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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Aqueles que vendem a paz!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 2 EmptyDom 29 Abr 2018, 13:45

Relembrando a primeira mensagem :

Aqueles que vendem a paz!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Avlis Silva, Ivar e Enzo G. Gazzoni. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Ibn'La-Ahad
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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 2 EmptyQui 03 Maio 2018, 13:00

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Light-years away from you A distant orbit cast away, Your gravity, it pulls me near And it keeps me closer to your side. Hide from the light I'll navigate through the dark I feel in you



Ele era impressionante. Forte demais. Hehe. Não pensei que encontraria um lutador tão poderoso naquela ilha além dos marinheiros mais experientes e caçadores da minha família. Esvair-se das balas parecia uma tarefa fácil desde que ele estivesse distante, mas por sorte o mesmo não se aplicava em curta distância.

Suas palavras me faziam entender: aquele cara não gostava nem um pouco de atiradores e me tinha por um covarde. Azar o dele, afinal eu não ligava para o que ele pensava ou deixava de pensar sobre a minha classe. Foi por pura habilidade que me esvaí do seu soco de esquerda, sentindo que ele poderia findar o combate, no entanto o moleque girou em seu eixo e me chutou na barriga com força esplendorosa e tão potente que fui mandado pelos ares. Eu também era sagaz, não deixei que saísse impune e atirei duas vezes. A primeira ele desviou e a segunda furou seu estômago.

Sorriria avaliando os danos imparcialmente. Um atirador depende do seu dedo indicador e somente dele, contudo um lutador usa de todo o seu corpo para confrontar seus oponentes. Se prosseguíssemos trocando dano ele iria ver o seu rendimento cair prejudicando esquivas e ataques enquanto eu estaria bem desde de que mantivesse a pistola na mão. Sendo médico eu sabia das consequências de um tiro no estômago e isso deixaria sequelas graves. O menino precisaria de uma cirurgia para remover o projétil e costurar seu órgão caso esse tivesse sido afetado. Ou talvez eu estivesse me preocupando demais...

Mantive-me firme enquanto ele bravejava sobre me destruir, não deixaria suas palavras entrarem na minha mente e abalarem minha determinação. Sabia que a vitória era só questão de tempo. Escutei um disparo e então me levantaria o mais rápido possível. Era um marinheiro. — Esse maldito acaba de ser salvo pelo gongo. — Esbravejei. Seu nome era Shiro. Prometi pra mim mesmo que na próxima vez que nos encontrássemos ele passaria por maus bocados. Já o anotara na minha lista mental de rivais do lado do Giancarlo.

Ele e o cachorro do governo pareciam estar familiarizados. Por falar em cachorro do governo, tinha um sarnento deles se coçando no meu lado e querendo saber quem eu era. — Meu nome é Enzo. Sou um caçador de recompensas. — Expliquei. Que saco. Ainda devia satisfações aos imbecis. — Esse babaca estava socando uma mulher e eu resolvi intervir já que os cidadãos só ficaram assistindo. Isso me custou caro. — Diria levantando a camisa. Provavelmente o hematoma seria visível.

Respiraria profundamente. Agora que a Marinha estava ali eu já podia me acalmar e voltar para o que estava fazendo. Lidar com o caos na cidade era tarefa deles e não minha, mas por algum motivo eu estava satisfeito por ter interferido por bem da menina. É verdade, aonde ela estava? Procuraria com os meus olhos aguçados. Se a visse iria até ela e perguntaria se estava tudo bem tentando demonstrar preocupação, tocaria sua mão e acariciaria olhando nos seus olhos.

— Espero que esteja tudo bem, posso examinar os seus ferimentos se quiser. — Diria demonstrando segurança sobre o que estava fazendo. Eu deveria me tornar mais forte à todo custo. Não tinha outra escolha. Por sorte Shiro não me matara com um soco na cabeça. A minha evolução iria depender do que eu fizesse a partir de hoje. Pensei em procurar por plantas venenosas e banhar as balas nas substâncias, porém a neve seria um empecilho gigantesco na busca. Que inoportuno. Isso atrasaria meus planos.

O conhecimento não valeria agora e portanto restava meu corpo. Manobras acrobáticas e essas paradas que os caras dos circos fazem deveria ser um diferencial a mais. Criar projéteis seria igualmente interessante se eu misturasse com os meus conhecimentos sobre toxicologia. Antes de tudo eu precisava comprar ou filar um cigarro. — Alguém aí tem um cigarro? — Pediria aos cidadãos, eu estaria usando meu status de herói que interviu na briga pra tentar conseguir um cigarrinho. Se um deles me oferecessem eu solicitaria um meio de fazer fogo, então acenderia e andaria por aí dando uns tragos.

— Ei marinheiro! Preciso de uns cartazes de procurados e um lugar pra produzir venenos. Sabem onde posso encontrar um dos dois ou talvez ambos? — Perguntaria aos marinheiros. Iria seguir o caminho indicado caso me informassem uma das alternativas, mas se não o fizessem perguntaria aos que andavam por aí sobre isso. O veneno seria um adicional genial, algo com efeito de paralisação muscular teria detido aquele patife no primeiro tiro que levou e ele já estaria de joelhos pronto pra receber uma bala na cabeça antes de começar a proferir ameaças ou se achar o dono do pedaço. Eu detesto caras igual esse Shiro. Eles são iguais à mim. Eu sou o único que pode ser tão prepotente.

O pior de ter tomado uns sopapos por causa de alguém era que eu estava me sentindo bem. Quase um herói. Maldição o que estava acontecendo com a minha cabeça? As pancadas foram realmente fortes pra eu achar heroísmo algo prazeroso. Eu não conseguia parar de me sentir mal por estar feliz com isso.




Objetivos:
(✓) Obter uma pistola;
(  ) Banhar umas balas com veneno;
(  ) Conseguir um NPC acompanhante;
(  ) Comprar um cigarrinho;
(  ) Entregar um pirata ou revolucionário para a marinha;
(  ) Aprender Acrobacia & Criação de Projéteis;
(  ) Treinar ambidestria;
(  ) Comprar um fucking relógio;
(  ) Descer a porrada no Giancarlo;





Wherever you are I dissolve into nothing; So far no signs of life Wherever we are We'll find home Though we know we've lost the way Through the void we've gone astray But you are not alone We'll find home




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Raiden Fuji
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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 2 EmptySex 04 Maio 2018, 18:53



Aqueles que vendem a paz



Em resposta à pergunta feita pelo Marinheiro, Enzo levantou-se e disse-lhe seu nome e que era um Caçador de Recompensas, e ao escutar essa informação, o homem franziu o cenho, afinal não conhecia o rapaz, mas resolveu ignorar tal coisa, já que o mesmo continuara a falar, e dessa vez disse que estava ali por que o homem chamado Shiro estava batendo em uma mulher e ninguém fez nada contra o mesmo, por isso decidiu intervir, coisa que o marinheiro achou graça, e disse que tal decisão havia lhe custado caro, e com isso tentou levantar a camisa com o braço direito, já que o esquerdo ainda não estava bom, e com a cena, o homem acabou por gargalhar. - Cara, isso foi hilário, claro que ninguém ia fazer nada contra o Shiro, ele tem a mesma força que um tenente da Marinha, isso não é algo que você possa lutar contra facilmente, mas você fez bem em sair da luta com somente isso de ferimentos. – E ao terminar de falar, o marinheiro virou as costas para o Gazzoni e foi na direção de seu companheiro de trabalho.

