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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [Divine Tools] II - Juntando as peças!

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ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 3 EmptySab 12 Maio 2018, 18:34

Relembrando a primeira mensagem :

[Divine Tools] II - Juntando as peças!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Karyo Shen. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Mizzu
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Pirata


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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 3 EmptySab 09 Jun 2018, 18:26

BANG! BANG!




À atenção parecia ser redobrada, como ante eu não dava muito a importância para o que karyo havia dito, aguardava atentamente sentado na cadeira próxima, com um copo de sake na mão, mas só na mão mesmo, não chegava a levar à boca; sentia um pouco de suor descendo do começo das minhas costas até as partes mais intimas, não sabia se era devido ao álcool ou se estava realmente com calor, tudo estava totalmente mudado ali, ao olha ao redor as vezes via embaçado como também girando. “Cara, o que colocaram nessa bebida? Só não está pior que lá em Micqueot!” Pensava enquanto colocava o copo na mesa e o afastava, fazendo assim uma cara de desgosto. – Pessoal! me lembrem de nunca mais beber assim! Cara eu estou mal, me perdoe aí Karyo, não sou assim... Elena preciso descansar, não acha melhor irmos aonde esse soldado está dizendo logo não? No meu caso se tiver algo aqui eu estou meio que com problemas, desculpe-me. – Falava meio que rabiscado, virando a atenção para karyo e posteriormente para a nossa líder Elena.

Não sentia vergonha, mas também o orgulho desaparecia ali diante daquela cena; não sabia se foi por conta do soldado, ou pelo simples fato de ter parado de beber, o álcool já tinha saído do meu corpo e mente, deixando apenas a famosa ressaca que todo ser que bebe muito sente. Levava a mão esquerda à boca e dava uma baforada; aquele cheiro de álcool era totalmente podre, me fazendo até careta de meu próprio hálito. “Cara, que bafo miserável” Sentia que a merda estava próxima de chegar, mas não a merda literal, e sim o pensamento de pessimista sobre o que o karyo havia acabado de falar, a urgência que o mesmo tratava parecia estar anos luz de dificuldade diante do problema das cobertas, mas agora estávamos mais fortes.

Uma promoção não seria lá tão ruim, não diria que seria mais que justo, mas também seria um pouco injusto com todos ali e também com a responsabilidade que havia nos sido posta nas outras missões. “Não me importo muito em ser sargento, queria que pelo menos a Elena fosse promovida, ela merece!” Pensava a respeito sobre o mencionado teste para sargento dito pelo karyo. Seria as 14 horas, e como era noite já estava na hora de irmos descansar, o mesmo (karyo) nos aconselhava não beber mais, conselho mais de correto devido ao que iria ocorrer na manhã seguinte. – Hopee! Já parei! – Levantando a mão direita, sinalizava ali para dar-se entender que não estava bebendo mais, logo eu o que estava mais exaltado ali, em seguida colocava a cobertura da marinha cobrindo um pouco os olhos, e cruzando os braços em seguida.

Esperaria todos se aprontarem ali, de fininho ou na surdina tentaria ir diretamente ao balcão, e pagaria a bebida de todos, pedindo ao garçom posteriormente para recusar qualquer tipo de tentativa de pagamento de todos ali, até do novo integrante da baderna ali, tentava de algum modo fazer que me perdoassem devido a algazarra que fizemos ali, mais eu é claro. Esperaria assim as ordens ou até mesmo o bom senso de todos ali para sairmos do bar, pois pelo visto já não tinha muita gente no mesmo. – OAAHHH – Bocejava enquanto ficaria de pé na frente de todos ali aguardando novamente a movimentação do grupo.

De forma que todos saíssem do bar, seguiria os mesmos, com as mãos nos bolsos de trás da calça e andando com o corpo um pouco inclinado, tentava fazer com que não parecesse que eu estava totalmente desgastado devido a bebida, e o que eu mais queria no momento seria uma cama. Ficaria um pouco mais atrás de todos ali, pois não sabia muito onde iríamos e como também eu era novo naquela ilha, não sabendo nem onde eu estava exatamente; olharia sempre para o karyo e para elena, mesmo que a elena fosse nossa líder, o karyo parecia já conhecer a área e assim ter mais experiencias de armadilhas ou qualquer coisas que fosse de ruim naquela localidade. “Gostei desse cara, ele parece ser bem simples e fez duas pistolas fodas para mim, tomará minha atitude mais cedo não tenha afetado muito na minha primeira impressão, que merda! Por isso que eu não sou muito de beber, mas fazer o que né, era comemoração!” Pensava enquanto observava dos pés a cabeça do soldado karyo shen, e é claro que era perceptível ver que os outros membros do grupo gostaram do soldado ferreiro ali.

Tentaria de alguma maneira após chegar ao lugar marcado procurar um abrigo, uma cama ou até mesmo o chão (se caso não fosse perigoso) e desabaria no mesmo, o meu mal naquele momento era sono, e nada que algumas horas hibernando não curasse aquele enxaqueca que estava já começando a incomodar, e mesmo com as armas e roupas, não me importava tanto. A busca era incansável para descansar, e nem ao menos me despediria ou me apresentaria do grupo e de alguma pessoa nova que estivesse no local destinado, apenas acenaria com a mão direita, prestando continência e assim desmaiando.


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Objetivos na Aventura!:
 

Ponto-Situação do Personagem:
 




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darkmilks
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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 3 EmptySab 09 Jun 2018, 19:09

A MARCA DA JUSTIÇA
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O agradável clima festivo do bar conseguia anuviar minha mente dos problemas externos, como se eles estivessem a milhas de distância, mas Karyo parecia preocupado em suas palavras, apesar de não conhecer o rapaz, durante o meu treinamento buscando a harmonia com o mundo havia apreendido a perceber distúrbios no ambiente e ali a tensão era crescente, algo o perturbava.

Apesar disso, ele apertou minha mão firmemente e ficou me encarando por alguns segundos como se tentasse me ler através de meu semblante tranquilo, que de forma alguma transparência as doses de álcool que havia ingerido. Largando-me, ele me questionou sobre a figura em meu peito, que transparecia pela gola semiaberta do uniforme da corporação, levantei-me com movimentos suave, tentando não atrapalhar ninguém e abri os outros três botões restantes do colete.

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Exibia o corpo parcialmente definido com algumas cicatrizes antigas, destaque para uma na região do abdômen que parecia mais recente, a marca referida por Karyo, porém era diferente, uma queimadura a muito cicatrizada, no formato de um dragão, cobrindo toda região do peito. Senti um olhar penetrante sobre a cicatriz, mas não vinha de nenhum dos presentes, me causando um calafrio na espinha. Tentando afastar esses pensamentos, começava a responder Karyo com a voz tenra e pesada como o chumbo.

Em algumas culturas, dragões são associados a imortalidade... Este dragão foi gravado em minha carne com este objetivo, selar o destino que herdei de meu pai... De levar sua Justiça para o mundo. — Podia parecer tolo em minhas palavras, mas declamá-las as tornam críveis para mim. Terminando de abotoar a camisa voltava a sentar, tomando mais uma caneca para afastar o gosto melancólico da boca, enquanto fazia-o, esquadrinha o recinto pelo portador daquele olhar, apesar de saber que ele pertencia a um homem morto.

"Pai, você está ai?!" - Resposta alguma viria... Isto era o pior.

