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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capt 1 - Terra Firme

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MensagemAssunto: Capt 1 - Terra Firme   Capt 1 - Terra Firme - Página 3 EmptyTer 17 Abr 2018, 22:01

Relembrando a primeira mensagem :

Capt 1 - Terra Firme

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Hokori Umi. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Capt 1 - Terra Firme   Capt 1 - Terra Firme - Página 3 EmptyQui 31 Maio 2018, 13:26


The Kraken

Goodbye, friend

  Infelizmente, o clima do local não estava favorecendo a sereia, que não conseguiu aproveitar nenhuma das vantagens que um feixe de luz poderia causar naquele momento. O frio gelado daquele dia ainda permeava seu corpo, fazendo-a sentir-se como se realmente pudesse desaparecer ali, em uma fração de segundos, e falhar na promessa que fez a si mesma a alguns meses atrás. – Morrer não é uma opção, não agora, não ainda... -
   Durante o conflito com os humanos, a sirena podia sentir a adrenalina correndo em suas veias durante poucos segundos. Tudo foi muito mais rápido do que a primeira vez, como se suas ações tivessem consequências instantâneas, assim como aconteceu uma vez a muito tempo, que esqueceu de prestar atenção no tempo e acabou nadando em mar aberto durante a noite. Um dos dias mais sinistros da sua vida, onde sentia-se sozinha e tudo parecia poder acontecer em segundos, a morte nunca tinha revelado sua face até aquele momento. Por isso, não ficou tão assustada ou desesperada como seria esperado. Entretanto, quando o plano parecia estar funcionando perfeitamente, ela conseguiu sentir a gentileza de alguns dos seres terrenos. O menino, que parecia inocentemente acreditar em suas palavras e histórias tinha se jogado na sua frente, para tentar impedir que seu pai a acertasse com um ataque de investida.
  Inevitavelmente, ele não foi suficiente para parar o homem, que agora podia ver seu pai debaixo de uma das criaturas mais lendárias das histórias marinhas. O pavor nele podia ser, talvez, o responsável por ações tão egoístas, batendo de frente com seu próprio filho sem hesitar. Por causa disso, o menino pareceu chocado e demonstrou raiva sobre ele, libertando o tubarão que Hokori queria ajudar como um ato de rebeldia as atitudes de seus familiares. – Menino interessante, vai ver os seres humanos não são tão ruins assim.. – uma breve pausa ocorreu em seu pensamento graças ao segundo ataque do homem a sereia, que desviou lateralmente dele e segurou sua lança cara a cara com o agressor. – Ou não... – Ao tentar realizar suas ações, a força dos braços e do tronco do pescador pareciam mais poderosos que os dela. – Ainda estou fraca, e ele ainda tem o peso emocional. Não posso vencer esta luta, mas um dia não terei que recuar. Esse dia chegará! – Seus olhos encaravam o homem com fúria e força, ela não podia deixar de escapar dali.
  Por um momento, a distração dele foi o que ela precisava. – AGORA!! – E usando de sua força, ela tentava empurra-lo, usando de todo o seu esforço para isso. Flashbacks da luta de sua mãe com os homens na ilha do tritão percorriam a sua mente, fazendo-a não recuar na sua ação, parecendo que estava extraindo uma pequena parte dessa memória para lhe impulsionar mais do que conseguiria aguentar. – EU VOU, NÃO IMPORTA COMO, SUPERAR OS MEU LIMITES! – Até que, finalmente, o homem cambaleou e caiu de bunda no chão dando-a a satisfação que procurava. – Eu sou capaz, eu acredito na minha força – e assim, saiu em disparada ao mar, sorrindo ao menino como uma forma de agradecimento, já que tinha lhe possibilitado ser sucedida nos seus planos.
Antes de sair sussurrou para o garoto - Não queria ter causado tudo isso, mas nada mais importa agora... Desculpe-me – pedindo perdão por suas ações e tudo que foi causado a eles. O seu ferimento não parecia ser nada demais para ela, já que não era nem sério o suficiente para doer muito ou, talvez, causar uma cicatriz. Pegando sua canga e saltando no oceano, ela podia se sentir segura novamente. – Finalmente retornei, já estava sentindo saudade de você – Falando com ele como se fosse algo vivo, ou uma entidade.
