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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Flagelo de Lvneel

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MensagemAssunto: O Flagelo de Lvneel   O Flagelo de Lvneel - Página 2 EmptyTer 08 Maio 2018, 16:33

Relembrando a primeira mensagem :

O Flagelo de Lvneel

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Jurgen E. Rutherford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Lvneel   O Flagelo de Lvneel - Página 2 EmptyQui 24 Maio 2018, 10:58

Confronto 2

O marinheiro do machado era mais rápido do que eu esperava, não só foi capaz de esquivar-se dos meus golpes, como conseguiu desferir um golpe razoavelmente forte em meu ombro, golpe esse que não passou de pura sorte da parte dele, não era possível que eu tivesse cometido um erro ou ele simplesmente fosse mais rápido, ele teve uma sorte grande e isso não se repetiria, eu não permitiria que isso se repetisse. Afinal, eu sou o homem que irá transformar o governo em uma montanha de escombros e cadáveres.

- Humpf! parece que você conseguiu dar um golpe de sorte - Provocaria em um tom debochado, enquanto voltaria para posição de combate. - Mas não se preocupe, me certificarei de que isso não se repita.

Verifiquei também que os atiradores estavam prestes a atirar em mim, porém eu não via nenhum caminho para neutralizá-los antes de cuidar do homem do machado, então decidi que iria ter que aguentar os tiros que viessem em minha direção, minha prioridade era cuidar do líder deles.

Então, eu me ajoelharia e afundaria minha mão do porrete na neve, deixando a arma cair, e olharia fixamente para o marinheiro do machado.

- Você conseguiu acertar um golpe devido a sua sorte. - Olharia fixamente para ele, enquanto falava em um tom provocativo. - Por que não tenta acertar mais um?

Dito isso, ficaria atento aos movimentos dos marinheiros, caso o do machado fosse o primeiro a atacar, por terra ou pulando pelos galhos das árvores, eu cataria um grande punhado de neve com minhas mãos de gigante, e quanto ele viesse em minha direção para atacar e estivesse em uma distância curta para minha altura,, atiraria a neve em sua direção com o objetivo de desorienta-lo, e então buscaria meu meio-porrete e tentaria desferir mais quantas porretadas me fossem possível, tentando aguentar a dor de ataques dos atiradores ou do resto dos marinheiros. Tentaria mesmo que me fosse acertada outra machadada, faria o possível para bloqueá-la com o braço ou o resto do porrete, mas também tentaria ao máximo aguentar o dano caso possível e continuar batendo.

Caso eu consiga vencer a luta ali, Tentaria deixar algum dos marinheiros vivo, não o líder, esse eu atacaria com toda a violência para matar e para tentar fazer com que ele não conseguisse fugir. Caso de fato algum dos marinheiros sobreviva, eu verificaria se ele estaria consciente, caso não esteja eu daria um pequeno chute apenas no intuito de fazê-lo acordar. E então declararia:

- Meu nome é Jurgen E. Rutherford, eu sou aquele que irá destruir por completo a marinha, e que aniquilará por completo o governo mundial, seus integrantes, e qualquer um neste mundo que os apoie! - Declararia com uma voz alta e possante, mas ainda sem perder minha compostura, tentando também intimidar o marinheiro o máximo possível. - Agora vá, fuja e espalhe isso para todos os seus superiores, quero que a marinha saiba exatamente o que está para vir.

Caso o marinheiro não queira fugir ou tente lutar, desferiria mais uma série de porretadas até tirar de vez sua vida. Se ele não estiver em condições de fugir, apenas deixaria-o aí e perguntaria se algum deles possuía um den den mushi, caso sim, pediria para Hakuei procurá-lo nos corpos e ligá-lo para que eu fale com qualquer um que esteja do outro lado da linha, e que provavelmente seriam os superiores da marinha. Caso ela consiga, eu falaria:

- Sua pequena patrulha jaz destruída, e alerto que qualquer outro marinheiro que entrar no meu caminho terá o mesmo destino. Meu nome é Jurgen E. Rutherford, e eu sou aquele que irá destruir por completo a marinha, que aniquilará por completo o governo mundial, seus integrantes, e qualquer um neste mundo que os apoie! - Declararia com uma voz alta e possante, mas ainda sem perder minha compostura, tentando também intimidar o marinheiro o máximo possível.

Caso não tenha nenhum marinheiro vivo, ou isso não seja possível por algum motivo, eu refletiria por alguns instantes sobre para onde ir, e chegaria a decisão de que eu deveria ir até a velha para pegar o que é meu por direito incontestável. Então, procuraria a luz e seguiria ela sem olhar para trás caso ainda esteja a vista. Caso não, seguiria a montanha que o capitão do barco havia indicado anteriormente.


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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Lvneel   O Flagelo de Lvneel - Página 2 EmptyDom 27 Maio 2018, 10:44



Narração


Sorte ou azar, talento ou não o marinheiro do machado não se intimidava com as palavras do pirata e nem com o tamanho do mesmo. Encarava o olhar daquele que se decidiu derrubar o governo com um sorriso e enquanto segurava seu machado as palavras que saiam de sua boca foi: “ – Em meu povo, pior que morrer é só a vergonha de nunca ter tentado lutar.” Diti isso ele segurava bem firme sua arma e partia em direção a Jurgen enquanto a pequena parceira do gigante começava seus movimentos no combate, como uma ninja ia pelas árvores sem ser vista para atacar os atiradores pelas costas. Sua expressão de uma menina inocente se transformava rapidamente de uma garota assassina que ali estava disposta a derramar muito sangue.

