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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [Mini - Noir] O Céu é o Limite

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MensagemAssunto: [Mini - Noir] O Céu é o Limite   [Mini - Noir] O Céu é o Limite EmptyQui 10 Maio - 16:28

Nome: Noah Reinhard
Idade: 25 anos
Sexo: Masculino
Raça: Humano
Tamanho: Normal (1,75m)
Estilo de Combate: Chicoteador
Localização: East Blue; Dawn Island
Grupo: Civil
Vantagens: Noção Exata do Tempo
Desvantagens: Código de Caçador
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MensagemAssunto: Re: [Mini - Noir] O Céu é o Limite   [Mini - Noir] O Céu é o Limite EmptyDom 13 Maio - 0:06

~Mini-Aventura APROVADA~


Olá, seja bem-vindo ao OPRPG!!

Eu sou um Orientador, minha função é lhe ajudar a se adaptar neste universo do OPRPG.

Sendo assim irei lhe orientar de todas as formas possíveis, a partir de dicas no decorrer desta Mini-Aventura. Como esse fórum é bem complexo em suas regras, também irei tentar responder suas dúvidas, por isso, no menu de navegação (parte superior do site) existe um link M.P. O mesmo corresponde às mensagens privadas. Lá você poderá, em qualquer momento que achar necessário, me enviar dúvidas de como prosseguir no jogo; ou pode entrar no seguinte link: https://www.onepiecerpg.com/f3-duvidas-criticas-e-sugestoes , e criar um tópico para algum membro da Staff responder; mas caso tenha dúvidas durante a Mini, pode colocar em "off" no próprio post.

Sim... Vamos ao que importa?

Abaixo seguirão algumas dicas para que leia antes de criar seu primeiro post.

DICAS:


  • Lembre-se que você apenas narra as ações de seu personagem, seu personagem nunca FAZ ele sempre TENTA e também demonstre desde o 1º post qual o seu objetivo na aventura.
  • O ambiente que você se encontra, NPC's e todo o resto que compõe sua aventura, quem cuidará disso sera seu narrador.
  • As mini-aventuras servem para corrigir seus erros na narração durante a aventura e também formas melhores de deixar sua narração mais interessante.
  • Caso a Mini-Aventura fique sem post durante 5 dias por parte do player, a mesma será cancelada.


O 1º post é seu e eu serei o seu Orientador.

Dicas e Orientações do Makei escreveu:
Yo ! Sempre tenha uma olhada nas Dicas e Orientações que estarão em Spoiler, será pelo meio que irei te ajudar ao passar dicas, orientações e feedbacks de como as coisas estão andando, também é um meio da gente conversar e interagir, então não se sinta acanhado para perguntar se caso tenha uma dúvida !

GodMode - Temido por muitos e destruidores de outros, é um dos maiores vilões das Mini’s, já que a construção do cenário e etc… Se vem totalmente pelo Narrador, então se atenha ao ato de sempre tomar cuidado com ele, a dica que eu posso lhe dar é abusar do Futuro do Preterito  (Verbo + ria , como ; Levantaria, Jogaria, chutaria, etc…) para citar as coisas como ; Poderia estar frio sobre o dia, por isso tentaria pegar uma de suas roupas pesadas para andar pelas ruas da cidade, deixaria essa alternativa de lado caso estivesse a noite por medo de ser assaltado(a). Aqui nós criamos uma situação onde citamos um cenário ao mesmo tempo fugimos do GodMode, ajudando na criação do post.

Linearidade - Nunca tenha apenas 1 caminho a seguir, traga outras rotas e possibilidades ! Isso serve tanto para podermos criar uma aventura legal e divertida como para saber o que o(a) seu(a) personagem lidaria com a surpresa de outros fatores, por isso, ter múltiplas ocasiões sempre se torna um atrativo a ser apreciado na narração !

Mini-Aventura - Se consiste em 4 partes onde iremos testá-los e orientá-los pelo caminho, sendo elas ; Inicialização, Interação & Diálogo, Combate e Finalização.

Inicialização : Considerada para muitos a parte mais chata e uma das mais complicadas pelo simples fato de não puder trazer nada de cenário para o post, as dicas que eu te ofereço são bem simples e de grande ajuda para o início, tente trabalhar com a Personalidade, Características e Aparência do seu personagem e deixando um simples objetivo ao final, um meio que pode lhe ajudar a trazer conteúdo extra para o primeiro post é o uso de Flashbacks, mas tudo isso fica ao seu gosto ! Só não esqueça de não citar nada do mundo afora atual ao mesmo tempo que tenta trazer o máximo possível do personagem !

Interação & Diálogo : Aqui nós iremos ver como você consegue trabalhar com o sistema do fórum, ao usar de Interações com NPC’s e seus diálogos, não sei se já andou dando uma olhada, porém nós usamos o Futuro do Pretérito, onde iremos trabalhar vários casos e possibilidades que possam existir em um simples contato, pode parecer um pouco difícil de início para se acostumar, mas tenha certeza que iremos resolver isso rapidamente !

