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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cães de Aluguel

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cães de Aluguel   Cães de Aluguel - Página 3 EmptySeg 30 Abr - 13:29

Relembrando a primeira mensagem :

Cães de Aluguel

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Roxanne D'lamour. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Luna
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MensagemAssunto: Re: Cães de Aluguel   Cães de Aluguel - Página 3 EmptyDom 6 Maio - 14:31



Artista do errado.



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......."A arte é uma das melhores maneiras do ser humano expressar seus sentimentos e emoções. Ela pode estar representada de diversas maneiras, através da pintura plástica, escultura, teatro, dança, música, arquitetura, dentre outros. A arte é o reflexo da cultura e da história, considerando os valores estéticos da beleza, do equilíbrio e da harmonia. Quase todo mundo tem um pouco de arte em si, no meu caso qualquer um poderia me chamar de artista em enrolar um baseado e em foder com tudo."

.......A grandiosidade do governo e a importância da missão era de igual forma entendida, tanto pela atiradora quanto pelo restante do grupo. Inicialmente um medo instalara-se no interior da cientista, o eminente risco de sua mais nova parceira ter sido capturada, torturada e sabe-se lá mais deu o que, fez a garota por instantes vacilar e ponderar suas próximas ações. A resposta era clara, estando Ay bem ou não, o grupo completaria a missão, afinal, missão dada é missão cumprida.

.......Tardiamente o dia já dava seus últimos suspiros, parecia que o início das ações logo começariam e, graças a um menino no mínimo simpático e promissor, os mapas estavam prontos e agora na posse da dupla de agentes. — O rapaz tem um talento incrível. — Dizia Roxanne, enquanto analisava o mapa, checando e anotando mentalmente as possíveis rotas que adotaria nos mais diversos casos de abordagem. O expresso na mão esquerda da dama estava quente, encorpado e amargo, exatamente do jeito que a atiradora gostava. — Fazia tempo que não provava algo assim tão bom, você tem que compartilhar comigo mais lugares como esse. — Brincava, erguendo os olhos do mapa e encarando seu parceiro que, sem muita cerimônia ou parcimônia, devorava seu prato de frutas. — Vamos então. — Encerrava seu café em um longo gole, sentindo o amargor na garganta, a sensação calorosa em seu estômago e também algumas lágrimas nos olhos, devido a alta temperatura e enorme quantidade ingerida de uma só vez.

.......As ruas da cidade já recebiam agora um tom um tanto quanto diferenciado do anteriormente visto, o dia parecia estar beirando o fim o que deixava a agente excitada, mas também hesitante. Estariam eles prontos para o que estava por vir? Todos conseguiriam sair com vida? Quantos teriam que matar pra isso? Essas e muitas outras questões corriam pelos pensamentos de Rox durante todo o caminho, pensamentos que só foram ser acalentados ao notar a presença do restante do grupo, todos íntegros e a salvo. — Fico feliz por ver você inteira, Ay, fez bem em não entrar lá sozinha. — Sorria para a Mink, ouvindo-a atentamente. — ~ Então os malditos querem invasores, essa maldita escória pode ter deixado um uniforme como isca, devem ter algum código, se você não responde a ele, é morto, independente de estar uniformizado ou não. ~ — Pesava as informações na medida que iam sendo passadas, todas eram bem pouco específicas e de nada ajudariam Dag em sua empreitada. — ~ Ou algum guarda descuidado pode ter deixado passar aquele uniforme... Lamento querida, perder você é um risco que teremos de correr. ~ — Encarava agora o Loiro, que sem demora começava a dar seu relatório investigativo.

.......O grupo que os agentes tentava combater não parecia ser do tipo convencional e o que Alwen passava ao grupo apenas confirmava isso. Hierarquistas de grande seriedade, subdividiam-se em grupos, o que gerava autonomia a cada chefe de uma quadrilha menor e montava um sistema de produção não interligado, era inteligente, já que uma vez que os grupos eram independentes um dos outros, caso algum líder fosse morto, sequestrado ou "contaminado", todo o restante da organização poderiam funcionar da mesma maneira que anteriormente, sem ser parada, bloqueada ou exterminada. — ~ Se matarmos um desses vermes, eles apenas colocarão outro no lugar. Temos que cortar a cabeça da serpente, não Rox, não... Temos que encarar eles como um gigante e cortar suas pernas em pedaços, de baixo para cima, até que possamos encará-los olho no olho e por um basta nisso. ~ — Acenava, demonstrando que as informações de Alwen haviam sido bastante relevantes. Segundo ele eram cinco líderes, o que dava ao grupo um ótimo número para uma infiltração, um número quase perfeito.

.......Certo, peguem isso aqui, um para cada. — Espalhava o mapa entre o grupo. — Esse é um mapa dessa região, nele estão descritas rotas de fugas, ciladas, armadilhas, pontos de interesse e possíveis terrenos promissores para combate em desvantagem. Quero que fiquem com isso e lembrem-se de usá-lo caso sejam pegos. Agora, sobre o que falaram... — Os olhos lilases fitavam Ay, tinham um pesar, mas também eram duros. — Acredito que você tem a chave para tudo aqui, Ay, esse uniforme e essa máscara sem dúvidas é do grupo deles e, como você é a mais indicada entre nós para uma missão de invasão, sugiro que você se infiltre e colete o máximo de informações possível. Você pode não concordar com isso, eu sei que é algo complexo e por isso quero que ao menor sinal de falha em seu disfarce, você fuja, fuja e não olhe para trás. — A voz de Rox era pesarosa, preocupada, mas ainda assim decidida, os riscos eram claros e isso fazia parte do jogo, como no pôquer, o grupo teria que pagar para ver.

.......Alwen e Thon, acho que vocês dois também podem se infiltrar, mas de uma forma diferente. Alwen já ficou conhecido entre os marginais, conseguirá fácil entrar em algum grupo menor e coletar informações cruciais para a gente. Já você, Thon, bom, para ser sincera, acredito que já tenha algo em mente à respeito de sua participação para a missão. — Sorria gentilmente. — Acho que eu posso durante a madrugada ir alternando meus postos em cima dos telhados, becos e vielas, tentar ouvir algo, ver algo, com minha segurança vocês não precisam se preocupar. Tenho o covil todo bem aqui. — Com o indicador, cutucava a cabeça, e piscava sorrindo para o grupo. — Quero que antes de partir, todos marquem em todos mapas os pontos de interesse para nossa missão, e você, Thon, passe exatamente para Dag onde fica a base deles. — O rapaz era quem estava em posse do Den den mushi, e sem dúvidas era mais tranquilizador saber que o local onde ao fim da noite poderíamos estar sendo mortos, era conhecido pela marinha e governo.


