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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [Divine Tools] II - Juntando as peças!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 11 EmptySab 12 Maio 2018, 18:34

Relembrando a primeira mensagem :

[Divine Tools] II - Juntando as peças!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Karyo Shen. A qual não possui narrador definido.


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Bijin
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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 11 EmptyTer 14 Ago 2018, 16:12


Cactus Island - 01
Post 18

  Ambos os marinheiros já haviam recebido suas ordens entravam no navio e percebiam que ele era todo de alta qualidade, entretanto já perceberam logo de cara uma coisa. As torres verde e brancas, eles não tinham acesso. Os únicos autorizados eram o nobre e aqueles que ele autorizava.

  Logo os marinheiros se instalaram. Seus quartos eram simples, tinham uma cama, uma mesa com cadeira, um armário e um banheiro simples. Não havia muito luxo e o único utensílio que encontraram era um copo.

  Ambos circularam pelo navio um pouco e logo se apresentaram ao capitão Sho Pan, quando ambos se apresentaram viram que o capitão apesar de ter cabelos brancos era muito jovem. Além disso seu rosto sério mostrava que ele não estava nem um pouco calmo.

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  - Sargento Mizzu e Kurai!? - O capitão olhava impacientemente para os dois. - Vocês não receberam minhas ordens. Estão de folga no primeiro turno de viagem. - Esbravejava o capitão. - Olhe seu estado Sargento Mizzu. Se sangrar no meu navio vou te matar. - Então ele se virava para a tenente que estava ao lado dele. - Mande esses dois descascarem batata se eles querem fazer alguma coisa.

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  - Sim senhor! - A tenente ia calmamente para perto dos sargentos e os conduziam para fora da ponte do navio. - Senhores, desculpe o nervosismo do capitão, mas o nobre tem muitas exigências. - Disse com tom calmo a amável. - Vão para o quarto ou para a área de recreação. Tem um bar também no navio. Só estejam aqui quando forem solicitados.

  Passado algumas horas....

  - ATENÇÃO TODOS OS MARINHEIROS! - Era um alto falante geral do navio. - VAMOS ENTRAR NO CALM BET! SISTEMA DE NAVEGAÇÃO SERÁ ATIVADO. SE PREPAREM PARA O TRANCO EM 1 MINUTO.

  A voz tinha dado o aviso, todos buscavam um lugar para se sentar ou algo para se segurar. Passado um minuto um barulho de motor acionado começa e o barco dá uma leve inclinada para trás e uma acelerada. Logo depois o barco se inclina para frente e com poucos balanços volta a posição normal.
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darkmilks
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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 11 EmptyTer 14 Ago 2018, 21:17

UM TESTE DE CONFIANÇA
O PISTOLEIRO E UMA TAREFA
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Uma simples caminhada pelo navio era suficiente para perceber que ele não era para pessoas comuns, suas instalações demonstravam pomba, perceptível através das duas torres que não eram de acesso geral, ficando apenas para os nobre, seus convidados e seus seletos escolhidos. Porém nossas acomodações eram simples como deveriam ser, não que isso me incomodasse, mas deixava claro o que o os ocupantes de alta classe queriam demonstrar com aquilo, nossa diferença. Rapidamente me instalei deixando minhas coisas no armário e trancando a porta do quarto ao sair, depois me colocaria a disposição de Mizzu caso ele precisasse de algum auxílio.

Caminhava pelos corredores ainda em modo defensivo, explodindo de tensão, como se esperasse um ataque a qualquer momento, mas eu tinha apenas dois olhos e dois ouvidos, precisava que alguém olhasse minhas costas mesmo que apenas para me avisar de um suposto ataque, teria que contar com a ajuda.

Então você resolveu não aceitar minha sugestão... — Apesar de minha postura e dos dizeres anteriores, ficava feliz de tê-lo aqui, apesar de preocupado com o que poderia lhe acontecer. — Mizzu, preciso que confie em mim. Não sou um líder tão bom quanto Elena, mas preciso que me escute. — Tentaria parar em um lugar mais calmo do navio e daria um tempo para que ele respondesse positiva ou negativamente dependendo da resposta positiva continuaria. — Nossa missão aqui é uma simples escolta, mas algo não está certo. Preciso que fique de olho no nobre e em seus "convidados", qualquer coisa a cozinha do navio será nosso ponto de encontro. — Olharia sobre os ombros uma última vez para ver se não estávamos sendo seguidos, antes de continuar a caminhar.

Na sala do Capitão éramos apresentados a um rapaz de cabelos claros, com uma atitude nem um pouco amistosa, humor que parecia piorar com a nossa presença. Depois de nos repreender, nos passava para uma tenente que diferente dele nos esclarece melhor a situação, demonstrando que a tensão causada por aquela missão não recaia apenas sobre meus ombros. Dispensados me dirigiria para a cozinha do navio, dizendo ainda a Mizzu antes de me afastar.

Estarei na cozinha, qualquer coisa venha me ver. — Tentaria me orientar dentro do navio da melhor forma possível, tendo a cozinha como objetivo, caso não a encontrasse facilmente pararia um dos tripulantes pedindo-lhe que me apontasse a direção. Quando chegasse, buscaria aquele com o maior chapéu, característica de um chef, me colocando a sua frente com os braços para trás e me apresentando. — Senhor, sou Sargento Kurai Hoshiken, gostaria de vossa permissão para auxiliá-lo nos afazeres. — Não era preciso comentar o quanto cozinhar me acalmava e me fazia estar mais centrado naquilo que deveria fazer.