Vendo que os marinheiros poderiam acalmar a situação, Enzo virou-se para procurar a garota que acabara por salvar ao lutar contra Shiro, mas acabou por não a achar, mas depois de constatar que não a veria, acabou mantendo-se em seu lugar, pensando no que faria a seguir, parecendo ter pensado em algo concreto, o atirador perguntou em voz alta se alguém tinha um cigarro para dá-lo, mas ninguém se manifestou, e o mesmo virou-se para o mesmo marinheiro que falara com ele anteriormente, pois o outro continuava a discutir com o loiro baderneiro, e perguntou-lhe de cartazes de procurados e um local onde pudesse produzir venenos.

- Hmm, os cartazes eu até posso te arranjar, mas você não vai encontrar nada que te ajude a fazer venenos nessa ilha. – Explicou o marinheiro, entregando dois cartazes na mão de Enzo. - Aqui estão, o homem do cartaz da direita se chama Makoto, ele é um homem acusado de fazer uns experimentos perigosos em uma outra ilha, mas escutei boatos de que ele veio para cá a algum tempo, e o homem do cartaz da esquerda se chama Tomi, tome cuidado com ele, ele é procurado pelo assassinato de 15 pessoas. – Avisou o marinheiro, saindo do local, pois seu companheiro já havia acalmado Shiro e o levava consigo. Enzo agora tinha nas mãos os cartazes que necessitava, agora podia dar início a seus objetivos.




Valor dos Cartazes:
 

Considerações:
 


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Ibn'La-Ahad
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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 2 EmptySab 05 Maio 2018, 15:43

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O marinheiro não parecia muito afeiçoado à minha pessoa ou ao menos não sabia quem eu era; isso é ótimo, não ser associado aos Gazzoni já era um feito pra me alegar depois dessa última surra. Era um favor que eu fazia à eles, afinal eu só traria desgraça ao meu antigo lar se soubessem que um dos filhos do Don foi feito de mocinha por um trombadinha sem noção. Não poderia evitar que minhas bochechas corassem e o tom rubro transmitisse a vergonha estraçalhando-me por dentro.

O hematoma latente no abdômen me lembraria do nome de Shiro para sempre ou ao menos até que eu devolvesse o favor. Droga, o marinheiro estava rindo da minha situação desagradável, teria eu virado piada pra essa laia? Por que esse desgraçado está rindo? Perguntar-me-ia inevitavelmente; tive o lampejo maluco de calar o verme com um tiro na nuca, contudo reprimi o pensamento. Esses cãezinhos da Marinha andavam em bando, eram enxames miseráveis e incapazes sozinhos. Não obstante eu compreendi o motivo dos risos.

Aquele que outrora questionara minha identidade agora tagarelava sobre Shiro ser tão poderoso quanto o tenente de Micqueot; oras, isso é um absurdo. Um vagabundo como eu sem nenhum treinamento avançado ou aptidão física para batalhas tinha metido chumbo no moleque. Se me perguntassem eu juraria de pés juntos que venceria a briga. Já me preparava para fuzilar o soldadinho de chumbo com uma sequência de perguntas, contudo ele já havia se retirado em direção ao outro soldadinho.

Ainda que tivesse os pensamentos engolidos pelo ego, vi a minha razão gladiando o narcisismo e vencendo; lembrou-me da causa de todo o alvoroço criado... Oh! A garota! Onde ela estaria agora? Eu poderia tratar dos seus ferimentos, dar um ombro amigo e ser chamado de herói sem que ela precisasse me pagar a consulta. Mais uma vez eu salvaria o dia. Por azar não a encontrei nas redondezas. — Que seja... ao menos minha parte eu fiz. — Resmungaria vendo minha esperança ser enterrada na neve. Os sopapos que eu tomei me faziam merecedor de NO MÍNIMO uns beijinhos.

Estaria ansioso e estressado agora, afinal tinha sido espancado de graça. Será que eu conseguiria um cigarrinho? Só pra não sair perdendo... A resposta se mostrou definitivamente: não. Ninguém pra me dar nem um trago. Não recebi nem um "oh, muito obrigado por salvar a donzela em perigo" ou "você é um exemplo de cidadão", nada disso. Eu só tinha a boa e velha consciência tranquila. Se tivesse virado a esquina e deixado a mulher pra apanhar seria bem provável que eu não conseguisse dormir de noite.

Falando em limpar a consciência era hora de salvar o dia mais uma vez. Foi o mesmo marinheiro bunda mole de antes que me entregou os cartazes de recompensa e disse que não havia possibilidades de eu conseguir bons venenos aqui.  Olhando os cartazes e ouvindo suas informações eu me surpreendi. Caçando os palermas eu poderia obter três milhões de berries, isso daria pra um belo relógio e ainda sobraria uma grana gorda. Apalparia a pistola na cintura com três tapinhas leves como quem diz "é amigo, você ainda vai ter bastante trabalho hoje".

Analisando as opções via que tinha um cientista maluco e um serial killer, dois tipões odiáveis que não me incomodaria em peneirar com a semiautomática. Deixar um maníaco responsável por vários homicídios solto por aí não é legal, todavia ficar na mira dele também não era interessante pra mim. — Será que o doutorzinho de jaleco tem ervas, cogumelos ou bichos peçonhentos pra eu extrair veneno? — Perguntar-me-ia apontando com o indicador na foto do Makoto. Sem embargo enfiaria o papel do Tomi no bolso do smoking e ajeitaria minha corrente no pescoço antes de ir atrás de informações. — Vai ser bem mais fácil enfrentar o assassino se eu tiver projéteis paralisantes.

Já havia me decidido. Makoto é o meu alvo! Eu daria fim aos seus atos malignos e compraria vários relógios com a recompensa. Eu amo muito o senso de justiça do governo aplicado aos caçadores: nós fazemos o que os marinheiros não podem e ganhamos mais do que eles sonhariam receber com seus salários medíocres. Agora a pergunta que não quer calar, onde me esconderia se fosse um cientista maluco que faz experimentos perigosos? Bem, não conhecia a resposta e como uma criança curiosa teria de fazer perguntas até me dar por satisfeito.

