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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Contos lunares - O Mercador e o Ifrit

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MensagemAssunto: Contos lunares - O Mercador e o Ifrit   Contos lunares - O Mercador e o Ifrit - Página 3 EmptySeg 30 Abr 2018, 13:29

Relembrando a primeira mensagem :

Contos lunares - O Mercador e o Ifrit

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Proteus Matchinglines e Viktor Rasputin . A qual não possui narrador definido.


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Gaiden
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MensagemAssunto: Re: Contos lunares - O Mercador e o Ifrit   Contos lunares - O Mercador e o Ifrit - Página 3 EmptySeg 17 Set 2018, 11:52


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Mas que coisa - Desembuchava, levemente surpreso com o desenrolar da situação. Até ali minha jornada tivera sido tranquila, e entre erros e acertos, só bons resultados obtidos. Minha hipnose tivera funcionado, algo que até ali custava a se demonstrar eficaz - Então... vamos lá não é mesmo? Você verá que no final estará bem mais feliz. - Articulava sorrindo, logo me prostrando a beijar as mãos da enfermeira em sinal de respeito, como meu pai fazia a cada novo empregado.

O tempo corria veloz, exatamente como o pequeno Viktor por entre os dutos. O anão, que até aquele momento passava como uma incógnita, revelava uma grande característica de sua personalidade... o apreço. Conexões tão rápidas não são tão fáceis, e até mesmo as lentas trazem consigo sobressaltos de estranheza. O sentimento autruísta de Viktor, naquele momento, denotava uma profundidade um tanto peculiar em seu relacionamento comigo, o que me fazia manter a esperança no futuro dessa aliança.

Sem mais tardar, eu poria a começar a operação seguinte. Sozinhos estávamos, e ali, com meu voraz apreço pelo desconhecido, partiria em uma busca serena por quaisquer itens úteis da ala médica - Você sabe onde tem algo de valor aqui Joey? Estou à procura de algum objeto interessante... um relógio de bolso talvez...- Questionava intrépido, com um semblante calmo porém determinado. Vasculharia de ponta a ponta, gavetas, armários, cabeceiras, estantes, caixas e mesas, me estendendo às arestas mais inalcançáveis do recinto, no anseio de assim achar algo relevante.

~ Tomara que exista algo aproveitável por aqui ~ Não evitava remoer em pensamento, já voltando a dialogar com a moça, enquanto terminava de esquadrinhar o local - Bem... algo que sempre quis ter era lábia... na realidade, uma eloquência mais geral me falta - Interrompia o desabafo com um suspiro - Não me entenda mal, não sou ruim com palavras, não... longe disso... só acho que não teria de recorrer a essa hipnose barata se tivesse um nível persuasivo melhor em minha fala - Proferia em tom de leveza, só então me tocando da situação - Só que você não vai entender nesse estado... haha!! É isso, um dia eu aprendo esse tipo de coisa. Se você soubesse, poderia até me dar uma ajuda. - Finalizava de maneira abrasiva, com um largo sorriso e uma postura imponente, tirando toda a poeira das mãos após a investigação.

Após analisar e esconder os itens achados até ali, me prepararia para a próxima etapa, o reconhecimento de campo ~ Vamos ver as opções agora ~ Matutava parado brevemente, logo me tocando que tinha um trunfo. A parte interna da fábrica era totalmente desconhecida por mim, entretanto, o ás em minha manga tinha efeito de coringa, os conhecimentos da médica seriam de ótimo auxílio - Você deve saber de tudo por aqui não é mesmo? - Indagava curioso - Poderia me dizer como e por onde podemos passar sem chamar suspeita? Pretendo ir até o chefe da segurança, mas não quero trombar em nenhum deles no caminho... - Concluia rapidamente, estralando os dedos e ajeitando a coluna em postura.

Esperaria a resposta da mulher, e ainda que não tivesse uma réplica satisfatória, iria lhe esclarecer o plano vindouro - O esquema será o seguinte - Traçaria em bom tom - Você tentará me levar até o chefe de segurança desse estabelecimento. Entretanto... - Suspenderia a fala por um instante para bocejar cobrindo minha boca - Entretanto, a alta probabilidade de passarmos pelos possíveis guardas nos exige um plano - Continuaria o apontamento em sobriedade - Eis o que vai acontecer, minha cara ajudante. Suponho que você seja uma pessoa de suma importância nessa empresa... e como de praxe, todo agente de segurança passa por cuidados médicos casuais em sua jornada pela companhia... - Esboçava um sorriso suave, num hiato de meio segundo - E acho que esse dia é hoje - Encarava a atônita - Bem, o que você fará é o seguinte. Caso passemos por algum sentinela, você irá abordá-lo com ar de rotina, o dizendo para abrir a boca, numa análise hospitalar rápida e segura - Prosseguia o falatório enquanto estralava o pescoço - Nisso, após verificar sua garganta, seu nariz e seus ouvidos, irá me apresentar a ele. E com o que tenho, buscarei hipnotiza-lo.. - Esperava um aceno ou qualquer tipo de concordância - Bem, está tudo pronto, vamos, mão na massa, me leve até o chefe da segurança... e se lembre, aja normalmente.