Terminava a caneca em um gole, deixando que o ardor da bebida bloqueasse os pensamentos, levando-me novamente ao caminho da serenidade e mesmo que a algazarra aumentasse, meu estado de espírito não seria atingido. Alguns minutos depois, Karyo novamente tomou a palavra, deixando transparecer sua preocupação, que eu havia notado anteriormente, a merecida folga havia durado menos do que o esperado e parecia que novamente teríamos que lidar com o famigerado Agente Tuudos.

Meu sangue fervia com aquele nome, apesar do desfecho do último encontro, em minha visão ele ainda era apenas um assassino, o tipo de pessoa que não poderia existir num mundo onde a justiça de meu pai prevalece. Engoli seco minha irritação, tentando inibir dos meus olhos o fúria que corria por meus membros, deixando que ele terminasse.

"Isto explica por que Karyo estava se resguardando, aquele homem não é boa gente."

Os pecados de um homem são de sua responsabilidade e Tuudos iria pagar pelos seus, cedo ou tarde, por minhas mãos ou por outras. Com a deixa final de Karyo, me levantei para caminhar, sob as orientações de Elena. Subitamente percebi que Karkarov me acompanhava, elucidando seus pensamentos sobre o novo "companheiro" de missão e animado pelo que estava por vir.

Ele parece ser um dos bonzinhos, mas precisamos conhecer melhor seu caráter no campo de batalha. — Não media as palavras, mesmo que o novato as ouvisse, pois se uma característica que prezava era a honestidade. — Sobre o futuro, algo não me desceu bem, Tuudos será nosso contato na próxima missão... E não pretendo vender minha alma ao diabo por uma promoção, a justiça deve prevalecer e não estou confiante de que ele também tenha isso em mente. — O desprezo que sentia pelo agente ficava claro em cada uma das palavras que cuspia, odiava quebrar a harmonia de outrem, mas gostaria que Karkarov estivesse ciente caso uma atitude extrema fosse necessária.

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 3 EmptySab 09 Jun 2018, 22:40


A noite prosseguia festiva e repleta de rostos sorridentes igual uma parada de carnaval, mas assim como uma certa música popular brasileira diz: todo carnaval tem seu fim. E é o fim, sim, pois eles todos eram marinheiros e tinham responsabilidades para o dia seguinte, mais precisamente, teriam uma prova no dia seguinte e pelo pouco que a nobre conhecia de seus companheiros, sabia que todos prestariam o exame. Enquanto não terminavam a festa, continuavam a conversar e o jovem alto, de boa voz e aparência voltava a falar diretamente com a deserdada, entretanto, ela não conseguia disfarçar sua decepção.

Há alguma forma que eu poderia me referir a você, senhorita? Trago más lembranças do nome Elena, e inevitavelmente o associo ao indevido. Seria injusto e me desagradaria ficar rememorando eventos passados dessa forma -

- Como desejar...   - Ela franziu o cenho e completou de olhos fechados. - Mas se fores metade do que imagino que és, não limitará minha pessoa por coincidências negativas...  

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Momentos depois, o rapaz estava exercendo sua dose de masculinidade rústica, disputando força com o ferreiro e um dos homens de confiança da espadachim, Karkarov. Por um lado, Elena gostava de ter homens fortes ao seu lado, por outro, aquela demonstração grátis de testosterona, músculos e infantilidade não a agradava. Ela via como algo vulgar e se havia algum interesse amoroso em algum daqueles homens, havia secado mais rápido do que a vagina de uma mulher quando um homem pede pra ela pagar a conta no primeiro encontro.

Pessoal! me lembrem de nunca mais beber assim! Cara eu estou mal, me perdoe aí Karyo, não sou assim... Elena preciso descansar, não acha melhor irmos aonde esse soldado está dizendo logo não? No meu caso se tiver algo aqui eu estou meio que com problemas, desculpe-me.

As palavras de Mizzu tiravam a atenção daquela cena e a traziam para a vontade de encerrar a noite. Ela acenava positivamente para o pistoleiro e terminava a refeição junto da bebida. Antes que ela pudesse pagar, o pândego se oferecia e pagava pelas bebidas, restando apenas os alimentos, algo que diminuiu o valor da conta consideravelmente, não que importasse, afinal, a ex-princesa nunca ligou para dinheiro e certamente não começaria agora. Desembolsaria o valor que faltasse na conta e posicionar-se-ia para sair do recinto junto dos demais.

Me corrija se estiver errado, mas creio que é a líder desse grupo… Por favor, guie os seus homens para a localidade destinada. Eu estarei os acompanhando -

- Temos novas ordens, então, homens... Estamos seguindo as suas diretivas, pequenina!

Ela fechava os olhos e fazia um sinal positivo com o rosto, gesto já repetitivo e marcante da líder. Todos no estabelecimento já a conheciam, com exceção de Karyo, algo que certamente poderia causar alguma confusão ao moço alto, mas para Selene não importava se ele entenderia ou não, afinal, a liderança dela não vinha por patente e sim Respeito dos demais e isso não era algo para se olhar e, sim, sentir.

Durante a caminhada em direção ao lugar apontado no mapa, ela - com sua audição aguçada - pôde ouvir a conversa entre Karkarov e Kurai a respeito do soldado e concordou com tudo o que foi dito mentalmente. Definitivamente estava bem acompanhada e poderia confiar de olhos e ouvidos fechados em seus companheiros, pois além de serem fortes e leais, tinham ideias e conceitos muito próximos do dela, embora ainda sejam um pouco imaturos, Entretanto, é como diz aquela outra música popular brasileira: pertos de uma mulher, são só garotos.



”Considerações”:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 3 EmptyDom 10 Jun 2018, 02:37

  Todos estavam animados e havia motivos para isso. Primeiro estavam conhecendo um novo colega em Lvnnel e receberam aboa informação que no dia seguinte receberiam a grande oportunidade de fazer o famosos teste para sargentos.

  Mas claro que entre a amistosidade de todo grupo havia dois dois mais empolgados, e esses eram Karyo e Karkarov que disputavam a famosa "queda de braço", o que deixou Elena mais fria (ou seca) do que geralmente já era. Os dois logo s posicionaram e iniciaram então a competição. A foi mai breve do que se poderiam imaginar. O soldado recém chegado havia vencido o bárbaro com certa facilidade. Em questão de força bruta seus níveis eram totalmente deferentes.

  Logo Kurai e Shen trocaram informações sobre o dragão tatuado e assim foi que a conversa entre todos os membros continuou, mas chegava o momento que Kario não poderia mais ser negligente quanto a informação e avisou que todos precisavam ir para um local onde encontrariam o nada moralista Matty Tuudos, o agente que havia cometido um assassinato de um civil que estava sob a guarda de todas as ferramentas da época.

  Mizzu que se prontificou foi até o garçon e acertou a conta das bebidas, uma leve quantia de 160.000 berreis, cerca de oito vezes o vamor que recebe por cada missão.

  Mas logo o grupo saiu, cada um conversando com o outro até que chegaram a casa indicada pelo mapa. Eram uma casa simples, Sem muros e com a porta direto para a rua. Sua parede externa era cinza escuro com marcas de mofo do chão a cerca de trinta centímetros de altura.

  Todos que tinham audição aguçada poderiam ouvir o som de correntes, mas eles não vinham da casa, mas do lado oposto onde há um prédio de três andares e no telhado uma garota que já conheciam, era Sado, a manina das correntes que havia bloqueado um tiro de Mizzu.