Caso me fosse permitido, executar-ia as ordens do Chef mantendo o máximo primor em sua execução. Iniciando com a higienização adequada das mãos, depois partindo para auxiliar os pratos que já estivessem em preparo, tentando demonstrar meu conhecimento sobre todo o processo. Enquanto executava estas ações tentaria manter os ouvidos atentos ao comentários dos cozinheiros, afinal de contas que lugar melhor para quantificar as forças e saber quem está a bordo do que a cozinha?!

Quando a mensagem sobre a entrada no Calm Belt fosse anunciada, priorizaria os pratos e panelas que estivessem em preparo, principalmente do nobre e de seus convidados. Quando os motores estivessem ligados e o barco estabilizado, voltaria aos afazeres, quando o prato do nobre ou de seus convidados estivessem prontos, me colocaria à disposição de servi-los caso me fosse permitido.

Se não fosse permitido auxiliar na cozinha ficaria no convés do navio, olhando o mar e ocasionalmente olhando as torres a procura de Unmei ou do nobre.

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 11 EmptyQui 16 Ago 2018, 10:12


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[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]- Hahaha... Você não manda em mim, cozinheiro! Hahaha! – Respondia naturalmente o jovem sargento Kurai, eu tentava passar um pouco de humor para o mesmo que parecia estar bastante tenso. Já estávamos no navio, mesmo com minhas muletas, eu conseguia carregar meus equipamentos, que não eram muitos por sinal, mas até agradecia pela possível ajuda que o herdeiro dos hoshiken me prestava. Tudo parecia ser totalmente divido, entre quem era nobre e quem não era, duas torres nos separavam dos mais seletos do navio, e aquilo me incomodava. Se em um possível ataque inimigo, ou o navio ficasse avariado, todos não seriam prejudicados ou o auxilio não seria para todos, mesmo que fossem nobre, mas não achava que deveria ter toda essa diferencia de aparência, prejudicava até mesmo nosso trabalho de escolta devido a tanta exuberância de nobreza, se tornando mais fácil para o inimigo de identifica-los.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Tentava caminhar normalmente pelos corredores do navio, mas aquelas muletas me mostravam que não era muito possível fazer tal ato sem sentir um pouco a coxa, mas para minha alegria, eu percebia que o tal ferimento já não incomodava tanto quanto antes, poderia ele estar sarado? É claro que não, mas que já havia recuperado boa parte do ferimento, sim. Acompanhava o meu aliado de missão, percebia o mesmo um pouco tenso demais, não sabia o que poderia estar acontecendo nos bastidores, mas eu sabia que algo não estava certo para deixar o cozinheiro daquela forma. – Calma, estamos nessa juntos e você é a única pessoa que eu confio, não quero pressiona-lo, mas eu também não estou me sentido agradável neste navio, tem algo por trás disso tudo! Muito suspeito, mas também não podemos transparecer o que sentimos! – Tentava de alguma maneira mostrar para o sargento que eu também sentia o mesmo que ele, mesmo que não fosse na mesma intensidade, ou se fosse por motivos diferentes, mas compartilhávamos da mesma intuição.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]“O que será que o Kurai está pensando? Eu também não confio muito nesses malditos nobres, mas o que mais me amedronta, é o fato desse pirata assassino estar trabalhando justamente com os agentes, tem algo errado ai! Não posso ficar nesse estado de baixado por muito tempo, uma hora o caldo vai engrossar e eu preciso estar totalmente apto pro combate.” Me envolvia em pensamentos, depois de escolhermos um bom lugar e de pouco movimentação para conversarmos, percebia que as suspeitas do parceiro em si eram coligadas com as minhas, aqueles nobres estavam escondendo algo, e eu não queria escoltar alguém com quem eu não sentisse uma mínima confiança, acho também que o Kurai compartilhava o mesmo sentimento que eu, e após ouvir suas palavras, respondia apenas com um gesto de positivo feito com a cabeça, era uma forma de demonstrar que estava de acordo com ele, enquanto tentava ver ao redor se ninguém havia ouvido nossa conversa.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]“É um garoto?!” Havíamos caminhada para a sala do capitão, e chegando lá logo fui pego de surpresa pela aparência do mesmo. Poderia ser que o mesmo tinha a mesma idade que a minha, de cabelos alvos o mesmo era baixinho, devia ser por isso que ele era bastante estressado, mas mesmo diante isso ele era um capitão, e eu o prestava as devidas continências. Antes mesmo de tentar algo, era logo impugnado pela sua ira sobre mim, parecia que o mesmo não estava nem um pouco contente de estarmos querendo alguma tarefa no momento de descanso, e no meu caso, ele parecia estar mais ainda estressado devido ao meu estado debilitado. “Se eu sangrar ele vai me matar? Han?!” Me duvidava depois de ouvir as palavras do capitão Sho Pan diretamente para mim, ele ordenava que eu fosse descansar e nos devidos turnos aparecesse para trabalhar, mesmo sendo se forma rigorosa eu agradecia o mesmo, naquele meu estado o que eu mais queria mesmo era apenas um lugar para descansar, e mesmo que sendo abafado devido a rápida promoção a sargento, eu começava a entender que ser padrão demais as vezes não é o ideal.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Uma tenente se aproximava, de cabelos negros e longos, a mesma não demonstrava ser tão forte quanto a sua patente requer, e mediante a isso eu percebia que ela poderia esconder algo, mas era logo apagado devido a sua gentileza, mesmo sendo superior a nós, para conosco. Após ser expulsado da sala, tentaria até ficar junto do sargento Kurai, mas o mesmo dizia que iria para cozinha, e lá não era um local onde eu me agradava muito, apenas o deixaria ir enquanto pensava em algum lugar para passar o tempo, pois sono não era o que me abalava no momento.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]“Onde será que eu posso encontrar uma biblioteca aqui? Pegar um bom livro e achar um local arejado para lê-lo seria ótimo agora.” Tentava procurar uma biblioteca naquele navio, mesmo que fosse estranho ter uma biblioteca ali, era um navio de ricos e tudo poderia se esperar do mesmo, é claro que se fosse difícil de achar um, perguntaria para a pessoa mais próxima que eu visse ali, sendo ela quem for. Na biblioteca eu apenas procuraria por um livro de física, era um tanto estranho, um cowboy como eu estar estudando exatas, parecia que a marinha estava me moldando e isso não era nada bom. Continuaria na possível biblioteca, ou se caso conseguisse o livro de alguma outra forma, seguiria para algum canto do navio que fosse menos agitado e silencioso.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Uma voz estrondosa atraia a minha atenção, parecia que estávamos entrando no Famoso mar da calmaria, o Calm Bet. Procurava algum lugar para me sentar e me segurar, com aquelas muletas não era bom ficar por aí andando, então me seguraria devidamente e esperaria o tranco que havia sido avisado anteriormente, depois que tudo se estabilizasse voltaria para minha leitura dando mais atenção ainda ao tal livro.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mesmo que aquele navio fosse de nobres, poderia ser que não tivesse uma biblioteca no mesmo, ou ninguém por ali tivesse um livro de física para eu poder ler, então apenas seguiria para o meu alojamento, onde deitaria na cama e ficaria pensando sobre aquela missão e também em algumas propostas futuras minhas, para melhorar meu estilo de combate.



