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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capt 1 - Terra Firme

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MensagemAssunto: Capt 1 - Terra Firme   Capt 1 - Terra Firme EmptyTer 17 Abr 2018, 22:01

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Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Hokori Umi. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Capt 1 - Terra Firme   Capt 1 - Terra Firme EmptySab 21 Abr 2018, 18:01


The Kraken

Begining

"O oceano é equilíbrio." De todas as pessoas que acreditavam e enxergavam isso, ela sabia que podia confiar nessas palavras. Presenciando com seus próprios olhos, tempestades, correntezas, calmaria, vida e morte. A liberdade foi o fator que mais a trouxe alegria, poder nadar além dos limites, sem que ninguém a impedisse. Mas seria mesmo isso verdade?
  A vida tornou-se dura como uma pedra, a felicidade se esvaiu assim como o por do sol, e o mundo entrou em escuridão, com o medo sombreando os seus horizontes. Agora, praticamente órfã, não existia nada que pudesse salvá-la de tristeza e lamentos. No fundo desse abismo, ela se afogava, impossível de nadar até a superfície. Em seus últimos momentos de "vida" um sopro acolheu-lhe os seus tentáculos, um caminho, uma vida, seu futuro professor e amigo de sua mãe lhe erguia a mão, disposto a torná-la o que mais desejava, segura de si.
  Respirando novamente, lutou contra seus próprios pesadelos, navegando contra a maré, indo em busca de vingança e liberdade. O Karatê Tritão se tornou sua vela e seu corpo seu barco, usando-os para viajar pelas águas que estavam a sua frente. Agora, explorando zonas desconhecidas e misteriosas para ela, saiu em busca de respostas aos seus problemas, sendo a primeira já resolvida pela palavra "Pirata". A liberdade de navegar por todo o oceano sem quaisquer leis e limitações, promovendo a beleza e respeito ao mar aberto. Essa era a forma.
  "Não da pra sair por ai com essa aparência, tentarão me fritar em uma grelha assim que colocar os pés em civilização." Graças a isso, ela já havia improvisado uma canga de algas antes de se separar de sua terra natal. Depois dos acontecimentos que ocorreram, ela sabia do valor da sua espécie no mercado negro, usado para satisfazer as piores pessoas. Mas, sem nenhum equipamento, seria bem mais difícil de sobreviver ao mundo, mesmo que com um certo tempo disfarce temporário. Por isso, buscaria olhar ao redor e reconhecer a sua situação. Caso estivesse dentro de algum estabelecimento, buscaria falar com a pessoa mais próxima, tentando ganhar alguma informação, perguntando "Com licença, mas poderia me dizer onde encontrar uma loja armaduras e armas? Estou precisando me equipar antes de sair desta cidade.". Se a conversa fosse de acordo, iria agradecer e sair dele, buscando uma visão mais clara da paisagem. Por outro lado, se a conversa não desse resultado, somente ignoraria o indivíduo e sairia do local. Se já estivesse a céu aberto, olharia ao redor, procurando identificar algum sinal de pessoas e comércio, já que estava a procura de roupas e equipamentos adequados a sua jornada. Encontrando alguma coisa, se deslocaria o mais rápido possível para lá, procurando chamar a menor atenção possível até que estivesse devidamente "camuflada" sobre sua verdadeira espécie. Caso não acontecesse, encontrando-se sozinha, tentaria continuar se deslocando ao redor da paisagem.
  Se tudo desse certo e ela conseguísse encontrar alguma espécie de loja, entraria no estabelecimento, dando bom dia a quem quer que fosse o vendedor. Ela analisaria o local e tentaria se aproximar da pessoa responsável, se nada impedisse seu caminho. Caso o inconveniente acontecesse, ela tentaria contorna-lo ou, se fosse uma pessoa, evitar qualquer confronto, assumindo culpa e pedindo passagem. Se não ocorresse mais problemas, olharia com gentileza, inclinando a cabeça levemente para o lado direito, dizendo "Olá, tudo bem? O senhor(a) teria alguma manopla, de preferência inoxidável, ou canga que eu pudesse comprar? Estou embarcando em uma jornada e preciso adquirir esses itens.". Na hipótese de conseguir os itens desejados nas especificações e acessíveis monetariamente, fecharia negócio. Entretanto, se fosse um pouco mais caro, diria "Opa, acho que não tenho como pagar essa quantia.. Você não podia fazer um pequeno desconto pra mim?" usando de sua beleza natural e inclinando seu corpo, buscando persuadi-lo. Se ele aceitasse, compraria de qualquer forma. Porém, se também não desse certo, perguntaria se não existiria nenhum tipo de serviço que ela pudesse prestar para pagar pelos produtos. Na condição de existir, e o mesmo não ser algo relacionado ao uso do próprio corpo para coisas pervertidas, ela buscaria encontrar uma solução para o problema, aceitando a oportunidade. Caso nenhuma das hipóteses fosse certa, ela agradeceria e sairia do lugar, colocando mais um objetivo em sua cabeça, dinheiro. Olharia ao seu redor novamente, buscando se deslocar ao bar mais próximo ou a algum centro comercial, já que a melhor forma de arranjar dinheiro é falando com as pessoas.
  Durante todo esse trajeto, juntaria seus 6 tentáculos em dois pares de 3, para que formassem a aparência de duas pernas e fosse mais fácil de sair despercebida. Seria mais difícil para se locomover, já que seria o mesmo que enrolar as suas "pernas", mas nada que a tentativa e erro não lhe deixassem, ao menos ela pensava. Na chance de ter suas "pernas" desconfiadas, iria dar a desculpa que era uma condição de nascença, herdada de sua mãe. Falaria que muitos médicos já tentaram analisá-la, mas nenhum foi capaz de determinar nada além de uma anomalia de nascimento. Por hipótese, se não conseguisse chegar a nenhum estabelecimento a ponto de comprar a canga, que era seu objetivo momentâneo principal, por complicações com outras pessoas, tentaria acalmar a situação, pedindo desculpas por qualquer coisa que ocorresse. Em última hipótese, se nada desse certo e ela fosse descoberta, agiria normalmente, a não ser que tentassem machucá-la ou captura-la. Neste caso, iria lutar somente para fugir, seja correndo ou indo em direção ao mar.
Off::
 
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MensagemAssunto: Re: Capt 1 - Terra Firme   Capt 1 - Terra Firme EmptyQui 26 Abr 2018, 00:48


NARRAÇÃO
The little Merm... Wait!
O Sábio já dizia: ‘’A natureza é amorosa como uma mãe, ela nos fornece tudo o que precisamos e tira de nós aquilo que não precisamos''. Hokori sabia bem disso após passar sua vida inteira no oceano. O mar era uma luta constante que provava os instintos de apenas os mais fortes que viviam dela e ela era um deles. Havia sobrevivido e não havia outra opção, ou seguia em frente e lutava ou estagnava e morria. Acomodação é morte e com seu desejo profundo em seu coração de evoluir cada vez mais, deixou as águas salgadas e belas do mar para trás.