Antes de tudo precisava me localizar. Tinha acabado de sair da loja de armas ao lado da fábrica de vinhos, depois disso tinha dado uns tiros, tomado uns tabefes e pegado os cartazes de procurados. Suspiraria olhando para o céu um pouco pensativo. QUAL O PRÓXIMO PASSO?? Eu estava absolutamente confuso.

— Quer saber? Que se dane. Vou atrás de pistas no boteco mais próximo. — Estabeleceria confiante da minha decisão. O vício é quem gritava alto; era improvável que não houvesse um cigarrinho à venda no bar. As belas botas de couro me levariam até o bar mais próximo, perscrutando a rua com meus olhos de águia. Entraria na taverna com um empurrão testando a resiliência do meu braço esquerdo - outrora prejudicado no ombro.

Indo até o balcão, sentaria no primeiro banco desocupado que visse e gentilmente acenaria para o garçom. — Oi, her, eu gostaria de um maço de cigarros e UMA caixa de fósforo. — Deixaria bem explícito e olharia nos seus olhos tentando transmitir confiança. Se fosse uma mulher eu me debruçaria sobre o balcão, ajeitaria o cabelo e sorriria. — Bom dia minha princesa, poderia me trazer um maço de cigarros e uma caixa de fósforo? Seria muito gentil da sua parte acender um pra mim, hehe. — Daria o dinheiro requisitado; fumaria se ela trouxesse o cigarro aceso, dando um longo e profundo trago para depois soltar a fumaça para trás passando sobre meu ombro direito. Arriscaria realizar duas argolas de fumaça, formando um círculo com a boca e tossindo levemente. Se ela (ou ele) não trouxesse aceso então eu guardaria no bolso da calça. — Tem ouvido algo sobre um cientista chamado Makoto? Sabe com quem posso falar pra ouvir algo sobre isso? — Perguntaria ao barman tentando ser discreto; sendo respondido que sim pediria pelas informações.

Disfarçaria ao perscrutar o ambiente, passando meus olhos acesos e atentos ao redor. Teriam pôsteres na parede? Cartazes de procurados? Mapas? Como era a decoração? Tinha alguém bêbado? Uma briga prestes a eclodir? Marinheiros? Prováveis piratas ou caçadores? Tudo isso agregaria meu arsenal de conhecimentos. Puxaria uma cadeira pra acompanhar se encontrasse um marinheiro e repetiria a pergunta feita ao barman.

Histórico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 2 EmptyDom 06 Maio 2018, 03:04



Aqueles que vendem a paz



Depois de ter os cartazes de procurados em mãos, Enzo parecia não ter um destino certno no momento, e tentou pensar no que faria agora que não tinha uma caminho certo no qual seguir, algo como uma placa com os dizeres “[color:f71c=000099]Siga aqui Enzo, e chegará no criminoso.”, e por isso tinha uma difícil escolha a fazer. Após se passar menos de cinco minutos, tempo suficiente para o rapaz decidir qual seria seu primeiro alvo, o mesmo decidiu procurar por pistar em um bar que pudesse achar na região, que para sua sorte, era a mais movimentada de toda ilha, deixando o trabalho de achar o bar mais fácil. O Gazzoni seguiu em direção ao bar, à procura do cigarro e das informações que necessitava, o estabelecimento não ficava muito distante da loja de armas, mas o mesmo teve de seguir na mesma direção que os marinheiros iam, para a direita, deixando a Adega One às suas cotas, e assim o rapaz seguiu por três quadras antes de chegar a seu destino.

Ao adentrar no bar, Enzo se deparou com um estranho corredor, o mesmo era bastante estreito, dando para um homem gordo passar com bastante dificuldades, o piso do lugar era de madeira com uma aparência bastante gasta, o que era esperado, já que muitas pessoas passavam por aquele bar diariamente, o teto seguia da mesma forma que o piso, mas a aparência da madeira do teto era mais conservada, deixando-a mais bonita e brilhante, as paredes também eram de madeira, em um estilo conhecido como Piso de Madeira Maciça Tradicional, visto que também se podia utilizar esse tipo de madeira para fazer o piso das casas.

O corredor não tinha nada, então o Gazzoni seguiu em frente e pôde ver mais coisas no salão que havia à sua frente, a estrutura se mantinha igual, o piso, as paredes e o teto, mas ao seu lado havia uma escada, com a parte voltada para o andar de baixo coberta por plástico transparente, e neste estavam pendurados diversos tipos de escudos, todos de madeira e pintura diferentes. Olhando à frente, para o salão, o atirador pôde ver um balcão à sua direita, e em sua frente e à esquerda haviam mesas, quase todas cheias, boa parte ocupada por bêbados sem rumo, e uma pequena parte tinha alguma importância ali, que eram facilmente identificados por seus ternos e roupas sociais. Decidindo matar a vontade de seu vício, Enzo foi até o balcão, onde havia uma mulher de aparentes 35 anos.

- Bom dia minha princesa, poderia me trazer um maço de cigarros e uma caixa de fósforo? Seria muito gentil da sua parte acender um pra mim, hehe. – Disse o rapaz, arrumando seu cabelo enquanto falava com a mulher. - Certo, são 30.000 Berries, bajulador. Disse a mesma deixando a caixa de fósforos e o maço de cigarros no balcão, próximo ao atirador, que voltou a falar com a mulher.[/color] - Tem ouvido algo sobre um cientista chamado Makoto? Sabe com quem posso falar pra ouvir algo sobre isso? – A mulher franziu o cenho ao ouvir o nome do cientista. - Esse nome, Makoto, não me é estranho, mas não consigo lembrar de onde o conheço, e nem onde esse cara deve estar. – Explicou a mulher. - Pergunte para aquele homem ali, ele deve saber te dar a resposta. – Voltou a explicar a mulher, voltando a lavar a louça ali no balcão mesmo.

Andando até a direção que a barman havia lhe indicado, Enzo andava com o olhar fixo no homem para quem a mulher havia apontado. - Pois não, o que deseja? – Perguntou o homem, que logo escutou a mesma pergunta que Enzo fez para a barman, e o mesmo em seguida pôs a mão em seu queixo, pensando sobre o assunto. - Eu estou sabendo que esse homem veio para essa ilha, e te digo que ele pode estar na floresta, perto das montanhas. – Disse o homem, ainda pensativo. - Aqui, tome, vai precisar de um casaco antes de ir até as florestas, essa neve está mais intensa que o normal, tome cuidado. – Desejou o homem, entregando 35.000 Berries nas mãos do Gazzoni, que agora tinha dinheiro para pagar também pelo cigarro, e não somente pelos fósforos, e poderia comprar um casaco e partir para procurar Makoto.




