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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Tróia - Parte 3 - Pandemonium

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 13 EmptyQua 11 Abr 2018, 21:22

Relembrando a primeira mensagem :

Tróia - Parte 3 - Pandemonium

Aqui ocorrerá a aventura do(a) agente Achiles. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Achiles
Sargento
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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 13 EmptyTer 11 Set 2018, 16:24



Tróia - Parte 3
Pandemonium


Eu me lembro quando sempre diziam que os chefes eram as piores pessoas do mundo e que odiavam tal pessoa, é, talvez eu consiga me identificar quando aquela superior estava ali falando conosco, as suas palavras eram autoritárias e com um nível de rudez que chegava a irritar, mas minha aparência estava como usual, despreocupado mesmo com tudo, até o momento em que percebi que Jason não estava entre nós ali e a preocupação batia… - Er.. Senhor… Quer dizer, Senhora. Não tenho ideia de onde está Jason, ele saiu atrás dos outros homens quando fiquei contra o tritão sozinho. Peço permissão para ir em sua busca. – Meus olhos estavam fixados em cada canto da sala, minha memória em cada resquício que eu pudesse lembrar do homem, independente do canto que eu havia visto, se era em meio a multidão ou em outro lugar. Jason era o meu companheiro e colocavam ele como principal suspeito por ter vazado as informações sobre a nossa viagem, eu não sabia dizer o que havia acontecido com ele e as suspeitas apenas aumentavam com a falta de sua presença por ali. - Senhora, eu conheço Jason há um bom tempo, ele esteve sempre me auxiliando em minhas missões. Não tenho motivos para desconfiar do meu companheiro, irei atrás dele, estou preocupado. – Diria independente de ter a resposta anterior da minha superior, permanecer como agente do governo era importante para mim, mas se havia uma coisa que eu deixava mais alto que qualquer outra coisa, eram os meus companheiros.

Minha história com Jason começou desde Shells quando Pilos identificou ele na cafeteria, ele era um homem que havia se destacado em Shells Town e fomos enviados em uma missão juntos, não nos damos bem de começo, principalmente quando tivemos que aportar em Conomi Island, o atirador ficou irritado com o meu comportamento curioso sobre tudo, era tudo novo para mim e nós discutimos aquele dia. A sua lábia foi boa o suficiente para enganar alguns dos revolucionários e quando eu fiquei ferido após uma batalha contra os mesmos, foi ele que me auxiliou, me levando até Ramiel.  Foi ele que me acompanhou quando tivemos que ir atrás dos nossos companheiros que foram em nossa busca e ficaram em uma armação, diferente de Yami, era ele quem estava do meu lado, batalhando a cada momento e tiro, lutando contra os revolucionários e causando um caos para aquela ilha. “ Droga Jason, é melhor que você esteja bem! ”  Também me lembro da nossa missão em Loguetown, tivemos que proteger Norwitch e foi ele que deu cobertura contra os lobos de Crasus, foi o homem que estava ali do meu lado, planejando a missão junto comigo e companheiro. Ele nunca me deu motivos para desacreditar nele ou desconfiar que ele era um agente duplo, ou seja, até ser provado, ninguém vai me fazer acreditar o contrário!

Viraria de costas para a mulher ou homem, que seja, indo em direção a porta e abrindo a mesma. - Se houver problemas com isso, desconte no meu pagamento, me suspenda ou me dê uma advertência, nunca abandono um amigo. – Meus olhos estavam sérios e minha postura da mesma forma, ignorar as ordens de um superior não era uma coisa da qual eu fazia, mas naquele caso, não era nada importante para mim. Começaria a minha busca perguntando para o primeiro marinheiro que eu visse em minha frente. - Você viu um homem branco, cabelos de cor azul escura e íris roxas, mais baixo do que eu? – Se o homem me desse uma direção, prosseguiria para tal, mas no meio daquela confusão inteira anterior, não me surpreenderia se ele não lembrasse de alguém daquele porte, continuaria perguntando para os marinheiros até que alguém me desse pelo menos uma luz para seguir em alguma direção, mas caso ninguém estivesse lembrando dele após umas sete perguntas, eu tinha uma ideia de onde ele poderia estar se ele tivesse se machucado em meio aos combates, a enfermaria. - Marinheiro! Me diga! Para onde fica a enfermaria?! – Eu ainda não havia trocado de roupas e eles poderiam acabar me confundindo com algum civil que tivesse ficado para trás no barco e para isso, eu mostraria a minha insígnia que ainda estava em minha mão para ele. - Sou um agente, me diga. – E iria para a direção apontada pelo mesmo.

A minha respiração ofegante tinha seu marco ali, sentia meu peito apertando e era como se o meu coração quisesse sair pela boca, não era a primeira vez que eu tinha ficado preocupado em tão pouco tempo e meus companheiros eram mais do que importantes para mim, eu tinha que ir atrás dele. Valeria a pena perder o meu emprego para isso? Valeria. Então é melhor que você esteja bem, Jason!


Objetivos:
 

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Última edição por Achiles em Qui 13 Set 2018, 11:26, editado 1 vez(es)
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Makei
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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 13 EmptyQua 12 Set 2018, 23:54

The Emperor of Sea



Eu realmente não consigo gostar desses superiores de hoje em dia, o maldito nem para ter a capacidade de dar a devida atenção mesmo eu falando para não precisaria… Sabe o quanto isso magoa meu coração em vê-lo agir dessa forma ? No final, por pessoas como ele que a Marinha não vai pra frente… Ser sincero até que ele ainda não foi dos piores, só meio bosta… Colocando ele do lado de Mustache por exemplo que comandava toda essa bagunça atual, ele poderia ser considerado um exímio Tenente, o único problema se vem de suas atitudes, por exemplo a atual dele ao me ignorar, fazer esses tipos de coisas o fazem cair muito no meu conceito, sabe ? Tipo, o Main Character está logo a sua frente e ele simplesmente cagou ! CA-GOU !... Depois que morre ai reclama.

- Tsc… Mesquinho -

Murmurei para mim mesmo vendo aquela atitude bosta do Tenente se retirando ao mesmo tempo que uma voz feminina começava a preencher o espaço, infelizmente não sendo muito de minha atenção do momento por não ser de uma conhecida, ou será que deveria ? Bom, isso fica para a próxima aventura caso eu ganhe Sedutor Incorrigível. Você Não Precisa

“” Tu é muito burro ou fez curso pra ser retardado ? Você deveria dar mais valor para essas coisas… Toda garota no final quer um Imperador para elas, só basta você chegar nelas, sacô ? Então para de ser um merda e levanta essa bunda gorda e suja logo. “”

” OW OW OW OW OW ! Me respeita seu bosta, tá achando que ta na casa de quem ? “

“” Pra tar com esse cheiro de merda, obviamente na sua. Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 13 1439049992 “”

Agora nesse momento nós tínhamos um problema sério… O maldito médico que estava cuidando de mim fez algumas coisas que… Vamos dizer que não concordo muito... Obviamente que ele teria que costurar minha cabeça mas, né… Então eu não pensei duas vezes antes de tomar o remédio, porém nem a pau que eu vou deixar esse porra me enfaixar, isso já é abuso ! Ta achando mesmo que eu vou ficar com o meu rosto lindo cheio de pano na cara ? Com certeza que eu iria brigar por isso, apontaria para a minha cabeça enquanto o questionaria brevemente sobre o assunto.

- Sério que eu vou ter que ficar com isso na minha cabeça ?... Ta de zoeira comigo né ? -

Independente da resposta que eu recebesse, eu tentaria retirar as bandagens (É bandagens o nome, né ?) de minha cabeça, não poderia estar de uma forma tão mal apresentada naquela situação e se o Médico insistisse nisso até sendo possível do mesmo recolocar essa porra na minha cabeça, me calaria ao demonstrar uma “Cara de Cu”, sim… Eu estaria agindo igual uma fudendo criança nessa situação, é o que eu quero e o que eu vou fazer.

- Pelo menos tem algum uniforme para mim vestir ? Não é que eu não goste desse, só tou sentindo um friozinho na parte da minha barriga, sabe ? -

O questionaria novamente ao apontar dessa vez para o meu tanquinho, não é todo dia que você consegue se manter com o peito livre por tanto tempo, ainda mais após nem ter se secado ou coisa do gênero… Todavia, vamos ser sinceros. Estamos na porra de uma enfermaria, a chance de terem uniformes por ali não é das maiores e pior… Ainda temos o problema em ver o tamanho correto ! De qualquer forma, eu a vestiria se o Ventus-sama estiver afim de me dar, nunca se sabe o que se passa na cabeça dos narradores hoje em dia.

Com a situação por aqui resolvida, agora o que eu deveria fazer ? É claro que falar com a minha querida celestial ! Por isso me aproximaria dela, faria até mesmo um gesto de mão como se estivesse dando um “Oi” ao levanta para cima caso ela percebesse a minha chegada.

