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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!

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MensagemAssunto: As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!   As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3! - Página 2 EmptyTer 17 Abr 2018, 14:58

Relembrando a primeira mensagem :

As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Revolucionários Bartolomeo Khan e Sete. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!   As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3! - Página 2 EmptySab 05 Maio 2018, 00:00

Bart e Sete

- S- sim, eu entendo que vocês tenham suas dúvidas. Me chamo Peter e, apesar do baixo número de revolucionários, eles são de patente Cabo para cima, não há com que se preocupar. Alguns deles estão infiltrados na Kurama Factory, enquanto outros estão espalhados pela cidade, prontos para causar uma distração grande o suficiente para que vocês dois consigam se livrar das armas. – O dono do bar percebia a reação que os dois jovens tiveram quando terminara de falar, tenha sido a surpresa boa ou ruim, era necessário esclarecer as dúvidas. – Se vão se encontrar aqui depois, ótimo. Creio que alguns dos revolucionários também passaram por aqui nesse mesmo horário, vocês conseguirão o restante das informações que precisam. Agora vão! – Com o diálogo terminado, os jovens retornavam a parte debaixo do bar e seguiam seu caminho pela cidade.

Bartolomeo teve sorte em sua empreitada, não muito longe do bar conseguira encontrar uma barbearia, com pouca movimentação no local. – HMMM, SINTO CHEIO DE UM NOVO CLIENTE – Um homem corpulento, alto e com denso bigode se aproximara do revolucionário loiro. – Então você quer dar uma diminuída? Sem problemas, são 10.000 berries! – Entusiasmado com o garoto, o homem começou rapidamente a cortar seu cabelo como desejado. Não levou muito tempo até ele finalizar seu trabalho. – Ficou bom patrão! Agora os berries, por favor. – Ele esperava o pagamento por parte de Bart.

Enquanto isso, Sete tinha outros planos, começaria a infiltração a partir daquele momento, porém também faria uma alteração em seu visual. Andando pelas ruas do reino, acabava trombando com um homem de meia-idade, que prontamente respondia sua pergunta. – No final da rua, última loja a direita. – Se seguisse as instruções, Sete encontraria o local e, se adentrasse, veria um balcão com duas vendedoras, uma jovem e outra já idosa. Não haviam outros clientes.
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MensagemAssunto: Re: As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!   As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3! - Página 2 EmptySab 05 Maio 2018, 12:24

IV

Sob os cortes da tesoura, o grande barbeiro fazia o seu trabalho da forma que eu havia pedido. Em alguns minutos eu estava com as madeixas reduzidas, a franja sobre os olhos, o cabelo leve que facilitavam o trabalho do vento em levantá-los. Passei a mão para ter a primeira impressão, olhando no espelho o que viria a ser a minha aparência nova. Os cabelos deslizavam suavemente entre os dedos, e caíam sob a força da gravidade sobre os meus olhos. Meu sorriso orgulhoso agradecia o barbeiro, que pedia, em troca, um pouco de dinheiro. Kyanon Island foi movimentado, mas eu não tive que gastar absolutamente nada de dinheiro, ainda bem.

Obrigado, senhor! — balanceei a educação com a minha personalidade desbocada.

Eu tirava o dinheiro do bolso e, de bom grado, entregava na mão do barbeiro, contente pelo trabalho que ele havia feito.

Entretanto, agora era hora de começar a trabalhar. Peter havia dito que existem alguns revolucionários de alta patente rondando pela ilha naquele instante, mas eu não os conhecia, e não saberia como reconhecê-los. Eu não tive contato nenhum com a célula revolucionária além de falar com Katto e com um simpatizante, então eu estava sozinho, sem nem mesmo saber onde Sete estava. Observaria o clima da cidade, o fluxo de pessoas, e, como mais um civil, caminharia entre as ruas, atrás de um objetivo dentre os milhares que se entrelaçavam.

Desde que deixamos a Saint's Drink, próximo ao porto, senti que estava mais seguro para trabalhar, afinal, estava longe do Quartel General da Marinha, e por isso seguia cada vez mais para o centro da ilha. Queria descobrir se havia alguma outra coisa errada com o local ou se o ataque ao lote de armas da Marinha era um movimento meramente estratégico, sem o real objetivo de mudar alguma coisa rapidamente na ilha. Não tinha passos acelerados, apesar de não saber exatamente a hora. Tentaria olhar para o céu e ver a posição do Sol e, a partir dela, deduzir se eu possuía bastante tempo ou não para reconhecer o local.

Caso não encontrasse a Kurama Factory com facilidade, pediria informações, me passando por um turista curioso.

E aí! Será que você sabe me dizer para que lado fica a fábrica de armas? Vim aqui só para comprar uma e não estou achando. — perguntaria e agradecia, seja lá qual fosse a resposta — Valeu.

Uma vez de frente para a Kurama Factory, encararia a sua estrutura. Era um prédio? Uma loja simples com um galpão atras? Era subterrânea? Estava movimentada? Assim que tirasse as minhas conclusões, procuraria adentrar, prestando atenção também no movimento ao arredor, quem sabe me rendendo a oportunidade de me passar por um peão da linha de produção. Iria para o local de atendimento, onde, usando todo o meu poder de lábia, tentaria tirar informações, me passando por alguém interessado em encontrar um emprego.

Vocês estão contratando? Preciso muito desse trabalho para sustentar meu irmão mais novo.

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MensagemAssunto: Re: As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!   As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3! - Página 2 EmptySeg 07 Maio 2018, 00:27

Buscando informações


Apesar de conhecer a pouco tempo, era triste separar de Bartolomeo. Ele pretende ficar por um bom tempo no exército e caso minha teoria estivesse errada, poderia prejudica-lo. Se eu acusar um aliado de traição, e for mentira, provavelmente eu serei marcado ou expulso. Desta forma não poderia expor Bart a isso. Era estranho andar pelas minhas próprias pernas, seguir minhas próprias ideias. Podia sentir uma enorme animação, e acredito que seja pela ideia de estar liberto.

Continuando com meu plano, queria procurar por outros agentes. Mas não era tão simples, não podia sair perguntando para qualquer um, principalmente por ser um uma cidade com bastantes marinheiros. Peter, o homem da taverna, disse que alguns estava infiltrados na Kurama Factory e outros estavam espalhados pela cidade. Ainda não queria ir para loja, então procuraria pelos outros na cidade. Tentaria a sorte em alguma loja de roupas, já que lá deve ser bem fácil de comprar um disfarce.

Com sorte, um homem de meia idade me mostrou a direção de uma. Seguiria para o local indicado. Tentaria não chamar atenção, principalmente de marinheiros. Assim que chegasse no final da rua, olharia em volta procurando o local. Olharia as vitrines ou algum letreiro que indicasse a loja de roupas, em seguida entraria na que eu achasse a certa. Não queria perder tempo, logo, iria ao balcão e falaria para a primeira pessoa que encontrasse – Ohana!!- Curvaria um pouco meu corpo para frente sugerindo um cumprimento – Acredito que se tivesse algum revolucionário lá, ele entenderia essa palavra – Estou procurando uma roupa para um evento, poderia me ajudar?

Histórico:
 

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Legenda:
"Lembranças"
Fala


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MensagemAssunto: Re: As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!   As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3! - Página 2 EmptyQua 09 Maio 2018, 19:34

Bartolomeo


O loiro conseguia uma leve mudança de aparência com o novo corte de cabelo realizado. Satisfeito, Bart pagava o barbeador, que agradecia com um grande sorriso em seu semblante e uma acariciada no bigode. Sem mais delongas, o revolucionário saia do estabelecimento e dava progresso em sua missão.