Imagens:
 

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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 2 EmptySeg 07 Maio 2018, 16:33

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Que bar estranho. Bastaria eu engordar uns quilos pra me sentir um porco num chiqueiro; estreito que era o corredor. O carpete estava notavelmente gasto, denotando a grande circulação de pessoas por ali e quem sabe até o desleixo dos proprietários. A estrutura era de madeira por completo e isso me passava sensação de conforto ao recordar das antigas casas onde morei durante a infância. Seguindo no corredor encontrei uma escada adornada com escudos coloridos e não pude deixar de me mostrar empolgado. —Uou, isso é demais! — Sussurraria comigo mesmo, talvez tão baixo que o som não se alastraria além dos meus ouvidos atentos. Aquela decoração era encantadora aos meus olhos, um pouco brega quem sabe, contudo encantadora. A mansão da família Gazzoni rejeitava compulsivamente esse estilo e eu não gostava muito daquele emaranhado de cinza, vinho e marrom por todos os cômodos da casa.

O bar estava bem movimentado, tinha uma penca de bêbados desnorteados e um pingado de homens que pareciam importantes por aqui e ali. Reunir essas duas classes tão distintas no mesmo ambiente é o que tornava botecos tão poéticos aos meus olhos. Tentaria conter o riso, pensando que não havia nada melhor do que estar em "casa". Lar doce lar da vida noturna.

Deslizei até o balcão e tentei lançar meu charme na atendente coroa. Amargo erro. Ela não pareceu se encantar muito, bem, não se pode ganhar todas. Falando em não ganhar, tudo indicava que eu acabaria sem fumar o meu cigarrinho e satisfazer o vício latejando na minha garganta. Mudei de assunto quando ela falou sobre o valor e decidi perguntar sobre o cientista Makoto, aquele que eu colocaria atrás das grades ou num caixão. Estava me decidindo ainda.

Ela falou, falou e não falou nada. Acabou apontando pra um dos engomadinhos no salão que vendo minha aproximação já se adiantou e perguntou educadamente o que eu queria com ele. Disse basicamente o mesmo que para a atendente gata. Falando em atendente gata, esse mauricinho de terno tinha traços tão femininos que eu flertaria com ele se não fosse o traje masculino. Me parecia muito pensativo enquanto contava sobre o meu procurado. Em seguida ainda me deu um bocado de verdinhas.

— Olha, fico grato, mas... — será que ele tinha me achado atraente e queria me comprar? —ah, nada não. — Se esse fosse o caso, decidi que não queria soar incomodado, mesmo que estivesse um pouco. Nenhum ser humano tem culpa de ficar encantado com minha beleza. — Sou Enzo G. Gazzoni. Você receberá esse valor antes do final do dia! — Diria estendendo a mão cumprimentar. Viraria-me para o balcão outra vez, daria a quantidade pelo que comprei e seguiria pela escada para voltar pela rua. "Venho te ver de novo com muito mais dinheiro, lindinha" pensaria piscando para a atendente antes de deixar a taverna.

Entenderia se a abrupta mudança de ambiente me trouxesse um pouco de frio assim que saísse pela portão e em reação apertaria as extremidades do meu manto buscando aconchego. — Brur... Aquele maricas está certo, preciso de uns agasalhos... — Admitiria se sentisse muito frio nas ruas. Iria até a loja de roupas mais próxima e se não conhecesse alguma perguntaria para as pessoas nas ruas.

Entrando na loja talvez me sentisse mais acomodado. Sopraria entre as mãos tentando aquecer e lançaria olhares indiscretos por toda parte: roupas, acessórios e atendentes. Se uma atendente me perguntasse se tinha interesse em algo eu diria que sim tocando levemente seu rosto. — Acho que encontrei tudo que preciso. — Não tinha tempo nem hora pra flertar. É sabido. Brincadeiras à parte, contaria para quem me atendesse sobre a longa jornada que tinha e do que precisava: um agasalho quente e resistente. Escolheria um que coubesse no meu bolso, pagaria e vestiria. — Ele me vestiu bem? Seja sincero(a)! — Perguntaria, talvez um pouco corado. Mesmo que a função não fosse me deixar encantador eu ainda ligava para a aparência.

Se a resposta fosse positiva eu sairia contente, não obstante escutar um "não combinou" deixaria-me chateado até o ponto que esquecesse e desse de ombros lembrando que haviam preocupações maiores. O ameaçador cientista era o tópico de maior relevância no momento. Bem, o pior é que as montanhas e floresta da ilha ocupavam um espaço muito grande. Iria até uma das extremidades e bateria nas portas pedindo por informações.

— Olá, tem visto movimentações estranhas, sons, sentido cheiros ou visto fumaça por exemplo? Vindo da floresta! Ou talvez possa ter enxergado esse homem pelas redondezas — mostraria o cartaz, caso a pessoa não tivesse nada pra dizer eu perguntaria por alguém que pudesse saber e seguiria as informações da pessoa.

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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 2 EmptySeg 07 Maio 2018, 23:01



Aqueles que vendem a paz



Depois de receber a quantia dada pelo homem de terno, Enzo olhou para o mesmo de uma forma levemente estranha, e depois começou a dizer coisas desconexas, e a reação do homem à frente do atirador foi inclinar seu corpo um pouco para trás, sua expressão facial levemente desconfiada e a sobrancelha direita levantada. - Você está bem garoto? – Perguntou o homem, atraindo a atenção de outras pessoas vestidas de forma semelhante ao mesmo, olhando para descobrirem o que acontecia ali. - Sou Enzo G. Gazzoni. Você receberá esse valor antes do final do dia! – Disse o jovem médico após limpar seus pensamentos embaralhados.

Após escutarem o nome do rapaz, a situação se tornou bastante estranha, já que todos que ouviram o que Enzo dissera, tinham uma expressão de pavor no rosto, já que a família do mesmo era bastante conhecida e respeitada, mas o pior de todos fora o homem que dera dinheiro para o Gazzoni, além do pavor presente em todos, sua pele estava em um tom entre o amarelado e o branco pálido, além dos olhos esbugalhados. - Me desculpe por te ofender com esses trocados, Gazzoni-sama. Não tinha ideia de quem era o senhor. – Dissera o mesmo, levado pelos boatos que rondavam essa família de mafiosos, sendo que os boatos relatavam que todos os integrantes da família eram como uma matilha de lobos famintos, matando e espancando os que ousassem atrapalhá-los. Mas o que veio a seguir deixou o mesmo espantado, já que o atirador estendera a mão para cumprimentá-lo, e após isso o homem de terno ficou se perguntando sobre a veracidade dos boatos que havia escutado sobre a família do rapaz, que agora estava de costas para si, andando em direção ao balcão, onde entregou uma quantia de dinheiro para a mulher, que lhe devolvia um maço de cigarros. Tendo tudo que necessitava, Enzo piscou para a barman e virou-se para sair do bar, pouco preocupado com a estrutura do bar, já que havia reparado na mesma assim que entrou no estabelecimento.

