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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [Divine Tools] II - Juntando as peças!

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ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 10 EmptySab 12 Maio 2018, 18:34

Relembrando a primeira mensagem :

[Divine Tools] II - Juntando as peças!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Karyo Shen. A qual não possui narrador definido.


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darkmilks
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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 10 EmptyQua 01 Ago 2018, 20:17

VITORIA SOBRE AS ADVERSIDADES
A ESPERA DE UM NOVO AMANHECER
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No momento do desespero é que conseguimos transparecer quem verdadeiramente somos, uma mãe desesperada por salvar seu filho, um pai que reconhece que o fim chegou, um destino que é herdado por um garoto que não entende seu lugar no mundo. Assim como aquelas palavras ecoavam em minha mente, a tristeza também transparecia pelo rosto de Brian que lentamente caia para seu destino final, rumo ao abismo que também era o túmulo de meu pai.

"A vida fica cada vez mais difícil perto de seu fim... E nunca é fácil ver alguém morrer, principalmente quando se é o executor."

Meu corpo demandava um pouco de descanso, meus músculos extravasam a tensão pela situação e pelo esforço ao qual foram submetidos nos últimos instantes, felizmente a batalha parecia ter sido vencida. Permitia ao meu corpo alguns segundos antes de me levantar do convés do navio, fechava os olhos voltando a respirar normalmente, ainda refletindo sobre todos os acontecimentos.

"Espero que toda essa bagunça tenha um significado... O plano da Tenente Eisenberg parecia muito elaborado, espero que a luta do capitão Eric tenha dado resul..."

As ultimas silabas eram retiradas suavemente de minha mente, por lábios quentes. Abria meus olhos subitamente para perceber a Agente Sado sobre mim, com uma cara sem vergonha e soltando dizeres vulgares, um coro de risinhos também podia ser ouvidos ao fundo. Assim que ela levantou apresentando melhor a situação, o den den muchi em meu pulso era acionado e a voz do outro lado parecia ser do Capitão Eric, solicitando que eu me reportasse sobre a missão e pedindo que encontrasse os demais no QG.

Certo Senhor, a batalha aqui foi vencida. Logo estaremos no QG. — Desligava o pequeno animal, passando mão sobre os cabelos molhados para retirar um pouco da água, voltando a adornar a cabeça com o boné de meu pai recebido de um dos soldados.

Contabilizava o número de subordinados presentes no navio, incluindo os agentes e Kleine caso estivesse ali, enquanto caminhava uma última vez até a beirada, para olhar para o mar procurando Brian, apenas confirmando pelo seu corpo a verdade inegável de sua morte. Fazia sinal para dois dos soldados que ainda estavam ali, apontando para baixo enquanto solicitava.

Antes de partirem, retirem o corpo de Brian da água, gostaria que ele fosse levado até o QG para estudo. E se algum de você encontrar seu machado, traga-o imediatamente para mim. — Não revelava sua intenção sobre a arma do adversário, mas em sua mente era algo nobre, pois presentearia Karkarov com ela se a encontrasse.

Enquanto meus subordinado cumpriam as ordens, iniciava a penosa caminhada de volta ao QG, que provavelmente seria pelo meio da floresta que cobria a ilha e para a alegria de todos, durante o período da noite. Caminharia de forma calma, tentando não deixar ninguém para trás, manteria a dianteira junto a Agente Sado enquanto a questionava sobre os acontecimentos enquanto havia ficado me digladiando com Brian no mar.

Agente, Kleine conseguiu libertar os prisioneiros?! Os estoques da Droga foram todos destruídos? Qual o panorama geral da situação?!— Escutaria suas respostas começando a montá-las em minha mente para reportar ao Capitão Eric ao chegar no QG.

Ao chegar no QG me apresentaria a Capitão Eric ficando em posição de sentido e esperando que os subordinados fizessem o mesmo. Apresentaria então o corpo de Brian, enquanto começaria a reportar os resultados da batalha que houvessem sido relatados pela Agente Sado

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 10 EmptyQui 02 Ago 2018, 01:17

A ajuda sempre era bem-vinda, tudo estava conformo havíamos planejado, mesmo que para chegar ao final nos desviamos um pouco do curso, mas o resultado era o esperado. A casa estava em chamas, os soldados que estavam comigo pareciam todos bem, ou vivo para alguns que estavam baixados, com prisioneiros, agora tínhamos além das provas contra os marines apagadas, também os prisioneiros para interrogatório, tudo parecia se encaixar aos poucos.

Deitado, eu ouvia um estouro, era nada mais nada menos que o agente enorme Trogo saindo pela janela, mostrando que seu poder de luta não era para ser subestimado, pois com 3 inimigos em seus braços, me surpreendia um pouco. Mas uma dúvida surgia, e que seria do paradeiro do outro agente que estava junto ao grupo, e estava sumido.

Prestativo, um dos soldados que não estava ferido, veio até a mim prestar socorro, mas seria meu orgulho ou apenas a vontade de retirar o fardo de responsabilidade de minhas costas, que me fazia recusar o auxílio. – Soldado, ajude os outros, eu consigo...- Uma situação inesperada surgia no momento em que eu tentava recusar a ajuda do soldado. Não sabia ao certo quem era a pessoa, ou o indivíduo, mas sua intimidação e também sua postura o transformava em um ser inimaginavelmente forte. Aquilo não me intimidava, mas devido as condições em que eu e minha equipe estava, não era a melhor hora para tentar algo, e agora o que podíamos fazer era apenas esperar a morte.

“Merda!” Pensamento extremamente negativo, aquele pirata ali tem a força de um supernova, coisa que para um blue era algo extremamente raro, e como cabeça de todo aquele grupo, eu me sentia por dever de pelo menos atrasa-lo, mas como faria isso, se devido a batalha anterior eu estava incapacitado de lutar com 100% de minhas forças, que venhamos ao caso, não serviriam de nada perante a imensidão entre nossas habilidades, faltava muito treino e experiencia em combate para poder peitar um pirata desse nível, mas não fraquejava, deitado no chão eu estava, e era deitado que eu tentaria confronta-lo.

-Ei!...- Gritava, enquanto via em um piscar de olhos o pirata necessariamente aniquilar todos os prisioneiros presentes ali, isso me indignava, nossa oportunidade de obter mais informações ia de água a baixo agora, mais pior ainda era que agora eu tinha a noção exata de sua força, e eu confesso, nesse momento eu hesitei. Deitado no chão, eu estava com o ombro e a coxa avariada, mesmo assim antes eu ainda sentia uma gota de energia para poder tentar algo, mas como um sol escaldante da tarde, o pirata secava aquela gota ao mostrar sua ferocidade ao matar os prisioneiros de maneira rápida e letal. Deitado estava e deitado eu continuava, aquele momento de hesitação me fazia perder apenas alguns segundos de batalha, onde por outro lado o agente trogo não respondeu da mesma maneira. Sem paúra ou frescura, o mesmo tentou fazer algo contra o pirata. – Agente, Não! MERDA!...- Gritava em bom e alto tom, tentava fazer com o que o agente parasse sua ação por imediato, mas não tinha êxito, e em um único e letal golpe, o pirata fazia o agente embarcar em um navio direto para o mundo dos mortos, sem passagem para volta. -Soldados! Se agrupem!- A voz continuava alta, brandia enquanto tentava me levantar aos poucos, mesmo não confiando nos agentes ali, um havia acabado de ser morto, e se o ciclo continuasse, nós seriamos os próximos.

Rastreando e averiguando o corpo do agente o pirata em seguida fugia, deixando a casa que antes estava em chamas, agora em ruinas, com novamente um único golpe. Para nosso azar, ou melhor dizer, nossa sorte; o pirata ali nos ignorava, e com uma pasta na mão saia, após caçar o agente morto, isso me desestabilizava, me fazendo perder as forças e novamente ir ao chão. “Merda, um agente morto, outro desaparecido, prisioneiros mortos...! Maldito seja, o que eu vou falar para o capitão sobre isso!” Pensava aperreado enquanto pedia para os soldado se auxiliarem entre si, buscar a melhora de cada um e assim que estivessem bem, algum deles pudessem me ajudar.

Era a hora de passar as informações para o líder do grupo em geral, não sabia o que fazer, e ao receber da mão do soldado o den den mushi, apenas ouvia e respondia com curtas palavras, sim e não. – Capitão! O agente trogo faleceu em batalha, o outro agente está sumido e nós os marines estamos alguns baixados mas todos vivos, ao chegar no Qg farei o relatório. Desligo!- Falava diretamente para o den den mushi com capitão, e em seguida pediria para os soldados que estavam livre sem ferimento, ajudasse os outros que estavam incapacitados, e no meu caso, eu forçaria os ferimentos, e seguiria junto com os soldados de forma lenta para o Quartel.

Na direção do Qg, eu ficaria atento, mesmo em baixa quantidade de forças e energias ali, eu sempre continuava andando com as pistolas em punho , a prudência em esperar que algo de errado desse novamente me consumia, e então eu estaria pronto para tudo, e até mesmo empurrando algum soldado que estivesse na mira das armas inimigas, como me esquivaria me jogando para um lado de melhor abrigo ali, esperando reforços ou bolar um plano.

- Soldados! Leve-me ao capitão Eric, mas antes chame uma equipe medica urgente, precisamos de auxilio, Agora!- De maneira autoriartária acoxava o algum soldado que passasse primeiro em minha frente, tentando procurar um pronto socorro próximo, para depois ir até o capitão.


off:
 

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Fã:
 


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Bijin

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 10 EmptyQui 02 Ago 2018, 13:22


ELENA

Sob as ordens de Elena os marinheiros começaram a partir para o ataque, a saída de Gio Mio parecia também ter abalado a estrutura de alguns piratas que antes pareciam confiantes e agora pareciam como crianças abandonadas. Sim, ver a sua maior força virar as costas e correr não era fácil.

Além disso alguns marinheiros traidores pareciam também estar sucumbindo diante da batalha, como se algo na cabeça deles estivesse mudando e logo foram capturados. O saldo da batalha não era dos melhores, a morte de um tenente sempre pesa de maneira muito forte, e era agora que os soldados precisavam de nova liderança.