- Yo ! -

Eram as palavras bostas que eu soltaria de minha boca para anunciar a minha presença a garota, tendo chances dela estar acompanhada ou não no momento. No entanto, eu ainda havia algumas preocupações com Jibril, eu não sabia o que ela poderia ter passado no meio tempo em que esteve longe de mim, por isso a visualizaria rapidamente de cima a baixo, até mesmo a rodearia enquanto colocaria a mão sobre o meu queixo junto de uma expressão pensativa antes de finalmente partir para a parte boa que seria os contatos que Lynn já era um pouco acostumado de fazer ao não respeitar muito a questão de espaço em situações assim, faria uma “Pequena vistoria” sobre o corpo da Celestial, tentaria abrir até mesmo a sua boca para isso enquanto a perguntaria sobre a sua situação de forma preocupada.

- Você está bem Jibril ? Não aconteceu nada contigo enquanto não tivemos juntos, certo ? Nenhum machucado e tals...  -

Eu sei… Eu sei… Essas ações são meio trolls e eu irei deixar na mão do Ventus-sama, dando a oportunidade dele me trollar e tals… Mas quer saber ? Eu gosto disso ! Não é atoa que eu deixo essas aberturas de propósito, então se eu percebesse algo que estivesse incomodando a garota além de talvez as minhas ações, a questionaria sobre o que poderia ser, querendo ou não, a sua preocupação também é minha ! Não somos casados, não ainda… Entretanto eu sou seu Imperador e eu devo arcar com a responsabilidade disto.

- Qual o problema Jibril ? Algo em mente ? -

Bom… Eu terminaria o post por aqui, mas vamos dizer que se tivesse a possibilidade, tipo… AQUELA POSSIBILIDADE DE HAVER UM TARADO ou alguém que me lembrasse um, o que não seria muito difícil já que eu sou bem retardado para essas coisas e ele “PODERIA” estar “ASSEDIANDO” a Jibril, o que nós sabemos em OFF que existe um cidadão que eu ainda não conheço mas, poderia estar fazendo tal coisa… Hue… Minhas ações para o mesmo seriam simples, agarraria a sua camiseta ou qualquer merda que estivesse vestindo sobre o local, enrolaria meu punho sobre o traje antes de puxá-lo em minha direção, não esqueceria é claro de encostar a minha testa na dele, podendo até mesmo reabrir o machucado, assim criando um clima mais legal a cena enquanto olharia putamente para o indivíduo ao questioná-lo igual aquelas cenas de Yakuza/Bullying que eu recebia na escola, ta ligado ?

- Hey, que porra tu acha que está fazendo com a minha Jibril ? Huh ? -

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 13 EmptyQui 13 Set 2018, 04:14



Doeu?




Os leitos de uma enfermaria, quase sempre, consistem em um ambiente fúnebre e sepulcral, ninguém visita o local quando está bem, você provavelmente nunca vai encontrar um homem jovem, saudável e sorridente dentro de uma enfermaria, o lugar acolhe os moribundos, enfermos e debilitados. O clima costuma ser pesado e nem um pouco agradável, nas primeiras vezes, você pode se sentir como se estivesse mais próximo da morte, mas, com o tempo, você perde a sensibilidade e começa a enxergar certa paz nos cadáveres e no silêncio, ainda mais depois de presenciar homens agonizando, amputados, sangrando e morrendo aos poucos enquanto gritam, um corpo sem vida em um leito era praticamente a definição de paz.

Cercada por um ambiente tão funesto, uma figura se destacava por meio do contraste, mesmerizando o agente, que ficaria maravilhado, afinal de contas, nunca havia visto algo similar antes. Sven, com toda certeza, já havia visto centenas, quiçá milhares,  de mulheres belas, atraentes e fascinantes, costumava reparar muito bem nelas, da cabeça aos pés, mas nunca tinha presenciado algo como aquilo, a criatura possuía asas em suas costas, que de alguma maneira realçavam ainda mais a sua aparência exuberante. O jovem já havia lido a bíblia algumas vezes durante a sua vida, assim sendo, sabia que os anjos eram criaturas deslumbrantes, mas não existiam palavras capazes de retratar aquela beleza, era algo verdadeiramente magnífico. Ao notar que a celestial prestava atenção em sua figura, Bjarke deixaria a caneta e o caderno de lado, afinal de contas, seus esforços haviam sido completamente infrutíferos. Após observar a moça por alguns instantes, o médico perguntaria de forma instintiva. - Doeu? - O espadachim esperaria por alguns instantes, mas, recebendo ou não uma reposta, prosseguiria. - Quando você caiu do céu. - Por mais que as falas parecessem uma tentativa de cortejo por parte do agente, realmente não era o caso, o jovem simplesmente não havia visto nada similar antes, a curiosidade era verídica, mas, se a celestial julgasse o que fora dito como um cortejo e gostasse de tal ato, Sven não se sentiria incomodado, muito pelo contrário.

Independentemente das respostas dadas pela celestial, Bjarke prosseguiria. - Desculpe-me por incomodar tanto assim, sei que nós nos conhecemos agora e errado pedir favores desse jeito, mas você pode falar o que Deus acha de mim? Eu estou no caminho certo? Eu sei que eu sempre peço coisas demais e quase nunca agradeço, eu juro que tento melhorar isso. Eu mato algumas pessoas de vez em quando também, mas isso não tem como melhorar, rezo muito por elas, espero que isso melhore a minha situação. Ah, só pra finalizar, Jesus gosta de mim como eu gosto dele? Considero ele como um irmão, talvez ele já tenha falado sobre mim. - O espadachim estaria nitidamente empolgado e, ao notar o seu estado, faria uma pequena pausa para se recompor, percebendo que havia pulado alguns passos básicos de uma interação social. - Perdão por ser tão apressado, meu nome é Sven Bjarke, mas não conte isso para ninguém, por favor. É meio que confidencial. - Diria, da forma mais amistosa e carismática possível. - E você, como se chama? Gabriel? Miguel? Rafael? - Parecia estranho associar nomes masculinos com uma criatura tão delicada, mas até o mais leigo entre os homens sabia que os anjos não tinham sexo.

Assim que escutasse a voz de Esmeralda, Sven mudaria completamente o seu foco, afinal de contas, poderia conversar o tanto que quisesse com os anjos depois de morto, mas só poderia proteger e tranquilizar a garota em vida. - Ao seu lado, como sempre. - Diria o agente, respondendo a pergunta da nobre sobre paradeiro de Severino. Bjarke deixaria a cabeça decepada para trás, com o intuito de não assustar a moça que havia acabado de recobrar a consciência, e se dirigiria até o leito que abrigava Esmeralda. - Você comeu doce demais e ficou com sono, algo perfeitamente normal. - Diria em um claro tom de ironia, acordar com a notícia de que você havia sido envenenado não parecia ser algo muito agradável, então o médico preferiria evitar o assunto enquanto fosse possível. - Digamos que um homem mau tentou sequestrar você, mas eu estava lá para evitar. - Se a garota notasse o estado deplorável de seu corpo, Sven exibiria um sorriso e diria. - Não precisa se preocupar com isso, foi só um arranhão, o importante é que você está bem. - Após esclarecer a situação, o agente perguntaria sobre o estado da nobre. - Como você está se sentindo? Algo diferente do normal? - O espadachim se manteria atento para qualquer queixa feita pela garota.

Histórico Bjarke:
 



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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 13 EmptySex 14 Set 2018, 17:23



NARRAÇÃO




Cena: Alipheese & Drake
A marinheira trocava suas palavras com a espadachim de rosa, Alipheese entendia bem o peso da história de Hana e o seu medo pelo fogo gerando um certo trauma devido ao passado turbulento, deitando a espadachim permitindo-a repousar a cabeça em seu colo Alipheese continuou com as suas palavras trazendo um pouco de conforto para a espadachim, Hana refletia bem sobre cada frase dita pela a atiradora mas ainda assim ela parecia ver suas queimaduras com certa repulsa, só Hana sabia a agonia que era tal ferimento acordando todas as manhãs dando de cara com a cicatriz como se a mesma fosse um lembrete horrível daquela fatídica noite quando perdera todos que amava, recolocando as suas luvas a navegadora ouviu tudo ficando cada vez mais emocionada preferindo fechar os seus olhos enquanto as lágrimas rolavam e seus dedos se fechavam apertando um pouco da meia de Alipheese, por um momento a espadachim soluçava se deixando levar pelas emoções que ela tanto reprimia e isso era perceptível até mesmo para Drake. O ruivo pode ouvir parte do diálogo enquanto se aproximava da porta podendo ouvir também os soluços de Hana que agora estava vestida com um uniforme rosa enquanto Alipheese apresentava algumas queimaduras no braço e as mangas de suas vestes estavam rasgadas, Drake interrompia a conversa gritando da porta se apresentando fazendo com que Hana se sentasse rapidamente enquanto limpava as suas lágrimas com as mãos que já eram cobertas com as luvas para que logo em seguida o ruivo abrisse a porta declarando o motivo de estar ali e que iria para a enfermaria.