   A porta se abre, luz forte ofusca a pessoa que esta na porta e da um passo afrente era o sorridente Matty Tuudos, o agente com o qual cinco ferramentas tiveram contato na viagem e que ajudou Shen com algumas informações na floresta.

  - Boa noite soldados! - Disse o agente com calma. -  Vamos entrando que antes de dormiram ha uma visita para vocês todos.

  Todos entraram na casa, na sala estava simplesmente a pessoa do Capitão Eric, o agente sentava ao lado dele, em um bonito sofá. Logo que a porta se fecha o capitão Eric começa a falar.

  Primeiramente estou feliz que vocês vieram. - Disse o capitão em tom de seriedade, mas ao dava para cer preocupação  Mas vocês deveriam estar em sete, onde esta o MIke? - O Capitão olhava com um pouco de desagrado para Elena e Karyo.

  Após a explicação de esquecer um colega que foi ao banheiro o capitão orienta Karyo a contar rudo oque aconteceu na missão passada.

  - Não deixe os detalhes para trás e gostaria que colocasse suas opiniões pessoais. - Orientou Shen. - Após todos ouvirem as explicações do soldado a porta desta sala, essa lateral, tem um quarto feminino com três camas, somente a da janela esta ocupada, Elena  vai dormir ali. Vocês todos vão com o Agente Tuudos para o quarto dos homens e poderão dormir. Amanhã vamos traçar alguns planos.

Depois de Shen contar a história dele o Agente Tuudos guiaria todos os machos da frota para um quarto. O quarto masculino ficava no subsolo e durante a caminhada os soldados perceberam que a estrutura era pequena em cima, mas grande em baixo. Havia um laboratório, uma biblioteca e um local para a forja com todo material necessário para fazer novas armas.

____________________________________________________

OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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Última edição por Bijin em Seg 11 Jun 2018, 14:44, editado 1 vez(es)
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Kekzy
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MensagemAssunto: u   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 3 EmptySeg 11 Jun 2018, 12:48


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A pujança de Karkarov ateava uma intensa centelha que alastrava-se em frenesi pelo meu corpo — Façamos isso bem feito, então - contraia os músculos de meu braço, em aquecimento. Apertaria a mão do bárbaro fortemente, em um apego sem indícios que a soltaria. Conter-me seria um insulto àquele homem! Exerceria toda a força que a minha branda vontade pudesse exercer. Naquele breve momento que antecedia o meu intríseco ímpeto indomável eu era como uma barragem; uma barragem na qual desaguavam inúmeros rios - razões de minha força - e riachos, aumentando a voluptuossidade de minha serene alma, a qual começava a abrasar-se para romper aquelas barreiras, a fim de culminar naqueles vorazes instantes em que gritava estridentemente para liberar todas as amarras — HAAAAAAAAAAH - não me segurei, forçando o braço de meu novo companheiro contra a superfície sólida; qualquer que fosse o resultado, estaria demasiadamente contente por ter tido aquela oportunidade; com aquilo, os nossos laços haviam de se estreitar — E você faz bem que faz jus ao que fala! - me permitiria um sorriso rosinho, esfriando as mãos com alguns movimentos relaxantes.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Momentos depois, quando respirava aliviado e satisfeito após a refeição, Mizzu oferecia-se para pagar a conta do bar em nome de todos — Peço que não faça isso, devo arcar com as minhas despesas - dizia-lhe, a fim de convencê-lo que aquilo não era necessário. Se a sua insistência era forte, a minha era ainda mais; não me contentaria deixar alguém lidar com as minhas próprias responsabilidades, mesmo que financeiras; todavia, iriamos perder a noite toda se entrassemos em uma ninharia daquelas — Sendo assim, aqui está a sua gorjeta - falaria ao barman, dando-lhe o bônus da quantia de minha refeição. Dessa forma, podia me sentir ainda melhor pela ação de boa graça, a qual com certeza seria bem recebida pelo homem. Apesar de fanfarrão, Mizzu com certeza era um indivíduo de boa índole; aliás, ao escutar as suas alegações, revi os meus conceitos sobre o referido, conferindo-lhe mais uma oportunidade. Depois de tudo, comemorar uma vitória não era algo a ser repreendido; sabia que durante A Batalha das Cobertas eles haviam passado por diversas dificuldades.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Evento que havia-me chamado atenção fora a reveleção que Kurai havia realizado para mim. Diferente do que eu imaginara, não se tratava de uma tatuagem, mas sim de uma cicatriz. De alguma forma, eu possuía plena convicção de que aquilo havia sido por demasiado doloroso. A marca deixara a impressão de um dragão, o qual significava a imortalidade, como bem me dizia o homem. "Imortalidade? Seria isso que ele almeja? Não... É como se trata-se de um ideal... algo digno de ser eterno; algo que se lutara para que seja - indava-me o que seria tão valoroso para ele a ponto de desejar revestir-lhe pela eternidade. A resposta me foi surpreendente, de forma a aumentar exponencialmente o meu respeito por ele. "Kurai Hoshiken" - repetia em minha mente o nome que não poderia esquecer.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Forte impressão também havia me deixado a mulher. "Para comandar homens assim... Mesmo poucos, todos possuem personalidades notórias, tenho certeza que são todos fortes canditados aos futuros cargos mais altos na marinha" - refletia. Mas já não era uma surpresa; havia sentido a pressão que as palavras da líder podia exercer. Ela tinha o dom, e com certeza os guiaria para um patamar mais alto. "Isso se nós sobrevivermos" - me passava pela cabeça aquela realidade mórbida.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Saindo do "S.O.S Marinha", partimos para o local indicado no mapa, qual seja, o laboratório do Governo Mundial, onde o misterioso agente nos aguardava. Nosso fora breve, mas desde então ele havia me causado uma forte impressão; uma impressão tão forte que me dera certos arrepios. Sentia algo naquele homem, algo que eu não gostava. O lugar parecia abandonado, e não uma construção recente, como havia indicado o Capitão Eric. "Mas que lugar deplorável... - comentava mentalmente, ao observar os musgos que cresciam à base das paredes. Não tardou para que a porta se abrisse, revelando o homem que nos aguardava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Agente Matty Tuudus... tinha a certeza de que nos encontraríamos novamente. Não esperava que fosse tão rápido - era o meu cumprimento. Convidados a entrar no recinto, adentraria o local, adiantando-me caso ninguém desse o primeiro passo logo; do contrário, esperaria que o grupo passasse por completo pela porta, para só então acompanhá-los — Quem seri- - estava a ponto de dirigir a pergunta para o agente, quando vislumbrei a figura do Capitão — Capitão Eric. Não esperava que fosse você a nos encontrar aqui. Fico feliz em ver que está bem - fiz uma reverência ao homem que estimava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Só naquele momento me dava conta de que o comentário tecido pelo Capitão era senão uma negligência de minha parte, por não ter me atentado àquele fato. As suas ordens haviam sido claras: trazer todos os novos marinheiros que constavam nas imagens fornecidas, além de Mike e Jordan — Peço perdão por esse erro, Capitão - gesticularia um sinal de indulto — Posso ir em sua busca neste exato momento, caso assim deseje - diria; e, caso fosse essa a sua vontade, a obedeceria, retornando todo o caminho até o bar, a fim de encontrar com o soldado perdido e trazê-lo até o nosso esconderijo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Todavia, contaria toda a história de minha missão, para que tudo ficasse claro para meus novos companheiros. Para derrotar o inimigo, era necessário conhecê-lo — Permita-me, então, começar - começaria a falar, assim que obtivesse algum acalento. Viraria-me para os meus companheiros, falando em tom claro e bem postado — Há alguns dias atrás embarquei em Lvneel, junto ao meu amigo e soldado da marinha, Gunter. Fomos direto à primeira biblioteca que encontramos, onde ele obteve um livro. No outro dia, depois que dormimos, ao acordar, Gunter não estava mais em sua cama, deixando para trás apenas a gravura de uma caverna, a qual creio que achara no referido livro - faria uma pequena pausa para limpar a garganta — Foi-me incubida a missão de encontrá-lo; assim, parti a procura de pistas, as quais me guiaram de volta à biblioteca, onde conheci um guia, que depois revelou-se um caçador de recompensas, Bolton, com grandes habilidades de sobrevivência, e tomei conhecimento de que aquela caverna da gravura realmente existia na ilha. Juntos, partimos em direção ao nosso destino, a caverna, à procura de Gunter. Nos deparamos com o soldado no meio do caminho, no cume de uma montanha, completamente drogado por uma substância estranha que o deixava em completo estado de servilidade. Acompanhando ele estavam dois criminosos, os quais o agrediam e judiavam de Gunter. Entramos em combate logo em seguida, o qual resultou na prisão de um deles e na inevitável morte do outro. Lá de cima pudemos ver a caverna, onde Bolton me afirmara que aconteciam diversas práticas ilegais; como caçador de recompensas, ele fazia algumas empreitadas arriscadas, vez ou outra, para caçar os criminosos com recompensas naquele ninheiro de cobras... Foi lá que avistamos Elena Eisenberg, a mulher responsável por todo o esquema de corrupção na região, a qual corrompe a marinha por dentro, a nossa atual inimiga... É importante falar de suas práticas vis, que envolvem o uso dessa solução servil para forçar os marinheiros a cometerem diversas atrocidades, as quais são filmadas e usadas contra eles como forma de garantir a corrupção dos próprios. Elena Eisenberg possui boa parte da marinha em suas mãos. Entretanto, conseguimos resgastar o Soldado Gunter, aplicando-lhe o antídoto e levando-o a um lugar seguro, qual seja, na companhia de Bolton - relatava toda a missão, como solicitado, senão pela parte do sofrimento de Gunter, a qual não queria rememorar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com o pedido realizado, viriraria para o Capitão, fazendo uma vênia e seguindo as suas posteriores instruções. Amanhã seria um grande dia, o qual necessitaria de todas nossas energias. E eu estava cansado, precisava repousar bem para estar em forma. Todavia, ainda havia algo a ser feito, lá onde a vista não alcançava, nas cálidas forjas que aquele laboratório escondia. "Ora... mais que surpresa!" - trocaria um olhar com Karkarov, que ele bem entendia; ali, estávamos em casa!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Havia algo que eu desejava aprender desde Wars, mas me faltara a oportunidade. "Munições especiais... tenho certeza que será uma grande aliada contra Elena!" - pensava. Era necessário empregar todos os tipos de esforços para superar aquela mistura de mal com atraso. Logo após tomar algumas lições, me dirigia ao quarto, onde dormiria plenamente até acordar no outro dia.