A batalha no quartel trouxe o resultado de:
* 23 piratas capturados
* 14 piratas mortos
* 16 soldados traidores presos
* 19 soldados mortos (não tem como saber se havia traidores no meio deles)
* um tenente morto.

Após a batalha a sargento Elena era a marinheira de maior graduação no quartel. Todos os 32 soldado que ali estavam seguiriam as ordens dela.

APÓS 1 HORA:
Uma carroça chegava sendo conduzida por dois soldados, nessa carroça havia:
* Três soldados feridos
* Sargento Mizzu ferido e sem consciência
* Corpo do Agente Trogo
* 7 corpos de pessoas, aparentemente civis.
* 3 corpos de piratas.

- Relatando para a sargento! – Dizia o soldado mais a frente tentando bater continência, ele tinha recebido algum ferimento no ombro. - Cumpriamos a nossa missão, tinhámos sete prisioneiros quando um infame pirata da Grand Line apareceu. Gio Mio, ele matou nossos sete prisioneiros e o agente que nos acompanhava, outro agente ainda está desaparecido. Esperamos nossas ordens!

APÓS 5 HORAS

Duas caravanas chegavam juntas, uma delas era liderada por Kurai e a outra pelo Capitão Eric que voltava a base, Jordan e Karyo, parceiro de teste de sargento, estavam com ele.

- Sargento Elena! – Comprimentava o capitão Eric, que parecia estar absorvendo o que havia acontecido ali no quartel. - Você está na liderança do quartel? Organize tudo e daqui meia hora me encontre na minha sala. Vou tomar um banho.

SHEN

Karyo dava ordens de captura. Elena finalmente havia caído e precisava agora capturar o máximo possível, mesmo o tenente Juss de longe parecia estar abatendo alguns piratas, mas os dois últimos tiros chamaram a atenção, pois diferente dos piratas que estavam sendo atingidos nas pernas, a soldado que passava os relatórios para Elena foi atingida na cabeça e o ultimo disparo foi na cabeça do agente Tuudos.

Capitão Eric, que sabia onde estava Juss foi em saltos na direção dele. Enquanto isso soldados terminavam de prender os piratas que ali se encontravam. O soldado logo começou a tratar Karyo para que não houvesse perigo, de piorar a situação. Logo Jordan e Gunter estavam ao lado do amigo.

- Foram 7 piratas mortos, mas 19 capiturados. Além da tenente Elena e da soldado que a acompanhava. – Dizia Jordan de maneira fria. - Acredito que saímos vencedores apesar da morte de Tuudos e de três outros soldados.

- Tem um barco aqui. – Dizia Gunter. - Parece que usavam ele para ir até a cidade pelo rio. Acho que em pouco tempo chegamos lá na base. Você vai ser melhor tratado amigo.

Logo após o capitão Eric chega com um homem fardado nos braços, era o tenente Juss, estava inconsciente, pelo sangramento havia recebido um golpe forte na cabeça a algum tempo. O capitão então entregou tenente a equipe médica.

- Soldados vamos todos voltar para a base. – Ordenava o capitão. - A base foi atacada na nossa ausência. Vamos voltar o mais rápido possível. Soldado Shen, venha comigo para o barco, vamos usar ele para voltar a base.

A viagem foi tranquila, muitas pessoas dormiram durante a noite, logo começaram a levar todos os presos e feridos para o quartel. O capitão estava muito silencioso. O Tenente Juss, seu companheiro de quartel, estava recebendo tratamento médico necessário. Mas logo um soldado chegou.

- Senhor! - Bateu continencia o médico/soldado. - - Tenente Juss não corre risco de vida, entretanto sua coluna na altura do pescoço foi esmigalhada, ele vai se tornar um tetraplégico. Não há mais o que podemos fazer por ele.

Uma lágrima escorreu dos olhos do capitão.

- Elena Eisenberg. – Ordenava o capitão. - Que tipo de monstro você trouxe para a minha ilha?

O capitão não conversou mais nada. Bolton e os caçadores contabilizavam as cabeças, sim a ajuda deles não foi gratuita e eles queriam o que era deles por direito. Mas Bolton, que apesar de estar junto, apenas supervisionava, mas tinha um olhar triste, perto dele estava o corpo de Tuudos.

Quando chegara, na cidade logo se colocaram em movimento para o quartel, lá na porta encontraram a turma de Kurai, que chegavam com seus prisioneiros.

- Soldado Shen! – Falava o capitão. - Daqui meia hora esteja no meu escritório, vamos precisar conversar. Tome um banho, se conseguir coma algo e não se atrase.

KURAI

O sargento estava Kurai, recuperado pela agente Sado, começava a coordenar o retorno para a base, como lhe fora ordenado. Todos os preso já haviam sido transportado para o pequeno barco dos agentes, além disso o corpo e a arma de Brian também foram recuperados. Apenas Klene Fish que não havia aparecido.

- O tritão não vai voltar! – Disse Sado com um sorriso. - Ele sabe que se retornasse nós, agentes, teríamos que o capturar. A missão dele era simples, libertar seus amigos e voltar para a sua terra natal. Embora nós realmente precisávamos da ajuda dele e as informações que ele nos deu eram de fato valiosas, ele faz parte de uma raça que muitas pessoas do governo odeiam.

Essa era uma das tristes realidades do mundo também, em vez dos seres se respeitarem e darem valor a vida, eles realmente não pareciam viver em harmonia. Gigantes, tritões, minks, humanos e tantas outras mais espelhadas pelo mesmo oceano, lutando por um pouco de supremacia.

Diferente do que Kurai imaginou, o barco não foi para o mesmo local que ele embarcou, antes havia a necessidade de manter o barco escondido, agora isso não era necessário e o barco ia direto para o porto da cidade onde poderiam ir direto para o quartel.

- Até mais! – Disse Sado com um sorriso safado. - Se quiser passar a noite lá na minha base vai ser bem vindo lindão!

Se havia alguma coisa que o sargento não entendia era Sado, ela agia muito segundo sua própria vontade, mas não sabia se ela realmente gostava dele ou gostava de provocar ele. Mas o fato é que em nenhum momento a parceria entre eles havia dado algum tipo de problema.

Entretanto assim que saíram do navio um atirador começou a disparar, na verdade foi um único tiro, Kurai não conseguiu identificar local de origem, mas um dos prisioneiros caia morto com um tiro na cabeça, um tiro certeiro.

- Doutor?! – Disse um dos piratas que começou a falar. - Ele era o responsável por sintetizar a droga.

- Cuidado Kurai! – Disse a agente com real preocupação. - Acredite ou não, goste ou não, dessa vez mexemos com um peixe bem grande. Vá rápido para seu quartel, leve todos os prisioneiros, eu vou para a minha base.

Tirando o incidente da chegada nada mais anormal havia acontecido. Quando chegaram ao quartel o capitão junto com o soldado Shen, Jordan e Gunter chegavam na base, ao ver o sargento o capitão se aproximava dele.

- Sargento Kurai! – Falava o capitão. - Daqui meia hora esteja no meu escritório, vamos precisar conversar. Tome um banho, se conseguir coma algo e não se atrase.

Entrando na base, uma soldado, das mesmas que estavam com a Tenente Elena no teste de sargentos, veio a Kurai e entregava uma carta a ele.

- Acho que eu não conhecia bem a Tenente Elena. - Disse ela com tristeza na voz. - Mas ela pediu que eu te entregasse isso caso alguma coisa acontecesse com ela. Pode ser que você não acredite, mas tenho certeza que ela era uma boa pessoa.

A soldado passava uma carta para Kurai, estava selada com o brasão da tenente

”CARTA”:
 

Junto da carta havia uma foto, uma menina.

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MIZZU

O sargento Mizzu se via em um verdadeiro banho de sangue, ele estava já encharcado do próprio sangue e agora sangue de prisioneiros e do agente também estavam espalhados pela rua.

A missão foi um sucesso? Sim, foi. Mas o custo foi altíssimo, um agente graduado, três soldados feridos, um sargento ferido, sete prisioneiros que estavam algemados ou desacordados mortos e um agente desaparecido. As baixas foram enormes? Sim.

Mizzu ordenava que cuidassem primeiros dos outros soldados feridos, mas ele mesmo já havia perdido muito sangue. Lentamente sua consciência dava pequenos apagões. Pois em um único piscar de olhos viu que o soldado já havia terminado de fazer a bandagem na perna. Outra piscada e já estava deitado sobre uma carroça sendo levado.

O sargento tinha a vontade de relatar o que havia acontecido, mas sem força e fraco finalmente havia apagado. Mas não foi um sono tranquilo. Ele parecia ver repetidas vezes a imagem de Gio Mio, o terrível pirata, do nada ele lembrava do pirata que matava seus pais. Havia semelhança. O rosto, não era o mesmo, mas eram parecidos. O que isso significa? Quem sabe um dia obteria a resposta.

O atirador voltava a despertar, estava em uma enfermaria. Já estava sem seu uniforme, vestia apenas a camisola que deixava a bunda de fora. Sua perna ainda doía muito e seu ombro não era diferente. Logo um homem passou pelo sargento e o vendo acordado parou ali.

- Sargento Mizzu! - Dizia com certa alegria. - Recebi ordens de te levar para o capitão assim que acordasse. Vou te ajudar a se trocar.

Logo Mizzu estava com um uniforme limpo e cheiroso, em uma cadeira de rodas com a perna ferida suspensa e sendo conduzido para a sala do capitão.
TODOS JUNTOS

Na sala do capitão.

Ele não disse nada até os quatro homens chegarem. Mas quando chegassem todos, incluindo Mizzu em uma cadeira de rodas, o capitão começaria uma reunião.

- Sargentos Elena, Kurai e Mizzu. Soldado Shen. – Falava o capitão comprimentando os quatro homens. - Primeiramente gostaria de agradecer a liderança de vocês e pelo sucesso de suas missões. Mas as baixas foram terríveis para nosso lado. Gostaria de que cada um desse o relatório de tudo o que aconteceu para que todos tenham uma visão completa do que aconteceu nessa ilha hoje.