....... Muito bem, todos prontos então? — Ouviria o que o restante tinha a dizer, recolheria minha cópia do mapa e partiria para os telhados, embrenhando-me pelas vielas e becos do esconderijo mortal. Buscaria antes de me enfiar noite a dentro, verificar os lugares alguns minutos antes, tentar com minha visão aguçada ver alguma movimentação e só quando tivesse confirmada a segurança do próximo ponto de observação então avançaria. Iria de ponto em ponto, buscando acompanhar a movimentação noturna do local, dos mascarados e encapuzados. De tocaia permaneceria até encontrar algo relevante e só então, partiria de meu posto com o máximo de cuidado possível no encalço e rastro de minhas pistas, tentando sempre estar acima dos alvos para ter um maior ângulo de visão. Nesse caso tentando sempre me locomover silenciosamente por cima dos telhados da região. — ~ Espero que todos se saiam bem, que todos possam viver para uma próxima missão. ~ — Pensaria enquanto a noite passasse, parada, imóvel na penumbra, apenas a espreita de pistas, como um lobo na estepe em uma noite de lua cheia, uma caçadora nata.

......."Ao avistar a zebra, uma leoa vai se aproximando lentamente. A cada passo, a chance de ser percebida aumenta, mas cresce também a possibilidade de sucesso na hora de dar o bote. A cerca de 15 metros da vítima, a probabilidade de perder o elemento surpresa passa a ser maior do que a vantagem de atacar em posição mais próxima. Só resta à leoa partir para cima. As leoas atingem uma velocidade máxima de cerca de 56 quilômetros por hora, mas, uma vez alertadas, as zebras correm muito mais, entre 60 e 70 quilômetros por hora. Por esse motivo o elemento surpresa é tão importante. O que quero dizer é que, assim como eu, a leoa nesse caso precisa ser uma estrategista, líder e matemática sem igual. E não só isso, bem como eu a leoa é uma especialista, uma especialista na arte de matar."





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Ryoma
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MensagemAssunto: Re: Cães de Aluguel   Cães de Aluguel - Página 3 EmptySeg 7 Maio - 13:42


O uniforme poderia até ser arriscado, mas eles precisavam dele para conseguir informações mais detalhadas e teriam de se arriscar nessa parte da missão querendo ou não. Cada um deles tinham os mapas e poderiam usa-los para fugir caso necessário, passando nos pontos mais indicados para tal. Ay tinha a missão mais importante e precisava ser cuidadosa para não ser descoberta ou falhar em algum momento, precisando sempre estar preparada para fugir caso necessário. Existiam poucos pontos interessantes e alguns deles seria a base do grupo, além de alguns outros pontos que possivelmente seriam onde alguns grupos se encontravam para realizar certas missões reuniões, sendo os locais mais enfeitados e grandes na região. No total existiam quatro pontos no mapa, todos estes estavam dentro dos locais onde certos corpos foram encontrados e exatamente por ali eles precisavam ter cuidado para não cruzar com nenhum inimigo.

Tentem sobreviver e fujam em qualquer situação complicada. Não quero ninguém morto nessa missão. Se estiver ao alcance de vocês capturem ao menos um deles, pois vamos precisar para ter informações mais detalhadas. Até mais tarde! – Todos se separavam e encontravam seus pontos de ação sem precisar de muito tempo, partindo para um até sua missão proposta anteriormente. Para Rox nada de importante surgia naquele momento por onde ela estava esperando. Escutar o silêncio que a noite mostrava para ela só revelava que aquele grupo era tão cuidadoso quanto parecia, deixando qualquer conversa em segredo para não existir falhas na proteção criada até aquele dia. – Vai se foder!!! – O grito surgia ao longe e ia aos poucos se aproximando de onde a mulher estava, podendo ver do topo do prédio que um grupo de cinco pessoas andava naquela direção e parecia estar entrando agora por ali, pois todos pareciam bêbados e se movimentavam sem nenhum cuidado. A surpresa no momento era que Alwen estava no meio deles e fazia toda a encenação junto com os homens que pareciam acreditar completamente no garoto. – Eeeeh caralho!! – Gritou e todos foram junto com ele para o interior do local, caminhando cada vez mais perto de onde a base inimiga ficava.

Rox continuava na vigia e nada de interessante surgia por um longo tempo. Pessoas passavam pelas ruas, mas todos pareciam normais e estavam normalmente sozinhos, deixando qualquer conversa de lado enquanto andavam por lá. A única coisa interessante que surgiu no meio do nada e a atiradora conseguiu escutar foi "3 horas", algo sem nenhum acompanhamento que foi dito sem nada para explicar o que significava e quem havia falado tal temkpo não apareceu novamente, deixando no ar a dúvida para qualquer um que estivesse escutando, podendo ser entendido apenas para quem sabia o que era. Talvez fossem apenas palavras vazias e sem significado algum, pois a região parecia ser o local onde bêbados viviam e mesmo não passando muitos após o grupo de Alwen, ainda poderia ter pessoas retornando de bares naquele horário.

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MensagemAssunto: Re: Cães de Aluguel   Cães de Aluguel - Página 3 EmptySeg 7 Maio - 13:57



A Três Horas do Capeta.



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......."A fome, a sede, a falta de professores nas escolas, o desemprego, a corrupção, a pobreza, as greves, o analfabetismo, a hipocrisia, a desigualdade social, o racismo, a descriminação, a falta de informação, todos esses problemas são oriundos e culpa da burguesia. Burguesia a qual defendi por anos, burguesia para qual eu trabalhava na época."

.......O grupo se separou e adentrou a gruta da fera traiçoeira e mortal. Aquela noite se mostrava silenciosa, nada além do que qualquer noite demonstraria e isso era refletido em um quase mórbido tédio por parte da atiradora. As balas volta e meio eram retiradas e recolocadas no tambor da pistola estilo cowboy justiceiro. Ora, era isso que ela estava começando a se tornar, não? Uma justiceira, redentora que traria a retidão por meio de seus disparos. Jovem tola, teria que aprender que o governo mundial era tão reto quando um arco.

.......~ Será o fim de vocês, seus vermes. ~ — Pensava, vendo o grupo de marginais trafegando pela rua, algo que inicialmente causou um sobressalto na cientista, provocando-lhe um frio na barriga e suor na palma das mãos. Característica típica de uma alta na adrenalina em sua corrente sanguínea. — ~ Pelo menos um de nós está obtendo sucesso em sua tarefa. ~ — Sorria, olhando o sucesso de Alwen em sua parte do plano, afinal, como estariam os outros em sua tarefa? tão frustados quanto Rox? presos? sendo torturados? Mor... Balançava a cabeça, desanuviando-se dos pensamentos inoportunos. — ~ Foco Roxanne, todos sabem o risco que essa missão traria. ~ — Inclinava-se mais para a beira do telhado. A noite parecia passar lenta, vagarosa e piamente. Os bandidos deviam dormir também e muito provavelmente era aquilo o que faziam no momento, Alwen a essas horas estaria bebendo, farreando, gargalhando com os assassinos de dúzias de pessoas e isso era algo com que Rox teria de se acostumar.

