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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ascensão - Parte 1

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MensagemAssunto: Ascensão - Parte 1   Ascensão - Parte 1 EmptyTer Abr 17, 2018 2:58 pm

Ascensão - Parte 1

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Qiáng Hu. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Ascensão - Parte 1   Ascensão - Parte 1 EmptyTer Abr 17, 2018 10:02 pm

Ascensão - Parte 1
The Lost
Qiáng Hu

Dano: 4 Acerto: 5 Pontaria: 0
Esquiva: 3 Bloqueio: 11 Resistência: 1
Percepção: 2 Manipulação: 0


Repentinamente, eu viria a acordar, os olhos se arregalariam em pavor e olharia rapidamente para ter a certeza de não estar em uma situação problemática ou perigosa, afinal, não tinha o menor indício de onde estava, a última imagem que eu tinha em meu cérebro fora no barco que utilizara para se mover até alguma outra ilha. De qualquer forma, eu sabia que não podia perder tempo com um assunto tão banal, e assim me levantaria, para em seguida observar o que havia ao meu redor, viraria o rosto de forma lenta, e procuraria correr os olhos em cada detalhe, fosse uma rachadura em uma construção ou um pedaço de um gramado com a falta deste. Após observar o entorno, seria a vez de ver o clima e o horário, se estava ameno, frio, quente ou chovendo e se ainda era de dia ou já havia anoitecido.

Independente do resultado de minhas observações, meu primeiro passo estava claro em minha mente “Obter Informações sobre onde estou.”. Com um direcionamento em mente do que deveria fazer em seguida, eu começaria uma caminhada em frente, queria achar um bar, ou talvez uma taverna, já que estes eram locais comuns para se conseguir informações. Como um bom teimoso, primeiramente eu andaria no entorno do local onde acordara a pouco, procurando os estabelecimentos que me interessavam, mas sem deixar de observar quaisquer outros estabelecimentos que pudessem ser importantes em um outro momento, tais como restaurantes, farmácias, lojas de bebidas, mercado, hotéis ou pousadas. Se me fosse possível achar o bar/taverna sozinho, eu adentraria o mesmo, observando o ambiente em si, afinal não desejava me meter em confusões em um lugar onde eu nem sabia onde ficava. Caso não conseguisse achar a localidade que me era desejada, tinha de abordar alguma pessoa para que pudesse lhe indicar o caminho, esta que seria melhor aos meus olhos se fosse uma mulher, bonita de preferência, mas se tivesse de ser uma feia, ou até mesmo um homem, não deixaria de fazer o questionamento, mas seria claramente mais emburrado. Assim que encontrasse uma pessoa que batesse com o que imaginava para pedir o caminho até um bar, eu me adiantaria na direção da pessoa.

- Olá como vai? Com certeza bem, após encontrar um belo espécime como eu. Mas não é isso que importa agora, não é? Eu preciso que me ajude a encontrar um Bar ou uma Taverna por aqui, estou precisando de umas informações, sabe? – Logo após encerrar minha fala, me chutei mentalmente, ainda não conseguia evitar “pagar” de convencido na frente dos outros, já que, apesar de ser somente uma fachada para amenizar a dor de perder todos aqueles que amava em um único dia, era uma máscara que havia se grudado após ser encaixada no rosto, e por conta disso, não conseguia evitar me mostrar de tal forma. Se conseguisse obter uma resposta mais clara, eu sorriria para a pessoa e no caso de ser uma mulher, piscaria o olho para a mesma, e se fosse um homem, faria um joinha para este, mas caso falhasse em obter uma direção na qual seguir, procuraria outra pessoa e refaria a pergunta, inclusive o fato de ser orgulhoso de sua aparência. Tendo enfim um direcionamento, era hora de concretizar as coisas, e assim começaria a caminhada em direção ao bar/taverna.

Após entrar no estabelecimento, me dirigiria até um balcão, ou algo que se assemelhasse a tal, e me falaria com quem estivesse atrás do mesmo, atendendo e servindo os clientes. - Bom(a) Dia/Tarda/Noite, quero uma boa cerveja, mas não muito cara. - Pediria primeiramente, afinal não seria muito legal chegar pedindo informações sem ter pago algo ao estabelecimento. E assim que tivesse meu pedido em mãos, tomaria um gole do mesmo, aproveitando o sabor levemente amargo da bebida, que ao descer, dava-lhe um imenso prazer. Após voltar depois de me perder no gosto da bebida que tinha em mãos, e voltaria a chamar a pessoa que me atendera anteriormente, mas dessa vez queria informações. - Olá de novo. – Diria com um pequeno sorriso, tentando fazer graça. - Preciso saber algumas coisas, qual é o nome dessa ilha? E quem é o Regente deste lugar? Estou meio perdido por aqui. - Diria com um sorriso sem graça ao final.





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MensagemAssunto: Re: Ascensão - Parte 1   Ascensão - Parte 1 EmptyQua Abr 18, 2018 12:50 pm



Ascensão
Parte 1



Qiáng acordava em meio as árvores, não parecia estar muito longe da cidade conseguindo escutar gritos e pessoas sorrindo, seus pelos estavam disfarçados em meio a neve que caia do céu, um clima diferente do que estava acostumado pelas ilhas do East Blue. O céu cinzento não indicava um horário apropriado para o qual estava, mas com seu estômago dando leves roncadas conseguia sentir aquela fome de quando acaba de acordar de manhã e lhe dava uma pista. Não haviam animais ao seu lado ou perigos podendo estar calmo, não lembrava o que havia acontecido na noite passada e apenas dos seus momentos mais breves como quando foi dormir sentindo um grande cansaço.

