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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Tróia - Parte 3 - Pandemonium

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 3 EmptyQua Abr 11, 2018 9:22 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Tróia - Parte 3 - Pandemonium

Aqui ocorrerá a aventura do(a) agente Achiles. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
CrowKuro
Comodoro
Comodoro


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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 3 EmptySab Maio 26, 2018 1:14 am

COM TÍTULO
Drake se via completamente ansioso para o combate que viria contra o capitão Bruce e aquele era o momento para o duelo tão esperado pelo jovem. Após ter terminado a capina e a limpeza do que futuramente seria a arena de combate usada pelos mágico e pelo capitão, Bruce se levanta com um olhar diferente do mostrado antes do jovem começar o seu exame, o olhar do capitão era como um olhar de orgulho e via Drake de forma diferente a forma que o viu quando os exames começaram.
Bruce segue até o local que o ruivo havia acabado de limpar e o chama para que pudessem iniciar o combate tão esperado, Drake demonstrava tamanha ansiedade por aquilo que poderia ser visto em seu rosto o olhar que misturava puro êxtase, perversidade e empolgação.



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O jovem seguiria para a suposta arena onde o combate aconteceria enquanto Bruce já estava o esperando enquanto dizia para o jovem usar tudo o que tinha e que não o decepcionasse, aquelas palavras entravam fundo no ego do mágico que continuava seguindo para a arena enquanto alongava seus braços e se aquecia seguindo dando pequenos saltos para esquentar o seu sangue que pelo tempo ali parado após ter terminado a limpeza já poderia estar esfriando.




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Após ter adentrado o campo que antes estava completamente cheio de grama e agora estava completamente limpa, Drake seguia para o canto oposto ao qual Bruce se encontrava e parecia estar de certa forma triste ou excitado com o que o marinheiro havia dito “ não me decepcione” isso ecoava em sua cabeça profundamente e a loucura misturada com ansiedade e insanidade vinham a tona e poderia talvez estar emanando uma vontade tão intensa de matar que talvez poderia ser sentida pelo capitão. Drake se mantinha de costas por um leve período enquanto dizia.




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- Não se preocupe capitão, vou tentar não decepcioná-lo, só espero que não guarde mágoas de mim caso perca algum braço ou seja gravemente ferido…



Isso era dito com um leve sorriso em seu rosto e logo em seguida o jovem ia se virando lentamente até ficar de frente com o capitão, o seu semblante não era mais o de extrema loucura e insanidade no qual estava momentos atrás enquanto ainda estava de costas, seu semblante parecia calmo e não demonstrava nada um monstro como a poucos segundos demonstrava.





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Nesse momento Drake se prepararia para tentar uma investida contra o capitão e não o perguntava novamente se o mesmo estaria pronto, o jovem tentaria usar o que havia aprendido enquanto limpava o local da grama e se projetaria como uma bala em direção ao capitão, o mágico poderia ter uma leve idéia do que poderia fazer ali naquele local e como sabia o quão problemático poderia ser ficar com os pés presos na neve, o jovem observaria os pés do capitão, que ao estar ali parado por um certo tempo poderiam estar afundados na neve e talvez seria bem difícil para que ele o solta-se e tenta-se fazer qualquer movimento muito elaborado. Claro que isso na cabeça do garoto era algo bem simples mas em prática Drake poderia saber o quão arriscado poderia ser uma investida direta ao capitão.
Enquanto Drake estaria indo em direção a Bruce o mesmo tentaria mudar sua rota simultaneamente por duas vezes, um salto para a sua esquerda e outro para se impulsionar em direção ao capitão, o intuito de Drake seria tentar pegar Bruce por um lado no qual o mesmo não teria condições de encaixar um bom golpe contra o jovem enquanto Drake teria uma posição favorável para um soco de direita na parte lateral da face do capitão.


O ruivo não sabia qual o lado dominante do capitão e por isso poderia ser muito difícil penetrar sua defesa, o jovem boxeador tentaria prestar o máximo de atenção nos movimentos do capitão enquanto avançava, e se visse qualquer movimentação que o fizesse entender que aquele era o lado dominante ou não de Bruce, o garoto tentaria dar o soco para que não acertasse a face do capitão mas sim que passasse direto pela parte frontal de seu rosto enquanto girava o seu próprio corpo como se estivesse ficando frente a frente com o capitão e usaria de seu braço no qual havia projetado o soco o puxando contra o pescoço do capitão no intuito de derrubá-lo talvez visando seus pés que poderiam presos ao chão de neve.
Caso houvesse a queda do capitão Drake tentaria prender seus braços com seus joelhos os colocando acima dos mesmos com o seu peso os colocando-o contra o chão e começaria uma sequência de socos cruzados para tentar causar o maior dano possível.



Drake ficaria atento para caso sua investida pudesse não ter os frutos esperados para tentar contornar com algum movimento para que pelo menos conseguisse se esquivar girando seu corpo sentido as costas de Bruce para impedir algum possível golpe. Caso Bruce pudesse usar de seu braço direito para aplicar uma espécie de gancho em seu estômago pelo fato de Drake estar em uma posição acima de seu braço, isso poderia facilitar de mais um golpe contra o garoto, por isso Drake tentaria se focar e manter sua calma para analisar a situação na qual estava se colocando e tentaria usar de seu joelho como proteção para seu estômago visando bloquear um possível golpe em seu abdômen. Se conseguisse bloquear, Drake usaria a pressão do bloqueado com seu joelho para girar seu corpo para seu lado esquerdo caindo em pé nas costas de Bruce e então se afastaria de imediato para evitar um contra ataque, o jovem ruivo aproveitaria o recuo para pensar em seu próximo movimento de forma mais cuidadosa e calculada visando tudo o que havia acontecido na investida anterior e poderia ter dado errado para que na próxima pudesse ter mais visão do combate e calma para executar os movimentos.



Caso Bruce usasse de sua mão esquerda para acertar um golpe, o braço direito de Drake poderia ser o ponto essencial da sua defesa naquele momento, o ruivo usaria de sua mão que de certa forma poderia estar bem posicionada para segurar o braço de Bruce para impedir qualquer que fosse o movimento executado por Bruce que naquela posição, que poderia ser bem complexo usar seu braço esquerdo para dar algum golpe.
Porém Drake tentaria não deixar de usar seu joelho para bloquear qualquer tentativa de distração com uma mão para acertá-lo com o braço direito.




Histórico:
 





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Última edição por CrowKuro em Sex Jul 06, 2018 5:52 pm, editado 2 vez(es) (Razão : Adicionar Template)
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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 3 EmptySab Maio 26, 2018 5:12 am

A dualidade do sentir.


Eu… Eu estava… Na verdade ainda estou confusa em relação aos meus sentimentos eu… Não sou burrinha, sempre gostei de ler e normalmente seria fácil para que eu pudesse pelo menos ligar a uma referência ou outra a uma palavra que pudesse descrever aquilo que eu estou sentindo nesse momento… É errado pensar nisso como algo tão bom? Digo, foi diferente do que eu pude sentir em relação a quando dei meus primeiros passos e aos poucos fui construindo o que eu espero que eu possa chamar de amizade, seria presunção demais, talvez de minha parte mas de verdade eu me preocupo com os meninos e quero que eles possam estar ao meu lado, para que eu ajude eles em seus objetivos e eles possam me ajudar a auxiliar as pessoas pelo mundo...Talvez seja um pensamento inocente mas, eu não sou capaz de mentir para o que eu sinto ou de me enganar… Talvez isso se deva ao fato de eu ter crescido muito só, eu tive apenas a minha mãe por muito tempo e demonstrações de afeto como essas acabam fazendo com que eu fique mais sensibilizada, talvez até mais entregue.

O que eu posso usar de referência para o sentimento que estou sentindo agora, talvez fosse no momento em que eu havia visto Lynn… Digo, eu não tenho sentimentos que sejam difíceis de definir por ele mas, a sua aparência em alguns momentos fizeram com que fosse um pouco mais difícil para que eu me aproximasse dele… Talvez eu me sentisse insegura perto de pessoas que eu considere bonitas em um primeiro contato mas...Será essa a realidade? Mantive essa dúvida por um tempo, enquanto ainda estava forjando o que seria a minha arma, normalmente todos os meus sentimentos e a minha atenção deveriam estar voltadas a minha tarefa, especialmente por eu estar trabalhando com detalhes bem minuciosos usando da minha mão não dominante mas… Que sentimento é esse que eu tenho ao olhá-la? É quase como hipnótica a sensação que ela me trás, meu pequeno corpo tem todo o tipo de reação engraçada e o meu sorriso me vem ao rosto antes que eu perceba, a maior parte dos outros sinais de meu corpo são muito intensos e eu não consigo esconder a forma como isso mexe profundamente com toda a minha estrutura…Talvez eu saiba o que é, ou tenha uma breve pista e o fato de ela também ser menina deveria fazer diferença? Eu nunca me interessei por alguém, que não fossem personagens que eu admirei...Talvez o interesse não seja bem a palavra correta mas é vergonhoso demais pensar em qualquer outra possibilidade… Eu mais uma vez acabei a olhando e a forma como ela trabalha é muito parecida com a minha, é como se eu pudesse realmente ver a paixão no que ela faz e… Acho que talvez essa seja uma das características que eu mais me admiro ao observar…

Meu trabalho com a minha nova arma tinha vários processos mas, talvez já devesse estar pronto, se eu não fosse levada pelos meus instintos a olhá-la tantas vezes...AAAA, porque eu estou me sentindo assim? Eu… Eu n-não quero que isso vá  embora mas é tão estranho...Porque vê-la tão próxima de Lynn me trás essa sensação de queimação em meu peito tão desconfortável? Por favor apenas se foque em seu trabalho Ali, faça essa sensação ruim passar! Como algo tão bom poderia ter se tornado em algo tão dolorido? Seria por causa de ver um amigo próximo de outra pessoa? Eu… Realmente não sei dizer e talvez respirar fundo e me focar tenha sido a melhor coisa que eu fiz ali. Um maravilhoso aroma pareceu se espalhar por toda aquela sala e eu me senti inebriada pelo exótico cheiro, era diferente de tudo que eu havia sentido e me fazia me sentir uma sensação engraçada percorrer pelo meu corpo, quase como um arrepio. Não demorei muito para que eu finalizasse o meu trabalho e de certa forma foi surpreendente que algo que eu sempre quis fazer por tanto tempo não tivesse me trazido o sentimento ao qual eu esperava ter, de profunda felicidade e orgulho a tudo que seguir o meu sonho havia me proporcionado, minha cabeça estava confusa, meus sentimentos então? Nem se fala, eu precisava saber mais sobre a moça ao qual havia me abalado tanto, eu não sabia o que eram aquelas asas mas… Ela realmente parecia muito com a idéia do que eu tinha sobre o que era um anjo, não só eles tinham asas como eram capazes de despertar do fundo do coração as pessoas coisas puras até mesmo do mais impuro ser...Ou pelo menos é  assim que eu lembro de ter lido...Isso explicaria completamente o porque estou assim… Certo? Talvez eu esteja também, fugindo do que realmente faria sentido ser mas… Eu nunca me senti assim, eu não sei se isso é ir muito além.

Eu me sentei a sua frente e tentei olhar em seus olhos, eles eram muito bonitos e me davam a vontade de olhá-los para sempre, mas eu não teria a coragem ou mesmo a segurança para poder fazer aquilo por mais tempo do que o que a minha pergunta poderia chamar a sua atenção, eu me senti frágil quase como uma taça de cristal, a pergunta poderia tê-la ofendido eu não queria ser grosseira e por algum motivo a opinião do anjo a minha frente sobre mim pareceu muito mais importante do que eu poderia pensar ser possível. Desviei levemente o meu olhar, era embaraçoso, enquanto por algum motivo ali minha mão se moveu  de modo a colocar parte do meu cabelo atrás da orelha, de modo que meu rosto poderia ser visto de uma forma mais ampla. Eu senti o calor percorrer sobre minhas bochechas como se elas estivessem em chamas e eu sabia que eu estaria provavelmente bem avermelhada, só por essa sensação. Tentei olhar para o prato que estava a minha frente, enquanto ela me contornou como poderia a comida parecer tão gostosa? Eu nunca fui uma boa cozinheira, dificilmente eu seria capaz de reproduzir sequer algo próximo daquilo que ela havia feito, era uma arte como a minha própria forja também é. Apenas de pensar no sabor que aquilo poderia ter eu poderia sentir como se a minha boca pudesse estar ali feliz. Meu pensamento então era interrompido pelo toque da macia pele de Jibril que passou sobre meus ombros onde eu pude olhar para as suas mãos, eram tão diferentes das minhas mas eram tão precisas! Talvez eu me sentisse carente, ou talvez saudade de um contato mais físico, eu não saberia explicar mas conforme ela se debruçou sobre mim a minha cabeça foi imediatamente a mil em uma sensação que era muito boa de se sentir, que era estar sobre seus braços naquele momento, era um sentimento que me aterrorizava por eu me sentir imponente mas ao mesmo tempo me dava uma imensa segurança por estar entre seus braços, eu havia talvez assimilado a minha mãe devido a sensação que um abraço poderia carregar mas...Definitivamente não era um sentimento igual, por mais que eu não soubesse dizer o que era. Uma sensação muito macia se deu em minhas costas e eu demorei um pouco para entender do que se tratava, em especial por talvez eu não ser tão “abençoada” como a celestial era, mas isso me fez sentir algo muito estranho percorrer o meu corpo, como se pensar nisso me animasse um pouco, por falta de um termo melhor e era esquisito, por mais que em momento algum eu pudesse dizer que era ruim de sentir.


Eu tentei respirar fundo para que pudesse me focar em suas palavras, meu temperamento calmo me ajudou um pouco a acalmar o meu coração e a minha respiração que estavam me fazendo quase hiperventilar, quando ela se referiu a mim como “pequena” por algum motivo talvez pelo seu próprio tom ou talvez por um desejo muito forte em meu peito eu tenha interpretado aquilo como uma proximidade, talvez por assimilar ao modo como Drake me chamava...Não, definitivamente não é o mesmo sentimento, reneguei a mim mesma a comparação, enquanto um desejo me ocorreu que ela pudesse chamar pelo nome ou algo mais próximo dele, talvez por meu coração clamar ou mesmo a minha mente, eu não perderia tempo tentando entender o porque mas eu sinto só de pensar nisso uma pequena alegria em meu peito. Conforme ela foi se debruçando sobre o meu corpo eu senti como se eu estivesse nas nuvens, era uma sensação quente e acolhedora que me fazia sentir preenchida de alguma forma. Não pude resistir a tentação de virar levemente o meu rosto enquanto ela apoiou seu queixo sobre meu ombro, talvez fosse a primeira vez que eu pudesse falar que algo havia me chamado mais atenção do que comida, por mais que isso seja um pouco triste de se dizer e eu não tenha bem orgulho do tempo em que eu passei fome… Seu sorriso antes que eu notasse me fez sorrir de uma forma tão sincera e gostosa, como se fosse algo natural, minhas mãos estavam muito geladas e talvez estivessem até mesmo um pouco suadas, eu estava um pouco nervosa com a súbita aproximação mas as palavras da garota junto ao seu sorriso naquele momento pareceram dominar a minha mente e eu acabaria sendo um pouco indiscreta ao olhar para os seus lábios enquanto ela falava, pela proximidade talvez fosse capaz de sentir o seu hálito e se eu fosse capaz, meu corpo sentiria algo como um pequeno choque passar por si. Então, ela apoiando-se sobre mim afastou-se um pouco e eu pude sentir de certa forma o “ frio da separação” seguido de um suspiro que havia ido diretamente em minha nuca, onde eu acabei tendo um forte arrepio que percorreu todo o meu pequeno corpo me fazendo sentir um pequeno calor sobre algumas áreas de meu corpo que pareciam coçar, levemente.

Coloquei por algum motivo a minha mão  esquerda fechada em formato de punho entre as minhas coxas e fortemente pressionei minha mão com força com as minhas pernas, enquanto acabei olhando para baixo eu estava confusa e queria afastar aquela sensação em meu corpo que me fazia sentir algo tão constrangedor na frente de outras pessoas, era algo que por um momento me fez sentir como se eu estivesse trajando menos roupas do que deveria e isso quase levou a minha mente a loucura por um momento.

“Se acalme Ali, você não é assim! Você é… É.. Aquela que um dia vai se tornar o simbolo da paz! Não é esse o seu sonho?Li… Lidar com as pessoas não é fácil e… E… se você quer realmente se deixar aproximar...  Você não esta sabotando a si mesma? Vamos, respire, preste atenção em sua voz...Mesmo que ela também seja bem distrativa, você nunca foi assim, vamos menina se recomponha, por favor, se recomponha!”


Eu quase gritei em minha mente comigo mesma para que eu pudesse não me perder em meio ao olhar penetrante que a garota que agora estava a minha frente por vezes me direcionou e o mesmo olhar que era feito também a Lynn em um momento depois havia sido a minha salvação, o amargo sentimento que subiu de forma pútrida e completamente diferente da pureza que havia em minha outra sensação, essa me fazia me sentir muito má comigo mesma e com quem eu direcionei esse sentimento… é corrosivo,sujo e violento demais para que eu pudesse me sentir confortável de sentir, eu não sou assim e sequer faz algum sentido… Ou faz? É outro sentimento que tem dividido espaço em meu peito, quase como se eu fosse capaz de perder, talvez a mim mesma e a minha natureza que eu considero ser boa. Nesse momento eu preferi olhar para baixo, para o prato para que eu pudesse prestar atenção apenas na voz e no que era dito sobre os celestiais, assim como havia sido com os Minks e com os tritões, saber mais sobre outras raças além da minha me fizeram perceber o quanto esse mundo é grande, vasto e como eu ainda tenho tanto a aprender...Talvez eu devesse deixar de ser boba em deixar que sentimentos ruins possam habitar o meu peito… Por mais que eu não seja madura o suficiente para olhar e voltar a sentir essa coisa horrível, quando o senhor começou a afagar a minha cabeça, eu acabei me recolhendo levemente como se fosse um bichinho em meio a sensação boa que o carinho me trazia e aos poucos eu fechei meus olhos e me acalmei um pouco. Quando é que ele tinha se aproximado novamente? Ou estava próximo esse tempo todo e eu estava tão distraída que não fui capaz de percebê-lo se aproximando? De qualquer forma...Ele me ajudou a me acalmar a pôr a cabeça no lugar. Enquanto minha cabeça ainda estava no lugar eu respirei fundo, senti meus lábios tremerem levemente e antes que eu pudesse provar, tentei olhar Jibril em seus olhos, eu ainda era um pouco ignorante por ser novata na marinha e não entender bem como funcionavam as coisas e sequer se o que  o que eu perguntaria faria algum sentido.

-J...Jibril O..Obrigada pe-pelo prato e pe… pela paciência em me explicar...V...Você pertence a algum grupo? Digo...C...Como dizer isso da forma certa?... Me… Me desculpe! Eu não pensei direito antes de abrir a boca… Me passou a idéia de um dia trabalharmos juntas e a idéia foi tão divertida em minha cabeça que eu não pensei direito o que eu fal…. Aaa

Meus lábios tremiam e eu precisei muitas vezes respirar para que eu pudesse expressar-me da forma correta, minha voz não seria muito alta e talvez o tom afetuoso em minha voz poderia soar de forma intensa, era vergonhoso e por isso minha voz acabaria se afinando, enquanto eu balancei as minhas mãos ao perceber que talvez eu estivesse com a cabeça nas nuvens demais antes de que eu pudesse falar algo com algum sentido. Abaixei levemente a minha cabeça, olhando agora para o prato que havia a minha frente e com os talheres que eu havia pego eu cortei um pedaço pequeno de várias coisas que haviam em meu prato, deixando dessa vez a faca em minha mão esquerda para que eu pudesse aos poucos tentar fazer movimentos um pouco mais complexos como cortar no tamanho certo um pouquinho de cada coisa que havia no prato para que eu pudesse fazer o bocado perfeito, quando fosse levar a comida até minha boca.

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Quando eu o fiz uma sensação intensa percorreu sobre o meu corpo como se eu tivesse levado um choque imenso onde eu pude sentir cada pequeno pedaço de meu corpo de forma intensa como se eu estivesse em chamas, a sensação de ardor era profundamente intensa, tão intensa como a sensação gostosa que percorreria o meu corpo como se a própria celestial tivesse dedilhado levemente cada pequeno pedaço de mim, me levando ao céu pela mais tortuosa estrada que o inferno poderia ter.


Meus olhos lacrimejavam, cada pequeno nervo de meu corpo pareceu saltar a flor da pele era algo que me fazia questionar os limites do sofrimento ao mesmo tempo que fazia com que meu corpo implorasse por mais e assim eu o fiz uma segunda, terceira e quarta vez, eu acabaria muitas vezes  respirando pela boca de modo a tentar aliviar o sofrimento que aquilo me causou ao mesmo tempo que  a minha cabeça havia parecido em um momento ficar em branco quando novamente comecei a sentir sobre meu corpo calor em algumas partes que eram estranhas de se sentir, como se ficassem mais sensíveis e eu estava quase que literalmente sob os pés da celestial através do sabor que ela havia me feito sentir e talvez por outros motivos que não me eram possíveis compreender no momento. O calor acabou me fazendo abraçar a mim mesma com força com o meu braço direito, enquanto o meu braço esquerdo novamente acabou sendo levado para o meio de minhas coxas, onde eu desconfortávelmente acabei roçando a parte interior de minhas pernas contra a minha mão de modo a tentar afastar essa sensação, eu não sabia o que era essa sensação física, mas eu me senti curiosa para saber até onde isso poderia me levar, tanto quanto eu  me senti ali completamente embaraçada por não ser capaz de esconder, e isso piorou ainda mais, quando eu olhei para o sorriso sádico que Jibril tinha, eu não era capaz de reconhecer o que era o sadismo ou o seu significado mas eu sei que a olhar não ajudou em minha situação, antes que eu pudesse me dar conta eu já havia acabado meu prato e meu corpo pedia por mais.

Eu fui ali completamente manipulada pela garota quando ela havia puxado a sua cabeça fazendo com que o peso de seus seios pudessem repousar sobre a minha cabeça, sem resistência alguma, eu ainda estava sentindo a queimação de forma intensa como se minha garganta quisesse fechar, mas o doce som da voz da celestial me chamar de fofinha, havia feito com que meu coração acelerasse ainda mais, eu poderia talvez chorar de felicidade ou qualquer sentimento bom que tenha sido esse que divide espaço com a minha agonia, se eu já não estivesse chorando por causa da pimenta.


Ela havia me pedido para que eu implorasse por mais um prato, como se eu pudesse me sentir humilhada com isso ou algo do tipo, mas diferente do modo como ela havia pedido para Lynn, ela havia me poupado de me ajoelhar por mais um prato isso...Isso… Poderia significar algo especial?Eu...Eu espero que sim… Por favor que signifique algo… Talvez eu estivesse tão distraída em relação ao que eu teria de fazer que eu sequer pudesse ver a performance de Lynn se é que ele faria algo como se ajoelhar, com seu imenso ego. Mas, sendo honesta comigo mesma eu evitei olhar para que o sentimento ruim não pudesse novamente tentar levar o melhor que havia de mim.

