One Piece RPG
Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» Enuma Elish
Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Emptypor GM.Alipheese Hoje à(s) 17:09

» A inconsistência do Mágico
Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Emptypor Jean Fraga Hoje à(s) 16:34

» Mep-Ruriel
Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Emptypor Ruriel o Ruivo Hoje à(s) 16:28

» [Mini-Ruriel]
Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Emptypor Ruriel o Ruivo Hoje à(s) 16:24

» O Regresso do Anjo Torto
Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Emptypor DanJo Hoje à(s) 15:18

» Meu nome é Mike Brigss
Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Emptypor Shiro Hoje à(s) 14:38

» [E.M] - Gostosuras e Travessuras
Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Emptypor Thomas Kenway Hoje à(s) 14:05

» [MINI - Gates] O Pantera Negra
Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Emptypor Ryoma Hoje à(s) 13:46

» Xeque - Mate - Parte 1
Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Emptypor TheJoker Hoje à(s) 13:31

» Art. 4 - Rejected by the heavens
Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Emptypor Kenshin Himura Hoje à(s) 12:50

» Apresentação 6 ~ Falência Bombástica
Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Emptypor Furry Hoje à(s) 11:20

» [M.E.P] Joe Blow
Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Emptypor Joe Blow Hoje à(s) 09:56

» [Mini-Aventura] Joe Blow
Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Emptypor Joe Blow Hoje à(s) 09:55

» Livro Um - Atitudes que dão poder
Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Emptypor gmasterX Hoje à(s) 09:54

» [M.E.P] Veruir
Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Emptypor Veruir Hoje à(s) 08:16

» [Mini-Aventura] Veruir
Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Emptypor Veruir Hoje à(s) 08:14

» Mise en place
Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Emptypor arthurbrag Hoje à(s) 07:24

» I - A Whole New World
Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Emptypor Makei Hoje à(s) 07:01

» ブルーベリーパイ ~ Blueberry Pie
Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Emptypor Skÿller Hoje à(s) 04:45

» Sidney Thompson
Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Emptypor Zed Hoje à(s) 01:19



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG
Pokémon Adventure RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 Tróia - Parte 3 - Pandemonium

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1 ... 8 ... 13, 14, 15, 16  Seguinte
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 62
Warn : Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
Localização : 1ª Rota - Karakui

Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Empty
MensagemAssunto: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 EmptyQua 11 Abr 2018, 21:22

Relembrando a primeira mensagem :

Tróia - Parte 3 - Pandemonium

Aqui ocorrerá a aventura do(a) agente Achiles. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
GM.Alipheese
Comodoro
Comodoro


Data de inscrição : 31/03/2013

Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Empty
MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 EmptyTer 18 Set 2018, 23:13

Origens

Uma das coisas mais incríveis que poderiam ter lhe acontecido era certamente o reencontro, estar novamente nos braços da celestial, era algo que era capaz de trazer uma paz muito grande para a cabeça da pequena, que durante toda a situação de tensão, carregou uma preocupação sobre como estaria a garota, havia ali um desejo muito grande de que pudesse saber melhor como expressar o que havia em seu peito, mas talvez pela própria expressão de surpresa do anjo, aquilo já havia sido uma conquista muito grande, talvez pelo sentimento de saudade e pelo modo como sua preocupação teriam superado em muito qualquer outro pensamento que ali, não se fez importante, a sensação de poder abraçar a garota era algo que a muito tempo não poderia sentir, talvez sequer tivesse muito da memória sobre o que exatamente poderia usar como referência. Mas a sensação era boa, como se durante aqueles segundos o mundo pudesse parar por um momento, de modo que toda a preocupação, todo o medo e até mesmo toda tensão pareceu a ela escapar, no momento em que sentia-se segura pelos braços da garota.

Em um mundo ideal, quando estivesse falando com Shiro, não haveria de se separar ali da celestial, onde esperava que não fosse um problema para que ele pudesse continuar contando com a presença das duas, havia feito a sua pergunta ao Tenente, conhecia tão pouco sobre o seu pai, que isso incomodaria um pouco, pois o sentimento de carinho que carregava por ele, assim como de admiração era tão grande, quando a admiração que tinha pela sua mãe, de certa forma não tinha um desejo em seu peito que fosse estranho, sendo este o desejo de se tornar alguém que seus pais pudessem sentir orgulho e mesmo que talvez pensem nisso, como algo infantil, aquela era a sua origem e não havia nada de errado em voltar a ela nos momentos em que se precisa ser mais forte, pois dela que se relembra quem verdadeiramente é, de onde vieram suas convicções. Quando Shiro começou a falar sobre o pesar que havia sobre o acontecido com a sua mãe, a garota respirou fundo. Não era fácil, ter de lidar com a idéia de que alguém que havia salvado tantas pessoas, tivesse passado por tanto sofrimento, ainda que sua mãe fosse um exemplo de força para a pequena, ela sabia que o tempo em que haviam passado juntas, ainda que fosse mágico em sua memória, seria um período onde o tratamento em si, o próprio ferimento não a deixavam viver com qualidade.

Lembrava de muitas noites, ter sua mãe, a pedindo para que pudesse ficar ao seu lado, onde dormiu segurando a sua mão, como se os papéis pudessem se inverter e a garota hoje, e talvez até naquela época, sabia que esses eram dias que estavam tão difíceis que ela temia que fosse o seu fim precoce e eram dias difíceis, onde pouco a pouco construiria a gentileza da alva marinheira ainda mais, assim como o desejo de proteger, ainda que tenha falhado com quem lhe havia sido mais importante até então, foi alguém que estava ao alcance de suas mãos, mas que não houve algo que ela pudesse fazer, por mais sacrifícios que pudesse ter feito. Fechou os olhos por um momento, fechando um pouco os próprios punhos, não havia sentido em remoer pelo que havia acontecido, era algo que havia a feito quem ela é hoje e por mais que não fosse algo a se orgulhar, em relação a não conseguir ter feito o que fez, havia começado a se orgulhar de quem era, do que havia sido capaz e suas ações, já haviam levado a salvação de sua própria cidade natal um dia, em uma invasão de larga escala, onde mesmo sem experiência e com o medo que carregava, havia sido capaz de fazer a diferença. Seu olhar enquanto ouvia a história de Shiro era profundamente interessado, seus pequenos olhinhos vermelhos chegavam a brilhar um pouco.

Quando ouviu um pouco sobre a timidez de seu pai, talvez fosse ali um momento que havia a feito corar um pouco, em ver como eles eram parecidos, quando o via ele sempre pareceu ser alguém muito mais corajoso, apesar de que talvez pudesse esperar um pouco, quando lembrou de que sua mãe havia lhe contado que havia sido ela a tomar a iniciativa, e não o contrário, mas o que mais lhe chamava atenção, era o fato de que ele era alguém capaz de inspirar, era alguém gentil e isso encheu seu coração de um sentimento que era muito gostoso de sentir. Talvez estivesse ali tão entretida com a conversa, que sequer havia notado a sala esvaziando mais e mais., conforme as pessoas foram seguindo o próprio rumo. Havia ali um presente que significaria muito a ela, ver como eram seus pais quando mais novos, em uma foto tão bonita.

Pegou aquilo como se fosse o tesouro mais valioso que poderia receber com um sorriso, a alegria de poder vê-los novamente era grande ao ponto que sequer havia entendido muito bem, que aquela era uma foto que se passava antes do que teria invalidado permanentemente a sua mãe e eventualmente a teria levado para o próprio fim. Respirou fundo mais uma vez, seria possível ver que algumas lágrimas provavelmente se formariam em seu belo rosto, que talvez ainda tivesse úmido, se o anjo que geralmente tinha esse cuidado, não tivesse secado suas lágrimas anteriormente, pela forma carinhosa ao qual cuidava sempre para que a garota estivesse sempre em seu melhor estado.

-O-obrigada! Eu...Bem… Eu… Espero que eu possa ter me tornado… Que eu possa me tornar…Digna de suas memórias… Digo… Eu… Não os conheci tão bem… Não tanto quanto eu… Gostaria de ter conhecido.... Eu nunca consegui viver com eles como eu sempre li que as crianças viviam nas… Nas histórias que eu sempre amei ler… Mas, eles sempre foram meus heróis…Tal… Talvez a forma como eu enxergue a marinha, seja pelo modo como eu os via, como eu ainda os vejo... Eu… Não cresci tanto quanto a minha mãe… Nem como o meu pai… Talvez…Pelo próprio modo como eu… Como nós enfrentamos dificuldades… Não é um caminho fácil… Mas, ainda assim eu quero me tornar alguém…Alguém que possa fazer com que… Com que ninguém mais tenha de passar por isso… Eu… Ainda sou fraca… Mas, eu quero lutar para mudar isso dentro de mim e… Eu… Não quero ser incapaz de proteger alguém que esteja aos alcances de minhas mãos novamente...S-Senhor, eu… Não sei como expressar a minha gratidão pela foto eu… Se você não se importar, poderia me contar mais sobre as pessoas que trabalharam junto a vocês também?... Azazel e Artorias… Certo? Se eu tiver tomando muito do seu tempo, me perdoe é que eu… Eu… Realmente me seria importante entender um pouco mais sobre minha origem…

Completaria a garota em um tom doce, não insistiria muito, caso o homem não quisesse falar ainda mais, suas reações possivelmente até então haviam sido algo diferente do que talvez se esperasse de alguém com a sua aparência, que por mais frágil que fosse, tinha um coração forte e mesmo em suas lágrimas, havia força, havia a gentileza, o que talvez se refletisse muito em ambas características as quais, talvez Shiro possa ter visto anteriormente em Lucy e Itsuki, onde havia um pouco da força e da determinação da mãe, e a gentileza para com as pessoas do pai, talvez realmente pudesse se tornar aquilo que almejava, desde sua origem e de certa forma sua criação, por mais que ainda tivesse um longo caminho a percorrer. Se ainda não tivesse sido tratada, se fosse possível, deixaria que realizassem o seu tratamento e ficaria ali por mais um tempo, caso a conversa pudesse prosseguir por mais um tempo, havia algumas coisas a fazer antes de sair do navio, havia de pegar suas coisas no quarto e se tivesse a oportunidade, se ainda houvesse algo para comer, gostaria muito de servir-se de algo bom, ainda mais se pudesse vir pelas mãos de Jibril, ou de alguém com habilidade culinária similar, temia que pela informação que havia recebido anteriormente, talvez tivesse de ficar um bom tempo sem que pudesse comer na ilha ao qual desembarcariam agora, mas não o faria de imediato, sendo o rumo que ela tomaria, algo simples, que pudesse naquele momento retirar um pouco das últimas dúvidas de seu coração. Se Shiro lhe desse alguma menção de que deveria ir ou que não poderia continuar a falar sobre, devido a qualquer que fosse o motivo, lhe seria muito grata ainda, e limitaria-se a caso ainda estivesse acompanhada a chamar Jibril para que pudesse ir buscar as coisas.

-J-Jibril, desculpa você… Ter feito você… Ficar esperando eu… Eu… Você quer ir comigo buscar as coisas no quarto?


Diria a garota em um tom tímido e extremamente adorável, seu rosto quando falava com a celestial ruborizava levemente, fazendo com que muito mais do que era conhecido sobre ela pudesse ser visto, já que não havia algo mais tão grande, como a preocupação ou a própria saudade ou culpa para que pudesse se colocar acima da natureza da garota, se o rumo seguisse dessa forma, seria aquela a liderar o caminho.

Histórico.:
 


Objetivos”:
 

Off:
 


Última edição por GM.Alipheese em Qui 20 Set 2018, 11:21, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Meursault
Agente em Treinamento
Agente em Treinamento
Meursault

Créditos : 3
Warn : Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 8010
Masculino Data de inscrição : 28/01/2018
Idade : 23
Localização : Loguetown - East Blue

Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Empty
MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 EmptyQua 19 Set 2018, 15:51



Perdendo a cabeça




A primeira impressão do agente sobre Terralegre não era lá muito positiva, o lugar aparentava ser completamente desinteressante e, com toda certeza, o clima árido e as cadeias montanhosas não tornavam a ilha mais convidativa ou atraente, era o tipo de lugar ao qual Sven nunca se dirigiria por vontade própria. O território era desconhecido, mas o espadachim já estava acostumado a lidar com essa situação, a sensação já lhe era familiar, havia sido assim em Fernand Ice Island, Lvneel e Loguetown, tudo havia acabado bem, todas as vezes, assim sendo, Bjarke não via motivo para temer o que o destino lhe reservava, muito pelo contrário, estava ansioso para ir até o Quartel General e receber os frutos do sucesso da sua missão. O fato da embarcação ter atracado no porto do Quartel da ilha era uma ótima notícia para o médico, facilitaria bastante a sua vida, já que não teria que perder tempo procurando pelo local.

Bjarke, ao notar tal fato, abriria um sorriso e suspiraria aliviado, em um claro sinal de alegria, as coisas geralmente eram bastante difíceis para o jovem e, quase sempre, costumam envolver muito sangue e suor, era bom variar de vez em quando. O espadachim traçaria seus passos, de forma lenta e despreocupada, até o portão que separava o porto do Quartel, quando fosse interrompido por um dos marinheiros, pararia de caminhar e prestaria atenção no homem, a pergunta feita era bastante simples, assim sendo, a resposta carregaria a mesma simplicidade. - Para o Quartel. - O homem apontaria para a entrada do local enquanto falava, um tanto quanto surpreso com o tom usado pelo marinheiro. Quando o segundo oficial perguntasse se o agente desejava ser morto, Sven não conseguiria deixar de exibir um sorriso, o médico estava de bom humor por estar tão perto do local que desejava alcançar e tinha tempo disponível para conversar com aquela dupla, assim sendo, resolveu participar daquilo que julgava ser uma brincadeira. - Depende do dia, as vezes eu realmente preferiria estar morto. Eu sei que entrar sem camisa no seu ambiente de trabalho pode não ser a coisa mais apropriada para se fazer, mas matar por isso já me parece um exagero. - Bjarke diria tais palavras em tom de descontração e esboçaria um sorriso para os homens. As alegações posteriores eram extremamente fantasiosas, tão fantasiosas que o médico seria capaz de atribuir certa veracidade para o que foi dito, ninguém inventaria uma história tão bizarra como essa, existem mentiras que apresentariam maior facilidade para convencer o agente caso o intuito dos marinheiros fosse drogar o homem.

Com muitas dúvidas em sua mente e um semblante ligeiramente menos alegre, Sven aceitaria a droga oferecida pelo oficial, mas, em vez de se dirigir diretamente ao Quartel, retornaria para a embarcação. - Muito obrigador por avisarem. - Diria, tentando ser o mais simpático possível, mesmo duvidando das intenções da dupla, afinal de contas, o navio havia sido invadido, não seria um delírio pensar que alguns marinheiros fossem pessoas infiltradas que ainda não haviam se revelado. - Eu esqueci algo dentro do navio, vejo vocês mais tarde. - Apesar de realmente ser uma desculpa conveniente para mudar o seu destino rapidamente, as alegações eram verdadeiras, o espadachim se lembrava de ter lutado contra o boxeador, separado a cabeça do corpo de seu oponente e carregar o troféu por todo navio, mas havia esquecido o seu espólio ao abandonar a enfermaria. Retornaria até o local em passos rápidos e, chegando em seu destino, procuraria pela cabeça. Se não encontrasse o que desejava, perguntaria a qualquer um que estivesse presente no local. - Você, por acaso, viu uma cabeça degolada por aqui? - Se recebesse a informação de que a cabeça havia sido levada pelos marinheiros, simplesmente aceitaria a perda do objeto, afinal de contas, não adiantava chorar pelo leite derramado, mas, se soubesse que o seu prêmio ainda estava sob seu alcance, partiria em busca do espólio. Assim que encontrasse a cabeça, guardaria a droga no bolso e agarraria a mesma pelos cabelos, em seguida, rumaria pela embarcação, procurando por algum marinheiro de patente elevada ou algum médico, caso encontrasse alguém que se encaixe nessa descrição, diria: - Com licença senhor, você pode me informar sobre o uso de Pequenalegria? - Se as informações que recebesse fossem similares ao que foi dito pelos oficiais, tomaria aquilo como verdade.

