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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 4 EmptySab 12 Maio 2018, 18:34

Relembrando a primeira mensagem :

[Divine Tools] II - Juntando as peças!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Karyo Shen. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Van
Agente em Treinamento
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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 4 EmptyTer 12 Jun 2018, 19:55

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- Bom dia!

- Hm!?   - O despertar ao amanhecer era confuso e Elena precisou de alguns segundos para sua mente voltasse ao normal junto com os demais sentidos. A espadachim ignorava o cumprimento e se sentava, pegando suas roupas e as vestindo rapidamente. Alisava o tecido para tirar os amassados e possíveis sujeiras, penteando os cabelos com as mãos e refazendo o rabo de cavalo com a presilha do boné. Repousou a katana na cintura  do lado direito de seu corpo, garantindo assim uma pegada mais ágil, embora a lâmina estivesse apontada para baixo - era um estilo diferente, voltado para bloqueios ou ataques rápidos. Com a aparência devidamente arrumada, era hora de encontrar os demais companheiros.

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Sentar-se-ia na mesa e esperaria alguém a servir, não por preguiça e sim pelo costume. Caso ninguém se ofereça, ela mesmo por procuraria por bebidas quentes, na ordem, chá, café ou leite quente e encheria uma xícara, bebendo logo após. Em seguida, esperaria que alguém a servisse algo para comer e se também não acontecesse, pegaria um pedaço de pão e o comeria puro, simplesmente por não ter o hábito de cortá-lo e recheá-lo. Sim, ela é mimada e continuará sendo, pois faz parte de seu ser não se preocupar com coisas simples.

Ao fim da refeição, o Capitão Eric iniciou as instruções e suas palavras revelaram uma informação muito importante relacionada aos agentes, na qual os tais eram responsáveis por ajudar o superior e prevenir que as Ferramentas fossem capturadas pela Tenente corrupta. Era frustrante saber que devia algo para uma pessoa que lhe causava repulsa. Não sendo o bastante, ainda continuaria devendo porque continuariam precisando do auxílio dos agentes e tal ajuda era fundamental no grande plano do Capitão.

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Tentava manter a expressão neutra diante das ordens e, apesar de não concordar com a postura temerária diante da Tenente, assentiu e levantou-se para partir em direção ao Quartel General. Uma vez que todos estivessem orientados e prontos para a partida, começaria a caminhada em direção ao QG, andando na frente sem importar se alguém estaria ao seu lado ou atrás, afinal, abandonar seus nakamas não era um problema para a princesa (Mike que o diga).

- Temos um teste para fazer!  

Durante o trajeto, permaneceria atenta aos arredores, mantendo a mão direita sobre a katana em sua cintura, posição esta bastante ofensiva, mas discreta. Caso notasse algo suspeito, continuaria caminhando, entretanto, usaria seu olhar marcante para fitar os olhos de seus companheiros e, com uma expressão séria, tentaria comunicar que havia algo errado. Em casos mais graves, cessaria a marcha e levantaria a mão esquerda com os dedos fechados formando um punho, deixando claro que era para interromper os movimentos e ter atenção. À qualquer momento, se recebesse algum ataque, desembainharia a katana e usaria a lâmina para bloquear o possível golpe se fosse possível. Se notasse não ser capaz, seja pelo tamanho ou tipo de ataque, usaria de sua excelente agilidade corporal para esquivar com dashs rápidos para trás.

Caso encontrasse com Elena - ou algum capanga em seu nome - e fosse ordenado mudar o trajeto, recusaria educadamente ao dizer que estavam em missão e não poderiam romper a ordem de um superior, pois isso violaria a hierarquia e poderiam ser presos por insubordinação. Se ainda insistissem, diria que as ordens vieram do Capitão e que na ilha não havia autoridade maior do que ele - mesmo que não saiba se é verdade ou não -, voltando a negar a quebra do planejamento.

Na hipótese do caminho ser tranquilo e alcançarem o quartel sem dificuldades, prestaria as continências devidas aos superiores que encontrasse no caminho e buscaria um lugar neutro para repousar com os demais companheiros até a hora da avaliação. Aproveitaria para analisar a arma nova, tirando a da bainha para efetuar alguns cortes no ar e se acostumar com o peso. Ficaria em silêncio ouvindo as possíveis conversas dos demais companheiros e se o silêncio tomasse conta do ambiente, perguntaria à Jordan sobre sua vida, querendo saber mais sobre o novo companheiro e - principalmente - o quão nobre ele era, visto que ele poderia ser a pessoa perfeita para servi-la por conhecer os dogmas e etiquetas da vida superior.
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”Considerações”:
 

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 4 EmptyTer 12 Jun 2018, 23:45

SOBRE AGENTES E MARINES
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Na escuridão de minha mente, experimentava um frenesi de sentimentos. Estava de volta à fonte de todas as minhas dúvidas, minha paixão e também meu maior temor, aquele que havia se tornado o túmulo de meu Pai, o mar. Navegava rumo ao fim do mundo, representado em minha fantasia por uma cachoeira sem fim, tentava desesperadamente me desvencilhar sem sucesso da embarcação.

Aproveite a vida...

Aquele som ecoava em minha mente. Era sugado indo de encontro ao abismo, mas sentia uma sensação acalentadora, a qual não conseguia atribuir razão durante aqueles momentos. Porém antes que pudesse chegar ao fundo do poço, um som estridente me puxou de volta para a cruel realidade, que durante aquela manhã era menos cruel do que eu me lembrava.

Havia um aroma diferente no ar. Lentamente meus olhos se abriam enquanto uma cabeleira negra começava a crescer diante de mim, tentei mover a cabeça buscando sua fonte, mas neste momento a realidade se fez presente através de correntes que me deixavam completamente imóvel. Ao meu lado uma das agentes de Matty, aquela conhecida como Sado, responsável por parar os tiros de Mizzu, utilizando os mesmos grilhões que agora me prendiam. Manhosa, ela questionava sobre a chegada de um novo dia, desprevenido não consegui agir propriamente.

E-eee... — Neste instante Matty adentrava no quarto me vendo naquela posição indefeso, ainda impedido de agir por conta das correntes. Convidava-nos para o café, solicitando que sua subordinada se afastasse com certa rispidez. Descontente, ela acatou suas ordens, libertando-me das amarras e se afastando com charme ao fazê-lo anunciando um novo ataque. — E-eee… Se-seja gentil... — Ainda não conseguia formular muito bem uma frase para a situação.

Segundos após aquele espetáculo, eu me erguia, estalando os músculos que ainda estavam rígidos. Me vestia novamente com o uniforme e me dirigia ao banheiro para realização de minhas necessidades e higiene matinal. De volta a sala principal, havia comida, apesar do ambiente não ser o mais apropriado para as refeições, não que me incomodasse, afinal havia crescido em um iglu em Ferdinand Island. Me alimentava sem cerimônias, escutando os relatos de Capitão Eric sobre Elena Eisenberg e as palavras do Agente Tuudos, que pareciam me irritar menos que na noite anterior.

"Meditação faz milagres... Ou teria sido outra coisa?" Independente disto, o Agente explanou sobre o real problema que enfrentávamos e que existiam contra medidas que precisavam ser tomada antes de agir propriamente, estas vinham por meio de um antídoto, que nos protegem dos efeitos nocivos da droga a que fomos submetidos em Micqueot."Matty, Matty o que você ganha com tudo isto? Algo não está certo, mas vamos manter as aparências.""

Seguindo as instruções dele, gravava em minha mente também as palavras do Capitão, apesar de que se fosse necessário entrar em combate não hesitaria em fazê-lo.

Seguiria Elena em direção ao local da aplicação do teste, trazendo comigo as tonfas forjadas por Karyo. Apesar das palavras ditas a Karkarov na noite anterior, eu estava deveras animado com a possibilidade de ser promovido. Apesar do risco necessário para este novo cargo na corporação, ter Elena, Mizzu e o Bárbaro ao meu lado era tranquilizante, sobre Karyo ainda tinha suas dúvidas, mas não estava preocupado em criar laços fracos, se o Destino realmente desejasse, nossos laços seriam forjados através do fogo da batalha.

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Última edição por darkmilks em Qua 13 Jun 2018, 19:58, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 4 EmptyQua 13 Jun 2018, 00:39


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Um Instinto Durmstrang!