Seus tentáculos tocaram a areia fria daquela manhã. Shells era uma cidade grande mas geralmente era bem quente, mas não daquela vez. Uma fina camada de neve cobria toda a extensão da praia a onde caminhava. Pequenos e travessos flocos de neve dançavam naquela manhã junto ao vento, balançando a canga improvisada feita por algas que a garota usava. Sabia que não podia permitir-se ser capturada, sereias valem muito no mercado negro e infelizmente sempre existia alguém que pagava por elas.

Andou calmamente até um grupo de pescadores que ali estavam, sonolentos não perceberam a presença feminina que encontrava-se a frente deles e em um susto, um deles olhou para ela.. De maneira cortês suas palavras soaram normalmente mas sua beleza encantadora deixou os homens impressionados e com um belo sorriso um deles responderá a garota: - Só seguir até o final da praia senhorita, lá vai encontrar uma loja de mil e uma coisas. - O sorriso do homem morria aos poucos enquanto a sereia se afastava da dupla e ia na direção apontada. Precisava se armar, não deixaria que ninguém a tocasse mas para isso, era preciso uma manopla, de preferência uma que não sucumbisse a água.

Tranquilamente caminhava dividindo seus tentáculos em dois pares de três, dando a impressão de um andar comum a de um humano. Seu quadril rebolava um pouco a mais por estar aprendendo a andar daquela forma, mas isso não seria problema, afinal o rebolado de uma dama era atrativo aos olhos da maioria dos homens.

A sereia segui o caminho até se deparar com uma loja de dois andares, o local era grande e antigo e aparentemente não vendia apenas armas ali dentro. Várias roupas e utensílios de cozinha, pesca e entre outros eram expostos e vendidos no local. Hikori se aproximou do balcão e percebeu que ali estava uma jovem, aparentava ser um pouco mais velha que ela, era morena de cabelos cacheados e pele negra, ela sorriu ao ver a bela e pálida mulher ao entrar na loja. - Seja bem-vinda! Em que posso ajudar? - a Garota olhava para o rosto da Sirena, que logo respondeu pedindo pela sua manopla especial e pela peça de roupa que precisava, afinal algas marinhas apodrecem e ressecam fora da água, e além disso, era esteticamente estranho e logo começaria a ter um cheiro ruim também. - Bem eu tenho uma… Custa B$30.000. E a canga deixe-me ver… A última que tenho é essa, não sei se lhe agrada e posso fazer por B$ 10.000. - Sorrindo a vendedora mostrava para a garota a peça de roupa e a arma. - Hikori olhou o objeto e debruçando em cima do balcão mostrando seu belo corpo, pediu um desconto para a moça. - Ahhh bem, B$ 5.000 pela canga e B$30.000 pela arma ok? Não posso fazer desconto para essa arma moça, é a última do estoque. - Dissera deixando os dois itens no balcão.

Independente de suas compras, Hikori sabia que precisava de mais dinheiro e nada melhor que conseguir uma boa grana do que procurando algum trabalho para se fazer. Saindo da loja, a garota procurou uma taverna. Demorou algum tempo até encontrar uma que estivesse aberta, pois ainda era muito cedo para os beberrões irem a seus encontros diários com a Marvada Pinga. Olhando as construções e tomando muito cuidado para não tropeçar, a garota encontrou um pequeno estabelecimento que estava aberto, era um pequeno restaurante. Ao entrar no local fora recebida por um belo sorriso de uma garçonete. - Bom dia moça! Fique a vontade. - A menina estava atrás de um balcão secando alguns copos e mais ao fundo era possível de se ver um rapaz preparando alguma coisa.

O restaurante era aconchegante e parecia ser novo. A garçonete conversava com o cozinheiro, os seus olhares eram singelos um para o outro, provavelmente eram um casal e se não fossem, a certeza era certa que um era apaixonado pelo outro, era visível. O dia frio fora daquele local contrastava com a quente lareira que estava acesa ali.



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Histórico Hokori:
 



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MensagemAssunto: Re: Capt 1 - Terra Firme   Capt 1 - Terra Firme EmptyQui 26 Abr 2018, 22:54