Independente da veracidade do que fora alegado anteriormente, Bjarke se divertiria com toda essa situação, Terralegre e Pequenalegria eram nomes, no mínimo, exóticos, eram hilários aos olhos do espadachim, o homem só conseguia pensar que, se adotasse esse padrão de nomenclatura, chamaria a sua vida de Grandecepção, era triste, mas, ao mesmo tempo, era engraçado, literalmente, rir para não chorar. Se acreditasse que a história da droga era verdadeira, Sven caminharia em direção ao Quartel General novamente, quando passasse pela dupla de marinheiros, cumprimentaria os mesmos, com um aceno de cabeça. Assim que se aproximasse da passagem, deixaria a cabeça do garçom no chão por um instante e tiraria a droga do bolso, ingerindo a mesma, após isso, agarraria a cabeça e atravessaria a porta, entrando no Quartel. A ideia de utilizar drogas não agradava Bjarke, mas, se a história da dupla de marinheiros se confirmasse, não existiria outra opção, desta forma, não faria nenhum sentido reclamar ou lamentar.

Se conseguisse adentrar no Quartel General com sucesso, procuraria por uma recepcionista, ou similar, encontrando, entregaria a cabeça, se portasse a mesma. - Desculpa incomodar, mas você poderia ver se existe uma recompensa pela cabeça desse homem? - Se existisse de fato uma recompensa, Sven perguntaria se o montante poderia ser depositado diretamente em sua conta. - Tem como depositar a recompensa na minha conta? Ajudaria bastante. - A pergunta seria feita da forma mais amistosa possível. Portando ou não a cabeça de seu oponente, Bjarke se apresentaria para a recepcionista, como havia sido pedido pelo seu superior, ou superiora, só Deus sabe. - Meu nome é Sven Bjarke, me disseram que minha presença foi requisitada aqui, sabe com quem eu devo falar? - O agente seguiria qualquer instrução fornecida pela recepcionista.

Histórico Bjarke:
 



____________________________________________________


Voltar ao Topo Ir em baixo
Makei
Estagiário Orientador
Estagiário Orientador
Makei

Créditos : 32
Warn : Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 9010
Masculino Data de inscrição : 07/08/2017
Idade : 24

Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Empty
MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 EmptyQui 20 Set 2018, 04:10

The Emperor of Sea



Olá, vocês sentiram a minha falta ? Obviamente que sim, alguns até mesmo devem ter visto o meu pedido de Avaliação na área das Aventuras, mas para a alegria de vocês e a desgraça dos Avaliadores eu voltei \o/. Então se senta bem aconchegado na cadeira, pega uma coca cola, pega um salgadinho daqueles que engorda e bora ler mais um monte de merda que eu geralmente escrevo ! Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 3840504489




Tudo havia sido tão rápido… A poucos instantes eu conseguia ver a minha pequena criaturinha naquela sala, ao lado dela estava Hana e o arrombado do Latino, quero dizer, Drake… Pouco tempo passava e era o Tenente inútil que voltava falando e entregando algumas coisas estranhas para nós, contudo eu não conseguia entender direito… Algo estranho estava acontecendo, minha cabeça não parecia legal, meu estômago parecia se revirar enquanto tudo me lembrava uma breve vertigem muito louca de um sonho que não parecia ser muito legal… Sonho esse que terminava com uma tela preta antes de eu sentir beijar os lábios frios de minha Imperatriz, sim, o chão ! Sem muitos avisos, como uma cena de amor onde duas pessoas se encontram após anos de distância sem o gosto da sua boca, o pequeno Imperador, vulgo “Eu”, cai de boca como se não houvesse um amanhã para comemorar. Com a minha bela bunda para cima, provavelmente babando pela boca e agora com um galo gigante na testa, não sabia de mais nada se é que em algum momento eu estava sabendo de algo dentro daquela sala, para aqueles que não entenderam merda nenhuma de tudo que eu escrevi, eu havia apagado…

~~ Sonho~

Apenas a escuridão era a minha amiga nesse instante, contudo, isso vinha a mudar em uma velocidade anormal, agora o lugar estava totalmente diferenciado, era quente… Tinha algumas chamas por todo o local… Era um lugar realmente exótico, o chão parecia com pedras rachadas e eu lembrava ter visto algo assim um dia, talvez em uma pintura ? Mas era tudo bem surreal... Bom… Finalmente eu tinha chegado em meu momento de reflexão, eu estava no sonho do [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

“” Porque diabos está cheio de mulheres com p#$@#a nesse local ? Suspicious “”

Por questões de fudendo crianças lendo esse post, estamos censurando essa caralha de palavra que começa com PI e termina com CA, sim, isso mesmo que você pensou, pipoca !
~ Obrigado e tenham uma boa leitura ~

~~ Fim~

- NÃO ! AS CAPIVARAS NÃO !!! -

Gritaria ao acordar assustado como se estivesse tendo o maior pesadelo da minha vida, obviamente se alguém tivesse um pingo de consciência e inteligência nesse caso saberia que provavelmente esse era de fato o maior pesadelo que qualquer humano poderia ter, já que estavam a me forçar em uma ação tão desumana sobre os guardiões de Curitiba, se é que existe algo assim por aqui…

Parecido com muitas vezes e provavelmente o que eu mais faço em todas as aventuras, eu estaria perdido novamente… Confuso… Sem entender muito bem e ainda um pouco desconfiado, olharia ao meu redor em busca de mais informações de onde eu poderia estar, se avistasse o doutor ou alguém que assemelha-se a um que havia cuidado de mim a uns momentos atrás, o questionaria agora estreitando levemente o olhar suspeito, o deixando ainda mais intenso sobre o indivíduo com um leve tom de desconfiança ao colocar um leve biquinho sobre a boca ao comentar com o tal “Médico” .

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

- … Que porra tu fez comigo ? -

“” Certeza que esse arrombado tava querendo abusar de ti mermão… Conheço o tipo deles, não confie neles não Lynn, quando você menos espera eles estão com algo nas tuas costas… E se você tá achando que é carinho vai tomar no cu, literalmente...Tô de olho em ti rapá, fica esperto. You! “”

Reviraria os olhos em todas as direções em busca de mais informações do que poderia estar a acontecer nesse instante, não confiava no cidadão a minha frente, esse arrombado de fato deve ta de zueira com a minha cara… Mas apenas tenho a ele no momento para tirar as dúvidas, certo ? Foda-se tudo isso, eu não confio nele mesmo, vou apenas ver as minhas coisas e dar o fora daqui, ta ligado mermão ?!

- Aham… Sei… De qualquer forma, sabe onde está minhas roupas de Marinheiro ? -

Comentaria de início como se não desse muita importância para as palavras do “Médico”, deixando a parte sobre as roupas na ocasião de realmente não conseguir avistá-las, nunca se sabe se hoje em dia as pessoas podem ser bondosas e colocar sobre a cama junto, né Ventus-Senpai… Faz essa pra nós, deixa as roupas e o cartão mais fácil pra gente, pô… Se as minhas roupas estivessem a vista e próximas o suficiente para eu pegar com as mãos mesmo, não demoraria muito para vesti-las, tendo a certeza que estaria sozinho no leito com as cortinas fechadas, na situação que tivesse alguém sobre o local e não fosse uma bela mulher, é claro que eu o tocaria para fora do local.

- Por acaso você poderia me dar licença ? Tem um Imperador aqui prestes a ficar pelado… -

Mas nem tudo é um mar de rosas e a chance do Ventus me trollar são tão altas quanto o batidão do Pablo Vittar, por isso se o Doutor ou qualquer porra que estivesse me atendendo ali na ocasião não as trouxesse ou pelo menos me dissesse onde estariam, eu iria buscá-las antes de voltar para o leito e me vestir dessa vez de forma mais apropriada, no caso, uniformizado.

Com essa situação resolvida e agora de pé, temos um outro problema para ser resolvido, lembram do Cartão de Recomendação ? Então… Se eu o estivesse com ele em minhas mãos a certeza que eu não me lembraria disso é quase 100% pois sou eu quem estou escrevendo isso, por isso, eu de fato não me lembraria de início do que isso se tratava, seguraria o tal cartão com uma de minhas mãos enquanto o olharia novamente com o mesmo olhar atentamente de um tempo atrás, o objetivo disso ? Buscar algum tipo de informação que me ajudasse a lembrar de onde aquilo havia surgido, observaria as suas costas e frente antes de chegar a uma conclusão que de fato não seria a correta…

- Seria isso… UMA CARTA DE AMOR ?!? Não, pera… Isso ta errado… -

” Que porra de carta é essa que eu não me lembro ? Será que tem alguma médica doidinha por mim aqui ?... Se for... Espero que não seja nenhum Dragão Infernal… “

Até mesmo olharia sobre a Ala Médica em busca rapida de quem poderia ser a tal beldade… Na espera que realmente não existisse a parte do Dragão Infernal, ficaria até mesmo pálido após uma descoberta dessas sobre a área médica, mais ainda se a minha infelicidade conseguisse ligar os dois pontos… QUE PORRA !

- Não, não, não… Tem algo de errado nisso… -

Murmuraria para mim mesmo enquanto moveria minha cabeça de um lado para o outro de forma extremamente negativa, não tinha como aceitar algo assim… Tipo… Na verdade isso seria algo até normal, afinal, um bom Imperador é aquele que se é cobiçado por todos, correto ?... Mas por que eu não conseguia gostar disso de forma alguma ? Com a minha cabeça na merda com tais pensamentos, as pessoas minha volta poderiam até mesmo perceber a pequena agitação de minhas ações, já que eu estaria coçando a cabeça de maneira desenfreada, só espero que não seja diretamente no machucado… Isso não seria uma cena muito legal de se ver…

- AH ! LEMBREI CARALHO ! -

Por sorte, com um estalo de esperança, essa seria a salvação no meio dessa situação totalmente perdida, bateria levemente em minha testa com a outra mão livre de forma fechada ao lembrar do que se tratava o assunto, dessa vez agora tínhamos outros objetivos além de ficar enrolando aqui sem fazer nenhuma ação decente por praticamente um post inteiro, estava na hora de andar ! Perguntaria ao médico se ainda estivesse por perto, observando as coisas ao meu redor em busca de meus companheiros, colocando a parte final no caso de eu conseguir avistar Alipheese e Jibril.

- Hey barbudo, sabe por acaso onde está o meu pessoal ? Ah, deixa quieto, já as achei, valeu. -

A única coisa que eu realmente espero nesse meio tempo é que as minhas ações não tenham aberto novamente o ferimento na cabeça e me forçado a continuar deitado naquele local… Ficando um pouco mais atrasado que o normal… Na verdade… Eu nem sei se estaria alguém por lá no momento que eu acordasse, o que não é uma coisa improvável de acontecer, já que eu havia desmaiado igual um pedaço de bosta por ali mesmo.

Todavia, vamos falar da possibilidade boa primeiro, que era de eu me encontrar com as minhas pequenas garotinhas, por isso me aproximaria calmamente com um pequeno sorriso no rosto antes de tentar colocar os meus braços sobre os ombros delas, me colocaria entre as duas caso estivessem uma do lado da outra, ficaria basicamente no meio das duas antes de dar “Oi”... Era certeza que isso iria ficar meio desregular pelo tamanho das bambinas, no entanto isso pouco me importava, o bom era saber que elas estavam bem, não deixaria até mesmo de dar algumas leves cafungadas para sentir o belo cheiro dessas beldades.

- Yo ! Como estão ? Qual é o plano daqui para frente ? Oh ! Olá Hana. -

A minha pergunta talvez fosse uma das coisas mais interessante para as duas, quem sabe até mesmo para as três se contarmos com a Hana, já que havíamos chegado em Terralegre e uma nova aventura estava prestes a ser feita, contudo, ainda tínhamos coisas a serem resolvidas, o cartão por exemplo era um deles e a opinião das duas eram de extrema importância para mim, já que seria as duas jovens que provavelmente me acompanhariam em toda essa rota complicada sobre os mares da Grand Line, nossa aventura apenas estava começando e eu mal podia esperar para seguir em frente com as coisas daqui para frente, provavelmente seguindo com alguma indicação das mesmas ou até pelo próprio tenente boçal por ali.

Agora vem a possibilidade ruim… Todo mundo já poderia ter ido embora do local, isso poderia ser visto por mim mesmo ou pelo Doutor se o mesmo me avisasse de forma prévia, com tal informação apenas soltaria uma leve bufada antes de seguir em meu caminho, claro, não esquecendo de novamente perguntar algo para o Médico, mesmo que eu soubesse que elas estariam indo provavelmente para o QG de Terralegre, custa nada perguntá-lo sobre isso antes.

- Sabe para onde todos foram ? Por sinal, alguma curiosidade sobre a cidade e onde fica o QG por aqui ? -

Isso era algo que eu vinha querendo saber desde o início, antes mesmo de sair de Loguetown eu já havia feito essa pergunta que foi totalmente ignorada pelo retardado do Mustache… É sempre bom conhecer onde está pisando, sabe ? Se por um acaso, acaso mesmo… Ele me oferecesse algum remédio e tals falando que era necessário por alguns motivos especiais, porque né… Existem pessoas loucas por ai que atacam e etc… Eu as tomaria antes de partir caminho a saída daquele bendito barco, agora começaria a minha aventura sobre as ruas de Terralegre, mesmo com as informações do Doutor a um tempo atrás, é sempre confuso me colocar sobre uma nova vista, a atenção é uma coisa que seria altamente requisitada nessa situação e eu não estaria de brincadeira ao dizer que observaria todas os cantos da ilha com os meus olhos, claro, apenas para as coisas possíveis para mim, não estava muito afim de ser surpreendido de uma forma ruim… Mas o problema por aqui é em eu não conhecer nada do local e provavelmente teria que me desbravar pelos caminhos da cidade em busca do QG, quem sabe até mesmo encontrando coisas curiosas, novas e interessantes...

