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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ato I - O que é a Verdade?

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Ato I - O que é a Verdade?   Ato I - O que é a Verdade? EmptySab 12 Maio 2018, 17:34

Ato I - O que é a Verdade?

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Azin Tairin. A qual não possui narrador definido.


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Bry4n
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MensagemAssunto: Re: Ato I - O que é a Verdade?   Ato I - O que é a Verdade? EmptySab 12 Maio 2018, 21:46

O que é a Verdade?


Já faz algum tempo que ando por aí. Quando me vêem, costumam falar que ando sem rumo, sem direção. Outros dizem até que sou mal intencionado, talvez por problemas do passado. O fato é que, se ando, é porque algo procuro; e se continuo a andar, é porque ainda não encontrei. Mas de fato, o que se pode dizer sobre a Verdade? Seriam regras premeditadas que todos devem seguir? Ou então a opinião de cada um? Seria alguém detentor de uma Verdade absoluta? Ou quem sabe aquele que estiver mais alto seria o dono da Verdade? Gostaria eu de ter alguma resposta.

A bem da verdade, até mesmo eu considerava-me um homem sem rumo. Depois de toda um infância de estudos incessantes devido ao ego de meus responsáveis em querer falar por aí aos quatro ventos que "Seu sucessor era um gênio, um prodígio" e o preconceito de todos os moradores de Tairin Kingdom, um reino isolado localizado pelas proximidades da cidade central de Karatê Island, que insistiam em dizer que eu não era, de fato, filho dos líderes do reino e sim um mero capacho que os mesmos cuidavam por pura pena. Depois de uma adolescência voltada à barbárie ao lado de Mercenários que pouco se importavam com a Lei e tudo que queriam era horrorizar os Blues e espalhar a palavra do, atual extinto, Clã dos Caçadores Wild One's e que só se interessavam em me usar como mero escravo que necessitava aprender a lutar e enganar para poder pregar as intenções dos mesmos por aí. Depois de dois anos vivendo ao relento em Karatê Island, somente das conquistas que realizava nas ruas, apostando em Tavernas e apresentando minhas peripécias como Ilusionista nato para conseguir algum meio financeiro, o que, neste caso, me fora muito útil, já que conseguira grandes quantias monetárias. Depois de tudo isto, estava perdido.

Tudo que poderia querer, em meu íntimo, era a companhia de minha verdadeira Mãe, Serafine, cuja qual me deixara uma carta contando-me tudo a meu respeito, no que se refere a antes de meu nascimento, deixando explícito que eu não era descendente de rei ou rainha alguma. Na verdade, era filho dela, uma mera camponesa que amava os animais e a Natureza. E por falar em animais e Natureza, se Foxy, meu antigo companheiro em Tairin Kingdom, estivesse comigo, isto também acalentaria-me por demais. Mesmo que, por sempre ter sido visto ao lado de Foxy e por, supostamente, ter linhagem real, acabara sendo alcunhado como Raposa Azul e isto me persegue até os dias de hoje como um fardo que trás consigo uma bela de uma Má fama, seria bom ter meu eterno companheiro de aventuras ao lado, mas não, o mesmo fora executado pelos Mercenários a mais de uma década, deixando somente lembranças de um passado sombrio.

O que faria de fato seria, donde quer que fosse, uma estalagem, a casa de uma pessoa de bom coração ou simplesmente o canto escondido de um beco qualquer, levantaria-me e bateria em minhas vestes, fazendo sair qualquer poeira ou sujeira que possuísse, mesmo sabendo que sempre visei cuidar de minha aparência. Esta que mais lembrava um aventureiro: Colete azulado com detalhes brancos, calça branca larga, botas pretas, luvas pretas, todos com diversos detalhes e entalhes, mais faziam-me parecer um aspirante a Herói. Contudo, em minha reles opinião, estava mais para um Anti-Herói. Ao levantar-me, checaria minhas economias, tendo em mente que tinha por volta de 6.000.000B$, uma quantia modesta, vista à minha condição atual.

Então, partiria em busca de informações sobre Procurados nas Tavernas e Bares da cidade. Conhecia o mínimo de Karatê Island, este que seria conhecimento suficiente para saber me conduzir pelas ruas, devido os últimos dois anos vagando por aquele lugar. Tinha em mente deixar Karatê Island para trás; não, muito melhor, quereria deixar os Blues para trás e me aventurar na imensidão dos mares, no local que conhecia pela alcunha de Paradise, a atraente Grand Line. Talvez lá encontrasse o que tanto procuro, um sentido para os meus caminhos sem destino. Uma razão para viver há um homem sem perspectivas.

Durante as minhas andanças, caso encontrasse uma loja de armas ou equipamentos, trataria de adentrar o recinto, pretendendo realizar uma compra. — Com licença. Por acaso neste lugar eu poderia encontrar equipamentos em geral? — Sabia ser cordial, apesar de tudo. Se a resposta daquele que me atendesse fosse positiva, continuaria. — Neste caso, eu gostaria de adquirir um par de botas. Não precisa ser nada extravagante, eu me contento com o que puder me oferecer. — Contudo, caso a resposta fosse negativa, procuraria uma forma diferente de responder-lhe. — Entendo. Então, saberia me dizer onde posso encontrar uma loja de armas e equipamentos onde poderia encontrar um par de botas? — Já que não estava onde conseguiria o que quero, trataria de descobrir para onde eu devo ir. Tentava ser o mais discreto possível para não chamar atenção. Afinal de contas as pessoas nos Blues sabiam sobre os ocorridos de dois anos atrás, quem dirá as pessoas do South Blue; quem dirá as pessoas de Karatê Island. Sabiam que o Raposa Azul ainda estava perambulando por aí, a solta.

O que constava era que, independente de como faria para deixar os Blues ou com quem eu estaria, os famosos Cartazes de Procurados sempre costumam levar as pessoas às suas devidas aventuras. Não me importava exatamente com isto, mas sabia que desta forma, conseguiria me levar até as divisas e fronteiras que separam os lugares no mundo. Paradise estava lá, cheia de mistérios e aventuras para perseguir, coisas para aprender e desvendar. Tudo que precisava fazer era dar o primeiro passo; e assim eu o faria.