O Pirata pegou um punhado de neve e atacou para fazer uma distração, funcionava parcialmente o homem se mostrava ser bem ágil e conseguia, não ser atingido pelo porrete do gigante, que tentava resistir ao ataque dos atiradores, quando percebeu que um deles morria com uma facada no pescoço pelas costas, com dificuldade notava a garota de confiança fazendo seus movimentos. O marinheiro do machado então desferia um poderoso golpe a qual Jurgen tentaria bloquear, assim que o homem da lei caia no chão, gigante desferia outro golpe, apenas o bárbaro e sua companheira saiam tranquilos enquanto os outros soldados com arma caiam perante ao golpe daquele monstro. Mostrando uma crueldade imensa as palavras que saiam da boca de Rise foram: “ – É Parece que eles foram amassados.” Completava com um pequeno sorriso.

Rutherford espalhava sua mensagem de terror e o soldado da marinha então começava a se movimentar pelos galhos enquanto o inimigo do governo ouvia as palavras dele. “ – Hmmm, Vamos nos encontrar de novo e não irá demorar muito, está prestes a conhecer a morte.” Ele ia se movimentando rapidamente pelos galhos. “ – Que pena que ele saiu vivo.” Completou Rise. O inverno do north blue, sempre gelado e cruel. A neve cai pesada agora e o vento é congelante sopra bem forte, enregelando todos até os ossos. Há várias arvores cobertas de neve e com alguma dificuldade o gigante pode ver um castelo bem ao fundo, qual seria os próximos passos daquele monstro, pois agora o mesmo sabe que a marinha está ciente de sua presença intimidadora.

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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Lvneel   O Flagelo de Lvneel - Página 2 EmptyDom 27 Maio 2018, 12:12

Inverno

Eu havia saído vitorioso na batalha, porém a neve ainda caía forte e pesada, e o vento soprava ainda mais cortante do que antes. Não havia tempo para comemorações, suspiraria fundo para tentar recuperar um pouco do fôlego após aquela peleja. Como eu havia previsto, fui capaz de derrotar aquele pífio grupo de cães da marinha e do governo, porém, um deles, em uma incrível demonstração de sorte, conseguiu me causar um ferimento profundo no ombro, o que poderia me causar futuros problemas caso não fosse tratado o mais rápido possível.

Ao mesmo tempo, avistaria ao longe um castelo, ao ligar os pontos, não foi difícil chegar a conclusão de que existia algum tipo de civilização nos arredores daquele local, e lá talvez fosse possível com que eu conseguisse tanto tratar esse maldito ferimento no ombro, quanto armar-me com um melhor equipamento, uma melhor lança, de preferência uma naginata, e um bom escudo, para completar o meu estilo de combate preferido. Então finalmente me decidiria, eu iria tentar me deslocar na direção daquele castelo, e esmagaria qualquer inseto que tentasse me impedir de chegar lá.

- Hakuei, vamos na direção daquele castelo. - explicaria, tentando não demonstrar emoções como sempre e propositalmente sem elogiá-la pela performance no combate - Precisamos encontrar um médico antes de tudo, então sugiro que saia perguntando aos vermes dos moradores onde tem um médico que trate de gigantes.

Dito isso, notaria os corpos dos marinheiros caídos no chão.

- Outra coisa, veja se consegue encontrar alguma coisa útil nesses cadáveres. - comandaria, sem alterar meu tom estóico.

Concluída a busca, eu ofereceria o meu ombro bom para que Hakuei subisse, e ela subindo ou não, procuraria um outro tronco ou galho forte que pudesse me servir como porrete improvisado, caso ache eu pegaria ele e seguiria em direção ao castelo, caso não ache eu continuaria meu caminho mesmo assim.

Caso eu fosse atacado no meio do caminho, entraria em posição de combate e tentaria defender com o porrete qualquer ataque que eu conseguisse enxergar, e então tentaria encontrar o inimigo e analisá-lo, para saber se sou capaz de identificar quem é. Caso seja possível, caso eu esteja armado, atacaria com porretadas furiosas, caso eu esteja desarmado, esperaria Hakuei atacar o inimigo.

Se por acaso eu conseguisse chegar na região do castelo, sinalizaria para Hakuei ir perguntar onde tem o tal médico, e então eu próprio iria, muito a contragosto, perguntar aqueles insetos onde poderia encontrar um médico que seja capaz de tratar seres do meu tamanho. Procuraria alguma pessoa que parecesse morar ali a mais tempo, alguém mais velho no caso, e perguntaria onde eu poderia encontrar um médico que pudesse cuidar de mim, caso ele me indicasse o lugar, partiria para encontrá-lo, caso ele não soubesse, continuaria perguntando.

Caso conseguisse chegar no tal médico, olharia-o nos olhos e, sem demonstrar emoções, começaria a falar:

- Estou com esse ferimento no ombro, quero que trate dele, tenho dinheiro. - requisitaria, sem demonstrar qualquer outra emoção além de indiferença para com a insignificância da pessoa que estaria a minha frente.

Caso eu pudesse pagar o tratamento, faria ali mesmo, caso não pudesse, bufaria e sairia do recinto, não era sábio causar confusão naquele momento, pois eu estava ferido e desarmado.

Se por acaso eu fosse atacado enquanto na cidade, entraria em posição de combate e tentaria defender, com o porrete, qualquer ataque que eu conseguisse enxergar, e então entraria em posição de combate, também tentaria encontrar o inimigo e analisá-lo para saber se sou capaz de identificar quem é. Caso seja possível e caso eu esteja armado, atacaria com porretadas furiosas, caso eu esteja desarmado, esperaria Hakuei atacar o inimigo.

Caso eu consiga terminar o tratamento médico logo, repetiria o mesmo processo de perguntar aos cidadãos, mas dessa vez perguntaria se eles sabiam de algum ferreiro que forjasse armas para pessoas de minha altura, caso eles indiquem algum, seguiria para sua direção, caso não, continuaria perguntando.

Se por acaso eu chegue no dito ferreiro, perguntaria.