Histórico:
 
Objetivos:
 
Off¹:
 

Créditos a @[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
~Eis aqui uma amante do Volker~


Medalhas:
 

Voltar ao Topo Ir em baixo
ADM.Ventus
Mercenário
Mercenário
ADM.Ventus

Créditos : 61
Warn : Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 10010
Masculino Data de inscrição : 15/12/2013
Idade : 25

Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Empty
MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 EmptySab 22 Set 2018, 23:42



NARRAÇÃO




Cena: Alipheese

Alipheese ouvia com atenção a história contada por Shiro e recebia aquela fotografia como o mais precioso tesouro talvez valendo mais do que qualquer outra recompensa que poderia receber da marinha, o médico assim que deixava Makei ali no leito ele voltava para olhar as queimaduras da atiradora, com uma breve análise o médico já buscava um pomada para passar na região em que a marinheira tinha se queimado e por cima da pomada ele colocava um curativo adesivo diferenciado com uma espécie de gel na região que cobria a ferida, o curativo tinha alguns furos que permitiriam da ferida “respirar” deixando que a pomada e o medicamento em tal gel, que já dava uma sensação de esfriamento da região, evaporar com o tempo, sendo aquele o tratamento para feridas daquele tipo e daquele nível, era um tratamento simples que era feito enquanto a marinheira respondia Shiro, o tenente cruzou os seus braços e levou o seu olhar para cima como se visse a cena de cada um dos marinheiros citados por Alipheese, Azazel e Artorias. - Hm… Bem eles atualmente são Vice- Almirantes atuando em alguma região do novo mundo, eles não trabalham mais juntos cada um agora tem a sua própria frota, se eu tivesse que descrevê-los então diria que Artorias era os músculos da operação e Azazel o cérebro, sua mãe era a que mantinha todos unidos e seu pai era o coração… Artorias é uma força de talento bruto sendo uma das pessoas mais fortes que conheci, na época ele era aquele que ficava na linha de frente junto de seu pai, a tripulação dele é repleta de lutadores experientes e talentosos a última vez que soube deles estavam em Calmaria fornecendo apoio ao Governo Mundial em uma missão, Azazel por outro lado é um estrategista, uma das mentes mais brilhantes da marinha, ele era o médico e o cientista da equipe de sua mãe e hoje ele é aquele que a marinha chama quando precisa de respostas… Sua tripulação é organizada e bem treinada como se tivesse um plano de resposta para cada situação, só os mais importantes da marinha sabem sobre sua localização já que ele é tão brilhante… Isso que era o impressionante na equipe de sua mãe, todos tinham seus papéis e desempenhavam ele de forma exemplar, mesmo nos dias de hoje é difícil ver times assim… Depois do incidente eles seguiram o seu próprio caminho já que possuem personalidades bem diferentes, Azazel é um tanto frio e metódico todas as suas ações tem uma razão enquanto Artorias é mais emotivo e instintivo se deixando levar pelo seu coração, personalidade e temperamento forte… Eles são esses ao lado de sua mãe e seu pai. - Shiro se inclinava um pouco para frente estendendo uma de suas mãos para apontar com o dedo indicador para uma das figuras em pé.

A primeira figura era uma mais esguia e alta, mesmo com um sorriso simpático no rosto aquele homem parecia portar de um ar de superioridade como se fosse um nobre ou algo do gênero, a segunda figura apontada por Shiro era talvez o homem mais alto e musculoso na fotografia, esse tinha um sorriso largo mostrando todos os dentes em uma expressão completamente honesta e quase abobalhada, pela imagem o homem parecia ser daqueles escandalosos e extrovertidos, logo naquela imagem uma coisa ficava bem clara para Alipheese, todos da equipe de sua mãe tinham cabelos brancos, uma coincidência engraçada ou uma piada sem graça feita pelo narrador mas de fato aquele era um detalhe que chamava a atenção na fotografia. - Bem eu acho que isso é tudo que tenho para falar, sinto muito que seja pouco... - O Tenente já se levantava quando pareceu lembrar de mais um assunto que os demais deveriam saber. - Ah antes que eu esqueça, não deixem de tomar a Pequenalegria antes de saírem do navio, ela está sendo distribuída na saída para evitarmos demais problemas... - Dito isto o tenente já fazia o seu caminho para fora da enfermaria sem dar mais explicações quando Jibril se declarou. - Espera… Você está falando daquela droga? Aquela história doida é mesmo verdade? - Perguntou a Celestial um tanto surpresa fazendo que Shiro que já estava na porta se virar para as marinheiras. - Sim, vocês não informaram sobre isso antes de zarparem? - O marinheiro esperava uma resposta antes de levar uma de suas mãos até o rosto em decepção não com as marinheiras e sim pelo problema de comunicação, nesse caso Shiro contaria a história da ilha explicando a importância de fazer uso do psicodélico para poder pisar em Terralegre sem começar um caos local, só com tudo explicado que o tenente sairia do local e seguiria com os seus afazeres.

Jibril abria um sorriso ao ouvir as desculpas de Alipheese que em sua visão não percebia a necessidade de desculpas, ao seu ver Shiro tinha contado uma história interessante chegando a citar membros valorosos para a marinha criando um certo contraste com o Ten. Mustache que só tinha apresentado algumas decepções e conversas sem sentido, a celestial levou uma de suas mãos até a cabeça de Alipheese acariciando brevemente os cabelos brancos da marinheira em um gesto gentil e delicado. - Não precisa se desculpar, sim eu também tenho que pegar os meus livros. - Respondeu ela seguindo com a atiradora para fora da enfermaria e caminhando até os quartos, Lynn continuava ali se recuperando com o médico voltando para o leito do ruivo para revisar os tratamentos feitos. Caminhando pelos corredores Alipheese via a embarcação quase vazia se não fosse por um ou outro marinheiro que aparecia as vezes arrumando e limpando o local, não demorou muito para que a marinheira chegasse em seu quarto encontrando tudo da forma em que tinha deixado antes de sair para a lavanderia, antes que a humana pudesse abrir a porta Jibril se pronunciou ao lado de Alipheese. - Eu vou passar no meu quarto para pegar os livros, você me espera no corredor antes de seguir para o QG? - Perguntou ela em seu tom de voz habitual, em caso de uma resposta positiva a celestial então seguiria até o seu quarto para também se preparar.


Cena: Bjarke

A história contada pelos marinheiros era mirabolante demais chegando a ser até mesmo fantasiosa, naturalmente isso criava alguma suspeita no agente para com os marinheiros ali e a droga oferecida afinal a segurança da marinha já tinha se provada falha quando revolucionários conseguiram se infiltrar na embarcação sem que ninguém percebesse, o médico tomava a decisão que orgulharia a sua mãe no plano astral recusando a droga do estranho, quando Sven dizia que voltaria depois o marinheiro rapidamente puxou a Pequenalegria das mãos do médico. - Não pode levar isso para dentro do navio sem a autorização, imagine o problema que seria se alguém toma ela lá dentro, a pessoa ficaria louca assim que percebesse que os demais não são usuários… Quando você voltar eu te devolvo.  - Falou o marinheiro pegando a bala de volta e a guardando no saco aos seus pés deixando que o agente fosse seguir sua vida desconfiando da primeira pessoa que lhe oferecia drogas na vida.

Tinha outro assunto ali que também incomodava muito o espadachim, desde que saia da enfermaria só agora Bjarke sentia falta da cabeça decepada do charmoso garçom bigodudo, lá ele encontrava o velho médico barbudo que parecia ter terminado algum tratamento já que começava a guardar alguns de seus itens, fora Jason todas as outras pessoas tinham deixado a sala fazendo-a agora ter um silêncio amedrontador que com os beeps das máquinas conectadas ao agente só tornava o clima do local mais tenso, perguntando sobre a cabeça da porta chamando atenção do velho médico, o homem se virou com um semblante duvidoso já que não era sempre que alguém esqueceria uma cabeça ali. - Os marinheiros levaram. - Falou ele sendo direto e voltando para o que estava fazendo, sendo ninguém melhor que um próprio médico para explicar sobre a droga para o agente Sven aproveitou para questionar o experiente homem sobre o uso de Pequenalegria. - Ninguém alertou vocês sobre isso ainda? Esse é o tipo de falha de comunicação que pode ser fatal… Veja bem *insira a história da ilha aqui...* Conseguiu entender tudo? - Perguntava o médico querendo saber se toda a explicação tinha ficado clara para o jovem espadachim. Com tudo resolvido e sem mais esperanças de recuperar a tão preciosa cabeça Sven voltou para o local de saída do navio reencontrando a dupla de marinheiros que mais uma vez entregou a droga para Bjarke, o médico seguiu pela plataforma do porto indo até a passagem onde lá ele ingeria a dosagem de pequenalegria e ao abrir a porta de acesso até a ilha Sven não via mais a terra árida, campos verdes se estendiam onde antes era seco e rochoso, os pássaros cantavam e os marinheiros que faziam a guarda do QG estavam todos felizes, o espadachim podia se sentir feliz também como se esquecesse de qualquer problema ou motivos para ficar chateado sendo capaz de esquecer até mesmo que já tivera uma cabeça de revolucionário para entregar em algum momento naquela viagem, tudo se tornava simples e um resultado claro “alegria” uma pequena alegria artificial.

Alegre Sven fez seu caminho até o quartel general cruzando com alguns marinheiros no caminho, todos pareciam animados mas ao mesmo tempo tranquilos sendo fácil perceber que eles também estavam sobre o efeito da droga local, o quartel general ali parecia um forte bem equipado para um caso de defesa possuindo canhões e torres, mais marinheiros podiam ser notados patrulhando o local mas nenhum deles implicava com Sven mesmo estando com uma aparência um tanto suspeita, talvez por sair de uma embarcação no porto da própria marinha garantia alguma confiança dos oficiais ali, assim que entrava no QG o espadachim se via em um hall de entrada grande com um belo lustre de cristais no teto, piso branco que parecia refletir o seu reflexo e paredes pintadas de azul, na frente de Bjarke tinha uma pequena recepção que ficava no meio da sala, na parte de trás da sala tinha uma porta grande no centro da parede e aos lados uma leva de escadas que dava ao segundo piso. - Ah tudo bem, é só subir as escadas que você vai encontrar os seus superiores no escritório D, mas… Você vai mesmo vestido assim? - Perguntou um dos três marinheiros na recepção que analisavam uma breve papelada enquanto um respondia uma conversa por Den Den Mushi, a recepção era um balcão quadrado que envolvia os três marinheiros com portas similares a de um bar das antigas que levantaria uma parte para que alguém pudesse passar.

Seguindo as instruções do recepcionista Sven subiu as escadas vendo três corredores logo no fim das escadas, um dando para a esquerda, um para direita e outro no meio, para a sorte do agente ali tinha placas que sinalizavam o que seria encontrado em cada direção e na placa do corredor do meio dizia “Escritórios A, B, C, D & Sala do capitão” ficava dois escritórios em cada lado do corredor sendo que no fim seria a Sala do capitão, seguindo até o Escritório D Bjarke se via em uma sala com algumas mesas de madeira, janelas na parede que permitiam a vista para alguns locais da ilha, na sala existia alguma decoração com quadros e plantas mas isso não chamava muita atenção de Sven que encontra ali três figuras, agentes que analisavam e preenchia umas papeladas mas paravam quando percebiam que um outro agente chegava ali.


Cena: Drake

Chegando em seu quarto o ruivo se deitava jogando-se de costas em sua cama, Drake puxava o baralho que tinha em seu bolso e passava de carta em carta enquanto refletia sobre as suas ações até então, o ilusionista indagava-se sobre suas atitudes e sua personalidade selvagem imaginando como encaixaria algo tão bárbaro na justa marinha, a carta coringa trazia lhe lembrança de seu passado no circo com uma origem humilde onde a coletividade daquele grupo o fizera crescer e amadurecer, guardando as suas cartas Drake abria o livro de anatomia tirado da enfermaria e o relia mais concentrado já que o seu quarto portava um silêncio inexistência na enfermaria anteriormente, a leitura o fazia bem lhe distraindo um pouco de suas dúvidas e lapidando melhor os conhecimentos dos quais ele já tinha adquirido.

O marinheiro ficou imerso em sua leitura por quase uma hora já conseguindo concluir dois e quase três capítulos da obra sem nenhuma dúvida quando pode ouvir alguém bater na porta, assim que ele fazia uma pausa em sua literatura e olhava para a porta Drake via a porta de seu quarto ser aberta mas era apenas uma pequena fresta para que ele pudesse ver quem batia ali e por essa fresta ele via Hana. - Erh… Drake você pode me ajudar... Quero dizer você está ocupado? - A espadachim vestida de rosa ficava com a de suas mãos na maçaneta do lado de fora do quarto e outra mão na porta passando os dedos pela fresta aberta, ela falava um pouco sem jeito já que não parecia se sentir muito íntima de Drake para pedir um favor mas ainda assim ali estava ela, se o ruivo desse oportunidade para a navegadora continuar com o diálogo então ela olharia para trás e por todo o corredor garantindo que estava sozinha ali. - É que não estou encontrando o Zed… Nós nos separamos no meio de toda aquela confusão mas agora eu não o encontro em lugar nenhum, queria saber se você poderia me ajudar todos os outros estão recebendo tratamento e quase não tem mais ninguém aqui.- Hana parecia muito envergonhado em fazer tal pedido mas no fundo ela sabia que procurar com alguém seria mais fácil, não poderia pedir ajuda a Alipheese já que fundo a espadachim sentia já ter incomodado muito a marinheira além de se expor em uma maneira desnecessária, não pediria ajuda para a Jibril por razões claras e Lynn estava ferido e maluco demais, sobrando apenas de Drake para ajudar Hana.

Agora que parava pra pensar já fazia um tempo que o boxeador não tinha visto o sargento loiro sendo seu último encontro com o mesmo um tanto cômico, se parasse pra pensar Hana era outra do “time” de que Drake não sabia muito e talvez aquela fosse a oportunidade de conhecer melhor alguém que serviria ao seu lado, afinal agora Drake também poderia se considerar um sargento, mas talvez uma busca pelo religioso sargento não fosse algo de interesse do ilusionista e por isso ele estava livre para negar tal pedido deixando apenas a marinheira de rosa um pouco mais chateada mas faria com que ela voltasse a fechar a porta. - Desculpa… Eu não queria incomodar. - Diria ela um pouco mais tímida antes de começar a fechar a porta lentamente, ela faria a mesma ação caso percebesse um período longo de silêncio do ruivo ou uma expressão de desinteresse por sua parte, Hana não tinha muita intimidade com Drake mas já entendia bem um pouco da personalidade peculiar dele e por isso a marinheira se sentiria um pouco desconfortável em iniciar uma conversa já que não entendia muito bem o que se passava na cabeça de Drake, não sabia se ele gostava de sua presença ou não, se a sua personalidade animada e extrovertida era incômoda para o boxeador ou não e outros detalhes que fazia Hana se sentir como se pisasse em ovos enquanto conversava com Drake.


Cena: Lynn

Makei abria os seus olhos lentamente tendo uma visão borrada do teto, ele dava umas leves piscadas enquanto a visão voltava a se tornar nítida já percebendo que estava novamente no leito da enfermaria com duas figuras, uma era baixinha e gordinha, barbuda com o branco se destacando em sua silhueta, outra era grande e musculosa com o rosa se destacando, ele pode sentir que estavam mexendo em seu corpo o que assustou o marinheiro já se sentando na cama em uma grande surpresa já esfregando os olhos para ver melhor quem estava ali e o que estava rolando. Com visão mais nítida Lynn via que estava apenas com uma tanga branca e com ele no leito estava o médico e uma mulher de vestido rosa, com toda razão o ruivo questionou médico suspeitando das ações do homem. - Eu tive que tratar novamente dos seus ferimentos graças a sua irresponsabilidade, aquelas “roupas” ficaram rasgadas então eu e minha assistente estávamos trocando você… Essa é minha assistente afinal, Socorro. - Falou o médico. - O prazer é todo seu. - Completou a mulher olhando para Makei, o médico entregava o restante do uniforme para o ruivo deixando que ele terminasse de se vestir sozinho.