Levantando debaixo da árvore após estar bem recolhido no chão, colocava a andar em direção a cidade. Uma grande placa indicava ser Shirotown, as plantações de laranja do lado de fora eram evidentes e haviam grandes parques ao entrar, uma quantidade considerável de casas e cidadãos dentro da cidade andando pelas ruas, uma grande construção na ponta esquerda da cidade parecia ser a prefeitura enquanto que mais ao lado direito haviam lojas, armas e tudo mais o que encontrasse. Sem encontrar um bar de imediato, resolveu perguntar para uma moça próxima dali, a garota olhou para o enorme tigre e ficou assustada de imediato, a sua intimidação era enorme e colocou a pequena garota a chorar até que o seu pai interveio no meio, mas a sua reação não era outra a não ser a de medo colocando a sua criança para dentro de sua casa. - O que você quer?! – Gritou o homem chamando a atenção de terceiros, mas o tigre não parecia querer mal nenhum e pergunta para onde era o bar com seu tom convencido. - Ele fica para lá! – Seu dedo indicador apontava para a direção. A maior parte daquela cidade eram casas, mas conseguia ouvir uma leve discussão não muito longe dali e quando seu foco foi para ali conseguiu ver um homem sendo jogado para fora do bar.

O joinha quebrava o clima de tensão e o caminho de Hu até o bar começava, adentrando o mesmo e vendo que não haviam muitos clientes, homens sentados em uma mesa redonda a sua direita bebendo e se divertindo, um barmen calmo limpando seus copos e mais a sua esquerda havia uma mulher com cartas na mesa e um cigarro longo em sua boca. Ao se aproximar do balcão, o barmen ficava meio estranhado com a aparência do Mink, mas não recusava a servir o homem. - É para já! Dez mil berries. – O homem servia um grande canecão de cerveja ao tigre, o tamanho da caneca era equivalente ao tamanho do mesmo parecendo quase como um barril. Ao chamar o mesmo homem que lhe atendera, o homem de bandana branca e bigode negro grosso voltava. - Você venho parar aqui e nem sabe de nada? Estranho… – O homem desconfiava um pouco do tigre. - Bom, estamos em Conomi Island, mas precisamente na cidade de Shirotown. Kashi Kumo costumava ser o nosso bom e velho prefeito, não há reclamações sobre o mesmo. O que mais deseja saber, tigrão?! – Dizia com um sorriso no rosto dando uma leve brincadeira.

Atrás dele era possível ouvir os homens conversando, suas palavras se dirigiam a uma viagem que teriam que fazer até loguetown. - É isso mesmo! Estarei indo para Loguetown com um carregamento de laranjas. Mas soube que piratas estão atacando cada vez mais os barcos da região, talvez eu precise de um segurança a mais, sabe de algum homem? – O outro homem parecia negar com a cabeça e ambos ficavam meio decepcionado com isso.


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MensagemAssunto: Re: Ascensão - Parte 1   Ascensão - Parte 1 EmptyQua Abr 18, 2018 8:01 pm

Ascensão - Parte 1
The Lost
Qiáng Hu

Dano: 4 Acerto: 5 Pontaria: 0
Esquiva: 3 Bloqueio: 11 Resistência: 1
Percepção: 2 Manipulação: 0


Como imaginado, fora bastante estranho a reação do barman ao saber que eu nada sabia do lugar onde viera parar, mas não ligava para isso, afinal agora eu tinha informações de onde estava, e para onde poderia ir. De fato cheguei a pensar em dar uma resposta ao bigodudo depois de rir bastante com a brincadeira que fez comigo, entretanto, acabei escutando uma conversa interessante, aparentemente alguns homens estavam conversando sobre uma viagem a um lugar que me era desconhecido, e o mesmo parecia precisar de alguém que o protegesse de piratas. Haviam muitas coisas que não estava conseguindo entender, como o porquê de eu ter acordado nessa ilha sem me lembrar da chegada, o porquê de estar nevando nessa ilha, que claramente não demonstrava ter uma estrutura apropriada para se viver em tal clima. Mas o que passava em minha mente era o que faria em seguida, afinal meu objetivo inicial de conseguir informações fora concluído, e eu não sabia o que fazer no momento, não tinha um bom passado, e não conseguia enxergar um futuro a ser seguido com o que tinha agora.

Sem nada a perder, decidi ajudar tal homem, não me custava nada e de quebra poderia conseguir um propósito para seguir em frente. Certo do que deveria fazer a seguir, viraria o canecão de cerveja que havia recebido do barman, e depois levantar-me-ia, tirando uma quantia do meu bolso equivalente ao preço que me fora cobrado na hora que recebi a refrescante bebida, que agora repousava em meu estômago. - Obrigado pela cerveja bigodudo, até outro dia. – Agradeceria ao homem, e em seguida virar-me-ia em direção aos homens que conversavam em outra mesa, e caminharia calmamente na direção destes.

- Hey caras, ouvi dizer que estão precisando de um guarda-costas, estão dispostos a aceitar esse belo tigrão que lhes cumprimenta? – Diria com um gracejo, tentando diminuir a impressão de intimidação que minha magnífica aparência causava às pessoas que me viam pela primeira vez. Se fosse aceito para imigrar com o(s) homem(s), abriria um brilhante sorriso e voltaria a me pronunciar. - Não vai se arrepender dessa decisão, meu amigo. Vamos lá! – Diria com convicção, afinal não parecia haver um sentido para mim permanecer nesta ilha, que eu nunca havia posto os pés anteriormente.

Caso negassem minha ajuda, eu insistiria novamente para que me aceitassem, mas tentaria pôr um apelo, afinal aquela era minha única chance visível de conseguir um novo propósito para me sentir vivo. - Leve-me com você(s), por favor, eu não tenho nada, casa, família, amigos, tudo e foi tirado a muito tempo, não conheço nada nem ninguém nesse lugar, se eu continuar assim, sinto que vou enlouquecer. – Claro que havia posto um bocado de drama no discurso, para que o homem se sentisse mal em me negar uma nova chance de se juntar a este. Se dessa vez fosse aceito, agiria da mesma forma que o faria caso não me fosse necessário todo esse apelo.

Se mesmo com esse segundo pedido, negassem minha ajuda, eu sairia do bar, claramente desanimado, afinal uma grande chance de me encontrar no mundo fugira na frente dos meus olhos, e eu nada pude fazer para impedir. Sem ter algo definido em mente, andaria com calma, mas sem realmente enxergar qualquer coisa à frente, afinal era assim que me sentia após ser condenado a permanecer na ilha com o veredicto do homem. Sem um rumo determinado, andaria até que me cansasse ou batesse em algo, para enfim decidir o que faria a respeito de tal coisa.





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Última edição por Raiden Fuji em Qui Abr 19, 2018 1:13 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ascensão - Parte 1   Ascensão - Parte 1 EmptyQui Abr 19, 2018 12:24 am



Ascensão
Parte 1


O bigodudo aceitava com graças o dinheiro colocado sobre o balcão pelo canecão de cerveja. - Volte sempre! Tigrão! – Gritava o homem sorrindo olhando para a nota em sua mão de dez mil berries. Os homens sentados olhavam a aproximação do tigre que vinha em sua direção, o capitão parecia ser mais calmo e não se assustava com o homem, mas o outro ao seu lado parecia visivelmente mais amedrontado dando para sentir em sua pele o medo que o grande mink de três metros passava.

Ouvindo as suas palavras, o homem parecia se animar com a ideia que Qiáng passava, mas uma das coisas que o fazia ter o pé atrás era quem era aquele homem que do nada vinha falar com ele após ouvir sua conversa, claramente não confiava em Hu e não havia um porquê.  - Eu não faço a menor ideia de quem seja você. Mal apresenta seu nome, tigre. – Falava o homem.

Hu implorava pela ida com ele até a embarcação dando todo e qualquer informação da qual continha e revelando um pouco de sua história, o capitão parecia assustado com aquilo. O homem continha vestimentas de tom azulado escuro, uma boina azul e um cachimbo em sua boca, sua pele enrugada mostrava as cicatrizes do mar em seu rosto. - Vá com calma, não se desespere tanto. Lhe darei uma chance para se provar então. Quer entrar na embarcação? Vai ter que trabalhar. Tenho homens carregando caixas até o barco e você servirá como dois braços extras. – Ele se levantava da cadeira e o seu amigo ia junto, o mesmo era mais jovem e parecia animado, cabelos loiros e olhos azuis, corpo definido e forte. - Me chamo Capitão Jones. E você, tigre branco? – Se apresentava o homem esperando que Qiáng também se apresentasse.

Depois da apresentação, o capitão pagaria a conta e sairia pelo bar junto aos dois companheiros seguindo em direção ao porto. A caminhada longa passando por uma estrada de terra por fora da cidade e chegando finalmente ao porto, o marujo loiro havia carregado consigo uma carroça com algumas caixas. O capitão se direcionava até uma das embarcações atracadas, era uma escuna grande com bastante espaço e mais dois homens que faziam a guarda ali, mas apenas pareciam ser mais dois marujos e não guarda-costas. - Chegamos, senhores! Coloquem as caixas no canto do convés e amarre-as bem. – As ordens eram dadas e o tigre ainda estava parado. - Vamos, homem, mexa-se! Seu pagamento é a viagem já que é curta e ter mais um homem desconhecido dentro do barco não é tão confiável assim. – O velho era meio rabugento no quesito de ordens, mas parecia ser confiável, faltava o tigre se mexer no clima gelado que estava fazendo.



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MensagemAssunto: Re: Ascensão - Parte 1   Ascensão - Parte 1 EmptyQui Abr 19, 2018 12:39 pm

Ascensão - Parte 1
The Lost
Qiáng Hu

Dano: 4 Acerto: 5 Pontaria: 0
Esquiva: 3 Bloqueio: 11 Resistência: 1
Percepção: 2 Manipulação: 0


Vendo que meu apelo para embarcar junto da tripulação do velho capitão, eu abrira um sorriso vendo este se explicando, mas o mesmo diminuíra um pouco ao escutar que teria de trabalhar carregando caixas para o navio, pensara a princípio que somente ajudaria na segurança da embarcação, mas não fazia mal ajudá-los, afinal tinha força suficiente para tal, ou ao menos acreditava ter. Ainda no mesmo lugar, vira o velho se levantar e dirigir-se a si, apresentando-se primeiro e depois perguntando meu nome. - Me desculpe por antes capitão, eu me chamo Qiáng Hu. – Assim que terminei de me apresentar ao capitão e seu companheiro de viagem, o mais velho pagou a conta dos dois e me levou junto consigo para o porto, onde a embarcação utilizada por ambos deveria estar ancorada.