- Preciso de uma naginata, da melhor qualidade que você tiver, e também de um escudo redondo. Tenho dinheiro. - falaria, sem demonstrar emoção alguma.


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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Lvneel   O Flagelo de Lvneel - Página 2 EmptySeg 28 Maio 2018, 20:12



Narração


O castelo chamava a atenção do Gigante e era exatamente para lá que o mesmo decidia seguir, enquanto a garota não conseguia nada nos corpos dos marinheiros, pois o homem grande massacrou tudo. Assim chegava ao reino próximo. A cidade de Lvneel está um rebuliço, comerciantes vendem suas mercadorias com mais entusiasmo do que qualquer outro dia comum. As donas de casas varrem suas casas e expulsão o tão indesejado pó de suas residências. As crianças que brincam na rua estão vestidas mais bonitas do que os outros dias. Os velhos sentados sobre a sombra de um enorme salgueiro plantado na praça conversam sobre as grandes novidades do dia. É certo que não é um dia comum na grande Cidade, mais famosa no North Blue. O gigante claramente chamava muita atenção as pessoas logo paravam o que estava fazendo para olhar para aquele homem. “- Acho que eles nos perceberam.” Dizia a garota com um sorriso sarcástico no rosto.

Então o povo suspeitava que algo muito importante devia de ter acontecido para ele vir até ali. Eram enormes a distância que separava Jurgen para o castelo. Boatos corriam a solta pela cidade, não importava a idade, a raça ou grupo, mas todos fofocavam sobre a misteriosa vinda do Rei. Corriam boatos dos pescadores de que era referente ao piromaníaco que poderia ter voltado para atormentar, outros diziam que o Rei tinha ficado gravemente doente. Muitos tinham medo do pirata e a procura por um médico se tornava um pouco difícil, para as pessoas daquele reino era raro ver um homem daquele tamanho, ainda mais com uma aparência intimidadora, todos que tentava se aproximar se afastavam rapidamente. “ – Cara estranho, é enorme maior homem que já vi.”

Agora encontrava um senhor que dizia que poderia ajudar com seu ferimento. “ – Eu já fui um médico!!!! A sessenta anos atrás, ainda sei bem como cuidar de um ferimento.” O Sol se aproxima do horizonte com as montanhas oeste. Todos conversam entre si, cada qual na sua língua fazendo muito barulho parecendo uma colméia de abelhas. Um barulho estridente corta o ar. E o velho, como todos ali paravam de falar.

Por um momento o barulho casou medo, e surpresa, mas ao verem que se tratava de cornetas sendo tocadas por guardas vestidos com roupas tradicionais de Montblanc o povo se alegrou e tornaram a ficar ansiosos para saberem onde estava o Rei. As cornetas de ouro maciço tocaram altas e esplendidas reluzindo aos últimos raios de sol que mergulhava por detrás das montanhas amaldiçoadas e cobertas de neve. Então pararam por um momento e um cavalo branco de porte muito sério montado por cavaleiro digno de seu cavalo. O cavaleiro usava vestes brancas, douradas e prateadas e trazia em sua cabeça um coroa de pedras raras e brilhantes. Mas a beleza de suas vestes, de seu cavalo e de sua coroa não eram nadas se comparadas ao homem que montava o cavalo.

Sua face era séria e com traços bem definidos que mostravam que esse era um homem sábio e que já havia aprendido muito com as lições da vida. O homem era Montblanc Azrel, o Rei de Lvneel. Todos apresentavam profundo respeito por ele pois sabiam dos grandes atos que ele já havia feito e das grandes provações que ele havia passado. Azrel sempre com o rosto erguido, desembainhou sua espada e brandiu ela para o alto. E as pessoas gritaram viva ao seu nome. O cavalo então parou. O Rei olhou para a multidão a sua volta e guardando sua espada de volta na bainha falou numa voz muito séria, mas que indicava ternura e amor ao mesmo tempo, a voz de um Rei. A voz que consola os que perderam e da esperança aos que não tem, é a voz de um homem cuja sabedoria ultrapassa a de qualquer outro ser na face da terra. E como se estivesse enfeitiçado eles escutaram o rei com toda a atenção que fosse possível. Essas foram as palavras que saíram de seus lábios. “– Povo de Lvneel. Gostaria de cumprimenta-los e desejar que sejam felizes aqui.” Fez se um silêncio total, Montblanc suspirou e continuou olhando nos olhos daqueles que olhavam ele com muita admiração.

“– Informo que sim, esses dois bandidos passaram por aqui e deixaram tristeza no coração de suas famílhas.” Mostrava dois cartazes de procurados sendo [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] e [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. “- Mas também informo que eles não ameaçaram novamente, pois foram para o farol e garanto que pagaram por isso.” Suas palavras eram ouvidas atentamente e ele encavara todos ali sem medo. “ – Como medida de segurança, arrumei mais dois soldados para a guarda real, nada mais que os Irmãos Bogard, são dignos do cargo e ficaram responsáveis para proteger a cidade.” Após essas palavras, houve então na cidade um rebuliço total e o barulho começou de novo. Com isso Montblanc dava as costas montado em seu cavalo e partia indo embora rumo ao seu castelo. Os irmãos andavam um pouco pela cidade, o velho animado voltava a falar com você. “ – Por 30.000B$ Posso tratar seu ferimento.” Ainda ali conseguia observar uma loja de armas, com um ferreiro de barba ruiva trabalhando e forjando algumas armas.