.......A verdade é que por horas a noite manteve-se assim, estagnada, paradíssima. Contudo, assim como a música diz, quem acredita sempre alcança e lá pela alta madrugada, já cansada da tocaia, algo se revelou para a agente. — "Três horas." — A voz cortou a serenidade, quebrou o silêncio e alertou os sentidos da mulher. Para os ouvidos acostumados ao silêncio, qualquer som pareceria como o ruído de louça quebrando no meio da noite e aquele ali em especial era um no mínimo, interessantíssimo ruído. — ~ Orientação militar, diabos, com quem estamos lidando? ~ — Agilmente traçava em sua mente um relógio imaginário, ela sendo o número três nos ponteiros do relógio e retratando o posicionamento de cada hora, virava seu rosto até onde o número doze estaria, procurando se avistava alguém naquela direção, fosse em cima do telhado, atrás de caixas, na rua, janelas ou becos. Eufórica e enérgica pela revelação da posição de um possível batedor, Rox vasculhava a noite com seus olhos aguçados. — ~Fui descoberta? Eles perceberam alguém? ~ — A resposta não vinha inicialmente, tudo que aparentava existir por aqueles becos eram bêbados e alguns valentões, mas nenhum dos dois grupos teriam conhecimento sobre orientação do exército. O perigo estava ali, ao seu lado, oculto. — ~ Preciso sair daqui. ~

.......Agilmente a atiradora trava em seu senso de direção o local onde estaria o ponteiro de doze horas e começava a correr por cima dos telhados, abaixada, quase como se estivesse entrincheirada em meio a um combate. Avançaria até a beira de seu telhado, mantendo a atenção na região em que acreditava existir um bater e logo que houvesse a oportunidade, desceria o prédio as pressas, embrenhando-se em uma viela colateral, misturando-se as sombras da noite, procuraria ficar entre um beco e a rua principal, perscrutando a movimentação pela área de interesse, onde acreditava estar o vigia inimigo. Continuaria ali, aguardando alguma movimentação, algum avanço. Estática, como uma leoa rodeando sua presa. — ~ Vamos maldito, saia de seu esconderijo e venha me pegar no telhado, vamos!! ~ — Aguardaria ali oculta e, caso algum suspeito sozinho aparecesse próximo ao edifício em que estava montando tocaia, iria sorrateiramente até um ponto próximo a entrada do mesmo e se esconderia, fosse atrás de algum objeto ou nas sombras, ali permaneceria, apenas aguardando o grupo voltar a descer, para então, sorrateiramente começar a perseguição aos vigias. — ~ Agora eu estou um passo a frente de vocês, malditos. ~

......."Se uma PEQUENA mudança afeta uma tendência histórica de longo período, então o efeito da mudança será quase sempre transitório – a tendência logo retrocederá a seu estado original. Por exemplo: um movimento de reforma no sentido de limpar a corrupção política numa sociedade raramente terá mais do que um curto efeito de duração, cedo ou tarde os reformistas relaxam e a corrupção se instala novamente. Hoje, vinte anos após ter entrado para o governo mundial, entendo que é preciso destruir o sistema para se ter sucesso, algo permanente, um fim derradeiro à todas baratas que infectam nosso mundo."





Objetivos:
 

Histórico:
 



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Você não me vê na batalha?
É claro que estou lá, veja só o terror e o medo neles.


||Legenda||

|- "Roxanne - Intervenção" - |
|~Roxanne - Pensamentos~ |
|Roxanne - Fala|


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MensagemAssunto: Re: Cães de Aluguel   Cães de Aluguel - Página 3 EmptySeg 7 Maio - 14:38


O número poderia significar tantas coisas e Rox decidiu apenas um logo de cara, tomando seu rumo quando percebeu o sinal, seguindo assim pelos telhados até alcançar seu ponto de interesse. Nas proximidades de onde estava agora poderia ver um simples homem andando tranquilamente enquanto fumava um cigarro e observava os arredores, focado em algo que já não era tão fácil perceber. A agente escondeu-se próxima daquele homem e mesmo sendo algo muito longe de onde estava ela ainda podia escutar passos nos telhados, eram passos bem leves, mas com o estado atual da parte superior daquela região era quase impossível passar por lá sem fazer barulhos. Sair do topo foi a melhor opção para Rox e ela conseguiu sentir isto naquele instante, quando um sujeito mascarado saltou de uma casa, caindo logo ao lado do homem fumando. O fumante tinha o rosto bem escondido por um tipo diferente de mascara, era cinza e possuía mais detalhes algo mais bem elaborado e que deixava espaço nos olhos, podendo ver que aquele sujeito tinha olhos escarlates. – Tudo limpo. – A voz surgia de cima, revelando um homem com a mesma mascara amarela e capuz que os outros pareciam usar.

Entendo... Vou permanecer aqui por algum tempo, pode ir descansar. – A voz era de um homem e ele parecia realmente ser superior ao outro, dando as ordens enquanto fumava. Rox não tinha percebido isto antes, mas agora que estava perto deles podia observar na mão dos dois existiam anéis. – Sim senhor! – Bradou e se retirou do local como fora ordenado. Observando melhor os anéis ficou claro que aquela era a representação deles no grupo. O mascarado que estava saindo de lá e era um subordinado do outro estava usando um simples anel preto, porém seu possível líder tinha um anel preto com detalhes brilhantes em verde. Ainda que aquela fosse uma boa informação eles não tinham como saber a variedade de anéis e nem quem os usava corretamente. Rox tinha um ponto de partida e começava a acompanhar aquele homem por seus caminhos estranhos no meio da cidade, percebendo alguns pontos interessantes onde ele parou, entrou e saiu após alguns minutos.

Por não ser nada furtiva ela fazia alguns barulhos e até chamava a atenção do homem que perseguia, porém ele não se importava e continuava caminhando até o interior de uma casa, entrando e fechando a porta com sua chave. Do lado de fora ela podia escutar o mascarado subir escadas, empurrar alguns móveis e por fim recarregar algo. Um barulho tão comum para atiradores, o som de quando a arma esta sendo preparada para disparar após ter todas as balas no lugar. Antes que ela pudesse pensar acabou por sentir seu ombro direito doer e ser levado um pouco para trás por alguma força estranha. Rox conseguiu ver o sangue escorrer por seu braço e logo notou que tinha sido atingida por uma bala de arma de fogo, provavelmente alguma que não fez barulho algum ao disparar. – Mais uma vez vocês estão buscando a própria morte. – Como se não fosse nada o sujeito tinha saltado do segundo andar da casa onde tinha entrado, caindo ao lado de Rox. – O governo é realmente idiota. – O homem segurava uma pistola com silenciador que estava apontada para a agente, deixando pouco espaço de fuga já que a proximidade era de 1 ou 2 metros um do outro.