No instante em que pisei fora do bar, senti uma brisa gelada vir em minha direção, e um arrepio percorrer toda a extensão das minhas costas, o que me indicava que a temperatura tivera uma queda brusca, pois o frio passara longe de ter me incomodado antes de eu adentrar no bar. Como eu tinha a certeza de que faria trabalho manual, me esforcei para ignorar a temperatura e continua seguindo os dois homens que não interromperam sua caminhada em momento algum. Pouco tempo depois, chegamos aonde o barco estava ancorado, e imediatamente o capitão falou bastante alto para que eu, o loiro ao lado do mesmo, e mais dois homens que estavam parados no lugar. - Chegamos, senhores! Coloquem as caixas no canto do convés e amarre-as bem. – Eu ainda estava olhando os dois marujos com pena, já que a temperatura não estava nada agradável para estarem ali fora de vigia, mas acabei acordando para o presente ao ver o velho capitão me chamando. - Vamos, homem, mexa-se! Seu pagamento é a viagem já que é curta e ter mais um homem desconhecido dentro do barco não é tão confiável assim. – Constrangido por estar viajando em pensamentos em vez de trabalhar, poria a mão esquerda atrás da cabeça, com um sorriso sem graça, e logo partiria para o trabalho designado a mim.

Apesar de ser uma tarefa entediante, carregar caixas não parecia ser algo extremamente exaustante, ao menos era isso que eu pensava antes de começar a carregá-las. E assim me dirigi a onde as mesmas estavam, testaria o peso destas primeiramente, caso fossem pesadas, carregaria com ambas as mãos, mas se fossem leves, pegaria uma em cada mão, já que mesmo sendo uma atividade que não me dava o menor prazer de realizar, ainda sentia prazer em realizar atividades braçais. Concentrando boa parte de sua força nos braços, tentaria fazer com que o peso da(s) caixa(s) não me fizesse tombar para um dos lados, assim me mantendo equilibrado, antes de começar uma caminhada em direção ao convés, esta que seria com passos controlados e pernas firmes, para não correr nenhuma chance de deixar uma das caixas caírem, pois o mesmo sabia que teria de levar um extenso número delas para o convés do navio. Assim que tivesse posto a caixa no lugar indicado pelo capitão Jones, teria de amarrá-la.

Primeiramente pegaria uma corda que estivesse por perto, para amarrar a caixa, como o capitão havia pedido, primeiramente, eu pegaria uma ponta da corda e passaria ao redor da caixa, e faria um laço na extremidade que estivesse mais próxima de algo onde pudesse prender a caixa. Com o laço em específico, eu faria uma volta com a ponta, a mão esquerda manteria essa volta bem fixa, e com a mão direita, eu pegaria o resto da ponta e a faria passar pelo buraco da volta, sendo que logo em seguida, eu faria a ponta passar por trás da corda principal, e depois voltaria, de forma que a ponta passasse novamente pelo buraco da volta, feito isso, eu puxaria tanto a ponta quanto o restante da corda para lados opostos, apertando bastante o nó e deixando-o bem fixo.
Visualização do Laço:
 

Com o primeiro laço já feito, eu pegaria a ponta oposta da corda, e passaria por trás de algum objeto que deixasse a caixa bem presa, como uma grade, por trás do mastro ou então de algo que fosse específico para isso e passaria a outra ponta por dentro do laço que havia feito anteriormente. Após isso, só faltava puxar a ponta para manter a caixa fixa em um único lugar, e assim eu o faria com toda a força de meu ser, até a caixa estar em seu devido lugar. E se em algum momento me faltassem cordas, eu procuraria pelo convés pelas mesmas, já que elas eram necessárias para finalizar o trabalho. E se mesmo assim não conseguisse uma, perguntaria a um dos marujos. - Ei cara, sabe onde tem uma boa corda para esse bom tigrão aqui? Não consegui achar nenhuma por aqui. – Perguntaria ao mesmo, com um curto sorriso convencido. Se tivesse uma resposta, pegaria a mesma, mas caso o mesmo não me respondesse tentaria falar com os outros, e se nem assim tivesse uma resposta, iria até o capitão e perguntaria para o mesmo, pois realmente precisava da corda. Em qualquer momento que conseguisse a corda, faria o mesmo trabalho que haveria de fazer caso encontrasse a corda facilmente.

Assim que terminasse de amarrar a primeira remessa de caixa que eu havia levado comigo, eu levantar-me-ia para dar uma alongada nas costas e limpar o suor da testa, afinal o trabalho era cansativo e não se podia amarrar caixas ficando em pé. Depois desse breve momento de descanso, eu voltaria a andar na direção de onde estavam as caixas e voltaria a repetir o processo, até que não houvessem mais caixas. Durante o exaustivo trabalho, sentia a fadiga tomando conta dos meus músculos, mas não podia nem deveria interromper o trabalho, afinal isso era tudo o que eu tinha no momento. - Não devo decepcionar o capitão, ele me deu uma oportunidade, seria burrice jogá-la no lixo. – E com esse pensamento, eu voltaria ao trabalho, e pretendia me esforçar ainda mais do que o fazia inicialmente.