- Aaaahh ha aha haa, nós estamos indo para lá também...  - Hana abriu um sorriso um pouco nervosa com seus olhos ainda inchados enquanto sua mão esquerda ia para parte de trás de sua cabeça. - Por que não vamos todos juntos? - Seu olhar ia para Alipheese para logo em seguida mirar em direção de Drake em um semblante um pouco encabulado com a situação. - Iooooooshi! Vamos lá todos juntos então! - Ela ergueu um de seus braços de maneira energética quase dando um soco no ar se pronunciando antes que os demais pudessem responder a sua pergunta, tirando pelos olhos vermelhos e inchados seria quase difícil de notar que a aquela figura era a mesma que estava aos prantos alguns segundos atrás, Hana assumiu a liderança enquanto cantarolava de maneira animada seguindo por um caminho que ela mesma já conhecia, para Alipheese era difícil saber se suas palavras tinham removido de fato a carga emocional que Hana tinha, talvez no fundo a atiradora soubesse que um trauma gerado na experiência vivida pela espadachim nunca seria realmente esquecido mas quem sabe com o tempo e o tratamento necessário a espadachim não conseguisse superar o seu medo. Drake por outro lado não fazia ideia do que as duas faziam ali naquele quarto sozinhas para que Hana ficasse daquele jeito, mas de alguma forma isso nada dizia a respeito do ilusionista que só queria retornar para o seu aprendizado.


Cena: Achiles part.1
Achiles não se simpatizava muito por aquela figura autoritária ficando evitando que ela ou ele era o clássico padrão de chefe irritante e quando as coisas não poderiam ficar piores a pessoa ainda julgava algum traidor naquela equipe, chegando até mesmo insinuar que tal traidor poderia ser o Jason. - Permissão concedida, vá logo mandarei alguém para checar o status de vocês. - A superior gesticulou com sua mão direita para que Achiles saísse da sala enquanto continuava com a sua conversa ali, Achiles correu descendo as escadas notando o navio mais vazio já no porto com apenas alguns marinheiros fazendo a segurança e outros descarregando sua carga, o local já estava praticamente vazio com uma movimentação quase nula de pessoas mas isso não evitou que o boxeador fosse de um em um questionar sobre a localização de seu colega apenas para receber a mesma resposta de cada um. - Desculpa eu não sei quem é. - O agente ia de um em um em busca de respostas mas parecia que a resposta não mudava, todos diziam não e outros se limitavam apenas a levantar os ombros, isso só servia para deixar Achiles mais apreensivo que naquele momento já podia vislumbrar dos momentos e das missões que tinham compartilhado com o colega. - A enfermaria? Ah é por aqui. - O marinheiro guiou Achiles por parte do caminho até parar em um dos corredores. - Agora é só descer as escadas e seguir conforme mostrado nas placas, não tem erro. - Falou ele antes de voltar para o seu posto.

O agente correu o restante do caminho com o coração na mão percebendo que tinha praticamente esquecido de Jason durante toda aquela confusão de proteger Norwitch, o silêncio também era assustador naquele andar fazendo a ansiedade de Achiles aflorar cada vez mais quando ele vê a certa distância a porta que o levaria para a enfermaria.


Cena: Bjarke & Lynn
O ruivo ficou um incomodado com a atitude do Tenente que simplesmente ignorou o lanceiro como se o mesmo sequer fosse digno de estar na sua agenda especial de tenente, o tal Shiro seguiu com seus afazeres deixando Lynn ali com o médico que enfaixou sua cabeça o fazendo parecer parcialmente uma múmia, uma múmia pirata e erótica, Lynn começou a remover e rasgar parte da bandagem enquanto reclamava, uma ação que assustou o doutor que buscava tratar daquele paciente. - Você tem que ficar com isso por pelo menos uns cinco pos… cof* cof*... Um dia! - O médico voltou a enfaixar tudo novamente só que dessa vez as faixas deixavam o rosto do rapaz amostra com a bandagem passando pelas laterais a primeiro momento para que depois envolvessem o ferimento no topo da cabeça, algo que talvez o chapéu da fantasia ou o boné do uniforme escondesse. - Irei pedir que peguem um uniforme para você, só espere aqui e repou… E é isso, eu estou falando com uma porta.- Falou ele terminando sua frase ao perceber que o rapaz já se levantava para ir até Jibril que notou sua aproximação enquanto conversava com um homem bem mais suspeito que o anterior, desta vez era um homem de estatura mediana com o peito desnudo com algum hematoma, o braço direito aparentemente quebrado com uma bandagem feita às pressas, em sua cintura tinha uma espada e uma cabeça. - Desculpa o quê? - Perguntou ela ao ser questionada para ouvir aquela cantada que provavelmente toda celestial já deve ter escutado em algum momento de sua vida, ela não ficou exatamente irritamente apenas levantou uma de suas sobrancelhas curiosa considerando a possibilidade daquele rapaz ser um fanático religioso como alguém que ela já conhecia.

- Deus anda bem bolado convosco criança... - Começou ela de maneira formal mas deixando claro a ironia enquanto abria os braços e fechava os olhos tentando assumir um ar mais nobre. - ...Eu sou Jibril, enviada para guiar você de volta para o rebanho de...cordeiros do senhor. - Ela abria um dos olhos para se certificar que Bjarke ainda estava ouvindo fazendo uma leve pausa para lembrar de que espécie de animal o Senhor tinha como um rebanho, enquanto segurava o riso mas nisso ela abriu um dos olhos a celestial viu Lynn saindo de seu leito o que cortou esse momento de distração dando espaço para a preocupação já existente com o ruivo, no entanto, Makei só via aquela figura estranha carregando uma cabeça ao lado de Jibril que estava ali na boa em uma conversa, mas ela claramente estava sendo ameaçada pelo homem estranho, ou pelo menos era isso na cabeça do Makei afinal quem carrega uma cabeça e uma espada quando se conversa com alguém, ainda mais com alguém como Jibril que sequer tinha percebido a cabeça ainda, apenas fazia a sua chacota mantendo o contato visual com Sven, Lynn já estava pronto para ameaçar o espadachim considerando em já chegar apertando os mamilos tendo em vista que aquele cara estava sem blusa mas antes que pudesse fazer alguma coisa o espadachim cagou para ele, sim, mais uma pessoa o ignorava largando Jibril e se afastando de Makei antes que o rapaz se aproximasse seguindo para onde estava Esmeralda já não dando mais a mínima para quem estava ali colocando a nobre em prioridade o que atiçou a curiosidade da celestial.

O médico respondia a menina na primeira parte mencionando que ela teria comido muito doce e na primeira pausa que fazia Esmeralda respondia o “Severino”. - Entendo… Uma vez eu estava na rua pegando doce de São Cosme e Damião até experimentar uma bala estranha e tudo apagar, eu acordei em uma...- nossa Severino você está bem? - Ela interrompeu o que seria provavelmente mais uma história triste e horrível para demonstrar sua preocupação com o agente, Bjarke respondeu a nobre aproveitando para também perguntar das condições da mesma tentando ignorar o próximo conto de Esmeralda. - Eu estou bem, só um pouco confusa mesmo.. - Ela se posicionou na cama para que pudesse ficar sentada de maneira confortável ali, nesse momento um marinheiro voltou para a sala carregando um conjunto do uniforme da marinha e seguiu em direção de Lynn. - O doutor pediu para eu trazer isso para você, pode se trocar no seu leito com as cortinas fechadas obviamente. - O ruivo já poderia estender suas mãos para pegar o uniforme mas o marinheiro deixou as peças de roupa cair no chão antes que estivessem ao alcance de Lynn para que logo em seguida desse as costas e saisse da enfermaria enquanto praguejava. - Tsc, o que eu sou agora? Um rapaz de entrega para um pervertido qualquer… que tipo de roupa é essa? Deveríamos prender um oficial assim… Colocar ele no pau-de-arara...- Ele continuou seus murmúrios enquanto cagava para Lynn assim como o tenente e Sven tinham feitos.


Cena: Alipheese, Bjarke, Drake, Lynn & Achiles
Antes mesmo que o ruivo pudesse se emputecer com o marinheiro abusado a porta da enfermaria se abria novamente revelando Hana com um uniforme rosa, logo atrás dela estava Drake e do lado dele estava Alipheese quase sendo escondida por Hana devido a sua estatura, todos se encontravam ali mas para o ilusionista aquilo já era de certa forma esperado em algum momento da missão e por isso ele seguiu para o marinheiro que tinha lhe explicado anteriormente sobre anatomia humana se apresentando para que continuasse com o aprendizado, o mesmo pegou um dos livros do médico e começou sua explicação sobre o tema. - Aqui olhe… - Nisso ele começou uma explicação mais aprofundada apresentando os nomes tabelados de cada região não só do corpo humano mas como também de outras raças como tritões e etc, enquanto Drake aprendia um pouco mais sobre o tema Hana dava mais alguns passos adentrando mais a enfermaria olhando a sua volta. - Que booom, todos estão bem, isso me deixa mais aliviada. - Ela dava um suspiro de alívio relaxando um pouco mais seus ombros, Bjarke agora via mais uma mulher bastante bela ali e uma marinheira de cabelos brancos bem jovem de estatura baixa parecendo bem mais jovem do que realmente era, Makei via ali sua pequena mas Jibril ainda estava distraída de costas para a porta olhando com curiosidade para o leito em que Bjarke se encontrava podendo ouvir um pouco da conversa dos dois até ouvir a voz de Hana no local e se virar para olhar, naquele momento seus olhos se encontravam com os olhos de Alipheese trazendo um pouco mais de tranquilidade para ambas em um sentimento que só elas poderiam descrever.

