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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [Divine Tools] II - Juntando as peças!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 5 EmptySab 12 Maio - 18:34

Relembrando a primeira mensagem :

[Divine Tools] II - Juntando as peças!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Karyo Shen. A qual não possui narrador definido.


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Mizzu
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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 5 EmptySeg 18 Jun - 20:17

BANG! BANG!




Tudo corria como planejado, sem alterações ou distúrbios - ninguém iria querer bater de frente conosco ali né – muito menos medo de nossa parte. A porta do Qg já era vista, e confesso que um pouco de ansiedade subia diante a mim, não sabia se era por um inicio de mais uma nova aventura, ou pelo cargo que poderia ganhar depois de algumas provas ali.

Dois soldados asseguravam o portão ali, não tinha muita a certeza, mas pelas palavras do capitão anteriormente, os soldados que ali nos recebiam poderiam estar nas presas daquela desprezível tenente, o que me fez não dá muita atenção ou até mesmo sentir confiança. Como uma simples pessoa, acenei com a cabeça, não prestei continência, pois por serem de mesma patente, não achei necessário, em seguida adentrei o QG.

Um tanto que surpreso com a estrutura daquela base, eu a adentrava a mesma junto com minha equipe, não falava nada, apenas obedecia ou seguia as ordens da minha líder, a Verdadeira Elena. Enquanto isso, um som se ouvia ao longe; era da porta do quartel, e pela mesma passava a tenente que era alvo de nossas missões, a Tenente Elena. “olha ela ai, bem que falaram, ela é realmente bonita...” Aquele pensamento estranho me vinha a mente, quando a via pela primeira vez, mas não era sua beleza que iria me hipnotizar ali. Mantendo totalmente a postura, recebi a mesma com as devidas continências, pois para quem não soubesse da nossa missão, a mesma ainda era uma superior, e a marinha vive carregada por dois pilares que são a Hierarquia e disciplina.

A situação estava indo de mal a pior, não sabia se alguém havia lhe contado todo o nosso plano, ou se a mesma era um cartomante para ler nossas mentes, mas cada vez mais a mesma ia conseguindo alimentar nossa rejeição da mesma. Com um boas vindas um tanto severo, a mesma deixa claro que o nosso querido amigo e companheiro Jordan não está apto para ser promovido, aquilo não só me indignava, como também me fazia duvidar se a tenente estava apenas brincando com a gente, poderia ela já saber de todo aquele plano do capitão ou não; e sem muitas opções a fazer, apenas observava o olha perdido de jordan sendo acolhido pelo olhar decisivo da ex-nobre ali, era uma confirmação que não podíamos ajuda-lo naquele momento. “Maldição!” Indignado, eu demonstrava pela expressão em meu rosto, tirando assim os olhos da tenente.

O teste finalmente começava; não parecia, mas no instante que a mesma cruzou os olhos com os nossos, já estávamos em constante avaliação, e observando todos ali a mesma de forma grossa, ao meu ver, afirmava que o mink que antes estava conosco a tempos atrás não estava ali, mostrando que o mesmo também foi indicado para a promoção a sargento, aquilo me intrigava mais ainda, devido a reprovação do jordan. A explicação começara e um tanto que complicada, eu tentava me concentrar apenas em seus lábios, querendo ou não eu teria que estar focado para aquele teste, não deixando passar qualquer mínima informação possível.

Eram três etapas, e como explicado pela avaliadora ali, ela queria testar todos os nossos atributos; como sargentos não poderíamos mais um qualquer, então ela organizou alguns testes para assim realizarmos e provarmos que somos capazes. O primeiro não me agradava muito, teste físico não era muito meu forte, mesmo eu gostando um pouco de treinamentos, o que eu sempre foquei na minha vida foi minha mira e concentração, mas minha resistência para corridas e esforços físicos era um tanto que fraca, mas não poderia fraquejar, o objetivo ali era ser sargento e não era uma simples corrida que iria me abater. – Cinco voltas até cinco minutos né, acho que eu consigo fazer isso tranquilo. – Falava para mim mesmo, em um tom que quem estivesse próximo a mim ouvisse. Alongando-me observava a pista, não era la um especialista, mas parecia que a mesma era especialmente para esse tipo de treinamento, a corrida, e isso fazia o pessimismo se apagar um pouco do meu âmbito.

Esperaria firme na linha de saída, um apito, um tiro ou simplesmente um já era mais que suficiente para iniciar a corrida ali, e caso alguma outra forma de inicio de corrida fosse realizada eu partiria em seguida da linha de início. Mesmo que parecesse simples e fraco, começaria de forma bem leve, não dando o gás no início apenas mantinha a passada para não perder o ritmo, a respiração era a mais formica possível, de todo modo eu mostrava mesmo que sem um pouco de informação, entender como não cansar rapidamente naquela corrida. Ao percorrer pelo menos um minuto de corrida, aumentaria a passada dando aquele famoso gás para aumentar a velocidade ali, mesmo com tudo nos conformes, o meu corpo já não acatava muito as minhas ordens, e nas ultimas voltas eu usava aquele famoso SHIVUK, que seria o que os militares dizem ser os 30% de força que o corpo guarda de reserva, depois da mente mostrar que não aguenta mais. Meio cambaleando e com o corpo extremamente quente eu concluía a prova.

Os cinco minutos e cinco voltas eram realizados, nas minhas contas eu achava que tinha conseguido, mas devido a corrida e a fustigação poderia ter me equivocado nas contas, por esta com a cabeça um pouco em outro lugar. Muito cansado e ofegante eu procurava algum lugar que estivesse com água mineral para poder me abastecer e refrescar, pois querendo ou não a próxima prova era intelectual, e eu tinha que estar 100% para a mesma. Com a velha pagação de doido, eu seguia para o estabelecimento onde aplicaria a prova intelectual, mesmo passando ou não na prova física, seguiria para a próxima etapa, esperaria alguém se opor ou se caso não acontecesse nada apenas sentaria na cadeira. “Caraca, preciso correr mais uns dias desses, estou muito ruim hein! Estou morto!” Pensava enquanto no mesmo momento eram colocados papeis em nossas mesas, virados com o conteúdo escondido.

As palavras frias e penetrantes da falsa elena ali, explicavam como seria o teste intelectual, e como a prova era para a promoção de sargento, nada mais do que nos provarmos como agiríamos como líderes mais na frente, parecia que ela queria ver como seriamos mesmo que mentíssemos em ocasiões atípicas. “Hmm... Três questões em cinco minutos hein, deixa eu ler isso direito!” Leria tal papel assim que a mesma desse a ordem para começar a realização do teste, e sem muita paura ou procrastinação, responderia as perguntas rapidamente, e embocaria a prova novamente, acenando para a tenente mostrando que havia concluído tal prova.

Spoiler:
 

A prova estava terminada, tudo que tinha de ser respondido já estava na mesa, e a ultima e pior etapa estava a ser realizada, o teste de combate. A tenente parecia esta um pouco que ansiosa para isso, e meus olhos percebiam que ela queria muito algo de nós ali, o que me fazia novamente duvidar sobre toda aquela prova. Algumas palavras eram ditas pela mesma, e de maneira horrenda, era perceptível que a mesma não aceitava muito de como era realizado a falsa justiça pelos juízes do mundo ali, e aquilo até que me fazia pensar que dentro daquele coração de gelo, poderia ter um pingo de compaixão. Em alguns instantes a mesma nos levava para um ringue próximo ali, parecia mais uma arena e com 15 metros eu percebia que minhas habilidades ali estariam um pouco restritas contra qualquer oponente ali. Ousada, poderia ser uma palavra que resumiria a mesma, ou confiante até demais, para querer peitar nós cincos em um combate direto, isso me fazia ficar com um pé atrás, pois antes o próprio capitão havia dito que não venceria uma luta contra mesma, e a pergunta soava em minha cabeça, o quão forte a mesma era?

Juntos, eu apenas ouvia as palavras de quem era mais experiente em combate ali, o Barbaro e irmão Karkarov, nos trazia uma ideia ótima, e que já havíamos usado contra o antigo pirata Brutos. – Ok – Apenas responderia para o mesmo dizendo que estava de acordo com o plano. Antes tentaria trocar as munições por balas de borrachas, não queria que por um simples descuido machucar gravemente qualquer um ali.