The Kraken

The city


  "Essa coisinha branquinha caindo do céu, é tão lindo. Por que não temos coisas assim como no mar?" Sentindo o gelado da neve, seus olhos se maravilhavam com aquele fenômeno. Nunca tinha presenciado o frio do gelo, e não seria a ultima vez. Enquanto passava por aquela praia levemente sombreada por uma camada frágil de neve, sentia-se livre, finalmente pronta para encarar seus primeiros desafios, inimigos e limites. Seria a sua primeira vez encarando o mundo como ele realmente é, lindo e frio.
  Depois de toda a sua atividade na cidade e encontro com pescadores, ela pode adquirir suas tão desejadas manoplas e uma canga. Aproveitou o poder da manipulação e ainda conseguiu um desconto! Seus braços sentiam-se prontos para vestir suas tão lindas manoplas especiais. Se aprontando para a próxima parada, e se despedindo da vendedora, ela saiu para a rua e conseguiu chegar a um tão desejado estabelecimento culinário. A vida era cara, agora, com pouco dinheiro, sabia da necessidade de arranjar algum serviço, por isso tinha ido lá, para que pudesse recuperar algumas de suas perdas.
  Sendo saudada pela garçonete, Hokori iria sorrir para a mesma, demonstrando sinal de afeto e agradecimento, dizendo: "Muito obrigada.". Caso ela conseguisse entrar sem chamar tanta atenção, o que era um pouco complicado para ela, iria procurar o vestiário mais próximo para se trocar. Iria se dirigir para ele, tentando deixar sua antiga aparência de lado e colocar a vestimenta, tentando olhar-se para o espelho e admirar sua primeira conquista. Entretanto, se já estivesse vestida, iria procurar um lugar para se sentar, de preferência no balcão do barman, na qual jazia a garçonete que a saudou, onde poderia conversar com quem quer estivesse por ali, se tivesse alguém. De qualquer forma, falaria primeiro com a atendente. Estando bem na cara o que estava acontecendo por ali, Hokori não iria conseguir se controlar, tentando dizer bem baixinho para a moça: "Não sabia que tinha namorado.". Se ela respondesse em negação, falaria de como eles parecem estar afim um do outro, o cozinheiro e ela, só para provoca-la um pouco. Se admitisse, diria que deseja sorte a eles, já que os mundos de hoje são cheios de desrespeito e pessoas ruim.
   Depois, na hipótese de continuar a falar com a mulher, exploraria as informações, fazendo perguntas de emprego, serviços e dinheiro. Afinal, quais seriam as maiores formas de comércio por ali? Será que eles iriam precisar abastecer seus recursos alimentícios? Ela sabia pescar e só precisaria de alguns momentos para isso. Seriam muitas perguntas, mas caso fossem respondidas, desenvolveria a que tivesse mais vantagens para ela, fosse por perícias ou a que fosse mais emocionante. Se o assunto não tivesse êxito, fosse por falta de informações, oportunidades ou qualquer outra coisa, faria uma pergunta mais fácil e simples, "Onde posso encontrar piratas por aqui.". Se fosse uma reação prática, apenas com a informação, agradeceria e sairia dali. Porém, na hipótese dela ficar assustada, riria, "brincando", já que sempre relacionam piratas com ouro e fortuna. Nessa hipótese, observaria o local novamente, tentando enxergar a pessoa mais temível dali, ou talvez, aquela que estivesse bebendo a maior quantidade de rum do local. Se não tivesse ninguém assim, perguntaria para a moça se existe alguma forma de trabalhar por lá, qualquer uma, já que nenhuma de suas opções foi efetivamente saciada. Possuía muitos planos, mas todos envolviam um bom dinheiro, pelo menos as coisas que queria aprender, já que não se ensina de graça.
  Em todas essas tentativas, em qualquer uma que envolvesse andar e ela infelizmente tropeçasse, tentaria buscar logo o seu equilíbrio para não pagar o mico de cair de cara no chão. Se conseguisse, iria apenas olhar em volta e diria A vida é traiçoeira quando se anda com pressa!", rindo e fazendo uma cara de vergonha. Mas, caso caísse mesmo, iria ao menos tentar colocar as mãos para frente, evitando a porrada que faria com o solo. Se, mesmo assim não fosse rápida o bastante, aceitaria seu destino, sendo forçada a tentar levantar depois do tombo. Nesse momento, recolheria os tentáculos em uma forma de 90 graus, para parecer que tivesse joelhos, afim de preservar ao máximo sua identidade. Se não funcionasse, iria apenas mantar a uniformidade neles, afinal ela está mais acostumada com eles espalhados.
  Contanto que não resultasse em nada violento, caso descobrissem sua espécie em algum momento, iria apenas seguir feliz e orgulhosa, mas tentando despistar o mais rápido as pessoas dali, falando mais rapidamente e direta ao assunto, evitando confronto. Se isso fosse o caso, gritaria em alto ao sair do estabelecimento "Que este seja um dos grandes encontros entre vocês e eu, a Deusa do Oceano!". Porém, na possibilidade de alguém tentar raptá-la ou coisas do tipo, teria de enfrentar quem fosse como estivesse, vestida com as manoplas ou não. Se fosse um caso de desvantagem numérica, tentaria se defender aos primeiros ataques, para depois dar um contra golpe, utilizando de seus tentáculos, e depois fugir o mais rápido possível. Se não, apenas tentaria atordoar o oponente temporariamente para sair do local para um lugar mais silencioso que pudesse descansar um pouco.
 
Off:
 
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MensagemAssunto: Re: Capt 1 - Terra Firme   Capt 1 - Terra Firme EmptySex 27 Abr 2018, 16:20


NARRAÇÃO
Can a fish run… Right?
A neve, o ar da superfície e as construções da cidade, tudo era novo para a jovem sereia que se encontrava feliz de poder arranjar uma arma nova e uma bela canga para seu corpo. Alguns dizem que a vida é uma eterna felicidade com momentos ruins e embora tenha passado por momentos ruins, estava na hora de aproveitar a superfície.

Sabia que não podia se descuidar, seu rebolado era muito visível assim como seu andar lento. Ainda estava se adaptando às novas ‘’pernas ‘’ e isso levaria um tempo. Ao chegar na taverna que encontrara, o sorriso gentil e as palavras da garçonete fizeram a sereia retribuir da mesma maneira. Hokori com a canga em mãos, foi até o banheiro feminino. Era um local pequeno e foi um pouco complicado para ela se trocar ali dentro. O banheiro era feito para pessoas de duas pernas, não seis. Demorou uns minutos para vestir a canga e no final, conseguiu olhar-se no espelho e sentir-se bem, a bela peça de roupa caía perfeitamente em seu corpo e a conquista de ter conseguido a mesma a deixava feliz.

Ao sair do banheiro, deixando as algas marinhas para trás, seguiu calmamente até o balcão do barman. O cardápio estava ali em cima e por detrás da estrutura podia-se ver vários copos, pratos e talheres muito bem arrumados ali. A garçonete e o cozinheiro estavam ocupados, mas ao ver Hokori sentando-se à mesa do bar, aproximou-se dela com o mesmo sorriso. - Oh que linda sua canga. - Ela entregara o cardápio nas mãos da sereia que se aproximou do rosto da menina e disse bem baixinho: - Não sabia que tinha namorado. - as palavras da sereia causaram uma confusão no coração da jovem, que saíram em suas palavras como um furacão de emoções. - Na-na-nananana namorado? E-Eu não tenho namorado hahaha - A risada cínica e super envergonhada da garota chamou a atenção do cozinheiro que pela janela que dava da cozinha para o balcão do bar disse: - Oh Samantha, você comprou aqueles peixes que eu te pedi ontem? - O rapaz estava usando um avental branco mas em uma de suas mangas era possível de se ver seu nome bordado, estava escrito Louis.