A pequena comoção daquele grupo poderia começar enquanto Drake continuava com os seus estudos sentido um leve incômodo pela barulheira que seus colegas começavam, Bjarke continuava sua interação com Esmeralda quando Achiles finalmente chegava naquela sala ficando diante daquele grupo de pessoas onde ele conhecia alguns e outros ainda lhe eram perfeitos estranhos, ele passou o olho pela sala olhando os corpos de alguns dos invasores e via também os marinheiros e o agente conversando com uma das nobres que também precisou de escolta, foi então que ele percebeu mais um leito ali fechado ao qual de onde ele estava o agente não tinha visão clara do paciente, se o agt. Wolf adentrar ali para checar que estava naquele leito então ele veria lá Jason em uma cena que traria certa agonia para o seu coração, o agente estava com o tronco exposto com alguns pequenos tubos o perfurando, como médico Achiles e Bjarke poderia entender o propósito de cada um assim como as máquinas que ligavam cada um, um tubos servia para a transfusão de sangue enquanto o agente ferido se encontrava em hemodiálise, ele também se encontrava em nebulização por um equipamento vinculado do nariz até o queixo para auxiliar a sua respiração, tinha um pequeno tubo vinculado em uma região do peito do rapaz em um pequeno buraco provavelmente feito para que o rapaz pudesse respirar com mais facilidade, outro tubo transmitia o soro para o corpo do rapaz em um ritmo mais lento provavelmente pela hemodiálise que era feita também naquele momento, ao lado da cama tinha um pequeno monitor que indicava o ritmo do batimento cardíaco de Jason assim como o de sua respiração, o mesmo aparelho apitava em uma frequência normal o que acalmava os médicos ali mas ao olhar para o corpo do rapaz era possível perceber que sua situação não era boa, estável sim mas nada boa. - Barulhento demais… Como sempre... - Falou Jason abrindo seus olhos lentamente.

Depois de um rápido período de tempo para que as interações daquele grupo acontecesse a porta da enfermaria se abriria novamente revelando desta vez o tenente Shiro, a Agente que Achiles antes estava respondendo, Natasha Blazestone com sua protetora e parceira de Bjarke mais uma guarda pessoal, a agente de gênero duvidoso também estava com um pequeno grupo de agentes assim como Shiro estava com um pequeno grupo de marinheiros, aquela sala tinha obviamente encontrado seu momento de lotação com a Sra. Blazestone avançando até onde sua filha estava. - Muito bem minha filha, chegou o momento de partirmos. - Ouvindo as palavras da mãe Esmeralda se levantava da cama sem demonstrar nenhuma fraqueza ou fragilidade que um possível veneno ingerido poderia demonstrar. - Obrigada por tudo Severino. - Falou a jovem abraçando Sven antes de partir. - Isso mesmo, muito obrigado Severino. - A mulher piscou para o agente a sua maneira provocativa antes de se virar e dar a mão para a sua filha seguindo até o lado de fora da sala onde os seus guardas as esperavam, quando ambas se afastaram a agente ali se pronunciou. - Muito bem homens, levem esses corpos daqui para o QG. - / - Ajudem-os e não se esqueçam dos pertences, precisamos identificá-los mais a fundo assim como o veneno que ingeriram - Os marinheiros e os agentes correram para dentro do local pegando os corpos dos invasores assim como eram ordenados, naquele grupo não tinha ninguém que Achiles ou Bjarke conhecesse somente um marinheiro ou outro que cruzava com os demais - todos - em algum momento dessa aventura e em questão de segundos os corpos eram colocados em sacos pretos e os pertences em pequenos pacotes transparentes com lacres para que fossem levados para um outro local, Shiro caminhou até onde o pequeno grupo do Pandemonium estava, olhando para cada membro ele parecia analisá-los em um olhar um pouco mais calmo e gentil que só aquele momento de paz poderia permitir. - Vocês fizeram um bom trabalho hoje, todos vocês, eu tomei a liberdade para ler a ficha de cada um e mesmo que ainda seja cedo para isso eu gostaria de dar isso para cada um de vocês... - Do bolso de suas vestes ele tirava quatro envelopes direcionando um para Drake. - Você precisa trabalhar seu autocontrole, eu mais que qualquer um compreendo bem essa selvageria mas se você não aprender a controlar isso vai ter um momento que tal estado será usado contra você e quando perceber será tarde demais... - Entregando o envelope Drake pode ver que era uma carta de recomendação ainda lacrada, o olhar de Shiro parecia um pouco distante naquele momento como se estivesse vislumbrando uma cena que não lhe trazia alegria mas ele deixou tal cena de lado para que seguisse até Alipheese apresentando um envelope similar. - Você minha jovem é uma marinheira que todos colocam sobre muitas promessas e expectativas, seu nome carrega um peso muito grande que eu sequer posso imaginar, o Capitão Fateburn foi uma pessoa incrível... - Ele estendeu o envelope para a garota. - Mas eu estou ansioso para ver o tipo de pessoa que a Alipheese Fateburn vai se tornar. - E com isso ele entregava o envelope para a oficial seguindo assim até Jibril. - Para alguém que passou pelo o que você passou e ainda assim conseguir desempenhar de maneira tão efetiva o que você fez aqui hoje… De fato mostra algum crescimento, parabéns. - Ele entregou o envelope para a celestial que não queria demonstrar mas se sentiu bastante feliz naquele momento com certo orgulho em seu sorriso, por último ele caminhou até Lynn Makei com um semblante um tanto curioso, com dúvidas se estava fazendo o que de fato era certo. - Bem… Você é um caso um tanto curioso, um jovem bastante “peculiar” o que de certa forma me preocupa mas suas ações em campo falam mais alto do que suas ações… bem… “fora do campo”, você enfrentou um dos invasores não apenas porque era o seu trabalho e isso ficou claro para mim quando li a ficha da celestial, você fez isso para se pôr diante de um perigo para evitar que o mesmo alcançasse os seus colegas isso diz muito sobre o seu caráter, estou impressionado. - Ele finalmente entregava o último envelope para o ruivo recuando alguns passos para que ficasse diante de todos. - O que acabei de entregar é a carta de recomendação para vocês serem promovidos a sargento, tudo que precisam fazer é seguir para o QG da ilha e apresentarem suas cartas onde serão promovidos. - Shiro bateu uma continência em frente dos oficiais batendo uma bota na outra fazendo um barulho alto que preencheu a sala por um breve momento. - Parabéns, Sargentos Oficiais! - Ele saiu de sua postura deixando que os demais fizesse sua breve comemoração enquanto os agentes eram reunidos ali com a outra figura que tinha entrando na sala.

Os agentes estavam do outro lado da sala apenas vendo cada marinheiro receber o seu envelope enquanto a  superior caminhava até os agentes sinalizando para perto do leito de Jason. - Vocês fizeram tudo que os cabeças pediram e somente isso já seria um pedido de parabéns, no entanto nós vemos aqui um agente ferido e agora a pouco tinha uma nobre naquela cama... - A figura apontou para a cama onde Esmeralda estava deitada. - Não é o meu trabalho supervisionar vocês então não analisarei os meios, deixarei isso para outra pessoa, no entanto no fim o resultado veio, estão todos vivos e em Terralegre assim como o desejado, parabéns.- Ela abria um sorriso malicioso meio provocativo como se lidasse com crianças problemáticas. - Vocês devem seguir para o QG da marinha, acredito que o seu desempenho aqui hoje tenha agradado os nobres e por isso a agência quer recompensá-los, não sei dizer se é um de vocês ou os dois mas isso não me diz respeito, o que importa mesmo é que tem alguém lá querendo se encontrar com vocês e eu e Jason temos um leve papo a bater aqui em particular… Agora vão. - Completava a agente como uma ordem esperando que os mesmos se retirassem do local para começar com seu possível interrogatório.



- Npc’s ainda não apresentados/ aleatórios -
- Npc’s acompanhantes. -
- Oficiais rasos (marine) -
- Six -
- Esmeralda -
- 1º Ten Mustache -
- 2º Ten Shiro -
- Homem ou Mulher -

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 13 EmptyDom 16 Set 2018, 01:15



Tróia - Parte 3
Pandemonium


- Não, por favor, não faz isso comigo! Mãe! – Minha mãe largava a minha mão e sua pele pálida me dava a exata sensação do que era o desespero, a tristeza e a raiva de não poder fazer nada para ajudar ela. Meu pai tentava me afastar em meios aos meus prantos, mas eu apenas queria estar com ela, ouvindo a voz dela, mas ela já não havia mais voz. Não tinha mais nada da qual eu pudesse fazer, apenas a tristeza e ficar de luto pela vida dele, mais uma vida perdida em meio as porcarias do mundo. Esse foi o dia mais triste da minha vida.”