Ao inicio do embate, esperaria todos irem de encontro a tenente, e com habilidade furtiva que tinha, seguiria para as costas da mesma, pois a atenção dela deveria estar nos outros lutadores. Estava ali mais para suporte, e sacando as duas pistolas, esperaria o movimento dos 3 homens ali, enquanto a nossa líder dava o prato principal daquela batalha, sem ao menos esperar qualquer tipo de êxito ou acerto dos ataques ali, dispararia de maneira consecutiva, visando os pontos em que não acertassem as ferramentas, mas também impossibilitasse/diminuísse a escapatória ou a esquiva da tenente ali, e caso a mesma mesmo assim conseguisse fugir ou virar a luta para seu bel prazer, seguiria atirando agora assim de forma que fizesse que a mesma se afastasse dos meus companheiros, enquanto correria para o mais longe dela.

Em caso de defesa não poderia fazer muita coisa, caso a mesma quisesse investir em mim, apenas atiraria contra ela para diminuir a investida, e dando alguns pulos e dashs eu tentaria me aproximar de meus aliados para mim ajudarem, pois só eu não conseguiria aguentar a mesma. Se em algum momento a tenente vinhesse de encontro a mim, usaria meus braços como também pernas, joelhos e canelas para defender as partes vitais de meu corpo, mesmo sabem que poderia machuca-las bastante.


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Objetivos na Aventura!:
 

Ponto-Situação do Personagem:
 






Última edição por Mizzu em Qui 21 Jun - 0:42, editado 1 vez(es)
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Bijin
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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 5 EmptyTer 19 Jun - 18:36


Teste para Sargento - parte 2

O teste teve início com um teste físico, não era para menos. Embora a distância não fosse muito grande, o tempo era determinante. Karyo já havia sofrido muito pela sua falta de resistência no passado, mas parecia ter adquirido um pouco mais sustância pare esse tipo de prova.

Mas a realidade é que havia dois destaques nos aspirantes a sargentos, eles eram Karkarov e Kurai que logo saíram na frente da turma para nunca mais ser visto pelo pelotão de trás, a não ser quando passaram tranquilamente por eles dando uma volta em cima dos mais fracos. Será que essa vitória era o troco do bárbaro contra Shen?

Mas o pelotão de trás logo chegou, suor escorria de seus rostos como água escorre de uma cachoeira, mas não tiveram muito tempo para respirar já estavam sentados para fazer uma prova.

Kurai e Karkarov novamente estavam em vantagem, isso ficou claro para todos, pois a baixa resistência fazia com que Shen, Mizzu e Elena perdessem muito tempo respirando, enxugando a testa e mesmo limpando a prova dos pingos do suor do que ler e fazer a mesma. Claro que a prova desses três não possuía a clareza de raciocínio que haviam pensado, algumas palavras comidas ou sílabas puladas, mas ainda assim era entendível suas ideias.

Antes poderem da terceira fase o soldado Shen havia discordado das ideia da tenente, ele tinha um ideal de justiça puro, romântico, típico da literatura infantil, que conseguia tirar de Elena apenas um sorriso de deboche.

Mas agora estavam já se preparando para o terceiro teste, o trio “língua de fora” já estava um pouco melhor, mas quem tomava a iniciativa era Karkarov que sugeria um plano parecido com que usaram para vencer Brutus. E sai correndo na direção da tenente na primeira chance. Finta um golpe, mas ela não parecia se importar, a adversária simplesmente não se mexeu. Melhor para o bárbaro que não teve dificuldades para agarra-la, mas ele pode ouvir ela dizer algo bem baixinho “TEKKAI”

Entretanto o Titã teve duas sensações diferentes, primeiro a dureza e a firmeza do corpo de Eisenberg, era como se tivesse abraçado uma coluna de ferro e mesmo seu corpo sentiu o impacto de tal batida. A segunda sensação foi o calor e a maciez dos seios da oficial, o Durmstrang estava literalmente com a cabeça enfiada entre eles.

Todos perceberam o momento constrangedor, inclusive a face da tenente havia ficado vermelha, aquele bloco de gelo havia finalmente mostrados algum tipo de sentimento. Logo atrás, mantendo a frieza de sempre, a outra Elena, não tão bonita e sensual, mas ainda mais gelada veio com um salto e um chute. Movimento perfeito e sincronizado, acertando a face esquerda da tenente. Entretanto foi a aspirante a sargento que sentiu seu pé quase quebrar. Chutar bolas de ferro seriam melhor? Talvez sim. O fato é que a aspirante a sargento caiu atrás de sua superior sentindo dor no pé direito.

Kurai, que seguia mais atrás de Elena queria ajudar o bárbaro a mantê-la imobilizada, ele percebeu que o bom chute da líder do grupo não havia dobrado a bochecha da tenente e que a mesma não havia se mexido um centímetro quando foi agarrada pelo companheiro, entretanto ele manteve seu plano de ajudar o alvo imobilizado e pelo lado esquerdo a agarrou pelo braço, pois de alguma forma estranha parecia inapropriado agarra-la nesse momento. Mas deixava pelo menos aquele braço imobilizado.

Entretanto foi o fato dela não se mexer que que tornou a coisa um pouco mais complicado para Karyo, pois ele achou que sua movimentação iria ser ideal para obrigar a tenente se esquivar, entretanto, ela não se moveu, nem um centímetro para frente ou para trás, sua foice atingiu o ombro esquerdo da tenente e chegou a cortar a roupa, mas tirando isso, foi como acertar uma pedra maciça, suas mãos doíam e seus braços tremiam.

Mizzu, que foi por trás da tenente, não viu o rosto de seu amigo entre os jovens seios da tenente, mas pode ver o efeito dos golpes de Elena, a amiga, e Karyo, que foram simplesmente prejudicados pelos próprios golpes. Mas o soldado não vacilou e atirou. Foram quatro disparos, todos nas costas, um pegando no ombro direito, outro na coluna, mais um na região lombar e um ultimo, na bunda.

Karkarov conseguiu visualizar o olhar de Elena, a tenente, e estava em chamas olhando para ele. Ela parecia por um momento não saber o que fazer, mas o pensamento de todos foram interrompidos quando uma marinheira gritou.

- Tenente! – Gritou ela com indignação. - Minha irmã é de Miqueout e tenho certeza que esse é o tarado de Miqueout, o bárbaro conhecido como Titã. O homem que seduziu a sargento Makefe Ya.

- Tarado?! – Agora parecia que tudo estava perdido, uma poderosa aura saiu do corpo da tenente jogando uma pequena corrente de vento em todos dentro da arena. Soru.

Não é que Karkarov e Kurai eram fracos, mas literalmente viram a tenente sumir da visão dos marinheiros escapando literalmente entre os dedos deles. Quando ela reapareceu estava ao lado de Mizzu chutando ele para fora da arena. “180”.

Antes dos soldados conseguirem fazer alguma coisa ela já tinha desaparecido, e assim como Mizzu, Karyo estava arremessando dessa vez, outro chute forte lateral pegando na barriga e jogando o soldado que saia rolando tamanho o impacto. “156.”

Kurai, mais atento, percebeu um soco que vinha na direção do seu rosto. A tenente estava nesse momento do lado esquerdo dele. Instintivamente conseguiu ter sucesso no bloqueio, mas a força dos dois era totalmente diferente, por isso o soldado sentiu seu próprio braço o atingir e o jogar para fora. “150.”

Elena, a soldado, que percebia a diferença de forças e lembrava do conselho do capitão e do agente, também percebeu que ela era a próxima a receber o golpe, Eisenberg, que havia desaparecido e reaparecido atrás da líder das ferramentas. Rápida como era, a jovem conseguiu esquivar do ataque que veio, mas ao sair de um, ela entrava em outro, pois a tenente era ainda mais rápida e acertava um chute nas costelas da soldado, que também caia para fora da arena. “210.”

- Agora o tarado! – Disse Elena seca e já indo na direção da soldado. Ela chutava diversas vezes Karkarov que buscava se defender, seu rosto foi atingido duas vezes, suas costelas mais três e suas pernas receberam um chute rasteiro fazendo tombar. Quando Karkarov viu o salto dela estava já no pescoço dele. “180.”

Elena saia da arena e ia na direção dos seus assistentes. Pegava a folha de todos e lia as respostas as questões que haviam respondido. Ninguém estava seriamente ferido, na verdade ela não bateu em nenhum ponto vital e mesmo Karkarov que recebeu mais golpes, foram golpes mais leves, se ele não tivesse uma boa resistência a história seria outra. Mas tirando o ego ferido, não havia mais nada a ser arrumado.

- Vamos lá ao teste. – Disse ela enquanto terminava de ler. - Percebo que o nível de força de todos é muito bom, principalmente você Elena, estou aprovando todos no exame de tenente e logo vou comunicar o capitão sobre o resultado. Entretanto há ainda muito espaço para melhora, Mizzu, Elena e Karyo, se vocês tiverem que correr atrás de um bando, talvez quando vocês chegassem perto deles já não teriam forças para lutar, Kurai você me lembra seu pai, servimos juntos em Micqueot, um homem digno, foi um exemplo para mim. Eu era muito nova. Karkarov, se livre dessa sua fama e quando treinar com uma garota, lembre-se que ela é sua colega também e situações constrangedoras ficam difíceis de se apagar.