Ao final do trabalho, era bastante provável que a fadiga tivesse tomado conta de boa parte da minha musculatura, sendo assim, eu me moveria para o interior da escuna, e procuraria o capitão pelos cômodos. - Capitão Jones, onde tem comida por aqui? estou faminto, acabei com as caixas lá em baixo. – Perguntaria assim que o achasse, e esperaria que o velho homem pudesse me responder sobre a comida, afinal esse trabalho era bastante exaustivo. Se conseguisse saber sobre a comida, iria até a mesma e comeria um bocado desta, rapidamente devido à demanda que seu corpo pedia, afinal o mesmo não era acostumado a fazer uma atividade tão exaustiva e por tanto tempo assim. Se o velho não lhe desse comida por ter de esperar pelos outros, eu aceitaria de bom grado e procuraria um lugar para me deitar enquanto esperava a refeição, mas se o velho homem não me desse uma explicação por não poder comer algo, eu sentiria a raiva subindo, e logo responderia ao mesmo de volta. - Como assim? Eu trabalhei pra caramba ali, eu preciso comer, merda. Me dê pelo menos um motivo para ter de ficar com fome. – Ralharia com o capitão, esperando que o mesmo me desse uma boa desculpa para tal.

Tendo comido ou não, algum tempo depois, eu procuraria um lugar para me deitar, afinal descanso era uma coisa que eu precisava bastante, tanto ou até mais que comida, pois aquele dia me fora bastante cansativo. E ao encontrar, deitar-me-ia de uma vez, e começaria a dormir, muito cansado para conseguir me manter acordado.





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MensagemAssunto: Re: Ascensão - Parte 1   Ascensão - Parte 1 EmptySex Abr 20, 2018 12:49 am



Ascensão
Parte 1


O tigrão começava a se mover após ficar meio envergonhado por viajar em seus pensamentos e ia em direção as caixas junto com os outros marujos, tratando-se de pegar uma delas e testar o seu peso, logo via que elas eram pesadas e dava para sentir um cheiro cítrico emanando delas, pareciam ser laranjas como o capitão havia mencionado mais cedo. O mink subia na embarcação através de uma rampa e achava as cordas das quais serviria para amarrar as caixas onde o velhote havia dito anteriormente.

Seu meio de amarrar elas era bem inteligente e os outros homens pareciam seguir o que ele fazia, amarrando-as em conjunto e fazendo o todo enfeitado laço que deixava elas bem presas. Em certo momento após algumas repetições, foi necessário o pedido de mais corda e já preparado para isso, Qiáng pedia para o loiro que acenava a cabeça em um “sim” e trazia o pedido. - Aqui está. – Ele ainda não parecia ser o mais confiante de estar perto do tigre sentindo medo do mesmo como se ele fosse atacá-lo a qualquer momento.

O cansaço era demonstrado como os seus pelos molhados pelo trabalho exaustivo que era de carregar aquelas caixas, independente da forma que as carregasse, a dor nas costas era inevitável de ter que ficar subindo e levantando elas de forma ruim para sua coluna. Parecia que uma hora havia se passado até que finalmente o trabalho de carregar aquelas caixas haviam terminado, os homens se jogavam deitados no convés enquanto que o capitão acendia mais um dos seus cachimbos e olhava para toda a sua tripulação.

- Bom trabalho, homens, gostei de ver! – Ele checava uma por uma caixa, verificando os nós exercidos e contando a sua mercadoria para ter certeza que nenhuma havia ficado pelo caminho ou se perdido. - Parece que está tudo em ordem. Apenas mais um esforço para erguer a âncora, desamarrar a corda e içar as velas, homens! – Os outros três começavam a fazer os trabalhos enquanto que o tigrão não se mexia, independente de quantas ilhas havia encontrado em seus trajetos, estava cansado pelo trabalho e o capitão parecia não cobrar isso dele.

O barco começava a tomar o seu rumo em direção a Loguetown, a brisa gelada invadia o barco mais uma vez e com os pelos molhados do tigre, tudo parecia estar cada vez pior. O sentimento de fome que Hu sentia era compartilhado pelos outros marujos e ao questionar o seu capitão por comida, o mesmo retirava um saco de seu bolso do qual trazia um grande pão e de um barril no convés, servia rum para os seus tripulantes. - Vocês realizaram um bom trabalho, merecem. – Com tudo compartilhado, Qiáng seguia para o canto da embarcação mais precisamente na proa e observava o horizonte. A vista era bela, embora encinzentada devida a neve que tornava a cair mais uma vez dentro da escuna. Deitado na madeira, começava a dormir de um sono que via rápido.

Em meio aos balanços do mar, acordava batendo seu ombro sobre a amurada e o capitão estava em seus pés. - Que eu lembre eu te aceitei para ser o meu guarda-costas e não mais um marujo dorminhoco, acorde e vá ficar alerta! – Gritava o homem dando a ordem para o tigre sem temer nada dele.



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MensagemAssunto: Re: Ascensão - Parte 1   Ascensão - Parte 1 EmptySex Abr 20, 2018 10:31 am

Ascensão - Parte 1
The Lost
Qiáng Hu

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Percepção: 2 Manipulação: 0


A comida que requisitei realmente viera, não era nada fascinante mas para o meu estômago era mais que o suficiente, a refeição era nada menos que um bom pedaço de pão e um pouco de rum. Após me deliciar com a curta refeição, a sonolência bateu em meu corpo, e misturado ao cansaço provocado pelo trabalho realizado, rapidamente dormi em um canto do convés. Mas meu sono pouco durou, pois o capitão logo vei me acordar. - Que eu lembre eu te aceitei para ser o meu guarda-costas e não mais um marujo dorminhoco, acorde e vá ficar alerta! – Com o grito deste, acordaria com um grande susto, e ficaria bem constrangido em frente ao homem que me dera a oportunidade de estar na embarcação. - Me desculpe capitão, isso não voltará a acontecer. É que não consegui segurar o sono, o trabalho me deixou mais exausto do que eu esperava. – Explicaria ao velho primeiramente. E em seguida, levantar-me-ia rapidamente, limpando a possível baba, que viria a cair de minha boca durante o sono, e meus pelos brancos, da sujeira que era presente em grandes quantidades no convés.


Já de pé, eu tinha de fazer aguarda, como o velho Jones havia me dito, eu nunca tinha feito nada parecido, então não sabia bem por onde começar. - E por onde eu começo? Esse negócio de guarda-costas é mais complicado do que pensei. – Pensaria, levemente aflito. Nervosamente, eu experimentaria alguns passos em direção ao mastro, meu coração batia fortemente em meu peito, fazendo com que a sensação de nervosismo ficasse cada vez maior. Qaundo eu chegasse ao mastro, olharia por toda a extensão da embarcação, o meu ponto inicial, procuraria observar o máximo de coisas que eu pudesse, quem estava a bordo, os tipos de materiais alocados na escuna, a estrutura da cabine, se estava inteira, com rachaduras, aparência gasta ou antiga, e se havia mais algum outro compartimento que tivesse um uso comum entre todos os tripulantes.

Feito a primeira observação, eu olharia o mar, para saber como o mesmo estaria, calmo agitado, depois o céu, para saber se apesar da baixa temperatura o céu estava claro ou escuro, ensolarado, nublado, chovendo ou nevando. Em seguida, eu voltaria a olhar o mar, mas dessa vez, procuraria algum sinal de outras embarcações próximas, ou relevos que se sobressaíam por sobre a superfície do mar, indicando rochas que poderia danificar o casco do navio. E ao fim de toda essa observação, eu começaria uma ronda, onde andaria por todo o convés, evitando atrapalhar os marujos atarefados, observando por todos os lados algum sinal de problemas para nossa embarcação.

Se em algum momento, eu visse alguma embarcação suspeita, eu imediatamente correria na direção do capitão Jones. - Capitão, tem uma embarcação suspeita vindo em nossa direção, nos dê as ordens. – E assim esperaria que o mesmo me dissesse o que fazer, mas já me manteria atento, e procuraria seguir o que me seria dito, evitando assim ficar parado enquanto haviam coisas a serem feitas, como acontecera anteriormente comigo. E caso visse alguma protuberância rochosa ou não, também iria ao velho capitão dizer-lhe, afinal eu não tinha muita experiência do que fazer em um navio, pois quando eu navegava no navio dos meus pais, eu ainda era muito novo para fazer algo que os ajudasse. - Capitão, tem uma protuberância no mar a frente, devemos desviar para não bater, eu sei te dizer o que é com exatidão, mas o senhor pode vir e ver como deveremos prosseguir. – Diria e novamente esperaria as ordens do mesmo, me mantendo atento ao que seria dito, e tentaria corresponder com o que era necessário





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MensagemAssunto: Re: Ascensão - Parte 1   Ascensão - Parte 1 EmptySex Abr 20, 2018 11:10 pm



Ascensão
Parte 1


Mesmo sem saber pode onde começar a sua vigia, o tigrão fazia a primeira coisa que vinha em sua mente e o primeiro pensamento para todos que exerciam aquela função, olhar para os lados. Mas não ao horizonte e sim ao próprio espaço que continha. Do mastro, ele conseguia ver os homens descansando encostados na amurada, segurando o leme ou conferindo mais uma vez se os laços não haviam se desfeito com o balanço do mar. O barco parecia estar bem inteiro e conservado, sua madeira bem polida e com detalhes belos, não era o barco mais novo ou o mais chique, mas era um bom barco de mercador. Haviam dois canhões posicionados em cada lado da embarcação, salas na estrutura dando para se contar duas.

Tendo feito a sua observação, voltava a sua atenção para o mar, procurando por empecilhos em seu caminho, algum espólio ou barcos que poderiam ser avistado, o céu encinzentado continuava tomando todo o céu e a neve continuava a cair, o que era, com certeza, bem estranho. Qiáng começava a rondar pelo barco chegando a rodar por todo ele vigiando cada lado, ele conseguia avistar uma embarcação bem ao longe no horizonte e avisava para o Capitão Jones que também voltava a atenção para aquele barco, mas felizmente, ele não estava a vir na direção dos mercadores.  Quando chegava a proa, conseguia ver uma rocha em sua frente e avisava novamente para o capitão gritando sobre a mesma.

O velho rapidamente se mexia para a proa e via que teriam que realizar um desvio e o loiro girava o leme desviando e novamente retornando ao rumo com o uso de uma bússola. O trajeto inteiro parecia ter se acalmado o que fazia a leve preguiça e sono de Hu retornar, mas não por muito tempo, pois assim que observava uma ilha, um dos marujos gritava. - Loguetown a vista, capitão! – E a emoção de chegar a uma nova ilha começava.

Não demorava até que o barco era manuseado até o porto onde se atracava. Quanto mais se aproximava até a cidade era possível observar como aquela ilha era enorme a cidade ocupava noventa por cento dela, haviam marinheiros caminhando e fazendo a ronda pelo porto, homens trabalhando e colocando caixas nas embarcações e todo aquele barulho que incomodava os ouvidos sensíveis do Mink que havia uma absurda audição. Por outro lado, seus ouvidos focavam-se por acaso em uma situação que ocorrera a um barco de distância, uma mulher e seu filho de colo toda pomposa em uma embarcação mais do que extravagantes em detalhes dourado com pintura de vermelho com preto começava a descer, ao seu lado, haviam dois guarda-costas vestindo de ternos belos com chapéus fedora em suas cabeças. O capitão Jones chegava ao seu lado colocando a mão em seu ombro. - Esses são os homens chamados Agentes do Governo, sempre estão escoltando nobres ou reunindo informações. Histórias contam que eles são sempre bem perigosos e treinados e atacam quando menos esperam, não é bom se meter com eles, ser inimigo do Governo Mundial nunca é uma boa coisa. – Antes mesmo que o velhote pudesse continuar a dizer, a situação começava a tomar uma diferente emoção.

Homens se aproximavam com suas espadas em direção a nobre, seu motivo parecia ser sequestrá-los e conseguiam ter um belo timing para driblar as rondas dos marinheiros. Rapidamente os homens de ternos sacavam espadas e um outro usava uma lança, a batalha começava com o de lança protegendo a nobre mais atrás. Um dos criminosos conseguia passar pelo lado do combate e seguir em direção ao de lança. O homem de terno girou a mesma e combatou o homem de igualdade, mantendo uma distância média em relação a ele e acabando o ataque com um golpe certeiro em sua jugular fazendo jorrar sangue do ferimento quando a lança era retirada.

Os agentes pareciam ser muito fortes e não haviam tido um arranhão para enfrentar aqueles homens, a situação havia reunido atraído olhares de todas as direções e os marinheiros chegavam para prender aqueles que ainda estavam vivos e levar os mortos para longe dos olhos de civis. - Esses homens… Eles me dão medo só de pensar, nem quero saber o que acontece quando eles te procuram. Mas vamos, Qiáng, agora temos que descer as caixas. Faça isso e está livre da dívida de ter te trazido aqui. – Dizia o Capitão Jones esperando que o mink terminasse o último trabalho. Toda a embarcação havia sido preparada da mesma forma de quando embarcaram para realizar o trabalho e os marujos já desamarravam os nós começando a descarregar as caixas para baixo. - As coloque perto do barco! Fiquem vigiando para que ninguém roube! – Gritava o velho.



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MensagemAssunto: Re: Ascensão - Parte 1   Ascensão - Parte 1 EmptySab Abr 21, 2018 2:47 am

Ascensão - Parte 1
The Lost
Qiáng Hu

Dano: 4 Acerto: 5 Pontaria: 0
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Estava feliz por ter sido útil ao capitão Jones, afinal fora ele que me pôs dentro desta embarcação, que neste momento chegava ao porto de uma ilha chamada Loguetown, pelo que ouvira um do marujos dizer quando a avistamos pela primeira vez. Assim que aportamos, a primeira coisa que chamou minha atenção fora o tamanho da ilha, era bem maior do que as ilhas que costumava visitar na embarcação de meu pai, e em seguida, pude escutar alguns indícios de uma aglomeração a uma distância relativamente curta, onde os principais elementos eram um gigantesco barco com detalhes bastante exagerados em vermelho e dourado, uma mulher e seu filho, ainda de colo, vestidos de forma extravagante, dois guarda-costas e alguns homens. Ao meu lado, Jones me explicou que os guarda-costas eram agentes do chamado Governo Mundial, os mesmos eram bem perigosos e muito bem treinados e que não era bom mexer com eles.

Logo após a explicação do velho capitão, os homens que barravam o caminho dos recém-chegados, atacaram visando a mulher sua criança, mas não foram felizes em sua tentativa, afinal os agentes ali presentes derrotaram os homens em um piscar de olhos, deixando o trabalho de recolher os mortos e feridos para os marinheiros presentes no local. Fiquei maravilhado com o que acabara de ver, apesar de não ter certeza do motivo que fizeram os homens protegerem a mulher e sua cria, já tinha um voto de confiança meu, além de que se eu fosse tão forte quanto aqueles homens, eu poderia proteger as pessoas que me eram queridas, no futuro, já que atualmente não tinha ninguém que se encaixasse em pessoas queridas para mim. Esquecendo esse curto período de admirador, acabei escutando o velhote ao meu lado comentando novamente sobre os agentes do Governo Mundial, mas dessa vez parecia haver um forte temor dos mesmos, como se estivesse disfarçando o que falava, mas como isso não era da minha conta, deixaria de lado para segui-lo, afinal o mesmo me chamara para terminar o trabalho, que era desamarrar as caixas e vigiar por um tempo, para evitar que a carga fosse roubada.