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Por mil Alces bêbados – As palavras saíram da minha boca, antes dela abrir-se em um longo e barulhento bocejo – Nunca imaginei que fosse ficar tão cansado... – Os meus comentários, vespertinos e amenos, eram calados pela visão de Hoshiken deitado com uma mulher seminua – Hey!– Virei-me de costas, em uma mistura de timidez com constrangimento – Procurem um quarto, vocês dois... Um em que eu não esteja, de preferência... – A implicância misturava crítica verdadeira com humor; e após a garota sair da sala sendo guiada por seu líder, meu cotovelo encontraria as costelas do amigo – Cutucando-o com um ar divertido – Ei, depois quero saber detalhes de como a fêmea foi na hora do acasalamento! NÃO DEIXE DE FORA NENHUM DETALHE! HAHAHA, coff... coff...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Acometido por um ataque de tosse e deixando o aliado livre para ponderar sobre suas ações durante a pernoite passada; caminhei lentamente pelo espaço que havia no dormitório masculino que nos foi designado. Meus músculos reclamavam, retesando-se de preguiça e cansaço; mas fiz um esforço para conseguir cumprir minha rotina matinal de higiene. Pus minhas roupas de ofício e refiz, a posteriori, o caminho até a forja; tomando um cuidado especial de, antes, passar pela área de conhecimento literário que havia ali. Coletei, na área designada, alguns livros que pareciam tratar de assuntos que eram de meu interesse já há algum tempo – A misteriosa e inquietante arte da Arqueologia* e, claro, a elementar e imperscrutável teoria da Criação de Projéteis*. Imaginava o quanto poderia aprender com aquilo e, mais importante ainda, como poderia fazer com que tais conhecimentos pudessem vir a ser importantes para o crescimento e fortalecimento de minha nova família. Obviamente, deixei uma bela contribuição para compensar tais materiais: 6 milhões de Berries deveria ser mais do que suficiente para que mantivessem funcionando aquela base de operações; já que, provavelmente, seus gastos não deveriam estar inclusos na folha orçamentária oficial da Organização Marine.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O próximo itinerário era a mesa do café da manhã. Movi meu corpo lerdo e cansado pelos corredores, observando a arquitetura peculiar e, para dizer o mínimo, “um tanto quanto única” do esconderijo. Já a havia percebido na noite anterior, meio que de relance; mas, sob a luz do dia, aqueles aspectos quase que Vitorianos e Renascentistas faziam com que um ar bucólico e blasé permeassem a atmosfera local – O que amplificava a minha já evidente vontade de sentar o rabo na cama e simplesmente dormir – Hmpf... Que merda... – Ponderei com meus botões, coçando a região de trás da cabeça, logo abaixo da longa trança Viking.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]À mesa, estávamos todos finalmente reunidos para ouvir aquele que, sob minha expectativa, deveria ser um meticuloso e bem trabalhado plano para pôr fim ao reinado de corrupção que a Elena malvada visava construir. Interrompendo um pouco o falatório que houvesse, a minha voz preencheria todos os ouvidos com uma energia que não era exatamente... “Condizente” com minhas olheiras – Papai Durmstrang já dizia! Antes de salvar o mundo, temos que comer bem! O café da manhã é a refeição mais importante do dia! Saco vazio não para em pé! – A voz, reverberante ainda que assonorentada e modorrenta, queria injetar em todos ali um bom e clássico espírito Durmstrang de ver as coisas sempre de um prisma otimista; afinal de contas o copo SEMPRE está meio cheio, e não meio vazio!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]As minhas grandes mãos viajavam pela mesa quase que metamorfoseadas em borrões, de tanta velocidade! Coletei todo tipo de comida que pudesse ali haver. Colocando tudo dentro de um prato – De forma pouco organizada, ainda que efetiva – Fui distribuindo para os amigos da Frota. Comecei, claro, pela líder! – Hey! Pequena-grande-menina-Elena, você está muito magrinha! Tem que comer tudo! Não, não faça essa cara, frutas e legumes também! – Um sorriso insistente era a pintura bordada e emoldurada no canvas de um rosto cansado, que era o meu naquele exato instante.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto servi os demais, ouvi atentamente o que era dito pelo Agente e pelo Capitão. O corpo e a mente reclamavam, sim; mas não era o momento para deixar com que uma mera ressaca-de-trabalho atrapalhasse a mim ou aos meus irmãos. Ao final das informações, balancei a cabeça positivamente sobre a questão do antídoto, murmurando apenas um rápido – Bem pensado, senhores...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Os próximos passos seriam, portanto, seguindo o fluxo natural das coisas. Em posse dos meus bens pessoais – Em especial, do Tomahawk 2.0 – Caminhei junto com os meus parceiros rumo ao laboratório; lugar no qual eu permitiria a aplicação do antídoto com um certo receio. Olhando para o Karyo, falei-lhe em voz alta – Pelo visto ultimamente você tem sido nossa bússola, ein? – Encarei-o, deixando com que o silêncio fosse absorvido pelos poucos instantes oclusos que antecedem o início de uma grande aventura – Guie-nos, amigo!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Na ordem de marcha do grupo, a minha posição seria sempre a mais próxima possível da pequena Elena. Talvez fosse um pouco – Ou muito – Machismo, de minha parte; mas o instinto primário me impulsionava a tentar proteger aquela quase-criança; coisa que eu faria a qualquer custo – Mesmo sabendo quão forte era. Um instinto primal, que apenas um outro do meu clã poderia entender em sua completude.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Um instinto Durmstrang.


Objetivos na Aventura!:
 

Ponto-Situação do Personagem:
 



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Never Forget!:
 

ஜ۩۞۩ஜ
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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 4 EmptyQua 13 Jun 2018, 19:14


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Teria acordado mais cedo que os demais. Era um lema em minha vida. Se alguém acordasse para treinar às 6:00, eu acordaria às 5:00! Se alguém acordasse às 5.00, eu acordaria às 4:00! O trabalho duro sempre compensa. Diante disso, não teria que se olvidar a grande verdade de que os esforços são amargos, mas os frutos são doces. Era esse o caminho que eu acreditava piamente; e o caminho o qual eu seguia sem hesitar. Para conseguir mudar algo; para conseguir proteger algo, era necessário estar sempre a frente. Podia ser um camino tortuoso, mas com grande disciplina e força de vontade era possível trilhá-lo - e, com grande devoção, meus passos me guiavam lentamente, um a um, para o fim da estrada.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Destarte, naturalmente, acordaria mais cedo que o restante do pessoal. O meu intento era ir direto para as forjas. "Basta que haja uma fornalha, carvão, fogo e um martelo para que eu me sinta em casa" - rememorava, com aquela sensação idílica e familiar que me acalentava toda vez que me inseria nesse ambiente. Afinal, aqui havia forjado mil armas; aqui havia me forjado. Todavia, no meio do caminho, encontraria uma ala literária, onde os diversos livros dispostos atrairiam-me intensamente. As folhas e letras se tornaram uma das minhas novas paixões, em tão pouco tempo - as marcas que Gunter havia deixado em mim.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sentia-me muito bem em um ambiente assim, no qual podia cultivar algo além de meus músculos. Para alcançar o mais alto patamar, era imprescindível que eu trabalhasse não só o corpo, mas também a mente. Assim, adentraria a área, revistando as estantes, em busca de algo que me chamasse a atenção. Sabia que procurar por livros poderia ser uma tarefa mais árdua e demorada do que se podia imaginar, pois já havia experimentado tal fenômeno em primeira mão. O conhecimento era diverso, e a todos eu queria. Infelizmente, era preciso escolher apenas um para focar no que ele haveria de me oferecer. Foi assim que meus dedos encontraram aquele exemplar em letras adornadas com algum brilho. "Introdução às habilidades interrogatórias I" - chamou-me a atenção logo que repousei os olhos nele. Lembrei-me de Karu; quantas informações e quanta vantagem eu poderia ter tirado, se não fosse por meu desazo em interrogá-lo? Agarraria o livro, contemplando-o e levando-o até a mesa, onde mergulharia nos estudos até o mais tardar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]As artes de interrogar eram mais profundas do que eu havia imaginado. Cada pergunta pensada minuciosamente, de forma a interligar-se com as outras, amplificando o potencial de sua incisividade ou sutilidade... Era um assunto por demasiado interessante, de forma que resolvi levar comigo o livro, deixando lá uma contribuição bastante generosa para que pudesse ser reposto e ainda sobrasse pecúlio para investir em outras áreas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Parecia que a casa começava a acordar; podia sentir os cheiros deliciosos penetrarem as minhas narinas, indicando a refeição matinal. Rumei até a sala de onde provinha o cheiro, onde esperava que todos se reunissem. E assim acontecia. A enorme mesa disposta me fornecia as energias necessárias para que pudesse ter um bom desempenho no dia de hoje. Sentaria ereto, com as costas bem encostadas no respaldo da cadeira, levando a comida até a boca lentamente; comeria de tudo um pouco, para que nada me faltasse. Chamava-me atenção os modos, em especial, de Elena e de Karkarov, um contraste interessante que não me passara despercebido. "Ela porta-se como alguém da nobreza... isso fica ainda mais claro ao lado dos modos Durmstrang... seria um tolo se não notasse - o pensamento começava a se formar em minha mente. "Elena... - possuía as minhas dúvidas. Seria ela da nobreza?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Nos eram passadas algumas instruções e informações por parte do Capitão Eric e do Agente Tuudus. O baque era maior do que eu esperava, pois até eu me via urpreendido com as palavras do capitão. "Nem a maior autoridade da ilha é párea para Elena, no um contra um... Eu sabia que ela não era fraca, não poderia ser. Mas ganhar do Capitão... Achava que a disparidade estava apenas na influência - a informação me fazia abrir ainda mais os olhos para a periculosidade que Elena Eisenberg representava. No teste de hoje, eu com certeza estaria com a atenção redobrada... Firmaria o pulso, cerrando-os por debaixo da mesa. Haveriamos de nos esforçar para superar aquele teste de forma incontestável. Eramos apenas meros soldados, e quanto menor a nossa patente, mais vulnerável estávamos contra as suas ardilosidades.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Era momento de partir. Junto ao grupo, deixaria o nosso abrigo, despedindo-me com uma vênia para o Capitão Eric e para o Agente Tuudus. Havia algo de estranho na relação entre os demais com o referido agente, algo o qual eu deveria me lembrar de perguntá-los posteriormente. Haveriam sentido a mesma coisa eu?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O caminho até o QG não era longo, eu já começava a conhecer bem as proximidades, sabendo que logo chegariamos. Era uma boa oportunidade para trocar uma ideia com os demais — Faço apenas aquilo que os justos e a justiça me guiam a fazer - respondia Karkarov, dando um breve espaço de tempo — Está animado para testar a força hoje? Não duvido que tenhamos uma luta contra Elena... a mulher faz coisas inesperadas. Adoraria testar a nossa força, tenho certeza - dizia em voz audível, para que todos pudessem escutar. Era preciso estar mentalmente preparado, para que ela não pudesse tirar nenhuma vantagem sobre nós.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sentia uma sensação conflituosa crescente dentro de mim. Estava esperando algo. Como se bem soubesse que algo nos esperaria nesse teste. Algo além de nossas expectativas...



Citação :

Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 09
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia.
Ofício: N/A
EdC: Ceifador

Ganhos: 13's Jason; Perícia (Interrogatório*); Mapa; Livro.
Perdas: 500.000

Players: Elena Selena; Karkarov Von Durmstrang; Kurai Hoshiken; Mizzu S. Hayha.
NPC's: Mike; Jordan.
Extras:



Off


Spoiler:
 




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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 4 EmptyQui 14 Jun 2018, 09:36

BANG! BANG!