Os Irmãos:
 

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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Lvneel   O Flagelo de Lvneel - Página 2 EmptyTer 29 Maio 2018, 02:37

Rei

O ódio começou a lentamente borbulhar dentro mim como água fervendo ao assistir o pronunciamento do monarca de Lvneel, era exatamente por culpa de reis fantoches como ele que o governo mundial conseguia implantar seu sistema de injustiça institucionalizada, eles são os pilares que sustenta, a máquina que é o governo e a marinha, e poucas pessoas, não, vermes, conseguem ser tão odiadas por mim quanto eles, meu primeiro impulso foi partir para cima dele e desmembrá-lo ali mesmo, mas meu temperamento naturalmente calmo me fez segurar esse ímpeto, mesmo com eu não tendo absolutamente nenhuma chance de perder, um movimento como esse pode dificultar com que eu ache uma carona para me levar para a Grand Line e um ferreiro para criar meus equipamentos, por hora, eu permitiria que aquele monarca continuasse a viver.

Outra coisa que chamou minha atenção foi a menção a dois piratas chamados Doppio e Draguren, com certeza eram dois dos piratas que me auxiliaram quando estive em Micqueot, aparentemente eles foram em direção a Grand Line, espero um dia poder reencontrá-los pois eles já se provaram como peças valiosas para que eu realize meus objetivos.

O velho médico propôs um preço de 30.000 pelo tratamento, não era muito se comparado ao que eu tinha então decidi pagar o preço, afinal, eu ainda precisava fazer alguns negócios ‘’legais’’ nesta cidade antes de deixar a ilha.

- Humpf! está bem - responderia, enquanto entregava ao velho a quantia que ele havia proposto, e então esperaria as instruções para que ele realizasse o tratamento, caso ele as desse, seguiria todas e esperaria com que o tratamento terminasse.

Caso o tratamento termine, voltaria minha atenção novamente para a necessidade de adquirir armamentos de melhor qualidade, chamaria Hakuei para ir embora e sairia sem ao menos olhar na cara do velho, pois ele não fez nada além de sua obrigação ao ter tratado do ferimento do salvador deste mundo. Então seguiria na direção do ferreiro ruivo que eu havia notado perto do local.

Ao chegar lá, perguntaria olhando nos olhos dele, com minha expressão impassível como sempre:

- Preciso de uma naginata, da melhor qualidade que você tiver, e também de um escudo redondo, ambros para o meu tamanho. Tenho dinheiro. - falaria, sem demonstrar emoção alguma.

Caso o preço dos dois equipamentos passasse dos 4 milhões, tentaria intimidá-lo a baixar o preço.

- Não. - falaria decididamente, enquanto me aproximaria do ferreiro para ressaltar a diferença em nossas alturas - Valem 3 milhões no máximo, mais do que isso e talvez valha mais a pena tomá-los a força, mas não que eu precise fazer isso, não acha? - perguntaria enquanto fuzilaria ele com o olhar.

Caso ainda assim ele não aceite, continuaria tentando intimidá-lo a baixar o preço gradativamente, depois 3,5 milhões, 3,7 milhões, 3,8 até chegar nos 4 milhões, se ainda assim ele não quiser vender, faria um último aviso.

- Escute aqui, seu verme - elevaria um pouco a minha voz, para tentar melhor intimidá-lo - Não uma boa ideia ir contra a vontade de um pirata, ainda mais um que seria capaz de espremer sua cabeça como se ela fosse um bolinho de arroz. - então, olharia para a arma que ele estava forjando - Consigo pensar em centenas de maneiras de te matar, mas você talvez evite isso se me vender a lança e o escudo por 4 milhões, o que me diz, inseto? - novamente olharia ele nos olhos, tentando meter medo.

Caso eu conseguisse comprar, sairia do local e começaria a perguntar aos cidadãos onde ficava o porto a cidade, estava na hora de partir para a Grand Line e eu precisava de uma carona, caso descobrisse onde ficava o porto, iria para lá, e perguntaria por navios que fossem estar fazendo a travessia para a Grand Line.

Se o ferreiro recusar até o fim, procuraria alguma arma nos arredores e tentaria acertar uma série de golpes furiosos nele para matá-lo, caso ele me atacasse, tentaria me defender com o braço livre ou com a arma se assim fosse melhor, caso consiga vencer, pegaria  lança e o escudo e sairia normalmente.

Se por acaso eu fosse atacado enquanto na cidade, entraria em posição de combate e tentaria defender, com os braços, qualquer ataque que eu conseguisse enxergar, e então entraria em posição de combate, também tentaria encontrar o inimigo e analisá-lo para saber se sou capaz de identificar quem é. Caso seja possível e caso eu esteja armado, atacaria com golpes furiosos, caso eu esteja desarmado, esperaria Hakuei atacar o inimigo.


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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Lvneel   O Flagelo de Lvneel - Página 2 EmptyQua 30 Maio 2018, 11:56



Narração


Se o povo se admirava com a presença de seu rei, duas pessoas ali eram completamente ao contrário um ódio mortal brotava em cada palavra que dizia aquele nobre homem. Os cartazes dos piratas também chamavam a atenção do gigante, possíveis aliados, os seus feitos eram algo que chamavam muita a atenção, pois causaram grandes danos não só aos civis como ao governo mundial, que já não podiam mais ignorar a existência dele. O tratamento médico era pago, logo ele pegava algumas bandagens, equipamentos médicos e então começa a cirurgia enquanto falava. “ – Há isso me lembra meu tempo como pirata hehehehehe. As vezes sinto saudades do mar, mas chega um momento em nossa vida que temos que nos aposentar.” Jurgen sentia uma dor leve enquanto o homem de idade ia costurando seu ombro. “ – Sabe não se faz mais piratas que nem antigamente hehehehehe.” Passou-se em torno de duas horas e o senhor que já tinha enchido a cabeça de Rutherford e sua companheira de baboseira finalmente terminava. “- Prontinho grandão, mais cuidado hehehehehe.”  Agora o foco era o ferreiro para conseguir seus itens.