Citação :

Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 08
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia.
Ofício: N/A
EdC: Ceifador

Ganhos: 13's Jason
Perdas:

Players: Elena Selena; Karkarov Von Durmstrang; Kurai Hoshiken; Mizzu S. Hayha.
NPC's: Mike; Jordan.
Extras:



Off


Spoiler:
 




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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 3 EmptySeg 11 Jun 2018, 20:15


O grupo caminhou sem transtornos até o local indicado no mapa, uma casa onde em seu interior o Agente Tuudos os aguardava. Ele recepcionou a frota com o sorriso habitual e a sensação desagradável do encontro no barco voltava a se repetir. A jovem Selene definitivamente tinha problemas com a personalidade do rapaz. Era como olhar para uma cobra falante e sentir a dor da mordida antes do bote.

O tal apresentava uma nova pessoa, esta desconhecida de Elena, mas importante na ilha de Lvneel, seu nome era Eric, Capitão Eric. Devido a sua elevada patente, a Soldado ficou sem saber como reagir e, na dúvida, prestou continência ao superior. No sofá, ele e Matt sentados, tomou a fala e já começou com uma crítica sobre a ausência de Mike, a qual a espadachim sentiu, porém, devido ao estado frágil de saúde do esquecido, preferiu continuar ignorando. Era chato receber um “puxão de orelha”, entretanto, referente ao companheiro sofredor de elefantíase no antebraço, ela estava com a consciência tranquila.

A próxima parte da conversa ficava nas mãos de Karyo Shen. O ferreiro era responsável por explicar a situação e devido ao local escolhido para esta reunião secreta, certamente era algo bastante confidencial, talvez até mesmo dentro do Quartel General. Se fosse algo da ilha, o próprio QG daria conta, todavia, a escolha de marinheiros oriundos de outra ilha deixavam claro que se tratava de um problema interno.

Shen começou o monólogo e rapidamente as peças do quebra-cabeça foram se fechando. Por mais que a jovem tivesse feito aulas de estratégia, ela ainda não era perita na área, portanto seus pensamentos poderiam parecer meras teorias, algo que dessa vez mostrou-se próximo da realidade. O próximo inimigo da soldado e de seus companheiros era interno: uma Tenente da Marinha.

- Como eu disse essa noite no bar… Eliminar corruptos da Marinha é o meu objetivo principal ao me tornar Almirante. Esta pessoa de mesmo nome que o meu será apenas a primeira da lista.  

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A postura determinada da ex-princesa poderia parecer confusa devido ao modo defensivo que aparentava estar, entretanto, o causador de tal comportamento estava à sua frente: agente Tuudos. A espadachim sentia algo que muitos conhecem como “ranço” no nível máximo, um verdadeiro desprazer de tê-lo como companheiro. Não por ser um assassino, afinal, ela sabia que eventualmente ceifaria algumas vidas. O problema era a ausência de honra no agente do Governo, cujas técnicas de assassinato eram covardes. Para Elena, o fim não justifica os meios, posto que uma pirâmide não é feita de cima para baixo. É necessário construir uma boa fundação para que os atos tenham embasamento e sejam respeitados. Uma coisa que seus subordinados jamais poderiam questionar seriam os seus valores, justamente pela personalidade firme e coerente.

- Atenção, rapazes. O dia amanhã será longo. Tratem de dormir, pois nossas vidas estarão em jogo!

As palavras da líder tinham um significado composto, pois a vida militar deles passaria por uma chance de crescimento durante a avaliação para Sargento e ao enfrentar a Tenente corrupta, também estariam em risco se fossem drogados. A tensão da noite poderia causar insônia em mentes despreparadas, porém, a ex-nobre tinha uma mente muito calma e focada, por conseguinte, dormir não seria problema.

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- Capitão Eric… Antes de qualquer coisa… Já deixo avisado que não confiamos no Agente Tuudos… Boa noite!