Coisas:
 

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MensagemAssunto: Re: Cães de Aluguel   Cães de Aluguel - Página 3 EmptySeg 7 Maio - 14:43



Sai da Frente Satanás.



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......."Provavelmente a maior razão para você achar minhas ações incompreensíveis é que você jamais experimentou ódio e frustração intensos o suficiente, durante um longo período de tempo. Você não sabe como é carregar um fardo imenso ou raiva frustrada, e como isso pode tornar alguém rancoroso. Até mesmo alguém como eu."

.......Se o dia era algo a se temer, a noite naquela área da cidade era no mínimo um pesadelo. Muitas pessoas acreditam que o medo é a falta de coragem, o que de um todo não está de fato errado, mas em uma análise mais detalhista ou como no meu caso, psicológica, você irá notar que o medo é algo que se constrói em cima da tensão. São as inúmeras possibilidades de acontecer coisas macabras que a pessoa desconhece, no momento em que se menos espera, digo, o medo não está na escuridão em si, mas no fato de ela poder esconder perigos. Perigos para os quais quase sempre não podemos nos preparar ou nos proteger.

.......A afirmação que senti medo, investigando aqueles dois homens mascarados na calada da noite, não seria uma declaração completamente sincera, no início houve euforia, depois curiosidade, – que se mostrou bastante benéfica ao me revelar um detalhe no mínimo interessante  – e, por sua vez quando comecei a persegui-los, houve algo no qual não estava acostumada, uma tensão incutida na possibilidade de ser encontrada, na dúvida do que poderia vir a seguir. Aquela sensação que causa frio na barriga, suor frio nas mãos, moleza nas pernas, aquilo que no mais natural sentido etimológico da palavra significa tensão, o medo mesmo veio quando a bala atravessou meu ombro e o cano da arma ficou entre meus olhos.

.......Amigo, até aquele ponto nunca havia sofrido um ferimento de arma de fogo, conhecia a dor de cortes, pancadas, das entranhas se retorcendo sob o efeito de venenos. Tudo isso era comum já, agora uma bala entrando no corpo, isso era novidade. – PUTA QUE PARI!!! – Gritava, caída de bunda no chão, o líquido rubro e denso escorrendo em filetes ágeis e serpenteantes braço abaixo.  – ~ Pense Rox, pense e pense rápido porque o próximo vai ser letal. ~ – Lentamente engatinhava para trás, tentando se afastar um pouco da mira da arma e no caminho tentava apanhar finos grãos de areia ou poeira entre os dedos, ambas mãos atrás do tronco para bloquear o campo de visão rival. – Espera aí, não é isso que você está pensando não... – Prosseguia recuando lentamente e no percurso buscava analisar as expressões corporais do rival, a psicologia era muito útil nessa etapa do processo, contudo, a máscara bloqueava boa parte de minhas possíveis informações sobre o pistoleiro. – ~ Merda, um braço fodido, uma arma na cara, uma máscara que não me ajuda em nada e a porra de um bandido que salta de uma sacada do segundo andar, essa informação sobre os anéis terá que ser suficiente para Dag. ~ – O calor do metal fisgava dentro da carne, era incômodo, exatamente o que meus inimigos sentiam quando os acertava em cheio. – ~ Preciso sair daqui agora, ou entrarei para as estatísticas. ~

.......O braço ferido lentamente se erguia e o rosto virava-se para o lado, ensanguentado e trêmulo o membro alvejado ficava entre a atiradora e o mascarado, como se pedisse misericórdia, apenas tempo o suficiente para causar uma leve hesitação no bandido e abrir uma brecha para o que viria a seguir. Sem perder tempo, Rox agilmente se lançava para o lado do membro ferido e no percurso lançava a terra/poeira apanhada com a mão boa em direção aos olhos do assassino, podia ser que a máscara bloqueasse os pequenos grãos, podia ser que não. No processo de confusão pela reação de uma pessoa que aparentemente estava pronta para morrer, d’Lamour tentaria erguer-se rapidamente e se lançar dando um encontrão pelo lado que seu oponente segurava a pistola, seu objetivo era desarma-lo, pelo menos conseguir um leve atordoamento, tempo suficiente para que conseguisse correr para uma viela colateral e se embrenhasse nos inúmeros becos que haviam sido gravados tanto na sua mente quanto no mapa que carregava consigo.

.......Sem olhar para trás, Roxanne correria para e pelas rotas que sabia serem seguras, os caminhos que havia preparado e a todo instante olharia para trás, vendo se estava sendo seguida, continuaria seu percurso até sair da zona de perigo, voltando para o quartel general da marinha. Entretanto, se em algum momento notasse estar sendo seguida, posicionar-se-ia em um dos pontos em que anteriormente houvesse montado uma de suas armadilhas e aguardaria o momento certo para ativa-la, visando assim pegar o seu algoz ou algozes, se fosse o caso. Apenas pararia caso notasse a incapacidade do rival se movimentar devido a sua artimanha, nesse caso então se aproximaria do mesmo, afastaria sua arma com os pés se estivesse no chão ou com um golpe com a coronha de sua pistola se estivesse em no alto, e por sua vez, apontando a arma para seus testículos/cabeça, pediria que lentamente o marginal retirasse sua máscara, o encararia seriamente, tentando identificar algum sinal de medo em sua expressão, algum ponto de fraqueza, ao máximo usando de seu conhecimento psicológico para perscrutar a mente do inimigo. Aquilo seria fundamental antes de qualquer pergunta. – Comece a falar.

.......Caso não fosse seguida e conseguisse sair da zona de perigo, iria até o quartel general, tomando cuidado e mantendo a atenção por todo o caminho, enveredaria pela floresta em passos acelerados, a noite era uma péssima opção no que dizia respeito a zonas selvagens, mas nada poderia ser mais selvagem que uma bala no braço e uma arma no rosto. – Anéis, anéis de cores diferentes, os líderes usam anéis pretos com inscrições coloridas, os subordinados usam anéis inteiramente pretos. – Diria euforicamente, quase cuspindo as informações para Dag, assim que a visse, logo em seguida me encostando na parede, abatida pela dor do ferimento, do cansaço pelo longo percurso e sem sombra de dúvidas, fraca por conta da perda de sangue.