Combate : O tema considerado por muitos o mais difícil, e eles tem razão ! Pois é aqui que nós iremos trazer todo o potencial do Pretérito, onde iremos tentar imaginar o máximo possível das coisas que possam vir, por isso não tenha preguiça de escrever quando chegarmos ali ! O negócio é loco memo.

Finalização : Acredito que aqui é a parte mais tranquila e sem problemas, já que iremos simplesmente finalizar nossa aventura, saiba que no fórum infelizmente nunca iremos poder trazer a situação “Perfeita” onde você concluiu e resolveu todos os seus problemas, então ter em mente um meio de “Finalizá-lo” é bem importante, parecido com o final de um capítulo onde tentaremos deixar todos os nossos espectadores ansiosos para a próxima parte !

Com isso eu acredito que passei o básico para que possamos criar uma boa aventura ! No meio do caminho estarei a disponibilizar mais dicas e te explicar mais detalhadamente do sistema então esteja atento(a) ! Na dúvida só me chamar por MP ou pelo Discord - Makei#5218

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MensagemAssunto: Re: [Mini - Noir] O Céu é o Limite   [Mini - Noir] O Céu é o Limite EmptyDom 13 Maio - 7:07


The Sky is the Limit
Abrindo seus olhos Noah olhou seus arredores, apenas para ser recebido pela escuridão que lhe era tão costumeira. Em uma sala vazia, sem janelas, o único som presente era o de suas correntes quando se mexia. Ele nunca havia escutado um único som findo do mundo lá fora, e tendo em vista que seus gritos de socorro nunca foram respondidos talvez nenhum som deixasse o local.

Ao escutar um estrondoso rangido, seus olhos se abriram em espanto. O som da única porta que levava ao local não lhe era estranho, costumava soar de doze em doze horas, sem falta. Porém não era o barulho que lhe fazia estremecer.

Luz iluminou o local, vinda do teto, e uma escada foi lançada pela abertura – provavelmente estava em um algum tipo de alçapão. Porém Noah era incapaz de se sentir feliz por ver a luz naquele quarto escuro, a luz que um dia gostou de sentir tocar sua pele. Seu corpo tremeu e suas mãos começaram a suar, seus olhos rapidamente lacrimejando. Aquele ranger, para ele, era como o abrir das portas do inferno.

—Não... Por favor, não! —Suplicou, sua voz rouca e sem força – decorrente dos dias de má alimentação e da sede. Sabia, porém, que não faria diferença. Sabia que iria sofrer nas mãos ‘dele’ novamente. E confirmando seus pensamentos uma figura de quase dois metros desceu pela escada; e após a porta se fechar apenas seus dentes brancos, formando um sorriso de escárnio e prazer, podiam ser vistos na escuridão.

[...]

E de um sobressalto, Noah acordou de seus pesadelos tempestuosos.

—M&rda! —Praguejou, visivelmente abalado. Era impressionante que o medo de passado ainda era tão vívido e intenso; todas as noites quando, em pesadelos intranquilos, lembrava-se daquela figura imponente e poderosa o seu estado mental era comprometido.

Sequer se importando em se lavar ou tirar um tempo para acalmar-se, o rapaz rapidamente buscou se retirar do local. Já sabia, por experiência, que havia apenas uma solução para o problema – ainda que fosse apenas um alívio momentâneo até que o próximo pesadelo chegasse.

Apenas após um longo e pesaroso suspiro viriam os primeiros passos. Seus passos lentos e firmes, passos de um homem confiante e sem medo; ainda que seu coração estivesse batendo acelerado, enquanto gotas de suor escorriam por sua bela face - deixando clara sua agitação e nervosismo. Aquela figura monstruosa não deixaria seus pensamentos até encontrar alívio apropriado, apenas parecendo se tornar mais real a cada momento que passava - como se transcendendo tempo e espaço para estar diante dele.

—Espero que tenha algo forte o suficiente... —E entre murmúrios direcionados a ninguém além de si mesmo, o rapaz tentou lembrar onde ficavam os bares do local. Sendo novo em Dawn Island apenas tinha em mãos as informações obtidas através de alguns velhos cães do mar cujas memórias a muito haviam se tornado turbidas.

Se, por ventura do destino, fosse incapaz de encontrar um bar por sua própria conta depois de algum tempo, apenas então iria perguntar —como posso chegar ao melhor bar das redondezas? —a pessoas próximas, ainda que a evidente contra gosto. Mesmo que desesperado, a ideia de precisar de ajuda lhe era repugnante - algo que não faria se não estivesse desesperado.

Sem dúvidas era um homem de orgulho e arrogância.