Diria e seguiria até o cômodo utilizado como dormitório. Selene não se importava de falar isso na frente de Matty, na verdade, até sentia algum prazer em jogar isso na cara dele e deixar claro que ele não era bem-quisto. Olharia de canto para os companheiros, principalmente Karkarov e Kurai que compartilhavam do mesmo sentimento para com o rapaz de terno. Caso ele diga alguma coisa, fitar-lo-ia seriamente por alguns segundos e seguiria sem deixar uma palavra sequer para o quarto.

No dormitório, tiraria as roupas e dormiria apenas de calcinha e sutiá com a katana nova em pé ao lado da cama. Cobriria o corpo com algum lençol, cobertor ou a própria roupa caso não tenha algo melhor. Fecharia os olhos e controlaria a respiração para facilitar o descanso corporal, técnica esta que aprendeu com meditação durante seu treinamento de kendo ainda na ilha Selene.



”Considerações”:
 

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 3 EmptyTer 12 Jun 2018, 00:45


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É hora do Tuudos ou nada!


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Uma caminhada, enfática e decididamente cruel, ante um perigo indescritível. Os momentos tensos, envoltos de uma atmosfera repleta de eletricidade e ansiedade, que antecedem a queda de raios tempestuosos. Alguns respirares, entrecortados e sôfregos, que pontuam todas as situações mais extremas de uma trágica e agourenta Odisseia... “ O que todos estes exemplos e fatos têm em comum? ” Vocês me perguntam...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Eu vos respondo: Eles estavam presentes quando eu encarei aquele Agente mais uma vez.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ora, vejam bem! Nem toda a tranquilidade colecionada pela aprazível companhia e tranquila caminhada até ali; nem toda a festividade e garbosidade contida nos momentos no bar, ao lado de meus verdadeiros amigos... Nada era o suficiente para quebrar a tensão imensa que criava-se ao encarar – Mais uma vez – O Agente Tuudos, olho no olho. Aquele homem havia deixado uma péssima primeira impressão em mim... E, sinceramente, primeiras impressões valem muito para um Homem Durmstrang. Apesar de sua força – Aspecto que, a priori, poderia ser motivo o suficiente para ganhar certa admiração de minha parte – Ele ostentava um ar de superioridade comedida que enerva meus padrões comportamentais até níveis inenarráveis.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Antes de entrar no recinto, fiz questão de não desviar meu olhar ferino daquelas vistas inteligentes e sagazes que o Agente possuía. Era uma inteligência ardil, misteriosa, que aparentemente apenas Agentes experientes conseguiam emoldurar em seus rostos. Escarrando e cuspindo de lado, buscando atingir algum pedaço de chão livre, deixei implícita uma mensagem sob forma de ação. Só então aceitei o convite e entrei, sem direcionar-lhe a palavra diretamente, respondi para o aleatório – Noite boa para quem? Grr...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Tal postura – Agressiva e tosca – Obviamente encontraria seu fim frente a figura do Capitão Eric. Ele sim era uma visão bem-vinda! De pronto me pus em posição de “sentido” e endireitei todo o corpo para saudá-lo de acordo com as normas aprendidas – Senhor! – A postura era desfeita em segundos, os ombros postulando agora um muxoxo de inquietação durante o período de explicação realizado por Karyo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Hey, isso é grave demai... – Ainda comecei a falar, mas parei antes de declarar o óbvio. É claro que tudo ali era grave demais. Tudo sempre foi grave demais. O nosso nome do meio, desde MicQueot até ali, era “grave demais”. Portanto, apenas mantive-me calado, assentindo positivamente com a cabeça e sorvendo cada vírgula do que era dito pela mais nova Ferramenta Divina. Assim que ele terminou, virei-me para nossa pequena-grande líder e assenti com as suas ordens, fazendo apenas uma ínfima ressalva – Se não se importar, Elena... Preciso apenas de alguns instantes para encontrar alguma forma de extravasar essa adrenalina... Não vou conseguir dormir assim... – Os pensamentos, nesse instante, eram inicialmente voltados para a realização de algum exercício físico, ou algo do gênero... Mas qual não foi a minha surpresa quando, em caminho rumo aos dormitórios indicados, além de bibliotecas e laboratórios, ainda nos deparamos com uma forja!?! Respondi ao olhar de Karyo com um sorriso de canto de boca, pois, de fato, ali estava tudo que nós – Ferreiros de verdade – Precisávamos!


Início do Post de Forja


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Removendo a parte de cima do meu uniforme, deixei meu tronco respirar livre dos trajes diários. Acender a forja e mantê-la quente era uma ótima de forma de espantar o frio que fazia naquela noite; e era exatamente isso que eu fazia. Era inegável que aquela casa – Aparentemente quase abandonada – Era uma ótima fachada para uma efetiva base de operações secretas. Isso quase – Foco no QUASE – Me fez tirar o chapéu para os Agentes do Governo que bolaram aquilo tudo. De qualquer forma, naquele instante exato, eu apenas estava muito grato por terem pensado em uma forja.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Caminhei pelo local, fuçando em todos os materiais que ali estavam dispostos. Dadas as devidas proporções, aquilo estava para mim como uma loja de brinquedos está para uma criança. Dentro de armários e gavetas pude achar os materiais mais básicos para a execução dos procedimentos que, de tanto repetir, já estavam encravados em minha memória muscular. Minha surpresa veio depois, quando, sem querer, eu esbarrei com uma placa de uma liga metálica no mínimo incomum...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ei, isso é Aço-Carbono? – Eu falei baixinho, mais para mim mesmo do que para qualquer outra pessoa que estivesse ali – De fato, é sim! – Girei a placa no ar, fazendo-a refletir contra o brilho emitido pelas poderosas chamas da forja – Pelos Espíritos Ancestrais! É perfeito! – Minha mente de artesão havia simplesmente chegado a conclusão lógica de que deveria adicionar aquilo à liga metálica do meu machado! Assim poderia fazê-lo ainda mais poderoso e mais resistente em combate!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Pus-me, portanto, a remover do cabo maciço do Tomahawk a sua cabeça afiada e cortante. Uma vez solta, ela seria alvo de algumas marteladas para corrigir incongruências e criar poros que ajudariam a fixação do novo material. Tendo feito isto, me poria a trabalhar na placa de Aço-Carbono; esquentando-a e dobrando-a múltiplas vezes – Cada vez aumentando em progressão geométrica a quantidade de camadas do material, formando, portanto, uma barra incandescente de tão quente.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Tomando as medidas adequadas e congruentes ao desafio, faria com o Aço-carbono um molde utilizando-me de formão, martelo, marreta, e todos os instrumentos dos quais ali eu dispunha. Esse molde seguiria o formato do machado original, de forma a “envelopar” a antiga peça em toda sua extensão. Após árduo serviço, era possível ver que o encaixe entre antigo metal e o novo era feito com certa dificuldade; mas isso era esperado – Pois nenhuma liga metálica fria funde-se com outra, quente, assim, como num passe de mágica; por isso, era chegada a hora mais crítica de todo o trabalho desenvolvido com tanto carinho até ali!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Segurando aquela nova peça de metais novos e velhos, juntos; os pus novamente no fogo e deixei que permanecessem lá até um estado de quase liquefação. Usando o mesmo gancho, puxei aquela brasa férrea de tom vermelho-amarelado para fora, colocando-a com cuidado em cima da bigorna... E, enfim, o martelo trabalhou.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Cada gota de suor que escorria em direção ao chão, vibrava com o poder do martelo que se chocava à peça que estava nascendo. Um Tomahawk renovado tomava forma, refeito com uma nova intenção e um novo propósito! Um passo em direção à completude do destino Durmstrang era, finalmente, dado! Mais marteladas – Fortes, esforçadas, repletas de suor. O Machado foi tomando ângulo e forma, até que estava com toda a sua base pronta para ser refrigerado.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Primeiramente mergulhado em óleo, e em seguida em água, a peça foi apropriadamente temperada e deixada para esfriar por uma hora. Após esse período, peguei a pedra-de-afiar que ali estava afixada na parede e comecei a parte de refino laminar do corte. 30 minutos de muita repetição e esforço foi o suficiente.  Ali estava a nova máquina de matar da justiça! O Tomahawk 2.0!