Para hipnotizar os guardas, eu usaria o relógio, caso o tivesse achado, caso não, iria ao velho modo, fixação de olhares e piscadelas. Se algum guarda me fosse introduzido, falaria - Olá, Proteus Matchinglines, neurologista - Estendendo assim a mão para minha vítima. As palavras que usaria para o show seria - Bem vindo(a) à nossa equipe. Sinta-se parte da família... - Finalizando a sessão. Antes de ir perguntaria - Aliás, tem alguma bata aí?

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MensagemAssunto: Re: Contos lunares - O Mercador e o Ifrit   Contos lunares - O Mercador e o Ifrit - Página 3 EmptySab 06 Out 2018, 20:37

Proteus Matchinglines

  Proteus parecia estar surpreso com sua situação atual pela tranquilidade de sua jornada até o momento, os resultados obtidos realmente eram muito bons. Sua hipnose se mostrara eficaz diante da médica, ele então dizia para seguirem com um sorriso e em seguida se prostrava beijando a mão da enfermeira como um sinal de respeito - Acho que vou adorar seu conceito de felicidade ela sorria maliciosamente observando as ações do rapaz. Com a saída do anão dali o rapaz passava para operação seguinte sem querer perder muito tempo e começava a procurar por algo interessante que pudesse ser utilizado - Agora que perguntou, há um relógio de bolso em algum lugar por aqui ela permanecia com o sorriso em seu rosto, achava interessante a forma ousada que o rapaz agia em sua presença. Logo, ela também estava procurando pelas gavetas da enfermaria, porém diferentemente de Proteus ela não tardava em encontrar o objeto dourado enrolado em sua corrente, aparentemente aquilo seria a coisa mais relevante que o sireno acharia por ali - Aqui está meu senhor Joey entregava o relógio nas mãos do rapaz. O rapaz remoía em seus pensamentos e rapidamente voltava a conversar com a mulher enquanto terminava de vasculhar todo o local - Se não me engano, uma amiga minha pode te ajudar com isso de aprender lábia ela falava tranquilamente diante da postura de imponência do rapaz.

Com tudo pronto, Proteus seguia para a próxima etapa que se resumia no reconhecimento do campo a onde estavam da fábrica. Parado o rapaz pensava brevemente percebendo rapidamente que tinha um trunfo em suas mãos, com toda certeza a médica poderia ser de grande auxílio para si na parte interna do local - Eu conheço tudo e mais um pouco por aqui a mulher parecia se orgulhar de seus conhecimentos sobre a fábrica, até mesmo sabia de todas as coisas macabras que ocorriam naquele lugar - Podemos chegar até a sala do chefe de segurança tranquilamente, mas nosso maior problema não será os guardas e sim os caracóis que ficam de vigilância ai pelos corredores começou a explicar calmamente - Se eles notarem algum intruso é quase certeza que irão avisar a todos os guardas do local, com isso não demorara muito tempo para sermos pegos continuou e logo em seguida abriu um sorriso desafiador - Bom, se tudo der certo a gente passa pelo ponto cego deles nos corredores ela terminava de explicar permanecendo com o sorriso em seus lábios. A mulher conseguia lhe dar uma resposta até então satisfatória, o que seria bem útil ao rapaz para chegarem até o chefe da segurança e ele ainda esclarecia para ela o seu plano - Tudo bem, isso poderá funcionar ela dizia tranquilamente e até um pouco curiosa para ver na onde aquilo iria dar.