O lanceiro fazia uma breve confusão tirando conclusões completamente erradas sobre a carta de recomendação se tornar uma carta de amor e ao olhar para o lado de fora do leito ele via Socorro olhando em sua direção com seus olhos mortos de peixe sem esboçar nenhuma reação ou emoção, era como se a mulher sequer respirasse agindo como um tipo de robô, percebendo que tinha sido notado ou que estava sendo vigiado o ruivo escondia-se dentro do leito desacreditado de tal possibilidade em uma provável negação afinal ele era o Imperador dos Mares e não o São Jorge dos Mares, por sorte o lanceiro lembrou dos motivos de ter tal carta o que poderia tranquilizar parcialmente o seu coração já que Socorro ainda estava naquela sala diferente de seus amigos e até mesmo do tenente. - Bem eu acho que foram se preparar para seguir até o QG, nós aportamos no porto da marinha então é só seguir até a construção do quartel general, Terralegre é uma ilha um tanto curiosa se me permite dizer… Tudo começou com *insira a história da ilha aqui*... Na saída vai ter dois marinheiros te oferecendo a Pequenalegria então siga as instruções deles corretamente senão um grande problema pode acontecer e alguém pode acabar terminando morto. - Terminava o médico deixando que Lynn seguisse o seu caminho o que não seria possível normalmente mas até mesmo o doutor parecia ter se enchido do rapaz.

Ventus escreveu:
...no convés o agente já tinha um vislumbre da ilha de Terralegre vendo bem a terra seca e árida do local, um ambiente morto e desértico que parecia não ter nada que chamasse atenção além da cadeia montanhosa mais distante de onde estava, a embarcação tinha parado em um porto próprio do QG da marinha onde ao lado estava ancorado outras embarcações da organização e por ser um porto próprio da marinha o caminho até o QG era um tanto simples não estando mais de algumas quadras de distância, ao lado da prancha que servia de saída da embarcação estava dois marinheiros conversando enquanto aos pés de um deles estava um saco preto...

Os oficiais percebiam a aproximação de Lynn e um deles já tirava uma dose de pequenalegria para entregar ao ruivo para logo em seguida apontar para uma espécie de cabine no fim do porto. - É só tomar quando chegar lá e sair pela porta do outro lado, daquele lado só tem usuários então ninguém vai tentar te atacar e você não vai atacar ninguém. - Falou o marinheiro passando as suas instruções para o ruivo assim como tinha feito com Bjarke, Makei seguiu as instruções e assim que ingeriu o pequeno comprimido o lanceiro já se sentiu feliz, era como se ainda estivesse no banho com Six só que sem nenhuma insegurança, o sorriso de paspalho nascia quase que automaticamente mas isso não era algo estranho ali naquela ilha, saindo pela a porta oposta a da entrada Makei tinha acesso ao pátio do quartel general onde alguns marinheiros já faziam a sua patrulha tinha duas construções ali sendo uma delas menor e claramente um depósito pela aparência de um grande galpão enquanto a segunda era um pequeno forte com torres altas e uma segurança aparentemente forte, toda a região do pátio era cercada por grandes e arames farpados em seu topo, a ilha que antes era árida e sem vida agora estava verde com vegetação abundante e o cantar dos pássaros no fundo, a ilha estava linda, maravilhosa ou Lynn estava muito doído.

Entrando no prédio principal do QG Lynn se via no hall de entrada do local.
Ventus escreveu:
...um hall de entrada grande com um belo lustre de cristais no teto, piso branco que parecia refletir o seu reflexo e paredes pintadas de azul, na frente de Bjarke tinha uma pequena recepção que ficava no meio da sala, na parte de trás da sala tinha uma porta grande no centro da parede e aos lados uma leva de escadas que dava ao segundo piso. - … - um dos três marinheiros na recepção que analisavam uma breve papelada enquanto um respondia uma conversa por Den Den Mushi, a recepção era um balcão quadrado que envolvia os três marinheiros com portas similares a de um bar das antigas que levantaria uma parte para que alguém pudesse passar....
Um dos marinheiros notava o ruivo chegando com uma bandagem na cabeça, Makei estava agora devidamente uniformizado o que tirava a estranheza de antes. - Boa noite, em que posso ajuda-lo? - O Marinheiro dizia aquilo com um sorriso no rosto provavelmente por causa do efeito da droga, todos os marinheiros ali estavam com um sorriso no rosto e de bem com a vida.

OFF:
 



- Npc’s ainda não apresentados/ aleatórios -
- Npc’s acompanhantes. -
- Oficiais rasos (marine) -
- Six -
- Esmeralda -
- 1º Ten Mustache -
- 2º Ten Shiro -
- Homem ou Mulher -

____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
~[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]|[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]~
Olá Convidado seja bem-vindo(a) ao One Piece RPG.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
CrowKuro
Comodoro
Comodoro
CrowKuro

Créditos : 5
Warn : Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 10010
Masculino Data de inscrição : 24/01/2018
Idade : 26

Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Empty
MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 EmptyDom 23 Set 2018, 19:52

TALARICO, RASPA A CANELA
Depois de todo o tumulto na enfermaria, as cartas de promoção dadas pelo tenente Shiro e enfim eu estando no meu quarto aproveitando de um bom silêncio para um estudo mais aprofundado e uma melhor reflexão sobre minha vida e minhas atitudes o tédio começou a se tornar real, por mais que eu continuasse estudando ou relembrando meu passado junto a minhas cartas de baralho aquilo era real, o tédio estava me afetando e começava a me incomodar, após algum tempo escuto alguém bater na porta e quando olhei para a mesma para ver quem batia percebi que era Hana quem estava ali, a marinheira rosa parecia tímida em me chamar e se escondia atrás do pequeno espaço aberto na porta como se estivesse com medo de estar me incomodando e ao perceber que era ela eu fecharia meu livro e me levantaria da cama me espreguiçando enquanto ouvia a pergunta da mesma sobre ajuda-la em algo e nesse momento mandaria ela entrar.


-Ora, que incomum ver você vindo até mim… Pode entrar Hana, não precisa ficar com medo, chegou em boa hora… Eu já estava me sentindo incomodado ficando aqui no tédio sozinho, mas então, do que precisa?


Hana começou a me dizer sobre ter se perdido de Zed e não o conseguia encontrar novamente e pensou em pedir ajuda para procurá-lo, eu a ouvi enquanto me espreguiçava e colocava meus sapatos e então a dizia para não se preocupar e a perguntei sobre onde o havia visto pela última vez.


-Oh, então é isso, se perdeu do estouradinho? Fica tranquila, é claro que eu te ajudo a procurá-lo, e então, você se lembra da onde você o viu pela última vez? Talvez isso nos ajudasse na procura… Ah e a propósito, não se sinta envergonhada… Nós somos da mesma equipe não somos? É claro que eu a ajudaria em algo como isso…


Enquanto eu dizia essas palavras para ela eu abria um leve sorriso para a marinheira tentando deixá-la mais confortável na minha presença, era bem nítido que ela estava ali apenas porque eu era o único que havia sobrado para ajudá-la mas eu não poderia tratá-la mal e não pretendia isso também, uma vez que estava pensando em como mudar a minha personalidade ali era uma boa oportunidade de trabalhar esse lado e enfim conseguir me aproximar dela como uma companheira já que não tinha feito isso antes da maneira correta.


-Então, já que vamos trabalhar juntos dessa vez vamos recomeçar a nossa “amizade” digamos assim, concorda?… Bom, prazer meu nome é Drake e me perdoe por alguma coisa que eu tenha feito ou dito, é que eu não estava acostumado a lidar com muitas pessoas sabe? Mas pretendo mudar isso daqui para frente, palavra de escoteiro.


Enquanto eu me reapresentava a Hana eu estendia minha mão para cumprimeitá-la para enfim seguir em busca do marinheiro perdido, após ter dito tais palavras a marinheira rosa eu esperaria caso ela tivesse algo para me dizer e então a perguntaria sobre a busca do loirinho explosivo.


-Então, agora que estamos devidamente reapresentados por onde você acha que devemos começar a busca? Tem algum lugar onde o viu pela última vez? Não se preocupe se não souber, nós vamos vasculhar todo o navio até termos as respostas sobre onde ele está, ok? Então vamos lá.


Após a perguntar sobre o último local onde ela viu Zed eu esperei pela sua resposta sem apressá-la, naquele momento eu me mantinha bem calmo e pensativo de por onde começar a procurar a dinamite loira mas continuava prestando atenção no que ela teria para me dizer.
Se ela dissesse o local onde o viu pela última vez eu seguiria com a mesma até o lugar que seria o ponto inicial da procura, mas se ela não tivesse em mente tal lugar eu a chamaria para irmos andando pelo navio buscando informações com os demais marinheiros que estivessem lá e começaria pelo último local onde eu o havia visto que era a lavanderia e dali seria o ponto de início da busca de Zed caso Hana não tivesse um ponto para iniciarmos.


Se após a procura nós não encontrassemos com Zed em lugar nenhum do navio eu pararia por uns segundos para pensar em qual lugar mais nós poderíamos encontrá-lo e sugeriria a Hana para irmos até o local imaginado caso ela quisesse.


“Hmmm, ele não está pelo navio será que já foi para o QG? Mas porque deixou a Hana para trás? Enfim, acho que a melhor opção é seguir até o QG mesmo, só vou até a enfermaria ver se ainda tem alguém lá e tomar a droga para assim poder sair do navio sem ter nenhum problema na ilha…”


-Bom Hana, nós já vasculhamos tudo por aqui, será que ele já não foi ao QG? Acho que seria o mais plausível percebendo a atual situação, estou pensando em ir até lá também, quer ir comigo? Se quiser vamos até a enfermaria antes para ver quem ainda está por aqui e também porque precisamos tomar a tal droga para conseguir entrar na ilha sem problemas… E então, oque me diz?


Eu esperaria a resposta de Hana por um curto período de tempo e se a resposta fosse positiva eu seguiria com  ela até a enfermaria para tomarmos o pequenaalegria para não termos problemas na ilha e também verificar se ainda havia alguém por lá, se encontrasse com algum dos demais companheiros eu avisaria sobre a minha partida com Hana para o QG e então procuraria um dos médicos para tomar a droga para enfim seguir até o QG. Mas se Hana não quisesse seguir comigo até o local dito eu simplesmente me despediria e seguiria até a enfermaria para avisar sobre minha partida e tomar a droga para enfim seguir sozinho para o QG da ilha.


A droga em meu organismo poderia ter um efeito um tanto mediano, eu sempre fui alegre do meu jeito durante toda a minha vida, mais ainda quando ainda fazia parte do circo então o meu jeito de ser alegre seria apenas aproveitar a companhia de seus companheiros, para mim a aceitação de todos já me traria uma alegria imensa, já que o meu jeito de agir muitas das vezes poderia fazê-los estranhar a primeira vista.




Histórico:
 

PLAYERS:
 

PLAYERS:
 

PLAYERS:
 

NPC's Importantes:
 

NPC's Criados:
 

Ferimentos:
 

Objetivo:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Pensamento
Fala
Extras

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
GM.Alipheese
Comodoro
Comodoro
GM.Alipheese

Créditos : 56
Warn : Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 10010
Feminino Data de inscrição : 31/03/2013
Idade : 26
Localização : Olympo- 5ª Rota

Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Empty
MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 EmptySeg 24 Set 2018, 01:51

Boas vindas a Terralegre. ><

Uma das coisas mais incríveis que poderiam ter lhe acontecido era certamente o reencontro, estar novamente nos braços da celestial, era algo que era capaz de trazer uma paz muito grande para a cabeça da pequena, que durante toda a situação de tensão, carregou uma preocupação sobre como estaria a garota, havia ali um desejo muito grande de que pudesse saber melhor como expressar o que havia em seu peito, mas talvez pela própria expressão de surpresa do anjo, aquilo já havia sido uma conquista muito grande, talvez pelo sentimento de saudade e pelo modo como sua preocupação teriam superado em muito qualquer outro pensamento que ali, não se fez importante, a sensação de poder abraçar  a garota era algo que a muito tempo não poderia sentir, talvez sequer tivesse muito da memória sobre o que exatamente poderia usar como referência. Mas a sensação  era boa, como se durante aqueles segundoEnquanto perguntou mais sobre como seriam os parceiros que trabalharam ao lado de seus pais, receberia o tratamento para as queimaduras, que felizmente eram superficiais, ainda assim não seria estranho que a garota ao toque acabasse se mostrando um pouco sensível, mesmo que fosse feita a aplicação para evitar justamente com que pudesse sofrer muito, sendo possível ver durante o próprio tratamento a garota fechando o olho levemente enquanto as partes queimadas eram tocadas ou até mesmo fazendo pequenas caretas de dor. Estava bem focada no que Shiro havia a lhe dizer, talvez compreendendo melhor sobre tudo o que cercou seus pais, pudesse entender melhor a si mesma, pois ainda que fosse criada em grande parte apenas pela sua mãe, onde ela teria de cuidar muito mais da própria mãe do que o contrário, em sua cabeça ainda havia uma certa lógica de que poderia se espelhar em suas imagens, para que pudesse saber melhor como guiar o próprio caminho.

Não tinha uma noção muito grande sobre como era a hierarquia da marinha, não havia sido apresentada oficialmente a todas suas posições militares, tendo como base apenas de que estava próxima ao ponto mais baixo do momento, que havia sido promovida para o mesmo cargo do herói de Shells Town, o que para ela já era algo muito grandioso, ainda assim a posição de Vice-Almirante chamou-lhe atenção, parecia um nome imponente, tanto Azazel quanto Artorias, pareciam ser extremamente opostos, era incrível como eram todos capazes de trabalhar em um único esquadrão com personalidades tão conflitantes, talvez isso pudesse vir de uma forte figura de liderança e pensar nisso, trazia duas coisas a própria garota, admiração pela sua figura materna, por ela ter sido capaz de reunir pessoas tão diferentes sobre uma mesma causa e fazer com que pudesse dar certo e preocupação, se ela queria se colocar como alguém capaz de guiar seus próprios companheiros, ela havia ainda muito de evoluir, não sabia se havia sido capaz de cativar seus corações, mas havia ao menos o respeito daqueles que estavam junto a ela, era um começo, certo? Havia o nome de uma das ilhas, onde supostamente Artorias estava localizado, sendo esta a ilha de Calmaria, não sabia muito sobre ela, seu conhecimento geográfico já não era bom tratando-se dos Blues, a Grand Line então soava como um grande livro fantástico ao qual nunca pode ver mais do que a sua capa.


Respirou fundo, enquanto juntou as próprias mãozinhas, pensando sobre tudo que havia ouvido, tentando assimilar o máximo de informação que lhe fosse possível, encarando a foto, era estranho que pudesse se identificar em parte com um pouco de cada um dos lados? O homem que parecia um nobre de olhos frios, não muito diferia de sua postura em batalha, não era digna de ser chamada de estrategista, tão pouco de brilhante mas, talvez fosse um modo de refletir a si mesma na figura, mas não parecia aquele um homem que gostava do campo de batalha, assim como ela mesma não enxergava na batalha algo além de uma necessidade, não era algo que lhe dava prazer. Por outro lado, o rapaz mais musculoso conhecido como Artorias, parecia alguém capaz de aproveitar o campo de batalha, tinha um olhar mais honesto e um sorriso mais abobalhado, talvez pudesse lembrar muito mais na verdade o próprio companheiro ruivo do que a si mesma e por um momento isso a fez ter vontade de rir um pouco, mas havia se mantido séria, pelo menos por aquele momento. Não sabia como agradecer ao Tenente, seu coração ainda ansiava por mais respostas mas, não poderia pedir mais do que já teve até o momento, então no momento em que o homem pareceu ter de resolver os próprios problemas, dando a eles a instrução sobre a pequena quantidade de droga que haviam de tomar para que pudessem sair do navio, onde poderia lembrar um pouco das palavras de Kamui sobre Terralegre.Antes que pudesse reunir a coragem para que pudesse comentar algo, a celestial teria o feito em seu lugar, restando a ela apenas a resposta para a pergunta do Tenente.

