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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!

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MensagemAssunto: As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!   As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3! - Página 3 EmptyTer 17 Abr 2018, 14:58

Relembrando a primeira mensagem :

As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Revolucionários Bartolomeo Khan e Sete. A qual não possui narrador definido.


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Sete
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MensagemAssunto: Re: As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!   As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3! - Página 3 EmptyDom 17 Jun 2018, 05:58

Preparação


Anna não pareceu confortável ao saber que eu não tinha nenhuma arma. Na verdade ela estava bem desapontada comigo. Antes que pudesse me defender, fomos interrompidos pela avó da garota. Para continuar com o disfarce ela usou uma desculpa qualquer e me retirou da loja. Antes de se despedir ela me emprestou um pouco de dinheiro, e me disse onde poderia encontrar uma arma - Ate mais tarde - Diria para ela antes de partir.

Novamente estava sozinho nas ruas de Ilusia Kingdom. Porem, desta vez, estava escurecendo – Tenho que me apressar e encontrar Bartolomeo – Diria para mim mesmo como uma forma de incentivo. O tempo estava passando, e eu não tinha conseguido nada. Apesar de ser contra o uso de armas, Anna tinha razão, não poderia participar de uma invasão sem poder me defender. Por um momento eu cogitava estar no lugar errado, mas era tarde demais. Eu tinha escolhido estar ali, então deveria seguir em frente nesse caminho. Eu iria comprar uma arma!

Procuraria o local em que ela me indicou. Assim que encontrasse, entraria e procuraria por algum vendedor. Antes porém, me veio uma dúvida: qual arma deveria comprar?! Uma espada chama muita atenção, melhor não. Uma pistola?! Mas eu nunca atirei. Uma adaga?! Ela seria fácil de esconder, acho que seria a melhor opção – Por favor, poderia me vender uma adaga? – Sem enrolação, passaria o valor que ele dissesse e pegaria minha mercadoria.

Não poderia dizer que estaria preparado, nem sei se conseguirei usar a arma. Mas procuraria ajudar Bartolomeo e os revolucionários nessa missão. Por fim, seguiria para o ponto de encontro, o bar ao lado do QG. Tentaria esconder a adaga, para não chamar a atenção de ninguém. Assim que chegasse no bar, procuraria pelo meu amigo – Eai! Desculpa a demora, deu tudo certo na sua infiltração? – Falaria quando encontrasse Bart.


Histórico:
 



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MensagemAssunto: Re: As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!   As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3! - Página 3 EmptyQua 04 Jul 2018, 00:21

- Você acha que eu estou muito cedo? - perguntei retoricamente.

O tom de ironia poderia causar um mau entendimento, mas eu não estava me preocupando com essas coisas bobas. Eu tinha uma missão para cumprir, e eu sabia muito bem o que eu estava fazendo. Estava realmente bastante cedo, e isso era proposital. Eu tinha um emprego o qual eu poderia escolher comparecer ou não. Isso era uma peça importante para a execução do plano, mas eu não podia decidir isso sozinho. Eu precisava dos meus aliados por perto para saber o que faríamos para o êxito daquela tarefa.

O barman me explicou sobre os outros integrantes do esquadrão separado para aquela missão. Pelo que me foi dito, em breve eles estariam ali, então não havia motivo para eu me apressar. Acompanhei o simpatizante até a cadeira que me foi oferecida, e me acomodando como um verdadeiro rei, esperei a chegada de Sete e os outros. Pediria um drink para passar o tempo. Não pretendia pagar por ele, acreditando que o barman me serviria por cortesia. Bebendo aos poucos para evitar a embriaguez, caso tendo recebido a bebida, explicaria para o rapaz algumas coisas que pretendia contar para os demais.

- Eu tive uma ideia para nos infiltrarmos na Kurama Factory. - apontaria para mim com o polegar, exibindo o sorriso largo - Parece que eles precisavam de alguém para trabalhar, e eu me encaixava no perfil. Sou lindo.

Bebericando ou não, continuaria sentado até a chegada de Sete ou de algum outro revolucionário. Caso fosse alguém senão Sete, esperaria o barman me apresentar ao indivíduo, somente para ter certeza que não passaria informações confidenciais a um civil. Caso confirmado o status de revolucionário ou se o recém chegado fosse Sete, começaria a falar, dançando a ponta de meu dedo na borda do copo/taça (caso eu tivesse um), compartilhando as informações coletadas.

- Tudo mais do que certo! Heheh - descansaria meu queixo entre o polegar e indicador abertos, me deixando com uma cara pensativa - Ainda tenho que pensar nos detalhes, mas pelo que parece eu vou começar o meu expediente às 20:00 horas.