Informações:
 

Objetivos:
 

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Última edição por Bry4n em Ter 15 Maio 2018, 23:34, editado 6 vez(es) (Razão : Correção de Erros de Português.)
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MensagemAssunto: Re: Ato I - O que é a Verdade?   Ato I - O que é a Verdade? EmptySeg 14 Maio 2018, 23:04



Narração


Os invernos do South Blue são sempre gelados e cruéis. A neve cai pesada e o vento congelante sopra forte, enregelando todos até os ossos. Um jovem de cabelos prateados vem caminhando tranquilamente, preso dentro de sua paranoia os olhares desconfiados de uma raposa. Enquanto anda pode observar os carroções puxados por cavalos estão recheados de tecidos, ferramentas, armas, carne salgada, temperos e chá. São um total de seis carroções e ao longe pode-se observar os picos cobertos de neve das montanhas. À medida que a raposa azul caminha, você vê uma dúzia de homens e mulheres reunidos em torno de uma fogueira crepitante. O povo está de bom humor. Alguns deles cantam e dançam ao redor do fogo enquanto outros acham a felicidade em seus frascos e odres. Três vagões de barril estão estacionados em ângulos estranhos. Amarrado a uma árvore próxima, pastando, são meia dúzia de cavalos com vestígios brilhantes com braceleiras e borlas. Uma senhora educadamente respondeu: “– Que tipo de equipamento?” Após uma pausa e o jovem de cabelo prateado refez sua pergunta de outra maneira. “– Ah sim, aquele estabelecimento tem o que você procura. Além de ser uma taberna, conseguirá armas.” A velha apontava para o lugar.

No local é possível ver um homem que aparentemente é o dono da loja, fumando um longo cachimbo de madeira. É um home enorme, com uma barba comprida e bastante cheia. É obviamente um homem a ser tratado com respeito. Os grandes olhos azuis dele perscrutam o horizonte, procurando por sinais de vida. Com uma voz grave ele olha para você e diz: “– Meu nome é Jim Grandão, como posso ajudá-lo?” É notável que aquele lugar também funciona como uma pequena taberna um grupo de aventureiros experientes, parece se divertir um pouco mais ao fundo, o que você vê é mais uma taberna maçante em outra cidade aborrecida. Do lado de fora da taberna, uma névoa fica na cidade. O pavimento úmido e empedrado brilha quando as luzes das lanternas de rua dançam através das pedras escorregadias. A neblina arrepia os ossos e afunila a alma de alguém lá fora.

No entanto, dentro dessas paredes de tabernas, a comida é saudável e a cerveja é quente e espumosa. Um fogo arde na lareira, e a taverna está viva com as vozes revoltantes dos camponeses e aventureiros. De repente, a porta da taverna se abre, e um silêncio cai no quarto. Emoldurado pelo nevoeiro iluminado pela lâmpada, uma forma passa pela entrada. Seus passos pesados e botados e o jingle de suas moedas destroem o silêncio. Suas roupas de cores vivas são cobertas de dobras soltas sobre ele, e o chapéu dobrou, torcendo os olhos nas sombras. Sem hesitação, ele caminha até o balcão próximo Tairin e ergue-se orgulhosamente em uma posição ampla com os braços dobrados, interrompendo seu atendimento.

Com uma voz acentuada, ele diz: " - Eu fui enviado para enviar esta mensagem. Se você for criatura de honra, permitirá que eu cole esse pequeno cartaz" Ele tira de sua túnica um cartaz, dirigido a Jim Grandrão. Ele deixa o cartaz no balcão. " - Eli Morrow !!! Um satanista assassino, sádico e impenitente! Atualmente é a mais cruel das almas ... mortais e imortais. Morrow!!! Deve se arrepender passando décadas de sofrimento e tortura o mesmo que ele trouxe aos inocentes" Em meio aos olhares silenciosos de todos, o homem dá um sorriso para o bar e diz para o barman cuidadoso: " - Encha os copos, de todos. A garganta deles está obviamente seca. Nunca se sabe quando será o último drink." Ele joga uma bolsa pesada com dinheiro para o Grandão. Com isso, ele sai. O vocabulário das vozes da taberna é retomado, embora um pouco subjugado.

Eli Morrow:
 


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MensagemAssunto: Re: Ato I - O que é a Verdade?   Ato I - O que é a Verdade? EmptyTer 15 Maio 2018, 16:10

O que é a Verdade?


Por mais tranquilo que fosse caminhar por aí para mim, devido os últimos anos que me tornaram acostumado com certas condições climáticas, com certeza estar exposto àquela neve e frio era uma das piores sensações. Conforme caminhava, passava por alguns carroções que levavam suas mercadorias e pertences sabe se lá para onde, mas era óbvio que me chamava atenção. Tecidos e comida eram apenas alguns dos itens que se amostravam para os transeuntes como eu. Em um clima como o que rolava, era caloroso ver que essas pessoas ainda esbanjavam um sorriso no rosto, fosse pelo motivo que fosse. Aparentemente, os seis carroções dirigiam-se para as montanhas da ilha, cujas quais, de onde estava, era possível observar que estavam cobertas de pura neve. Aquele povo tinha coragem. Assim como eu.

Ainda, após a passagem das carroças, acabava por me deparar com um povo aparentemente muito amistoso. Cantavam suas cantigas e dançavam em torno de uma fogueira grande o bastante para todos os que ali se reuniam. Já estava se tornando engraçado. Todo mundo estava de bom humor, então? Entrementes, era nítido que os mesmos talvez pudessem me responder sobre o que procurava. Não tardou para que uma senhora, membro do grupo, postasse-se diante de mim e me respondesse. – Que tipo de equipamento? – Levando-me a me esclarecer, o que a fez responder em seguida. – Ah sim, aquele estabelecimento tem o que você procura. Além de ser uma taberna, conseguirá armas. – Ao observar a direção para onde a mesma apontava, acenaria educadamente com a cabeça, desviando minha atenção para o local indicado em seguida, preocupando-me em não permitir que a mesma notasse minha aparência. Qualquer um poderia me reconhecer. Este era o mais complicado de ser mal falado: Você não sabe quem fala mal de você.

Aproximando-me, começava a diminuir o ritmo dos passos, afim de me acostumar com o contato que executaria em seguida. Era um homem grande, dois metros provavelmente era próximo da sua altura. Sua barba fazia jus ao seu estilo intimidador. Um cachimbo de madeira completava o semblante do gigante. Parecia perdido em pensamentos que vagavam pela linha do horizonte em seus olhos de um azul crisalido. – Meu nome é Jim Grandão, como posso ajudá-lo? – O tal do homem, agora de perto, aparentemente o dono daquela estalagem, dirigia-se a mim com seu vozeirão. Tentava ser o mais discreto que podia em observar o ambiente ao meu redor antes de respondê-lo sobre seus questionamentos.