  Olhando aos arredores, Hokori pode encontrar Bruce, nadando o mais rápido que conseguia para conversar com ele e lhe dar ajuda. Mas antes que pudesse dizer qualquer coisa ou segurá-lo para ajudar-lhe a nadar e conseguir mais oxigênio, ela olhou para seu estado físico e percebeu que as coisas não pareciam boas. – Um peixe deixado fora d’água por muito tempo precisa de muita força para conseguir se recuperar no mar, geralmente é assim na pesca, porque seria diferente com ele? Talvez ele tenha perdido muito sangue, o que só dificulta as coisas... – e então Bruce imediatamente falou, afundando lentamente até o fundo, indo de encontro com o substrato da costa.
  As palavras do tubarão afetavam muito o emocional da menina, não sendo o suficiente para faze-la chorar, mas para não sorrir em nenhum momento durante suas palavras. Tocando o chão arenoso, sua vida parecia se esvair cada vez mais. – Os humanos realmente parecem querer mais do que possuem, na maior parte das vezes... Descanse em paz, meu amigo. No mar não poderão te pegar, o oceano será a única coisa que eu lutarei para que eles não possuam. Ninguém pode... Afinal, estamos todos só de passagem. – Enquanto sua vida se esvaia, ela pode jurar que ele estava sorrindo. Seu rosto imediatamente sairia do sério, e ela involuntariamente daria um sorriso leve, até o último suspiro do animal.
  - Está decidido, eu devo me dirigir ao norte daqui e encontrar o navio que Bruce me indicou. Só espero que a sorte esteja ao meu lado e que não me falte forças para lutar. – A menina olharia ao seu redor antes de sair, para que pudesse de lembrar da geografia do lugar antes de partir. Com isso, usaria de sua perícia em navegação para saber a onde seguir, por onde estaria o norte de lá. Antes de tomar essas ações, tentaria ter certeza que nada mais estaria faltando para sua jornada, se podia aguentar mais um tempo sem comer e se estava com todos os seus equipamentos. Caso fosse afirmativo, nadaria na direção que precisaria indo pelo fundo perto da areia, para que pudesse evitar ser surpreendida com algum ataque de tubarão vindo debaixo de seu corpo, já que Bruce tinha claramente avisado dos perigos com outras criaturas marinhas. Assim, seu corpo da cintura para baixo mudaria de cor involuntariamente para se camuflar um pouco com a areia, já que ela estava com intenções de passar despercebida pelo mar, pelo menos por enquanto. Mas caso chegasse a um ponto em que não pudesse evitar o mar aberto, ela teria que se mover por ele, mas sempre buscando ir o mais perto do fundo possível, já que o navio não estaria flutuando pelo oceano. Caso ela tivesse algum problema antes de sair, como um equipamento faltando ou fome, daria sua atenção ao problema antes de sair, buscando alimento pela região – Outro peixe, talvez? – ou tentaria lembrar de onde tinha visto pela última vez o equipamento que estivesse faltando. Precisaria se apressar, pois a luz uma hora acaba e ela não teria nenhuma forma aparente de enxergar o fundo do mar ou por dentro do navio, se chegasse até ele, já que o fogo não brilha dentro da água e ela não tem nenhuma vantagem para isso.
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MensagemAssunto: Re: Capt 1 - Terra Firme   Capt 1 - Terra Firme - Página 3 EmptyQua 06 Jun 2018, 20:22


NARRAÇÃO
Dark Ships
Desafios existem para serem vencidos, tal pensamento estava no coração da sereia que lamentando-se pela perda do tubarão, ainda tinha uma longa jornada pela frente. Norte, um navio afundado. Sabia para a  onde tinha que ir agora, seu novo rumo deveria ser encontrado. Sabia que já era por volta das onze da manhã instintivamente, foi apenas preciso olhar para os céus para se orientar. Quem precisava das estrelas quando o sol brilhava? Traçou com os dedos a linha de leste a oeste para encontrar o norte. Ficou satisfeita por ter uma boa noção de espaço e tempo e não foi muito dificil achar seu rumo.