Dando início ao plano, a dupla deixava a enfermaria seguindo até a sala do chefe da segurança que ficava um pouco distante dali. Logo, os caracóis podiam ser vistos pelos dois e assim a mulher tomava a dianteira guiando o sireno até uma porta de ferro praticamente toda enferrujada dando indícios que não era utilizada a um bom tempo, já que ficara emperrada na hora de abrir fazendo com que os dois tivessem que empurra-la  com toda a força - Provavelmente são poucos os que conhecem isto aqui, talvez somente eu e mais 2 pessoas ela olhava para os lados se certificando que ninguém os observava enquanto conversava com Proteus. Um misto de odores pairavam pelo local, alguns mais desagradáveis que os outros, o que poderia resultar em náuseas para um dos dois, ali havia diversos canos por onde passava a água que pingava sobre o chão formando algumas poças. Joey tomava a dianteira guiando Proteus por todo o caminho molhado, o corredor era um tanto extenso com alguns desvios, mas ao menos compensava para evitar os caracóis e os guardas chegando tranquilamente a outra porta. Desta vez, a sorte não os acompanhava e topavam de cara com um dos seguranças - Joey? O que faz aqui? E quem é ele? ele arqueou uma sobrancelha em desconfiança ao questionar a mulher - Bem, ele é um amigo médico e estamos realizando alguns exames de rotina ela explicava calmamente, mas o homem permanecia encucado -  Entendo semicerrou os olhos encarando a dupla. Proteus se apresentava como neurologista e se prestava a realizar rapidamente sua hipnose no guarda que em poucos minutos estava sobre efeito dos “poderes” psíquicos do jovem - Estou a suas ordens o homem dizia sem demonstrar a expressão de antes.



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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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MensagemAssunto: Re: Contos lunares - O Mercador e o Ifrit   Contos lunares - O Mercador e o Ifrit - Página 3 EmptyDom 02 Jun 2019, 16:28


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        Andava pensativo, lúcido, por assim dizer. A cada passo conduzido pela enfermeira mais meu coração palpitava ~ Não é hora para isso ~ Refletia sozinho, colocando a mão no lado esquerdo do peito em prospecção de auto-afago. O caminho era percorrido, e em meu breve raciocínio, já dava graças aos Reis dos Mares pela conveniência de terem me colocado frente a uma pessoa com tanto conhecimento local.

       Lográvamos grande perímetro rapidamente, e após certo tempo, entre passos e reflexões, me via faceando uma enferrujada porta de ferro, que parecera lá esquecida há muito. Em seguida, ação - Eu não nasci para esse tipo de serviço - Afirmava desconcertado, fazendo tremenda força em conjunção com Joey para abrir a passagem - Se me convenceu a fazer isso madame, mesmo hipnotizada, acho que você mesma... - Pausava, findando a desobstrução do acesso - ...poderá me ensinar lábia - Terminava a sentença, enxugando as poucas gotas de suor liberadas.

       Feliz não seria a palavra adequada para adjetivar minha perspectiva para com o resto da caminhada. O local, dali em diante, se descrevia como um misto de claustrofobia, peixe morto e industria não saneada, apresentando goteiras por todas as partes. Avançava-mos, não obstante o fato.

       - Joey, voltando a falar sobre sua amiga, sinto que realmente preciso aprender lábia... poderia me dizer seu nome? - Entrava em conversação, caminhando com semblante ousado e sedento, já não vendo a hora de internalizar estas habilidades. Mas mal se consolidava o ambiente de prosa e uma surpresa nos abordava. Um guarda avistara-nos, e atônito, logo questionava o nosso comparecimento no lugar.

       Joey fora veloz, e em tempo recorde conseguira enganar tal segurança - Sim, sou médico neurologista, e precisamos averiguar suas faculdades mentais senhor - O abocanhava em uma  dissimulada prerrogativa, mesmo com a lábia não sendo tão meu forte, não tardando a começar o procedimento hipnótico com o relógio - 1...2...3...e o mar leva - Obtinha êxito.

       Minha face, antes um pouco desestimulada pelo meio, agora já esboçava um ar de alegria e satisfação, meu exército aos poucos tomava forma. O próximo passo estava definido, a ala de segurança - Amigo, não sou nenhum tipo de soberano, não vou lhe controlar, só quero que me ajude a lhe ajudar, por favor.... me guie até o chefe de segurança... meu plano se concluirá lá - Prosseguiria, então, pela passagem, com Joey e o amigo não apresentado, sempre tomando cuidado com as câmeras e os outros seguranças.

       - Meu exército...minha empresa - Falava sorrindo.

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Takamoto Lisandro
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MensagemAssunto: Re: Contos lunares - O Mercador e o Ifrit   Contos lunares - O Mercador e o Ifrit - Página 3 EmptyDom 09 Jun 2019, 23:39

Takamoto Lisandro Olá.



O sireno tinha sucesso na tentativa de induzir o guarda a ficar ao seu lado, ele se apresentava respeitando seu mestre, dizem que a hipnose só funciona se a parte afetada tiver o desejo dentro de si de fazer os atos sujeitos a ela, as palavras do garoto eram firmes e escorregadias, soavam como se o guarda tivesse a vontade de ajudá-lo em seus planos. A lavagem mental havia funcionado e como passe de mágica ele havia mais um aliado. – O caminho é seguro por enquanto, mas ao chegar próximo da sala de segurança não há como passar sem ser percebido. – O guarda tinha certeza, ele também possuía conhecimentos sobre a arquitetura da fábrica. Os passos não eram apressados, tudo tinha sua certa sutileza, a enfermeira ainda guiava na frente, passava por corredores fedorentos e outros nem tanto, de vez em quando paravam e esperavam guardas passarem fazendo suas rondas.

Uma hora, foram pegos desprevenidos, a enfermeira ocultou a presença de Proteus e o guarda fez seu trabalho decentemente apenas dando uma desculpa para estar ali no momento como namorar a enfermeira. Um breve dialogo e uma longa risada, a atenção havia sido desviada. – Temos que ter mais cuidado. – Falava baixo com cautela, a caminhada não era muito longa e estavam em uma sala aberta com algumas colunas de aço e maquinas utilizadas para o manuseio e transporte de cargas pesadas, diversas caixas de produtos de diversos tamanhos e tipos. Trabalhadores passavam e viam, o trio não chamava muita atenção naquele recinto, porém não podiam ficar muito tempo ali, uma enfermeira, um guarda e um desconhecido não teriam tanta sorte por muito tempo. – Devemos seguir reto e dobrar a direita, a sala de segurança fica a poucos metros.

Recinto:
 



Offs:
 
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MensagemAssunto: Re: Contos lunares - O Mercador e o Ifrit   Contos lunares - O Mercador e o Ifrit - Página 3 EmptyQui 13 Jun 2019, 18:13


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       Ainda em devaneio, eu prosseguia pelo caminho, expressando assim, em minha face, um misto periculoso de atenção escrupulosa e tranquilidade quase que atônita. Com os olhos semi-serrados eu seguia Joey, em acompanhamento sincrônico com o guarda. Vez ou outra nos víamos alarmados, e eu me deleitava ao vê-los usufruírem de artifícios deveras inusitados para dissimular nossa campanha ~ Eles estão realmente sendo úteis ~ Ruminava, em meio a um dos muitos sustos.

      Guardas para cá, guardas para lá, e logo chegávamos a algum lugar de validade - Onde estamos? - Indagava surpreso Joey e o novo membro. Escondidos, estávamos em posição vantajosa, apesar de a fábrica até ali não ter se mostrado por inteiro, ainda estando pouco receoso, eu sorria em ar de alívio - Bem, acho que podemos ganhar alguma coisa com isso, afinal... - pausava brevemente, tentando analisar mais veemente o local - Afinal, o ponto era justamente libertar e dar mais oportunidades aos trabalhadores. Mas se lembrem, eu não os quero empossados de pura liberdade natural, não, os quero querendo trabalhar em condições melhores...para mim - Terminava a sentença com as sobrancelhas levemente arqueadas, como se já tramasse algum golpe de estado.

      Averiguaria o recinto de ponta a ponta, tentando discriminar até o mínimo grau de fantasia da realidade. O projeto, não obstante a dificuldade, era possível, e vendo aquele contingente de laboradores, já armava um plano em minha cuca ~ Bem, entre 10 e 15... guardas? Será? De todo modo, tanto faz... tudo tem um jeito ~ Refletia quase que intrigado, precedendo o desenrolar dos fatos.

      Me pondo à frente de situação, falaria, de maneira conscienciosa - Guarda cujo nome não me foi dito, eis o que fará a seguir - Exprimia minuciosamente - Eles são prováveis escravos, como você bem sabe... mas não posso dar de bandeja a vantagem do elemento surpresa, então você que irá intermediar a nossa comunicação - Continuaria a sentença, entre olhares e suspeições para com o local - Você vai falar exatamente isso, " O chefe da segurança me deu um comunicado, nossos trabalhadores e guardas passarão por exame médico psicossomático... ordens de emergência, formem fila" - Encerraria os dizeres, colocando assim Joey à frente para que acompanhasse seu colega.