Era um estabelecimentos rústico, nada muito diferente do que se podia encontrar andando por aí em Karatê Island. Contudo, podia-se perceber nos detalhes que era de um zelo minucioso. Aquele homem cuidava de seu lugar no mundo como uma mãe que protege os filhos. Ao fundo, os únicos que podiam ser vistos ali dentro, além de mim, era um grupo de desbravadores desbravando o fim de suas piadas. Nada demais para uma Taberna, afinal. Pela porta, a névoa que corria pelas ruas era tensa e um tanto sinistra. Não fosse minha coragem cega ou petulância enorme, teria me assustado quando, sem avisar, uma forma humana desfigurava-se do íntimo da neblina, invadindo a atmosfera do local até que o mesmo adentrava o recinto à toda arrogância. O silêncio que se interpôs por breves momentos era agora quebrado pelo agitar de suas Berries que, aparentemente, eram muitas. Suas vestimentas faziam-no lembrar uma espécie de guarda ou algo parecido. Usava o chapéu e um gesto de olhos entreabertos para se acostumar com a meia luz da estalagem, caminhando com certa magnificência até o balcão; mais precisamente, até fronte ao Jim, apoiando-se logo ao meu lado, dando a mínima à minha existência.

– Eu fui enviado para enviar esta mensagem. Se você for criatura de honra, permitirá que eu cole esse pequeno cartaz. Eli Morrow !!! Um satanista assassino, sádico e impenitente! Atualmente é a mais cruel das almas ... mortais e imortais. Morrow!!! Deve se arrepender passando décadas de sofrimento e tortura o mesmo que ele trouxe aos inocentes. – Sua voz pesada e grave indicava a veracidade e preocupação de suas palavras. O tal descartava o Cartaz ao balcão como uma folha qualquer. Contudo, aquela folha continha informações sobre um Procurado. Exatamente o que estava procurando. Ainda, antes que se despedisse de todos, deixando seu ar de confusão e astúcia, ainda jogava um pacote de Berries próximo ao cartaz, explicando em seguida. – Encha os copos, de todos. A garganta deles está obviamente seca. Nunca se sabe quando será o último drink. – Aos poucos as conversas se formavam novamente, mesmo que em um tom polido. As coisas haviam acontecido rápido demais nos últimos momentos. Quem era este cara todo misterioso com pinta de Soldado? Será que eu sabia qualquer coisa a respeito de alguém chamado Eli Morrow? E o que ele sabia sobre Jim e sua estalagem? Tudo era muito confuso. A verdade não poderia ser extraída momentaneamente, deveria caçá-la com destreza.

Enfim, aproveitaria da rodada paga pelo desconhecido para beber alguma bebida forte que Jim pudesse me oferecer. Então, tomava a iniciativa com o dono da Taberna, buscando o que procurava. – Desculpe o incomodo, Senhor Jim. Meu nome é Azin, sou um viajante sem rumo. Gostaria de saber do Senhor: O que pode me oferecer à respeito de Equipamentos? Bom, estou a procura de um Par de Botas. Não precisa ser nada muito chique, na verdade ... – Tentava ser o mais direto possível sem perder a educação. Provocar alguém como Jim Grandão seria tolice. Aproveitando de minha iniciativa, lembrava-me de constatações feitas não muito tempo atrás e acabava partindo por estas para dar continuidade à conversa. – E, se me permite, o que o Senhor teria em questão de roupas de frio? Bem, estou a procura de um Casaco de Inverno, neste caso, o mais quente tecido que o Senhor possuir. – Contudo, se o mesmo negasse qualquer um dos itens ou ambos, trataria logo de respondê-lo, evitando dar qualquer vácuo no mesmo. – Mas então, onde poderia eu encontrar esta(s) coisa(s)? – Acabaria por ser um pouco seco, mas por estar ficando preocupado com o fato de não encontrar o que estava procurando. Contudo, se o mesmo afirmasse que poderia me vender um dos itens ou mesmo os dois, responderia-o. – Ótimo! E quanto isto me custará? – Logo trataria de pagar a quantia necessária pelo que o mesmo me oferecesse, afinal, imaginava que nada que o mesmo pudesse me oferecer fosse de uma quantia maior do que a que possuo.

Durante nosso bate papo, reservaria parte de minha atenção para observar o Cartaz de Eli Morrow, o tal Assassino Satanista. O homem tinha um olhar nada agradável, na verdade, meio psicopático por assim dizer. Seu sorriso sádico combinava com sua aparência. A verdadeira face de um maníaco. O discurso anterior sobre o Procurado era intrigante. Aparentemente, era um tipo que gosta de matar qualquer um e de satisfazer seus desejos torturando e se aproveitando de qualquer espécie de vítima. Lembrava-me a atitude de alguns mercenários que havia conhecido alguns anos atrás. Os mesmos que gravaram uma alcunha desonrosa em meu ser. – Senhor Jim, se importaria se eu levasse este Cartaz comigo? Digo, o Cartaz de Procurado de Eli Morrow. – Meu intuito era de entrar de cabeça neste caso, não deixando informações para outros tipos entrarem em meu caminho. Se este acabasse se recusando, tentaria me apoiar em um sentimento quem nem mesmo eu acredito: A Confiança. – Veja bem, Senhor Jim, eu estou a procura deste homem no momento. Este Cartaz pode me ajudar um pouco em minha empreitada. Sei que o Senhor pode me compreender. – Meu intuito, de fato, era conseguir levar comigo o Cartaz para, então, deixar a Taberna e sair por Karatê Island atrás de informações sobre Eli Morrow. Procuraria voltar até os povos que, juntos, comemoravam algo em especial. Nos mesmos, acabaria por perguntar a respeito de um homem que não passasse dos 40 anos, com cabelos castanhos bem cuidados e penteados para o lado e um rosto bastante marcado por delineares, tentando assim descrever Eli Morrow, mostrando a aparência descrita através do Cartaz de Procurado. Se ainda não houvesse conseguido um Casado de Inverno, tentaria consegui-lo com estas pessoas. – Bem, voltei não é mesmo. Desculpe meus modos de antes. Muito prazer, me chamo Azin. Me digam, vocês teriam algum Casaco de Inverno para comercializar? Eu realmente estou precisando de um, em vista essa neve toda. – Tentaria parecer necessitado, pois realmente estava. Entrementes, se acabasse por não encontrar as pessoas mais por qualquer motivo, seguiria meu caminho para outras Tabernas e Bares, sugerindo o mesmo diálogo às pessoas cujas quais escolhesse me comunicar. Procurava ser cauteloso e analista, tentando encontrar alguém que realmente soubesse qualquer coisa que eu estava tentando descobrir ou obter.