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MensagemAssunto: Re: [Mini - Noir] O Céu é o Limite   [Mini - Noir] O Céu é o Limite EmptySeg 14 Maio - 21:24

Interação


Na intercalada da noite de Dawn Island, um pobre rapaz parecia sofrer com os pesadelos de seu passado, sem sequer limpar o rosto ou dar um tempo de descanso sobre ele, se retirou de sua Casa rapidamente dos subúrbios próximo dos Muros de Porto Branco, sua rota ? Fácil ! Um Bar qualquer, o lar de todos aqueles que buscam uma maneira de esquecer algo de sua vida, seja ela tristeza, medo, raiva… Amor… Tudo se resume ao simples ato de se perder nos seus próprios sentimentos e sensações com um simples objetivo… Se esconder de sua miserável vida.

Com passos lentos e firmes de um homem corajoso como se tentasse mostrar para o mundo quem era, infelizmente os seus problemas internos eram refletidos pelo seu pobre coração que continuava a palpitar de maneira acelerada, gotas de suor podiam ser  vistas escorrer sobre o seu rosto… Você pode tentar enganar as pessoas com atitudes ou até na forma de andar, no entanto, o corpo não mente.

- Espero que tenha algo forte o suficiente... - Murmurou para si mesmo no meio de sua busca, infelizmente ainda era novo na região, o que tornava um pouco difícil de saber o caminho a seguir no meio da escuridão, felizmente sendo respondido de maneira rápida ao dar de frente com um par de luzes sobre uma das casas, era um Bar ! Adentrando do mesmo pode ouvir uma voz rouca, como se estivesse lhe avisando para que simplesmente desse meia volta e fosse em direção de sua casa, mesmo que fosse apenas entrelinhas, era o Barman que se encontrava logo após do balcão de bebidas. - Já vamos fechar jaja, acho melhor ir para casa rapaz !- Dentro do Bar, poderia ser visto ainda algumas pessoas, mas o clima não parecia agir de maneira correta… O que será que estava acontecendo ?


Legenda:
 
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MensagemAssunto: Re: [Mini - Noir] O Céu é o Limite   [Mini - Noir] O Céu é o Limite EmptyQua 16 Maio - 19:10


The Sky is the Limit

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A escurdião havia cobrido toda a ilha. Os majestosos muros do Porto Branco apenas uma vaga silhueta na escuridão. Noah lembrou-se de uma velha história enquanto olhava a escuridão ao seu redor: “dizem que o toda luz se extingue quando o demônio sai para caçar”, ou algo do gênero. Os anos no mar, vagando de ilha em ilha, havia lhe levado a conhecer muitas histórias diferentes, e também peculiares.

Porém Noah não era religioso ou supersticioso, e não acredita em tais palavras. Para seu deleite deu de frente com um bar, luzes ainda acesas. —Bom, bom, muito bom! —Sua excitação era tamanha que repetiu a palavra três vezes. Seus olhos pareciam cintilar em animação, seus passos se tornaram ligeiros lhe permitindo adentrar no local rapidamente. —Já vamos fechar jaja, acho melhor ir para casa rapaz! —Era como se um balde de água fria tivesse sido jogado sobre sua cabeça.

Um arquear de sobrancelhas era toda a resposta que podia dar às palavras do homem. Arrogante, mas não um tolo, Noah era capaz de sentir a atmosfera estranha que pairava no estabelecimento, ainda que a mesma não lhe incomodasse. "Que porra está acontecendo aqui?", queria perguntar em um tom exaltado e claramente irritado. Porém tais palavras nunca deixaram sua boca. Seus olhos arregalados, suas mãos suando frio - conseguia sentir os olhos dele direcionados a ele. Tinha a sensação de que Ele entraria pelas portas do estabelecimento a qualquer momento, então sentaria ao seu lado e pediria uma dose de Whisky; então, seus lábios se iriam se partir, dando espaço para um sorriso cínico, cruel e doentio. Sabia que era apenas um delírio de sua mente, mas seu corpo reagia assim mesmo - seu coração acelerando ainda mais, suas mãos respirando e sua face se tornando um bocado mais pálida.

—Faça seu trabalho e me de uma dose de seu produto mais forte! —Sequer se importando em colocar suas palavras de uma forma "amigável", ordenaria quase que como um chefe a seus capachos. Não era como se fosse gastar muito tempo ali, ou como se importasse com o que o Barman e outros clientes pudessem vir a pensar sobre ele. Só queria resolver seus assuntos, trancafiar seus demônios na parte mais profunda de sua mente e esquecer de todos os problemas que lhe atormentavam.

Se o homem lhe servisse uma bebida, pediria por outra dose antes de observar os seus arredores. Seus olhos revelando um brilho afiado e provocativo, como se tirando sarro de todos os presentes. —Com tantos porcos isso aqui fede mais que um chiqueiro. —Comentaria, talvez influenciado pela bebida ou simplesmente querendo causar confusão. —Me de um chicote e eu acabo com essa farra. —Diria para ninguém em especial. Caso houvesse algum movimento suspeito ou sinal de intriga, o rapaz imediatamente se colocaria em posição de combate - com ou sem arma.