Em sua frente um portão de ferro forjado com dobradiças de um lado e a fechadura do outro enche o arco de um pórtico. O portão está destrancado e suas dobradiças enferrujadas, logo acima a mensagem “ Ferreiro”. Lâmpadas a óleo pendem do teto do pórtico por correntes, ladeando um conjunto de portas de carvalho. Pode se ver lá dentro várias armas simples, sendo vendidas. Pendurado na parede sul do foyer há um escudo decorado com um brasão de armas, ladeado por retratos emoldurados de aristocratas de rosto duro, como os antigos ferreiros da família. Ao fundo é possível ver que tem alguém trabalhando dentro da local. O homem de barba ruiva então ouvia o pedido do pirata. “– Nossa, tem ombros largo, uma cintura de dar inveja. Vou pegar meu martelo, benzinho.” Um enorme martelo começava a imaginar como seria a arma e o escudo para lançar seu preço. “– Para você, mas somente para você vou cobrar um precinho especial.” Dava uma piscada para o grandalhão e completava. “– 2.000.000B$” Logo ele começava a trabalhar na arma que deveria ter um tamanho especial para Jurgen.

Quatro horas se passaram o barbudo estava bem suado, no fim havia conseguido terminar o que o pirata desejava. “– Vai ficar um arraso com essa arma e escudo, meninão.” Rise olhava com uma cara estranha para seu parceiro, com um certo deboche a ninja não perdia a oportunidade. Saia dali em busca de informação sobre a Grand Line, algumas pessoas ignoravam um pouco a dupla, até encontrar um menino com roupas bem surradas, completamente sujo, fedia, parecia que nunca tomou um banho em toda sua vida era um cheiro que não tinha como ignorar. Entrava em seu nariz de um jeito que incomodava ele estava encostado na muralha do reino. “ – Ei eu sei como chegar lá e quem está partindo para lá.” As pessoas que passavam próximo ainda por cima atacavam coisas no rapaz. “ – O seu fedido sai daqui, parece que você morreu.” Ele não se importava muito, então colocava o dedo no nariz para tirar uma meleca e completava, falando com um tom mais baixo. “ – Ouvi dizer que tem uma galera se preparando para subir a Reverse, partirão amanhã cedo. Só não sei se vai gostar deles.” Colocava um sorriso debochado no rosto.

Rise olhava para o gigante e na sequência fazia perguntas, enquanto tampava seu nariz por conta do odor. “ – Porque não gostaríamos deles.” Ele se aproximava ainda mais e o cheiro ficava ainda pior então com um sorriso de esperança o mesmo que o rei trouxe para os aldeões ele disse. “ – Por que eles trabalham para o Exército Revolucionário.” Na sequência Jurgen podia reparar seu cartaz de procurado na mão do garoto além de outros piratas, também os dois que o rei havia mostrado, o que a dupla fará agora. E um cheiro de merda começava a tomar conta do ambiente.


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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Lvneel   O Flagelo de Lvneel - Página 2 EmptyQua 30 Maio 2018, 19:13

Odor

O ar estava tomado por um forte odor de excrementos, o que certamente me incomodava, porém não o suficiente para que eu precise demonstrar isso, afinal, ninguém além de mim mesmo é digno de saber o que penso ou sinto sem que eu deliberadamente queira que o saibam, afinal, eu serei o salvador deste mundo. Tentaria ignorar o cheiro ruim e me concentraria na informação dada por aquele garoto fedido e com aparência cadavérica, o que eu ouvi foi algo que não me agradou muito, aparentemente, o exército revolucionário era a carona que estaria disponível para que eu entrasse na Grand Line.

Embora eu tenha que admitir que o objetivo dos revolucionários é sim nobre, eles ainda não possuem a verdadeira e única solução para os problemas deste mundo: eu, e apenas eu, sou capaz de derrubar aquele governo sujo e imoral e criar um mundo melhor, não importa quantos milhares de revolucionários tentem fazê-lo, eles, no final, irão falhar. Além disso, eu já presenciei que tipo de vermes integram as fileiras dos revolucionários, então sempre tentei evitar qualquer envolvimento com eles, exceto se eles se colocassem em meu caminho.

Porém este era um caso excepcional, aparentemente, eu já possuo uma recompensa pela minha cabeça já que esse moleque tem um cartaz de procurado com meu rosto estampado nele, além disso, eu já fiz minha presença a ser conhecida às autoridades daqui ao esmagar aquela patrulha de marinheiros na floresta, mesmo assim por algum motivo eu ainda tenho algum anonimato nesta ilha, e caso me descubram, inevitavelmente será mais difícil conseguir uma carona para a Grand Line, eu com certeza conseguiria, só seria um pouco mais demorado, o problema é que eu não tinha muito tempo a perder.

Refletiria por alguns segundos e chegaria a uma conclusão: não faria mal usar essas formigas desses revolucionários como mais uma peça no meu tabuleiro de conquista, me aproveitaria deles e pegaria essa carona para a Grand Line, e então ao chegar lá, seguiria meu próprio caminho, em busca de meus próprios objetivos. Eu suspiraria, e então falaria ao garoto, com um meu tom neutro e impassível

- Muito bem, leve-me até esses revolucionários - e em seguida, continuaria encarando-o com minha expressão convencional, esperando uma resposta.

Caso ele me leve aos revolucionários ou então me indique o local onde eles estão, eu seguiria para lá junto de Hakuei, andando sempre em frente e sem se preocupar com qualquer distração banal que possa ter nas ruas.

Se por acaso eu fosse atacado enquanto na cidade, entraria em posição de combate e tentaria defender, com os braços, qualquer ataque que eu conseguisse enxergar, e então entraria em posição de combate, também tentaria encontrar o inimigo e analisá-lo para saber se sou capaz de identificar quem é. Caso seja possível e caso eu esteja armado, atacaria com golpes furiosos, caso eu esteja desarmado, esperaria Hakuei atacar o inimigo.