.......Se por ventura tudo desse errado, tentaria apenas afastar a arma de meu rival para longe do meu corpo dando um encontrão/chute em sua pistola/braço, sacaria minha pistola e partiria correndo e atirando para trás a fim de fazê-lo ter de buscar cobertura antes de pensar em me atacar pelas costas, atiraria e correria até encontrar uma viela, então me enfiaria na mesma e seguiria o plano como já citado anteriormente, a vida era complicada, mas sem sombra de dúvidas a morte seria bem mais.

......."O cão não ladra por valentia e sim por medo. Por anos fui o cão do governo, ou melhor, a cadela. Durante todo esse tempo, nunca ladrei, quando abri minha boca foi apenas para morder a garganta do meu suposto dono."





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MensagemAssunto: Re: Cães de Aluguel   Cães de Aluguel - Página 3 EmptyTer 8 Maio - 23:45


Se não é isto, então qual a razão de estar aqui? – A pergunta do homem pouco importava naquele momento. Rox tinha de fugir e precisava fazer algo logo, pois o mascarado não teria paciência para esperar muito tempo. – Sua organização é cheia de idiotas, quem diabos mandaria mais e mais peões para investigar um local onde todos morriam. – Ele estava pronto para falar mais e explicar algumas coisas, mas foi impedido pela areia entrando em seus olhos e a pancada recebida, sendo lançado para trás tendo que largar a arma por conta da força. – Vadia de merda! – Gritou ao se recuperar e ver que a mulher já estava correndo e desaparecia entre os becos, passando por algumas dificuldades no caminho até o mascarado perder seu rastro. O grito do homem tinha atraído alguns criminosos e eles começavam uma busca na região, andando por todos os lados para dificultar ainda mais a fuga de Rox.

Disparos podiam ser escutados ao longe, diversos passos por perto e alguém finalmente a encontrava, precisando da agente procurar uma rota de fuga, pois um simples soldado surgia para capturar a mulher. – TA AQUI PORRA!!! – Gritou e novamente teve de correr com todas as forças, passando pelas armadilhas e deixando os criminosos para trás por não ter tempo de interrogar nenhum deles enquanto era seguida, perdendo a chance de pegar mais informações sobre o grupo. Por saber todos os caminhos a agente conseguia fugir com sucesso, chegando até um ponto onde diversos civis andavam e comemoravam algo, bebendo e comprando coisas na noite. Os mascarados surgiam logo atrás de Rox, porém desistiam ao ver tantos civis por perto, retornando para a região deles.

Roxanne tinha feito sua parte na missão ao coletar algumas informações, podendo seguir ao QG enquanto seus companheiros provavelmente estariam cumprindo as tarefas. Ela tinha um ferimento profundo de bala e precisava tratar aquilo logo, partindo assim pela floresta da forma mais rápida possível. Ao alcançar o QG ela encontrou Dagny andando pelo QG com o baby den den mushi em mãos, vendo Rox apenas alguns segundos depois e de imediato a loira corria até a novata. – O que aconteceu?! Você não me parece bem. – As informações surgiam e Dagny entendia, porém ignorava por hora aquilo para ficar próxima de sua companheira ferida. Cansada e com dor, Rox ficou em uma parede até ser ajudada pela loira, que basicamente a carregou até a enfermaria colocando-a em uma cama onde poderia ser tratada por tal ferimento.

Um médico surgiu após alguns segundos e começou a limpar o ferimento, retirando a bala cuidadosamente e por fim fechando o buraco que tinha ficado. As bandagens eram colocadas e envolviam o ombro direito, segurando firme o curativo para não sangrar facilmente. – Rox... Sinto muito por te indicar uma missão dessas no seu primeiro dia, estou feliz que está viva, mas a responsabilidade disso tudo é minha. – Dagny estava preocupada e resolveu perguntar sobre os outros companheiros. – Os outros não estão bem? Não recebo uma ligação do Thon a algumas horas, isso me preocupa. – Todos estavam cumprindo seus papeis e voltariam se tudo fosse resolvido da maneira planejada, podendo ter ferimentos ou apenas informações para ajudar o governo na destruição daquele grupo criminoso. – Rox... Se estiver bem eu gostaria de um pequeno relatório de tudo aquilo que você sabe, depois perguntarei aos outros também, mas como só você retornou é minha única opção. – A noite estava longe de acabar e mesmo com sua parte tendo sido muito menor que a dos outros a atiradora tinha feito seu trabalho, poderia não ser o melhor de todos, mas ainda era algo que seria útil ao grupo.

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MensagemAssunto: Re: Cães de Aluguel   Cães de Aluguel - Página 3 EmptyTer 8 Maio - 23:51



Descanso.



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.......O dia ainda não havia raiado, os galos não tinham cantado, mas as balas rasgavam a noite e quebravam o silêncio soturno da cidade. Gritos, maldições, tiros e xingamentos, uma combinação digna de um bom faroeste, não havia cavalos, cenário desértico ou um duelo justo. Por aquelas redondezas tudo que existia eram inúmeros bandidos esgueirando-se por becos, atirando às escuras, atrás de mim, uma mulher infiltrada, uma sobrevivente que a cada instante respondia um disparo com outro, corria, sentia as fisgadas da bala na carne e engolia em seco os gritos guturais a cada tranco apressado da fuga. Apenas eu e eles, uma mulher que sem hesitar, continuava em meio aquilo que parecia durar uma eternidade. Acompanhada pela tensa expectativa de uma bala perdida achar meu corpo, de cair, de dar de cara com um de meus algozes.

.......O desespero, a euforia, o medo e toda a adrenalina injetada a cada instante se misturavam e destilavam  em minhas entranhas, no fundo a dor, o sangue e a fraqueza que não ganhava espaço em meio aos becos, esquinas, vielas e corredores que se aproximavam e afastavam, que passavam em rápidos "flash's" durante a fuga, uma tentativa gutural de sair daquele lugar de merda com vida, diabos, uma tentativa de poder acender mais um cigarro, rir, foder, ver gente, viver.

.......A realidade é que em um dia normal, – onde a cada dez apenas um quisesse me matar – eu não daria tanta bola e nem ficaria feliz ao ver uma multidão, para ser bem sincera, sequer colocaria "ver gente" entre minhas prioridades na lista dos últimos desejos antes de morrer. Mas veja só, foram exatamente as pessoas que me salvaram, no mais completo sentido da frase, minha mão sempre estivera certa em dizer que: "o melhor jeito de afastar alguém, é colocando uma multidão a sua frente." - Digo, não sei se os bandidos recuaram por medo de chamar atenção ou vergonha de serem reconhecidos,  mas ao notar aquela multidão comprando, interagindo, como formigas unidas e se movimento, eles hesitaram, se afastaram e deixaram escapar uma moribunda, uma moribunda com uma bala no ombro, os cabelos úmidos  e desgrenhados colados na face e, um doentio e alegre sorriso no rosto.