Eric esperaria cada um falar o que era necessário, não iria interromper e ouviria atentamente toda a informação absorvendo cada palavra. Caso ouvisse o nome Gio Mio ele daria uma certa estremecida. Mas após todos os relatos feitos ele voltaria a falar.

- Obrigado por tudo! – Agradecia o capitão. - Pelo visto Elena era apenas um peixe pequeno, se não uma vítima de um sistema macabro. Mas temos apenas suspeitas e não provas, por isso farei um relatório de maneira simples. - O capitão estava contrariado consigo mesmo. - - Primeiramente queria entregar isso para você soldado Shen – O capitão passava um pacote com uns papeis. - A tenente Elena fez oda a sua papelada para sargento, entretanto não sei o porquê de você não ter sido promovido imediatamente. - Então olhava para todos. - Havia uma missão que os quatro deveriam partir juntos, entretanto perdi três tenentes agora e não tenho como perder mais 4 sargentos. Liguei para Micqueot e o sargento Thomas e a sargento Makefe Ya foram promovidos a tenentes e estão vindo para a ilha. Mas isso vai levar um tempo. Porisso decidi que a Sargento Elena e o Sargento Shen vão ficar na ilha mais um tempo. Vocês serão a maior autoridade depois de mim no quartel e vamos ter que revesar o comando da base para não ficar sem líder. Vou ainda fazer mais um teste de sargento, Jordan e Gunter serão avaliados também, por isso avisem eles. Existe ainda outros dois soldados que serão avaliados, mas eu falo com eles. Agora estão dispensados. Vou ainda falar com os dois aqui. - Então antes dos dois sairem o capitão ainda chamou Elena e Shen. - Sargento Shen, a recompensa de 6 milhões de Berreis que você tem direito vai ser depositada na sua conta no banco mundial. Assim como o valor da missão, você também vai receber a seu salário Elena, basta sacar.

Assim que os dois sairam o Capitão voltava aos dois sargentos que ficaram.

- Agora vamos falar da nova missão de vocês. - O capitão parecia bem sério. - - Vocês vão fazer parte da escolta para um nobre na Grand Line. O nome do Lord e Lammark. Ele é conhecido por ser extremamente cruel. Entretanto não temos escolha a não ser servir. Ele tem dois homens ao lado dele, um homem com máscara de ferro, mas conhecido como um grande atirador, e um pirata escravo, chamado Gio Mio. - O capitão fazia uma pausa. - Não me agrada a servir pessoas como ele, ainda mais mandar bons homens em um navio com ele. Mas não tomem nenhuma atitude precipitada, ele tem o poder de matar vocês e se ele desejar, a ilha natal de vocês. Esse é o tipo de monstro que não podemos fazer nada, pelo menos não na posição que estamos. Façam o melhor! - Então ele pegava um envelope e passava para cada um. - Aqui esta a folha do pagamento de vocês, o valor da missão e os 6 milhões que cada um tem direito pelas recompensas. Amanhã estejam no porto às nove da manhã, vai ser o horário da saída de vocês.

Rota GL:
 
”ferimentos”:
 

OFF:
 

____________________________________________________

OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 10 EmptyQui 02 Ago 2018, 22:06


A invasão pirata finalmente tinha chegado ao fim com números satisfatórios para a população, mas péssimos para a Elena, visto que muitos marinheiros foram mortos em cumprimento do dever. Era uma perda dolorosa e triste para a organização que certamente sofreria impactos negativos na moral durante muito tempo. Nem mesmo a captura de muitos piratas e marinheiros corruptos seria capaz de superar essa frustração. Sob o comando da espadachim, o Quartel conseguiu se segurar e começar a se recompor até a chegada do Capitão, momento este que não demorou para acontecer.

O primeiro grupo chegou contendo um Sargento conhecido de Elena, Mizzu. O atirador falastrão estava ferido e inconsciente, certamente havia passado por apuros em sua missão. A cena lhe trazia lembranças do grande confronto na praça contra o pirata Brutus e a ex-nobre sentia empatia para com o “cowboy” do seu grupo. Após o relatório emitido pelo soldado responsável pela carroça, a líder do local finalmente confirmou as suspeitas acerca do vulto notado apenas por ela durante o confronto. A probabilidade de ser Gio Mio era alta demais para ignorar. Ciente do ocorrido, a Sargento mandou que levassem os feridos para a enfermaria e os que estivessem em boas condições deveriam banhar-se e descansar para entregar o relatório final mais tarde.

Algumas horas depois, o segundo grupo composto por duas caravanas chegou e Elena novamente os recepcionou devido ao posto temporário. O Capitão Eric pedia para a jovem acolher os recém-chegados e passar o relatório da missão em alguns minutos. Assim, ela o fez, reencontrando os companheiros de outrora, Kurai Hoshiken, Severo Jordan e Karyo Shen. Ela não escondeu a felicidade ao vê-los em boas condições e só não deu a atenção devida pois estava muito ocupada com as responsabilidades de chefia.

Finalmente, a hora da reunião com o Capitão chegou e todos os Sargentos - e o soldado Shen que fora promovido durante o encontro - estavam reunidos para ouvir o relatório do Capitão, o qual trazia ainda mais sentimentos tristes. Muitas vidas foram ceifadas e a raiz de todo esse mal ainda estava longe de ser cortada. Eric definiu os novos postos e separou as ferramentas. Sem Karkarov (ainda em coma), Mizzu e Kurai, Elena havia perdido todos os companheiros de Micqueot com exceção de Jordan. Por conseguinte, Elena e Shen continuariam a trabalhar juntos para manter a ordem no QG, devido a falta de líderes aptos na estrutura militar.

Ao sair da sala, a jovem líder andou até o lugar mais longe possível de modo que ainda alcançasse os sargentos quando saíssem da sala, desta forma estaria localizada longe o bastante para não ouvir a conversa, contudo, perto o suficiente para ser vista e poder iniciar um diálogo. Enquanto esperava, não deixaria de dar atenção ao mais novo companheiro de liderança na base. Embora o conhecesse há pouco, ela tinha certa afeição pelo rapaz alto e bonito, mesmo que ele ainda seja só um “garoto”.

- Espero que possamos trabalhar bem juntos aqui e quem sabe em outros lugares, também… Não, espera…   - Ficaria corada com a própria fala. Não tinha segundas intenções por trás daquela fala, porém, enquanto pessoa recatada e inteligente, sabia que havia cometido uma grande gafe e esperava que Shen ignorasse… ou ele deveria ser morto.

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Quando os demais companheiros saíssem, Selene falaria com eles, expressando em palavras o que seu coração sentia e sua mente era capaz de produzir. Sentia que dificilmente os veria novamente devido ao tamanho e aos perigos da Grande Rota, entretanto, torcia de coração para que ficassem bem e com certeza sentiria saudades da companhia de todos, mesmo tendo passado pouco tempo juntos.

- Mizzu… Kurai… Sinto muito por não ter participado da última missão com vocês. Talvez por isso iremos nos separar agora, mas eu tinha coisas que precisava limpar do meu organismo aparentemente… Enfim… Desejo sorte para vocês e se nos encontrarmos outra vez, ficarei muito feliz, não importando a situação. Adeus!  

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Caso respondessem às falas emocionadas da ex-princesa, ouviria com todo o carinho e despedir-se-ia prestando uma reverência (costume da nobreza para com pessoas de mesma classe ou superior) e desta forma deixaria claro o seu respeito para com os colegas. Se alguém a abraçasse, ficaria totalmente vermelha e sem graça, posto que não era costume da nobreza.

Após despedir-se, caminharia pela construção procurando por afazeres, visando assim encontrar atividades cuja distração lhe tirasse pensamentos nostálgicos ou depressivos diante de tal separação. Ofereceria seus esforços como encarregada (orientando e supervisionando) ou trabalhadora braçal (carregando peso e ajudando a reconstruir as partes afetadas pelo ataque). Na hipótese do expediente se encerrar, continuaria trabalhando até o último marinheiro parar, sendo a última de pé no QG. Só então seguiria para o vestiário, onde tomaria banho e iria dormir, triste pelos acontecimentos desse dia tão ruim e sofrível.


”Considerações”:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 10 EmptySab 04 Ago 2018, 13:27