Novamente ela se aproximou de mim, com um prato em suas mãos, meu corpo parecia desejar profundamente mais daquele que era o  inferno dentro do paraíso seu olhar de algum modo mexeu um pouco mais com a minha mente, como se eu pudesse ver um pouco mais de um lado ao qual me foi feliz pensar que não era mostrado a todos...O que ela me pediria para falar era complicado, não tanto pelo orgulho pois eu não sou orgulhosa ou de alguma forma me sentiria humilhada...Na verdade eu… Eu… Por mais que me seja difícil admitir quero dizer, em especial se ela puder sorrir e me dar um pouco mais de sua comida. Como ela era mais alta que eu eu tinha de olhar para cima para poder olhar para ela enquanto falava, meu pequeno corpo tremia como se eu estivesse a frente da própria morte, eu engoli seco pelo menos duas vezes antes que o caleidoscópio de emoções que meu coração parecia querer trazer pudesse me consumir e respirei fundo, por algum motivo, de forma natural eu acabei arrumando um pouco meus longos cabelos brancos com um movimento de minhas mãos, enquanto tentei a olhar nos olhos, sem que eu pudesse me deixar ser totalmente tragada pela  profundidade deles, eu acabei algumas vezes desviando os olhos para os seus lábios.

-P...P...Por favor mestre Jibril, realize os meus desejos!

Eu disse da forma mais rápida que eu pude, em um tom frágil e doce em um desafio que era tão grande para mim quanto enfrentar aqueles tritões que pareceram possuídos pelo próprio poseidon eu não entendi o porque eu havia falado isso ou o motivo de eu querer tanto agrada-la, meu coração esta a mil e mesmo agora fechando os meus olhos eu sinto que estou em um sonho em que eu estou caindo para o infinito de meus próprios sentimentos. Sem dúvidas eu pareceria  não só adorável com eu ali havia aberto uma porta para o que eu estava sentindo e só depois de um tempo a palavra desejos havia vindo a tona sobre seus milhões de significados.

“Eu… Eu me referi apenas ao prato…. Certo?.... CEEERTO?Eu… Eu...Não quero que ela faça nada contra a vontade dela… digo...Por que diabos eu estou pensando nisso? Eu tenho tanta coisa para me preocupar nessa nova cidade….  Eu… Eu espero que ela não me veja de uma forma ruim… Não...Essa ideia dói… Mais do que o prato dela tem me feito sofrer…”


Eu abriria meus olhos lentamente e caso ela quisesse ali pedir para que eu abrisse a boca, eu fecharia os olhos e abriria a boca, mostrando não só confiança, como também inocência ao dar a ela tal liberdade, talvez muitos pensassem que eu me arrependeria mas não, a minha fé de que ela não faria algo de ruim comigo, talvez seja até mesmo inocente mas,eu… eu não faria algo de ruim a ela, por mais constrangida que eu puder ficar ou sem saber como agir, literalmente paralisada pela intensidade da minhas emoções, eu não resistiria a um avanço da mesma e seria bem provável que qualquer palavra gentil pela parte dela a mim me fizesse ganhar o dia, eu não entendia o que se passava em minha cabeça ou em meu corpo mas… Eu preciso descobrir eu… Quero.

Caso Lynn viesse tentar roubar a comida enquanto  Jibril estava me dando talvez pelos sentimentos pesados aos quais eu estava carregando quando eu os via muito próximos eu acabasse exagerando ao empurrá-lo para longe com ambas as mãos, talvez não tanto pela comida mas pelo sentimento corrosivo de nome desconhecido que trás o pior que há em mim...Talvez por querer aproveitar um pouco mais o tempo que a atenção era voltada a mim…


Caso pudessem lhes direcionar para outro local, difícilmente apresentaria alguma resistência, uma vez que era uma excelente subordinada e se fosse exigido dela que ela disesse quem havia sido o melhor, de forma trêmula acabaria apontando para Jibril, sendo incapaz de mentir dizendo o contrário, para algo que havia a feito sentir coisas tão intensas por meio de seu paladar.



Histórico.:
 

Objetivos”:
 

Off:
 

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Última edição por Alipheese em Seg Maio 28, 2018 2:05 am, editado 1 vez(es)
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Makei
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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 3 EmptyDom Maio 27, 2018 2:14 am

The Emperor of Sea



Para o Avaliador-sama:
 

Como eu posso explicar a situação atual ? Bom… De início poderíamos começar comentando sobre os efeitos que a comida poderia estar dando em minha vida, era algo bom ? Bom pra caralho ! No entanto, o cenário atual era um pouco diferente, apesar que tudo voltaria seguir o rumo antigo que estávamos, como eu posso dizer… Havia um pequeno “Toque” de algo que eu não conseguia tirar meus olhos nesse meio todo, aquela garota mal tinha entrado em minha vida e já tinha começado a revirar dessa forma, maldita… Qual o motivo de eu não conseguir querer tanto odiá-la igual ao momento em que vi a porra do Velho Marombeiro ou Dinx toca-lá ? Eu apenas continuava a sentir essa vontade de querer continuar vendo aquelas duas garotas brincando pela noite/dia/tarde… É algo errado ? Não sei dizer, mas a porra da minha fantasia parecia gostar de tudo isso, principalmente quando um pequeno vazio parecia preencher o meu peito cada vez mais, não consigo entender tudo isso, qual seria o motivo ? Será que apenas a vontade de vê-las juntas não fosse o suficiente ? O que eu realmente quero ?  Não sei explicar, no entanto, essa voz que parece querer me matar todas as manhãs sabia o motivo de meu corpo estar assim e o único problema era que esse filho da puta não me contava !

“” Hahahahaha ! Muito bom, puta que pariu… Muito bom ! “”


” Hey ! Por que você ta feliz assim ? Você sabe o que tá rolando né ? “

“” É claro que eu sei, diferente de ti, eu posso ler a porra do final da narração seu idiota ! HUehuE “”

Eu realmente não sabia explicar o que estava acontecendo, porém aquele olhar que ela vinha a me dar parecia ser algo tão… Estranho e Indecente… Aprendi tantas coisas sobre como a mente humana funciona por meio da Psicologia, só que ainda havia algumas que me deixavam frustrado, seria essa uma delas ? Não tinha como responder de forma correta, apenas que eu estava a gostar cada vez mais daquilo, daquele olhar, da aparência e de como as duas garotas pareciam tão perfeitas juntas daquela forma… Alipheese parecia gostar também… Será que eu deveria mudar ? Afinal, um bom Imperador é aquele que entende o que nossos súditos pensam e sentem, correto ? Trazer a felicidade e alegria para eles é a coisa mais comum que podemos ter, principalmente para alguém que eu… Er… Melhor deixar essa parte um pouco de fora, tenho medo de ainda dizer algo que realmente não entendo, mas… Agir dessa forma é bom ? Sempre achei que seria o errado ter uma abordagem dessa forma, igual um fudendo Rolezeiro ou Zé Droguinha, o único problema era que todos mostravam ser o contrário e para piorar, essa porra funcionava ! Por que ? Apenas mostrar a minha grandeza não era o suficiente ? A mente do povo não conseguia perceber a pessoa a sua frente apenas com o olhar e suas palavras ? Será que eu devia encostar e mostrar a plebe o toque de alguém abençoado como eu ?... Confuso...

Observa-la soltar da pequenina e se direcionar a mim, fazia com que meu coração voltasse a bater mais rápido ao mesmo tempo que eu sentia algo quebrar, por que ela faz isso ? Não basta demonstrar uma obra de arte, ainda tem que brincar com o meu Kokoro ? Aqueles lábios… PORRA ! Isso não é pra ser uma narração romântica cacete ! Então me responda o motivo dela fazer isso, não é complicado ! Sou jovem ainda, não quero ter a minha primeira frustração dessa forma… Apenas gostaria que a merda do meu corpo entendesse da mesma forma que estou pensando nesse exato momento, já que eu podia sentir um sorriso abrir na porra do meu rosto, sim, esse caralhudo chamado Lynn, eu mesmo ! Estava gostando dessa onda de emoções... Alguem me ajude a entender que merda eu tenho na cabeça, por favor.

“” Vei… Isso se chama puberdade, é quando você sente a vontade de procurar qualquer buraco de preferência um pouco fundo, e o motivo ? Ai essa missão fica pra você ter que descobrir. ( ͡°( ͡° ͜ʖ( ͡° ͜ʖ ͡°)ʖ ͡°) ͡°) “”

”M-Mas… Pra que isso ? O que eu faço ?... “

“” É simples, só chega nela e manda - Eai, vamo fecha ? - É assim que se faz e pronto, o resto é lucro. Deep planejando como “”

Por mais que eu estivesse tão confuso quanto o momento que eu descobri que o Astolfo na verdade é homem e criando um amor pela religião do Dentinho, aquilo apenas se mantinha na minha mente, já que pelo lado de fora o ego ajudava a manter toda uma outra forma de se portar, motivos ? Não sei… Talvez pelo bem do Plot mesmo, entretanto, pensar na possibilidade de ter finalmente achado alguém que pudesse me seguir enquanto fizesse comidas tão deliciosas aos quais havia experimentado era algo fora do comum, apenas o leve pensamento de não apenas ter algo delicioso sobre a mesa toda hora como tambem alguem bonita para fazê-las para mim… Sim, essa é a sensação de um fudendo Imperador ! E isso apenas continuava a melhorar, vê-la trabalhando parecia de maneira tão graciosa e alegre, o prazer de criar um prato para ser degustado parece ser uma obra divina que meus olhos sequer podiam sair de seus peit-, quer dizer, rosto… Mal sabia eu que eu estaria fudido a uns momentos logo a frente, saudades de quando eu ainda era inocente, sim, lembra quando eu tava comendo a comida do velho ? Então… Bons tempos… Já que eu vou tomar muito no cu ainda… Quer dizer, não nesse sentido, mas de me dar mal, ah ! Você entendeu, porra.


A curiosidade de experimentar ter esse tipo de “Sentimento” era o suficiente para que eu não negasse aquele pequeno pedido do Anjo que parecia me agraciar com sua presença, era tão, como posso dizer… Linda na frente do fogão ?… Só não entro mais no assunto pois se não vão falar que sou Machista ainda assim uma coisa tem que ser dita ! O lugar dela realmente era na frente daquele fogão, nem venham reclamar depois que tou cagando e andando pra opinião de vocês. Todavia, um problema parecia me tirar daquele pequeno transe de emoções e controvérsias sobre ser Machista ou não… Como usar uma faca ? Eu sabia manusear MINHA lança e olha como eu bem manuseava em ! Mas, facas ? Eu sequer sabia como diabos usar essa caralha, só sei que isso corta e não é de meu interesse sofrer com isso.



” Cubos ? Caralho ! Não sei nem como usar essa porra e ainda tenho que fazer cubos perfeitos ? Fudeu… “

Lembrando de um movimento que eu fazia com a lança, talvez funcionasse aqui… Peguei uma postura um pouco recuada e levei a minha mão direita que estava com aquela faca um pouco para trás de minhas costas, o movimento ? Simples ! Um corte circular para cima, basicamente um “U” inverso, não tinha como dar errado, apenas que a desgraçada da batata havia sido cortado em formato redondo ou circular.

” FILHO DA PUTA ! EU VOU TE MATAR BATATA DO CACETE ! TA QUERENDO FUDER MEU ROLÊ ? “

“” Carai viado, o maluco tiltou mesmo. “”

Mesmo que na parte mental eu continuava a gritar em euforia e raiva por causa da porra dessa batata do capeta, apenas a minha respiração podia ser ouvida pelo lado de fora na tentativa de me acalmar, não sabia que diabos deveria fazer para arrumar isso e sequer como cortar em cubos… Vadia, quer dizer, meu anjo me fudeu… E a única coisa que me restava era usar os movimentos que aprendi com o Bob Esponja com esse gif logo abaixo, cortes randoms sem fundamento algum enquanto movimentava as duas mãos, se isso finalizaria em cubos… Só deus sabe, a única coisa que espero é que eu não tenha matado ninguém nesse processo de desestresse.

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Infelizmente as batatas que eu havia cortado não chegavam nem próximas de perfeita, talvez havia perdido alguns pontos com a cremosa, contudo… Eu tentei, correto ? Antes mesmo da dúvida ir para os julgamentos do meu pensamento entre a fantasia e eu mesmo, o cheiro parecia impregnar toda a sala, era contagioso e toxicante, como uma droga em forma de comida que eu apenas poderia degustar em meus sonhos, se é que eu poderia sonhar com esse tipo de coisa, já que a beleza daquela porção de carnes era de um nível inimaginável, diferente da simplicidade do velho careta, essa porra brilhava ! A saliva contaminava a minha boca com a sua presença enquanto a minha mente parecia abrir um leve desejo de saborear e me perder naquele mundo banido pelos Veganos. Apesar disso, agora estando sentado junto de Alipheese que havia terminado de forjar a sua arma, ela se referia a uma pequena pergunta que também continuava a me assolar, essa beldade era uma Deusa Galinha ou um Anjo ? As cenas logo a seguir eram totalmente assoladoras, a dupla perfeita se era vista se reunir enquanto sua voz continuava a contar os seus contos de um dia passado e por mais incrível que pareça, o aperto do vazio em seu peito parecia voltar, qual era o motivo ?... Apenas o olhar que ela poderia me dar de vez em quando ou no momento que as duas se separassem era como se me ajudasse a aguentar esse sentimento, caralho viado, será que tou com Inveja ? Ou seria… Apaixonado ?

“” A dúvida fica, por quem ? :yatto: “”

Aquele pequeno sorriso antes de finalmente eu dar a primeira garfada… Ahh… Lembra quando comentei que eu ainda iria me fuder ? Então… É aqui que a coisa realmente começa a fuder mesmo… Por mais que já esperasse algo divino, nunca havia experimentado aquele ardor em minha boca junto do prazer de uma refeição dessa maneira, era como se estivesse a literalmente injetar droga na veia, havia falado tanto disso que realmente aconteceu, quem diria ? Todos os temperos podiam ser sentidos no meio de tudo aquilo como uma combinação perfeita e a Pimenta ? Ah meu filho… Essa desgraçada continuava a queimar igual o inferno na boca de maneira incessante, porém não era apenas isso, a sensação de dor era algo real que contaminava a boca inteira. E pra piorar tudo isso, o masoquismo é real, já que o filho de uma rapariga tava curtindo tudo isso ! Maldito capeta em forma de Deusa que vem destruir nossas roupas no meio de tudo isso, infelizmente sendo apenas um devaneio de meus sentimentos estranhos ao comer, mal havia percebido e agora continuava a comer igual um louco, cada garfada parecia me jogar cada vez mais longe do caminho do céu… Se o Inferno é assim, por que diabos todo mundo quer ir pro céu ? Bando de retardado.

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A dor continuava a consumir o meu corpo junto do prazer incessante como uma montanha russa invertida, principalmente no momento em que terminei de comer e pude finalmente abrir a boca para respirar, o ar quente parecia descer como uma pilha de facas rasgando todo o caminho que fazia, como que isso conseguia ser prazeroso ao mesmo tempo ? Depois de hoje um fato era inegável em sua mente, masoquismo não é ruim ! Apenas tem que saber apreciá-lo. Ouvir a voz de deboche daquela que um dia eu vi como um Anjo dos céus, agora era vista como um demônio, pelo meus olhos, mas não veja isso de forma ruim… Eu gosto de demônios ! Principalmente aqueles parecidos como ela, geralmente são as mais saborosas de se ter em um Império… Ouvi-la tão de perto ao ponto de eu quem sabe ter a oportunidade de sentir o seu cheiro se ainda estivessem funcionando parecia me deixar de uma maneira inquieta, uma risada medonha poderia ser vista abrir em meu rosto enquanto eu tentava não demonstrar aquilo para as pessoas ao meu lado, apenas focando meu olhar para cima ao soltar aquela risada rouca, eu conseguiria sentir cada ar que saia de meu peito naquela ação e pra piorar… TUDO ISSO ERA TÃO BOM !

- Hahahahahaha ! Aaahh… Maldita, dessa vez você me pegou… -

Eu poderia sentir o meu sorriso se tornar em nervosismo no meio daquele pedido, meus dedos pareciam começar a se mexer sozinhos como se estivessem a ganhar vida enquanto minha cabeça buscaria um apoio aos lados, principalmente ao olhar para o velho e a sua mais bela companheira… Perdida nas mãos daquela beldade. A ideia de simplesmente me jogar de joelho ao seus pés enquanto pedia por mais um pouco de sua generosidade, seu amor, seu sabor ! Como aquela voz na minha cabeça continuava a gritar parecia uma ideia um pouco boa demais para ser ignorada, mas aquele ego… Aquele maldito ego parecia me impossibilitar disso, me diga… Por que ? Por que eu tive que nascer abençoado dessa forma ? Meu corpo não vai resistir… Esse desconforto que parece corroer todos os cantos de meu corpo junto dessa dor latente que parece apenas me fazer cada vez mais viciado nesse sentimento sinistro e masoquista que parecia conseguir um espaço em minha consciência. Eu apenas consegueria comentar de voz baixa enquanto me remoia por inteiro ao tentar esconder toda aquela sensação nos confins do Inferno… Mal eu sabia que já estava nele a um bom tempo.

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- Aguente… Aguente… Não caia ainda… -

“” VEI ! TU É BURRO CACETE ? Chance divina de ouro dada apenas pela nata da sociedade do masoquismo na sua frente e você fazendo cu doce ! VAI LOGO SEU FILHO DA PUTA ! “”

” Não dá… Não dá, não dá, não dá, não dá… AHHHH ! Eu quero me jogar nos pés dela, pedir comida, ter ela, me jogar nos braços dela, ser acariciado por ela, TER TUDO DELA ! AHHHHHH ! “

”” ENTÃO SE JOGA PORRA ! Ta me deixando raivoso aqui cacete, já tava pegando a porra da pipoca pra ver isso ! Vai logo, caralho. “”

” PARA DE FALAR PORRA ! Você acha que eu, aquele nascido para ser um Imperador vai se deixar cair dessa forma assim ? VAI TOMA NO CU ! EU SÓ QUERIA MAIS UM POUCO ! “

”” E EU SÓ QUERIA UMA NAMORADINHA CARALHO ! MAS NÃO, ESTOU AQUI TENDO QUE VER ESSA MERDA DE CHANCE DIVINA SER JOGADA FORA, FILHO DA PUTA ! (ノಠ益ಠ)ノ彡┻━┻ “”

Se Alipheese realmente aceitasse ao Show que lhe foi proposto a acontecer daquela forma... Eu não teria como me segurar a não ser me contorcer por inteiro no meio de tudo aquilo… Como diabos eu conseguiria me manter de boa ao ver aquela bela imagem da garota sendo corrompida por uma colher de comida ? Eu quem queria estar recebendo aquilo ! Eu não tinha como explicar a minha situação atual além de inveja, pura inveja ! Tanto da Alipheese, da Jibril e até mesmo daquela FUDENDO Colher que estava sendo usada... Porra ! Meu sonho ser ela… Eu não tinha como sequer saber o motivo do desconforto que vinha abaixo do meu peito que parecia me consumir por completo, meus olhos estariam vidrados enquanto meu corpo parecia simplesmente querer pular em cima e roubar tudo aquilo para mim como uma besta selvagem, MALDIÇÃO !

” Serin… Me diga o que está acontecendo POR FAVOR ! “

”” Wesker “”

Se fosse perguntado quem havia realmente ganhado a competição, era visível e fácil de ser compreendido quem havia ganhado seu voto, aquela linda mulher demoníaca que provavelmente estaria em quase todos os meus sonhos de diversas formas, sendo elas talvez boas ou ruins… Jibril ! Sequer chance de falar tinha por não ter a verdadeira capacidade de fazer isso, por mesmo que quisesse, o desejo de simplesmente implorar por minha salvação parecia vir a minha cabeça de uma forma um pouco potente demais para sequer deixar outras palavras sairem, por isso eu tentaria apenas apontar para ela enquanto me contorceria no meio da minha confusão daquele desconforto, será que irei aguentar ?

Caso fosse abordado o assunto sobre o grupo, eu já não tinha tanta certeza do assunto sobre ela, adoraria tê-la comigo mas desse jeito… Provavelmente eu acabaria me quebrando no meio do caminho… Ainda assim eu desejaria que ela simplesmente dissesse por um sim… Por que deus ? É tão difícil pedir um cozinheiro normal na minha vida ? Eu só queria comer comida boa... Não me tornar um aditivado nela ! O verdadeiro problema era que eu não conseguia de forma alguma negar sequer o seu pedido… Apenas me manteria quieto no meio de tudo aquilo buscando uma forma de simplesmente arranjar um meio para que talvez eu me acostumasse ou conseguisse me controlar, se ao menos eu entendesse o que estava acontecendo...

Em todo caso, qualquer coisa que fosse decidido que levase a sair daquela sala, pegaria a minha lança que a pequenina havia feito para mim e tentaria ao máximo esconder o desconforto que havia se criado no meu corpo, seja na maneira de andar ou talvez de agir... O único problema é que eu sabia que isso em algum momento me faria perder a cabeça, só esperaria que não fosse tão cedo... Principalmente se alguém viesse perguntar se eu estava bem.

- Er… Uhum, está tudo bem, eu acho… -

Eu não estaria nem um pouco confortável com tudo aquilo e tudo que me foi trazido no meio daquela degustação me parecia tão novo e confuso que eu sequer sabia como realmente lidar no meio daquilo, precisando de um pouco de tempo para colocar meus pensamentos um pouco em ordem... Ou talvez nem tanto.

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 3 EmptyDom Maio 27, 2018 5:29 pm

Livro 2
Capítulo 3 - Duelo Amigável


Apesar de ter tentado ser o mais simpático possível, Achiles não lhe contava nada de muito valor sobre Crasus e os Revolucionários, e esse era o mínimo a se esperar de um agente do Governo Mundial, afinal ele não vai sair contando informações da sua missão secreta para um marinheiro recém recrutado… Mas não custava tentar, vai que ele é burro. Por mais estranho que fosse para nós, Achiles não irritava Zed ao falar daquela maneira, o espadachim sabia que ele era um profissional e não poderia sentir raiva dele só porque não vai ser tão fácil fazê-lo falar quanto desejava, e bem, o desafio de ter que tentar lhe deixava um pouco empolgado.

O que realmente irritou o jovem de cabelos loiros foi o momento em que Achiles se aproximou de Hana para começar a conversar com ela, ok, até aí tudo bem, se o agente não estivesse claramente tentando seduzí-la chamando-a para jantar! Como ele tinha coragem de fazer isso na sua cara? Hana era sua… companheira de viagem, e ele era uma ameaça que poderia levá-la com ele para outro navio, grrr, inadmissível, nojento! Completamente crente de que era esse o motivo para sua raiva, Zed puxou a sua espada e fez um movimento no ar para assustar Achiles, mesmo que a espada nunca fosse atingir o agente, ele se mostrou ágil ao afastar-se, e óbvio, que sentindo toda a ameaça que o espadachim estava demonstrando, ele partiu para revidar. Se era briga que Zed queria, era briga que ele ia ter! Ou não, pois Hana estava ali para intervir se metendo entre os dois.