Me levantaria relembrando das imagens de sofrimento que vi durante a minha caminhada. Enfurecido por dentro, e canalizando essa fúria no desejo de cumprir a minha tarefa, bradei com um tom de liderança:

- E nós temos outra missão! Não é oficial, mas é o nosso dever! Precisamos fazer algo em prol dos escravos. Isso não pode ficar assim! - esticaria o punho esperando um soco amigável em retorno - Você(s) está(ão) nessa?

Off:
 

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Ryoma
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MensagemAssunto: Re: As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!   As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3! - Página 3 EmptyQua 04 Jul 2018, 18:57


Após sair da loja de roupas, Sete conseguia encontrar facilmente um local onde poderia comprar armas. Era um local bem simples e direto com a descrição deste ao ter uma placa sinalizando que era uma loja de armas, simples e direto. Ao entrar era possível ver diversas armas expostas em prateleiras e outras apenas presas na parede, além das que eram protegidas por vidros que impediam o contato direto com elas e mostrava ser algo mais especial com o preço bem elevado. – Posso lhe ajudar em algo? – A voz surgia do nada, claramente saia da boca do homem que estava atrás do balcão. Um sujeito de cabelo branco e olhos azuis, musculoso e mal vestido, segurando em mãos uma espada que estava sendo afiada. – Sim, vou pegar alguma interessante para você. – Em pouco tempo ele largou o que estava fazendo, partindo aos fundos da loja para procurar a adaga pedida por Sete. Levou algum tempo, porém foi bom para que uma adaga simples e bem feita surgir na frente do garoto. – Aqui está, 30.000 berries. É simples, mas você não me pediu nada diferente disto. – Com o dinheiro entregue e a adaga guardada, mais uma vez o homem voltou ao seu trabalho e ignorou completamente a presença do revolucionário. Finalmente armado e quase pronto para a missão, parecia ser a hora correta de retornar ao ponto de encontro. Estava ficando tarde e logo os outros revolucionários poderiam aparecer.

Bartolomeo já estava esperando no bar, não parecia muito incomodado com o horário, preocupando-se apenas em encontrar o restante do grupo que seria utilizado na missão. Claro que não levou muito tempo, mas para que não tinha nada a se fazer poderia ser algo bem longo e tedioso. Ninguém aparecia no bar naquela hora e cada vez mais a noite se aproximava, aproximando-se bem do horário marcado com os funcionários da Kurama Factory. Uma bebida foi servida ao loiro, algo para que ele pudesse relaxar enquanto ninguém chegava. De algum modo o barman estava nervoso, nada revelava esse motivo, mas ele obviamente não estava em seu estado normal. Sete demorou algum tempo até alcançar o bar, provavelmente pela distância entre ele e a loja de Anna, mas assim que chegou teve a visão do barman, indicando que seu companheiro estava no andar de cima. Foi fácil chegar lá e assim ele encontrou Bartolomeo sentado em uma cadeira enquanto bebia e aproveitava a solidão daquele momento, percebendo alguns instantes depois que o médico estava ali pronto para conversar sobre os planos. A conversa entre a dupla foi breve e alguns minutos após a chegada do médico, foi possível ouvir os passos nas escadas e logo o barman entrou no local de encontro com mais três pessoas.

A primeira pessoa era uma garota de madeixas loiras e olhos vermelhos, usava uma camisa preta com capuz que cobria sua cabeça e escondia um pouco do rosto. Ela basicamente olhava para os dois novatos, analisando eles e sem dizer nada os ignorou, partindo até um dos cantos daquele quarto para sentar-se sozinha. O segundo a entrar mostrava-se um homem, este tinha o cabelo preto e olhos da mesma cor, porém sua face estava pintada de branco parecendo uma caveira. As vestes deste focavam no preto e nas costas dele existia uma grande arma que chamava a atenção. Mais uma vez a dupla foi ignorada pelo revolucionário, que também procurou uma cadeira para sentar-se próximo a porta de saída, como se não estivesse confiando em todos ali. Por último chegava outra mulher, esta tinha madeixas rosadas e olhos da mesma cor, roupas bonitas e chamativas, sendo uma mulher muito bonita e que facilmente atraia atenção das pessoas. Esta era alguém que Sete já conhecia, mas como o barman não tinha conhecimento disto ele apresentava cada um deles. – Esta é Anna, uma companheira de vocês no exército revolucionário. – Indicava a bela garota de cabelo rosa. – Os dois mais quietos e isolados são Lirik e Kalera. – Sendo o primeiro aquele homem-caveira e a segunda aquela garota de olhos vermelhos.

Anna foi a primeira que foi ao centro da sala, dispensando de imediato o barman para que eles conseguissem conversar de maneira tranquila. – Vamos começar com o básico, eu gostaria de conhecer todos melhor. Compartilhem suas especialidades e a forma como lutam, isto será de grande ajuda. – Por não ter nenhum voluntário ela iniciou aquilo que parecia ser mais uma introdução dos novatos, pois os outros três provavelmente se conheciam. – Vamos lá então, eu não tenho nada que possa ajudar em combate como conhecimento, mas sei lutar um pouco e conheço o local que vamos invadir muito bem, posso entregar um mapa para todos onde vai indicar as melhores rotas de fuga. – Mesmo trabalhando em uma loja de roupas ela parecia conhecer bastante da loja de armas, podendo ajudar muito nesta questão. – Está óbvio que eu sou um atirador, mas a coisa mais importante é que sei lidar com venenos. – Venenos. Talvez esta não fosse a melhor forma de enfrentar o governo, mas ainda era uma ajuda se alguém estivesse querendo usar. – Uso chicotes, mato agentes. Só não entendi ainda a razão de esses dois estarem aqui. – De alguma forma ela estava irritada. Não parecia concordar com os dois novatos estarem entrando em uma missão tão importante como aquela. Confiar em dois desconhecidos não seria fácil para aqueles que estavam escondidos na ilha a tanto tempo, esperando o momento certo para atacar. – Se acalme, todos estão aqui para ajudar... Só precisamos conhecer todos e tentar confiar uns nos outros, assim poderemos completar a missão. Além disso, eu trouxe máscaras e roupas mais adequadas para aqueles que não possuem uma forma mais fácil de se infiltrar. – Anna jogava no meio da sala um grande saco com diversas roupas escuras e máscaras que poderiam ser usadas por todos do grupo, elas eram simples, mas seriam de ajuda para ninguém ser descoberto e ainda conseguir manter a vida na ilha sem problemas.

Revolucionários:
 
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!   As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3! - Página 3 EmptyQui 05 Jul 2018, 19:05

Álcool não era bem o que eu julgava como diversão e passatempo. O sabor começava bem, mas amargava cada vez mais até terminar no gosto azedo que nada mais era que um "olá" do álcool para quem estava bebendo. Talvez eu tivesse cometido um equívoco em pedir aquilo, e um suco de limão poderia ter sido muito melhor, mas era tarde demais. Com a companhia do barulho do líquido se remexendo ao passo que eu girava a taça, com os olhos distantes, procurando alguma forma de relaxar antes da primeira missão. Eu odeio admitir, mas eu estava nervoso. Eu não tremia, eu não suava, não tinha a respiração descompassada, mas minha mente não conseguia relaxar. As imagens dos escravos levando chicotadas não me deixavam calmo.

O fato do barman estar mais nervoso que eu não pareceu relevante naquele instante, e deixei aquilo de lado, usando a monotonia daqueles minutos para remoer aqueles acontecimentos. Após alguma demora, cabelos platinados e olhos rubros apareciam naquela sala. Era Sete! Esbocei um sorriso discreto para ele e dialogamos brevemente. Talvez o nervosismo estivesse assolando ambas mentes naquele período de concentração. Meus olhos dourados desviaram-se para a porta de entrada, onde sons de passos ficavam cada vez mais frequentes e altos. Três pessoas acompanhavam o barman dessa vez. A primeira a entrar se encaixaria muito bem no padrão Khan: cabelos dourados (mesmo que opacos) e um olhar sanguinário. – Boa noite. – cumprimentei de longe, balançando a mão. Eu não esperava uma resposta, aquilo era uma forma de me divertir observando a reação alheia.

O segundo revolucionário era bizarramente legal! Suas vestes e a face decorada como a de uma caveira combinavam perfeitamente, dando um ar de mistério para ele. O homem caveira e sua arma procuraram a cadeira mais próxima da saída, e se acomodaram ali, sem nem mesmo responder o segundo "boa noite" que eu disparava ali. A terceira pessoa era uma moça bonitinha e que gostava bastante de falar. Evitei cortar a sua fala com um inoportuno cumprimento, afinal, minha intenção era provocar a fala dos outros revolucionários, coisa que essa menina dispensava, se mostrando bastante comunicativa. Ela tentava nos fazer falar, mas eu apenas encarava aquela situação constrangedora com um sorriso debochado. Percebendo a falta de comunicação na equipe, ela foi a primeira a falar.

Cada um dos revolucionários se apresentava sem dizer o seu nome, apenas falando o que eles sabiam fazer, com exceção da pseudo-Khan, que preferiu questionar a ajudar no andamento da missão. Soltei uma risadinha antes de me levantar da cadeira para me sentar na mesa, descansando os braços sobre as coxas. – Kalera, né? Você por acaso não é uma Khan, é? – perguntei sem esperar necessariamente uma resposta. Suspirei e me levantei, começando minha apresentação – Eu também mato agentes, temos muito em comum, não é? Heheh. Meu nome é Bartolomeo Khan, e eu sou o melhor boxeador, estrategista, rastreador e líder de Cactus Island. – faria uma reverência para as palmas de meus colegas após o emocionante prefácio da minha biografia.