A tenente voltava para perto dos soldados com a prancheta na mão. Ela parecia querer dizer algo, mas estava formulando alguma coisa na cabeça antes de dizer, ela então dispensou os dois soldados que estavam com ela e ficou só.

- O ideal de vocês é muito lindo, mas é uma mentira. – Continuou a falar com os soldados e logo sargentos. - A principal função da Marinha e a manutenção do poder, cuidar dos nobres e da elite do mundo. Quanto mais alto vocês forem, mais podre vai ser o cheiro. Entretanto quero fazer um alerta, cuidado. Não há mais espaço aqui na ilha para cinco sargentos e vocês vão fazer parte da escolta do nobre que disse antes. Se preparem. – Apesar de tudo que sabiam sobre a tenente, ela parecia estar sendo bem honesta com o quinteto. - Se vocês tentarem ir contra as ordens de um nobre, mesmo que você mate ele. – Disse ela olhando para Karkarov. - No fim você, seus amigos, seu clã e toda a sua terra natal vai ser destruída ou transformada em escravos. – Ela olhava para todos e esperava assimilarem a informação. - Vocês ainda são fracos para acabar com esse sistema, mas não se sacrifiquem sem serem fortes o suficiente para mudarem e quando digo isso, a força que falo, é algo que a minha não se compara e com vocês nem usei minha espada. – Ela estava se retirando quando voltou a olhar para os marinheiros. - Todos esses nobres andam com agentes, o segurança dele, que é ainda mais que eu, um ex-pirata domesticado, como um cão, cuja a recompensa era de 150 milhões, cuidado com essa missão, pois pela nobreza de seus atos vocês podem morrer. – Finalmente ela se retirava deixando todos ali, dispensados.


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OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 5 EmptyTer 19 Jun - 21:06


A construção de um personagem protagonista depende de alguns fatores importantes para que ele seja popular: carisma, aparência, personalidade cativante e - o principal - um vilão. Sem uma presença antagônica forte, o protagonista fica perdido em lutas pessoais e o bom senso de cada leitor foge do senso comum, tornando-o subjetivo e disperso. Aos poucos, o personagem principal se perde em disputas morais repetitivas ou sem profundidade e o espectador perde o interesse. Nesta aventura, enfrentamos esse grande dilema ao colocar duas personagens de mesmo nome em lados diferentes de uma mesma moeda, posicionando-as como polaridades inversas, definindo seus papéis: vilã e heroína. Entretanto, uma capacidade humana conhecida como empatia faz-se necessária para avaliar os títulos impostos pelo autor e desta forma haver um entendimento dos motivos pelos quais a vilania é imposta à determinado alvo. Partindo desse pressuposto, Elena não cumpria os requisitos para tal posto e sua xará, a principal da história, não representava mais a intensidade de um protagonista…

Flashback rápido

A primeira prova foi realizada com sucesso e senão fosse pelo Temperamento Calmo da espadachim, aquela corrida certamente teria prejudicado e muito a segunda prova. O suor e o cansaço eram o resultado de uma corrida necessária para avaliar a capacidade física de todos, afinal, Sargentos precisavam ser exímios militares e a boa saúde física se fazia indispensável. A segunda avaliação, teórica, mostrou-se trabalhosa pelas consequências da primeira, mas nada que uma mente focada não resolvesse as pendências.

Finalmente, a prova final, a grande luta contra a Tenente. Optando por uma luta menos física e mais analítica, a ex-princesa combateu sem usar a katana presenteada por Shen e utilizou apenas o seu próprio corpo (Luta de rua). Tal escolha mostrou-se bastante falha, posto que a oponente estava níveis, isso mesmo, níveis acima dos soldados e nem mesmo tendo o plano de Karkarov tido efeito, eles obtiveram sucesso. A espadachim sem espada quase quebrou o pé ao chutar o corpo duro da adversária. Os demais companheiros foram facilmente derrotados com poucos golpes, inclusive a líder das ferramentas que abdicou do bloqueio como decidido anteriormente e passou para sua especialidade: esquiva. Todavia, nada mudou e também foi facilmente derrotada. Somente o ferreiro apanhou um pouco mais devido a uma má-fama para com mulheres que Elena desconhecia até o momento, porém, após analisar o agarrão e não perceber maldade, optou por ignorar.

Fim do Flashback

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Completamente derrotados, os soldados tentavam se recompor enquanto a Tenente começava a sua análise. Para surpresa da soldado, todos estavam aprovados como Sargentos e completou deixando críticas positivas. Aumentando a quantidade de surpresas, depois que os subordinados da Tenente deixaram o ambiente, ela iniciou uma confissão, revelando o seu lado da história e que mesmo um vilão tinha suas razões para agir. A revelação de seu passado caiu como um banho de água gelada nos desejos vingativos de Selene, fazendo-a pensar mais sobre o que havia levado Brutus a ser quem era e principalmente ter mais tato com outros oponentes futuros.

- Tenente… O certo é certo, mesmo que ninguém faça… E o errado é errado mesmo que todos o façam…   Diria a deserdada com toda a sua determinação, deixando claro que sua honra era superior e nada a impediria de continuar no seu próprio caminho justo e leal. - Mas obrigado pelo aviso… Você nos ensinou muito mais do que imagina!

Prestaria uma reverência demorada à Tenente, algo que seus companheiros talvez não entendessem, porém, na cabeça da agora Sargento, devia isso à superior. A ex-pirata era um leão selvagem no zoológico, seus olhos já não tinham mais o fogo da liberdade e estava enjaulada até o fim de sua vida à Marinha. Já os Sargentos, tinham um grande caminho pela frente, pois todos tinham passados limpos e com isso teriam maiores chances de progressão, conseguindo assim mais poder, algo que ela jamais conseguiria. No mundo em que vivem, o maior poder não é o físico e sim o da influência. Nobres eram fracos igual bebês, mas sua influência poderia dizimar ilhas se desejassem.

- Preciso de um banho. Depois de se limparem e trocarem as roupas, nos vemos no portão de saída, nosso dia não acabou ainda!

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Falaria com um leve sorriso no rosto, seguindo em direção ao almoxarifado para pegar as novas roupas de Sargento, partindo em seguida para o vestiário. Lá, tomaria um bom banho e limparia o corpo com delicadeza e paciência, como se estivesse limpando seus desejos furiosos para com a xará. Após o banho, secar-se-ia e vestir-se-ia com as novas roupas. Desta vez, trocava a blusa de marinheiro padrão por uma blusa social branca, lenço azul ao redor do pescoço, mas por dentro da blusa, calça preta e sapatos da mesma cor. Prenderia o rabo de cavalo com o boné e deixaria a franjinha para fora do acessório.

Devidamente arrumada, partiria para o portão como planejado anteriormente e esperaria pelos demais companheiros. Quando todos estivessem juntos, dessa vez esperando por todos sem exceção, pediria para Karyo indicar o caminho e iniciaria o trajeto até o ponto indicado pelo Capitão Eric, local este em que uma missão sigilosa começaria. Durante o trajeto, a Sargento andaria com os olhos fechados, pensativa, refletindo sobre tudo o que tinha acontecido até ali.



”Considerações”:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 5 EmptyTer 19 Jun - 22:41


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Caído no chão, com a face próxima à terra, desolado, com um tremor que me subia pelas mãos até a altura dos braços, parecia que o mundo inteiro havia parado. Pensando em minhas próprias convicções, era como se eu andasse a esmo em um mundo o qual eu não compreendia. Por que continuava a ir naquela direção? Por que havia escolhido a marinha? Por quem eu lutava? Na verdade, pouco existia dentro de mim. Nada como nas grandes histórias, de grandes heróis, com razões nobilíssimas. Eu só… Achava certo. Achava certo o caminho que havia decidido trilhar, por nele sentir a justiça que emanava de profundas crenças e ensinamentos que me foram passados. Seja como for, ali estava eu, parado, atirado ao chão, esperando, de modo avulso e inerte. Doía-me tudo aquilo - e não era o seu golpe; ou o nítido abismo que vos separava que maculava a minha mente. Foram as suas palavras. Afiadas nas mais quentes forjas; afiadas na fornalha da vida, onde ganharam peso metálico e corte cirúrgico. Nem os deuses poderiam levar aquela mulher ao inferno, pois ali ela já havia-o feito, atormentado-me constantemente em minha memória.