.......Meu rosto deve ter entregue para Dag o fato da fuga, da bala e de todas as merdas que tinham acontecido comigo até então naquela noite, isso ou talvez o fato de estar quase morrendo em pé, bem a sua frente. – Muito perspicaz de sua parte. – Ironizava, gemendo baixinho de dor ao ser carregada até a enfermaria. Um dos pontos positivos de trabalhar para o governo era esse, ter um lugar para onde voltar, alguém para cuidar de você e, apesar da dor excruciante ao ter bala retirada de meu ombro, aquilo de alguma forma era reconfortante. – Uma bebida, por favor. – Pedia, a voz tremula e fraca após o grito contido entre dentes no momento em que o projétil havia sido retirado.  – Você fica ainda mais linda se desculpando. – Sorria para Dag, com a voz mais descontraída, descarregada de toda aquela tensão e dor. – Nós nos separamos no início da noite, separados tínhamos mais chance de sair com vida, foi isso que achei e bom, como você poder ver bem aqui, acho que estava certa.

.......Sentava-me fazendo uma careta de dor ao movimentar o ombro ferido, o tronco um pouco inclinado para frente. – Sim, um relatório... Descobrimos algumas coisas interessantes do grupo, eles trabalham em um sistema de ranqueamento, existe um líder no topo do grupo e abaixo dele alguns líderes menores que comandam seus grupos de forma independente. Se você comanda um grupo e eu comando outro, eu não posso comandar os integrantes do seu grupo, somente você. São provavelmente cinco líderes de equipe, como dedos e acima deles há o braço, o mandante de tudo. Se conseguirmos pegar um dos peixes menores e fazê-lo abrir o bico, poderemos apanhar o tubarão. – Colocava os pés no chão e se erguia, andando a esmo pelo quarto, pensando, lembrando, conectando as informações. – A região é muito bem vigiada, os membros das equipes menores usam máscaras amarelas, já o líder deles usa uma máscara negra, mais trabalhada, eles não têm medo do que pode acontecer, por isso não fazem questão de se esconder da gente, pelo menos não quando estão mascarados, acredito que eles façam parte da sociedade local, homens que trabalham normalmente e tem sua vida como pessoas de bem. – Vasculhava minha roupa e apanhava o mapa da região, entregando-o a Dag. – Os marinheiros que entrarem lá para o ataque vão se meter em um terreno difícil, propositalmente confuso e de difícil acesso. Eles podem usar isso para se orientar, sem um mapa eles vão ser alvo fácil dentro do covil deles, eu mesma só consegui sair viva por ter um desses. Entreguei uma cópia de cada para os outros.

.......Encostava as costas na parede dos fundos da sala. – Se importa se eu fumar aqui? – Aguardaria a resposta da agente e se positiva, acenderia um de meus cigarros de maconha, dando uma profunda, extasiante e relaxante tragada. – Tem mais uma coisa. – Soltaria a fumaça, um braço cruzado e outro portando o cigarro. – Anéis, os subordinados da equipe usam anéis totalmente pretos, parecem ser forjados em aço. O líder que encontrei usava algo parecido, mas o anel dele tinha alguns detalhes brilhantes em verde no meio. Se pegarmos um desses caras com anel colorido, acabamos com a organização deles. – Sorriria dando mais uma tragada, fechando os olhos e se preparando para aquilo que viria a seguir. – Deseja algo mais, senhora? – Encararia Dagny, aquilo era um convite, não uma tentativa civil de cumprir meu dever, talvez a garota percebesse, talvez fingisse não ter percebido, independentemente de sua resposta, me endireitaria ficando completamente reta. – Se não houver mais nada, preciso dormir, quero dizer, de um lugar para dormi. – Encararia Dag com olhos cansados, sinceros, aquela noite havia sido no mínimo longa demais. – ~ Amanhã será um novo dia Rox, e das coisas que você queria ter antes de morrer, só faltou uma. ~ – Partiria acompanhando Dag para o local onde pudesse passar a noite, dormir e ter uma boa noite de descanso após aquele dia infernal.





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MensagemAssunto: Re: Cães de Aluguel   Cães de Aluguel - Página 3 EmptyQua 9 Maio - 13:40


Encontrar a superior novamente e ter que retirar uma bala de seu corpo foi complicado para Rox. Naquele instante ela ainda se recuperava do ferimento e cansaço obtido ao fugir, precisando descansar um pouco, além de beber algo para recuperar suas forças. – Tudo bem, irei pedir. – Rapidamente Dagny foi para longe da novata, voltando alguns segundos depois com duas garrafas de bebida e um copo. – Como não sabia se preferia algo com álcool ou sem, peguei ambas. – Uma delas era obviamente vinho, fácil de perceber ao olhar a cor. A outra tinha a coloração azulada, provavelmente um suco de alguma fruta da ilha. Alguns olhares trocados e finalmente Rox começava a dar seu relatório, deixando a superior um pouco mais confortável ao sentar-se na cama onde a atiradora estava. – Faça como preferir. – Com a autorização ela então começava a fumar, complementado as informações e finalizando com tudo o que tinha conseguido até então.

Dagny ficava quieta por algum tempo, pensando em tudo o que tinha escutado e imaginando onde os outros estavam. Nada de muito grave poderia acontecer se eles realmente estivessem com o mapa, pois Rox saiu viva, então os outros poderiam escapar em segurança. – O restante das informações eu pegarei com Thon e os outros, eles devem saber de algo que você não conseguiu alcançar. – Rapidamente a loira levantou-se, continuando com as garrafas em mãos, levava Rox até onde poderia dormir. O lugar era um dos quartos que existiam no QG, usados normalmente por quem trabalha fixamente naquele lugar ou para os visitantes, podendo permanecer ali quanto tempo for necessário. – Use este quarto. – A última porta do corredor cheio de quartos ia sendo aberta, revelando um local com a cama bem grande, mesa de estudos, banheiro e um armário que tinha roupas do governo limpas e prontas para serem usadas. – Normalmente eu uso esse quarto, mas ultimamente não tenho tempo para sair da minha sala e acabo dormindo por lá mesmo. Use o que quiser e durma o quanto for necessário, sua recuperação é muito importante por agora. – Dagny ia até a mesa de estudos e colocava ambas as garrafas e o copo por lá, deixando tudo para quando a novata acordar. – Tenha uma boa noite. – Por fim ela retirou-se do quarto, fechando a porta.