Assim que saiu do bar, o Gazzoni agradeceu em voz alta pelo aviso do homem que lhe dera o dinheiro, já que o frio parecia se intensificar, junto da neve, e tendo dinheiro para comprar um casaco, o mesmo foi andando em frente, vendo pouca coisa à sua frente, já que a neve caía com mais intensidade naquele momento. E com dificuldade encontrou uma pequena loja de roupas, na qual havia apenas uma velha senhora no balcão, olhando de forma entediada para o jovem que entrava em sua loja. Sem falar nada para a senhora que ali estava, o mesmo andou até chegar perto da parede que ficava de frente para a porta por onde entrou, e olhando para a esquerda, viu alguns casacos, e acabou pegando um dos casacos que havia ali, o casaco aparentava ser bastante para o frio que atingia sua pele, apesar de ser bem simples. Enzo botou o casaco, que cabia perfeitamente no mesmo, e se dirigiu até o balcão, onde falou pela primeira vez com a velha senhora. - Ele me vestiu bem? Seja sincero(a)! – Perguntou o rapaz de uma vez, e com isso uma veia latejante surgiu na testa da senhora à sua frente. - Seu pirralho atrevido, não te ensinaram a ter bons modos? E sim, dá pra levar esse casaco aí. – Disse a senhora, bastante mal humorada. E com o veredicto, o médico pagou 8.000 Berries pela roupa e voltou a sair para a rua, onde pôde ver que a neve dera uma trégua, mas esta estava em grandes quantidades pelo chão, tornando a caminhada uma atividade mais cansativa que o normal.

Andando pela cidade, o atirador via poucas pessoas, e estas estavam sempre muito bem agasalhadas, e andavam rapidamente, tentando ficar o mínimo de tempo possível na rua. Tendo dificuldade de encontrar alguém no meio da cidade, o rapaz andou o caminho contrário que fizera para chegar à loja de armas, por sorte lembrava de boa parte do caminho, o que provavelmente seria suficiente para que o mesmo pudesse encontrar alguém que pudesse lhe responder algumas de suas dúvidas, e por sorte conseguira encontrar um homem um pouco perto da floresta, que caminhava tranquilamente, apesar de estar bem agasalhado como as outras pessoas da ilha. - Olá, tem visto movimentações estranhas, sons, sentido cheiros ou visto fumaça por exemplo? Vindo da floresta! Ou talvez possa ter enxergado esse homem pelas redondezas – Perguntou Enzo mostrando o cartaz de procurado de Makoto, onde mostrava os cabelos castanhos, a pele alva e os óculos que cobriam seus olhos castanho esverdeados. - Vá com mais calma garoto, para quê tanta pressa? – Perguntou o homem, com uma fala mansa. - Mas esse cara do cartaz me lembra um cara que eu vejo passando por aqui de vez em quando, o nome dele é Haru-kun. Ele sempre sai da floresta por aqui, mas não sei te dizer com exatidão onde você pode encontrá-lo. Mas eu posso te dizer que se ele têm uma casa na floresta, deve estar no centro da floresta. Se você andar para o noroeste a partir daqui você chega lá sem problemas. – Disse o homem, saindo dali sem esperar que Enzo dissesse mais alguma coisa, mas agora o rapaz já tinha um ponto para começar suas buscas.



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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 2 EmptyTer 08 Maio 2018, 10:32

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O frio corta mais fundo do que qualquer lâmina de aço, isso é sabido. Às vezes o destino pede que tomemos caminhos desesperadores como usar um agasalho que custa menos que um maço de cigarro – nessa hora que eu me sentia grato por não terem tantas pessoas nas ruas. Bem, não importa, afinal eu estava aquecido e ainda tinha uns trocados no bolso do smoking.

Coincidentemente teria de desfazer os meus passos e voltar pela trilha que tracei ao despertar num edredom de neve. Passou-me pela cabeça voltar à casa da bela moça e ver se o seu marido ainda falava no mesmo tom de voz agora que eu estava com uma pistola. Esses grandalhões sempre são muito corajosos quando tratam de um menorzinho desarmado. Falando em arma, trocaria o seu pente cuidadosamente e sem pressa, pois não estava em uma batalha; lembrava que tinha realizado uns disparos e não o tinha totalmente cheio.

Ainda absorto na caçada, vislumbrei um homem caminhando nos arredores da floresta. Pelo o jeito demonstrei mais empolgação que o habitual ao conversar, ele notou e não se omitiu. Deu-me informações que eu seguiria. Ele também estava agasalhado. Oh, eu seria o único idiota andando sem o traje adequado nesse frio se não fosse o maricas do bar pra me fazer um empréstimo. Heh, ele tinha se assustado ao ouvir meu sobrenome e lembrar dessa cena tão corriqueira me faria sorrir. Eu brandia o nome por puro orgulho dele e não pra intimidar ou coagir. Agora eu sabia que deveria pagar pelo o menos o dobro para meu benfeitor ou ele poderia pensar que os Gazzoni estavam em débito com ele. "Imagina se chega nos ouvidos do Don que o seu filho está mendigando merrecas por aí, oh, droga..." Ele não deixaria de fazer beicinho ou bater com a palma da mão na testa, fechando os olhos e resmungando obscenidades em tom insatisfeito por aí.

Mentalizar a cena seria o bastante pra me encher de vergonha. Só havia uma solução: fumar um cigarrinho. Isso sempre me acalmava e expulsava os sentimentos ruins. Como num ritual, meteria a mão dentro do smoking tirando o cigarro e depois o fósforo. Colocaria o filtro vermelho entre meus lábios igualmente rubros, abriria a caixa e riscaria o lado áspero da haste na lateral do recipiente. A mão esquerda viria protegendo a tocha, acompanhando a sua trajetória até que fizesse contato com o tabaco. Dali daria um ou dois tragos rápidos para acender o cigarro e então balançaria o fósforo para extinguir a chama e jogaria sobre a neve num movimento treinado com o braço direito. Só quem fuma conhece o alívio de saciar o vício e a sensação prazerosa de queimar tabaco num dia frio desses. É como se eu exteriorizasse os sentimentos ruins e os mandasse com a fumaça, mesmo que só durasse até a vontade de fumar voltasse.

Tragaria até que me desse por suficiente, batendo o excesso de cinza ao empurrar a ponta oposta com o polegar. Deixava o cigarro entre o indicador e o dedo médio, afastando a mão do rosto até o trago seguinte. Pararia assim que me desse por satisfeito e lançaria a cigarrilha pra longe, alavancando entre os dedos pra arremessar.