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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 11 EmptyQui 16 Ago 2018, 17:45


TRIBUTO A QUEM SABE CANTAR
Cactus Island 02
Post 19

Mizzu e Kurai foram ambos expulsos da ponte de comando, estavam agora procurando algo para fazer, no tempo livre. Kurai então partiu para seu hobby, a culinária e foi para a cozinha, já o semi aleijado Mizzu foi atrás de uma biblioteca.

Chegando na cozinha Kurai se ofereceu para ajudar, o chef da cozinha também era um sargento, e logo se apresentou.

- Bem vindo sargento! - Era realmente educado o sargento. - Na verdade tenho todas as mãos que necessito para nos ajudar, mas caso queira fazer algum prato especial esteja a vontade, se quiser pode usar esse delicioso peixe boi dos três olhos, é uma iguaria requintada que compramos para o nobre, mas ele rejeitou. Fica bom com vinho branco e alcaparra. Fique a vontade.

O sargento tinha tudo o que ele precisava para fazer a comida, mas logo ouviu alguns gritos de ordem mais forte vindos de uma outra porta. A pessoa ali dizia que o molho estava ruim, que o corte estava erradoe coisas do tipo, parecia bem nervoso.

- É o tenente cozinheiro Erick Jacquin. - Disse com calma o sargento. - Um perfeiccionista, mas exige que todos tenham o mesmo nível que ele.

Já nosso amigo Mizzu estava procurando a biblioteca, mas quando achou a sala percebeu que não passava de uma sala de estar com alguns poucos livros e o [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], poderia ler se quisesse, afinal, diz a lenda que Bijin mais uma vez ocupa um espaço especial. Mas se quisesse seguir para o quarto também poderia sem problemas.

Quando tudo parecia estar em paz o barco simplesmente começa a balançar e balançar e quando todos percebem algo muito estranho estava acontecendo, era como se o barco estivesse sendo atacado, mas tanto Mizzu quanto Kurai puderam ouvir o grito: "REI DO MARRRRRRR!!!!!.

Sim, o barco estava em perigo.

____________________________________________________

OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 11 EmptySab 18 Ago 2018, 17:20