Ver Jason naquela cena me lembrava diretamente da minha mãe, ele estava sustentado por aparelhos, machucado e bem-acabado, suas palavras direcionadas a mim era de que eu sempre fazia bastante barulho, eu não podia conter a minha aproximação até o mesmo, era como se tudo ocorresse em instantes e sentia que havia falhado com o mesmo. Chegaria próximo ao mesmo após adentrar aquela sala para observá-lo mais de perto, começaria uma análise pelo seu corpo visualmente, tentando não tocar em nada do qual poderia prejudicar a sua situação atual, meus olhos fixariam no olhar do mesmo. - O que foi que aconteceu? – Jamais abandonaria um companheiro e para mim, era quase como se eu tivesse feito aquilo, deixado a batalha a minha frente cegar a minha visão e não ver o perigo que era deixar o atirador ir atrás dos outros sozinho, eu deveria ter ido com ele e, juntos, cuidado do tritão e os outros homens que causaram um caos no barco. Haviam diversos homens que estavam feridos ali e alguns corpos dos invasores mortos que estavam sendo levados para fora depois que a batalha havia tido o seu fim.

Havia uma comemoração dentro daquela sala, eram marinheiros recebendo condecorações pelos seus serviços prestados a bordo, dentre eles, eu conseguia ver Drake e a merda do homem que havia me atacado quando eu era apenas um civil, minha vontade era de xingá-lo até que o sol raiasse, mas decidia me conter já que não estava com uma emoção tão boa após ver meu companheiro caído daquela maneira. A agente de antes dizia que a nossa missão era concluída, não com perfeição devido a terem um agente ferido e uma nobre que provavelmente também havia estado, mas ela não estava ali para supervisionar os nossos meios e a missão concluída era mais importante para ela do que as nossas ações para ter conseguido o resultado, ela nos dizia que deveríamos seguir para o Quartel da marinha que a agência desejava nos recompensar, era quando percebia que Sven estava ao meu lado e que seguiríamos juntos até o quartel, deixando Jason para ter um papo com ela. - Ele não deve se estressar ou se esforçar muito, agente, sei que é apenas o seu trabalho, mas olha o estado dele. – Eu entendia o que “bate-papo leve em particular” significa pelos meus tempos na rua, mas naquela época era pura porradaria, não acho que seria exatamente isso, mas talvez uma pancadaria em palavras.

Olharia para o agente ao meu lado e daria um sorriso para o mesmo. - É bom ver que você está bem, vamos? – Eu tentaria agir da maneira despreocupada, meu companheiro estava bem ferido, mas não estava morto o que era um alívio, aquele estado dele era preocupante, ele estava estável. - Hey Jason, eu voltarei para dar uma olhada em ti mais tarde, trate-se de ficar bem. – Diria antes de caminhar até a saída e antes de eu sair, cumprimentaria o marinheiro de antes. - Hey, boa batalha lá embaixo! Você é o cara! – Sorriria para ele e com um joinha para mostrar simpatia, sairia do local. Seguiria junto ao agente e perguntaria para algum marinheiro que também estivesse de saída. - Com licença, será que poderíamos seguir ao seu lado até o quartel? – Sorriria para o homem esperando uma resposta amigável dele para seguir em direção ao quartel-general, se este homem não fosse seguir, diria para outro que estivesse de saída até encontrar alguém que pudesse me levar até o local desejado. Quando chegássemos, eu seguiria direto para a agência do governo, onde procuraria pelo superior do local. - Agente Achiles Wolf, recebi um chamado para conversar com o encarregado. – Esperaria que a recepcionista do local me dissesse para onde deveria seguir caso fosse interrompido pela procura pela mesma. Ao encontrar o superior, abaixaria a minha cabeça mostrando respeito ao homem e retirando o meu chapéu. - Agente Achiles Wolf, senhor. – Aguardaria a sua resposta.


Objetivos:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 13 EmptyDom 16 Set 2018, 22:23

A paz para o simbolo.

Alipheese havia aberto de certa forma o seu coração, carregava um pouco da culpa pela sua própria incapacidade, ainda que não parecesse ter quebrado diante da perda, ela serviu como modo a reforçar o que acreditava, mas haviam feridas que eram muito  mais profundas do que láminas poderiam causar, em suas leituras havia uma frase que se encaixava perfeitamente no contexto do porque ter medo havia machucado muito mais Hana do que a própria atiradora havia se machucado fisicamente, “ O medo corta mais fundo do que as espadas” era a frase que vinha em sua cabeça, infelizmente na literatura não haviam muitos heróis que ela tivesse lido que usassem armas de fogo, então suas referências acabavam indo para algo um pouco distante. Enquanto acariciou os cabelos da Espadachim, tentou passar-lhe a segurança de que estava ali e de que tudo ficaria bem, por mais que não soubesse exatamente ainda como fazer isso, havia nela o desejo, a vontade e a disposição de se colocar em uma situação ao qual não era ainda muito confortável para ajudar, sentiria um pequeno puxão em uma de suas meias com o fechar dos dedos de Hana, como se pudesse soltar emoções que a muito tempo estavam reprimidas.

Queria poder ter feito mais, queria poder saber como fazer mas, seu conhecimento sobre as pessoas reais não era algo grande e isso a geraria muitas incertezas ainda, sendo algo que ela precisava aprender a lidar melhor, se quisesse se colocar na posição de líder como era esperado dela, por pessoas como o parvo que tinha fé que o próprio caminho viria através da pequena, ou mesmo para proteger o excêntrico rapaz que frente ao mundo, por mais forte que fosse ainda era muito inocente, tendo até mesmo se lembrado de como havia o ensinado sobre o que era o dinheiro, era um sentimento de carinho de certa forma, mas de uma forma cuidadosa, quase materna.

Em meio aos inúmeros pensamentos que se passavam em sua cabeça, Drake havia surgido a porta, algo que teria feito seu coração acelerar e seus olhos arregalaram um pouco de modo que quase levou a mão ao peito, se ela não estivesse no emaranhado de cabelos de Hana, era súbito e inesperado, quase tanto quanto a atitude da marinheira que logo levantava-se, forçando com que a pequena tivesse de tomar cuidado para que pudesse desvencilhar seus dedinhos, antes que acabasse puxando o cabelo da menina sem querer. Sua atitude era positiva, até demais estava claro de que ela ainda não havia colocado tudo pra fora, mas não havia sido sem valor a conversa que haviam tido ali, não era capaz de tratar completamente dos ferimentos do coração da garota mas, ainda assim havia tirado um pouco da carga que havia sobre os próprios ombros, enquanto também aliviou  o peso sobre os ombros da garota, a olharia de recanto, ainda sentada, calçaria os próprios sapatos se ainda não os tivesse calçado e se levantou, seu olhar demonstrava uma preocupação, assim como sua feição, respirou fundo, não desistiria de alguém que estava indo em direção ao desespero, poderia ter vencido uma batalha mas, havia ainda uma guerra para que ela pudesse travar.

Iria junto aos demais para a enfermaria, observaria bastante durante o caminho os arredores, talvez como um modo de disfarçar sua inquietação, mas era transparente como um cristal, quando tratava-se de suas emoções. Quando chegava a enfermaria, seus olhos pairam sobre todos que pudesse e talvez ali pudesse ver a maior parte dos companheiros, mas havia alguém que certamente não seria capaz de ver naquele momento e este era Zed, por um momento olharia para Hana e engoliria seco, enquanto andou mais um pouco, talvez não fosse o momento para que ela pudesse falar sobre, talvez fosse até algo positivo para que seu coração pudesse se recuperar apropriadamente das feridas que já existiam, antes de tratar das novas.

Estava ansiosa para que pudesse ver Jibril, estava profundamente feliz por cada um que havia visto até então, estavam vivos e isso geraria uma pequena aquietação em seu coração mas, a pessoa que ela mais queria ver naquele momento era a celestial, precisava confirmar que estava tudo bem com ela tanto quanto precisava respirar e finalmente poderia avistar a sua silhueta ainda de costas, rapidamente como uma criança perdida a muito tempo que procurava desesperadamente pelo conforto dos braços de quem poderia lhe trazer o conforto, seus braços haviam se aberto de forma quase como inconsciente e seus olhos se encheriam de lágrimas, onde daria um abraço apertado na celestial, um abraço carregado do sentimento de preocupação, de um carinho tão grande que se podia sentir quando seus dedinhos pressionavam levemente as costas da celestial para que pudesse colocar o corpo mais próximo do seu. Não havia razão,não haviam pessoas, não havia o mundo naquele momento em que pudesse finalmente a abraçar, sua cabeça estaria no mais pleno branco por alguns segundos, antes que as palavras pudessem sair de sua boca, assim como lágrimas acabariam por cair.

-E-eu estava preocupada com você eu… Eu… Nunca mais quero seguir a idéia de separar em grupos em um grupo em que eu não possa ver…. Em.. Eu… Bem… Em que eu não possa ter… A… A… Certeza de que você estará bem… Digo… Eu...Que-Quero você…. Ao meu lado quando eu… Quando eu… Finalmente… Puder me tornar digna do meu objetivo...Quando… Quando… Você também completar o seu… Que você ainda não me contou muito sobre…

Diria a garota de forma emocionada, enquanto pressionou a sua cabeça levemente contra provavelmente a parte abdominal da celestial com a cabeça de lado, a permitiria passar a mão pelos seus cabelos, bem como guiá-la a quase qualquer tipo de contato físico que não fosse muito intenso no momento.

Um homem alto e um pouco misterioso para ela apresentou-se, diferente dos demais não era familiar ao Tenente Shiro, mas pelas suas vestes ou mesmo pelo seu comportamento logo seria capaz de reconhecê-lo como um provável superior, e no momento em que ele começou a entregar as coisas para os outros, naquele momento tentaria limpar as lágrimas do próprio rosto, se a celestial não o tivesse feito para ela antes e as palavras que ela ouvia, enquanto estendia a sua mão para pegar a carta de recomendação lhe impactavam muito, haviam sobre ela grandes expectativas e esperanças? Era algo que ali quase a fez explodir de orgulho e a fazia pensar como seus pais de orgulhariam se ela pudesse ter contado a eles sobre seus passos e a sua progressão mas, quando seu sobrenome era citado,  assim como seu pai, era o momento em que quase era tomada por uma torrente emocional ainda maior, mas respirou fundo para que pudesse manter a postura, onde apenas um lindo sorriso estaria sobre seu rosto naquele momento, desejava muito perguntar mais sobre o pai e como o Tenente havia o conhecido, mas teria de fazê-lo após a continência que havia prestado. Uma vez que tudo parecesse resolvido, se fosse possível aproximaria-se do Tenente antes que pudesse sair da sala, em um momento que não parecesse importuná-lo, após receber os devidos tratamentos para as próprias queimaduras.

-S-Senhor, V-Você chegou a trabalhar com meu pai?V-Você poderia me contar um pouco mais sobre como ele agia? Eu… Nunca tive muito contato com ele, mas eu sempre soube que até o seu fim… Ele tentou ajudar as pessoas e usava do salário e das recompensas para que pudesse… Para que pudesse sustentar o tratamento médico de minha mãe... Eu… Gostaria de saber qualquer coisa que o senhor puder me falar sobre…

Diria a garota em um tom esperançoso onde seus olhos teriam um brilho quando falava sobre o pai, havia expectativa em sua voz, no modo como sua própria postura se colocava. Ouviria o que o homem teria a dizer pacientemente, antes que pudesse tomar as demais medidas para o seu desembarque, não era como se o Qg fosse fugir.

Histórico.:
 


Objetivos”:
 

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 13 EmptySeg 17 Set 2018, 00:03

UM VISLUMBRE DO CAOS?
“O que será que aquelas duas faziam no quarto sozinhas? Hana com os olhos inchados… Significa que ela estava chorando, mas chorando porque? Será que a Hana pediu a Ali em namoro e ela não aceitou? Meu deus, se isso for verdade seria um babado e tanto hahaha, quem diria não é? A pequena e frágil Alipheese dando um fora em uma mulher tão bonita quanto a Hana e ainda tentou consolar ela... Mulheres são mesmo seres sem coração.”


Após toda a confusão trazida pela invasão de inimigos ao navio, todos víamos enfim o fim, corpos mutilados e mortos por quase todo o navio, pessoas com medo e marinheiros cuidando do que podiam cada um com sua tarefa, claro que em meio a tudo aquilo eu consegui ter ajuda e ensinamento para enfim aprender sobre anatomia humana mas aquilo me fez parar para refletir por alguns segundos enquanto Shiro me entregava a minha carta de indicação a promoção, as palavras que saiam da boca do tenente eram algo que me atingiam interiormente, senti coisas que eu nunca havia sentido e pensei de forma que nunca havia pensado e por um momento questionei o que de fato eu queria estando na marinha, era proteger? Cuidas das demais pessoas e cidadãos? Ou apenas desfrutar da possibilidade de boas lutas? Conforme Shiro dizia o que achava sobre mim ao entregar a carta parecia que tudo estava desmoronando, meus ideais, minha honra e o meu próprio senso como um defensor dos incapazes, eu era a justiça naquele momento e não mais um moleque brigão que só se preocupava com lutas e com enfrentar pessoas mais fortes, agora eu tinha que me preocupar com a vida de outras pessoas e com o bem estar da nação, ao receber a carta em minhas mãos senti que Shiro tinha um olhar distante como se estivesse vislumbrando uma cena que não lhe trazia alegria, seria um futuro caótico? Ou até mesmo como se estivesse dando a um demônio passe livre para agir e causar destruição em seu caminho? Não sei, mas aquilo me deixou um tanto perturbado e no momento em que recebi a carta eu fechei meu livro devido a não estar conseguindo estudar bem por conta do barulho mas também porque naquele momento eu não tinha cabeça para continuar e se tivesse ainda mais alguma coisa para aprender no livro eu o levaria comigo para que pudesse ler em uma outra ocasião.


“Será que o que o tenente está falando é verdade? Será que essa selvageria me seria um problema futuramente? Provavelmente sim, e eu mais do que ninguém sei disso, mas o que eu tenho feito na marinha todo esse tempo? Em nenhum momento eu pensei sequer em defender os civis desse navio e só me preocupei em ir atrás dos invasores para assim matá-los, isso não é a atitude correta de um marinheiro… Eu preciso priorizar as vidas da população e dos indefesos, eu me tornei parte da justiça mas o que eu fiz até agora não foi justiça e sim uma tentativa de chacina, isso está errado, muito errado, me pergunto se escolhi o caminho certo… Mas do que eu to falando? É claro que escolhi, desde sempre foi o que eu queria ser, um marinheiro, mas essa minha falta de controle às vezes pode acabar custando a vida de alguém que deveria estar sendo protegida, eu sou um marinheiro e não um pirata… De fato eu preciso ter mais autocontrole, e preciso trabalhar isso o mais rápido possível ou vou acabar ferindo ou até mesmo matando algum de meus companheiros ou um civil ou até mesmo me matando… Eu sou um idiota, como pude ser tão fraco mentalmente a ponto de me deixar levar por pura insanidade e vontade de matar…”


Nesse momento meu olhar se passava por todos os membros do meu grupo e cada vez mais isso me fazia perceber o quão fraco e incapaz eu fui todo esse tempo, as vidas de todos eles estava em perigo só pela minha presença, uma fera enlouquecida que a qualquer momento poderia ter causado a morte de algum deles pelo simples fato de não saber controlar minhas emoções em meio a um combate e deixar toda a sede de sangue tomar conta da minha mente, eu estava percebendo ali o quanto eu ainda precisava melhorar e evoluir não só como marinheiro mas como pessoa.


“Todo esse tempo eu só tenho me preocupado com meus próprios objetivos e não dei nem um pouco de atenção para os objetivos de todos, seus pesares e a seus sentimentos, ao olhar para Jibril eu percebo o quão horrível eu fui quando ela entrou para o grupo, nem mesmo procurei entender o que ela sentia e simplesmente a julguei como um empecilho que poderia interferir nos meus planos e não como uma pessoa que teve um passado tão ruim que faria qualquer um ter vontade de morrer… Preciso me desculpar não só com ela mas com todos aqui ou eu nesse exato momento não vou me perdoar.”



-Obrigado pela recomendação tenente… Não sabe o quanto isso é importante para mim… E pessoal, queria pedir desculpas a todos pelas minhas atitudes horríveis, eu nenhum momento eu havia pensado em nenhum de vocês como companheiros de verdade e eram apenas ferramentas para que eu pudesse atingir meus objetivos, eu errei e agora eu de fato senti o quão mesquinho eu pude ser… Peço que me perdoem mas vou entender se não o fizerem, mas a partir de hoje eu pretendo mudar e de fato me tornar um marinheiro. Jibril, a você eu só tenho desculpas a pedir... E muita, desde o primeiro momento em que se uniu a nós eu nunca a vi como uma companheira tão pouco como uma ferramenta, você era alguém que eu julgava um empecilho e que se me atrapalhasse eu não teria nenhuma dificuldade em tentar acabar com você, hoje eu vejo o quão lixo eu pude ser ao te tratar dessa forma e de nem mesmo tentar entender o seu lado da história, peço que me perdoe e que possamos ser companheiros de verdade a partir de agora. Tenente, não pense que eu esqueci da nossa luta okey? Eu ainda não acabei com você… Mas obrigado pelas suas palavras, eu reconheço essa falha em mim agora e vou fazer o meu máximo para melhorar e me tornar um exemplo de justiça digno da marinha.


Com essas palavras eu me despediria dos demais e perguntaria ao médico sobre meus ensinamentos se havia mais alguma coisa para passar, caso o médico dissesse que não eu me retiraria e seguiria para meu quarto para continuar com a leitura do meu livro e claro colocar minha mente no lugar certo, naquele momento eu precisava refletir e pensar sobre minha trajetória até ali e o que eu poderia fazer para mudar meu jeito de agir e minha forma de pensar e assim de fato me tornar alguém que lutasse pela justiça e não mais um qualquer que só pensava em lutas, antes de continuar seguindo caso ninguém mais tivesse algo para falar para mim naquele momento eu diria aos demais onde estaria e caso precisassem de algo que poderia me procurar lá.


-Bom, estarei no meu quarto caso precisarem, se forem seguir rumo a ilha me avisem para eu ir junto de vocês… Enfim qualquer coisa sabem onde me encontrar… Ah e Ali, depois eu quero saber mais sobre essa conversa entre você e a Hana em seu quarto… Me deixou um pouco intrigado, se é que me entende…. Hahahahaha.





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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 13 EmptySeg 17 Set 2018, 04:44



Despedidas




Apesar de não ser um exatamente um destaque positivo, Sven ficava feliz ao saber que Deus notava a sua humilde existência, existiam centenas de milhares de pessoas espalhadas pelo mundo, saber que Deus havia prestado atenção o suficiente em sua figura para ser capaz de se decepcionar era uma grande honra para o médico, não que fosse tão difícil assim se decepcionar com Bjarke, mas, definitivamente, existiam pessoas mais relevantes. Saber que o único Deus verdadeiro havia designado uma companheira tão grandiosa para auxiliar em sua jornada fazia com que uma grande quantidade de alegria percorresse pelo corpo do espadachim. Quando a celestial mencionasse os cordeiros, o agente responderia com seriedade. - Na verdade eu me vejo mais como um pastor alemão. - Após proferir tais palavras, Sven perceberia um certo grau de arrogância de sua parte, bem, talvez isso explicasse a preocupação existente relacionada a sua figura.

Assim que deixou a celestial para trás, em virtude do despertar de Esmeralda, Sven dedicou toda a sua atenção para a nobre. O fato de Esmeralda possuir mais uma história triste em sua vida não surpreenderia o agente, já era uma lei universal, o sol sempre brilharia durante o dia, a lua sempre brilharia durante a noite, junto às estrelas, e a jovem nobre sempre teria mais uma história triste para contar, embora já não fossem mais uma surpresa, os relatos ainda entristeciam um pouco o espadachim, já que ele se importava verdadeiramente com a garota. Inicialmente, Bjarke havia se sentido culpado pelo que havia acontecido com sua protegida, mesmo sabendo que a garota estava bem, mas, ao notar o estado vulnerável de um dos pacientes que repousava em outro leito, percebia que havia feito um grande trabalho. A imagem dos tubos conectados ao corpo do homem era deprimente e perturbadora, não por questões gráficas, mas pelo fato do médico saber que aquele paciente nunca seria o mesmo após sair daquela cama, se saísse. O espadachim desviaria a sua atenção da cena em questão, em busca de uma perspectiva mais auspiciosa, desta forma, notaria a marinheira que havia acabado de adentrar no local, uma bela mulher detentora de longos cabelos castanhos, normalmente o médico diria palavras adocicadas para a recém-chegada, mas, no momento, só conseguia sentir o amargor causado pelos resultados gerais do combate.

A chegada de rostos amigos, mais especificamente Natasha e Amy, acalentavam o coração de Sven, além de trazerem uma tranquilidade inenarrável, saber que as duas estavam bem fazia com que um peso gigantesco saísse dos ombros do agente. Ao ver Esmeralda levantar sem nenhum sinal de fraqueza, o espadachim deixaria um sorriso sincero e singelo escapar, parecia que, após toda a dor e todo o sofrimento, o desfecho era um final feliz. Com os agradecimentos e o abraço de Esmeralda, o sorriso, que já estaria estampado no semblante de Bjarke, aumentaria ainda mais. - Não precisa agradecer. Eu vou sentir a sua falta, fique longe de problemas. - Não era uma despedida nem um pouco profissional, mas, para Sven, essa relação já não era profissional há muito tempo. - Na verdade, se você arrumar alguns problemas de vez em quando não vai ser tão ruim assim, eu sempre vou aparecer quando você precisar, prometo. - Normalmente, o espadachim não fazia promessas que não era capaz de cumprir, mas abriria uma exceção nesse caso. Diante do agradecimento e da provocação de Natasha, simplesmente seria sincero, se curvando levemente, em um sinal de respeito, e dizendo. - Não há de quê. Não vejo a hora de servi-las novamente. - Natasha havia feito sugestões bastante audaciosas e o jovem médico ainda tinha a esperança de que as sugestões se tornassem realidade no futuro.

A cena dos marinheiros sendo promovidos era extremamente desinteressante para o agente, ao menos até o nome Alipheese Fateburn ser mencionado, a moça era um pouco diferente do que Sven imaginava, mas, mesmo assim, ainda seria um prazer conhecê-la, provavelmente daqui a uns dez anos. Apesar da breve reunião dos marinheiros ser extremamente enfadonha, a dos agentes era verdadeiramente detestável, a figura misteriosa era arrogante, insensível e sarcástica, o tipo de pessoa com qual Bjarke detestava conviver, assim sendo, o jovem deixaria com que o agente misterioso e Achiles Wolf partissem, ficando para trás. Antes que Achiles deixasse o cômodo, diria. - Foi um prazer trabalhar com você, espero que nossos caminhos se cruzem novamente no futuro. - Apesar do pouco contato, não custava nada ser educado, além disso, o agente em questão realmente parecia ser uma pessoa agradável. Após um tempo, Sven deixaria a enfermaria e rumaria até o Quartel General da ilha, não deveria ser um lugar muito difícil de encontrar, o espadachim simplesmente seguiria o fluxo de marinheiros e pediria ajuda para algum habitante se fosse necessário. - Com licença, pode me informar onde fica o Quartel General? - Chegando ao seu destino, se identificaria. - Agente Sven Bjarke Koza se apresentando. Me informaram que minha presença era requerida. - As palavras seriam ditas com a seriedade necessária e, após isso, o médico seguiria a instrução que fosse passada.

Histórico Bjarke:
 



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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 13 EmptyTer 18 Set 2018, 00:34



NARRAÇÃO




Cena: Alipheese, Bjarke, Drake, Lynn & Achiles

O contraste nas congratulações era grande, os marinheiros pareciam receber os louros de um Tenente que parte ali ainda não conhecia sendo de certa forma exaltados e recebendo também o ponto de vista do Tenente Shiro, o pálido homem de saúde frágil, enquanto isso os agentes recebiam mais uma advertência do que congratulações ali, a agente de gênero duvidoso parecia debochar do serviço feito pela equipe de agentes ali que mesmo concluindo a missão isso ainda não parecia ser o bastante para ela, seu desdém com os oficiais ali era claro, questionando Jason sobre o tinha acontecido com ele o agente começou uma leve tosse antes que pudesse dizer algo com clareza. - E- eu os segui mas eles armaram uma emboscada cof* cof*... Quando dei por mim um tiro acertou nas minhas costas e outro invasor me acertou… Eu rolei das escadas e quando dei por mim os marinheiros apareceram. - Ele fazia uma pausa tomando fôlego e aos poucos ele começou a se mexer como se tentasse se levantar mas ainda não tivesse forças para isso. - Eu não sinto as minhas pernas… Desde que eu acordei eu não sinto as minhas pernas... - Seu olhar ia em direção a cada agente naquela sala como se esperasse uma resposta. - Está na hora de vocês irem. - A agente dizia tais palavras de maneira autoritária e seca mas sem levantar o seu tom de voz para não perder a sua compostura, ela ouvia Achiles citar que Jason não deveria se estressar mais o que a fez revirar os olhos. - É claro. - Concluiu ela como se o rapaz dissesse algo tão óbvio quanto a roda do ônibus que gira e gira, a agente fechou as cortinas do leito de Jason na frente de Achiles e Sven o que seria quase o mesmo de ter uma porta batendo na cara dos agentes. Achiles por um momento considerou chamar Sven para seguir com ele até o quartel mas quando olhou para o lado o agente desnudo já estava fora daquele recinto tentando evitar demasiado contato com a agente superior que tinha surgido na embarcação junto com os reforços náuticos, os marinheiros ali pareciam ficar ainda mais um tempo o que fez Achiles seguir proferindo elogios para Drake mencionando o combate na sala de máquinas.

Alipheese não pode conter a felicidade de ver Jibril, quando Ali começou a correr com seus braços estendidos em direção da celestial era notado que Jibril ficava um tanto surpresa pela reação da companheira que normalmente costuma ser tímida e um tanto recatada, ao receber o abraço a cozinheira quase tombou ameaçou a cair devido a empolgação da atiradora mas Jibril resistiu bem recuperando o seu equilíbrio enquanto ainda mantinha a surpresa em seu semblante que logo deu espaço a uma expressão mais afetuosa com um leve sorriso nascendo no rosto da celestial também ficando emocionada com o reencontro respondendo o abraço da pequena atiradora sentindo naquele momento um pouco do carinho que a alva marinheira tinha por ela.