-Na verdade...M...Mustache não nos informou sobre muita coisa...Mesmo nossa missão, ainda foi um pouco confusa...Ele parecia mais entretido com a comida do refeitório do que com assuntos da missão… D.. Desculpa, eu sei que eu não deveria expor um superior desse jeito mas… Mas… Me pareceu errado não ser honesta.

Diria a garota em um tom que era bem gentil aos ouvidos, havia uma pureza grande até mesmo na forma como sua sinceridade que por vezes mostrava-se excessiva em meio a sua frase, era possível vê-la tentar olhar na direção do Tenente para que pudesse falar, mas muitas vezes seu olhar acabaria desviando para o chão, algo que demonstrava um contraste bem grande, em como sua timidez ou falta de capacidade e conhecimento social, mostravam uma natureza diferente daquela ao qual ela mostrava no campo de batalha. Ficaria feliz com o fato de Jibril ter aceitado seu convite, não queria ter de ir sozinha até o seu quarto para que buscasse suas coisas, mas era o toque que quase a fez desmanchar, as mãos da celestial sobre seus cabelos lhe geravam uma sensação que era muito gostosa de se sentir, que a faria se encolher levemente como um gatinho ao toque. Caminharia ao lado da celestial, era notável pela sua postura e até mesmo pelo lindo sorriso em seu rosto que estava radiante, o que era muito bom para que pudessem ver, a garota ainda que fosse muito expressiva, parecia se colocar sobre um estado de tensão onde sua responsabilidade muitas vezes se colocaria como um peso em seus ombros, um peso que felizmente era forte o suficiente para carregar. Ao chegar no corredor, diante da pergunta de Jibril, direcionaria seu olhar e sua cabeça para a celestial.

-Tudo bem eu… Se… Se você precisar posso ajudar a carregar seus livros também… Digo não deve ser fácil para que você carregue sozinha… Isso… Isso… É bem… Eu … Eu não quis dizer que você não fosse forte ou algo do tipo mas.. Mas.. Eu queria poder ajudar…


Diria a garota enquanto levemente  juntou as mãos onde o movimento de seus polegares indicavam um certo nervosismo, junto ao próprio tom de voz que era bem bonitinho, que se acompanhada a santa trindade, com a própria ruborização que fechava por completo o que se faltava para que se pudesse perceber isso. Independente da resposta da celestial, estaria feliz, entraria em seu quarto e pegaria a sua mochila nova a vestindo, havia ali dentro da bolsa, ainda ambos os livros que havia ganhado, aproveitaria para colocar também o sinalizador devidamente travado em um dos compartimentos da bolsa e esperaria pela celestial do lado de fora, a ajudaria caso visse necessidade ou lhe fosse pedido a carregar até a parte de fora do navio, onde pararia antes para que pudesse tomar uma pequena dose de pequenalegria, se colocaria a frente da pessoa que estivesse responsável por isso.

-C-Com licença eu… Sou a Sargento... Alipheese Fateburn e… O Tenente Shiro disse que teríamos de tomar uma pequena dose para que pudéssemos caminhar pela ilha em segurança…

Diria a garota em um tom que por  um momento demonstrou bem o nervosismo, ao mesmo tempo que um sorriso lhe veio ao rosto quando pode apresentar-se em sua nova posição. Caso pudesse ter em seu sistema a pequena dose da droga, era bem provável que seu estado de já euforia, por um momento teria um efeito que pareceria lhe deixar até mesmo abobalhada, ainda que fosse uma pequena quantidade, uma vontade imensa de rir lhe viria e acabaria rindo, quando uma pequena alucinação pudesse lhe vir, onde poderiam ver suas mãos parecerem ter se tornado dois gatinhos cor de rosa que brincavam com ela, algo que por um momento poderia quebrar toda a imagem de seriedade que a garota gostava de passar, dando lugar a puramente sua fofura.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Era um sentimento eufórico estranho demais para se sentir, não era algo que algo diferente de uma droga pudesse lhe causar, ainda que pudesse rir de forma que esbanjaria sua fofura,  em seu interior seria bem possível que a sua própria cabeça tentando organizar aquele novo sentimento que era trazido com tanta força pela droga estivesse um completo caos, onde provavelmente a representação perfeita para a sua cabeça naquele momento fosse a de uma pequena, sim, sim eu sei que você provavelmente pensou em alguma piada em relação a altura da garota, mas, digo em  proporção ao próprio tamanho dela, segurando duas buzinas e as apertando em  um sinal de emergência.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Quando o primeiro impacto da droga pudesse passar, se atentaria a celestial, talvez o efeito da euforia nela pudesse ser um pouco mais assustador, desde que ela não fosse muito invasiva em seu espaço, não veria problema em possíveis  “mãos bobas” desde que não fosse algo excessivo demais, do contrário tentaria parar um pouco da forma mais delicada que pudesse, antes que pudessem seguir juntas as instruções para que pudessem chegar até o QG, onde observaria direitinho o local, antes que pudesse adentrar junto a sua dupla e observar bem, antes que pudesse seguir para a sala de seu superior para que pudesse enfim oficializar sua promoção, seus passos não tinham pressa e aproveitava de tudo que a vista do novo lugar pudesse lhe proporcionar, se antes já estaria eufórica e super curiosa para tudo que a Grand Line poderia lhe oferecer, após a pequena dose, aquilo pareceu ainda mais intenso.

Histórico.:
 


Objetivos”:
 

Off:
 

____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Ação
Pensamento
Fala
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Meursault
Agente em Treinamento
Agente em Treinamento
Meursault

Créditos : 3
Warn : Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 8010
Masculino Data de inscrição : 28/01/2018
Idade : 23
Localização : Loguetown - East Blue

Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Empty
MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 EmptyTer 25 Set 2018, 16:14



Meu corpo, minhas regras




O senso comum dizia que a primeira impressão era a mais importante, mas Terralegre provava o contrário. A ilha, à primeira vista, aparentava ser um ambiente um tanto quanto desinteressante, severo e até mesmo desagradável, mas, ao adentrar no território, Sven se sentia maravilhado, o céu da ilha parecia ser mais azul, o ar parecia mais limpo, o chão parecia mais firme e os pássaros do local pareciam compor uma sinfonia em vez de simplesmente cantar. O médico sentia, subitamente, uma quantidade colossal de alegria percorrer pelo seu corpo e se alojar em seu coração, por algum motivo que não conseguia compreender com exatidão, de uma hora para outra, tudo era melhor, o mundo era mais colorido e a vida era mais leve, a última vez em que Bjarke havia se sentido tão feliz assim foi quando... Bem, se o agente parasse para refletir por um instante, provavelmente chegaria até a conclusão de que aquele era o momento mais feliz que já tivera, era um estado de êxtase verdadeiro, como nunca havia experimentado antes, aquela droga havia moldado sua alma em pura alegria, assim como Deus havia feito com o barro e os humanos.

Os efeitos da droga eram tão magníficos que faziam a Marinha parecer uma organização séria e digna de respeito, a instalação da organização beirava a perfeição, em sentidos estéticos e práticos, além disso, os marinheiros do local pareciam extremamente organizados, gentis e, por mais incrível que pareça, competentes. Assim que recebesse as instruções na recepção, Sven responderia. - É apropriado eu me apresentar assim? Bom ponto. Acredito que não, mas, teoricamente, eu não estou em serviço e não existe nenhum tópico que verse sobre qualquer código de vestimentas fora do serviço no nosso manual. Na verdade, não existe nenhum manual, ao menos nunca me deram um. - Diria de forma carismática, como se tentasse explicar o seu ponto e buscasse alguma validação ou concordância, um sorriso sincero figuraria em seu semblante ao proferir tais palavras. Assim que acabasse a explicação, indagaria. - Não concorda? - Independentemente da resposta do homem, prosseguiria. - Exatamente, já que eu posso fazer o que eu quiser, não existe problema nenhum em andar por aí desse jeito. Isso me ajuda a ficar em contato com a natureza, a energia dessa ilha é ótima, talvez eu tire um tempo mais tarde para contemplar o sol. - Bjarke estaria tão alegre que não teria mais noção do que diria, ou simplesmente não daria importância para isso. Assim que o diálogo acabasse, o jovem se dirigiria até o escritório D de Deus, em nome da honra e glória do nosso senhor Jesus Cristo, isso só podia ser um sinal.

Adentrando no escritório D, o espadachim perceberia que o ambiente era muito mais simples e austero que o resto da ilha, existindo até mesmo uma certa espécie de contraste. Devido ao seu estado de euforia, o jovem provavelmente não se decepcionaria, mas a realidade da sala em questão era bem diferente do que ele havia imaginado, esperava pelo menos algumas garotas seminuas, jogos ilegais e rinhas de galo. Após observar bem o cenário e notar os três agentes, o médico diria: - Essa é a sala D não é? Disseram que era pra eu me apresentar aqui, mas eu achei que o D da sala se referia a dança, dados, drogas e degustação, acho que estava um pouco enganado. - O agente realmente falava sério, mas, se a situação ficasse constrangedora, tentaria contornar isso com um truque infalível. - Haha gente, era piada, uhul! Humor! Entretenimento gratuito! - De toda forma, se apresentaria depois de uma introdução talvez vergonhosa, mas certamente despojada. - Ah, meu nome é Sven, disseram que me esperavam aqui. - O médico prestaria atenção em todas as instruções que recebesse e se, em algum momento, algum dos agentes mandasse ele se vestir de forma apropriada, diria: - Quem você acha que é? É meu patrão por acaso? - Se a resposta fosse positiva, ficaria um tanto quanto surpreso. - Ah, isso explica muita coisa. - Se fosse o caso, procuraria por algum banheiro para se trocar, tendo em vista que carregava o terno dado pelo governo mundial em sua bagagem.

Histórico Bjarke:
 



____________________________________________________




Última edição por Meursault em Qua 26 Set 2018, 05:39, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Makei
Estagiário Orientador
Estagiário Orientador
Makei

Créditos : 32
Warn : Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 9010
Masculino Data de inscrição : 07/08/2017
Idade : 24

Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Empty
MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 EmptyTer 25 Set 2018, 20:18

The Emperor of Sea



O que acontece quando nós juntamos desconfiança em cima de mais desconfiança ? Obviamente que isso apenas resultaria em algo bem simples, a completa merda atolada, iguais aquelas que entopem o banheiro de sua casa. Eu já estava mais confuso que sabe-se lá o que deus poderia me ajudar a descrever aqui, afinal… Confuso deve ser o sentimento que eu mais devo ter sentido em toda essa fudendo aventura até o momento, a única coisa que eu gostaria de gritar nesse instante de verdade era por Socorro… Mas parece que até nisso o Narrador quis me trollar... Acho que é melhor eu apenas me manter calado…

Mesmo que ainda estivesse enfaixado pela antiga batalha, diante daquele Dragão, eu apenas gostaria de estar trajando uma bela armadura junto de minha lança para o combate, mas a vida não era tão cruel e o raio de esperança ainda não havia me abandonado, a minha salvação viera simples e de maneira efetiva, de mim mesmo ao lembrar do que realmente se tratava a bendita da carta, é claro que nesse momento eu estava orando para todos os deuses possíveis desse mundo, louvando as preces de minha maior obra já feita nessa aventura.

“”Narrador que estás no fórum, santificado seja o vosso nome. Venha a nós a vossa narração. Seja feita a vossa vontade, assim no post como em nossa aventura. O post nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as merdas que esse arrombado vem escrevendo assim como nós perdoamos a quem nos tenha fudido. Não deixarmos cair em tentação além das que eu realmente quero, coisa essa que pode ser tipo… Todas… Pois eu gosto da tentação... Mas livrai-nos dos posts ruins, Amém ! “”

Sem saber que caminho seguir, só me restava perguntar pro projeto de ancião da Caverna do Dragão, vulgo, barbudão, esse que logo começou a explicar a porra da história inteira daquela desgraçada de ilha, me fazendo quase dormir no meio de toda essa fudendo enrolação… Contudo, eu acordei rapidamente ao tomar uma postura mais compreensiva como se estivesse “Concordando” com as coisas que eu sequer faço ideia ou me lembro nessa desgraça, respondendo apenas de uma forma randômica como se estivesse prestando atenção em toda história do bom velhinho antes de me despedir.

- Sim, sim, é uma desgraça achar alegria até mesmo se for pequena, no caso, relaxa… Um dia você vai encontrar alguém… De qualquer forma, vou me indo, que o céu e os mares lhe tragam sorte. -

“” Vei… Tu prestou atenção no que ele falou ? ””

” Nem a pau, aquela porra fala de mais. “

“” (>ლ) “”

Saindo daquele lugar infernal, finalmente pude avistar de uma forma melhor do que se tratava a bendita “Terralegre” e ser sincero… De alegre essa porra tem nada ! Ser mais sincero, isso aqui tava mais para um cocozão seco, daqueles que dói pra caralho na hora de sair quando nós vamos ao banheiro, sabe ? Tipo, deixa eu explicar melhor isso, ele é grande, seco e em seus detalhes podia ser visto várias falhas de forma irregular que atrapalhavam na hora da saída, no caso, essas seriam as montanhas e a parte das construções e a tal “Cidade” seriam os pedaços de milho ou qualquer desgraça que você tenha comido antes de ir descarregar esse pedaço de tolete gigantesco do seu rabo… Ou seja, uma completa bosta.

Deixando isso de lado, por mais incrível que pareça, eu já havia ancorado direto em uma área especial do QG e dois fudidos, quero dizer, oficiais já vinham me oferecer a famosa balinha… E como uma boa criança bem prendada pelos meus pais sobre aceitar coisas de estranhos, eu obviamente aceitei sem pensar duas vezes antes de colocá-la na minha boca e engolir, acha que vou negar um docinho caralho ? Bom… No final eles tinham razão, nunca aceite doce de estranhos, a não ser que tu queira ficar doidão.

” Caaaralho… Que porra é aquela ? Ah… Não é nada. HUEHUEHUEHUE“

Agora vocês lembram daquele toletão de merda que eu comentei a um tempo atrás ? Então… Joguem essa merda fora ! Eu estava errado ! Essa ilha é magnífica, sabe aquele cocozinho lisinho e gostosinho que você sente até prazer de ter cagado quando vai no banheiro e daí bate aquela vontade de se levantar para olhar aquela obra de arte e pensa “Caralho… Que orgulho que eu tenho de ter cagado isso.” ? Então… Essa é a sensação de ver esta Ilha ou eu realmente tô muito doido.

Até mesmo a porra do QG por dentro era foda, as luminárias era foda, as paredes eram fodas e até o fudendo chão era foda ! Consegue entender o quão foda o QG da Marinha era ? Essa merda até mesmo refletia o meu esplendor, VEI, sabe o quão magnífico isso é para os meus olhinhos ? Claro que tu não sabe seu fudido do caralho, tu por acaso se chama Lynn, O Imperador dos Mares ?

Como eu expliquei ali em cima, tudo era FODA, isso fazia aquele bendito sorriso no meu rosto aumentar cada vez mais ao olhar a minha volta e pra variar um dos Marinheiros no local logo me notou, o que provavelmente não deveria ser algo difícil nessa ilha, já que eu estava fodidamente enfaixado na parte da cabeça, mas vamos deixar isso de lado, pois o drogadinho ali já veio perguntando “Em que posso ajudá-lo ?” com aquele maldito sorriso retardado que provavelmente deve ser igual ao meu… É claro que tu pode me ajudar seu filho de uma kenga ! Quer ver ?