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A batalha já havia acabado, mas os grandes estragos já haviam sido feito; irreversíveis, vozes que não seriam mais ouvidas, sonhos que não mais se realizariam. Apesar de tudo, naquele campo, acreditava que os nossos ganhos haviam sido maiores. "A justiça se faz com sangue" - relembrava a primeira frse com a qual me deparei ao entrar na marinha, a qual estava emoldurada no quadro da sala do meu primeiro superior, o Sargento Mario. De toda forma, não podíamos dar mole para os fugitivos. Mesmo os lobos solitários podiam ser muito problemáticos quando encurralados ou sem grandes opções, especialmente para a população civil. Ainda estava a todo o vapor, em busca de controlar a situação, quando percebi o que se passava. No entanto, já era tarde demais. O Agente Tuudus era levado ao chão, já morto, tinha certeza, tal como a mulher que estava com Elena. "Mas... que diabos?! - olharia em volta, na direção em que o projétil havia se alojado nos corpos deles. Não havia acabado. A batalha cessara, mas a guerra ainda estava de pé.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]"26 piratas detidos, mais a Elena e a traidora... - pensava, engolindo em seco ao pensar em nossas perdas; não haviam sido grandes coisas ali, mas mesmo assim era um peso com o qual haveríamos de arcar — Espero que sim, Jordan... Espero que sim... - botaria uma mão em seu ombro e a outra na de Gunter — Obrigado por hoje; vocês lutaram bravamente ao meu lado, sou grato por isso - era aquele momento de encarar o campo de batalha, depois de todo o pandemônio que ali fora criado. "Capturamos algumas peças, pelo menos, creio que com isso poderemos obter algumas informações" - pensava se o que poderia extrair de Fof Ofo. Ele parecia do tipo durão, mas abrira a boca diversas vezes durante a batalha, acreditava que ele pudesse saber de algo e acabar revelando algo sobre todo esse sistema doentio.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Primeiro deixem os mais feridos serem tratados, o meu estado não é assim tão grave - dizia, com pesar, ao olhar o Tenente Juss naquele estado deplorável. Com certeza ele demandaria boa parte dos cuidados médicos; afinal, era uma pessoa muito importante para a marinha, naquelas regiões. Além disso, mais notícias devastadoras nos alcançavam. A nossa base havia sido atacada e o nosso regresso se fazia fundamental. Não sabia o que estava acontecendo, mas já me preparava para uma nova batalha. Sendo assim, seguiria as instruções do Capitão, caminhando ao seu lado, em um silêncio soturno, absorvendo tudo aquilo que havia acontecido.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]No mais tardar, já no caminho de volta ao nosso QG, me aproximei do Capitão, após as notícias assoladoras que haviam chegado — Uma grande perda, pois um grande homem. Mesmo distante, pude perceber o quão valiosa fora a sua atuação para o campo de batalha. Para um passo como o que demos hoje, apesar de sangrento, temos sorte que ainda podemos compartilhar de seu conhecimento e experiência - dizia, em tons confortantes, mas que mesmo assim não afastavam por completo certa melancolia e uma sensação lúgubre. Não esperava uma resposta, afinal, os momentos de luto eram os que mais precisávamos de um silêncio sagrado, mas esperava que minhas palavras pudessem surtir algum efeito positivo para o Capitão, pessoa com a qual passava a me importar mais. Não obstante, nessa atmosfera de distribuir condolências, me aproximaria sutilmente de Bolton, pondo o braço em seu ombro e dando uma batida em seu peito — Traremos-o justiça, meu caro amigo. É a única coisa que pode chegar perto de reparar o que foi feito, e a única que posso lhe oferecer, além de meus sentimentos - confortaria-o mais, caso sentisse que era necessário. Esperava, mesmo naquele instante, que Bolton pudesse vislumbrar a necessidade de fazer-se justiça, e que nenhum dinheiro era capaz de comprar certas coisas. Em um momento crucial como aquele, o seu ingresso na marinha seria mais do que bem-vindo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sem mais delongas, chegamos ao QG, o qual não se encontrava nas boas condições em que o vira anteriormente. Todavia, um quartel podia ser reeconstruído, isso não era grandes problemas; já a vida das pessoas, não. Seguindo as ordens do Capitão Eric, adiantei-me a alimentar-me com certa pressa, além de tomar uma ducha rápida, para livrar-me do sangue que me maculava. Logo após isso, com passos apressados, dirigiri-me para a sala do Capitão. Chegando lá, encontrava-me com os meus companheiros. "Felizmente estão todos bem" - olhava nos rostos de cada um com um olhar tenro, especialmente para Elena. Havia ficado preocupado com todos eles... Mas onde estava Karkarov?! Temia que algo mais grave pudesse ter acontecido com o bárbaro, mas sabia que ele era casca grosas demais para cair assim, o que me aliviava um pouco.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ali, com todos juntos, podia ficar mais tranquilo. Tinha certeza de que um futuro ainda nos aguardava e que conseguiriamos superar os nossos desafios — Eu não queria ser promovido por uma pessoa que eu sequer podia considerar como uma marinheira, Capitão... Por isso recusei a promoção. Se reconhecido, fico muito grato em ser promovido pelo senhor - faria uma pequena reverência, mantendo a compostura logo em seguida, com as mãos cruzadas nas costas. Aparentemente nós iriamos ser separados. Mizzu e Kurai rumariam para a Grand Line, em nova missão, enquanto eu e Elena permaneceriamos em Lvneel, a fim de reestrurar a marinha. Seria uma nova experiência, mas sabia que com grandes poderes, grandes responsabilidades viriam. Minha primeira incubência era relatar tudo que havia ocorrido, e assim o faria, não deixando escapar nenhum detalhe, desde a estratégia adotada para a invasão, os relatos de Fof Ofo, o laboratório e meu rápido encontro com Elena Eisenberg. Lembraria, assim, da medalha a qual ela havia me dado para entregar a Kurai; tiraria-a do bolso, parando a mão fechada em seu peito — Pertenceu ao seu pai; estava com Elena, ela me pediu para entregar-lhe, foi o seu último pedido - diria, repousando-a em sua mão.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Logo eramos dispensados da sala, eu e Elena, de forma que finalmente podíamos falar a sós. Iriamos trabalhar juntos e, a partir de agora, eu serviria a ela, como havia prometido — Faremos uma ótima dupla aqui e no campo de batalha, tens a minha palavra - falaria, a fim de desfazer o mal entendido no qual ela havia caído — O que você acha dessa nova tarefa, Elena? - me referia a ser um dos comandantes do QG — Se teremos que proteger Lvneel, precisamos fazer as coisas bem feitas - dizia, me mantendo ao seu lado enquanto aguardava os meus demais companheiros saírem da sala — Aliás, tens notícias do Karkarov? - demonstrava a minha preocupação com o Drumstrang, o meu fiel rival.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Aquele momento marcava a nossa despedida, mas ainda seriamos companheiros, assim acreditava. Logo que os dois marinheiros deixassem a sala, falaria — Foi uma honra servir com homens tão bons - realizaria uma breve reverência para cada um, junto a Elena. O tempo que haviamos passado juntos não fora longo, mas aqueles que partilhavam da mesma batalha sempre criavam certos laços — Que o caminho não vos separe - me despediria, sabendo que muito haveria de ser feito para reerguer o quartel.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Seguiria Elena, mantendo-se ao seu lado, enquanto nos dirigiamos ao mesmo destino. Minhas mãos já se preparavam para o trabalho duro — Não podemos relaxar, nem um pouco - começaria a por a mão na massa, pegando tijolos e os carros de cimento, blocos de pedra e toras de madeira, fosse o que fosse, começando o trabalho de reconstrução de nosso precioso quartel. Acabaria quando Elena acabasse, dando o turno por terminado e indo conhecer a minha nova sala, para só então fazer os preparativos para o meu repouso, banhar-me, vestir-me e dormir.

Citação :

Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 21
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia.
Ofício: N/A
EdC: Ceifador

Ganhos: 13's Jason; Perícia (Interrogatório*); Mapa; Livro; 6.020.000 de berries; +1 Missão pela marinha; Enterprise; Potential.
Perdas: 500.000; 1x Algema (espero recuperá-la).

Players: Elena Selena; Karkarov Von Durmstrang; Kurai Hoshiken; Mizzu S. Hayha.
NPC's: Mike; Jordan; Agente Reita; Agente Sado; Maso; Agente Brigger; Agente Muert; Agente Troglo Dyta; Agente Perf Ekt; Karn Voro; Tenente Juss.
Extras: Ferimentos no abdômen [1/3]











Off





Spoiler:
 



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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 10 EmptySeg 06 Ago 2018, 11:34

PONTO DE RUPTURA:
O VERDADEIRO ESPÍRITO DA JUSTIÇA!
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"Dizem que os homens não são diferentes de animais, que eles sempre lutam para proteger os seus. Isso não é verdade, pois homens são cruéis, o raciocínio os leva a cometer atrocidades, a renegar seres semelhantes, não por sua índole, mas por sua aparência. Se cabe a mim ser um destes homens, eu prefiro renegar a mim mesmo."

As palavras da Agente Sado sobre o tritão despertavam aqueles pensamentos que sempre estavam ali, nos redutos mais profundos de minha mente, junto a uma fúria sobre tudo o que existia de errado com o mundo. Eu havia me tornado um monge para afastar aquela raiva incontrolável, mas desde o meu ingresso na marinha e a visão sobre a podridão que se espalhava por dentro de suas paredes, algo parecia acordar dentro de mim, algo que eu não sabia se conseguiria controlar.

As próximas palavras da mulher transpareciam sentimentos que eu não conhecia direito, afinal de contas havia sido privado do convívio social por mais de uma década. Apenas acenava com o boné para ela, confirmando sobre seu convite. Mas um estampido nos puxava de volta para a realidade, mostrando que aquela guerra jamais terminaria. Era um disparo certeiro na cabeça de alguém que identificaram como "Doutor", um dos cientistas por trás da droga. Sado se desesperou, mas quem quer que fosse o atirador parecia ter apenas um alvo, o que me dizia que apesar de derrotada a Tenente Eisenberg, ela ainda tinha agentes de confiança.

"Sem pontas soltas. Quem fez isso queria impedir que essa droga se espalhasse... Seria um dos agentes?!"

A dúvida perdurava em minha mente no retorno ao QG, me fazendo dar uma segunda olhada sobre os ombros antes de me apresentar a Capitão Eric. Reencontrar Elena neste momento me tranquiliza de uma forma quase sobrenatural, após as ordens do capitão, me dirigiria a ela.

Ei madame, fico feliz por vê-la de pé. Espero que esteja bem... — Apesar do sentimento de tranquilidade, também havia preocupação em mim, afinal de contas Karkarov não parecia compartilhar da mesma vitalidade da garota.

O tempo de descanso, seria gasto para visitar Karkarov na enfermaria, mas o Destino parecia ter outros planos. Nos corredores era abordado por uma moça, uma soldado do exame de sargento, entregando-me uma carta, ela relatava que Tenente Eisenberg era a remetente, informação reafirmada por seu selo na carta. Curvava-me para ela agradecendo, hesitando um pouco antes de abrir a missiva.

"Sim pai, parece que as coisas não terminaram bem para a Tenente. Sinto muito. Eu gostaria de ter mais tempo com ela, tentar entender seus motivos, afinal de contas você uma vez acreditou nela... Talvez essa carta tenha algumas respostas."

Afastava-me um pouco dos corredores, me recolhendo a um local um pouco mais afastado dentro das paredes do QG para não ser interrompido durante a leitura. Lentamente levava os dedos ao brasão no envelope, respirava fundo e me entregava a mensagem e ao que ela buscava transmitir. Infelizmente nada poderia me preparar para isso, nem para a escuridão dentro daquele envelope. A cada palavra meu corpo estremecia, sentia minha alma se esvair como as letras no papel, traído pela minha própria mente, afinal de contas eu estava certo, ela tinha uma motivação forte e sua busca por meu pai não era infundada, ela percorreu o inferno por quem amava... Pela primeira vez não consegui julga-la sobre o mantra que guiava meus passos.

"E-eu não... Pai, você sabia disso?!"