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[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Surpreso? Não fiquei, ao perceber que aquele esplendoroso navio não se tinha uma biblioteca adequada; eu procurava por algo que pudesse me entreter no momento em que foi me dado a folga, mas pelo visto eu teria que apenas um jeito de passar o tempo, que seria dormindo. Na procura, até achei uma sala com alguns livros, jornais e outras coisas, mas nada me chamava muita a atenção, então o que eu poderia fazer agora era simplesmente seguir com o plano B, e ir para o quarto no qual foi me dado a chave.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]“Cara, quem sou eu hein? Eu não sou assim tão certinho, maldita marinha! Está me mudando sem eu mesmo perceber, nem lembro o que me fez entrar aqui, mas fazer o que, agora que já estou não posso reclamar… Parando para pensar um pouco, isso aqui não é lá o que eu pensava né, mas pelo menos conseguir amigos novos por meio dela.” Em um momento de confusões de pensamentos, eu pensava sobre o passado, como também o presente e o futuro, eu queria entender o que estava acontecendo na minha vida no exato momento, mas também começava a pensar coisa com coisa, poderia ser por estar sem fazer nada, ou fome, nunca se sabe mas que era estranho até para mim, era.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Já estava no quarto, não sei o que era, mas os ferimentos que antes me faziam ter como obrigatoriedade usar as muletas, agora nem doíam tanto, e aos poucos eu já não usava mais os tais auxílios. Deitava, sem algo para ler ou praticar, eu apenas olhava para o teto daquele quarto, estendia minha mão direita e olhava para a mesma refletindo um pouco sobre minha vida em si. “Cara, o que foi aquela imagem durante a missão em Lvneel? Quem eram aqueles que estavam comigo e o Kurai? Poderia ser sobre meu passado, mas não tem como o Kurai estar nele, não lembro muito, para falar a verdade o connell nunca me contou sobre como ele me encontrou ao certo, e de onde eu era… Maldição! Toda vez que eu tento lembrar de algo minha cabeça dói… Deixa para lá, eu era muito novo para lembrar mesmo.” Ainda deitado, agora eu me ajeitava apropriadamente, já estava naquela posição que muito falam que seria a pei puf, deitou dormiu, mas antes mesmo de fechar os olhos, ou até no momento que iria fazer tal coisa, um grande balanço estrondava o navio e isso atraia minha atenção. - Como é que no Calm Bet tem  tempestades?! Tem algo errado! - Falava enquanto saia da cama.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Me levantava da cama, poderia estar curado, mas também tinha alguns movimentos eu não poderia realizar devido ao recente ferimento, então eu de maneira mais cuidadosa possível mas também rápida, me equipava e colocava meu coldre com as pistolas, e o meu chapéu de cowboy alvo. Pronto para sair do quarto eu ouvia um grito, mas o que me espantava não era por alguém gritar naquele navio de pessoas cultas e nobres, e sim pelo das palavras que soavam durante o grito em si. Rei do mar! Tais palavras faziam eu para um pouco aquela caminhada de passos rápidos e longos, no momento eu pensei que aquele sentimento poderia ser milhões de coisas, mas sei que era simplesmente o medo, até então eu só ouvia histórias sobre os reis dos mares, e o quão fortes e gigantes eles eram, mas agora sim era realidade, e durantes 2 segundos de pausa, eu voltava a ir em direção do convés do navio.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]“Um fucking Rei do mar! Meu deus, a grand line é realmente absurda, tenho que ajudar os outros a acabar com essa alteração.” Corria para o convés, ou tentava correr, com os recentes ferimentos a balas de meu ombro e coxa, poderia acontecer dos mesmo voltarem a sangrar, mas não era o que eu pensava no momento, apenas tentava seguir em direção ao caos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se o destino estivesse ao meu lado, e durante o percurso de ida ao convés não houvesse nada, procuraria algum marine que fosse ou da mesma patente que a minha ou superior, queria saber sobre informações e também contra medidas para aquele rei do mar. Como atirador, me voluntária de utilizar algum canhão ali, pois em um navio daquele porte não era muito difícil de achar tal arma. Com carta branca, tentaria conseguir alguns soldados ou se não apenas faria tudo só, carregando o canhão, de maneira esforçada eu mirava na direção que fosse mais vulnerável do monstro, a cabeça e após alguns segundos de concentração atiraria; minha parte tinha tinha feito, e esperaria que algo a mais fosse feito pelos outros que também escoltavam o navio. Poderia ser que a carta branca para tal feito fosse negada em si, ou até mesmo o KingSea apenas vinhesse nos dar uma boas vindas e sumisse, isso me fazia apenas continuar no convés, agora sem muletas procuraria o ponto mais alto do mesmo e tentaria ir apenas para passar o tempo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Algo me intrigava naquele navio, desde o momento que eu havia pisado no mesmo eu entendia que havia entrado em um lugar hostil, e as palavras do cozinheiro que era meu aliado, apenas inflamavam mais essa suspeita. Eu percebia que algo poderia estar acontecendo por trás das cortinas, mas não dava o alarde, continuaria no mesmo local observando tudo e todos, sem deixar um mínimo de suspeita é claro, ou tentar pois nem tudo é como a gente quer.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se em meio a tudo aquilo eu encontrasse o kurai ou o avistasse, iria de encontro com o mesmo, mas se passasse bastante tempo e eu não o viste, iria seguir para o local combinado para achá-lo. Com um sinal de olhar ou se o mesmo não entendesse, com gestos, eu demonstraria que queria falar com o mesmo a sós, e tentaria me afastar junto com ele dos outros no local em si, caso o aceitasse. - Kurai, tem algo que eu queria falar, não estou muito bem nesse navio, um ar suspeito paira sobre tudo aqui cara, serio! Estou pouco me fodendo para a escolta desse nobre escroto, mas nossa segurança aqui que parece estar meio em check. Aquele pirata que está aqui, foi o mesmo que matou o agente que estava comigo na ultima missão, e como pode ele estar aqui e trabalhando junto com os agentes?! Algo está errado, não sei de nada sobre o que pode estar acontecendo, mas uma dúvida ficou impertinente em mim, por que você não queria que eu estivesse aqui nessa missão ?! - Falaria diretamente para o Kurai, sempre olhando ao redor, procurando algum tipo de bisbilhoteiro ou alguém suspeito que pudesse ouvir nossa conversa, é claro que falaria baixo, mas nunca se sabe até que ponto pode ir a curiosidade da humanidade.



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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 11 EmptySab 18 Ago 2018, 19:43

A MAGNIFICA GRANDE ROTA
COMPANHEIROS UNIDOS PELA DESCONFIANÇA
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"Meu antigo mestre costumava dizer que cozinhar é um ato privado e arriscado, pois o alimento pode ser imbuído com ternura ou ódio, afinal de contas na mesma panela que se verte tempero pode-se utilizar veneno, no fim cozinhar não é um trabalho e sim um modo de amar ou odiar os outros."

Estar de volta naquele ambiente onde tantos sentimentos acalorados podiam ser explorados, era semelhante a uma volta ao lar, onde eu poderia transformar todo o ódio, o medo e a dor em algo bom. Tarefa alguma me foi designada pelo Chef da cozinha que assim como eu era um sargento, porém me foi dada a oportunidade de cozinhar uma iguaria, o magnífico peixe boi de três olhos, pensar em tudo o que poderia fazer com a carne daquele animal realmente servia para afastar minhas inseguranças, mas saber que o "nobre" Lord Lammark o recusou, aumentava meu desprezo por ele.

Enquanto me higienizava e colocava o avental, escutava alguém transmitindo algumas ordens através de berros, prontamente o Sargento me explicava de que se tratava de um Tenente cozinheiro, cargo desconhecido por mim, chamado Erick Joaquin, alguém que exigia tanto primor quanto ele aplicava a arte de cozinhar. Como meu prato não tinha um destino específico, eu me colocava a cozinhar de maneira descontraída, relaxando um pouco os ombros, mas sem fazê-lo de forma desleixada.