Caso o garoto não me leve até, ou não me diga onde estão os revolucionários, eu bufaria irritado e continuaria a perguntar nas ruas se havia mais alguém disposto a subir a reverse em algum futuro próximo.


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Última edição por TerryBogard em Qui 31 Maio 2018, 17:36, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Lvneel   O Flagelo de Lvneel - Página 2 EmptyQui 31 Maio 2018, 15:01



Narração


O garoto concordava e pedia para que o seguisse, ele ia caminhando algumas plantas até murchavam, ele dava passos rápido com um sorriso amarelo estampado no rosto. O caminho não era muito longo em torno de uma hora andando, com o tempo que já havia perdido na cidade estava querendo a começar a escurecer. “ – Adoro a noite!!! Que ela venha logo.” Em sequência ele soltava um peido, extremamente barulhento. “ – Esse menino é nojento. Começo a imaginar como são os Revolucionários.” Dizia Rise a Jurgen Logo podiam ver uma embarcação grande, só que a vista dos piratas ainda não tinha ninguém. Iam se aproximando cada vez mais e quando estavam bem próximo ao navio, começa a notar presença de algumas pessoas a primeira era um mink do tipo leão, usava um manto e recebia vocês. “ – Porcalhão, quem são eles.” O garoto respondia animada. “ – São piratas que querem ir para a Grand Line. Aqueles piratas” Ainda podia ver mais quatro pessoas um pouco mais longe, porém ainda não poderiam ver seus rostos.

“ – Saudações Jurgen, sou Simba, é um prazer conhece-lo.” Se mostrava completamente educado além de sua voz, ser um pouco aguda. “ – Você quer ir para a Grand Line, temos o que você precisa, porém precisaremos de uma ajuda sua, meu caro.” Suas palavras eram sérias e ao mesmo tempo se mostrava um pouco preocupado. “ – Um dos nossos foi capturado e levado ao QG que fica fora da cidade de Montblanc, tenho informação que o homem mais poderoso estará fora, ajude-nos a libertá-lo e partiremos para onde você quer em seguida, um porem, você nunca se envolveu com Revolucionários, qualquer coisa somos apenas tripulantes seu. Não podemos arriscar nossos planos para derrubar rei.” Colocava a proposta para o Gigante o que ele faria agora.

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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Lvneel   O Flagelo de Lvneel - Página 2 EmptyQui 31 Maio 2018, 18:57

Revolucionários

Eu ouvia as instruções do revolucionário Simba, de início tudo ia bem até ele me revelar que eu deveria resgatar um dos revolucionários deles para que possamos partir em direção à Grand Line, e eu não gostava nem um pouco dessa ideia. Simplesmente não gosto dos revolucionários e achei que aceitar uma carona deles já seria demais, talvez fosse mais fácil ameaçá-los a me levar de qualquer jeito e esmagá-los caso recusassem, mas ao refletir um pouco, concluí que isso seria uma perda de tempo desnecessária e que não contribuiria nem um pouco para a realização de meu objetivo final: a salvação do mundo.

E além do mais, eu não tenho nada contra esmagar mais alguns vermes da marinha aqui na ilha caso tenha a chance.

Após terminar a reflexão, decidi por aceitar os termos do revolucionário Simba, fecharia os olhos e suspiraria, e então responderia em um tom decidido, porém sem parecer se preocupar muito com qualquer hipotética ‘’dificuldade’’ que essa missão possa vir a oferecer, afinal, não existe nada nem ninguém capaz de me parar caso eu esteja decidido a fazer alguma coisa.

- Humpf! está bem. - responderia, e então prosseguiria pedindo os detalhes - Me diga onde é esse quartel general e as informações sobre esse seu camarada.

Após ouvir a resposta do revolucionário, eu ponderaria por alguns segundos sobre como seria a melhor maneira de infiltrar-se no quartel da marinha e resgatar o verme revolucionário preso lá, estudei por muitos anos sobre estratégia e estava confiante que conseguiria pensar rapidamente em um plano, e assim foi. Eu não teria problemas em atacar o quartel cegamente pela frente, mas isso poderia causar mortes desnecessárias entre esses fracotes revolucionários, então eu precisaria ao menos distrair os guardas do portão para que eu seja capaz de invadir, sozinho ou liderando os revolucionários, e resgatar o prisioneiro, enquanto esmago tudo o que se colocar em meu caminho.

- Já tenho um plano - revelaria decidido, enquanto viraria meu olhar para minha discípula - Hakuei, use seus talentos para tentar tirar os guardas do portão, e qualquer outro marinheiro do quartel quanto possível, sugiro que invente que há piratas atacando em alguma parte longe da ilha, ou melhor ainda, diga que os revolucionários estão fazendo um ataque terrorista em algum lugar longe do quartel. Você tirando-os de lá ou não, eu invadirei pela frente e libertarei o prisioneiro, me certificando de trazê-lo vivo até este barco. - então olharia para Simba, penetrando-o com o olhar - Já adianto que não aceitarei que recuse meu plano, mink. - faria uma pausa e depois continuaria - E sintam-se livres para me acompanhar na libertação do seu camarada, será bom para que adquiram experiência em matar marinheiros, para os de vocês que ainda não o fizeram. - Eu então viraria as costas para eles - Claro que não precisam vir se não quiserem, apenas vão estar atestando a covardia do exército revolucionário. - provocaria, em um tom desinteressado.