Os tentáculos fortes jogavam seu corpo para a frente em uma boa velocidade. Deixaria qualquer peixe ao redor comer areia, pois a velocidade a qual nadava levantava as pequenas pedrinhas do fundo do mar. Aos poucos, quanto mais rumava ao norte, mais sentia frio. O mar aberto, distante da ilha era escuro e muito mais assustador que as águas de sua antiga casa. A água gelada trazia calafrios a sereia que em um espirro, conseguiu ecoar um grande barulho pelas águas próximas a si. Nadou durante vinte minutos em uma boa velocidade até encontrar uma região escura, mais gelada que as águas próximas a ilha, dando-lhe calafrios. O local era sombrio e ela pode ver, vários barcos afundados de várias épocas, precisava encontrar o navio que Bruce havia falado.

Achava tudo muito estranho, Bruce havia comentado a respeito de peixes assustadores, tubarões na área, mas não havia nada ali se não o barulho das correntes marinhas trassando as madeiras antigas daquelas embarcações. Haviam cerca de dez navios ali que ainda estavam identificáveis como um e não sendo apenas uma pilha de escombros. Alguns ainda mantinham suas velas, podia-se identificar qual era da marinha, nisso Hokori eliminou três navios de sua contagem que estavam próximos a si e não pareciam ter nada. Lhe restava explorar o local para encontrar o famigerado tesouro prometido.





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MensagemAssunto: Re: Capt 1 - Terra Firme   Capt 1 - Terra Firme - Página 3 EmptyQui 07 Jun 2018, 20:14