Não tinha experiência com aquele tipo de carne, mas conhecia algumas receitas de animais semelhantes que vivem nas geleiras de Ferdinand. Começaria pela faca bem afiada, picando a cebola, o alho, a salsa e a cebolinha, depois indo para o preparo da carne, retirando files com camadas de gordura, afinal ela estava em boa parte da carne.

Para o tempero utilizaria sal, pimenta e caso existissem limões, os utilizaria para compor esta etapa, porém com atenção redobrada sobre a quantidade de sal, afinal o gosto salgado das alcaparras poderiam estragar o prato. Selecionaria uma frigideira, untaria sua superfície com manteiga, quando ela derretesse adicionaria os filés deixando-os dourar dos dois lados. Na mesma frigideira refogaria a cebola e o alho, juntando o vinho em fogo baixo. Servindo-os no prato adicionaria as alcaparras e as cebolas sobre o filé. Montaria uns bolinhos de arroz para acompanhar. Serviria aqueles que estivessem no refeitório no momento, separando duas marmitas, uma para Mizzu e outra para a Agente Sado.

Após todo aquele momento, meus nervos estavam mais relaxados, infelizmente não por muito tempo, pois após um balanço suspeito do navio um grito anunciava uma ataque de um "Rei do Mar". Quem me visse naquele momento, veria um estranho brilho nos meus sonhos, afinal de contas a única vez que havia sequer ouvido falar de uma criatura assim foram nos relatos do livro do Dr. Pey Chefedi e ter a oportunidade de ver um, mesmo com o perigo que isso poderia causar era mágico.

Guardaria as duas marmitas em um dos fornos da cozinha, retiraria o avental, recolheria as tonfas, colocando-as nas costas e sairia correndo o mais rápido que conseguisse em direção ao convés. O tempo na cozinha havia servido para afastar meus pensamentos das atribulações que logo viriam, mas esse acontecimento poderia ser único em minha vida o que nublava ainda mais o que o destino estava preparando para mim.

No convés procuraria um ponto no qual poderia ver a criatura, caso alguém de patente superior ordenasse que eu ajudasse nas contra medidas eu me colocaria a disposição de fazê-lo, apesar dos batimentos acelerados e dos devaneios sobre o quão incrível aquele momento poderia ser e nas iguarias que poderia preparar com toda aquela carne.

"Incrível! Então esta é a Grande Rota, imagina só quanto de comida poderia preparar com a carne desse bicho... Poderia fazer um banquete para uma ilha inteira..." — Mas minha empolgação me era retirada mais uma vez por obra daquela entidade que reinava sobre minha existência, desta vez ela usava Mizzu para agir.

Se o encontro com o rapaz acontecesse e suas palavras fossem ouvidas em um ambiente particular assim como ele desejava, eu escutaria suas palavras, voltando novamente a meu estado de tensão inicial, aquele que me acompanhou durante o início da viagem. Responderia-o apenas se tivéssemos certeza absoluta de que estaríamos a sós, caso o momento não permitisse, lhe pediria para nos reunirmos em sua cabine após o embate para então conversamos.

Assim como para você, está viagem também não me cheira bem, apesar de pertinente o Agente Tuudos era alguém que poderíamos contar neste momento. Confio na Agente Sado, mas ela não parece estar no comando dos agentes aqui. — Diria iniciando meu discurso sobre a viagem. — Não sei muito sobre esse Gio Mio, mas se vacilarmos podemos não apenas perder nossos cargos, mas nossas vidas. — Suspirava antes de responder sua última pergunta, pois não queria mentir para ele, mas não podia contar a verdade. — Eu não o queria aqui por dois motivos, a viagem para a Grande Rota é perigosa, reconheço sua força, mas com seus ferimentos isso podia ser demais pra você. O segundo motivo e que caso sejamos atacados, como marinheiros de ranking baixo podemos facilmente ser usados de bode respiratório e não é seu destino morrer aqui. — Omitia parte da verdade, com uma cara cínica e uma calma sobrenatural.

Repetir aquelas palavras para Mizzu era uma forma de demonstrar minha ligação para com ele, pois aquela maldita entidade invocada por elas tinha entranhado tais vocábulos no fundo da minha alma. Mais uma vez eu estava tenso, mas pelo menos agora sabia que podia contar com sua disposição caso o pior viesse a acontecer.

Quando o pior passasse, me retiraria novamente para a cozinha, convidando Mizzu para degustar sua refeição, servindo-o ainda no refeitório, depois partiria para o quarto da Agente Sado, levando sua refeição para ela junto ao conjunto de talheres adequados.

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 11 EmptySeg 20 Ago 2018, 10:27


Cactus Island 03
Post 03

Logo o mar se agitou, Mizzu e Kurai (depois de servir o peixe no refeitório e receber elogios) partiram para ber o lendário Rei do Mar e claro que sempre existe uma coisa chamada expectativa mas essa havia sido muito pequena em relação a realidade.

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O monstro não era grande, o navio que estavam era grande, mas esse monstro o que era em relação ao navio? Bem, vamos supor que o monstro tivesse um metro, o navio deveria ter mais ou menos um milímetro. Tão grande, mas tão grande que a palavra gigante não cabia nele.

O navio era menos que o olho do monstro e Mizzu e Kurai tiveram uma sensação de impotência total, se aquele monstro quisesse comer eles, seria mais fácil do que as pessoas que haviam acabado de comer o peixe de Kurai.