"O ideal de vocês é muito lindo, mas é uma mentira"
                                           

"A principal função da Marinha e a manutenção do poder, cuidar dos nobres e da elite do mundo"



"Se vocês tentarem ir contra as ordens de um nobre, mesmo que você mate ele"




"No fim você, seus amigos, seu clã e toda a sua terra natal vai ser destruída ou transformada em escravos"




[...]



"Vocês ainda são fracos para acabar com esse sistema, mas não se sacrifiquem sem serem
fortes o suficiente para mudarem e quando digo isso, a força que falo, é algo
que a minha não se compara e com vocês nem usei minha espada"

[...]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Havia uma intensa vontade em mim, a qual me dizia: soque o chão; soque o chão diversas vezes, até que toda essa frustração vá embora! Mas eu não podia. Não podia demonstrar tamanha fraqueza em um momento como esse. Não podia fazê-lo na frente dela. Não daquela mulher. Toda essa cena; todo esse teatro, toda essa face de complacência não me descia pela garganta. Havia visto coisas. Até demais. Mais do que eu poderia ver. Minhas mãos agarravam-se ao solo, querendo comprimí-lo entre as mãos; querendo estraçalhar pedras; em um grande anseio para extravazar todos aqueles sentimentos. As palavras do Capitão Eric me voltavam à mente: "Não entrem em conflito com a Elena, ela é a pessoa mais forte da ilha, eu sozinho não sou adversário para ela". Elena Eisenberg era forte. Uma grande força que havia erguido suas sombrias asas sob mim e Gunter, e agora nos assombrava com sua presença possante. Estava marcado em minha mente; cada momento de dor e angústia vivenciados por meu companheiro e por mim.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sentia o peso dos malgradados olhares em minhas costas, os quais saíam da abstração e tornavam-se quase palpáveis às minhas mãos. Era um grande devaneio que me fazia sentir quente; um odor displicente que adejava o ar e chegava até mim. Um silêncio oco, daquilo que não era o que poderia ser, silenciados apenas pela a minha presença. Real ou irreal, era a sensação que sentia após aquela derradeira derrota. Existia alguma explicação para o meu fracasso? Não. Neste mundo, você faz ou não faz. Era algo simplório, que qualquer indivíduo poderia entender. Um vulto antigo, o qual parecia ter se apaziguado em minha consciência, retornava com voracidade, a me dizer: "Você é fraco. Nunca esteve preparado. Nunca trabalhou duro o suficiente. E todo trabalho que teve até aqui... tudo foi em vão" - começaria a me reerguer, com os dentes rangidos e com uma nova centelha no olhar; um misto de raiva e determinação. Não me deixaria abalar; o meu ferro também era forte; o sangue que corria em minhas veias tinha peso e paixão.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Para mim, havia um único dever realmente importante naquele momento: Treinar. Eu não podia carregar o fardo de ser um marinheiro sendo fraco daquele jeito. O fracasso - pessoal - , porém, resultou em um aprendizado. E um que, talvez, já tivesse começado quando os caminhos começaram a realmente se estreitar. As palavras soariam trêmulas, sequer tinha plena noção do que estava falando, mas estavam lá, postas com uma franqueza sólida - genuinamente palpáveis. Eu havia escolhido traçar o caminho mais difícil. Com a única coisa que tinha certeza sobre mim: Determinação e trabalho duro. Eu preferia pensar que aquilo era alguma forma de determinação, e não um completo e total lamento. Não fazia isso porque era fraco, mas por estar decidido a melhorar porque era por esse caminho que tinha escolhido percorrer. A névoa dos pensamentos se dissipava diante desta certeza ardente, embora a brasa que emitisse não fosse suficiente para aplacar toda minha consciência resfriada pelas dúvidas. Ainda havia muito a se conhecer; um mundo inteiro para desbravar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mas não esqueceria aqueles sentimentos. Jamais os esqueceria, e por isso bradava — Elena Eisenberg! - a chamaria, antes que se retirasse; respirando fundo a coragem para falas as palavras que latejavam para sair — Dispenso os cargos e honrarias! Não posso aceitá-los. Não agora - daria um passo a frente, para ser mais audível e firme — Nós iremos lutar novamente! E, quando eu vencê-la, seu último ato como Tenente da marinha será me promover! - faria minha voz reverberar até os seus ouvidos. Com todas as palavras. Com toda a clareza de seus próprios sentidos. Que ela entendesse as minhas palavras. Que ela soubesse de todas as minhas intenções. Ela não me pararia. Ela não pararia a minha grande ambição. Ambição essa que construiria sem abrir mão de nada. Sem abrir mão de meus valores. Sem abrir mão do pouco que eu era e sou. Pegaria a minha foice do chão, apontando para ela — Tenentes. Piratas. Tenryuubitos. EU IREI SOBREVIVER! E no fim de tudo, te mostrarei! Te mostrarei que o mundo não precisa ser essa jaula distorcida que você vê e contempla - vociferaria com o meu sangue a borbulhar, virando-me bruscamente e e me dirigindo até o portão, onde esperaria pacientemente pelo grupo, apoiando-me no cabo de minha foice e fitando o horizonte, sem falar mais uma palavra, guiando-os em meu silencioso voto assim que chegassem.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mais uma pedra se erguia em meu caminho. Dessa vez, maior que as anteriores. Não uma pequena pedra na qual se poderia tropeçar, mas uma grande rocha. Rígida e na iminência de nos esmagar. Mas agora não estava sozinho. E se com Bolton havia superado montanhas; agora sabia, lá no fundo, que poderia ir além. Muito mais além.






Citação :

Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 11
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia.
Ofício: N/A
EdC: Ceifador

Ganhos: 13's Jason; Perícia (Interrogatório*); Mapa; Livro.
Perdas: 500.000

Players: Elena Selena; Karkarov Von Durmstrang; Kurai Hoshiken; Mizzu S. Hayha.
NPC's: Mike; Jordan.
Extras:




Off



Spoiler:
 




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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 5 EmptyQua 20 Jun - 0:03


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De novo, dona moça?!


Fernand Ice Island, 1 mês antes da saída para tornar-me soldado...

“[...] Filho, você tem que entender que fêmeas são os bichos mais complicados e loucos da natureza...
“Mas, senhor; por que nós não vivemos sem elas, então?”
“Porque o que elas têm de complicadas, nós temos de burros [...]”


Dias atuais

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Confesso a vocês que nunca imaginei que iria, um dia, lembrar-me desta citação do saudoso patriarca Durmstrang. Ela me foi dita pelo próprio, em meio a uma caçada, quando a sua esposa apareceu fora de si; maluca de tão brava. Não me recordo ao certo por que ela estava daquele jeito, só o que me lembro é que tinha algo a ver com a moça que eles haviam contratado para trabalhar na limpeza do Grande Iglu... Seja como for, eu nunca imaginei que ele pudesse estar tão certo naquilo que me ensinava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Senhora, eu nem sequer quis...– Comecei a tentar retrucar, explicando-lhe minhas intenções; mas vi de pronto que era perda de tempo - ...Ah, esquece! Perdoe-me, acredite, não ocorrerá novamente... – A etiqueta militar represava a vontade de gritar aos sete ventos que nada daquilo era verdade, que tal vil fama não encontrava sustentáculo factual em lugar algum; e que tampouco essas acusações possuíam razão para existir.  Todavia, já estava claro como gelo que aquelas garotas deviam possuir algum tipo de complô secreto – Kami-Sama me livre...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Deixando todo o desconforto da situação de lado, ouvi a Tenente tão bem quanto minha curta paciência permitiu. Acenando positivamente com a cabeça, fiz-lhe sinal de ter absorvido seus ensinamentos; mesmo que, por dentro, apenas desejasse uma rede ou cadeira de balanço para descansar o corpo cansado.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após a saída da vilã travestida de superior, como que de um súbito, uma curiosidade real surgiu incômoda em minha mente. Encarando com estranheza a demorada reverência feita pela líder, falei a todos em seguida – Ei, pera, ela estava falando sobre si mesma? – O raciocínio tipicamente lento dos bárbaros fazendo-se presente – Ah... Isso explica a cara e atitude de quem acabou de tomar leite de cabrita prenha... – Concluía, sem cordialidades – E que números eram aqueles que ela falou quando nos atacava? Alguém sabe?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Chacoalhando as dúvidas para longe, sendo elas sanadas por algum colega ou não, fiz posição de sentido para confirmar as ordens recebidas pela nossa Elena – Você é um tanto maníaca por limpeza né? Nunca tomei tanto banho na vida... Mas tá, aqui faz calor e, desde que aquela nevasca maluca parou, eu tenho me sentido ainda mais longe de casa... Um banho servirá bem para lavar essas preocupações... Vamos, seus malditos – Me referia exclusivamente aos homens do grupo; para que, juntos, atingíssemos as áreas que a nós fossem designadas. Era hora de parar de dar pano pra manga pressas garotas me acusarem de algo. Tudo o que eu menos precisava era de mais alguma me apontando o dedo e falando algum despautério.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O banho foi rápido. Sem frescuras. Tempo gasto apenas para refazer a trança e a barba. Afinal de contas, os elementos-ícone de um Durmstrang precisavam estar sempre muito bem cuidados. Perguntaria a alguma alma caridosa, ou a algum funcionário do setor responsável, aonde poderia obter a roupagem adequada para o novo posto; verbalizando com orgulho – Roupas para um novo Sargento, aonde as consigo, por favor? – Vestindo o sorriso como se fosse uma armadura brilhante, e o peito estufado como um verdadeiro baluarte de guerra.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Uma vez vestido de acordo, demoraria alguns segundos afixando as medalhas na região do uniforme responsável por aloca-las. Era uma contemplação silenciosa à alegoria que aquelas pequenas figuras metálicas faziam ao esforço dos seus portadores. Toda a glória, todo o sangue e suor derramados, estavam ali; encrustados e moldados em um metal nem-tão-caro-assim... Absorto em pensamentos, canções tradicionais do meu povo faziam-se sonoras em uma memória carinhosamente nostálgica:

♫ “[...] Os Durmstrang valorizam mérito;
O nosso Clã é quem criou a honra,
Mas a vida nos roubou o crédito;
A morte saúda os fortes,  
Os fracos viram pretérito [...]” ♫

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Quase emocionando-me de saudade, me pus em movimento. Não havia espaço para melancolia. Não agora. Não ali. O portão de saída era o ponto de encontro, e até ele eu iria; trazendo comigo qualquer companheiro que fosse encontrando pelo caminho. Tomando um cuidado especial para não demonstrar o sentimentalismo, acompanhei os meus amigos durante todo o processo de caminhada; exercendo uma postura oposta a escolhida pela líder: Olhos bem abertos, atentos para o mínimo movimento suspeito! Olhos de águia, focados no presente; para enganar a todos que não sabiam que o que eles viam, verdadeiramente, era o mais pleno passado.


Objetivos na Aventura!:
 

Ponto-Situação do Personagem:
 



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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 5 EmptyQua 20 Jun - 12:01

ROMPENDO BARREIRAS:
SARGENTO HOSHIKEN E O MUNDO SOMBRIO
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Treinamento. Regime. Meditação. Esse modo de vida havia me privado do convívio social por mais de uma década, mas agora seu resultado ficava claro. Eu consegui cumprir o teste de resistência com distinta destreza. A prova escrita, apesar da polêmica de seus questionamentos era igualmente respondida com primor, porém o maior teste estava por vir.

No centro da arena jazia Tenente Elena, segurada por Karkarov em uma posição inadequada, permite um risinho antes de iniciar meu movimento. Me aproximei para auxiliar em sua empreitada, apesar da pegada firme parecia estar segurando uma rocha, completamente rígida e imóvel. Mantive a postura pelo menos até a Tenente desaparecer em nossa frente. Em poucos segundos via meus companheiros serem arremessados para fora da arena, um a um. Um frio na barriga tomou conta do meu corpo, engoli seco sentindo a aproximação, apesar de não vê-lá consegui erguer os braços no último segundo, evitando um golpe direto, mas a diferença entre nossas forças era notável e também fui arremessado.

"O sol estava realmente lindo." Refletia antes de levantar do chão de terra batida. A Tenente afastou-se nos parabenizando pela conquista, citando uma frase que inflava meu ego e reconforta a minha alma, comparando-me a meu pai. "Você é cheio de surpresas... Mas é bom saber que as pessoas reconhecem seu valor."

Infelizmente as próximas palavra da Tenente não tinham o mesmo tom, apresentando nossa nova missão, ela falava sobre a estrutura do mundo, sobre o poder e como não poderíamos mudar nosso Destino, em uma situação diferente eu poderia achar estar conversando com um revolucionário. A entidade invocada pelas palavras dela, me obrigava a me pronunciar, mas Elena tomava a frente, demonstrando que realmente éramos muito parecidos. Mas a surpresa veio da boca de Karyo, era evidente seu ódio para com a Tenente, mas havia conhecido poucos homens com bolas o suficiente para se expressar como ele. Ele tinha seus motivos, eu não era ninguém ali para julgá-lo, mas tinha algo para lhe dizer.

Karyo, você pode ter ouvido minha conversa com Karkarov na noite anterior. Ainda não tenho motivos o suficiente para ter o mesmo ódio pela Tenente, mas eu aprecio seu modo de agir. — Estendia minha mão direita para ele, aguardado um aperto de mãos. — Vai ser um prazer lutar a seu lado no campo de batalha.

Caminhava para o QG (acompanhado ou não), a fim de me higienizar pelos exercícios e caso as roupas estivessem sujas, trocaria-as. Depois, passaria pelo refeitório pegando uma fruta e partiria rumo ao ponto de encontro, afinal de contas tínhamos um encargo.

"Mas uma barreira superada, Sargento Hoshiken… Fiz tudo isso por você pai."

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 5 EmptyQua 20 Jun - 18:38


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Números, era as únicas coisas que eu conseguia entender diante aquela tenente ali; todas as nossas tentativas de ataques eram totalmente falhas, e como criança ela peitava literalmente todos nós com um ar de superioridade, nada fora do normal para uma tenente.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Deitado no chão, era o único momento que eu tinha diante aquele teste para pensar um pouco na vida, toda aquela corrida com sequencia uma prova escrita, deixava-me um pouco atribulado, mas a minha genialidade mostrava-se ser um pouco útil em momentos como esse. “Cara, o que foi isso tudo, ainda estou fadigado daquela corrida, se para virar sargento foi tão ruim assim, imagina para ser tenente, essa mulher deve ter sofrido um pouco hein” Pensava enquanto me levantava, após ser jogado para fora da arena.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]É, tínhamos sido derrotados completamente, mesmo que a estratégia era quase que perfeita, as forças da Tenente Elena mostravam que qualquer investida ali, era nada mais que um simples caricia para ela, e que caricia, diga-se de passagem, pelo Karkarov... Chutes, tiros e até mesmo estocadas, pareciam não ferir nem ao pouco a tenente, sabia eu que aquela era uma das técnicas avançadas da marinha, mas não achava que ela em tal patente já utilizava de tais poderes. – É, preciso treinar mais! – Falava baixinho em forma de sussurro pra mim mesmo, com um sorriso sarcástico no rosto, eu limpava um pouco as roupas, dando pequenas batidas com as palmas das mãos, em seguida ia de encontro as duas pistolas, que estavam para trás após ser jogado fora da arena.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]- Tenente, desculpe-me perguntar, queria saber que técnica é aquela que você usou para desaparecer em um piscar de olhos, particularmente eu gostei dela! Queria saber mais sobre a mesma; e o que seriam os 180 que a senhora falou enquanto me atacava? – Esperaria o momento certo é claro, pois mesmo sendo sargento, a mesma ainda era tenente e devia o altíssimo respeito meu. Sim, havia sido aprovado no teste para sargento, e depois de alguns acochos da superior, treinar mais minha resistência como também meu preparo físico, já não era mais planos para ficarem no papel.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]As palavras da falsa Elena eram um tanto que caridosas, isso me fazia cada vez mais duvidar do soldado Karyo e do capitão Eric. Mesmo que depois de toda a historia passada pelos mesmos, a primeira impressão da tenente mostrava ser totalmente diferente da que foi me passada, e a duvida sobre os mesmo já tinha um semente, agora já estavam criando raízes, e até que fosse provado contrário, não seria tão fácil conseguirem minha confiança. As ferramentas, essas eram as únicas pessoas as quais eu apenas confiava no momento, e se a nossa líder quisesse lidar do lado dos agentes e do capitão, não seria eu que interviria, mas o dedinho de desconfiança os perseguiria para sempre em minha concepção.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Logo era surpreendido ao ouvir que a mesma já foi uma pirata, confundindo mais uma vez essa minha cabeça que era genial para algumas coisas, mas para enigmas era totalmente nula. “Mas que porra! Uma tenente que já foi pirata? Acho que a história do Karyo está correta, mas não será isso que irá me fazer confiar nele!” Olhava rapidamente para Karyo no momento em que a mesma relatava que era pirata, em seguida em um gesto de reprovação eu abaixava a cabeça e esperaria a superior terminar suas falas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com uma continência que era deveras mais que o padrão, mostrava para tenente que mesmo não aceitando ou confiando nela, a hierarquia estava naquela ocasião acima de tudo, e assim esperaria a mesma nos dispensar e sair para retirar a continência. Sem muita paúra, nossa lidar a verdadeira Elena, seguia para os alojamentos do Quartel ali, não em ar de ordem, mas como um conselho a mesma nos dizia para tomar banho, e que era necessário naquele momento, devido ao suor e também ao desgasto dos uniformes diante mim, mas tinha aqueles que não cansaram muito, e no caso do Barbaro, o banho não era lá um de seus hábitos. – Karkarov, Deixa de resenha, vai tomar um banho cara! Ao contrario de você, alguns aqui suaram muito naquela corrida, e mesmo se não suassem, sempre é bom tomar um banho Dereshishi – Falava diretamente para Karkarov, enquanto tomava meu caminho seguindo para qualquer almoxarifado ali, pois depois que nos aprestassem deveríamos nos reunir no portão de saída, palavras da líder Elena.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Tentaria de alguma forma achar o almoxarifado primeiro, pois assim que me banhasse já queria trajar as novas roupas de sargento que me seriam dadas, falaria com alguns soldados ou apenas tentaria com minha visão aguçada observar o local, procurando por placas ou informativos mostrando onde seria o almoxarifado. No mesmo pediria novos uniformes, até brincaria, dizendo que aqueles já estavam velhos demais para escamar, mas como sargento estava na hora de fazer algumas mudanças é claro; uma camisa azul escura simples, de manga curta sem muitos detalhes, tentaria pedir um chapéu exótico de cowboy branco para agradar meu ego, e se não fosse aceito pegaria o simples chapéu da marinha mesmo, juntamente com calças pretas e sapatos pretos, embrulharia ou dobraria os mesmo e agradeceria com um grande sorriso, não importando quem fosse me atender, voltaria segundos depois pedindo um coldre de cinturar para portar as duas pistolas, mas caso não tivesse seguiria para o alojamento onde tomaria banho.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Limpo, vestia o novo uniforme que havia recebido, com calças pretas e sapatos pretos, posteriormente colocava a camisa e o chapéu, posicionando o coldre da cintura no devido lugar, e caso não conseguisse apenas usaria o meu coldre simples de axila; perceberia que um lenço estava incluso com o uniforme, mas pô-lo no pescoço fazia com que o ar de “fora da lei”, que era um tanto que estranho para um marine, fugisse de mim, então o amarrava no bíceps do braço direito, pegaria minhas armas e equipamentos e seguiria para o ponto de encontro.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]- Ohhhh! Iaew, gostei do visual hein pessoal! – Falaria para todos ali, após chegar, mesmo que não estivessem todos, caso alguém chegasse atrasado eu elogiaria de mesma forma, menos se fosse o soldado Karyo, pois até então não tinha muita intimidade com o mesmo. Esperaria qualquer ordem da líder, e apenas acataria como uma boa e disciplinada ferramenta fosse, e em silencio continuaria depois de me aproximar ou se o karyo se aproximasse do grupo.
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♥:
 