Talvez fosse pela pequena alegria ou de não lembrar direito, eu colocaria a mão sobre o meu queixo com uma expressão pensativa ao tentar raciocinar o que diabos eu tava querendo realmente fazer ali, sabe… É difícil pensar quando a gente ta no grau… Por isso demonstraria até mesmo em minhas falas antes de me lembrar o motivo de uma forma inusitada ao elevar a mão que antes estaria sobre o meu queixo para o teto junto de uma expressão confiante e inabalável junto ao sorriso escancarado no rosto, porém logo isso se tornaria pura timidez ao tentar demonstrar o cartão que havia ganhado para o Marinheiro, até mesmo torceria o meu joelho levemente sobre o outro enquanto passaria o cartão de um lado para o outro sobre o nariz do rapaz como se estivesse “Sem jeito” ao não manter contato visual para falar sobre o assunto, quem sabe fosse uma carta de amor ?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

- Ehhhhhhhhh… O que eu ia fazer aqui mesmo ? Hmmmmmmmmmm… AH ! LEMBREI ! Huhuhuhu, isso, isso… Então… Eu gostaria de entregar isso aqui para alguem muito especial e infelizmente eu não conheço ela direito, sabe ? É uma coisa que demonstra a minha grandiosidade e o quão especial eu sou para essa pessoa, sabe ? Pois sabem quem eu sou ? -

Antes mesmo de deixar o Marinheiro me responder, eu bateria o cartão sobre o balcão e me afastaria um pouco para trás para começar a minha breve apresentação digna de uma diva, eu digo... Imperador dos Mares.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

- EUUUU SOUUU LYNN ! O IMPERADOR DOS MARES !!! Kabuuum !… -

Faria movimentos rápidos e precisos, sendo eles um dab para esquerda, logo após um expressão de surpresa para a direita com as mãos e rapidamente uma leve corrida no próprio eixo com os braços abertos antes de cair levemente ao chão com a mão direita para elevar novamente com uma postura baixa e um X com as mãos na frente do rosto, não esqueceria de finalizar lentamente com o coração sobre a minha cabeça e um som de efeito especial de explosão, exatamente como o meu Senpai havia me ensinado na gif acima. Agora eu podia ter uma certeza na minha vida, além de todo local FODA ! Eu também havia me tornado FODA ! Por que ? Porque eu sou foda !

Com as coisas resolvidas por aqui, rumaria pelo caminho que talvez me oferecessem feliz da vida, como se até mesmo os malditos estivessem me encorajando para tal ação, quem sabe eles estivessem ? O sorriso no meu rosto não poderia mentir em estar contente com isso, mesmo que talvez não estivesse sobre esse quesito… Quer saber ? Foda-se ! Negócio é deixar a vida levar, tá ligado ?

Chegando sobre o local, independente da pessoa quem fosse a/o encarregada/o, curvaria o meu troco em 90° elevando a carta a sua frente antes de responder de maneira tímida e sem jeito… A única coisa que eu espero disso tudo é que seja uma bela mulher a minha frente… Quem sabe assim eu poderia conquistar o coração da Morena e do Narrador-sama ? Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 1439049992

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


- Por favor aceite ! -

“” Eu nunca achei que veria isso na minha vida. Santa mãe de Deus! “”

Histórico:
 
Objetivos:
 
Off¹:
 

Créditos a @[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
~Eis aqui uma amante do Volker~


Medalhas:
 

Voltar ao Topo Ir em baixo
ADM.Ventus
Mercenário
Mercenário
ADM.Ventus

Créditos : 61
Warn : Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 10010
Masculino Data de inscrição : 15/12/2013
Idade : 25

Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Empty
MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 EmptySab 29 Set 2018, 19:39



NARRAÇÃO




Cena: Alipheese
Shiro apenas suspirava em cansaço ao perceber que os marinheiros não tinham sido orientados sobre a ilha e mesmo ouvindo Alipheese dizer o que pensava sobre aquilo o Tenente não achou errado o posicionamento da marinheira, no fundo ele queria dizer para ela que estava tudo relatar o que acreditava estar errado já que isso era algo que deveria se esperar de uma marinheira mas Alipheese ainda era nova e talvez isso tenha o feito se segurar, o tenente sorriu de leve em um semblante gentil antes de seguir com seus afazeres ou um provável repouso. No corredor em frente aos quartos Alipheese respondia a celestial de maneira positiva e também se ofereceu para ajudá-la com os livros que tinha. - Ah eu aceito só se não for atrapalhar também, afinal você também tem suas coisas para levar. - Respondia ela enquanto seguia até o seu quarto, naquele breve momento sozinha Alipheese pegou tudo que tinha deixado ali guardando as suas coisas na mochila, era relativamente poucas coisas que a humana carregava com ela e por isso não demorou muito em sua tarefa mas por outro lado Jibril tinha muitos livros e seus próprios equipamentos o que demandou de mais tempo para que ela ficasse, isso tudo por causa da breve desorganização da celestial e do grande número de coisas que ela tinha sendo possível ver que alguns momentos ela tinha problemas para fechar a própria mochila mas com muito esforço, determinação e alguma ajuda ela conseguia fechar a própria bolsa e seguir com a atiradora.

Juntas as duas caminhavam até o convés encontrando lá dois marinheiros que estavam responsáveis pela distribuição de pequenalegria para aquelas que saiam da embarcação, Alipheese se posicionou um passo à frente de Jibril se manifestando diante daqueles oficiais. - Muito bem aqui está, siga pela plataforma do porto e tome apenas quando alcançar o fim dela, não queremos que vocês se virem para nós atacar ou algo assim. - Explicava um dos marinheiros deixando as oficiais passarem seguindo como o instruído para antes tomar a droga, cada uma tinha uma reação diferente com o efeito da droga, Alipheese tinha uma viagem psicodélica muito louca envolvendo gatos, ela mesma e alarmes, em meio dessa viagem a marinheira pode ver a vegetação crescendo tornando o lugar a sua volta mais verde e bonito como se fosse mágica, pássaros surgiam cantando em uma lufada de vento e um vulto estranho distante aparecia ao longe entrando no prédio do quartel general, a alva marinheira agora...
Ventus escreveu:
...tinha acesso ao pátio do quartel general onde alguns marinheiros já faziam a sua patrulha tinha duas construções ali sendo uma delas menor e claramente um depósito pela aparência de um grande galpão enquanto a segunda era um pequeno forte com torres altas e uma segurança aparentemente forte, toda a região do pátio era cercada por grades e arames farpados em seu topo, a ilha que antes era árida e sem vida agora estava verde com vegetação abundante e o cantar dos pássaros no fundo, a ilha estava linda, maravilhosa ou Lynn estava muito doído.

Entrando no prédio principal do QG Lynn se via no hall de entrada do local, um hall de entrada grande com um belo lustre de cristais no teto, piso branco que parecia refletir o seu reflexo e paredes pintadas de azul, na frente de Bjarke tinha uma pequena recepção que ficava no meio da sala, na parte de trás da sala tinha uma porta grande no centro da parede e aos lados uma leva de escadas que dava ao segundo piso. - … - um dos três marinheiros na recepção que analisavam uma breve papelada enquanto um respondia uma conversa por Den Den Mushi, a recepção era um balcão quadrado que envolvia os três marinheiros com portas similares a de um bar das antigas que levantaria uma parte para que alguém pudesse passar....
Antes que Alipheese pudesse se virar para conferir como Jibril estava a garota só via a celestial se jogando para cima de Alipheese parando com os joelhos no chão, Jibril dava um grande abraço na companheira mas rapidamente aquele abraço se tornava algo mais afetuoso, a celestial com um sorriso no rosto arfava o ar em seus pulmões enquanto esfregava uma de suas bochechas contra os cabelos da atiradora, as mãos da celestial iam passando pelo pequeno corpo da marinheira de maneira suave enquanto ela aproveitava esse movimento para puxar a pequena para próximo de seu corpo a prendendo em um abraço. - Tão macia… É igual um travesseiro... - As bochechas de Jibril rubravam durante essa movimentação que fazia Alipheese ser pressionada contra o busto da celestial. - Ei Ali vamos dividir uma ca-ma… - Jibril fazia uma pausa para continuar arfando ar enquanto em sua expressão um sentimento de prazer e certa malícia se estabelecia. - Senão nem vale a pena soltar você agora… Vamos diga que sim vai. - Antes que a alva pudesse responder algo Jibril piscava um de seus olhos com um sorriso no rosto. - Brincadeirinha~ . - Cantarolou ela dando um pequeno beijo na testa de Alipheese e a soltando para que pudesse se levantar. A celestial agora iria sorrir um pouco das reações que provocou em meio a sua brincadeira com a pequena atiradora mas isso era devido aos efeitos da droga que deixava Jibril mais animada e um pouco mais travessa que o habitual, sua proposta tinha ficado no ar talvez deixando a marinheira um tanto fora do ar mas Jibril ainda estava disposta a seguir com Alipheese até o QG.


Cena: Bjarke
Respondendo o comentário do recepcionista Bjarke ouvia uma grande gargalhada do marinheiro que logo virou o seu rosto para um de seus colegas ali na recepção. - Ei Getúlio, você ouviu esse cara? Eu te falei que deveríamos ter nós alistado para o Governo! - O tal Getúlio se virou para o colega ouvindo com mais detalhes o que Sven tinha falado com o colega reproduzindo a conversa o que despertou o sorriso do marinheiro. - Essa foi boa... - Respondeu o homem abrindo um sorriso antes de voltar para o seu trabalho, Sven de despedia ali indo em direção ao escritório encontrar com os demais agentes mas o que ele não esperava ver ali também era o clima diferente do que tinha encontrado no QG se vendo em um ambiente mais sério e um tanto sem graça, os agentes pareciam trabalhar em algum trabalho burocrático até o rapaz chegar já que analisavam e escreviam até Bjarke abrir a porta. - Você pode fechar a porta por favor? - Falou um homem de terno e óculos que segurava alguns papéis, ele se levantava de sua cadeira para caminhar até a mesa de um dos colegas e deixar os papéis, Sven continuou com a brincadeira tentando animar um pouco o clima. - Você acha que isso tem algo a ver com “aquilo”? - Respondia a mulher ao olhar os papéis que o colega tinha entregado ignorando o que Sven tinha feito e falado ali, o rapaz continuou agora se apresentado o que por fim acabou chamando a atenção da terceira figura naquela sala. - Aah então você é o Agt. Koza… Nunca imaginaria usando esse tipo de trapos. - O homem se levantou com um sorriso no rosto e falando de um jeito meio malandreado, ele andava com um certo gingado de alguém que viveu grande parte de sua vida nas ruas, parando na frente de Sven ele estendeu a sua mão esquerda em um aperto. - Meu nome é Luciano, Luciano Muscle, é um prazer conhecê-lo. - Respondendo ou não o cumprimento o homem viraria as costas para Sven e começaria a caminhar de volta para o seu lugar. - Por favor rapaz me acompanhe. - Diria ele durante o trajeto até chegar em sua mesa e poder voltar a se sentar na confortável cadeira, Sven podia se sentar na mesa comum de madeira posicionada na mesa do Agt. Muscle.

- Bem meu rapaz primeiro parabéns pela missão concluída, antes de conversarmos sobre a premiação eu queria ouvir o seu relatório sobre a missão, queria que me contasse a sua visão do caso, o que achou dos nobres, sua opinião sobre cada um dos nobres e agentes, o que pode ter causado a invasão e tudo mais, conte-me tudo e não esconda-me nada. - O homem se acomodava em sua cadeira e esperava para ouvir a história de Sven pelo seu ponto de vista, era normal considerar que ele já soubesse o que aconteceu na embarcação já que eles pretendiam dar uma premiação para o agente e por isso aquela talvez pudesse ser uma pergunta estranha se não fosse pela postura e maneira de Muscle se pronunciar, algo que talvez Bjarke concordaria dado que uma pergunta estranha era o de menos considerando a situação pela qual ele passou.


Cena: Drake
Apesar de sentir um pouco de constrangimento ao pedir o favor para Drake, a jovem marinheira conseguiu se acalmar sentindo-se mais tranquila ao ser convidada para entrar Hana deu alguns passos a frente deixando a porta entreaberta enquanto Drake começava a se espreguiçar, a espadachim se surpreendia um pouco com a atitude do boxeador mesmo que por seu semblante ela não deixasse isso claro, na verdade até então Hana e Drake nunca tinham conversado profunda então tudo que ela sabia sobre o ruivo tinha sido moldado por outras conversas e rápidas interações ela respondia o cumprimento de Drake abrindo um sorriso e revelando sua expressão habitual de alegria e inocência como se finalmente estivesse conhecendo o verdadeiro Drake, ou pelo menos verdadeiro naquele momento. - Ha ha ha tudo bem então, oi Drake eu sou a Hana… Isso é engraçado. - Respondia a espadachim rindo em um ar infantil achando graça da reapresentação como se estivesse encenando o momento em que tinha conhecido o ilusionista, Hana ficou um pouco mais séria quando ouviu o restante da frase tentando não parecer rude tentando evitar o risco que os seus risos e sua alegria fosse confundidos com alguma espécie de sarcasmo. - Certo, se eu puder fazer algo para te ajudar nessa tarefa então é só pedir, tudo fica mais fácil quando se trabalha em equipe. - Mais uma vez Hana abria um sorriso ao terminar a sua frase respondendo Drake sobre sua busca pelo autocontrole. Questionando a humana sobre onde teria sido o último encontro dela com Zed, a espadachim levantou seu olhar para o teto refletindo sobre o assunto por um tempo. - O droga... - falou ela mudando o seu semblante para um mais preocupado. - A lavanderia! - Respondia ela começando a caminhar até o local.

Drake seguiu com Hana até a lavanderia em um caminho que ele mesmo já conhecia graças a sua ida anterior a tal instalação, durante a caminhada Hana olhava com curiosidade para o ruivo mas nos primeiros momentos ela se manteve em silêncio e um pouco pensativa, os olhares eram claros mas a espadachim também parecia estar no meio de um diálogo interno quando finalmente ela se pronunciou. - Aaan… E então… Você é de onde mesmo? - Perguntava ela tentando quebrar um pouco mais o gelo e conhecer mais do ilusionista, depois que Drake respondesse eles alcançariam a lavanderia com a marinheira já partindo correndo em direção da mesma. - Ainda tem coisas  da Alipheese ali...- Chegando lá a espadachim parecia esquecer por um momento os motivos de estarem ali mas ela continuava com o seu diálogo com Drake explicando os motivos de tal ação. - Quando tudo começou eu, Zed, Jibril e Alipheese estávamos tudo aqui, elas deixaram umas roupas lavando e parece que esqueceram de vir buscar... - A garota de rosa tirava as roupas que já tinham sido centrifugadas e por isso não estavam exatamente molhadas e sim úmidas, a espadachim colocou as roupas todas em uma sacola e passou a segurar levando a mesma junto com ela. - A gente devolve quando encontrá-las… Vamos. - concluiu ela seguindo pela embarcação um pouco mais tranquila por estar acompanhada.