O peso de minhas costas sumia, toda a fadiga que antes era absurda, devido ao álcool, agora se transformava em um grande impulso de energia; é, o meu mal mesmo era o sono, e com um simples deitar na cama e descansar, minhas mazelas eram totalmente curadas.

Como se recruta fosse, acordava diante de um despertador insuportável – não existe despertador manso ou suportável – e rapidamente me assentava diante a cama, o cheiro de bebida como também o fedor de um alcoólico que foi dormi sem tomar banho, exalava forte de ante a mim, no qual nem mesmo eu, o ex-bêbado, conseguia aguentar tal odor. “Que catinga meu Deus! Eu devia estar muito cansado ontem para não tomar banho antes de ir dormi!” Levantava-me e rapidamente saia do quarto, antes que os outros percebessem, eu tentaria fazer que os mesmo não sentissem o que eu havia sentido ao me acorda, que seria o fedor incontrolável, mas mesmo de maneira rápida um percebia algo estranho no quarto, e sem dar muito atenção eu seguia para algo que fosse um banheiro ou parecido para me purificar.

A limpeza era ideal para mim naquele momento, preste a fazer um teste para a promoção de cargo a sargento, a apresentação tinha que ser impecável, e de maneira nenhuma eu poderia relaxar nessa área. Lavando bem as mãos juntamente com os pés, tentava tirar todo tipo de germes ou sujeiras, devido ao clima antigo da outra ilha, a diferencia entre temperaturas poderiam me afetar e mais na frente causar algum tipo de fungo ou germe em tais locais. A água descia sobre meus cabelos negros, e por serem lisos, os mesmos ficavam escorridos sobre minha testa. “Eu acho que eu vi direito, aquela agente que antes se engraçou para mim no barco, estava deitada na cama com o Kurai! Dereshishishi, não sei se riu com a situação ou fico triste por ser trocado, mesmo que não gostasse daquela doida, ela devia ter mais respeito com nossa equipe! Acho que foi o fedor da bebida que à afugentou, graças a Deus, existem males que vem para o bem! Vai de ré, puta sem dono!” Com minhas mãos retirava os cabelos estirados de minha testa, pensava sobre o acontecido de mais cedo, dando algumas gargalhadas; antes pensar em mais alguma coisa, o lembrete de que estava entupido de obrigações o alertava, e em rápidos mais precisos esfregues, retiraria o odor ruim, e limpo seguira para novamente o alojamento, onde deixava meus equipamentos.

Uma vez com novas armas, eu sentia que não poderia mais carregar muita coisa, o peso das mesmas poderia acabar afetando minha agilidade, e devido a isso me fez de maneira cruel e também bem angustiante, deixar o fuzil winchester 44 que eu havia comprado na outra ilha, para trás. Usando ainda assim o coldre, empunharia DES no mesmo, e na cintura entre a pele e a calça, guardaria a TROE, tentaria antes conseguir uniformes limpos, mas se não estivesse nada daquilo no quarto, não me importaria muito de ir atrás pelo estabelecimento, e então usaria o mesmo uniforme que estava antes.

Aprestado, seguiria diretamente para o laboratório, tentaria rapidamente observar todo o local, uma coisa me intrigava, o antidoto, como também a toxina que a elena usava para controlar os seus. A busca era incessante, caso alguém ou algum químico que estivesse ali, ele seria logo surpreendido por mim, que de maneira um tanto que agitada, pediria informações sobre tais substancias, e mesmo que minha procura não fosse assim realizada, ou não estivesse ninguém no local, seguiria mais a frente para a biblioteca.

- É... Química, hm... Esse! Acho que um livro de toxicologia me ajudaria a entender o que ela faz para controlar uma pessoa! – Falava de maneira bem tranquila, enquanto subtraía da biblioteca dois livros extremamente importantes para mim, um de Química* e outro de Toxicologia* e começaria a ler os mesmos, quando minha barriga roncava, e já um pouco atrasado, percebia que eu poderia perde o que tinha mais de especial no começo de um dia, o café da manhã.

Seguindo para a mesa, levava comigo os dois livros que havia coletado na biblioteca, minha educação como também meu dever, me faziam assim deixar uma quantidade de dinheiro lá, isso seria devido ao retirar a informação que estaria ali, caso alguém futuramente fosse pesquisar sobre a mesma coisa que eu. Na mesa, tentaria surpreender meus colegas, com um dos livros nas mãos, eu leria mentalmente, enquanto me priorizava com a outra mão de apenas comer frutas pela manhã, mas uma vez ou outra pegaria um pouco de café, de maneira que todos vissem ali um pouco do meu lado de gênio.

Na mesa, as palavras do capitão como também a do agente não era lá novidades, mas ao saber que tudo que havia acontecido antes era uma farsa, também sem nem ao menos saber quem estava certo ou não me intrigava, não sabia mais em quem confiar, e como uma forma de me precaver, apenas ficaria a sombra da NOSSA líder Elena, confiando assim minhas ações a ela. O olhar para com os novos colegas ali continuava o mesmo, até que aparentasse um olhar simples, por baixo daquela capa um enorme sentimento de duvida surgia em minha mente, e até que provassem ao contrário, eu não confiaria em mais ninguém, apenas nas Ferramentas.

Conversa vai, conversa vem, esperaria assim de forma educada, a líder ou como muitos falam, a mais antiga se levantar da mesa e da as ordens; apenas acataria suas palavras muita ponderação, e seguiria juntamente com a mesma para o Quartel General. Ficaria silenciosamente entre os meus amigos ali, não importando muito quem fosse, contanto que fossem Ferramentas, e entre um e outro seguiria batendo de maneira simples e seguida os dedos  no local onde estava a TROE, a pistola que estava na cintura; tal ato deveria como precaução, pois caso houvesse alguma alteração ou distúrbio durante a ida, sacaria não só ela como também a outra pistola, e tentaria neutralizar qualquer ação inimiga ali, e caso não tivesse êxito, seguiria para o mais distante possível do núcleo da batalha, ficando em uma posição que não afetassem meus amigos.


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Última edição por Mizzu em Qui 21 Jun 2018, 00:42, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 4 EmptyQui 14 Jun 2018, 17:48


Teste para Sargento

  Todos haviam tomado suas vacinas, todos estavam armados, todos estavam prontos psicologicamente para ver Elena, ou pelo menos acreditavam que estavam. Sabiam que a muito eram observados e testados pela tenente, ela tinha seus tentáculos espalhados além da ilha, ela era esperta e segundo o próprio capitão, além das forças dele, mas isso os próprios soldados poderiam ver logo a frente.

  A caminhada até o quartel foi tranquila, não que fosse estranho, mas dificilmente um grupo com cinco piratas seriam atacados ou alguém começaria algum tipo de confusão. Entretanto caminhando agora durante o dia e embora o soldado Shen tivesse mencionado a “batalha das cobertas” os marinheiros passavam desapercebidos pela população de Lvneel.

  Os muros do quartel estavam a vista e todo resto de neve havia sumido, nada mais havia sobrado e o clima já tinha voltado ao original. A grande porta para entrar no quartel estava aberta, como sempre deveria estar, mas dois guardas vigiavam a porta e ao verem o grupo de soldados os saldaram.

  - Bom dia senhores! – Disse o soldado da direita se aproximando. - Vocês são o grupo que chegou ontem de Micqueout, certo? A tenente Elena pediu para esperarem ela no pátio esquerdo do quartel, ela disse que logo o teste de sargento começará.

  O pátio esquerdo, como poderia ser visualizado, era o local onde soldados faziam treino em local aberto. Ali havia pista de corrida, uma pista de rali com obstáculos a serem superados, uma pequena tenda com cadeiras e mesas, como de colégios e todas as mesas haviam também papel em branco e uma caneta. Haviam oito lugares vagos ao todo.

  Passaram apenas uns cinco minutos, a porta do prédio do quartel se abria e por ela passava a Tenente Elena, linda, imponente, carismática e de olhar penetrante, sim bem penetrante. Quando os olhos dela cruzaram com os dos soldados parecia que lia a alma de cada um.

  - Bom dia soldados! – Começou a falar com uma voz amiga e até certo carinho poderia ser sentido. - Estava extremamente ansiosa para conhecer todos vocês, entretanto temos uma pessoa a mais aqui, soldado Jordan. – Ela caminhou na direção do mesmo. - Você não tem os requisitos ainda para fazer tal avaliação, entretanto você ainda esta no período de folga, se quiser assistir fique a vontade, se quiser ir fique a vontade. Se quiser ver o soldado Mike ele esta na ala médica, amanhã ele será operado. O médico da minha equipe vai cuidar dele pessoalmente.

  Jordan olhou para Elena esperando uma luz, mas caso ela nada dissesse ele apenas se afastaria e observaria o teste de uma distância apropriada.

  Elena então pediu para um dos soldados que carregava uma prancheta que lhe passasse e ela rapidamente foi passando os olhos por cada uma das folha e virava, mão tinha intenção de esconder o conteúdo, era a ficha de cada um dos candidatos.

  - O soldado que veio com vocês de Micqueot, Lucy, ele não esta presente. – Falava ela em voz alta, não era um pergunta, apenas constata em voz alta. - Muito bem! – Disse animada olhando os soldados. - Vou explicar como o teste de sargento vai proceder. Ele vai ser dividido em três etapas, serão avaliados fisicamente, mentalmente e suas habilidades de luta. Um sargento deve ser um exemplo para um soldado nesses três sentidos. Venham para a pista de corrida comigo, por favor.

  A pista era quadrangular com as pontas arredondadas, seu percurso era demarcado a cada 50 metros e uma volta totalizava em 500 metros. A pista era com um piso de terra bem batida, ideal para a corrida.