- Bela esquiva… Pena que se eu realmente estivesse tentando te acertar isso não aconteceria. - Falou o espadachim sorrindo de forma provocativa e guardando novamente a espada na bainha em suas costas. Depois de quase começarem uma briga, Zed e Hana voltariam a falar com Achiles sobre Crasus, tentando tirar dele algo que fosse realmente significativo. - Como assim você não vai me falar sobre esse merda? Eu estou do seu lado, eu sou da Marinha, MA-RI-NHA! - Diria para o agente assim que ele respondesse que não poderia a respeito. - Você tá tentando proteger ele? Você por acaso é um espião dos Revolucionários?? - E aqui o que Zed falava não fazia mais sentido, era só o impulso da raiva que já havia acumulado do rapaz momentos antes, o que acabava tornando o espadachim contraditório, já que antes ele já havia chegado à conclusão que Achiles não falaria nada tão facilmente. - Ok, se você não quer, cai pra mão então! Se você perder, você fala!

E ao desafiar o agente para uma briga, para evitar que Hana conseguisse intervir, Zed já partiria para uma investida abusando das suas habilidades como um lutador de rua para tentar aplicar um soco no rosto do rapaz, que para o seu azar estava atento a situação e desviou do ataque com maestria, encaixando no espadachim, logo em seguida, um de seus poderosos golpes de boxeador. O desgraçado do agente era forte, talvez mais forte que Mine, pois no momento que foi atingido Zed já sabia que se não fosse a sua alta resistência ele teria desmaiado. Mesmo sabendo entrar em brigas usando apenas os punhos, essa não era a especialidade do loiro, ao contrário de Achiles, que pela forma como lhe atingiu parecia ter algum conhecimento maior para técnicas sem a utilização de armas, ou seja, além de enfrentar alguém mais forte que ele, poderia estar enfrentando também alguém mais habilidoso do que um mero lutador de rua. Quando começou a se levantar, sabendo que estava em completa desvantagem, Zed sorriu, ele estava fervendo por dentro com a empolgação desse combate que praticamente só começou porque os dois homens tinham um gosto especial por esse tipo de situação.

- Desgraçado, você é forte, haha, até arrisco dizer que nem usou todo seu potencial no último ataque. - Comentou o espadachim reconhecendo a força do seu adversário. - E pelo visto eu estava errado quando disse que conseguiria te acertar se tentasse de verdade… Mas eu também não estava usando todo meu potencial. - Todas as suas palavras eram ditas de maneira amigável e respeitosa, mesmo ainda estando com um pouco de raiva do agente, principalmente depois de ter sido atingido tão facilmente e reconhecido que era mais fraco… Por isso ele precisava lutar a sério se quisesse mostrar que não é tão inferior assim, por isso levou a mão até o cabo da espada em suas costas e sorriu antes de dizer: -  Então acho que não se importaria se eu sacasse a espada, não é?

Esse era o momento que ele sabia que Hana poderia aparecer, mas para sua surpresa não foi ela que interviu, ou melhor, nem surpresa ele teve tempo de ter, o movimento foi tão rápido que só conseguiu perceber que havia desmaiado quando acordou. Ele estava agora deitado em uma cama em uma sala desconhecida, sua cabeça estava apoiada no colo de Hana que lhe alisava os cabelos. Assustado, o loiro levantou com um pulo e olhou para os lados sem entender como havia parado ali, sem entender como havia apagado.

- Cacete, como eu vim parar aqui, eu perdi? - Perguntaria ele em choque com a possibilidade de ter sido atingido por Achiles e desmaiar sem nem perceber. Provavelmente Hana lhe daria a resposta do que realmente aconteceu, explicando para ele a aparição da agente de cabelos rosa para intervir no combate. - Tsc, isso é injusto, era um duelo amigável, e não deveria ter sido interrompido sem um vencedor! - Na verdade ele sabia que deveria sim, no calor do momento ele cogitou sacar a sua espada, algo que não deveria acontecer em um “duelo amigável” como ele havia se referido.

Percebendo que não havia conseguido terminar a briga com Achiles, Zed fechou os punhos e socou o colchão da cama com uma leve agressividade. Primeiro foi com Mine e agora se repetia com o agente Wolf, por mais que ambas as lutas tivessem acabado antes de ter um vencedor declarado, nas duas Zed sabia que era inferior. Por que isso estava acontecendo tanto? Era quase como se fosse a pessoa mais fraca do mundo, como se todo esse tempo treinando com sua mãe não tivesse lhe servido de nada, e ele nem mesmo chegava perto de conseguir lutar de igual para igual com alguém. Estaria ele desrespeitando os deuses de alguma forma? Seria esse um castigo por algo que havia feito ou deixado de fazer? Estaria rezando o suficiente? Bem, de fato ele não havia chamado os deuses para lhe ajudar no combate contra Achiles, mas talvez nem mesmo eles poderiam lhe ajudar a preencher o que faltava para deixá-lo no nível do agente.

Ao olhar pela janela do quarto onde estava, Zed percebeu que ainda estava no QG, o que era de certa forma algo que o irritava, pois naquele momento o que mais queria era poder botar fogo em alguma coisa, e se a notícia de ter brigado com um agente do governo se espalhar, não seria bom que também chegasse junto a notícia de que estaria tentando começar um incêndio. Chegou a botar a mão no bolso para sentir o seu isqueiro, mas respirou fundo para controlar sua compulsividade e prestou atenção nas palavras de preocupação de sua companheira ali com ele.

- Haha, preso? - Riria ao ouvir ela dizendo as consequências que aquela briga poderia ter. - Relaxa, Hana, ninguém vai prender um homem que está conversando amigavelmente… Com os punhos. Por mais que você talvez não consiga reconhecer, nós estávamos nos divertindo, MESMO ELE SENDO UM PERVERTIDO SAFADO QUE MERECIA UNS SOCOS SIM! - Completou ele ao se lembrar do real motivo de ter começado aquela briga, então ao perceber que havia se entregado, Zed ficava levemente avermelhado e continuava falando para tentar disfarçar. - E se negava a falar sobre o Crasus, claro, não teria outro jeito de resolvermos isso sem ser lhe dando umas porradas… Cof, cof. - Engasgava no final fingindo uma tosse. Ainda sim, Zed não desconsiderava os sentimentos de Hana sobre sua atitude, por isso se aproximava dela e passava a mão na sua cabeça dando uma bagunçada amigável em seus cabelos. - Fica tranquila, apesar de ser um idiota impulsivo, não sou burro, sei que posso ter feito merda, se aquele agente quiser me prejudicar ele pode me relatar pro QG e eu posso perder tudo, mas acho que ele não vai fazer isso, por incrível que pareça eu gostei daquele merdinha.

Ainda que fosse ruim para ele perder seu cargo como marinheiro, não era como se seu objetivo de vida estivesse relacionado a esse trabalho, seu único anseio de acontecer algo do tipo era por Hana, sair da marinha significava se afastar dela, e no momento ambos sabiam o quão importante eram um para o outro.

- Bem, acho válido não perdermos essa chance, Achiles Wolf pode ser um ótimo aliado, apesar de não ser muito forte… - Mentiu dando uma coçada na garganta com a voz. - Não podemos descartar o fato de que ele é um agente do Governo Mundial que pode nos levar a missões relacionadas aos Revolucionários. Talvez você consiga convencê-lo a nos deixar acompanhá-lo em sua próxima missão, até porque parece que ele gostou de você… - Era estranho para Zed se sentir incomodado em dizer isso, mas ele acabava dizendo devido a importância que isso tinha.

Tendo a sua noção do tempo, o espadachim saberia há quanto tempo eles estavam ali dentro e até mesmo que horas eram, podendo assim deduzir se valeria a pena continuar esperando alguém aparecer ou sair dali e procurar por eles mesmos. Lembrava de ter ouvido Achiles dizer algo sobre uma Akame, nome este que lhe incomodava um pouco pela similaridade com o de sua mãe.

- Ok, Hana, acho que seria melhor se você fosse atrás do Achiles ou algum desses agentes que andam com ele, até porque eu acabei não tendo o prazer de conhecer uma delas como gostaria… Tente conseguir uma missão para nós. - Diria ele como sugestão para Hana fazer algo que adiantasse o dia deles. - Ficarei aqui mais dez minutos esperando alguém aparecer, se não acontecer, sairei a sua procura.

Se Hana aceitasse a sugestão, então eles iriam se separar ali, deixando o espadachim sozinho no quarto esperando a chegada de alguém importante que pudesse lhe falar mais sobre o assunto dos Revolucionários. Sem muito o que fazer, o loiro iria até o armário para xeretar o que tinha dentro, quem sabe conseguisse achar ali algo que fosse interessante, principalmente quando tem o desejo de guardar itens das ilhas que visita. Mas pior do que lidar com o tédio seria lidar com a sua compulsividade, sentia a vontade de queimar crescer dentro dele como se Amaterasu estivesse lhe pressionando a lhe oferecer alguma coisa. Se os deuses ainda estiverem lhe ajudando, então alguém iria aparecer antes dos dez minutos que ele havia escolhido esperar, caso contrário, dado o tempo exato, Zed sairia da sala as pressas, mas não para procurar alguém, e sim para procurar alguma coisa que pudesse botar fogo, nem que seja uma caixa de papelão que encontrasse no refeitório, sua escolha principal de para onde ir no momento.

Mas supondo que apareça alguém ali, seria bom que fosse algum agente do governo, caso contrário Zed deixaria o quarto se desculpando por estar ali, “Opa, foi mal, tô saindo”, diria ele para dar licença a pessoa, ou as pessoas que chegassem ali, afinal um quarto no QG que tenha cama e não é a enfermaria só pode servir para aquilo que é muito bom de se fazer… Isso aí mesmo que você pensou, dormir. Portanto se uma ou mais pessoas (rs) entrassem ali querendo dormir, Zed daria a privacidade necessária e iria se retirar, seguindo para o refeitório assim como na possibilidade anterior.

Por fim, se aparecesse algum agente, que era o que Zed queria que acontecesse, então ele seria obrigado a continuar ali controlando seu impulso de querer botar fogo em alguma coisa para poder conversar com a pessoa tempo suficiente para tentar conseguir alguma informação. O problema aqui é que os dez minutos que o loiro decidiu esperar não era um tempo aleatório, era justamente o limite que tinha para controlar sua compulsão, portanto qualquer segundo a mais que ficasse dentro daquela sala faria Zed começar a suar frio e se mostrar incomodado, quase como se estivesse com uma tremenda vontade de cagar.

- Haha, que nada, estou ótimo. - Mentiria ele caso lhe fosse perguntado se estava se sentindo bem. - Mas então, a verdade por eu ter ido até o agente Achiles é porque pessoalmente eu tenho motivos para procurar pelos Revolucionários, particularmente eu prefiro não entrar em detalhes, mas saiba que nosso objetivo aqui é o mesmo, por isso meu interesse e impaciência quando perguntei para seu parceiro de trabalho sobre o Crasus, pois é de meu interesse conseguir chegar cada vez mais perto desse grupo de criminosos e… - Nesse momento ele pensou em dizer a verdade sobre procurar uma pessoa específica, mas preferiu omitir essa parte para que não lhe fosse feita a pergunta sobre quem seria. - Acabar com eles. Por isso, se possível, gostaria de fazer parte de alguma missão onde eu poderia contribuir para a captura desses revolucionários.

Se a conversa não demorasse muito mais do que isso, então Zed faria uma despedida simples com uma breve reverência para a pessoa em questão e sairia às pressas para poder cagar, opa, queimar, e então seguiria para o refeitório não muito distante dali onde julgava poder encontrar com mais facilidade algo para botar fogo. Porém, nem tudo são flores, por isso existe também a possibilidade do loiro não conseguir chegar até onde quer, o que atrasaria ainda mais seu desejo compulsivo e o deixaria por mais tempo parecendo que está com muita vontade de cagar… Mas quem sabe os deuses estejam com vontade de lhe ajudar, não é?


Sobre o “Godmode” do último post:
 

Histórico:
 

Objetivos:
 


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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 3 EmptySab Jun 02, 2018 1:00 pm




~Achiles~


Achiles se perdia nas memórias de sua infância quando lembrava como seu dia estava briguento e um tanto surreal até, ele se sentia culpado de fato por tudo que havia acontecido, afinal era pela forma impulsiva de agir que as coisas tinham chegado naquele ponto. Aquilo fazia ele de fato se culpar, ainda mais com as perguntas de Six que tornavam ainda mais algo reflexivo naquele ponto os dois tinham iniciado um pequeno estado filosófico, mas logo os dois se focaram nas plantas e em como elas funcionavam, e tudo corria no melhor possível.

Depois de quase duas horas que eles gastavam naquilo, Achiles estava finalmente pronto e satisfeito, já que tinha finalizado sua cota de aprendizagem, mas existia algo que ainda estava fora de seu gosto, ele ainda não tinha um encontro certo para aquela noite, e sim ele resolvia finalmente pedir por algo daquela forma a Six, algo que não era tão inesperado, visto que era a segunda vez que ele o fazia, mas da primeira ele virou uma múmia e nada aconteceu, ela ouvindo aquilo pensava no fato de ter acabado de perder sua vítima que estava disposta a fazer certas loucuras, em prol de ajudar o garoto.

O olhar malicioso tomava o rosto dela naquele momento, ela estava pronta pra aceitar, mas lembrava que tinha uma missão para a noite, isso não seria agradável, e era por isso que ela estava se encontrando com aquele rapaz tão cedo, por que a noite não seria possível. - Nesta noite eu tenho uma missão.- falava ela inflando as bochechas de ar, no momento que percebia a oportunidade de repor seu encontro indo por ladeira abaixo, ela simplesmente não queria deixar aquilo escapar assim, e desse modo decidia por talvez propor algo novo. - Poderia ser outra hora, ou dia se quiser, talvez no barco quando ele for sair, tem comida, e eu vou ter um quarto por lá, apesar de que eu divido ele com Five, mas ela nunca fica muito em quarto, e quando está em barcos, dorme na popa, é um costume estranho, mas podemos, fazer um jantarzinho por lá talvez em algum dos dias.- ela falava com um olhar de certo modo estranho, parecia um predador olhando sua presa, como uma aranha colocando a mosca na teia, as mãos dela estavam inquietas, ela esfregava constantemente o polegar contra o indicador, e posteriormente os outros dedos.

Parecia algum tipo de mania, e depois disso ainda “faminta” saia da sala independente de qual fosse a resposta de Achiles, ela pareceria um pouco estranha, provavelmente estava com abstinência de alguma coisa, álcool talvez, mas não só pela forma que ela coçava as mãos, até mesmo sua maneira de andar estava um pouco desconcertada, então algo havia acontecido. De todo modo, ele não tinha tempo naquele momento a saindo dali, voltava para seu quarto, onde ele apenas vestia seu terno e se preparava para sair, ele pretendia pela quadragésima vez comprar seus Kits de primeiros socorros, saindo mais uma vez para a neve, que na realidade estava diminuta.

Sim, parecia que ela estava gradativamente diminuindo naquele dia, aparentemente o sol já passava a aparecer bem mais no céu do que anteriormente, e chegando na loja, era atendido até rapidamente, um homem alto de longos cabelos loiros, uma barba por fazer, e cara de surfista o atendia. - Eai brow, irmão de onda?- era o cumprimento dele talvez, ou vai saber o que diabos se passa nesses vendedores de hoje em dia. E logo Achiles mais formal apenas repassava tudo que ele queria comprar. - Suave, acho que tem essa bagunça toda aí.- e ele se abaixava e ia colocando tudo sobre o balcão tendo aquele jeito calmo, e olhar de quem fumou maconha a noite toda. -Tá aí brother, mas então você surfa?- falava apontando para a prancha, que ele tinha ali do lado, antes de responder o preço para o garoto Wolf. - São 320.000 tudo isso.- dizia enquanto bocejava.

Pagando ele o agente saia do estabelecimento finalmente pronto para voltar até o QG. Sua caminhada da felicidade era clara, já que fazia bastante tempo que ele lutava por isso, e ficava bem nítido, entretanto, estava atrasado, One já esperava ele a tempos, o garoto chegava até o local, indo pra onde One estava, ela possuía o olhar da morte. Se aproximando dele, com uma leve lentidão falava bem próximo, com o rosto frente ao dele. - Você está MUITO atrasado, não temos tempo, tira essa roupa, coloca a de treino que está no corner e corre pro ringue. - Estava vestida de forma diferente, usando aqueles moletons de corrida, que normalmente são bons para treino, ela estava um pouco suada, o que devia indicar que tinha feito algum percurso, ou no mínimo, treinado um pouco, antes de ele chegar. Talvez bater nas coisas, fosse a melhor maneira de soltar todo seu ódio reprimido, e talvez de alguma forma acalmar um pouco os ânimos, isso poderia ser comum, em pessoas muito calmas, sofrimento silencioso. - Vem a gente vai treinar um pouco.- falava já entrando no ringue, e se escorando nas cordas, de algum modo, ela parecia estar irritada por algo, talvez ela tivesse esperado algo do boxeador, que ele não tenha feito, ou por fim seja apenas “aqueles dias” mulheres às vezes podem surpreender, por isso que não leiamos mentes.

Ela considerava que Achiles já sabia o que fazer, e de certo modo estava correta, eles tinham treinado por muito tempo e não seria hoje que tudo ia mudar, a não ser que ela criasse a coragem de colocar o que queria fazer em prática, mas talvez lhe faltasse coragem, bem para ela de certo modo era um agora ou nunca, já que sabia o que poderia acontecer se falhasse nesse ponto.

~Alipheese & Makei~


Antes de toda a comida começar, a pequenina já afeiçoada por a forma como a celestial trabalhava e todo o jeito carinhoso que ela tratou a garota, inocentemente a questionava, tentando ser boa com as palavras. O que fazia na mesma hora os olhos dela brilharem um convite para uma missão? era tudo que ela precisava principalmente por sua fama no QG. - Na verdade, eu gostaria bastante que vocês me acompanhassem numa missão digamos que ando um pouco solitária ultimamente, digamos que as pessoas de hoje em dia não apreciam a espontaneidade.- falava um pouco empolgada por poder fazer algum amigo novamente, por mais que não sabia se seria duradouro. - Mas se quiserem eu tenho uma missão pra hoje e preciso de mais 3 ou 4 pessoas comigo já que protegeríamos uma área até grande, depois falamos mais disso, antes que o Kamui, me acerte com alguma coisa pra eu deixar vocês comerem.- era um sorriso levemente malicioso agora que se fazia no rosto dela, a inocência da pequenina com aquelas palavras, e todo o jeitinho dela faziam a garota simplesmente achar adorável.

A comida tomava conta dos dois marinheiros, aquele tipo de sentimento era uma completa novidade pra ambos, mais para a pequenina que para o rapaz, que parecia mais entendido do que se tratava, mas em ambos o efeito era como esperado, o misto de felicidade, prazer e dor, tinha seu charme, fazendo até mesmo Lynn se perguntar, o masoquismo existia mesmo no seu cérebro? sim era provável que existisse, talvez se remete a uma velha lenda, que quem muito manda e tem uma dominância, tende a gostar de ser dominado pelo menos em um sentido, entretanto ele não se rendia, por mais que a vontade de dobrar os joelhos batesse nele, simplesmente não podia fazer aquilo, isso fazia com que Jibril lambesse seus lábios, ela sabia que ele estava sofrendo incontestavelmente naquele ponto, e em algum momento ele iria precisar dela, e quando isso acontecesse, a humilhação seria muito maior por parte dele, o que simplesmente já a fazia imaginar milhares de cenários possíveis, mas simplesmente deixava que ele ficasse ali como quisesse, já que ele não pretendia se render. -Isso mesmo mantenha sua pompa Imperador.- e fazia o olhar da condenação olhando para o rosto dele antes de se afastar, ela sabia que ele tinha cavado sua própria sepultura.

E naquele momento partindo para a pequena vinha a segunda forma dela, a pequenina tímida de sua maneira, estava lidando com todas aquelas sensações pouco a pouco, tantas vezes tinha que recorrer a pôr as mãos às coxas, pois a sensação incômoda e ao mesmo tempo boa, não parava, e talvez pudesse aliviar, ela diferente do garoto sentia vontade de dizer aquelas palavras, ela apenas desejava que aquela mulher a satisfizesse, e pudesse ter qualquer coisa que viesse dela, e assim com toda a fofura e fragilidade que carrega as palavras eram proferidas. Jibril com o prato na mão, pegava a pequena colher. -Isso mesmo fofinha, é assim que se diz, agora você vai poder provar mais um pouco do meu prato.- ela pegava a colher aproximando ela da pequena boca de Alipheese, e derramava apenas um pouquinho do molho para que ela sentisse o sabor, mas não terminava de dar a comida, deixando ela um pouco mais ao alto. -Delicioso não é? você quer mesmo essa comida?- O sorriso sádico ainda no rosto deixava claro o quanto ela estava amando fazer aquilo, e claro seu olhar. -Fale mais uma vez dessa forma lindinha, e a mestra deixa a colher entrar na sua boca.- falava com a colher flutuando sobre ela.

Lynn naquele momento tinha uma sensação de inveja somada a seu desconforto completo pelo que a própria pimenta lhe fazia, assim como pela vontade que sentia de se ajoelhar, até mesmo naquela hora ele queria ser a colher qualquer coisa que participasse disso, qualquer ligação aquilo. Assim que a garota falasse Jibril curvando-se aproxima a colher da boca dela colocando lentamente dentro da boca dela enquanto a olhava bem nos olhos, aproximando o rosto bastante dela. Nesse momento a celestial tentava captar o máximo da expressão da garota, ver como aquela comida afetava ela, era prazeroso. - Viu só I-m-p-e-r-a-d-o-r? esse poderia ser você também.- e nesse momento pegando um dos pedaços da carne ela colocava no dente deixando apenas metade nele, e aproximava a boca com a carne para que Ali a mordesse, passando também os dois braços por trás da sua nuca enquanto quase se encaixava na garota, a carne era bem molinha e assim que ela mordesse, mesmo que não fosse com muita força ela se partiria, consequentemente os lábios iam se tocar assim que o pedaço se partisse, gerando um leve beijinho entre as duas.

Após isso levantando da cadeira antes de dar mais uma colherada para a garota, ela olhava para o velho e novamente voltava para os dois. - E então quem venceu essa? O que me dizem.- Lynn ouvindo apenas apontava pra ela, seus sentimentos eram muito fortes naquela hora, falar qualquer coisa poderia fazer ele se enrolar, e não seria algo que ele gostaria, e assim como ele Alipheese também a apontava, era uma vitória unânime, sua comida tinha se provado a melhor para eles. - Viu, eu te disse que eu tinha melhorado muito.- o velho apenas sorria como se sentisse orgulho dela naquele momento, um orgulho distorcido, já que ele estava orgulhoso de uma torturadora que ele mesmo criou, mas o importante era a culinária, o resto ele podia deixar passar. - Muito bem você cresceu de fato minha garotinha, nem parece a celestial que chegou aqui esfarrapada.- e de certo modo o suor masculino quase escorreu do olho dele de ver aquela cena, mesmo que o olhar sádico estivesse nos olhos dela ainda e a diversão dela não tinha parado por ali.