Daria a palavra para meu colega Sete, e aplaudiria-o ao fim de sua fala. Caso ele não tivesse feito o mesmo comigo anteriormente, acrescentaria com o canto da boca – Tá vendo como não custa me dar um apoio moral? – então voltaria a me concentrar no plano de entrada. Anna dissera ter um mapa da fábrica, e isso era bastante útil. Enquanto fuçava nos disfarces, passava algumas informações que julgava serem importantes. – Eu consegui um emprego lá, e minha função seria empacotar armas para o despacho. Acho que seria legal ter alguém lá dentro. – levantaria sem pegar roupa alguma, apenas uma máscara que achei interessante. Ela era um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] amarelo chorando de rir.

O nosso trabalho é interceptar o lote de armas que vai para o Quartel General. Sozinho eu não vou conseguir fazer isso, afinal, meu papel é empacotar. Provavelmente eles vão usar algum transporte para levar as armas, então é aí que vamos agir. Temos que ser rápidos e furtivos, afinal, o Quartel General é do lado da fábrica, e eles não vão demorar para notar a interceptação. Já que Lirik é um atirador, acredito que ele possa aproveitar desse carregamento caso seja necessário revidar. Entretanto, precisamos de um piloto de fuga. Não sei se eles vão usar uma carroça, um carro ou até mesmo escravos para levar as armas, mas a minha sugestão é para que consigamos alguém para dirigir caso seja necessário. Podemos até mesmo usar o motorista para trabalhar com a gente... Nada que uma boa conversa não resolva. Heheh. – colocaria a máscara – Sugestões?

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MensagemAssunto: Re: As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!   As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3! - Página 3 EmptySeg 09 Jul 2018, 13:01

Especialidade


Não foi difícil encontrar a loja de armas. Era um lugar simples, havia armas expostas de varias maneiras. Algumas mais simples estavam em prateleira e outras aparentemente mais caras, estavam protegidas com vidros. Assim que entrei fui atendido pelo vendedor, que sem enrolar, trouxe a adaga do jeito que eu pedia.  Assim que peguei a adaga, senti uma sensação ambígua. Por um lado sentia algo familiar, por ser pequena parecia um bisturi. Por outro, sentia que eu usaria de uma maneira que eu não queria, poderia ferir alguém. Enfim, já estava tarde e deveria encontrar Bart, então paguei o vendedor e sai da loja.

Assim que cheguei na taverna, Peter indicava para mim subir. Já no segundo andar, poderia ver Bartolomeo sentado em um canto bebendo alguma coisa. Ao conversar com ele, descobria que sua infiltração foi um sucesso. Agora tínhamos que começar o plano para extraviar as armas da Kurama Factory. Porem ainda tinha um problema: faltava pessoas. Apenas eu e Bart não seria suficiente para invadir e roubar algumas armas, principalmente por que a marinha estava envolvida nesse pedido.

Não demorou muito para surgir uma solução. Peter entrava na sala com mais três pessoas ao seu lado. Uma me chamou a atenção, não pela suas roupas ou qualquer coisa do tipo, mas por ser alguém conhecida. Era Anna, a garota da loja de roupas. Talvez fosse algo espontâneo, mas sentia surgir um sorriso no meu rosto. O barman apresentou os revolucionários. Sem contar Anna, os outros dois se chamavam Lirik e Kalera. Começando a reunião, Anna foi ao centro  e dispensou Peter. Acredito que seja por sua escolha de apoiar, mas não se envolver nas missões dos revolucionários.

A escolha inicial de Anna era bem inteligente, mas demonstrava o quão despreparados estávamos. Como havia muita gente desconhecida na sala, principalmente para nós (os novatos), Anna sugeriu que nos apresentássemos. Ela mesma iniciou, eu já a conhecia, então o que me chamou atenção foi o conhecimento que ela disse ter sobre a fábrica. O segundo era um homem com uma caveira desenhada no rosto. Aparentemente sua única utilidade ali seria seu combate, já que ele dizia ser um ótimo atirador e também mexia com venenos. E Por último, era outra guerrilheira. Vou ignorar o fato de Kalera ser contra eu e Bartolomeo estar ali. Anna tinha razão, e era bem positiva com relação ao grupo e a missão.

Finalmente chegou a nossa vez. Esperaria Bart se apresentar, acredito que ele já me introduziria. Mas mesmo assim, tomaria voz quando ele acabasse sua fala – Me chamo Sete, tenho pouco conhecimento medicinal, e não sou bom em luta. Inclusive não sou a favor de ferir ninguém – Isso poderia gerar um tumulto na sala, pois claramente todos ali estavam preparados ou esperavam uma luta. E nesse caso eles não poderiam contar comigo. Esperaria a reação das pessoas na sala, antes de me defender- Eu quero ajudar. Eu quero lutar pelo povo. Só não acho justo sacrificar uma parcela por um todo.

Caso eles ainda quisessem minha “ajuda”, pegaria um disfarce aleatório no chão. Como não tinha nenhuma informação a acrescentar, ficaria em silencio e escutaria o plano. Quando acabasse a reunião, procuraria Anna e chamaria ela para ter uma conversa em particular. Assim que ela aceitasse lhe entregaria a arma que havia comprado a momentos atrás – Acho que não conseguirei usa-la. Me desculpa, não quero parecer um covarde. Eu só não quero ir contra os meus princípios. Eu quero ser um médico, eu salvo vidas e não o contrário.
máscara:
 

Histórico:
 

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Legenda:
"Lembranças"
Fala


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MensagemAssunto: Re: As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!   As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3! - Página 3 EmptyTer 10 Jul 2018, 19:16


Cada um deles pegava a máscara e roupa adequada, vestindo-as e preparando-se para a missão. Bartolomeo era o maior falador dentro do grupo, dizendo aquilo que precisaria ser feito como se soubesse exatamente criar um plano. Ninguém ali parecia discordar das palavras do garoto e isto só deixava claro que seguiriam tal plano, agindo com alguém de dentro para conseguir o roubo das armas. Lirik já estava vestido todo de preto, precisando apenas uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] para cobrir o rosto pintado, pois aquela parecia ser sua forma normal de vestir-se. Kalera pegava um manto preto, cobrindo as roupas finas que tinha e escondendo os cabelos com o capuz, usando sua [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] para ninguém ver o rosto. Anna também pegava roupas mais escuras para vestir, terminando com sua [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] para não ser descoberta muito cedo na missão. – Vou chamar uma pessoa, ele sabe dirigir e pode até ser útil na missão, mas vai aparecer apenas em ultimo caso para nos resgatar. – O plano estava finalmente montado e todos pareciam aceitar os novatos, conseguindo criar uma relação naquele pequeno grupo que teria de fazer algo tão grande.

Sete estava um pouco preocupado e nem mesmo sabia se poderia participar da missão, pois seu modo de agir não era exatamente o esperado de um revolucionário. Mesmo que ele apenas estivesse querendo o bem das pessoas, deixar de ferir quem merece não era exatamente a melhor forma de ajudar os outros. Para roubar as armas lutar seria obrigatório e mesmo contra sua vontade o médico teria de enfrentar outros seres vivos, precisando até mesmo matar alguns deles para alcançar o objetivo. – Ninguém está te pedindo para matar quem estiver nos enfrentando, apenas atrase eles, tente impedir a aproximação ou algo assim. Diminuir o número de marinheiros e agentes no mundo é importante para a revolução, mas você não precisa necessariamente fazer isto. – Anna não pegava a adaga, empurrando esta para Sete. – Garanto que vai precisar se quiser participar da missão, não ter uma forma de se defender é o maior erro de muitos que morrem nas missões. – Com dois tapinhas no ombro direito do garoto ela buscava levantar o ânimo dele, ter alguém tão para baixo naquela missão só complicaria mais as coisas.

Qualquer equipamento de comunicação será inútil, precisamos apenas de uma confirmação... Bartolomeo! – Kalera apontava para Bart, olhando para ele por trás da máscara. – Pense em uma forma de nos avisar, precisamos saber qual é o transporte verdadeiro de armas. É possível o uso de falsos para nos atrair, mas com você lá dentro teremos como saber qual é o certo. Não importa como vai fazer, saberemos quando acontecer... Agora se tiver algo já pronto, seria bom saber antes. – Um pouco mais disposta a falar ela esperava a resposta do loiro, imaginando que ele tinha algo mais a ser dito, pois parecia ser o líder mesmo que ainda não fosse um superior. Anna era a que mais tinha vontade de falar e provavelmente por isto seria a superior ali, pois o restante não parecia interessado nessas coisas, todos tinham muito individualismo. – Se não quiserem matar ninguém, use isto. – O atirador mostrava dois frascos com um liquido azulado, este brilhava e por estar sendo anunciado pelo homem só poderia ser um veneno. – Essa coisa azul deixa a região atingida dormente e dependendo da quantidade usada, pode até mesmo desligar o membro atingido por algum tempo... Não tenho nada para fazer as pessoas dormir, mas se conseguir dois cortes profundos, um em cada perna, deixa impossível de nos perseguirem após alguns segundos. – Lirik esperava que alguém estivesse interessado na substância, oferecendo para qualquer um, porém Anna e Kalera não tinham tanta vontade de pegar aquele frasco.

Anna se aproximava de Bartolomeo, conversando somente entre eles. – Tente convencer o motorista, se tudo der certo teremos uma pessoa extra para ajudar. Só não se esforce mais do que é necessário, não precisamos dele, mas se houver a vontade de ajudar aceitaremos. – Por fim ela afastou-se, começando finalmente o caminho para fora do bar. – Vamos, faltam 15 minutos para dar 20hrs. – O horário combinado para retornar até a fábrica estava se aproximando, indicando que logo teriam que começar a missão e ficar em um ponto estratégico para esperar o sinal de Bartolomeo. – Se o meio de transporte usado for muito lento, já vou deixar o nosso ajudante preparado com algo... Precisamos roubar as armas e fugir rapidamente, demorar só dificulta a situação. – Seguindo sem mais problemas para fora, todos podiam agora iniciar a missão. Estava escuro, os postes de luz iluminavam a cidade e naquele momento poucas pessoas se encontravam na rua. Marinheiros podiam ser vistos pelas ruas, todos armados e andando em dupla, tomando cuidado na patrulha que parecia ser algo já programado. No meio da cidade todas aquelas pessoas mascaradas chamaria muita atenção, precisando andar pelas sombras para atingir o objetivo final. Kurama Factory estava próxima e os grupos se dividiriam antes de chegar realmente na loja de armas, deixando o loiro seguir para seu emprego enquanto o restante teria de procurar um local para ficar e esperar.

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MensagemAssunto: Re: As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!   As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3! - Página 3 EmptySab 14 Jul 2018, 13:17

O esquadrão estava formado e operante. Anna era a que mais falava ali, cuidando para que Sete se sentisse mais confiante e menos vulnerável durante toda a ação. Eu sorria aprovando a atitude da revolucionária, afinal, se estava ajudando um amigo meu, estaria me ajudando também. Ouvi alguns murmúrios antes de ouvir meu nome em um explosivo aumento de entonação. Kalera olhava para mim, me deixando um pouco confuso e desconfortável. Eu sabia contornar a situação, e, por trás da máscara, lancei um olhar sedutor - que ela provavelmente não sacaria, afinal, eu tinha um rosto amarelo chorando de rir na frente da minha face real. Ela continuava a falar, deixando a sua visão sobre o que poderia acontecer. Válido, eu diria. Percebi que havia uma brecha para eu falar, e não tardei em aproveitá-la. - Existem diversas maneiras de fazer isso, mas nós vamos prezar pelo discreto. Nós temos que ser furtivos e profissionais, então seria bom se um de vocês ficasse atento à saída de cargas...

Agora algumas infelicidades surgiam. Eu não sabia exatamente se havia mais de uma saída para os carregamentos. Também havia a hipótese de que os próprios marinheiros fossem lá buscar as armas. Tudo isso colocava o plano em risco, mas eu, como um estrategista e líder, deveria dar uma solução. - Eu vou dar um jeito de fazer o veículo parar por um instante. Ou eu acabo com o motorista ou eu invento uma desculpa esfarrapada. E então vocês saberão qual é o alvo. Sem barulho, sem confusão, tudo ótimo! - Esperava ter respondido o que Kalera queria saber, e talvez ganhar um pouco mais do respeito e confiança dela. Não a conhecia, mas algo me dizia que havia um clima entre nós. Se não existia ainda, logo iria acontecer. Afinal, ninguém resiste ao meu charme, não é?

O homem caveira conversava com Sete, mostrando algum tipo de veneno. Era interessante, mas não iria ser útil para mim. Eu gostava de levar as coisas na conversa e, em último caso, fazer os inimigos lidarem com os meus punhos. Deixaria os dois frascos para o meu companheiro, caso ele quisesse. Fiquei no meu canto, esperando todos decidirem a hora de partir, o que certamente não estava longe. Anna foi quem se aproximou de mim dessa vez, com um papo de não me esforçar demais. Eu entendi o que ela estava dizendo. - Nenhum inocente vai sofrer, eu garanto, Anna. - respondi, deixando que ela liderasse o caminho para fora. Fui o segundo na fila para fora, estando bastante ansioso para o meu primeiro dia de trabalho.