  -Vocês tem como objetivo dar cinco voltas o mais rápido que puderem. – Disse a Tenente. - Se levarem mais do que cinco minutos a reprovação será automática e não precisará fazer mais nenhuma parte do teste. Podem iniciar.

tabela de avaliação da corrida:
 

  Depois do teste cada um era conduzido para uma das mesas e poderiam se sentar onde quisessem, logo após se sentar uma folha era colocada de cabeça para baixo, evidente atitude de que ainda não deveriam ler o conteúdo ainda naquele momento.

  - Cada um de vocês tem um papel com uma problemática a ser resolvida, uma problemática sobre liderança. – Começou a explicar Elena. – Quando vocês se tornam sargentos vocês já começam a fazer parte de liderança da Marinha, sua capacidade de tomar uma boa decisão muitas vezes é fundamental para o sucesso da equipe, você terão apenas 5 minutos para responder o teste de vocês. Pois em situação de batalha muitas vezes não há tempo para pensar. Podem começar!

Elena:
 

Shen:
 

Mizzu:
 

Karkarov:
 

Kurai:
 

  Elena e os dois soldados estavam quietos enquanto todos preenchiam seus testes, a verdade é que os soldados não sabiam se aquilo era real ou se a tenente Elena ainda testava eles, pode ser que ambos também fossem verdade. Mas assim que acabasse o tempo um dos soldados passaria para recolher os testes.

   - Muito bem! – Falou Elena com um sorriso. - Estou realmente ansiosa para ler as resposta, mas como devem ter percebido a um certa subjetividade. Entretanto não deixa de ser um teste sobre a capacidade de liderança. Alguns de vocês tiveram perguntas sobre a nobreza. Não sei o que responderam, mas se por um acaso desacatarem os nobres do mundo, saibam que suas carreiras estão encerradas, se desacatarem os deuses do mundo, vocês estão mortos. Por exemplo, ao que parece um desses ditos deuses, um Tenryubito, esta na cidade visitando a Santa Igreja. Se ele decidir que você deve morrer, você morre. Se ele decidir... – Nesse momento as Elenas cruzavam os olhares. - que você é a escrava sexual dele, você é. Pode não concordar, mas nós, em última instância servimos a eles e quanto mais alto o cargo, mais perto desses deuses você estará, entretanto nunca será um deles. Justiça, no nosso mundo, é fazer o que os Dragões Celestiais desejam.

   Se fosse para interpretar os sinais físicos da tenente Elena, ela não dizia aquilo com orgulho ou como motivo de alegria, na realidade havia até desgosto sobre aquilo, claramente não concordava com esse sistema.

   - Mas agora vamos ao que interessa. – Elena então conduzia todos a um ringue circular, como as arenas de luta greco romana, entretanto essa possuía um diâmetro de 15 metros, ou seja, muito maior. - Vou ficar no centro da arena. Vocês cinco poderão me atacar de uma só vez, não precisam excitar nem temer, não consigo acreditar que entre vocês possua uma pessoa que possa me ferir. Entretanto após darem seus primeiros ataques eu começarei a reagir, por isso se protejam também. Vocês não precisam se preocupar em ganhar, mas quero ver o potencial que possuem. Quando estiverem prontos, podem começar.

considerações:
 

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OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 4 EmptySex 15 Jun 2018, 00:04


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Testes e mais Testes!


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Karyo nos guiou pelas veredas daquele que, para mim, era um caminho um tanto quanto flexuoso. O sono misturava-se com o cansaço, e criava imagens mentais de uma cama quentinha na qual eu gostaria de estar repousando naquele momento – Uma caneca de café não me cairia nada mal agora, não ach...? – Permiti-me comentar, de forma airosa e amena, antes de engasgar-me, estupefato com a grandiosidade arquitetônica que constituía o Quartel-General de Lvneel – Woah!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Lento, ouvi as palavras do Soldado que nos recebeu como se estas fossem ditas de dentro de uma garrafa de saquê vazia, ecoando surdas e abafadas até os meus ouvidos. A mistura entre a estafa e o respeito pela posição de liderança que todos havíamos concordado em ceder para a pequena-grande Selene me impediam de responder de imediato; fazendo com que me contentasse com um simples e silenciosamente positivo acenar de cabeça para o rapaz.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Pátio adentro, me moveria em bloco com os demais. Esfregava as costas das mãos contra os olhos, na tentativa de acordar-me um pouco. Tapinhas no próprio rosto eram dados no momento em que Elena – A Malvada – Aproximou-se.  Não notar sua beleza era algo impossível; mas naquele instante nem mesmo os instintos mais primais de Macho conseguiam falar mais alto do que o repúdio que era cultivado em meu âmago, obviamente mais do que justificado pelas ações da Tenente.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não era bom ator, e não continuo sendo até hoje. De longe a parte mais difícil do teste foi não dar bandeira de que já estava ciente de toda a sujeira que aqueles belos cabelos azuis e corpo de violão escondiam. Justamente por isso tratei de manter-me o mais longe dela quanto fosse possível, apenas tomando o cuidado de permanecer perto o suficiente para ouvir com precisão as instruções. Em silêncio, captei tudo o que tínhamos que fazer de início; e ao mesmo tempo em que entendi o tipo de exame que iríamos ter de prestar; comecei a me desfazer da minha indumentária mais pesada, que, naquele instante, resumia-se a minha bolsa de pertences pessoais e ao meu glorioso Tomahawk 2.0 mega-ultra-blaster-power.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Caso alguém se voluntariasse a ir primeiro, aguardaria pacientemente. Até agradeceria por isso, na verdade, afinal de contas era mais tempo para despertar-me daquele torpor no qual estava envolto. Se não houvessem candidatos, eu mesmo daria um passo à frente. Barriga rígida e peito estufado, virar-me-ia para ela desferindo-lhe tão somente os vernáculos mais necessários – Diga-me quando puder ir, Senhora... – E abaixei minha posição, tocando de leve o chão de barro com a ponta dos dedos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]No “Já”, correria o mais rápido que possível me fosse; mas sem esquecer de controlar a respiração para que o gás não faltasse no meio do caminho. O impulso era familiar – Afinal de contas, quem corre na neve de Fernand Ice Island corre praticamente em qualquer lugar. Passo após passo, respiração após respiração, iria ganhando terreno e confiança. Proporcionalmente à essa segurança, crescia também o momentum da corrida em si. Esforçado, como todo Durmstrang é, eu manteria a pegada até o fim; e quando a linha de chegada fosse, enfim, vencida, diminuiria a velocidade do trote aos poucos para evitar lesões desnecessárias.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Assumindo que minha compleição física, treinamento, desempenho e experiência me certificassem para a próxima etapa do teste; seria momento para secar o suor e me focar na área cuja a qual, de longe, era meu ponto fraco – Se eu não reprovar nisso, não reprovo nunca mais... – Pensei, ironicamente, preocupado e esperançoso.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Primeira pergunta... Vejamos... Eu conheço isso de perto... O que eu gostaria que eles fizessem comigo, caso eu – Em meu completo estado de Fúria – Viesse a me tornar uma ameaça para o sucesso da missão? Hmm... Vejamos... – Os pensamentos eram acompanhados por um tic-tac do meu lápis chocando-se com a superfície da carteira escolar na qual havia me sentado para responder a segunda fase avaliativa. Após minutos de ponderação, a resposta, por fim, me pareceria óbvia – Removeria o aliado de combate, removendo a sua consciência ou buscando formas de imobilizá-lo. Em último caso, o mataria antes que ferisse algum dos meus outros aliados.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A segunda pergunta era, de longe, a mais complicada. Uma casca de banana perfeitamente colocada para que eu escorregasse nas minhas próprias convicções e ideais... Mas ali, por incrível que pareça, perdi menos tempo do que na primeira questão. A resposta foi sólida e definitiva – Nesta ordem, minhas ações seriam: Pedir perdão ao nobre, e em seguida pedir ao civil para que este pedisse perdão ao nobre; explicando-o, depois, o porquê de aquilo ser necessário. Caso o Nobre esteja irredutível, ofereceria o meu próprio braço ou perna, como sacrifícios para apaziguar o seu ódio pelo pecado cometido. Em penúltimo caso, ofereceria minha própria vida... E em último... Mataria o nobre e aceitaria a morte de braços bem abertos e feliz por saber que fiz tudo que um marinheiro com colhões de aço como os meus, faria.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A terceira indagação era mais voltada para estratégia e finesse, ambas as coisas que mais me faltavam. Entretanto, acreditei que não havia muito como errar algo tão direto e objetivo. Sendo assim, minha mão escreveu – Correria em seu auxílio e, com uma das mãos, faria pressão contra o ferimento para estancar o sangue. Com a outra, informaria a necessidade de auxílio médico usando algum Den Den Mushi, dando a nossa localização e protegendo o enfermo até que o apoio chegasse. Se Den Den Mushis não existirem nessa hipótese, gritaria por socorro enquanto protegeria o aliado. Se o socorro não viesse, não haveria outra alternativa a não ser carrega-lo nos ombros até o socorro; porque nenhum aliado fica para trás, sob minha supervisão.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Entregaria a folha e já me prepararia para a terceira etapa, que visivelmente englobava a minha área de proficiência: O Combate. Após posicionados, eu tentaria encostar em cada um dos aliados e falar-lhes, baixinho – Lembram da “Estratégia-Brutus?" Vamos usá-la de novo aqui. Ela parece ser do tipo rápido, então eu buscarei imobiliza-la e vocês finalizam, o que acham? – Ouvindo a resposta, procederia dessa forma em um primeiro momento.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Usando o Tomahawk de distração, avançaria contra ela assim que me fosse dada a permissão. Com o Machado em mãos, o gingaria como se fosse ataca-la usando um golpe comum; entretanto, no meio da finta, soltaria a arma e correria para seu corpo escultural em uma investida direta. Se conseguisse o mínimo contato que fosse, a abraçaria fechando minhas mãos com todas as forças que me eram possíveis; ignorando totalmente o fato dela ser uma Fêmea – Vamos, agora, ataquem! – A força era tamanha que minhas veias saltavam, mas eu sabia que não poderia contê-la por muito tempo. Todavia, tudo que eu queria era poder atrasa-la o suficiente para que alguns dos ataques dos meus amigos pudessem toca-la. Afinal de contas, em teoria, tudo o que precisávamos ali era demonstrar a nossa aptidão acima da média; e não de fato derrota-la categoricamente.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Para lidar com os prováveis contra-ataques da Tenente, havia pouca coisa que eu pudesse, factualmente, fazer. Os bloquearia utilizando o antebraço dos braços, visando proteger pontos vitais e absorver o dano que passasse. Conseguintemente, caminharia de maneira defensiva até alcançar o Tomahawk. Estando, novamente, em posse do machado, e usando a parte rechonchuda e não-cortante da arma, efetuaria mais um ataque contra as pernas da nossa maléfica avaliadora.


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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 4 EmptySex 15 Jun 2018, 19:48


O grupo liderado por Elena alcançou o Quartel e foram recepcionados por um soldado do Quartel cujas informações os levaram até o pátio oeste da instalação. Durante a caminhada, os demais soldados conversavam e trocavam figurinhas enquanto a responsável apenas ouvia em silêncio contemplando um clima ameno, sem neve. Tal estado introspectivo e calado era algo habitual para a espadachim, entretanto, as responsabilidades da função na Marinha a forçavam a ser mais sociável e falante. Esta necessidade não a incomodava diretamente, apenas era algo incomum para jovem, embora inerente ao cargo.

- Bom dia soldados!

Ouviu da bela Tenente o cumprimento e sentiu-se impactada por sua aparência forte e atraente, algo que beirava a vulgaridade, impensável para a soldado. - Estava extremamente ansiosa para conhecer todos vocês, entretanto temos uma pessoa a mais aqui, soldado Jordan. - A superior eliminava o ex-nobre Jordan da avaliação, algo que frustrou Selene momentaneamente, mas não o suficiente para incomodar, afinal, ela sabia que a Marinha tinha seu sistema hierárquico e o obedeceria mesmo quando não concordasse. Isso era algo que já estava entranhado em sua mente. A xará da deserdada deixou duas opções para o soldado que resignado fitou a líder das ferramentas na busca por uma orientação. Tentando ser sutil, ela retribuiu o olhar expressando firmeza e confiança, focando um certo espaço naquele pátio por meio segundo para que Severo entendesse ser um lugar para repousar.

Com a situação do cozinheiro resolvida, a Tenente voltava para a avaliação e explicava as 3 etapas, indicando o caminho para a primeira prova. Após indicar o trajeto e o tempo necessários para a execução da prova, Elena iniciaria a corrida imediatamente após a liberação, evitando desperdiçar um segundo sequer. A primeira avaliação tinha uma grande carga emocional, posto que Elena estava de olhos nos soldados e estaria avaliando todas as suas capacidades, tendo assim uma ficha completa de cada um e se precisassem se enfrentar futuramente, a Tenente teria vantagem por conhecer as características de cada um.

Graças ao Temperamento Calmo, a espadachim conseguia analisar bem a situação e controlar o próprio corpo para correr em uma boa velocidade, mas sem alcançar o seu potencial máximo, evitando assim ser completamente desvendada. Havia também um grande empecilho no teste que se tratava da resistência, atributo este não muito bom na espadachim que trabalhava com explosão ao invés de cadência. Por conseguinte, esta primeira avaliação seria também um grande teste pessoal para a soldado por motivos de auto-controle, posto que precisaria controlar a própria respiração e dosar o esforço corporal para não se desgastar antes do final. O objetivo era completar a prova e avançar sem demonstrar sua excelente agilidade corporal e rapidez, correndo um metro de cada vez no melhor ritmo possível para os seus planos, sem deixar de lado a respiração.

Após a corrida, não tiveram tempo para descansar, pois já era aplicada uma prova teórica. Senão fosse pela grande capacidade mental, a ex-nobre teria grandes dificuldades na resolução do teste devido ao baixo índice de oxigênio no corpo devido ao desgaste pós-corrida. A responsável pela prova entregou o papel com os exercícios individuais e ressaltou a importância do cargo dentro da Marinha. O tempo era o mesmo da corrida, mas este exigia um maior esforço mental, algo complicado para quem não estivesse em boa forma física, pois certamente teria dificuldades de raciocinar devido ao cansaço.

Citação :
1. Você tem sob a sua liderança três outros soldados, dois espadachins e um atirador. E diante de você um grupo de piratas, com seis membros, sendo um lanceiro, dois espadachins e três atiradores. Qual é a sua estratégia de ataque? Justifique?

2. Seu grupo de marinheiros está sendo suprimido por revolucionários, tirando uma intervenção divina você sabe que seu grupo vai ser eliminado. Entretanto atrás de vocês está a população indefesa de uma cidade. Para piorar a situação você percebe que o moral da tropa está caindo. Mas sabe que daqui meia hora um grande reforço chegará para auxiliar e virar a situação. Como você elevaria o moral da tropa para segurar o inimigo até a chegada do reforço?

3. Você está fazendo a escolta de um nobre mundial em uma cidade. Ele observa que há uma linda garota e ele pede que você capture essa garota e traga para ele. O que fará?

Com o lápis em mãos, ela iniciou as respostas, uma de cada vez da seguinte forma:

1) Utilizo a estratégia “Dividir e Conquistar” devido a impossibilidade um ataque frontal (3 atiradores contra apenas 1, o que dá ao bando vantagem em confrontos diretos.). Com isso, dividiria em duplas e deixaria o soldado atirador na retaguarda em um ponto fixo para dar cobertura e atacaria de diferentes pontos, quebrando o foco dos atiradores e abrindo caminho para o nosso poder atuar de onde esteja.

2) Trabalharia a motivação dos soldados ao apontar a importância de salvar a população. Mostraria os rostos dos inocentes em perigo visando acender a chama da vontade nos companheiros. Também pediria ajuda aos que pudessem lutar na população, tentando assim aumentar os números e ganhar tempo.

3) Nobres não são tenryuubitos, eles não podem escravizar quem quiser. Logo, analisaria a situação e se a jovem em questão fosse criminosa, efetuaria a captura, caso contrário, iria até a jovem em questão e comunicaria sobre o pedido do Nobre, ressaltando a importância da pessoa em questão e as possibilidades negativas que ela poderia enfrentar caso negasse (seja a compra de sua casa, comércios, etc. Há várias maneiras de destruir alguém sem ser pela força)


Tendo a prova recolhida, a espadachim finalmente encostava na cadeira para descansar e respirar mais livremente, menos tensa. Todavia, as palavras da Tenente sobre nobreza e tenryuubitos voltavam a deixar a jovem espadachim tensa. Por mais que “fossem inimigas” as duas sentiam o mesmo desprezo pelos “deuses”. A definição de Justiça da superior era nojenta, mas infelizmente era verdadeira e Selene sabia disso. Para mudar o mundo e torná-lo um lugar mais justo, ela precisaria se esforçar e muito.

A última prova seria um confronto direto com a responsável pela avaliação. Um confronto de 5 contra 1. A espadachim sabia da importância do confronto, pois bastava dar um pouco do seu melhor para despertar a atenção da chefe, então, tentando ainda se manter discreta, a ex-princesa optou por lutar usando seu próprio corpo e ao invés de esquivar, apenas bloquearia, desta forma estaria lutando bem, mas abaixo do seu potencial total.

Com Karkarov tomando a dianteira, a espadachim sem espada correria logo atrás e esperaria o resultado de seu movimento para atacar em seguida. Caso ele tenha sucesso em sua investida, pularia e atacaria com um chute a lá “Lindomar” mirando o tronco do alvo. Se o ferreiro falhasse, a lutadora de rua tentaria desviar dele e atacar lateralmente com um chute rodado alto. Na hipótese da Tenente atacar, tentaria bloquear com deflexão, ou seja, direcionando os ataques recebidos para outras direções com os antebraços, mãos, canelas ou joelhos. Usaria os membros inferiores para golpes acima da linha de cintura e inferiores para abaixo. Sempre para fora do centro de gravidade do próprio corpo. Caso consiga alguma brecha, atacaria com um soco direto ou chute frontal, o que estivesse melhor posicionado.

À todo o momento, trabalharia o próprio corpo na base do bloqueio e do jogo de pernas, evitando usar dashs ou acrobacias para esquivar. Não era hora de lutar a sério com aquela mulher. Eventualmente elas se enfrentariam, mas por hora, apenas daria um gostinho do que estava por vir, além de também analisar a superior da mesma forma que era avaliada. Uma verdadeira partida de xadrez durante o combate-teste.



”Considerações”:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 4 EmptyDom 17 Jun 2018, 18:43

DESAFIO ACALORADO:
ELENA EISENBERG E AS FACES DA JUSTIÇA
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Olhava para o céu ao alcançar o ambiente externo, todo aquele clima frio sufocante era substituído por algo mais receptivo, era estranho depois de ter passado minha vida toda com a neve como uma aliada encontrar o sol em todo seu esplendor, apesar da falta de familiaridade com este ambiente, era estranhamente reconfortante esta mudança de perspectiva.

"O mundo está mudando... A neve veio para o mundo de uma forma estranha e agora se dissipou quase que instantaneamente. O que será que está acontecendo com o mundo?!"

Refletia em minha caminhada em direção ao QG, acompanhando por nosso esquadrão, tinha como objetivo para aquele dia a prova para Sargento, algo que tornava o dia um pouco mais mágico na minha opinião. As portas do QG estavam abertas, como se nos convidasse a entrar, fomos direcionados a infame Tenente Elena Eisenberg que aplicaria nosso teste. Dentro do campo de treinos nos fomos dispostos em fila, prontamente me coloquei na posição de sentido(pés juntos, mãos coladas nas coxas, peito estufado e cabeça erguida), enquanto aguardava que a Superior nos agraciar com sua presença.

Um tempo depois, não o bastante para começar a suar, Ela entrou no pátio. Era uma pessoa notável, era bela, de postura suntuosa e parecia possuir um certo carisma, mas apesar de seu olhar penetrante não me atraiu da forma primal, por assim dizer.

"Ela até tem seu charme, mas não se compara a Agente Sado..." Parava alguns segundos para refletir sobre o que havia acabado de passar pela minha cabeça, esfregando os olhos e balançando a cabeça negativamente. "Droga... O que é que estou pensando. Se Karkarov pudesse ler meus pensamentos agora, eu estaria completamente ferrado."

A voz dela era melosa, soldado Karyo e do Capitão Eric provavelmente diriam que ela estava tentando nos infectar com seu veneno, mas nunca fui de julgar alguém pela opinião de outrem, por isso mantinha minha posição sem ao menos pensar em sua índole, não ainda. Analisando nossas fichas, ela apresentava as regras do exame para sargento que consistia em três partes: uma prova física, liderança e combate. Com essa notícia eu começava a ficar empolgado, meus músculos clamavam por exercício e eu esta disposto a sacia-los.

1º Teste: Corrida

Caminhava até a linha de partida centrado, realizava alguns alongamentos antes de iniciar a prova, visando evitar problemas. Abaixaria, pegaria um pouco de terra da pista esfregando-a contra as mãos, ação semelhante a que fazia durante o treino, porém utilizava a neve gelada. Iniciaria a corrida, forçando um pouco durante as retas e reduzindo nas curvas, mantinha este ritmo constante e sabia que com ele conseguiria terminar a prova sem muitos empecilhos. Na linha de chegada, reduziria o ritmo, usaria a parte de fora do antebraço para limpar o suor da têmpora, caso ele existisse. Caso houvesse água, usaria-a para limpar a boca cuspindo-a para o alto, semelhante a um chafariz.

2º Teste: Liderança

Escolhia uma cadeira próxima a frente, na fileira do centro, afinal de contas era de meu feitio ser um estudante aplica, quaisquer que fossem as artes, havia nascido sob a tutela de um militar e utilizado esta mesma metodologia nos treinamentos que realizava. Esperava o sinal para poder começar, respirando calmamente, mesmo após a corrida, afinal de contas a calmaria fazia parte de mim.

Apesar da ilha inóspita em que havia crescido em nenhum momento havia conhecido verdadeiramente a fome, meu mestre havia me ensinado a lidar com as adversidades e despertado em mim um amor por aquela nobre arte. A resposta desta pergunta era clara em minha mente e a resposta vinha com naturalidade.

Pergunta 1: O Dilema do Cozinheiro:
 

Resposta 1. escreveu:
Declararia um racionamento na base, cedendo a comida de cem de meus homens, com a minha incluída, para os recém-chegados, afinal de contas ninguém merece passar fome. Posteriormente delegaria a parte da tripulação recém aportada, que eles nos ajudassem a conseguir mais alimentos, através da pesca ou de outra atividade, eu trabalharia ao lado deles auxiliando na captura e no preparado da comida, caso não existisse pendências sérias no QG.

Conhecia o valor da paz como ninguém, afinal de contas havia aceitado-a com uma aliada na constante luta para conter a explosão de sentimentos que vivia em meu peito e ainda a levava uma representação dela na forma de uma tonfa. Mas a questão parecia exigir punho firme sobre a situação, afinal de contas liderar é fazer escolha difíceis em nome do que é certo.

Pergunta 2: Uma moeda de duas faces Guerra X Paz:
 

Resposta 2. escreveu:
Colocaria homens de confiança infiltrados dentro da comunidade para garantir a segurança dos cidadãos quando a batalha começasse. Os ataques seriam direcionados nas estruturas de poder dos adversários, visando derrubar e desestrutura sua cadeia de comando. Ao fim a tropa iria auxiliar na reconstrução de possíveis danos na cidade.

Não hesitava ao responder esta questão, seu senso de justiça se mostrava presente sobre toda e qualquer autoridade, pois assim devia ser, afinal de contas, já havia deixado claro para o companheiro de tropa, não venderia sua alma ao diabo por uma promoção.

Pergunta 3: Justiça Absoluta.:
 

Resposta 3. escreveu:
Denunciaria o ato e realizaria eu mesmo a prisão do culpado, sob o estandarte da Marinha, afinal de contas a justiça é o que nos faz diferente da escória pirata e ela deve ser aplicada aos culpados, mesmo aqueles infiltrado em nosso meio.

Recolhidos os testes a Tenente apresentava uma visão aterradora da estrutura da corporação, que apesar de conhecida, ainda causava sentimentos que ferviam meu sangue, mas reafirmaram o desejo em meu coração como folhas secas arremessada em uma fogueira. Apesar de não ser uma pergunta, em meu pensamentos eu respondia-a como sabia que a "madamezinha" faria.

"A justiça prevalecerá perante estas adversidades, eu mostrarei ao mundo o quão deturpada está esse contexto e felizmente Elena e os outros estão do meu lado."

3º Teste: Combate

Éramos conduzidos a uma arena circular, onde a Tenente ditava as regras para a prova final: uma luta treino nós 5 contra 1, onde deveríamos atacá-la de forma que achássemos melhor, sem um objetivo maior aparente, apenas para ver nosso "potencial". Se agrupava com os demais para escutar Karkarov e concordava com a cabeça com sua estratégia, esperaria sua investida e o auxiliaria na tentativa de captura da adversária, afinal de contas não era dos mais fortes para causar os danos necessários para o abatimento dela, mas possuía a força para tentar segura-la.

Caso a tentativa fosse em vão e estivesse na linha de seus ataques, tentaria bloqueá-los com os antebraços, sem utilizar as tonfas. Estes golpes da adversária bloqueados ou não, serviriam de novas tentativas para segura-la. Sempre visando estar atrás dela, deixando sua guarda aberta para um ataque dos outros companheiros.

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 4 EmptySeg 18 Jun 2018, 00:51


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não tardou para que pudesse ver os requintes deixados pelos dedos podres de Elena Einserg. Já estava ciente de que ela possuia muitos marinheiros sob a sua égide, mas estar ali, diante de um soldado que falava em seu nome, me fazia indagar se ele estava trabalhando para ela ou apenas exercendo as ordens que lhe foram mandadas. "De toda forma, esse rosto, eu não o esquecerei" - daria-me o trabalho - sim! e como me daria! - de decorar a face dos marinheiros que pudessem ter alguma ligação com a mulher, para que no dia que a casa caísse, tudo viesse abaixo junto a ela.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Fomos destinados ao pátio esquerdo do QG, onde aconteceria o nosso teste. Já conhecia o lugar, é claro, mas não havia tido tempo de acostumar-me a fundo ao ambiente. Se havia algo de excelente na marinha, esse algo era o espaço erigido para os treinos. "E ainda assim, somos muito fracos..." - começava a pensar que deveria dedicar mais parte do meu tempo para treinar o básico; fortalecer o corpo e erguer minhas estruturas de forma mais sólida. Afinal, todo grande monumento há de ser construído sobre os mais fortes alicerces - e, comigo, não haveria de ser diferente. Todavia... este teste de promoção não seria apenas uma avaliação física, mas também intelectual. Não esperava por isso, ainda que não me fosse grande problema. Não havia me introduzido ao mundo literário por nada. Pelo menos, assim pensava. Aliás, nada mais justo do que considerar ambos; um marinheiro há de ser, além de tudo, inteligente, para que possa se adaptar a todo tipo de situação.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enrigeci-me por um instante, sentindo aquele frêmito subir-me a espinha. Antes que pudesse vê-la, sabia que ela me olhava. Que me observava. Aquele olhar afiado e ardil... eu já havia-o conhecido. Sabia como era a sensação. Engoli em seco. Não era hora para sentir-se pressionado. As palavras do Caítão Eric ecoavam em minha mente, lembrando-me o quão formidável ela era - e o pior de tudo, era que ela encontrava-se no lado inimigo. entretanto, não era hora para isso; o foco era passar no teste, assim estaríamos ainda mais próximos de derrubá-la. Endireitei a coluna, ajustando a minha posição, como a de um verdadeiro soldado.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Naquele momento, Eisenberg nos dava alguns informes, os quais me eram recebidos com muita insolitez. Havia algo de errado ali. Mais um dedo podre de seu vil teatro de fantoches. A minha intuição fazia bater no fundo de minha mente que aquilo era mais uma de suas peças. Não pude deixar de dar um breve e sutil olhar para Elena - a nobre dama - para checar a sua reação, ou entender melhor o que estaria acontecendo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Porém, não mais desviaria a minha atenção. Para ter um bom desempenho naquele teste, era necessário convergir toda a atenção possível para o mesmo. Tratando-se daquela pseudo marinheira, tinha total convicção de que qualquer erro cometido seria agravado ainda mais sob o seu olhar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sendo assim, esperaria todos realizarem as suas corridas primeiro. Não seria apenas Eisenberg que teria uma ficha deles, eu também estaria a observâ-los atentamente, prestando atenção em seus pontos fracos e fortes - e esse era o ponto departida de todo o processo. Eramos um grupo, mas ainda não eramos uma unidade. Para que pudessemos ser uma, ainda era necessário conhecer-nos melhor, de forma que o nosso trabalho em equipe pudesse ser potencializado e trabalhado de forma a extrair o máximo de cada um; ou, pelo menos, o mais próximo disso. Era uma ótima oportunidade para conhecer mais afundos os meus colegas; estaria atento, pois cada informação podia acarretar no suprimento de uma lacuna ao agir em conjunto.

Primeiro Teste: Corrida

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Iria até a marca indicada como o ponto de partida para aquele teste de velocidade e resistência. Sabia que ambos não eram o meu ponto forte. Sabia que não seria fácil. No entanto, sabia, idem, que eu era capaz; que eu podia conseguir, portanto que eu me esforçasse. Mesmo que fosse algo além de minhas capacidades, nunca fui de respeitar os meus próprios limites, desafiando-os cada vez mais.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não constava em meus planos angariar contusões, de modo que me alongaria antes de dada a partida, a fim de evitar qualquer prejuízo que pudesse me causar, além de aquecer adequadamente o corpo para ter um melhor resultado. Ao término do exercício, me botaria em posição de corrida, com o pé direito a frente e o esquerdo mais atrás, pronto para impulsionar-me assim que fosse dada a largada. Esperaria o sinal, para só então lançar o meu corpo a frente, mantendo um bom ritmo. Toda aquela caminhada pelo deserto, pela floresta e pela montanha haveriam de fazer efeito agora. Eu não mais o mesmo de antes. Não mesmo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Estaria a empregar um bom ritmo, para não me cansar demasiadamente, mas o suficiente para alcançar a linha de chegada em tempo hábil, após observar a velocidade que meus companheiros haviam mantido. Não diminuiria o passo nem que o suor me escorre-se pelos olhos - o qual retiraria imediatamente com as costas das mãos. Jogaria o meu cabelo para atrás assim que ficasse molhado demais para ser suportável, impedindo-o de obstruir-me a visão. Concomitamente, manteria ritmo semelhante à minha respiração, a qual se apoiaria em longas e profundas inspirações e expirações. Não faltaria-me combustível para realizar aquela tarefa! A própria justiça me moveria em cada passo. Sempre em frente; a cada passo mais próximo de Elena Eisenberg.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Pelo menos, era o que eu achava. Tarefa fácil é que não era. Corridas eram mais desgastantes do que poderia imaginar. Logo o suor me tomaria, encharcando a minha camisa. O meu próprio corpo não me favorecia muito quando tratava-se da referida prática. Mas não fosse por isso que deixaria-me abalar. Mesmo com os músculos cansados - os quais aguentavam muito mais esforço que aquilo, mas não naquela constância, sem intervalo algum - desabituados a um ritmo atlético, continuaria forçosamente a seguir em frente. Sabia que poderia alcançar a linha de chegada a tempo. Sabia que faltariam apenas alguns passos quando estivesse pensando que poderia vir a não ter exito. Sabia que conseguiria, custe o que custasse; esse era o meu caminho; o próprio destino que eu forjara com minhas prórias mãos.

Segundo teste: Liderança

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Logo após o primeiro teste, o segundo teste era iniciado. O cansaço, sem sombra de dúvidas, afetava o meu raciocínio, o qual não era  mais tão claro quanto poderia ser - quanto geralmente era. Com certeza era uma das competências de um Sargento; não atribuiria aquele pesar como um dos planos de Eisenberg, ainda que lhe fosse conveniente. Para exercer uma função tão importante, é imprescindível que a tomada de decisão seja a melhor possível, mesmo com todas as condições adversas atuando contra a pessoa.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O que eu não esperava era o tempo disponível para responder as questões. Cinco minutos era um grande baque para mim, apesar de fazer total sentido. Respiraria fundo, lendo rapidamente o comando das questões, respondendo-as em ordem, permitindo a minha mão deslizar intuitivamente, trazendo à tona tudo de mim.

Citação :
1. Você tem sob a sua liderança 5 outros soldados, dois gatunos, dois espadachins e um atirador. A situação é uma casa tomada por bandidos que possuem três civis em seu poder, um casal e uma filha de cinco anos. Qual é a sua estratégia para resgatar a família? Justifique?

Resposta: Primeiramente, há de se deixar claro que a justiça não negocia com bandidos. Não a verdadeira justiça. Com reféns em mãos inimigas, a atenção deve ser redobrada. Nessa situação, atrairia a atenção para mim, indo de encontro a eles desarmado, de forma a entender que estaria disposto a escutá-los; seria o grande chamariz e engodo, acompanhado de meus dois espadachins, esses que fingiriam desarmar-se na frente deles, enquanto os dois gatunos cingiriam a casa, entrando furtivamente e alcançando uma posição favorável de surpresa. O atirador seria usado a distância, de forma que seu posicionamento pudesse lhe conceber visão clara dos suspeitos - se não a possuíse, trataria de levar a armada negociação para um campo de visão acessível. Coordenaria um golpe surpresa com meus homens, ao indicar de um sinal, no qual os gatunos dariam conta das iminentes ameaças aos reféns, junto ao atirador, quais sejam, aqueles que estivessem com armas apontadas para eles. Em seguida, agiria com meus outros dois homens, fazendo um escudo de corpo nas vítimas, a medida que combateria os delinquentes.

2. Um superior a sua hierarquia participa de uma escolta levando um preso de recompensa superior a 15 milhões de berreis. Na escolta além de você há mais três soldados, todos espadachins. O preso está em uma carroça-cela e a um condutor também. Em determinado momento o superior é alvejado e cai inconsciente, você agora possui a maior hierarquia. Um grupo de 12 homens armados correm na direção do seu grupo e estão a cerca de 100 metros. Qual será sua atitude? Justifique.

Resposta: Levando em consideração a força do preso, relacionando-a com o possível grupo ao qual ele faz parte; considerando, idem, a necessidade de proteger o comandante, em seu estado emergencial, tomaria a voz da liderança sem hesitar, ordenando uma retirada para proteger o meu superior. Tentaria ganhar tempo, junto a dois dos doldados, adiantando-me no espaço a frente, para ganhar mais tempo ainda para o resgaste, enquanto um deles seria responsável por retirar o combatente desabilitado do campo de batalha, convocando reforços o mais rápido possível. A luta seria guiada de forma a ganhar o máximo de tempo possível, em ua postura grupal defensiva.

3. Você está sob ordens de um superior corrupto e corruptor. O que você fará diante de tal situação, sabendo que não seguir a ordem dele pode culminar na sua expulsão do exército?

Resposta: [Escreveria com raiva latente, sem conter-me, sendo demasiadamente incisivo] Seria expulso sem nenhum resentimento. A justiça há de prevalecer. Um líder corruptor não é um líder da justiça; jamais seguiria ordens que violassem os princípios da marinha e, também, os meus. Mesmo sem o símbolo da marinha, continuaria a ungir no manto sagrado da justiça, brandiando a minha arma contra todo e qualquer vilão. Superior ou não, a justiça a todos chega; não descansaria até fazer tudo ruir, até que a espada finalmente tocasse os ombros daquele.

Terceiro teste: Combate

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O último teste havia sido, genuinamente, um teste. Não um teste para Sargento, mas uma maquinação daquela por trás de toda corrupção da marinha. Pelo menos, havia sentido isso arder na última pergunta. A respondi com toda honestidade possível; a minha determinação não seria tão fraca assim, para ceder à pressão exercida por ela. Mesmo que me fosse tirado a honra de servir à marinha, continuaria a servir à justiça, até que pudesse desmascarar toda a obra maligna daquela mulher.


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O que mais me irritava em tudo aquilo era a concepção que a mulher possuia acerca da justiça. Não me seguraria naquele momento. Não era de me calar, mesmo contra os meus superiores. Por mais que os respeitasse, em regra, na maior das cordialidades, se alguém pratica uma injustiça e eu nada faço, seria minha a própria injustiça — Devo discordar, com toda vênia - daria um passo a frente — Quem decide sem ouvir a outra parte, sem ouvir os mais fracos, não pode ser considerado justo, ainda que decida com justiça; quem dirá quem decide com arbitrariedade. A justiça não provém dos homens, e nem dos deuses; nós a sentimos, a justiça é algo que existe por si só, apenas somos tocados por ela! Pois até mesmo os deuses podem ser injustos, mas injustiça seria minha se não usasse a voz que os verdadeiros deuses me deram e me calasse! - clamaria, sem hesitar em minha voz. Havia me oposto a sua concepção de justiça, nada mais. Entendesse como ela quisesse, o que estava dito estava dito.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Era hora de começar o teste, e estava inflamado para fazê-lo. Me aproximaria de Karkarov, pois reconhecia e sabia bem de sua força. Ademais, queria ver o seu grandioso Tomahawk em ação. Como os mais fortes, em força bruta, do grupo, era o nosso dever abrir caminho para os demais e criar aberturas. Tinha certeza de que Elena Eisenberg teria que se atentar aos nossos golpes, criando oportunidades a serem exploradas pelos demais — Criar uma chance, essa é a nossa função - naquelas palavras estava implícita a nossa precípua boa rivalidade. Diante dele, não deixaria de me esforçar o suficiente para criar uma brecha; não estava em meus planos ficar para trás.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Avançaria junto de Karkarov. De forma alguma que ficaria apenas observado! Estaria ao lado dele, abrindo um pouco de espaço, a fim de restringir os movimentos da oponente. Brandiria a minha foice, desferindo um golpe ascendente, da esquerda para a direita, a fim de limitar as suas rotas de escape por baixo e por cima, além da própria lateral e atrás dela, onde a ponta da foice estaria projetada. Assim, os seus movimentos estariam mais restritos, sobrando a ela a frente, e a direita, por onde estava avanaçando o bárbaro Durmstrang e Kurai, os quais bloqueariam as rotas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ainda tinhamos mais força de fogo, mas não era hora de dar tudo de nós. Me limitaria a fazer movimentos simples e um pouco mais complexos, mas sem revelar os meus áses. Para uma oponente como ela, ter uma carta na manga se torna imprescindível. Estaria atento a, caso ela tentasse passar pelo cabo da foice, a soltaria de imediato, tentando agarrar as suas pernas - pois esperava um rápido movimento de sua parte, e a haste da foice seria o caminho mais viável e menos perigoso - e puxá-la de volta, a força, para o meio do grupo, onde a cercariamos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Esperava retaliação de sua parte, e tão pouco confiaria em suas palavras. Como poderia?! Dito isso, estaria pronto para reagir, esquivando-me em meia lua para o lado oposto ao que viria o golpe, intentando sair de sua trajetória; ou, sendo ele direto, esquivar-me para o lado, dobrando o corpo e me reposicionando com um jogo de pés, o qual usaria, ao mesmo tempo, para encurtar a distância entre nós, tentando imobilizar o membro que fosse estendido em minha direção e segurá-lo com grande força.