- É melhor esperarmos para atacar no meio da madrugada, iremos até uma distância onde possamos ver a entrada do quartel, e então, Hakuei vai tentar distraí-los do modo que eu sugeri. Ela conseguindo ou não, atacarei pela porta da frente. - e então, concluiria a instrução.
Caso os revolucionários decidam por vir junto comigo, também falaria:

- Só ataquem ao meu sinal, assim que eu erguer minha naginata ao alto, vão todos em direção ao quartel e matem todo e qualquer inimigo que fique em seu caminho. E não se preocupem tanto em achar o seu companheiro, apenas lutem, matem e distraiam a maior quantidade de inimigos que puderem para que eu possa encontrá-lo lá dentro e libertá-lo. - faria uma pausa e continuaria - O inimigo não hesitaria em matar vocês todos caso estivesse atacando uma base do exército revolucionário, então recomendo que não tenham pena daqueles vermes do governo.

Então, eu esperaria até a madrugada, quando desse o horário, partiria para a localização do quartel general e esperaria Hakuei iniciar sua parte da missão, ela conseguindo tirar os guardas e lá ou não, eu andaria em passos pesados na direção da entrada do quartel, armado de minha naginata na mão direita e de meu escudo na esquerda, e então bradaria, em uma voz alta, possante e tentando intimidar os marinheiros do pequeno quartel:

- Escutem, ratos da marinha! - bradaria alto com minha voz de gigante, tentando acordar os marinheiros do quartel - Eu sou Jurgen E. Rutherford! o pirata que irá destruir tanto a marinha quanto o governo! e demolir este mundo sujo e imperfeito para criar um novo em cima de seus escombros, e este dia marca o início de sua queda!!! - ergueria minha naginata em direção aos céus - Sua derrota já está definida, e que esta cidade seja testemunha de sua queda!!! - e então eu avançaria, com lança e escudo levantados, com ou sem os aliados revolucionários, em direção a entrada no quartel general.

Se por acaso eu fosse atacado antes, durante ou após o discurso, entraria em posição de combate e tentaria defender e bloquear com meu escudo qualquer ataque que eu conseguisse enxergar. Então atacaria com golpes furiosos de lança: estocadas, cortes horizontais, verticais, o que eu julgasse mais apropriado para derrubar os marinheiros na situação. Caso eu seja desarmado, agarraria o corpo de algum marinheiro pelas pernas, vivo ou morto, e usaria-o como um porrete improvisado, desferindo séries de porretas sem um pingo de empatia, como se ele tivesse o mesmo valor de qualquer porrete de madeira. Caso me atinjam com projéteis antes de eu terminar o discurso, tentaria ignorar a dor e continuaria falando até acabar. Se me tirarem o escudo, tentaria bloquear e resistir aos golpes utilizando o braço livre. Também tentaria resistir a toda a dor e continuar batendo e avançando até onde fosse possível aguentar.

Tentaria sempre também se manter avançando para o interior do quartel, caso consiga chegar lá, procuraria por qualquer sinal de uma área onde são mantidos os prisioneiros.


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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Lvneel   O Flagelo de Lvneel - Página 2 EmptySab 02 Jun 2018, 15:33



Narração



O mink leão se mostrava muito feliz ao ouvir que os piratas o ajudariam na fuga de seu companheiro, ao mesmo momento que uma voz vinha do fundo. “ – Bom tenho certeza que mesmo preso, ele não deve ter falado nada.” Simba colocou um sorriso malicioso, concordando com a afirmação de seus companheiros, que começavam a se revelar, saindo da escuridão. Assim como os outros agora com confiança começavam a se mostrar e então se apresentavam, de maneira até que educada, só que tinha algo de errado com aquelas pessoas, eles pareciam ser “estranhos.” “ – Simba," O Devorador de Reis” O homem que estava falando se apresentava como Navegador “ – S, Apenas S.” na sequência um jovem que os piratas não conseguiam identificar ser era um menino ou uma menina. “ – Belzebu, “ A criação do Diabo” Completando a equipe duas garotas um de cabelo loiro. “ – Katy, “ Esquartejadora de Nobres.” A outra tendo cabelos pretos, que não disse se quer uma palavra.

Simba não descordava do plano do gigante, ao mesmo tempo que não temia nem um pouco a presença dele, mas mostrava algo que poucos tinham no pirata. “Confiança”. S dava uma risada, parecia ser o cara alegre do grupo. “ – hahahhaha, Ok Capitão.” Em partes eles não eram amigos e nem companheiros só que uma coisa o gigante não poderia negar eles têm inimigos em comum. Seguiam para o Quartel da Marinha, com isso se passava duas horas, agora já com a lua brilhando no céu podiam ver a base e alguns soldados de guarda andando de um lado para outro. Rise então começava a colocar o plano em ação, ela caminhava com um sorriso de uma garota delicada no rosto, mostrando a mais perfeita técnica ninja. “ – Boa noite senhores!!!” Dizia ela com uma voz de pessoa assustada. “ – Minha nossa, garotinha o que aconteceu.” A atuação era para ganhar nota dez, até uma pequena lágrima escorria em seu rosto. “ – Algumas pessoas conhecidas como Revolucionários estão atacando.” O cara se assustava e chamava mais alguns soldados. “ – Os rumores são reais, aqueles caras do inferno, estão aqui para fazer o povo se voltar contra o rei. Vamos prende-los.” Alguns soldados então saiam rapidamente do QG indo sentido a cidade do rei Montblanc. “ – Ei não sou um cara!!!” Completava Katy, que se irritava com a piada de S, dizendo que ela agia como um.

Jurgen entrava em ação atacando pela frente, enquanto os cinco o usavam de escudo, ele fazia seu discurso perante aos homens que restavam. “ – Esse cara é enorme, onde está o capitão Eric.” Um homem um pouco mais sério então olhava e dizia. “ – Não temam, inimigo do governo, lembrarei do seu nome, se conseguir sair daqui.” Os soldados então se colocavam em posição de ataque, dois atiradores disparavam contra o grandalhão, um tiro acertando o escudo e o outro passava raspando o rosto do mesmo. Os olhos de Jurgen mal conseguia acompanhar, algo se moveu rápido, era o Mink leão que pulava contra um dos atiradores e o derrubava, assim começava algo nojento de se ver, sim, devorava aquele homem. “ – Que porra é essa!!” O líder provisório mandava dar conta daquilo enquanto o gigante era propriedade dele. Alguns soldados se moviam para atacar o mink, mas lá estava seu grupo de estranhos. A loira cortava o braço de um enquanto se divertia com ele e todo o sangue derramado, enquanto o soldado se arrastava pedindo ajuda. Katy introduzia sua espada no anus do mesmo, até sair pela boca, empalando seu adversário.