Pegando a colher novamente ela bem devagar dava a comida para Ali, indo com bastante cuidado colher após colher, para que fosse apreciada ao máximo, por mais que o segundo prato fosse o antídoto, cada colherada a sensação dava uns pequenos picos de prazer, e o ardor que tanto machucava ia diminuindo, deixando no lugar apenas a sensação gostosa, que aos poucos ia sendo aliviada, quando o prato estivesse completamente vazio, ela aproximaria o que sobrou que era apenas os restos do molho do rosto da pequenina. - Se sente melhor? Mas agora a mestra quer que você deixe esse prato limpinho, quero que limpe ele todinho com a língua e prove até a última gota do caldo.- e colocava o prato nas mãos da garota de cabelos brancos pra que ela o fizesse, a sensação de queimor já havia realmente passado, mas a outra sensação ia diminuindo gradativamente mais lenta, mas ia aliviando devagar.

Se a pequena fizesse isso ela abraçaria ela bem forte consequentemente pelo tamanho imprensando o rosto dela nos macios airbags. -É assim que eu gosto fofinha. A mestra também cuida.- ela então mudando a feição para algo bem mais calmo, e celebre, falava agora do objetivo final. - Bem o que acham de pegarmos essa missão agora em?- e ambos sem resistência apenas seguiam para o local, o velho olhava pra eles de certo modo com orgulho pois por mais loucos que fossem eram uma geração nova de marinheiros, e na verdade, eram eles quem levariam a marinha ao futuro. O caminho levava eles a um único lugar, a sala do chefão máximo de Loguetown, prefeito e tenente do rabo de cavalo Kattleback Cruzis, sim um homem de fato imponente, não apenas por sua fama, mas pela sua maneira de ser.

Ao chegar na sala, Jibril batia a porta que e a grossa voz era ouvida lá do fundo. - Podem entrar.- O homem estava sentado atrás do seu balcão com uma caneca de café a qual tomava um gole. No momento que ele via que a garota ali era a famosa celestial do QG, simplesmente se engasgava com o líquido quase o cuspindo e engolindo de uma vez começando a tossir logo em seguida, uma gota de suor escorria pela testa dele. -Há então você veio? como prometi se conseguisse pelo menos duas pessoas a missão era sua.- falava ele um pouco impressionado de fato, mas logo olhando pelas feições desconhecidas daqueles marinheiros, ficava claro “Novatos”, seriam mais duas vítimas da caçadora. E no fim das contas tudo ia ser quebrado, e mais uma pá de merda para acontecer, ele já havia dado um ultimato para Jibril anteriormente, que ela precisava conseguir pessoas pra as missões, ou ele não designaria mais pessoas com essa vontade. E a pergunta seria destinada para eles mais uma vez. - Serão vocês 3? ou mais alguém vai?- e mais uma vez dava um gole na caneca de café.

Assim que eles respondessem, ele explicaria em fim a missão. - Bem a missão de vocês é simples.- Falava jogando um mapa na mesa. - Vocês vão proteger essa área por um tempo, ocorreu uma morte por aqui e as pessoas estão assustadas, então ter uniformes da marinha em serviço fará bem pra cada um deles.- falava dando uma leve gargalhada depois que terminava, era perceptível que aquele ambiente era onde eles tinham ido mais cedo, próximo da loja de armas e materiais. -Bem espero que não tenham muitos problemas, qualquer coisa grande que comece a acontecer, não se acanhe em pedir reforços. Já preparem um relatório ao fim da missão, e venham me ver.- o homem não via a ideia de jogar os novatos na boca do lobo como boa, mas ele tinha feito um trato com a garota de asas, e isso de fato, fazia que ele não quisesse quebrar ela.

~Drake~


Vendo o capitão ao centro o garoto se preparava, ele sabia que independente do resultado tudo seria diferente. E pronto para iniciar o combate, ele exibia um pouco de sua determinação, e claro um pouco da fé que ele tinha em si mesmo, talvez fosse natural pra ele algo assim, apesar de a frase parecer estranha para Bruce. - Não se preocupe, pode usar o que você tiver, não se segure, preciso saber o máximo sobre suas habilidade, me dê tudo.- Drake se preparava para começar sua investida, e notava que o capitão tinha uma postura firme, mas não parecia ter feito precauções contra a neve, descuido? talvez fosse um descuido, ou ele simplesmente não se via na necessidade de fazer isso. Esperando que o garoto se movesse com o maximo que ele pudesse ter para mostrar, mas não queria colocar ele em bocados ruins, diferente de Drake a intenção do homem era apenas terminar o que fosse iniciado ali, sem muitos danos a nenhuma das partes.

Avançando de uma vez só contra seu inimigo, o garoto fazia duas fintas, uma pulando pra direita, e outra para a esquerda, e mudando sua direção em alguns momentos, mas bruce se mostrava imóvel, acompanhando apenas com os olhos o que acontecia. Sem tomar partido de mover o corpo para sair de linha, mas assim que Drake encontrava a melhor brecha ou o que parecia com ela, simplesmente desferiu um soco com sua direita em direção ao rosto de Bruce. O Homem no entanto movia apenas milimetricamente o rosto para trás sem remover o corpo de onde estava, fazendo o soco passar direto, e de uma só vez subia o braço agarrando o pulso do garoto que ainda completava o golpe que tinha aplicado, puxando ele com toda sua força de uma vez o removendo do chão, e assim que o corpo do garoto estava no ar subia sua palma aberta com uma força espetacular, atingindo a boca do estômago do garoto.

Continuando o golpe assim que a palma da mão estava na base da barriga, ele girava o próprio corpo em torno do eixo principal, lançando o garoto com essa mão para cima o girando no ar, e com a mão que segurava o pulso o puxando para o chão o batendo com força com as costas contra o chão. - Muito bom garoto, você é rápido, mas precisa melhorar ainda.- falava olhando para o chão enquanto o garoto ainda se remexia, as costas deviam doer bastante no momento que tocaram o chão. Todo aquele golpe por mais longo que fosse, tinha acontecido em milésimos, o homem era rápido, e talvez muitos mal pudessem ver o que os atingiu quando aquilo funcionasse. Assim que o garoto levantava ele apenas via o punho vindo em direção ao seu estômago, ele pretendia bloquear aquilo com o joelho, ainda subindo a perna para tal, mas o garoto não tinha qualquer habilidade na arte de bloquear golpes, e assim que tentava fazer, era atingido cruelmente denovo dessa vez deslizando pela perna e atingindo o estômago novamente, fazendo ele apenas cair mais uma vez ao chão. Bruce pela segunda vez esperava que ele levantasse, ele estava contendo a força para não chegar a destruir o garoto. E assim que de pé denovo via um soco de esquerda, o que automaticamente como ainda estava em uma posição favoravel, mesmo depois de caído, ele mantinha isso simplesmente movia seu braço pra segurar o golpe. Mas não tinha capacidade de bloquear aquilo, sendo atingido no rosto e caindo uma terceira vez. - Dessa vez chega, notei que você é forte e rápido, mas te falta mais experiência de combate. - dizia olhando para ele em um tom sério. - Vamos para a próxima parte, testes físicos me siga.-

O homem então o levava para uma parte mais ao interior uma sala de treinos onde ele repassava o que queria ver. - Quero 100 flexões, assim que terminar, 40 voltas na pista, quando parar 100 abdominais, partindo pra 20 minutos de natação contínua de idas e voltas na piscina. - falava em um tom sério, a sala de fato era gigante, e cheia dessas coisas, haviam supinos, uma piscina que devia ter por volta de 20 a 30m de comprimento, e uma pista para corridas de 100m rasos, era um novo mundo dentro do QG.

~Shinsuke~


O Espadachim naquele momento de combate sentia uma certa euforia, diferente do boxeador a sua frente, ela não era carregada de culpa, ver que o garoto era realmente forte só aumentava suas expectativas, foi naquele momento que mesmo com toda a pompa, ele apagava, e acabava no quarto com Hana, sua primeira pergunta pra ela depois de acordar era respondida de uma maneira frustrante, até por que tinham sido dois dedos que o derrubaram se fosse ao menos um fisting isso poderia talvez parecer mais comum. - Você foi derrubado por dois dedos de uma garotinha de cabelos rosas. Ao menos ela se dispôs a falar sobre Crasus e disse que viria aqui só precisávamos esperar um pouco.- ele estava irritado (Não é como se isso fosse novidade) mas dessa vez com certa razão, ele queria ter terminado aquilo, vendo isso seus punhos cerrados batiam no colchão. E logo ouvindo as palavras de preocupação de sua amiga, ele simplesmente ria do que estava sendo exposto, Hana sabia que ele era um caso perdido sem jeito, e acabava por se tranquilizar mesmo que as palavras dele fossem loucas, ela parecia assimilar elas corretamente. - O que te digo é que deve treinar um pouco mais, afinal ela meteu só dois dedos, imagine se ela tivesse tentado um punho todo… Eu só acho que você ia ficar sem andar por alguns dias. - Falava ela agora esbanjando um sorriso mais descontraído no momento que jogava a ideia no ar, apesar de toda aquela cena ter sido pesada as coisas estavam bem.

O garoto então decidia por ter a ideia de que ambos se separassem por um tempo, pra que ficasse de certo modo agilizada, a maneira de obter informação quanto a Crasus e a missão, Hana por sua vez concordava com a ideia, apesar de pensar duas vezes quando ia deixar ele sozinho. - tudo bem, mas tenta não explodir tudo até eu voltar, eu não devo demorar muito.- e ela se retirava da sala indo para o que seria a sala principal onde deveriam pedir a missão para o dia a dia. Ela saia tranquilamente até o ponto de que depois de um minuto a jovem agente de cabelos Rosas adentrar ao local, seu rosto estava sério suas mãos um pouco inquietas e assim como Zed ela estava com vontade de ter algo que não podia, talvez um estado de abstinência igual. Porém para sorte do garoto explode e queima tudo, a garota agente começava a conversa puxando um cigarro sendo mais diretiva do que o comum. -Quer um, garoto?- mesmo que ele não fumasse era algo que ele não fosse fumar, ele podia queimar o cigarro.

Ela se aproximava mais dele sendo ainda mais direta, sem qualquer questionamento sobre ele estar bem ou não, ela não parecia pensar nesse tipo de conversa fática a ter com alguém, e como de costume ela partia para os finalmente. - Você quer saber sobre Crasus certo macaco?- me questione, o que você exatamente quer saber, o olhar dela parecia serio demais para o momento, talvez por não ter certeza do que estava pensando em questionar ou por simplesmente estar no meio daquilo. Ela tinha um certo receio do que estaria por dizer, mas se o garoto realmente se dispusesse a conversa começava a explicar primeiro o básico, e esperaria perguntas mais específicas. - O Homem conhecido por a alcunha de O Caçador de Nobres, foi o revolucionário que causou a destruição de várias famílias de portes até gigantes, a recompensa dele não mostrava todo o perigo que ele representou ao governo, principalmente por muitas coisas que poderiam aumentar ela de maneira astronômica, foram simplesmente, sem provas, mas ele não atuava sozinho. Crasus trabalhava com um grupo de mais 6 pessoas, o falcão branco, que ninguém nunca viu o rosto.Camille, A Poeta, que era uma civil comum que escrevia para as pessoas, e acabou mudando.- Falava olhando para ele apenas para ver como a expressão dele se mantinha, até por que aquele não era um monólogo.


-Aldruin, o Dragão Dranco, Tom Rostfallen O Peregrino, Jack Maximillian, O Ex Rei, Tritan Bormeri, O Barbeiro do Batterilha. Esses são os nomes de todos que trabalhavam pra Crasus, todos estão a solta, e loucos pra parar o navio que transportará ele.
- Falava com um tom um tanto preocupado, e antes de prosseguir apenas esperaria o retorno por parte do explosion, Six parecia ter uma pressa absurda, apesar de não estar de fato apressada, as mãos estavam completamente bugadas se movendo sozinhas, e ao mesmo tempo que o seu olho direito parecia ter um leve thic as vezes abaixando a pálpebra. O momento era bizarro, mesmo que no fundo, ela talvez tivesse a informação mais importante ali.


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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 3 EmptySeg Jun 04, 2018 10:50 pm



Tróia - Parte 3
Pandemonium


Tudo estava se encaminhando tranquilamente para mim, havia conseguido praticar com Six os conceitos da botânica e foi algo que me custou um tempo mais do que bem aproveitado, era ótimo passar ao lado de uma garota linda me ensinando diversas coisas, mesmo que destas várias houve palavras de sentido duplo e várias broncas pelos meus erros. Tendo o final do aprendizado, consegui convencer da garota a sair comigo, mas não seria naquela noite devido há ela ter uma missão esta noite, a vida de um agente é sempre cheio de missões, provavelmente se não tivesse me destacado para ir para Grand Line e machucado, realizaria uma nesse exato momento. - Combinado, fico feliz. Desejo-lhe boa sorte na missão de hoje. – Sorriria para a garota, querendo aproveitar cada momento daquele sorriso malicioso dela.

A neve parecia estar diminuída ao sair pelo quartel-general o que era um bom sinal devido que a temperatura aumentaria e sempre estive mais acostumado com um clima mais quente devido a Shells Town. O dia estava se encaminhando para um de sorte devido a finalmente ter conseguido comprar as coisas das quais tanto desejava de um homem de personalidade estranha e lenta, não sabia o significado de surfar, mas sorri para ele assim mesmo devido à felicidade no momento de estar me tornando um verdadeiro médico com aqueles apetrechos que certamente me seriam úteis. - Não surfo, mas agradeço.

Com tudo na mochila e um band-aid novo no meu nariz, estava pronto para treinar novamente e assim voltei para o quartel-general do qual me encontrei com One na mesma sala de treinamento, não sabendo que ela estaria lá. - Atrasado? – Estava confuso. - Não sabia que tínhamos algo marcado para hoje, mas agradeço por estar aqui. – Sorriria para a garota colocando a minha mochila em algum canto da sala enquanto me trocaria colocando a roupa da qual ela havia me dito sem me preocupar se ela estaria a ver ou não e subiria no ringue assim como era me pedido por ela. - Comecemos. – Sorriria maliciosamente para ela.

Estava bastante empolgado para praticar as novas coisas das quais havia aprendido e One era a mulher perfeita para aquela ocasião. Começaria exercitando os meus músculos girando o meu braço esquerdo e depois pulando com ambas as pernas de um lado para o pronto. - Pronto, vamos! – Todo o treinamento começaria a partir daquele ponto e nada mais do que um corpo mais aquecido para ter um bom treino com novas roupas das quais possivelmente iria me aquecer bem mais do que o terno.

Meus primeiros movimentos seriam começar a rodear One, movendo-me para os lados, apenas usando da minha perna esquerda para locomoção deixando a minha direita erguida e em um momento aleatório começaria a me mover com velocidade para cima da garota dando rápidos pulos alternando entre um leve zigue-zague em sua direção. Assim que estivesse bem próximo da mesma procuraria deixar a minha perna ir mais para baixo em uma espécie de rasteira de um homem perneta apoiando a minha mão esquerda no chão girando sobre a mesma para adquirir a velocidade e conseguir me recompor rapidamente independente do resultado do golpe.

Estaria de pé com apenas a minha perna esquerda novamente, tendo acertado o golpe, prosseguiria tentando acertá-la em seu peito no momento em que ela estivesse prestes a se levantar ou ter se levantado rapidamente com a palma da minha mão aberta tentando não machucá-la no combate. Caso errasse a rasteira, prosseguiria dando um pulo para trás tentando esquivar de um golpe vindo diretamente dela e prosseguindo com um outro salto para frente do qual estenderia o meu braço esquerdo para frente e tentaria acertá-la um pouco abaixo da altura da clavícula com toda a extensão do meu braço como fiz contra o marinheiro de antes e se errasse também este golpe por alguma esquiva, procuraria me virar rapidamente em sua direção me colocando na defensiva, em caso de bloqueio me colocaria na defensiva após pular novamente para trás. Em caso de acerto, procuraria decidir as minhas ações seguindo se ela foi ao chão ou não, caso ela tenha ido, rapidamente pularia em sua direção tentando envolver o meu braço ao redor do seu pescoço em uma chave e tentando prendê-la no chão usando da minha perna esquerda para envolvê-la. E se ela não fosse ao chão, procuraria tentar dar um salto para o seu lado tentando agarrá-la com o meu braço esquerdo e aplicar uma queda usando do peso do meu corpo para tentar repetir o movimento de chave.

Ao estar na defensiva, priorizaria a minha movimentação, me esquivaria dando pequenos saltos para trás e me abaixando para golpes altos nos quais tentaria sempre fazer uma movimentação em espécie de gangorra com a minha cabeça e tentando acertar pequenos ganchos em sua costela sempre que visse algum ponto fraco em sua ofensiva, estaria esperto com golpes no meu peito dos quais seria a área mais exposta e procuraria usar o meu bloqueio para isso, usaria do meu impulso jogando o meu corpo para cima de seu braço e usando do meu para bloquear o golpe e caso a disputa de força fosse favorável, procuraria tentar agarrá-la aproveitando do impulso de cair para jogá-la para o lado e conseguir voltar para a ofensiva da qual tentaria realizar os mesmos golpes anteriores e por último, caso não tivesse conseguido reagir a sua ofensiva e fosse atacado por ataques da cintura para baixo, tentaria me mover rapidamente para trás tentando colocar o meu braço esquerdo na direção para bloquear o golpe em meio a esquiva e tentar não perder o equilíbrio tentando atrair suas atenções para golpes superiores e aproveitar dos mesmos para revidar a partir daquele ponto.

Tendo terminado aquela parte do treinamento, pararia um pouco para descansar sentando-me na ponta do ringue e olhando para One. - Minha vida ficou muito mais fácil quando você apareceu para me ajudar com isso. Agradeço. – Sorriria para a garota estando feliz de ter a sua companhia. Assim que um momento tivesse passado, prosseguiria para a próxima parte do treinamento com o alvo andando, desta vez, procuraria ser mais esperto e não usar apenas dos meus braços para acertá-lo e também praticar mais com a minha perna e assim começaria.

Assim que o alvo começasse a se movimentar, anteciparia o seu movimento estando atento ao alvo e no momento em que previsse o seu próximo movimento procuraria dar um salto como uma bicicleta(do futebol) e tentar acertar o alvo, colocando a minha mão esquerda no chão para absorver o impacto da queda e impulsionando-a mesma para me levantar rapidamente e continuar com o acerto nos alvos onde procuraria divergir entre socos, ganchos, chutes altos e bicicletas, sempre tentando prever a movimentação do alvo independente se ela fosse para cima ou para baixo e caso ela fosse no centro, procuraria também lhe acertar uma joelhada para praticar todos os movimentos dos quais eu aprendi.

E mais uma vez pausaria para um leve descanso do qual olharia para One e sorriria para a mesma. - Acho que estou ficando cada vez melhor e meu braço direito parece melhorar também. – Terminaria tomando mais uma das garrafas de água da qual ela trouxe da última vez se me fosse disponível e partiria para o João Bobo mais uma vez. Procuraria exercer as mesmas movimentações das quais fiz anteriormente no alvo, mas desta vez procuraria me manter mais centrado e não sair da movimentação e quando o boneco fosse voltar em minha direção, procuraria bloqueá-lo com a minha mão esquerda invés de tentar me esquivar do mesmo e prosseguiria realizando o mesmo processo durante um tempo até que a garota me parasse ou eu ficasse exausto, me jogando ao chão para descansar mais e olhar para ela mais uma vez. - Ah… Cansei! – Respiraria fundo tentando aplicar o meu método de respiração diminuindo a minha frequência cardíaca e retomando o meu fôlego mais controladamente.

Após ter terminado dessa parte do treinamento, meu pensamento viria a ser encontrar Rannah mais uma vez, procuraria olhar para One e cumprimentá-la em uma despedida. - Tenho que ir agora, agradeço pela ajuda. – E sairia da sala após me trocar mais uma vez colocando o meu terno e depois minha mochila nas costas e indo em direção até o dormitório feminino do qual Rannah costumava repousar e perguntaria para alguma das garotas que vivia ali. - Você sabe se a Rannah já voltou? – Esperaria a sua resposta e caso fosse positiva, procuraria pedir um favor. - Você poderia pedir para que ela me encontrasse aqui? Por favor? Agradeço. – E em caso de recusa, procuraria repetir para outra pessoa. Caso ela não tivesse ali ou chego, procuraria me sentar próximo da porta e esperar pela garota observando as coisas dentro da minha mochila. E caso eu me encontrasse com ela, sorriria para a garota. - Rannah! Senti saudades de você. – E abraçaria a mesma forte, mas sem tentar esmagá-la e daria dois passos para trás depois. - Como você está? – Esperaria a sua resposta e responderia em seguida caso ela também perguntasse. - Eu estou bem, nós podemos sair ou você está ocupada? – Em caso de ela concordar, iria com a mesma até um restaurante da região, conseguindo uma mesa para nós e sentando frente a frente com ela e pegaria o cardápio. E se ela estivesse ocupada, diria para a mesma. - Eu estarei no refeitório então, caso esteja mais livre depois, devo estar na enfermaria, até mais tarde, é bom te ver. – Prosseguiria para o refeitório e tentaria achar as coisas para minha bandeja e me alimentar sentando em uma mesa qualquer do refeitório esperando que o tempo passasse e o meu estômago estivesse cheio, me direcionando até a enfermaria após a refeição onde me encontraria com algum médico por ali e lhe perguntaria. - Está precisando de alguma ajuda? Vim ajudar. – Aguardaria a sua resposta para tomar uma ação futura.