Citação :

Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 10
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia.
Ofício: N/A
EdC: Ceifador

Ganhos: 13's Jason; Perícia (Interrogatório*); Mapa; Livro.
Perdas: 500.000

Players: Elena Selena; Karkarov Von Durmstrang; Kurai Hoshiken; Mizzu S. Hayha.
NPC's: Mike; Jordan.
Extras:



Off


Spoiler:
 




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Mizzu
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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 4 EmptySeg 18 Jun 2018, 20:17

BANG! BANG!




Tudo corria como planejado, sem alterações ou distúrbios - ninguém iria querer bater de frente conosco ali né – muito menos medo de nossa parte. A porta do Qg já era vista, e confesso que um pouco de ansiedade subia diante a mim, não sabia se era por um inicio de mais uma nova aventura, ou pelo cargo que poderia ganhar depois de algumas provas ali.

Dois soldados asseguravam o portão ali, não tinha muita a certeza, mas pelas palavras do capitão anteriormente, os soldados que ali nos recebiam poderiam estar nas presas daquela desprezível tenente, o que me fez não dá muita atenção ou até mesmo sentir confiança. Como uma simples pessoa, acenei com a cabeça, não prestei continência, pois por serem de mesma patente, não achei necessário, em seguida adentrei o QG.

Um tanto que surpreso com a estrutura daquela base, eu a adentrava a mesma junto com minha equipe, não falava nada, apenas obedecia ou seguia as ordens da minha líder, a Verdadeira Elena. Enquanto isso, um som se ouvia ao longe; era da porta do quartel, e pela mesma passava a tenente que era alvo de nossas missões, a Tenente Elena. “olha ela ai, bem que falaram, ela é realmente bonita...” Aquele pensamento estranho me vinha a mente, quando a via pela primeira vez, mas não era sua beleza que iria me hipnotizar ali. Mantendo totalmente a postura, recebi a mesma com as devidas continências, pois para quem não soubesse da nossa missão, a mesma ainda era uma superior, e a marinha vive carregada por dois pilares que são a Hierarquia e disciplina.

A situação estava indo de mal a pior, não sabia se alguém havia lhe contado todo o nosso plano, ou se a mesma era um cartomante para ler nossas mentes, mas cada vez mais a mesma ia conseguindo alimentar nossa rejeição da mesma. Com um boas vindas um tanto severo, a mesma deixa claro que o nosso querido amigo e companheiro Jordan não está apto para ser promovido, aquilo não só me indignava, como também me fazia duvidar se a tenente estava apenas brincando com a gente, poderia ela já saber de todo aquele plano do capitão ou não; e sem muitas opções a fazer, apenas observava o olha perdido de jordan sendo acolhido pelo olhar decisivo da ex-nobre ali, era uma confirmação que não podíamos ajuda-lo naquele momento. “Maldição!” Indignado, eu demonstrava pela expressão em meu rosto, tirando assim os olhos da tenente.

O teste finalmente começava; não parecia, mas no instante que a mesma cruzou os olhos com os nossos, já estávamos em constante avaliação, e observando todos ali a mesma de forma grossa, ao meu ver, afirmava que o mink que antes estava conosco a tempos atrás não estava ali, mostrando que o mesmo também foi indicado para a promoção a sargento, aquilo me intrigava mais ainda, devido a reprovação do jordan. A explicação começara e um tanto que complicada, eu tentava me concentrar apenas em seus lábios, querendo ou não eu teria que estar focado para aquele teste, não deixando passar qualquer mínima informação possível.

Eram três etapas, e como explicado pela avaliadora ali, ela queria testar todos os nossos atributos; como sargentos não poderíamos mais um qualquer, então ela organizou alguns testes para assim realizarmos e provarmos que somos capazes. O primeiro não me agradava muito, teste físico não era muito meu forte, mesmo eu gostando um pouco de treinamentos, o que eu sempre foquei na minha vida foi minha mira e concentração, mas minha resistência para corridas e esforços físicos era um tanto que fraca, mas não poderia fraquejar, o objetivo ali era ser sargento e não era uma simples corrida que iria me abater. – Cinco voltas até cinco minutos né, acho que eu consigo fazer isso tranquilo. – Falava para mim mesmo, em um tom que quem estivesse próximo a mim ouvisse. Alongando-me observava a pista, não era la um especialista, mas parecia que a mesma era especialmente para esse tipo de treinamento, a corrida, e isso fazia o pessimismo se apagar um pouco do meu âmbito.

Esperaria firme na linha de saída, um apito, um tiro ou simplesmente um já era mais que suficiente para iniciar a corrida ali, e caso alguma outra forma de inicio de corrida fosse realizada eu partiria em seguida da linha de início. Mesmo que parecesse simples e fraco, começaria de forma bem leve, não dando o gás no início apenas mantinha a passada para não perder o ritmo, a respiração era a mais formica possível, de todo modo eu mostrava mesmo que sem um pouco de informação, entender como não cansar rapidamente naquela corrida. Ao percorrer pelo menos um minuto de corrida, aumentaria a passada dando aquele famoso gás para aumentar a velocidade ali, mesmo com tudo nos conformes, o meu corpo já não acatava muito as minhas ordens, e nas ultimas voltas eu usava aquele famoso SHIVUK, que seria o que os militares dizem ser os 30% de força que o corpo guarda de reserva, depois da mente mostrar que não aguenta mais. Meio cambaleando e com o corpo extremamente quente eu concluía a prova.

Os cinco minutos e cinco voltas eram realizados, nas minhas contas eu achava que tinha conseguido, mas devido a corrida e a fustigação poderia ter me equivocado nas contas, por esta com a cabeça um pouco em outro lugar. Muito cansado e ofegante eu procurava algum lugar que estivesse com água mineral para poder me abastecer e refrescar, pois querendo ou não a próxima prova era intelectual, e eu tinha que estar 100% para a mesma. Com a velha pagação de doido, eu seguia para o estabelecimento onde aplicaria a prova intelectual, mesmo passando ou não na prova física, seguiria para a próxima etapa, esperaria alguém se opor ou se caso não acontecesse nada apenas sentaria na cadeira. “Caraca, preciso correr mais uns dias desses, estou muito ruim hein! Estou morto!” Pensava enquanto no mesmo momento eram colocados papeis em nossas mesas, virados com o conteúdo escondido.

As palavras frias e penetrantes da falsa elena ali, explicavam como seria o teste intelectual, e como a prova era para a promoção de sargento, nada mais do que nos provarmos como agiríamos como líderes mais na frente, parecia que ela queria ver como seriamos mesmo que mentíssemos em ocasiões atípicas. “Hmm... Três questões em cinco minutos hein, deixa eu ler isso direito!” Leria tal papel assim que a mesma desse a ordem para começar a realização do teste, e sem muita paura ou procrastinação, responderia as perguntas rapidamente, e embocaria a prova novamente, acenando para a tenente mostrando que havia concluído tal prova.

Spoiler:
 

A prova estava terminada, tudo que tinha de ser respondido já estava na mesa, e a ultima e pior etapa estava a ser realizada, o teste de combate. A tenente parecia esta um pouco que ansiosa para isso, e meus olhos percebiam que ela queria muito algo de nós ali, o que me fazia novamente duvidar sobre toda aquela prova. Algumas palavras eram ditas pela mesma, e de maneira horrenda, era perceptível que a mesma não aceitava muito de como era realizado a falsa justiça pelos juízes do mundo ali, e aquilo até que me fazia pensar que dentro daquele coração de gelo, poderia ter um pingo de compaixão. Em alguns instantes a mesma nos levava para um ringue próximo ali, parecia mais uma arena e com 15 metros eu percebia que minhas habilidades ali estariam um pouco restritas contra qualquer oponente ali. Ousada, poderia ser uma palavra que resumiria a mesma, ou confiante até demais, para querer peitar nós cincos em um combate direto, isso me fazia ficar com um pé atrás, pois antes o próprio capitão havia dito que não venceria uma luta contra mesma, e a pergunta soava em minha cabeça, o quão forte a mesma era?

Juntos, eu apenas ouvia as palavras de quem era mais experiente em combate ali, o Barbaro e irmão Karkarov, nos trazia uma ideia ótima, e que já havíamos usado contra o antigo pirata Brutos. – Ok – Apenas responderia para o mesmo dizendo que estava de acordo com o plano. Antes tentaria trocar as munições por balas de borrachas, não queria que por um simples descuido machucar gravemente qualquer um ali.

Ao inicio do embate, esperaria todos irem de encontro a tenente, e com habilidade furtiva que tinha, seguiria para as costas da mesma, pois a atenção dela deveria estar nos outros lutadores. Estava ali mais para suporte, e sacando as duas pistolas, esperaria o movimento dos 3 homens ali, enquanto a nossa líder dava o prato principal daquela batalha, sem ao menos esperar qualquer tipo de êxito ou acerto dos ataques ali, dispararia de maneira consecutiva, visando os pontos em que não acertassem as ferramentas, mas também impossibilitasse/diminuísse a escapatória ou a esquiva da tenente ali, e caso a mesma mesmo assim conseguisse fugir ou virar a luta para seu bel prazer, seguiria atirando agora assim de forma que fizesse que a mesma se afastasse dos meus companheiros, enquanto correria para o mais longe dela.

Em caso de defesa não poderia fazer muita coisa, caso a mesma quisesse investir em mim, apenas atiraria contra ela para diminuir a investida, e dando alguns pulos e dashs eu tentaria me aproximar de meus aliados para mim ajudarem, pois só eu não conseguiria aguentar a mesma. Se em algum momento a tenente vinhesse de encontro a mim, usaria meus braços como também pernas, joelhos e canelas para defender as partes vitais de meu corpo, mesmo sabem que poderia machuca-las bastante.


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