The Kraken

Goodbye, friend

   Para muitas pessoas a escuridão remete ao temor, solidão e até mesmo a morte. Ela sabia de todas essas emoções, mas não podia se dar ao luxo de tê-las. Observando os seus arredores, sentia que o peixe tinha-lhe contado mentiras – Seria ele mesmo capaz de fazer isso? – Em sua mente, nada daquilo era convencional, pelo menos não para se contar uma eletrizante história dentro de tabernas. 10 barcos apareciam em sua visão, limitando-se as partes escuras daquele mar gelado. Seus ouvidos não captaram som algum, se não o das águas percorrendo seus variáveis trajetos dentre as madeiras das embarcações afogadas.
  Para sua surpresa, alguns navios possuíam a bandeira marinheira e estavam juntos aos outros, degradando com o sal. – Que se afoguem, marinheiros. Aqueles que não respeitam os limites de seus próprios barcos não devem navegar no meu mar. - Olhando um pouco mais, três navios já tinham sido eliminados da contagem, pareciam vazios e sem vida. Portanto, ela os ignoraria e procuraria apenas focar seus esforços nos outros 7 restantes. A primeira coisa que faria seria analisar o estado dos navios, buscando os de maior tamanho e que possuíssem mais vagas para canhões, por exemplo. Em seus pensamentos, não adiantava explorar as pequenas embarcações, já que tinham pouca probabilidade de esconder ou proteger valiosos pertences. Se não houvesse diferenças nesses aspectos, buscaria identificar as velas, uma das coisas que facilmente distingue os barcos, tanto da marinha e de transporte de cargas, como os de seu maior interesse, os piratas, que tinham normalmente uma caveira na bandeira.
  Nesse aspecto, um pensamento passaria em sua cabeça – Será que eles afundaram em dias diferentes? Talvez tenha sido alguma batalha, ou será que alguma criatura os reuniu aqui? – Tudo ainda era um mistério, tanto em suas origens como em seus estados. Depois desses testes que tentaria fazer, de tamanho velas e etc, independente dos resultados, iria tentar verificar qual apresentava maior desgaste pelo mar, talvez conseguisse descobrir uma parte do quebra-cabeça  daquilo tudo. Conseguindo ou não, tinha muito o que fazer, então iria continuar com seus planos mesmo com o resultado de suas observações. Priorizaria, então, os aspectos físicos, a identidade do navio e no final os que parecessem mais antigos, mas caso não houvessem diferenças significativas como estas, sortearia randomicamente um número de 1 à 7, numerando os navios da direita para a esquerda, e o que o destino dissesse ela seguiria.
  Finalmente obtendo o navio que inicialmente adentraria, se interessando mais pelos maiores e os que parecessem de piratas, nadaria na direção da embarcação, tentando achar alguma abertura para os seus interiores, se não pudesse ir pelo próprio couves, caso a porta estivesse emperrada ou ele estivesse virado de cabeça para baixo. Durante o percurso, as águas já tinham causado medo a menina, mas agora sentiria uma certa calma por estar em um lugar tão vazio como aquele. – Às vezes, tudo que precisamos é de um tempo para nós mesmos, sem pessoas tentando te escravizar e lucrar com isso. - Estaria, entretanto, atenta aos arredores, não conseguia acreditar que Bruce teria mentido, e por isso não devia manter a guarda aberta.
  Caso conseguisse chegar no navio e obtivesse alguma entrada, buscaria observar o local e entender a história e talvez os pertences de dentro. Se não fosse capaz de enxergar nada, teria que sair e usar de alguma fonte de iluminação para resolver a situação, usaria de suas manoplas para refletir um pouco da luz da entrada, e conseguir algum proveito disso. Entretanto, se não fosse suficiente, aguardaria um tempo dentro do lugar, esperaria para ver se seus olhos se acostumariam com a luminosidade do lugar. Se não fosse suficiente, sairia e buscaria encontrar algum objeto brilhante no fundo para que pudesse pegar e levar de volta ao navio. Se nada fosse visto, teria que abandonar aquele navio e partir para algum que parecesse mais iluminado.
  Na hipótese de ter conseguido enxergar em seus interiores, independente da forma, colocaria seus olhos para funcionar. Buscaria se localizar dentro da embarcação, e nadaria até a cabine do capitão, em primeiro lugar, para que pudesse varrê-la antes de se dirigir a outras partes do navio. Depois, procuraria priorizar as regiões mais fundas que poderiam possuir alguma coisa de interessante, olharia até mesmo nas regiões de alojamento da tripulação, não deixaria um pedaço de madeira sequer ser passado sem ser examinado. Caso houvessem limitações por onde poderia ir, como partes obstruídas do navio, teria que se disciplinar ao possível e explorar aquilo que conseguisse. Caso conseguisse terminar a sua procura dentro da embarcação, independente de achar ou não algo, sairia da mesma e repetiria o processo com os 7 navios restantes. – O oceano recompensa aqueles que tem paciência, não é porque um pescador pegou um peixe que deveria deixar de procurar por mais.
  Claramente, se ela de fato encontrasse algo ou acumulasse coisas e fossem o máximo do que podia carregar, terminaria sua procura e partiria a um novo objetivo, voltar a margem antes do entardecer, já que, principalmente a mar aberto, o final da tarde nunca é seguro. Caso esse tempo já tivesse passado, se apressaria o mais rápido que pudesse, continuando a tentar chegar a costa.
 
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MensagemAssunto: Re: Capt 1 - Terra Firme   Capt 1 - Terra Firme - Página 3 EmptyQui 14 Jun 2018, 23:36


NARRAÇÃO
Light in the Darkness
Os olhares atentos e curiosos da sereia vasculharam o exterior de todos os barcos por ali, já havia eliminado três de sua contagem pelo fato dos danos, mas havia outros poréns que ela imaginara para começar sua busca. Bandeiras, eram símbolos que identificavam os navios piratas e de marinheiros. A garota sabia que a chance de um navio pirata ter um tesouro era maior, pois marinheiros poucas vezes faziam escoltas de ouro, sendo assim, eliminou mais 4 barcos de sua contagem, sobrando apenas 3 para se aventurar adentro.