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Última edição por Mizzu em Qui 21 Jun - 0:43, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 5 EmptyQua 20 Jun - 21:25


Um pouco de Elena
Post 12

Todos sentiram a força da tenente, todos provaram o gosto da lona, todos lembraram das palavras do capitão Eric, Elena Eisenberg é a pessoa mais forte da ilha, ela estava em um nível acima das capacidades dos sargentos e dos soldados Shen e Jordan, que agora se aproximava de todo o grupo ajudando Elena a se recompor.

Ao que parecia, a líder das ferramentas parecia ter captado algo do que a tenente havia dito, inclusive agradeceu por isso, por outro lado o soldado Karyo esbravejava contra a tenente, não aceitava o resultado do teste, pediu para sua promoção ser postergada. A tenente não perdeu tempo, rasgou a ficha de Karyo e seguiu sua passagem.

Todos o grupo se dirigiu para o alojamento, fazendo suas reflexões. Karkarov também parecia ter entendido que na fala de Elena havia uma mensagem, ela não estava falando por falar, aconselhando por aconselhar, pelo menos foi o que o lento bárbaro havia entendido.

Mas Mizzu era o tipo de pessoa mais descolada, ou deslocada, foi logo perguntando sore a técnica de movimentação para a tenente e sobre os números que ela dizia enquanto batia em cada um. ”Não é algo que tem que se preocupar agora, é apenas uma técnica usada pelos agentes do governo, mas vocês todos precisam se desenvolver muito para aprender algo como isso. E os números são a força individual de cada um de vocês. Fisicamente falando, hoje Elena Selene é a mais forte entre vocês, acredito que os sargentos Thomas e Makefe Ya não escolheram ela como líder à toa. ”

Agora com todas as dúvidas sanadas e de banho tomado, todos receberam uniformes novos, Elena, Mizzu, Kurai e Karkarov receberam seus uniformes de sargento, já Jordan e Shen os uniformes de soldados. E logo partiram para fora da cidade, entretanto no caminho passaram diante de uma pequena papelaria e o sargento das tonfas havia visto um bonito diário na promoção, 50.000 berreis. Já o atirador do grupo viu uma loja muito interessante, pois logo percebeu um chapéu de cowboy e muitas outras coisas estilosas, como coldres e itens com essa temática, no geral custando uma média de 50.000 berreis cada.

Mas saindo da cidade e indo na direção da floresta o soldado Shen lembra-se mais ou menos do ponto que havia saído a dois dias atrás e entrava mata adentro, quando caminharam cerca de cem metros uma figura conhecida e calada havia aparecido, era o agente Pika Reita, o mesmo que havia ajudado o ceifador a sair do mato antes. Silencioso apenas indicou a direção e foi na frente sem se preocupar muito com os que ficavam para trás. A caminhada não era curta e o calor da mata já fazia Elena, Mizzu e Karyo suarem, mas esse último já havia percebido que estava mais fácil a caminhada que anteriormente, seus músculos haviam se desenvolvido um pouco e depois de três horas todos estavam mais sujos do que o momento anterior de tomar banho.

Mas finalmente chegaram ao local de destino, uma casa abandonada no meio do mato, Karyo já conhecia ela e logo um sujeito lhe chamou a atenção, era Gunter, bem mais saudável que a dois dias atrás e de uniforme e armado, pelo visto algumas coisas foram providenciadas e feitas na ausência do soldado.

- Karyo! – Essa voz era conhecida pelo projeto de gigante inacabado, era Bolton. - Finalmente voltou, acho que gosta mais da civilização do que do mato. JAKAJAKAJAKAJAKA. – Ria o homem que saia da casa se aproximando das ferramentas.

Logo outras figuras foram aparecendo, Agente Tuudos, Sado e o tritão que o núcleo dos marinheiros já haviam visto, o mesmo que envenenou o homem que estava sobre a proteção dos marinheiros.

- Bom que chegaram sargentos e soldados?! – Agente Tuudos olhou estranhando o uniforme de Karyo mas logo voltou a atenção a todos do grupo. - Vamos nos acomodar por agora, o capitão Eric logo estará presente, ele deve ter tido uma reunião com a tenente, mas as coisas aqui são bem simples. – Então ele assinalou para Bolton se aproximar e foi apresentando. - Esse aqui é Bolton, o melhor caçador de recompensas da ilha, a pessoa que melhor conhece o terreno da ilha também. Um especialista em sobrevivência e o homem que construiu móveis bambu para termos um mínimo de conforto. Como podem ver existem bancos, mesa, chuveiro e algumas camas, tudo para nossa noite aqui. – Agora ele chamava o tritão para se aproximar. - Esse tritão foi a peça chave para descobrirmos o esquema completo da Elena Eisenberg. Ela capturou cinco tritões na GL e trouxe com ela, pois para desenvolver uma droga poderosa como a que ela esta fazendo, precisa-se de uma alga que só nasce em um local no mar aqui na região costeira de Lvneel, se quiserem mais detalhes sobre a droga, vocês mesmos provaram uma dose fraca em Micqueot, mas nosso amigo aqui... – Então o agente apontava para o soldado Gunter. - Teve o azar de provar dela na versão mais pura e a sorte de não se lembrar mais nada. Por agora se arrumem para descançar, sargento Kurai, Bolton fez um fogão improvisado e se puder ajudar ele ficaria grato, ele caçou alce de seis patas, que só encontramos nessa ilha e é um prato tradicional aqui, ou pelo menos era, até os bichos quase sumirem do mapa.


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OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 5 EmptyQua 20 Jun - 23:33


Ao término da avaliação, a Tenente respondeu aos novos Sargentos revelando um pouco sobre os números que havia dito durante os golpes. Elena havia recebido o maior número e ao ser revelado como fonte de poder, certamente eliminou qualquer sombra de dúvidas acerca de sua capacidade como líder. Não que precisasse, porém, motivação positiva nunca era algo ruim.

O grupo seguiu seu próprio destino logo após e depois da higienização, foram até a casa abandonada, passeando brevemente pela cidade para efetuar algumas compras rápidas. O trajeto era horrível e sujo, fazendo com que chegassem lá pior do que estavam após o sparring contra Eisenberg. A casa era feita de madeira e muito bem talhada, certamente o construtor era um bom carpinteiro. Em seu interior, caras já vistas anteriormente e que traziam péssimas lembranças.

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O desprezível agente Tuudos saudava os marinheiros, orientando-os sobre a cabana e os detalhes por trás da missão que executariam em breve. Finalmente, a jovem deserdada descobriu a verdade por trás da Tenente e mesmo possuindo alguma empatia para com a superior, não poderia em hipótese alguma ignorar os atos nefastos cometidos pela tal até o momento. Independente dela estar sofrendo - ou não - a espadachim tinha o dever moral - como ser superior - de parar a xará e trazer Justiça para as vítimas da bela e vulgar marinheira.

Terminado o discurso de Matt, Elena procuraria algum lugar para sentar e o faria de maneira ereta, elegante e com as pernas cruzadas, permanecendo o tempo todo com um semblante firme. A jovem estava claramente determinada a derrotar a Tenente, embora sentisse em cada fibra muscular de seu corpo que não era capaz de vencê-la, não sem treinar muito antes. A ex-pirata com certeza estava no nível dos guardas reais de sua ilha e fazia Brutus parecer um mero minion diante de tamanho abismo nos níveis de força.

Aquela Tenente não me era estranha. Mas se a Marinha aceitou essas ferramentas, por que não aceitaria uma pirata? Que piada de organização...  

As palavras ácidas queimavam no interior da líder que se esforçava para não responder as provocações da própria mãe. A Rainha era uma mulher detestável sem sombra de dúvidas, uma feminista de visão deturpada, capaz de qualquer coisa para defender mulheres que se enquadrem em ideologia própria. Elena Eisenberg era uma libertina, enfrentando o mundo majoritariamente masculino dos piratas e isso agradava a matriarca, entretanto, ser uma marinheira apagava o fogo como um banho de água gelada.

Eu sabia que você perseguia mulheres famosas e influentes, mas não imaginei que fosse tanto. Não ligue pra ela, Ele-chan… Apenas seja quem você é e faça o que deve ser feito!  

A presença opositora e motivacional do Rei Selene alegrava o espírito da ex-nobre, colocando-a para cima mesmo diante do veneno lançado por sua mãe. Não havia momento ruim para a filha que seu pai não fosse capaz de reverter. Talvez por isso tenha sido um Rei tão bom e tão lembrado, era definitivamente um excelente líder tanto para seus fiéis quanto para sua própria família.

- cof cof… soldado Jordan... Poderia me servir algo para beber? - Pediria caso o subordinado ainda não tivesse oferecido. Se ele perguntasse tentando especificar ou oferecer opções, a superior diria "quente" e com essa informação o soldado teria uma gama maior de opções, facilitando o atendimento. Ao receber a bebida, agradeceria efetuando um aceno positivo com a cabeça e um sorriso no olhar, algo habitual para a viciada em bebidas quentes.

Sentada, ela ficaria de olhos fechados enquanto degustaria a bebida e ouviria as conversas paralelas e/ou principais. Escutaria atentamente as histórias de seus companheiros, embora não interagisse diretamente. Na hipótese de alguém lhe fizer alguma pergunta e seja necessário uma resposta verbal, ela o faria da maneira mais objetiva e curta possível. Caso Jordan fique ao seu lado e não haja conversas importantes, ela lhe perguntaria sobre seu passado e sobre seus pensamento a respeito do futuro. Elena também falaria diretamente com Shen, porém, este era um assunto delicado.

- Ei, Shen... Eu entendo a sua frustração... Mas lembre-se que nosso trabalho é promover a Justiça. A vingança é um caminho ruim e de pessoas inferiores. Precisamos ser superiores e colocar a Justiça acima de tudo como Ferramentas que cumprem sua função independente de quem a esteja comandando. Espero que esteja na mesma sintonia que a gente!  



”Considerações”:
 

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 5 EmptyQui 21 Jun - 2:52


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Meus companheiros podiam aceitar o cargo. Não os julgava por isso. Quem nutria ódio por Elena Eisenberg era eu, não eles. Aquela desfeita era o meu ultimato. Não era homem de aceitar bons grados de gente corrupta, e nem seria. Como poderia me encarar no espelho? Como como poderia encarar aqueles que devo proteger? Como poderia encarar o túmulo de meu finado pai se me desonrasse dessa maneira? Não poderia suportar tamanha vergonha - e jamais faria algo que me comprometesse dessa maneira. De que valia um cargo dado por alguém como aquela mulher? Que os ditos deuses me poupassem a insolência, mas jamais aceitaria uma promoção daquela mulher, salvo pelo modo que havia dito, com o seu destino certo atrás das grades. Continuaria como um soldado; mas um soldado honrado.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Rumávamos em direção a saída da cidade, onde rememorava os eventos de alguns dias atrás. Ocorrera de, junto a Bolton, partir em missão em busca de Gunter, acontecimento que nos rendeu bastantes surpresas. Alguns metros a frente, nos deparavamos com o Agente Pika, o qual já havia encontrado antes, em todo o seu soturno silêncio. Sabia que não era um homem de palavras; assim, apenas assenti com a cabeça para ele, seguindo os seus passos que nos guiavam pela tortuosa estrada. Já havia sofrido muito por esses caminhos; felizmente, agora o cansaço não me abalava como antes.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não tardou para que chegassem a velha casa abandonada, a qual já bem conhecia. Meus olhos se encontraram com aquela figura familiar - melhor dizendo, aquelas figuras familiares. Já os considerava bons amigos, de forma que fui ao encontro de ambos, estendendo meus braços e dando um bom abraço de saudação nos dois. Me permitia fazer isso, pois a sensação de vê-los era de grande conforto para a minha avariada alma — Vocês não sabem o quanto me conforta vê-los novamente. Principalmente ver que você está bem. Aliás, parece bem além da conta - me dirigia a Gunter, com grande jubilo, mas inevitavelmente relembrando de todos momentos ruins que aquele lugar propiciaria. A voz de Bolton me caia como uma música antiga a qual adorava, mesmo com o pouco tempo em que nos conhecíamos — Estou de volta - falaria. Não era nada que não fosse perceptível, obviamente, mas afirmar aquelas palavras era como o marco de um reencontro. Não havia muito tempo para contar as novidades, pois logo o Agente Tuudus tomava a voz. Percebi em seu olhar que havia notado em mim a ausência do uniforme de Sargento. Sustentava a pose com orgulho, não havia nada a se acanhar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Às palavras de Matty Tuudus, só agora me dava conta das mudanças que haviam acontecido no lugar. Com certeza Bolton havia se esforçado muito para fazer tudo aquilo, sempre prestativo do jeito que era. Havia mais de marinheiro nele do que em muitas pessoas que habitavam vossa honorável casa. Dei um olhar para ele, expressando a minha gratidão e reconhecimento com um sorriso na ponta da boca; afinal, o título de maior caçador de recompensas de Lvneel não era pouca coisa, considerando ser a maior cidade do North Blue. Para a minha surpresa, havia um novo integrante no grupo, um tritão que, aparentemente, havia cooperado para desvendar as maquinarias da vilã. Pouco entendia da composição do veneno, mas sabia de seus devastores efeitos. Ao mencionar o que aconteceu ao meu amigo, meus punhos se cerraram, quase que automaticamente. Era aquela fúria que estava contendo em mim, a ponto de explodir e romper minhas próprias veias.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Aproveitaria o momento posterior para me comunicar com Gunter e Bolton, contando-lhes as novidades e tudo que havia acontecido em minha ausência; inclusive, sobre as minhas primeiras impressões sobre os membros do grupo ao qual havia me juntado. Em momento oportuno, falaria a sós com o caçador, indagando-o sobre o estado de meu companheiro — Ele está realmente bem? Aconteceu algo enquanto eu não estava por aqui? - me certificaria que Gunter não pudesse escutar, não era a minha atenção ser uma coruja em sua vida, mas me preocupava com a sua saúde — Ele voltou atrás na decisão de sair da marinha? - sondaria a situação — E quanto a você, não pensa em vir para o nosso lado de vez? - lançaria o questionamento em tom amistoso e divertido, sabia que o caçador tinha as suas próprias motivações, mas tê-lo ao meu lado seria um ganho enorme, o qual só teria a agradecer.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ademais, não era só eu que possuía assuntos a tratar com os outros. Elena vinha a minha procura, de maneira delicada; logo pude prever do que se tratava. A mulher era uma boa líder, não tinha dúvidas, pois seus homens também eram bons; pelo menos, era o que eu havia notado até então. Agora que eu me encontrava, ainda, como um mero soldado, não me lamentaria em cair sob seu comando. Era algo a se considerar. Algo que eu mesmo pediria ao Capitão Eric, caso ele não entendesse os meus desejos. Nesse grupo, estaria sob uma liderança justa, próximo a homens justos e ao meu rival, em um ambiente onde poderia crescer mais e mais.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sendo assim, não havia motivos para esconder nada de Elena. Mostraria a ela que eu era mais que o dobro da metade que ela pensava que eu era. O assunto era, de fato, delicado, necessitando que apenas nós dois soubessemos dos fatos, por hora. A chamaria para um local mais isolado, onde poderia contá-la tudo — Não se trata de vingança... - não tinha dúvidas que guardava um forte rancor por Elene Eisenberg, mas não era por isso que iria atrás dela — Não escondo que tenho fortes ressentimentos com ela, mas essas são apenas motivações que fazem a engrenagem girar mais rápido; sentimentos que não posso conter, pelas coisas que ela fez, mas que são senão um reflexo das grandes injustiças que ela cometeu. Jamais deixarei o meu dever com a justiça de lado, tenho certeza; do contrário, teria aceito a promoção para Sargento, o que não aconteceu, pois seria uma desonra para mim e para todos aqueles que assistem e dependem de mim. Não conseguiria sequer voltar para minha terra natal se o tivesse feito, tamanha a vergonha que teria. Creio que tenha escutado bem as palavras do Agente Tuudus... aquele soldado é o meu amigo; e, apesar dele não lembrar de nada, eu lembro do que aconteceu, e sei das coisas que ele fez, sob efeito da droga produzida e ministrada por Elena. Foram coisas horríveis... não gostaria de citá-las aqui, não para escondê-las, mas por meu causarem um forte enjoo só de pensar nelas, mas foram coisas as quais, se ele lembrasse, jamais poderia se perdoar, mesmo não tendo nenhuma culpa naquilo que fez. Acreditem, hoje foi apenas uma grande fachada. Posso te falar, pelo menos, que ela envenena os marinheiros, fazendo-os cometer atrocidades horríveis, registrando tudo em fotos para manipulá-los além do efeito da droga, controlando toda a sua vida que estaria em ruínas caso as imagens vazassem. Meus ressentimentos com ela não param por ai, pois vi meu amigo e companheiro ser humilhado, desumanizado, sofrer em uma profunda agonia e, tudo isso, enquanto eu pouco podia fazer - abria o jogo com ela, com uma centelha viva nos olhos, a qual tudo dizia — Elena, eu gostaria de estar sob o seu comando. Vi que é justa e forte. Não tenho a capacidade de liderar homens tão bons como os seus, hoje. Gostaria de aprender com você; gostaria de servi-la. Não deixarei minhas responsabilidades como marinheiro de lado, mas também não posso esquecer tudo que aconteceu. Ajo pela própria justiça, pois diante dos crimes que foram cometidos por ela, sou apenas alguém que busca pela mesma. Meus anseios pessoais nada falam, pois não sou juiz algum, apenas aquele que a levaria para o justo julgamento, que justiça maior haveria? Sou uma ferramenta da própria justiça, minha função é servir; mas não servir alguém injusto. Não sigo líderes ruins, e jamais seguirei, não importa quem seja no comando, mas minha escolha é você - redarguiria, com um joelho no solo, para me adequar a altura da mulher, finalizando minha fala abaixando a cabeça, em uma reverência a ela.