A menina gelou quando as palavras do rapaz chegaram aos seus ouvidos. Ela havia esquecido de comprar os peixes e a aquela hora já era tarde demais para ir a feira e encontrar algum peixe fresco, pois os outros restaurantes já deviam ter comprado todos. Com seus olhos brilhantes e amarelos ela olhou para o rapaz e disse de jeito abobalhado. - Hehehehe então… Eles estavam aqui sabe, mas fugiram correndo pela porta dos fundos. Hehehe Malditos peixinhos safados.- A cara pateta dela fez o rapaz soltar um suspiro, não um suspiro bravo e sim de desapontamento. - Caramba Sam… Sem peixe eu não vou poder fazer o almoço, teremos de fechar hoje após o café da manhã. - Os olhos dele pareciam irritados, mas não com a garota em si e sim com a situação toda.

- Me desculpa Louis…Eu esqueci de novo. - A garçonete virou-se para o rapaz, que com um belo sorriso, colocou a mão sobre a cabeça dela e bagunçou o cabelo de Samantha, que em protesto começou a brigar com ele enquanto a gargalhada do rapaz enchia o ambiente de vida. Eram muito fofos juntos mas ao perceberem que estavam fazendo o maior show na frente de Hokori, Louis voltou para a cozinha enquanto Samantha se direcionava a sereia de novo.

-M-Mil perdões moça por fazê-la esperar. O que gostaria de comer hoje? - Ela dissera enquanto pegava um bloquinho de notas rosa e uma caneta, sorrindo para a mulher a sua frente.



Off:
 

Histórico Hokori:
 



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MensagemAssunto: Re: Capt 1 - Terra Firme   Capt 1 - Terra Firme EmptySex 27 Abr 2018, 18:08


The Kraken

The city


  Se tem algo na vida que era difícil seria andar em "duas" pernas. As coisas estavam complicadas para se mexer sem rebolar o quadril, tendo que ir mais devagar que as outras pessoas para não tropeçar. Sua altura também era um pouco ruim para as ocasiões mais simples, como entrar em um banheiro, que parecia apertado, ainda mais com seus 6 tentáculos soltos. O sentimento era de felicidade, conforto e prazer ao libera-los na hora de se vestir, ficar com movimentos anormais para eles o tempo todo era estranho. Depois de tudo, ela se encontrava em um lugar muito novo para seus padrões, estando em uma mesa na terra, falando com pessoas com PERNAS de verdade. Tudo a deixava com brilho nos olhos, mas, ainda assim, não era o suficiente para faze-la perder o cuidado ou a cabeça.
  Ouvindo toda a situação, a desculpa da garçonete despertaria uma risada na sirena, que tentaria colocar a sua mão na frente da boca para evitar que fosse percebido. A menina pareceu bastante nervosa só pela leve provocação que ela tinha feito. É amor, não tinha outra explicação, a forma que eles se portavam era clara. Os seres terrenos pareciam muito divertidos agora, estando tão casuais como em um estabelecimento gentil de culinária. Entretanto, ela sabia, que nem sempre eles eram assim, na maioria das vezes não respeitavam a natureza e nem seus outros habitantes, somente ligando para o seu entretenimento. Isso a causaria a sentir empatia e confiança naquele casal, mesmo conhecendo-os pouco.
  Depois da conversa entre o cozinheiro e a garçonete, uma simples pergunta foi feita a mulher-polvo, "O que gostaria de comer hoje?". Sendo o suficiente para atiçar todo o seu estômago, que realmente estava desesperado por uma boa proteína. Dava pra sentir todo o ranger de sua barriga em cada região da sua pélvis. "Acho que uma boa comida cairia bem, ainda tenho uma longa jornada pela frente.. Bem, não custa tentar ver se posso fazer um acordo.". Olhando para a garota, diria:
- Não sei, o que vocês teriam para um café barato e saudável? Estava pensando em.. - Sem saber o que as pessoas comiam na terra, falaria a primeira coisa que conseguisse enxergar no cardápio, já que eles estavam, aparentemente, sem qualquer peixe disponível. Talvez alguma alga marinha? Se visse algum nome estranho, como o famoso "hamburger", priorizaria ele, já que sentiria curiosidade para saber o que era. Antes de falar o pedido, ela daria uma olhara rápida no preço, para que pudesse ser justo para uma refeição pequena. Se fosse tudo de acordo, ela se apoiaria levemente na cadeira depois de falar com a garçonete, tentando relaxar a cabeça, colocando seus braços para o alto, e suas mãos na nuca, podendo soltar a cabeça para esperar a comida. Se as coisas fossem muito caras, pediria somente uma água da casa ou algo do mais barato de lá para que pudesse desenvolver mais conversas com a menina e o cozinheiro.
- Então, estou vendo que vocês tem alguns problemas para hoje, ainda bem que estou aqui. Sou pescadora e eu posso resolve-lo, mas vou precisar de algumas coisas. Um balde grande, um arpão e, pelo menos 1 hora. O arpão não é essencial, mas o balde sim. Precisaria dele cheio de sal para conseguir trazer os pescados em boas condições. - diria a mulher assim que a garçonete viesse entregar o que havia comprado ou pedido, salivaria se fosse o tão prometido hamburger, ou apenas pegaria com a sua mão direita caso fosse uma água ou apenas um salgado.
  Enquanto esperava pela resposta da atendente, começaria a ingerir o que havia recebido, observaria também o local. Esperaria para ver o que a moça ou o casal acharia(m) de tudo, na expectativa de olhar aos arredores do pequeno restaurante e tentar perceber a beleza das coisas mais simples. Que saudade ela sentia dos velhos tempos, da Enseada das Sereias, de sua mãe.. Agora tudo era passado e ela precisava livrar-se daqueles sentimentos de tristeza, afinal tudo é movimento.
  Ela sentiria a vontade de oferecer seu serviço de graça aos dois, mas realmente precisava do dinheiro, porque ainda tinha muitos assuntos para resolver, como sair de Shells Town, encontrar piratas e muitas outras coisas. Na hipótese de receber alguma negociação, com valor monetário, aceitaria a oferta, mas conciliando o preço com o tempo e a quantidade de peixe que deveria trazer. Se não tivesse nenhuma recompensa, fosse por falta de dinheiro do casal, iria fazer mesmo assim, graças a boa vontade deles no atendimento, pedindo somente uma refeição média de graça com os peixes que pegaria, já que também precisava comer. Se alguma dessas condições ocorressem, iria terminar de comer sua refeição, pagando imediatamente por ela e prepararia o que quer que fosse disponibilizado para sair para a praia de Shells Town que havia saído. Assim, agradeceria ao casal e diria que voltaria em no máximo uma hora e 30 minutos, dependendo da quantidade de peixe. Ao sair do lugar, iria caminhar lentamente, balanceando agora o seu modo de andar e as coisas que carregaria para a praia, buscando ter calma nos movimentos.
  Entretanto, na chance de recusarem a oferta, preferindo fechar o restaurante, ela iria somente agradecer pela comida, dizendo que deseja sorte para o futuro casal, eles iriam precisar. Pagando a conta, sairia de lá, procurando localizar o porto da cidade, já que todos tem que passar por lá para entrar ou sair da cidade, pelo menos legalmente. Tentaria usar de seu talento em navegação para caminhar pela cidade sem se perder muito, já que saberia por onde tinha entrado. Analisaria o local e, buscando pescadores com quem poderia conversar. Se encontrasse algum, iria fazer questionamentos do tipo quem aceita a maior parte dos peixes da ilha e a onde seria mais comum vende-los, já que ela poderia talvez obter algum dinheiro com isso. Ela expressaria suas perguntas, depois de saudá-lo com as seguintes palavras: "OE! Pescador, boa tarde! Qual o seu nome? Eu me chamo Hokori  e sou nova na cidade. O senhor poderia me dizer onde que são mais vendidos os peixes da região?". Se desse tudo certo iria somente agradecer e dar um leve sorriso, sabendo que agora só precisava coletar alguns pescados para obter dinheiro. Caso a conversa não desse certo, ela tentaria persuadi-lo indiretamente com a sua beleza, olhando de uma forma bonitinha e triste pra ele. Se não desse em nada, somente iria falar com outro pescador e repetir o processo.
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MensagemAssunto: Re: Capt 1 - Terra Firme   Capt 1 - Terra Firme EmptyDom 29 Abr 2018, 17:17