Fim do Post de Forja




[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Exausto após o processo de criação; não seria difícil pegar no sono. Procuraria apenas algum lavabo no qual pudesse executar o tradicional ritual de higiene básica antes de dormir. Cairia como uma pedra na minha cama, encostando a nova arma – Da qual eu estava realmente orgulhoso – Ao lado da cama. Sem conversas, sem sonhos. Uma noite aonde o cansaço de um Durmstrang o permitia simplesmente esquecer que carregava o peso do mundo nos ombros, e simplesmente... Descansar.


Objetivos na Aventura!:
 

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 3 EmptyTer 12 Jun 2018, 01:27

ENTRE A CRUZ E A ESPADA
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O mapa de Karyo nos levava até um casebre, com requintes de abandono, diferente dos que andavam a frente eu me atinha a conversa com Karkarov na parte de trás do grupo. Frente ao lugar sentia a sensação de estar sendo observado, mas apesar dos olhares disfarçados por cima do ombro não conseguia identificar a presença ninguém. Eis então que uma das portas do local se abre, uma luz forte ofusca de minha visão a imagem de alguém, que se revelava o próprio diabo.

"Olhei para a luz e dela vi surgir uma besta com um sorriso de escárnio e que ignora todas as leis dos homens. Ó Pai, proteja minha alma contra o mal e toda ânsia por fazer justiça...""

Da luz surgia o Agente Tuudos, que nos cumprimentava e nos convidava a entrar no seu covil, fiz menção de sacar as tonfas recém adquiridas, mas algo dentro de mim conteve o impulso, como se meu pedido houvesse sido atendido.

"Obrigado, Pai... Por não deixar que minha mente seja consumida pelo ódio.""

Adentrava ainda ao fundo do grupo com meus ânimos exaltados, não pela bebida, mas pela presença do agente, que prontamente nos apresentou o célebre Capitão Eric, cumprimentado por uma continência. Estava sentado em um suntuoso sofá, ele nos repreende ao notar a falta de um de nós, Mike, mas logo concedeu a palavra a Karyo, guardando o assunto para mais tarde. Ele decretou que o novato não nos poupasse dos detalhes. E assim ele o fez.

Escutava-ó vendo a história tomar forma, as informações contidas em sua fala me faziam pensar melhor nos incidentes posteriores a 'Batalha das Cobertas', sobre o grupo que o finado Typ Gay fazia parte, os 'The Fakers'. Essa era a cara do novo inimigo, queria agir contra o Agente Tuudos, mas isso teria que esperar até que os canalhas estivesse atrás das grades e que a traidora Elena Eisenberg fosse levada diante da justiça que negligenciou.

Com as palavras de Elena, iniciava a caminhada em direção ao quarto designado, apesar de não se sentir confortável no covil dos leões, seria pior dormir no covil das cobras que o QG havia se tornado ao entender do que os traidores eram capazes. Porém, para sua satisfação, pode ouvir a 'madame' declamar sua visão sobre o Agente Tuudos, isso o faria dormir um pouco melhor.

"A justiça há de prevalecer... Se não pela ponta de minhas tonfas, pela lâmina da espada de Elena.""

Havia deixado boa parte de minhas coisas no QG, como roupas e pertences irrelevantes, comigo tinha o essencial: o ordenado das missões anteriores, meu uniforme e o mais importante o boné de meu pai. Dentre as camas do quarto escolhia uma que não estivesse ocupada, preferencialmente de frente para a porta, sentaria na posição de lótus buscando encontrar o centro de minhas frustrações, apesar de conhecê-lo, exalando a ansiedade através do mantra ensinado pelo velhote.

"Ainda não atingi vossa iluminação mestre, um ódio crescente consome meus pensamentos frente a injustiça e os injustos. Espero que minha alma possa ser perdoada pelos meus pensamentos. Acredito que um dia o ódio há de desaparecer, mas este dia ainda não chegou.""

Relaxava os músculos, retirava a tonfa das costas, o cinto, o colete do uniforme e o boné e me deitava a cama. Tentaria dormir o máximo possível, pois no dia seguinte o exame de Sargento poderia me conceder mais autonomia dentro da corporação e ela seria necessária para derrubar a escória como Matty e Elena Eisenberg.

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 3 EmptyTer 12 Jun 2018, 02:05

BANG! BANG!




A noite já se estendia, como também o meu cansaço ali. A grande ressaca pela noitada que havia “sobrevivido” dava as caras, e com ela a imensa exaustão juntamente com uma enxaqueca terrível, que nem mesmo eu desejaria uma dessas para meu pior inimigo. Os meus passos demonstravam o que estava realmente sentindo naquele momento, e para tristeza ou alegria de muitos, não era apenas uma simples ressaca.

Poderia ser conversa de bêbado, ou até mesmo pensamentos um tanto que fúteis da minha cabeça, mas aquela história que sobre a nossa próxima missão não me conectava bem. Já era da minha índole não acreditar/aceitar qualquer um que chegasse de forma inesperada, diante de mim e do grupo, e ainda por cima tais palavras me fizeram voltar um pouco no tempo, ao lembrar do nefasto agente Tuudus, qual servia a mesma causa que a minha, mas os caminhos eram diferentes. “Tuudus... Aquela agente deve estar com ele, hm... Acho bom ficar de esperto, não são duas esplendorosas pistolas que irão me comprar.” O pequeno lapso de tempo entre o “S.O.S Marinha” e o ponto onde iriamos, foi mais que necessário para me abster um pouco na gaiatice como também do álcool, e passar à analisar um pouco a situação do que iriamos enfrentar.

“Ele ainda insistiu em pagar, rapaz... Mesmo assim, se ele é aliado do Agente pernicioso, não posso colocar minhas confianças nele!” E novamente usava o tempo de caminhada para calcular e decidir se aquela era a melhor escolha a se fazer. Com as mãos nos bolsos de trás da calça, encoberto pelo manto branco, andava com o corpo um pouco inclinado, tentava mostrar um tanto de desleixe, para assim não parecer que eu estava suspeitando de algo; é claro que também a ressaca juntamente com os enjoou ajudavam na minha performasse. Das vestes até o cílio dos olhos, eu tentava observar de maneira furtiva o jovem Karyo, ele poderia ser uma ótima pessoa, de boa índole e educada, mas pelo simples fato dele ter mencionado sobre o agente, minha confiança que o mesmo estava conseguindo, desaparecia.

Aquele boa noite que entrava como faca em meus ouvidos, era o que eu sentia ao ver a porta do local de encontro se abrir, e com uma luz ofuscante ouvia da mesma as palavras do agente tuudus. – Tuudus!... – Mesmo que com toda aquela enxaqueca, enjoou e também um pouco de tontura, de uma forma ou de outra eu conseguia expulsar por um breve momento esses sintomas, a virilidade que eu tentava passar ali era nada mais nada menos que, uma forma de intimidação para o agente que havia nos “Passado a perna” há tempos atrás. Um certo movimento instintivo era realizado por mim, ao olhar nos olhos do agente, uma das mãos que antes estava no bolso de trás da calça, seguia diretamente para o coldre que estava debaixo da minha axila direita, e de forma doce eu apenas acariciava o mais novo instrumento de combate, o “Des”!

Intrigas a parte, após as boas vindas um tanto que calorosas do agente, o mesmo nos convidava a entrar no estabelecimento, e aquele foi o momento em que a força de intimidação sumia, tornando os sintomas que antes eram irritantes. Um capitão, essa era a surpresa parar nós ali, e sem paúra – atitudes dignas de um antigo da marinha – as boas vindas vinham juntamente com um acocho, é um erro que nós exageradamente deixamos passar, cadê o soldado Mike?

Em silencio entrei, e novamente em silencio eu continuava, não é que eu não queria a responsabilidade do erro, pois todos erram, mas nas condições que eu estava eu não era muito culpado pelo esquecimento do colega de trabalho. Sem ações ou sugestões eu deixava fluir normalmente o clima ali, esperando ordens ou até mesmo a iniciativa de alguém para ir buscar o companheiro. “Que vacilo hein...” Pensamento indagador o meu, enquanto via o capitão pedir para o soldado moreno ali explicar a situação verdadeira do que se passava pela ilha.

“Gunter, se isso for realmente verdade, temos que conseguir mais informações dele, e mais, eu preciso saber mais sobre esse antídoto, assim juntamente com o karkarov, criamos umas munições especiais para facilitar esse pequeno apocalipse que a Tenente Elena está causando. Irei deixar para a líder discernir.” Alguns planos e ideias se montavam na minha cabeça, as palavras longas e fortes do soldado karyo entravam ferozmente em meus ouvidos, que blindados devido a desconfiança para o mesmo, me fazia entrar num impasse de que aquilo era realmente verídico ou apenas uma grande farsa, mas mesmo assim de todo modo a justiça deveria ser feita diante de todos ali, e dependendo das ordens da líder Elena, se fosse preciso usar o mal para acabar com o mal, não iria remediar minhas atitudes.

É, até ali foi o ápice de minhas energias e forças, eu já não aguentava mais ficar um instante sem descanso, como também meu corpo só ansiava a cama, e parecia que o capitão percebia aquilo, pois assim que o soldado terminava de discursar, o mesmo nos mandava ir descansar, mostrando os alojamentos ali.

O agente de cabelos albinos guiava não só a mim, como também os outros homens perdidos no estabelecimento, o destino era nada mais nada menos que o alojamento em si, e depois das palavras da Elena para descansarmos, eu já transformava aquela ação como um mandamento que eu tinha que cumprir de toda forma. Ao longo do caminho, eu me surpreendia ao ver que o lugar era grande em seu subterrâneo, e via-se uma biblioteca como também um local para forjas, e até mesmo um laboratório, no qual o ultimo era o que mais me chamava a atenção. “Então deve ser aqui onde se é feito o antidoto, amanhã irei me inteirar mais do serviço que fazem aqui.” Ao chegar no alojamento era o que eu pensava, depois de passar pelo laboratório, e sem ao menos tomar um banho ou trocar as roupas, eu deitava com armas e equipamentos na cama mais próxima ali, tentaria não falar muito apenas chegar e deitar, para sim todos perceberem que eu estava exausto e também não queria papo.

Uma coisa me cutucava a memória, e antes mesmo do veloz sono chegar eu pensava. “O karkarov está estressado, amanhã tenho que conversar com ele, não estou muito confiante desses “marines”!” E dormia.


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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 3 EmptyTer 12 Jun 2018, 14:26


Como era esperado, o grupo conseguiu chegar na pequena casa marcada pelo mapa sem problemas, a reação para uns foi de decepção, outros nem se quer entendiam o porque de estar lá, mas quando a porta se abre outro tipo de reação surge no coração dos marinheiros. Shen, que já havia conversado e tido um bom contato com o agente parecia ter ficado agradado com a presença do mesmo, entretanto o quarteto que o acompanhava mostravam uma reação bem diferente, deixando de maneira clara seu desgosto. Jordan, que estava logo atras de Elena não fez nenhuma reação, mantendo-se neutro e com sentimentos guardados.

Entraram na sala e viram a maior autoridade da ilha sentado em uma poltrona, era o Capitão Eric e ele foi bem direto ao ponto e pediu para o ceifador fazer o que ele mais queria desde que chegou de sua missão, relatar todo acontecimento para o capitão em detalhes e assim o mesmo o fez. Desta maneira o quinteto estava mais ou menos a par do que estava acontecendo na cidade e principalmente na marinha.

Elena, a boa, no bom sentido, soltou algumas palavras venenosas para o capitão sobre o Agente Tuudos. Esse deu apenas um leve sorriso, Eric olhava de um para o outro buscando alguma informação, nenhum dos dois disse nada e a cene se encerrou com Elena se retirando para dormir.

O grande Karkarov, que agora era pequeno ao lado de Shen, via que a situação da marinha não estava boa, além disso a presença de Matty atrapalhava ainda mais o humor do bárbaro. Por isso ele pediu para Elena autorização para ficar um pouco mais de tempo acordado para extravasar a raiva, mas eles não estavam em missão e ela não tinha autoridade nenhuma sobre nenhum dos soldados, apenas talvez eles tenham se acostumados.

Entretanto na decida para o dormitório o autor do Tomahawk havia achado um local para forjar a sua arma e assim o fez, desta maneira cansava seu corpo, e após sua bela obra de arte pode dormir tranquilamente, pois seus precioso instrumento de batalha estava forte e renovado. Karkarov percebeu que o local estava repleto de livros sobre os segredos da forja, uma leitura sem dúvida muito interessante e cara.

No quarto, Kurai foi meditar um pouco, ele havia feito uma boa leitura sobre o que havia acontecido, estava com raiva e precisava se livrar disso, não queria que isso lhe atrapalhasse, seja sua noite de sono, seja seu desenvolvimento. Entretanto logo foi dormir, teve alguns sentimentos estranhos, mas nada que perdeu o fez perder o sono.

Por ultimo o soldado Hayha, que tem um nome que parece um grito que se da para o cavalo, que mais atento percebeu a biblioteca, o local de forja e o laboratório. Dando uma olha Mizzu viu que ali havia uma pessoa trabalhando, um senhor de cabelo branco, um homem provavelmente de muito conhecimento. Sujo, cheirando a bebida, Mizzu se atirou na cama.

Logo o sol deu suas caras, um som como de um alarme tocava, todos abriam seus olhos. Elena viu que havia uma outra mulher dormindo na cama ao seu lado, essa muito bonita, também estava no barco, mas não sabia seu nome. Ela logo acordava e sorria para Elena.

Bom dia! - Falou ela primeiro. - Vamos para a sala que a comida já deve estar servido.

No quarto dos homens todos despertavam, karkarov ainda estava bem sonolento, mas com aquele barulho não tinha como dormir, o grandão Shen que havia achado uma cama para seu tamanho também despertava mais animado assim como Mizzu. Entretanto Kurai estava totalmente imobilizado, uma garota dormia abraçada a ele, era a agente Sado, com suas correntes em torno do soldado, ela estava apenas de calcinha e sutiã.

- Já esta na hora de acordar?! - Disse ela manhosamente sem nem abrir os olhos. - Digam para Matty que eu e ele vamos dormir mais.

Foi nesse instante que Tuudos entrou no quarto, olhou todos e quando viu Sado dava para ver uma veia saltar em sua testa. Mas logo parecia se acalmar.

- Todos, vamos para a sala, o café da manhã chegou. - Disse o agente. - Sado, solte imediatemente o saldado e vá se arrumar. Agora!

Logo a agente bufando se levantava e dava uma piscada para Kurai. Sem soltar nenhum som pela boa ela apenas abria e fechava, e embora o soldado não tivesse nenhuma perícia de leitura lábial, estava claro que ela estava dizendo. Mais tarde nos divertimos.

Cinco minutos depois....

Todos estavam na sala, haviam diversas coisas sobre a mesa, pães, cereais, leite, café, queijos e algumas frutas. As pessoas se serviam, montavam seu pão, pegava sua bebida e sua fruta e comia. Não era um refeitório, isso estava claro, ali não era um quartel da Marinha.

- Bom dia soldados e agentes. - Dizia o capitão Eric com voz firme quando todos estavam prontos. - Primeiramente gostaria de deixar claro algumas coisas, a missão dos agentes foi um pedido meu, infelizmente uma missão interferiu com a outra. Segundo ponto, foi a equipe de Matty que descobriu que Elena queria vocês para ela. Foi a pedido dela que vocês foram drogados em Micqueout. Ela que pediu para o sargento Thomas colocar vocês na missão de transporte de homem dela. Ela sempre esteve testando vocês, ela que vai aplicar o teste para sargento hoje mais tarde, ela ainda vai continuar a testar vocês.

- O soldado Shen, em sua missão passada conseguiu uma amostra da droga que ela desenvolve e do antídoto. - Agora era o agente Tuudos que falava. - Nosso pesquisador conseguiu fazer uma espécie de vacina temporária, então antes de sair passem no laboratório, principalmente vocês! - O agente apontava para o soldados de Micqueout. - Se nossos calculos estiverem certo, daqui uns oito dias a substância que vocês ingeriram vai gritar por abstinência.

- Depois do teste vocês devem pegar todas as suas coisas e partirão da cidade. - Voltou a dizer o capitão. - Elena vai estar comigo em uma pequena reunião, ela vai tentar solicitar vocês para ficarem sob o comando dela. Mas o soldado Shen tem um mapa que vai levar vocês a uma casa abandonada, lá nos encontraremos novamente e vamos traçar um plano.

- Soldado Shen! - O Agente Tuudos chamou a atenção. - O agente Reita vai estar mais ou menos no mesmo lugar que ele te deixou.

- Por fim! - Disse o capitão com extrema seriedade. - Não entrem em conflito com a Elena, ela é a pessoa mais forte da ilha, eu sozinho não sou adversário para ela.
Considerações:
 

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OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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- Bom dia!

- Hm!?   - O despertar ao amanhecer era confuso e Elena precisou de alguns segundos para sua mente voltasse ao normal junto com os demais sentidos. A espadachim ignorava o cumprimento e se sentava, pegando suas roupas e as vestindo rapidamente. Alisava o tecido para tirar os amassados e possíveis sujeiras, penteando os cabelos com as mãos e refazendo o rabo de cavalo com a presilha do boné. Repousou a katana na cintura  do lado direito de seu corpo, garantindo assim uma pegada mais ágil, embora a lâmina estivesse apontada para baixo - era um estilo diferente, voltado para bloqueios ou ataques rápidos. Com a aparência devidamente arrumada, era hora de encontrar os demais companheiros.

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Sentar-se-ia na mesa e esperaria alguém a servir, não por preguiça e sim pelo costume. Caso ninguém se ofereça, ela mesmo por procuraria por bebidas quentes, na ordem, chá, café ou leite quente e encheria uma xícara, bebendo logo após. Em seguida, esperaria que alguém a servisse algo para comer e se também não acontecesse, pegaria um pedaço de pão e o comeria puro, simplesmente por não ter o hábito de cortá-lo e recheá-lo. Sim, ela é mimada e continuará sendo, pois faz parte de seu ser não se preocupar com coisas simples.

Ao fim da refeição, o Capitão Eric iniciou as instruções e suas palavras revelaram uma informação muito importante relacionada aos agentes, na qual os tais eram responsáveis por ajudar o superior e prevenir que as Ferramentas fossem capturadas pela Tenente corrupta. Era frustrante saber que devia algo para uma pessoa que lhe causava repulsa. Não sendo o bastante, ainda continuaria devendo porque continuariam precisando do auxílio dos agentes e tal ajuda era fundamental no grande plano do Capitão.

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Tentava manter a expressão neutra diante das ordens e, apesar de não concordar com a postura temerária diante da Tenente, assentiu e levantou-se para partir em direção ao Quartel General. Uma vez que todos estivessem orientados e prontos para a partida, começaria a caminhada em direção ao QG, andando na frente sem importar se alguém estaria ao seu lado ou atrás, afinal, abandonar seus nakamas não era um problema para a princesa (Mike que o diga).

- Temos um teste para fazer!  

Durante o trajeto, permaneceria atenta aos arredores, mantendo a mão direita sobre a katana em sua cintura, posição esta bastante ofensiva, mas discreta. Caso notasse algo suspeito, continuaria caminhando, entretanto, usaria seu olhar marcante para fitar os olhos de seus companheiros e, com uma expressão séria, tentaria comunicar que havia algo errado. Em casos mais graves, cessaria a marcha e levantaria a mão esquerda com os dedos fechados formando um punho, deixando claro que era para interromper os movimentos e ter atenção. À qualquer momento, se recebesse algum ataque, desembainharia a katana e usaria a lâmina para bloquear o possível golpe se fosse possível. Se notasse não ser capaz, seja pelo tamanho ou tipo de ataque, usaria de sua excelente agilidade corporal para esquivar com dashs rápidos para trás.

Caso encontrasse com Elena - ou algum capanga em seu nome - e fosse ordenado mudar o trajeto, recusaria educadamente ao dizer que estavam em missão e não poderiam romper a ordem de um superior, pois isso violaria a hierarquia e poderiam ser presos por insubordinação. Se ainda insistissem, diria que as ordens vieram do Capitão e que na ilha não havia autoridade maior do que ele - mesmo que não saiba se é verdade ou não -, voltando a negar a quebra do planejamento.

Na hipótese do caminho ser tranquilo e alcançarem o quartel sem dificuldades, prestaria as continências devidas aos superiores que encontrasse no caminho e buscaria um lugar neutro para repousar com os demais companheiros até a hora da avaliação. Aproveitaria para analisar a arma nova, tirando a da bainha para efetuar alguns cortes no ar e se acostumar com o peso. Ficaria em silêncio ouvindo as possíveis conversas dos demais companheiros e se o silêncio tomasse conta do ambiente, perguntaria à Jordan sobre sua vida, querendo saber mais sobre o novo companheiro e - principalmente - o quão nobre ele era, visto que ele poderia ser a pessoa perfeita para servi-la por conhecer os dogmas e etiquetas da vida superior.
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”Considerações”:
 

Histórico:
 

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