Drake seguiu com Hana pela a embarcação enquanto a espadachim chamava o nome de Zed pelos corredores, algumas portas destrancadas eram abertas com a jovem chamando pelo rapaz no lado de dentro antes de voltar para a sua caminhada, não tinha sinais do sargento explosivo que a essa altura já teria respondido ela e isso de alguma forma parecia entristecer um pouco a espadachim que continuava com a sua busca, a dupla desceu todos os níveis da embarcação chegando na sala de máquinas que já tinha sido reparada e tratada, o lugar já estava um pouco mais organizado já que tinha se passado algumas horas depois de Drake iniciar o seu aprendizado, ali era o último lugar que eles tinham procurado e como as demais regiões ali não tinha nenhum sinal de Zed, o ruivo se pronunciou declarando a possibilidade do espadachim ter seguido para o QG sem ela e isso pareceu afeta-la como um soco bem dado provocando um breve espanto em seu semblante antes de abaixar o seu rosto cobrindo o mesmo pelas suas madeixas. - Tudo bem… Acho que você está certo... - Ela dizia isso em um tom de voz mais baixo não demonstrando nenhuma da energia apresentada quando encontrou com o Drake anteriormente, a espadachim estava alguns passos na frente de Drake o que o fez ter apenas a visão das costas de Hana, ela levou um de seus punhos fechados até a altura de seus olhos como se os esfregasse. - É melhor irmos logo então antes que o pessoal vá antes da gente, eu só vou passar no meu quarto para trocar de uniforme, não posso ser vista no QG usando um uniforme personalizado assim… Te encontro no convés. - Antes que Drake pudesse dizer ou falar algo a marinheira saia correndo subindo as escadas seguindo até o seu quarto deixando o boxeador ali sozinho por um tempo apenas absorvendo o que tinha acabado de acontecer.

Sozinho o lutador seguiu até a enfermaria procurando pelos companheiros, a caminhada era um tanto solitária e silenciosa agora sem ter mais Hana falando e gritando por Zed seguindo pelos corredores vazios da embarcação, chegando na enfermaria o ruivo abria a porta mas do outro lado já não via mais ninguém o local estava vazio, sem pacientes, médicos e até mesmo o rapaz que antes estava respirando por aparelhos parecia ter sido movido para o QG o que não lhe fornecia nenhuma ação além de fechar a porta e voltar para o seu caminho até o convés, mais um tempo se levava nessa caminhada e lá ele encontrava Hana já com um uniforme apropriado para uma marinheira, ela conversava com mais dois oficiais que estavam na saída do navio distribuindo a dose da droga para aqueles que saiam da embarcação, no caso agora só tinha Hana e Drake ali. - Ah muito bem, parece que vocês são os últimos, então tomem... - Um dos guardas já puxava dois pequenos papeletes que com pequenas doses da droga. - Agora que somos os últimos aqui podemos tomar a dose juntos. - Um dos marinheiros dava para cada um uma dose da Pequenalegria e juntos cada um ingeriu a sua dose para seguir até a ilha.

Observando os demais Drake percebia uma expressão de alívio e felicidade surgir no rosto dos demais marinheiros, Hana contemplava as suas mãos como se estivesse maravilhada com o que visse, para o ruivo era tudo normal exceto pelo cenário que se transformava, as terras áridas e sem vida se tornavam prosperar e abundantes de vegetação, pássaros voavam cantando uma doce melodia, tudo era feliz e alegre naquela terra, assustadoramente alegre. - Bem vamos lá, os amigos de vocês já foram para o QG. - Falou um dos marinheiros que os acompanhavam. - Minhas mãos… Elas... - Hana ainda olhava empolgada para as mãos dela cobertas pela a sua luva agora rosa, ela parecia continuar com a sua frase antes que outro dos marinheiros a interrompesse. - Vamos, vamos, a equipe de manutenção tá esperando só sairmos daqui para vir reparar e limpar o navio. - Falou o marinheiro terminando com uma gargalhada. - Ah! Tá bom, vamos lá Drake temos que encontrar o pessoal. - Completou Hana seguindo o caminho até o quartel general.

Seguindo até o local…
Ventus escreveu:
...tinha acesso ao pátio do quartel general onde alguns marinheiros já faziam a sua patrulha tinha duas construções ali sendo uma delas menor e claramente um depósito pela aparência de um grande galpão enquanto a segunda era um pequeno forte com torres altas e uma segurança aparentemente forte, toda a região do pátio era cercada por grades e arames farpados em seu topo, a ilha que antes era árida e sem vida agora estava verde com vegetação abundante e o cantar dos pássaros no fundo, a ilha estava linda, maravilhosa ou Lynn estava muito doído.

Entrando no prédio principal do QG Lynn se via no hall de entrada do local, um hall de entrada grande com um belo lustre de cristais no teto, piso branco que parecia refletir o seu reflexo e paredes pintadas de azul, na frente de Bjarke tinha uma pequena recepção que ficava no meio da sala, na parte de trás da sala tinha uma porta grande no centro da parede e aos lados uma leva de escadas que dava ao segundo piso. - … - um dos três marinheiros na recepção que analisavam uma breve papelada enquanto um respondia uma conversa por Den Den Mushi, a recepção era um balcão quadrado que envolvia os três marinheiros com portas similares a de um bar das antigas que levantaria uma parte para que alguém pudesse passar....
Ao passar pela porta Hana se virava para o ruivo em um semblante bem mais alegre que ela tinha anteriormente na embarcação. - Ei Drake você tem que falar com o capitão para oficializar a sua promoção como Sargento, alguém na recepção deve te explicar como achar ele. - Dizia ela a sua maneira enérgica como se estivesse bem empolgada com o assunto, uma empolgação que poderia ser contagiante como se ela estivesse tentando motivar o boxeador mas esse era apenas a maneira “natural” de Hana falar com alguém passando alguma instrução que no fim a animava.


Cena: Lynn
O efeito da droga era imediato alterando um pouco da percepção do lanceiro o fazendo acreditar que estava em uma ilha mágica, linda e do caralho, e talvez ele estivesse mesmo sendo a droga uma mera chave para acessar tal lugar de alegria mas isso não parecia importar agora já que o marinheiro mesmo que não soubesse ele tinha mais o que fazer ali em vez de só caminhar, o marinheiro na recepção via toda a apresentação de Lynn e toda a pose do rapaz o aplaudindo em uma clara expressão de surpresa  e espanto similar a de um fã ao assistir o final de Guerra Infinita. - Woooow… Legal mas o que é isso? Deixa eu ver... - O marinheiro pegou a carta fechada no balcão e olhou a sua frente e verso já que a explicação de Makei tinha sido um tanto vaga. - Ah uma carta de recomendações, show… Parece que alguém aqui vai ser promovido. - O marinheiro abriu um sorriso bobo posicionando as duas mãos na cintura como se estivesse em um show de sitcom com as gargalhadas ressoando pelo ar, saindo de sua postura ele entregava o envelope novamente para Lynn. - É só subir as escadas e seguir direto até a sala do Capitão Bob. - O marinheiro se virou apontando em direção que o ruivo deveria seguir até chegar na sala onde encontraria o responsável pela sua promoção.

Fazendo seu caminho Makei subia as escadas feliz da vida graças aos efeitos da droga, olhando a sua volta enquanto rumava até a sala do capitão o ruivo pode notar um vulto negro andando ao longe em um caminho oposto e distante do seu, mesmo com sua visão aguçada o rapaz não conseguia definir bem uma silhueta naquele, talvez fosse pela distância, pela droga ou sequer fosse algo real mas de fato aquilo era suspeito, no entanto nada que talvez criasse um senso de emergência para o lanceiro visto que ele já tinha um caminho para seguir e uma felicidade que talvez o distraísse de tal evento, o que rolou em seguida era um tanto cômico talvez pela distração do rapaz pelo breve vulto Lynn acabou esbarrando em alguém e consequentemente derrubando esse alguém que carregava uma pilha de documentos. - Mas que filho de uma… - Praguejou o mink ursídeo que começava a catar os papéis no chão, o mink era bem mais pequeno do que uma pessoa comum seria talvez fosse alguma doença ou algo do gênero que o tornava quase tão pequeno quanto a jovem Alipheese, ele usava um uniforme da marinha apropriado para o seu tamanho mas não usava boné e nem sapatos. - Mah que porra hein teu cuzão do caralho, olha o que tu fez… Tu ia gostar que eu jogasse as tuas coisas no chão? - O urso carinhoso deu um passo a frente tomando a carta de recomendação do Makei e a jogou no chão. - E agora hein? Você gostou disso hein? Teu cheira peido, liquidificador de rola do caralho… Porque tu descreveu um coco tão bem no teu post? Tinha noção que o cara estava comendo quando leu?... Nem sei mais do que eu to falando para esse marajá de rola... - O absurdo era que esse urso xingava aos ventos enquanto se curvava para catar papel por papel, Makei poderia ajudá-lo se se tivesse vontade mas também poderia pegar a sua carta no chão e voltar a trilhar seu caminho.

Quando o ruivo seguisse continuando até a sala do capitão ele ficaria diante de uma porta grande de madeira e ao abri-la ele veria um escritório grande com diversas armários de prateleiras cheios de livros, uma mesa de madeira diante de uma cadeira onde um homem se sentava atrás desse homem tinha uma janela imensa que dava visão de todo o QG e de grande parte da cidade, o homem estava sentado de costas para a porta admirando um pouco a paisagem quando ouviu a chegada de Lynn, girando a cadeira o homem agora olhava para o lanceiro, o cpt. Flappy Bob naquele momento mordia um charuto acesso e tinha um largo sorriso amarelado e macabro em seu rosto, ele parecia esperar Makei se pronunciar ou ao menos se apresentar mas o ruivo apenas seguiu entregando a sua carta de recomendações como se fosse uma carta de amor, ficando diante a mesa do capitão o homem simplesmente assoprou a fumaça produzida pelo fumo em direção do oficial o fazendo se engasgar no cheiro e sabor que a fumaça trazia consigo, entre as tosses do ruivo o capitão esticou o seu braço e puxou o envelope das mãos de Lynn abrindo-o para ler o conteúdo em si. - Hmm… Uma carta de recomendações escrita por Shiro... - O homem se reclinou na cadeira parecendo ficar um pouco mais confortável. - Aqui diz Lynn Makei… Esse é teu nome? - O capitão tinha uma voz grossa e um pouco rouca, mesmo que falasse com um sorriso no rosto havia algo malicioso em suas palavras fazendo-as chegar a soar de maneira maligna, uma atitude que talvez despertasse um breve choque de realidade em Makei o fazendo ter um breve vislumbre de realidade o fazendo se sentir mal e enjoado algo que tirava o sorriso do rosto do capitão e o franzir o cenho, o ruivo via um cenário rachado, o piso estava podre e quebradiço, as paredes rachadas e tudo parecia tremer enquanto aos poucos o cenário se apagava. - Fique calmo garota… Parece que bateu uma onda errada... Alegre-se, você é um sargento agora. - Uma maçã era jogada nas mãos de Makei e tudo voltava ser alegre novamente como se estivesse em um circo e a viagem ruim nunca tivesse acontecido, de alguma forma o próprio odor da maçã parecia deixá-lo contente e feliz novamente.


Cena: Achiles

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] escreveu:
~Avaliação Achiles~

Perdas:
● 1.050.000 berries. ALTERADO. Com a mudança das pericias, o dinheiro da compra não é descontado, ficando assim com 550.000 de gasto.
● Ferimentos passados (estão presentes na ficha, foram recuperados) OK.
● NPC Acompanhante. OK.


Ganhos:
● Perícia: Briga de Rua.* OK.
● Perícia: Botânica. OK.
● Kit médico OK.
Kit médico:
 
● 2 missões pelo governo. OK.
missões:
 
● 150.000(Salário - Agente Graduado) OBS: Vai ser anunciado no próximo post. OK.
● Promovido (Agente Especial) OK.
● Ambidestria 2/3 OK. Gostei de como usou o fato do braço quebrado para desenvolver isso tanto normalmente quanto em luta por causa dos treinamentos. Se continuar nessa pegada e fizer um treino bem significativo poderá conseguir na proxima aventura mesmo.
● LW (créditos) OK.
● Vicio 1/2 (se tomar mais 1 dose, ganha o vicio: pequenalegria de 15 posts). Passar 25 posts sem tomar doses reseta a contagem. ADICIONADO.

Relação de personagens:
● Ele faz OK.

Exp: 17 xp
EdC: 17 xp

Localização: 5ª Rota - 1ª Ilha: Terralegre (2/30) OK.

Feedback Player:
 

Feedback Narrador:
 




- Npc’s ainda não apresentados/ aleatórios -
- Npc’s acompanhantes. -
- Oficiais rasos (marine) -
- 2º Ten Shiro -
- Cpt. Flappy Bob -

____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
~[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]|[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]~
Olá Convidado seja bem-vindo(a) ao One Piece RPG.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
GM.Alipheese
Comodoro
Comodoro
GM.Alipheese

Créditos : 56
Warn : Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 10010
Feminino Data de inscrição : 31/03/2013
Idade : 26
Localização : Olympo- 5ª Rota

Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Empty
MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 EmptySeg 01 Out 2018, 11:15

Isso escalou bem rápido.


Quando questionada pela celestial se não teria problema ajudar, a pequena de fato não veria problema algum, não tinha muito que pudesse levar que não pudesse ou estar em seu coldre ou em sua mochila, sendo assim, esperou até que Jibril pudesse chamá-la para que fosse buscar as coisas ou esperaria no corredor, a ajudando pelo trajeto que seguiriam juntas, era bem paciente, não apressaria a garota de forma alguma, afinal, mesmo que tivesse a ajudado a organizar o quarto,  havia sido de forma corrida, seguiriam até o local onde poderiam tomar a dose de pequenalegria para que pudessem adentrar o território de Terralegre e era surpreendente como após os efeitos psicodélicos que sua própria mente haviam criado tivessem dispersado, como onde havia deserto, surgiria uma vegetação, onde havia um odor ruim, algo bom havia se colocado no lugar, isso fazia a garota pensar, se a droga já era capaz de gerar esse efeito em coisas feias ou ruins, quais seriam os efeitos em algo que a pessoa considerava bom?

A resposta viria logo que pudesse olhar para a celestial, que em meio a viagem da garota, parecia até mesmo em alguns momentos se mover como se estivesse em buffering, pois cada pequeno detalhe da rosada,  era captado pelo seu olhar  de uma forma única, poderia talvez até jurar que teria visto um arco íris se formar por de trás de sua cabeça, ou até mesmo que poderia ter visto uma real auréola em sua cabeça, a visão havia a distraído do possível vulto ao qual sua visão aguçada havia a permitido ver momentos atrás próximo do QG, seu coração que já estava acelerado, quando percebeu que a  garota jogou-se de joelhos em sua direção a envolvendo, pareceu por um momento que iria explodir, tamanha era a intensidade com que a informação rapidamente correu e diversos pensamentos felizes lhe vieram em sua cabeça de forma confusa e não ordenada de modo que sua mente até demorou um pouco para assimilar o que havia lhe acontecido, suas mãos estavam rígidas, como se tivesse travado completamente, no entanto a sensação de seu corpo era quente, conforme acompanhava o arfar da celestial tão próximo de seu corpo, respirar tornou-se aos poucos uma tarefa mais difícil, mas havia sido ali o que a celestial havia lhe dito que havia a travado por completo.

“C-Cama? C-Como assim?! Eu… Digo.. Bem...  Como uma festa do pijama, certo?... Certo? Eu… Eu… Não tenho idéia do que mais poderia vir disso mas… Porque essas sensações em meu corpo quase me imploram para que eu grite sim? Eu… Ao mesmo tempo que quero muito, seguir por esse caminho desconhecido junto eu… Tenho… Medo? Não.. Receio? Se eu tivesse não confiaria nela… O que é isso que corre em meu peito e que sensação é essa incômoda que novamente me corre por entre as pernas? Eu… Não.. Não posso perder a minha força, mas o que eu posso fazer para acalmar esse sentimento em meu peito? De-... Deveria aceitar? Eu… Eu… Bom…. Não… Não deve ser algo mais intenso do que tomar banho juntas, certo?”