NARRAÇÃO
New Job!
A humana a sua frente era divertida. Hokori sorriu e deu uma risada alegre ao ver a confusão que aqueles dois causavam. Era engraçado mas ao mesmo tempo seu coração estava confuso. Como os humanos podiam ter duas facetas tão diferentes? Uma hora agiam com crueldade contra seu povo, mas outros pareciam felizes e simples… Será que era possível haver mais pessoas do primeiro tipo ou do segundo? Não sabia e se divertia com aqueles dois.

Envolta em seus pensamentos, voltou a si ao ouvir a pergunta da garçonete com o cardápio em mãos. Hokori gentilmente pegou o objeto enquanto a menina aguardava com um sorriso. Examinou atentamente os preços dos alimentos, podia pagar por qualquer coisa ali. Sua barriga roncava de fome, não havia tomado café da manhã ainda e logo Hokori se voltou a Samantha e logo seus olhos bateram no nome que já ouvira falar e tinha vontade imensa de experimentar: Hambúrguer. Pedindo o prato, a garçonete logo o anotou e deixou o papel na janela que ligava a cozinha com o bar, penduradinho em um pregador. - Ótima escolha, nosso hambúrguer é da melhor qualidade! - A garçonete logo preparava um copo de refrigerante que acompanhava a refeição e quando se aproximou de Hokori, ouvia a mulher atentamente.

Sua oferta de ajudar os dois era tentadora e logo a sereia se deparou com um largo sorriso de felicidade de Samantha.  - Sério?!?!? Que ótimo! O balde nós temos, vou providenciar! - A garota deixou o refrigerante na frente da sereia antes de ir até os fundos procurar um balde.

- Seu hambúrguer estará pronto em um instante, aceite como um presente por nos oferecer ajuda moça, tem horas que não sei o que eu faço com Samantha...Ela anda desmiolada ultimamente, com a cabeça nas nuvens... Bem, muito obrigado. - Dissera Louis olhando para Hokori da janela da cozinha, dando um belo sorriso e acenando positivamente com o polegar esquerdo.

Hokori aguardava em sua cadeira de maneira confortável e relaxada, observando o pequeno local. Era aconchegante e o tema marítimo do ambiente era agradável. As janelas de madeira, o teto azul claro e os quadros de barcos nas paredes brancas e as conchas coloridas que estavam penduradas nas luminárias deixava o local com um clima praiano muito confortável. O local lembrava seu antigo lar a enseada das sereias, uma saudade bateu em seu peito ao se lembrar de casa, mas agora tinha de seguir em frente, o mundo todo era sua casa agora.

Logo Samantha voltara com o balde cheio de sal e o deixou em cima do balcão. - Ah ele é meio pesado, tome cuidado para não se machucar no caminho! Mas antes tome seu café da manhã. - Após alguns minutos o hambúrguer pedido ficou pronto e Samantha o serviu a sereia que se alimentou do delicioso prato e provou pela primeira vez a bebida gasosa que lhe fora oferecida. - Espero que esteja bom hehe - Samantha sorria.  -  É lógico que está bom sua pamonha, fui eu que fiz! - retrucou Louis da janela da cozinha. - Seu prepotente bobo BLUUUUH - De maneira infantil ela mostrou a língua para ele enquanto o rapaz sorria e ria, deixando o rosto de Samantha corado.

Após se alimentar, Hokori pegou o balde, agradeceu os dois pela deliciosa refeição e avisou-os que voltaria dentro de uma hora, uma hora e meia mais ou menos. - Okay, tome cuidado senhorita...Qual seu nome mesmo? - Samantha perguntou na esperança de resposta. Com um sorriso, Hokori dissera seu nome antes de sair pela porta da frente com o balde cheio de sal em mãos.

Sua nova missão agora era usar de suas habilidades de pesca, tal coisa que para ela era bem fácil. Andando calmamente, ia em direção a praia, precisava se concentrar bastante para não tropeçar e derrubar o balde, mas felizmente os pequenos tropeços que dera não foram o suficiente para levarem-na ao chão. Seus passos lentos fizeram a sereia chegar a seu destino, encontrando ali um grupo de crianças ali, brincando na areia, fazendo castelinhos na mesma enquanto sorriam. Ao final da praia havia uma formação mais rochosa, as pedras do local afastavam as pessoas, pois na maré alta as ondas quebravam ali com muita força.



Histórico Hokori:
 



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MensagemAssunto: Re: Capt 1 - Terra Firme   Capt 1 - Terra Firme EmptySeg 30 Abr 2018, 13:14


The Kraken

A fish in the sea


  Aquele pequeno restaurante foi suficiente para trazer Hokori a uma sensação de aconchego. Todas as características do lugar a faziam lembrar do mar, da cor do céu, dos barcos nos portos, era algo que a fazia sentir-se tranquila em um mundo tão incerto. O ambiente a fazia lembrar muito das praias, uma das melhores coisas que existe. Só o som do mar batendo na costa já a fazia sorrir, sentindo o salgado da água e o frescor da brisa junto do calor do sol, tudo era maravilhoso. Não entendia como alguns humanos poderiam não gostar desse tipo de coisa, sempre reclamando que teriam que voltar para casa cheios de areia e água do mar. Talvez, ela não sentisse esses lados ruins, já que o oceano era a sua própria casa. Olhando as janelas de madeira, conseguia lembrar das palmeiras grandes e vivas da costa, fornecendo coco e sombra para os aventureiros. Além disso, as lindas conchas nas luminárias lhe deixavam muito alegre, elas a faziam pensar na vez que recebeu as suas próprias, que usa para cobrir os seios, na sua adolescência. Com felicidade e tristeza, ela podia lembrar das palavras que sua mãe disse a ela naquele dia: "Filha, acho que já está pronta para recebe-las. Agora você cresceu, não é mais uma criança. O mundo vai te colocar em teste, te jogar no chão e fazer você querer desistir de tudo. Então, não importa a sua força, mas a sua vontade de continuar a levantar. Espero que com elas você consiga guardar essas palavras.". Foi um dia que lhe marcou muito, mas agora devia fazer o que ela mesmo dissera, seguir em frente.
  Assim, seus pensamentos foram interrompidos por algo delicioso! Seu hambúrguer tinha chegado. Na concepção da maioria das pessoas do mundo, um café da manhã precisava ser algo saudável, leve e energético, mas quem liga? Ela não sabia de nenhum costume de lá mesmo. Provando com uma mordida certeira, sentia o gosto delicioso da carne, envolvida do pão e queijo. Nunca tinha sentido um sabor como esse, não existem vacas nem outros animais que não fossem peixes e criaturas marinhas na sua terra natal. Fechando os olhos, sua bochechas contraíram levemente enquanto seus lábios levantaram nas extremidades, fornecendo uma aparência de prazer para quem quer que estivesse observando.
  Terminando seu lanche, tudo estava pronto para partir, agradecendo ao casal pela comida - "Obrigado ao casal pela comida! Estava deliciosa!". Recebendo o balde com sal, saiu pela porta em direção a praia, pronta para encarar o que mais gostava, o mar.

  "Finalmente, estou voltando oceano! Mal saí e já estou com saudade de sua vida, carinho e correntezas. Me de um desafio desta vez!"

  Chegando a praia com certa dificuldade, sentindo o equilíbrio entre seu corpo e o balde por um fio, pode sentir-se aliviada ao ver que não tinha tropeçado em nenhum momento. "Que desastre poderia ter acontecido." - suspiro - "Ainda bem que conseguir chegar, hahaha! Agora vamos fazer o que vim aqui para, pescar".
  Observando a praia, conseguiu enxergar algumas crianças, que faziam lindos castelinhos de areia enquanto brincavam na areia. Não era lindo? Ela ficava encantada com a inocência e fragilidade de crianças humanas, parecidas com os sirenos. Poderia sentir uma esperança acender em seu coração, seriam os humanos tão maus assim? Pode perceber a felicidade delas, mas não sabia ao certo quantas estavam por ali, a unica coisa que tinha certeza era da área mais povoada da praia. Conseguiu enxergar ao longe uma área mais deserta, lá pelo final da praia, onde nenhuma pessoa parecia gostar de ir. Não sabia dizer porque não havia ninguém, "Seria pelas ondas?". Para ela, tudo era normal, não parecia ser perigoso, nem assustador, estava acostumada com a força das ondas que batiam nas pedras a distância.

  "Talvez seja melhor eu me distanciar mais dessas pessoas antes que possa começar a pescar. Infelizmente não tenho nenhuma vara de pesca nem rede, então vou ter que fazer a moda antiga mesmo. Mergulhar e pegar com as próprias mãos."

  Com isso, tentaria continuar andando pelo litoral na areia da praia. Agora, seus tentáculos se sentiriam mais aliviados por sentirem a textura de algo tão macio e fofinho, ao invés de terra, madeira e estrada. Para que seguisse pela praia, evitaria maior contato com qualquer um, até mesmo as crianças, iria no máximo sorrir para eles se a olhassem. Tentaria continuar caminhando em direção ao final da praia, mas se fosse interrompida por alguém, teria que parar sua lenta caminhada e dizer: "Opa, meu nome é Hokori. Vou pegar alguns peixes e por isso estou com esse balde." - caso perguntassem sobre o que ela estaria fazendo e seu nome. Se fosse alguma das crianças, seria "Olá, pequenino. Vejo que vocês estão criando lindos castelinhos nas areias. Eu estou ocupada agora, mas amei as suas construções!". Para qualquer diálogo, ela iria simplesmente tentar evitar muita conversa, afinal tinha um certo prazo para voltar, sendo a parte mais difícil caminhar, e não pegar os peixes como a maioria das pessoas seria.
  De qualquer modo, seguindo seu plano, ao chegar perto do final da praia, se não tropeçasse ou tivesse que para por qualquer motivo durante a caminhada, ela tentaria observar o local, procurando os melhores locais para posicionar seu balde sem que ele caísse dentro do mar ou fosse encharcado pelas ondas. Tentaria também procurar um lugar que pudesse deixar suas coisas, como a canga e a manopla, sem que ninguém mexesse ou olhasse enquanto retirava seus pertences. Caso não achasse nenhum lugar muito apropriado, somente tentaria se distanciar o  melhor possível com o balde e deixa-lo com seus pertences, para que soubessem que tinha um dono. Olharia em volta buscando saber se estava sendo vigiada, porque muitos curiosos poderiam segui-la para descobrir o que iria fazer, tanto crianças sapecas, ou homens pervertidos. Caso conseguisse descobrir alguém, diria - É melhor não ficar ai me observando, o mar não é para marinheiros de primeira viagem.. Esperando uma resposta, esperaria a pessoa se retirar para que pudesse começar. Entretanto, se já estivesse sozinha, ou ficasse sozinha, partiria para o oceano, libertando seus tentáculos para moverem-se livremente, com o seu corpo e alma prontos para abraçarem o salgado do oceano.