      - Não se esqueçam - Falava em ressalva quase que de maneira abrupta - Coloquem eles em minha direção, caso algo aconteça de errado, vocês não me viram - Pararia Finalmente. Na possibilidade de tudo ocorrer como o planejado, após ver, ainda em discrição, a fila sendo formada, eu logo me apresentaria para a platéia, já tirando o relógio do bolso, no intuito de hipnotizar todo o contingente presente. Na situação adversa de alguém se opor ao exame, ou até mesmo argumentar quanto à sua legitimidade, eu também me poria à mostra falando - Não vai acatar a ordem do chefe da segurança? - Em último caso, que seria a aparição do dono da fábrica ou do chefe da segurança, eu correria o mais rápido possível para trás dos trabalhadores, tentando não ser acertado por nenhum golpe desdenhoso. Em meio ao processo de hipnose, pediria para joey ficar de prontidão, para interceptar um dos dois possíveis infortúnios.
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MensagemAssunto: Re: Contos lunares - O Mercador e o Ifrit   Contos lunares - O Mercador e o Ifrit - Página 3 EmptySex 14 Jun 2019, 02:58


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Cut-throat. O gume da adaga, por entre o miúdo palmar do anão, marcava um fio tênue e perfeito sobre a garganta da mulher. As bordas melavam-se suavemente de sangue: O equilíbrio perfeito entre a quase-letalidade e o cala-boca. Entrementes, cessava-se o ensaio de um grito, cortado pela raiz, assim digamos. O desdobrar da situação na enfermaria fazia-se estranhamente natural. Viktor legava a moça à hipnose de Proteus, que magistralmente controlava o início caótico daquele encontro, contornando as propensões sádicas e repulsivas da mulher, para algo macabramente zumbificado e subserviente. Viktor ficava surpreso perante as habilidades subjetivas mostradas até ali pelo sireno boa praça. "Caramba, ele é muito bom em engabelar as pessoas!" Contudo, enxergava ali uma leve escravidão mental, similar ao transe que sofrera por muitos anos. Assim, em tom sério proferia antes de sair pela tangente:
- Quando tudo isso acabar é bom que tu não mantenha as pessoas assim! Viu? - Ensaiava uma carranca, de adaga em riste em direção do sireno.
Em sua zona de ação, ao sabor de sua hiperatividade, o pequenino retornava aos dutos valendo-se de suas habilidades práticas de escalada e acrobacia. E num golpe de azar, seu mísero um quilo, fazia o assoalho da ventilação ceder durante a corrida, crente que ia chegar na região dos atormentados para libertá-los e levar a sua justiça aos feitores e responsáveis por toda a escravidão. Em suma, resolver a porra toda. Mas, que nada. O anão caiu feito um boneco dentro de uma tigela cheia de travesseiros macios..? Essa foi a sua primeira sensação naquela sala escura que tinha apenas o brilho de algumas telas de tv, mas o cheiro doce que exalava daquelas nuvens macias o atraía e levava a sua mente a crer que eram marshmellows de fato.
Assim, meio desajeitado por conta da queda, mas sob efeito da parca abstinência de açúcar que sofria, arrancaria alguns pedaços macios até encher sua boquinha como um esquilo desesperado. Após isso, guardaria algumas unidades em seu bolso, para que pudesse usufruir mais tarde, quando o vício atiçasse. Se não fosse doce ou parecesse estragado, ou tivesse algum sabor esquisito, cuspiria tudo e deixaria de lado a ideia de guardá-los.
Com as mãos sobre as bordas dos recipientes, ficava boquiaberto perante as imagens das múltiplas telas, feito uma criança de colo assistindo peppa pig. As imagens e mínimos detalhes observados marcavam suas lembranças, como o ferro quente marca os bois de um rebanho. Ardiam. Seu ódio era reavivado, dando-lhe força e foco para seguir explorando aquele covil. Contudo, todo o silêncio era quebrado por vozes que se aproximavam dali.
Viktor precisava se esconder depressa, o que nunca foi um problema, convenhamos. Buscando descer dali urgente, mas meticulosamente, para não deixar rastros e nem ruídos, usaria sua mente acurada para gravar o cenário e articular uma rota de escapada rápida, acrobática e discreta. Quando ao chão, buscaria celeremente abrigo seguro e oculto, que lhe fornecesse uma boa visão do ambiente e dos seres que se aproximavam, mediante a aproximação das vozes. Ali, não baixaria a guarda um segundo sequer, com seus dedinhos sempre meneando a empunhadura das adagas, para agir instantaneamente se necessário. Assim permanecia silencioso e atento ao desdobrar dos fatos.


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MensagemAssunto: Re: Contos lunares - O Mercador e o Ifrit   Contos lunares - O Mercador e o Ifrit - Página 3 EmptySex 14 Jun 2019, 21:03

Takamoto Lisandro SAO II OP



Não existia algo melhor do que juntar um guarda e uma enfermeira para a formação de uma requisição médica dos escravos, eles haviam vendido até mesmo seu corpo para a fábrica em troca de ganhos quase fúteis. Se arrependiam do fundo do seu coração de terem concordado com o contrato feito pelo dono desta fábrica de sofrimento, o sireno tinha uma ideia grandiosa de juntar aqueles escravos para exames, mas essa não era a real intenção do jovem que como em um show se mostrava contente e relaxado, sabendo o que faria, retirou seu relógio do bolso e chamou a atenção de todos. Aquela multidão com cerca de 12 pessoas não era nada discreta, teria que ser bem rápido no que fosse fazer, a hipnose teria que ser bem efetiva e seu discurso convencedor tinha que abalar o coração angustiado dessas pobres pessoas.

Já em outra direção, um anão estava contente ao se deliciar das poções de açúcar que os marshmellows proporcionavam em sua língua. Enchia suas bochechas rapidamente do doce assim como os engolia, não deixava passar a oportunidade de guardar em seus pequeninos bolsos as porções de glicose. Olhava para um lado e para o outro saindo da tigela sem a mexer muito e derruba-la da mesa onde estava, todo aquele ambiente era hostil, já havia guardas ao lado de Viktor, por sorte, nenhum deles tinham avistado o ruivo. Ele descia da mesa habilmente sem deixar rastros de som, seu tamanho lhe proporcionava vantagens na arte do esconde-esconde. Ele tentava lembrar do caminho que deveria seguir para se reencontrar com o hipnotizador ou para chegar em seu objetivo, porém ao começar a pensar notou uma movimentação estranha nos guardas. – Ei parece que está tendo um aglomero de escravos no setor E. – Avisava um guarda para o outro. – Sério? O que esses miseráveis estão aprontando? – Os dois se apressavam seguindo um corredor, e na parede da quina daquele corredor, existia um buraco com cerca de 30 cm, era como se fosse uma rachadura, porém com força e espremendo seu corpo, o anão poderia tentar seguir os guardas para visualizar o que estava acontecendo.

Por outro lado, no refeitório também tinha conexão para a saída e para o alojamento de escravos conforme um dos homens estava rindo e apreciando o show dado por uma mestiça humana com mink ursa, sua voz era mágica comovendo até mesmo os chicoteadores que paravam de torturar as pessoas para apreciar a música. Seria esta sua chance para ir pro onde fosse escolhido.



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MensagemAssunto: Re: Contos lunares - O Mercador e o Ifrit   Contos lunares - O Mercador e o Ifrit - Página 3 EmptySeg 24 Jun 2019, 01:20


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       "Lê-te a ti mesmo". Era nisso que pensava, enquanto apertava meus próprios punhos com os dedos. ~ Ler a si mesmo, é o que um bom governante deve fazer para liderar seu povo... levando seus próprios interesses e sentimentos ao centro da comparação do gênero humano ~ Ruminava sensatamente, cogitando a melhor forma de proceder no discurso. ~ Tenho de falar o que gostaria de ouvir caso fosse eles ~ Atestava em ideia, já pausando a contemporização. Minha melhor faculdade era a de refletir, apesar de lutar não me fugir à competência, e nessa que me apoiaria, ainda que temeroso, neste momento que era de tão boa oportunidade.

       A passos lentos (ou de peixe, por assim dizer), eu chegava à frente da plateia, e esta, inquieta como toda conclave, não tardava a se mostrar frustada pelo trabalho, ou talvez, para azar da minha trupe, até pelo fato do dito exame os ter parado repentinamente. Eram 12 pessoas, contadas a dedo e a medo. Em meu temperamento, eu tentava, ainda que forçadamente, dissimular o receio de falar perante tantas consequências na má sucessão dos fatos. Mas em passo firme eu avançava.

      - Olá senhores, venho aqui lhes fazer um exame psicossomático. - Exprimia atento - Algo que envolve não só a averiguação das faculdades mentais, mas também um diagnóstico que descreve as consequências físicas das tribulações que passam - Pausava, direcionando minha cabeça ao derredor -  Sei que vocês trabalham como escravos, e se não se entendem como tal, saibam que pelo menos passam por condições análogas a essa classe - Dizendo o óbvio, atento permanecia, em busca da mínima percepção de desaprovação. - Quem faz um exame? - Indagava subitamente, juntando ambas as mãos atrás das costas, e rondando o local - Um médico!! - Esclarecia o questionamento, antes mesmo de qualquer possível resposta, com olhos vidrados. - Mas um médico senhores... um médico não serve só para curar males corporais, não!! - Mudava, de maneira sutil, a abordagem mais bruta para uma que exortasse a curiosidade - Um médico serve para curar qualquer causa de doença, e isso serei para vocês - Pausava, concreto, para não pausar novamente. - A condição de vocês é sub-humana, sei disso, e sei que sabem, e também sei que nada dignifica mais um homem que o trabalho, entretanto, nada degrada mais ele do que o ato laboral sem parâmetros, sem limites, sem cuidados - Expelia as palavras contundentemente, enquanto me direcionava como um palestrante - Então, caros amigos, camaradas, venham comigo!! Vocês, como estes dois, que já mudaram de lado, podem tomar o que lhes pertence, podem trabalhar de maneira justa, podem escolher até não trabalhar se quiserem, só o que precisam é aceitar...ou melhor, não aceitar as condições impostas!! - Levantava as mãos em tom de enaltecimento - Estou começando uma revolução nesta FÁBRICA!! Abaixo o diretor, abaixo o dono, abaixo as condições insalubres que os submetem!! Venham camaradas, sigam-me, e se LIBERTEM!! - Findava o discurso, demonstrando um sorriso de esperança caloroso.

       A palestra poderia ter tido dois desfechos, sendo um a vaia indiscriminada por parte dos laboradores, e o outro sendo os aplausos dos mesmos. No primeiro caso, iria parar tudo e retroceder ao primeiro plano dizendo - Independente de virem comigo ou não, por favor, não se esqueçam de quem são. Deixe-me pelo menos lhes fazer o exame neurológico - Já no segundo caso, eu falaria - Para o medo não lhes tomar a virtude da escolha, e saírem daqui da maneira mais firme, deixem-me hipnotiza-los... os que não queiram, vamos de todo modo - Terminaria alegre em ambos, demonstrando confiança e apreço, enquanto tiraria o relógio do bolso e começaria o processo hipnótico - 1, 2, 3... e o mar leva - Em último caso, não levado em conta, caso algo ameaçasse minhas capacidades físicas, eu tentaria correr loucamente, deixando Joey e o guarda de escudo humano.
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MensagemAssunto: Re: Contos lunares - O Mercador e o Ifrit   Contos lunares - O Mercador e o Ifrit - Página 3 EmptyTer 25 Jun 2019, 21:39

Takamoto Lisandro Pika



Como um ditador, igual a um presidente, equipolente a um militante, sendo um homem que carrega em si ideias e deseja transmitir ao seu povo, lá estava o sireno colocando toda sua fé em suas palavras. Ressentia todo preconceito que aqueles trabalhadores tinham, sua abordagem foi diretamente as condições dos escravos. Seu discurso era sedutor como uma bela musa, suas palavras chamavam a atenção daqueles trabalhadores, os esfarrapados viam no pseudo-doutor um libertador, as chamas da insurgência brilhavam em seus olhos e nos peitos de cada um, a faísca de Prometeus incendiava uma multidão em busca da verdadeira justiça, queriam ser livres. – ISSO AI! – Disse uma das vozes gritando e chamando atenção, não muito tempo depois guardas iam na direção daquela sala, alguns viam do corredor onde estava a sala de segurança. – Ei vocês ai! Voltem ao trabalho! – Tiravam cassetetes e com escudos de contenção se aproximavam lentamente, toda aquela multidão sentia o medo, mas naquele momento, um homem entre aqueles que haviam escutado o discurso do sireno gritou forte. – LIBERDAAAADE! – O homem possuía cabelos longos castanhos e olhos azuis da cor do mar, possuía cerca de trinta anos de idade e um forte porte físico.

Ele foi o primeiro a colidir com o primeiro guarda e começar a brigar, mais dois guardas se reuniam ao redor dele e mesmo assim ele continuava lutando, a multidão vendo aquele ato de bravura se juntava na batalha e ia em direção dos guardas. Era um confronto generalizado, escravos contra os guardas, porém os números de seguranças iam aumentando ao passar do tempo e em algum momento o surto seria contido. – Ei você! – Gritava um guarda diferenciado, seu capacete era vermelho e corria em direção ao sireno com mais dois guardas, prontamente o guarda ao seu lado se dirigia a enfrenta-lo. – Corra! – Disse ele preocupado. – Vá até o painel de controle da sala de segurança, libere a todos! – Defendia rapidamente um dos golpes do guarda, a enfermeira tentava atrapalhar outro segurança, sobrava apenas o guarda vermelho correndo a toda velocidade na sua direção.



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MensagemAssunto: Re: Contos lunares - O Mercador e o Ifrit   Contos lunares - O Mercador e o Ifrit - Página 3 EmptyTer 02 Jul 2019, 01:54


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      O discurso fora eficaz, aparentemente consolidando um ânimo antes não visto nos espectadores. Em meio a urros de incentivo e exortação, não se fazia pausa para uma entrada um tanto quanto malquerida - Não agora... - Murmurava em desconforto, olhando fixamente para os guardas recém chegados. Os cassetetes eram sacados, algo deveras feio estava por vir, premonição ratificada pelos dizeres ásperos dos seguranças ~ Bem, aparentemente chegaram em má hora ~ Refletia isolado.