Com o pronunciamento do capitão, eu me moveria até o local onde as caixas estariam armazenadas, primeiramente olharia o estado das mesmas, se estavam inteiras, quebradas ou com pequenas fissuras, se houvesse alguma caixa com a aparência mais danificada, trabalharia nessa primeiramente. Em primeiro lugar, eu teria de desamarrar as cordas e laços que foram feitos na hora de deixar as caixas presas, e assim eu me agacharia perto das caixas e cordas, amaldiçoando a provável leve dor que estaria presente em minhas costas, ainda dolorida do trabalho feito anteriormente. Com as mãos ágeis e fortes, eu trabalharia rapidamente, procurando desamarrar as cordas o mais rápido possível, afinal não tinha a intenção de demorar mais do que o necessário na realização de tal tarefa, puxaria a corda com força quando fosse necessário e dando o apoio para a fixação dos nós e laços feitos anteriormente. Com a caixa já solta, eu a pegaria com ambas as mãos e a poria sobre o ombro esquerdo, fazendo uma bizarra careta ao realizar a ação, afinal depois de tantas atividades sem um descanso, meus músculos já estariam bastante tensos e doloridos por conta da fadiga mal recuperada que acometera meus músculos anteriormente. Depois de pegar a primeira caixa, chegaria junto aos outros marujos e faria uma proposta para todos eles.

- Ei galera, eu to querendo fazer algo como um rodízio aqui, o capitão Jones disse para ficarmos de guarda e não deixar que as caixas fossem roubadas. Então podíamos deixar um tomando conta enquanto os outros pegavam as caixas, e quando todos pegassem as caixas da rodada, trocaria quem ficaria de guarda, até terminarmos com as caixas. – Eu terminaria com um sorriso radiante em direção aos marujos, tanto que não consegui segurar um comentário aparentemente desnecessário ao final. - Eu sei que sou incrível, não precisam me idolatrar, fiquem calmos. – Diria com um sorriso debochado antes de perguntar se era isso que faríamos.

Se minha proposta fosse aceita, deixaria que um dos homens ficasse de guarda enquanto eu voltaria a trabalhar com as caixas da mesma forma que havia feito anteriormente, e quando chegasse minha vez de ficar de guarda, me manteria atento, olhando em volta, sempre de costas para as caixas, mas ocasionalmente olharia para trás, de forma a evitar que um ladrão viesse por trás e pegasse alguma das caixas sem que eu pudesse perceber, e assim me manteria no trabalho até terminarmos de retirar as caixas de dentro da escuna. Caso não aceitasse minha proposta, eu ficaria calado na minha, e continuaria meu trabalho, desamarrando as caixas e as retirando do navio, uma de cada vez até que as caixas terminassem. Terminando a tarefa, de um jeito ou de outro, me encaminharia até onde o capitão Jones se encontrava, e quando encontrasse o mesmo, rapidamente me reportaria ao mesmo. - Capitão, terminamos de retirar as caixas do navio, como combinamos estou ficando por aqui. – Diria de forma que meu sentimento de melancolia pudesse ser notado pelo velhote a minha frente. - Antes de eu sair daqui, você sabe onde fica o QG dessa ilha, me interessei por aqueles agentes do Governo Mundial, queria saber mais sobre eles. – Pediria ao mesmo, com os olhos brilhando, coisa comum quando se adquire uma admiração recente por algo ou alguém.

Se o capitão não soubesse o caminho, eu lhe agradeceria com um “Obrigado” e sairia procurando outra pessoa com quem eu pudesse perguntar para ter tal informação. Primeiramente, eu procuraria por uma mulher bonita de preferência para quem perguntar, mas se tivesse de ser uma feia, ou até mesmo um homem, não deixaria de fazer o questionamento, mas seria claramente mais emburrado. Tendo encontrado alguém disposto a falar comigo, eu rapidamente me poria a falar. - Ei, como vai? Fique tranquilo(a), eu só quero saber se você pode me indicar o caminho até o QG, não precisa ficar assustado nem surpreso com minha incrível aparência, certo? – E se não desse certo, procuraria mais algumas pessoas para tentar o mesmo método de pergunta, mas se nem assim conseguisse algum resultado, eu apelaria para um dos marinheiros, e lhe faria novamente minha pergunta.

Quando finalmente obtivesse o caminho até chegar ao QG, o faria com relativa pressa, afinal estava bastante entusiasmado com a possibilidade de me tornar tão forte quanto os agentes que vi mais cedo, então poque não me preocuparia com possíveis empurrões e esbarradas em meio a provável multidão que estaria nas ruas da cidade. Quando chegasse ao meu destino, olharia atentamente para o portão de entrada do QG, procuraria ver se havia algum marinheiro ou agente do lado de fora, fazendo algum tipo de patrulha ou somente a proteção do lugar. - Olá, eu gostaria de saber como eu faço para me alistar para o Governo Mundial. – Perguntaria, quebrando o silêncio de uma só vez. Caso não encontrasse ninguém à frente, tentaria abrir o portão de entrada e observar o interior do local, andando calmamente até encontrar alguém ou que eu seja encontrado, onde eu me desculparia por invadir o QG sem autorização, e repetiria minha pergunta, querendo saber sobre meu alistamento.





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