Em meio aos seus inocentes pensamentos misturados as sensações físicas intensas que leh percorriam, de forma similar a como a comida da celestial, junto aos afrodisíacos havia a estimulado anteriormente, por um momento sentiu suas pernas levemente mais fracas, onde como uma reação muito mais física do que emocional ou mental acabou levemente roçando suas coxas uma contra a outra, como uma tentativa de aliviar aquele pensamento que havia dentro dela, enquanto as palavras fugram mais rapidamente do que o papaleguas correndo do coyote,  era difícil organizar seus pensamentos naquele momento e formar uma frase? Parecia mais fácil acertar uma mosca a 100 metros nesse momento. Mesmo assim a garota tentaria dizer

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

-E-eu…. Eu…. Que-

Diria a garota com os lábios tremendo, antes que a celestial tivesse revelado aquilo como uma brincadeira, ou talvez acabasse tendo jogado um verde para ver se a garota colhia? Bem, certamente havia plantado a semente da dúvida em sua cabeça, ainda que não entendesse pelo sentido mais impuro, seu corpo a jogava na direção e inclinação de aceitar, a proximidade que seus corpos tinham ou como a garota pressionaria sua cabeça contra seu busto, também não a ajudaram a ter uma linha de pensamento claro, até que pudesse “ ser liberta” daquela condição e pudesse até mesmo estar levemente atordoada, com as bochechas parecedendo que estavam em chamas naquele momento. Seus olhos, naquele momento evitariam olhar na direção da celestial e deixar de pensar no que ela havia lhe proposto, por mais que andando lado a lado fosse difícil, sendo assim, algo que ela sequer poderia aproveitar muito da beleza única que aquele QG poderia ter, por mais desolada que fosse a ilha, era algo muito bonito de se ver, ou Alipheese estava sobre efeito o suficiente da droga para que pudesse ver dessa forma. Sua mente ainda estava naquilo que havia lhe  sido proposto, e a vontade de tocar no assunto era intensa, de modo que para evitar a si mesma de falar,  com seus pequenos dentinhos, morderia seu lábio inferior, com certa força, mas não o suficiente para que sangrassem, ou se machucasse. Suas mãos abriam e fechavam e até o modo como ela andava poderia parecer engraçado, como se fosse muito difícil de guardar aquilo dentro de si, para o próprio mal da garota, sua sinceridade excessiva se manifestava de forma que era transparente e sincera demais com seus sentimentos, e o entorpecente não a ajudava a manter muito da sua calma ou racionalidade. Por fim, assim que estivessem dentro, se não fossem abordadas, respiraria fundo e tentaria levar o assunto para outra direção, na esperança que sua cabeça pudesse acompanhar.

-Ji-Jibril… Temos que apresentar a carta para que possamos ser promovidas… Como você se sente com isso? Acho que é o momento mais feliz que eu poderia ter, sabe? Sinto como se meus pais pudessem se orgulhar um pouco da minha trajetória mas… Eu ainda tenho tanto a aprender! Eu… Gostaria de passar na biblioteca antes de me apresentar, não tem problema, certo? Talvez até achassemos algum livro interessante… Mas o que eu realmente estou na cabeça é  que eu quero aprender um pouco mais sobre física… Sinto que me ajudaria muito.

Diria a garota em um tom alegre,  em uma altura não muito elevada, de modo que a doçura de sua voz poderia quase acariciar os ouvidos daquela que a ouvia, em seus olhos havia uma grande expectativa a ouvir mais sobre o que a celestial poderia lhe responder e esperava do fundo de seu coração que pudessem ir juntas, tanto para aprender, como para que pudessem ser promovidas, não queria perder a promoção dela, assim como a queria no momento em que isso acontecesse. Se não houvesse um problema, procuraria por indicações no QG que pudessem levá-la até a biblioteca, provavelmente havia alguma e com isso, ela seguiria procurando até encontrar a biblioteca ou um lugar apropriado onde pudesse achar alguém que pudesse ensiná-la.


Perícia física

Uma vez que pudesse encontrar um lugar apropriado, a garota procuraria por alguém que pudesse estar na biblioteca que pudesse ajudá-la, talvez apenas ler em livros não lhe fosse o suficiente, então precisava de um instrutor ou instrutora, e com isso se aproximaria de alguém que pudesse parecer saber lhe responder a pergunta que faria.

-C-Com licença Eu… Eu… Tenho interesse em aprender mais sobre física, você sabe de alguém que poderia me ajudar a aprender mais? D… Desculpe, onde estão meus modos, eu sou a Sargento Alipheese Fateburn, é um prazer te conhecer.

Diria a garota inicialmente com dificuldade para que pudesse manter sua dicção, mas com um sorriso simpático no rosto, onde estenderia a mão para a pessoa para que pudesse fazer um aperto de mão, se a pessoa pudesse se apresentar como a pessoa que lhe ensinaria, apenas concordaria com a cabeça e seguiria os passos para que pudesse aprender, se dispondo de todos os passos necessários do aprendizado de forma dedicada, bem como o tempo. No entanto caso fosse uma segunda pessoa,  a responsável por ensiná-la ou estivesse em outro lugar, se dirigiria até onde fosse indicada.

-Desculpe, eu sou a Sargento Alipheese Fateburn, segundo *inserirnomeouaparênciaaqui*, eu poderia pedir a você para que me ensinasse mais sobre física, você poderia me ajudar? Eu lhe seria muito grata!

Diria a garota, sem que tivesse de cutucar a pessoa, esperando até que sua abordagem pudesse ser educada e cortês,  e se esse fosse o caso, seguiria com o aprendizado e com o tempo necessário por ele normalmente.

Fim da Perícia física


Uma vez que tivesse aprendido o que havia de aprender, ao sair do local, respiraria fundo, provavelmente estaria fatigada em relação ao aprendizado e com isso, antes que pudesse prosseguir, talvez se sentasse um pouco com Jibril, antes que pudesse perguntar a garota

-O que acha de irmos agora?


Perguntaria a garota, com um sorriso no rosto, enquanto balançava os pezinhos para frente e para trás, caso estivesse sentada, olhando para frente, esperando da celestial a resposta para que pudessem enfim completar a promoção.


Histórico.:
 


Objetivos”:
 

Off:
 
[/quote]

____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Ação
Pensamento
Fala
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Última edição por GM.Alipheese em Seg 15 Out 2018, 13:35, editado 4 vez(es) (Razão : pegando código do post pra salvar <3)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Makei
Estagiário Orientador
Estagiário Orientador
Makei

Créditos : 32
Warn : Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 9010
Masculino Data de inscrição : 07/08/2017
Idade : 24

Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Empty
MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 EmptySeg 01 Out 2018, 22:48

The Emperor of Sea


Com um belo sorriso retardado no rosto e uma expressão de felicidade, o pequeno show saia como o esperado após admirarem os meus movimentos magníficos de um fudendo Imperador, sem esperar muito, era o momento de eu seguir o meu caminho até onde realmente as coisas importam, Sala do Capitão Bob Flay, não, pera… Flappy Bob, desculpa, escrevi errado. Não esquecendo é claro de agradecer com o mesmo tom de voz que a expressão que eu tinha no momento ou se você preferir, pode ser com a do Lula também.

- Muito obrigado meu querido magnificentíssimo companheiro -

Agora com a rota trajada para o meu objetivo, apenas conseguia notar alguma coisa estranha como um vulto negro pelo caminho a minha frente, vulto esse que eu definitivamente não conseguia decifrar o que diabos de cacete era aquilo, será que eu tou realmente tão chapado assim ?

” Que porra é essa ? “

“” Carai menor, tu ta batendo uma brisa pesaaada, pega leve nisso ai vei… Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 344152600 “”

Perdido em meus pensamentos e vislumbres provavelmentes do além, acabei por tropeçar em algo minúsculo que rapidamente começou a me xingar igual um arrombado sem que eu percebesse, quando eu fui ver, o filho da puta era o ser mais pequeno que eu já tinha visto na minha vida trajando roupas da Marinha, chegava até mesmo se tornar algo estranho de ver algo assim, era um pouco fofo mas claramente bizarro ao mesmo tempo pela sua forma de falar, contudo, isso não era o suficiente para esconder a minha expressão de surpresa em ver tal criaturinha se comunicar comigo, seria esse um ET ?

” Que porra é essa mano ?... CARAI VIADO ! UM ET ! “

“” Santa mãe de Deus! “”

Incrédulo e boquiaberta com a situação, apenas olhei para os lados como se não acreditasse no que estava vendo e ouvindo antes de apontar para o pequenino murmurando sem som comigo mesmo.

- Vocês estão vendo isso ? IN-CRI-VEL ! -

” CARALHO MENOR ! O filho da puta jogou meu bagulho no chão vei, caralho viado ! QUI FODA ! “

“” Que porra tu tá fazendo Ventus ? Eu que uso drogas e você que fica doidão vei ? “”

” QUEEEEEEEEE, ELE TA FALANDO UMAS COISAS MUITO NONSENSE VEI ! CARAI MANO ! QUI DOIDERA ! “

E não é que o pequenino não parava de me surpreender ? Ele havia pegado a minha carta de recomendação e jogado sobre o chão antes de falar totalmente tiltado em minha direção, não é que o Rolinha Peluda tava realmente puto ? Por sinal “Rolinha Peluda” é o apelido que eu dei pra ele, espero que não se importem. Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 1439049992

Pegando a minha carta de recomendação sobre o chão ainda sem acreditar no que eu estava vendo e esquecendo totalmente do que eu tava vendo a um tempo atrás, abri um sorriso gigantesco sobre o rosto antes de levantar agora as minhas duas mãos, mantendo apenas o dedo do meio e o polegar eretos na direção do pequenino.

- Foda-se ! Heheheh -

“” KAKAKAK ! PAU NO SEU CU ! E se você tiver lendo isso, pau no seu cu denovo, HUEHUEHUE. LUL  “”

Essa era a minha resposta pro Mink antes de simplesmente seguir meu caminho para a sala do Capitão Bob sem dar a mínima para o que o Rolinha poderia falar, andaria até mesmo de costas, já que eu pretendia me manter olhando para ele com aquele sorriso desgracento de Troll enquanto mexia minha cabeça de cima para baixo com os dedos do meio ainda eretos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Cagando para a opinião do pequenino que provavelmente continuaria a pegar os seus papéis, me virei para seguir o meu caminho em direção a sala do capitão alegremente, estava claramente feliz e não era apenas pelo uso da Pequena Alegria, viu ? Diante de um grande escritório com diversas coisas ao meu redor, não pensei duas vezes antes de oferecer o meu coração, quero dizer… A Carta de Recomendação. Me engasgando até mesmo naquela desgraça de fumaça do tabaco desse cretino, espero que esse puto pegue cancer tambem, só de zoeira.

- Sim, si- -

Quando eu estava a responder, apenas senti uma leve recaída sobre mim mesmo sem nenhum aviso prévio, apenas me senti enojado como se estivesse a sentir o cheiro insuportável da podridão que a realidade tinha sobre o meu nariz, toda a alegria e beleza havia simplesmente sumido em um piscar de olhos, lembram da primeira impressão sobre Terralegre ? Sem um pingo de aviso, aquilo havia voltado a aflorar a minha mente ao observar aquele cenário totalmente decaído. Por sorte ou talvez não… O cenário voltava a mudar rapidamente, me fazendo acordar daquele sonho ruim e para a vida, aquele maldito sorriso se instalava rapidamente em meu rosto novamente ao perceber que agora eu tinha uma bela maçã sobre as minhas mãos.

- Sim, sim ! Agora eu sou um Sargento ! -

Respondia Bob ao sentir o cheiro intoxicante daquela fruta, por mais incrível que pareça, aquela desgraça me ajudava a abrir cada vez mais aquele sorriso malévolo e falso.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

- Por sinal, eu gostaria de conhecer melhor essa Ilha e o QG ! Aqui parece um lugar MAGNÍFICO ! Será que você teria alguma sugestão a me aconselhar ? -

Perguntaria alegremente após me recompor da situação anterior, esperava obter uma resposta positiva do Capitão, talvez talvez fosse a droga ou alguma outra coisa, mas eu me sentia realmente fora do comum… Era algo diferente do meu Ideal, entende ?... Onde será que eu vou parar ?

“” Obviamente morto. Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 1439049992 “”

- Oooh ! Obrigado pela sugestão e pela maçã ! Se possivel eu gostaria de me despedir por aqui, qualquer coisa sabe por quem chamar ~ Sargento Lynn, O Imperador dos Mares ! -

Batéria até mesmo continência para Bob antes de me retirar da sala, onde havia aprendido isso mesmo ? Aé… Foi com o puto que estava saudando a mandioca, não, pera… Ah, foda-se lembro quem era não, deve ter sido o maluco que tava dando “Tchau” pro seus amigos do Inferno… Isso ficou meio macabro do nada…

Com a possível indicação ou não de Bob para onde eu poderia visitar, eu cagaria para a sua opinião já que seguiria o meu próprio caminho, ninguém manda no Imperador dos Mares, porra. Por isso eu andaria pelo QG em busca de um banheiro, essa era a minha marca registrada para conhecer melhor o local, mesmo que eu não viesse a usá-lo era bom saber onde eu iria no caso de necessidades, nunca se sabe quando vem aquele sinal de emergência, correto ? Quem sabe no meio desse caminho eu encontrasse algo interessante para mim ? Afinal, ainda tenho duas perícias para aprender, sendo elas Danças e Briga de Rua, ou seja… Não esconderia o meu olhar de admiração e surpresa caso visse alguém lutando por aí de alguma forma estranha, já que gostaria de até mesmo aprender alguns truques a mais para as situações de combate, pois como vocês sabem, conhecimento nunca é demais !

~ Pericia Briga de Rua, carai ! ~

Me aproximaria batendo palmas da possível pessoa que estivesse a demonstrar os seus belíssimos movimentos, pelos menos eram belíssimos aos meus olhos… Olhos de um verdadeiro Drogado Imperador !

- Onde aprendeu estes movimentos ? São incríveis ! Por acaso pode me ensinar alguns truques ? É sempre bom ter movimentos extras em baixo das mangas, me entende ? Tipo uns chute e pá ! -

Por mais incrível que parecesse, essa seria a minha abordagem sobre o cidadão, seria a correta ? Não sei, de qualquer forma eu iria oferecer a maçã que eu havia ganhado de Bob para resolver essa merda, no final, quem nega uma fudendo maçã ?

- Que tal essa maçã ? Pega aí, vamos dizer que é o meu pagamento, que tal ? -

Jogaria a maçã nas mãos de meu novo Mestre e com o pagamento feito, agora só restaria seguir com os ensinamentos de quem fosse que estivesse a me ensinar, prestaria a atenção e imitaria seus movimentos como um verdadeiro retardado, quero dizer, aprendiz em busca de conhecimento, técnica e força. Estava prestes a me tornar um verdadeiro mestre Kung-fu ! Só que não.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Histórico:
 
Objetivos:
 
Off¹:
 

Créditos a @[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
~Eis aqui uma amante do Volker~


Medalhas:
 



Última edição por GM.Lacraia em Qui 04 Out 2018, 22:08, editado 2 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Empty
MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 14 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Tróia - Parte 3 - Pandemonium
Voltar ao Topo 
Página 14 de 16Ir à página : Anterior  1 ... 8 ... 13, 14, 15, 16  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: East Blue :: Polestar Islands-
Ir para: