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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Tróia - Parte 3 - Pandemonium

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 5 EmptyQua 11 Abr 2018, 21:22

Relembrando a primeira mensagem :

Tróia - Parte 3 - Pandemonium

Aqui ocorrerá a aventura do(a) agente Achiles. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

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AutorMensagem
CrowKuro
Comodoro
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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 5 EmptyTer 03 Jul 2018, 15:50

COM TÍTULO

Drake após se sentar ao lado de Ali e ouvir suas orientações sobre o espaço no qual iriam percorrer durante a ronda, enquanto Ali falava um rapaz loiro que parecia estar irritado se aproximava, o garoto usava uma roupa da marinha assim como a pequena albina e o jovem mágico e assim que chegava próximo o suficiente o ruivo percebe que Ali o olha e estende sua mão para cumprimenta-lo e Drake por sua vez se mantém a olhar o garoto sem dizer uma palavra, o loiro empurra a mão de Ali, e naquele momento Drake se levantaria com um olhar sério olhando diretamente para o rapaz, Tentando conter-se para não se precipitar, Drake cerrou seus punhos com tanta força que suas unhas quase eram capazes de perfurar sua carne, como se a sua sede pelo sangue do loiro fosse o ensandecer caso ele passasse do seu limite fosse grande ao ponto do mágico precisar de quase chegar ao ponto de se ferir para que pudesse manter o exterior calmo, como uma cachoeira que segue o fluxo de um rio, deixando cair pelas suas águas um poder destrutivo, Drake arquearia  suas sobrancelhas e o seu semblante parecia assustadoramente sério, seus lábios estavam fechados e seus olhos semicerrados, era uma calmaria que poderia ser assustadora pois o olhar claramente refletia o desejo de matar o seu alvo, caso ele fizesse um movimento em falso, hostil e traiçoeiro era o que poderia definir aquele momento ao olhar para Drake.


“Mesmo sendo calmo as vezes sou algo que não se mete… Se ele fizer um movimento em falso eu quebro o nariz dele… Não vou deixar ninguém ousar machucar ela, Ali será aquela que irá me levar ao topo e é quem vai me ajudar a atingir meus objetivos e eu não posso deixar que nada se oponha aos meus objetivos e a minha vontade… Tente alguma coisa, vamos, vamos… Eu to doido pra quebrar a sua cara loirinho…”


Para Drake, Alipheese era aquela que o ajudaria a seguir com seus planos futuros, o tratamento de respeito que a menina pequena de cabelos brancos mostrava para com Drake era algo que o jovem só teve em meio a sua família adotiva enquanto vivia no circo, seu jeito de agir e se vestir era algo que muitas pessoas temiam e achavam estranho, mas para a pequena garota isso não parecia incomodar.
O mágico também tinha em mente que com as habilidades de Ali em forjas e no uso de armas poderiam o ajudar em combate que quanto mais difíceis fossem mais apoio ele precisaria, a meta de se tornar alguém mais poderoso e forte vinha da vingança que Drake pretendia ter contra os piratas mesmo que isso fosse indiretamente e não atingisse aqueles que mataram sua família. E para isso ele não precisava de apenas se unir a marinha, ele precisaria de alguém que pudesse lhe dar meios de atingir esses objetivos, e esse alguém poderia ser a pequena albina.


Quando fosse dar o primeiro passo em direção ao loiro uma mulher se aproxima da pequena a abraçando por trás apoiando seus peitos sobre sua cabeça, os peitos da mulher pareciam aumentar de tamanho quando contra a cabeça de Ali e isso poderia ter quebrado o clima momentaneamente do que havia acontecido momentos antes, Drake passava a língua sobre os lábios enquanto dava um sorriso sórdido para a mesma.



- Oh, que visão maravilhosa e fofa… Literalmente !!


O jovem mágico olhava diretamente para os peitos de Hana enquanto estavam avantajados sobre a cabeça de Ali, aquilo era algo que normalmente não se veria vindo de Drake mas naquele momento não tinha como evitar agir dessa forma, afinal era uma linda mulher com um belo corpo e grandes seios. Enquanto o ruivo olhava fixamente para os lindos e aparentemente macios peitos de Hana enquanto passava a língua sobre seus lábios, o jovem abria as mãos lentamente e se acalmava da preocupação sobre Zed tentar algo contra Ali, o jovem se perdia em seus pensamentos insanos sobre Hana e logo era surpreendido pelo barulho de um disparo, o semblante de Drake mudou drasticamente e o jovem olha para Alipheese que o chama para ir junto a ela em direção ao local do disparo, o ruivo não questionou o chamado de Ali e a seguiu diretamente para o local no qual ela o guiava e enquanto passava por Zed o olhava nos olhos da mesma forma que o olhou quando o mesmo empurrou a mão de Ali.


Após Ali ter chamado todos ali para segui-la, Drake não a questiona e segue junto a pequena, para o jovem a menina albina provavelmente sabia de onde havia vindo o possível disparo e então poderia ser a hora de agir pela primeira vez oficialmente como um membro da marinha, ao chegar no local onde Ali os levou o ruivo avista Jibril e Lynn que ali estavam, o garoto não dá muita importância para a presença dos mesmo e apenas espera para seguir possíveis instruções sobre como deveriam agir naquele momento.
Logo que chegam Alipheese chama a responsabilidade para si ao dizer que conseguiria desarmar o bandido e que isso daria uma brecha para a ação dos demais, para Drake o combate seria algo que não se dispensaria mas como o meliante já estaria provavelmente derrubado o jovem não teria excitação em capturar uma presa já abatida e deixaria isso para os demais.


-
Bem, como a Ali disse ela pode desarmar o sujeito e eu confio na capacidade dela fazer isso sem maiores problemas, porém eu não irei agir junto a vocês para prendê-lo, prefiro ficar aqui para tomar conta do perímetro e dar assistência a ela caso venha a ter alguém dando cobertura a ele… Não acho muito interessante tirar vantagem de uma presa já abatida, então deixo a parte da ação de prendê-lo para vocês…



Logo após a fala de Drake, Lynn o diz para ficar junto a Ali e Jibril para dar cobertura a pequena albina, o jovem mágico o olha diretamente  deixa enfatizado o que havia acabado de falar e o porque ele não agiria naquela circunstância.


- Bom, como eu havia acabado de falar imperador afogado, EU NÃO IREI AGIR CONTRA UMA PRESA ABATIDA, acho isso um pouco frustrante… Saber que capturei alguém que eu não tenha feito o mínimo esforço para capturar, por isso deixai a tarefa em suas mãos… Talvez isso te faça melhor do que faria para mim.


“Preciso dar cobertura a ela nesse momento, então tenho que ficar de olhos abertos para o que estiver à minha volta, tenho que cobrir os pontos cegos dela e passar segurança para ela enquanto está concentrada em atirar no meliante… Não posso deixar que nada aconteça com ela, porque se acontecesse eu não me perdoaria jamais…
Drake se manteria atento a tudo e a todos, para o jovem ruivo isso era algo importante, assegurar a segurança de Ali que para ele era mais do que uma simples companheira da marinha e de tripulação, o jovem cobriria a sua parte especificada por Jibril caso a mesma o dissesse qual lado cobrir, sempre mantendo os olhos atentos e seus ouvidos prestando atenção em qualquer movimento suspeito, a segurança não só de Alipheese mas também como a da missão estavam nas mãos dele e de Jibril.



Após algum tempo do início da ação, o homem havia sido capturado por Lynn e Zed que o traziam para onde estávamos, Ali fica em dúvida de levar o homem ao QG ou esperar alguém para escoltá-lo, após a decisão de levá-lo, Ali decide que iria parabenizar a todos os envolvidos com aquela missão, a pequena menina parecia estar com um pouco de dificuldade de falar diante de todos, mas aquilo soava como um tom fofo para Drake que não se importava muito com as pequenas pausas que ela dava em casa frase, o mágico ruivo então se aproxima lentamente caminhando e ao passar a frente de Ali dá um leve peteleco em sua testa dizendo.


- Relaxa pequena albina, isso é apenas o nosso trabalho, precisamos cuidar uns dos outros e ter confiança em todos também para que as missões ocorram bem e sem problemas... Vamos levar logo ele para o QG… Eu preciso de um descanso.


Drake continua caminhando lentamente enquanto leva sua mão direita a boca a tapando enquanto bocejava com sono, o rumo dos marinheiros agora era o QG da marinha para onde levariam o meliante que havia sido capturado pela futuramente temida PANDEMONIUM.
Ao chegar ao QG e entregar o bandido capturado, Alipheese que havia pedido para ficar com a parte do relatório o faz para o momento de estar frente a frente com o tenente e já telô em mãos quando o mesmo pedisse, na hora de passar o relatório Ali começou a reportar verbalmente para o tenente e todos que ali estavam, aquilo poderia mexer com a cabeça de Drake como mexeu e o jovem não podia concordar cem por cento com o que estava ouvindo ali e então pede licença enquanto para falar com o tenente interrompendo um pouco a fala de Alipheese.

- Eu discordo em um ponto… Ela não teve total responsabilidade sobre essa questão de agir mesmo após o término da missão, pelo menos da minha parte… Eu também tive responsabilidade em meio a tudo isso assim como todos nós aqui, e acho que concordamos pelo menos nesse ponto e não acho que alguém aqui vá querer dizer que a “ culpa “ seria toda dela… Nós poderíamos simplesmente dizer que não a seguiríamos para essa missão hã… Digamos “extra” se nós também não quiséssemos agir, então se o senhor tiver algo a dizer sobre esse possível descumprimeito de ordem, que diga a todos nós aqui e que a culpa não recaia apenas sobre ela… Nós somos marinheiros, e não importa se nossa missão havia ou não acabado e já havia outra equipe para resolver esse problema, o que importa é que nós conseguimos completar a captura do bandido e aliviamos um pouco o medo dos cidadãos e isso no meu ponto de vista é o que um marinheiro deveria fazer independente de estarmos encarregados da missão ou não… É isso.


Após o término de sua fala Drake apenas esperaria pela possível fala do tenente sobre o ocorrido, independentemente de ser um esporro ou algo do tipo o jovem se manteria a ouvir com atenção o que o mesmo teria a dizer sobre as ações do grupo e manteria a sua forma de pensar intacta caso o tenente os cobrasse por terem agido naquelas circunstâncias, o jovem também estaria pronto para os possíveis comandos dados pelo tenente.



Histórico:
 


PLAYERS:
 

PLAYERS:
 

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NPC's Importantes:
 



NPC's Criados:
 


Ferimentos:
 


Objetivo:
 


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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 5 EmptyTer 03 Jul 2018, 21:57

Livro 2
Capítulo 6 - O Imperador dos Céus!


Quando o Tenente praticamente ignorou a pergunta de Zed sobre ter ou não mais marinheiros no local de patrulha, isso começou a esquentar o temperamento de pavio curto do loiro, principalmente porque Cruzis começou a explicar através do mapa como eles fariam para chegar lá, tratando ele e Hana como dois idiotas que não conseguem fazer algo tão básico. Já nem estava mais ouvindo o que o tenente dizia, sua raiva havia chegado ao ponto de que poderia cometer um ato de desrespeito ao dar um soco nesse filhote de cruzis credo lhe tratando como um retardado.

“É isso que se ganha ao tratar esses filhos da puta com respeito? Ingênuo, né? Vou te mostrar quem é o ingênuo, desgraçado!”

Mais ou menos quando o Cruzis começou a marcar o caminho no mapa para que eles seguissem sem se perder, Zed puxou seu isqueiro do bolso e o acendeu bem debaixo do mapa nas mãos do genial tenente que deve ser o mestre da navegação para julgar que soldados, incluindo eles uma navegadora, eram estúpidos ao ponto de ter que circular o caminho que eles deveriam fazer ao seguirem o mapa da cidade. A ação imprevisível de Zed poderia surpreender não só a Hana como também ao próprio Cruzis, mas o loiro já estava se controlando a muito tempo para não botar fogo em alguma coisa, e a raiva que sentiu do tenente naquele momento foi suficiente para desencadear na sua atitude compulsiva de queimar o mapa, saciando assim a sua vontade e também calando a boca de Cruzis.

Mas essa cena nunca chegou a acontecer, tudo não passou de seu pensamento, um desejo por querer calar com estilo a boca desse maldito, porém seria ousado demais desafiar o seu superior dessa maneira e dessa vez Zed foi capaz de se controlar, por isso fingiu prestar atenção no que Cruzis falava.

- Obrigado inteligentíssimo tenente Cruzis por tentar me ensinar a como ler um mapa. - E então fez uma reverência sarcástica fingindo ainda estar agindo com respeito, mas por dentro queria mesmo era socar a cara dele.

Assim que o tenente se retirou da sua sala para fazer sabe-se lá o que, Zed caminharia em direção aos documentos que haviam em cima da mesa dele e começaria a juntar os papéis o mais rápido possível para em seguida levá-los até a lixeira da sala, caso não houvesse lixeira ali apenas colocaria os papéis no chão em uma área onde o fogo não pudesse se espalhar provocando um incêndio.

- Mostrando pra ele quem é o ingênuo aqui. - Responderia para Hana se ela perguntasse o que ele estava fazendo.

Caso Hana tentasse impedir Zed, provavelmente ela não seria capaz devido ao seu medo por fogo, pois o loiro pegaria um papel avulso e colocaria fogo nele antes de jogá-lo em cima do restante para que o fogo fosse propagado pelo aglomerado de folhas. Diante da fogueira que iria se formar ali, Zed se ajoelharia para começar uma oração para sua deusa Amarerasu.

“Entrego a ti que estás no céu junto ao sol. Mãe da luz que nos ilumina, dona do dia que nos traz vida, aceite de bom grado aquilo que queimarei por ti para que a escuridão afaste de mim. Pelo fogo você me abençoa, com o fogo eu lhe agradeço. Para que o sol sobre nós sempre queime, bendita seja a sua chama, Amaterasu.”

O que para a maioria seria apenas um monte de papel pegando fogo, para Hana seria a imagem de um pesadelo, e aos olhos do loiro algo tão belo quanto uma obra de arte. Poucas pessoas seriam capazes de sentir prazer com a sensação de ter a temperatura corporal se elevando devido ao calor que irradiava ao redor da área de folhas pegando fogo, este prazer que para Zed já começa no momento em que escuta o click do isqueiro e se amplifica no instante que sente aquela pequena chama arder centímetros de distância dos seis dedos, pois ele sabe que segundos depois estará queimando alguma coisa. Ao final de toda a sua reza, o loiro respiraria fundo e abriria um sorriso como se tivesse acabado de ter um orgasmo, esticando novamente as pernas para ficar de pé, guardava o isqueiro no bolso e virava-se para Hana indicando que já era hora de irem.

- Vamos antes que aquele estrupício volte… - Diria antes de começar a ir em direção a porta que dava para o corredor.

Hana certamente estava mais preocupada com a situação do que o próprio Zed, que nem mesmo se certificou em verificar se haviam Den Den Mushis filmando o local, ainda assim se não tiver, por mais que não houvessem outras maneiras de provar que foi ele que queimou os documentos, ele era certamente um dos principais suspeitos já que foi um dos últimos que visitou a sala do Cruzis… Porém havia algo que Zed confiava muito mais do que a própria sorte, os deuses, e se o fogo havia se tornado uma oferenda a Amarerasu, cabia a ela protegê-lo de tais consequências, portanto se algo lhe punir pelo que fez, será essa a vontade de sua amada deusa do sol.

E olha só que curioso, bastou botar os pés para fora junto com Hana que Zed rapidamente notou que como um grande milagre, o sol havia voltado! Isso não faz sentido, certo? Até poucas horas atrás as ruas tinham tanta neve que o Tio Phill poderia mergulhar e ser coberto completamente por ela, mas agora a poderosa criação de Amarerasu aquecia as ruas de Loguetown com a intensidade que Zed tanto aprecia. Desde que acordara em Shells Town depois do confronto com sua mãe, Amarerasu parecia se recusar a aparecer, fechou os céus e lhe enviou neve, mas agora que havia chegado em Loguetown ela finalmente parece ter voltado, seria esse um bom sinal? Uma mensagem de que estava pronto para recomeçar? Ou quem sabe até fosse essa uma mensagem dela de que teria um dia de sorte?

O semblante mau humorado de Zed permaneceria pelo trajeto com Hana até o local marcado no mapa de Cruzis, inclusive encarava de forma intimidante os civis que passavam ao seu lado, pois não queria dar a impressão para o povo de que ele mesmo sendo um mero soldado da Marinha significava um sinônimo de alguém fraco, tal comportamento era algo que o loiro havia herdado de sua mãe, que desde pequeno lhe ensinou a manter uma expressão séria e intimidadora para que ninguém tenha coragem de sequer tentar pisar perto de você. Foi talvez percebendo que Zed carregava uma energia pesada demais que Hana parou na frente dele e o encarou de maneira devassa, dizendo que seria uma boa ideia para eles que o espadachim desse uma olhada no que ela escondia atrás de sua camisa branca do uniforme da Marinha.

- Ei, Hana, não faça esse tipo de coisa aqui! - Se apressou em dizer ao ver que a garota iria começar a desabotoar a veste, mas ela se adiantou em dizer que estava tudo bem, pois ninguém iria vê-los fazendo isso. Ficou tão surpreso com a atitude da garota que chegou até mesmo a levar as mãos a boca.

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Se o espadachim esquentadinho antes costumava ficar vermelho de raiva, dessa vez sua temperatura corporal iria aumentar por consequência ao que Hana estava prestes a fazer. Ele sentiu seu corpo transpirar como se estivesse sofrendo com o calor de um dia quente de verão, seu rosto ia corando quase ao ponto de se tornar tão vermelho quanto a cor de seus olhos, e também havia a volta dos pensamentos pervertidos que já há algum tempo não apareciam em sua mente jovem afetada pelos hormônios da puberdade, é, isso fazia a sua cabeça começar a formigar… Não disse qual.

- Ah, vá te tomar no cu!

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E essa era a frase que automaticamente saía da boca de Zed quando seus olhos avistaram o mapa que Hana estava tirando de dentro de sua camisa. A vontade que ele tinha é de mandar ela enfiar o papel naquela região onde Amaterasu não olha, mas estava tão constrangido que nem ao menos conseguiu explodir sua raiva para dizer um segundo xingamento a parceira, mas o que ele teve tanta esperança assim de que iria conseguir ver? KKKKK Quem sabe em outro momento, né? Deixando-a de lado, o espadachim seguiu sozinho batendo os pés no chão de forma pesada, sendo que se houvessem poças de água formadas pela neve derretida ele não se importaria em pisar sobre elas com violência, espalhando a água para os lados e até podendo molhar quem estivesse mais próximo. Ele sabia que nesse momento Hana poderia estar rindo, o que era pior ainda para intensificar seus sentimentos de raiva e constrangimento.

Zed estava tão distraído depois da cena anterior que nem sequer percebeu o momento que botou os pés na praça que deveria patrulhar junto de Hana e sabe-se lá mais quem, já que o desgraçado do Cruzis não respondeu essa merda. Mas que seja, não demorou muito até que ele fosse ao encontro da pequena marinheira que se apresentava como Alipheese Fateburn e descontar nela não só a frustração que já estava acumulando no dia, como também o sentimento novo do cabelo branco dela lhe fazer lembrar de uma outra pessoa. Havia junto com a garota branca um outro cara, mas tanto faz esse aí, Zed fingiu que nem viu e seguiu para fazer o seu discurso aos civis, enquanto Hana bajulava a fofura da garotinha, inclusive também estava ignorando a parceira desde a brincadeira que ela havia feito. Poucos segundos depois disso, ou talvez até durante o seu discurso, que um homem aflito correu em direção ao grupo de farda e completamente ofegante tentou lhes dizer alguma coisa.

- Respira direito, desgraçado, se não você não consegue falar. - Disse Zed com a maior delicadeza do mundo, só que não.

“A loja de armas vai ser atacada”, foi o que o exaltado homem conseguiu lhes dizer, e ele estava certo, pois poucos segundos depois pode se ouvir dali mesmo o som de outras pessoas gritando enquanto disparos de arma de fogo eram efetuados. Fosse esse cidadão um vidente ou apenas alguém que de alguma forma já tinha a informação, para Zed pouco importava, se fosse uma armadilha ele teria que lidar com isso depois, pois agora precisava correr até a área onde os disparos foram feitos e tentar assim salvar a tal loja de armas e os civis ao redor dela, sendo que o que mais incomodava Zed naquele momento era ver a tal de Alipheese atuando na frente do grupo como se ela fosse a líder entre eles… Mesmo que aos olhos dos outros ali presente não fosse essa a impressão que a jovem alva passava.

- Grrr, é você que vai vir comigo, branca de neve. - Retrucaria a fala de Alipheese com seu tom pouco amigável ao mesmo tempo que tentaria se mover para entrar na frente dela no caminho que fariam em direção ao furdúncio que estava ocorrendo não muito distante dali.

Quando o espadachim começou a ter uma visão melhor do cenário onde acontecia o rebuliço, ele se aproximou da entrada de um beco, onde não foi preciso que ninguém o avisasse para parar ali, que por sinal era o local onde eles já estariam indo, para o próprio loiro perceber que aquele era o melhor local para se ter uma distância segura e uma boa visão da loja atacada. Aparentemente havia um outro marinheiro naquele lugar, mas não havia tempo para apresentações, Zed então flexionou os joelhos para se tornar um alvo menos visível do lado oposto e levou a mão direita em frente as sobrancelhas, forçando a vista para tentar enxergar algo que estava acontecendo do lado de lá. Sua visão não muito bem aflorada o incapacitava de ter essa vantagem visual perante o alvo criminoso, mas ao olhar para o lado notaria que a tal de Alipheese trazia com ela um rifle de precisão.

“Merda, não consigo enxergar direito… Talvez essa garota consiga se utilizar a mira da arma dela.” - Pensou Zed analisando a situação, mas para a sua surpresa, a extremamente calma garota ao seu lado olhava para a frente com os olhos nus, logo em seguida dando a eles instruções de como ela poderia conseguir dali mesmo desarmar o assaltante da loja de armas. - “O que? Ela tá conseguindo enxergar dessa distância? Tsc, a maldita é melhor do que eu imaginei.”

Pela forma como o trio de marinheiros estava agindo ali, era óbvio que eles já se conheciam, por isso nem prestou atenção nos diálogos que não envolviam a sua pessoa, como por exemplo a interação entre Lynn e Aliphesse, porém, quando o ruivo começou a ditar para eles como deveriam agir na situação para capturar o bandido, Zed não pode continuar calado, voltando a ficar de pé, o loiro caminharia a distância necessária para ficar mais próximo do ruivo, encarando esse até então desconhecido marinheiro onde aparentemente não havia uma diferença de altura muito grande entre ambos.

- Quem você pensa que é para ficar me dizendo o que fazer, tampinha? - Tampinha? A diferença de altura dos dois nem era tão grande assim, mas se houvesse qualquer diferença que indicasse que Zed era maior, ele usaria isso como vantagem na provocação. - Imperador do que? HAHAHAHA! Não me faça rir, eu sou o escolhido dos deuses, os verdadeiros deuses, e perto deles você não passa de um duque fajuto de uma ilha deserta. - A tensão entre os dois continuaria enquanto a essa altura Alipheese já estava se preparando para disparar contra o assaltante. Por mais que estivessem se estranhando naquele momento, a semelhança entre o ruivo de olhos dourados e o loiro de olhos vermelhos era maior do que parece… E talvez seja exatamente isso que cria esse conflito de personalidades. - Só vai dar certo porque EU irei até o bandido porque EU decidi fazer isso por conta própria!

BANG! O disparo da arma de Alipheese era o que indicava que os dois deveriam agir, e por mais que Zed estivesse disposto a continuar a intriga com Lynn, bater em um bandido safado era muito mais gratificante, mesmo que um herege insultando os deuses alegando com mentiras ter sido abençoado também seja uma porrada gostosa de se dar. O ruivo partiria na frente em direção a loja de armas, obviamente porque Zed deixou que ele o fizesse, mas não demorou muito até que o espadachim o acompanhasse, enquanto corria levaria a mão direita até o cabo da espada presa em suas costas, porém se lembraria das palavras de Alipheese para que deixassem o criminoso vivo, algo difícil se ele tiver sido cortado ao meio, por conta dessa decisão, o loiro optava por atacar o bandido apenas com os punhos, afinal ele também não era digno de ser cortado pela sua lâmina abençoada.

Como Zed estava correndo atrás de Lynn e ainda escolheu por não sacar a sua enorme espada, o espadachim mesmo que não fosse muito a favor da atitude, usaria o corpo do lanceiro como um escudo, afinal haveria ainda a possibilidade de Alipheese ter errado o disparo que iria desarmar o criminoso, portanto se protegendo atrás do primeiro marinheiro, ainda que Lynn pudesse vir a ser atingido, ele teria a vantagem de continuar prosseguindo com o plano e tentar finalizar o meliante.

Se todas as partes do plano seguissem corretamente, Ali teria conseguido desarmar o oponente de forma a facilitar o trabalho dos dois, porém mesmo que ela não tenha conseguido, toda a primeira parte ofensiva contra o criminoso seria feita por Lynn, portanto independente de como ele conseguisse realizar com sucesso o seu movimento de ataque contra o bandido, isso abriria a chance para Zed fazer o seu movimento que deveria finalizar o alvo se fosse executado com perfeição. Há duas possibilidades de como ele poderia alcançar esse feito, a primeira delas é usar o próprio corpo abaixado de Lynn como um apoio para saltar na direção do criminoso já atingido pelo ruivo, já o segundo movimento o espadachim faria apenas se o lanceiro não tivesse conseguido atingir o alvo nas pernas como o plano inicial descrevia, ou seja, Zed não teria o apoio do corpo de Lynn para pular, se fosse esse o caso, o loiro se veria obrigado a sacar a sua espada no último momento e cravá-la com força no chão e assim usá-la de apoio para jogar o seu corpo para o alto, se conseguisse realmente fincar a lâmina no chão da loja, então seria capaz de literalmente subir na espada com um dos pés, ganhando ainda mais altura, mas se não fosse o caso acabaria usando a arma apenas como um objeto de apoio como na modalidade olímpica do salto com vara.

- Eu sei, seu merda! - Gritaria Zed em resposta a fala de Lynn indicando que era a agora que ele deveria agir. Então, se conseguisse com sucesso realizar o movimento que o levaria para o alto, fosse esse usando o lanceiro como apoio ou a sua própria espada, quando já estivesse no ar, o espadachim começaria a dizer: - Olhe para cima, Imperador dos Mares, e contemple a mim… - E para finalizar o seu movimento contra o bandido, fazendo uso de suas habilidades acrobáticas junto com seus conhecimentos nas brigas de rua, Zed tentaria girar o seu corpo no ar pelo menos uma vez para pegar mais força na execução do seu chute giratório do pião da casa própria que tentaria atingir a cabeça do criminoso com talvez a força necessária para jogá-lo no chão e quem sabe assim finalizá-lo. - O Imperador dos Céus! - Concluiria a frase logo após o seu chute, onde depois tentaria cair da melhor forma possível no chão para não cair de mal jeito, mas visto que já havia treinado acrobacias durante muito tempo, era provável que ele conseguisse cair com perfeição… Mas vai que os deuses estão com vontade de me trollar, se Zed caísse errado no chão, ele continuaria rolando para que no fim tudo continue parecendo um movimento planejado.

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Se por ventura viesse a errar o seu chute e o criminoso tivesse ali a chance para revidar, se fosse com um chute ou soco, Zed tentaria bloquear o movimento com seus próprios braços, colocando-os em frente com corpo em forma de X, mas esse cenário só seria vantajoso para o bandido se ele anteriormente já tivesse conseguido derrubar Lynn, caso contrário ele acabaria abrindo a guarda para que o Imperador dos Mares tentasse o atingir. O mesmo valia para um contra-ataque do meliante se fosse usada uma arma de fogo, nessa situação diferente de antes, Zed tentaria desviar do disparo se jogando para o lado, mas talvez também desse a chance para Lynn atacá-lo se este já não tiver sido derrubado. Na sequência, se não tiver sido atingido, caso a espada de Zed não tiver sido necessária para adquirir o impulso, então ele iria tirá-la da bainha e mantê-la em suas mãos, caso ela estivesse fincada ou caída no chão, o loiro iria o mais rápido possível até ela para voltar a empunhá-la. Ter a espada em mãos era uma forma do espadachim se manter não apenas atento, mas também preparado para encarar possíveis novas ameaças, mesmo que Alipheese possa estar vigiando as “costas” deles, devemos estar preparados sempre para o pior. Por isso se mais bandidos surgissem atirando contra eles ou atacando com golpes de armas brancas, Zed tentaria bloquear os ataques com sua espada antes de pensar melhor em como poderia contra-atacar. E por incrível que pareça, caso a situação se mostre extremamente desfavorável para os dois marinheiros dentro da loja, o espadachim entraria na frente de Lynn, pois uma vez que acredita ter uma resistência elevada, o loiro tem fé de que resistiria melhor aos danos de um tiroteio do que o tampinha que tentaria proteger.

Mas quem sabe a sua oferenda de hoje mais cedo a Amaterasu, assim como a volta do sol ao céu, traga o sucesso que eles precisam para essa pequena tarefa. Se for esse o caso, Lynn e Zed, mesmo que feridos, quem sabe, estariam com o tal bandido derrotado no chão da loja de armas, por isso depois de buscar a sua espada, se chegar a ser necessário, o espadachim caminharia em direção ao bandido atordoado onde quer que ele esteja, e tentaria dar uma bicuda em sua face, esta que se Zed estivesse com sorte poderia quebrar um nariz e uns dentes do vagabundo, o que seria ótimo, assim quem sabe ele ficasse de boca calada dali pra frente. Se tivesse sucesso no chute que deu, o loiro ainda não terminaria a humilhação, tentaria puxar o cabelo do bandido, caso ele fosse careca faria isso pela camisa, e então apontaria o corpo dele para o povo corajoso que pudesse ainda estar por ali vendo o ocorrido.

- Isso é o que acontece com vocês, desgraçados, que acham que podem fazer o que quiserem por aí. Da próxima vez que acharem ser uma boa ideia ir contra a nossa paz, pensem duas vezes em que tipo de demônio que vocês irão provocar.