Ilusia Kingdom estava escura, com espaçados postes iluminando a rua. O grupo de cinco pessoas estava na frente do bar, e isso não chamava a atenção dos marinheiros que faziam uma patrulha. Sem abrir a boca, apenas assenti com a cabeça para os meus companheiros e me dirigi para o beco mais próximo. Eu não queria sequer ser parado por marinheiros, então decidi que ir pelas áreas mais desertas seria melhor. Não usaria máscaras durante a ida, apenas havia pego por achá-la bonitinha. Caso fosse impossível desviar do caminho dos marinheiros, os cumprimentaria com cavalheirismo. - Bom serviço, senhores. - e não tardaria em manter o ritmo dos passos rumando a Kurama Factory. Caso alguém perguntasse meu destino, diria: - Todos nós precisamos ganhar o pão, não é? Se me dão licença: bom serviço.

Eu evitava qualquer tipo de transtorno até chegar no meu emprego. Uma vez ali, procuraria Elliot para me apresentar como novato na fábrica. - Olá! Tem um monte de marinheiro por aí, não é? Enfim, onde que eu começo? - entonava como alguém simpático e interessado na tarefa que me delegariam. Enquanto isso, tentava observar os meios de transportes que seriam usados para o transporte da carga, prestando atenção em algum tipo de padrão, como, por exemplo, o número de transportes, o número de pessoas em cada transporte, o tipo de carregamento e o local por onde sairiam. Também cogitei a possibilidade da própria marinha ter o seu transporte para ir buscar as armas. Caso eu encontrasse uma oportunidade de me enfiar nesse serviço, aproveitaria. - Será que vocês não precisam de ajuda nisso? Parece ser importante.

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MensagemAssunto: Re: As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!   As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3! - Página 3 EmptyDom 15 Jul 2018, 06:52

A reunião estava terminando, faltando apenas os preparativos finais. Era estranho como todos ali estavam diferentes, com mascaras e roupas pretas. Bartolomeo, como esperado, seguiu liderando o plano. Assim que houve uma oportunidade fui conversar com Anna, e ela não aceitou a adaga de volta. Mas ao contrario do que pensei, ela me incentivou a continuar. A adaga seria para defesa pessoal, e eu poderia apenas atrasar os marinheiro de outra forma. Antes da reunião acabar, Lirik ofereceu um veneno bem peculiar. Dizendo ele, era uma forma de atrasar alguém, sem ter que matá-lo - Lirik, se possível eu gostaria de usar isso – Pediria ao atirador. Em seguida, caso não houvesse nenhum problema, pegaria os frascos e guardaria para usar no futuro.

Já estava quase na hora de Bartolomeo começar o seu expediente. Acredito que todos ali já estariam preparados para ir. Como sempre, aguardaria as instruções de Anna ou Bart. Apesar de estar bem equipado para a missão, não sentia confiança em estar ali. Todos pareciam ter algo de especial, algo a oferecer. Mas eu queria tentar, eu queria provar que também era um revolucionário. Não sei se conseguirei usar a arma, mas com certeza vou ajudar em algo. Teríamos que nos separar, Bartolomeo iria voltar para fabrica. Quando houvesse uma oportunidade ele faria algum sinal, e teríamos que estar ali próximo para agir o mais rápido possível – Boa sorte – Diria a Bart, antes dele partir.

Imaginando que a situação me deixaria bem ansioso, eu precisaria esquecer um pouco tudo aquilo. Já que Bartolomeo teria que ir para a fábrica, me sentiria deslocado. O momento era inoportuno, mas não custava tentar, queria conhecer mais meus companheiros. Tentaria ser bem cauteloso, afinal chamaríamos a atenção de qualquer um que cruzasse nosso caminho. Seguiria o grupo, e assim que parássemos em um lugar “seguro” procuraria Anna para conversar – Ei! Eu estava pensando, para onde levaremos essas armas? – Seria uma maneira de puxar assunto, mas era também uma curiosidade. Não estenderia muito a conversa, pois não queria atrapalhar o plano.


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MensagemAssunto: Re: As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!   As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3! - Página 3 EmptyTer 17 Jul 2018, 17:20


A proposta bem básica do loiro ajudava no plano, pois apenas parar o veiculo seria simples e ninguém seria descoberto antes da missão realmente começar. – Tudo certo então, estaremos por perto esperando essa parada. – Com o plano montado todos podiam conversar antes de sair, Sete era aquele que tomava a iniciativa em pegar o veneno, preferindo não matar ninguém e sim atrasar tais pessoas. – Deixe cair um pouco na lâmina da arma antes de lutar. – O veneno não era nada grandioso, ninguém estava interessado nele a não ser Sete e isso indicava que eles poderiam ferir qualquer pessoa que estivesse atrapalhando na missão. – É exatamente isso que eu quero, estou contando com você. – Sem mais problemas para serem resolvidos no bar, todos saiam e seguiam para a cidade, separando-se ao chegarem próximos da loja. Bartolomeo chegava sem problemas até onde precisava ir, passando pelos marinheiros que não ligavam para o mesmo, deixando que este fosse até a loja cumprir com seu serviço. O restante do grupo já estava longe e assumia uma posição defensiva, onde conseguiam ver a saída dos veículos e também tomar conta da ronda dos marinheiros por cima, no topo de um prédio sem muitos movimentos. – Acho melhor não falar sobre isso agora, mas fique sabendo que será um lugar seguro. – Anna chegava mais perto do garoto, deixando a máscara de lado por hora, falando baixinho para apenas Sete escutar aquilo. – Tome cuidado, nessa cidade sempre existe alguém escutando o que as pessoas falam... É por isso que existem poucos de nós por aqui. – Após a conclusão de suas palavras ela se afastava um pouco, sorrindo para o garoto e colocando a máscara em seu devido lugar.