  "Oceano, fique calmo, a sua deusa está de volta." - pensaria com alegria e determinação.

  Tentaria movimentar-se pelas pedras evitando o choque bruto das ondas com as mesmas, esperando o momento certo para saltar e entrar dentro d'água. Usaria de suas vantagens com Aceleração e Supervelocidade aquática para sair logo de lá com movimentos rápidos e fortes, porque mesmo sendo uma sereia, ainda sabia dos estragos que as correntes podem causar. Assim, tentaria mergulhar no oceano para que pudesse começar sua caçada aos melhores peixes da região, buscando encontrar recifes e cardumes bem saudáveis, evitando os peixes mais doentes e caídos.
  Porém, se não conseguisse mergulhar de primeira, batendo na superfície das pedras, avaliaria o machucado e tentaria aguentar a dor, não seria detida por "Essas pequenas ondinhas!". Tentando mergulhar novamente, prestando atenção no erro que possa ter cometido, tentando evitá-lo, como ter pisado errado ou saltado durante o refluxo de arrebentação. Faria esse processo no máximo 3 vezes, mas se também não fosse possível, teria que recuar e tentar uma abordagem mais calma e visível as pessoas, infelizmente.
Off:
 
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MensagemAssunto: Re: Capt 1 - Terra Firme   Capt 1 - Terra Firme EmptyTer 01 Maio 2018, 02:02


NARRAÇÃO
Shark Tank
A areia misturada com a neve tinha um aspecto interessante para todos daquela ilha, não era comum nevar ali, mas acontecimentos longínquos fizeram tal fenômeno vagar pelo mundo, assolando alguns locais e deixando uma pequena marca em outros, como no caso de Shells Town. A água gelada e o vento forte não eram páreos para as ambições e desejos profundos do coração da deusa do oceano.

Os rastros na areia eram estranhos para si, mas por sua sorte, as crianças na praia estavam muito entretidas para notar as marcas das ventosas de suas ‘’pernas’’. Sorte a dela, os deuses da terra estavam ansiosos pelos próximos passos da sereia, que ao observar bem o local, decidiu ir até o canto da praia, próxima as rochas e ondas violentas que ali quebravam.

Tirou as manoplas, a canga e deixou-os juntos a ao balde em cima de uma rocha da qual a água não atingia. O limo das pedras era escorregadio, sorte a dela que suas ventosas de polvo a ajudavam a manter o equilíbrio, grudando nas pedras para facilitar sua movimentação. Estava ansiosa, sentir o cheiro do mar a acalmava e invadia seu ser com as mais diversas lembranças felizes que tinha, refletiu por uns segundos até lançar-se sobre as águas escuras e frias do oceano.

Era uma boa pescadora, havia aprendido a anos como sobreviver no mar e quando necessário, tirar a vida de alguns peixes para que pudesse saciar a vida que havia em si mesma. Como um torpedo, disparou para mar adentro, rodeando as pedras enquanto buscava alguns corais ou um cardume de peixes.

A mudança de temperatura fizera seu corpo tremer um pouco, mas após o nado, sua respiração arfante havia esquentado seus órgãos e músculos, estava aquecida e pronta para uma pescaria. Os olhos da sereia olhavam aos arredores até fitar um imenso cardume de atum. Os peixes eram grandes demais para se pegar e carregar, deixou o grandalhões sossegados enquanto procurava outros tipos de peixes que pudesse carregar.

Encontrou um grupo de Robalos, peixes menores e que ela sabia que poderia carregar em um balde mais fácilmente. Seus tentáculos de polvo se contorceram enquanto ela pegava impulso até que, como um tiro, saiu em disparada até o cardume. Pretendia pegar os peixes mais saudáveis que visse, mas eles eram mais difíceis de se apanhar devido a sua velocidade e jovialidade. Pegou um do grupo e ao olhar novamente para o cardume, virá uma enorme bocarra cheia de dentes a sua frente. Estava cara a cara com um tubarão branco enorme.



Histórico Hokori:
 



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MensagemAssunto: Re: Capt 1 - Terra Firme   Capt 1 - Terra Firme EmptyTer 01 Maio 2018, 12:43


The Kraken

A fish in the sea

  Passando pela praia, Hokori havia se esquecido da temperatura local, estando bem mais frio que o normal, seria mesmo um bom dia pra pescar? A neve formava lindos círculos das ventosas dos seus vários tentáculos, deixando-o escapar um sorriso, nunca tinha visto uma coisa assim antes.

"Olha! Da pra formar qualquer desenho nessa coisa macia e fofa!"

  Não desperdiçando mais nenhum tempo, sabia que precisava mergulhar e passar por tudo para entregar os peixes na hora, não era só uma questão de espaço, mas de prazo. Assim fez, passando pelas pedras molhadas e com limo, usando de sua metade polvo para se agarrar e passar sem muita dificuldade.
  Ouvir o som das ondas, o frescor do oceano e até mesmo o frio anormal do vento a fizeram respirar fundo antes de mergulhar, ela conseguia lembrar agora da Floresta do Mar da Ilha dos triões, com seu contato direto ao mar.

"Que saudade de casa.. Queria saber o que a minha mãe  sentiria de mim agora.. Eu vou vingar-la, eu prometo. Os homens passarão a respeitar mais o mar na minha presença! A Deusa do Oceano os aguarda!"

  Se jogando para as águas, ela estava novamente entregue ao oceano, ele era seu guardião agora. Depois que entrou dentro das águas geladas da praia, sentiu um calafrio estranho, não parecia ser a temperatura normal da região, mas não tinha como dizer isso ao certo, afinal não conhecia tanto de geografia ainda para julgar. Seu corpo estava tentando se adaptar a temperatura, mas, por ser uma sereia, já estava acostumada com praticamente qualquer coisa relacionada ao mar que viesse dele. Foram necessários somente alguns nados rápidos em busca de peixes para voltar a soprar a vida em seus tentáculos e braços, as partes que mais ficavam geladas, as extremidades.

"Ui! Ainda bem, o gelo do mar nunca é fácil de aguentar de primeira, sempre precisamos nos mexer um pouco para contorná-lo." - o que na sua cabeça era um pouco controverso, já que quanto mais você se mexe mais frio sente dentro d'água, pelo menos a curto prazo.

  O oceano parecia estar silencioso naquele dia, não sabendo se era uma impressão dela ou se de fato estava, mas as coisas certamente não se encaixavam no normal. Primeiro, um casal tem problemas com sua mercadoria, até ai tudo bem, mas depois ela acaba ajudando eles e mergulhando em um mar estranho, com temperaturas estranhas. Seria obra do próprio destino ou da vontade dos deuses dos mares? Não sabia, e de fato ignorou isso por um tempo, indo atrás de pistas de peixes e cardumes.
  Com isso, conseguiu avistar um lindo grupo de atuns, grandes fortes e velozes, parecia ser um desafio para a menina, finalmente pegar um desses. Entretanto, devido a suas limitações, seria um desperdício de vida, ela não conseguiria leva-los para o restaurante sem danificar a carne ou coisa parecida.

"Sortudinhos, acho que terei que deixa-los para outro dia!" - pensou a menina por um instante, até que se lembrou de algumas coisas que observara durante seus anos no oceano. Não era incomum achar esses peixes tão próximos da costa? Ela sentia que não tinha se distanciado tanto dela assim, mas deixou passar, porque outro grande questionamento que tinha era a cadeia que eles se encaixavam, provavelmente grandes predadores estariam por perto. Foi então que se lembrou, ainda era manhã, precisava manter os olhos abertos, porque esses eram um dos piores horários para se nadar, ainda bem que, assim como outros seres, ela era uma das maiores predadoras de lá.

  Depois de algumas nadadas, conseguiu achar a presa perfeita, um grupo bom de robalos prontos para lutarem por suas vidas. "Que azar para esses peixinhos, mas a morte de um é a vida de outro." - e assim, preparando para entrar como um míssil pra cima do cardume, comprimiu sua cauda e a disparou, indo em sua máxima velocidade para cima deles. Os danados eram difíceis de se pegar, mas com sua experiência foi o suficiente para pegar um dos do grupo, até que...
  Uma imensa boca cheia de dentes afiados como navalhas apareceram em sua frente! Eram uma das coisas mais sinistras de se enxergar naquele oceano frio e azul. De primeira mão, Hokori tomaria um grande susto, tendo duas reações possíveis. Caso o tubarão visse com tudo, atacando-a logo de cara, ela tentaria rotacionar o seu corpo para a direita, usando da cauda para movimentar-se, e tentar esquivar do ataque. Assim, poderia lançar um ataque leve com a palma da mão nas brânquias do animal, buscando dar um aviso de que não era comida. Se não desse certo, teria que bloquear a criatura, buscando posicionar suas mãos e tentáculos na frente do animal, na altura do nariz, longe da boca, para que pudesse então golpeá-lo com um soco fechado e atordoá-lo por curto período. Se fosse suficiente, tentaria pegar mais alguns peixes para levar ao balde, buscando sair dali com pelos menos 10 robalos médios, podendo usar de algum de seus tentáculos para segura-los, tendo menos limitações do que somente com suas mãos. Porém, se não fosse o suficiente, teria que confrontar o contra-ataque do tubarão, podendo ser uma mordida rápida depois que teriam se separado no primeiro confronto. Da mesma forma, ela tentaria desviar, mas dessa vez, grudaria em seu pescoço, usando dos seus tentáculos para tampar sua respiração. Se desse certo, sentia que seria necessário somente para atordoá-lo, afinal o casal não iria querer um peixe daquele tamanho. Ela também não se sentiria bem de retirar um predador tão raro e importante do ecossistema marinho.
  Durante o combate, se chegasse a acontecer, evitaria a boca do animal ao máximo, mas se ela não pudesse evitar alguma mordida, fosse por falta de bloqueio ou esquiva, priorizaria algum de seus braços, buscando usa-lo como escudo. Rapidamente, depois da mordida ela tentaria agarrar um de seus olhos e apertá-lo, para que o tubarão soltasse. Assim, prosseguiria com seu primeiro plano, a não ser que a ferida fosse muito ruim, então teria que nadar de volta o mais rápido que podia com o que tinha. Sabia que, se permanecesse, teria que agir muito mais rápido que o normal, afinal, outros tubarões podem sentir o cheiro de sangue.
  Entretanto, se não tivesse reações agressivas no momento, somente tentaria usar de sua aceleração para movimentar-se para uma distância segura do animal. Se conseguísse, olharia em volta, buscando analisar a situação. "É possível que ainda tenham mais tubarões por aqui, aquele grupo de atuns é realmente tentador a eles.". Na hipótese disso ser verdade, teria que tomar mais cautela ainda, estava em ambiente de pesos pesados, não poderia vacilar nem uma vez. Seu plano seria manter respeito e distância deles, talvez nadar um pouco mais próximo da costa, onde eles não tem tanta liberdade para nadar. Contudo, se não observasse mais nenhuma criatura perigosa a sua volta, iria voltar a sua atenção rapidamente ao tubarão, tentando não o perder de vista. Usaria de sua habilidade comunicativa para tentar compreende-lo, dizendo: "Não sei o seu nome, nem a sua vontade por aqui, mas não quero problemas. O que você procura aqui? Se quiser, podemos trabalhar juntos para pegar alguns peixes, afinal, dois são sempre melhores do que um pescando.". Por isso, se sua reação fosse receptiva, iria tentar dialogar com ele sobre isso, mas se não quisesse formar uma aliança, teria que pedir uma trégua a curto prazo, ou que eles pelo menos mantivessem distância segura para ambos. Se, por outro lado, não fosse tão bem sucedida assim, ela tentaria persuadi-lo, dizendo que nenhum dos dois teria vantagens em algum confronto, isso, é claro, se estivesse apenas com ele e mais nenhum tubarão.
  De qualquer maneira, se sentiria nervosa, mas feliz de enxergar um predador tão magnífico de perto, eles realmente eram lindos. Os grandes tubarões brancos sempre tiveram um preconceito forte por parte dos terrenos e algumas outras criaturas do mar, dizendo que eles eram criaturas insensíveis de matar, prontas para causar o maior estrago possível. Mas para Hokori não, tudo dependia da comunicação e respeito com o animal.

Off:
 
Histórico:
 

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