responder, eu apenas daria de ombros e voltaria minha atenção para o Urso. Entretanto se contasse sobre seu objetivo, esboçaria um leve sorriso em meus lábios – Entendo, vai dar tudo certo – ao terminar minha frase, me levantaria da cadeira e caminharia até Chô, aquele bastardo me desafiava para um duelo, que Urso astuto, sacaria a Anzol da sua bainha, acordando-a para a batalha – Você leu a minha mente Chô, eu jamais negaria um duelo para um adversário, vamos lá para fora -  daria minhas costas para o Urso e caminharia para fora do local.

- Vou tentar não te machucar muito haha, temos que roubar um barco mais tarde- eu sabia que o Urso era um oponente digno, sua batalha contra o tritão demonstrava isso, além e claro, da poderosa investida que ele havia dado no marinheiro mais cedo, o categorizava com um forte adversário, tentar tirar um pouco da sua concentração era apenas o primeiro passo daquele breve embate.


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Quando o mink saísse do estabelecimento e ficasse em posição de combate, eu não perderia tempo e começaria meu ataque, atacaria com a parte da espada que não tinha corte, até por que não teria sentido nos machucarmos. Por já ter visto Chô em combate duas vezes, eu poderia saber a velocidade dos seus ataques, minha noção de espaço tempo era meu ponto forte, com isso avançaria em linha reta usando da minha aceleração para atingir meu ápice em rapidez, quando estivesse no raio de acerto do Mink sacaria a katana com minha mão direita e saltaria para a direita prevendo alguma investida do Urso, durante o salto daria um mortal frontal e tentaria parar apenas alguns metros atrás de Chô, pousaria já rotacionando seu corpo para ficar de frente ao seu alvo.

Com a força das minhas pernas daria um impulso para bater a lado ser corte da minha katana na nuca do mink, esperando que assim ele se desequilibrasse ou até mesmo caísse para frente. Eu não queria machucar meu companheiro, mas de modo algum queria perder aquele duelo, nesse golpe focado na nuca, usaria da força dos meus músculos impulsionados pelo salto para na melhor das hipóteses nocautear temporariamente meu inimigo.

Enquanto eu avançasse, se o Mink me atacasse tentando me pegar de surpresa, frearia meu avanço e ficaria em posição defensiva, abriria minhas pernas, flexionando meus joelhos, deixaria umas distância de 3 palmos entre um pé e outro, para formar uma boa base,  elevaria meu braço direito até a altura no meu peito, de modo que a lamina ficasse a frente do meu rosto – Ele e bem maior que eu, seu alcance e força provavelmente são maiores também, tenho que atacar de perto – esperaria pelo avanço do Mink. Ele me atacando de cima ou na diagonal de cima para baixo, colaria minha katana na frente, deixá-la-ia na horizontal e jogaria a força do seu golpe para o lado, a intenção que sua lamina percorresse brevemente na parte posterior da minha katana, até que fosse expurgada para longe, tentaria não absorver o impacto com meus músculos, mas sim desviar a força para longe do ponto de impacto. Se o ataque viesse lateralmente, colocaria minha a Anzol na vertical e tentaria bloquear, desta vez tentaria absorver o impacto.

Vendo que na verdade o golpe vinha de baixo, eu tentaria saltar para trás evitando assim que sua katana me acerte, não tentaria um contra-ataque enquanto me defendia, queria tentar derrotar o Mink naquilo que ele tinha de melhor, força bruta. Durante minha investida, o mink nada fizesse, e ficasse apenas na defensiva, utilizaria meu salto para ataca-lo por tras, todavia, se o mink me atacasse durante este movimento, tentaria colocar minha katana na frente para que sua katana não acertasse meu corpo, e terminaria meu ataque acertando-lhe a nunca.


Histórico:
 

Objetivos na atual Aventura:
 

legenda:
Pensamento
Fala

Willian West

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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! EmptyQua 30 Maio 2018, 08:21

Capítulo 2.1 - Na iminência da partida


Era sabido que a Grand Line era um mar temido por muitos e almejado por tantos outros, porém TJ não tinha experiência alguma naquele misterioso e desconhecido mar, sabia apenas que teria inúmeras aventuras jamais imaginadas por aquele jovem que ainda estava descobrindo como ser após o assassinato brutal de seus pais, se recordava em certos momentos dos seus ensinamentos, tanto médicos quanto pessoais, batia aquela saudade e logo em seguida vinha o sentimento de cólera para com os assassinos, era um conflito de sentimentos que deixaria o espadachim completamente confuso sobre o que fazer e como fazer, mas algo o movia com clareza, seus companheiros, estava determinado a se tornar mais forte por eles, queria ser útil e, principalmente, ser reconhecido.
"Não sei o que acontecerá daqui para frente, mas independente do que surgir no meu caminho, se eu estiver com eles, sei que poderei enfrentar, seja o que for!" Pensaria isso enquanto manteria seu semblante sério e concentrado.

Após ter essa breve autoavaliação, o ruivo viraria suas atenções para Auster, iria para a taberna caso já não estivesse lá e a procuraria pelo local, não era preocupação com a jovem, era mais vontade de vê-la mesmo, algo tinha mexido com seu interior, não pensava ser um sentimento forte para com a garota, mas também não sabia explicar o que era, então o melhor jeito de descobrir era ficando mais tempo com ela e era isso que o médico tentaria fazer, se aproximar dela, conviver um pouco, quem sabe conhecer seu passado, sua história, estava instigado a conhecê-la melhor.
"Deve ser a bunda dela, naquele momento que fiquei na retaguarda, lembro bem daquela visão, aquilo mexeu comigo, tenho certeza" Este pensamento seria seguido de uma expressão de rosto bobo, para não dizer, tarado.

Quando a encontrasse, torcendo para que estivesse sozinha, sentaria ao seu lado caso tivesse algo para se sentar, se não, ficaria em pé mesmo, queria ter uma conversa casual, tentar se aproximar um pocuo, nada demais, tentaria não ficar olhando demais o corpo dela, focaria em seus olhos, mesmo sabendo o quão difícil seria essa tarefa, estava determinado a cumprir.
- Então Auster, será que finalmente poderemos ter uma conversa? Queria conhecer um pouco sobre você...

No caso dela estar acompanhada pela Illya, agiria da mesma forma, a diferença é que teria mais um grande motivo para focar somente nos olhos.
"Essa gorila me dá medo."
Mesmo assim, também dirigiria a palavra a grande loira, que era uma escudeira muito protetora com a jovem de cabelos azuis.
- Illya, você também, conte-me mais sobre você, vocês parecem ser grandes amigas. Diria isso após falar com Auster.

Após essa conversa com Auster e talvez Illya, seu foco mudaria para o plano que tinham utilizando a informação que a garota havia roubado, ainda haveria a preocupação de ataques coordenados por aquela mascarada do dia anterior, tinha a preocupação com Will e Chô que saíram para duelar também.
"Cerveja e mulheres aqui e eles querendo se atracar lá fora, não entendo esses caras"
Eram muitas coisas a se levar em consideração naquele momento, mas sabia que o grupo detinha informações importantes que auxiliariam e muito no sucesso do plano, o objetivo maior de TJ era roubar um barco e seguir para a Grand Line, novas aventuras estão lá só esperando para serem destrinchadas e queria aquele grupo todo junto nelas, confiava em Will e Illya para esquematizarem o plano de forma que tivessem a maior chance de sucesso possível.

Ficaria então no aguardo das decisões e do horário exato para execução do plano, manteria a calma como de costume para que nada atrapalhasse suas ações, checaria sua espada tirando-a da bainha e dando uma boa e minuciosa olhada para ver se não tinha nenhum problema com ela, depois a embanharia novamente e checaria o suporte dela, procuraria algum local com água para molhar o rosto de deixar sua mente fresca e limpa, olharia em sua mochila para contar todo material que tinha e ver se não estava faltando nada, após todo este ritual, se sentiria pronto, procuraria uma cadeira para se sentar e então pacientemente aguardaria o momento do plano.
Legenda:
 

Histórico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! EmptyQui 31 Maio 2018, 17:36


Quando se é um grande detetive você só tem certeza de duas coisas, a primeira é que independente do caso ou situação que se envolve tudo será resolvido com a mais simples das ações e pensamentos, a segunda é que você se torna uma pessoa grandiosamente reconhecida pelas suas ações, isso sem duvidas e um grande incomodo.