— Agora sim. Heh. — Esse som tão característico, sinalizando o início de uma risada "heh" sempre me coube bem. Geralmente vinha com um sorriso fácil.

Agora que já tinha fumado estava na hora de retomar o foco e andar floresta adentro no sentido indicado. Caminharia cautelosamente, lançando olhares furtivos pelos arredores em busca de uma possível presença me observando. Também me preocuparia em saber se o caminho já tinha sido traçado anteriormente, pegadas na neve e coisas do tipo. Eu estava lidando com um cientista cuja cabeça valia um milhão de berries e não podia me dar o capricho de levar a situação na brincadeira.

Os meus olhos treinados procurariam a casa onde ele supostamente morava, agora respondia por Haru, possivelmente um pseudônimo mascarando sua real identidade. Se encontrasse a casa eu circularia atrás da entrada e me manteria afastado de um ponto onde pudesse observar. Aproximaria-me e bateria na porta com os nós dos dedos, chamando. Eu tinha um plano. Se ele abrisse eu explicaria que tinha me perdido na floresta e estava tentando voltar para casa.

— Oi, desculpe incomodar nesse dia tão frio — diria inicialmente — o meu nome é Enzo, meu primo tem apenas seis anos e se perdeu nessa floresta enquanto brincava com os amigos, isso deve ter, bem, umas duas ou três horas. — Concluiria. — Viu crianças andando por aqui recentemente? — Eu tentaria não me mostrar muito interessado em nada além da informação. A verdade é que eu queria conferir se estava indo de encontro com o cientista louco ou apenas um cara muito parecido que se chamava Haru.

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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 2 EmptyTer 08 Maio 2018, 22:42



Aqueles que vendem a paz



Após receber as informações vindas do homem que encontrara na rua, Enzo parara um instante na rua, para raciocinar que fora bastante sorte ter conseguido algum dinheiro com o homem de terno no bar, visto que com isso conseguira comprar um maço de cigarros e um casaco, mas isso poderia ser visto como chacota por sua família se viessem a saber do ocorrido. Utilizando como um método para não ter de pensar nos problemas que teria com essa situação e também para espantar boa parte do frio que se instalara na ilha, o Gazzoni puxou um cigarro do maço que tinha consigo e acendeu com um palito de fósforo que também comprara, procurando aproveitar a sensação que a nicotina trazia ao seu corpo ao máximo, o médico se manteve no mesmo lugar até terminar de fumar seu cigarro.

Com uma curta exclamação de satisfação, Enzo se pôs a caminhar na direção que o homem tinha lhe indicado, ou ao menos tentava, já que não sabia muito bem para onde era o noroeste. E por conta disso em pouco tempo o atirador já se encontrava cansado, perdido, e com suas calças encharcadas até os joelhos, e tudo isso por conta da má explicação do homem, que não imaginou que o rapaz poderia ter dificuldade para encontrar o caminho. Mas o Gazzoni não desistiu de sua procura pelo cientista, que soube como se esconder da maioria dos olhares das pessoas, só que não conseguira se esconder de todos, e com isso dava brecha para uma pessoa como Enzo ir atrás de si.

Cerca de duas horas de procura se passaram até que o jovem médico pudesse encontrar o centro da floresta, que o mesmo não sabia estar, mas podia ver que ali a mata era mais espaçada, o que era normal, já que era naquele âmbito que viviam as feras mais perigosas do local, que para a felicidade do mesmo, ainda não haviam se encontrado. E apresentando um pouco mais de dificuldade do que quando entrara na floresta, Enzo vira uma estranha casa, que utilizava uma árvore de apoio, e se mantinha fixa através de suportes de metal, além de uma escada de madeira para fazer com que o mesmo pudesse subir facilmente em sua moradia. Tendo visto a casa estranha, o Gazzoni se pôs atrás de uma das árvores do local e se manteve observando os arredores, e a primeira coisa que o mesmo pôde perceber fora a falta de proteção na configuração da moradia, o que provava que o dono do local não esperava que pudesse ser encontrado tão facilmente, talvez isso se devesse ser por conta da falta de informações sobre o mesmo ou até por conta dos animais presentes no local. Logo em seguida, o rapaz viu que havia pouca movimentação, inclusive a dos animais, o que era bastante estranho, pois dificilmente se podia entrar em uma floresta e a mesma estar em silêncio.

Vendo que não teria o que fazer caso se mantivesse no mesmo lugar, Enzo subiu as escadas de madeira, enquanto pensava em uma desculpa para dar ao inquilino do lugar por incomodá-lo em sua casa, que ficava no meio do nada. E assim o mesmo seguiu até bater à porta do homem, que abriu depois de dois minutos de espera, seu rosto estava escondido atrás de uma máscara de cirurgia, que tampava sua boca e parte do nariz, mais acima o mesmo utilizava óculos com lupas, deixando sua aparência estranha, mas seu cabelo era visível ao mesmo, e sua cor era castanha, antes que o mesmo pudesse se pronunciar, o Gazzoni começou a falar. - Oi, desculpe incomodar nesse dia tão frio. O meu nome é Enzo, meu primo tem apenas seis anos e se perdeu nessa floresta enquanto brincava com os amigos, isso deve ter, bem, umas duas ou três horas. -Perguntou de uma só vez o rapaz, coisa que fez o dono da casa levantar a sobrancelha direita, mas o ato não fora percebido pelo rapaz, já que os óculos que este utilizava impedia a visão disso. - Viu crianças andando por aqui recentemente? – Voltou a dizer Enzo, que teve de esperar um pouco antes de obter uma resposta.

- Você tem problema, cara? Se tivessem crianças por aqui elas já estariam mortas pelos animais da floresta, eu sugiro que desista dessa busca. Mas na verdade não há nenhuma busca, não é mesmo? Pense em uma desculpa decente quando for encontrar alguém inteligente como eu, seu bostinha. – Debochou o homem, que tirou os óculos e a máscara, mostrando seu rosto, e este indicava a Enzo que esse era mesmo Makoto, o homem que procurava. - O que vai fazer agora, seu bosta? – Perguntou o mesmo olhando com deboche para o Gazzoni.



Casa:
 

Óculos com Lupa:
 

Considerações:
 


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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 2 EmptyQua 09 Maio 2018, 19:32

E lá estava eu; Micqueot. Uma ilha bastante agradável, o clima frio levantava um pouco meu astral. Eu gostava de ficar observando os flocos de neve caindo e se misturando aos tantos outros que existiam por ali.

No entanto, minhas memórias não me permitiam continuar a contemplar aquele momento. Meu pai, mãe e todo o restante haviam desaparecido numa velocidade assustadora da minha mente, mas sempre que dava, eu tentava resgatar a minha essência e o porquê de eu estar fazendo aquilo: encontrar meu pai.

Aquele naufrágio foi traumatizante. Eu esperava  - e ainda espero - achar meu pai, mas depois daquilo, imagino que seja difícil ele ter sobrevivido. Apesar de ter perdido minha mãe ainda tão novo, eu não deixava de amá-la, independente de onde ela estivesse, embora eu ainda a quisesse junto comigo, por isso que colocaria meus valores à prova, me empenharia ao máximo para, enfim, poder me reencontrar com aquele que me deixara já há algum tempo e, de alguma forma, compensar o tempo perdido.

Minhas lembranças da minha antiga casa e amigos ainda eram bem frescas. Mas, de todo jeito, eu não podia me deixar muito imerso nos meus pensamentos, pois sabia que estava me desviando do que realmente almejava. E cá entre nós, esse objetivo ainda estava distante, muito distante.

Inicialmente, recuperaria a noção da realidade e analisaria o ambiente ao meu redor. Após isso, tentaria entender a situação e, baseado nisso, pensaria em alguma coisa pra seguir adiante a partir daquele ponto.

Em seguida, voltaria minha atenção para outra coisa: conseguir alguma informação. Procuraria por alguém que se dispusesse a me ajudar. Chegaria no indivíduo e abordaria ele com uma frase tranquila e suave, para não causar uma má primeira impressão de mim:

Senhor (a), onde fica a loja de armas mais próxima? — Soltaria uma risadinha espontânea, e então, prosseguiria — Isso deve soar estranho, mas eu realmente preciso chegar nesse lugar.

Caso a resposta do sujeito fosse positiva ou de alguma forma me desse alguma pista da direção que deveria seguir, eu agradeceria apenas abaixando a cabeça em sinal de reverência e tentaria novamente. Logicamente, absorvendo tudo que pudesse de cada mísera palavra.

Imediatamente, me dirigiria até a localização indicada, a fim de provar sua veracidade. Logo de cara, reviraria os olhos e daria uma olhada em cada canto da loja, e partiria imediatamente pra dentro dela. Iria até o balcão e debruçaria meus braços sobre ele. Perguntaria ao atendente ou quem quer que estivesse lá por quanto eu poderia comprar um par de luvas:

Eu tô querendo um par de luvas, mas as mais simples. Quanto é?

Caso o valor do equipamento fosse de até, no máximo, 35 mil berris, eu pagaria sem contestar, pois o preço estaria dentro do quanto eu estava disposto a pagar. E, mesmo que o valor ultrapasse o que eu havia estabelecido, pagaria pelo produto, meio cabisbaixo, pois meus planos estavam sendo frustrados.

Se, para minha infelicidade, a pessoa em questão não estivesse num bom dia ou simplesmente não soubesse como me responder, eu agradeceria do mesmo jeito, e me desculparia pelo incômodo que poderia ter causado ao indivíduo:

Desculpa, moço (a)! A gente se vê.

Manteria meu foco e continuaria minha busca, sem cessar por nada. Pararia cada pessoa que passasse por mim, fazendo a mesma pergunta todas as vezes, até ter sucesso.



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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 2 EmptyQua 09 Maio 2018, 23:59

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PARADO AÍ, ONDE PENSA QUE VAI? NEM PENSE EM LER ANTES DE COLOCAR ESSA MÚSICA!

BOSTINHA? BOSTINHA? QUEM ESSE MISERÁVEL PENSA QUE É PRA USAR ESSE LINGUAJAR COMIGO? LOGO EU, ENZO G. GAZZONI, O MAIOR CAÇADOR DE RECOMPENSAS QUE ESSE MUNDO VERÁ! Não hesitaria em dar passos ríspidos em recuo simultâneos ao saque e disparo da minha pistola semiautomática. Não levantaria a arma e sim puxaria o gatilho na altura da minha cintura, elevando apenas o cano para que pudesse alvejar o peito do cientista. O plano era aproveitar que ele estaria na porta, isso é, dificultando que se esvaísse para os lados. A atitude hostil partiria de mim assim que ele proferisse sua última ofensa.

Esse maníaco de merda se arrependeria do dia que nasceu, eu, Enzo, faria dele uma peneira ambulante. — VOCÊ VAI SENTIR AMARGAMENTE CADA UMA DESSAS OFENSAS QUE CUSPIU! MAKOTO, O GOVERNO TE CONSIDERA UMA DOENÇA E EU SOU A CURA! SOU AQUELE QUE VENDE A PAZ E O MUNDO ESTÁ DISPOSTO A PAGAR PELA SUA CABEÇA! — Era chegada a hora de mostrar o que separava os homens dos meninos. Os experimentos odiosos que o cientista supostamente realizava seriam findados pelo cano do meu “três oitão”.

Nesse ponto o ódio já teria se apropriado do meu ser. A arrogância dele seria paga com o próprio sangue. Não deixaria que outro covarde como Shiro ficasse solto por aí, um ainda mais perigoso que ele. Eu não podia me dar esse luxo se quisesse ser considerado o maior Caçador de Recompensas de todos os tempos! Acometido pela vã filosofia de justiça, teria meus instintos ainda mais afiados pela adrenalina bombardeando meu corpo.

Se notasse que ele estava prestes a recuar ou esquivar, então eu gozaria do ponto de inércia! Assim que ele colocasse um dos pés no chão eu alvejaria a perna parada com um tiro. É claro, a observação seria um trabalho realizado pelos meus olhos abençoados e a ação seria acentuada à minha agilidade. Veríamos quem era o verdadeiro "bostinha"!

É bem provável que ele estivesse ciente do seu preço e que poderia ser caçado, quem sabe tivesse até uma arma consigo, nesse caso, se notasse que ele estava prestes a sacar seu equipamento eu anteciparia e almejaria chumbar seu estômago com dois projéteis.

Aplicaria o mesmo conceito da inércia se ele avançasse, visando as pernas finas do cientista maluco. O temor talvez revitalizasse minha sanidade e me convencesse a abrir mão de algumas berries, tentando então explodir a cabeça do oponente com uma bala e espalhar seu cérebro pela floresta se ele se aproximasse demais. Se esquivasse ainda próximo do cano, então talvez o som agudo prejudicasse seu canal auditivo e causasse desequilíbrio no moleque.

— É uma pena que um cara talentoso igual a você seja tão maluco, poderia ajudar a humanidade com seus experimentos, mas prefere ficar aí sendo um procurado pela Marinha. — Não omitiria o desgosto eminente nas palavras. Invejei os gênios durante minha vida toda, muito embora não entendesse suas tendências promíscuas ao mal. No fim, todo o legado que ele poderia ter construído hoje era comprado por não mais que um milhão de berries e mais uma micharia pelo governo. Um desperdício.