Nesse momento o nobre aparece no convés. Com ele o pirata Gio Mio e um homem com uma máscara de ferro, basicamente maltrapido e apenas os seus olhos negros eram visíveis. Em uma coleira, andando de quatro, uma menina que não deveria ter ais do que 12 anos de idade.

- Fantástico! - Disse o nobre com cara de deboche diante de tal criatura. - Uma visão fantástica. Nunca imaginei ver um desses bichinhos pessoalmente.

Kurai e Mizzu, vendo a cena e com os pensamentos que já tinham sobre a missão ficaram ainda mais enjoados quando o nobre dando dois puxões leves, como uma espécie de comando, fazia com que a garota se posicionasse atrás dele. Então ele senta sobre ela.

Era possível ver os braços e pernas da menina tremerem, mas ela mantinha um sorriso forçado em seu rosto. Não era só Mizzu e Kurai que ficaram enojados com a cena, todos os marinheiros e agentes em volta sentiram-se enojados, mas apenas viraram o rosto e seguiram seus caminhos. Kurai conhecia aquela menina, era Unmei Eisenberg.

Então Mizzu e Kurai conversaram sobre a missão. Nesse momento, aparecendo do nada, a agente Sado apareceu, era certeza que ela havia ouvido tudo o que Kurai havia dito, mas esse não era o pior, havia uma outra mulher com ela, outra agente.

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- Kurai meu lindo! - Disse a agente Sado. - Não sabe que as suas palavras podem te condenar? - Ela dava uma linda risada. - Quero apresentar minha amiga Kin. Ela é agente também, e Kurai... ela é chicoteadora. - Os olhos de Sado brilhavam e os de Kin se arregalavam.

Mas a atenção de todos era o monstro que aos poucos mergulhava para as profundezas fazendo o navio sacudir novamente, Sado se posicionou de tal maneira que ficou no caminho de apoio para o cozinheiro que acabou trombando na agente e caindo sobre ela.

Já Mizzu que também não se segurava em nada viu caindo na direção de Kin, mas essa dando um passo para o lado deixou ele cair sozinho. Na queda seu chapéu voou, mas a agente o pegava e o levava para o cowboy.

- Não vai me beijar? - Ria Sado da situação. - Ou não sou bonita para você?

Nesse momento uma outra mulher aparece, todos a conheciam, era a tenente que eles haviam encontrado na ponte de comando.

- Sinto informar mas a folga de vocês acabou. - Disse a tenente meio que olhando para o lado. - Sargento Mizzu e Kurai, vocês devem ficar aqui e garantir a segurança do nobre enquanto ele estiver no deck. São ordens do capitão.

As agentes riam e saiam da cena, mas caso precisassem falar alguma coisa, ainda havia um tempo.

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 11 EmptyQua 22 Ago 2018, 18:52

NÃO SE ENTREGUE A FÚRIA
KURAI E O AFLORAR DE SENTIMENTOS
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Nas gélidas noites sem estrelas de Ferdinand, meu mestre me contava histórias sobre a Grande Rota e sobre seus perigos. Nelas ele deixava claro que os perigos começam logo ao entrar nela, pois existem apenas dois meios de fazê-lo: O primeiro deles através da Montanha Reversa, onde a água vinda dos quatro Grandes Azuis se juntam e magicamente sobem até o cume da montanha, antes de desaguar por um estreito canal na Grande Rota, este caminho é guardado apenas por um Farol que indica aos viajantes que chegaram ao mar dos sonhos; O segundo método é igualmente aterrorizante, pois se trata do Cinturão das Calmarias, onde vento algum ousa chegar, pois monstros se escondem nas profundezas, guardando a Grande Rota daqueles que desejam se aventurar nela sem merecerem. Mas estranhamente a marinha havia encontrado um meio de passar por esse lugar, de forma a inibir a presença de suas embarcações destas criaturas, mas era igualmente assustador estar sob a presença colossal de uma delas. Infelizmente esta não era a única presença que me causava sentimentos ruins.

“Homens gostam de criar monstros e criaturas. Pois com elas seus atos de crueldade parecem menos monstruosos. Qual eles se embebedam a ponto de enganar, roubar, agredir ou matar seus semelhantes, preferem pensar que são menos monstros do que as criaturas que atacam simplesmente por instinto. Assim eles se sentem melhor e fica mais fácil viver.”

As palavras ecoavam em minha mente diante da cena com Lorde Lamark e seus "subordinados". Unmei e o homem mascarado eram vítimas da mão invisível que guia o mundo e nós como guardiões da justiça deveríamos nos submeter aquilo e aceitar de bom grado a honra de escoltar alguém como aquele para a Grande Rota, mas aquilo me enojava, mais do que o comum. Eu havia me tornado um marinheiro para purgar o mundo da escória, levar a justiça que me foi ensinada para o mundo... Mas ver que as paredes da marinha respingavam podridão não me ajudavam nem um pouco, apenas nublavam minha visão.

O estranho sentimento que eu tentava guardar em meu âmago voltava a surgir, assim como o ácido corrói o metal, minhas entranhas era consumidas por ele. As palavras presentes na carta da Tenente Eisenberg embalavam minha caminhada até o frenesi absoluto, eu não mais via um homem maltratando uma garota, eu via um demônio ao qual deveria expurgar da existência.

“Pai... Estou trilhando um caminho sem volta.”

Cerrava o punho, entregava-me a insanidade daquele momento. Estava pronto para agir, meu corpo se preparava como se guiado por uma memória muscular, eu não tinha mais o controle de meus atos, a mente estava embaçada, eu agia pelo coração. Dava o primeiro passo em direção ao nobre, com um único objetivo, aquele que mudaria para sempre o meu destino. Mas em meio a todo o turbilhão de sentimentos eu ouvia uma palavra, um nome, meu nome.