Após sua fala, Zed olharia ao redor para procurar o gerente, o dono da loja ou seja lá quem seria o responsável pelo estabelecimento durante esse momento. Ainda arrastando o homem capturado pelo cabelo ou camisa, o espadachim caso encontrasse quem estava procurando caminharia na direção dele, mesmo que sua expressão enfurecida pelo calor do momento pudesse vir a assustar algumas pessoas, quem sabe também não fosse esse tipo de agressividade contra bandidos que trazia a paz para eles. Só para dar mais uma garantidinha de que estava sob controle, bateria a cabeça do criminoso na parede, balcão ou chão mais próximo antes de começar a falar com o responsável pelo local.

- Hey, porque caralhos esse filho da puta tentou assaltar sua loja? São poucos os idiotas que conseguem ter a coragem de roubar lojas de armas, e ele estava conseguindo… Foi apenas um azar divino ou ele por acaso fez isso por motivos pessoais? - Tal pergunta era importante para saber se o grupo não estava lidando com algo maior do que imaginavam. Caso ele respondesse algo de relevante que indicasse um perigo maior, Zed responderia da seguinte forma: - Pedirei ao QG que mande reforços para a sua proteção… Sua família corre perigo também? - Porém, se fosse respondido algo simples que indicasse que o assalto ocorreu apenas pelo acaso, então Zed daria a resposta: - Deve estar fazendo algo que não está agradando os deuses, se eu fosse você começaria a ser uma pessoa melhor… Tem certeza que não está envolvido com coisa errada, não é? - E olharia para ele com seus olhos vermelhos, levantando levemente o corpo do bandido em suas mãos para que o intimidasse com uma mensagem do tipo “posso fazer o mesmo com você, corrupto de merda”.

Por fim, antes de sair da loja carregando o homem capturado, Zed olharia pela loja para tentar procurar algum objeto que lhe fizesse uma referência a Loguetown, desde que não fosse algo patético como um cartão postal ou um poster, chamaria a atenção do espadachim para que adicionasse isso na sua coleção.

- Hummm, como gratidão aos meus serviços prestados à loja, me dê aquele troço ali, levarei comigo. - Disse apontando para o objeto que poderia ser algo simples como um objeto artesanal de barro, um chaveiro de plástico melhor detalhado ou quem sabe até uma tábua em formato de espada que pudesse estar escrito “Loguetown”, whatever, desde que representasse a cidade, Zed iria querer. - CAGUEI PRA QUEM TE DEU ESSA MERDA, EU SALVEI SUA LOJA, SALVEI SUA VIDA, ME DÁ ESSA PORRA OU A IRA DOS DEUSES CAIRÁ SOBRE VOCÊ DEZ VEZES MAIS FORTE! QUER QUE EU INVESTIGUE A SUA LOJA PARA SABER SE VOCÊ TEM ALGO ILEGAL AQUI DENTRO, QUER? - Ameaçaria através do seu talento em intimidação e até mesmo seu poder como Marinheiro para conseguir o objeto que ele queria, e se conseguisse com sucesso, guardaria o item no bolso ou debaixo do braço e olharia torto para ele antes de sair da loja carregando o bandido. - To de olho em você, acho bom rezar para não ser necessário eu voltar aqui, ouviu? - Mas se por acaso não conseguisse de maneira alguma o objeto que estava interessado, então Zed tentaria meter a sua espada no meio do balcão da loja, sua intenção era quebrar essa merda, mas se ao menos conseguir danificar a estrutura já seria suficiente. - Opa, minha mão escorregou… È realmente uma pena quando isso acontece quando estamos no meio da batalha contra bandidos, não é mesmo? Seria horrível se eu precisasse voltar aqui uma segunda vez porque sei lá, alguém tentou assaltar a sua loja e acidentalmente também colocou fogo nela… Hmm… Boa sorte para você e tenha um bom dia.

Se nem após essa última frase Zed conseguisse a porra de um simples item de Loguetown, ao menos tinha a esperança de que talvez o filho da puta do dono dessa merda estivesse se borrando de medo. De qualquer forma ele poderia tentar conseguir esse item em outro lugar, mas para isso teria que passar no banco para sacar o seu dinheiro, o que certamente seria um saco.

- Sai da minha frente, porra, eu tô puto com essa merda, conversa com o imperador falido ali, ele deve tá com paciência pra ouvir a bajulação de vocês. - Diria para as pessoas que pudessem aparecer no seu caminho fazendo perguntas ou agradecendo, tanto faz, no momento Zed não estava muito afim de interagir com os civis, por mais que às vezes gostasse de ouvir uns elogios e a gratidão dos demais. Assim que retornasse para perto do grupo de marinheiros, Zed soltaria o corpo do bandido que veio arrastado até ali. - Aqui está o desgraçadinho, já o trouxe até aqui, agora se virem para levar ele até o QG… Hey, você, o pet da atiradorazinha. - Chamava Zed se referindo a Drake. - Carregue ele já que você fez o difícil trabalho de ficar só olhando. - Não sabia que tipo de personalidade o rapaz tinha, mas como poderia estar provocando ele ao apelida-lo dessa forma, Zed ficaria atento para tentar se esquivar de uma possível agressividade por parte dele, mas quem sabe Hana, que sempre está ali para intervir suas brigas, também fizesse algo a respeito. - Uau, pelo visto ele morde, né?

Zed por mais pistola que estivesse no dia de hoje atirando provocações para todos os lados, haveria uma pessoa que assim que tivesse contato visual mudaria completamente seu humor, talvez até mesmo a sua própria personalidade… Até então não teve tempo para olhá-la como atenção, a celestial de nome Jibril, mas agora que a situação estava sob controle e o grupo provavelmente reunido, quando os olhos vermelhos do loiro fitassem por completo toda a beleza daquele anjo certamente enviado à terra pelos deuses, seu corpo tremeria, sua boca ficaria entreaberta e seus olhos só faltariam explodir com tanta luz que estaria saindo deles. Zed andaria lentamente em direção a Jibril e se possível ajoelhava-se diante dela no maior sinal de submissão possível para um homem, a cena ficaria ainda mais chocante quando o loiro detentor de uma forte personalidade explosiva se mostrava emocionado com lágrimas quase escorrendo de seus olhos escarlate.

- Jamais acreditei que os deuses me dariam a honra de ser eu o encarregado por ti aqui no mundo dos mortais, me sinto extremamente agradecido por terem escolhido a mim para esse belíssimo trabalho. Por isso prometo a ti que terás de mim todo o respeito e proteção que lhe for preciso, e juro-lhe aqui, diante de todos os deuses... - E então ele tirou a espada das costas e cravou-a no chão, ainda mantendo-se ajoelhado com a cabeça curvada. - Que enquanto eu estiver por perto, irei proteger a sua vida até que venha a chegada hora para você retornar ao seu grandioso reino, o Reino da Lua. - Que? Que porra Zed está falando? Provavelmente ninguém estaria entendendo porra nenhuma, mas talvez quando ele completava a sua fala, alguns viessem a entender o que ele estava fazendo, e quem ele achava que a jovem celestial na verdade era... - Poderia eu ter de ti tal honra, Princesa Kaguya?

Por mais idiota e sem noção que para alguns aquilo pudesse estar sendo, para Zed e sua devoção ao divino, aquilo fazia todo o sentido do mundo, afinal nunca havia tido contato com um celestial antes e ver pela primeira vez uma bela mulher com asas em suas costas acabaria provocando no garoto a ideia de que ela só poderia ser a mais importante divindade celestial da sua religião… A própria Kaguya-Hime. Se Jibril fosse entender o que estava se passando ali ou até mesmo aceitar de bom grado essa submissão que o espadachim estava propondo sem sequer terem trocado uma palavra, aí é um grande mistério, inclusive a reação dos demais presentes assistindo tal cena seria no mínimo interessante de se ver.

Dada a conclusão desse acontecimento, o bando retornaria para o QG com o bandido capturado… Isso é se tal possibilidade poderia ocorrer, afinal os deuses podem não ter nos dado esse direito de prosseguir e o desafio ao redor da loja de armas possa ser maior do que parece. Ainda acreditando na sorte de tudo estar ocorrendo bem, quando conseguissem voltar ao Quartel General, sim, Zed sabe o que significa, ele apenas seguiria o fluxo dos outros marinheiros até a sala do tenente Cruzis, pois na realidade nem sabia se já poderia estar saindo da patrulha, mas se for o caso, Hana o impediria de seguir com o resto da galera e eles teriam se despedido logo depois da cena com a celestial de cabelos rosa. Se chegasse a voltar a entrar na sala do tenente, que há pouco tempo atrás o próprio espadachim havia colocado fogo em um monte de papéis, o loiro manteria uma cara de paisagem como se nem soubesse o que tivesse acontecido.

- Nossa, tá com cheiro de queimado aqui ou é impressão minha? Será que aconteceu alguma coisa? - Falaria Zed da maneira mais cara de pau que ele poderia, inclusive precisaria se controlar para não rir ao ver a cara de Hana após a sua fala.

De resto, Zed ficaria em silêncio, deixaria que Hana cuidasse de toda essa parte de relatório e blablabla, isso se fosse necessário, pois Aliphesse já faria isso, depois Drake e Lynn falariam mais algumas coisas que ele nem prestava atenção, na realidade ficou o tempo todo tirando cera do ouvido e viajando na beleza divina daquela que atendia pelo nome Jibril, o que faz sentido ocultar o seu nome verdadeiro para não chamar muita atenção dos inimigos. Por fim, quando Lynn saísse da sala batendo a porta aparentemente mostrando-se puto com o seu superior, Zed se identificaria com a atitude e abriria um sorriso de leve no rosto.

“Pandemonium, né? Hm… Interessante.”


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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 5 EmptyQui 05 Jul 2018, 14:14


~Achiles~


Achiles depois de comer começava entregando sua bandeja para que fosse lavada, era algo simples mas que ele se preocupava, apesar de sua mente estar completamente no combate e como ele seria feito. Ele lembrava de como o homem havia lutado até o momento, as coisas que ele tinha feito, a imagem aterradora que ele apresentava com a máscara do ceifador, o agente conhecido como o Anjo da Morte, aquela fama poderia assustar as pessoas mas não era o caso do boxeador, ele estava muito mais era animado pra enfrentar alguém assim. Como ele chegou à isso? a pergunta era complicada de se responder, mas o que mais dizer, todos amam uma coisa e no caso dele era a batalha. Ramiel era um homem calejado dos campos de batalha, alguém cheio de experiência do tipo que não deu tanta sorte, não recebeu tantos privilégios, construiu seu caminho por conta própria, Achiles sabia de pouco sobre ele, apenas algumas histórias, mas no fim das contas como tudo aconteceria só na sala pra saber.

Some folks are born
Made to wave the flag
They're red, white and blue
And when the band plays
Hail To The Chief
They point the cannon at you Lord

O Boxeador empolgado saia do lugar onde estava, caminhando para a sala da qual ele não sabia onde se encontrava, no entanto sempre havia a famosa procura, ele caminhava primeiro pelos corredores procurando tal sala, até que lhe vinha a ideia, a brilhante forma de encontrar qualquer coisa nesse mundo, pedir informação, sem prestar muita atenção o primeiro homem que ele via era um cara de capuz, ele estava caminhando perto das salas e ele chamava atenção da pessoa de costas, perguntando qual a sala. A pessoa se virava vendo ele de lado, o que ele via eram cabelos brancos sedosos, que pareciam acabar de ser lavados, o cheiro lembrava o das flores de cerejeira, a pele branca quase pálida seguidos da frase - Fica depois da 301 filho da puta HAHAHAHAHAAHAHA- Era o agente que ele mais amava, Yami, sim até ali o cara estava pra trollar, ele completava a frase e saia rindo sem realmente dar a informação que o agente perguntava, é… eles dificilmente se darão bem algum dia, mas o homem que saia dali só deixava tal mais encucado.

Mais algum tempo caminhando pelo QG, e finalmente ele via portas numeradas, o padrão não era clássico, tinham portas que seguiam um padrão e outras que não, e isso era estranho, nesse momento Achiles entendeu a dica do boçal, que fora dada mais atrás, as portas não tem padrão comum, entretanto algumas ainda seguem os números, então de fato a 301 ser ao lado da 302 agora parecia uma informação útil. Mas confiar ou não? De todo modo apenas quando achasse poderia julgar, mais alguns minutos se iam, até que finalmente ele achava, a porta 302 em um corredor quase vazio que só tinha duas portas 301 e 302. Vendo isso o jovem batia na esperada e pronunciava algumas palavras simples se anunciando e era respondido por a voz mais grossa e rouca. - Pode entrar garoto.- abrindo a porta ele estava dentro do local, a sala era muito maior por dentro que por fora, ela lembrava a sala de treino que ele passava pelas etapas de ambidestria, mas aqui não havia um ring simples, era um octógono no centro, enorme e todo gradeado em volta. De resto havia vários bonecos metálicos, e alguns de madeira, era tudo interessante bem organizado, os pesos distribuídos por toda a parte direita da sala próxima a onde devia ser a entrada para sala de estar e cozinha, do lado esquerdo os demais equipamentos e as coisas para bater nelas, sacos de pancada e similares. Quando se tratava de equipamentos havia de tudo halteres, legpress, todo tipo de equipamento possível que uma academia pudesse ter estava naquele espaço, inclusive algumas coisas por fora, que eram específicas de treino, dava pra ver na parede que possuía o quadro de madeira, que esse era todo riscado, sim havia algo desse tipo na sala, coisa onde ele deveria treinar seus cortes.

Era realmente um lugar que cheirava a combates, ele passava a sensação de sentir o ambiente te pressionando, era um lugar que esbanjava aquela aura, as janelas do lugar apesar de todas abertas não ficavam fronte para o sol, o que dava um tom mais escuro na sala, o vento que corria era de uma intensidade perfeita ali, ele nem era muito forte e nem fraco, ele era no ponto certo. A sala tinha seu próprio charme que podia ser notado facilmente pelo boxeador se ele parasse momentaneamente para observar, a sala 302 mais parecia uma casa própria dentro do QG, talvez fosse o benefício de patentes elevadas. Achiles então começava a expor suas ideias ele precisava remover o gesso do braço. - O lugar é bom sim, apesar de ainda estar em progresso de reformas, mas está ficando muito bom. De todo modo eu estava terminando os preparativos antes de você vir até aqui.- para o garoto aquilo era uma certeza de que as coisas estavam caminhando corretamente, afinal, ele queria muito que o combate acontecesse, logo então pedia para que o gesso fosse tirado, talvez tudo estivesse perfeito agora ou talvez apenas a doce ilusão de perfeição, só seria possível saber com clareza, quando tudo fosse retirado. - Certo, eu ajudo a remover, espere apenas uns instantes, eu vou tomar uma água.

Esperando que o homem voltasse, Achiles apenas se sentava em uma cadeira ao lado da mesa, apoiando o braço sobre ela até o homem voltar para o lugar. Ele apenas começava a ir removendo o gesso enquanto observava o braço e o estado dele, o homem podia ter uma base pelo posicionamento e al tocar quando removia que não havia um desvio grande no que seria o osso ali, então desse modo todo o gesso era removido, o braço parecia estar bem novamente, mas mesmo assim o boxeador gostaria de uma pausa pra fazer exercícios e expunha isso ao seu superior. - Certo, não há problema nisso.- ele estava bastante sério naquela hora, suas falas mais curtas que o habitual, alguma coisa parecia trazer esse tom mais formal, ou na realidade isso fosse apenas a mente do boxeador produzindo coisas que não estavam de fato acontecendo. Ele logo começava a dar socos no ar passo a passo, e não havia mais alguma dor, mas talvez se o punho se chocasse com algo fosse possível que uma fisgada surgisse.

Sabendo disso o jovem já expunha sua ideia a Ramiel, pedindo que ele estendesse as mãos e o agente o fazia, colocando as duas palmas pra que ele socasse. - Hum… creio que seu braço esteja recuperado, mas vamos ver isso melhor no ring, esse tipo de fratura normalmente tem um tempo de recuperação longo, mas pelo pouco que parece está bem.- O olhar dele mostrava bastante do que ele pensava, era um tom de preocupação, ele como médico sabia que algumas fraturas enfraquecem a região, e muitos depois de receber elas não são mais os mesmos, passando a sempre sentir algumas dores, ou mesmo imperfeições nos movimentos, mas não apenas isso, as vezes a pessoa se quebra mentalmente, o fato de ter recebido o dano torna a pessoa pouco receptiva a novos golpes, logo seus combates se tornam mais fracos, e era um tanto quanto preocupante pensar que algo assim pudesse acontecer com o garoto, mas às vezes a realidade é dura, e a Grand Line não é pra qualquer um, o ceifeiro não estava disposto a levar mais homens pra morte, não sob seu comando.

Depois disso estar terminado, o agente mostrava sua empolgação mais uma vez, ele se sentia pronto, e caminhava para o centro do octógono que estava ao meio da sala, era uma sensação estranha de subir, era difícil estar dentro das grades, e não se sentir observado. Ramiel, dava um leve sorriso de canto de boca olhando para ele, e apenas amarrava duas faixas em suas mãos ele não pegava as foices nem nada similar, apenas se movia para o ring enquanto já ao centro começava a falar. - Muito bem garoto, agora é tudo ou nada, se eu julgar que você está apto logo mais iremos para o navio, ainda hoje se possível, então realmente espero que você mostre o melhor de si nessa investida. - o homem ficava sério a posto no meio do ring, como se realmente esperasse o golpe vir.


~Shinsuke~


O rapaz explosivo que foi tratado desrespeitosamente por Cruzis, sem nem saber com o que o tenente tinha de se preocupar para ficar respondendo perguntas triviais, fica furioso, tendo seus pensamentos de espalhar o fogo em nome dos deuses vindo a flor da pele de maneira acima do normal. Já Hana que conseguia manter a calma, não se incomodava nem um pouco com a atitude de seu superior, mas ela sabia que seu companheiro talvez não conseguisse se conter diante de tal situação, já se preparando para o pior e as desculpas que teria que pedir para Cruzis dependendo do que Zed fizesse. A garota olhava para o rapaz já até soando um pouco, meio nervosa com o desacato que estava para acontecer, mas por alguma ironia do destino, nada aconteceu, Cruzis terminou de falar, se levantou e saiu sem que nada o impedisse.

No momento que Cruzis deixou a sala, Hana o acompanhou e mantendo seu corpo na sala, mas com a cabeça do lado de fora, ficou observando seu superior sair de suas vistas, talvez aguardando para ter certeza de que Zed não faria nada, talvez tivesse desejos animalescos por ele, não importava. A única coisa que importava era que enquanto ela observava, Zed pegava os documentos que estavam à mostra na mesa do tenente, os juntava em um montinho e os jogava em uma lixeira de metal na sala, feito isso pegou um papel avulso, colocou fogo no mesmo e o jogou na lixeira.

- Muito bem Zed, ainda não acredito que você conseguiu se contro… -

Hana começou a falar empolgada, até que o som de sua voz foi diminuindo e sumiu ao ver e perceber a situação, assim que ela parou de falar, Zed começou a orar para os deuses dos quais tem uma grande devoção. Diante daquele pequeno ritual na sala daquele que era provavelmente o homem mais importante da ilha, Hana esfregou os olhos sem acreditar no que estava vendo, tendo certeza do que acontecia, a garota arregalou os olhos diante daquela cena grotesca, se afastou um pouco para trás devido ao seu medo, quase saindo da sala e bateu a mão na testa, discordando da atitude com a cabeça e falando levemente irritada no momento em que Zed acaba sua oração e o fogo se apaga.

- Não acredito nisso, você sabe que eu tenho medo de fogo e ainda faz isso na sala do nosso chefe? Quer ter uma recompensa pela sua cabeça? -

- Vamos… -

Enquanto saia da sala feliz por sua pequena cerimônia, Hana entra novamente na mesma, estando um pouco receosa com as chamas, mas percebendo que os papéis já haviam virado apenas cinzas e brasas, pega a lixeira após conferir se estava quente, joga alguns papéis aleatórios por cima, talvez na tentativa de disfarçar aquilo e a leva segurando por trás de seu corpo para fora do QG sem que Zed e nem ninguém perceba, saindo do lugar, Hana a lixeira com as cinzas e os papéis fora, seguindo o caminho com Zed para o local indicado e realizar a missão, sendo que no caminho, Zed já estava furioso com a atitude de seu superior, passou pela rua tentando ser um mal encarado perante as pessoas.

Enquanto andava, percebendo a aura negativa do rapaz, Hana decide descontrair o clima, conversando um pouco com o mesmo, mas na conversa, acaba lhe passando a impressão errada, talvez conscientemente, talvez não, o deixando ainda mais bravo do que estava antes ao ver o mapa de Cruzis sendo retirado de suas vestes, essa parecia ser a gota d'água, diante disso Hana começava a rir da cara de Zed, coisa que o deixava ainda mais furioso.

Depois de tantos ocorridos, somados a sua personalidade caótica, mantinha sua atitude como mal encarado andando pela rua ao pisar com força nas poças que aparecerem em seu caminho, ao invés de simplesmente contorna-las como qualquer pessoa normal e ele realmente ele conseguiu, ninguém se aproximou dele, além de ficar com as calças e sapatos encharcados por aquilo que antes era neve no chão ao pisar em uma poça um pouco mais profunda que as outras, causando uma sensação que seria no minímo desconfortável para qualquer pessoa normal. Depois de algum tempo andando enraivado desde o QG, Zed chegou junto de Hana onde estava Alipheese e Drake, ainda descontando sua raiva, mas dessa vez, sobre os dois marinheiros que nada tiveram a ver com a situação.

~Alipheese, Drake, Makei e Shinsuke~


Vendo o descaso que ocorria de Zed para com a pequena garota de olhos vermelhos, Drake que estava sentado descansando se levantou automaticamente, quase como se seu corpo estivesse se movendo sozinho, fechou os punhos pronto para partir para cima daquele rapaz, encarando seriamente aquela pessoa que estava mexendo com aquela que faria com que seus sonhos e objetivos se tornassem realidade. Ele não poderia deixar aquilo passar em branco, um passo em falso e uma briga entre marinheiros começaria naquele exato momento.

Mas os sentimentos de Drake em relação ao loiro não demoravam para serem cortados instantaneamente ao ver uma bela mulher, ninguém menos que Hana que abraçava Ali por trás de uma maneira provocante, que poderia deixar qualquer um no mínimo excitado vendo a situação. Enquanto alguns se acalmavam e começavam a lamber os próprios lados diante da cena, a fofura encarnada em forma de pessoa, Alipheese, arregalava seus olhos e começava a pensar em como as pessoas em Loguetown eram afetuosas.

Entretanto, todo esse clima descontraído foi interrompido por um homem que chegou correndo até os marinheiros, Ali foi a primeira a tentar acalmá-lo, mas foi interrompida pelo próprio homem, que por estar ofegante, não estava conseguindo falar direito, mas conseguiu dizer o que acontecia depois de Zed pedir que respirasse, ele disse o que estava acontecendo, mesmo que não tivesse tanto ar assim para falar normalmente, um ataque aparentemente estava prestes a ocorrer na loja de armas, deixando todos mais alertas do que estavam naquele momento. Foi quando a população começou a gritar, fazendo com que gritos fossem escutados pelas ruas de Loguetown, seguidos de disparos vindo de um lugar bastante próximo dali.

Ao escutarem o homem e logo em seguida os tiros, Ali que foi a única no lugar a avistar Jibril, era a primeira ao tomar uma atitude em relação ao acontecido, tentando tomar a liderança de seus colegas de trabalho. Chamou todos os outros para que fossem com ela, se desprendeu de Hana que a soltou facilmente e caminhou rapidamente na direção de onde Jibril havia saído. Do mesmo jeito que sem questionar, Drake segue com sua companheira, é claro que Zed não deixaria que isso passasse em branco e disse que quem iria com quem seria ela com ele. Já Hana, falava sozinha ao se impressionar, ficou com um certo brilho nos olhos vendo a postura da menininha diante daquela situação, mas como sempre, tinha que limpar a sujeira de Zed, não demorou a gesticular levantando os ombros e imaginando o que poderia acontecer com a garotinha caso Zed saísse do controle, vendo que estava sozinha por pensar muito, correu para alcançar o grupo enquanto falava com os outros que sequer escutavam por estarem focados em salvar vidas ou talvez mostrar quem é que manda.

- Ela é tão fofa mandando na gente assim… Ei, esperem por mim… -

- E sem fogo dessa vez, Zed! -

Ainda completou estando um pouco brava, provavelmente por não ter se esquecido do que ocorrera mais cedo com os documentos de seu superior dos quais foram queimados e ainda podem causar problemas futuros. No caminho, Zed correu de modo que ultrapassasse Ali, ele conseguiu a ultrapassar com facilidade e se manteve a sua frente de modo que parecesse que a garota o seguia e não o contrário, isso fez apenas com que Ali se sentisse mais segura. Sendo que por ironia do destino de Zed, ficou muito óbvio para os outros o que acontecia e a clara infantilidade do rapaz, além de que vendo a maturidade da garota de seguir em seu próprio ritmo sem se importar com ele a ultrapassando, talvez tenha feito com que todos tenham considerado ela mais líder ainda, enquanto corriam, Hana não parava de olhar e se admirar com aquela fofa menina andando como se estivesse no controle da situação e ria da cara de Zed levando uma surra no quesito liderança.

Não demorou até que o grupo que avançava chegasse no beco, lá davam de cara com Lynn que por algum motivo desconhecido ficou parado desde o momento que Jibril fez o sinal, até que se encontrassem. No beco, viram Jibril mais a frente agachada atrás de um barril e pronta para avançar no momento mais propício, foi quando Ali que vendo, analisando e entendendo a situação que ainda era favorável para os marinheiros, tentou manter a calma e a compostura, além de mais uma vez tomar a liderança para que o grupo obtivesse sucesso na missão de proteger o local de possíveis invasores.

A garota segurou com suas mãozinhas aquela arma totalmente desproporcional a seu corpo e apontou minuciosamente sua mira telescópica de modo que enxergasse exatamente o que acontecia na loja. Ela conseguiu ver com precisão o que ocorria, o assaltante balançava sua arma fazendo gestos para que o dono da loja o entregasse algo, provavelmente dinheiro ou outras armas, já que era uma loja de armas, era estranho já que qualquer pessoa normal teria o bom senso de não roubar uma dessas levando em conta o produto vendido, era mais estranho ainda o vendedor não se defender, mas de toda forma, era o que acontecia, tirando o assalto, tudo parecia em ordem, pelo menos os lugares que a pequenina podia ver naquele estreito beco.

Ao mesmo tempo que ela mirava na loja para ver com maior precisão o que acontecia, Zed se posicionava flexionando os joelhos e colocando sua mão em frente de sua cabeça, logo acima de seus olhos em uma tentativa falha de enxergar o que acontecia, tudo que via naquele momento do beco escuro onde estava eram dois vultos próximos um do outro. Foi quando olhou para o lado e viu Hana quase babando de boca aberta olhando para algo, virou um pouco mais a cabeça e percebeu que era a linda e fofa garota de cabelos brancos mirando na loja com sua arma e observando o que acontecia, se surpreendendo com aquela imagem que dificilmente um dia sairia da cabeça de pessoas normais. Tudo que Zed via era a postura dos marinheiros que encontrara no beco, com isso, percebendo que se conheciam já a algum tempo e provavelmente estavam trabalhando juntos.

Com a situação analisada, a garotinha tinha a certeza de que poderia acertar um tiro na arma inimiga, dando a abertura necessária para que os outros de seu grupo agissem e o prendessem sem que nenhuma vida fosse perdida, para que posteriormente seja levado ao quartel general. Essa foi exatamente a estratégia bolada pela garota e dita ao resto de seus companheiros e à garota fascinada por sua performance e o loiro estressado que não fez nada além de brigar e a desafiar o tempo todo, pelo menos até o momento.

Depois das palavras da pequenina, que demonstravam confiança em acertar o alvo, Drake que confia totalmente na garota, mas não atacaria um adversário abatido, opta por ficar e lhe dar cobertura de modo que possa agir com tranquilidade. Os outros tiveram uma atitude um pouco diferente, Lynn por exemplo, se aproximou da pequena garota, dando um beijo na testa da garota, além de novamente bagunçar um pouco seu belo cabelo, a deixando desconcertada e novamente com pensamento de que talvez tivesse algo em Loguetown que mexesse com as pessoas e fizesse com que elas agissem daquela forma. Já Hana, não parava de olhar para a garota como se fosse pular nela a qualquer segundo para fazer sabe-se lá o que, ela parecia profundamente admirada com a inocência que via à sua frente. Zed, assim como Hana talvez tenha se impressionado com a garota por falar com tamanha convicção de que poderia realizar aquele tiro.

Lynn que mexia nos cabelos da garota, deu uma piscada para ela quando a mesma o olhou nos olhos, então resolveu assumir um pouco as rédeas da situação também. Lynn então começa a falar seu plano onde alguns ficariam cuidando da retaguarda de Ali, enquanto Zed avançaria com ele na direção do homem para ajudá-lo a rendê-lo. É claro que diante dessa dessa fala, seus companheiros de personalidade acima do comum, não ficariam sem reação ou sequer aceitariam tranquilamente com o plano, Lynn ainda tenta mostrar que não era brincadeira, mas cada um parecia querer seguir as próprias leis. Drake joga na cara de Lynn que não atacaria alguém indefeso por ser frustrante, Zed começa a rir do ruivo e mais uma vez começa a agir como se ele estivesse tomando as escolhas por vontade própria e não porque foi sugerido, induzido ou mandado a fazer. Jibril parecia focada em tentar realizar a missão, bem mais que os outros, ela estava mais a frente escutando seus companheiros e esperando o tiro de Ali para que pudesse agir, embora não tenha se pronunciado até o momento, algo parecia estar a incomodando. A única pessoa que talvez estivesse tão focada quanto Jibril, era provavelmente Ali que mantinha a mira travada no homem, esperando a hora certa de agir e analisando seus movimentos, mas até ela foi atrapalhada, pois com a fala de Lynn para que os demais protegessem a pequenina, Hana pulava em sua direção, deixando uma das laterais da menina envolta em seus seios enquanto falava com alegria.

- Pode deixar comigo, não vou deixar nem o Zed e nem ninguém fazer mal algum para essa fofa! -

Enquanto Ali era agarrada por Hana, mas ainda assim conseguia manter sua mira precisa apontada para a arma de seu adversário, Lynn se aproximava de Jibril que estava um pouco a frente e percebendo sua atitude mais cabisbaixa, acerta a testa da garota com seus dedos, levantando sua cabeça e falando para ela relaxar. Jibril olha nos olhos de Lynn por alguns segundos, seus lábios começam a tremer um pouco, seus olhos começam a ficar vermelhos e finalmente, ela fica vermelha e novamente abaixa a cabeça, dessa vez para o lado, então passa um dos braços nos olhos, se vira novamente para Lynn e fala sorrindo enquanto concorda com a cabeça.