Caso o Barman se recusasse a lhe servir, Noah bufaria em irritação, dirigindo-se às mesas e sentando-se ao redor de uma delas. —Vá se fuder! —Iria exclamar enquanto buscava se sentar fazer a maior quantidade de barulho possível. Precisava beber e resolver seus problemas, ao mesmo tempo não queria suplicar por bebida - seu orgulho não permitia. Então lançaria um olhar afiado aos presentes no local, os observando da mesma forma que fazia com formigas - com desprezo total. “Foda-se a atmosfera, foda-se esses babacas e foda-se este Barman de merda.” Já sentado iria aguardar; aguardar que algumas doses fossem servidas em perdão ou que a “festa” começasse.

Caso Noah fosse impossibilitado de realizar quaisquer destas ações, ou barrado, imediatamente iniciaria um conflito - lançando um soco na direção de quem quer que fosse. Não era nenhum lutador; mas estava desesperado e com seu orgulho ferido por não ter sido servido, seus pensamentos não estavam em ordem.


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MensagemAssunto: Re: [Mini - Noir] O Céu é o Limite   [Mini - Noir] O Céu é o Limite EmptyQui 17 Maio - 0:19

Interação


Se tinha algo a ser dito sobre as palavras do Barman era que Noah não havia gostado nem um pouco, com um arquear de sobrancelhas o mesmo adentrou do recinto, mesmo que não tivesse gostado nem um pouco das coisas e gostaria de agir de uma forma totalmente diferente, o mesmo preferiu por não vir a fazer… Infelizmente não foi o que seu corpo havia respondido ao andar em direção do Barman, pode sentir seu coração palpitar, o clima frio da noite lhe abraçar enquanto suas mãos e seu rosto se tornavam um com o branco.

- Faça seu trabalho e me de uma dose de seu produto mais forte! - Bradou de forma arrogante, como se fosse o novo manda-chuva do local, sua ação era simples… Apenas queria esconder os seus problemas na casa dos problemáticos… Para que tanta dificuldade em apenas um par de doses ? - Senhor… Não me entenda errado, eu só não quero te trazer problemas… - Comentou em um tom de voz baixa ao servir a primeira dose de Whiskey para Noah, coisa que parecia ser totalmente ignorada após tomar a segunda dose. Com um olhar afiado, o mesmo pode observar o local com mais atenção para saber o que estava acontecendo, por mais incrível que parecesse, o local não estava nem próximo de ser considerado vazio… Então qual era o problema ? Com a maioria das mesas ocupadas por pessoas diversas, apenas uma coisa era de fato parecida entre eles, sua maneira de vestir e o emblema em seus coletes eram todas referentes ao mesmo grupo, igual ao que consideramos hoje em dia um Grupo de Motoqueiros ou de Cowboys. - Com tantos porcos isso aqui fede mais que um chiqueiro. - Comentou talvez na tentativa de buscar algum tipo de confusão ou até mesmo de tentar transparecer como alguém “Forte” na visão dos outros, coisa essa que havia conseguido facilmente após o segundo comentário. - Me de um chicote e eu acabo com essa farra. - Falou como se apenas estivesse a pensar alto, na verdade… Bem alto, ação essa suficiente para colocar o Barman em um alarde que rapidamente puxou o braço para perto, como se estivesse a tentar falar com ele de maneira privada. - Você tá louco ? Quer fuder o meu negócio ? Por acaso sabe quem são esses caras ? Então… Nem eu faço ideia ! Essas porra só apareceram aqui e tou tendo que manter aberto até eles quiserem… Não me complique aqui amigo… - Ação essa que pareceu chamar um pouco da atenção das pessoas do local que logo vieram perguntar o que estava acontecendo. - Hey ! Algum problema com o corajoso ai ? Hahahahahaha ! Eu adoro esse tipo de gente, as piadas deles sempre me surpreendem, certo gente ? Hahahaha - No meio da bebedeira, apenas risadas e chacotas pareciam ser ditas por eles após ouvir as palavras de nosso Protagonista sobre o local. - Hahahah ! Relaxa, é só um cliente que sempre vem aqui e ele gosta de fazer essas brincadeiras, CERTO ?! - Terminou por falar com um olhar sério em direção de Noah, se tem uma coisa que ele sabia era que realmente o Barman apenas estava sendo abusado naquele lugar e talvez não tivesse ninguém para ajuda-lo, da mesma forma que a quantia de pessoas ali não era pequena, ou seja… Se colocar em uma briga dessa forma não seria nada inteligente… Talvez se propuser algum tipo de jogo, duelo ou coisa do gênero fosse uma coisa interessante a se tratar, mais ainda se o Barman pudesse lhe oferecer um chicote.

Legenda:
 
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MensagemAssunto: Re: [Mini - Noir] O Céu é o Limite   [Mini - Noir] O Céu é o Limite EmptySab 19 Maio - 23:17

o céu é o limite

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Algumas pessoas nascem com um bom coração, você pode dizer. Algumas são simplesmente justas, e tratam os outros da mesma forma que são tratados. Noah? Nenhum deles. Escutando as palavras e avisos do Barman apenas um sorriso de desprezo apareceu em seus lábios. Honestamente, não se importava se o estabelecimento do homem seria destruído e queimado até não sobrar nada para trás - não era um bom homem, não era justo; era apenas mais um bastardo exibido, um que se importava somente consigo mesmo.

“Ah, delicioso!” Ver o desamparo e dificuldade dos outros era um tipo de diversão, de certa forma. Tanto a bebida quanto a preocupação e desespero do Barman haviam melhorado seu humor, e clareado um pouco sua mente. Noah sabia, porém, que aquilo estava longe de ser o suficiente para expelir seus demônios, ou no mínimo os trancafiar novamente. “Bem, pelo menos desta vez foi eles que se entregaram a mim,” seus pensamentos logo tomaram uma nova vertente; seus lábios deram espaço para um sorriso cínico, cheio de malícia.

—Quer ouvir uma piada ainda melhor? —Arrogância parecia emanar a cada palavra. —Eu posso ensinar porcos a voar, quer aprender? —Porém, não sendo um tolo, Noah não puxaria briga com o grupo inteiro. Já tendo observado-os anteriormente, escolheria aquele que parecesse mais forte e selvagem, cuja presença se destacasse mesmo dentre o grande grupo. Jamais se rebaixaria a lutar contra uma presa indigna de sua pessoa; “além do que, destruir os fortes é muito mais saboroso” concluiu mentalmente.

—Claro que, para ensinar truques a animais estúpidos, eu preciso da minha ferramenta de trabalho. —Obviamente, não podia lutar desarmado. Olharia então para o Barman, —E se eu não vencer, sua espelunca vai ir pelos ares, tenho certeza. —Caso o mesmo lhe oferecesse uma arma, sorriria em deleite. Ainda com seu olhar arrogante, usaria o chicote para fazer um golpe provocativo contra seu alvo, *Whop-eesh, e ao som do chicote estalando proclamaria —então, que tal começarmos com as aulas? —Vale notar que as ações e palavras de Noah não foram realizadas sem motivo. A primeira chicotada lhe serviria de teste, lhe indicando o cumprimento de sua arma e a quantidade de tempo necessário para a mesma se estender ao limite. Suas palavras buscavam irritar seu oponente, pois lidar com um oponente tomado pela raiva é muito mais fácil do que lidar com os que mantêm sua racionalidade e estado mental no pico. Logo em seguida, independente das ações de seu oponente, se colocaria em posição de combate, antes de mais uma vez observar seus arredores. Colocação de mesas e cadeiras, tais como demais objetos, eram importantes de se lembrar ao iniciar uma batalha no interior de um estabelecimento.

Porém, caso o Barman não lhe entregasse uma arma ou fosse capaz de disponibilizar uma, encolheria os ombros. —Eu não posso brincar sem meu chicote; estas belas mãos apenas tocam mulheres. —Apesar de que suas palavras possam soar estúpidas para alguém em desvantagem, a fundo elas não eram assim tão simples quanto soavam. Que tipo de homem estaria disposto a sofrer um golpe a sua dignidade em frente a seus colegas de trabalho, até mesmo possíveis subalternos? Uma vez que alguém falha em estabelecer sua supremacia e deixar clara sua superioridade - especialmente neste tipo de gangue - sua posição entra em perigo e ele esta, mais cedo ou mais tarde, destinado a ser rebaixado ao nível mais baixo. Noah estava apostando exatamente nisso, apostando que seu oponente não estaria disposto a lutar contra um oponente desarmado para preservar seu orgulho, sua dignidade e também provar sua superioridade. Caso recebesse a arma que tanto necessitava, faria um pequeno teste com a mesma antes de lançar um sorriso presunçoso a seu oponente. Tendo observado o alcance de sua arma e a velocidade com que a mesma atingia esta distância máxima, afastaria-se de forma a estar longe o suficiente de seu oponente, porém ainda o mantendo no alcance de sua arma.


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MensagemAssunto: Re: [Mini - Noir] O Céu é o Limite   [Mini - Noir] O Céu é o Limite EmptyQui 24 Maio - 22:59

Combate


Quem diria que para os olhos de nosso protagonista, o sofrimento daquele Barman não era nada mais do que sua pura diversão, ver aquelas pequenas pessoas sofrerem não faziam a mínima diferença para Noah, afinal, qual era a diferença dele para aquelas pestes ao seu lado ? Literalmente nenhuma ! Pobre Barman que não sabia que no final estava a lidar com apenas mais um bastardo nojento que apenas se importava com o seu bel prazer. Agora com um pequeno “Up” em seu humor, mesmo sabendo que isso ainda não era o suficiente para que lhe deixasse livre daquele lúdico pesadelo que continuava a assombrá-lo, talvez fosse a melhor coisa para descontrair e com um sorriso cínico e cheio de malícia, sua voz arrogante poderia clarear a mente daquele pobre senhor a sua frente, no final… Todos eram um bando de desgraçados que nunca deveriam estar por aí. - Quer ouvir uma piada ainda melhor? - Suas pequenas palavras pareciam soar como o prelúdio de um desastre nas pequenas orelhas do Barman, nem mesmo havia ouvido a maldita piada e o suor parecia escorrer sobre seu rosto igual um leitão velho. - Eu posso ensinar porcos a voar, quer aprender? - Apenas o barulho da saliva sendo engolida pelo pobre homem podia ser ouvida como resposta, isso apenas significava uma coisa, más notícias !