“Kurai... Não é seu destino morrer aqui!.” Era uma voz feminina, uma que eu reconhecia, mas que não deveria estar ali.

Virava-me subitamente procurando a fonte dela, mas via apenas a Agente fazendo uma piada com seu jeito descontraído, nos apresentando uma outra garota, Agente Kin. Neste momento a colossal criatura que nos acompanhava durante aquele pequeno trecho da viagem, se despedia mergulhando de volta para as profundezas do mar. Meu interior ainda era composto por puro ódio, o que desviava minha atenção de tudo que ocorria ao meu redor, por isso o balançar causado pela criatura afetava meu equilíbrio me fazendo cair sobre a Sado que propositalmente estava em minha frente. Abraçado a ela eu me recolocava de pé enquanto, ela soltava mais uma piada, que desta vez era respondida através de um sussurro em em seu ouvido.

-- Procure na cozinha, tem algo pra você lá... Obrigado. -- Apesar de não ser sua intenção, ela havia me tirado de meu estado de frenesi, que provavelmente me levaria em um caminho sem volta. Eu ainda desconhecia o que se passava em meu coração sobre ela, mas parecia ser algo bom.

Neste momento a tenente aparecia, avisando que o meu turno de trabalho havia começado e em primeira instância deveria ficar no convés e garantir a segurança de Lorde Lammark. Ajeitando meu uniforme caso estivesse amarrotado por causa da minha quase queda, prestaria a continência para a tenente respondendo enquanto estufava o peito.

Senhora, sim senhora. — Por fora eu era o estereótipo do marinheiro sempre respeitando as ordens que me eram passadas, demonstrando que meu treinamento como monge tinha seus resultados, mas em meu interior a batalha continuava.

“Droga, droga, droga. No que eu estou pensando?! Um ataque direto pode acabar me matando, ou pior matando a garota. Preciso me ater ao plano, suportar toda essa carga, assim como ela... Sei que você vai entender pai... Tem que entender.”

Tentando cumprir meu dever, ficaria próximo ao lado em que Lode Lammark estaria, olhando para o mar com as mãos para trás, em silêncio, tentando prestar atenção na movimentação de seus "subordinados". Para Mizzu apontaria o poleiro no topo do navio, onde sua visão aguçada seria melhor utilizada, caso fosse difícil para ele chegar até o local, deixaria que ele ficasse ao meu lado, mas me manteria em silêncio apenas respondendo-o com acenos com a cabeça a dúvidas que surgissem.

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 11 EmptyQua 22 Ago 2018, 22:16

Cactus Island 04
POST 21

Não é que a situação estava ruim, os ânimos de Kurai pareciam estar para explodir quando a Agente Sado chega a som de bossa nova... "olha que coisa mais linda mais cheia de de graça". Claro que ela era atraente e cair sobre ela deixaria a maioria dos homens desconcertados, mas havia méritos na atitude dela.

Entretanto o barco foi seguindo sua viagem, Sado mais comportada estava próxima e olhando a volta, pelo visto ela tinha uma missão semelhante a de Kurai e ficava por ali observando todo movimento a volta do barco. As vezes mais próximos, as vezes mais distantes. Mizzu, meio que distraído com a nova "amiga" faziam uma ronda um tanto quanto mais relaxada.

SENHORES MARINHEIROS! - A voz do alto falante seguia falando. - ESTAMOS SAINDO DO CALM BET E ENTRANDO NA GRAND LINE. MUDANÇAS DE CLIMA, RAJADAS DE VENTO, E OUTRAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS PODEM ACONTECER.

Assim a viagem seguiu por outras, as velas do navio voltaram a funcionar e o maquinário havia parado. O nobre entendiado havia se retirado para a torre e o clima havia ficado menos tenso. Finalmente os soldados deram uma relaxada, mas Kurai poderia ver o rosto de muitos deles se questionando, muitos provavelmente tinham um ideal de justiça, mas seus corações foram profundamente abalados por essa curta experiência.

A noite caia e uma chuva fina chegava junto com ela. Mas foi no ápice da escuridão que um sinalizador foi disparado do navio, ele se dividiu em três no ar e basicamente revelava toda a embarcação no meio da escuridão. O objvetivo era bem claro e Kurai tinha tempo de tomar uma ação rápida aqui.

Logo disparos foram ouvidos. Havia cinco navios se aproximando e atirando contra a gigantesca embarcação. Logo o fogo tomou conta da lateral que o sargento estava da a embarcação e nesse momento crítico o nobre surge mais uma vez no convés com uma poderosa arma de fogo e sua cadeira viva, junto claro com Gio Mio e o homem da máscara de ferro.

- Sargentos Kurai e Mizzu! - Gritava a tenente. - Protejam o Lorde Lammark.

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 11 EmptySab 25 Ago 2018, 07:42

O DESTINO SEMPRE CHEGA
KURAI E A ESCOLHA DE UMA VIDA
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Olhando para a pacificidade do mar eu tentava encontrar minha própria, pois apesar da postura rígida de marinheiro, eu ainda me sentia desconcertado perante a cena do Nobre com a garota. Em minha mente eu discutia com os mortos, tentando entender o que o espírito que me persegue tinha em mente para as situações que ocorreriam a seguir e se eu poderia mesmo sair vivo dessa, apesar de isso pouco me importar naquele momento.

“Pai, queria poder ter seus conselhos para essa situação, pois meu coração me diz para agir, mas minha mente me diz o contrário. Me pergunto se todo o meu caminho está traçado nesse mundo, se sou alguém que por acaso é destinado a algo grande ou apenas mais um controlado como uma marionete pelo destino. Espero estar fazendo as escolhas corretas, assim como o Senhor fez algum dia.”