Se ele avançasse contra mim usando armas de curto alcance, tentaria me esquivar para os lados inclinando o tronco, trabalhando a desenvoltura do quadril, ombros e se necessário andaria para os lados, pra frente ou pra trás. Precaver-me-ia para não cair lá de cima, se possível abaixaria para evitar golpes. No momento oportuno dispararia contra seu tórax.

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MensagemAssunto: Re: Aqueles que vendem a paz!   Aqueles que vendem a paz! - Página 2 EmptyQui 10 Maio 2018, 01:43



Aqueles que vendem a paz




Enzo G. Gazzoni

Enzo estava indignado com o que ouvira saindo da boca de Makoto, mas pôs toda sua fúria apenas em pensamentos, já que seu ódio era somente para o homem, e ele faria o mesmo pagar, só que de outra forma. Decidido a cumprir seu mandato de captura do cientista que estava à sua frente, o jovem médico pôs a mão no coldre de sua arma e levantou apenas o cano, e mirava a arma no tronco do homem que lhe insultava, mas antes de atirar no mesmo por fazer, o Gazzoni avançou alguns passos e cuspiu as informações que tinha de Makoto, de forma bastante ríspida e irritada. - VOCÊ VAI SENTIR AMARGAMENTE CADA UMA DESSAS OFENSAS QUE CUSPIU! MAKOTO, O GOVERNO TE CONSIDERA UMA DOENÇA E EU SOU A CURA! SOU AQUELE QUE VENDE A PAZ E O MUNDO ESTÁ DISPOSTO A PAGAR PELA SUA CABEÇA! – E após dizer as palavras, makoto se mostrava surpreso pelo acontecido. - Como você sabe meu nome? Não era para ninguém saber da minha existência nesse lugar. – Dizia o cientista com as duas mãos segurando a cabeça. - Seu maldito! Você vai morrer aqui, ninguém pode saber do meu nome e quem eu sou nesse lugar. Morra!!! – Makoto gritou a última parte da frase, sacando uma adaga simples, e com uma lâmina de 10 centímetros, pequena mas efetiva.

Após sacar sua arma, o castanho correu na direção de Enzo, que imediatamente realizou um disparo mirando sua perna direita, que ainda se mantinha no chão para dar impulso a uma corrida, mas talvez fosse pelo fato de Makoto ter habilidade ou treinar muito, sua perna tinha deixado o local inicial muito antes do projétil acertar o local onde estivera. Com o fracasso do primeiro disparo, o Gazzoni estaria em perigo caso não fizesse nada, pois o cientista se aproximava do mesmo com bastante velocidade, e então o mais jovem realizou dois disparos na direção do estômago do mesmo, o primeiro se perdeu após uma esquiva elaborada em um salto para a esquerda, mas o segundo projétil acertou-lhe o braço esquerdo de raspão, mas não fora o suficiente para fazer com que o mesmo deixasse sua adaga cair da mão.

E em continuidade à corrida, Makoto deu um salto à frente e girou seu corpo, ficando de cabeça para baixo, e o mesmo apoiou a mão esquerda no chão de sua moradia e realizou um chute com a perna direita, acertando o peitoral de Enzo, que acabou se desequilibrando perante o chute inesperado. Com a queda, o jovem atirador bateu as costas em na árvore que dava suporte para a casa, e também bateu sua cabeça na árvore, deixando-o levemente tonto. - Não se ache tanto seu paspalho. Apesar de eu ser um cientista, eu sempre soube lutar, desde pequeno. – Disse Makoto, com um sorriso debochado. - E agora, o que o fracote vai fazer? – Perguntou o castanho para Enzo, com uma voz imitando a de uma criança, desprezando o jovem, que almejava ser uma grande Caçador de Recompensas.





Bravheseer Finn

Bavheseer Finn andava pelas ruas de Micqueot, agora completamente brancas devido a constante neve que caía dos céus mais cedo, sua mente estava perdida em lembranças e objetivos futuros enquanto caminhava, a rua naquele momento estava quase deserta, apesar de ainda ser pouco mais do que meio dia, mas a situação era compreensível, já que o intenso frio fazia com que as pessoas se mantivessem em suas casas, procurando aproveitar o máximo de calor, ainda mais nesse frio que fazia atualmente na ilha, que se mantinha sob uma neve mais gelada e constante do que era normalmente, e os únicos que se beneficiavam do tempo eram os produtores de vinho, já que o frio ajudava no crescimento das uvas.

Despertando de seu transe, o rapaz olhou ao redor, procurando alguém que pudesse lhe dar algumas informações, e o menino logo achou um homem, que aparentava ter cerca dos 25 anos, com os cabelos loiros e uma expressão facial curvada em um sorriso zombeteiro. Finn se aproximou do homem e fez lhe a primeira pergunta que tinha em mente. - Senhor (a), onde fica a loja de armas mais próxima? – Perguntou Bravheseer, tentando mostrar ser o mais educado possível, e antes que pudesse obter uma resposta o menino voltou a falar, mas não antes de dar uma pequena risada. - Isso deve soar estranho, mas eu realmente preciso chegar nesse lugar.

Após o menino falar, o loiro o olhava com desconfiança. - Se você estiver fazendo graça com a minha cara, eu vou quebrar a sua fuça. – Disse o mesmo, com um olhar bastante intimidante. - Dessa vez eu vou acreditar em você, vire a primeira à direita, depois à segunda à esquerda e para fechar a segunda à direita, que você vai chegar na frente de uma adega, com o nome de Adega One, e a loja de armas está à esquerda da adega. – Explicou o loiro, mas acabou por não receber um agradecimento por parte de Finn, que já havia saído andando depois de escutar todas as informações dadas pelo homem, que agora se mostrava irritado. - Eu vou quebrar a cara desse pirralho quando eu o ver de novo. – Falou em voz alta o homem, voltando a andar para seu destino.

Bravheseer fez o caminho indicado homem, parecia estar com um pouco de pressa, e isso lhe cobrou quando chegou na frente do homem, respirava com dificuldade pois perdera muito fôlego. Depois de se manter um pouco parado para recuperar o fôlego, Finn entrou na loja de armas, onde encontrou um senhor de idade totalmente careca, sentando em um banco. - Eu tô querendo um par de luvas, mas as mais simples. Quanto é? – Perguntou o menino para o velho, que o olhou com uma carranca que botaria medo até em homens barbados. - Tome aqui. - disse o vendedor pondo a luva em cima do balcão que ficava logo à frente de seu acento. - São 30.000 Berries, pirralho. - – Disse o velho de poucas conversas. Logo em seguida, Bravheseer pegou as luvas recebidas e deu o dinheiro do vendedor, para poder sair da loja de armas. E feito isso, o rapaz pôde ver que a neve voltava a ir caindo aos pouco, e agora restava a Finn decidir o caminho que viria a seguir, já que seu objetivo inicial de conseguir uma arma, já estava concluído.




Considerações:
 


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