     Uma feroz batalha se iniciava, instigada primordialmente pelos meus dizeres. Os funcionários, antes em minoria, multiplicavam-se e em pouco tempo chegavam a se igualar aos operários, que em fervor itinerante guerreavam por sua parcela de liberdade - Avante!! A batalha é justificável quando se luta pela libertação!! - Declarava, os motivando, não obstante repugnar qualquer tipo de sanguinolência sem sentido, aquela fazia bastante sentido ético ~ Quem dera tudo pudesse ser só debatido ~ Ruminava quase cabisbaixo.

      Não tardava a investida um outro sentinela, dessa vez diferenciado, parecendo não só um capacho, mas um mandante ~ Quem será esse? ~ Pensava em semblante de questionamento, levando meus olhos a quem me dirigira a palavra. Até Joey, junta do novato hipnotizado, me defendia, e nada além de correr poderia ser feito por minha parte, entretanto, uma indagação se emaranhava naquela circunstância - Como eu vou correr desse cara se eu sou um peixe?!! - Rebatia ao novato, em boa intensidade e em tom lúdico. O brutamontes se aproximava cada vez mais rápido, e de maneira fugaz eu teria de agir.

       Em êxtase de ansiedade, não tergiversaria, e preparando minha habilidade racial, em uma veemência audaciosa, esparramaria o líquido pegajoso no chão usando meu karatê tritão, em direção aos pés do sujeito. Virando-me, eu tentaria correr o máximo possível em direção à entrada mais limpa e próxima, enquanto ao guarda companheiro me prostrava a perguntar - Onde é esta sala que você fala? - Aguardando a indicação para seguir meu rumo. Caso falasse, eu continuaria correndo, caso não, de mesmo modo.

      Se avistasse mais seguranças em minha direção, tentaria utilizar um dos dons artísticos mais incríveis que possuíra, a acrobacia. Almejando passar pelos percalços, me flexionaria, pularia, rolaria, jogaria ou até cairia por onde desse, no anseio de galgar o maior perímetro possível. Na ocasião de achar uma sala, fosse qualquer lugar, o requerido ou não, eu tentaria analisar da forma mais rápida e perceptiva possível, não deixando nenhuma brecha vislumbrada passar por despercebida. Averiguaria o local como se fosse minha própria mente, no tocante à inteligência intrapessoal que sempre tanto prezei. Achando qualquer botão muito bonito e grande, ou até que se mostrasse de funcionalidade pertinente ao meu objetivo, o apertaria. Na situação de não achar nada, simplesmente tentaria ficar perto de qualquer saída ou qualquer eletrônico ou líquido que me viesse a calhar, como objeto de distração para fuga. Se visse que o inimigo não me acompanhara, e conseguisse ganhar uma vantagem de tempo, eu tentaria desligar qualquer fonte de luz possível, e me escondendo, tentaria passar despercebido.
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MensagemAssunto: Re: Contos lunares - O Mercador e o Ifrit   Contos lunares - O Mercador e o Ifrit - Página 3 EmptyQui 04 Jul 2019, 23:00

Takamoto Lisandro post padrão



A briga era travada, o sireno não tinha liderança nem mesmo lábia, seu discurso não passou de uma simples fagulha para acender a chama daquelas pessoas. Ainda sucinto de astúcia, rapidamente disparava seu muco em direção ao chão e com seus movimentos aquáticos e a arte marcial tritã ajudava no desfecho desta ação. O guarda vermelho assim que deu o primeiro passo sabia que tinha caído em uma armadilha, apesar não ter sua face à vista, uma expressão de tristeza e raiva transparecia por suas ações já que rosnou como um cão e pisando no muco no segundo passo, deslizou e tombou de costas e saiu deslizando pela sala gritando. – PEGUEM ELE! – E continuou deslizando enquanto o homem peixe foi em direção a sala de controle guiado pela voz clara do guarda que lhe ajudava.

Ele não tinha nenhum perseguidor em sua encosta e não tinha sinais de guardas a sua frente, dobrou o corredor de pôde ver uma placa em cima da última porta sinalizando “SALA DE CONTROLES” e assim foi em direção a ela, porém estava trancada e ele não possuía uma chave, a fechadura não era das melhoras, olhando para trás e ouvindo bem pode perceber passos vindo daquela mesma direção e atrás da porta ouviu uma respiração forte e constante, estava rápida que sabia que a pessoa do outro lado da porta estava bem nervosa. Teria que agir rapidamente se quisesse escapar.




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