Em meus devaneios pude perceber a presença das Agentes, assim como eu e Mizzu, as duas moças pareciam ter uma missão semelhante, afinal de contas elas eram membros de uma outra instituição do Governo. A calmaria do mar durou tempo suficiente para chegarmos a famigerada Grande Rota, onde uma voz nos avisava que mudanças climáticas poderiam acontecer, pra mim apenas aumentava a estranheza daquele local, pois saiamos de um local sem vento algum, para um onde o navio voltava a ser movimentado por suas velas.

Entediado Lorde Lammark se retirava para sua cabine nas torres, levando com ele todo o clima de tensão que anteriormente se apoderava do convés, o interessante era perceber que sua presença não parecia afetar apenas meu estado de espírito, mas também de outros ali.

“É bom ver que outros dentro da corporação também tem um visão correta sobre a Justiça, assim como Elena, Mizzu, Karyo e Karkarov. Espero que os três estejam bem.”

Eu ficava no convés até a chegada da noite, que trazia consigo uma garoa, abençoando nossa chegada ao Mar dos Sonhos, porém na escuridão o destino piscava para mim através de um sinalizador que iluminava nosso navio. O momento referenciado na carta da Tenente havia chegado, não poderia mais pensar, mesmo eufórico precisava começar a agir. Primeiramente me aproximava de Mizzu, sacando as tonfas e tentando procurar inimigos infiltrados em nosso barco.

Mizzu, vou precisar que você me dê cobertura, lembre-se de nossa conversa... Confie em mim.

Antes que eu pudesse encontrar algum inimigo infiltrado, disparos era realizados contra nossa embarcação, revelando cinco navios inimigos. Um dos disparos atingia a lateral do barco, fazendo-o entrar em chamas, antes que pudesse perceber, Lorde Lammark surgia no convés armado e acompanhado por sua comitiva, o que despertava em minha mente os últimos dizeres da carta da tenente além do crescente sentimento que me acompanhava durante aquela viagem

“Chegou o momento, preciso me aproximar deles e resgatar a garota.”

Usando o grito da Tenente para realçar a credibilidade do momento, correria até onde estavam o nobre e seus "subordinados", tentando me posicionar na parte de trás do grupo onde ele e Unmei provavelmente estariam, ficando com as tonfas em mãos e gritando de forma ofegante como se estivesse desesperado.

Senhor percebo que não tanto poder como seus guarda-costas, portanto é melhor que eles fiquem na linha de frente para defendê-lo enquanto eu protejo a retaguarda. — Assim que passasse pelo homem da máscara de ferro, sussurraria para que apenas ele ouvisse. -- Sou o contato da Eisenberg, quando quiser agir...

Caso ele entendesse o recado e partisse contra Gio Mio, eu aproveitaria essa cortina de fumaça para tentar libertar a garota, agarrando-a e puxando-a, caso existisse uma resistência por parte de Lorde Lammark, utilizaria todo o ódio que havia acumulado em meu coração para tentar atingi-lo usando a cabeça da tonfa direita, mirando no rosto ou no estômago fazendo-o com que ele soltasse a corda. Se está investida fosse um sucesso, levaria a garota até um bote, enquanto gritaria para Mizzu.

MIZZU, FOGO DE COBERTURA... FAÇA ISSO E ME SIGA, SEJA RÁPIDO! — Caso ele seguisse as instruções, desamarrar-ia o bote e soltaria-o no mar iniciando a fuga antes de um ataque massivo dos outros barcos. Se ele não obedecesse, ignoraria o que acontecia ao redor colocando Unmei em minha frente e seguindo o plano de fuga. para a garota diria. — Não tenha medo, sou amigo de sua mãe, te explico tudo quando sairmos daqui...

Se o homem da máscara de Ferro optasse por não agir naquele momento, esperaria um novo disparo vindo de um dos navios atacantes para iniciar meu movimento, tentando libertar a garota do nobre, mesmo que precisasse golpeá-lo, pedindo que Mizzu nos cobrisse enquanto traçava a rota de fuga para um bote, desamarrando-o e partindo.

“Pai, eis a minha justiça... Espero que goste!”

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Última edição por darkmilks em Sab 25 Ago 2018, 12:40, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 11 EmptySab 25 Ago 2018, 11:53

Cactus Island 05
Post 22

O tumulto havia começado, um combate entre navios logo que chegaram na Grand Line, cinco embarcações menores cercando uma maior. Um nobre arrogante querendo matar pessoas surgia na cena com uma super arma.

Kurai sabia muito bem que esse era o momento, esse era a hora de tomar a decisão de que tipo de justiça ele deveria perseguir, e a decisão já estava tomada. Pedindo compreensão ao pai ele partiu para sua missão secreta. Como um agente (não do governo) mas da justiça, tomou a parte de trás do nobre e da comitiva.

O nobre, com aquela sua arma estranha deu um disparo contra um dos navios que atacavam, o estrago era como se fosse um tiro de um poderoso canhão. O navio atingido teve pessoas voando e caindo no mar, mas não afundaria com aquele disparo.

Quando Kurai pensava em falar alguma coisa o mascarado deu um tiro rápido acertando o desprevenido Gio Mio cm um dardo. Logo ambos partiram para o ataque. Foi nesse momento de vacilo do Lorde Lammark que Kurai agiu dando logo um golpe no nobre nocauteando esse e pegando a menina.

Mizzu, ouvindo o grito de Kurai e sem entender começou a correr na direção dele, na verdade poucas pessoas estavam dando atenção a ele e mais atentos aos navios, entretantouma pessoa não deixou passar a atitude de Kurai desapercebido, esse era a agente Sado.

- Kurai! - Ela gritava se colocando entre o sargento e o bote. - O que você pensa que esta fazendo?


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