Mesmo que Noah tivesse a audácia de falar essas coisas, ele não era uma pessoa nem um pouco próxima de ser chamado de tolo, havia uma ideia de como se colocar naquele lugar, não podia simplesmente sair puxando briga contra todas aquelas pessoas no local, a desvantagem de lutar sozinho seria surreal para apenas ele, por isso a sua ideia era simples, chamar a pessoa que apresentasse ser a mais forte ! E isso era fácil de ser detectado no momento que já havia dado uma olhada no local, afinal… Havia uma pequena mesa no meio mais próxima do Bar que tinha apenas um homem jovem sentado sobre ela, pode perceber que qualquer um daqueles inúteis tinham sequer a coragem de se aproximar daquela pequena aura de morte que continuava a emanar daquela mesa, era a sua presa !

- Claro que, para ensinar truques a animais estúpidos, eu preciso da minha ferramenta de trabalho. - Olhou para o Barman antes de completar a sua fala, dando um pequeno toque de ênfase naquela pequena ferida que só parecia continuar a crescer no peito do senhor. - E se eu não vencer, sua espelunca vai ir pelos ares, tenho certeza. - Isso era um fato, querendo ou não, logo logo aquele local ou iria para a falência ou seria destruído por inteiro… No entanto suas palavras apenas pareciam trazer alegria para aquele povo como se estivessem ouvindo um pequeno show de comédia, mal eles sabiam que um pequeno sorriso de deleite poderia ser a reviravolta de um início uma luta incrível ! - Por favor… Tente não destruir muito de meu estabelecimento… - Expressou ao dar um pequeno chicote que havia logo abaixo de seu balcão, por que diabos teria algo assim ali ? Não sabemos, provavelmente pelo bem do plot mesmo. - então, que tal começarmos com as aulas? - Comentou antes de fazer a sua primeira tentativa de provocação, que havia simplesmente calado a todos naquele Bar, principalmente ao ver seu chicote estalar acima da mesa do jovem solitário, impedindo que o mesmo continuasse a tomar sua bebida.

Observando-o colocar a sua pequena bebida sobre a mesa novamente e dar uma leve arrumada em seu chapéu, continuou sentado enquanto sua voz rouca pode ser ouvida sobre o local, estava séria, no entanto nem um pouco irritada, na verdade, interesse seria a resposta correta. - Você parece alguém interessante… Pena que pessoas como você geralmente morrem cedo meu amigo, me diga seu nome antes de eu simplesmente meter um buraco em sua cabeça, quem sabe assim você saiba aprender o motivo que todos aqui me respeitam. - Apenas o calafrio da noite podia ser sentido ecoar naquele pequeno Bar enquanto pequenos coxixos continuavam a ser comentados, felizmente sendo possível que Noah os ouvisse. - Se ta de zueira que ele foi logo escolher o filho do chefe ? Porra ! Podia ser qualquer um, até o próprio chefão, mas logo ele ? Pobre comediante… -

Agora com um combate confirmado, apenas precisava reparar de maneira correta no local que estava, já que não tinha como saber que tipo de arma o seu inimigo poderia usar ou sequer o que ele podia fazer, por isso que toda informação era importante ! No Bar o nosso Protagonista pode perceber que havia cinco grandes vigas de madeira que dava sustância para o local, eram grossas e bem reforçadas o suficiente para que alguém do porte dele fosse possível se esconder atrás, acima do balcão que o Barman estava havia uma pequena “Varanda” do segundo andar. Já no primeiro andar, havia um total de oito mesas, tendo quatro cadeiras cada uma delas, perto dele tinha uma mesa em  cada quina do salão, 2 em cada canto direito e esquerdo, bem próximas das paredes do estabelecimento e para finalizar tínhamos duas mesas na parte central, uma se encontrando mais proximamente do balcão e a outra do centro do Bar, deixando a parte da entrada mais aberta e livre já que logo ao seu lado havia escadas que subiam para o segundo andar.