Decidido a encontrar o alvo da missão: A grande fábrica da ilha, Bart punha-se a explorar a ilha seguindo o caminho até seu centro. O ambiente era realmente avassalador, a quantidade de casas, edifícios e outras construções que decoravam o horizonte da ilha eram impressionantes, mas nada menos esperado da última ilha antes da Grand Line. Assim como as construções, os habitantes da ilha também eram numerosos, porém um estranho detalhe vinha se tornando cada vez maior conforme Bartolomeo se aproximava do centro da ilha. Era possível ver homens elegantes, de aparência fina, levando consigo outros homens, desnutridos, com aparência cadavérica e, para desgosto de qualquer um que possuísse o mínimo de empatia, ainda haviam correntes em seus membros e ao redor do pescoço. O cenário também se alterava, com o relevo ficando cada vez mais íngreme conforme pedras eram desenhadas na paisagem.

Pela sorte de nosso aventureiro, não seria necessário ver mais nenhuma daquelas desgraças que aconteciam a sua frente que, aos olhos dos outros cidadãos, era parte do cotidiano. Um pouco antes da paisagem mudar, havia um grande edifício que se destacava entre os demais. Próximo ao seu telhado, havia grandes letras coloridas que anunciavam a toda ilha o nome do local. “ KURAMA FACTORY: AS MELHORES ARMAS DO WEST BLUE ”Com o resultado, o loiro encarava o sol, porém não conseguia deduzir muita coisa: Havia passado pouco tempo depois do meio dia. Bart tomava a iniciativa de adentrar ao local, e logo encontrava com um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] carregando uma grande caixa laranja nos braços, e que parara justamente na frente do revolucionário. – Sim, estamos contratando. Mas no horário atual, a fábrica não está funcionando. Podemos fazer um tour por ela, para que eu te apresente como funcionam as coisas por aqui, ou você pode se inscrever e fazemos seu exame de admissão durante a noite, o que prefere? – O homem parecia com pressa, olhando constantemente o teto do edifício.



Sete


Enquanto isso, nosso outro revolucionário se aventurava de um jeito mais sossegado, ainda tinha de arrumar suas novas para que, com sorte, conseguisse se infiltrar na Kurama Factory. Era uma missão arriscada, sim, porém pelo o que sabia até agora, ele e Bart contariam com ajuda, mas não sabiam quem viria, quando ajudariam ou se ao menos apareciam.

Adentrando no local, Sete poderia notar que não passava de uma humilde loja de vestimentas. O espaço era apertado, e haviam algumas peças de vestimentas espalhadas pelo local. Ao observar a entrada de um possível cliente, a [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] de madeixas rosadas se encaminhou com passos rápidos em direção do revolucionário. O que ela não esperava era o cumprimento do rapaz e a estranha palavra falado pelo mesmo. – O-o que ele disse? – A outra vendedora, uma idosa de baixa estatura, questionava a jovem por não ter entendido bem o que Sete havia dito. – Relaxa vovó, eu sei o que ele quer! – Antes que Sete pudesse raciocinar, a garota agarrou-o pelo braço e correu para o fundo da loja junto com ele. Assim como a parte principal, haviam bastante vestimentas, dessa vez em um número muito maior, ocupado a maior parte do cômodo e a forma desorganizada que se encontravam só piorava a situação.

De imediato, a garota jogou o revolucionário contra a parede, pressionando-o com seu antebraço. – Você é louco? Não deveria falar essa palavra na frente de qualquer um assim, ainda mais nesse tom! – Seu semblante meigo transformava-se numa expressão cheia de raiva, claramente descontente. Ela puxava uma adaga de seu bolso com a mão livre e a colocava a centímetros do pescoço do jovem. – É melhor você explicar o que veio fazer aqui e como descobriu o que eu faço, fale, AGORA! – A garota ameaçava Sete, que precisaria agir rápido para sair da situação em que se encontrava.
OFF:
 

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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MensagemAssunto: Re: As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!   As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3! - Página 2 EmptySex 11 Maio 2018, 23:11

V

Seguir para o centro da ilha não era algo que requisitava um grande conhecimento geográfico ou uma noção de espaço tão excepcional e, mesmo que eu tivesse tudo isso, não precisei usar minhas grandes habilidades para chegar no local esperado. Sob o Sol do pós meio dia, tentei ignorar o possível calor que por lá faria, contrastando com a neve que estava assolando Kyanon Island. Meu novo cabelo me ajudava bastante nesse quesito por conta de sua leveza e praticidade. Me sentindo um verdadeiro modelo, desfilei por toda Ilusia Kingdom, passando na frente de estabelecimentos e pessoas nobres.

Mas toda aquela pose de turista quase foi por água abaixo quando eu vi pessoas ricas segurando coleiras, que envolviam os magros pescoços de outros seres humanos, estes desnutridos e sem força alguma, cambaleando ao passo acelerado e egoísta de quem, com certeza, havia tido uma boa refeição há pouco tempo se comparado a quando foi a última refeição do escravo. Meus dentes rangiam e minha feição estava fechada. Os trajes finos me enojavam, e minha vontade era de começar a agir agora. Mas aquilo era imprudente, tanto para mim quanto para os próprios escravos, que poderiam perder uma boa oportunidade de escapar caso eu fosse mais cauteloso.

Isso não pode ficar assim... — falei para mim mesmo, torcendo que meu sentimento alcançasse o coração do miserável homem de alguma forma.

Sem demora alguma, encontrei, junto a um declive com pedras e minerais, um prédio que se apresentava para os curiosos. A Kurama Factory estava ali, diante de mim, prestes a ser atacada e devastada. Adentrei com passos determinados, com mais uma ambição para a minha estadia em Ilusia. Eu deveria seguir conforme o planejado, procurando obter informações e, quem sabe, atuar como um agente duplo. O luxo do local se limitava às pessoas, afinal, ali era uma fábrica. Rapidamente fui atendido, recebendo a resposta que eu gostaria de ouvir.

Sim, estamos contratando. Mas no horário atual a fábrica não está funcionando. Podemos fazer um tour por ela, para que eu te apresente como funcionam as coisas por aqui, ou você pode se inscrever e fazemos seu exame de admissão durante a noite, o que prefere?

Que tal fazer um tour e, no fim, me inscrever para o exame admissional?

Era a minha sugestão, que tinha malícia. Prestaria atenção em entradas e saídas, sendo portas, janelas, tubulações, aberturas em telhados, escadas e coisas que poderiam atrasar os possíveis perseguidores num caso de fuga. Usaria de toda a minha estratégia para conseguir montar um breve plano, que seria amadurecido mais tarde junto de Sete. Tentaria também conter a minha raiva caso encontrasse mais um escravo, procurando canalizá-la num olhar complacente e misericordioso de quem diz: vai dar tudo certo. Também prestaria atenção no arredor para avistar alguns olhares em minha direção, para ter uma pequena noção do organograma daquela empresa.

Ao fim do tour, caso houvesse um mesmo, seria a hora de passar o meu nome para o meu exame admissional. Uma dúvida cutucava o meu cérebro naquele instante. Será que passar o meu nome real seria uma boa naquele instante? Imaginei uma saída triunfal daquela missão, gritando meu nome e revelando minha verdadeira identidade. Tinha um certo glamour e era o único desfecho digno para alguém como eu. Certo, decidido. Não havia muito o que pensar. Mas que nome eu usaria agora? Assim que fosse perguntado, diria:

Oito. — tossiria — É de Otavius. E eu sou o oitavo filho. Então né, apelido. Oito. Prazer.

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MensagemAssunto: Re: As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!   As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3! - Página 2 EmptyDom 13 Maio 2018, 04:15

Uma nova aliada?!


A instrução do desconhecido foi bem útil, eu encontrei a loja. Assim que entrei, percebi que seu interior era mais simples do que o esperado. Era um lugar pequeno com muitas roupas, claro. Não demorou para uma moça de cabelo rosa vir na minha direção. Sem perder tempo, fiz o “cumprimento” secreto. Como esperado houve a estranheza de uma idosa mais afastada, mas acredito o plano havia funcionado.

A possível vendedora tentava disfarçar o que eu havia dito, enquanto me puxava para outro cômodo. Eu ficava feliz, pois tinha certeza que ela era uma agente do exército. Infelizmente a recepção a seguir não foi tão agradável como esperado. Antes que pudesse perceber estava sendo pressionado contra a parede. Após um rápido sermão, a situação só “melhorava”. Agora tinha uma adaga próxima ao meu pescoço.

Era desesperador, qualquer coisa que eu dissesse ali, poderia dar fim a minha vida. Antes de começar eu sabia os riscos, e ali enfrentaria as consequências – Primeiramente eu sou um aliado, não sabia como te encontrar, por isso usei aquela palavra – Esperava que com isso ela poderia ao menos afastar a faca de mim. Em seguida olharia em seus olhos – Eu acabei de chegar na ilha, e acho percebi algo muito estranho, preciso saber se sou o único – Respiraria lentamente, tentando manter a calma e caso ela quisesse, continuaria.

Não sei se qual a sua missão, então vou tentar ser o mais breve possível. Acredito que nessa ilha o exército esteja comprometido – Observaria o rosto dela antes de continuar, e caso ela finalmente me soltasse, passaria a mão pelo meu pescoço tentado aliviar a possível dor – Fui instruído a ir para uma taverna e lá receberia uma missão. O problema foi o jeito que ela foi me passada, ou melhor, por quem ela foi passada. Um homem chamado Peter nos passou o básico, mas ele disse não ser um revolucionário. Além disso, ele parecia estar muito nervoso. Além de gaguejar algumas vezes, ele não parava de olhar pela janela – Aumentaria alguns detalhes para que ela acreditasse mais rápido. Por fim finalizaria, esperando o que ela faria a seguir – Como alguém que não é do exército poderia ter tamanha importância, a ponto de nos passar uma missão dessas?! Ele disse que havia poucos revolucionários, e imagino que a maioria está nessa “missão”. Ele mandou todos para um lugar desconhecido, sem saber como reconhecer ou encontrar os aliados. Espero estar errado, mas ele pode ter mandado todos para o abate.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!   As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3! - Página 2 EmptyQui 17 Maio 2018, 18:27

Bartolomeo

O funcionário assentia de imediato com a cabeça ao ouvir a resposta do jovem Bart. Apesar de não ser o que esperava, o homem parecia se contentar com o possível novo empregado fazendo um tour pelas instalações da fábrica. Ao seguir o homem, Bart poderia observar a imensidão da fábrica: Haviam várias esteiras rolantes, homens que cruzavam o imenso galpão carregando mais e mais armas em seus braços, uma grande forja que de tempos em tempos depositava um líquido alaranjado – e extremamente quente- em um único canal, que se dividia e ia de encontro a vários moldes de armas brancas diferentes. Enquanto caminhavam, o homem ia apontando o que estava acontecendo na fábrica. – Meu nome é Elliot. Como pode ver, nossa fábrica funciona a todo vapor, produzimos armas o dia todo e todo dia. Porém, o que necessitamos agora é trabalho braçal: Em outras palavras, você será responsável por empacotar e levar as armas até o local despacho. Fácil, não é? Apareça aqui as 20:00 horas, estaremos te esperando. Aliás, qual seu nome? – Ao ouvir a resposta de Bart, o desconhecido arqueara as sobrancelhas. – Oito? Bem... Oito, seja bem-vindo a Kurama Factory! – Elliot esperaria o jovem sair da fábrica para dar continuação ao seu trabalho.

O que o jovem loiro podia perceber de interessante eram as quantidades de dutos e janelas no local. Seriam essas instalações úteis para o plano de infiltração de Bartolomeo?


Sete

Nosso outro revolucionário se encontrava em uma situação desesperadora. Ao menor sinal de perigo, sua garganta seria cortada e seu futuro promissor no exército se encerraria por ali. Rapidamente, o jovem começava a se explicar a moça das madeixas rosadas. Ao ouvir as primeiras palavras de Sete, ela hesitou, tirando seu antebraço do pescoço do garoto e abaixando a mão que empunhava a arma. – Não interessa se você é um aliado ou não, cuidado com essa palavra... Se a marinha ou o governo descobre que ela é uma senha entre os revolucionários, a nossa já curta presença na ilha está ameaçada. – Ela suspirava, desapontada, enquanto Sete continuava a falar. – Peter... É de confiança. Ele já salvou a vida de um dos nossos colegas de uma vez, você, seja lá qual for seu nome, tem de entender que nem todos estão dispostos a morrer para destruir o Governo Mundial, alguns simpatizantes ajudam como podem... E Peter nos fornece boas informações com seu bar próximo ao QG. Nenhuma informação de alta escalão foi passada para ele. – Enquanto os dois jovens conversavam, podiam ouvir alguns barulhos do outro lado da loja. – Anna, ande logo! Eu quero ver como esse cliente fica em um dos nossos ternos, ele tem uma voz tão bonita! – Era a idosa que acompanhava a revolucionária.

Rapidamente, ela respondia de prontidão. – Já estou indo vovó! – Dessa vez ela se virava a Sete, repousando uma de suas mãos no ombro do rapaz. – Ela não sabe nada sobre o exército, nem pense em falar algo enquanto ela estiver presente. Então, como vai seu progresso na missão? Precisa de alguma ajuda? – Ela indagava enquanto guardava sua adaga em seu vestido.

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Narração

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MensagemAssunto: Re: As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!   As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3! - Página 2 EmptySex 25 Maio 2018, 03:38

De volta ao inicio


A ameaça havia diminuído, por enquanto. Mas teria que continuar tomando cuidado com a garota, ela é bastante agressiva. Eu entendia o lado dela, mesmo que por um “bom motivo”, eu havia exposto o exército revolucionário a um estranho. Tive sorte de encontra-la na primeira tentativa. Enquanto ela continuava a falar, eu percebia que poderia ter me equivocado naquela teoria. O ponto que ela me mostrava fazia sentido, Peter queria ajudar, mas não ao ponto de arriscar sua própria vida.

Teoricamente eu deveria procurar por mais agentes, mas seria muito perigoso. Além disso eu combinei de encontrar Bartolomeo, tínhamos uma missão a fazer. Ao mesmo tempo que conversávamos, a outra vendedora estava curiosa para saber o que estava acontecendo. Eu não estava precisando comprar uma roupa, mas seria um bom disfarce. Talvez um terno, e então poderia fingir que iria comprar algumas armas, ou que fosse um oficial da marinha, algo assim. A garota, por fim, me oferecia ajuda e pediu para que a senhora continuasse sem saber de nada.

Anna não é? – escutei a pouco a outra vendedora dizer o nome dela - Eu estou bem por fora da missão. Um amigo meu esta tentando se infiltrar nesse exato momento na loja. Combinei de encontra-lo mais tarde – tentaria manter meu tom de voz baixo, enquanto me aproximava da garota – Eu não sei como posso ajudá-lo. Sou médico, e caso haja algum confronto, não vou conseguir fazer muita coisa – Daria um leve suspiro e continuaria - nem arma eu tenho – claramente não sabia o que fazer, esperaria por alguma ideia da Anna – Estou sem ideia, e não podemos demorar, a sua vó desconfiara. O que acha que devo fazer? – Por fim, seguiria por instruções da moça.

Eu não conhecia nenhum agente além de Anna e Bartolomeo, não sabia os planos dele. Poderia tentar me infiltrar como algum trabalhador, mas não acho que a loja me contrataria. Estaria a mercê do desconhecido futuro, e minha esperança era que Anna me desse alguma luz. Caso ela quisesse que eu vestisse alguma roupa da loja, faria sem hesitar. Porem, se ela não quisesse ajudar, me desculparia e seguiria para fora da loja – Desculpe o mal-entendido, prometo que não farei novamente. Acho que é aqui que nos despedimos. Vou seguir minha missão, até logo.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!   As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3! - Página 2 EmptySeg 04 Jun 2018, 16:49

VI

Meu nome é Elliot. Como pode ver, nossa fábrica funciona a todo vapor, produzimos armas o dia todo e todo dia.

E era verdade. Meus olhos se recusavam a acreditar, mas era sensacionalmente frenético o ritmo em que as armas eram feitas. Imagine um quadrilhão de facas. É impossível, afinal, não conseguimos ter noção de um número tão grande. E era assim que eu me sentia, com aquelas infinitas armas sendo montadas, sob esteiras e armações, sustentadas por pilares e fixadas com solda e pregos e parafusos e a própria física da tecnologia. Apesar de serem armas destinadas para os meus adversários e inimigos, eu admitia: era algo assustadoramente legal e que enchia os meus olhos. O poder do modernismo era incrível, e também refletia na vontade das pessoas de ganhar cada vez mais dinheiro. Quanto será que o dono daquele lugar não faturava?

Porém, o que necessitamos agora é trabalho braçal: Em outras palavras, você será responsável por empacotar e levar as armas até o local despacho. Fácil, não é? Apareça aqui as 20:00 horas, estaremos te esperando. Aliás, qual seu nome?

Oito. É de Otavius. E eu sou o oitavo filho. Então né, apelido. Oito. Prazer.

Aquilo foi um tiro no meu estômago. Eu havia conseguido o emprego, e talvez invadir aquele local seria uma boa ideia. Entretanto, eu combinei com Sete que iríamos nos encontrar no porto às nove. Isso não seria mais possível caso eu decidisse realmente me infiltrar como um empregado daquele lugar, então eu precisava entrar em contato com ele. Elliot me dispensou, e eu caminhei para fora com a mente ocupada em planejar um modo de encontrar Sete sem que eu fique me matando por aí. Enquanto andei para o lado de fora, observei a grande quantidade de janelas e tubulações, me dando algumas ideias de uma possível invasão.

Eu poderia fazer quantos planos eu quisesse, mas não adiantaria se Sete não pudesse ter ciência do que eu estava fazendo. A minha missão era encontrar com Sete naquele reino gigantesco antes das oito horas, para o caso de decidirmos que eu trabalharia naquela noite. Por onde eu começaria? Andei numa direção aleatória, talvez me perdendo na multidão. Eu procurava o alto dos prédios numa atitude instintiva, afinal, aquilo não me ajudaria. Eu planejava o meu primeiro passo, e, para ter cautela, a melhor coisa a se fazer era visitar o bar novamente. Tentaria seguir o caminho de volta à Saint's Drink contando com o bom funcionamento da minha memória.

Você sabe para onde Sete foi? — perguntaria para o simpatizante dos revolucionários — Houveram mudanças de plano, eu preciso falar com ele. Será que você não sabe onde os outros... er-hem... integrantes da célula estão? Eu poderia ir atrás deles para procurar por Sete.

Eu esperava sempre a melhor resposta, acreditando que tudo daria certo e que em alguns minutos estaria com Sete novamente. Pediria coordenadas mais detalhadas caso eu precisasse ir em algum lugar não visitado antes e, com pressa nas pernas, me dirigiria até meu companheiro médico.
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!   As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3! - Página 2 EmptyDom 10 Jun 2018, 18:53

Sete

Anna coçava o queixo e encarava o revolucionário com certa desconfiança após ouvir suas palavras. – Como assim você não tem uma arma? Por Deus... – Ela soltou um suspiro, desapontada. – Você tem dinheiro? O que não falta são armas em Ilusia Kingdom, sabe, Kurama Factory... Durante a noite haverá um ataque nela, deve ser essa a infiltração que seu amigo está fazendo. Eu recomendo que você arranje um jeito de defender, o mais urgente o possív – A porta do local abria, era a velhinha que também cuidava da loja. – Vocês tão demorando muito, você não tá paquerando o cliente Anne, está? – Rapidamente, a revolucionária dava um jeito de disfarçar a situação, enquanto seu rosto corava com a fala da idosa. – N-não, claro que não! Veja bem, ele decidiu que passaria aqui mais tarde, tem alguns compromissos para resolver... – Anne novamente pegava o garoto pelas mãos e levava-o até a porta principal. Ela se aproximava um pouco mais de Sete, ficando a centímetros do rapaz. – Compre a sua arma, aqui – Ela retirava um pequeno saco com um punhado de moedas e discretamente o colocava entre os dedos do rapaz. - Tem 20.000 berries, eu vou te cobrar depois! Agora vá! Te encontro na Saint's Drinks a noite– Ela empurrava Sete para a saída.