Ao acordar ela poderia seguir até o refeitório onde todos os companheiros da missão anterior estavam. Dagny permanecia em sua sala, lidando com documentos e tratando de assuntos mais complicados. O dia iniciava tranquilo e mesmo após um dia Rox ainda sentia dor no braço ferido, podendo pedir por algum remédio na enfermaria caso fosse preciso.

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MensagemAssunto: Re: Cães de Aluguel   Cães de Aluguel - Página 3 EmptyQui 10 Maio - 10:03



Dia do Santo.



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.......O inferno havia caído sobre Roxanne aquela noite, balas, perseguição, sangue, suor, desespero e no fundo de tudo, como um tempero especial, uma enorme dose de medo. Felizmente o pior já tinha passado e na medida que conversava com Dag, via seu quarto, sentia alguém importar-se com seu bem-estar como pessoa e não como objeto, tudo tornava-se claro. - ~ Parece que essa foi mesmo a decisão certa. ~ - Ali, sozinha em meio a seus novos aposentos, olhava o teto, estirada na cama. Podia ter morrido àquela noite, ter tido que matar algum inocente, mas quantos seriam salvos pelo seu trabalho? Quantas Roxannes deixariam de existir? Uma sensação quente enchia seu interior, confortável, acolhedora, algo que nunca havia sentido antes. Apenas encarando o teto, refletindo sobre suas escolhas e as consequências dela, Rox pela primeira podia sentir a paz de ter melhorado algo e não o destruído.

.......Um largo sorriso se abria, o rosto virava para a garrafa de vinho e os lábios umedeciam-se, o gosto da bebida lhe tentando a imaginação. Não, aquele dia seria diferente, beber era uma forma de esquecer as merdas que tinha feito e que muito provavelmente acabaria fazendo, mas hoje não queria esquecer de nada, queria deixar a memória e aquela sensação o maior tempo possível em seu interior. Ora, não era uma viciada naquela porcaria, podia viver um dia sem ressaca. - ~ Boa noite, mãe. ~ - Virava-se de costa para as garrafas, acomodando-se para uma ótima noite de descanso.

.......- "Se lhe disser que o fato de dormir na mesma cama em que Dag geralmente dormia não tinha afetado minha criatividade durante o sono, bom, estaria mentindo amarga e descaradamente. Nem mesmo hoje consigo entender porque não convidei a loira para dividir lençóis e alguns carinhos comigo, talvez o cansaço? Insegurança? O buraco no braço? Enfim, pensando nisso hoje me arrepende não ter bebido aquela garrafa de vinho sozinha ou em seu perfeito corpo."

.......O dia enfim havia clareado, os braços estavam descansados, as pernas ainda um pouco doloridas pelo esforço na fuga, o pior mesmo era aquele buraco no ombro, céus, como incomodava. - ~ Sem remédio não vai dar. ~ - Levantava-se, lenta e manhosamente caminhando até a porta, vestia apenas uma camisa de botões limpa que servira como camisola na noite anterior, distraída, abria a porta do quarto ainda esfregando os olhos e bocejando, quero horas eram mesmo? - ~ PUTA MERDA!! ~ - Batia a porta voltando para o quarto, o que diabos estava pensando? Aquele lugar não como como os bordéis que estava acostumada a ter como lar. Ofegante, encarava a por fechada por alguns segundos, não, ninguém podia ter conseguido ver ela seminua, tinham sido apenas alguns segundos ali fora. Rapidamente ia até o armário, se vestia com as roupas padrão do governo, procurava um banheiro para escovar os dentes, pentear os cabelos e se maquiar, algo simples, batom se possível vermelho, rímel e pó apenas. Em seguida servia um copo de suco, sentava-se na cama tomando coragem para encarar as pessoas que encontrasse no corredor, virava de uma só vez o líquido goela abaixo e partia a passos largos para fora, rumo a sala de refeições.

.......Pacientemente, serviria seu café da manhã, algo leve e simples, não queria forçar o estômago já que comumente àquela hora da manhã estaria colocando tudo para fora, não para dentro. –  Bom dia. – Diria ao encontrar os parceiros de sua última missão, se aproximaria e sentaria junto do grupo – Então, como foi para vocês ontem? – Olharia para o rosto de cada um no grupo, esperando que as informações fossem compartilhadas, sabia que ser uma agente do governo consistia em fazer apenas o que me era ordenado, mesmo assim algo dentro de mim parecia querer fazer a diferença, resolver o problema de fato, infernos, diabos, raios e trovões, algo dentro de mim tinha mudado depois daquela maldita missão. Enquanto a conversa rolasse, procuraria se faltava algum integrante no grupo, esperava profundamente que meu mapa tivesse salvado a todos, mas essa era mais uma esperança a qual me segurava do que de fato uma certeza.

.......Terminaria meu café, e partiria até a enfermaria, explicando minha situação, mostrando, se necessário, meu ferimento recente. – Não quero te incomodar, só preciso de alguns analgésicos fortes o bastante para aguentar o tranco de mais um dia e conseguir dormir com essa maldita dor. – Era bom ter amigos, aliados, enquanto estivesse na enfermaria, não pararia de pensar em onde poderia encontrar Dag, já imaginando qual seria o próximo passo dentro do governo mundial. Deveriam existir tantas coisas ainda escondidas de mim, era sabido muito sobre a marinha, mas o governo era uma incógnita para quase toda a população, uma incógnita que eu planejava desvendar.





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MensagemAssunto: Re: Cães de Aluguel   Cães de Aluguel - Página 3 EmptyQui 10 Maio - 17:51


A dor não seria resolvida sem remédio e como Rox sabia desse pequeno prolema, entendia que passar no médico mais tarde seria necessário. A noite tinha passado e todos agora se encontravam no refeitório, comendo o café da manhã bem simples servido pelo QG. As primeiras palavras de cada um eram cumprimentos, iniciando assim a conversa do grupo que agora estava junto finalmente. – Um pouco complicado em qualquer lado, conseguimos poucas informações, mas é possível existir o ataque em um futuro próximo. Adiar algo tão grande seria perda de tempo, pois ainda existe a possibilidade deles alterarem o sistema, base e itens característicos. – O que ele falava estava completamente certo. Nenhum bandido é burro o bastante para ficar parado em um local onde sua defesa foi quebrada, além de ter deixado o governo conseguir informações que poderiam complicar a situação dos mesmos. – Estou montando um grupo para essa invasão, provavelmente em uma semana todos vão estar por aqui e conseguiremos concluir a limpeza daquela parte da cidade. – Na mesa onde o grupo estava existiam diversos alimentos, sendo estes frutas e pães, além de queijo e outras coisas que poderia colocar ou passar no pão, sendo geleia uma delas.

Minha parte foi muito complicada... Me faltou o anel e inicialmente fui descoberta, tendo que matar um dos criminosos mais simples para pegar o anel e desaparecer com quem sabia da minha invasão. – Ay também tinha algumas ataduras pelo corpo e seu rosto estava com um pequeno curativo na bochecha direita. – Encontrei alguns problemas em todo o caminho já que eu não conhecia muito bem o interior, acabei entrando em lugares proibidos para o nível de anel que eu possuía e tive de escapar. – Os curativos mostravam o que realmente tinha acontecido em tal problema, nada tão grave, mas uma derrota chata de aceitar. Fugir quando se quer lutar é horrível para certas pessoas.

Por aqui não houve problemas. Fiquei bem amigo das pessoas dos níveis mais baixos e tive acesso a poucas informações, então fiquei mais andando por ai com eles para ver se encontrava algo de diferente. Pelo que eu entendi das pessoas sem máscara, eles foram contratados como mercenários e então apenas seguindo ordem de um líder que não conhecem. – Por conta do mapa todos tinham saído em segurança e estavam vivos para contar tudo que tinham conseguido encontrar na missão. Dagny sentia-se tranquila por ter todos ali e comia sem dizer nada, apenas observava os agentes que estavam sob suas ordens.

Após algum tempo comendo Roxanne resolveu procurar o médico para conseguir os analgésicos e terminar por horar com aquela dor irritante, podendo assim seguir com suas atividades normais por algum tempo. – Estou lhe dando 5 pílulas, use uma sempre que sentir dor e ficará bem ao terminar todas as cinco. Até lá seu ferimento provavelmente vai ter se curado. – O médico entregava um pote com pílulas azul e de retirava para tratar outros pacientes. Dagny e os outros agentes já tinham terminado suas refeições e estavam largados pelo QG. A loira tinha seguido até sua sala e permaneceria por lá o dia todo, enquanto os outros descansavam em seus quartos, tendo apenas Alwen na academia da base onde o loiro ficava treinando seu corpo sem pausa.

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MensagemAssunto: Re: Cães de Aluguel   Cães de Aluguel - Página 3 EmptySeg 14 Maio - 10:08



Missão - 2.



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......."A maioria das pessoas odeia conflitos psicológicos. Por essa razão elas evitam pensar seriamente sobre qualquer problema social grave, e gostam que esses problemas lhes sejam apresentados em termos simples, preto no branco. Levando em consideração a vida de merda que levei até me tornar uma agente, hoje você pode me chamar de a dama do cinza."

.......O refeitório do quartel general aquela manhã estava demasiadamente agradável, os marinheiros andavam pelos corredores, faziam fila e serviam-se, entre os uniformizados estavam alguns pontos peculiares, pessoas com roupas sociais discretas, claramente agentes do governo que esmagadoramente aos olhos de Rox aparentavam ser a minoria ali. – ~ É de se esperar, uma operação precisa de muitos braços e canos de arma, mas apenas de algumas mentes pensantes. ~ – O café era algo animador, uma fatia de pão com geleia e queijo, uma banana com amendoim, algo que fazia tempo que não comia, para ser bem sincera, tomar café em uma mesa logo cedo era algo que a muito tempo não fazia.

.......Não tardou até que o grupo suicida da noite anterior se encontrasse novamente, conversas colocadas em dia e preocupação afastada da mente, pela primeira vez estava de bem comigo mesma, exceto é claro pelas pequenas fisgadas que de tempo em tempo martelavam meu ombro. – ~ Que bom que todos estão bem, ou quase isso. ~ – Sem muita cerimônia, tive de partir rumo a enfermaria, comigo pela manhã era assim, pouco papo e muita ação, conversar logo cedo era algo no mínimo desconfortável, dotada de um humor nada linear, poderia pela noite ser sua amante e logo ao raiar do sol sua algoz.

.......O engraçado nisso tudo, nessa inconstância humana ao lidar com tempos e situações pelas quais passa, estava justamente em alguns poucos seres dotados de uma paciência e bom-humor inabalável. Digo, sem sombra de dúvida aquele médico era uma dessas pessoas iluminadas, veja bem, se logo pela manhã uma mulher grossa entrasse em meu consultório se queixando de dor e me enchendo a paciência, o máximo que teria ao sair dali seria uma pílula de metal no estômago. – Certo. –  Sem enrolação logo de cara tacava uma das capsulas para dentro, de início descia ardendo a garganta, uma água teria caído bem e por alguns curtos segundos desejei a garrafa de vinho em minha cabeceira. No entanto, agora era outra mulher e tomar remédio com bebida alcoólica era coisa da antiga d’Lamour, não da atual mulher da lei.

.......Com tudo em mãos e parcialmente medicada, partia para a sala de Dagny, sabia que se quisesse teria pelo menos aquele dia para descanso, mas porque deixar para manhã aquilo que se pode fazer hoje, não é mesmo? Bateria na porta e caso estivesse aberta adentraria o recinto, sorrindo, um pouco mais disposta e bem-humorada de acordo com o passar da manhã, ter algo forrando o estômago sem dúvidas ajudava nesse ponto. – Agente d’Lamour se apresentando para a próxima missão, senhora. – Encenava uma disciplina que não era do meu feitio, passado o momento de descontração, relaxava a postura e aproximava-me da mesa de Dag, puxando a cadeira e me sentando de uma maneira despreocupada. – Sei que você acha que devo descansar, mas estou bem, juro, estou pronta para a próxima missão. – Sorria, confiantemente encarando minha chefe, aguardaria sua resposta e caso positiva, lhe solicitaria o máximo de informações possível. – Isso é tudo que preciso saber? – Aguardaria procurando entender ao máximo a tarefa a mim designada, estando a par de tudo, partiria até meu dormitório, me vestiria de acordo com a necessidade da missão, serviria uma pequena taça de vinho, deixando-a ali para meu deleite ao voltar de minha tarefa, uma motivação para se sair bem, para sobreviver ao próximo desafio. – ~ Bebo você na volta. ~ – Por fim, partiria indo de encontro com meu possível parceiro, alvo ou se fosse o caso, local alvo da missão. Tudo estava pronto, e logo não mais seria apenas uma agente em treinamento.

......."Quanto às consequências negativas da eliminação da sociedade como a conhecemos, bem, dois proveitos não cabem num saco só. Para ganhar uma coisa, é preciso sacrificar outra. Ganhei poder, em troca de quem eu era."





Objetivos:
 

Histórico:
 

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Você não me vê na batalha?
É claro que estou lá, veja só o terror e o medo neles.


||Legenda||

|- "Roxanne - Intervenção" - |
|~Roxanne - Pensamentos~ |
|Roxanne - Fala|


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