- Sim, vai dar tudo certo! Quando Ali atirar, vão para cima dele, se algo der errado, não se preocupem, eu dou cobertura. -

Com isso, todos se posicionaram, prontos para correr em direção ao inimigo assim que fosse dado o sinal, até Hana que estava colada em Ali a deu algum espaço para que não a atrapalhasse e foi na hora certa, utilizou sua técnica para atingir seu potencial máximo como atiradora, logo depois de se acalmar para mirar. O bandido na loja estava começando a sair com a arma ainda apontada na direção do vendedor, nessa hora, Ali não pensou duas vezes, era o momento perfeito, a arma dele estava mirada e as chances de erro eram mínimas, ela dá o seu primeiro disparo - BANG - sendo esse um tiro certeiro, sem saber o que aconteceu, o homem machucou seu braço ao ter a arma removida a força pelo tiro da pequenina e ao mesmo tempo, esse tiro serviu de sinal para que Lynn e Zed corressem na direção do bandido com a intenção de desarmá-lo.

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Lynn correu na frente, sendo acompanhado por Zed, que deixou que o ruivo passasse, foi tudo muito rápido, começando no momento do disparo. Assim que Lynn se aproximou do homem que carregava dois sacos em uma das mãos e sequer teve tempo para entender o que estava acontecendo, se agachou e acertou as pernas do homem com força que se desestabilizava já com a guarda baixa do momento que perdeu a arma. Quando o homem começou a cair, Zed, que a pouco havia lembrado que não devia matar o assaltante e resolveu usar seus pés, pulou nas costas de Lynn respondendo o agora do colega com um “Eu sei seu merda!”, fez uma grande pressão nas costas do rapaz, que ficou com as costas manchadas de lama e úmida devido às poças que Zed havia passado, dando um salto mortal falando para que Lynn, que havia dito ser o imperador do mar, olhasse para ele e contemplasse seu movimento, sendo Zed - O imperador dos céus! - Não demorou nada até acertar sua perna com a barra da calça molhada na nuca do homem que caiu com força, batendo sua testa na parte superior da cabeça de Lynn, deixando o ruivo com um pequeno galo junto de um pouco de latejamento, de toda forma, logo depois, o bandido caiu inconsciente no chão.

Haviam duas pessoas em um canto da loja, sem saber o que fazer, Lynn então ergueu o corpo do homem desmaiado, o segurando pela cabeça e falando de modo que praticamente provocasse os civis. Depois dessa quase intimidação, Lynn se levanta, podendo reagir ou não ao golpe desnecessariamente sofrido em sua cabeça, bem no momento em que Zed começa a questionar o vendedor da loja, que simplesmente o responde seriamente, mas com a voz um pouco trêmula ainda.

- Nuum tenho ideiia… Nunca viii essaa pess… pessoooaa… Antess… -

- Eu nãoo fiiz nada sinhô, souu sujeiito trabalhadô. -

Enquanto Zed interrogava o homem inocente, algumas pessoas começavam a sair das casas no lugar, algumas até mesmo eram crianças ou estavam com crianças. Foi quando Lynn que havia acabado de algemar o sujeito e o levar para fora arrastado sem que Zed percebesse por estar distraído no interrogatório e visando alguma bugiganga de Loguetown, se deu conta de que uma pequena multidão havia se formado em volta da loja. Ele então diz para não se preocuparem, com o término de sua frase, algumas pessoas mais ao fundo começaram a aplaudir e as outras que estavam mais à frente, mesmo fazendo cara de dúvida sem entender o que estava acontecendo ou do que ele estava falando, fizeram o mesmo.

O que na verdade havia ocorrido, foi que Ali, junto de Drake, Hana e Jibril, já haviam chegado um pouco antes para acalmar a população que havia saído de suas residências para ver se estariam seguros agora que a marinha havia capturado o homem que assombrava a região. Quando a garota viu que o homem havia sido detido com eficiência, foi ajudar seus companheiros em sua escolta, mas deu de cara com curiosos que também perceberam o que acontecia e saíram para conferir se as coisas ficariam bem.

A pequena garota que estava cercada de pessoas começou a falar, fazendo com que uma parte das pessoas que lá estavam e pareciam ainda estar com medo e um pouco amedrontadas, se virassem para ela, ela dava um sorriso tocante e falava do jeito mais confiante que conseguia, na tentativa de acalmá-los. Foram com suas doces, mas impactantes palavras que várias pessoas começaram a aplaudir, levando que as outras fizessem o mesmo, até mesmo assobiando de alegria naquele dia, onde provavelmente não precisariam mais sentir medo, ao menos, parte do medo havia se esvaído. Esses aplausos foram os mesmos que contagiaram as pessoas atrás, que mesmo escutando a frase sem sentido de Lynn, o aplaudiram igualmente, com a mesma animação daquelas que prestavam atenção em Alipheese, mais uma vez Hana ficava impressionada com tamanha fofura e dava uma apertada na bochecha de Ali em meio aos aplausos. Jibril da mesma forma, soltava um grande sorriso, como se estivesse extremamente satisfeita com alguma coisa, colocava cada uma das mãos em uma bochecha e sorria meio avoada. Além de tudo, falas de várias pessoas diferentes eram escutadas no lugar, falando várias coisas durante os aplausos, até mesmo um pinguim que estava no ombro de um civil aplaudia junto.

- Obrigada! -

- Parabéns!! -

- Meus parabains -

- Muito bem marinha, sempre soube que podia contar com vocês! -


- Patabains! -


- Arf. Arf. -

Parte dos marinheiros acalmava e era aplaudida pela população, mas ainda havia um que se mantinha na loja, este era Zed que via um action figure e cismava que mesmo sem dinheiro o homem o daria de bom grado por não ter feito nada mais que sua obrigação. Ele apontava para a escultura de madeira totalmente trabalhada nos detalhes e colorida, com a imagem de um palhaço cortando a cabeça de um pescador com chapéu de palha na plataforma de execução de Loguetown, com o nome da cidade entalhado na lateral da plataforma da figure, vendo aquilo que o jovem queria, o vendedor de bom grado, sem pensar duas vezes, pega e entrega aquela lembrança ao marinheiro, falando agora um pouco mais calmo.

- É… É claro que sim! Vocês me salvaram, pode pegar. -

Então Zed se deu conta de que o homem não estava mais com ele, se juntou aos outros e disse para Drake que não estava fazendo nada carregar o prisioneiro, mas com Lynn que já estava lá fora, com ele reclamando ou não, tudo estava nos conformes, não haviam mais motivos para continuar a patrulha agora que o indivíduo havia sido parado. Depois de algum tempo, algumas pessoas começaram a se retirar, enquanto outras continuaram na rua conversando entre si e outras continuavam comemorando e rindo com o sucesso dos marinheiros, mas a missão ainda não estava totalmente completa.

Ali continuava acalmando algumas pessoas dizendo que tudo ficaria bem, mas outro fato inusitado ocorria no lugar, antes que qualquer um pudesse falar qualquer coisa, viam duas garotas se encarando e quase se beijando, estando uma com as mãos por baixo dos seios os erguendo e a outra com as mãos na cintura, enquanto seus seios batiam uns nos outros, como se estivessem disputando espaço, uma recuava um pouco com o empurrão da outra, mas logo empurrava de volta e ficava nessa disputa enquanto o impasse se estendia. A primeira era Hana que provocava Jibril do jeito que sempre gostava de fazer, já a segunda era Jibril que parecia estar na dela, as duas pareciam estar no meio de uma discussão sem precedentes, ambas pareciam um pouco bravas uma com a outra e independente do que os outros fizessem naquele momento, elas continuariam falando.

- O que você está dizendo não faz o menor sentido, os meus são bem maiores que os seus. -

- Como assim? Tenho certeza de que os meus cresceram muito nos últimos anos e já são bem maiores. É só olhar, anja! Hunfp -

- Os seus teriam que crescer por mais mil anos e mesmo assim não chegariam no tamanho dos meus, tem muito que evoluir ainda. -

- Ah, é? Vou soltar os meus para fora agora então, quero ver isso. -

Com essa última frase, Hana sobe suas mãos deslizando pela parte da frente de seu corpo, elas vão seguindo, passando pelas suas partes, chegam nos seios e é aí que… Sobem até sua cabeça, onde ela tira seu boné e retiram os prendedores do cabelo, comparando o mesmo com o de Jibril, ficam ambas segurando os cabelos, tentando ver qual era maior, mas ambos parecem ter o mesmo tamanho, com isso, ambas se viram com os braços cruzados, fazendo um som e saem andando na direção do grupo sem olhar uma para a outra.

- Hun. -

- Hun. -

Mas elas não continuam com a discussão, até se olham mais uma vez e desviam o rosto, o que ocorre a seguir é Jibril falando para os outros o que aconteceria a seguir, agora que capturaram o homem que estava causando medo e pânico a algumas pessoas que moravam na região que deviam patrulhar, ela respira puxando um pouco de ar e sem olhar para Hana, começa a falar com todos voltando com sua felicidade de antes e com um tom bem mais doce que o habitual.

- Todos vocês foram ótimos, eu nunca tinha… Bem, eu não esperava que fossemos pegar o homem, mas o Cruzis passou para mim que caso ocorresse algo assim, poderíamos dar a missão como completa, agora tudo que temos que fazer é entregá-lo no QG. -

Com o término da frase de Jibril, Zed que ficou encantado por sua beleza e provavelmente sequer escutou sua discursão, agora revelada a luz do dia naquele Sol que brilhava forte no céu e não naquele beco escuro e úmido, andou lentamente até ela, se ajoelhou e emocionado com lágrimas começou a falar para a garota o que estava sentindo. Ela que já estava bastante feliz, se surpreendeu com a atitude do rapaz, colocou umas de suas mãos com os dedos entreabertos abaixo de seus lábios e soltou um sorriso sádico conforme ele falava, então o respondeu com um tom quase tão sádico quanto seu sorriso de um modo que poderia surpreender quem escutasse.

- Então você descobriu quem eu sou? Realmente, eu sou a Princesa Kaguya por trás das cortinas, então você deve me obedecer e me servir como sua mestra. -

- Hihihihihi. Acho que no final das contas, acabei gostando dela, ei Zed, vamos voltar também, Cruzis tinha me dito o mesmo. -

Disse Hana em um tom irônico acompanhado de uma risada ao ver a atitude de Jibril diante da crença no mínimo louca do rapaz. Zed tinha pedido que Drake levasse o homem capturado, mas mesmo assim, Hana tomou a atitude de pegá-lo, ele estava caído no chão em uma posição não muito confortável, com aquilo virado para Lua, então Hana o virou e começou a dar alguns tapas em sua face, até que ele acordou, com isso ela disse com um tom amável, mesmo sendo um criminoso.

- Você está preso, vamos levá-lo para o QG agora mesmo para que seja julgado por seus crimes contra a população local. -

Já não havia mais pessoas para serem confortadas por Ali ou os outros, apenas alguns civis remanescentes que conversavam na rua ou passavam cuidando de suas vidas. Já era hora dos marinheiros irem para o QG entregar aquele que causou tantos problemas, então Hana levantou o homem que não disse nada, se manteve de cabeça baixa e começou a ser levado, logo depois de ele se levantar, Jibril colocou um saco em sua cabeça e logo depois deu sua mão para Ali enquanto andava, seus dedos mais uma vez foram entrelaçados pelos da pequena, sendo que nesse momento, Jibril estava com um semblante de satisfação, acompanhado de um sorriso.

Lynn seguia na frente, com os outros o acompanhando, nessa volta para o QG, Ali parabenizou a todos pela missão feita, além de ter ficado muito feliz por todos terem trabalhado juntos. É claro que todos ou quase todos acharam essa uma bela atitude da pequenina, especialmente Drake que a responde dizendo que devem manter a confiança e cuidar um dos outros, mas boceja logo depois devido ao seu cançaso e Jibril, que ainda de mãos dadas, sem parar o ritmo dá um beijo no cabelo da fofa menininha.

Algum tempo depois, Lynn troca olhares com Ali e fala que ela fez bem, enquanto ao mesmo tempo o ruivo deu mais uma passada de mão na cabeça de garota, que não demorou nada a ser consertado por Jibril ao seu lado. Hana estava centrada em escoltar o prisioneiro sem que fugisse, mas hora ou outra olhava sorrindo para a garotinha andando e soltava um sorriso, ainda parecia extasiada com a fofura que via. Se aproximando do QG, Ali perguntava como deviam prosseguir e era respondida por Jibril depois de um leve silêncio com uma olhada para cima seguida de um sorriso com uma olhar nos olhos da pequenina e um tom tão doce quanto o da menininha.

- Primeiro vamos passar em uma sala para pegar um remédio, eu tenho que dar um comprimido para o Lynn, ele anda bem animado ultimamente... Depois nós o levamos diretamente para o Cruzis e ele vai encaminhar o suspeito para o responsável por interrogar e essas coisas. -

Não demorou para que eles chegassem no lugar, Jibril se soltava de Ali ao deslizar sua mão na da garota, possivelmente causando até mesmo um arrepio, depois saiu andando na direção de uma sala próxima da entrada. Jibril levantou o indicador fazendo o sinal para que esperassem um pouco. Entrava na sala do mestre de Jibril, Kamui, sendo que de lá saia com um comprimido azul, o deixando na mão de Lynn, ela fala para o rapaz, sorrindo de maneira sádica.

- É só tomar esse comprimido, tudo vai ficar bem. -

Depois disso, todos a acompanham até a sala do Cruzis, onde Ali bate na porta com suas pequenas mãozinhas e fala que vieram para reportar a missão. De dentro da sala, era possível escutar alguns sons, seguidos de algumas tosses, com alguns papéis se mexendo e a janela, então a voz do Cruzis era escutada por todos, em seu tom normalmente firme.

- Podem entrar. Cof… Cof… -

Entram Ali, Drake, Jibril, Hana, Lynn e Zed, diante dos marinheiros, Cruzis começa a colocar alguns papéis em sua mesa e a carimbar, mas estava na cara que ele estava escondendo alguma coisa, sem falar em um cheiro esquisito que estava na sala, bem diferente do normal que todos estavam acostumados, não era queimado, mas mesmo assim Zed comenta sobre isso, escutando o comentário, Cruzis olha para o rapaz com os olhos arregalados, volta a mexer nos papéis, mesmo que suando e fala sério, na medida do possível para sua situação atual que ainda era desconhecida para os marinheiros.

- Cuf… Bem... Uhum… Prossigam, vocês voltaram bem cedo, o que aconteceu? -

Ali começava a falar, dizendo exatamente o que havia ocorrido e justificou as atitudes de seu grupo assumindo total responsabilidade, mas antes que o tenente respondesse, quem tomava a palavra era Drake discordando da culpa da garota e falando que executaram a missão sem problemas fazendo o que deviam fazer. Quando Cruzis achou que finalmente poderia falar, Lynn tomava a palavra falando que ele foi quem liderou tudo e assumiu a responsabilidade da culpa, os outros apenas escutaram, mas o tenente finalmente fala com seu tom superior, embora ainda tivesse um pouco de tosse, talvez estivesse gripado ou coisa do tipo.

- Entendo, então esse nas mãos de Hana é o suspeito? Está tudo certo então, a missão era acalmar a população ao patrulhar o lugar, sem que necessariamente se envolvessem em conflitos, por sorte vocês conseguiram o impedir, parem com isso de querer assumir a responsabilidade de uma coisa correta, eu mesmo não teria feito diferente, ninguém se machucou, certo? Então tudo bem, não vou punir ninguém por algo que poderia acontecer, mas não aconteceu, prefiro acreditar que tomaram a decisão correta, Jibril, pode levá-lo até Olahf, ele vai cuidar do suspeito, depois retorne aqui, vou passar para eles o que eu havia comentado com você mais cedo. -

Com a frase de Cruzis, confirmando que a missão havia sido um sucesso e sua frase sobre conversar com o resto do grupo, o sorriso de Jibril que havia se tornado um semblante mais sério ao entrar na sala do superior, se tornou mais uma vez em uma postura mais cabisbaixa. Ela abaixou levemente a cabeça, cerrou seus punhos e guiou o suspeito porta a fora, passados alguns segundos, Cruzis voltou a falar, dessa vez, com um tom mais sério e até que de certa forma um pouco comovente ao pensar na morte de seus companheiros, além de dar algumas pausas para puxar ar e os soldados tivessem tempo para compreender cada situação e olhando nos olhos de cada um dos que estavam na sala, alternando o olhar, mantendo suas mãos com os dedos entrelaçados um pouco a frente de seu rosto e os cotovelos apoiados na mesa, hora ou outra mexia a cabeça para os lados em sinal de negação do que havia ocorrido.

- Eu tenho uma outra missão para passar para vocês, mas antes quero conversar sobre Jibril... A situação é a seguinte, ela já participou de outros grupos em missões antes de eu colocá-la com vocês, o problema é que todos que se juntaram à ela, tiveram um fim trágico... O primeiro grupo, foi completamente massacrado, ninguém além dela sobreviveu... Quando foi para o segundo, alguns morreram, outros tiveram todos os membros do corpo decepados, tendo que viver a cuidado dos outros pelo resto da vida... No terceiro, acabaram queimados até a morte, sendo que o único que sobreviveu, se suicidou um pouco depois por não conseguir conviver com a nova aparência... No quarto, o navio afundou depois de uma explosão, matando todos que navegavam... E por aí vai, como nunca tivemos provas concretas de que ela teve algo a ver com isso e suas explicações sempre foram bastante plausíveis, decidi não puni-la e dá-la mais uma chance, apesar de todas essas situações e outras… -

- Além de tudo isso, ela nunca conseguiu completar uma missão, então fiz um acordo com dois termos para ela, primeiro, ela tinha que finalizar a próxima missão, segundo, o grupo que acompanhasse a garota devia aceitá-la nas próximas missões, então queria saber se vocês estariam dispostos a trabalhar juntos nessa próxima missão e mais, com a presença dela… Pode entrar Jibril, eu estou vendo você... -

Quem olhasse naquele momento para a direção que Cruzis começou a olhar, no caso a porta, veria a Jibril do lado de fora da sala, apenas com metade do corpo aparecendo e com a cabeça abaixada, provavelmente por escutar sobre todas as atrocidades das quais de algum jeito ela esteve envolvida. Os outros poderiam sensibilizar, ou não com as histórias trágicas contadas por Cruzis, mas ela não entrava na sala, ficava estática pensando em tudo que lhe havia acontecido, novamente com os punhos fechados. Independentemente da escolha do grupo de marinheiros, Cruzis continuaria falando, agora com a voz mais normal e séria que antes, durante a conversa, entregaria uma medalha para Zed e uma para Hana.

- Tudo bem, Jibril, você já sabe o que fazer, né? Quanto a vocês... Zed e Hana... Não é isso? Eu tinha minhas dúvidas quanto a promover vocês, mas depois dessa missão efetuada com sucesso e ainda acima de minha expectativa... Meus parabéns, estou lhes promovendo a sargentos a partir de agora, aqui, cada um pegue uma dessas medalhas por terem completado a terceira missão como marinheiros, vou organizar a papelada daqui a pouco... Mas já podem se considerar com a promoção... Por fim, escutem… Como alguns de vocês já devem saber, temos alguns civis que serão escoltados para a Grand Line, na ilha de Terralegre... Vão falar com o tenente Mustache, ele está no refeitório agora, vocês o ajudarão nessa missão, erros não serão tolerados, o sucesso dessa missão é crucial, bem, se entenderam e não tem mais dúvidas, vão se encontrar com o tenente e ele passará o resto dos detalhes, o navio já está sendo preparado para partir no porto.No caso de todos efetuarem está com sucesso, também serão promovidos... Mas de toda forma, se puderem me dar licença, tenho alguns assuntos para quei… Resolver! Isso, resolver. -

Tenente Mustache:
 

Action Figure de Loguetown:
 

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 5 EmptySex 06 Jul 2018, 14:10



Tróia - Parte 3
Pandemonium


O calor da batalha estava cada vez mais próximo, mas não sem antes me encontrar com a pessoa que eu mais gostaria de acabar coma vida nesse quartel, Yami. Sua dica no final era útil e maldito seja o engenheiro que construiu esse quartel-general para construir corredor e quartos sem padrões e que apresentavam dificuldades para encontrar a sala desejada. Rams estava dentro da sala e não podia ser um lugar mais do que incrível, haviam das mais diversas formas de se treinar e exercitar ali dentro, o octágono no centro trazia uma emoção ainda maior, nunca havia lutado dentro de um, mas me lembro quando formaram um campeonato de luta legalizado em Shells Town, foi bem interessante ver todas aquelas lutas.

Com o charme daquela sala, Ramiel aceitava me ajudar a retirar o gesso, ele havia me dito antes que a sala estava em processo de reforma, mas ela estava ótima da maneira que eu havia visto como primeira impressão. O meu braço estava bem e não pareciam ter contradições, mas era possível notar um ar de preocupação relacionado a maneira de que o ceifeiro me respondia, suas respostas curtas e quando deu a mais longa de todas, ele mostrava que normalmente esse tipo de fratura tinham um tempo de recuperação bem mais longo do que o usual. A sensação de estar dentro do octágono era diferente de qualquer outro, me sentia mais preso do que o usual tendo um espaço mais limitado para me movimentar, meu braço estava bom e não me via tendo problemas quanto ao mesmo.

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Um olhar preciso e um sorriso no rosto ao levantara minha manga e fazer força em meu braço direito, retiraria rapidamente o meu paletó e sapatos jogando-os por cima do octágono e olharia diretamente para Ramiel do qual já assumia uma postura de combate, mas sem suas armas. - Não pouparei esforços, Ramiel. – Meu olhar mais sério assumia a postura de combate, o pé esquerdo a frente junto com a minha mão esquerda para potencializar os meus socos e chutes. O primeiro movimento sempre era o mais difícil, a dúvida de como eu deveria agir, como executar o primeiro golpe e tudo mais, mas eu tinha uma boa ideia de como eu poderia lutar contra o mesmo.

Da última vez que eu vi Ramiel lutando, ele bloqueou os inúmeros golpes dos quais foi recebido e decepou a cabeça do agressor com facilidade usando suas foices, mas frente a frente e desarmado, não sabia como ele iria se portar, o jeito era descobrir e para isso precisava atacar. Assumiria a mesma postura adotada contra One, andando de lado e um pouco para frente, tentando ficar no centro do octágono e partiria em meio a um dash para frente de Ramiel, estendendo o meu braço esquerdo e jogando todo o peso do meu corpo em um golpe direcionado ao seu peito. Independente de meu sucesso ou não, estaria sempre mantendo Rams em minha visão onde continuaria com os joelhos flexionados e rodando o meu corpo para caso ele estivesse esquivado ao lado, aplicando um segundo dash fazendo da mesma maneira, mas este usando o meu braço direito com máximo de força que conseguia empunhar.

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Esses dois primeiros golpes eram para testar qual estratégia de defesa que Ramiel utilizaria, então independente de seus resultados tentaria dar um passo para trás tentando não entrar em sua zona de ataque, mas caso viessem ataques do mesmo, tentaria usar da flexibilidade do meu corpo para me abaixar esquivando de golpes altos, mover-me para o lado em golpes diretos, pular para trás em golpes de altura média e dar um grande salto em golpes mais baixos, onde tentaria aplicar um direto em seu rosto(#likeasupermanpunch). Com os primeiros golpes em teste, decidiria por onde deveria atacar em seguida, tomando uma distância mínima de dois metros dele, onde começaria o embalo para minha técnica. Havia utilizado ela contra Crasus e havia surgido um grande efeito sobre o mesmo, mas desta vez, usaria ela separadamente de outros ataques. Traçando a movimentação no símbolo do infinito, meus primeiros dois socos seguiriam em direção as suas costelas, tentando prever para que direção ele se desviaria ou quais braços utilizaria para bloquear o golpe, os dois seguintes iriam em direção as laterais de seu abdômen e o último mais potente seguiria em direção ao seu queixo com a maior força que conseguisse alcançar.

Eu esperava tê-lo acertado pelo menos uma única vez, mas também não me surpreenderia se não o tivesse, Ramiel era um agente mais do que experiente e havia uma história da grand line onde os monstros dominavam boa parte, não sabia qual seria a sua resposta para aquele ataque, mas sabia que deveria manter uma ofensiva. Para isto, não pouparia esforços, eu me lembrava de quando ataquei Zed com meu braço e ele ficou nocauteado com aquilo e sabia que deveria repetir aquele ataque novamente. Me posicionaria da mesma forma em que Crasus usou para me atacar da última vez, concentrando a força em minha panturrilha por dois segundos até que usasse de todo o meu impulso para realizar um dash na sua direção, meu braço direito entendido para tentar acertar o seu torso com a máxima força que conseguisse reunir e o impacto do peso do meu corpo para conseguir o máximo de dano causado.

Se em qualquer momento, algum dos meus golpes falhassem, me colocaria na defensiva, eu usaria de toda a minha experiência em combates para me esquivar dos futuros ataques provocados por Ramiel, usando da minha capacidade de aceleração para conseguir me afastar de seus socos ou chutes, tentando sempre manter uma distância do mesmo, tentaria não me especializar em um único estilo de defesa e bloquearia caso percebesse que o golpe não seria tão potente, onde disputaria força com força para conseguir empurrá-lo para trás e caso conseguisse, partiria com o máximo de velocidade que conseguisse adquirir em um direto de direita na direção de seu peito da mesma forma que tentei fazer nos meus primeiros golpes.

Em caso de ser acertado, tentaria me recuperar o mais rápido possível, me levantando caso caísse jogando as minhas pernas para cima e fazendo um “Knock-up”. Tentaria não parar as minhas sequências em nenhum momento, sempre mantendo uma velocidade constante de um golpe para outro, gastando toda a minha energia naquelas combinações. Caso ambos esgotássemos os nossos ataques, tomaria uma distância de três metros do mesmo, tentando encostar na grade para pensar em uma estratégia de ataque futura. - E aí, o que acha?!


Objetivos:
 

Histórico:
 

Técnicas utilizadas:
 

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O Palhaço Pervertido e Obstinado






Enquanto caminhava seguindo para o QG após o término da missão, Drake se depara com Jibril e Hana se provocando de forma como se quisessem começar ali mesmo um concurso para saber quem era a mais avantajada, isso mesmo, avantajada, as duas discutiam para saber quem era a mais gostosa e com os maiores seios? Na cabeça insana com sua mente tão pervertida quanto era perversa Drake achava isso fielmente, o ruivo olhava para as duas enquanto as mesmas se desafiavam e discutiam, a mente de Drake começava a ficar bagunçada ao ver aquilo mais o jovem continuava andando, cerrava seus olhos e sua língua passava lentamente pelos seus lábios, parecia que o jovem mágico estava olhando para não um mais dois pedaços de carne suculentos se sacudindo e discutindo uma com a outra, Drake coloca suas mãos no bolso e joga seus quadris para frente em um ápice de êxtase e excitação incomum, esse era Drake seguindo para o QG enquanto pensava em sabe-se lá  o que poderia sair daquela cabeça perturbada.


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“Olha aquelas garotas… O que elas estão fazendo desse jeito? Será que elas não sabem que estão cercadas por marinheiros homens? Ou será que elas gostam de se exibir assim em público? Oh… Que visão magnífica, acho que estou ficando com problemas…”


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Após chegar à sala do tenente Cruzis, os jovens passam cada um o seu ponto de vista no que diz respeito a missão completa, mesmo tendo feito algo além do que era mandado Drake se sentia tranquilo e feliz com aquilo, o jovem enfim pode sentir o que era de fato ser um marinheiro e o que era ajudar a população dos malfeitores, o sonho do jovem ruivo estava se realizando aos poucos, o primeiro passo já havia sido dado e isso deixava Drake muito feliz por dentro mesmo sem demonstrar externamente, poder de fato trabalhar protegendo as pessoas de piratas e bandidos era o que o jovem tanto ansiava e isso estava se tornando realidade naquele exato momento.
Cruzis então após todos terem dado seus pontos de vista pede para que Jibril se retire da sala e leve o bandido até um tal ohlaf, que era quem cuidaria do interrogatório do meliante dali para frente, após Jibril “sair” da sala, Cruzis começa a abrir o jogo com os novos marinheiros, o tenente começa a dizer que Jibril era alguém que vinha de muitos outros grupos que haviam tido um final trágico, toda a sua tripulação sempre morria e ela sempre permanecia viva e isso era algo que deixava Drake um pouco pensativo, alguém que sempre está envolvido em coisas tão problemáticas e sempre saindo com vida enquanto seus companheiros de tripulação sempre eram aniquilados, o mágico não demonstra nenhuma repulsa para com a menina mas também não demonstrava compaixão pela mesma, já que ela era bastante suspeita sobre tudo o que ocorreu.
Após algum tempo Cruzis pede para que Jibril saia de trás da porta e entre na sala, a menina parecia ter ouvido tudo o que o tenente disse e parecia estar esperando a reação de todos ali, Drake não mediria uma palavra sequer com pena da menina, e suas palavras poderiam de certa forma machucar a garota.


- Bom, contanto que ela não me atrapalhe a atingir meus objetivos eu não vejo problemas… Mas abra seus olhos garota, você é bem suspeita estando envolvida em todos esses casos e se por algum acaso você estiver envolvida diretamente com qualquer um que seja dos casos e sequer pensar em fazer o mesmo com está tripulação, eu não pensarei duas vezes em te eliminar, verei você apenas como um dos obstáculos dos quais eu vou precisar passar para chegar onde quero chegar…


Drake poderia ter parecido duro em suas palavras, mas era daquele jeito que o jovem se sentia diante de alguém que talvez tenha causado tantos problemas e mortes a companheiros de tripulação, porém nem tudo era o que parecia ser, o jovem mágico se vira pedindo licença para Cruzis e segue em direção a porta lentamente onde passaria ao lado de Jibril, as mãos que estariam em seus bolsos são colocadas para fora e seus punhos se fecham enquanto Drake se aproxima da garota para sair da sala e aí acontecia algo que ninguém provavelmente esperaria, o ruivo estende sua mão fechada em direção ao rosto de Jibril que estava de cabeça baixa, estiva seu dedo indicador e o coloca embaixo do queixo da menina e levanta seu rosto calmamente dizendo.


- Não se preocupe, eu posso ter dito aquilo, o que de fato eu farei caso haja alguma suspeita sobre você, porém não temos nenhuma e sinceramente para mim você é só alguém que teve que passar por uma merda de passado bem fúnebre, então… Não se preocupe com nada, a não ser que prove o contrário você agora, no que depender de mim é claro, já é parte da tripulação, e vamos fazer de tudo para te proteger assim como fizemos com a população hoje mais cedo… Então a partir de agora você será conhecida como Jibril, a nova integrante da nossa tripulação… E fique tranquila, faremos de tudo para não deixar que nada daquilo aconteça novamente… Agora erga sua cabeça, nessa tripulação ninguém abaixa a cabeça e se curva perante ninguém… É totalmente o contrário.


Drake termina sua fala com um leve sorriso para Jibril enquanto passa sua mão sobre o cabelo da mesma e antes de sair da sala perguntaria a Cruzis onde seria o banco mais próximo pois o garoto precisava depositar uma certa quantia em dinheiro, após a resposta do tenente o ruivo seguiria para fazer o depósito e também fazer as compras dos materiais para a forja de sua manopla, o jovem mágico iria primeiramente ao banco depositar 4 milhões dos 6 que haviam com ele e deixaria 2 milhões com sigo para a compra dos materiais de sua manopla.
Caso Cruzis não soubesse onde fosse o banco, Drake seguiria mesmo assim e perguntaria para qualquer um que visse em seu caminho, tanto os marinheiros que estivessem dentro do QG quanto a civis fora do mesmo caso o jovem tivesse que sair do QG para ir ao banco.
Seguindo após o depósito do dinheiro, o ruivo seguiria para a mesma loja na qual Alipheese havia comprado os materiais, por coincidência a loja era a mesma que havia acabado de sofrer um assalto e havia sido salva por Drake e seus companheiros, o jovem então seguiria para a mesma de forma tranquila e após chegar a mesma retiraria o desenho que Ali havia feito e veria os materiais escritos na mesma, Drake tinha em sua cabeça os materiais que queria e os havia passado para a menina de cabelos brancos quando a mesma estava na criação do desenho de sua manopla, porém não custava nada o garoto olhar novamente para ter certeza do que comprar na loja.


“Hmm, acho que a parte desse adorno eu vou deixar para uma futura melhoria na manopla… Bom, vou levar apenas o ouro e o couro negro para que a Ali tenha com o que trabalhar por agora, futuramente compro algo mais resistente e melhor, para uma primeira arma não acho que apenas ouro e couro sejam tão ruins assim.”


Drake estaria disposto a gastar até 600 mil barries em suas compras, e após a compra seguiria diretamente para o QG novamente, a idéia de Drake ao chegar no QG era a de procurar primeiramente alguém que pudesse o vender algum livro sobre perícia com acrobacias, o jovem pretendia melhorar seu arsenal de movimentos para se tornar o mais ágil e esguio em combate o possível.


“Hmm, acho que irei até a sala de treinamentos… Talvez eu encontre alguém por lá que tenha como me vender esse livro, no pior dos casos eu acho alguém e o pergunto onde posso encontrar alguém que possa me vender esse livro…”


Drake seguiria para o QG em direção a sala de treinamento, a mesma na qual havia praticado o exame de admissão para a marinha, ao chegar lá o jovem ruivo olharia a sua volta buscando encontrar alguém, caso fosse alguém que pudesse o vender o livro de acrobacias Drake não exitaria em comprá-lo ali mesmo e ofereceria até 1 milhão para o homem que o tivesse vendendo, mas se não encontrasse a pessoa para vendê-lo e tivesse alguém por perto perguntaria como achar uma pessoa para tal finalidade.


- Ei, desculpe o incomodo, mas estou atrás de alguém que poderia me vender um livro de acrobacias, sabe onde posso encontrar uma pessoa assim?


Caso a pessoa fosse o possível vendedor do livro Drake o ofereceria o dinheiro e pegaria o livro para seguir em frente.


- Ah, ok, então você poderia me vender o livro de acrobacias? Fiquei interessado e estou disposto a comprá-lo, tenho 1 milhão em minhas mãos, o que acha?


Drake esperaria a resposta da pessoa e após a possível compra do livro para sua nova perícia, o jovem mágico seguiria ao refeitório para se encontrar com Alipheese e os demais, o ruivo tinha em suas mãos os materiais necessários para o início da sua nova manopla e precisava passa-los para Ali, Drake se uniria aos companheiros no intuito de esperar pela sua próxima missão que antes havia sido citada por Cruzis, e após recebê-la junto aos demais concordaria em aceitar se todos aceitassem a mesma, e então esperaria para embarcar no navio.


Drake esperaria até subirem no navio e entregaria os materiais para Ali, o jovem estenderia suas mãos e daria a sacola com os materiais para a pequena grisalha e a pediria para forjar a sua nova arma, o ruivo esperava bastante por aquele momento, porque para Drake ali se daria o ponto inicial de seus objetivos.


- Ali, então… Eu comprei os materiais que havia dito sobre a manopla… Aqui estão os materiais que estavam escritos no papel que você me deu com o desenho da mesma, então, espero que eles sejam os necessários para a forja da mesma.



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O acolhimento do anjo

O disparo havia sido efetuado e o sucesso foi o seu resultado, a alva garota ali não teria uma reação que não fosse comemorar internamente o próprio sucesso, confiou  que os demais fariam o seu serviço, enquanto olhou da sua própria perspectiva pelas costas os demais companheiros, aqueles que estavam na linha de frente fariam o seu avanço implacável, enquanto aqueles que se destinaram a protegê-la ainda estavam próximos e isso a faria ali sentir-se segura o suficiente para que pudesse recarregar a sua arma, ao pegar do seu coldre o necessário para que pudesse deixar ali a sua arma totalmente carregada e então ativou a trava de segurança de sua própria arma novamente, não havia mais necessidade de que ela continuasse a seguir concentrada por completo em ser o mais precisa possível, sua cabeça estava recheada de pensamentos, enquanto ela assim que pudesse ver a situação mais controlada, seguiria para mais perto da loja.

“Bom, talvez esse não seja o grupo mais normal ao qual eu mesma poderia esperar da marinha mas, isso importa? No fim, todos de seu próprio modo trabalharam com o que podiam acrescentar para fazer com que as coisas pudessem dar certo, mas não vou me focar nisso e sim, no papel que eu devo me incumbir daqui pra frente, ter uma arma apontada na sua direção deve ser algo assustador, assim como viver sem a possibilidade de defender-se contra esse tipo de coisa também deve ser… Lembra Ali, um sorriso e segurança na hora de falar.”

A população aos poucos havia começado a sair de suas casas e uma a uma, aos poucos a luz de Alipheese era capaz de iluminar cada um dos corações que ainda estavam envoltos pela escuridão que o medo poderia trazer, sendo mais efetiva com alguns do que outros, pelo fato de não ser perfeita a cada expressão de medo que poderia ali deixar de ver ou ser substituída pela serenidade ou até mesmo por um sorriso pareceu que ali o coração da garota se preencheria com mais alegria, orgulho e aos poucos o clima pesado que existia ali, dava um tom vívido e glorioso onde aqueles que estavam naquele palco eram os protagonistas como heróis para a população local, a energia positiva era grande o suficiente para que naquele momento, os olhos vermelhos da garota pudessem apresentar um brilho comparável ao de uma jóia preciosa, se havia algo que a fez ter mais certeza de que era esse o efeito que ela queria causar às pessoas, esse era o seu momento, imaginou quantas vezes seus pais já estiveram em seu lugar e com carinho a memória deles naquele momento pensou que eles poderiam se orgulhar de quem ela havia se tornado, de quem ela ainda iria se tornar. Hana havia se aproximado e apertado a sua bochecha e isso a fez, por um momento olhar para cima, para ver quem o fazia, deixando a ver um sorriso que agora era ainda mais iluminado que uma vez poderia estar, era algo tão puro que até mesmo anjos talvez não pudessem se equiparar, pela sua pele clarinha era possível que sua  pequena bochecha ficasse marcadinha de leve por algum momento, de modo que não seria notável em um primeiro momento caso fosse possível, por seu olhar direcionar-se a celestial.


Ver a forma como ela sorria e estava feliz com aquilo por um momento poderia ter feito com que a pálida garota pudesse identificar-se um pouco mais, talvez não pudesse compreender o que a levaria a ficar feliz daquele modo que não fosse ligar ao que ela mesma estivesse sentindo no momento e dessa vez era um sorriso diferente do que havia visto anteriormente, era algo que fez com que seu pequeno coraçãozinho pudesse acelerar por um momento e suas bochechas serem ali coloridas em um tom rosado ao qual a tornaria ainda mais graciosa naquele momento. Seu olhar se voltou às vozes que os aplaudiam ali e até mesmo uma visão peculiar poderia lhe fazer divertir-se um pouco com o que aconteceu, havia uma espécie de pinguim repetindo os movimentos que os demais faziam com as mãos e todo o cenário pareceu ter vindo diretamente de um sonho para ela. Aos poucos poderia ver que a população iria se dissipando e a vida voltaria aos poucos ao normal, a cidade continuaria a funcionar e isso era algo reconfortante, a lembrando de como sua própria ilha, havia mudado e  se tornado irreconhecível mediante a ameaça pirata que aquele bando pirata havia causado, isso a fez ver como era importante o papel que a marinha poderia exercer, quando com suas próprias mãos e com o trabalho em equipe, conseguiram ali trazer de volta à normalidade a vida das pessoas.

Olhando para os demais companheiros, naquele momento poderia ver uma espécie de discussão acontecendo entre Jibril e Hana, e em um primeiro momento não conseguiria entender bem sobre o que elas falavam quando diziam ter algo maior que o da outra, mas talvez ali fosse pela percepção própria ou até mesmo pela reação dos meninos, seu rosto tornaria-se completamente vermelho quando a ficha lhe caiu sobre o que elas falavam. Olhou para baixo, e levou as mãos contra a farda na altura de seus próprios seios e diferente das outras duas, ali não encontraria nada e isso a faria fazer uma expressão  que poderia ser um pouco engraçada de se ver.
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Mas pareceu que tudo isso havia sido algo longe do que ela havia imaginado, pareciam falar sobre seus cabelos e pelo menos isso ela poderia oferecer uma disputa justa.Sua mente deixou de focar-se nisso, no momento em que havia ouvido a celestial a elogiar,  ouvir era diferente, ainda mais quando tratava-se de alguém  que mexia com a sua própria estrutura, poderia ali dar-lhe uma sensação de recompensa e felicidade ainda maior, uma cena um tanto quanto diferente do que ela poderia esperar em relação ao loiro que havia sido um pouco mais agressivo mais cedo, sua própria atitude havia parecido a ela orgulhosa demais para que ele  pudesse ter esse tipo de reação e levou pouco tempo para que pudesse entender um pouco que aquilo tratava-se de uma demonstração de fé do rapaz, ainda que não soubesse identificar qual seria o tipo de religião que o garoto seguia, já havia lido a história da princesa Kaguya diversas vezes e não seria errado atribuir a imagem angelical ao da própria princesa, mas o que mais tornou aquilo divertido, foi a forma como a garota havia encarado a situação, de modo que mesmo sem entender muito bem teve vontade de rir um pouco, de uma forma tímida e contida para que abafasse o som. A própria frase de Hana ali, poderia fazer com que o clima de tensão que pudesse existir entre as duas, talvez ali deixasse de existir ou ao menos era isso que a pequena acreditava, esta também havia tomado o papel de levantar o prisioneiro, de modo que  agora livres, poderiam voltar de forma tranquila ao QG, em especial por jibril ter colocado um saco em sua cabeça, que o evitaria de poder falar conosco, ou ao menos foi esse o propósito que a marinheira poderia ver na ação da garota de cabelo rosa.

Em resposta a oferta de segurar as mãos de Jibril, ela não saberia ali como recusar, deixaria o calor das mãos da celestial passarem pela sua e sua pequena mão ser completamente envolvida pela sensação que aquilo lhe trazia, ainda era uma sensação nova, poder andar com as mãos dadas a alguém e para alguém tão aficionada como a própria garota era em livros mais lúdicos, o significado daquilo era ainda mais puro e forte do que talvez realmente fosse para pessoas que já tiveram mais experiências na vida, seus olhos a fariam olhar novamente para a celestial, enquanto seu próprio corpo aproximou-se mais para que caminhassem mais próximas uma da outra. A ver com aquele ar diferente, era algo que de algum modo mexia um pouco com o coração da pequena e não a incomodava nesse momento sentir-se assim. Não demorou muito para que enquanto caminhavam ali, a garota ter dito como se sentia em relação ao que haviam feito e por mais que a reação não fosse como um todo positiva, surpreenderia-se com a atitude do anjo ao seu lado por dar-lhe um beijo na parte superior de sua própria cabeça, mesmo que houvesse muito cabelo que  pudesse ali fazer com que o  seu tato fosse menor, sua própria reação acabava sendo de encolher-se levemente enquanto sentia-se ali profundamente querida pela  demonstração de afeto, aquilo a fez um bem que ela não saberia como expressar, apenas sentir.

Caminhou ali por mais um tempo, sendo grata as palavras de Lynn que bagunçou novamente o seu cabelo, gostaria ali de poder ter uma facilidade maior para lhe responder mas, dentro do próprio furacão de emoções que passavam-se dentro de seu próprio peito naquele momento, em um cenário mais descontraído pelo término da missão, a garota não conseguiria fazer muito além de oferecer o seu próprio sorriso ao rapaz como resposta. Uma coisa que ela havia notado era que as vezes, Hana lhe direcionava um sorriso, talvez realmente pensasse em Ali como uma criança adorável e não podia condená-la por isso, era a reação mais normal de se ter pela sua própria aparência e desde que isso não a impedisse de alcançar seus objetivos, não a incomodava, ainda tinha na cabeça de que poderia crescer e se tornar um pouco mais próxima da idéia de uma mulher madura, em relação ao seu próprio corpo, por mais que a realidade talvez não a abençoasse dessa maneira.

O gesto que a celestial tinha de lhe arrumar os cabelos era um cuidado simples mas que sempre a fazia sentir-se bem, a sensação dos dedos de Jibril passando pelos seus cabelos era algo que lhe trazia um conforto grande e a preocupação em mantê-la arrumada, para ela seria um modo de mostrar preocupação.

Talvez devido a todas interações ao qual poderiam ter ocupado a sua mente ou mesmo pelo sucesso que poderiam tê-la inebriado os sentidos por um momento, por algum motivo a volta pareceu muito mais rápida, ainda que tivesse muito mais coisas memoráveis do que quando ela partiu dali, perguntou a Jibril como deveria fazer, esperou que ela soubesse melhor como deveriam prosseguir, já que  era a sua primeira vez levando um prisioneiro até o QG para que a justiça pudesse tomar o seu rumo. Tentaria a olhar nos olhos, mas acabaria desviando o olhar, o modo como a sua voz era doce com ela acabava a desarmando um pouco naquele momento, e com isso a acompanharia, até o local onde deveria encontrar o remédio para Lynn e o modo como a marinheira havia deslizado a sua mão sobre a mão da pequena havia causado um leve arrepio que a percorreu como um pequeno choque elétrico que era bom de sentir. Não levou muito tempo para que a garota pudesse retornar e por fim pudessem prosseguir para a sala de Cruzis, em um primeiro momento as tosses causaram uma certa preocupação para saber se tudo estava bem, então assim que lhe fosse dada a permissão adentrou a sala junto aos demais,  havia um cheiro estranho mas, tentou não demonstrar muito isso, talvez o Tenente estivesse com uma dor de barriga ou algo do tipo, ao menos seria essa a linha de pensamento de Alipheese. Quando era perguntada sobre o motivo de estarem ali, faria um relatório completo.

Diferente da bronca que esperava, não só teve o apoio de quase todos que foram junto a ela para que ela não pudesse levar a culpa sozinha como o próprio Tenente havia agido de uma forma que ali lhe agradou, o mais importante ali era que ninguém havia se machucado, uma atitude que imediatamente a fazia comparar ao descaso que houve em uma missão desproporcional ao qual era liderada por um homem sem preparo, ainda que ambas situações tenham culminado como um sucesso, a missão dada por Cruzis havia resultado em uma melhor segurança para a população, assim como garantiria experiência para todos que ali estavam presentes, sem que houvesse baixas, apesar da atitude excêntrica o modo como ele cuidava da população e até mesmo como era paciente com as atitudes abrasivas, a instigou a pensar naquele momento que essa era uma imagem melhor de se ter para um líder do que havia tido até então.Jibril então seria mandada por ele, que levasse o prisioneiro consigo, não achava que ela deveria encontrar alguma dificuldade, o homem estava devidamente restringido e não parecia ter forças de vontade para resistir, havia sido privado da visão e com isso, a única preocupação que seria passível na cabeça da pequena seria sobre qual seria o assunto que ele gostaria de tratar.


Acabaria por ver a própria relação da celestial e toda alegria por ter tido o sucesso pareceu tê-la abandonado, quando seu semblante tornou-se mais sério, beirando a uma atitude triste, como se tivesse vergonha e isso a incomodava, talvez se pudesse se comunicar melhor teria descoberto o motivo disso antes mesmo que entrassem mas, ela não era assim, lidar com pessoas ainda era difícil, em especial caso ela não estivesse  se colocando pressão o suficiente para que sua atitude possa se focar no que há de mais importante, como ocorre em missões. Olhou para as mãos que cerravam-se e o modo como ela se retirou da sala  e com isso o próprio sentimento positivo que carregava pesou-lhe por não saber como ajudar alguém que estava literalmente ao alcance de suas mãos naquele momento. Algum tempo depois que ela havia saído, respirou fundo e tentou permanecer firme em relação ao que Cruzis teria para falar. Quando a história da garota havia começado a ser revelada a ela, a garota não conseguia deixar de se colocar no lugar como forma de empatia e sua mente ali era bombardeada de informações.

“ … Como ela passou por tudo isso e ainda é capaz de sorrir? Me aterroriza a idéia de perder apenas uma pessoa novamente e como faziam parte de um mesmo esquadrão, eu imagino que talvez fossem até mesmo tão próximos quanto o nosso grupo...Não foi apenas uma vez mas  quatro outros grupos, nós somos o quinto grupo com quem ela trabalhou e… Isso explica muito o porque ela estava tão focada para que tudo desse certo, para que ninguém pudesse passar e chegar até a nós… Tudo começa a se encaixar… Talvez ela tenha nos procurado por sermos novos na ilha e por mais que alguns possam dizer que se sentiriam usados eu… Eu… Só consigo ver o desespero nessa situação… Se eu soubesse disso antes, teria  sido capaz de entendê-la por completo? Eu a trataria de forma diferente? Não… Eu não sou assim, talvez eu até me sentisse mais compelida a tê-la chamado para juntar-se ao nosso grupo… Isso é se eu fosse um pouco melhor com as palavras...Para uma pessoa passar por tudo isso e ser capaz de sorrir e lutar para permanecer dentro da Marinha, não acho que exista outra coisa dentro de si que não seja algo muito bom a oferecer, mesmo que ela tenha um lado diferente... No lugar dela, eu também não desistiria de meu sonho, ainda que tenhamos encarado tipos diferentes de desespero, ainda assim isso é um ponto que nos liga…”


Seu rosto teria um tom levemente avermelhado, e as lágrimas em seu rosto começariam a cair de uma forma intensa, sua própria pequena boca naquele momento acabava por mostrar levemente os dentes e esta tentou ali manter a firmeza ao passar a manga sobre o próprio rosto de modo a tentar secar as próprias lágrimas que continuavam a cair de um modo incessante, o aperto que havia em seu coração ali era tão grande que chegava a doer fisicamente e em sua bela feição seria possível ver que aquela história a incomodava profundamente.
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Em sua cabeça, teria respondido imediatamente que a aceitaria como parte do grupo mas, essa não era a pessoa que ela era e no momento em que ouviu que a celestial estava ali, seus olhos iriam imediatamente em encontro a sua direção, ela estava de cabeça baixa, se outros poderiam ali ter se sensibilizado naquele momento, há muito tempo já poderia ali sentir o que talvez pudesse se passar na cabeça da garota que estava agora na porta. Talvez não fosse a primeira a falar, em meio as lágrimas fecharia os próprios punhos e respiraria fundo fechando os olhos, tinha respeito pelo tenente e mesmo que a emoção quisesse tomá-la por completo, ela ainda era uma boa subordinada, um traço que não poderia deixar de ter, levantaria a sua cabeça e olharia o mais fundo que pudesse nos olhos do Tenente naquele momento, seu corpo todo tremia e era notável o quanto de esforço para ela era necessário para manter-se ali e dizer o que precisava dizer, a garota daria um passo a frente, de modo que talvez apelos ao próprio ego que não fossem claros o suficiente para a aceitação, talvez deixassem de existir.

-S-Senhor tenente..Eu… Nós a aceitamos… A oficial Jibril… Como eu relatei foi primordial para o sucesso da missão e… E… Eu garanto ao senhor que esse passado não a fará com que ela seja tratada com menos respeito, tão pouco vista como uma ameaça e como grupo eu… Eu tomarei toda a responsabilidade para fazer com que as missões sejam um sucesso… Para que a população, de onde quer que nossos superiores julgarem que nossa força possa ser necessária, se mostre competente… Com isso o… O Senhor poderia me conceder a permissão para me dirigir a porta?  Ainda irei o ouvir a tudo que o senhor precisar que eu ouça mas,eu… Eu não consigo… Digo.. Não quero simplesmente ver alguém que está com dor e ficar parada…

Ainda que seu tamanho  sequer pudesse chegar a  um metro e sessenta, por toda a firmeza ao qual ela se colocou a frente do Tenente, mesmo em uma situação extremamente  desconfortável talvez suas palavras tivessem ali mais poder do que se ela fosse um rapaz de dois metros com um tiro no pescoço.Sua voz ainda que extremamente dócil e respeitosa era carregada de emoção, de ideais e talvez naquele momento até mesmo de uma força para se fazer ser ouvida, a pequena permaneceria ali o mais firme que pudesse pelo que acreditava e mesmo que sua aparência fosse frágil e facilmente subestimável, o que ela havia ali falado, era diferente de um desacato ou um desafio a autoridade,  Cruzis poderia gentilmente ser levado ao pedido da garota sem que em momento algum ele pudesse ali perder a sua própria autoridade sobre e a garota mesmo que não tivesse ali a permissão concedida o respeitaria de cabeça baixa até que pudesse ser liberada, mas toda a situação e o clima ao qual as palavras da garota poderiam repercutir e a forma como o Tenente não teria nada a perder, talvez a ajudassem. O fato dela assumir a responsabilidade, não se denota em momento algum como convencimento, o próprio modo racional como a garota tentou trazer as próprias emoções e como ela era sincera a todo momento em suas atitudes, fossem em relação aos demais ou com ela mesma, fácilmente poderiam ver que não eram palavras vazias mas, carregadas de significado.
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Caso ele lhe desse a autorização, respeitosamente abaixaria a própria cabeça, enquanto juntaria os próprios braços por um momento em sinal de respeito a autoridade do homem e dirigiria-se até a porta, local onde Jibril se encontrava, não seria capaz de dizer ali nenhuma palavra, por mais que seu coração quisesse dizer muita coisa, desesperadamente, como um reflexo do que ela melhor poderia fazer ali, correria até a porta de seu próprio modo delicado, deixaria seu rifle que estava travado apoiado sobre um lado da porta e abraçaria a celestial, mesmo que sua cabeça pudesse acabar pressionada contra o abdome  da mesma devido a diferença de altura, ou que tivesse de abraçar apenas parte do braço de mesma, como podia, suas pequenas e delicadas mãozinhas se fechavam fazendo com que fosse um abraço bem apertado. Era uma atitude que talvez vinda da garota pudesse ser um pouco inesperada mas, não havia entrega maior do que a daquele momento e o que a garota tentou passar naquele abraço, mesmo que talvez seus pequenos bracinhos não fossem longos o suficiente para envolver por completo o anjo a sua frente mas, a idéia seria a mesma, queria com esse gesto mostrar que tudo estava bem, que ali, ela a aceitaria por completo.

Mesmo que permanecesse na mesma posição, estava prestando atenção no que o Tenente pudesse continuar a dizer, havia se comprometido a respeitar a sua presença e o que ele teria a dizer, e muitas informações passariam ali por sua cabeça, como a própria Grand Line, que para ela por muito tempo era alvo de histórias fictícias ou mesmo dos jornais aos quais uma vez leu sobre a história do que seus pais haviam mudado dentro desta, por um momento permitiu-se ali, enquanto ainda poderia sentir o calor da celestial viajar nesses pensamentos, mesmo o nome Terralegre, parecia ter saído de um livro. Quando fossem liberados, caso a própria celestial não liberasse o caminho ao puxá-la, ela mesma sairia da frente e soltaria a celestial,a  olhando nos olhos, antes de pegar o próprio rifle e fazer uma reverência a Cruzis.


-.. Irei procurar o Tenente Mustache para mais informações… Não iremos falhar senhor.Obrigada por ser um exemplo para nós.


Em seu rosto, havia um sorriso dessa vez e o seu tom de voz, ainda que fosse um pouco trêmulo era gentil e respeitoso, poderia ser inocente demais o modo como ela via os marinheiros como heróis mas, não havia como evitar a própria natureza.Caso fosse pedido a ela, fecharia a porta e com isso, faltavam poucas coisas que ela pensava em fazer antes de que pudessem partir para a Grand Line e tratava de organizar-se para que pudesse fazer tudo isso… Se nenhum dos meninos ou a Hana viessem falar com ela naquele momento, afastando-se um pouco da celestial, olhando para o chão, com as bochechas rosadas, fechou os olhos por um momento antes de delicadamente os abrir novamente no mesmo ritmo de uma respiração profunda por sua parte.

-De.. Desculpa por ser tão súbita eu… Vivi algo parecido em Shells Town… Todos nós passamos por isso…

A voz de Alipheese ainda ali seria gentil aos ouvidos, soando quase como um leve sussurro era notável que falar sobre o assunto não era fácil e como um reflexo das lembranças, moveu uma de suas mãos que não estivesse nesse momento mantendo sua arma firme ao próprio pescoço, de modo que seus delicados dedos acabaram por dedilhar de forma delicada algumas das áreas  das quais ela sentiu a morte chegar perto, lembrando de como havia sido enforcada não só por um tritão, mas por dois, não tinha ferimentos físicos no entanto as sequelas mentais ainda eram fortes. Respirou fundo novamente, abaixando a própria mão lentamente, no mesmo ritmo que a sua cabeça se ergueria para olhar a celestial nos olhos.


-Lynn, Drake e eu quase morremos por nosso antigo superior nos ter mandado para linha de frente em uma invasão de larga escala, eu nunca havia atirado em uma pessoa antes daquele dia, eu nunca havia sujado minhas mãos com o sangue de outra pessoa… E ali, eu tive de matar ou ajudar para que isso acontecesse pelo menos 16 tritões, para que nós pudéssemos sair vivos mas, nosso esquadrão? Completamente  arrasado, não havia um homem ou mulher ali que tivesse ido junto que tenha retornado para a sua casa… Diferente do Tenente Cruzis, nós fomos liderados por um oficial que nos levou ao que poderia ser o nosso fim… O que eu quero dizer com isso é… Você já passou por algo parecido pelo menos quatro vezes...E eu quero que você saiba que eu te vejo como parte do meu grupo, certo?  E eu não quero cometer os mesmos erros que cometeram conosco, eu quero cuidar para que todos possam voltar, em todas missões que tivermos...E isso me leva a uma pergunta...O que você deu ao Lynn foi realmente um antídoto?Eu… Não desconfio de você e aceitarei a sua palavra e… Eu espero que assim como eu nunca vou mentir para você… Que você nunca faça isso comigo… Se não for… Acho que nós duas queremos nos despedir de Kamui então… Você poderia pegar o real antídoto caso esse não for o verdadeiro?É perigoso que ele vá em uma missão sem estar bem e… Ele não está agindo como ele mesmo…  Podemos ir?


A fala da garota era em um tom que soava tranquilo, mas era possível ver que às vezes era difícil para ela manter o contato olho no olho com a celestial e que ela precisava muitas vezes respirar fundo para continuar, era notável que ela tinha certa dificuldade em sua dicção mas se esforçava e se abriria ali com a garota, era notável ver que as vezes  fecharia o próprio punho como modo de conseguir continuar a encarar a garota, no fim, havia um sorriso em seu rosto e ela esticaria a sua mão para a celestial, para que juntas pudessem ir até o Kamui para se despedir.


Era importante ressaltar que como em momento algum Alipheese havia se afastado muito da porta, é possível que Cruzis ouça. Sendo assim, caso Kamui estivesse na forja ao qual haviam sido apresentados ali novamente, daria espaço para que a celestial pudesse explicar a situação, caso ela quisesse explicar, complementando com um sorriso no rosto, de forma um pouco desconcertada, explicaria um pouco dentro do seu próprio modo.

- O...Olá senhor Kamui, nossa missão foi um sucesso, nós não só completamos com sucesso a ronda, como fomos capazes de prender em flagrante o homem que causava o terror...Foi muito bonito, como a paz voltou às ruas, como a vida aos poucos… Voltou ao normal… Chegaram até nós aplaudir!J-Jibril teve um papel essencial para o sucesso da missão, nos alertando sobre o flagrante e nos guiando até o local e… Eles tinham até mesmo um pinguim aplaudindo... Foi a minha primeira missão oficial como marinheira e… Como é a primeira missão de Jibril que é um sucesso também, achei que seria legal dar uma passada aqui… Já que a conhecemos por vir até aqui.

A garota apesar das diversas pausas para respirar ou formular a próxima frase, tinha um tom feliz, seus próprios olhos brilhavam enquanto falava sobre o sucesso e tudo parecia muito  mais leve, talvez fosse possível notar algum inchaço nos olhos da garota devido a ter chorado bastante a não muito tempo, era possível ver suas mãozinhas tentando explicar enquanto falava e a coloração de seu rosto tinha leves tons rosados.
Aguardaria  algum comentário do mesmo ou talvez até mesmo um afago por parte da celestial por tê-la elogiado e com isso, seguiria para complementar algo que talvez a celestial pudesse explicar, mas sendo auto-suficiente para o caso de não explicar. Respirou fundo e continuou a falar.


-Eu… Vim também, pois eu não sei qual a decisão de Jibril, se ela quer vir conosco… Digo, nós a aceitamos como parte do grupo, até mesmo temos uma nova missão juntos para além da Grand Line...  Em uma tal de Terralegre… O senhor conhece algo sobre? O nome é tão bonito… De qualquer forma… Jibril você virá conosco?  Se a sua resposta for sim, eu espero que isso não o preocupe senhor Kamui...Não quero deixar que algo aconteça a ela e… Eu sei que ela também me protegeria, caso fossemos juntas...Os meninos de mais cedo também iriam e ao que parece o nosso grupo cresceu ainda mais!


Seria notável o tom preocupado da garota, devido a isso era possível vê-la pensar bastante antes de cada palavra, tornando o ritmo entre sua fala bem espaçado, sua voz sairia de uma forma bem suave e delicada e era notável que havia muito respeito em sua voz, quando perguntava ao anjo diretamente, acabaria por direcionar um olhar a garota, olhar este que era cheio de uma ternura ao qual era possível até para o mais cego dos homens ver. Se a resposta lhe fosse positiva, seria possível ver um sorriso sincero surgir  no rosto da pequena, que não apresentaria alguma resistência a alguma demonstração de afeto por parte da celestial, tentando assim voltar-se a fazer mais um comentário, após um tempo se preparando para falar.

-Eu…  Sei que eu deveria ter pensado nisso, quando construí essa arma… Mas, segurá-la o tempo todo não é exatamente a coisa mais pratica de se fazer, mesmo que  o peso não me incomode muito, limita a minha movimentação para várias situações e eu notei muito isso durante a patrulha… O senhor teria uma ou duas bandoleiras sobrando? Assim eu poderia ficar mais a vontade ao carregar comigo a minha criação…


Era notável que seu tom era doce e pela sua própria expressão era possível ver que ela não gostava muito de ter de pedir algo, inclusive se tivesse de pagar, assim ela o faria, de forma a ser justa com o senhor que havia a ajudado, mas talvez por ter aceitado e feito sua pupila fazer parte de algo muito maior, junto ao possível brilho ao qual talvez fosse devolvido aos seus olhos, era possível que o homem fosse bem generoso e  Ali não veria problemas em aceitar algo de bom que pudesse vir do homem e seria a ele profundamente grata, expressando verbalmente isso.

-Obrigada por tudo!

E talvez ali pudesse até mesmo a sentir-se compelida a dar um abraço de despedida ao senhor que havia a ajudado tanto, em especial caso pudesse fazer isso em conjunto e fosse mais fácil de lidar, talvez saísse um pouco mais carregada do que havia entrado, despediu-se com um sinal de mãos antes de estender a própria mão para Jibril, uma atitude que talvez pudesse surpreender um pouco até mesmo a própria Alipheese por tomar, já do lado de fora da sala, respiraria fundo e a olharia, era notável que seu coração palpitava mais forte quando falava com a celestial e talvez um dia fosse mais fácil.


-Tem algo que você queira fazer antes de irmos ao refeitório? Você conhece quem é o Tenente?

A voz de Alipheese era genuinamente preocupada e seu tom, como de praxe não era muito alto, era notável que a garota tentaria não olhar muito diretamente para os olhos ao falar com a angelical marinheira, se houvesse algo que ela pudesse sugerir ao qual pudesse estar dentro dos limites morais e emocionais, seria pouco provável que ela se recusasse, no entanto caso fosse algo que pudesse transcender isso, talvez tivesse de recusar.


Tivesse ela feito ou não a sugestão dada pela celestial, caso ela pudesse saber quem era o Tenente Mustache, as coisas ficariam muito mais fáceis, no entanto, caso ela não soubesse, cabia as duas irem até o refeitório procurar, como ainda não havia ido sozinha até o refeitório, se deixaria guiar, não é como se andar de mãos dadas fosse algo além de muito bom pra ela, tão pouco era ruim a vista das costas ao qual ela tinha. Caso chegassem ao refeitório e não pudessem ir diretamente ao homem, devido a não saber o quanto o local estava cheio ou não naquele horário, tentaria não se distrair em um primeiro momento com a comida local  e era difícil, visto que a comida de loguetown, dada a base do antigo cozinheiro chefe e de sua aprendiz, tinha níveis elevadíssimos ao próprio paladar. Quase como se pensasse alto, ali a garota acabaria sussurando de forma audível.

-Talvez… Procurar um uniforme parecido ao de Cruzis..


Sua solução primária seria procurar por algum uniforme que o caracteriza como Tenente, no caso de uma falha, caso houvesse alguém próximo perguntaria sobre o tenente de forma educada.

-O(A) Senhor(a) conhece o Tenente Mustache? Pode me indicar onde encontrá-lo? Obrigada por sua atenção.

Diria a garota, que agradeceria mesmo que não houvesse uma informação muito útil, caso pudesse encontrar pelos próprios meios ou mesmo por poder ir diretamente devido aos conhecimentos de Jibril procuraria não atrapalhar o homem caso ele estivesse consumindo algo após respirar fundo apresentaria-se para a missão.

-C..Com licença, o senhor é o Tenente Mustache? Eu.. Eu sou a oficial Alipheese Fateburn e essa ao meu lado, é a Oficial Jibril. O Tenente Cruzis, nos informou que você poderia nos dar mais detalhes sobre a missão, já que parece que estaremos sobre o seu comando no transporte de civis.


Era notável que havia um esforço por parte da garota em apresentar-se, sua voz era suave e passava uma sensação boa de tranquilidade e a própria postura da garota buscava ser o mais próximo possível do impecável. Caso o homem as tivessem instruído a esperar pelos demais, assim o faria, assim como também não veria problema em já adiantar algum serviço, apesar de ter sido citado que os preparativos para o navio já estavam sendo feitos o melhor dos casos para a pequena marinheira, seria um convite para comer enquanto esperava os demais e caso isso acontecesse, seria bem feliz em servir-se de um prato bem generoso, antes de sentar-se na mesma mesa e começar a comer, mesmo que o seu prato fosse de pedreiro, seus modos eram de princesa, sendo extremamente educada enquanto comia. Estava super ansiosa para conhecer a famosa e infame Grand Line, mas seguiria cada passo necessário para que pudesse enfim, embarcar.




Histórico.:
 

Objetivos”:
 

Off:
 

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Ação
Pensamento
Fala
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Última edição por Alipheese em Sab 07 Jul 2018, 05:48, editado 1 vez(es)
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Makei
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The Emperor of Sea



Se tinha uma coisa boa no meio dessa porra toda, era que finalmente eu estava me sentindo cada vez mais empoderado, como um verdadeiro fudendo Imperador deve se sentir, era uma sensação boa, talvez o motivo disso fosse do meu pequeno amiguinho estar ativo por tanto tempo ou talvez por eu ter achado uma maneira de finalmente resolver essa merda toda, por sinal, crianças, não usem viagra, faz mal pra saúde. Você Não Precisa

Com a situação em mãos, agora apenas precisava passar o plano para os macaquinhos entenderem… Contudo, dois deles ainda se prontificaram de maneira rebelde, por mais que eu quisesse quebrar a cara dos dois ali nesse momento, tinha coisas mais importantes para lidar, mas uma coisa é fato, desaforo pra casa comigo não rola ! Todavia, um pequeno sorriso era a resposta ao meu ver da garota ao se preocupar com a minha pequena criaturinha branca, pelo menos eu sabia que o plano de defesa não teria tantas complicações.

A vida realmente não é como ela sempre apresenta e os meus olhos não me enganavam, observar a todos no local antes de dar o ponto de largada era crucial, eu tinha que saber como todos estavam se sentindo e quem diria que a garota que havia me trazido os maiores problemas era quem nesse momento parecia a mais aflita ? Por mais que eu gostasse, existem coisas que eu não posso deixar seguir, meu ego é grande e eu não aceito o que ela estava me propondo ? Sim ! Mas com a vida de pessoas a gente não brinca, pelo menos não em ações, já que na narração a gente trolla mesmo.

” Curioso… Quem diria que a Diabinha podia ser tão frágil, acho que vale a pena mais tarde dar uma cutucada, quem sabe eu possa tirar algumas coisas legais ? De certa forma, parece ser uma boa Minion.“

“” SE TA LOUCO SEU ARROMBADO ? Tu vai lá, ganha uns 100 pontos e quer fuder no final ? Não é assim que a banca anda não, Nunca jogou um EROGE ou algo do gênero para saber como as coisas funcionam caralho ? Faça isso pra tu ver se eu não te quebro na porrada seu bosta, tou aqui sofrendo pra ver um pouco de ação e até agora nada, cadê o Meph-Senpai que me prometeu isso ? A não ser que você se refira a outra coisas com essa “Cutucada” aí a gente pode conversar. ( ͡° ͜ʖ ͡°) “”

Após falar um pouco, era visível que pelo menos todos esses anos de vida e finalmente a Psicologia na minha ficha serviu de algo, já que eu não me lembrava quando eu havia realmente usado ela de forma coerente na aventura passada, além do chute na veia… Aquilo realmente foi uma jogada genial de Psicologia, resolveu rapidinho o problema. Voltando ao importante, a reação da garota para as minhas palavras e ações eram um tanto quanto um pouco abaladoras, era interessante ver esse lado frágil e que estivesse como um vidro prestes a quebrar, não posso mentir que eu gosto disso, pessoas assim realmente dão valor a aqueles próximos e provavelmente não os trairia e isso era o suficiente para me ter outra visão da jovem.

Agora que as coisas haviam se resolvido, finalmente era a hora de botar a mão na massa, mesmo que os macaquinhos ainda tivessem seus problemas, o tiro da minha Albinazinha era o sinal de início e claro que eu não demoraria para esperar a resposta dos outros se acompanhariam ou não, por isso me coloquei em movimento no exato momento em que ouvi, acertando as pernas do bandido, o desestabilizando já que ele estava com a guarda baixa pelo tiro certeiro de Alipheese, tudo rolou sem muita complicações se não fosse o filho da puta do Zed pisando na caralha das minhas costas, esse arrombado sujou a minha vestimenta e como que eu sabia ? POR QUE EU SENTI UMA UMIDADE NESSA MERDA, só espero que esse arrombado não tenha pisado na merda, na via das dúvidas, custa nada dar uma cheirada, certo ? Porém esse filho de um avestruz que cruzou com um avião no meio de uma turbulência em pleno ar tinha que vir me tirar com “Imperador dos céus”, Imperador dos céus é o meu piru alado, cacete. Agora vamos falar sério, qual a necessidade de me trollar ? Fiz nada ;c, por que fez esse maldito chutar o vacilão pra cima de mim ? PIOR ! Ainda fez ele dar uma testada na minha cabeça que deixou um galo latejante nessa porra, na via das dúvidas o bandido desmaiou, pelo menos isso.

Erguendo o corpo desse arrombado de cima de mim logo pela cabeça, de fato eu tava full tiltado ao gritar o que estava preso na minha garganta, enquanto eu olhava irritado para Zed enquanto mexia meus braços de cima para baixo ao xingá-lo

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- SEU ARROMBADO, TA ACHANDO QUE É QUEM PORRA ? SÓ POR QUE É UM POUQUINHO MAIOR TA ACHANDO QUE É O QUE ? JESUS ? NÃO FODE ! ALÉM DISSO, QUE MERDA É AQUELA DE “IMPERADOR DOS CÉUS” ? Por sinal… Essa parte é séria ? -

Mesmo que eu tivesse a vontade de me levantar e sentar o cacete nesse pirralho de bosta, ainda havia a dúvida, mesmo que eu não gostasse da ideia, nunca se sabe o que esses desgraçados que moram lá em cima aprontam, seria muito fácil colocar alguém como esse loirinho de merda para me atrapalhar, deveria eu eliminá-lo ? Ou será que…

” Se eu, o Imperador dos Mares controlar o Imperador dos Céus, significa que eu me tornaria o Imperador dos Mares e Céus ? PORRA ! EU SOU UM GÊNIO ! “

“” De fato, seria uma dupla linda, imagina no cartaz ; Os Imperadores se juntaram, agora não apenas estão em busca de seu império, mas se uniram na busca de salvar todos os Mares dos Blues e Grand Line, eles são os Imperadores do Céu e Mar ! Venha assistir você também, já nas bancas. Não aconselhavel para menores de 18 anos.  Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 5 1439049992 “”

Com um novo plano em mente, agora eu sabia que talvez eu não devesse puxar encrenca e sim usar esse filho de uma rapariga americana, apenas algemei o Bandido, por sinal, como que algema mesmo ? Pera… Deixa eu me lembrar… Coloca ele aqui e depois aperte, certo ? Oh ! Deu certo, tranquilo. Er… O que eu tava narrando mesmo ? AHH ! Então eu arrastei o bandido pelo colarinha da parte de trás da camiseta com uma das minhas mãos até sair da loja, me surpreendendo pela recepção que havia tido das pessoas ao me aplaudir, sem perceber eu acabei por soltando o infeliz que apenas consegui ouvir o barulho de ovo quebrando… Espero que não tenha sido a cabeça dele… Pelo menos não tava sangrando… Eu acho… O mais foda de ser aplaudido e reconhecido como eu mereço, é ver que até a porra de um pinguim sabe o quão foda eu sou, man… Isso é o máximo, sério mesmo, nunca vou esquecer esse dia para o resto da minha vida, um pinguim ! Imagina o dia que eu chegar para os meus filhos e falar ; “Seu pai é tão foda, mas tão foda que eu já fui aplaudido por um pinguim quando peguei um bandido em Loguetown.” de fato esse se tornará meu objetivo de vida. Determinado!

“” Por que não aproveita e pede o Pinguim em casamento ? Quem sabe assim você dá sorte na vida… “”

As coisas se anormalizaram, além de que com o indivíduo preso, agora não se via muito sentido em continuar naquele local, contudo, uma cena um pouco inusitada ocorria e  de fato esse arrombado que fica na minha cabeça parecia ir a loucura ao ver aquela cena… Não posso mentir que é uma bela cena… Pena eu não estar no meio delas. Bit Triste

“” AEW PORRA ! FINALMENTE ALGO BOM, CARALHO ! Nunca reclamei da Narradora-senpai. Xablau! “”

O que estava acontecendo ? Bom… Imagine duas beldades brigando para ver quem tem algo maior… Claro que estamos falando disso mesmo meus parceiros, o sonho de qualquer homem, o tremor de nossa nação, tremor ? Por que diabos eu estou tremendo ? Pera ae… Eu sei a direção ao norte, no entanto precisa apontar tão firmemente dessa forma meu amigo ? Tudo isso era confuso, se antes eu havia conseguido me manter são, era pelo simples fato de não ter tido de fato nenhum estímulo desse tipo e… PORRA RIA ! Olha agora como que eu tou, meu coração começou a bater mais forte, meu sangue a ferver, eu conseguia sentir facilmente a pulsação subir enquanto o suor escorrer, meu nariz ? Essa merda começou a sangrar e eu nem sei se foi culpa da pancada ou de outra coisa, o que importa aqui é que ao andar eu estava dando leves “Pimbadas” na tentativa de disfarçar, por sinal, será que tem algum buraco por aí ? E vocês sabem, tudo que é bom pode melhorar, principalmente ao ouvir a Hana falar que iria  solta-los, agora a porra ficou louca ! Esse era o ápice, meu sonho desde a aventura passada, PUTARIA ! Não, pera… Cabelo ? Ah, vai tomar no cu.

“” Só deixo esse link como minha indignação ! “”


Tentando me acalmar após o leve ataque cardíaco que a narradora me ofereceu, eu apenas me mantive quieto por um tempo enquanto tentava respirar no sentido de me acalmar, precisava disso, não dava pra continuar, eu to ficando louco nessa porra e o culpado são tudo vocês !

“” Isso aí ! Esses malditos narradores que ficam brincando com nossos coraçõezinhos, não sabe que eu sou sensível ? (ಥ﹏ಥ) “”

Após um pequeno tempo, finalmente estava levemente mais calmo, pelo menos não estava dando as famosas sarradas por aí e nem procurando um buraco pra fazer sei lá o que, não precisava mais me preocupar também com o meliante já que a Hana havia se prontificado de resolver a situação, era hora de partir. Me mantendo a frente do caminho, já havia percebido que não demorou para a garota demoníaca dar as mãos para a minha pequena criaturinha albina, será que se eu me oferecesse para ficar no meio delas, elas aceitariam ? Isso é um assunto para outra hora. Jibril parecia um pouco mais feliz que o normal enquanto todo mundo estava se parabenizando pelo seu trabalho e a missão completa, entretanto, havia uma pessoa que realmente merecia de fato tudo isso, Alipheese, o que eu não neguei de demonstrar realmente o seu bom trabalho no momento em que a garota percebesse meu olhar para ela, mesmo que ainda estivesse um pouco abalado por me sentir frágil e sem um verdadeiro caminho para seguir ao proteger as pessoas, foi ela quem havia iluminado aquele caminho obscuro, realmente… O trabalho em equipe compensa.

No caminho para o QG, algumas palavras que entravam pela minha cabeça pareciam ser um tanto quanto interessantes, remédio ? Comprimido para mim ? Que porra é essa ? No final eu realmente tava com algumas coisa… PORRA ! ME ENVENENARAM !

” ME AJUDA, EU VOU MORRER ! (;´༎ຶД༎ຶ`) “

“” CALMA, NÃO FALE ISSO COMO SE FOSSE ALGO RUIM ! ლ(ಠ益ಠლ) “”

”  COMO ASSIM “NÃO FOSSE ALGO RUIM” É CLARO QUE ESSA MERDA É RUIM, EU VOU MORRER PORRA ! “

“”  Bom… Pelo menos eu nunca mais teria que ler as merdas que o Makei escreve. “”

”  Olhando por esse lado… É, acho que não é algo ruim mesmo. “

Ow seus arrombado do caralho, se não tão gostando do que eu narro é só dar o fora, não é como se eu gostasse de vocês também !

“” Tsundere. “”

” Tsundere. “”

CALADOS ! Como eu que mando nessa merda e escrevo o que eu bem quero, os dois idiotas vão ficar calados por um tempo, motivos ? Por que eu posso.

Chegando na sala de Kamui, não demorou muito para que Jibril voltasse com o verdadeiro Azulzinho ! Aquele sorriso sádico, aquele rostinho… Ahhh… Eu realmente não tinha como saber se isso de fato viria por resolver o meu problema, mas de uma coisa eu tinha certeza, se não funcionasse eu iria visitá-la a noite para resolver isso… Na verdade, eu poderia visitar de qualquer forma, certo ? Seria até interessante para conversamos sobre algumas coisas pertinentes que haviam me trazido um leve interesse, como algumas dicas de azaração, talvez fosse uma boa ideia… No pior das dúvidas, eu procuraria rapidamente alguma torneira ou alguma água potável e limpa no local para tomar junto do comprimido ao colocar em um copo ou da maneira que fosse possível tomá-lo, se fosse pequeno, engoliria sem água mesmo, usando da minha saliva para facilitar.

Finalmente chegamos na sala do Cruzis e esse filho de uma alpaca com cabeça de cavalo tá mais estranho que sei lá o que, tá doente esse filho da puta ? Tossindo igual um retardado, se for tuberculosis, me avisem para se afastar o máximo possível, urgh.

O relatório é rapidamente passado pelas palavras de Alipheese e para variar as pessoas ao meu lado sempre tentam roubar os méritos da merda ou tentar puxar as culpa para eles, todavia eu como o fudendo Imperador dos Mares e superior a todos, tudo se trata no final de mim e então se tiver que alguém tomar no cu, esse vou ser eu, já que quem teria que arcar com as consequências de ter liderado o grupo, mesmo que seja algo básico, fui eu, claro… Tirando a parte do tomar no cu… Não curto essas coisas não, só pra ficar claro, não é por que o PP é do Astolfin que precisam ter esse Bullying. cabeças vão rolar

“” Zoado isso aí, chamar o IBAMA pra resolver essa merda. FORA O BULLYING COM O MAKEI E LYNN ! OS ANIMAIS TAMBEM TÊM DIREITOS ! ACÉFALO TAMBÉM CHORA ! UM DIA O HEXA VEM ! “”

Pelo menos Cruzis tinha um pouco de valor atrás daqueles óculos e rabo de cavalo, no entanto, algo parecia chamar a minha atenção ao ouvir ele pedir para Jibril se retirar, a garota que antes mantinha um sorriso no rosto acabou por mudar em um semblante mais sério e uma postura mais cabisbaixa, ao mesmo tempo que era facilmente visível para mim ver os seus punhos cerrados, sintomas claros de tristeza ao meu ver. Qual o motivo disso ? Por mais incrível que pareça, apesar de termos um início muito ruim, eu de fato não tinha nada contra ela, não tinha o desejo de vê-la se dar mal nem nada do gênero, ser sincero, eu queria ela ao meu lado, talvez fosse errado eu desejar mais de 1 garota ? Não sei como explicar isso de forma correta, mesmo que a polícia viesse a bater sobre a minha porta pelos meus gostos especiais, eu não tinha como mentir em dizer que havia um pouco de afeição pela celestial, ela era bonita… Sua maneira de ser também me agradava um pouco... Mesmo que a minha mente trouxesse coisas contra a mesma como; Ela estar roubando a minha Loli, ela realmente está, mas… Quem sabe a deusa da sorte me abençoa com a sua presença e me entrega logo as duas ? Eu não negaria isso de forma alguma, aceitaria com o maior sorriso do mundo sobre o rosto. No final, eu percebi claramente que ela é apenas uma pessoa como nós e eu como um verdadeiro Imperador e não um falso como aquele que se proclamou como “Imperador dos Céus” tenho o dever de demonstrar o caminho correto para ela e a todos que se manterem ao meu lado, se nenhum deles tiver um ponto seguro na vida, então apenas bastava que se apoiassem a mim e como eu poderia construir o meu caminho se não sem eles ? A confiança leva a lealdade e assim que se constrói um Império perpétuo.

Com a saída conturbada de Jibril, aquilo já havia me deixado um pouco inquieto e com um leve desconforto no peito antes de Cruzis começar a contar a história sobre a Celestial… E o que eu poderia falar senão que tudo fazia sentido agora ? A pobre garota não apenas havia passado por quatro casos iguais aos que tivemos em Shells Town, a única diferença era que ela era a única vitoriosa em seu grupo, a única pessoa a realmente lutar por sua vida e continuar de pé no outro dia enquanto os outros acabaram por desistir no meio de seu caminho e isso apenas me fazia apenas entender cada vez mais a pequena mente daquela garota, ela não merecia algo assim… Agora tudo realmente começou a se encaixar, a reação no beco após ouvir as minhas palavras, a sua fragilidade e um sonho que talvez nunca pudesse vir a ser cumprido, a história continuava e a única coisa que eu conseguia culpar no meio disso não era a pobre Jibril e sim a incapacidade das pessoas ao seu lado, mesmo que talvez fossem velhos companheiros da jovem, eles havia falhado em seu caminho, sobrando o peso sobre aquelas pequenas mãos frágeis.

No meio das palavras e perdido nos sentimentos que estavam a se juntar sobre o meu peito, apenas fui perceber junto ao Tenente que sobre a porta estava a pobre garota parada de forma estática, as coisas realmente não pareciam boas, entretanto, um sorriso se abria sobre o meu rosto, talvez nesse momento você estivesse perguntando o motivo e que eu seja algum maluco de ter tal reação, correto ? E minha resposta é apenas que você realmente está certo, eu sou louco, maluco e retardado, por esse exato motivo que eu não via como abandonar aquela celestial naquele lugar que parecia apenas a deixar sobre a deriva de um sonho, sofrendo com as dores e a culpa de um passado, como EU, um Imperador poderia tolerar tal coisa ? É claro que isso não é permitido.

Enquanto eu procurava um local para se sentar e me acomodar de forma desleixada, colocaria até mesmo meus pés sobre a mesa do tenente se a cadeira fosse próxima a ela antes de começar a falar, isso de fato talvez fosse o tempo suficiente para as pessoas próximas terem seu espaço de fala, já que eu sabia que no momento que eu me colocasse ali, talvez fosse o fim desse papo. Eu falaria com um tom de voz agressivo e presunçoso ao tentar impactar todos com ela, o excesso de confiança para algo tão simples era como se eu estivesse a jogar toda a incapacidade das falhas e mortes não apenas os superiores, como também no próprio Tenente, talvez isso fosse um pouco demais ? Porém quer saber ? Desde quando eu me importei com isso ? Nunca fui alguém de realmente ligar para a opinião dos outros e principalmente de superiores, no final as únicas pessoas que importam para mim são aquelas que estão ao meu lado e nesse momento Jibril era uma delas, quem esse merdinha acha que é para tentar dizer que deveríamos largar-la ?

- Hey, você tem a cara de pau de falar algo desse gênero ? Olhe pra mim, a única coisa que eu consigo ver é uma garota sofrendo em busca de um sonho de proteger as pessoas e você está aqui, a negando isso, nos contando sua história como se nos  fizesse desistir dela. As coisas que eu consegui observar de toda essa história de merda é que os antigos Marinheiros não eram fortes o suficiente para seguir em seu caminho, por que jogar a culpa de suas vestimentas manchadas de sangue em cima dela quando o verdadeiro culpado foi a pessoa que os mandou para a morte ? Você apenas está buscando uma desculpa nesse final para alguém que lutou fortemente por sua vida em todas essas missões enquanto apenas pode se despedir de seus companheiros. O que você precisa saber é que ela é minha companheira e fui eu quem decidiu isso, não cabe a você julgar se eu fiz o certo ou errado, pois no momento que ela se colocou ao meu lado e se tornou minha companheira, sua vida não está mais presa a essas correntes do passado, eu a estou libertando de seus medos e colocando seus pecados sobre a minha costas, já que enquanto eu estiver por aqui de pé, ela nunca mais precisará se preocupar com isso. Se apenas tem isso para falar, gostaria de sair. -

Soltando levemente um suspiro após as últimas palavras de Cruzis, me moveria em direção de Jibril, querendo ou não, as minhas palavras de antes era a confirmação que eu havia a aceitado como um membro do grupo. Se a garota estivesse a olhar para mim com a cabeça erguida, faria novamente o movimento dos meus dedos sobre a sua testa de maneira delicada antes de confirmar que ela realmente não deveria se preocupar ao falar com palavras gentis e de maneira calma, caso estivesse abraçada e com a cabeça para baixo por causa da Loli em seus braços, colocaria a minha mão sobre a sua cabeça, passaria levemente meus dedos sobre o seu cabelo de forma a não tentar bagunça-los, quem sabe até mesmo passando sobre o seu rosto e terminando por pousar sobre a cabeça de Alipheese antes de falar.

- Não precisa mais se preocupar, enquanto eu estiver por aqui, nenhum mal cairá sobre ti novamente e isso serve para você também Ali. -

Finalizaria minhas palavras diretamente para Alipheese com um sorriso no rosto, querendo ou não, ela havia sido a primeira e mais importante pessoa que eu tive até o momento e por mais estranho que talvez eu estivesse um pouco fora do personagem, tudo isso estava me deixando puto, no final, as pessoas mais importantes para mim são de fato os meus companheiros e nesse momento eu apenas havia as duas de forma confirmada até o momento enquanto continuávamos a crescer, já que a Pandemonium havia finalmente nascido.

“” (;´༎ຶД༎ຶ`) QUE HOMÃO DA PORRA (;´༎ຶД༎ຶ`) “”

Com as coisas resolvidas por aqui após o término das falas com Cruzis, por mais que eu quisesse aproveitar do momento pra sentar o cacete na porra do Zed por ter pisado e ainda tirado com a minha cara, eu estava tão puto com tudo isso que apenas gostaria de ir tomar um banho e quem sabe trocar de roupas, por isso escolhendo por me separar rapidamente, já que sabia o destino final que deveríamos seguir, viria por se despedir do pessoal no local após suspirar novamente.

- Bom… Se não se importam eu vou ir tomar um banho e trocar essas roupas que aquele cabaço ali pisou. -

Vindo por me despedir do pessoal, um novo problema surgiria… Eu não conheço caralhos nenhum do QG de Loguetown… Andaria pelo call em busca de um vestiário que pudesse tomar banho e de uma lavanderia para trocar de roupa, no caso que encontrasse o vestiário antes, viria por tomar uma ducha fria e rápida no sentido de tentar ajudar com toda aquela pulsação que estava a ter no corpo, buscando por até mesmo me aliviar ali mesmo ao fazer “Kira Things” (Sim, é uma piada interna, então relaxa).

“” POR QUE EU NUNCA PENSEI NISSO ANTES ? CARALHO, TU É UM GÊNIO ! “”

Esperava que o banho me ajudasse a aliviar um pouco da tensão do corpo junto do remédio de antes, me secaria e colocaria pelo menos a parte de baixo do meu uniforme, já que a camiseta estava suja, não via motivos para vesti-la novamente, por isso andaria pelo QG com a parte do torso de fora mesmo, demonstrando meu corpo levemente definido, infelizmente não chegava a ser algo de muita relevância, pelo menos havia um pouco de músculos ali e aqui e quem sabe até mesmo o início de um tanquinho.

Agora com o banho feito, apenas restava ir atrás da lavanderia, por isso seguiria seu caminho pelo QG enquanto tentava se acostumar e observar o local, quem sabe com isso até mesmo já tivesse descoberto o caminho para o refeitório, vindo por perguntar algumas vezes onde se encontrava o vestiário ou a Lavanderia.

- Hey, tu sabe onde fica o vestiário ou a Lavanderia ? -

Caso encontrasse a lavanderia, apenas jogaria minha camiseta em uma das máquinas e apertaria qualquer botão que fizesse aquilo começar a rodar, na dúvida, apenas jogaria em uma das cestas e pegaria uma outra camiseta limpa e seca que me service no local, se isso não fosse possível e tivesse que ser pedido a uma pessoa, viria diretamente a pessoa e colocaria a camiseta a frente enquanto pediria uma nova.

- Sujaram essa aqui, por isso poderia me dar outra ? -

Se tivesse achado a lavanderia primeiro, agora iria em busca do vestiário, se tudo fosse no mesmo local, as coisas seriam mais fáceis ainda, pois seria as duas ações em um mesmo local.

Cheirosinho e limpinho, agora o objetivo era o refeitório, onde ele realmente estava ? Não sei… Talvez tivesse encontrado no meio da caminhada ou teria que continuar a procurar por isso. No momento que entrasse no local, observaria o que tinha de comida além do cheiro que poderia me comover, cheio de fome eu gritaria no local em busca do Tenente.

-  ONDE CARALHOS VOCÊ ESTÁ TENENTE MUSTAFA !? -

Se o próprio me respondesse ou não, viria por olhar as vestimentas se seriam parecidas com o de Cruzis para confirmar, no caso de serem parecidas eu estaria convicto que realmente esse era o Tenente Mustafa ! Também teria a opção das outras pessoas do grupo estarem junto dele, facilitando tudo isso.

- Me pediram pra falar contigo sobre uma missão de Terralegre, por sinal, tô com mó fome, não se importa né ? -

O questionaria, mesmo que já estivesse indo pegar a comida por si próprio, não esperando uma resposta do mesmo, por isso voltando a pergunta-lo no momento que me sentasse com a bandeja de comida sobre a mesa, começando a comer.

- Só por curiosidade, como é essa Terralegre, é uma Terra Alegre ? -

“” CARALHOW, tu ta me zoando né seu filho da puta ? (>ლ) “”

” Porra, nunca se sabe, vai que é um local moh alegre onde tem um monte de plantinhas, árvores e um monte de doces com vida que ficam cantando ? “

“” Ai tu fumou um baseado muito forte. “”

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 5 EmptySeg 09 Jul 2018, 18:49

Livro 2
Capítulo 7 - Sargento Explode-E-Queima-Tudo


Imperador dos céus? Hmmm, até que não era uma má ideia. Antes de Alipheese realizar o disparo que indicava que deveriam correr até o bandido, as pequenas desavenças que teve com Lynn foram o que fizeram Zed dizer tais palavras que o colocavam como um imperador, uma maneira que não só o igualava ao garoto como também lhe colocava em um patamar acima, afinal o céu é algo muito mais desejável e inalcançável, é um território divino, enquanto o mar é uma propriedade comum dos mortais. Mas voltaremos a falar disso mais tarde, agora o importante é que a dupla de imperadores conseguiu, com a ajudinha de Alipheese, fazer o desgraçadinho do assaltante de armas beijar o chão. Lynn foi o responsável pela primeira parte do movimento, porém foi o ataque de Zed que derrubou o criminoso, e com uma grande ajuda dos deuses, fez o desgraçado cair dando uma bela testada na cabeça do imperadorzinho que, claro, estava abaixo do espadachim.

- Jesus? Mas quem é esse merda? - Questionou Zed quando Lynn avançou em sua direção xingando-o pelo que havia dito. - Você acha que eu tenho cara de mentiroso por acaso? Respeita minha história, seu comédia! - Completou o espadachim não dando muita atenção para o garoto que provavelmente quando nasceu teve uma anja menstruada sentando em sua cabeça.

Zed decidiu não discutir com Lynn porque ao olhar mais uma vez para loja acabou percebendo que ali havia um item peculiar que se destacava, pois não era uma arma e sim um action figure, e visto que precisava manter a sua tradição - que foi criada ontem - de adquirir um item de cada ilha que visita, o espadachim viu ali uma oportunidade para pedir, com seu jeitinho educado, para que o vendedor da loja lhe desse de bom grado aquele objeto, que pertencia a Loguetown… ? Mesmo não entendendo porra nenhuma do que poderia significar para os moradores um palhaço cortando a cabeça de um pescador sorridente que usava um chapéu de palha.

- Os deuses irão lhe retribuir com muita fortuna pela sua boa ação, dá próxima vez que eu voltar para essa cidade espero ver a sua loja como a maior dessa merda. - E então agradeceu com um breve aceno de sua cabeça e guardou o action figure no bolso, se é que caberia ali dentro, caso não coubesse apenas carregaria isso na mão mesmo.

Quando rumou de volta para onde estava o seu grupo, ignorou completamente as pessoas que ali estavam babando o nosso ovo por termos conseguido interceptar o bandidinho, afinal não queria ser vangloriado dessa forma por algo tão pequeno, se fosse para ser bajulado por desconhecidos por alguma ação que tenha feito, que fosse uma ação divina, algo que um comparasse a um deus! Nah, ok, também não é pra tanto, mas foda-se, era só um bandidinho de merda sem futuro nenhum, qualquer fudido com uma arma na mão teria capacidade para parar ele, certamente esse não era o tipo de criminoso que os deuses esperavam que fosse alcançar alguma coisa e o futuro dele como fora da lei acabaria ali, pois infelizmente teve o azar de cruzar o seu caminho com a frota que virá a ser a mais temida no mundo inteiro… A Pandemonium!

- Hana, que pouca vergonh… - Começaria o loiro a montar a pergunta que faria a sua companheira a respeito do assunto que ela discutia com uma outra mulher, mas assim que notou quem realmente era essa mulher, Zed não foi capaz de completar a frase e apenas avançou até ela caindo de joelhos para realizar a cena que outrora já fora mencionada.

Enquanto a maioria estaria sobre efeitos de um clima mais “quente” que Jibril e Hana criaram quando estavam a comentar sobre qual delas tinha o maior, o espadachim entraria ali completamente avulso desse assunto, não que ele não achasse algo válido de se discutir, pois ele valorizava muito a beleza feminina através desse tipo de tamanho, mas havia para ele uma prioridade maior no momento, e por conta disso acabou ignorando totalmente o assunto sobre… Cabelos. O que todos ali poderiam estar pensando dele, foda-se, talvez ninguém realmente estivesse se importando para o que o idiota estava fazendo, mas a única opinião que ele iria considerar é a da própria princesa celestial, que aceitou torná-lo seu cavaleiro protetor, desde que a servisse como uma mestra.

- É o meu dever servir aos deuses, princesa Kaguya. - Respondeu ele completamente agradecido por não ter sido recusado pela divina Jibril.

Quando conseguiram voltar ao QG de Loguetown, não é com se Zed até então não tivesse percebido que estava com os calçados e a parte debaixo da calça molhada, é só que ele simplesmente não ligou para isso, porém, uma vez que estavam entrando em um ambiente onde a hierarquia das patentes é relevante, poderia ser possível que alguns idiotas percebendo que o loiro estava molhado, viessem a fazer piadas com o fato… E certamente Zed não deixaria isso ficar barato, por isso se viesse a ouvir alguma zoeira a seu respeito como “olha lá o mijão” partiria para cima de quem quer que fosse e começaria a gritar:

- VOCÊ TÁ DOIDÃO É? REPETE O QUE VOCÊ FALOU SE TIVER CORAGEM, FILHO DA PUTA, VOU TE QUEBRAR NA PORRADA! - E nesse momento, mesmo que a garota não viesse a segurá-lo, Zed simularia que ela estaria fazendo isso. - NÃO ME SEGURA HANA, NÃO ME SEGURA QUE EU VOU EXPLODIR A CARA DESSE(S) ARROMBADO(S)! - E no final era certo que por parte do Zed isso não daria em nada, era apenas um cachorro que ladra, mas não morde… Ou em um exemplo mais próximo ao de Zed que solta fumaça, mas não explode.

Já de volta a sala de cheiro duvidoso do tenente Cruzis, Zed e sua cambada ouviriam o que ele tinha a dizer sobre o resultado deles na missão, além de um extra onde já começaria a falar sobre o próximo trabalho que eles estariam encarregados, além de mencionar o trágico passado da celestial Jibril que carrega em suas asas um grande histórico de perdas e fracassos, nenhum de seus ex-companheiros hoje ainda está vivo ou completamente saudável para contar boas histórias… E certamente isso não foi nenhuma surpresa para Zed, afinal não se tratava de uma pessoa qualquer, porra, é a princesa Kaguya! Meros mortais não conseguirão ficar ao seu lado sem serem provados o tempo inteiro pelas dificuldades enviadas pelos deuses, pois meros mortais não são capazes de protegê-la, apenas aqueles que são escolhidos pelos deuses, apenas uma pessoa abençoada pela graça divina é merecedor da honra de ser o escudo e a espada de Kaguya-hime. Depois de ouvir o que o grupo tinha a dizer comovidos pela história trágica de Jibril, Zed esperaria Lynn terminar suas palavras para a anja para começar a dizer as dele.

- Não sei quanto ao resto de vocês que decidiram andar ao lado da… Jibril. - Preferiu omitir o verdadeiro nome dela por não confiar que deva ser um nome a ser espalhado para qualquer um. - Mas saibam que não é uma tarefa fácil, os deuses não estão dispostos a deixar que um bando de merdinha fique ao lado da herdeira de um reino, a partir de hoje, quando aceitamos segui-la e ela nos deu essa permissão, não enfrentaremos mais assaltantezinho de loja, e sim monstros enviados pelos demônios de todos os infernos cujo único objetivo é trazer o caos para a nossa princesa… Essa não é uma escolha que fracos devem fazer, esse não é um caminho que covardes devem seguir, por isso para aqueles de vocês que querem se juntar a nós, estejam cientes do inferno que será a partir de agora… Daqui até o dia em que conseguirmos fazê-la voltar ao seu lugar. - E dito isso, por mais confuso que pudesse vir a ser para Cruzis e para os outros que não faziam a menor ideia do que Zed estava querendo dizer misturando fatos com sua religião, mas de qualquer modo, poderiam vir a ser palavras de inspiração, palavras que fariam ele ver quem daquele grupo realmente estava disposto a encarar esse cenário tenebroso… Mas ele não precisava de muito, pois apenas uma pessoa ainda não havia lhe dado essa resposta, e dentre os mortais era a única que lhe importava… Hana aceitaria ou não entrar nesse bando amaldiçoado?

Zed olharia para Hana de relance esperando que ela lhe desse algum sinal, nem que fosse um rápido aceno com a cabeça. Se ela concordasse com eles de alguma forma, o loiro sorriria para ela, caso a resposta seja negativa, de que ela não iria acompanhá-los e não iria aceitar navegar com um demônio agourento com asas, então o espadachim apenas fecharia os olhos e abaixaria a cabeça, afinal não queria ter que abandonar nenhuma das duas, mas em ambas as situações, ele se manteria em silêncio, por enquanto.

- Ela não precisará de você enquanto eu estiver do lado dela, gaste esse tempo tomando leite pra ver se você cresce, imperadorzinho. - Diria Zed provocando Lynn logo depois do que ele disse sobre proteger Jibril e Alipheese, nada mais do que uma reação até que com um pouco de ciúmes do que ele havia dito, afinal deveria ser ele a proteger a princesa Kaguya e não esse herege convencido.

Porém, antes que o loiro e o ruivo começassem a discutir, isso provavelmente seria interceptado pela chegada de Cruzis entregando a ele e a Hana uma medalha… Uma medalha de promoção! Assim que segurasse o item, Zed ignoraria por completo a presença de Lynn e olharia para o tenente com os olhos brilhando em gratidão, mas antes de dizer qualquer coisa, lembraria da última vez que o tratou com respeito por ser de uma patente mais baixa e tentaria forçar uma cara de quem não dava a mínima para a promoção.

- Hunf, já esperava por isso… - Mentiria ele fingindo pouco caso da medalha recebida, mas no fundo estava explodindo de empolgação e felicidade “EU SOU FODA, PORRA! ME SEGURA AGORA, FILHOS DA PUTA! EU SOU UM SARGENTO, SEUS MERDA!”. Porém, antes de se descontrolar e mostrar suas verdadeiras emoções a público, Zed, aparentemente agora o Sargento Explode-E-Queima-Tudo, ouviria a respeito da nova missão deles sobre levar civis até a ilha chamada de Terralegre. - Tenente Cruzis… Por acaso esse navio é o mesmo que o agentes Achiles Wolf fará a sua missão de transporte?

Mas a resposta para essa pergunta seria indiferente para Zed, por mais que ele quisesse que ouvir uma confirmação de que Crasus estaria a bordo do navio e que com isso ele poderia de alguma forma conseguir mais dicas sobre os revolucionários e consequentemente do paradeiro de sua mãe, agora o espadachim também carregava com ele um novo objetivo, um que era muito mais nobre da sua parte por não envolver o ódio e o sentimento de vingança, e esse objetivo era proteger Jibril, a princesa Kaguya, até o dia em que ela fosse retornar para sua casa, o Reino da Lua.

Inclusive o nome Terralegre não era estranho para Zed, em algum momento durante as suas viagens dentro do navio de sua mãe ele já chegou a ouvir esse nome, porém não conseguia puxar da sua memória o que poderia ser… Teria sido alguma história contada por algum dos tripulantes? Certas noites eles costumavam contar histórias de terror para tentar assustá-lo, mas na maioria das vezes pouco funcionava, afinal, como poderiam conseguir assustar um garoto que confia tanto na proteção dos seus deuses? Certamente o loiro já havia ouvido falar de Terralegre, mas infelizmente não conseguia se lembrar do momento que esse nome foi mencionado, mas por algum motivo seu subconsciente lhe fazia lembrar de histórias de terror… As vezes ter lido mais livros de história em sua vida pudessem ser suficiente para resolver esse assunto.

Puta que pariu quem caralhos deu o nome das pessoas desse lugar? Zed precisava junto com o restante do povo procurar pelo tal do tenente Mustache, mas logo depois de sair da sala de Cruzis carregando a sua mais nova medalha e também o título de sargento, o loiro iria se deparar com Jibril e Alipheese tendo algum tipo de conversa, ainda não que soubesse sobre o que era, ouvindo alguns segundos dela ele iria se tocar que se tratava de um incidente que ocorreu com ela e parte do restante do grupo em Shells Town. Zed não podia mentir que o teor trágico nas palavras da pequena garoto de cabelos brancos lhe deixava comovido, realmente parecia algo pesado demais para uma menina tão jovem ter que enfrentar, porém, o loiro não diria nada para ela naquele momento, ainda não estava muito familiarizado com a presença dela e preferia guardar isso para si.

- Estarei esperando vocês no refeitório… Se precisarem de ajuda é só me gritar. - Comentou ele seguindo em direção a onde acreditava ficar o refeitório, mas se Hana estivesse andando junto com ele, certamente ela iria lhe dizer o caminho certo, pois já deve ter passado lá quando pegou aquele pudim.

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 5 EmptyQua 11 Jul 2018, 04:23

Posso resistir a tudo, menos à tentação


...... Loguetown era um lugar desconhecido para mim, não sabia da existência do local até essa manhã, quando vi uma breve menção sobre a ilha no jornal. O desconhecido costumava andar de mãos dadas com o medo, mas não sentia medo do desconhecido agora, entretanto, tinha medo do que sentia, a tentação, uma velha conhecida, resolvia me visitar. - ''Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.'' - A passagem que já repliquei tantas vezes ecoava de forma quase involuntária em minha mente. O trecho era um tanto quanto engraçado para ser sincero ''Não nos deixeis cair em tentação'' é o mesmo que dizer: não nos deixeis ver quem realmente somos. Não cair em tentação provavelmente era a parte da doutrina mais difícil de se seguir, sem contar o instituto do matrimônio é claro, eu poderia resistir a tudo, menos à tentação, afinal, a tentação é uma mulher ingrata, que te beija, te rouba e te mata. Te beija, iludindo com o doce sabor de seus lábios, te rouba, o interesse em todas as outras coisas e te mata, de prazer, sinceramente, a tentação era o meu ponto fraco, não me restava outra escolha a não ser me jogar em seus braços e torcer para que ela me acolhesse.     

...... É compreensível que alguém não acredite nesse fato, mas eu amo todas essas mulheres, algumas mais que outras, algumas de um jeito diferente de outras, mas amo todas elas, Amy, Avril, Olivia, Esmeralda e Gwen, todas elas eram especiais para mim, o amor podia parecer algo banal e sem valor quando associado com tantas pessoas simultaneamente, mas era simplesmente a verdade. O sentimento poderia não ser recíproco, verdade seja dita, era muito provável que não fosse, mas que mal existia nisso? O momento era perfeito para fazer com que o grupo ficasse cada vez mais próximo e os sentimentos aflorassem, acabamos de concluir uma missão com sucesso, descobrimos mais sobre as histórias um dos outros, parecia o cenário ideal para fazer um convite e tornar essa relação ainda mais íntima, o não eu já tinha, na pior das hipóteses, o máximo que eu conseguiria alcançar era a humilhação.  

...... Esperaria que a euforia do desembarque acabasse, quando todas já estivessem acostumadas com o lugar, me dirigiria calmamente até Olivia. - Chefe, posso falar com você por um instante? - Proferiria tais palavras com um desinteresse aparente, que esconderia toda a empolgação que acompanhava a ideia. - A missão já acabou certo? Então, teoricamente, estamos livres. - Esperaria a resposta da mulher, para saber se os assuntos ali estavam encerrados ou não, se estivessem, prosseguiria. - Vou ser sincero, esperava que tivessem pelo menos alguns amendoins e um copo d'água no Zeppelin, podemos unir o útil e o agradável e comemorar o nosso sucesso comendo algo. - Faria uma pequena pausa, mas retornaria ao perceber que as coisas não tinham ficado tão claras. - Nós todos no caso, por minha conta, viver da comida do refeitório parece um tanto quanto deprimente, pense bem, eu não vou fazer essa oferta duas vezes. - No pior dos cenários, a missão ainda não teria acabado, se fosse o caso, tentaria a sorte do mesmo jeito. - Bem, convenhamos que a viagem foi um tanto quanto cansativa, nós poderíamos parar para comer algo e dar continuidade à missão logo em seguida, nós todos no caso. Descansados, nossas chances de sucesso melhorariam bastante, isso sem falar dos inúmeros benefícios de entrosamento que essa dinâmica de grupo pode trazer, além disso, eu ainda estou disposto a pagar tudo. - Um sorriso e uma quantidade significativa de esperança acompanhariam tais palavras.

...... Na hipótese da minha oferta ser aceita, esperaria que alguém que já conhecesse a cidade sugerisse algum local, se ninguém se pronunciasse, simplesmente rumaria pelas ruas de Loguetown e me contentaria com qualquer estabelecimento que parecesse digno o suficiente para receber a ocasião, o que não era pouca coisa. Já dentro do local, simplesmente pediria o prato mais barato, já que tudo tinha o mesmo gosto, ou melhor, mesma falta de gosto, passaria o tempo degustando mais da companhia daquelas mulheres do que do próprio prato. Em algum momento da refeição, quanto tivesse a possibilidade de atrair a atenção de algum garçom ou garçonete, perguntaria sobre o banco da cidade, no caso de ser um homem, diria. - Só um minuto meu consagrado, você poderia, por favor, me explicar como eu chego no banco? - Se fosse uma mulher, prosseguiria de uma forma um tanto quanto diferenciada. - Só um minuto minha Sacro Imperatriz, você poderia por obséquio me dizer como faço pra chegar no banco da cidade? Se não se importar, poderia sussurrar no meu ouvido? Tenho dificuldades de audição. - Após a refeição, seguiria as instruções fornecidas para alcançar o local, torcendo para que alguém do grupo me acompanhasse. Chegando ao banco, procuraria pela ajuda de alguém que trabalhasse no local. - Eu gostaria de abrir uma conta, você pode me ajudar? - Seguiria todas as instruções que fossem dadas e depositaria todo o dinheiro que tivesse no momento.                

...... Caso a realização da minha ambição fosse impossível, simplesmente seguiria qualquer instrução dada por Olivia para prosseguir com a missão, mas, caso estivesse livre, procuraria pelo banco. Começaria a desbravar as ruas de Loguetown e pediria informações para qualquer civil que parecesse minimamente amigável. - Com licença, você pode me dizer como faço pra chegar no banco? - Escutaria atentamente as instruções dadas, seguindo as mesmas para alcançar o destino desejado. Dentro do banco, pediria a ajuda de algum funcionário que estivesse disponível. - Você poderia me ajudar a abrir uma conta? - Com o devido auxílio, depositaria todo o dinheiro restante na conta recém-criada.        

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Última edição por Bjarke em Qui 12 Jul 2018, 19:40, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 5 EmptyQua 11 Jul 2018, 14:47





~Achiles~


O garoto estava pronto no centro do ring preparado para começar sua luta contra o superior, ele tinha um início bem simples, ele rapidamente avançava para cima de Ramiel com um dash rápido, ele lembrava do uso de bloqueios para ser capaz de deter seus inimigos mas dessa vez a coisa era diferente o homem não se movia ele esperava realmente o golpe para que fosse atingido diretamente por o punho, a potência do soco com o dash se mostrava potente de verdade, mas não era o suficiente pra retirar o superior do lugar, ele sentia a pancada propositalmente para analisar a potência. - Seu doriki aumentou consideravelmente anteriormente eu aproximava ele de 120, agora você quase dobrou ele, 234, é atualmente seu doriki, está realmente crescendo ao que parece.- ele dava um sorriso de canto de boca antes de qualquer outra afirmação, mas as coisas mal tinham começado, e Achiles afastava-se pra trás depois de os dois golpes acertaram ele, era como ter socado aço, era estranho, ter batido no peitoral de Ramiel e socado uma pedra não era muito diferente.

Por fim a ideia de apenas testar seu modo de defesa tinha falhado inicialmente, pois o homem tinha usado aquilo pra medir a força do agente, ele então já tinha seu próximo ataque e era ali que o teste verdadeiramente começava, o primeiro soco era um direto bem na direção do rosto de Ramiel, pra esse ele apenas colocava a palma da mão aberta com os dedos um pouco dobrados para que segurasse o impacto completo do soco. - Você verdadeiramente não está parecendo frágil nesse ponto, me mostre mais dos seus socos e depois disso poderei dizer se você pode ir.- Mas o garoto não ia parar ali, o momento agora ainda era sério, e preparando novamente para seu momento de ataque, ele partia para sua técnica, negative sequence, atualmente provável que fosse a melhor de seu arsenal. Iniciando logo com um ataque rápido pela direita proporcionado pelo seu giro de coluna o garoto começava mas logo de início o primeiro soco era bloqueado pelo braço de Ramiel, o que não parava a técnica, mas assim que o segundo soco vinha pelo outro lado, usando o braço o ceifeiro segurou pelo pulso rapidamente o puxando com uma alta força, e brecando o movimento com um giro de cotovelo, que ia no peito do agente (Só do 0:26 ao 0:29), a pancada era forte, não era plenamente a técnica dele que surpreendia naquele momento, mas a força e velocidade que ele conseguia impor, era assustador, as vezes parecia que os braços sumiram da vista quando eles se moviam. Ele estava de frente pra um verdadeiro monstro.

Mas aquele não era o momento de parar, o homem ali não parecia achar algo de errado ele via que o rapaz estava evoluindo. - Sua velocidade também cresceu, como um todo, você parece na verdade ter evoluído nesse tempo.- mesmo falando isso, o rosto dele ainda era um pouco frio, ele parecia calcular os movimentos do Boxeador, mas aquilo apenas abria a oportunidade do uso da sua outra técnica, ele concentrando a força nas pernas rapidamente contraia os músculos, colocando todo seu impulso em um rápido dash que ele podia, era um golpe destrutivo, mas vendo o que acontecia Ramiel movia seu dorso para a direita, removendo o corpo da direção, entretanto fazia isso enquanto colocava a mão direita sob o braço do garoto que vinha pra acertar, a empurrando, para a direção contrária a seu movimento, seu olhar ali mostrava surpresa, aquele golpe foi por pouco, ele viu por alguns segundos aquilo podendo o atingir. - É... parece que você está crescendo bastante. Vamos parando por aqui, não acho que precise me mostrar mais nada, em uma próxima, brincamos disso, com eu atacando também, mas daqui a uns dias, não vou poder brincar com você sem as foices. Haha. Você está ficando bom.- ele tinha um olhar orgulhoso quando falava isso e nesse momento ele puxou algo do bolso, era uma insígnia velha.

Ele mostrava ela pra Achiles, estendendo a palma da mão pra ele com ela no centro. - Essa é uma velha insígnia do North Blue, ela está queimada, porque em minha primeira missão, revolucionários tocaram fogo no QG, no momento que eu saia pra entregar meu relatório, eu adentrei pra tentar salvar as pessoas do  lugar. Pra ser mais exato, fui um pouco egoísta tinha alguém que eu queria salvar, mais que tudo, bem infelizmente, essa insígnia carbonizada é o que me resta de lembrança.- Ele falava isso com uma calma imensa, era como se mesmo com todo o peso que as palavras pudessem trazer, aquilo não o machucasse mais, talvez porque pra ele aquilo fossem coisas de um antigo ele, alguém que ele não se vê mais sendo. - Eu estou te mostrando isso por que, eu já estive onde você está agora, e cometi meus erros, mas o importante garoto, é seguir em frente, muitas vezes nosso caminho traz empecilhos como esses. Mas o segredo está em nunca se entregar, não importa o quanto o mundo pareça sombrio lá fora, você pode apenas seguir em frente, e se levantar não importa o quão forte apanhe, quantas vezes você cair.- Ele esbanjava agora um sorriso de canto de rosto pegando máscara que costumava usar durante suas incursões ele olhava diretamente nos olhos do garoto, com a máscara sob o rosto o que passava um ar completamente diferente dele, sempre que ele a usava, era como ver um homem diferente. - E é pra isso que estamos aqui, pra fazer o trabalho que ninguém gosta, luta contra os monstros que assolam este mundo e mostrar como as coisas podem mudar, sujamos nossas mãos de sangue, pra que eles não precisem.- falava apontando pra a Janela aquilo provavelmente indicava, o mundo de maneira geral, civis, nobres qualquer coisa que se movesse, afinal o Anjo da Morte nunca serviu diretamente a nobreza, Ramiel, sempre foi um cão sem donos, ele seguia seus princípios. -Agora posso diretamente te dizer, bem vindo ao Governo. Me siga.

O homem começava a caminhar para uma outra sala, dali ele não carregava outras coisas com ele além de suas foices, e a máscara que por algum motivo ele manteve no rosto.

~Bjarke~


A chegada em Loguetown lembrava o garoto de seus instintos, de como era difícil pra ele se livrar deles, não era como se ele quisesse fazer tal também, mas a ideia de amar todas aquelas mulheres poderia passar-lhe a sensação de que não haveria uma aceitação por parte dos olhos, era algo difícil de imaginar, mas Sven tinha coração de mãe, sempre cabe mais uma., até que finalmente no solo ele podia ver o estado da ilha, ainda estava um clima um pouco frio, neve derretida por toda parte, o vento estava suave, não forçava um atrito grande, apenas batia levemente sob a pele deles, as mulheres pareciam ter alguma pressa caminhando bem rápido, provavelmente por quererem chegar ao QG, No entanto o garoto tinha algumas coisas para perguntar, desde algo importante até mesmo um flerte, ele explanava suas ideias de todo modo. - Sim, essa escolta acabou, mas você ainda vai me acompanhar em outra, eu te explicarei melhor quando todos estiverem alimentados.- Falava ela mantendo a expressão base no rosto. E logo depois disso, prosseguia sobre a ideia de tomarem um café, comer um almoço ou qualquer coisa desse tipo.

A ideia dele não era ruim mas isso demandava um tempo que eles não tinham, as coisas precisavam ser rushadas agora, elas precisavam avançar da maneira mais veloz possível, e então era uma recusa. - Eu e as moças comeremos no QG, entretanto você pode comer fora se preferir. Elas vão me ajudar com alguns preparativos, Amy, como você conhece a ilha, vá com o agente Koza, e mostre o que ele precisar ver.- Ela falava realmente deixando no ar aquele sentido ambíguo, mostrar tudo que ele precisa ver? o olhar dela mostrava a malícia por trás da frase, a moça corava instantaneamente. - Si… Sim, eu vou mostrar tudo pra ele… digo… dar tudo… não é isso! Mostrar a ilha toda!!!- E confusa com toda a situação a dicção da moça a traia fazendo ela dizer coisas um tanto quanto erradas, no meio daquilo, Amy, sempre tinha esse jeito meio caótico de pensar e agir. Enquanto isso as agentes caminhavam compassadamente, todas elas se movendo com um rebolado hipnotizante, Bjarke poderia se perder naquilo por quanto tempo quisesse, Amy, estava um pouco sem jeito perto dele, por eles anteriormente terem um encontro marcado, mas mostrava sua animação também, mesmo envergonhada sentia aquela vontade clara de seguir em frente com aquilo. Mas assim que as moças se afastaram ela questionava, para onde o homem pretendia ir. -Então onde quer ir?- falava olhando com um olhar bem calminho, e rapidamente passava a mão nos cabelos tirando o cabelo da frente dos olhos.

O garoto antes perguntaria isso a algum desconhecido aleatório, mas por que não perguntar a mulher que ficou como sua estrela guia. - O banco é bem perto do QG, então vai ser tudo quase no mesmo caminho. - Dizia ela já começando a caminhar em direção ao lugar, o agente caminhava calmamente até o que seria o banco junto de Amy, que animada mostrava algumas coisas. - vê aquilo ali?- Falava ela apontando para uma árvore enorme. - Eu brincava ali embaixo quando era bem pequenininha.- ela comentava de forma solta apenas e seguia. Chegando ao banco tudo estava vazio apenas o homem mal encarado atrás do balcão e seus 300 seguranças por o local. Sven explicava o que o trazia ali, que seria a ideia de colocar dinheiro no banco. - Senhor Sven Bjarke Koza, quanto deseja depositar?- falava de maneira calma naquele momento, esperando uma resposta, o agente falando a quantidade depositava tal. Estava tudo feito. - Foi bom fazer negócio com você senhor.- ele colocava o dinheiro dentro do que seria uma pequena maquininha. Os dois saiam do banco enquanto a menina o avisava sobre o pouco tempo. - Bem, precisamos voltar ao QG, Olivia deve nos passar os detalhes da nova missão.

Os dois caminhavam tranquilamente até o QG, a moça por já conhecer tanto o local quanto saber pra onde tinham que ir, onde finalmente chegavam a sala prometida. Era ali qua a reunião aconteceria.

~Afonso Lobo & Severino Jorge Cockar (Vulgo Biu)~


Achiles chegava a sala habitada por uma uma mulher estranha, ao lado de Akame, as duas pareciam em uma conversa mais descontraída, One já estava ali também, ela em especial estava em um canto da sala, apenas bebendo alguma coisa, uma bebida quente aparentemente, visto que saia fumaça do como ao qual ela ingeria o líquido, na sala estava também Six, e outra garota desconhecida. de cabelos verdes, e nesse exato momento entravam mais dois estranhos, aquele era um outro agente vestido de terno assim como ele acompanhado de uma moça com airbags gigantes, a comissão de frente tava podendo ali. Bjarke e Amy, eram eles que tinham acabado de entrar. O clima na sala era bem mais de tensão depois que todos tinham cruzado a porta, o por que disso no entanto era algo que não era possível medir, talvez pelo simples fato de ser uma missão, e todos estarem sob o peso de ir para o mar mais perigoso, onde os monstros se escondem.

Olivia tomava a palavra, enquanto pra o jovem Bj, a sensação era a mesma de Achiles rostos conhecidos e outros não, e claro um maluco de mais de 2 metros que parecia ter tomado um tiro no pescoço, usando uma máscara de caveira, e a mulher passava a explicar no entanto, e o homem, normalmente não seria o foco do espadachim, afinal, ele liga pra o que tem saia, homens de foice não fazem o tipo dele, Olivia tinha convicção em sua voz, e no momento certo prosseguia. - Bem agora temos todos aqui, explicarei a missão, primeiro de tudo, nenhum de vocês estará lá com seus nomes, e nem estaria, como agente, ou ao menos não publicamente. A missão é ajudar Six e Gwen a proteger dois passageiros importantes.- ela olhava para todos enquanto perguntava, Amy as vezes tinha um rosto um pouco de confusa, como se tivesse dúvidas mas se mantinha em, silencio como se não quisesse atrapalhar, Six parecia estar bem atenta apesar de ainda um pouco mexida, ela não tinha saciado seu vicio, One sempre calma, e com um olhar focado, parecia ter desligado toda sua mente do mundo exterior e focar apenas nas palavras que ouvia. - Estão acompanhando?- e esperaria alguma confirmação antes de prosseguir. Ramiel apenas se recostava na parede começando a girar uma moeda no dedo indicador, como se ele já soubesse tudo que vai ser tratado ali. Olivia tinha aparentemente todo o momento pra falar livre prosseguindo. - São duas famílias importantes os Norwitch, e os Blazestone, Achiles ficará responsável, pelo nobre que ele já conhece da sua missão anterior, o que atende por Norwitch, enquanto Sven, ficará responsável por cuidar da moça conhecida como Esmeralda Blazestone, e sua mãe, Natasha Blazestone.- completava ela com uma revelação que pra o menino lobo, poderia não dizer nada, mas para Sven, agora tudo poderia fazer sentido, por que de ela não poder ser agente, ou mesmo por que Olivia a silenciou no zepelim.

A moça na verdade carregava um símbolo de nobreza consigo, era estranho imaginar uma nobre, quando se via Esmeralda, ela era enérgica, e tinha todo o jeito inocente de agir, além é claro de sua especial vontade de treinar com agentes, talvez fosse um pouco da gratidão por quem a salva, mas sem espaço para perguntas Olivia contava mais. - Então terão de assumir alguns nomes de civis, Achiles, você será o pastor e criador de cabras Afonso Lobo, enquanto você One, se chamará Maria Clementina, que é a noiva de Afonso, já Sven, se chamará Severino Jorge Cockar, que está indo pra Terra Alegre pra casar com uma mulher chamada, Benedita Aparecida, que será o nome de Amy.- Falava ela terminando a pequena lore, todos escutavam passo a passo daquilo, não seria uma missão fácil, era difícil até mesmo imaginar por parte de alguns realizar tal, o próprio garoto wolf, não era bem um tático, mas um combatente ferrenho. -Six estará misturada no meio dos civis e em alguns momentos também se disfarçará como marinheira como marinheira no lugar, junto de Gwen, elas parecerão fazer parte da marinha algumas vezes outras horas estarão com vocês e elas comandam a missão. Achiles você realmente vai precisar alimentar as cabras, elas vão ser transportadas para Terralegre, são posses do Norwitch, e pelo disfarce vocês vão precisar disso.- Completava ela com um olhar mais calmo ao final. Parecia algo está faltando agora que Akame tomava a palavra levantando de trás do balcão, assim que caminhava as curvas da mulher ficavam mais amostra, era de fato uma bela ruiva, até difícil ver uma assim no dia a dia.

Ela tinha um olhar sério, parecia um pouco inexpressivo, talvez a famosa expressão poker face se encaixasse bem naquilo, ela caminhava mais para a frente e começava a explicar a segunda parte daquela coisa, era uma missão que ficava cada segundo mais complexa e cheia de detalhes. - Muito bem, o nobre será tecnicamente seu irmão, ele vai atuar junto de você em todo o tempo até no pastoril, mas lembre lá o nome dele, é João das Neves, então lembre sempre disso. Koza, já no seu caso, Natasha se chama, Gabriela, e é sua sogra, mãe de Mya, e nisso ela está indo pra o casamento, Esmeralda é sua irmãzinha conhecida por Nana. Sim uma hora iam faltar nomes complexos.- ela tinha uma voz melodiosa, do tipo que se quer ouvir cantando ao menos uma vez na vida, era algo encantador de se ouvir, era realmente como o canto dos anjos, a mulher era incrível de diversos aspectos, alguém que surpreendia a cada dia quem a conhecia, por ser uma pessoa de várias camadas, e trazer pouco a pouco cada uma delas a tona. - Lembrem de nunca entrarem em contato muito longo com pessoas importantes, apesar de serem todos civis, alguns são de fato importantes, tendo um status social elevado.- completava apenas agora dando um leve sorriso, seu rosto parecia um pouco mais expressivo nesse final, talvez por conta da situação, onde ela tinha uma certa excitação por a missão, ela de fato gostava do trabalho que fazia, não estava lá apenas pelos beneficios.

Ramiel agora saindo de perto da parede começava, seu olhar carregava um peso enorme, talvez ele tivesse deixado a máscara ali no rosto justamente para isso, essa sensação de pressão que ele passava. - Entenderam tudo? alguma pergunta? se entenderam, vão no vestiário, no armário 302 tem as roupas de vocês em maletas, roupas para os 2 dias de viagem, ou 3 dependendo da progressão, desse modo, estejam atentos por mais que o navio só tenha civis, muitas coisas tem andado erradas por aí. Assim que estiverem prontos partam para o navio, afinal a partida dele deve estar se aproximando, Achiles como algumas pessoas podem te reconhecer do jornal, algo útil pra ti está na mala, foi algo pra se em algum momento precisar lutar.- ele dava um sorriso quando falava isso, claro que não era possível ver, pois o mesmo estava de mascara, mas pelo próprio olhar, isso poderia ser notado. Ao fim da fala dele, era notavel, como as pessoas que não o conheciam pareciam demonstrar um leve temor, a voz dele era grossa, e passava uma imponência grande, sua musculatura apenas reforçava isso, e assim como as palavras eram sempre bem articuladas, e mostrava uma habilidade para falar, o que queria dizer que não era apenas mais uma montanha de músculos, Amy sentia uma certa pressão vinda dele, algo que passava por ela, fazendo até mesmo um arrepio surgir, já Gwen, não parecia ficar intimidada, apesar de também demonstrar respeito- Eu e Akame estaremos em um outro barco que vai ficar a uma distância relativa em paralelo a esse, Olivia estará com as agentes em outro, não estaremos nele, pois nosso rosto atrairia olhares não dos civis, mas dos marinheiros, e é importante que a ideia geral da missão não passe pra eles, mesmo que algum deles te reconheça, não seria interessante que a índole vazasse, então os superiores de certo estão lá.- Após isso ele se preparava para sair dali, ele colocava as duas foices nas costas cruzando como um X, sendo o primeiro a sair da sala, apenas desejando um. - Boa sorte garoto, nos vemos em Terralegre.- falava dando tchau para achiles.

Tudo agora estava explicado pra eles ao menos o mais base, e eles tinham algumas coisas para fazer. - Muito bem, podem ir, as cabras já estão separadas na ala norte do QG, assim que se trocar podem todos seguir pra o barco, vocês vão saber qual é, vão ter muitos civis, e é um barco grande.- era a ultima informação passada por a superior (Akame) se não houvessem mais perguntas.


~Alipheese, Drake, Makei e Shinsuke~


O grupo todo estava reunido com o famoso tenente Cruzis, aquele que praticamente comandava sozinho a ilha de Loguetown, algo parecia meio estranho em seus diálogos e na pressa para que os marinheiros saíssem de sua sala, mas mesmo assim, ele efetuava suas tarefas de maneira que a maioria das pessoas que visse, chamaria de uma maneira exemplar, ao menos aquelas que não reconhecessem o cheiro daquilo que obviamente acontecia naquela sala, somado às tosses do tenente. E foram em algumas de suas falas, que Cruzis conseguiu tocar o grupo, ao mostrar com quem eles estavam lidando, no caso Jibril, que havia passado por maus bocados até chegar onde chegou atualmente. Realmente, para algumas pessoas mais frias, poderia não parecer muito, mas as histórias pelas quais a celestial havia passado, eram no mínimo comoventes, dando arrepios e levando alguns até mesmo a chorarem ou ao menos refletirem sobre o assunto, como ocorrera com todos que lá estavam escutando.

Uma das pessoas que não resistiu diante daquele turbilhão de sentimentos, havia sido Ali, que começou a chorar, mas mesmo assim, tentou manter as forças diante de seu superior, mesmo escutando todas as atrocidades pelas quais Jibril, que havia saído por algum tempo da sala, tinha passado. Os outros, se mantiveram firmes, na medida do possível, sendo que Hana, diante de seu superior, mantinha uma postura mais determinada e séria, ela até mesmo adulou as costas de Ali ao perceber a tristeza da fofa garotinha em relação a sua amiga. Lynn não chegou a ser tão afetivo, mas mesmo assim, tirou suas próprias conclusões, aquelas de que ele se importa com um grupo seleto de pessoas e Jibril se enquadra nesse grupo, logo, ele faria de tudo para mantê-la bem, independente do que acontecesse. Drake não se importava com o futuro da garota, desde que não se metesse em seus objetivos e metas para o futuro, apesar de achar estranho todo o seu passado obscuro. Já Zed, mantinha suas viagens absurdas e sem nexo sobre a celestial ser uma princesa, da qual meros mortais, não conseguiriam sequer ficar em sua presença sem que sucumbissem. O importante era que todos se importavam com a celestial, mesmo que cada um tenha sua forma única ou absurda de se expressar.

Não demorou até que a celestial voltasse, sendo que o próprio Cruzis alertou a todos de sua presença que poderia ser desejada ou não naquele momento, onde alguém poderia ser contra sua entrada no grupo. Mas apesar daquelas que provavelmente fossem as expectativas do tenente ou de qualquer pessoa normal que escutasse as histórias bizarras que haviam sido contadas, todos, de uma forma ou de outra, acabaram optando por aceitar a entrada da garota em seu grupo, por mais que ainda não seja nada devidamente oficializado ou coisa do tipo, ao menos a próxima missão, seria feita em conjunto. A primeira a se pronunciar foi Ali, foram com as doces palavras de aprovação da pequenina que a melodia da aprovação de Jibril no grupo começou a ser tocada, Cruzis acenou com a cabeça em sinal de aprovação ao pedido da garotinha, logo depois de ajeitar um pouco seu boné ao rotacioná-lo levemente para um lado e para o outro.

A pequena garota, em todo seu potencial de fofura, depois de reverenciar seu superior, em sinal de respeito, andou rapidamente até a porta, onde deixou sua arma e abraçou com força Jibril, que até então estava com o rosto voltado para baixo como se tivesse repudia pelo seu próprio passado, naquele simples ato de comoção, a celestial não resistiu, lágrimas começaram a escorrer de seus olhos acompanhadas de um baixo som de choro, não demorando até que o couro cabeludo de Ali fosse molhado, já que a pequenina estava com seu rosto pressionado contra os seios da celestial, sentindo um leve aroma de morangos, naquela textura macia, quente e confortável onde se acomodava, sem que Jibril que lhe abraçava de volta com força ligasse. Ela parecia apenas querer continuar com aquele longo abraço caloroso, enquanto agradecia a garota.

- O-Obrigada! -


Nesse momento, enquanto Ali abraçava Jibril, Drake soltava algumas palavras também, ao falar que não se incomodava com a presença da celestial, desde que ela não o atrapalhasse, eram palavras bastante egoístas para alguém pertencente a marinha, que teoricamente existe para lutar pelo povo, mas mesmo assim, Jibril escutava o rapaz ao encará-lo e continuava a chorar, ao perceber que estava sendo aceita, nesse momento, apertou ainda mais forte Ali, deixando a pequena garota quase sem ar com o resto entre seus seios. Além disso, enquanto Drake falava, Lynn se sentava de maneira desleixada em uma cadeira que ficava em um dos cantos da sala, falando também o que pensava em relação a Jibril, que apertava ainda com mais força Ali ao escutar aquelas belas palavras, se a fofa garotinha já não estava sem ar, naquele momento, ela estava passando por um aperto, literalmente.

Foi quando Zed começou a falar sobre o que ele achava, quanto aos outros terem sido fracos perante a presença daquela que para ele era a princesa Kaguya, embora não quisesse revelar esse fato e nem que os outros soubessem sobre o que ele falava, Jibril soltava um sorriso em meio às várias lágrimas que já havia soltado, além de dar uma pequena folga para que Ali recuperasse o ar. Feito isso, ao ver que Zed esperava alguma resposta, Hana chegou pelo lado abraçando tanto Jibril quanto Ali, deixando mais uma vez a pequenina pressionada, dessa vez pelos seios das duas garotas, com isso, ela fala animada e sorridente, sendo respondida por Jibril logo em seguida, com a voz também mais animada, mas levemente afetada pelo choro de pouco tempo atrás.

- Eu nem te conheço bem ainda, tivemos nossas diferenças, mas não se preocupe, eu também aceito você como marinheira e companheira, vamos trabalhar bem juntas!

- Obrigada a todos, vocês não fazem ideia de como foi difícil para mim até agora, tenho certeza de que vamos trabalhar bem a partir de agora e faremos muito sucesso como marinheiros! -


Por mais alguns segundos, a pequena menininha ficou presa por entre Hana e Jibril, sem conseguir respirar, mas com ela reagindo a isso ou não, ambas a soltaram, dando espaço para que ela pegasse sua arma e falasse para Cruzis que iria a procura do tenente Mustache. Nesse momento, o mágico se dirige até a garota, colocando seu dedo no queixo da mesma, ficando com um semblante minimamente surpreendido diante da atitude do rapaz, que parecia ser mais uma ameaça que uma prova de aceitação, finalizada com uma passada de mão em sua cabeça, sendo essa passada depois de frases tão medonhas, talvez a cereja do bolo faltante para uma sádica como ela. Ela então manteve sua cabeça erguida, mas com seu sorriso sádico habitual, algo que faria normalmente, se não fosse toda a situação que havia sido exposta para seus companheiros. Por fim, logo depois dessa cena comovente e ao mesmo tempo, um pouco estranha com a celestial, Drake perguntou ao tenente se ele saberia onde teria um banco, com essa pergunta, Cruzis o responde seriamente ao apoiar a mão esquerda em sua própria bochecha, além de falar com velocidade em suas palavras, como se quisesse que todos saíssem logo, enquanto apontou com o indicador da mão direita a direção.

- Saindo do QG, é só andar algumas quadras indo na direção do porto e verá o banco, não tem erro! -

Quando Jibril achou que tudo havia acabado e que finalmente poderiam prosseguir com a próxima missão, outra pessoa vem falar para ela sobre sua aceitação e que ficaria tudo bem, dessa vez era Lynn que mais uma vez colocava os dedos na testa da garota, soltando sua frase motivacional para ela, sendo que terminou falando para Ali que estava próxima. Essa, somado a todos os outras frases bonitas que a celestial havia escutado naquele momento, faziam com que ela fechasse seus olhos e sorrisse como nunca havia sorrido até aquele momento, pelo menos desde que todos conheciam ela, a garota parecia estar com um novo ar, bem mais confiante e menos inseguro do que tinha antes, como se ela se sentisse bem por ter sido aceita e talvez até amada pelos seus novos amigos marinheiros, mesmo assim, com um tom levemente irônico, ela falou para todos, ainda com os olhos fechados e sorrindo, mas com uma das sobrancelhas tremendo.

- Muito obrigada mesmo, gente! Mas acho que já está bom, né? Vamos ver o tenente Mustache… Não quero ficar relembrando do passado, a partir de agora, estou em suas mãos, confio em vocês, cuidem de mim por favor! -

~Makei~


Com essas palavras, Zed deu mais uma de suas provocadas para cima de Lynn, que já estava bravo pelas suas roupas sujas de lama e talvez outras coisas de mesma coloração, saindo para se lavar e dar um jeito em toda aquela sujeira, deixando para resolver essas pequenas intrigas depois. Saiu andando pelo QG a procura de um lugar para poder se lavar, sendo que não demorou muito, no fim das contas, o lugar todo era bem intuitivo para se guiar ao seguir algumas indicações gravadas na parede apontando as direções, chegando lá, tirou suas roupas e começou a tomar um banho, enquanto fazia isso e aquilo para aliviar o estresse.

Depois, Lynn se secou, vestindo apenas as partes da cintura para baixo de sua farda e mais uma vez, saiu andando pelo QG, dessa vez a procura da lavanderia, no caminho até se deparou com alguns marinheiros que o olharam torto e conversaram entre si sobre algo, mas por sorte, nenhum era um superior que pudesse chamar sua atenção, o jovem sem camisa até perguntou qual era a direção para um desses soldados, que simplesmente apontou a direção ao estranhar a atitude de seu aliado sem a vestimenta adequada para o local, novamente não demorou muito até que Lynn encontrasse a lavanderia. Chegando nela, entregou a roupa suja para o soldado encarregado de recebê-las, que respondeu o rapaz com um sorriso no rosto enquanto pegou a farda nova e o entregou.

- Vocês veteranos tem se esforçado bastante para manter a paz, não é? Imagino se um dia vou conseguir completar as missões para poder sair em campo, é demorado para um marinheiro comum subir aqui na marinha, geralmente ficamos estagnados por muito tempo… Estou trabalhando na lavanderia a meses e ainda não sai uma vez sequer… Bem, aqui está, boa sorte! -

Então, Lynn, ainda sem camisa, novamente se dirigiu até o vestiário, onde se vestiu, ele já tinha visto o QG quase que por completo nessa pequena aventura sem camisa, encontrar o refeitório acabou sendo como encontrar um corte feito na palma de sua mão, dada tamanha exploração por algo tão trivial. Agora, arrumado e pronto para o que quer que estivesse por vir, ele se dirigiu mais uma vez até o refeitório onde achava que todos estariam com o tenente Mustache.

~Drake~


Enquanto Lynn vivia sua própria aventura, em busca de roupas limpas para seu corpo malhado sem camisa, Drake não estava muito diferente, mas ao invés de roupas, ao se afastar dos outros sem sequer dizer o que faria, ele optou por dar uma volta completa pela cidade, primeiramente saiu do QG sem olhar para ninguém correndo com tudo que tinha, dando de cara com aquele forte Sol de verão, sem nenhum vento, mas ainda com alguns civis andando pela rua cuidando de suas vidas, saindo de lá, ele seguiu as instruções de Cruzis até que chegou no banco, não havia ninguém lá, apenas dois guardas segurando suas armas, enquanto o banqueiro ficou encarando o mágico suado e ofegante entrar, sendo que este entrou sem dizer nada e ficou o encarando por alguns desconfortáveis segundos segurando dinheiro na frente do banqueiro que coçou a cabeça sem entender o que ele queria e disse.

- E então filho? Em quê posso ajudar? -

Mais alguns segundos se passaram, sem que cansado Drake falasse nada, foi nesse instante que o banqueiro mais uma vez coçou a cabeça e logo depois bateu seu punho fechado na palma de sua mão aberta, como se tivesse percebido algo. Então ele começou a fazer sinais com as mãos bastante ritmados e com algum significado aparente, o banqueiro estava falando em libras com Drake, provavelmente havia imaginado que o rapaz era surdo e não conseguia escutar, mas não viu nenhuma reação, o que fez com que uma de suas sobrancelhas se levantassem com dúvida do que se passava, até que o banqueiro gritou para ver se ele escutava, logo depois de estalar seus dedos na frente dos olhos do rapaz *TAC… TAC...TAC…* imaginando se ele estava em transe ou algo do tipo.

- Não entendo filho, qual o seu problema, qual o seu nome, eu vejo que é um marinheiro, o que quer? É uma transferência? Para quem? Para sua mãe? Está me dando o dinheiro? Eu seria muito grato… Ah, seria um depósito? -

Foram com essas palavras que Drake balançou a cabeça em sinal de confirmação, de uma maneira sutil, talvez nem tenha balançado, mas o banqueiro pegou a identificação que por coincidência estava levemente para fora do bolso dele, viu qual era o nome e entrou com o dinheiro em uma porta, voltando logo em seguida e falando com um sorriso para o jovem marinheiro que não gesticulava e nem falava ao colocar o documento de volta em seu bolso.

- Eu não entendi direito o que você queria, então depositei o dinheiro no nome de Drake… Tem outras pessoas chegando, se puder me dar licença, snehor. -


Sem nenhum tipo de expressão, fala ou gesto, o mágico simplesmente saiu do banco correndo, mais uma vez com tudo que tinha, sem se importar com o cansaço, o suor ou a desidratação, parecia até que estava em uma maratona absurda e foi caminhando enquanto ignorava mais uma vez tudo e todos ao seu redor, ele estava indo atrás de algumas coisas que Alipheese havia escrito em um papel. Foi diretamente até a loja que acabara de ser roubada e salva pelo seu próprio grupo, chegando lá, viu o vendedor de mais cedo varrendo o chão e se aproximou já com o papel em mãos para que ele pegasse o que precisava, o vendedor confirmou com a cabeça, talvez sem nem perceber que aquele era o mesmo marinheiro que havia o salvado, foi até os fundos da loja e voltou com o que o rapaz queria.

- Muito bem filho, aqui está, são trezen... -

Quando o vendedor ia falar o preço, viu que Drake já estava com o dinheiro em mãos o apontando a quantia e percebendo que era o dobro do que iria cobrar, rapidamente pegou o dinheiro sorrindo para o mágico que continuava sem reação, o contou e logo depois disse mantendo um sorriso de orelha a orelha por seus ganhos sendo quase o dobro do que seria graças a ingenuidade do rapaz.

- Seiscentos mil berries, está certinho, muito obrigado senhor marinheiro, ia cobrar mais caro, mas hoje estou de bom humor. -

Feito isso, o mágico pegou o que comprou e foi carregando em suas mãos sem guardar em nenhum momento, mais uma vez, com impulso total, não estava ligando para nada em relação ao cansaço e a fadiga da qual estava sendo submetido, era hora de ir em busca de sua terceira meta, foi diretamente até o QG atrás de algum livro que o ajudasse com o treinamento de sua acrobacia, a coisa mais natural para qualquer pessoas que queira aprender acrobacia, todos na situação dele fariam isso. Chegando no QG, o homem correu, quase sem fôlego até a sala de treinamento achando que lá encontraria o que procurava, lá ele avistou duas mulheres treinando sozinhas com espadas, sendo que não demoraram quase nada até que parassem, indo beber água e descansar um pouco do árduo treinamento. O jovem se aproximou correndo das duas perguntando se teria alguém que poderia vender um livro que ajudasse com o treinamento de acrobacias, com a pergunta, elas se entreolharam extranhando alguém tão desleixado e cansado correndo por ai, pareciam estar com dúvidas em relação ao que acontecia, até que uma apontou para um dos cantos da área que era uma região murada a céu aberto atrás do QG, ela respondeu em um tom sério.

- Acho que hoje é seu dia de sorte, tem um homem vendendo bem ali. -

Ao olhar na direção que ela apontava, finalmente percebeu que havia um homem feliz da vida em cima de uma bancada segurando um livro e falando algo bem alto para que todos escutassem. Ele estranhamente usava as fardas da marinha e apontava para o livro como se fosse algo muito especial, estando posicionado naquela barraquinha que parecia uma barraca feita por crianças para venda de limonada, mas com a escrita “Livros de Acrobacias 1.000.000 berries”, vendo isso, Drake se aproximou da barraca, sem sequer agradecer a garota pela informção, com isso, escutou exatamente o que aquele homem falava tão empolgado de maneira genérica, mas logo depois, bastante específica com a aproximação de Drake.

- Venham todos, se aproximem, comprem aqui seus livros de acrobacia, é garantido o aprendizado, saiam daqui verdadeiros acrobatas, só hoje estarei fazendo por um milhão de berries, uma pechincha em relação aos seus ganhos majestosos, venham, venham comprar dos meus livros de acrobacias. -

- Olá filho, chegue mais perto… Porque não compra um dos meus livros? Tenho certeza de que você poderá fazer qualquer tipo de acrobacia com um desses. Ganhei uma permissão especial do Cruzis apenas para vender essas belezinhas e esse é o último, já vendi outros mil hoje… Vamos lá, compre… Não vai se arrepender... -

Diante daquela oferta tentadora, Drake não pensou duas vezes, era exatamente o que ele queria, onde ele queria, no momento que ele queria, não poderia ser mais perfeito. Ele pagou o homem que fechou a maleta onde estava aquele último livro e saiu correndo para a saída à carregando, como se tivesse algo a esconder. De toda forma, não importava mais, o importante era que agora o mágico tinha o livro e tudo que tanto queria, por mais que fosse uma irônica coincidência absurda do destino o ajudando para que obtivesse aquilo, mostrando que a sorte certamente estava do seu lado. Com isso, se dirigiu com toda sua velocidade, dando sua última gota de suor para seu real objetivo que era se encontrar com os outros no refeitório, junto do outro tenente designado por Cruzis.

~Alipheese~


Pouco tempo depois de Drake e Lynn saírem para fazer suas coisas, restaram Hana, Jibril, Zed e Ali no lugar com cruzis, mas não demorou até que Ali puxasse assunto com Jibril, querendo se aproximar mais dela como pessoa. Começou a se lembrar de sua experiência traumatizante no passado, que se aproximava muito daquelas passadas por Jibril, embora no final das contas, tudo tenha dado certo para a pequenina, por mais que não tenha sido tão violento para as pessoas mais próximas, quanto havia sido para Jibril, seu pequeno coraçãozinho ainda assim se abalou com os acontecimentos, onde muitos que não precisavam ter sofrido, acabaram sofrendo ou perecendo. O interessante era que a historinha da pequena não era algo totalmente aleatório, ela queria chegar em algum lugar e esse lugar era justamente a questão de se o medicamento dado para Lynn como a cura de seus males, não seria outra coisa, a celestial então aproximou seu rosto bastante da pequenina, quase como se fosse beijá-la, soltando um sorriso e aparentando não estar nem um pouco triste, como estava antes, parecia estar totalmente normal, disse em um toma levemente sádico, mas sério e verdadeiro.

- Um antídoto? Será? Estou brincando com você… Sim, era um antídoto para que ele melhorasse daquela pequena situação, ainda mais pequena que você… Ao menos pelo que percebi no beco… Fique tranquila, fofinha… Vamos nos despedir do Kamui, então? -

Mais uma vez, de modo que parecesse até mesmo um hábito, onde as duas não poderiam andar juntas sem que fosse de mãos dadas, a celestial mantinha um sorriso, dessa vez mais normal que o anterior e saia andando com Ali ao seu lado ao entrelaçar seus dedos nas mãozinhas da pequenina e andar na direção de uma sala, não era na forja como antes, mas em uma espécie de escritório bastante parecido com o de Cruzis, tinha o nome Kamui escrito na porta. Sem bater, Jibril simplesmente abria a porta, entrando e falando algo baixo com seu mestre sem que Ali escutasse, Kamui então dava uma risada alta e falava animado, talvez com a presença de Ali ou com o que Jibril havia dito baixo para o mesmo.

- Kahahahaha, entendo, fascinante… Ei, pequena, quer se despedir de mim? Pode entrar. -

Kamui puxava uma cadeira para que a garotinha se sentasse e falasse o que queria, servindo alguns biscoitos e café para aquele belo momento, enquanto sorria ao escutar e se deliciar não só com os aperitivos, mas também com as doces palavras da pequena à sua frente que estava empolgada ao conversar sobre a missão efetuada com sucesso. Conforme ela ia falando, se servindo ou não, ele se levantou e pegou uma caixa, abriu na frente da garota e falou orgulhoso pelos feitos descritos, sendo que Jibril ques estava em pé, ao lado da garota, mantinha um sorriso e sua mão que já havia soltado a algum tempo das mãozinhas de Ali, repousava sobre os cabelos da garotinha.

- Muito bem Ali, Jibril já passou por tanta coisa… Eu não sabia se ela conseguiria se encaixar novamente, pelo que ela me disse, está muito feliz por ter se juntado com todos vocês… Então quero lhes dar alguns presentes como agradecimentos por terem acolhido minha pupila em seu grupo… -

- Primeiro, para você, esse livro de nome “Monster Quest”, talvez goste de histórinhas sobre cobras grandes, ao menos é o que sua carinha me diz… Para Drake, esse baralho de tarot, talvez ele goste, sendo um mágico e para Lynn, esse pingente, ele é feito da escama de um rei dos mares, já que ele diz ser o próprio imperador dos mares, nada mais que justo que receba esse símbolo de boa sorte, além disso, ele muda de cor de acordo com o clima, ficando verde no verão e primavera, branco no inverno e outono e prateado em climas muito quentes ou desérticos, talvez seja útil quando estiverem mudando de ilhas.


Então a garota falou sobre a próxima missão, sendo que Jibril não disse nada no processo, apenas se mantendo próxima a pequena menina enquanto ela tinha sua conversa de despedida com Kamui. O homem sábio escutou tranquilamente a conversa da garota, após oferecer os presentes, sendo que se sentou com as pernas e braços cruzados enquanto pensava sobre o que sabia em relação à Terralegre e ao mesmo tempo Jibril disse por ela mesma, sem a ajuda de terceiros, apenas para sanar as dúvidas de Ali em relação à sua ida ou não com o grupo, a garota deu um abraço em Ali, sendo que seus braços entrelaçaram a cabeça da pequena garota, a deixando mais uma vez com a face onde muitos homens se matariam para estar, a respondendo com uma voz doce.

- Terralegre… Hum… Já ouvi falar desse nome, dizem para tomar cuidado com algumas substâncias que tem lá, mas não tenho certeza… Tem tantas ilhas na Grand Line… O líder da missão de vocês deve ter mais informações… -

- Você ainda tem dúvidas? É claro que eu vou com vocês… Não tem como eu te abandonar mais, fofinha. -

Então Ali pedia por algo que pudesse usar para carregar seu armamento, em resposta ao pedido da garotinha, Kamui colocava mais uma vez a mão no queixo como se pensasse, então sem dizer nada, ele se levanta caminhando lentamente até um grande ármario que havia em sua sala e depois de retirar algumas caixas empoeirada e provavelmente engolidas pelo tempo de tão velhas, retirou uma outra e de dentro dela, três bandoleiras em ótimo estado, apesar de já estarem lá a muito tempo, estavam tão bem guardadas que pareciam novas, então ele entregou para a garota falando com um sorriso.

- Achei! Pode ficar com estas, uma delas eu usei em um passado já esquecido pelo presente, mas as outras duas foram usadas por dois de meus aprendizes, eu mesmo as fiz e tenho certeza de que duraram tempo suficiente, ao menos até que você troque de arma ou consiga alguma melhor na Grand Line. -

Foi com mais esse gesto de gratidão e talvez afeto que Ali se sentiu tomada por seus sentimentos, agradecendo o homem e dando um abraço bem dado no mesmo. Nesse momento, Jibril não resistiu e também deu um abraço, deixando Ali entre os dois como se sequer existisse, enquanto Kamui fazia de tudo para evitar que coisas indecentes e contra as leis da própria marinha ocorressem naquele momento de inocência, ao deixar sua cintura e coluna como a de um corcunda abraçando duas garotas. Então ambas saem da sala, com Jibril que manteve seu sorriso o tempo todo, finalmente falando algo, talvez estivesse segurando a tristeza de se despedir de seu mestre, mas naquele momento, levantou as duas mãos as balançando e falando.

- Até logo, nos encontraremos em breve, se cuide mestre! -

Por fim, ela perguntou a celestial se queria fazer algo antes de chegar no refeitório e além disso, se ela conhecia o famoso tenente Mustache. Jibril que andava ao seu lado, antes mesmo de pensar em algo para responder, quase como impulso, por algo tão comum que havia ocorrido tantas vezes, levou a mão até a da garota, a segurando, então deu uma leve olhada para cima e respondeu logo depois com uma voz serena, sorrindo e olhando para ela, como se soubesse de algo, mas optasse por não falar, ou simplesmente não soubesse, tinha um olhar misterioso e indecifrável somado a um sorriso enigmático.

- Não tem nada, vamos lá. Sobre o tenente, eu só conheço de vista, mas não sei nada sobre ele, só sei que ele tem uma barba e um bigode bastante diferenciados… Imagino o que veio primeiro… Sua barba ou seu nome? -

Foi com essas palavras que sem saber nada sobre o tenente, Ali junto de Jibril se dirigiram até o refeitório para encontrar com o tenente e descobrir o que teriam que fazer nessa missão. Pelo menos, as coisas pareciam estar convergindo para algum lugar, por mais que tanto a menininha, quanto a celestial tivessem passado por altos e baixos até que chegassem onde estavam, sua amizade parecia estar acima de várias outras coisas naquele momento.

~Shinsuke~


Logo depois de Zed e Hana receberem sua medalha, os outros se separaram para fazer suas coisas até que finalmente estivessem prontos para encontrar o famoso tenente Mustache, deixando apenas o casal que ainda não havia se enturmado por completo no grupo, ficando junto do Cruzis para tentar sanar suas dúvidas quando conseguisse alguma oportunidade de falar. O rapaz que havia ficado extremamente feliz por ter ganhado sua medalha e ainda ter sido promovido a sargento, perguntava sobre a missão de um tal de Achiles Wolf, então Cruzis ainda indiferente o respondia rapidamente enquanto batia suas pernas no chão estando ansioso, como se estivesse com pressa de que o rapaz saísse logo para que ele voltasse a fazer suas coisas de tenente ou coisa parecida.

- Achiles Wolf? Bem, eu lembro de ter lido esse nome, se não me engano, ele deve estar férias e está indo para Terralegre relaxar… Algo do tipo… Ah, como eu queria ir para lá, aquela água maravilhosa, ainda tenho um pouco comigo, mas meu estoque está acabando… Um amigo me trouxe um pouco mês passado, a melhor água que já bebi, deliciosa… Mas voltando ao assunto, sim, esse nome está na lista de civis que irá para lá… É tudo que eu sei…Você é bastante curioso para um soldado, às vezes tenho minhas dúvidas sobre essas promoções premeditadas, pessoas que ficam questionando a justiça me dão calafrios… Bruhauhauh… Melhor você ir agora garoto e feche a porta… Preciso mesmo fum… Trabalhar, isso mesmo, trabalhar! -

O rapaz refletiu um pouco sobre aquilo que escutou sendo falado por Ali e Jibril e logo depois por Cruzis em relação à ilha da qual havia sido designado para escoltar civis. Mas não demorou até que fosse acompanhado de Hana rumo ao refeitório que todos haviam marcado de se encontrar com o tenente Mustache, seja lá quem fosse esse homem que lideraria o grupo em alto mar na missão.

- Vamos lá Zed, os outros já devem estar esperando… -


No caminho, eles foram interrompidos ao se depararem com alguém que não sabiam determinar a patente, mas levando em conta o número de medalhas em suas vestes e os soldados que o acompanhavam era obviamente um superior. Ele vestia uma roupa extremamente branca e limpa, tinha a aparência de alguém bastante forte, embora parecesse um pouco velho e usava uma espécie de toca com formato de raposa em sua cabeça e vendo a situação das vestimentas do rapaz, começou a dar uma gargalhada e fazer piadas sem graça da cara do rapaz, obviamente, os homens que o acompanhavam riam também.

- Garpapapapapa. Olha só esse cara, passou por um chiqueiro, porquinho? -

- RARARARARA. -

- DISHASHASHA. -

- GOHUHUHUHHUHU. -

Então Zed começou a fingir que partiria para cima do homem, ao colocar seus braços na direção de Hana gritando para que ela não o segurasse. É claro que a garota julgou que aquela não era uma situação de perigo e que poderia tirar uma com a cara do rapaz, no momento que ele gritou para que ela não segurasse seus braços, ela levantou os braços para o alto e riu alto ao falar.

- Não estou segurando, pode ir, vai lá! HAHAHAHA. -

Diante do que ocorria, com Zed reagindo ou não aos acontecimentos, o velho só fazia piada enquanto todos riam diante da situação. De toda forma, depois dessa cena que para muitos seria considerada uma vergonha ou humilhação, ele partiu na direção do refeitório, até que chegou lá e viu um homem bem apresentado, com uma barba que para muitos seria uma barba de respeito comendo.

- Garpapapapapa. Que cara hilário, olhem isso homens, ele ficou todo nervoso só com isso... Garpapapapa. -

- RARARARARA. -

- DISHASHASHA. -

- GOHUHUHUHHUHU. -


~Alipheese, Drake, Makei e Shinsuke~


Entre todos, que tinham seus pequenos afazeres, os primeiros a chegar foram Zed e Hana, que se sentaram de frente para o tenente Mustache assim que chegaram no refeitório. Estava tudo bastante vazio, provavelmente devido ao horário e não teria como ser outra pessoa, se não aquele homem de meia idade com aquela barba bem desenvolvida, ele estava comendo uma pizza inteira que estava na mesa, fatia por fatia, que tinha um cheiro muito bom e forte, fazendo com que o ambiente ficasse agradável de se estar apenas com o cheiro. Ele se mantinha quieto o tempo todo enquanto comia, apenas observando sua comida, sem falar nada, até que Hana se inclinava para frente, deixando seu grande decote em evidencia e falando.

- Então… Você é o tenente Mustache? -

O homem continuou comendo, sem falar nada, toda a comunicação que passou foi o gesto de um dedo que se levantou fazendo o sinal para que esperassem, com isso se passaram alguns minutos, enquanto ele comia sua pizza e bebia um suco de laranja que estava sobre a mesa, parecia ser um homem silencioso, de poucas palavras, não demorou muito até que Lynn chegasse e vendo Hana e Zed sentados, se dirigisse até a mesa que possuía dez lugares, provavelmente para atender vários marinheiros ao mesmo tempo, embora não fosse um horário de pico.

O rapaz se aproximava falando com ele, mas sequer esperava sua resposta, o homem nem se dava ao trabalho de falar nada, Hana até estava começando a fazer o sinal para que Lynn ficasse quieto e esperasse que o tenente terminasse, estava mais ou menos na metade de seu lanche, ele comia de maneira exemplar utilizando os talheres, dando várias mastigadas, como se fosse a última refeição de sua vida. Mas Lynn simplesmente virou as costas e foi pegar uma bandeja de comida, voltando com um pedaço grande de pernil sobre a mesa e começando a comer junto do homem.

O ruivo até faz uma pergunta para ele, mas não é respondida, sendo que Hana já estava começando a ficar impaciente com a demora do homem em comer aquele pedaço de pizza, embora o respeitasse por ser seu superior e aguardasse tentando manter a calma, suas pernas não paravam de se mexer, estando com pressa. Não demorava até que dessa vez Alipheese e Jibril, indo de encontro até o homem que já estava com os outros. Ali chegava o questionando, mas antes que terminasse sua frase, era interrompida por Hana que colocava o indicador direito na frente da boquinha na garota, a impedindo de falar, finalizando com o sinal de alguém que comia ao fingir segurar um garfo e outro de silêncio, colocando com o próprio indicador na boca, sussurrando para Ali.

- Esse cara é meio maluco, estamos esperando que ele acabe de comer… -

No momento que a garota falava essa frase, se levantava para pegar algo para comer, se retirando fo local e indo buscar algo, Mustache que já havia terminado sua pizza, virava o suco garganta abaixo e falava bem alto, de maneira que todos que estivessem no local escutassem. Ele estava gritando e não falando, de modo que incomodaria qualquer um que lá estivesse, era totalmente diferente de seu jeito silencioso de antes, parecia ter algo de errado com aquele homem.

- QUE DELICIA CARA, A COMIDA DE LOGUETOWN É A MELHOR… E VOCÊS? POR QUE NÃO ESTÃO COMENDO? VAMOS, COMAM! TEMOS UMA LONGA MISSÃO LOGO LOGO, O NAVIO VAI FICAR PRONTO EM POUCO TEMPO, DÁ PARA COMERMOS, NOS APRONTARMOS E PARTIRMOS, VOU ESPERAR VOCÊS, MAS SEJAM RÁPIDOS, O CRUZIS JÁ PASSOU TUDO? -

Independente do que todos fizessem nesse tempo, pouco tempo depois veriam Hana voltando com um cachorro quente nas mãos e se sentando entre Ali e Zed, até mesmo forçando para conseguir um lugar naquele grande banco compartilhado da mesa, sem ligar para o que acontecesse, ela direciona lentamente uma de suas mãos até a outra para retirar a luva que cobria suas delicadas mãos. Aquelas mesmas luvas que ela nunca tirava para não mostrar seja lá o que for. Ainda segurando seu cachorro quente, se alguém olhasse para ela, veria ela puxando sua luva e absurdamente para surpresa de todos, algo inesperadamente estranho aparecendo, era uma segunda luva por baixo da primeira, então mais uma vez ela repetiu o processo e retirou a luva da outra mão, logo depois disso, começo a olhar para os lados, provavelmente qualquer um estranharia ao imaginar o que ela escondia por baixo daquelas luvas. Mas não parou por ai, depois de dar uma olhada para os lados, colocou a mão dentro de sua roupa e de lá retirou um vidro grande de melaço de seu busto, então começou a empanturrar o cachorro quente daquele fluído doce e melecado que começou a escorrer pelos seus dedos ainda encobertos pela segunda luva, sendo que posteriormente começariam a ser lambidos pela própria garota de maneira sensual, que falaria de modo sensual ao sorrir.

- Ah, como eu adoro lamber isso... -

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Além disso, logo após ela se sentar, veriam Drake todo suado e ofegante, segurando as coisas que Ali havia listado para que o mesmo comprasse, de modo que ela pudesse montar uma arma decente para ele, o modo que ele chegou no lugar, fez parece que tinha uma grande notícia para falar para todos, talvez até mesmo absurda, de algo que tinha visto ou escutado, embora a única coisa que havia acontecido tivesse sido ele correndo pela cidade atrás das coisas que queria.


Ferimentos:
 


Tenente Mustache:
 

Action Figure de Loguetown:
 

Presentes do Kamui:
 

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Convidado, consistência é o segredo! Só vai!


Última edição por Fanalis B. Ria em Qua 11 Jul 2018, 17:38, editado 3 vez(es)
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Livro 2
Capítulo 8 - As incríveis aventuras culinárias de Garfo e Faca


Zed ficava feliz ao ver que Hana aceitou acompanhá-lo como uma guardiã da princesa Kaguya, mesmo que tenha deixado bastante claro que essa seria uma tarefa perigosa, a jovem espadachim não tremeu na base e fugiu desse desafio. Mais incrível ainda era ver que ninguém parecia se preocupar com isso, todos os membros desse grupo pareciam loucos, tão loucos quanto Zed, talvez por exceção da jovem Alipheese que mais parecia uma criança perdida em um covil de monstros… Quem sabe em uma batalha séria isso se mostre o contrário. De toda maneira, o loiro ficava empolgado com a ideia de trabalhar com essas pessoas, pois até então estava se sentindo um pouco avulso dentro da Marinha cheia de pessoas certinhas, e ao que parece, o rapaz havia encontrando o seu lugar, o seu bando.

Graças aos deuses a reunião do grupo não resultou em um momento onde todos começariam a falar sobre as merdas do seu passado, não que Zed tenha algum bloqueio ou trauma que o impeça de contar sobre a sua história e o sentimento negativo que tem acumulado a respeito de sua mãe… Mas como todos nós sabemos, falar sobre a sua ligação familiar com o Exército Revolucionário poderia trazer para o loiro complicações que implicaria na perda da sua liberdade ou até mesmo na tortura, mesmo que nunca tenha realmente feito parte dos planos desse grupo e deseja tanto quanto a Marinha e o Governo Mundial descobrir o paradeiro deles.

Satisfeito com a promoção para sargento, Zed colocaria sua medalha na parte do uniforme designada para isso (acredito que nesse uniforme básico seja na parte da frente) e permaneceria ali junto de Hana para ouvir mais umas palavras de Cruzis, que continuava se mostrando cada vez mais confuso, o que fazia o loiro começar a suspeitar que o tenente não batia muito bem da cabeça. Como de costume, o espadachim não conseguia a resposta que queria, mas a essa altura nem tinha mais raiva pra descontar nesse infeliz que só não era mais feio que o nome dele, pelo menos na opinião de Zed, vai que para outra pessoa ele é lindo, tem gosto pra tudo, né.

Provavelmente os últimos a deixar a sala de Cruzis, Hana e Zed caminhavam em direção ao refeitório onde deveriam encontrar o tal do tenente Mustache, mas durante o caminho a dupla acabou tendo um encontro desagradável, para o loiro, que começou a ser provocado e zuado por outros marinheiros devido as suas calças estarem nesse momento muito sujas. Ainda se recusando a trocar para vestes mais limpas, Zed seguiu 100% pistola para o refeitório, pois não precisava ter vergonha da sua calça lamacenta, já que ela podia simbolizar que havia recentemente entrado em uma batalha… Mesmo que a verdade seja algo mais simples como uma briguinha contra poças d’água.

- Me lembra de explodir essa merda de QG quando a gente tiver indo embora, grrr. - Resmungou o loiro momentos depois de se afastarem das provocações. - O azar deles é que eu não luto com chutes, se não iam conhecer a força do perna marrom! GRAAAAAAAAAR! - Então começou a simular uns chutes com as pernas como se fosse um lutador de taekwondo.

O refeitório não encontrava-se no seu horário de pico, portanto estava em um momento mais tranquilo de se visitar do que na confusão do caralho que mais parece um apocalipse zumbi com marinheiros mortos de fome lutando para pegar as melhores carnes na hora de montar um prato de comida… Ou talvez esteja confundindo com a cozinha do navio de sua mãe, já que marinheiros costumam ser bem mais comportados na hora de se servir no refeitório, bem, pelo menos os de Shells Town, vai saber como funciona aqui em Loguetown, pelo menos Zed espera não ficar aqui tempo suficiente para descobrir. Enfim, como Cruzis disse para eles encontrarem o outro tenente no refeitório, o fato dele não estar muito cheio facilitava que os dois espadachins mirassem na pessoa que mais julgavam ser o tal do tenente Mustache… E certamente teria que ser o cara com barba, certo? CERTO?

- Aquele maluco ali deve ser o tal do tenente… É o que tem a barba mais bonita aqui, não faria sentido esse merda ter esse nome e ter a cala mais lisa que a minha. - Diria apontando com a cabeça rapidamente na direção que queria fazer Hana olhar.

Concordando com o rapaz que provavelmente era aquele homem mesmo que eles estavam indo encontrar, os dois caminhavam tranquilamente até a mesa onde ele estava sentado comendo sua… Caralho é uma pizza inteira?! Porra, pra comer tanto assim e não ser um obeso a barba desse filho da puta deve ter um sistema digestivo próprio. Zed não ficaria surpreso se do nada a barba dele criasse uma boca e começasse a falar, talvez o verdadeiro tenente Mustache seja a barba, o humano preso nela é só um fantoche. É, faz mais sentido.

“Olhá lá que otário! Mandando a gente calar a boca, tá achando que aqui é biblioteca, cuzão?!” - Pensou a voz explosiva dentro da cabeça de Zed quando viu o homem barbudo fazer o sinal com a mão e não falar nada depois em resposta a pergunta de Hana.

- Hey, você é o tal tenente ou não? Temos uma missão importante pra fazer, não temos todo tempo do mundo pra esperar você comer a sua pizza INTEIRA. - Mas podia ser pior, ao menos ele não tá cometendo um assassinato colocando ketchup em cima dela.

Lynn surgiria não muito tempo depois, também fazendo perguntas para o homem na mesa, mas ele também não responderia, por conta disso o ruivo seguiria para a parte das comidas e voltaria com um delicioso pernil que fez Zed arregalar os olhos e sentir os pecados da gula e da inveja espetarem seu corpo com seus tridentes demoníacos. Resistindo ao desejo de comer, por enquanto, o loiro permaneceria na mesa, entediado por ter que ficar olhando os outros comerem, mas ao menos Lynn surgia com uma frase que lhe fazia refletir um pouco mais sobre o nome Terralegre.

- Por pouco não é Terralebre, poderia ser uma ilha de lebres gigantes assassinas. - Comentou sem muita empolgação, pois enquanto falava seu cotovelo direito estava apoiado na mesa e a sua cabeça se apoiava na mesma mão desse braço. - E graças aos deuses não é Terralepra, imagina a merda que ia ser…

Apesar dos trocadilhos com o nome Terralegre, que poderiam se estender por mais um tempo para matar o tédio dos três jovens ali presente, era inevitável que isso não seria suficiente. Haviam alguns sinais que indicavam a impaciência deles, como por exemplo a vontade de Zed de acender o isqueiro na barba do sujeito pra ver o que acontece, e no caso de Hana, algo mais simples, seus movimentos contínuos com a perna que acabavam chamando a atenção do loiro antes que ele cometesse um crime.

- Caralho, hein, se continuar batendo a perna assim vai criar um terremoto no South Blue, pode até procurar no jornal amanhã. (Fica a dica pros narradores no South Blue)

Logo depois disso finalmente chegavam as pessoas que faltavam, e porra, na cabeça de Zed havia demorado tanto tempo que parecia até que eles vieram nadando do final da Grand Line até aqui. Hana fazia as honras de explicar para Alipheese que deveriam fazer silêncio e esperar, já que aparentemente o maluco ali era maluco mesmo. Depois de tanto tempo sentado ali, o que para muitos poderia ser apenas um cara comendo uma pizza, para Zed já era algo como a conclusão de uma aventura, o último chefão, o ato final de um filme, e aquele pedaço de pizza que faltava ser devorado parecia ser muito mais difícil do que os anteriores… Completamente perdido na sua imaginação, o espadachim começou a enxergar aquilo com outros olhos:

(PS: MOMENTO VIAJADO PRA CACETE)

“Não aguento mais, Garfo-kun, minhas serrinhas não conseguirão cortar mais nenhum pedaço… Olhe para mim, estou toda suja!” - Disse a Faca caindo sobre o prato enquanto o Garfo carregava um pedaço da fatia final do Boss Pizza em direção ao buraco negro chamado Boca Barbada.

“Nós chegamos até aqui fazendo isso juntos, não podemos desistir agora, só falta mais um corte!” - Respondeu o Garfo ao retornar para a plataforma de batalha chamada Prato. - “Lembre-se o que a Colher-sensei nos ensinou… Não há nada que juntos não podemos destruir! Eu preciso de você, Faca-chan!”

“C-chan?” - Gaguejou a Faca ficando corada ao ser chamada dessa forma pelo senpai. - “O-ok, eu posso tentar mais uma vez! Pe-pela Colher-sensei! >///<”

“Pizza, você está acabada, esse é o seu fim!” - Gritou o Garfo de forma intimidante para o pequeno pedaço de pizza que ainda restava na plataforma prato.

“Hahaha, podem tentar, mas vocês não vão conseguir me derrotar. Vocês deixaram elas pro final, agora eu tenho um exército delas, AZEITONAS, ATAQUEM!” - Ordenou a Pizza para um ataque de seus soldados até então deixados de lado. - “Nem mesmo vocês e seu buraco negro são capazes de parar um caroço, a vitória é minha!”

E com isso as azeitonas avançavam para o ataque, mas para a surpresa da Pizza, o Garfo conseguiu perfurar a primeira delas com facilidade, penetrando com seus dentes até o limite.

“MAS O QUE? NÃO PODE SER!” - Exclamou a Pizza surpresa com o resultado. - “Não me diga que…”

“Sim, Pizza, o cozinheiro tem qualidade... Essas Azeitonas não tem caroço!“ - Completou ele sendo que logo depois, com velocidade, foi levando uma após a outra as Azeitonas restantes para o buraco negro da boca onde elas seriam completamente devoradas. - “Você lutou bem, Pizza, mas nossa boca está com fome… Nem mesmo a sua borda será deixada para trás.”

“Desgraçados, vão acabar até com a borda que me esforcei para deixar sem catupiry! Eu realmente subestimei vocês…” - Disse a Pizza aceitando a força dos adversários.

“Não nos compare com as luvinhas de plástico! Faca, agora!” - Gritou o Garfo avançando na direção do pedaço de Pizza, penetrando com violência o seu corpo.

“Pelos poderes dos deuses Dedos… CORTE!” - Proclamou a Faca executando seu golpe final que cortaria a Pizza ao meio, fazendo o Garfo enviar em seguida uma das metades até o buraco negro, porém ele parava no meio do caminho, aparentemente a boca estava seca.

“HAHAHA, EU VENCI! ACABOU PARA VOCÊS!” - Berrou a Pizza já convencida da sua vitória.

“Não tão rápido! SUCO DE LARANJA, FAÇA SEU TRABALHO!” - Gritou o talher protagonista momentos antes do parceiro Copo despejar para dentro da boca o seu líquido refrescante.

“MALDIÇÃO! NÃO PODE SER POSSÍVEL, DEPOIS DE TANTO TEMPO AINDA TINHAM UMA ARMA SECRETA!?” - Praguejou incrédulo.

“Nós sempre deixamos para beber no final, agora morra, Pizza!” - Finalizou o Garfo levando a comida para a boca, dando fim a aquela metade.”

“Não acredito que perdi… Éramos oito pedaços, jamais imaginei que vocês seriam capazes disso por causa da aparência magra do corpo do seu buraco negro… Pelo visto não são apenas os gordos que devoram desse jeito.” - Comentou o que restou do pequeno pedaço de Pizza com o queijo derretendo pela sua ferida e caindo sobre o prato.

“Seu preconceito foi o motivo da sua derrota, Pizza! Inclusive para nós que já enfrentamos os Cavaleiros do Rodízio uma mera Pizza Grande não nos traria problemas para nossa boca barbada!” - Explicou o Garfo caminhando para penetrar no último pedaço. - “Da próxima vez, tente aparecer com o sabor de Brócolis, quem sabe assim terá uma chance de nos vencer...”

Tendo o seu pedaço final sendo garfado, a Pizza finalmente era derrotada pela poderosa combinação de nossos heróis, e mais uma vez a comida era devorada graças aos incríveis Garfo e Faca!

- Uau, incrível! Incrível! - Aplaudiu Zed quando viu o homem de barba devorar o último pedaço de pizza… É, talvez não seja uma boa ideia passar muito tempo dentro da sala do Cruzis. Logo depois do fim desse episódio imaginário, o dono da boca barbada mostrou uma empolgação que até agora havia escondido, mas que de alguma forma foi suficiente para dar ao garoto o desejo de participar também de uma batalha ao lado dos companheiros Garfo e Faca! - ME TRAZ ALGUMA COISA APIMENTADA QUE EU VOU MOSTRAR A ESPECIALIDADE DA MINHA BOCA BURACO NEGRO!

Com isso Zed iria buscar uma refeição, afinal é melhor de bucho cheio para uma missão em alto-mar, nunca se sabe que merdas podem acontecer pelo caminho. Se a essa altura Jibril, com seus dotes culinários, não chegasse a oferecer nada para o loiro saborear, então ele mesmo iria até a bancada com comida e montaria um prato básico cheio de carnes onde ele faria o máximo possível para botar tipos diferenciados de pimentas em uma grande quantidade. Por outro lado, se a celestial decidisse lhe oferecer alguma coisa preparada por ela mesma, ou seja, algo especializado na pimenta, então o espadachim aceitaria de bom grado indo para a mesa onde comeria a refeição independente de qual fosse.

- WOOOOOOOOOOOW! ISSO É MUITO BOM! - Gritaria ele se chegasse a conseguir comer a comida de Jibril. - Muito obrigado, princesa. Jamais imaginei que conseguiria ficar mais grato a ti do que antes. - E após dizer isso, o garoto se ajoelhava perante a celestial para fazer uma reverência breve, pois logo depois voltaria a comer de maneira intensa como se estivesse décadas sem comer algo que preste.

Para aqueles que conhecem o jovem Zed já não é mais segredo que o seu tipo preferido de comida é a apimentada, sendo quase absurda a quantidade de pimenta que ele consegue colocar no seu prato e comer sem passar mal. Uma comida quente e apimentada traz a sensação de calor, portanto ela é mais próxima de se assemelhar ao fogo que o loiro tanto venera, mas durante toda a sua vida jamais tinha comido algo que combinasse tão bem com seus sabores preferidos, conseguia sentir a pimenta não só esquentar sua boca como praticamente destruir a sua língua, mas porque diabos ele acha isso tão bom? Nesse momento só faltava o espadachim soltar um grito para começar a sair fogo pelas suas ventas, pois a sensação de calor que irradiava para dentro e para fora de seu corpo ao mesmo tempo davam a ele a sensação de que estava pegando fogo. Se houvesse dentro desse refeitório 100 inimigos, Zed tinha no momento a confiança e a energia necessária para encarar todos eles, tudo graças ao efeito majestoso que aquele prato de comida feito pela divina princesa Kaguya era capaz de lhe proporcionar.

No fim, o loiro ergueu o prato para uma altura acima da cabeça e começou a comer/lamber/beber o que ainda restava da comida que Jibril havia lhe dado, beberia cada gota, comeria cada grão, e se dependesse dele não sobraria nenhum resquício de comida apimentada naquele prato. Ele queria mais, queria continuar sentindo o prazer dessa comida que chegava a ser injusta por ser tão pouca, Zed poderia comer o mundo inteiro se ele fosse tão gostoso quanto a comida de Jibril, oh, Jibril, se antes houvesse algo dentro do espadachim que lhe dissesse que poderia estar enganado a respeito da identidade da jovem celestial, não havia mais nenhuma dúvida para ele de que estava certo, pois é impossível para qualquer mortal produzir uma comida divina como essa, algo que certamente havia descido dos céus e tocado pelas mãos quentes de Amaterasu.

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Se ninguém segurasse o loiro de onde ele estava, o garoto certamente iria cair de costas no chão, atordoado com a delícia que havia acabado de provar. Seus olhos giravam como se estivessem vendo o caminho para o céu, seu corpo provavelmente não estava mais no plano real, tinha certeza que sua alma já estava se projetando de forma astral para rumar em direção ao paraíso, pois não havia mais necessidade dele continuar ali, pois jamais encontraria algo tão bom quanto isso. Zed permaneceria no chão de forma abobalhada como se estivesse apaixonado e ao mesmo tempo chapado, mas não precisam se preocupar, sua saúde não estaria correndo perigo, ainda que talvez algumas pessoas ali pudessem achar que ele estava morrendo.

- Já estou vendo a entrada para o céu… Amaterasu, abra os portões para mim! - Então o garoto erguia os braços para frente como se estivesse correndo para abraçar alguém. - Eu estou indo…

Mas parece que a felicidade é curta, e para Zed ela não duraria muito mais que isso, pois algo o faria voltar a realidade, talvez o efeito de êxtase que estava tendo não fosse tão duradouro assim. Independente do motivo para “acordar” o rapaz iria se levantar e voltar a prestar atenção no que o grupo poderia estar conversando, principalmente se já fosse algo relacionado a missão. Prestaria a atenção nos diálogos a respeito dela, mas não daria muita opinião a respeito dela, esperaria adentrar o navio para planejar melhor como poderia se organizar. E falando em navio, vamos direto ao ponto, o ponto onde partiremos em direção a ele, finalmente sairemos de Loguetown, e no caso de Zed, retornar para o mar de origem, a temida Grand Line!

Se não houverem interrupções pelo caminho e o grupo alcançasse a embarcação, o loiro não perderia tempo em partir na direção dos quartos, procurando por aqueles que ainda não estivessem ocupados por outros marinheiros que poderiam já estar ali dentro. Zed daria preferência para os quartos que dêem uma vista para o mar, porém também iria evitar o quarto que fosse muito próximo dos banheiros ou da cozinha, pois não queria que seu ambiente de repouso tivesse cheiro de merda ou de gordura, por isso se conseguisse encontrar o ambiente perfeito citado acima, ele já entraria jogando suas coisas (não que ele tenha muitas) sobre a cama, com exceção da espada, e depois retornaria para o convés do navio onde procuraria algo melhor para fazer com o restante dos tripulantes. Se tivesse que escolher entre um quarto perto do banheiro e um quarto perto da cozinha, então ainda escolheria ficar longe do banheiro, pois há chances maiores da comida estar mais cheirosa que bosta. Uma vez que existem chances maiores de ter sido um dos primeiros a ir até os quartos, dificilmente teria que disputar com alguém pelo quarto ideal, mas se chegasse a acontecer, então não teria outro jeito…

- PORQUE CARALHOS VOCÊ ACHA QUE VAI FICAR COM O MEU QUARTO? Só há um jeito de resolver isso, um duelo… de Jokenpo! - Gritaria para a pessoa que escolheu o mesmo quarto que ele, exceto se essa pessoa fosse Jibril, nesse caso aceitaria de bom grado deixar o ambiente para ela. Porém, o que a pessoa não estava esperando é que depois de Zed sugerir o desafio que eles iriam fazer, o loiro abaixaria a cabeça e entraria em um estado quase depressivo, isso porque acabaria lembrando que durante a sua vida inteira sua mãe havia lhe enganado na maneira como se joga o Jokenpo... Mas essa é uma história que já foi contada.


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Objetivos:
 


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