Já do lado de fora, o revolucionário perceberia que já havia se passado certo tempo desde que chegara a ilha, o céu estava começando a amarelar, um claro sinal de transição entre o dia para a noite.


Bartolomeo

Nosso outro revolucionário tinha mais sucesso em sua empreitada. Conseguia se infiltrar de forma fácil, seu carisma natural ajudava bastante naquilo. Mas seria isso o suficiente para obter sucesso na missão? Somente o tempo diria. No momento atual, o foco de Bart estava em reencontrar o homem que lhe passou a missão. Ele retornava até o bar e encontrava o homem que lhe passara a missão. Com um olhar desconfiado, ele já sabia o que o loiro queria, subindo para o segundo andar e esperando que o revolucionário fizesse o mesmo.

- Não acha que voltou meio cedo? Nenhum de seus colegas chegou ainda. E não, eu não sei aonde seu amigo foi – O homem parecia um pouco mais calmo do que na última vez que se encontrou com a dupla, ele arrumava uma cadeira rudimentar e se sentava para ouvir o resto das dúvidas de Bartolomeo. – Sim, existem outros revolucionários aqui na ilha, pensei que já soubessem disso. Isso é.... Ruim. – A palidez tomava conta do rosto do barman, sua confiança se esvaiu na mesma velocidade que aparecera. – B-bem, existem dois revolucionários que ainda vão aparecer aqui, sem contar com o Katto. Uma delas trabalha numa loja local, seu envolvimento com a revolução é oculto até dos parentes mais próximos... O outro não é muito comunicativo, mas quando estiver aqui, saberemos. Não é todo mundo que vai falando Ohana por aí. – Ele se levantava da cadeira e buscava um assento para o loiro também. – Bom, enquanto eles não chegam, tem mais algum assunto que queira resolver? Não posso ficar muito tempo aqui em cima, tenho que cuidar do bar, sabe. – Ele encerrava, com os braços cruzados e esperando uma resposta.

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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MensagemAssunto: Re: As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3!   As pedras raras da revolução! Bartolomeo e Sete contra a CP-3! - Página 2 EmptyDom 17 Jun 2018, 05:58

Preparação


Anna não pareceu confortável ao saber que eu não tinha nenhuma arma. Na verdade ela estava bem desapontada comigo. Antes que pudesse me defender, fomos interrompidos pela avó da garota. Para continuar com o disfarce ela usou uma desculpa qualquer e me retirou da loja. Antes de se despedir ela me emprestou um pouco de dinheiro, e me disse onde poderia encontrar uma arma - Ate mais tarde - Diria para ela antes de partir.

Novamente estava sozinho nas ruas de Ilusia Kingdom. Porem, desta vez, estava escurecendo – Tenho que me apressar e encontrar Bartolomeo – Diria para mim mesmo como uma forma de incentivo. O tempo estava passando, e eu não tinha conseguido nada. Apesar de ser contra o uso de armas, Anna tinha razão, não poderia participar de uma invasão sem poder me defender. Por um momento eu cogitava estar no lugar errado, mas era tarde demais. Eu tinha escolhido estar ali, então deveria seguir em frente nesse caminho. Eu iria comprar uma arma!

Procuraria o local em que ela me indicou. Assim que encontrasse, entraria e procuraria por algum vendedor. Antes porém, me veio uma dúvida: qual arma deveria comprar?! Uma espada chama muita atenção, melhor não. Uma pistola?! Mas eu nunca atirei. Uma adaga?! Ela seria fácil de esconder, acho que seria a melhor opção – Por favor, poderia me vender uma adaga? – Sem enrolação, passaria o valor que ele dissesse e pegaria minha mercadoria.

Não poderia dizer que estaria preparado, nem sei se conseguirei usar a arma. Mas procuraria ajudar Bartolomeo e os revolucionários nessa missão. Por fim, seguiria para o ponto de encontro, o bar ao lado do QG. Tentaria esconder a adaga, para não chamar a atenção de ninguém. Assim que chegasse no bar, procuraria pelo meu amigo – Eai! Desculpa a demora, deu tudo certo na sua infiltração? – Falaria quando encontrasse Bart.


Histórico:
 




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