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MensagemAssunto: Re: [Mini - Noir] O Céu é o Limite   [Mini - Noir] O Céu é o Limite EmptyTer 29 Maio - 3:26

o céu é o limite

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Apesar de aparentar ser um idiota arrogante, um babaca boçal e um tolo em todos os sentidos, Noah tinha maestria sobre sua arma sem igual. “As vantagens de minha arma são claras como o dia; eu seria um tolo se avançasse contra meu oponente, ou deixasse de usar seu alcance e flexibilidade para atacar.” O alcance e flexibilidade eram suas maiores qualidades, se mantida uma boa distância nenhum espadachim ou lutador seria capaz de vencer. “Porém as desvantagens são claras para qualquer um também. Se meu oponente tomar cuidado, provavelmente a luta vai demorar para acabar...” Um dos maiores defeitos de sua arma era seu dano – o chicote não havia sido feita para matar, e sim para restringir (a menos que algumas modificações fossem feitas, é claro). Ademais, armado apenas com um chicote sua defesa era quase nula e sua única escolha perante ataques inimigos seria a esquiva ou o uso de sua arma para desviar a trajetória – receber um ataque seria idiotice.

“Além do que, eu ainda não sei qual a arma dele...” Era claro que para melhor usufruir de suas vantagens e tomar conta de suas desvantagens era necessário identificar a arma de seu oponente. Por causa disso iria priorizar descobrir o armamento de seu inimigo - armas de longa distância seriam um grande problema, enquanto armas de curto e médio alcance seriam mais fáceis de se lidar com.

Caso seu oponente estivesse em posse de uma arma de curta ou média distância, de forma alguma Noah deixaria seu oponente se aproximar ou o faria ele mesmo. Tendo analisado o local ao seu redor sabia que havia duas alternativas. Uma era usar as vigas como seu escudo contra possíveis ataques; tal escolha podia parecer a melhor a primeira vista, porém tinha claras desvantagens. Esconder-se atrás das vigas iria bloquear seu campo de visão, e não tendo ciência da velocidade de seu oponente permitiria que o mesmo se aproximasse sem que tivesse noção perfeita da distância entre os dois. Ainda assim, elas também podiam servir como método restritivo – se apenas conseguissem restringir seu oponente contra elas.

Por outro lado havia um local que considerava mais apropriado para combater seu inimigo – as escadas. As mesmas não apenas ofereciam uma visão superior do bar, mas os degraus também lhe permitiriam desestabilizar seu oponente mais facilmente – restringir as pernas do mesmo certamente o iria fazer rolar escada abaixo. As vantagens não acabavam por ai; se seu oponente fosse um combatente de curta distância então alguns de seus pontos vitais estariam protegidos (coração, cabeça e garganta), mesmo que este conseguisse se aproximar – ainda que estivesse desprotegido da cintura para baixo. Por outro lado, a cabeça de seu oponente se tornaria um alvo mais fácil de ser atingido, graças a estar em um local mais elevado. Outra vantagem do uso das escadas é que sua proximidade as paredes tornaria mais complicado o uso de armas que precisassem de grandes movimentos para atacar – como foices ou golpes cortantes de lanças.

Vale ressaltar que Noah estava próximo as escadas e seu oponente ainda sentado, então as chances de chegar a mesma eram altas desde o início. Caso conseguissem se posicionar de forma apropriada nos degraus, então iria aguardar que seu oponente fizesse seu movimento, lançando seu primeiro ataque assim que o mesmo colocasse os pés no primeiro degrau. Iria almejar as têmporas ou os olhos, áreas que se afetadas trariam certo benefício. Graças a flexibilidade de sua arma seus movimentos não eram afetados de forma exagerada pelo campo de batalha pequeno; com um mover de suas mãos faria seu chicote estalar, não visava um ataque frontal, mas sim lateral - de forma a dificultar a defesa de seu oponente. Caso seu ataque fosse um sucesso, imediatamente lançaria o próximo, agora visando o pescoço de seu inimigo, buscando o enroscar. Se fracassasse em seu primeiro ataque, não iria arriscar um seguinte antes de mover-se para trás com calma, para evitar qualquer movimento de aproximação, antes de atacar novamente. Conforme seu oponente se aproximasse, então alvejaria diferentes posições de seu corpo - como os dois olhos, as têmporas, os lados do pescoço e as pernas (na tentativa de o desestabilizar ou restringir). Caso seu oponente chegasse perto o suficiente para fazer um ataque cortante na diagonal, rapidamente subiria rapidamente os degraus - cuidando para não tropeçar - buscando manter a distância. Por outro lado, se o mesmo tentasse um ataque perfurante – como uma estocada de espada ou lança - ou um golpe cortante em vertical, moveria seu corpo brevemente para o lado, não desperdiçando movimentos, de forma a evitar o ataque a lançar um contra-ataque logo em seguida, buscando restringir a(s) mão(s) de seu oponente, dando prioridade para aquela portando a arma.

Além de tudo isso, Noir já havia encontrado um rota de fuga no segundo andar caso necessitasse. Usaria seu chicote como laço o prendendo na beirada da “varanda” e em seguida pulando para o andar inferior, de forma que o chicote não lhe permitisse cair em queda livre e sim chegar ileso ao andar inferior.