O fim da carta remetia ao começo. Ao meu começo. Eu havia entrado na marinha aceitando o destino que me foi herdado, tudo que havia feito, minhas escolhas, tudo era única e exclusivamente para isso, mas o Destino, esta maldita entidade mais uma vez tomava as rédeas de minha vida, não deixando que eu guiasse, não deixando que eu seguisse o caminho que me fora imposto por ele mesmo. Amassava a carta contra o punho cerrado, socando a parede vez após outra, não importando os danos causados ao punho, o cansaço ou o estresse daquele dia, sentia ódio, sentia a fúria explodir através de mim, através do meu punho manchado de rubro.

"E se eu te disser que este não era o destino que seu pai queria para você."

As palavras de meu velho mestre ecoavam por minha mente, segurando meu próximo soco. Eu não queria ter de fazer aquilo, afastar-me do caminho da marinha, mas meu coração me dizia que eu não poderia abandonar a garota, como se ela fosse meu destino, assim como Elena fez parte do destino de meu pai. Estes conflitos internos consumiram minha mente, deixando-me alheio ao mundo durante vários minutos. Não conseguia raciocinar direito, pensar sobre o assunto me fazia querer levar o nobre a justiça, mas eu tinha medo do que minhas ações poderiam causar, não contra mim, mas contra a garota, a filha de Elena, a pequena Unmei Eisenberg.

"Droga! Não tenho escolha, se quero expor os crimes do calhorda, preciso resgatar a garota. Mesmo que isso signifique..." Tinha medo de completar a frase, não por mim, nem por aquilo que acreditava, mas pela memória de meu pai. "A justiça precisa ser feita... Mesmo que isto custe tudo. Desculpe pai."

Guardava a foto da garota na parte de dentro do boné, abraçando a ironia daquele momento, cumprindo o pedido pós escrito da carta, descartando-a propriamente através de chamas. Caminhava até a enfermaria para tratar os ferimentos da mão e visitar Karkarov, se me fosse permitido levaria o machado de Brian, deixando-o ao lado de sua cama, cumprimentando-o, mesmo que estivesse desacordado.

Brian foi derrotado... Nós vencemos, meu amigo.

A caminho da sala passaria pelo vestiário recolhendo novas roupas, mas mantendo meu boné. Na sala de reuniões o resultado de alguns dos confrontos saltava aos olhos, pois Mizzu estava em uma cadeira de rodas, apesar de toda a carga emocional a qual estava submetido naquele momento, não deixava de ficar preocupado com ele. Indo direto ao ponto o capitão solicitava que cada um de nós relatasse os resultados de nossas missões e prontamente me coloquei a fazê-lo, tentando disfarçar o conflito em meu interior, com uma tranquilidade cínica.

Os estoques da droga foram destruídos. Os tritões foram libertos, porém estão desaparecidos. Brian foi subjugado e infelizmente faleceu durante o confronto. Minha missão foi cumprida senhor, porém no caminho para cá fomos atacados por um atirador desconhecido, o qual conseguiu assassinar o cientista responsável por sintetizar a droga. — Responderia às outras perguntas do Capitão e ouviria atentamente o reporte sobre as missões dos outros.

O relatório do capitão era simples e direto, ele não parecia ter as mesmas respostas que eu, porém não me sentia nem um pouco inclinado a compartilhar o que sabia com ele, pois aquele era o meu fardo e não sabia em quem poderia confiar. Infelizmente, outras más notícias eram compartilhadas, pois nosso grupo seria desmembrado em ocorrência dos incidentes, os sargentos Karyo e Elena ficariam na ilha, enquanto Mizzu e eu partiríamos como escolta para o Lord Lammark, assim como a Tenente previu.

"Parece que a Tenente estava confabulando com Você, não é mesmo?!" — Questionava de forma ríspida meu perseguidor, o maldito ser conhecido por Destino.

Saindo da sala nos reunimos a Sargento Elena, que transmitia através de uma fala emocionada seus sentimentos sobre aquela despedida. Era estranho ficar diante dela e de Karyo sabendo a escolha que teria de tomar sobre sua próxima missão, só esperava que Mizzu não fosse impactado pelos erros que iria cometer. Despedidas não eram meu forte, portando apenas estendia a mão primeiro a Elena e depois a Karyo, transmitindo respeito e lhes cumprimentando.

Espero encontrá-los novamente... Foi uma honra estar o lado de vocês... — Segurar o que estava dentro de mim fazia as palavras saírem de forma apática, sem sentimento algum, mas era o melhor que podia fazer. — Mizzu, poderia me acompanhar?!

"Queria poder contar com eles... Com toda certeza Elena ficaria ao meu lado, mas não posso lhe pedir isso, está é minha missão."

Me retirava para a sala de treinamento, apesar de meu corpo exigir um descanso, minha mente não permitiria que o fizesse, portanto tentaria nublar tudo aquilo da melhor forma que havia aprendido em Ferdinand, através da dor. Utilizaria um boneco de treinamento para extravasar a tensão, descarregando sobre ele tudo o que se passava dentro de mim. Atacava-o com as mãos nuas, apesar do ferimento da mão que utilizará para socar a parede, não a pouparia. Caso estivesse na companhia do pistoleiro, lhe transmitir um pouco do conhecimento que possuía, porém sem revelar meus motivos.

Sei sobre nossas ordens, mas acredito que deveria pedir ao capitão para ficar na ilha... Esta pode ser uma viagem... Perigosa... E creio que devido a sua condição... — Tinha como intenção afastá-lo de tudo que poderia acontecer, pois não queria que ele fosse pego no fogo cruzado e não poderia revelar meus verdadeiros motivos.

Me retiraria para o dormitório apenas quando o corpo não aguentasse mais e em minha exaustão tentaria afastar os pensamentos que antecipassem os acontecimentos sobre o que viria a seguir. Acordaria o mais cedo que conseguisse, recolheria meus pertences e partiria rumo ao Banco Mundial para recolher meu salário e recompensa, caso Mizzu não tivesse acatado a sugestão permitiria que ele me acompanhasse, ainda insistindo para que ele ficasse na ilha com os outros.

"Nasci sobre o estandarte da marinha. Reconheci tudo aquilo que me foi ensinado como Justiça. Mas nunca deixarei que a maldade no interior dos homens nuble minha visão sobre o que é a verdadeira Justiça."

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Partes da Tonfa:
 

OFF:
 

Objetivos(Atualizado):
 

Histórico:
 

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Divine Tools:
 

WANTED:
 

Legenda:
 
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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 10 EmptyQua 08 Ago 2018, 10:23