No interior da fábrica, Bartolomeo tinha alguns problemas para encontrar Elliot, precisando por algum esforço para achar o homem orientando algumas pessoas a fazer certos trabalhos. – Opa. – Ao perceber a presença do loiro, rapidamente virou-se e viu que o jovem chamado Oito estava ali. – Sim, normalmente a marinha é um pouco mais tranquila, mas hoje teremos um transporte de armas, por isso estão mais ativos e em maior número. – A informação sobre o transporte de armas logo surgia e Elliot não parecia incomodado de dizer aquilo para um civil, pois eles estavam trabalhando juntos e para o homem nada de ruim poderia acontecer por causa disso. – Como hoje é um dia importante, comece o trabalho imediatamente. Vá empacotar as armas naquela área que está livre para você. – O local indicado ficava em um dos cantos da fábrica, onde diversas pessoas estavam empacotando armas também, existindo apenas um pequeno espaço para Bartolomeo. As armas eram das mais variadas, sendo de fogo até as com lâminas. O trabalho era bem simples, precisando apenas colocar os armamentos em caixotes ou barris que tinha por perto e fechar bem para não abrir durante o transporte.

Os meios de transporte para os armamentos ficavam bem claros ao estar no interior da fábrica, podendo ver diversos cavalos já presos à carruagens com compartimentos maiores na parte de trás, onde provavelmente iriam as armas. O número de carruagens prontas era de 5, sendo que apenas uma delas estava sendo abastecida com os reais armamentos, enquanto as outras apenas recebiam caixas vazias. O número de guardas para acompanhar cada um dos carregamentos era pequeno, apenas 4 para cada uma delas, porém os marinheiros na rua provavelmente sabiam qual era o transporte correto e estariam atentos para ajudar se preciso. Os pilotos de cada carruagem cuidavam dos cavalos enquanto não estavam prontos para sair, saída esta que seria por uma porta de metal que ao ser aberta deixaria todas as carruagens saírem ao mesmo tempo. – Precisamos sim, você é um novato interessado então te darei esse serviço. – Elliot olhava os papeis em sua prancheta e riscava em algum ponto, olhando novamente para Bartolomeo. – Você vai ficar na carruagem com as armas, seu trabalho será cuidar delas para que nada ocorra durante o transporte. Segure ou prenda de alguma forma, não importa como faça. Apenas garanta que elas consigam chegar em segurança no QG. – O homem já começava a se afastar quando lembrava de algo. – Pode deixar esse trabalho de lado, cuide de arrumar as caixas dentro daquele compartimento. – Mais uma vez ele indicava para onde o loiro precisava ir. O piloto não dava muita atenção para o novato, focando em seu trabalho de manter o cavalo quieto enquanto nada ocorria.

Do lado de fora nada acontecia, deixando os revolucionários quietos ou muito focados no objetivo. A porta de metal podia ser muito bem vista de onde estavam e nenhum trabalho seria necessário para encontrar o meio de transporte usando pelos funcionários da fábrica. Kalera e Lirik pareciam ter um pouco mais de intimidade juntos e conversavam tranquilamente, tomando um pouco de atenção um do outro enquanto viam a movimentação nas ruas e na fábrica. Anna, que estava um pouco solitária, aproximava-se novamente de Sete para tomar algum tempo enquanto nenhuma movimentação suspeita acontecia. – Se você odeia tanto machucar as pessoas, por qual motivo escolheu esse trabalho? Poderia fazer algo melhor do outro lado talvez, pois aqui nós precisamos quase sempre ferir as pessoas. – A garota estava um pouco interessada no jovem revolucionário, que mesmo não sendo muito discreto, estava ali trabalhando com pessoas que precisam atacar marinheiros muito mais do que tratar os feridos. – Não é que eu odeie seu estilo, mas você vai aprender uma hora ou outra que atacar certas pessoas é necessário para alcançar alguns objetivos. – Concluía permanecendo do lado do médico, esperando que ele desse alguma resposta ou pudesse continuar com aquela conversa.

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