Porém, caso identificasse que seu oponente estivesse em posse de uma arma de longa distância tremeria por um momento, em irritação. “Merda! Merda!” Praguejaria mentalmente. Apenas então notaria que as palavras de seu oponente tinha um sentido literal, ele realmente queria fazer um buraco em sua cabeça... talvez até mesmo tivesse uma arma de fogo em mãos. Se fosse o caso não poderia ter notícia pior para Noah. A efetividade de seu chicote a curta distância, onde seria mais propício para desviar de ataques de fogo, era quase nula. A média distância, seu campo, seria facilmente alvejado – para não falar sobre longa distância, onde seu chicote seria incapaz de acertar seu oponente.

Shhlash, sem qualquer aviso empunharia seu chicote e lançaria um ataque em direção a seu oponente. O mesmo já havia falado, mas sequer havia feito o movimento de levantar ainda. Apesar de poder atirar sentado, certamente não era a melhor posição para um atirador. De onde estava, acertar as mãos de seu oponente seria difícil, portanto o melhor local para almejar era os olhos – pois acertar-lhes lhe seria vantajoso.

Não se precisa ser médico para saber que os olhos são uma das partes mais frágeis do corpo. Sua arma podia não ter grande poder de ataque, mas se fosse capaz de acertar um dos olhos de seu oponente certamente causaria um bom estrago – e diminuiria sua precisão. Podia ser considerado covardia atacar antes de seu oponente estar preparado ou sem dar um sinal de aviso, porém, Noah pouco se importava com tal. Apenas queria derrubar seu oponente, o chicotear com todas as forças até feridas profundas se abrirem, e então aliviar toda a tensão que estava sentindo ao tomar algumas bebidas enquanto torturava o mesmo.


Caso seus ataques não tivessem sucesso, ou o oponente se recuperasse rapidamente, se esconderia atrás das vigas, esperando que as mesmas fossem capazes de parar o ataque. —Vamos treinar, sua porca maldita! —Caçoaria, ainda que sua situação não fosse das melhores. Caso o oponente se aproximasse o suficiente iria então lançar um ataque, tentando restringir a mão em posse da arma.

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MensagemAssunto: Re: [Mini - Noir] O Céu é o Limite   [Mini - Noir] O Céu é o Limite EmptyQui 31 Maio - 19:23

Combate


Com uma atitude um tanto quanto atraente para a visão das mulheres, Noah pode mostrar toda a sua audácia diante daquelas pessoas a sua volta, para todos que acreditassem que ele era apenas um comediante ou um tolo, errados ! Quando se estava com sua arma em mãos, Noah poderia ser dito como um mestre no manuseio de um chicote e ele sabia muito bem como trabalhar os pontos fortes e se preocupar dos fracos, tendo o alcance e a flexibilidade como um ponto chave, seu único problema era o dano que poderia se obter de uma arma tão comum e o mesmo já tinha todo seu plano bem estruturado para caso o seu inimigo logo a sua frente que ainda se encontrava sentado poderia usar, se o mesmo fosse um usuário de arma média ou de curta, era fácil em tentar manter uma distância como vantagem, já que sabia até onde seu chicote poderia ir, além disso, havia todo um arsenal de coisas ao seu redor para usufruir, como por exemplo as escadas e até mesmo o segundo andar… O único problema viria se fosse um desfrutador de armas de fogo, destruindo todos os seus planos… Só precisava de uma coisa, saber que tipo de pessoa esse maldito era !

- Bom… Já que você não quer me falar o seu nome, prazer meu nome é Mcree ! - Ao mesmo tempo que havia falado, o mesmo agia rapidamente, já que o nosso protagonista não havia conseguido distinguir que tipo de arma o mesmo usava, optando pela escolha de ser uma arma de fogo por suas palavras, a resposta ? Estava certo ! Mcree era um usuário de pistolas e sua escolha havia sido boa ao mirar em seus olhos, o único problema era… Quem diria que o maldito chutaria a mesa, a fazendo cair de lado e impedindo o seu chicote mesmo com sua flexibilidade, porém as coisas não acabaram apenas com isso, mais um chute era dado no centro da mesa que dessa vez ia em direção de Noah junto de três tiros que passaram por dentro dela ao se levantar, o primeiro felizmente havia errado, o segundo passou de raspão sobre o seu braço dominante e o terceiro… A desgraça da bala havia se cravado em seu outro ombro, fazendo o seu belo sangue escorrer sobre a sua roupa e dificultando as coisas. Sem escolhas do que fazer, apenas se esconder em uma das vigas parecia o ideal, as coisas não estavam nada boas… - Vamos treinar, sua porca maldita!  - Agora o combate parecia seguir um caminho frenético e um simples erro poderia ser a decisão de vida ou morte, todavia, o mais interessante era que as pessoas do local apenas pareciam felizes e motivados com isso, como se não tivessem medo de simplesmente tomar uma bala perdida no meio daquilo, e agora, o que nosso Protagonista faria ?

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