S lutava com uma arma diferenciada sendo de correntes com gancho nas pontas, enquanto a garota que pouco falava estava à procura de seu companheiro. O Líder da marinha disse: “ – Sou o segundo aqui no comando o sargento Thomas. Como se apresentou quero que saiba quem irar por um fim a você e seu grupo de demônios.” Ele tinha quatro pistolas penduradas em seu corpo, uma espada nas suas costas, além de segurar uma espécie de clava medieval. “ – Sou o mestre das armas.” Partia em direção ao gigante que podia ouvir barulho de soldados voltando. “ – Ainda bem que nos encontramos no caminho, porque aquela garota mentiu?” Belzebu parecia está esperando por eles.

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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Lvneel   O Flagelo de Lvneel - Página 2 EmptyDom 03 Jun 2018, 02:15

Sargento

O caos da batalha esforçava-se, sem sucesso, para tirar meu foco do meu objetivo: o resgate do prisioneiro revolucionário, porém, foi para momentos como este que treinei e estudei por tantos anos, não ia me permitir perder a compostura em um lugar como este, logo eu, aquele que irá livrar o mundo do mal do governo mundial, não… eu não posso perder meu foco, nem que o céu venha a baixo. Enquanto os revolucionários enfrentavam seus próprios adversários, um sargento veio me desafiar, um sujeito que se auto intitulava ‘’mestre das armas’’.

- ‘’Mestre das armas’’ é? humpf! - comentaria, em um tom de ironia - Mesmo que dessem um canhão para uma formiga, ela ainda seria incapaz de representar alguma ameaça para um elefante, agora, permita-me demonstrar como um verdadeiro mestre das armas luta! - provocaria, erguendo meu escudo a frente do meu corpo, e posicionaria meu braço direito ao lado do corpo, apontando minha naginata na direção do oponente.

Essa era a chance perfeita de testar a nova técnica que eu havia desenvolvido, ele não tinha muito para onde correr devido ao campo de batalha que aquele local havia se tornado, além dele com certeza não estar esperando receber uma técnica assim logo de cara. Só há um problema: eu não consigo ter controle de onde acerto meus golpes durante a habilidade, mas não faz mal, o mais provável é que eu acabe acertando outros marinheiros, era o plano perfeito.

- HOMENS!!! - gritaria, referindo-me aos revolucionários disfarçados de meu bando pirata, esperando contagiá-los com minhas habilidades para liderar - AFASTEM-SE DE MIM! - comandaria, para que eles não fossem atingidos pela técnica que eu estava prestes a desferir, enquanto encararia o sargento nos olhos buscando intimidá-lo com um olhar puramente assassino.

- Morra!!! Jigoku Hadou: Getsuga Setsuha!!!
- berraria, enquanto avançaria furiosamente na direção do tal sargento Thomas, enquanto ergueria o escudo a frente do meu corpo para me defender de possíveis contra ataques, e brandiria a naginata apontada para a direção do autoproclamado mestre das armas.

Devido a natureza da minha técnica, ficaria incapaz de discernir o que estaria acontecendo ao meu redor, e então colocaria toda a minha força nos músculos do braços, para então me focar apenas em desferir uma série de raivosas estocadas tentando atingir qualquer parte do corpo do adversário que estiver no alcance, da cabeça às pontas dos pés, sem se preocupar em acertar qualquer parte em específico. Também faria o possível para aguentar possíveis contra ataques, fazendo uso de minha robusta resistência.

Caso a técnica fosse interrompida ou falhasse, eu tentaria me recompor e focar novamente minha atenção em onde estava o tal sargento, a técnica exigiria bastante das minhas capacidades físicas atuais e eu não seria capaz de utilizá-la novamente em algum tempo, por isso precisava localizar o meu adversário o mais rápido possível, para evitar qualquer tipo de ataque surpresa.

Se por acaso eu fosse atacado por algum marinheiro, ou pelo próprio sargento, antes ou após a técnica ser realizada, ou em qualquer momento durante a batalha no quartel da marinha, faria o possível para bloquear os ataques com meu escudo e, caso não fosse possível, resistir aos danos da melhor forma possível mais continuar lutando. Na primeira chance que eu tivesse, contra atacaria o(s) meu(s) adversários com uma sequência de cortes sucessivos horizontais e diagonais com a minha naginata, buscando sempre colocar o máximo de força nos músculos dos braços, para causar maior dano aos inimigos atingidos pelos meus golpes, caso algum deles tente se aproximar para acertar pelas pernas, desferiria uma furiosa porretada com o cabo da lança de preferência na cabeça do adversário, apenas para impedi-lo(s) de causar danos naquela região.

Caso conseguisse derrotar o sargento da marinha, provocaria - Humpf! mais um oficial da marinha que foi incapaz de me vencer, vocês todos não passam de vermes inúteis! - falando isso, cuspiria onde estaria o sargento derrotado, sem me preocupar se ele estaria vivo ou morto, consciente ou inconsciente. E caso o caminho estivesse livre, correria na direção do quartel da marinha, buscando qualquer indício de onde eles pudessem manter os prisioneiros, caso achasse o prisioneiro em questão, tentaria libertá-lo e colocaria-o no ombro, para só então voltar correndo para onde o barco estava.


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