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[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Em nuance de momentos, eu me via acabado. O sangue que pintava todo aquele local era parcialmente quase todo meu, parecia que aqueles dois tiros, um no ombro e outro na coxa, haviam me penalizado muito, e com isso eu a parte do liquido que compõe quase toda densidade de meu corpo se esvaia.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Foi um sucesso essa missão? Sim! Mesmo com todas as avarias e baixas, fizemos um bem que salvou milhares de vidas no futuro, e as que perdemos na missão não tinha nada que pesasse na balança para equiparar, mas podemos dizer que as mesmas pereceram diante a honra. Sentia um pingo de remorso, não pela morte do agente, mas sim por que no seu momento em vida eu não pude entender ou reconhecer muito o mesmo, poderia ser que ele fosse aquilo mesmo que eu pensava desde o início, um inimigo, mas agora ele estava morto e minha duvida que poderia ser sanada antes, continuava ainda mais.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]- Ei, cuide dos outros soldados! Eu consigo segur... – Falava de forma meio lerda, eu não percebia, mas todo aquele sangue que havia corrido de meu corpo me trazia uma penalidade, e como tal eu perdia gradativamente a minha consciência. Deitado, eu olhava todo o cenário, e quando tentava ordenar os soldados, a cena daquele local mudava por completo, tanto o clima como as paisagens e também as pessoas, eu me via em uma belíssima casa, que por sinal parecia ser de nobres, ao tentar entender tudo aquilo, eu percebia algo estranho, meu corpo era de uma criança, e mais a frente eu via alguém vindo em minha direção, talvez para abraçar ou para outra coisa, só percebia que sua fisionomia era conhecida, e isso me trazia paz e segurança. Onde eu estava, eu não sabia, e enquanto era abraçado pelo homem desconhecido, um flash me atingia me fazendo recobrar os sentidos voltando a realidade cruel e sangrenta. Nesse momento, eu percebia que o soldado já havia feito meus curativos, e uma interrogação enorme ficava sobre minha cabeça. “Quando foi que ele me tratou?” A famosa incógnita se instaurava diante mim, mas com o passar de alguns segundos eu percebia o que havia acontecido ali, e novamente eu me perdia em nuances de pensamentos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Voltando para o cenário que antes era feliz e agradável, agora eu estava em uma cama, era de noite e coberto na mesma esperando algo para dormir ali permanecia, agora parecia que eu estava um pouco maior do que antes, mas continuava criança, e durante aquele sonho algo me angustiava, que não me fazia deitar e apreciar o gostoso sono. Poderia ser algum tipo de pesadelo, ou também eu apenas estava esperando algo, mas o mais importante era que a figura de uma mulher, belíssima por sinal se aproximava de mim, aquilo me confortava de maneira tremenda, me fazendo acalmar os nervos na hora e assim dormi tranquilamente, não entendia muito o que ela falava, eu estava no corpo de uma criança mas não era ela, era sim um espectador para ser mais exato, e no momento em que ela me cobria e eu dormia, eu novamente voltava a realidade do mundo caótico. Agora então estava eu sobre uma carroça sendo levado, não sabia muito o que tinha acontecido, mas percebia que estava seguro diante todos ali, e sem forças eu não aguentava mais, e apagava ali na carroça.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Hoje eu não sabia nada sobre meu passado, apenas as lembranças de connell em diante enxiam minha memória, mas agora outras cenas, mesmos que pequenos flashbacks, iam tomando seu lugar na minha caixa de segredos, e isso me deixava totalmente confuso. O pirata que antes havia matado o agente e os prisioneiros, aparecia nos meus sonhos; eu não entendia muito quem ele era ou o que ele queria, mas não era apenas uma vez que eu o via nos meus pensamentos, eram repetitivos flash instantâneos como se eu conhecesse o pirata de algum lugar, e mesmo sonhando eu não ficava são sobre aquilo. Em um desses flash, eu via um pirata, que poderia ser ele, parecia-se até mas não tinha certeza, matando um casal de nobre em frente uma criança, como espectador da cena eu não podia fazer nada, a criança que estava ali desmaiava e em meu interior eu sentia algo estranho, um frio na barriga que consumia todo meu corpo, aquilo me trazia algum tipo de lembrança ou angustia, fazendo assim o inesperado acontecer, que seria uma lagrima sair de meus olhos. “Qual o motivo dessa lagrima? O que será que está acontecendo!” Perguntava para mim mesmo, eu não tinha a mínima ideia de oque era aquilo, mas meu subconsciente demonstrava eu já havia presenciado tudo aquilo, e me vinha duas perguntas na mente. Será que eu estou recuperando as memorias perdidas da amnesia? E quem era aquele pirata que matou o casal nos meus sonhos, seria o Gio Mio? Tais perguntas não eram respondidas, mas eu entendia que o destino queria me mostrar algo ali.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Um vento no lugar um pouco desagradável me fazia desperta, logo percebia que estava em algum lugar estranho, e com o passar de segundos olhando ao redor, eu percebia sim que estava em uma enfermaria, e gradativamente eu ia recobrando os sentidos. Agora eu estava meio que deitado em uma possível cama de paciente ali, entendia assim a casa do vento em minha bunda que seria devido a bata que eu usava ali, uma roupa estranha que cobria todo meu corpo, menos a parte da bunda, isso não me fazia perde a masculinidade, mas eu me sentia totalmente desconfortável com isso, e ao tentar me levantar eu sentia a penalidade do combate anterior vindo totalmente em minha direção, sim minha coxa por si só parecia falar, e ela dizia que eu estava fodido. Não conseguia muito me movimentar, os ferimentos eram fortes, e junto com a coxa o meu ombro também não aliviava, e foi nesse momento que alguém percebia meu despertar e vinha ao meu encontro.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]- Sim! Cara me ajuda aqui, que porra de roupa é essa que mostra minha parte de trás cara, preciso trocar isso urgentemente, e cadê minhas pistolas? Meu chapéu? Olha preciso me trocar, já que o capitão quer me ver, eu tenho que arrumar algum meio para ir até ele, mas eu não consigo nem me levantar direito devido a esses ferimentos, se vai me ajudar então por favor me tire essa roupa horrível logo! – Falava com um possível medico ou enfermeiro do local, eu não me estressava muito com os ferimentos, mas sim com a roupa ridícula que estava usando como também com os meus pertences que não estavam comigo em si.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Junto com o auxiliar ali, eu me aprestava, tentaria tomar um banho, e conseguir uniformes novos, optaria por usar o simples uniforme de soldado, camisa branca de mangas longas, calça azul marinho e sapatos pretos, mas também tentaria conseguir meus pertences de volta, devido ao combate eles poderiam ter guardado em algum lugar especifico e com parceria do tal enfermeiro ali, eu procuraria meu chapéu como também o coldre e as pistolas. Todo cromado e enfaixado, eu estava agora em uma cadeira de rodas, não tinha um mínimo senso de direção para dizer que era hábil nas tais duas rodas, mas com a perna suspensa e um pouco desconfortante ali, eu tentava dar o meu melhor conduzindo a cadeira, assim então com meus equipamentos e o chapéu de cowboy branco na cabeça eu seguia para onde o capitão Eric estava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Entrava assim na mesma, podia perceber que alguns ali se abismavam com minha situação ficando preocupados, pois alguns ali eu considerava como irmão e isso demonstrava a reciprocidade dos mesmos. – Olá capitão, mandou me chamar? Que cara são essas de vocês animo pessoal, ainda bem que estão todos aqui! Kurai, você é o mais fodido de todos hein, que ce pegou um baita de um inimigo! Mas aí cadê o Karkarov? – Me apresentava ao capitão, mesmo na cadeira de roda eu prestava continência, meu ombro direito estava normal e isso não me impossibilitava de fazer tal ato. Tentava soltar um sorriso nos rostos dos outros ali, mesmo sendo o que estava mais ferido eu zoaria o nosso cozinheiro mostrando que aquilo que eu estava passando era algo esdruxulo e que não dessem muito importância, tentava contagiar todos ali e tirar aquele clima desagradável, mas logo era engolido pela ausência do nosso nobre amigo bárbaro, o Titã, Karkarov. Isso me calava ao ver que ninguém respondia, eu apenas voltava ao meu interior tenebroso e triste, e quem estivesse naquela sala perceberia que toda aquela alegria anterior era consumida por desanimo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]- Capitão, se me permite falar, diversos acontecimentos foram cruciais para o que poderia ser o sucesso da nossa missão. Com o plano de surpreende-los, nos dividimos em dois grupos, um grupo conseguiu facilmente adentra a casa e prender três inimigos na cozinha da mesma, mas já o outro grupo foi emboscado por um atirador que estava no telhado da casa a frente, eu rapidamente fui de encontro ao inimigo e em um embate com alguns feridos conseguir o elimina-lo, mas para nossa sorte o mesmo não era o tal pirata que haviam nos informados, e em um deslize nosso o mesmo apareceu e conseguiu nos penalizar diante aquilo, mas também consegui neutraliza-lo o abatendo, como também o mesmo aumentou mais nossas baixas ali. Antes disso o agente havia subido para o primeiro andar para cuidar dos inimigos que estavam ali, e após a morte do Pirata Marc Sent, o agente surgiu da janela junto com 3 inimigos em seguida fazendo a casa em si pegar fogo por completo. Após alguns segundos de vitória ali, um pirata que ao ouvir os soldado falarem, tinha por nome de Gio Mio, apareceu e matou todos os prisioneiros ali, o agente Trogo tentou fazer algo e logo foi morto pelo mesmo, que após isso se debandou, não sabemos o paradeiro do outro agente, só sei que após a morte de Trogo o pirata o revistou e levou algo como uma pasta, e é isso capitão! – Falava de maneira calma e tranquila, a dor da batalha já havia passada e não tinha razão para ter medo de tais acontecimentos. Percebia também que enquanto falava, o nome Gio Mio fazia o capitão estremecer ali, mas não me importava muito, apenas esperaria todos responderem o mesmo e me calaria esperando mais ordens.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Algumas palavras me comoviam, não sentia muita amizade diante o soldado que agora promovido a sargento, e mesmo com toda aquele papo de apreciação e parabenização, eu não deixava de suspeitar daquele capitão juntamente com o sargento shen, e para minha tristeza entendia que a próxima missão ele iria nos dividir, isso me deixava cada vez mais puto, sabia que tinha algo por trás daquilo, e com o afastamento do Karkarov, agora ele também queria afastar a nossa espadachim e líder Elena, eu não podia fazer nada no momento, mas isso era algo que não me deixava quieto. Via a sargento junto com o ceifador sair da sala, não demonstrava, mas por dentro eu sentia que eu não iria mais vê-la em ação, e isso me deixava triste, mas eu estava na marinha, mesmo que não confiasse nesses superiores, eu tinha que acatar as ordens, mas ai fica pergunta, até onde eu aguentaria isso?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao terminar o relatório da nova missão, eu percebia que uma coisa me alegrava, pelo menos eu estaria com uma das ferramentas, e se ainda estivesse uma semente, é claro que as ferramentas divinas poderiam florescer ali. As palavras do capitão me encabulavam, tais como “Escolta, Nobre, Lammark e cruel” não entravam de forma alguma confortáveis na minha cabeça, sabia que mais para frente iria ter algo extremamente perigoso a minha espera, mas também não fraquejava e não demonstrava medo, pois mesmo assim não sentia.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dispensado eu via a líder do nosso grupo nos esperar, um sentimento que eu não consigo demonstrar em palavras me cobria e isso poderia me fazer até chorar, mas não era tão sentimental para tal ponto. As palavras da mesma pareciam ser profundas, eu logo percebia que aquela sim era uma verdadeira Ferramenta divina, tentaria abraça-la no final de suas palavras, mas no estado que eu estava eu era totalmente incapacitado. – Muito obrigado por tudo Elena! Não sei a causa, também não quero comentar aqui, mas nos separarmos foi uma péssima decisão, não posso fazer nada no momento, mas creio sim que vamos nos encontrar algum dia, e daqui para lá a engrenagem vai novamente guiar nossas missões! Tenha cuidado aqui, por favor cuide do nosso Barbaro, não deixe nada acontecer com ele, e também mande noticias ok? – Falava diretamente com a sargento, em seguida tentaria me aproximar mais da mesma e fala baixo apenas para ela ouvir. – Olha, tenha cuidado com esse marines, eu não um pingo de confiança neles ok! Qualquer coisa tente nos contatar, pois tanto eu como o Kurai viremos de imediato para ajudar! – Em seguida um grande sorriso se estampava em meu rosto, juntamente com um gesto peculiar de pistola em minha mão direita, apontava para a sargento e atirava, tentando fazer com que a mesma percebesse que aquele era meu gesto de gratidão para a mesma. – Parabéns pela promoção Shen, boa sorte na nova caminhada. – Curto e grosso eu não deixaria de falar com o agora promovido Sargento Shen, não confiava no mesmo, mas o parabenizava pois até então ele pelo menos havia feito aquelas duas belas pistolas ao qual eu estava de posse, e em seguida eu me despedia e me distanciava dos mesmos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Parecia que o kurai estava estranho com algo, nunca vi o mesmo tão próximo a mim como agora, e com a petição do mesmo para o acompanha-lo, eu não o ignorava e apenas o seguia até o local escolhido. É, ele estava estranho, era possível ver pelas suas ações e por meio delas eu percebia algo que poderia também estar sentido, a incerteza. As palavras do cozinheiro não pareciam condizer com suas ações, mesmo ele pedido para não acompanha-lo durante a próxima missão, era nítido que aquilo não era o desejo do mesmo, eu o respeitava mas também não respondia, apenas olhava para o mesmo e tentava fazer com que ele entendesse que eu sabia que não era esse o motivo de suas palavras, em seguida saíra dali.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]“O que será que aconteceu com o kurai, não acredito que aconteceu algo relacionado a toda essa minha suspeita diante do sargento, mas eu não posso abondona-lo, agora que o grupo foi desfeito tenho apenas ele como quem confiar, e não posso deixo seguir nessa missão perigosa só, não tenho muito o que fazer nesse estado, mas mesmo que eu me arraste eu não vou deixa-lo ir só nessa escolta!” Pensava enquanto tentava seguir para qualquer biblioteca ou local de informações próximas ali, tentaria conseguir um livro de física para estudar, tinha algumas ideias em minha mente que floresciam após o duelo contra o Pirata atirador, e por meio da física eu poderia achar alguma resposta. Seguira assim para o dormitório, pedira ajuda de algum enfermeiro ou alguém que estivesse ali para ajudar-me a deita, pois no meu estado nada dava para se fazer só, e então dormiria descansando e deixando as mazelas daquela missão se esvaírem de meu corpo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Me acordaria o mais cedo possível, mesmo não sendo do meu costume, eu tentava me acordar cedo devido a demora que seria para me arrumar e subir na cadeira de roda, e também pelo simples fato que queria encontrar o Kurai antes de partimos para o Porto. Caso o encontrasse eu não falaria nada, apenas seguira com o mesmo, meu silencio era mais que resposta para o jovem cozinheiro sobre sua sugestão anterior, nunca fui melancólico, mas também era muito transparente em sentimentos, e o Tonfeiro ali não tinha como não perceber o que eu demonstrava ao segui-lo. Tentaria ir antes com o mesmo no banco mundial conseguir as gratificações da missão, e mesmo que ele tentasse me impedir de alguma forma de ir prosseguir com a nova missão, eu apenas o ignoraria e o seguiria para o porto após a saída do banco.



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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 10 EmptySex 10 Ago 2018, 09:18


O relatório havia sido feito. Todos as ferramentas dispensadas com suas devidas orientações. Estavam separados, seus caminhos seguiriam rumos diferente. Elena havia ficado esperando Mizzu e Kurai, queria se despedir deles e assim o fez.

Claro que havia muita coisa a fazer. Kurai parecia se preparar piscologicamente para o que viria, chegou aconselhar seu nakama a não ir com ele nessa viagem, mas esse não havia desistido de seu companheiro, mesmo com o corpo meio inutilizado.

Assim que se despediram um enfermeiro voltou e pegou Mizzu: "Desculpa Sargento, mas precisa repousar e tirar esses curativos e se preparar para viajar." Falou o homem levando o indefeso sargento.

Na enfermaria, agora com calma, o sargento viu os soldados que participaram da missão com ele. Ao lado de um deles uma família, mulher e uma menina. Ela viu Mizzu chegando e foi na direção dele. "Obrigada! Fiquei sabendo que você se arriscou muito para salvar meu marido. Obrigada."

O pistoleiro teve que dormir na enfermaria, a família agradecida tinha enviado um delicioso ramen para Mizzu jantar.

Enquanto isso Kurai estava na sala de treinamento. Destruindo sua mão,cansando seu corpo, quando viu Sado, a agente irreverente estava na porta.

- Existem outras maneiras de gastar energia. - A doce voz da agente atingia osouvidos do Sargento. - Vou acompanhar vocês na viagem. Tem um nobre, e sabe como é, nós agentes temos que proteger esses babacas. Na vrdade era para Tuudos ir. - A voz ficou triste, visivelmente triste. - Mas ele morreu na batalha contra Elena. Bem, até lá! No primeiro turno vamos estar de folga por causa da missão, então quem sabe nos vemos. Minha cabine é 202.

Ela saia sem esperar uma resposta. Kario estava cansado e logo também foi dormir.

NO DIA SEGUINTE

Logo cedo os dois sargentos estavam no porto diante de um enorme navio. Era muito luxuoso e grande, sem dúvida o maior barco que a população de Micqueot havia visto. Mizzu já estava de pé com a ajuda de uma muleta, Kurai estava ao seu lado.

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Um homem se aproximava dos dois, acompanhado dele estava a agente Sado. Só pela maneira de se vestir já indicava que ele era outro agente.

- Bom dia senhores! - Disse o agente. - Vocês estão encarregados como representante da Marinha na proteção da primeira parte da viagem. Nós vamos até o fim da Grand Line, entretanto vocês vão ficar em Cactus Island, uma ilha segura, praticamente dominada por caçadores e onde a marinha tem um bom investimento de recursos.
- Ele parecia estar bem informado sobre tudo, mas entregava junto uma carta da Marinha com as ordens, a assinatura era do Capitão Sho Pan. - Capitão Sho Pan é o responsável pela viagem, ele esta cuidando dos detalhes da viagem e estou apenas como pombo correio. - A cara do agente mostrava uma cara de certa resignação. - Mas voltando a missão de escolta. Vocês terão um turno livre (2 posts) e um turno com suas responsabilidades (2 posts) e novamente terminam a viagem em turno livre. na carta explica isso também. - Ele dava uma pausa para os dois olharem a carta e caso fizessem era isso mesmo. - Vocês vão ficar em cabines individuais, na 201 e 200. Escolham a que preferirem. - Ele passava as chaves para os dois marinheiros. - Por fim, teremos 3 refeições ao dia e o capitão de vocês sempre estará na ponte de comando, portanto, antes de entrarem em seus postos, se precurem ele. Até mais.

Assim que terminou de falar deu as costas aos sargentos, Sado ainda se virou um vez e mandou um sorriso para os dois. Mas logo mandou uma piscada para Kurai.

Mizzu por outro lado sentiu uma presença estranha, algo bem poderoso, uma sensação que lembrava um pouco do passado recente,quando ele olhou para cima do barco, sentado no mais alto ponto do navio, que somente alguém como ele poderia ver, estava o infame pirata Gio Mio.

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OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 10 EmptySeg 13 Ago 2018, 20:30

AS CRUÉIS INTENÇÕES DO DESTINO:
O MAL INTERIOR!
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[color=#ffff66]Socava o boneco vez após outra, tentando atingir o ápice da autoflagelação e com ela afastar minhas inseguranças, pois havia aprendido que a dor era o melhor calmante. Em meio a toda a fúria, o suor, a dor e o sangue, uma voz suave penetrava minha mente como se me agarrasse e puxasse de volta para a realidade, ação essa que a detentora da voz parecia ser mestre em executar. A agente Sado estava na porta da sala de treinamento, sempre com seu jeito ousado, mas em uma de suas frases ela transparecia uma certa tristeza, assim como muitos dos marinheiros haviam caído o petulante agente Tuudos, também havia sucumbido. Era estranho me sentir mal por uma pessoa a qual não tinha o menor apreço, mas eu me compadecia pela dor da gente da melhor forma que conseguia.

Sinto muito. — Aproveitando-se deste momento, ela encaixava um novo convite para durante a viagem, mais uma vez transparecendo aqueles sentimentos ou impulsos, afastando-se antes de eu conseguir transmitir uma resposta.

Aquela visita interrompia o fluxo acelerado de sangue em meu corpo, fazendo com que o cansaço se abatesse sobre mim, me obrigando a me retirar para o dormitório e o descanso que meu corpo merecia. Infelizmente não poderia dizer o mesmo de minha mente, que remoía tudo aquilo que havia se passado o dia anterior, desde a batalha com Brian até a carta, tentando também antecipar o que viria a seguir.

Sonho escreveu:
Estava parado na proa de um navio sob um mar calmo, com o sol em minhas costas e o céu completamente alaranjado, vislumbrava o horizonte, escutando as palavras da carta da Tenente em minha mente, narradas pela própria, clamando por minha ajuda. Vira-me para ver a pequena Unmei na popa do navio dando um passo em direção ao mar, iniciava minha corrida a seu encontro, com meu coração palpitando, sentindo um frio na barriga, mas saltando em direção a ao grande azul, ao encontro dela.

O mergulho me levava a uma sala cheia de piratas, seus rostos eram dos mesmos homens que participaram no ataque ao navio de meus pais, dos criminosos de Micqueot e dos homens de Brian. Com as armas em riste, eles tentavam me impedir de chegar a porta onde estava a garota, enquanto a sala se distorcia e a porta se afastava, eu lutava com todas as minhas forças contra os piratas, derrubando inúmeros deles enquanto tentava alcançar a garota. Porém para minha infelicidade minhas tonfas, aquelas feitas por Karyo desvanecia de minhas mãos, como se eu não fosse digno delas, forçando-me a lutar com as mãos nuas.

Quando finalmente conseguia atravessar a porta era transportado para uma batalha entre navios, um cenário desolado com fogo por todos os lados, meu uniforme estava tingido de rubro e sob os meus pés jaziam os corpos sem vida de Unmei, da Tenente Eisenberg, de minha mãe e de meu pai. Em minhas mãos a arma que havia causado aquilo, não sabia como, mas eu era minha culpa.

Quantos precisarão morrer para que você se satisfaça?! — Questionava largando a arma e prostrado-me sobre os corpos.

Eu já vi muitas mortes, mas apenas anseio por uma. E então poderei descansar... — Um conjunto de vozes ecoavam ao fundo, composto pelas vozes da Tenente, de minha mãe e de meu pai, recitando em um tom sepulcral.

Ele vai assumir a responsabilidade, você sabe... — Meu pai argumentava com o ser. — Assim como devemos todos.

Lágrimas escorriam de meus olhos, tentava me mexer, mas o corpo não respondia aos impulsos. Uma luz cegante começava a encher o cenário, forçando-me a fechar os olhos.

Abria novamente os olhos no quarto do dormitório, com as lágrimas ainda escorrendo, o peito apertado e uma angústia inenarrável. Limpava os olhos com as costas da mãos, apoiando-me na beirada da cama para me levantar, ficando sentado por alguns segundos, erguendo-me com uma expressão de ódio no olhar.

Que os Deuses me perdoem.

Depois dos preparativos e de recolher meus pertences me dirigia para o porto, acompanhado por Mizzu. Odiava o som do silêncio, mas deixaria que ele perdurasse por toda a caminhada, a menos que fosse questionado, mas mesmo essas respostas mostrariam que eu não estava disposto a dialogar.

No porto escutava as ordens de um novo agente, que nos apresentava um roteiro da viagem, avisando que teríamos de nos reportar ao responsável pela da embarcação, Capitão Sho Pan. Antes de se afastar a agente Sado, que o acompanhava nos direcionou um olhar, completamente ignorado por mim. Primeiramente levaria meus pertences até a cabine disponibilizada, ajudando Mizzu com suas coisas caso necessário, depois me direcionaria até o Capitão ainda acompanhando o pistoleiro.

Aproveitaria este momento para observar detalhes importantes da embarcação, como quantidade de quartos, onde poderia estar o Nobre, se haviam outros agentes ou escolta. Prestaria continência para o Capitão me apresentando para o serviço, demonstrando apatia na voz e nos movimentos, tentando gastar o mínimo de energia com essas formalidades.

Sargento Kurai Hoshiken, se apresentando para o serviço senhor. — Esperaria novas ordens. Caso não viessem, me retiraria do recinto explorando o resto do navio observando os detalhes não observados na primeira caminhada.

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 10 EmptyTer 14 Ago 2018, 10:44


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[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Um enfermeiro, era o que eu menos queria naquele momento. Mesmo na situação em que eu estava, com a perna suspensa e ainda de cadeira de rodas, procurava me sentir um pouco mais livre, os sentimentos da divisão do grupo ainda eram recentes, mas ainda sim o maldito enfermeiro não me deixou desfrutar um pouco mais daquele novo sentimento que se achegava a mim, sim a saudade. – Ok, ok... Como não sou médico, não posso opinar certo? Mas quanto tempo eu ainda vou ter que ficar nessas cadeiras? Já estão me incomodando! – Falava naturalmente, tentava responder cordialmente o enfermeiro que me arrastava, mas quem estivesse perto e me visse, perceberia rapidamente que eu estava sendo irônico, e realmente aquela cadeira estava me incomodando.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não demorava muito, e algo me surpreendia, não pelo fato de os soldados estarem vivos, mas sem pelo feedback deles depois da missão. Eu podia ver todos ali, e pareciam estar em boas mãos, nada que fosse grave, mas o que talvez os assustava foi a afeição de apático e sem alegria que me tomava ali. Uma família também estava presente, poderia ser que eles se assustassem com todo a minha energia negativa, mas não era minha intenção, eu apenas não estava bem com a situação que estava e que havia acabado de passar, mas parecia que a vida tinha tomado rumos diferentes, e quebrando todas as barreiras da lógica, a família que parecia ser de um soldado vinha até mim. – Que isso, somos um grupo, mesmo que dentre 100 homens 99 prossigam, eu sempre voltarei para buscar aquele 1 perdido! Agora cuide bem dele ok! – Respondia aquela família, falando primeiramente com a esposa, e depois com a criança que possivelmente era sua filha. Só pelo simples fato daquela mulher e criança virem em minha direção algo em mim explodia, não sabia no momento o que era, mas mudava totalmente meu animo, e logo após o agradecimento dos mesmos, eu soltava um sorriso incontrolável, não tanto inédito de minha parte, mas até um pouco surpreso devido ao que estava passando naquela hora.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Tudo passava, sabia que aquela dor que eu sentia iria passar, e com isso uma grande experiencia permaneceria, então me acalmava, não deixava mais meus sentimentos sobre antes usar como bote expiatório a incomodante cadeira de rodas, e após ser devidamente tratado eu deitava em uma das macas da enfermaria, mas não antes de comer o belo ramen deixado pela família do soldado, a principio recusava, nunca fui educado, mas agora eu era sargento, tinha que manter um pouco a formalidade, mas o instinto selvagem tomava conta, e após algumas retrucas minhas, eu assumia aquele ramen como meu. “Nada é de graça! HAHAHA, então esse é o pagamento! Muito bem pago!” Pensava de maneira icônica, enquanto de boca cheia eu ria assustadoramente. Após isso eu finalmente descansava, aquele dia parecia ter sido um grande saco posto em minhas costas, o peso que acabava de ser aliviado pelo fim da missão, parecia ter voltado, mas de maneira rápida e leve, um simples sorriso de uma criança como a gratidão de uma mulher haviam tirado aquele peso sobre mim e isso me calmava um pouco ao ponto de deitar e entrar num sono profundo sem sonhos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O dia raiava, e para minha alegria uma notícia me despreocupava, eu não iria ficar mais naquela maldita cadeira de rodas, mas como felicidade de marine dura pouco, um par de muletas eram me presentiadas, para poder caminhar normalmente sem forçar a coxa. “Menos mal!” Pedia é claro para os enfermeiros me ajudarem, a por os uniformes e também meus equipamentos como coldres, pistolas, lenço e o mais importante o chapéu branco de cowboy que eu usava, em seguida eu ia na direção dos portos, se caso algum medico me ajudasse eu agradeceria, mas se não, também não pediria e seguiria em passos curtos, pois não estava familiarizado com os novos equipamentos e também não queria me machucar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Junto com o Sargento cozinheiro, avistava assim o barco o mais bonito visto da minha parte, o silencio tomava conta de mim e do Kurai, eu tentava demonstrar para ele que não poderia deixa-lo só naquela nova jornada, e mesmo com as muletas eu apenas ignorava o fato dele ter pedido para não prosseguir com a missão, e após um simples gesto com a cabeça de positivo seguia para o barco, mas aquele gestão era simples para outros, mas para o kurai eu tentava demonstrar que estava com ele naquele momento, e que poderia confiar em mim para qualquer coisa.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Uma pessoa se aproximava, pelas suas vestes e também por estar acompanhado por uma outra agente era nítido perceber que ele também era um agente, e após se apresentar o mesmo começava a dar informações sobre o barco, o percurso feito pelo mesmo, as pessoas que o ocupavam e também nossa missão. Como de costume eu não me familiarizava com aquele agente, e novamente suspeito eu ficava, após receber a chave do meu quarto, e assim descia um pouco a lapa do meu chapéu, não queria mostrar muito minha face e os meus olhares.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Tudo parecia estar seguindo normalmente, a agente que acompanhava era uma velha conhecida nossa, e com seus flertes ela tentava chamar um pouco a atenção, aquilo não me atraia em nenhum momento, mesmo não sendo para mim talvez, eu apenas ignorava. Em um rápido relance, algo tomava meu corpo o paralisando rapidamente, sim essa era a mesma sensação que eu havia tido no campo de batalha ao ver os agentes e os prisioneiros serem presos, nada mais era que o pirata Gio Mio, que agora eu ficava totalmente confuso sobre o que realmente estava acontecendo naquele navio e também com o governo, como um pirata que antes havia matado um agente agora esta do lado deles? É isso me intrigava, mas no momento eu não podia fazer nada.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não tinha muita coisa comigo, seguida em passos curtos e difíceis para as instalações, mas mesmo assim durante o percurso tentava achar algo que fosse suspeitos, além do fato de ter um pirata de extrema periculosidade a bordo, como também me atentar bastantes sobre as informações do barco, com minha visão aguçada tentava achar brechas e locais para possível escape, pois tudo poderia se esperar ali, e procurava saber sobre quem estaria abordo comigo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após me instalar, eu esperaria o Kurai ou apenas pediria para o mesmo me esperar para seguirmos diretamente para o que seria o nosso chefe ali, o capitão Sho Pan. Já na presença do mesmo, me apresentaria cordialmente, tentaria prestar continência mas no estado que eu estava seria até engraçado prestar com aquelas muletas, então me apoiaria em apenas uma e prestaria normalmente, voltando depois a posição normal. Novas ordens eram esperadas no presente momento, mesmo eu incapacitado queria saber o que o capitão queria de nós como sargentos para aquela missão, mas caso o mesmo não desse algo novo, apenas sairia normalmente e tentaria seguir o kurai, mas se o mesmo fosse andar muito, apenas procuraria algum lugar para descansar, e que pudesse ficar em um bom lugar para observar o local.


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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 10 EmptyTer 14 Ago 2018, 16:12


Cactus Island - 01
Post 18

  Ambos os marinheiros já haviam recebido suas ordens entravam no navio e percebiam que ele era todo de alta qualidade, entretanto já perceberam logo de cara uma coisa. As torres verde e brancas, eles não tinham acesso. Os únicos autorizados eram o nobre e aqueles que ele autorizava.

  Logo os marinheiros se instalaram. Seus quartos eram simples, tinham uma cama, uma mesa com cadeira, um armário e um banheiro simples. Não havia muito luxo e o único utensílio que encontraram era um copo.

  Ambos circularam pelo navio um pouco e logo se apresentaram ao capitão Sho Pan, quando ambos se apresentaram viram que o capitão apesar de ter cabelos brancos era muito jovem. Além disso seu rosto sério mostrava que ele não estava nem um pouco calmo.

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  - Sargento Mizzu e Kurai!? - O capitão olhava impacientemente para os dois. - Vocês não receberam minhas ordens. Estão de folga no primeiro turno de viagem. - Esbravejava o capitão. - Olhe seu estado Sargento Mizzu. Se sangrar no meu navio vou te matar. - Então ele se virava para a tenente que estava ao lado dele. - Mande esses dois descascarem batata se eles querem fazer alguma coisa.

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  - Sim senhor! - A tenente ia calmamente para perto dos sargentos e os conduziam para fora da ponte do navio. - Senhores, desculpe o nervosismo do capitão, mas o nobre tem muitas exigências. - Disse com tom calmo a amável. - Vão para o quarto ou para a área de recreação. Tem um bar também no navio. Só estejam aqui quando forem solicitados.

  Passado algumas horas....

  - ATENÇÃO TODOS OS MARINHEIROS! - Era um alto falante geral do navio. - VAMOS ENTRAR NO CALM BET! SISTEMA DE NAVEGAÇÃO SERÁ ATIVADO. SE PREPAREM PARA O TRANCO EM 1 MINUTO.

  A voz tinha dado o aviso, todos buscavam um lugar para se sentar ou algo para se segurar. Passado um minuto um barulho de motor acionado começa e o barco dá uma leve inclinada para trás e uma acelerada. Logo depois o barco se inclina para frente e com poucos balanços volta a posição normal.

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