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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 3 EmptyTer Jun 05, 2018 9:15 pm

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É incrível como eu não encontro palavras para que eu possa descrever o quanto estou animada por estar aqui hoje, eu ainda estou começando a minha carreira como marinheira e esses sentimentos dentro de mim são tão confusos mas são tão gostosos de sentir! Ao mesmo tempo que eu tenho vontade de poder voltar a uma direção em que eu possa me guiar, eu quero me jogar e me deixar ser levada por onde esse sentimento quiser me levar eu… Eu não sei se é errado, se eu deveria me sentir assim mas eu não consigo mentir e isso é ainda pior quando se trata de mentir para eu mesma digo… É algo tão ruim assim eu ficar tão feliz ao estar perto de alguém? Definitivamente é diferente e é algo novo, saber que eu poderia fazer uma missão ao seu lado, eu… Eu realmente não quero que algo ruim possa acontecer a ela… Assim como também não quero que nada aconteça a Lynn ou Drake… Apesar de por algum motivo em especial eu querer que ela esteja a salvo… Todas essas sensações, meu corpo reagindo dessa forma engraçada e assustadora a comida, tudo isso, mesmo que me achem estranha eu gostaria de agradecer a ela...Por mais que eu tenha a impressão de que ela queira judiar um pouco de mim...Mas esse sorriso… Ah...Eu poderia aguentar um pouco mais...E eu realmente quero… A um ponto que eu cheguei a dizer algo que eu não havia pensado ser capaz de proferir, minhas mãos até agora estão geladas e eu sinto uma sensação como se tivesse engolido várias borboletas que voam em meu estômago nesse momento e eu não acho que seja a comida dela que tenha me feito mal é… Diferente, estranho...Quase como se eu sentisse que há pouco ar em meio a essa sala e que alguém segura meu coração em suas mãos, é tão desconfortável mas, como pode ser isso tão bom? Em um primeiro momento eu quis ver a reação dela, eu poderia ter me motivado um pouco a mais para falar por querer de verdade que ela pudesse ter uma opinião boa sobre mim eu… eu…

“ Se concentra na comida Ali, não é possível que você se perca quando esse é o assunto! Eu tenho certeza de que se…. Se…”

Eu tentei focar-me na colher que ela aos poucos aproximou da minha boca, minhas bochechas estavam em chamas e olhá-la nos olhos nunca foi algo tão difícil como era agora e… Sua mão me chamou a atenção por um momento de modo que eu mal havia percebido que ela havia colocado a colher em minha boca, de forma tão gentil, era tão vergonhoso e o seu sabor, ela havia derramado apenas o caldo em minha boca e o seu sabor se espalhou de forma uniforme de modo que o meu paladar havia ficado tão feliz que eu pensei que talvez pudesse morrer ali, o que talvez fosse também devido a picância ao qual eu descobri não ser muito forte contra, então ela me perguntou, como se me provocasse ao colocar a colher em um ponto um pouco mais alto seria possível que eu dissesse não a essa situação? Eu segui a colher com os olhos como uma felina seguiria uma colher de sache de Whiskas ou algo similar, havia um brilho tão puro em meus olhos que tinha minhas pupilas levemente dilatadas que talvez pudesse por si só ser algo bonito de se ver e naquele momento, por mais que a minha altura fosse muitas vezes um empecilho, ao vê-la sorrir e me olhar de cima daquela forma, enquanto eu poderia ver mais dela ao olhar para seus olhos eu era profundamente grata por não ter crescido tanto. Eu tentei respirar fundo e levei minha pequena mão direita para o meu seio, diretamente acima de meu coração, tocando levemente com a ponta dos dedos, e eu pude sentir através do meu tato também como o meu coração corria rápido, enquanto eu a olhei era tão estranho assim sorrir naquela situação? Eu… Eu nunca tive muito contato com as pessoas e teria dificuldade em dizer, por um momento então eu respirei fundo e fechei meus olhos, a minha mente ainda estava confusa e talvez eu fosse a maior culpada nessa história e lentamente os abri enquanto tentei firmemente olhar para seus olhos, meu corpo tremia e eu não queria a deixar falando sozinha, por mais que toda a reação do meu corpo pudesse responder por mim.

-É….É a melhor coisa que eu já comi e… Eu… Eu...Quero muito!

Completei em meu tom de voz que soava como um sussurro, profundamente delicado e doce, por mais que demonstrasse certa fragilidade por eu ter de parar e respirar algumas vezes eu havia dito e estava feliz por poder ver novamente aquele sorriso e aquele olhar, havia algo com eles que pareciam me puxar como um buraco negro, quase como se fosse me consumir por completo era de certa forma algo que parecia maligno mas porque eu achava aquilo tão belo? Seria o termo maligno por ela estar sendo um pouquinho cruel em ver até onde eu vou? Eu mesma saberia até onde eu posso ir? Quero dizer… Será que se fosse apenas a comida eu estaria assim? Então, ela pediu para que eu falasse novamente daquela mesma forma e eu ainda não entendia o porquê era tão importante para ela que eu a chamase de mestra, aquilo a faria feliz? Por mais vergonhoso que seja admitir… Esse talvez fosse motivo o suficiente para que eu pudesse me forçar a fazer isso, por mais que todo o meu corpo naquele momento pudesse passar  pelo lado mais infernal que o paraíso poderia ter, eu queria mais… Muito mais… Eu abaixei a minha cabeça por um momento, e a minha mão direita se fecharia delicadamente, deixando apenas o dedo indicador para cima o colocando próximo de minha boca de forma nervosa
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Eu reuni ali coragem, quase como se fosse ali encarar o meu próprio fim, talvez eu até mesmo tivesse esquecido que havia mais pessoas ali dentro daquela sala e nesse momento, talvez fosse o único motivo para que eu conseguisse, levantei a minha cabeça e tentei mergulhar nos olhos da celestial através do meu olhar, como se eu pudesse naquele momento abandonar o medo e a insegurança que haviam dentro de mim para que eu pudesse dizer com meus lábios tremendo como se eu estivesse em meio a uma tempestade de neve sem a vestimenta apropriada.

-P-Por favor M-mestra Jibril

Eu diria em um tom um pouco mais elevado do que minha voz costumava ser, por mais que ainda assim o som pudesse sair como se eu soprasse as palavras, seria notável o esforço que eu teria tido para dizer aquilo, para ser sincera eu nunca me senti ali tão vulnerável como eu estava a sua frente, meu lado mais racional tinha medo de estar em suas mãos e com um simples movimento que ela pudesse esmagar o meu coração, enquanto meu outro lado estava animado por ter a possibilidade de nessa posição estar mais conectada. No momento em que eu havia dito, ela se curvou de forma a ficar mais próxima e por um momento eu senti uma pressão tão grande como se a gravidade de um planeta pudesse me esmagar ali e isso acabaria me fazendo abaixar a mão e abrir a minha boca, extremamente envergonhada, porém feliz, eu tentei manter os meus olhos abertos enquanto poderia saborear não só o que havia em minha boca, mas todo o momento mas, havia sido inevitável eu… Eu estava tão feliz que de repente minha visão ficou um pouco embaçada e eu senti que algumas lágrimas acabariam escorrendo pelas minhas bochechas, antes que pudessem cair no chão e essas eram lágrimas de pura alegria, na forma mais bonita que poderia haver,  as pessoas no geral sempre foram gentis comigo, eu não quero pensar de outra forma se eu estiver interpretando da forma errada mas a forma como ela esta se dando ao trabalho de me dar comida na boca eu… Eu… me sinto de uma forma engraçada, como se meu corpo todo pudesse receber um leve choque elétrico me percorrer e tornar as minhas pernas um pouco mais fracas.

Mas, ela não havia terminado comigo ainda, até onde o anjo me faria ir? E o quanto eu me esforçaria pa.. Pa… para os braços dela! Ela está tão próxima!!! Meu corpo simplesmente não apresentou resistência e eu demorei para entender que ela queria que eu pegasse metade da carne que ela segurava, meus olhos não saberiam para onde olhar e o seu doce aroma naquele momento pareceu atordoar meus sentidos e levar a minha mente que naquele momento estava um completo caos para um plano branco onde eu não conseguir por algum tempo pensar em mais nada o desconforto que havia entre minhas pernas pareceu aumentar de modo que literalmente me senti como se estivesse nua a frente da celestial ali, que provavelmente poderia ver através de mim de forma tão natural como se veria através do cristal mais puro e por algum motivo eu estava feliz com isso. Seus lábios e o seu rosto estavam próximos  de um modo que poderíamos sentir a quente respiração uma da outra, eu abria e fechava minhas mãos algumas vezes, ela esperava que eu completasse o resto do percurso provavelmente, eu estava desconfortável com a idéia de que minhas lágrimas pudessem a incomodar e de algum modo minhas mãos se moveriam sozinhas, e eu levemente coloquei ambas as mãos em suas costas,como um tímido abraço, enquanto me movi lentamente na direção de seu rosto, eu estava com medo, eu estava confusa mas o meu corpo parecia agir ali por conta própria, meu coração batia tão forte que chegava a doer, de forma intensa e eu continuei a tentar manter os meus olhos profundamente imersos nos dela, eu estava tensa e ali eu  havia aproximado-me o suficiente para que meu delicado nariz pudesse tocar a lateral do seu e eu pudesse com toda a delicadeza do mundo tentar partir com os dentes a carne e nesse momento em que nossos lábios se tocaram eu arregalei levemente os meus olhos, meu corpo queria me trair naquele momento por levar a minha mente próxima da loucura ao tentar me fazer imaginar prosseguir de forma mais intensa mas ali, por mais saborosa que fosse a carne a sensação macia que tocava o meu lábio havia ali quase me paralisado por completo…

“Ehhhh? Eu… Ela… isso… F.. Fo…. Foi  o meu primeiro beijo?!!! Eu… Eu não sei como eu devo reagir eu… Eu… Geralmente as histórias terminam com um final feliz logo depois disso, não tem uma explicação! Digo...Há naqueles livros que são mais intensos… Não que eu tenha tido a ousadia de ler até o final mas...Mas… Se concentre… ela tinha dito que poderia ter sido Lynn também? P… Por que isso dói tanto? Eu sinto… Sinto que eu vou ser consumida pelas chamas dessa sensação ruim se me deixar pensar assim… Então eu… Eu… eu fui tão longe… digo… Será que ela percebe isso? Eu deveria cobrar isso?  É estranho… Ela… Ela é menina e ainda assim…Porque meu coração por ela bate tão forte? Porque eu fui tão longe? Eu… Eu… Mesmo que isso for errado… Para o que eu sinto parece tão certo… Mesmo que eu não saiba bem o que é… Meu corpo simplesmente reagiu…”

Eu estava tão confusa, era um sentimento em que eu estava ao mesmo tempo feliz mas frustrada por algum motivo que eu não entendia direito, eu… Eu...D-Depois de ter aa… Eu não consigo repetir isso direito nem na minha própria cabeça! Eu… Eu nunca fui egoísta, sequer sei se essa é a palavra certa, então qual é o motivo de eu querer ser a única tratada assim?  Ela então perguntava quem havia vencido e era claro, não havia como a resposta ser outra e eu não poderia mentir, o efeito de sua comida ainda estava agindo em meu corpo que estava sensível e quente demais, e uma vez que ela estava orgulhosa de sua própria vitória, aproveitaria um pouco mais da atenção da celestial e conforme ela havia me dado com uma das suas mãos ou talvez até com as duas em minha boca algumas sensações continuavam a vir em meu corpo, enquanto o ardor parecia diminuir um pouco, eu estava gostando tanto, mas estava tão assustada que eu precisava dizer, mesmo que fosse infantil da minha parte, eu não sei se eu resistiria de outra forma, eu pressionei uma coxa contra a outra de forma que eu estava inquieta com a sensação que eu estava sentindo era algo que fazia com que meu corpo tremesse levemente de uma forma estranha como se um arrepio me percorresse e eu não conseguia me acalmar sozinha, pois não era algo que minha mente sentia mas sim o meu corpo.

-J..Jibril eu… Eu posso segurar a sua mão?

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Havia ali sido o mais sincero pedido que eu poderia fazer, minhas lágrimas não paravam de cair ainda e eu estava assustada.Senti que segurar um pouco uma de suas mãos enquanto ela pudesse terminar de me servir me faria me sentir mais calma e segura,  e meu tom, viria carregado de emoção se ela pudesse atender ao meu pedido, eu seguraria sua mão com as minhas duas e apertaria levemente a sua mão, de forma afetuosa, fecharia os meus olhos e confiaria nela enquanto ela poderia continuar a me servir até o fim do prato e até que o meu corpo pudesse aos poucos ter o efeito do antídoto agindo. Me incomodava saber que minhas mãos provavelmente estariam ainda suadas e claramente estavam geladas mas esperava que ela pudesse ser gentil comigo caso comentasse. Diante da sugestão dela, eu fiquei confusa se houve uma palavra chave para o meu dia seria confusão, sendo sincera, eu não era capaz de entender apropriadamente qual seria o sentido de eu lamber o prato, talvez estivesse relacionado ao fato de eu realmente mostrar que havia gostado da sua comida? Não faria sentido e talvez fosse algo tão simples que talvez ela não pudesse ver graça, soltei a sua mão e segurei com ambas as mãos o prato, tomando cuidado para não derrubar para fora, timidamente coloquei a minha língua para fora, na mesma proporção em que levantei o meu rosto de modo que dificilmente alguém poderia ver se a sua intenção fosse que eu simplesmente limpasse o prato dessa forma, em pouco tempo a “tarefa” estava feita. Eu não gostava muito dessa idéia de mestra se eu fosse honesta, mas talvez me faltasse coragem ou intimidade para que eu pudesse falar isso de forma aberta com ela, apesar de que como poderia ser mais intima do que da pessoa ao qual dei o meu primeiro beijo? Pelo menos nas histórias não parece existir alguém assim e...  Talvez me basear em algo infantil não seja o ideal, acabei tocando levemente em meus lábios com a ponta do meu dado indicador e o do meio, lembrando da sensação levemente e ficando um pouco desconcertada, até que eu pudesse ser surpreendida por um abraço da celestial, onde meu rosto acabaria  ficando entre seus seios e eu acabaria nesse momento fechando os meus olhos, eu não assimilei aquilo como algo além de um gesto de carinho inocente e aceitei, por um momento  retribuindo o abraço, com um sorriso puro no rosto me sentindo aconchegada ao estar sobre seus braços, senti um conforto que eu não saberia descrever mas,aquilo mais do que o antídoto aos poucos acalmou a minha respiração e o meu coração um pouco, eu queria conversar sobre o que eu estava sentindo, sobre o que havia me incomodado, havia tanto que eu queria ser capaz de expressar mas, criar a ponte entre os corações é algo que é  muito complicado, eu sou limitada a minha percepção que me enche de esperança e me assusta ao mesmo tempo, pois eu não me sinto segura de que alguém possa sentir o mesmo por mim, é tão estranho assim? Esperar que seus sentimentos sejam retribuídos em uma intensidade similar? Não falo apenas em um sentido e talvez só tenha lógica dentro da minha cabeça mas, quando temos um sentimento positivo em relação a pessoa, seja amizade, respeito ou qualquer outra coisa, querer um pouco de volta não me parece ruim, errado…


Sem que palavras sejam ditas, sem que o tempo passe é difícil imaginar que as coisas possam ocorrer assim, e não apenas com ela eu… Quero ser capaz de me conectar melhor com o meu grupo, eu não sou perfeita estou longe de ser, ainda sou insegura e tenho dificuldade para me comunicar, talvez a minha única qualidade seja a minha capacidade de ficar calma e de me focar quando sou pressionada em uma situação de perigo, ou que me faça ter uma postura mais firme… Mas isso seria o suficiente? Eu falo para mim mesma o tempo todo que eu quero ser o símbolo da paz, trazer a esperança as pessoas e de verdade eu acredito que eu sou capaz e vou alcançar isso um dia, no entanto eu não quero fazer isso sacrificando as pessoas com quem eu criei um laço e eu definitivamente não quero nunca mais passar por uma situação onde eu precise de que alguém nos salve… Olhei para os olhos de Jibril e acabei suspirando, acenei com a cabeça de forma positiva em relação a ir procurar a missão, olhei também ali para Lynn, meu olhar para ele, não poderia ali expressar carinho maior, por mais que ele talvez não percebesse o quanto eu me preocupo com ele… É estranho certo? Nós somos muito diferentes e eu sei muito menos do que eu gostaria sobre quem ele é e o porque ele é tão diferente de mim e o mesmo se aplica ao Drake, mas se eu posso ser audaciosa e dizer que além de um companheiro de missão ele é meu amigo, eu gostaria de vê-lo bem pois, assim como eu deposito a minha confiança nele, ele depositou sua confiança em mim, mesmo depois de tudo o que aconteceu, mesmo depois de eu ter acabado lhe machucando devido a habilidade sobrenatural daquele tritão… Eu preciso me tornar mais forte, como pessoa e como marinheira e aprender mais, sobre como eu posso levá-los para o caminho mais seguro… Esse é um peso que talvez seja um pouco egoista de se carregar sozinha, mas eu não conseguiria ser de outra forma mesmo se quisesse.

Conforme pudéssemos seguir na direção  do local onde poderíamos pegar a missão, eu acenei a Kamui, como um sinal de despedida e talvez felizmente pela pressão de ter de encontrar algum superior em breve, eu tenha focado tanto nisso, que a minha cabeça não me deu espaço para pensar de que tudo que havia acontecido ali, tinha mais duas testemunhas.
Jibril havia batido na porta e uma voz grossa nos mandou entrar e eu a tímidos passos adentraria, eu não entendi direito o que havia acontecido em relação a promessa, talvez a garota quisesse uma missão que precisasse de mais pessoas? Sobre o que ela havia dito de espontaneidade, por um momento tive algumas dúvidas se essa era a razão para que pudesse ser difícil a ela conseguir algum grupo, talvez fosse uma linha de pensamento errada minha mas eu  atribui a talvez por anjos não serem tão comuns, talvez as pessoas possam sentir-se desconfortáveis e pensar nisso me fez me sentir muito cruél, onde ali eu acabaria olhando rapidamente para ela, antes que pudesse voltar a olhar para o homem, focando no que seria dito a eles e ele perguntou se mais alguém iria e eu respirei fundo tentando focar os meus pensamentos e visualizar bem a frase antes de que eu pudesse dizer.

-S-senhor, há mais uma pessoa que eu gostaria que fosse conosco, que atualmente deve estar terminando o teste do Capitão Bruce Wayne e por isso não nos acompanhou até a sala.

Eu mantive uma postura ereta para que minha voz pudesse sair melhor, por mais que eu tentasse minha voz sempre saia de forma muito mais gentil do que talvez eu pudesse planejar, mas havia respeito em meu olhar, em minha postura e eu esperei que o espaço que eu tive para falar não pudesse ali ser visto de forma negativa. De qualquer forma, ele seguiu, explicando a missão, esticando um mapa sobre a mesa. Eu não era muito boa com cartografia, mas por algum motivo que talvez fosse o mapa ter o nome de algum ponto de referência ou da própria loja onde estivemos mais cedo eu acabei ali reconhecendo para onde iriamos, e talvez Lynn também tivesse naquele momento, eu acabaria olhando para ele nesse momento e talvez nossos olhares pudessem se cruzar naquele momento, caso ele tivesse uma linha de construção de pensamentos similar, onde eu olharia rapidamente para quem nos dava a missão. O homem tinha algo que me fazia me sentir um pouco estranha, talvez até  mesmo um pouco intimidada, talvez fosse a sua voz, seu modo de agir ou talvez ali eu tivesse notado algum tipo de agressividade denotada a Jibril, mesmo que talvez fosse coisa da minha cabeça, era um sentimento inicialmente muito diferente de Thor, que eu via como um herói como muitos aspirantes a marinheiros em Shells town. Respirei fundo, e tentei ali falar o que eu pensei ser o melhor a dizer naquela situação.

-N-Não se preocupe, nós iremos cuidar da área.

Eu tentei dizer com o máximo de confiança possível, por mais que minha aparência talvez não pudesse inspirar força, assim como minha voz que era baixa, no entanto a honestidade que havia em meu modo de falar e até mesmo as medalhas que eu carrego em meu uniforme poderiam ali me respaldar de que nós completariamos aquela missão. Por mais que eu ali tivesse tomado uma postura de me colocar mais em risco em nome do grupo, esse era um desejo que eu tinha e que eu estava disposta a arcar com as dificuldades que isso poderia trazer, eu não precisava naquele momento me impor perante a Lynn e Drake e espero que Jibril possa me ouvir, caso se faça necessário em meio a missão, eu não quero mais ver ninguém morrer na minha frente por uma má decisão e mesmo que todos possamos ter uma posição igual em relação ao nosso cargo e mesmo em nosso grupo onde a voz de todos é importante o fardo da responsabilidade era algo que eu coloquei em minhas pequenas costas e esperaria pela liberação do homem da sala, para que pudesse dar os primeiros passos.

Se nós fossemos liberados, quando estivessemos do lado de fora, eu  teria a idéia de  reunir Drake antes que pudéssemos conversar abertamente sobre a missão e do nosso grupo, sem dúvidas a melhor pessoa para perguntar ali seria Jibril, levantando a minha cabeça para que pudesse olhar para ela, eu daria um suspiro, antes que pudesse lhe perguntar, diferente do intrapessoal ou dos sentimentos que eu poderia carregar, no momento em que estamos em uma missão eu irei tentar mostrar uma faceta mais séria e confiável.

-J-Jibril, você conhece esse lugar melhor do que nós dois, poderia nos levar até o campo de treinamento ou algo do tipo caso vocês tenham um? Se o teste que ele estiver passando for o mesmo, talvez possamos encontrá-lo e explicar a ele mais sobre a missão e discutirmos como vamos fazer, parece ser uma área grande e… Sem dúvidas você por conhecer o local talvez possa nos dizer mais e talvez até explicar para Drake quando nos encontrarmos…

Eu diria em um tom amável, mesmo que não fosse muito elevado eu tentei ali passar a confiança em minha voz da forma mais real que eu pudesse, pois era sincero, eu não poderia fazer de outra forma, eu estava ali também atenta a comentários que Lynn pudesse fazer sobre a missão e caso ela ali aceitasse nos guiar e fosse gentil ao ponto de explicar a Drake, caso nos encontrarmos eu seria profundamente grata. Eu pegaria a minha nova arma e a carregaria com a mesma munição que eu uso em minhas pistolas, talvez não fosse a escolha mais poderosa em relação ao poder de fogo mas ali, havia sido a escolha mais eficiente para a relação de materiais e tempo que eu tive. Caso todos quisessem discutir antes de partir para o local da missão, eu aceitaria a idéia do grupo e repassariamos os detalhes, do contrário eu seguiria junto a eles, caso assim eles fossem comigo até o local, onde poderíamos ver melhor como cobrir uma boa área sem que fosse difícil agir como um reforço, caso necessário para um dos membros do grupo, eu estava com meus ombros tensos, a missão poderia seguir de forma tranquila e talvez eu” só “tivesse de tentar levar paz aos civis locais, mas eu deveria também estar pronta para o que poderia acontecer, e por isso meus olhos estariam bem atentos a movimentações estranhas e hostis que poderiam ocorrer, fosse a nós ou a população local.



Histórico.:
 

Objetivos”:
 

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 3 EmptyQui Jun 07, 2018 4:11 am

The Emperor of Sea



Então aquela víbora tinha planos de se instalar ao nosso lado… Talvez tudo isso fosse um plano desde o início para nos drogar e depois usar… Talvez até mesmo vender algumas coisas ? Não sei… A única coisa real ali era que essa porra era porra era realmente bonita e pra piorar… Ela sabia usar isso a sua vantagem… Desgraçada. Infelizmente haviamos caido igual um patinho em sua armadilha, enquanto eu estava confuso no que estava realmente acontecendo, a Ali… Bom… Ela estava quase no ponto de não ter mais volta, meus pêsames. Infelizmente não tinha como a minha pobre pessoa mentir que estava gostando do que estava rolando, contudo, os meus sentimentos pareciam tão estranhos e embolados que seria o sonho de qualquer senhora para trabalhar com seus crochês.

Mesmo com esses problemas, uma coisa era incontestável, a comida realmente era boa, a estimulação dos sentidos e vontades era uma forma complicada de se questionar, principalmente quando isso se vem de uma comida, quem diria que um pequeno prato seria o suficiente para acordar os desejos mais estranhos de sua mente ? Todavia, sempre desconfie de tudo que parece tão bom, aprenda que na vida nada é perfeito e sempre tem um filho da puta pra te fuder, já que tudo se resume ao quanto você está disposto a largar para obter… Quem diria que naquele belo sorriso lindo teria um fudendo demônio escondido ? Hilário ! Quais eram as chances disso acontecer ? Nem mesmo os meus cabelos ruivos mais escondidos que eu tinha haviam percebido de início, erro meu em ter baixado a guarda, no final… Tudo o que importa é sobre as pessoas no qual eu considero verdadeiramente minhas companheiras… A vida cobra.

” Vadia… Não adianta… Eu vou me segurar… Eu acho...  PORRA ! ERA MUITO PEDIR ALGO TÃO SIMPLES ? HEY SEUS VERMES QUE MORAM AI EM CIMA, TÃO QUERENDO TIRAR UMA COM A MINHA CARA NÉ? EU VOU FUDER CADA UM DE VOCÊS ! “

“” Então crianças, hoje nós estamos ensinando o valor de realmente não usar drogas, olhe essa pobre criança… Ela até mesmo está tentando se comunicar com o além, ayeaye… Então vamos para o que interessa a nossa música motivacional ! Vamos crianças, cantem comigo ! - Proerd é o progama, Proerd é a solução, lutando contra as drogas, ensinando a dizer não. ヾ(⌐■_■)ノ♪ “”

Tentando resistir de qualquer forma tudo aquilo, Aliphesse havia se sucumbido totalmente há aquela malícia, realmente… O veneno mais potente é daqueles que nós menos esperamos, um pinguinho de maldade e um pouco de comida e parabéns ! É a receita que todo Zé Droguinha usa para conquistar as novinha, agora tudo faz sentido ! Ao menos era um bom show de se assistir, admito que se eu tivesse um balde de pipoca e um pouco de coca-cola, eu adoraria ver isso continuar até as partes extras… Só não sei se a pipoca e o refri serviriam de algo.

Mas vamos ao oque interessa, a Inveja é um sentimento tão lixo e complicado, não acham ? Quem diria que o pobre garoto, vulgo “Eu” estaria nesse momento se sentindo como um verdadeiro pedaço de lixo ao desejar esse tipo de coisa por até mesmo uma colher ? Só era curioso imaginar quais eram os motivos na minha mente, qual delas seria o correto dizer querer ter aos meus braços ? Seria a pequena garotinha ou aquela mulher demoníaca ? Talvez tudo isso fosse efeito da comida, talvez fosse a minha mente pregando suas peças... Mas vamos ser sinceros, quem se importa ? Tenha as duas e tudo está resolvido ! No final, tudo isso são desejos que nós guardamos para nós mesmos e esses tipos de coisas apenas servem para trazer isso à tona… Muitas vezes precisamos de um pequeno empurrão para agir… No entanto tudo tem um limite e aquela mulher parecia querer abusar disso cada vez mais e mais, ao me atentar… Pelo menos era o que eu gostaria de sentir nesse momento, mas velas daquela forma, aquele pedaço de carne… Seus lábios… Porque aquele sentimento de derrota devastador parecia tomar conta de mim ? O que eu havia perdido ? Era algo tão simples e normal, qual era o motivo dessa sensação ? Eu quem queria aquilo ? Com quem ? Minha mente havia se perdido no meio de tudo aquilo, qual era o motivo mesmo ? Não sei, não parecia que era um simplesmente “Querer aquilo”, havia algo a mais ! Apenas acho que agora é muito tarde para perceber… Quem diria que a falta de confiança me quebraria… Injusto.

” No final é assim que as coisas seguem… Estranho, não é mesmo ? Esses sentimentos confusos... “

“” … “”

” Me diga, qual o motivo disso doer tanto ? Não faz sentido… É como se tivesse algo atravessado o meu peito cada vez mais, meu coração dói tanto, eu não consigo respirar, minha boca arde enquanto minha mente súplica por algo irreal e… Eu só queria gritar e impedir tudo aquilo, mas… Mas Meu corpo… Hahah… Ele só continua a agir dessa forma estranha, por que ? Por que doi tanto !?... Não basta essa dor consumir tudo junto dessa vontade de chorar, porém tem que me fazer se sentir dessa forma ?… Será que se eu tivesse dito que era ela... Sério, a vida é uma vadia desgracenta que só serve para mostrar que nem sempre as coisas são como se espera, certo ? Que brincadeira idiota... Parabéns Jibril, dessa vez você ganhou. “

“” … Garoto… Aprenda uma coisa, é por isso que você sempre deve ir e fazer, se deixar para o amanhã… Nunca se sabe o que vai acontecer. A vida não é tão bondosa “

" Se ao menos você soubesse que na minha mente… “

Com um pequeno sorriso triste no rosto e um olhar perdido no meio daquela risada interna, por sorte as lágrimas não caiam, a única coisa que sobrava era tentar me esconder de elas me verem, talvez o chão fosse a minha maior companheira nisso tudo… Ela não me olharia feio e aproveitaria do momento para tirar sarro, certo ? Só espero que ninguém perceba o meu desviar de olhar, já que nem mesmo eu sabia qual era o estado atual de meu rosto…  Aquele pequeno suspiro que saia de minha boca era a marca final de minha derrota, gostaria de ter forças para fechar meus punhos, contudo... Isso faria alguma diferença ? Respirei fundo antes de apontar meu dedo para Jibril… Cabisbaixo, sequer capacidade de falar isso eu tinha no momento, engraçado não acha ? A única coisa que eu queria era que aquele demônio fosse embora e não me visse dessa forma, sim, só espero que ela não use isso no futuro, já que eu não sei se aguentaria mais disso.

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” Eu sou um Idiota… “

Olhe pelo lado bom… Isso finalmente acabou, quero dizer, a gente votou certo ? Qual o motivo delas continuarem ? Por acaso eu me tornei invisível ao ponto delas não perceberem o meu sofrimento ? Ou será que… Hah… Derrota em dobro, huh ? Se o jogo é esse então acho que eu apenas deva continuar, certo ? Minha mente vai pirar, minha boca e meu corpo vão continuar a ferver e eu não sei o que vou fazer, mas quer saber ? Foda-se ! Sim, isso mesmo ! Foda-se você, foda-se ela, foda-se quem está lendo, FODA-SE TODO MUNDO NESSA PORRA ! Se vocês tão achando que eu vou me abalar dessa forma, parabéns ! Caguei para o que você pensa, se tem uma coisa que a vida nos ensina é : Se você tá na merda, segue o rumo ! Pior não fica nesse caralho.

Pegaria a minha lança, agora tudo que restava é seguir em direção daquela missão, eu teria que estar ao lado desse megera ? Que seja, se ela está esperando que eu vá implorar por sua comida, ela que vá tomar no cu também, to nem ai se meu corpo está estranho e se meu amiguinho tá todo assanhado, eu andaria normal, mentira, confiante ! De forma ereta e confiante, ao mesmo tempo que apenas tentaria jogar todo aquele sentimento ruim nos confins do meu subconsciente… Porém agora você se pergunta, e se alguém olhar ? Sorte dela ! Não é todo dia que tem esse tipo de oportunidade, afinal, eu sou um Imperador, correto ?

“” CARALHO VIADO, SE TA VENDO ISSO ? “”

” PORRA ! COMO QUE EU FAÇO PRA ABAIXAR ISSO ? “

“” Sei lá ! Da umas porrada nele, não sei se vai abaixar mas, pelo menos tem chance de entortar. “”

” Quando eu tiver oportunidade de ir no banheiro vou fazer isso, será que vai adiantar ? “

“” E você acha que eu vou saber, caralho ? ლ(ಠ益ಠლ) “”

” DEVERIA ! “

Adentrando na sala de Cruzis, me manteria calado enquanto manteria as costas no canto da parede, não estava legal para sair falando e comentando no momento, minha visão pelos “Superiores” não era nem um pouco boa atualmente e ser sincero ? Me prove o contrário, já que no final eles só fizeram merda até o momento e eu não estou em uma situação “Normal”, seria talvez um pouco fácil demais para xingá-lo já de início… Custa nada deixar ele falar um pouco, pelo menos explicar a missão, ele não vai cagar nisso, certo ?

Suspiraria ao final de sua explicação, realmente nada a surpreender, o que passa na cabeça dessas pessoas, será que elas não pensam um pouco ? Coloca um pouco de inteligência nesse povo, por favor ! Caso Alipheese e Jibril apenas escolhessem por finalizar e seguir para a missão sem mais nada, era claro que eu as interromperia, como diabos alguém pode mandar a gente para um local desse sem um pingo de informação ? Sairia finalmente da parede antes de pedir para que as duas garotas esperassem um pouco, precisava colocar as coisas a prova.

- Se ta me zoando, né ? Ali, garota demoníaca, calma aí. -

“” Que merda você vai fazer ?! “”

- Seguinte, é sério que vocês simplesmente mandam um grupo de Marinheiros para um lugar desses sem um pingo de informação ? Pense um pouco melhor e nos explique o que aconteceu aqui, não me venha com “Não se acanhe em pedir reforço”.

1° - Pegando o local do crime, podemos dizer que essa é a área de proteção que realmente devemos nos preocupar ?

2° - Que tipo de arma foi usada ? Houve um combate, foi um Assassinato ou alguma outra coisa?

3° - Quais as possibilidades de um segundo ataque e por que ? Dependendo do motivo que poderia ter, nós teríamos que mudar a área de proteção.

e o 4° e não tão menos importante - Você é retardado ou está querendo nos mandar para a morte sem explicar porra nenhuma ? Você pode não perceber, mas na outra missão nossa que rolou a mesma coisa, nós fomos emboscados por 14 fudendo tritões em Shells Town… -


Comentaria de forma confiante ao me aproximar, ao ponto que apontaria com o dedo no mapa com força e faria uma pequena volta sobre ela quando falasse do 1° ponto, precisava demonstrar que as coisas não estava completa e não devia brincar com a proteção e do conceito todo ali, mesmo que meu tom de voz fosse normal, um pouco de deboche poderia ser ouvido, era fácil perceber que o respeito não andava em dia, principalmente se Cruzis estivesse sentado e Lynn de pé… Diríamos que havia a possibilidade  do Mini Lynn estar apontado para ele, o que fosse um pouco estranho e quem sabe hilário para as pessoas próximas.

Se Cruzis explicasse as coisas, pelo menos algum dos pontos, Lynn apenas acenaria a cabeça antes de seguir seu caminho a missão, sua audácia hoje tava em dia, seria isso efeito da comida ? Seu coração magoado ? Seus superiores passados ? Ou tudo isso junto ? No caso dele negar, apenas a feição de desgosto era sua resposta antes de sair, só não mostraria o dedo do meio por meio de respeito mínimo por ser da Marinha.

Na via das dúvidas, se Drake fosse citado pela pequenita, um olhar confuso seria a minha resposta antes de pergunta-la, por mais que eu queira, a única coisa que eu vi ele fazer foi apanhar e varrer o chão… Será que seria benéfico ter alguém assim ?

- Tem certeza que quer chamar o Limpador de chão ? Não é que eu não tenha gostado dele mas, no final ele apenas serviu como saco de pancad-... É isso ! Se a gente tiver alguém para apanhar por nós, não vai sobrar pra mim ! Ali, tu é uma gênia, vamos chamar ele logo ! -

Bateria com a mão fechada sobre a outra aberta no meio de minha fala como se tivesse tido um “Insight” de último momento, abriria finalmente um sorriso no rosto que não fosse tristeza nesse post antes de olhar para Alipheese, terminaria por bagunçar os cabelos brancos dela de maneira gentil junto de meu sorriso, estaria mais excitado que o normal no meio desse caminho, igualzinho o homem aranha da gif, afinal, se eu tiver alguém pra apanhar por mim, eu saio de boas !

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 3 EmptyQui Jun 07, 2018 11:19 pm

COM TÍTULO
Drake parecia não estar se importando com os golpes recebidos, seu sorriso demonstrava o êxtase de estar sendo derrotado por alguém mais forte e isso era visível em seu rosto, o garoto chegou a uma espécie de delírio em meio a cada golpe que era colocado contra seu corpo e a cada vez que via Bruce o acertando, percebia que ainda não estava pronto para ser realmente forte, seu semblante ia mudando a cada golpe dado e fracassado e a cada dano recebido, a cada vez que caía e se levantava percebia que mesmo se continuasse ali tentando não seria o suficiente, não ainda.

“Será que eu sou tão patético assim? Eu não mudei nada nesse tempo? Um dia eu realmente irei conseguir me tornar alguém realmente poderoso? Como eu desejo tanto enfrentar pessoas mais fortes se nem ao menos consigo acertar um golpe na primeira pessoa com quem estou lutando?”


Em meio a cada movimento que era feito no combate contra Bruce, Drake percebia o quão fraco ainda era, seus movimentos por mais que fossem pensados corretamente em sua cabeça não eram suficientes perante a força de um capitão da marinha, Bruce não teve muito esforço para mostrar o jovem o quanto ele ainda precisava melhorar se quisesse se tornar alguém realmente forte e temido por todos os mares, a sensação de impotência e de fracasso tomavam o peito do jovem assim como sua mente se via mergulhada em fracasso, o orgulho do garoto era ferido a cada golpe e por mais que tentasse acertar o capitão tudo era em vão.


“Eu não posso ser fraco desse jeito, será que eu realmente vou atingir meus objetivos? Acho que eu estou seguindo uma linha de pensamento muito errada para o meu nível, preciso ficar mais forte para depois pensar em algo que eu queria me tornar, e quando eu me tornar mais forte saberei o caminho que devo seguir de verdade.”


O questionamento do garoto era algo que misturava seu orgulho e seu ego que banhavam sua mente, sua ideia do que poderia se tornar futuramente começou a mudar ao perceber que ainda não havia se tornado alguém que realmente merecesse ser dito como tal.
Ao ouvir a voz de Bruce dizendo que o combate estava acabado Drake se via em uma completa escuridão, seu propósito era mesmo o correto a seguir? Merecia estar ali? Tudo isso se passava ao mesmo tempo na cabeça do jovem mágico, o jovem ouvia o capitão o dizendo que aquela parte do teste havia terminado e que agora teria de seguir para a próxima etapa, Bruce o diz que o próximo teste era o físico e o jovem teria que fazê-lo, 100 flexões, 40 voltas na pista, 100 abdominais seguidos de 20 minutos de natação contínua.
Bruce o levava para dentro de uma das salas de treino, a sala era enorme e o jovem ficava espantado com tudo aquilo, ainda mais tendo que fazer todos os exercícios ditos por Bruce, o lugar parecia um outro mundo de tão grande que era, Drake então dá um passo em direção a sala passando por Bruce enquanto dizia com convicção o mostrando um olhar determinado de alguém que iria dar o seu máximo.


- Eu não vou desistir e vou passar neste teste, me aguarde capitão, um dia eu irei superá-lo e irei vencê-lo com certeza, peço desculpas pelo combate medíocre que teve hoje futuramente irei desafiá-lo de novo e quando eu o fizer eu irei vencer.


Com essas palavras e o semblante sério Drake tenta se dirigir para a sala para começar com os exercícios, o jovem  se prepararia para começar com as 100 flexões, começaria a alongar seus braços e controlaria sua respiração tentando a manter a mesma em um nível adequado para que pudesse não sentir a fadiga do exercício.
Drake então terminaria seu alongamento e sua concentração se abaixaria calmamente colocando suas duas mãos no chão e esticando seu corpo, mantinha sua respiração calma e começava o exercício, o jovem começava com bastante vigor e ânimo e rapidamente chegava a 70 flexões porém seu fôlego ia se acabando e seus braços começavam a fraquejar e quando estava prestes a perder todas as forças e cair vinha uma voz em sua cabeça.


“Vai desistir agora? Vai mesmo deixar que isso te derrube? Você é patético, quer mesmo se tornar forte desse jeito? Levanta, você não vai cair, continue seguindo por mais difícil que isso seja, seus objetivos estão logo ali e só depende de você alcançá-los.”



Drake parava por alguns segundos permanecendo com seus braços o erguendo, fecha seus olhos e começa a respirar calmamente de novo tentando recuperar seu fôlego, quando o jovem abre seus olhos e solta a última lufada de ar por sua boca poderia ser visto o olhar determinado do garoto que recomeça a sessão de flexões logo em seguida, seu ímpeto e ânimo pareciam estar novos em folha de novo e o jovem tentaria seguir até que terminasse as 30 flexões que ainda faltavam para completar as 100 que precisava.


Após Drake talvez ter terminado suas 100 flexões o jovem seguiria para as 40  voltas na enorme pista que havia dentro da sala, isso para o jovem poderia ser bem mais fácil pois com sua velocidade essas 40 voltas seriam completas bem rápido, o jovem se levantaria da posição de flexão e seguiria para a pista de corrida se preparando para começar a correr, assim que estivesse na pista se colocaria na posição de preparo para largada que é muito usada em corridas oficiais, respiraria fundo se concentraria e então  daria a largada.
Usando de sua velocidade Drake seguia em um ritmo constante porém em meio a corrida o jovem pensou em algo que futuramente poderia o ajudar em combates.



“Hmm… O que será que aconteceria eu ao invés de fazer as curvas normais eu usar as movimentações que usei para enfrentar o capitão? Isso poderia me ajudar em movimentações como as de mais cedo, me movimentar em zig zag ficaria mais fácil caso eu pegue o jeito… Como são 40 voltas,eu poderei treinar bastante disso, usando as curvas para simular uma mudança de direção em combate… Hehe, não custa tentar não é?”


Drake seguiria em alta velocidade como se fosse passar direto pela curva sem mudar de direção, a primeira curva era para a esquerda então o jovem vinha com toda a velocidade que tinha e quando pisava na circunferência maior da curva com seu pé direito, usa sua força em sua perna para impulsionar-se em direção à esquerda, o jovem não fazia a curva de forma redonda e sim de forma quadrada como se estivesse fazendo um “L”.
Drake seguiu fazendo isso até completar 20 voltas na pista seguindo para aquele lado, parou olhando para o capitão e o disse.


- Ei capitão, o senhor disse 40 voltas correto? Mas não disse o sentido no qual eu deveria correr… irei mudar de direção na pista agora e irei completar as 40 voltas para o outro lado, ficarão 20 para cada lado da pista… Estou tentando praticar uma coisa.



Drake se viraria para a pista novamente e seguiria para o lado contrário fazendo mais 20 voltas, o jovem então inicia mais uma vez com a postura de corrida e se projetaria em velocidade na pista, agora as curvas eram todas para a direita e o mágico faria os mesmos movimentos só que no sentido contrário, ao chegar na curva e pisar com seu pé esquerdo na maior circunferência da mesma, Drake se projetaria para a direita novamente fazendo um “L” para a direita dessa vez e continuaria fazendo o mesmo até completar mais 20 voltas para a direita assim fechando as 40 voltas pedidas pelo capitão.



Agora Drake se via prestes a fazer o próximo exercício que eram as 100 abdominais, o jovem mágico então se sentava com calma e tomava fôlego, respirava calmamente enquanto fechava seus olhos buscando tranquilizar sua mente e sua respiração, Drake permanecia assim por um breve período de tempo até que abriria seus olhos novamente e se deitaria no chão se preparando para as abdominais, se deitaria levemente enquanto levantava suas pernas fazendo um arco, cruzava seus braços em seu peito, pegava fôlego e então começava, o jovem usava todo o seu ímpeto para terminá-las o mais rápido possível antes que cansasse, porém ao chegar perto das 80 abdominais seu corpo sentia o cansaço das demais atividades e o abdômen de Drake dava uma pequena travada devido ao cansaço, o jovem sentia o quão intenso era o cansaço mas não se entregava, pegou fôlego mais uma última vez e com muita dificuldade conseguiu terminar mais uma que era a que havia travado, depois disso Drake aproveitou o fôlego que havia tomado e continuou até chegar às 100 abdominais, um grito que misturava dor,cansaço, vontade e determinação poderia ser ouvido pelo jovem enquanto terminava as últimas 20 que foram as mais difíceis.



Ao término Drake se mantinha deitado no chão respirando de forma ofegante, o suor escorria pelo seu rosto mostrando o quão desgastante havia sido aquilo,o jovem respirava de forma acelerada até que recuperou o fôlego e tentava se levantar erguendo mais uma vez o seu tronco, porém seu abdômen não tinha mais forças e a tentativa era falha, ao perceber o quão desgastado estava Drake se virava de bruço e erguia seu corpo com os braços também apoiando seus joelhos ao chão, ainda fatigado e respirando com uma certa dificuldade, Drake via seu suor escorrer pelo seu rosto até a ponta de seu nariz onde terminava pingando no chão.



“Isso… Isso foi muito cansativo, eu quase não consigo me erguer para ficar de pé… Droga, ainda tem a natação por mais 20 minutos… Eu tenho que terminar logo isso, mesmo que meu corpo não consiga mais ficar de pé depois de terminar.”


- Ei capitão, podemos começar com a natação?


O jovem ainda ofegante falava com o capitão para que pudesse iniciar a natação, aos poucos Drake conseguia recobrar suas forças e ia se levantando, primeiro apoiando seu braço direito em sua perna direita para que tivesse forças para se erguer e ficar de pé de novo, o jovem seguia em direção a piscina e parava em sua borda, levantava sua cabeça buscando fôlego e enquanto respirava fundo o jovem abre seus braços e solta uma gargalhada um tanto maligna que vinha de um tom mais baixo para um mais alto e ao terminar vinha uma frase.



- É aqui que começa o meu espetáculo capitã… Hoje será o dia em que as cortinas se abrirão e eu irei tomar o meu lugar no palco da marinha, aqui iniciará a minha trajetória rumo aos meus objetivos… E eu vou alcançá-los custe oque custar…


Após ter dito tudo isso Bruce, Drake se prepara e se arremessa em direção a água como se fosse uma flecha, seu salto de mergulho o levou até bem longe na água pelo fundo da piscina até que submergiu e continuou seguindo, o ritmo imposto por Drake em sua natação era calmo e tranquilo com uma mistura graciosa de movimentos de seus braços, aquilo não o cansava tanto quanto os exercícios anteriores e era mais fácil de seguir daquele jeito por mais tempo, o jovem permaneceu nadando desse jeito até que os vinte minutos se passassem e ele pudesse enfim sair da piscina.



Drake pegaria uma toalha para se secar ao sair da piscina caso houvesse uma, caso fosse oferecido a Drake um uniforme, assim como a medalha, ele aceitaria de bom grado e se tivesse um lugar para vestir, já vestiria de imediato mesmo que fosse de sua vontade pedir, ele esperaria a iniciativa do capitão.


Após o término dos exames e caso houvesse a entrega do uniforme e da medalha, Drake seguiria até sair da sala e caso encontrasse algum dos seus companheiros iria lhes contar sobre o seu feito e que agora também fazia parte da marinha como eles, o garoto apesar de ter os pensamentos por ter falhado no combate contra o capitão o assolando os trataria calma e tranquilamente com o seu sorriso de sempre no rosto.




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- Ora… Se não são o imperador falido e a pequena albina e … Quem é você mesmo? Enfim, Adivinhem o que acabou de acontecer? HAHAHA, isso mesmo eu passei nos exames e agora sou oficialmente da marinha, parece que você não é mais o único ruivo no navio agora seu imperador de arac HAHAHA, agora eu posso participar de missões oficialmente pela marinha pequena albina… Bom, seria bom ter uma agora para ser sincero, eu preciso descontar toda a minha falta de habilidade em alguém…



Chegava próximo a Alipheese se agachando e a perguntava para a mesma em voz baixa.


- Quem é essa aí?...





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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 3 EmptySex Jun 08, 2018 5:42 am

Livro 2
Capítulo 4 - Impaciência


A sensação de se sentir fraco já era tão constante que Zed não perdia mais a cabeça com isso, apenas guardava toda essa raiva pela sua inferioridade para descontá-la de uma vez no momento que for precisar treinar ou encarar uma luta de verdade. Se lhe derrubaram com dois dedos, então treinará até que consiga derrubar alguém com um sopro! Até lá o espadachim terá que ir descontando sua fúria através do fogo, o que infelizmente não podia acontecer no momento, gerando assim um grande desconforto ao rapaz que precisava ficar em uma sala esperando algum agente aparecer para conversar com ele enquanto Hana tentava arrumar alguma missão para os dois.

- “Tinti nin ixplidir tidi mimimimi”. - Repetia ele depois que a garota ia embora, mas fazia isso com uma careta e uma maneira de falar debochada. - Fala como se fosse fácil porque não é você que vai ser explodida pela Amaterasu se não queimar alguma coisa. AAAAAAAAAAA! SACO! - Gritava ele ao lembrar que teria de ficar ali mais um tempo esperando alguém aparecer, e talvez teria sido melhor ter deixado Hana fazer isso e ele ir atrás de alguma missão.

Zed voltaria a se deitar na cama durante esse tempo para poder esperar da maneira mais relaxada que conseguia para a situação. Sua cabeça só conseguia pensar em coisas queimando, casas, árvores, navios, até comida sendo flambada atingida sua cabeça de uma maneira que rapidamente afetava o seu estômago lhe fazendo sentir vontade de comer, mesmo não estando naquele momento necessariamente com fome. Todo aquele tempo ali resistindo a compulsividade faziam o corpo de Zed começar a agir estranho, primeiro seu rosto ia se enchendo de suor, depois suas mãos começavam a tremer, seu olho esquerdo piscava involuntariamente sem sincronia com o esquerdo, sua cabeça ia dando leves espasmos para o lado direito e até mesmo seus braços pareciam querer se envergar… E na verdade só havia se passado UM MINUTO!

Quando a porta da sala voltou a se abrir e Zed viu uma silhueta se aproximar, para ele pareceu como a chegada dos anjos na terra dando novamente para ele o seu ânimo e determinação para voltar a ficar de pé… Mas ainda permanecia com um comportamento esquisito piscando o olho esquerdo e uma cara de quem parecia estar segurando a vontade de cagar. Olhando agora com mais atenção para a pessoa que adentrou a sala, o espadachim percebeu que se tratava da tal agente que lhe derrubou com apenas dois dedos, pelo menos a descrição batia com a dada por Hana agora há pouco. O comportamento dela parecia estranho assim como o de Zed, e quando ela puxou um cigarro ele rapidamente se tocou de que se tratava de uma intensa abstinência, algo parecido com o que ele estava passando no momento.

- Eu não fumo… Mas irei aceitar, obrigado. - Respondia a ela quando lhe era oferecido um cigarro, portanto o loiro pegava apenas um e guardava no bolso, pois por hora não iria fazer nada com ele. Agora um pouco mais tranquilo por ter a oportunidade de conversar com um agente do Governo Mundial, Zed explicava por alto aquilo que queria saber (já explicado no post anterior), esperando assim para ouvir uma boa resposta da mulher… Mas aí ela lhe chamou de macaco. - MACACA É VOCÊ, SUA CABEÇUDA! - Mas na realidade isso não passou de uma frase dita em sua cabeça, antes de algum som ser produzido pela sua boca, seu subconsciente lhe impediu de agir ao lembrar da informação “ela te derrubou com dois dedos”.

Enquanto ela ia falando o nome dos revolucionários que trabalhavam com o Crasus, Zed se esforçava ao máximo para tentar lembrar se alguma vez na vida chegou a ouvir sua mãe mencionar algum deles, ou se até mesmo se já chegou a viajar com algum desses em um mesmo navio. Ainda que fosse difícil forçar a sua mente a lembrar de pessoas do passado que na maioria das vezes não tinha o menor interesse de conhecer, não custava nada ao menos tentar, ainda porque mesmo se soubesse algo sobre alguma dessas pessoas, ele não chegaria a mencionar nada com Six, mas é bem provável que no fim das contas ele não reconheça ninguém mesmo.

Ao final de tudo que ela falava sobre aqueles revolucionários, Zed não tinha muito interesse no que eles faziam ou deixavam de fazer, sem ter a oportunidade de lhes interrogar pessoalmente, não conseguiria tirar nada dali que pudesse lhe ajudar a achar sua mãe, exceto é claro, uma porrada de nomes que poderia começar a perseguir daqui pra frente. Contudo, algo dito por Six lhe chamava bastante atenção, que era ela mencionar que todos eles ainda estavam a solta e provavelmente loucos para atacar o navio que transportará Crasus, o que é algo extremamente interessante para o jovem espadachim.

- Me parece interessante… Me sinto empolgado só de imaginar poder enfrentar revolucionários em meio a uma viagem de naval. - E ao dizer isso, Zed se lembrava da época que via sua mãe e a tripulação dela lidando com piratas que tentavam saquear seus navios… Se bem que, nunca teve muita certeza se as pessoas que estavam invadindo o navio eram realmente piratas, mas isso não vem ao caso. - Por acaso há espaço para mais duas pessoas nesse navio de transporte? Hehe.

Sendo positiva ou não a resposta dada por Six, Zed reagiria da mesma forma, saindo da sala onde estava para procurar por Hana e lhe dar a notícia a respeito da missão. Havia ficado tão empolgado com a possibilidade que até mesmo esqueceu da sua necessidade de queimar algo, ou melhor, ele não esqueceu, apenas ficou tão distraído que ela foi superada por outra coisa.

- Onde será que essa menina tá? - Se perguntava Zed enquanto andava olhando de um lado para o outro do QG de Loguetown.

A verdade é que Zed já estava começando a ficar de saco cheio desse lugar, não aguenta mais esperar as pessoas aparecerem, não aguentava mais ter que ficar perguntando pros outros onde tá fulano e onde pode encontrar ciclano, FODA-SE MEU IRMÃO, VÁ FAZER ALGUMA COISA VOCÊ MESMO! E era com esse pensamento que Zed simplesmente iria direto para o responsável do QG, se ele conseguisse achá-lo é claro, por isso procuraria por placas e sinalizações que pudessem lhe levar até lá por ele mesmo, mas de forma alguma iria perguntar para alguém de novo, pois nesse caso seria mais fácil o espadachim já fazer a pergunta preparado para dar uma voadora se a pessoa respondesse algo como “não sei”.

Caso não encontrasse Hana pelo caminho para lhe levar para uma nova rota, ela precisaria ser muito convincente para impedir o rapaz de continuar indo até o responsável do QG, pois ele não aceitaria nada que não fosse minimamente interessante. - O que? Não, Hana, isso é chato demais, eu não vou fazer isso, me dá um trabalho de verdade! - Falaria ele na possível situação, indo até o superior mesmo que para isso arrastasse Hana com ele. Caso ela fosse até mais prática e já lhe disse que conseguiu um trabalho interessante ou até a vaga no navio de transporte do Crasus, então show, Zed seguiria com ela para onde quer que ele quisesse ir, desde que fosse fora do QG. - EU NÃO FICO DENTRO DESSE LUGAR NEM MAIS UM SEGUNDO, OU EU VOU ACABAR BOTANDO FOGO NESSA MERDA! NÃO AGUENTO MAIS! - Gritaria ele ficando um pouco exaltado com a possibilidade de ficar ali dentro, então nessa situação ele iria para fora do QG nem que para isso tivesse que ir arrastando Hana com ele. Mas em um cenário um pouco mais calmo onde Hana não aparece e Zed ainda assim consegue chegar até seu superior, então as coisas poderiam ocorrer dessa maneira:

- Bom dia senhor! Soldado Expl... Zed se apresentando. - Diria para tentar manter um respeito entre os dois, por isso algo dentro dele dizia que era melhor não usar o seu nome completo, por mais maneiro e intimidador que ele fosse. - Vim aqui saber se poderia participar de alguma missão em nome da Marinha. Acabei de me formar como um soldado em Shells Town e acredito que tenho um grande potencial a mostrar a favor dessa organização. - Dizendo isso, ele tiraria do bolso as duas medalhas que já havia recebido e mostraria para o seu superior. - Seria a minha terceira missão como marinheiro e eu tenho que ser sincero que não aguento mais segurar toda essa ansiedade, é normal se sentir assim? Com essa sede intensa de capturar esses malditos baderneiros? Enfim, desculpe lhe incomodar, mas é que eu realmente desejaria participar de alguma coisa no momento, e se possível gostaria de poder levar na missão a minha parceira, a soldado Hana. - Se houvesse alguma resposta positiva do superior, Zed continuaria para tentar ser mais direto em possíveis trabalhos que aceitaria fazer. - Inclusive ouvi dizer que haverá um navio transportando um criminoso revolucionário até a Grand Line, gostaria de saber se haveria como nos incluir dentro dele.

Se conseguisse falar com o superior do QG e conseguir algum trabalho interessante para fazer, ótimo, Zed tentaria achar Hana, se já não a tivesse encontrado, e juntos iriam rumo a dar início a tal tarefa… Mas caso não conseguisse nenhuma missão e fosse mandado embora dali com as mãos abanando, então Zed voltaria a procurar Hana, nesse caso com a ajuda dos deuses mesmo porque não há nenhuma pista de onde ela poderia estar, e depois que estivessem juntos os dois tentariam achar alguma coisa pra fazer fora do QG nem que fosse ir na cidade comprar doce. E principalmente, o quanto antes Zed saísse de dentro dessa merda, mais rápido ele poderia procurar algo pra queimar.



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Última edição por Shinsuke em Qui Jun 21, 2018 12:56 am, editado 2 vez(es) (Razão : Mudança de Template)
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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 3 EmptyQua Jun 20, 2018 10:33 pm



~PANDEMONIUM~



~Achiles~



Depois de seu encontro predestinado com o surfista, Achiles voltava para a sala de treinos para seu momento de novamente, buscar descobrir o que poderia fazer pra melhorar mais ainda seu outro braço, nesse momento ele se surpreendia de encontrar One no local, com sua memória que normalmente se mostra, deturpada. Ele agradecia a garota ruiva mesmo assim por ele estar no lugar. - Nós tínhamos marcado, pra mesmo horário hoje.- O olhar dela de certo modo mostrava um pouco da frustração que carregava por tudo que aconteceu. Achiles se trocava caminhando para o ring enquanto mas mudando de ideia a garota dizia. - Bem esquece faz todo o percurso, e depois a gente vem pro ring.-  e esperava que ele começasse o percurso, era inicialmente o alvo, a movimentação do garoto agora passava uma memória visual perfeita de como tudo acontecia. Ele iniciava dando alguns golpes mais perdidos de início, e ousados demais para quem estava treinando usar uma perna e um braço novo, mesmo que já a algum tempo, afinal, mesmo tendo aprendido a usar chutes por meio de luta de rua, ele ainda não sabia completamente aplicar coisas de complexidades altas, ele conseguia acertar uma primeira vez o alvo com a bicicleta, o que removia um pouco do mau humor de One, que acabava rindo da forma ousada que eles estava a treinar. - Calma rapaz, o alvo não é tão rápido quanto um inimigo, mas você ainda pode se machucar, vejo que aprendeu a usar as pernas, mas  vamos devagar garoto taekwondo, que tem muito pra aprender ainda- e acabava soltando um sorriso em relação a última ação da bicicleta.

Levantando rapidamente com o impulso da mão as tentativas continuavam, socos, chutes, bicicletas, sim ele fazia umas bicicletas, a maioria delas errava, por o movimento ser mais complexos, os socos, no dia de hoje, pelo fato de o braço já estar pouco a pouco se adaptando ao ambiente e modo de luta novo, estavam acertando bem mais, os chutes, tanto por serem uma novidade, e por também usarem do lado pouco hábil, mostravam-se menos efetivos, alguns acertavam mas a maioria ainda era bola fora, de vez em quando uma joelhada era colocada em prática, o que mostrava pra a garota, o quanto ele tinha pego de aprendizado nesses últimos tempos, pra ela era bom ver que o boxeador não tinha entrado em inércia. Depois de alguns minutos se colocando no treino pesado, o garoto então fazia uma leve parada, e depois vinha o inimigo mortal do menino lobo, o joão bobo, o maior carrasco de Achiles, mais perigoso que o Crasus, e hoje ainda mais cruel. Depois de beber uma das garrafas de água, e falar com ela ele partia, enquanto a ruiva só alertava. - Cuidado, esse daí é novo, ta no fino do fino.- e sentando daquela maneira meio despreocupada que a caracteriza, pernas abertas roupa meio largada, jeitão de homem, ela partia comendo suas barras de chocolate, enquanto esperava pra ver o resultado do campeão.

Achiles olhava para o joão bobo, que devolvia um olhar 43 mortal para o garoto, aquele rosto assassino do boneco era perturbador até as mentes mais sãs, mas ele não é o tipo de homem que foge da morte, jamais, quanto mais o inimigo fosse destrutivo, maior a vontade dele. E partindo para cima como um lobo para sua presa um soco devastador no boneco que voltava com tudo, mas usando do seu poder defensivo o garoto bloqueava, animador de verdade, e talvez perigoso, pois aquilo o fazia subestimar seu potencial, e bem, era hora da bicicleta da águia voadora das ruas, o golpe devastador no rosto do joão bobo, mas que também o deixava vulnerável, e assim que o bicho ia pra trás, ele voltava com uma força esmagadora sobre o tórax de Achiles, que começava sendo derrubado, mas ele não desanima por isso, e levantando mais uma vez o feroz embate continuava, mais e mais. Socos chutes, joelhadas, as vezes bloqueia, e às vezes bem… ele apanhava do boneco algumas vezes mais, era uma luta acirrada até que depois de um dos golpes mais devastadores do boneco, ele ia ao chão exausto. O jovem boxeador exprimia seu cansaço e a garota de cabelos vermelhos vendo ele no chão se levantava de onde estava e sentava do seu lado. - Você está melhorando.- Dizia ela estendendo uma garrafa de água, e uma barrinha de cereal energética. -Toma vai precisar por que pra finalizar ainda temos a luta. - dizia ela com um tom bem calmo e celebre. - quando estiver menos cansado um pouco e se sentir pronto, você vem pro ring, e treinamos algo mais um a um.- Ela parecia ter algo por trás do que falava como se não fosse só uma luta, ou um treino era como se os planos dela fossem muito além.

E finalmente a luta ia começar em seus primeiros movimentos ele tentava rodear ela, como se fosse um predador encurralando sua presa. One seguia ele apenas com o olhar bem focado no que ele poderia estar fazendo, e na verdade, não parecia se preocupar, talvez pelo fato de saber que ele usaria apenas a parte esquerda do corpo. A ideia mais bizarra se passava pela cabeça do boxeador, então indo ao chão com uma das mãos ele tentava rapidamente aplicar uma rasteira usando essa mão de apoio para fazer funcionar. O giro era rápida em direção a perna de one, que apenas subia o pé direito bloqueando sem usar muito de força física, aplicando um leve chute no pé de apoio, e em seguida saltando, e chutando o braço bem no cotovelo com um giro de 180º no ar, ela estava diferente dos dias anteriores, e isso era notável até pela sua forma de reação, já que normalmente  ela não teria feito um ataque como aquele que chegava a derrubar Achiles de uma maneira até um pouco cruel, e rapidamente vendo rapaz no chão saltava em cima dele, subindo ficando com ele meio as pernas dela e rapidamente falava. - Por que você não fez nada ontem?- e desferiu um soco no peito dele, as lágrimas passavam a escorrer do rosto dela e uma expressão que parecia um misto de confusão e tristeza a cercavam, e ela seguia aplicando alguns socos, mas não pareciam machucar Achiles, eles não tinham força. -Você é um idiota!!-  e no momento deitava a cabeça sobre o peito do mesmo, apenas por alguns segundos, onde lentamente descia as mãos por ali também de modo relaxado, o rosto parecia agora mais determinado que triste, e se aproximava do do rapaz.

Os lábios dela lentamente se aproximavam dele fisgando aos poucos o que poderia ser uma sensação talvez desconfortável para alguns pela ansiedade que isso trouxesse. - Você ontem, eu queria saber por que você não me beijou? Você fez tudo certo mas no fim, você só saiu... Por que?- era uma pergunta sincera que ela fazia para o garoto, não havia um entendimento, ela às vezes possuía uma auto estima questionável, e algo desse modo poderia talvez afetar ela muito mais do que o esperado, isso por diversos motivos, já que a noite pra ela tinha sido quase perfeita, o que fazia com que se perguntasse, onde ela tinha errado? e a resposta era em lugar nenhum, apenas uma falta de comunicação não verbal que por mais sinais que fossem apresentados, não se conseguiu atingir a mente do boxeador. Mas independente da resposta, ela seria egoísta nesse momento. E descendo os lábios lentamente os recostava sobre os do garoto, iniciando um beijo. One tinha seus motivos, e naquela hora seus olhos fechados, somados a sua expressão mostravam um pouco do por que ela fazia tal.

A garota terminando o primeiro beijo se manteria ainda em cima dele e questionaria. - Foi ruim? se for eu não repito a dose, me desculpe mas eu precisava que você provasse isso antes de qualquer coisa.- Ela dizia com certa convicção apesar de o medo no olhar dela ser claro em relação a resposta, ele era o primeiro rapaz que One de fato beijara, isso por que após os tempos como escrava nunca tinha tentado qualquer coisa do gênero, por jamais ter se visto confortável, a esse ponto, e aqueles dias tinham provado a ela que ser assim com o garoto era mais do que possível, era assustador pensar que ele talvez não a visse do mesmo modo, mas precisava da verdade e nada menos que isso, e mesmo que fosse dolorosa queria ouvir dos lábios dele o que ele achou. Os braços dela tremiam um pouco quando esperava a respostas e os dedos das mãos se mostravam inquietos, e isso só proporciona uma  tensão ainda maior, seus ombros arqueados também passavam o mesmo, ela estava em uma posição completamente defensiva.

Independente do que ele dissesse após isso ela levantaria, e começaria a explicação dos novos exercícios. - Bem no barco combinamos algo melhor, mas trouxe hoje duas seções além das que praticamos agora.- Se afastando por 15 segundos ela saia por alguns poucos instantes voltando com 4 pesos, 2 de pulso e 2 de tornozelo passando a explicar o que aconteceria ali. - Muito bem, são pesos de 10kg, como estávamos a algum tempo usando os de 5, vamos aumentar um pouco mas o que quero é o seguinte, 100 flexões usando apenas a direita para o chão, e depois mais 100 agachamentos, mas esses agachamentos vão ser diferentes, colocaremos sua perna direita para as costas, e você segurará com as mãos no ring, enquanto força apenas a sua esquerda. É um pouco pesado, mas não acho que isso venha a ser tanto pra você então depois disso, quero mais duas series em todos os brinquedos, inclusive no novo Boneco de treino, eu tinha quebrado os antigos, então acabamos precisando de um novo e fui atrás esses dias.- Dizia completando a ideia sorrindo um pouco sem graça, sobre o assunto, o boneco de madeira parecia interessante de se usar pra treinar realmente, ela havia saído de cima dele de uma vez só por simplesmente não saber como avançar naquele ponto, por isso apenas tinha mudado de assunto e trago algo novo tão drasticamente, e isso poderia ser estranho ao homem que nunca tinha visto ela agir tão agoniada assim, apesar de que talvez sua memória da primeira vez que viu ela ferida e deu a pomada, fosse interessante. Talvez uma pista pra tudo isso, de todo modo eles teriam muito o que conversar ao fim desse tempo.

Fora do campo de visão do jovem garoto, Ramiel e Akame estavam completando todas as preparações para a viagem, as agentes iam ser divididas em dois grupos, Six, One e Nine, iam estar junto com Achiles na missão, enquanto as outras, partiriam no navio falso, Akame e Ramiel, iriam no mesmo barco que o boxeador, enquanto, dois outros superiores acompanhariam as garotas na distração, o plano estava começando a ficar interessante, exceto por uma coisa, alguém que estava ali talvez, não fosse tão confiável e no fim o mundo poderia direcionar a raiva para pessoas que não tinham nada haver. Rannah, finalmente estava de volta a Loguetown, nesse momento ainda no porto, mas depois do enterro de seus pais ela ainda não estava bem, apesar de melhor, de todo modo, o objetivo principal dela era ver seu boxeador favorito (Pois é só se vira man) afinal ela precisava de algo pra alegrar mais seus dias, que tinham sido puramente caos nas últimas semanas.

~Drake~



O garoto ainda estava frustrado com sua demonstração de combate, onde por mais que não fosse exatamente isso ele se via como fraco perante um monstro como Bruce, ele verdadeiramente se via um tanto perdido mas logo sua frase se mostrava como um novo desafio para o homem que havia o derrotado audacioso? talvez, mas era interessante imaginar o quão forte ele estaria no futuro, e o capitão ali presente pensava até mesmo nisso. - Estarei esperando por isso garoto, um dia iremos fazer uma nova luta, quem sabe nessa você me derrote nela. Mas temos mais coisas a fazer.- E finalmente os dois seguiam para o destino principal a área de treinamento onde o teste estava pra acontecer ele seria pesado, mas Kira agora tinha em mente o tanto que ele precisava treinar para poder se colocar à frente do inimigo. Na sala ele começava fazendo suas flexões enquanto sua mente de certo o torturava um pouco, agora após o alongamento as flexões iniciavam, uma após uma contraindo seus músculos elas continuavam, até que nas 70 ele sentia o peso de ter se forçado até ali, seu corpo de certo modo fraquejavam, e sua mente gritava para ele o quanto aquilo era importante, e pouco a pouco ele fazia as últimas 30 sofridas flexões. - Muito bem garoto, estamos em um bom início, por um breve momento achei que fosse falhar- Falava ao som de leves palmas ao fundo pela vitória dele naquele momento, mas por estranho que parecesse aquele não era o capitão que falava um homem de madeixas negrass com uma média de 1,85 metros, ele estava próximo ao fim da sala o que indicava que estava ali a muito tempo. Sua presença era fraca, o que devia ter confundido talvez até bruce que olhava de volta, com um rosto sério e inexpressivo.

O garoto então depois de terminar aquilo partia para a pista, ele iniciava com uma partida absurdamente rápida, sua aceleração se colocava à prova, sua velocidade era incrível e ele quase passava da curva, mas assim com um drift, ele simplesmente conseguiu fazer com que o giro na curva fosse quase perfeito, e avançava na pista, mas uma nova ideia vinha quando ele terminava as vinte voltas, e na sua cabeça e ele tratava de tal com o capitão que o ouvindo respondia de maneira super calma. - Não vejo problemas desde que o número seja cumprido, o método aplicado pode ser qualquer um, desde que a pista toda seja percorrida.- completava com um olhar um tanto curioso de o que o rapaz iria fazer, o homem de madeixas negras distante, parecia colocar os olhos nele de maneira muito voraz, sua atenção era grande em relação a Drake, ele olhava com olhos de interesse, como se algo no jovem chamasse sua atenção, o que? bem a mente dele era um mistério, talvez a determinação de agora a pouco, e talvez a força de vontade, ou a velocidade dele agora, mas algo que ele gostava e/ou admirava estava bem ali. Drake depois da permissão do seu supervisor, ele continuava seguindo agora, sempre forçando a curva a ser em momentos mais e mais precisos, usando seu pé como uma alavanca de certo modo, girando em torno do seu próprio eixo pra completar o giro e nisso simplesmente fazer com que as curvas se tornassem mais dinâmicas. - Muito bem, agora vamos para os Abdominais.- Falava o capitão que estava de fato, testando a resistência do garoto, e até onde ela podia ir, isso por que de certo sua velocidade tinha se provado durante a luta, e também na própria corrida que fora feita agora. Os exercícios variados que ele propunha eram justamente para não deixar que apenas um ponto fosse explorado.

Nesse momento o garoto começava a aposta que tinha feito, ele deitava ao chão para começar a flexionar seu abdômen, o início se mostrava simples, mas aos poucos não só o fôlego faltava como, como ele já aos poucos passava a não aguentar, as últimas 20 abdominais, eram um desafio a cada contração, mas mesmo que quase se sufocando ele as terminava com muita garra, e era finalmente o momento da natação, ele estava com o suor pingando de seu rosto, ofegante até próximo de seu limite, mas se parasse, talvez ele não conseguisse levantar mais. - Sim garoto é hora da natação, pode partir para a piscina, pois ela é um dos seus últimos desafios.- Falava o homem em tom sério, uma postura perfeita, e uma voz que entoava rouca, porém calma. O garoto aproveitava o nado sem se forçar muito, ele nadava de forma bem mais graciosa que forçada de certo, o que era um bom momento, os 20 minutos se passavam, e finalmente estava finalizado, o processo de aceitação do garoto na marinha era concluído assim que esse nado acabava. - Muito bem pode sair. - falava ele esperando que o garoto finalmente saísse. - Me siga. - falava caminhando pra o vestiário do local.

Mas antes que finalmente chegassem até lá o garoto que assistiu tudo aquilo parava por poucos segundos apenas para abordar o jovem. - Muito bem, eu gostei da forma como se movia, gostaria de desafiar você um dia garoto. Boa sorte nas primeiras missões, um dia nos vemos por aí. - Ele possuía um leve sorriso no rosto pouco expressivo, mas tratava muito bem do que era que ele queria fazer, um desafio a Drake? bem era algo que ele queria ter no futuro, não agora, mas em um momento… bem alguma hora essas duas almas deveriam se cruzar por esses mares caóticos, era um garoto estranho mas que talvez desse um bom desafio. - Vamos garoto.- Falava bruce enquanto o outro se retirava, saindo rapidamente da vista deles, praticamente sumia, por mais que em nenhum momento tenha mostrado correr, ele pareceu caminhar tão calmo, mas sumiu dali. Calmos os dois entravam ao vestiário, onde abrindo um armário ele pegava as coisas do mágico. - Esse é o mesmo uniforme que o Sargento Thor te deu, assim como a Medalha de admissão, são as mesmas, eu apenas precisava confirmar por protocolo, isso por que, ela não havia feito o teste de maneira oficial, mas apenas por isso, você está aprovado.- falava ele com um certo orgulho na voz.

~Alipheese & Makei~



A confusão na cabeça da pequenina continuava, até mesmo o sadismo de Jibril, parecia gentileza, ela aceitava a garota completamente, de um modo que até mesmo ela tinha dificuldade de entender, aos poucos ela entendia que não era a comida que a fazia mal. Alipheese sentia algo diferente, talvez ela estivesse apaixonada? era uma questão que ficaria na cabeça de alguém que pudesse observar de fora, talvez até mesmo do velho Kamui… mas naquele pequeno momento, esse tipo de coisa não era o que a preocupava, mesmo que tivessem outros ali, a mente dela se focava, em como Jibril iria estar e no que ela pensava. A garota queria que ela ficasse feliz, e talvez de uma maneira um pouco distinta e intensa, queria que a celestial tivesse um sentimento igual. A pequenina dizia para si mesma, que ela precisava se concentrar apenas na colher, e de certo a celestial estava a par disso, a colher adentrava lenta e tortuosamente na boca dela, mas não só isso apenas o caldo descia, o que fazia o segundo ponto, chamar ela de mestra. Mesmo que a garota tivesse antes se forçado tanto feito algo para se forçar a olhar em seus olhos e de modo tão fofo proferir que queria mais, a celestial não perdoava que apenas aquilo a fizesse dar toda a comida, cobrando que ela fosse chamada de mestra. Para a albina, isso era algo novo, os motivos não vinham em sua cabeça, provavelmente pela própria inocência que carregava consigo,não existia tanta conexão na ideia. Apesar de que talvez fosse apenas uma questão de gosto, e pensar que aquilo podia a fazer feliz, era algo simplesmente incrível, parecia um motivo bobo para alguns, mas aquilo era suficiente pra ela, pois era a sensação de fazer outra pessoa se sentir bem, e ela podia não ter plena certeza, mas era a ideia de colocar o bem estar da pessoa que lhe oferecia aquela comida, acima do dela propria.

Mais uma vez se forçando a se colocar em um momento desconfortável, a garota proferia as palavras da maneira mais fofa possível, Jibril com o mesmo sorriso sádico que mantinha aos poucos a respondia, dando a comida pra ela como a recompensa pelo esforço. A garota colocava o pedaço de carne na boca, se aproximando da pequena que já estava a tempos feliz, ela chorava de felicidade por aquele momento intenso estar cada vez mais preenchendo seu coração, de forma a quase a dominar por completo, a sensação da entrega e da vulnerabilidade que habitava nela era simplesmente incrível. Porém de outro lado o sentimento que consumia Lynn não era tão positivo, ele se sentia em primeiro lugar enganado, não só pela beleza do corpo exuberante da celestial, mas o que tanto podia ser real naquele momento? o quanto ela teria de verdade gostado daquilo e ainda mais, ela estava só os usando? ou ela verdadeiramente tinha um motivo para estar se colocando ao lado deles, mas não era só isso em segundo ponto a inveja. Ver as duas garotas se colocando daquela maneira, era simplesmente surpreendente, as drogas afetando seu corpo, o fazia desejar ter elas, e ao mesmo tempo se sentir inútil, pois ele sentia que poderia ter tido tudo, por uma pequena dobra de joelhos e agora era simplesmente tarde demais. Ele não sabia o que fazer além de se sentir estúpido naquele momento, um misto de grande raiva com um pouco do que seria, o sentimento de derrota estava passando pouco a pouco por ele.

A celestial em seu momento sadico sabia disso com sua última provocação colocando a carne na boca para começar o momento mais puro e certeiro no coração de ambos. A garota de início não entendia o que era aquilo, por que a carne estava apontada para a boca dela, ela estava tendo algo diferente estaria a carne sendo oferecida? e sim era isso mas para ela, era muito mais especial aquilo seria o que chamaria de seu primeiro beijo, um momento inacreditável, não era o pedaço de carne que marcava aquilo, os rostos quase encostados, a respiração que se fazia próxima uma da outra, e claro, assim que a carne era mordida os lábios se tocavam, mas Jibril não só fazia que aquilo fosse rápido… ela deixava que eles se mantivessem por mais alguns segundos encostados, para que a sensação perdurasse, por alguns poucos momentos a mais, e quando aquilo terminava, para a pequenina, a sensação era simplesmente incrível, era seu primeiro beijo, e ela queria que aquilo continuasse, no fundo do seu coração ela queria isso. Talvez se ela pudesse pedir? a mulher continuaria? Bem essas são as dúvidas que mais corroem as pessoas, o famoso “E se” bem talvez seja algo que os tímidos carreguem como uma maldição eterna. Algo que está no DNA deles, a coragem para expressar suas vontades às vezes fugia de suas bocas, mas o que mais fazer? entretanto aquilo estava longe de terminar.

Lynn naquele momento do beijo, diante da pergunta da celestial, se via completamente arrasado. Ele não sabia como reagir, o que era maior orgulho ou seu libido? a resposta estava no seu sorriso triste, que se fazia fronte a cena, e a sensação de completa devastação emocional, o que fazer? ele não tinha resposta mas temia que não houvesse nada. Entretanto aquela pergunta afetava Ali negativamente também, ela estava disposta a fazer aquilo com outras pessoas? isso simplesmente no fundo machucava, doía, ela queria que aquilo fosse unicamente dela, era algo egoísta ao que se pensava mas não parecia no fim errado de se pensar. A sensação da comida ainda perdurava nela, seu corpo estava quente e era bom, mas ao mesmo tempo trazia certa agonia… o que fazer? ela não sabia e apenas pressionava as coxas uma contra a outra, e naquele momento ela precisava de todo o apoio para aguentar aquilo até o fim, era uma reação tão fofa mas ao mesmo tempo assustada. A celestial sorria pra ela quando ouvia aquilo, era um momento tão bonito de se observar do ponto onde Jibril olhava. Ela então entregava a mão para a garota mantendo seu rosto muito perto olhando bem nos olhos dela. - Tudo bem fofinha, você merece.- e dava um leve beijinho na testa dela, mas naquele momento um comentário leve escapava. -Suas mãos são bem macias.- Enquanto com a mão ela fazia de leve o aviãozinho para pouco a pouco a comida ir acabando e a sensação ruim diminuindo.

A melhor parte do show começava agora, a pequenina tinha de lamber o prato por meio da sugestão da garota de asas, ela não entendia bem o motivo, mas começava lentamente a lamber colocando a linguinha pra fora se esforçava para fazer aquilo dar certo, mesmo com a dificuldade que era apresentada para ela. Jibril em um momento simplesmente a abraçava, aquele momento aconchegante e carinhoso pagava por todo o sentimento ruim que pudesse ter vindo até a pequenina, as duas estavam se acertando aos poucos, talvez por serem tão distintas mas parecidas ao mesmo tempo, a timidez de Ali era o contraponto a espontaneidade de Jibril que conseguia até mesmo ultrapassar o ponto do que era ser intenso, mas aquilo de certo modo era também importante pra anjinha, por mais estranha que fosse, essa maneira de se aproximar que ela exercia, era verdadeira, era algo que em um momento iria fazer real diferença para as duas, aos poucos talvez aquilo se tornasse o que a albina desejava, mas mesmo que ainda tivesse visões um pouco diferentes de tudo aquilo era algo puro. Talvez não tão inocente na mente de alguma delas, mas apenas a própria forma como Ali enxergava, tornava aquilo legitimo.

~Alipheese, Makei & Drake~


A passos tímidos Ali adentrou na sala do homem, já Lynn mesmo depois de seu momento de tristeza estava firme adentrando no lugar, e claro havia mais partes firmes dele em todo momento, já que seus joelhos não dobravam, bem, nada dobra, ele ouvia o que Cruzis tinha pra falar e não estava muito feliz com isso, a experiência que teve com superiores não foi boa, e de fato ele estava drogado, logo nada do que dissesse seria estranho, e claro ele tinha uma porrada de coisas que ia perguntando. - Bla bla bla, vire o mapa moleque.- falava ele arqueando as sobrancelhas, e mostrando um pouco da indignação e tudo estava escrito atrás do mapa com algumas informações importantes. - Apenas preste atenção no que está acontecendo e nada vai dar errado, levem o mapa, vocês tem um sinalizador, usem ele. Vocês podem ter tido qualquer problema que seja em suas missões anteriores, mas aqui é tudo organizado, a marinha de loguetown está sobre minha supervisão, se eu te mandei pra essa área X é nela que você vai trabalhar entendeu?- falava com um olhar completamente sério. Não gostava de ver suas habilidades de liderança confrontadas, ainda mais por um novato de Shells Town, mas não passava de apenas fazer esse rosto de desprezo.  - A área é segura pra um marinheiro, a não ser que você não consiga lidar com criminosos comuns, vocês vão pra melhorar a moral dos civis, a missão não é lutar contra um assassino implacável com poderes mágicos. Agora só vai antes que eu mude de ideia e te coloque pra limpar o chão e começar o alistamento de novo. Na verdade espera… 14 tritões em Shells Town? É te digo que se você ainda está vivo, você tem culhões HAHAHAAHAHAHA-  Falava ele apontando pra a parte de baixo do garoto enquanto ria descontroladamente. Jibril ouvindo a risada logo interferia. - Você está com saudade da minha comida T-e-n-e-n-t-e- Falava se aproximando e pegando na gravata dele com um olhar malicioso, o homem engolir no seco quando ouvia aquilo. - Não obrigado, vão, vão.-  uma gota de suor descia da testa dele, e depois ele então goleava o que estava na mesa dele naquele momento, esperando que o garoto lesse o que estava no mapa com instruções.

Citação :
A área de 200m² que deverá ser protegida se estende próxima ao QG, haverão sinalizadores na sala de treinos, apenas sigam pra ela, Jibril já possui as informações de onde todos se encontram, e serão como pedidos de ajuda, pra se qualquer problema venha a ocorrer, se a situação sair fora de controle apenas os usem. No geral a área é Segura, não acontecem muitos crimes, apenas um pequeno grupo de baderneiros se colocou a trabalho na área ultimamente, mas não são algo a se temer. As casas da área precisam de uma ronda apenas, vão trocar de turnos quando vocês terminarem uma próxima equipe vai assumir.

Não existem informações sobre o possível ladrão, apenas que ele fugiu ao ser visto pela marinha, o que faz crer que não seja um combatente poderoso, a única coisa a qual eu diria é que ele é algo que eu odeio, um covarde com uma arma. Todos parecem adquirir confiança quando tem uma em mãos. No entanto a missão em si não é caçar ele, é proteger a área, caso tal apareça, isso poderá ocorrer, mas a captura não é a prioridade, e sim a proteção dos civis, e das lojas que esses possuem. Todas as aparições dele foram justamente por essa área específica, logo não há qualquer relato de um ambiente completamente diferente.

A missão é simples, mais detalhes a própria Jibril poderá explicar visto que ela possui conhecimento da ilha e da área em si, além de estar com todos os dados recolhidos consigo, visto que visava essa missão a algum tempo. Boa sorte marinheiros, e não se esqueçam, a qualquer descontrole os reforços estarão a caminho.

-Kattleback Cruzis, Tenente

Nesse momento a garota de cabelos brancos se colocava em voz, falando sobre o provável amigo dela, sim era uma expressão como sempre fofa, por mais que um pouco mais firme que a poucos minutos atrás, o homem que na verdade já esperava que eles estivessem se retirando apenas respondia positivamente. - Não vejo problemas, ainda está dentro dos padrões da missão ter mais um membro. - E o Lynn se questionava, sobre o possível “limpador de chão” ter alguma relevância dentro da ideia de levar realmente alguém, mas no fim sua mente o convencia de que havia um motivo, era sempre útil ter alguém para que  sofrer por ele, aliás apanhar por ele, então sua saída da sala era feliz e excêntrica, caminhando como se o mundo fosse um pouco melhor quando pensou naquilo, literalmente despreocupado com a questão. E de fato era uma notícia boa pra ele. Já a pequenina de cabelos brancos tinha um pedido a Jibril, ela queria que a celestial a guiasse, com um sorriso no rosto vendo o quão fofo era a menina dizer isso ela simplesmente aceitava. - Claro fofinha, a gente teria que ir lá pelos sinalizadores. É só me seguirem.- E estendia a mão para que ela segurasse, afinal pela forma frágil que ela se mostrava a celestial tinha uma certa proteção quanto a ela, pela parte que a toca, e pelo lado sádico, bem… aquilo iria fazer com que Lynn quisesse ainda mais se curvar. E quando a pequenina segurasse a mão dela soltaria. - Está tudo bem aí imperador? tudo bem nesse seu trono?- olhando pra ele com aquele mesmo modo sádico, mas novamente voltava sua expressão ao normal quando tal terminava e caminhava com ela, até o ponto de treino.

Lá eles encontram o faxineiro mágico, que estava já pra sair dali, vendo a pequenina a primeira questão dele era justamente sobre quem era a garota anjo e principalmente o que eles estavam a fazer por ali, Ali não chegava a tentar explicar nada pra ele na verdade ela apenas contava que a celestial fosse fazer tal, e bem… era o que ela realmente fazia, soltando naquele momento a mão da pequena ela passava a rodear Drake, em uma aproximação súbita assim como fez com os outros dois seus olhos quase entravam dentro dos do garoto com a forma que o rosto subitamente se colocava frente a o dele. - Me chamo Jibril, eu vou ser a parceira de vocês nessa missão de agora, é algo simples.- e nesse momento ela mostrava o que estava no mapa que era a área e também o que estava escrito por trás desse. - Bem basicamente é essa nossa missão.-  falava enquanto rodava ao redor dele olhando ele de cima a baixo sempre perto demais do mesmo como se pra ela fosse normal, estar assim, e de fato era. Mas assim que terminava de mostrar as coisas da missão, corria rapidamente voltando com 6 sinalizadores, e entregando um pra cada um. Ela pegava novamente a pequena de cabelos brancos pela mão enquanto caminhava em direção ao lugar que ela queria mostrar. - Bem estão todos prontos? vamos pra area demarcada agora então certo?-  

~Shinsuke~


O garoto explode e queima tudo ficava na sala resmungando enquanto Hana saia da sala com um sorriso no rosto e fazendo piada dele que parecia ter um pavio bem mais curto que o normal para aguardar coisas, nem que fossem alguns minutos. Zed ficava esperando que algo acontecesse enquanto pensava em coisas pegando fogo, coisa que o rapaz gostava muito de fazer e nem ele sabia direito o porquê, mas parecia ter uma necessidade constante de realizar essas coisas piromaníacas malucas que até alguns dos mais perigosos piratas não faziam aleatoriamente. Ele poderia se encrencar se alguém com bom senso percebesse sua insanidade latente.

Até que na sala entrava a mulher de cabelos rosas, nada mais nada menos que Six, a mulher que havia derrotado o rapaz sem usar nada mais que dois dedos falando sobre os homens que trabalhavam para Crasus. Zed então falava sobre se empolgar com os revolucionários que estavam a solta e querer enfrentá-los, nesse momento, Six pegava um cigarro e o acendia encarando Zed nos olhos com um sorriso malicioso e falando com certo escárnio para o rapaz.

- Vai demorar um tempo ainda até que seja feita a escolta de Crasus. Na verdade, pensando agora, acho que tem uma missão que poderia te interessar, estaremos transportando alguns civis para a Grand Line, não sei se tem interesse em ir para aquele mar amaldiçoado… De toda forma, tenho que ir agora, fale com Cruzis. -

A mulher de cabelos rosa falava e parava pensando no que havia dito, isso logo após dar uma forte tragada em seu cigarro, jogá-lo fora e acender outro, dessa vez, sem preocupações e mais séria em relação ao que dizia. Nesse momento, ela saia do lugar com pressa, parecia que tinha algo para fazer em outro lugar, pois sua tremedeira nas mãos não parava, além de seu pé que havia começado a bater no chão enquanto conversava com Zed.

Não demorava nada até Zed sair da sala olhando de um lado para o outro, nesse caminho não via ninguém conhecido, apenas alguns marinheiros limpando o chão e janelas, até que em um momento de distração  quando subia um lance de escadas procurando por ela e olhava para dentro de uma sala que ficava no andar de onde estava saindo, ele batia a cabeça em algo macio, frio e cheiroso, quando se deu conta, não era ninguém mais, ninguém menos que Hana que descia as escadas, ela falava ao mesmo tempo sorrindo e com um tom afetuoso para ele que só percebeu que havia batido nela quando ouviu sua voz.

- E eu achando que você só gostava de fogo e explosões... Então é disso que você gosta... Hahaha. -

Era nesse momento que o rapaz percebia que havia algo melecado e gosmento em sua cara, ela carregava um pudim repleto de melaço que acabou virando no rosto de Zed com o impacto. Hana não conseguia se segurar e colocava a mão na frente da boca dando um riso até que baixo diante da situação, ela então oferecia para ele um lenço falando ainda rindo um pouco.

- Vamos... Haha... Se limpe... Hahaha... Consegui uma ótima missão para gente. Vamos falar com o Cruzis! –

Eles se dirigiram ao Cruzis que ficava subindo pela escadaria por onde Zed já se dirigia e passando por um corredor longo, lá havia uma porta já aberta que levava a uma sala.

- Entrem! –

Entrando lá, viam um homem sentado escrevendo em alguns documentos com uma pena olhando fixamente pelos papéis que iam sendo passados um após o outro. Ele tinha um longo rabo de cavalo preto saindo de seu boné da marinha, usava óculos escuros, uma farda da marinha com algumas medalhas e estava com manoplas em forma de leão sobre seus ombros, penduradas em seu pescoço. Passavam-se alguns segundos após Zed falar com ele, ele então amontoava os papéis, os deixando em cima de uma pilha que já estava em sua escrivaninha, olhava para o rapaz firmemente diretamente em seus olhos, estando bastante centrado e sério em relação à situação, não demorava até que começasse a falar com um tom bastante imponente, durante sua fala, colocava um mapa em sua mesa e apontava para uma região circulada.

- Olá, então você é o homem que perdeu para Six? Não me admira, ela tem uma força até que considerável. Bem, a garota disse que vocês queriam uma missão, tenho algo para vocês, eu estava mesmo procurando por alguém para colocar à frente disso. -

- Basicamente, quero que vocês protejam esse lugar indicado no mapa, alguns furtos aconteceram nesse lugar em especial e mais recentemente, um assassinato, por isso quero que façam uma patrulha constante aqui e não deixem que nenhum crime ocorra. Com isso, tenho certeza que a insegurança das pessoas vai passar, o principal é que fiquem à mostra e passem uma sensação de segurança para a população. -

O homem encarava os dois por mais algum tempo aguardando para ver se falariam alguma coisa, se não falassem, ele voltaria a escrever em outra pilha de papéis, nesse tempo, Hana puxaria Zed pelo braço para guiá-lo para a saída daquele lugar. Ambos iam saindo do quartel general sem que ninguém os interrompesse, aparentemente seria só mais uma simples missão para eles. Mas Hana na saída do lugar, quando dão de cara para rua, solta uma frase bastante diferenciada com um grande sorriso.

- Sinto que essa missão vai ser bastante divertida. -


Eae:
 

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