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Última edição por Bry4n em Ter 15 Maio 2018, 23:36, editado 3 vez(es) (Razão : Correção de Erros de Português.)
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MensagemAssunto: Re: Ato I - O que é a Verdade?   Ato I - O que é a Verdade? EmptyQua 16 Maio 2018, 03:20



Narração


Jim Grandão servia um copo de sua deliciosa cerveja para todos, os homens ao fundo esqueciam suas preocupações com a bebida. “– Botas e Casaco de inverno? Tenho sim, até porque essa misteriosa neve que vem rondando pelo menos por todo South Blue aumentou bastante a procura de roupas de inverno ... a caça também.” O barbudo fazia um sinal e um outro homem se aproximava, Jim falava algo em seu ouvido e o senhor caminhava até a parte de trás para buscar as coisas. Após algum tempo o mesmo trazia e entregava ao Grandão, que olhava para você com muita firmeza então falou: “– São 60.000B$ ambos.” Era pago. “– Muito bom fazer negócio com você meu jovem.” O casaco de inverno era bem confortável e ajudaria muito a encarar essa misteriosa neve que ronda as terras do South Blue, as botas simples, porém ajudaria e muito para combate e com isso o foco agora da Raposa Azul era o misterioso cartaz.

Eli Morrow “O Servo do Diabo” Sua recompensa era de 8.500.000B$, relativamente bem alta, arregalava os olhos do taverneiro. “– Puxa é uma recompensa bem alta, para quem está nos blues.” Dizia o barbudo, que ao mesmo tempo se assustava quando o rapaz de cabelo prateado pedia o cartaz do procurado. “– Tudo bem, pode ficar, boa sorte em sua busca.” Tairin pegava o cartaz e saia do estabelecimento em busca de informações, logo observava pessoas apavoradas, a neve está vermelha de sangue. Há quatro homens mortos, os corpos rasgados, não há muito o que fazer pelos desafortunados. As informações de quem cometeu esse tal ato de brutalidade, batia com as que Aizin tinha sobre o homem do cartaz, quanto mais ele perguntava, maior era a certeza as pessoas estavam apavoradas. “– Ele disse que sua vingança estava apenas começando.” Uma mulher jogava suas palavras ao ar, tinha dado sorte de ainda está ali para contar história.

Por um momento um barulho casou medo, e surpresa, mas ao verem que se tratava de cornetas sendo tocadas por guardas vestidos com roupas tradicionais da marinha o povo se alegrou e tornaram a ficar ansiosos para saberem o que estava acontecendo. As cornetas de ouro maciço tocaram altas e esplendidas reluzindo aos últimos flocos de neve que mergulhava por detrás das montanhas amaldiçoadas. Então pararam por um momento e um cavalo branco de porte muito sério montado por cavaleiro digno de seu cavalo. O cavaleiro usava vestes brancas, douradas e prateadas e trazia em suas costas o símbolo da Justiça. Mas a beleza de suas vestes, de seu cavalo não eram nadas se comparadas ao homem que montava o cavalo. Sua face era séria e com traços bem definidos que mostravam que esse era um homem sábio e que já havia aprendido muito com as lições da vida. O homem era Kin, um marinheiro de extrema importância. Todos apresentavam profundo respeito por ele pois sabiam dos grandes atos que ele já havia feito e das grandes provações que ele havia passado. Kin sempre com o rosto erguido, desembainhou sua espada e brandiu ela para o alto. E as pessoas gritaram viva ao seu nome. O cavalo então parou. O Marinheiro olhou para a multidão a sua volta e guardando sua espada de volta na bainha falou numa voz muito séria, mas que indicava ternura e amor ao mesmo tempo, a voz de um herói. A voz que consola os que perderam e da esperança aos que não tem, é a voz de um homem cuja sabedoria ultrapassa a de qualquer outro ser na face da terra. E como se estivesse enfeitiçado eles escutaram o marinheiro com toda a atenção que fosse possível. Essas foram as palavras que saíram de seus lábios.

“- Povo de Karate Island um  terra abençoada no coração de uma terra nobre onde as montanhas abrigam um lago e os lago abriga a cidade. Gostaria de cumprimenta-los e desejar que sejam felizes aqui.” Fez se um silêncio total, Kin suspirou e continuou olhando nos olhos daqueles que olhavam ele com muita admiração. “- Muitos rumores sobre a minha vinda nessa época do ano devem ter surgido...” Cada pessoa imaginava se a sua hipótese seria a certa. O silêncio agora era maior do que nunca. Mas o homem da justiça prosseguiu após contatar que todos estavam extremamente ansiosos. “- Sim” – disse ele calmamente causando um certo medo para o povo “– O QG de Baterilla foi destruído, tenho passado pelas terras do South, convidando nobres homens que carregam consigo o desejo da justiça, a se alistarem na marinha em Baterilla...” Agora a maioria achava que ele traria uma boa notícia sobre o assassino, mas os pensamentos foram interrompidos pela voz cortante de Aragorn. “- Esse criminoso, tenho informações que deve estar a caminho de Baterilla, confio na marinha estarei voltando para as operações na Grand Line, pois se ele passar da última ilha, será uma ameaça muito grande.” – disse ele de uma vez ao ver a ansiedade nos olhos deles.

Houve então na cidade um rebuliço total e o barulho começou de novo. Para aqueles que buscam a paz sentiam-se felizes ao saber que o homem conseguiu fugir para Baterilla, ao mesmo tempo que alguns se sentiam preocupados cujo o boato que tinham era verdadeiro o QG de Baterilla havia sido explodido. Um ato tão importante que trouxe um marinheiro de extrema importância da Grand Line para os blues, trazer conforto e inspirar novos soldados reerguer a justiça no South Blue. Era possível ouvir algumas pessoas comentando. “– É não precisamos ter medo, o desgraçado foi para Baterilla.” O outro logo ao lado disse: “– O herói convocou nobres guerreiro a fazer parte da Justiça, acho que seguirei para Baterilla.”

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MensagemAssunto: Re: Ato I - O que é a Verdade?   Ato I - O que é a Verdade? EmptyQui 17 Maio 2018, 22:07

O que é a Verdade?


Estava um tanto quanto mais tranquilo, afinal. Jim acabara de me vender um Par de Botas que me seriam muito úteis durante minhas próximas empreitadas e o Casaco que acompanhou a compra com certeza iria garantir uma proteção digna daquele frio cortante. A quantia fora singela, nada que realmente fizesse minhas economias escorrerem pelas mãos. Tudo a que reservava minha atenção agora era no Cartaz de Procurado. Eli Morrow, o Servo do Diabo. Sua recompensa era algo peculiar. 8.500.000B$. Muito mais do que todas as minhas finanças; só que o mais preocupante não era isto, na verdade. Um reles procurado nos Blues com uma recompensa que beirava os 10 Milhões de Berries? Quem era esse cara afinal, algum cataclisma ambulante? Já vira diversos criminosos nos tempos em que andara com o Clã de Caçadores da Wild One's. Contudo, não conseguia me lembrar de alguém nos Blues com uma recompensa desta pela própria cabeça. – Puxa, é uma recompensa bem alta para quem está nos Blues... – Até mesmo o dono da estalagem ficava um tanto inconformado com aquela quantia. Compreendia-o, mas tentava manter-me quieto. Se o mesmo descobrisse quem sou eu, talvez pudesse gerar algum conflito. – Tudo bem, pode ficar. Boa sorte em sua busca. – Respondia-me honestamento o Grandão, deixando-me levar o Cartaz de Eli Morrow comigo. Por questão de segurança, guardaria o Cartaz dentro do colete. Procuraria, ainda antes de deixar a estalagem, vestir o Casaco de Inverno e as Botas, afim de me proteger do clima que estava fora dali, cujo qual não era nada amigável. Agora, os dados estavam lançados à mesa. Deveria sair e procurar por pistas e informações sobre Eli Morrow.

Entrementes, o Inverno parecia que traria consigo muito sangue. Ao deixar as acomodações de Jim com um aceno de cabeça breve e polido, indicando uma relação básica, como dois colegas que se despedem, acabava nem mesmo indo até as pessoas que antes havia visto comemorando em meio a uma fogueira, ou mesmo até os carroções que haviam passado por mim em meu caminho, não. Logo a diante acabava por me deparar com uma pequena reunião de civis que pareciam interessados em algo aparentemente apavorante; e não era para menos. Conforme me aproximava, notava machas vermelhas se desfazendo gradativamente em meio a neve. Sangue. Ao checar o acontecido, encontrava corpos de quatro homens, contados por mim mesmo, todos mutilados e sem vida. Conforme me colocava na situação, indagava os curiosos ali sobre o acontecido. Todas as informações e descrições das pessoas batiam com o que havia ouvido antes sobre Eli Morrow, o que era estranho. Como o Procurado cairia assim bem diante de mim? Era sorte demais para se confiar. Aprendi com a própria vida a não confiar em nada nem ninguém. – Ele disse que sua vingança estava apenas começando. – Dizia uma mulher que, em meio ao alvoroço, parecia ter testemunhado os momentos finais daqueles homens e saído com vida.

De repente, em um súbito repentino que abalara até mesmo minha concentração, trombetas foram ouvidas logo atrás de mim, aparentemente pelo percurso da rua em questão. Aos poucos, guardas deixavam a incógnita da neblina, exibindo seus semblantes orgulhosos e suas cornetas, todas ornamentadas no que parecia ser Ouro puro. Os mesmos se dispersavam para os cantos, formando um corredor no meio da rua, isto indicava, muito provavelmente, que alguém importante estava para passar por este corredor; e eu não estava errado. Neste momento, um cavalo branco como a neve que caia passara a trotar em direção a mim e aos outros civis, todo imponente. Em seu comando, estava um homem que merecia muitas cordialidades. Suas vestes brancas com diversos detalhes e entalhes dourados e prateados faziam jus a quem o mesmo respondia. Assim que parei para prestar atenção, pude perceber. Eram Soldados da Marinha; e ainda o tal montado no cavalo parecia ser de uma patente superior. Lembrava sobre qualquer coisa ligava àquela aparência, mas não tinha certeza. Logo que se aproximara o suficiente para ver todos ali presentes, o cavaleiro brandira sua espada aos ares como um protesto. Acabava tendo um breve susto quando todos, quase instantaneamente, gritavam vivas ao gesto. Como se aquilo quisesse dizer algo importante. Em um primeiro momento, o homem parecera orgulhoso demais para o meu gosto, mas as aparências enganam, como de costume. Logo que embainhara sua espada novamente, postou-se a falar conosco e seus dizeres foram sábios e acalentadores. Aquele homem não era apenas mais um convencido. Era um sábio.

– Povo de Karate Island. Uma terra abençoada no coração de uma terra nobre, onde as montanhas abrigam um lago e os lagos abrigam a cidade. Gostaria de cumprimenta-los e desejar que sejam felizes aqui. – O palavreado cessava após o fim de suas palavras. Aparentemente, o povo queria saber mais a respeito do homem que vos falava, Kin Aragorn; e assim se sucedia. – Muitos rumores sobre a minha vinda nessa época do ano devem ter surgido... – Acabava me lembrando sobre qualquer coisa a respeito de Kin dos tempos em que fora um mascote de Caçador de Recompensa. Era uma espécie de herói da Marinha que respondia a mesma fora dos Blues. Ao me tocar disto, acabava divagando um tanto. Kin estava nos Blues? Mas o que teria atraído o mesmo? Em consequência, minha resposta surgia em seguida. – Sim. O QG de Baterilla foi destruído. Tenho passado pelas terras do South, convidando nobres homens que carregam consigo o desejo da justiça, a se alistarem na marinha em Baterilla... – Aquilo sim era algo interessante de se saber. A Marinha estava procurando por novos aspirantes. Aparentemente, o mundo precisava de mais heróis para andar por ai em seu nome. – Esse criminoso, tenho informações que deve estar a caminho de Baterilla. Confio na Marinha. Estarei voltando para as operações na Grand Line, pois se ele passar da última ilha será uma ameaça muito grande. – Outra ótima informação. Então, muito provavelmente, se Eli Morrow fosse mesmo o responsável por aquela atrocidade, então o mesmo estava somente de passagem. O cão estava seguindo rumo ao limite de South Blue: Baterilla.

Neste momento, as pessoas começavam a conversar novamente, mesmo em fronte ao Marine. Alguns comemoravam que o assassino, mesmo que houvesse realizado um ataque recente ali, naquele lugar, agora estava fora daquelas terras, seguindo para uma ilha que se situa um tanto longe, se fossemos parar para analisar. Outros, no entanto, pareciam sentir-se amedrontados diante da verdade: O QG de Baterilla havia sofrido um grave ataque e o mesmo agora estava um tanto vulnerável, aparentemente. Em meio ao murmurinho ao meu redor e os Soldados parados a alguns metros, começava a divagar por conta própria. O que deveria eu fazer? A Marinha estava convocando-nos quase que em nossa porta para segui-los em sua empreitada. Mas era isso mesmo que eu queria? Seguir todas as Leis impostas pela Marinha e pelo famoso Governo Mundial? Será que talvez assim eu encontraria a finalidade do meu caminho? Bom, de uma coisa eu tinha certeza. Kin era um homem valoroso e experiente. Apesar de fazer seu próprio caminho, sempre soube colocar suas aspirações dentro dos pontos importantes que a Marinha lhe impôs. Talvez fosse esse o segredo. Aplicar minha própria maneira de fazer as coisas à importância de fazer valer a Lei e a Ordem pelo mundo. Talvez fosse desta forma que colocaria uma Boa Fama sob a alcunha de Raposa Azul que carrego a tanto tempo e que já me trouxera tantos infortúnios. Talvez fosse assim que desbravaria a imensidão de Paradise e descobriria tantas coisas novas e magníficas. Contudo, um Talvez não era o suficiente para dar o próximo passo, devia ter certeza ou não do que fazer; e tinha que ter certeza agora. Um momento como esse poderia não voltar a acontecer tão brevemente.

– Com licença, Sr. Aragorn. – Dirigia-me ao Soldado postado em cima do cavalo, tentando demonstrar confiança e proatividade, mesmo que meus trejeitos fossem acostumados a tentar manter os detalhes que me faziam ser semelhante ao Raposa Azul escondidos. – O Senhor mencionou que a Marinha está a procura de novos espíritos que buscam serem grandes e engrandecê-la. Bom, estou aqui, diante de ti, para me alistar. – Aquele momento seria único. Estava pronto para obedecer as ordens de Kin e seguir os caminhos que o mesmo me indicasse para me tornar um Soldado. O Cartaz de Eli Morrow ainda jazia intacto dentro de meu colete. – Leve-me para Baterilla. Eu quero ser um Marine. – Esta era minha afirmação contratual. Estava pronto para isto. E ainda, em Baterilla, poderia encontrar o paradeiro de Eli Morrow e por um fim em seu estilo Maníaco. Claro que faria isto com o meu estilo Maníaco mas, cá entre nós, algumas pessoas não são fortes o bastante para ser um Maníaco.

Fosse o que quer que o Marine me indicasse a fazer, prestaria atenção no mesmo e acataria suas ordens. Manteria-me atento ao meu redor e aos detalhes de seus mandamentos. Não cairia na conversa de qualquer um. Precisava, primeiramente, sentir a mesma veracidade que sentira antes nas palavras do Aragorn. Mesmo que isto jamais me fizesse crer fielmente no mesmo, saberia ao menos que este pode me ajudar por algum momento. O plano, no fim das contas era simples: Obedecer as ordens de Kin para poder ingressar na Marinha; Deixar Karatê Island para trás e chegar até Baterilla; Me alistar oficialmente na Marinha; Caçar o Procurado Eli Morrow; Realizar alguns outros feitos no processo como conhecer pessoas novas, afinal de contas, existia um mundo por aí e por mais que o mesmo seja falho e suspeito, conhecer pessoas e manter relações era algo primordial para a evolução humana; ainda, conseguindo manter o plano e me tornando um Marine, seria fidedigno que eu pudesse cumprir alguma missão com este título para começar a entender como as ações deste grupo funcionam; além disto, ainda estava interessado em melhorar certas habilidades pessoais minhas. Não estava contente com meus talentos apenas. Necessitava de novas capacidades, fossem de combate ou não.

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MensagemAssunto: Re: Ato I - O que é a Verdade?   Ato I - O que é a Verdade? EmptySeg 21 Maio 2018, 16:10



Narração


Aquele homem realmente sabia tocar no coração das pessoas, até para uma resposta simples as palavras que saiam de seus lábios demonstravam isso. “– Fico feliz, tudo o que você faz na vida, cada escolha que faz, tem uma consequência. Quando faz coisas sem pensar não está escolhendo nada, está sendo escolhido. Mas vejo em seu nobre coração que você não foi escolhido e sim a marinha foi escolhida para lhe dar uma farda ... vejo grande futuro em seus olhos.” Com isso aquele inspirador homem fazia um sinal, Aizin e mais três pessoas eram carregados por outros soldados da marinha em um cavalo. O caminho não era muito longo, devido a locomoção com aqueles animais, logo chegavam onde se encontrava um grande navio da marinha, havia outros soldados esperando e todos recebiam Kin como alguém superior. Também havia mais algumas pessoas de outras ilhas, todos com o mesmo propósito o caminho para Baterilla.

Uma coisa a raposa azul poderia ter certeza, há marinha tinha suporte necessário para que ele ficasse ainda mais forte. Sim, além de recursos para caçar O Servo do Diabo, o embarque era feito com muita rapidez, os cavalos subiam e ficavam numa parte amarrados. Algumas pessoas um pouco perdidas olhando e esperando o que iria acontecer, na sequência era notado a preocupação dos marinheiros em guiar o navio, como com todos ali dentro. mentos serão interrompidos quando Aragorn começar a falar. “- Não tenham medo” – falou ele calmamente com uma voz reconfortante “– Ninguém vai fazer mal nenhum a vocês.” Aragorn olhava para cada um dos futuros marinheiros “- Talvez haja uma pergunta maior do que essa, por que eu?” – diz Aragorn “– Bem, como símbolo de um grande herói não poderia deixar as coisas como estão, só que também tenho minhas próprias missões na Grand Line. Por hora é isso, se alimentem, temos uma boa comida, bebida quente e cobertores para todos a viagem não será longa.” Ele saia da frente de todos e ficaria calmamente olhando para o mar. O embarque havia sido feito.


Viagem 1/3

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MensagemAssunto: Re: Ato I - O que é a Verdade?   Ato I - O que é a Verdade? EmptySeg 21 Maio 2018, 21:40

O que é a Verdade?


As coisas estavam indo muito bem. Parecia que os ventos da sorte estavam começando à soprar para mim. Após suas palavras que incitavam inspiração não só a mim como para os demais ali presentes, Kin convidava-me a atrelar-me em uma das celas de seus seguidores, assim como com outros três que também decidiram ali, no calor de suas declarações, seguirem seus caminhos para a Marinha. Durante o percurso cavalgado, observara as ruas que passávamos, não deixando nenhum detalhe faltar. Aquele lugar era vizinho das terras que um dia meu lar habitara, ali também foi onde passei os últimos dois anos vivendo da melhor forma que pude. Deixar aquele lugar, por mais que fosse para descobrir meu verdadeiro destino no mundo, era doloroso.

Meus pensamentos eram anuviados nestas divagações até o momento em que chegávamos no porto. Olhando em frente, podia ver um grande navio da Marinha, talvez o maior navio que já havia visto na vida. Logo que eu e os outros aspirantes descíamos, os Marinheiros que haviam nos levado, assim como os que estavam esperando no navio começavam a fazer todos os preparativos. Os cavalos eram levados até suas devidas baias e os novatos como eu eram guiados pelos soldados. Kin exalava uma atmosfera de superioridade, a qual era nítida no comportamento das pessoas ao seu redor. Estava um tanto tenso em relação aos acontecimentos, tudo parecia muito novo; contudo, os outros pareciam até mais nervosos do que eu, ao passo que Aragorn percebia e colocava-se para nos acalmar. – Não tenham medo. – Aparentemente o mesmo parecia estar tentando ser brando em suas palavras, afim de nos reconfortar. – Ninguém vai fazer mal nenhum a vocês. Na verdade, talvez haja uma pergunta maior do que essa: Por que eu? – Continuava o superior. – Bem, como símbolo de um grande herói não poderia deixar as coisas como estão, só que também tenho minhas próprias missões na Grand Line. Por hora é isso, se alimentem, temos uma boa comida, bebida quente e cobertores para todos. A viagem não será longa. – Encerrava seu discurso instrutor e então, seguia para uma parte isolada do barco, donde ligeiramente era possível ver o mesmo apoiado no parapeito, observando o mar e suas quebras d'água. Parecia entretê-lo muito.

Observando o local ao meu redor, percebia que não era um lugar muito complexo. Via alguns Marines realizando suas tarefas dentro no navio, enquanto os outros que haviam se aventurado em novos horizontes começavam a analisar o local ao seu redor, assim como eu. Neste momento, estávamos em direção a ilha dentro do South Blue mais próxima de Paradise, a famigerada Grand Line. Meus pensamentos atingiam os milhões por hora. Estava agora cada vez mais próximo de grandes aventuras para viver e grandes mistérios para desvendar. Ainda, não faltava muito para chegar até as mesmas terras donde o meu Procurado se encontrava. Neste momento, bateria a mão direita no lado esquerdo do peito. Por trás do Casaco e de meu Colete, lá estava o Cartaz de Procurado de Eli Morrow, o Servo do Diabo. Em Baterilla, destinos iriam colidir e eu deveria estar preparado para esta colisão.

A partir de então, começaria a caminhar pelo Deck do Navio de capuz na cabeça e mãos nos bolsos do Casaco, procurando qualquer entrada para sair do frio congelante que estranhamente assolava os Blues naquela época. Durante minha caminhada, procuraria enxergar algum Marinheiro que fizesse parte do comitê do Navio, para então puxar assunto. – Olá Marine. Como vai a viagem? Muitos afazeres por aqui? – Tentava ser amigável. Não sabia até que ponto as pessoas ali sabiam sobre as histórias dos Wild One's e sobre minha alcunha de Raposa Azul, portanto, presumia que uma atitude passiva poderia manter as coisas estáveis. Ainda, se encontrasse o local onde os Marines preparavam suas comidas, fosse a cozinha ou mesmo um tipo de refeitório, encaixaria ainda um pedido em minhas indagações. – Meu nome é Azin, venho seguindo os conselhos de Kin. Por gentileza, vocês poderiam me preparar alguma quentinha para viagem? – Não sabia até que ponto os soldados da Marinha eram pacíficos, com isto, manteria-me atento a quaisquer movimentos bruscos. Nos dias de hoje, não se pode confiar em ninguém. Entrementes, durante minha caminhada, também procuraria pelos aspirantes que, assim como eu, estavam naquele navio pela primeira vez. Caso encontrasse algum destes, trataria de me apresentar e puxar algum tipo de conversa. – Hey, olá. Meu nome é Azin. Vi que você está aqui pela primeira vez. Acho que estamos na mesma situação, hehe. – Tentava ser simpático, mesmo que, em meu íntimo, não nutrisse sentimento ou empatia por ninguém. – E então, o que te levou a seguir seu caminho para a Marinha? Seria algum motivo especial? Ou simplesmente queria sair de onde veio? – Indagaria.

A viagem aparentemente perduraria por mais algum tempo até que conseguíssemos atracar em Baterilla. Além de manter contato com o povo que seguia viagem comigo, procuraria prestar atenção em como o navio e as funções dos soldados funcionavam, já que estava ali tão próximo destas pessoas. Deveria fazer valer meu senso de aprendizado para tirar o máximo de informações sobre a organização da Marinha. O frio era cortante mas não fazia o arder de meu espírito cessar por coisas novas para aprender e descobrir.

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Última edição por Bry4n em Qui 24 Maio 2018, 08:35, editado 7 vez(es) (Razão : Correção de Erros de Português.)
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MensagemAssunto: Re: Ato I - O que é a Verdade?   Ato I - O que é a Verdade? EmptyQui 24 Maio 2018, 14:58



Narração



Os soldados e as pessoas a bordo do navio se mostravam bem amigáveis, respondiam com sorrisos no rosto. “ – Ah tem sim, mas eu gosto do que faço, gosto de ser marinheiro.” Em seguida chegava ao refeitório do navio, teria que dividir a mesa com outras pessoas, porem a comida que lhe era preparada era de ótima qualidade, servia bastante um soldado bem alto e musculoso colocava bastante arroz, carne, feijão, fazia um prato a dar inveja enquanto falava: “ - Tem que comer!!!! Quero ninguém passando fome, além de terem que crescer esses músculos de vocês.” Com um sorriso animado ele recebia cada uma das pessoas no local. O vinho era de ótima qualidade se não o melhor dos blues, vindo de Micqueot, as pessoas até se admiravam com a recepção, alguns até achavam que estava numa festa. Logo se juntava a uma mesa de aspirante havia um lugar então sentava ao lado de uma jovem garota.

A menina possuía cabelos brancos, estava rezando no momento e era interrompida pela pergunta do Raposa Azul. “– Na verdade é a primeira vez que vejo tantas pessoas.” Sua voz era calma, como de uma sacerdotisa, com um olhar calmo, agora o garoto podia ver claramente seus olhos que eram claros. “– Desculpe-me, me chamo Lin.” Na sequência colocou um sorriso simples no rosto e completou. “– Sim estamos na mesma situação.” Ambos começavam a comer enquanto outras pessoas ali próximas prestavam atenção na conversa dos dois, o sabor da comida era muito bom, podia notar que a garota parecia ter gostado muito, ainda havia mais pessoas transitando pelo local, aspirante e soldados.

“ – Não gosto de coisas más e gosto de ajudar as pessoas.” Dizia ela com um tom de seriedade, comia um pouco e na sequência voltava a falar. “ – Nasci em Torino Kingdom uma tribo lá eu era tratada como uma pessoa especial, com amor e me protegiam do perigo. Quero fazer o mesmo pelas pessoas.” Com um tom empolgante, além dela demonstrar isso claramente enquanto falava. “ – E você, porque a marinha? De onde veio?” Completava perguntando a Aizin, que já notava a movimentação dos marinheiros, aparentemente terra a vista, logo já desembarcariam em Baterilla.

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MensagemAssunto: Re: Ato I - O que é a Verdade?   Ato I - O que é a Verdade? EmptyQui 24 Maio 2018, 16:04

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O que é a Verdade?


Não havia conseguido conhecer ninguém em especial durante minha caminhada até o refeitório do Navio. Aparentemente os Marines não são do tipo faladores. Contudo, ao adentrar o recinto, encontrava vários outros Soldados, quase lotando o local, a maioria conversando entre si sobre diversos assuntos. Enfim, o problema não era eles e sim Eu. Um estranho dentro do navio era difícil de engolir e eu devia entender isto, afinal de contas, ainda não era um Marine, propriamente dito. Seguindo até o local onde servia a comida, ao indagar o Marine, o mesmo logo tratava de preencher meu prato com o melhor que podia me oferecer. – Tem que comer!!!! Quero ninguém passando fome, além de terem que crescer esses músculos de vocês. – Falava enquanto terminava de me servir. Saia caminhando percebendo que, aos poucos, os Marines estavam se familiarizando não apenas comigo mas com os outros novatos também. Ao me aproximar de uma mesa específica, a que os outros aspirantes se assentaram, acabava me postando próximo a uma garota que aparentemente estava rezando. Não conseguia entender o que a mesma estava falando, porém, ao me dirigir a mesma, esta me encarava e me respondia, levando-nos a nos conhecer.

Seu nome era Lin, tinha olhos azuis muito claros, me deixando um pouco desconfortável até. Seus cabelos eram praticamente brancos por completo, amarrados no topo da cabeça por algum tipo de coque. Sua pele era morena, provavelmente devido ao Sol pois suas roupas eram muito pouco invasivas, deixando a mesma com o corpo muito exposto. Eram curvas interessantes, afinal. Conforme a conversa desenrolava, podia perceber que ela era deveras formal. Colocava cada palavra em seu devido lugar. Era gentil e simpática, ao mesmo que era séria e fria. O que era muito peculiar. Logo que me respondera sobre si, acabava por me indagar de volta. – Eu? Bem, eles me encontraram aqui em Karatê Island, a última ilha que passaram. Eu estava vivendo por lá faz bem uns dois anos, mas... – Neste momento, percebia como a mesma havia me feito se sentir confortável ao ponto que quase revelara sobre meu segredo. No exato instante que percebia isto, mudava minhas palavras. Não confiava nela, apenas havia conhecido-a e a mesma era uma boa pessoa. Nada mais. – Bom, antes disso eu vivia em uma vila próxima da cidade principal de Karatê Island. Vivi por muito tempo sem rumo ou razão, apenas fazendo o que me desse na telha. Claro, isto me rendeu muitas experiências, mas viver no vazio às vezes é solitário. – Agora sim, estava me aproximando da mesma da melhor forma que podia. – Sinto que, aqui dentro, encontrarei um Objetivo maior para minha caminhada. – A melhor resposta que tinha para esta pergunta. Enquanto conversávamos, ambos comíamos. Lin parecia muito feliz com o gosto da comida. Já eu não via nada demais. Era uma comida boa, mas não diferente do habitual, agora a garota parecia se deliciar como se nunca tivesse comido nada igual. Conforme o tempo passava, percebia uma agitação de alguns Marines em torno de nós. Talvez aquilo fosse um sinal, um sinal de que Baterilla já não estava tão longe.

– Me parece que estamos chegando em nosso destino, Lin. Concederia-me a companhia de ver a chegada em Baterilla? – Encaixava um pedido cortês em minhas palavras, mas apenas de forma brincalhona. Não sentia nada mais do que amizade por Lin e assim continuaria. O Raposa Azul é um homem solitário demais para ter sentimentos, afinal. Com meu pedido, levantaria-me de meu local, levando meu prato e o de Lin, se a mesma tivesse terminado, até o Marine que nos servira, procurando ajudar da melhor forma que podia. Então, chamaria a garota mais uma vez para subirmos até o Deck principal. Provavelmente, poderíamos ver Baterilla chegando no horizonte. Se chegássemos lá, olharia para os lados afim de talvez enxergar Kin entre nós, mesmo sabendo que alguém importante como ele provavelmente estaria ocupado naquele momento. Então, encostaria no parapeito do navio, olhando para donde o barco rumava, ainda mantendo uma conversa com Lin. – O que acha que nos espera em Baterilla? Será que os responsáveis pela catástrofe no QG da Marinha ainda estão por aqui ou mesmo alguém que os conheça? – Queria saber mais sobre como a mulher pensava. Analisaria suas palavras minuciosamente, da melhor forma que poderia.

Neste momento, procuraria bater no lado esquerdo do peito novamente, apenas para me certificar de que o Cartaz de Eli Morrow ainda permanecia comigo. Aquele homem era deveras cruel e insaciável, além de ter uma farta recompensa por sua cabeça. Entrementes, essas características não eram meus motivos principais de caça-lo. Meu interesse era em seu estilo. O cara era um Satanista e ainda possuía a alcunha de "O Servo do Diabo", com certeza seria intrigante conhecer e chutar até a inconsciência uma pessoa desse nível. Ainda tinha também o interesse em melhorar minhas habilidades físicas, ao passo que, um de meus Objetivos era encontrar um tutor em Baterilla, fosse ou não membro da Marinha, para me treinar um bocado. Estava começando a me sentir enferrujado, afinal. Sentia-me cada vez mais livre, agora que os ventos de Paradise já podiam ser sentidos, uma vez que Baterilla estava a um passo da Grand Line. Descobriria a Verdade sobre o Mundo e seus mistérios e principalmente, sobre o meu Futuro e o que fui Destinado a realizar.

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Última edição por Bry4n em Qui 24 Maio 2018, 16:06, editado 1 vez(es) (Razão : Correção de Erros de Português.)
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