Citação :

Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 12
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia.
Ofício: N/A
EdC: Ceifador

Ganhos: 13's Jason; Perícia (Interrogatório*); Mapa; Livro.
Perdas: 500.000

Players: Elena Selena; Karkarov Von Durmstrang; Kurai Hoshiken; Mizzu S. Hayha.
NPC's: Mike; Jordan.
Extras:





Off




Spoiler:
 




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Skyblazer
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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 5 EmptyQui 21 Jun - 11:43


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Descobertas e Pontes.


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Passos fixos no chão contrapunham os pensamentos elusivos que eu tinha. A jornada, que posteriormente nos levou rumo ao coração do mato e floresta adentro, concretizava-se sob a forma de uma peregrinação, para mim, silenciosa e reclusa. Não que um Durmstrang fosse exatamente um fã do silêncio – Pelo contrário – O meu estado natural era entre gritos, voz alta, animação e festas; mas algo naquela missão me incomodava. Algo naquela empreitada cheirava muito mal.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]E olha que eu já havia tomado banho. Duas vezes.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A cabana era, dentro de todas as limitações e dos meus patamares nada elevados, confortável. Fomos recebidos muito bem, se é que “bem” é um termo aplicável quando Agentes do Governo estão envolvidos. Sim, o preconceito parecia ter se enraizado em mim; mas naquele instante eu sabia que a melhor chance que tínhamos de trazer abaixo o império de loucura de Elena era trabalhando junto com eles.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Fazendo um gesto militar, truculento e um tanto mal-humorado, de apresentação, me dirigi a Bolton – Trabalho impressionante, Caçador – Minha mão direcionou-se a uma de suas criações, batendo em sua superfície de leve, com o punho fechado – Eu também sou um artesão, de minha própria forma... Aprecio a criação de coisas, quase tanto quanto aprecio a destruição das que devem ser destruídas– Puxei uma das cadeiras e sentei-me, terminando de ouvir as explicações dadas pelo Agente, confessando, com olhares não-tão-discretos, o contragosto em tê-lo de fazer.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A birra semi-infantil prosseguiria concisa até que um detalhe parecia se destacar em meio a todo o falatório, sendo, por si só, forte o suficiente para me fazer deixa-la de lado momentaneamente. Poderia não ser nada, poderia ser algo que todos já sabiam, mas naquele instante aquilo se sobressaiu de tal maneira que não pude deixar de pontuar - ...Espera, você disse bichos quase sumindo em sua totalidade? Hmm... – Podia não ser um especialista no campo, mas havia sido criado em um ambiente cru e primal; com muito contato com a vida selvagem. Aquilo tinha me ensinado uma coisa ou duas sobre a pauta – São espécies em específico? Ou todos os animais estão sumindo ao mesmo tempo? Digo... Eles devem estar sumindo por um motivo, certo? E se esses animais – Ou algo que eles produzem – Forem parte da receita para a criação dessa droga da Tenente? Assim como acontece com as algas?! Faz sentido, não faz? Isso justificaria que eles estejam sumindo aos montes e tão rapidamente! – A mão coçava a barba, enquanto a sobrancelha elevava-se em um arco mateiro de quem foi criado nos ermos, vivendo ao lado dos mais diversos animais

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se isso estiver acontecendo, vocês e seus cientistas-ratos-de-laboratório do Governo devem ser mais do que capazes de comprovar, já que foram hábeis em fazer até mesmo um antídoto... E você... – Apontava para Bolton, antes de continuar – ...Conhece essa região melhor do que ninguém, certo? Se você nos guiar pelo habitat natural aonde essas criaturas, em especial, vivem; as chances são de que nós encontremos algum entreposto da Tenente, ou algo similar... Talvez até mesmo lugares que ela use para coletar ou desenvolver esse veneno maldito... Seriam grandes descobertas, não?! O que acham, faz sentido ou eu estou sendo apenas paranoico?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Daria um tempo para que todos se pronunciassem sobre a teoria, acariciando o Tomahawk enquanto escutava-os com o cuidado devido. Nesse meio tempo também pude ouvir, de esguelha, o diálogo entre Shen e Elena; abrindo um grande sorriso em resposta à cena e levantando-me da bem construída cadeira de bambu – HÁH! Sabia que você era dos bons, Karyo! – Daria um tapão amigo em seu ombro, enquanto ria genuinamente em sua direção – Estar entre nós é estar em família. Estar em família é ser uma ferramenta para a Justiça!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Juntei-me ao ceifeiro na posição de três apoios, utilizando um dos joelhos como alicerce. Todavia destoante de sua atmosfera, que aparentemente ostentava um de solene respeito, eu emitia um tom Durmstrang expansivo e brincalhão. Familiar e descontraído. Protetivo e desprovido de receios ou etiqueta– Elena aqui pode até não ter nascido uma Durmstrang; mas com certeza ela carrega, em cada gota do seu sangue real, a mais pura essência dos espíritos ancestrais...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]...Ela nos mostrará o caminho, e nós construiremos a ponte.



Objetivos na Aventura!:
 

Ponto-Situação do Personagem:
 



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Never Forget!:
 

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