A garota sabia que algo estava errado, Bruce havia dito que haviam muitos peixes, perigosos ainda naquela área, pela lei natural, predadores só se afastam se outro maior aparece para tomar o poder, sabia disso e apenas por ser viver no mar e observar muito o comportamento dos peixes. Sendo assim, nadava de maneira mais cautelosa enquanto entrava em um dos navios com uma bandeira negra e uma caveira. Procurou uma abertura boa para adentrar o local, conseguiu entrar na primeira embarcação sem problemas. O espaço ali dentro era escuro, visível ainda, mas Hokori sabia que não poderia adentrar muito fundo sem iluminação. Sai do barco, ainda haviam outros dois e para sua sorte, não estavam tão escuros como aquele.

Aproximou-se de um com uma vela negra, toda rasgada, pareciam mordidas de tubarão. Dentro daquele, conseguiu ver alguns caranguejos e pequenos peixinhos. Nadou até encontrar uma sala, provavelmente a antiga sala do capitão. A porta apenas tombou ao encostar nela, adentrou o local e encontrou um baú ali dentro, mas infelizmente, ele estava trancado. Ao lado do baú, naquela pequena sala, havia alguns corais luminosos que poderiam ajudar a jovem sereia a iluminar seu caminho, um simples ramo poderia ajudá-la, o coral era maleável e poderia fazer com ele uma pulseira facilmente se quisesse. Podia agora adentrar no navio escuro ou procurar a chave do baú a sua frente.





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MensagemAssunto: Re: Capt 1 - Terra Firme   Capt 1 - Terra Firme - Página 3 EmptySex 22 Jun 2018, 09:51


The Kraken

Treasure!

   
  Meus tentáculos mexiam e entravam em espasmos de alegrias ao encontrar o primeiro resquício de tesouro a minha frente. Independente da origem, tanto humanos quanto polvos são inteligentes e, geralmente, curiosos. Não me contive, e fui direto ao contato com o mesmo, deixando que todas as minhas ventosas entrassem em contato com a madeira do objeto. Infelizmente, minhas alegrias foram supridas pelo fato de estar trancado. – Droga, parece que a minha sorte só me traz novos problemas... - Realmente, estava tomando grandes riscos me aventurando sozinha em marés desconhecidas, apenas pelas indicações de um tubarão a beira da morte. Depois  de ter descoberto essa informação do baú, iria, primeiramente, tentar segurar o objeto e sacudi-lo dentro d’água, visando confirmar se estava realmente com algo dentro. Se conseguisse detectar alguma coisa, prosseguiria para encontrar a sua chave, mas se não houvesse sequer um barulho ou peso, desistiria da ideia de achar a chave.
  Olhando ao redor, alguns corais luminescentes estavam próximos do baú na sala. Eles pareciam ter alguma forma de magia para brilharem daquele jeito, mas sua habilidade me intrigava, nunca tinha visto algo parecido na minha terra natal. Talvez, nunca tivesse chegado tão fundo no oceano para isso. – Tudo bem, parece que ainda dá para resolver algumas coisas. Se recolher um pouco, vou conseguir achar a chave e até ir a navio mais escuro de antes. – Assim, eu iria nadar na direção aos corais, buscando coletar o suficiente para fazer uma pulseira improvisada, para conseguir iluminar o caminho a minha frente. – Talvez isso chame muita atenção, as vezes a luz nem sempre é uma vantagem. – Com isso, mudaria de ideia e procuraria usar um de meus tentáculos para segurar um pouco dos corais e, ocasionalmente fora dos navios, cobri-los para segurança, enrolando-os para esconder a luz.
  - Muito bem, chavezinha, onde será que você está! – me sentiria pronta para iniciar a jornada, começaria a minha busca dentro da sala, era bem provável que estivesse ali perto do próprio baú. Olharia os pequenos detalhes e cômodos, como gavetas e armários, já que são os lugares mais comuns para se colocarem pequenos objetos. Caso não fosse avistado nenhum, ou não estivesse neles, passaria a analisar o “chão” do barco, passando a minha mão e tentáculos pela superfície, procurando alguma passagem secreta ou fresta que ela pudesse estar. Faria esse processo também com as gavetas, mas de forma menos cautelosa. Caso não encontrasse a chave, iria usar de minha nova vantagem para ir nos cômodos adjacentes a sala e também aos outros níveis do navio. Repetiria o processo usado na primeira sala, mas com o uso da nova “lanterna”. Caso não conseguisse encontrar nada, me sentiria obrigada a carregar o baú comigo ao final da busca, levando-o em um de meus tentáculos ou dois, caso fossem necessários.
  Com isso, levando o que tinha encontrado dentro do baú ou o próprio, caso não encontrasse a chave, procuraria adentrar no navio mais escuro, já que agora eu poderia enxergar melhor dentro dele. Obviamente, levaria o baú somente se conseguisse carregá-lo com minhas duas mãos, se fosse muito pesado, deixaria-o no mesmo lugar que o encontrei para mais tarde retornar a ele, se encontrasse a chave novamente. De qualquer maneira, passaria de um navio para outro sem revelar a luz, usando-a apenas dentro do outro navio. - Agora sim, não há escuridão que possa me deter agora. - E prosseguiria para a mesma entrada que tinha passado da ultima vez. Agora, faria a vasculha do navio com meu corpo perto do chão do mesmo, assim, podia evitar de deixar alguma coisa passar despercebida. Faria uma busca da mesma forma que fiz com os outros, mas se ainda não tivesse a chave do baú estaria olhando aos pequenos detalhes e objetos. - Vai ver que a chave está aqui, né? Nunca se sabe. - Depois de vasculhar o navio, seguiria com próximos planos. Entretanto, manteria ainda a minha guarda alta, deixando meus tentáculos preparados para a ação, afinal, algum monstro marinho podia pular a qualquer momento.
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MensagemAssunto: Re: Capt 1 - Terra Firme   Capt 1 - Terra Firme - Página 3 EmptyDom 15 Jul 2018, 16:17


NARRAÇÃO
M.D.L
Os tentáculos de Hokori se contorceram de alegria, estava feliz ao ter encontrado o velho baú cheio de algas marinhas, musgo e alguns crustáceos enxeridos sobre o mesmo. O baú era grande e pesado demais para que a garota pudesse pegar com as próprias mãos ou tentáculos e isso a fez perceber que havia algo bem pesado ali dentro, talvez moedas de ouro? Joias, não poderia ter certeza, mas se o grande e pesado baú estava trancado, é porque algo de valor tinha.

A curiosidade e vontade de conquistar aquele tesouro deixaram a sereia com uma energia contagiante, logo ela perceberá alguns corais luminescentes próxima a si, não sabia da onde aquelas brancas e radiantes tiravam sua luz, pois nunca havia visto algo parecido, mas a oportunidade de iluminar mais a sala da qual estava era crucial demais para se passar batida. De uma maneira inteligente, a garota conseguirá algumas partes do coral, que pareciam maleáveis o suficiente para amarrar sobre os pulsos, traçou alguns pedaços até conseguir uma pulseira luminosa. Feliz por ter conseguido tal feito e ao mesmo tempo receosa, pois nunca se sabe o que a luz pode atrair e assim, ela decidira apenas pegar alguns pedaços de coral com os tentáculos e usá-los para iluminar seu caminho.

Com a luz sobre seus tentáculos, Hokori voltou até a sala do grande baú, a chave não deveria estar muito longe, pelo menos não fora do navio, a não ser que algum peixe travesso tenha levado o objeto para longe. Vasculho ao redor da sala, procurando perto das paredes e dos móveis da sala. Encontrou muitas algas e crustáceos por ali, sendo assim se voltou a procurar no chão até encontrar uma pequena deformidade no piso da sala. Curiosa, a sereia não demorou para investigar e acabou percebendo um alçapão ali. Com a ajuda da luz, pode ver um símbolo esculpido na madeira, um grande X com uma caveira na frente e abaixo da caveira haviam as iniciais M.D.L entalhadas na madeira.




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MensagemAssunto: Re: Capt 1 - Terra Firme   Capt 1 - Terra Firme - Página 3 Empty

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