No momento me encontro em uma nova ilha, um horizonte novo repleto de possibilidades, com imensos mistérios aguardando minhas respostas e soluções.

Uma pena para eles, pois sou um dos melhores no que faço é sinceramente não tenho tido vontade de pegar mais peixes pequenos desde que isso não realça e demonstra todo meu potencial em sua plena magnitude e esplendor.

Eles servem apenas para gastar meu tempo precioso, momentos da minha vida que poderia preencher com coisas mais desafiadoras.

Esta é a razão de me encontrar em Loguetown, ou melhor, “ela” e a razão. Fanalis B Ria; ”A Ruiva. Responsável pela invasão da mansão do Mallone,meu caso futuro nº1 desde que iniciara meu diário,a minha porta para um novo arco como o melhor detetive do mundo.

Esta garota me chamou a atenção desde que soube de sua existência durante meu ultimo caso solucionado. Um assassinato de um Zé ninguém conhecido como Manfred Malloney, morto por Collins um ex-agente do governo a quem ofereci meu suporte e apoio.

Desde então tudo que fiz em conjunto a minha investigação, fora coletar informações necessárias que me trariam inúmeras vantagens para a operação que fui desenvolvendo visando ela.

Um plano que exigira grandes esforços e maestria, algo que não falta na grande pessoa que sou. Mas confesso independente do quão superior eu seja nada disso seria possível se tentasse me envolver sozinho.

Por sorte do destino, este detetive em particular, esta perfeitamente acompanhado, bem aqui ao meu lado durante esta longa caminhada se encontra minha primeira aprendiz e meu orgulho de discípula Emma Katterson.

Uma felina de idade desconhecida, sem duvidas uma criança devido a sua personalidade ingênua e imatura, porem cheia de lealdade e compressão, seguindo minhas ordens sem questionamento embora com duvidas remanescentes em determinados momentos.

Encarreguei-me de ensina-la tudo que sei para transmitir um futuro glorioso em nossa profissão invejada.

Em acréscimo temos Jeanne;Alfred e Harima, alguns revolucionários que tive prazer de conhecer.Esculpi cada um deles com uma tarefa única é indispensável.

Para os dois colegas algo simples e sem dificuldades, simplesmente reúna todos os revolucionários que estariam se encontrando aqui para nos auxiliar nesta grande missão.

Agora para minha cara amante de jogatinas, jamais questionei sua inteligência, embora suas ações sejam um pensamento a parte. Como sei do potencial que ela possui, nada melhor do que deixar Jeanne responsável por encontrar, convencer e garantir a presença da Ruiva no porto no momento desejado para a realização dos acontecimentos.

Afinal se não houver o envolvimento da principal peça neste imenso esquema, perderíamos as chances de sucesso muito antes de começarmos.

O que me faz lembrar que estou me distraindo demais enquanto devia estar procurando as partes remanescentes:

- Vamos vamos Emma,precisamos encontrar o quartel general da marinha,o quanto antes reunirmos uma escolta pessoal para aqueles artistas, mas seguro estarei comigo mesmo,embora independente do que aconteça as coisas sairão como devem ser,desde que fui eu a desenvolver este magnífico plano,ririririri.

Daria uma pequena afagada na cabeça da garota, isso esta começando a se tornar um habito, mas demonstra ser bem efetivo para adquirir sua atenção, continuaria caminhando depressa, procurando o edifício, olharia para ambos os lados e para alem das avenidas.

Se por acaso sentisse que chegaria a lugar nenhum com minha teimosia, avançaria na primeira pessoa que encontrasse com um ritmo agitado e uma voz esbanjando pressa e orgulho misturado:

- Com licença sinta se honrado por ser parado por mim o grande detetive Rimuru. Poderia me informar as direções exatas para que possa chegar no quartel da justiça,governado por marinheiros?  

Concluído minha sentença  e esperando minha resposta,no momento que a recebesse pegaria as mãos de minha colega indo adiante sem pestanejar  ou agradecer,minhas palavras não se fazem necessárias para esse individuo no momento,sei que ele estará se sentindo grato por ter me guiado:

- Sabe minha cara, embora esteja com grande entusiasmo para realizar as coisas logo, não se da ao fato de gostar deste lugar, o contrario seria uma resposta valida se acreditar em minhas sinceras palavras, odeio marinheiros, tudo o que eles chamam de justiça, isso nunca se provou verdade em nenhum dos meus anos de vida. Comentaria com Emma ao mesmo tempo em que faria questão de apenas ela ser capaz de ouvir tal pronuncia.

- Alias tente não levar minhas palavras muito a serio quando chegarmos,serei capaz de mentir quando estivermos por la então se conseguir manter a discrição ficarei grato.

Esperaria avistar o local em questão e me dirigiria ao mural de procurados se tivesse um, recolheria um cartaz de recompensa de cada para poder analisa-los com calma em uma tarde um pouco alem.

Com isso em passos leves e relaxados, disfarçaria a minha agitação anterior começando a demonstrar certo toque de gala e refinamento. Se eu queria uma escolta digna de artistas, não devo manchar a reputação dos membros da trupe.

Classe define caráter em momentos como esse, esta na hora de brincar com as palavras e convence-los com afinco.

- Ola, estou aqui a serviço de um grande evento, uma apresentação como nunca antes feita e não tenho duvidas, somente a certeza que você e a pessoa mais qualificada para este tipo de serviço, sem nenhuma suspeita de que com sua ajuda estarei mais do que satisfeito com o resultado esperado.

Duvido que estarei, no entanto marinheiros sempre gostam de um pouco de bajulação ou comentários que alimentem o seu ego, acho ridículo o fato de eles proclamarem para todos ao seu redor algo que eles não são de verdade, que tipo de idiota faz uma coisa dessas?

- Como pode ver sou um membro importante de uma equipe de artistas inusitada, originaria da magnífica ilha cheia de iguarias que apenas Conomi pode oferecer.Estou aqui para solicitar uma escolta e proteção dos seus membros mais ativos e dispostos, tudo para a segurança de nossos telespectadores.

Esse pode ser o momento perfeito para conseguir informações sobre aqueles marinheiros do jornal, quem sabe ele é capaz de me passar alguns detalhes que eu possa vir a acrescentar em meu diário,deixa eu encaixar este assunto na conversa sem que eu pareça suspeito:

- Li no jornal recentemente falando sobre alguns recrutas interessantes, se me lembro bem são Aliphesse;Lynn;Kariel Catherine e Drake.Será que eles estão disponíveis para o momento?

Se a resposta fosse negativa olharia para meus próprios pés fingindo estar cabisbaixo quando na verdade era mais do que a resposta do que esperava seguindo então com minhas reais intenções sobre o assunto:

- E uma pena, pois realmente cheguei a gostar deles pela historia,será que não podia ao menos contar para um humilde fan, mas coisas a respeito de seus ídolos?

Aguardaria para ouvir tudo o que ela tivesse a me dizer assim como esperaria uma escolta para minha equipe de artistas, que embora não estejam cientes de muitas coisas vão ficar mais do que tranquilos com certa proteção que lhe aguardam.

Se dinheiro fosse necessário procuraria arrumar um desconto na transação especulando da seguinte maneira:

- Que tal eu pagar metade do preço pelos serviços?Afinal somos uma companhia altamente reconhecida pelo mercado,se aceitarem nos ajudar estarão garantindo uma reputação mais do que desejável por muitos.Algo que quebraria o galho se planejam ofuscar a imagem estabelecida pela revolução não é verdade?

Caso a escolta tivesse em torno de dois membros ou acima de dez membros discutiria:

- Uma quantidade inadequada para a situação atual, desejo que reconsidere e pense com eficácia para que nenhuma das partes seja prejudicada, estamos falando de um serviço importante.

Para o caso de a escolta ser negada ou mal interpretada tentaria ferir o orgulho de seus funcionários com palavras de tom frio e precisas em seu conteúdo:

- Acredito que tenha perdido meu tempo aqui,pensar que a alguns momentos atrás acreditava na verdadeira justiça, pois bem se isso e tudo que a fenomenal marinha pode fazer pelo seu povo, procurarei a proteção em um lugar mais adequado com pessoas dispostas a trabalharem pelo bem de seus moradores. E então sairia com um sorriso bobo no rosto esperando ser chamado de volta, mesmo que isso não ocorra.

Caso a escolta fosse a mim apresentada, esperaria saber seus nomes, ocupações e demais detalhes que pudessem a ser transmitidos para mim, faria um leve carinho no queixo de Emma com minha ultima opinião para a ocasião:

- Acho que temos tudo o que precisamos ate o momento. Piscaria de leve com o olho esquerdo dando um sorriso satisfeito.

Objetivo da aventura::
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! EmptyQui 31 Maio 2018, 17:40




Desgosto de apresentações, no entanto, depois de muito tempo hei de despir-me de tal imagem que rogam sobre mim, portanto, serei breve, fá-lo-ei galgar por esta pequena parte da minha vida. Sou Chô, filho de um bom samaritano, é o que diziam sobre além de seresteiro, nunca cheguei a conhecê-lo senão por descrições subjetivas, minha parteira despiu cedo o casulo vital, morreu pouco depois de dar a luz, nada indiferente até então para um clichê. Punge-me a alcunha de Aberração, ganhei-o durante a minha estadia, ou deveria dizer penitência, naquele vilarejo.

Torno ao presente, onde se fará boa parte de meus relatos, em suma, prefiro o papel, mas que posso fazer se faz parte da minha rotina? Feixes de memória salpicam a minha mente a cada instante, não me deleito de descanso, penso que não tarda para que estas me consumam, ainda sigo são, invicto nessa peleja, mas por quanto tempo? penso. Banho-me destas memórias sórdidas, mas ninguém culpo senão a mim, se fosse forte quando preciso, nenhum trauma teria sofrido.

O frescor me apartou do delírio, este devaneio que me queixo e me apresento, tardei a me acostumar com esse mundo, mas agora que aprendi aos anseios humanos, farto-me destes mimos. Estava murcho, pendi-me para o desespero fitando ao ocaso, desacredito encontrar o que humanos chamam de amor, e sinceramente, me senti desconfortável frente a essas novas companhias, abraçou-me uma profunda angústia, em meu delírio mais sórdido, cogitei tomar uma posição ofensiva, por pouco não bradei buscar no mais fundo da carne o visco rubro.

Segui meu rumo nesta barca, sozinho, encontrei desatinado fim da minha amargura no álcool, o gosto que me saboreio vindo do fundo do frescor mais caseiro, buscava naquela garrafa o gosto da vida que eu tinha, repulso as memórias, mas aquele frio e as doses fulminantes que molhavam minha garganta são as únicas partes de minha memória que orgulha-me a finta da lembrança. O pitoresco sabor me fizera alucinar, tardei para quebrar ao ocaso que me prendia no fundo estado de loucura, não, eu não gosto de licor, esqueça que de palavras garbosas e caprichosas o descrevi, renovei, estou lúcido para dizer que minha preferência se baseia na pura Vodka.

Desembarquei as esperanças naquela peleja, em minha concepção oriunda e mórbida, era uma busca em desespero para a aceitação, julga-me como quiser, reconheço aos meus problemas de aceitação, ser amado para alguém que nunca teve nem mesmo a família presente, a mãe que morreu, o pai que vivia desatinado vagando pelas ruas mórbidas de um antigo complexo, ora tocava suas modinhas em casas noturnas, ora estava largado pelos milharais sendo expulso a chumbo e aço pelos agricultores; era um amante, homem de uma noite que não acolhia a responsabilidades, e é nesse ponto que talvez exponho-te minha mais sádica teoria, que me julguem, tenho meus motivos e provas para acreditar que minha progenitora era uma meretriz.

Fitei-o cândido, crédulo aos leigos, com o tempo eu aprendia lidar com minha afobação e, principalmente, com as distrações, talvez fruto do pensamento de um roliço que atribuía grande valor aos pelos do buço, reluto ao citá-lo, mas sua política de busca a perfeição me moldou, senti-me completamente lúcido e confortável com a espada na mão, é o único instante que me dispenso mentalmente de assuntos triviais e devaneios. Acolhi o frio que fazia, beijando ao meu pelo, aqueles flocos brancos que estavam por compor todo o céu como uma linda dança, eles caiam despojando sua graça sobre o local pintava ao ambiente de branco pouco a pouco, suspirei profundamente antes de me sentir pronto para começar.

Encontro-me adepto, fardado, a profunda perdição, gasto meu tempo fazendo o que sei de melhor, lutando, portanto, chamei-o. Atribuo um valor mais profundo ao combate iminente, mas enxergue como rivalidade entre companheiros, eu mesmo o faço quando quero acreditar que não tenho escrúpulos, acredito não ter propósito maior senão lutar, o homem me criou assim.

Ousei – Não vá se achando Marimo! Só por que conseguiu domar aquela Mulher Gorila não quer dizer que vai ser a mesma coisa comigo! HAHA! – Senti um alívios profundo ao indagar, tirava um peso que fardava, ao passo, senti que provocando aumentaria minha moral, resultou, pois o gracejo realçava meu lado humorístico, consequentemente, fico mais a vontade em uma situação de tensão.

A lâmina reluziu, colocada acima do obro de modo a trazer a luz que caia do céu, tentara refletir esta aos olhos de Will em meio a sua investida. A noção exata do tempo podia dar uma previsão de tempo de chegada, assim como perfeitamente sabia a posição do sol, mesmo que coberto pelas nuvens, ainda era capaz e iluminar ao céu, quem sabe a luz não fosse forte o bastante para ofuscar o rapaz, neste caso, aguardaria até que o oponente estivesse próximo, ouvindo aos batimentos do coração e assimilando com os passos, um por um esperou até o momento certo, que estivesse bem próximo para ouvir sua respiração, nesse momento e ainda naquela posição, investiria rotacionando 360º para cima do rapaz, bateria com a parte não cortante da lâmina, minha a intenção seria apenas de desestabilizar e/ou atirá-lo para trás.

Caso impossível acompanhar ou atacar, manteria minha guarda levantada, com a espada ainda a frente do corpo tentando bloquear os golpes.

Histórico:
 


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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! EmptySex 01 Jun 2018, 03:26

Os piratas da ruiva: 01


Ria e Dk


Não apenas seus corpos estavam feridos, como também estavam seus corações e suas mentes a traição ao qual haviam sofrido era imperdoável, injustificável  e talvez o mais difícil fosse encontrar a força para que pudessem  ser firmes a frente da médica ao qual havia perdido o pai em uma execução fria e totalmente indigna a quem um dia ele pode ter sido, a razão havia sido difícil para que Yue pudesse tomar o lado mais racional ao invés de ser consumida pela emoção ali naquele momento. Dk poderia culpar os deuses, mas a garota naquele momento só poderia culpar ao homem que havia sido responsável pela sua perda  e o mesmo talvez também fosse verdade para a Ruiva.

Ambos ali ouviram um choro tímido, profundamente carregado de dor da garota que claramente tentava parecer forte, por mais que o seu mundo pudesse estar desabando em seu interior, em seus olhos azuis era possível para Ria observar quando ela havia a olhado que pelo menos naquele momento o brilho de seu olhar havia se tornado opaco, mas pelas suas mãos que esfregaram-se rapidamente para limpar as lágrimas a frente de seus olhos e ao rosto forçadamente colocado como sem expressão era possível ver que ela estava lutando ali para ficar firme e não se deixar cair por completo pela dor da perda, ao ouvir o plano dos dois, assim como suas palavras ela concordaria com a cabeça, ainda que claramente não pudesse sorrir tão facilmente, mesmo que ambos pudessem notar que a luz que eles jogavam sobre ela com suas atitudes era o que a impedia de mergulhar no desespero da situação. A moça havia se colocado enfim em uma posição mais firme, onde o trio ali poderia partir na direção da pequena clínica e talvez ali o silêncio pudesse fazer com que a caminhada deles parecesse durar mais e naquele momento talvez o tempo fosse o melhor remédio para que a dor pudesse ser transformada no combustível para que a jovem pudesse ter uma atitude similar a mulher que almejava se tornar a Rainha dos piratas ou ao excêntrico rapaz, estavam preparados para o combate e devem sim estar sempre alertas, mesmo que não soubessem por inteiro o prêmio que havia sobre suas próprias cabeças, loguetown para muitos era a cidade do inicio de muitos sonhos, pois dali partiriam todos aqueles com sonho de pirataria para enfrentar a Reverse Mountain em direção as suas ambições que se encontravam na grandiosa Grand Line, que era ali alvo de muitos contos infantis tanto lúdicos que estimulavam a imaginação das crianças, como também aqueles que envolviam romances, tragédias, aventuras e  horrores, para aqueles que ainda se interessavam por esse tipo de entretenimento, também era ali a cidade do fim, para aqueles que nas rondas de Kettleback acabavam sendo capturados ou para todos que tivessem precocemente tirados de si a possibilidade de avançar. Ainda que fosse cheia de significados, ali eles tinham de lidar com algo real que eram seus ferimentos e os planos para como eles fariam para prosseguir e pouco a pouco sobre as gélidas ruas da ilha eles poderiam ver todo tipo de pessoa, dos mais humildes aos mais esnobes, dos mais pouco agraciados pela beleza até os mais belos, assim como pessoas que poderiam parecer piratas e eventualmente marinheiros fardados, mas desde que eles não chamassem a atenção para si, acabariam ali sendo ignorados naquele momento. A estrutura da própria cidade era muito diferente de Conomi e talvez seus olhos pudessem apreciar um pouco disso, enquanto caminhavam a distração no fim talvez fosse positiva em meio aos sentimentos que poderiam estar lhes corroendo naquele momento e até mesmo para que a dor física pudesse lhes afligir menos, eventualmente eles acabariam a frente da clínica ao qual um dia pertenceu ao pai de Yue, parecia ser uma construção bem grande para um espaço onde ele atendia a grande massa em um portão antigo de um tom que fácilmente o destacava das demais construções ao redor devido ao tom escuro da madeira, havia uma placa com um sinal de cruz vermelha pendurado do lado de fora na parte superior da porta, com a corda gasta e o fundo que um dia já havia sido branco, mas pela má qualidade da tinta ou pelo próprio tempo, já mostrava-se bem manchado e desgastado.

Yue simplesmente giraria a grande maçaneta que ali havia e um barulho alto de rangido de madeira velho era ouvido, na mesma proporção em que ela empurrou a porta, como uma clínica pública não era exatamente uma surpresa que estivesse aberta. O ambiente no entanto não era exatamente agradável aos olhos, o chão tinha também uma madeira escura e todo o ambiente era tão gélido quanto o lado de fora, haviam papéis jogados e várias manchas espalhadas pelo piso e sobre algumas das macas haviam pessoas com uma aparência zumbiforme ao qual claramente já não tinham mais vida, no entanto o cheiro do ambiente não era de podridão ou de sangue mas um cheiro forte químico de xarope, Yue os chamaria para que eles pudessem entrar com um sinal de mãos e caso adentrassem poderiam ver uma estrutura mais gótica quanto a decoração em um ambiente que refletia bem a cruél realidade de um lugar como aquele.
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Yue iria mais ao fundo, deixando com que a dupla ali pudesse ficar livre e o seu silêncio talvez só não fosse mais tenebroso naquele lugar do que os corpos que estavam ali, algo que talvez Dk reconhecesse como materiais de estudo já envoltos de formol para que não pudessem se decompor mais, assim como também explicaria o motivo do local ser tão frio quanto o lado de fora. Caso eles decidissem explorar enquanto ela ia aos fundos, poderiam ver alguns livros e cadeiras de coloração negra, para que pudessem esperar sentados. A garota então voltaria com os materiais necessários para que ela pudesse ajudá-los ao tratá-los de suas feridas, aproveitando para também trocar possíveis curativos ou higienizar os ferimentos, mesmo os já previamente tratados e era notável que a garota evitava olhar em seus olhos, apesar de que talvez fosse capaz de responder caso eles tivessem dúvidas. Não haviam muitas roupas que eles pudessem sentir-se a vontade para usar, que não fosem alguns casacos bem grossos que estavam mais ao fundo da sala, que poderia ajudá-los com o frio e talvez até mesmo com disfarces, daquele ponto estavam em uma posição segura, onde poderiam conversar e pensar melhor em qual seria o próximo passo.





Will,Tj e Cho








Will carregou consigo a vontade de ser mais forte as batalhas anteriores e possíveis dificuldades envolvidas haviam reforçado esse desejo em seu peito, fosse por ele almejar muito mais do que hoje era capaz de alcançar ou simplesmente para que pudesse não ser novamente encurralado, talvez em relação ao mundo fosse uma visão simples de se ter uma vez que quanto maior é a altura da escalada mais difíceis serão os próximos degraus mas o moreno não estava sozinho, tinha parceiros que não só poderiam ajudá-lo em sua empreitada pelo poder, como também poderiam agir como rivais de modo que juntos, poderiam alcançar um novo patamar. Seu caminhar até a instalação era deveras cautelosa, quase como se esperasse o bote de uma cobra ou algo do tipo, o alerta ali poderia tê-lo deixado desconfortável além do que deveria sentir-se e isso provavelmente seria visível aos demais que o acompanhassem caso pudessem focar-se no rapaz.

Do outro lado, Havia Tj que em um primeiro momento havia revivido sentimentos que poderiam trazê-lo grande nostalgia, fúria e por fim poderia guiá-lo para uma direção mais interna, onde ele poderia ali refletir melhor sobre ele mesmo, sobre o mundo que o cercava e por fim, sobre os cavalheiros que lhe acompanhavam, sobre o futuro e o que poderia esperar del. O jovem naquela mesma situação, tinha uma visão completamente diferente, de Will assim como também tinha prioridades diferentes na decisão de adentrar ao bar, sua visão sobre ambos os companheiros não era de rivalidade, mas sim de união e esse era um sentimento que para uns talvez pudesse parecer covarde, ainda que de fato o mostrasse mais sensato, há um limite do quanto se pode prosseguir só, ou ao menos essa é a crença popular ao qual dificilmente se pode apresentar uma idéia adversa. Seus motivos poderiam ser vistos por muitos como profundamente luxuriosos quando ali havia se dirigido ao bar atrás de Auster.


Nessa mesma cena, havia o Mink que destacava-se aos olhos daqueles que pudessem dirigir o olhar em sua direção, sua pelugem única assim como o seu grande porte por si só o fariam único, assim como também a sua mente, guiado pelo próprio espírito da mudança um gigantesco repertório de pensamentos poderiam percorrer pela sua mente sobre os mais diversos assuntos dos quais o fariam uma pessoa muito mais complexa como um todo de se entender do que alguém simples que vê no poder o seu caminho, assim como aquele que era guiado pelos sentimentos carnais ao adentrar aquele bar, de algum modo Cho havia se unido ao grupo que ali era incomum sobre outras circunstâncias.


A visão que eles tiveram do ambiente não fugia do que se esperava de um lugar do tipo o chão era feito de madeira e a temperatura era muito mais convidativa do que a ventania que se dava ao lado de fora e isso se devia a grande concentração de calor humano que o local tinha, devido a grande parte das mesas já estarem ocupadas mas, seria inocência atribuir a apenas essa característica o calor, havia uma grande lareira ao qual mais próximos se encontravam algumas pessoas que haviam chegado antes deles, para que pudessem aquecer-se um pouco mais. Para grupo no entanto não havia muitas opções devido a forma como o local estava ambientado para que pudessem escolher seus lugares e isso acabou fazendo com que naquele momento acabassem se reunindo em uma mesma mesa ao qual dividiriam o espaço por determinado tempo, não havia muito tempo até que o anunciado navio pudesse aportar naquela cidade e o grupo precisasse agir, mas ainda assim era tempo o suficiente para que eles pudessem ali naquele momento terem uma conversa um pouco mais casual. Tj que havia adentrado em busca da própria auster, dentro de sua tímida perversão questionava seus sentimentos em relação a mulher de aparência que aos seus olhos era estonteante, em especial pela sua própria perspectiva ao se olhar por trás.

Talvez fosse o clima, ou talvez o próprio ruivo pudesse estar muito animado, mas poderia jurar que a garota que estava sentada ao seu lado hoje em especial lhe parecia mais agradável ainda de se olhar, sua própria postura estava ereta e o seu olhar poderia até mesmo ser interpretado como profundo dependendo do que a imaginação do ruivo o pudesse levar quando ela ali havia prestado atenção em suas palavras e uma reação facilmente interpretada como positiva poderia ali ser vivenciada pelo rapaz, no momento em que ela levou a mão direita a ajeitar seus cabelos azulados para trás da orelha deixando seu próprio rosto muito mais visível.

-Podemos? Sim, podemos. Talvez não tenhamos muito tempo até que o navio chegue mas, devemos aproveitar de alguma forma, não? Haha não é como se com as informações que temos pudéssemos nos reunir e formular alguma estratégia que seja totalmente sólida, sabemos sobre o horário mas pouco sobre a força de defesa.Bom… Eu e Ilya acabamos nos tornando amigas em uma situação bem improvável, talvez até improvável demais para que pessoas tão diferentes possam se dar tão bem mas isso são detalhes… E você? Por qual motivo houve o súbito interesse?

Na voz da moça, era possível para que aqueles que estivessem sobre a mesa notarem um ar doce em sua voz que não era de forma nenhuma agressiva aos ouvidos, sua própria risada, também poderia ali trazer um tom levemente mais descontraído a tensão que ali poderia existir.

Do outro lado da mesma mesa, havia Illya a jovem loira de uma aparência forte e singular era questionada por Will sobre quais eram seus objetivos na Grand Line colocou de forma bruta ambas  os braços sobre a mesa, fazendo um pequeno barulho na madeira, enquanto seu olhar se dirigiu ali a  Tj e Auster que conversavam do outro lado, enquanto ela ainda falava.


-Não especificamente na Grand Line, mas em um lugar dela, há alguém que eu preciso apagar.

O tom da moça era rústico e forte e a forma como ela tencionou o próprio rosto e fechou os punhos como se estivessem sobre a garganta de alguém, poderiam ali ser uma pista boa o suficiente para que ali não se insistisse muito no assunto. E isso levou Cho e Will a tomarem uma decisão que aos olhos não só do ruivo como das próprias garotas ali faria pouco sentido uma vez que eles poderiam estar sendo levianos demais frente ao que poderiam ali enfrentar para roubar o barco, e quem havia de culpar eles? Suas próprias determinações estavam ali envoltas naquele combate e o futuro, havia ainda de chegar para que se preocupasse de algo que teoricamente deveria ser fácil.No lado de dentro o ruivo ficaria “só” com as duas garotas naquela mesa, por mais que o ambiente barulhento pudesse ali não ser exatamente o mais romântico, era uma oportunidade de ouro para que ele pudesse se entreter até o horário do saque do navio.

Quando ambos estavam novamente do lado de fora o frio intenso poderia ser sentido, por mais que as roupas pudessem ajudar o choque térmico ainda ocorria, o espadachim moreno havia se preparado em uma posição que lhe conferia poucas aberturas aguardando o avanço do urso, por respeitar a força de seu oponente ali o rapaz havia considerado o maior alcance que o Mink tinha em relação  a ele mas dentro de seu avanço a vantagem acabou se dando ao Mink que em seu avanço havia aproveitado do ambiente ao seu favor ao usar da luz solar para lhe conferir a vantagem na primeira movimentação, algo que forçou Will a bloquear de uma forma pouco eficiente, fazendo com que ele pudesse bloquear a lâmina mas fosse jogado para trás, em uma posição vulnerável para caso eles desejassem continuar com aquele combate.

Se a simples troca de golpes que naquele momento havia favorecido o ursídeo em uma vantagem simplesmente moral, uma vez que o combate real não  pudesse se dar o resultado apenas pelo primeiro movimento eles teriam ainda um certo tempo até que pudessem chegar ao local ao qual Illya e Auster poderiam guiá-los para que eles pudessem prosseguir com seu plano, no entanto para isso a dupla agora deveria novamente adentrar o local, em busca do trio que provavelmente ainda se encontraria na mesma mesa.

                 
Rimuru

Aquele que dizia ser o maior detetive do mundo havia aportado em loguetown a não muito tempo, trazendo consigo uma trupe composta por vários “artistas” dos quais poderiam ali ajudá-lo em todo seu estratagema ao qual planejou trazer a ilha, seu alvo? Sem dúvidas era a ruiva, responsável pela invasão da mansão Mallone, o primeiro de talvez muitos casos ao qual em seu diário mantinha registro, um caso que não havia chamado atenção o suficiente para que outras forças pudessem investigar o que faria fácil para que se pudesse pressupor pela brilhante mente de Rimmuru que não deveria ser ali um homem de muita importância.

O rapaz no entanto não estava apenas com uma trupe que tinha objetivos em comum mas, em especial havia ali a sua ajudante, uma Mink que por sua ingenuidade era fácil supor que se tratava de uma criança. Haviam ali outros nomes que eram notórios para que se tomasse nota e esses eram Jeane, Harima e Alfred todos eles encarregados de papéis únicos dentro do plano que haviam criado, era ali supostamente o disfarce  perfeito, nenhum deles tinha a visibilidade para que pudessem suspeitar, haviam vindo de uma outra ilha conhecida por sua cultura exótica e o que mais poderia se esperar de um barco de “ artistas” como aquele? O clima não era inicialmente muito agradável pelo forte vento seguido da neve que perturbadoramente ainda caiu sobre loguetown no horário ao qual ele havia chegado, com sua eloquente chamada a Mink rapidamente havia ali levantado suas orelhas enquanto seu olhar havia se direcionado ao seu tutor em profunda admiração.

Em resposta ao afago a cabeça, a pequena garota ali havia respondido de forma graciosa ao aproveitar o toque que era dado a ela e era possível ver pelo seu rabo ao qual tomava uma postura levemente mais ereta de que aquilo havia a agradado.
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Se aquilo pudesse virar um hábito ou não o que se podia perceber é que a reação de Emma era positiva, não havia na inocente garota o porquê agir de forma diferente ao carinho de seu tutor. Eles não teriam muita dificuldade, mesmo que fosse a sua primeira vez em loguetown a localizar onde deveria ser o QG, o que talvez viesse dos bons instintos de detetive ou pela explicação bem lógica de que aquele era certamente o maior QG do East blue e seria fácil saber qual das duas Rimuru provavelmente seguiria.Enquanto caminhavam no entanto, eles teriam tempo para que pudessem conversar e até mesmo aproveitar a passagem e era possível que se notasse facilmente caso  fosse observador que  as cores encantavam a Mink que inocentemente aproveitou ali cada momento que pôde até que sua atenção fosse levada a quem havia a trazido até ali, inclinando levemente a sua cabeça de forma  que sua orelha direita se dobrou levemente enquanto ela dirigiu um olhar aos olhos de Rimuru em plena dúvida em relação a sua afirmação.

-Eles são malvados Nya? Se você diz, provavelmente você tem razão, Emma irá apenas ouvir.


Completou a mink em um doce tom de dúvida em uma voz que também não era muito alta, onde o seu rabo acabaria se dobrando levemente fazendo com que parecesse uma interrogação, enquanto ela fecharia seus olhos e levadia uma das mãos ao lábio inferior, enquanto falou e abaixou levemente a cabeça.
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Não havia exatamente a mostra um local com cartazes de procurado na parte exterior daquele QG, talvez não pela negligência mas pelo próprio clima ao qual tornava impossível para que se pudesse fixar cartazes sem que fossem estragados ali por muito tempo, e na frente do grandioso QG ao qual agora se encontravam, havia um homem de pele morena e cabelos brancos, olhos esverdeados alto e de uma aparência que aos olhos era muito chamativa, sua postura era nobre e o seu olhar inspirava confiança, de modo que antes que pudessem dizer algo, talvez ali pudessem sentir-se levemente intimidados pelo homem que os olhava de cima naquele momento enquanto se aproximavam.
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Desconfiado em relação ao que o rapaz lhe disse, sua sobrancelha arquearia levemente, enquanto ele olhou bem para os dois e a aparência jovial e andrógina do detetive, por um momento o faria pensar ao escolher bem as palavras para responder ali apropriadamente o rapaz que se diria o responsável por um grande evento.

-Grande evento? Eu não fui avisado de algo do tipo, você teria um panfleto ou algo do tipo para que eu pudesse checar melhor os dados?Não é que seja má vontade minha ou eu duvide de algo do tipo, ainda mais considerando que vocês vieram do local de onde eu nasci, então eu gostaria sim de colaborar. A marinha não é uma empresa particular onde você possa contratar seguranças, mas se você tiver pelo menos alguma coisa além de suas palavras para que eu possa levar a algum superior, prometo a vocês dois que eu conseguirei uma boa força para garantir que vocês possam fazer um bom show.

Completaria em um tom extremamente tranquilo, enquanto gesticulava com uma de suas mãos, enquanto a outra estaria na cintura, nesse momento pela própria postura do rapaz, era possível ver que abaixo de sua mão havia um coldre onde havia alguma arma ao qual não poderia identificar remotamente, seu olhar no entanto era penetrante a um ponto ao qual manter a postura não seria fácil, especialmente para Emma que nesse momento carregava consigo uma feição de culpa enorme ao qual a fez olhar para baixo para evitar estragar o plano que eles tinham ali. Talvez demorasse um tempo até que o rapaz pudesse obter a sua resposta, visto que ele falaria sobre outro assunto, que talvez desviasse um pouco a sua atenção e ganharia ali tempo para que Rimuru pudesse convencê-lo, algo que ele poderia muito bem fazer caso conseguisse sair daquela pequena situação, não era algo que valia a pena desistir. Sobre os recrutas era possível ver um sorriso no rosto do rapaz, como se tivesse certo orgulho.

- Oh, vejo que vocês são muito bem informados, devo mesmo dizer que talvez sejam entusiastas da marinha?Se esse for o caso, talvez se vocês oferecerem um bom desconto ao show que forem apresentar, eu também vá conseguir algo lá dentro, mas você teria de esperar aqui por uma resposta minha, de qualquer forma, na verdade… Acho que não teria problema deixá-los pelo menos no saguão, esperar nesse frio é crueldade. Bom, eu sinto muito em informá-lo mas, eles partiram para a Grand Line onde os talentos deles poderiam ser melhor usados, eu não sei muito más certamente foi um grupinho que mesmo ficando pouco tempo conseguiu marcar muito a vida de alguns civis e de algumas pessoas que tiveram contato com eles, inclusive eles foram bem corajosos, quando chamaram para junto deles o próprio anjo da morte, já ouviu falar?Aliás, sou o sargento Yama.

O tom aparentemente frio e assustador do rapaz, logo se deu a uma realidade bem receptiva, se ele soubesse apertar os botões certos, não demoraria para que seu plano pudesse ser botado em prática o quanto antes. Se Rimuru pudesse lhe entregar um panfleto ou material que levasse o nome do espetáculo ou apresentasse o grupo de forma a oferecer ingressos ou descontos para a Marina local, ele teria acesso ao saguão da marinha e com sorte o rapaz poderia ali conseguir-lhe o grupo que ele queria para a finalidade desejada. Se essa fosse a sua rota escolhida, ele poderia ver no interior do saguão ao qual era muito mais quente do que o lado de fora pequenas cadeiras, onde eles poderiam esperar e o rapaz ofereceria a eles a oportunidade de que eles pudessem tomar café no refeitório enquanto esperavam, como eram apenas dois, fácilmente poderiam se passar por recrutas e comer uma boa refeição, enquanto tudo poderia correr para o bem ou para uma futura negação, de qualquer forma não tinham nada a perder, já que ainda era bem cedo, se estivesse disposto a ouvir sobre a lenda do anjo da morte,Yama demoraria um pouco mais para que pudesse ir correr atrás dos interesses da dupla, porém talvez com isso o diário daquele detetive poderia ficar mais completo.

Caso não houvesse vontade sua real de conseguir algo além de perder tempo do marinheiro que havia lhe oferecido caminhos para que ele conseguisse sua escolta e ele não apresentasse alternativas para que o rapaz pudesse ajudá-lo, restaria a ele simplesmente seguir seu próprio caminho, algo que deixaria o moreno bem chateado, mas incapaz de tomar qualquer atitude para ajudar que o teatro de sua ilha pudesse crescer, ele não tinha poder o suficiente para ele mesmo ir ou para convocar pessoas sem que pudesse passar por aprovação.



Histórico:
 





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Última edição por Alipheese em Sex 01 Jun 2018, 05:27, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! EmptySex 01 Jun 2018, 05:21


Clínica Dos Horrores! A Aventura Continua!



Aquele clima estranho e tenso não havia passado ainda, na verdade, sequer tivemos tempo de digerir o que havia ocorrido, Savage havia tirado algo de Yue e tirando algo dela, ele conseguiu tirar algo de mim, como ele ousou deixar minha companheira nesse estado, essas são coisas que eu quero resolver o mais rápido possível, afinal, ele me traiu em mais de um sentido, eu o ajudei em seu plano da melhor forma possível e o que recebi em troca foi uma traição absurda de sua parte, matar o pai de Yue e fugir com o tesouro que arriscamos nossas vidas sem repartir foi uma das coisas mais baixas que já presenciei na vida. A única pista que tenho sobre aquele arruaceiro é que está indo para o farol, se é assim, irei até lá confrontá-lo, ninguém que mexa com meus companheiros sairá impune assim tão facilmente. No caminho que fazia até a clínica que outrora pertencera à Haru e agora não passava de um prédio largado ao próprio tempo, ficava pensativa enquanto andava sem chamar atenção para mim mesma ou meu grupo, hora ou outra dava um sorriso ao pensar em meus objetivos.

“De um jeito ou de outro, vou acabar com Savage e seja lá quais seja seus planos, não vou deixar alguém que traiu minha confiança e deixou Yue nesse estado andando por aí livremente.

Logo depois de nos tratarmos e descansarmos um pouco, imagino que o melhor seja ir para o porto e de algum jeito encontrar uma tripulação e um navio para partirmos para a Grand Line, assim começando nossas aventuras, é uma pena, mas nossa canhoneira não chegará nem perto de aguentar um confronto direto com Savage.

Loguetown é uma ilha que pelas histórias e o que vi até agora se encontra lotada de piratas, não deve ser difícil encontrar alguns tripulantes, no pior dos casos, partimos apenas nós três e vemos no que vai dar. Outra coisa que me preocupa são os recursos, tenho apenas 2.500 berries no bolso, talvez seja hora de começar a pensar em um jeito de conseguir muito dinheiro de uma vez só, uma hora ou outra, vou precisar de dinheiro para comprar matérias para forjar algumas armas decentes para usarmos, essas atuais nos serviram bem até agora, mas são muito mal acabadas, desse jeito vamos morrer antes mesmo de encontrar aquele maldito.”


Após uma longa caminhada e pensar bem no futuro, minhas ideias estavam começando a fluir e se fixar melhor em minha mente, por mais que não passassem de escopos de meus verdadeiros planos, alguma forma estavam começando a criar, imagino que o principal seja coloca-las em dia. Enquanto andávamos, além de pensar em nosso futuro, observaria as estruturas dos edifícios de Loguetown, já estamos aqui a alguns dias, mas não tinha reparado ainda em como eram interessantes devido a toda a correria, era estranho que justo agora, cheia de ferimentos e com tantas coisas na cabeça, eu observasse tal coisa, mas estava acontecendo, em Conomi Island elas não chegavam nem perto disso em questão de estética, conseguiram até desviar meus pensamentos hora ou outra, me fazendo dar um sorriso e os olhos brilharem as observando, não chegaria a comentar nada, Yue provavelmente estaria abalada de mais para deslumbrar tais trivialidades, ainda não tenho certeza do estado na qual ela se encontra, pensaria comigo mesma olhando para ela em seu completo silêncio.

“Chegando na clínica, tentarei a animar, não quero minha amiga triste por mais que o motivo seja algo tão pesado, sei que Haru continuará em nossas memórias, mas ele não iria querer que ficássemos arrasados com isso.”


Após andar por algum tempo, finalmente chegamos no lugar desejado, lá estava a clínica de seu pai, mas ela não havia nos levado para a mesma que tínhamos passado antes, dessa vez era bem maior e de uma estrutura um tanto quanto artística em relação a outra que estava caindo aos pedaços, me pergunto quantos pontos como esse seu pai tinha, mas não queria tocar no assunto com Yue, era melhor conversarmos sobre outras coisas.

Assim que entrasse, daria uma olhada no interior do lugar, parecia que eu estava em uma história de terror, era um lugar gelado e cheio de corpos, aquilo não chegava a me assustar, mas era algo bem diferente do que imaginava, parando para pensar, ele devia praticar ou ensinar medicina nesse lugar, não sabia muito sobre Haru, apenas que era um médico vivido e respeitado. Quando Yue saia, eu colocaria os braços para trás para ter certeza de não encostar em nada e andaria um pouco pelo ambiente olhando o lugar pensado, antes de ela chegar, falaria para Dk enquanto observaria um dos corpos dando um sorriso em tom de brincadeira, embora estivesse um pouco indignada com as condições do lugar.

“Haru levava a sério mesmo essa coisa de medicina, olha só quantos cadáveres, será que foi ele quem abriu e mexeu em todos?”

- Tomara que eles não acordem. Hahaha. –

Olharia mais um pouco o lugar andando por lá, mas assim que Yue voltasse andaria ainda usando minha foice como apoio em direção a uma das cadeiras, quando me aproximasse, deixaria ela encostada onde conseguisse e deixaria que a bela médica de minha tripulação que ainda mantinha um silêncio torturante conosco cuidasse de meus ferimentos, eu só queria que ela deixasse de ficar nesse estado e voltasse a ser a pessoa divertida que havia conhecido, enquanto ela cuidasse de mim, à perguntaria meio sem jeito logo depois de virar minha cabeça olhando para os corpos no lugar, mas sorrindo e animada para tentar levantar seu astral, sempre evitando falar de seus pais.

- Espero que não sejam os mesmos instrumentos usados neles. Hahaha. –


Esperaria para ver qual seria a reação de Yue, não sabia se ela já tinha superado ou ao menos estava perto de superar a morte de Haru, mas eu não consigo ficar triste por muito tempo, o melhor talvez fosse mesmo tentar animá-la para que esqueça isso, quando meu pai morreu, eu fiquei triste por um dia. Entretanto somos pessoas diferentes e com tempos diferentes para nos recuperarmos, eu só quero que ela fique bem, acho que vou ir testando seu humor com o tempo até saber que ela superou sem ter que lhe perguntar diretamente, até ter certeza que eu possa falar sobre o assunto.

- Me diga, tem algum lugar aqui que possamos usar para nos lavarmos como um banheiro com ou algo do tipo? Também seria uma boa encontrarmos uma sala ou um quarto sem os nossos amiguinhos deitados para que possamos passar a noite. Comida e roupas limpas seria legal também, caso tenha algo como algum enlatado, casacos ou coisas do tipo, já seria suficiente. –

Diria com minha voz normal, em meu tom doce de sempre para que não parecesse que eu não importava com a morte de seu pai, mesmo assim, precisamos continuar se quisermos alcançar Savage, além do que precisamos ser o mais rápidos possível, não podemos perder o dia todo nessa clínica, assim que nos recuperarmos do cansaço, imagino que poderemos partir para continuar com nossos objetivos, pensaria logo depois de ouvir a resposta dela.

“Algumas horas nesse lugar para ao menos nos recompormos devem bastar para logo depois partirmos para o porto.”


Assim que Yue acabasse de cuidar de meus ferimentos, depois de ouvir as respostas dela, me levantaria e caso houvesse um banheiro, me lavaria, se a água estivesse gelada, seria melhor ainda, nem que eu gemesse com o frio, como meu pai sempre dizia “Apenas água gelada pode lavar nossas almas.” E eu confiava em suas palavras, não seria agora que iria mudar, me limparia como conseguisse, pegaria as roupas que se encontrassem menos surradas e sujas e vestiria com algum casaco por cima, de preferência com capuz, caso houvesse algum, se tivesse comida no lugar, comeria ignorando se não fosse das melhores, coisa que imaginaria que não seria, depois falaria para todos com confiança, deixando meu espirito de liderança fluir e esperando que sigam com meus planos.

- Vamos dormir por algumas horas e descansar de tudo que passamos, assim que acordarmos, podemos ir para o porto, lá poderemos encontrar uma tripulação e um navio, a partir daí, poderemos ver o que podemos fazer. –

Me deitaria em alguma cama ou sofá caso houvesse, se não, apenas faria algo improvisado que me servisse como uma e me deixasse mais confortável como um amontoado de casacos velhos, não dormindo no chão, imagino que seria o suficiente, quando acordar, penso melhor no que faremos a seguir, quem sabe como será o dia de amanhã, assim que estivesse deitada, me viraria de lado com as mãos por baixo de minha cabeça e fecharia meus olhos tentando dormir um pouco e descansar de tudo que havíamos passado no último dia, já havíamos dormido um pouco antes de seguirmos no meio da madrugada para a mansão, então imagino que não passaremos tanto tempo desacordados.

- Acordem, hora de irmos. -


Falaria animada assim que acordasse, no caso dos outros ainda estiverem dormindo, pegaria o casaco que acabara de ganhar e usaria o capuz para me proteger do frio que assolava o lugar, daria uma olhada pela janela para ver como estava o clima. Desde que não estivesse com a chuva da madrugada do assalto à mansão, já seria suficiente, pegaria meus pertences junto de minha foice e a colocaria nas costas pronta para partir, daria uma olhada no lugar procurando por alguma pequena bolsa que pudesse colocar nas costas e coisas uteis para preenche-la como algum kit de primeiros socorros e alimentos se tivesse algum, então também a usaria e me sentaria em alguma cadeira esperando que os outros se levantassem. Assim que todos estivessem de pé na sala principal onde se encontravam os cadáveres, falaria novamente sorrindo feliz e animada apesar daquele lugar frio e depressivo, quem sabe eu não contagiasse Yue nem que seja de leve com meu espirito alegre.

- Muito bem, hora de começarmos nossa nova aventura. –


Abriria aquela grande porta da frente esperando que todos saíssem assim que estivéssemos prontos, daria uma boa olhada para o lugar, provavelmente nunca mais voltaríamos lá e ele nos serviu bem durante nossa estadia, agora temos que focar nos nossos objetivos, começando por chegar no porto para conseguirmos um navio e uma tripulação. Tivemos sorte de não nos depararmos com ninguém da marinha ou o governo vindo para a clínica, mas não poderia ter certeza que a volta também seria assim, do mesmo jeito que vindo, na volta também tentaria levar todos por lugares mais escondidos como becos e ruas adjacentes, onde os agentes e marinheiros fossem menos prováveis de serem encontrados.

Caso no caminho encontremos algum desses inimigos, à principio o ignoraria andando normalmente, até os cumprimentando dando um sorriso caso nos olhassem, até agora a marinha tem se mostrado incompetente em perceber pessoas que cometeram crimes andando por ai, mas não havia muito o que fazer, eu tenho esses cabelos ruivos esvoaçante que nunca escondi e não vou começar a esconder agora, sem falar nessa foice maior do que o meu próprio corpo nas costas, nos perceber não seria difícil, mas se o fizessem, estaríamos prontos para começar uma luta ou simplesmente fugir caso fosse possível e necessário, Yue não deve estar em condições de ficar entrando em lutas aleatórias no momento, em alguns dias deve ficar mais tranquila, até lá, vamos apenas ir seguindo com nossos planos.

Objetivos:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line!   Aparecem Os Piratas Da Ruiva! Rumo à Grand Line! EmptySex 01 Jun 2018, 09:59

Algo estava errado, não fazia o menor sentido, eu andava pelas ruas de Loguetown seguindo Ria para que nos mantivéssemos escondidos e não tivéssemos surpresas em nosso caminho, tentava ignorar a dor de meus ferimentos, de certa forma até conseguia, mas o que me parecia muito estranho não era isso, o que não parava de me incomodar era o fato de que nada aparecia em nosso caminho, no meu caminho para ser mais preciso, não parava de me pergunta e pensar nisso, sempre tinha alguma coisa, porque hoje é diferente, não é normal atravessar as ruas de uma cidade sem que nada interferisse em meu caminho, ficava pensativo enquanto caminhávamos por aquelas ruas.

~~ Onde estariam vocês Deuses? Que coisa estranha, estavam tão ativos até pouco tempo atrás e agora sumiram? Pretendem aparecer na próxima esquina? Na outra? Na outra? Imagino quais artimanhas estariam preparando para colocar na minha frente e impedir meu avanço, depois da calmaria vem a tempestade, só pode ser isso, algo grande está por vir, tenho que ficar esperto com eles. ~~

Não parava de imaginar onde eles estariam enquanto andava, mas surpreendentemente nada aconteceu, ninguém apareceu em nosso encalço, nem sequer um marinheiro para avisar por ai que ainda estávamos na ilha, chegava a ser estressante, essa constante corrida para conseguir burlar todas as artimanhas criadas por eles, sou apenas eu, Dk contra infinitos Deuses com poderes e pensamentos que nem eu e nem ninguém teria uma imaginação grande o bastante para compreender, só de eu poder notá-los tentando me puxar para baixo sempre que avanço em minha vida já poderia ser considerado um milagre. Minha única sorte é que eu consigo me manter tranquilo mesmo nessas situações adversas e perigosas, não deixaria transparecer o turbilhão de pensamentos que me assolavam diante de nossa situação que para mim era no mínimo desconfortável, em minha vida, sempre que tento algo maior, eles chegam para me assolar, dessa vez provavelmente não seria diferente.

Eu não gostava daquele clima tenso pelo qual estávamos passando, ao meu ver, ninguém deve gostar disso, se ao menos a Deusa da Traição não houvesse possuído Savage para que o mesmo cometesse tamanhas atrocidades, não estaríamos nesse estado caótico ao qual nos encontramos, geralmente não sou tão fechado assim, embora ainda não tivesse tanta empatia pelo pai de Yue, eu me importo com ela, espero que ela melhore logo para que saíamos dessa situação na qual adentramos, tudo que sei é que mais uma vez são aqueles malditos me testando, eles sempre fazem de tudo para me impedir de seguir meu destino, mesmo que indiretamente, tentam me afetar, mas eu não vou me abalar por isso, enquanto estiver vivo, vou continuar seguindo em frente.

De um jeito ou de outro, conseguimos chegar na mansão, algo estava bastante diferente das outras construções, eu quase conseguia ouvir um lobisomem aos fundos, ver morcegos saindo do lugar voando e um vampiro nos atendendo, não me surpreenderia, então é isso que a Deusa Do Terror esteve preparando para mim o tempo todo, uma casa mal assombrada cheia de fantasmas, por dentro, imaginava essas maluquices, mas qualquer um que olhasse para mim veria alguém determinado e calmo, sem demonstrar nada do que estivesse ocorrendo, talvez com um leve sorriso como um soldado escutando um discurso sendo feito, talvez seja só questão de tempo até que consigam perceber o que se passa em minha cabeça, talvez nunca percebam, só o tempo dirá. Quando Yue abre a porta aquele vejo aquele lugar caindo aos pedaços, tão frio quanto lá fora, cheio de corpos e sinto um cheiro vindo deles, percebo na hora o que estava acontecendo levando em conta meus estudos.

~~ Haru devia praticar medicina e fazer seus estudos aqui, então esse é o cheiro de formol que tanto li nos livros. Ou é isso, ou são zumbis esperando para levantar e nos devorar, seria isso o que os Deuses estariam preparando para mim? Melhor ficar esperto, de acordo com as histórias é só acertar na cabeça que é sucesso garantido. ~~

-Parece ser um lugar bastante aconchegante para se estudar medicina.


Falaria para Yue dando um sorriso e até que empolgado enquanto entraria e olharia para o lugar, isso sem demonstrar os pensamentos que me assombravam, jamais deixaria que meus companheiros soubessem a verdade, de como é minha vida, de como sou perseguido a cada passo que eu dou, tudo que eu posso fazer é esperar que a Deusa Da Vida não ressuscite os mortos para fazerem a festa com nossa carne macia que demonstra ainda um sopro de vida. Já duvidei da capacidade deles de me atrapalharem e isso é algo que hoje em dia não subestimo mais, às vezes até superestimo para ter certeza de estar pronto para quando vierem.

Depois de dar uma boa olhada no lugar e até tocar com minha katana em um corpo ou outro, apenas para ter certeza de que estavam mortos, enquanto Yue pegava os medicamentos e Ria também analisava o lugar, para que nenhuma percebesse meus empasses, daria uma olhada nos livros para ver se tinha algum que me interessasse, não tenho tanto interesse em medicina no momento, mas encontrar algum que fale sobre química poderia ser interessante para que o usasse em um futuro próximo e não me surpreenderia se encontrasse algum aqui. Se encontrasse, o guardaria em minhas vestes para ler futuramente e me sentaria para aguardar o retorno de Yue com os medicamentos. Quando Ria falasse sobre os corpos acordarem, já voltaria com meus pensamentos novamente.

~~ Porque ela falaria isso? Não acho que os deuses estejam possuindo ela, mas que absurdo, ela não sabe que eles realmente podem se levantar a qualquer momento, não brinque com essas coisas, não dê ideias para eles. ~~

-Tomara mesmo. Kakaka.

Falaria para Ria dando um sorriso ao olhar para a mesma e rindo de sua brincadeira sentado, Ria deveria medir suas palavras, mas eu tenho que protegê-la, não posso deixar que ela saiba o que realmente está acontecendo a nossa volta, quem ia querer na tripulação alguém amaldiçoado pelos Deuses? Interferindo em tudo que eu faço ou tento fazer, eles são piores que qualquer um por terem poderes além de minha compreensão, às vezes me pergunto como os outros não percebem isso, será que sou o único amaldiçoado nesse mundo, seria interessante encontrar alguém assim um dia desses.

Logo depois que Yue cuidasse de Ria e dela mesma, deixaria que desse um jeito em meus ferimentos, nesse tempo, tentaria ver como ela estava, ela deve ficar bem, talvez eu esteja me preocupando atoa, mas nunca se sabe, ela me ensinou como realizar os primeiros socorros, eu devo isso a ela. Perguntaria sorrindo esperando uma resposta positiva em relação à minha pergunta, isso enquanto ela cuidava de meus ferimentos.

-Você está bem?

Não sabia o que esperar de sua resposta, talvez ela se fechasse com um reles "sim" ou talvez dissesse tudo que estava sentindo naquele momento, eu não estava feliz com a situação, sabia que era minha culpa e de mais ninguém que aquilo tinha ocorrido, se eles não ficassem me atrapalhando, o velhote ainda estaria vivo. Por sorte sou um pouco mais frio que as pessoas normais, pelo menos por dentro, então tudo que posso fazer é tentar fazer Yue ficar bem consigo mesma.

Assim que Ria perguntasse, escutaria a resposta de Yue, já dando um sorriso de contentamento com o que ela falasse, não esperava muito, a Deusa Da Luxúria com certeza nos negara essas coisas, duvido muito conseguirmos algo em cima disso, mas quem sabe a tempestade ainda não tenha chegado e ainda tenhamos alguma facilidade ou regalia em nossas vidas. Se tivesse um banheiro ou algo do tipo, também tomaria um bom banho, coisa que não fazia a muito tempo, vestiria qualquer roupa que me agradasse mais no lugar e me deitaria onde conseguisse para tirar um cochilo, isso seria o que eu faria em um bom momento, duvido que algo assim seja possível, mas nunca se sabe. Logo depois de acordar, daria uma boa espreguiçada, pegaria minhas coisas e me levantaria já pensando assim que ficasse de pé e respondendo Ria aparentando também estar animado com o novo dia.

~~ Mais um dia, mais desafios desses Deuses, mas já estou acostumado, podem mandar. ~~


-Vamos nessa!

Pegaria uma bolsa, a encheria de suprimentos médicos e alimentos caso houvesse, então sairia acompanhando Ria e Yue rumo ao porto no caso de ela decidir seguir com isso, afinal, meu objetivo era chegar na Grand Line para lá realizar meu sonho, nada vai me parar, nem mesmo os Deuses que ousam tentar a cada segundo suas atrocidades, podem continuar tentando, que eu vou continuar seguindo seus malditos. Seguiria com Ria ainda esperando que lançassem suas restrições e casualidades sobre mim, o único problema é que eles são tão aleatórios que não consigo prever seus movimentos, só depois do que tiver que aparecer no meu caminho, aparecer, eu vou saber como lidar com isso, provavelmente serão marinheiros ou agentes, se forem, correria com Ria caso fosse necessários, se não, lutaria, mas não dá para saber com precisão o que nos aguarda, por enquanto vou apenas andar para o porto com as garotas aguardando para ser testado novamente com um único pensamento em mente.

~~ MALDITOS DEUSES ~~


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