Os marinheiros não tinham como evitar uma reação perante a carta de recomendação dada por Shiro e as suas palavras, a reação que talvez mais se destacasse ali era de Lynn que ao pegar na carta abria uma grande sorriso abobalhado até que seu rosto perdeu todo o seu brilho e o rapaz desmaiou caindo no chão caindo em uma posição um tanto vergonhosa com o seu rosto batendo no assoalho, corpo curvado e bunda para cima enquanto AINDA vestia a fantasia erótica tirada do quarto de Six, por ser uma roupa de tecidos finos o short da fantasia acabava gerando uma fenda devido a postura indevida bem na região da fenda da bunda criando um situação um tanto vergonhosa o que talvez fizesse Shiro reconsiderar provavelmente pensando “o que diabos eu to fazendo promovendo essa pessoa…” o médico se aproximava acenando negativamente com a cabeça deixando claro o seu desgosto em sua face. - Tsc, tsc, tsc… Eu falei que ele precisava de repouso mas alguém me ouve? NÃÃÃÃÃOOO… Eu sou só um médico que estudou cinco anos e tem mais trinta e sete de experiência só isso… - O médico pegava o ruivo no colo e o levava de volta para o leito enquanto reclamava entre suas pausas sendo obrigado a refazer o tratamento fechando as cortinas do leito do ruivo para que ninguém visse o que o médico iria fazer com o corpo de Makei. Recuperados de tal cena Drake relatou seus objetivos com a promessa de que buscaria melhorar almejando se controlar e valorizar mais a equipe, suas palavras de certa forma eram duras ao revelar a facilidade que ele teria para descartar Jibril caso fosse necessário mas isso não pareceu ofender a cozinheira que se limitou a erguer arqueando uma de suas sobrancelhas em um mix de curiosidade e surpresa pelo o que Drake tinha dito, Alipheese por outro lado ficou surpresas ao ouvir uma menção sobre o seu pai já que ela mesma sabia tão pouco sobre o seu pai.

O ruivo voltou a caminhar até o marinheiro médico que tinha o lecionado até agora recebendo alguma parabenização pela promoção os dois voltavam aos estudos enquanto a atiradora e o Shiro iniciavam a sua conversa. - Sim eu trabalhei algum tempo com o Capitão Fateburn... -  Shiro abria um sorriso leve antes de levantar o punho para frente de seus lábios para que pudesse tossir tentando não incomodar ninguém. - Eu sinto muito pelo que houve com a Cpta. Lucy… O que houve lá afetou todos nós de alguma forma... - O tenente olhava para o punho em que ele tinha acabado de tossir mas ele rapidamente voltava ao assunto como se esperasse que ninguém notasse o seu breve devaneio voltando a abrir um sorriso gentil em seu rosto. - Bem eu era apenas um recruta quando fui mandado prestar um apoio para uma equipe famosa naquela época, naquele tempo eu era um tanto inconsequente por assim dizer, talvez fosse a idade ha ha... - Ele ria meio bobo coçando a cabeça desviando o olhar por alguns segundos realmente achando graça de algumas de suas ações. - Além de ser o meu primeiro trabalho, aquela também era a minha primeira vez servindo com uma equipe famosa... Na época sua mãe ainda ditava as ordens e por mais que eu ansiasse pelo campo de batalha e aventuras para mostrar do que eu realmente era capaz... - Nesse momento seu olhar foi em direção de Drake antes de voltar a olhar para Alipheese. - Eu era colocado para limpar os canhões ou coisas do tipo mas depois de algum tempo eu passei a ser convocado para outros serviços com eles onde pude ter uma partição maior, foi quando seu pai se tornou capitão e em vez de quatro membros a equipe deles passou a ter três, foi quando soube o que aconteceu com a sua mãe... - Shiro fazia uma pausa levando sua mão esquerda até o lado direito do seu corpo um pouco abaixo da altura das costelas. - Os três pareciam estar em uma busca importante o que meu deixou de certa forma empolgado já que essa também seria minha primeira vez no Novo Mundo, seu pai Itsuki Fateburn, um dos homens mais honrados que conheci, Arthorias a Lança do Norte e Azazel o Frio Estrategista… Grandes nomes daquela época, ele podia ser tímido mas todos entendiam esse lado dele, acho que isso o fazia um bom ouvinte já que ele considerava o que todos tinham a dizer sobre alguma situação de risco, confiava nos aliados e fazia o possível para ajudar o próximo mesmo que isso o colocasse em risco mas isso não significava que ele não dava valor a sua vida, pelo o contrário, ele parecia entender que cada homem tinha o seu valor e mesmo que tivesse seus momentos de descontração quando a sua timidez gerava alguma situação divertida, no campo de batalha ele tinha nervos de aço, o tipo de líder que te inspira a lutar lado a lado... - Nesse momento Drake terminava seu aprendizado permitindo-o seguir até o seu quarto se despedindo dos demais, Shiro pegou uma cadeira em um dos leitos já não utilizados para que pudesse se sentar. - Hoje como tenente eu acho que entendo um pouco melhor a cabeça do Cpt. Fateburn, é realmente preciso ser convicto em momentos difíceis... - Só quando o tenente se sentou que ele removeu a mão de suas costelas e começou a tatear os seus bolsos como se procurasse algo até remover sua carteira e lentamente começar a abri-la.

Naquele momento Hana também saia do recinto já que não estava ferida e dando falta de alguém naquela sala a espadachim decidiu sair do recinto para que procurasse por tal pessoa, naquele momento por estar entretida com a história Alipheese mal notava a sala ficando mais e mais vazia se deixando levar pela história de Shiro. - Eu não sabia na época mas… - Seu olhar estava focado na carteira enquanto acenava em reprovação para o que estava prestes a falar preferindo se cortar ali naquele momento para dar continuidade a um outro assunto, ele passava seus dedos entre os bolsos ali da carteira até puxar um papel que estava dobrado ali. - Deixa para lá, acho que você vai gostar disso… Pode ficar. - Ele entregou o papel dobrado para a alva marinheira que quando desdobrasse o mesmo veria uma imagem, uma foto cortada de um jornal da época em que sua mãe estava saudável liderando a equipe de sucesso, mas junto a equipe estava um pequeno grupo de oficiais que prestaria apoio pelo menos naquela missão, entre eles estava Shiro com cabelos negros na época e sem uma cicatriz em seu rosto, na foto Alipheese pode ver o seu pai ao lado de sua mãe no meio do grupo para que ao lado de cada um tivesse mais uma pessoa que provavelmente seria os outros membros da equipe de Lucy e agachados estavam os oficiais rasos assim como Shiro naquela época, todos estavam felizes em um porto com uma embarcação da marinha de fundo atrás dos marinheiros. - Essa é a foto da minha primeira missão com eles, quando eu só limpei os canhões ha ha, pode ficar eu já estava pensando em te entregar essa foto quando soube que a filha dos Fateburn estava nesse navio. - Apesar ter estado na carteira do marinheiro era evidente que aquela foto tinha sido bem guardada e cuidada durante esse tempo sendo talvez a primeira vez que ela fosse dobrada de tal maneira já que era uma foto muito antiga mas ainda assim bem nítida e clara, Shiro voltava a abrir um sorriso gentil como se começasse a lembrar daquela época esperando um pouco para ver qual seria da reação de Alipheese.


Cena: Bjarke

Bjarke tinha saído da enfermaria deixando Achiles lá com a agente estranha preferindo não se envolver muito ali com tal figura já que tinha a oportunidade de ir logo para o QG receber a devida premiação pela sua missão, no convés o agente já tinha um vislumbre da ilha de Terralegre vendo bem a terra seca e árida do local, um ambiente morto e desértico que parecia não ter nada que chamasse atenção além da cadeia montanhosa mais distante de onde estava, a embarcação tinha parado em um porto próprio do QG da marinha onde ao lado estava ancorado outras embarcações da organização e por ser um porto próprio da marinha o caminho até o QG era um tanto simples não estando mais de algumas quadras de distância, ao lado da prancha que servia de saída da embarcação estava dois marinheiros conversando enquanto aos pés de um deles estava um saco preto, os marinheiros notaram a movimentação de Bjarke percebendo que o mesmo parecia caminhar até eles em direção da saída do navio até que ambos se interporem ficando no caminho do agente. - Ei ei ei espera aí, onde você está indo? - Perguntou um dos marinheiros surpreso com a atitude de Sven não sendo diretamente rude com o agente e sim surpreso por ele seguir assim com naturalidade para fora da embarcação. - Você não pode sair assim quer ser morto? - Completou o segundo marinheiro já pegando um pequeno papelote do saco preto. - Você não sabe nada sobre essa ilha? Se não tomar um desses todo mundo fora desse barco vai para cima de você, colegas, namoradas, filhos, se não tomar um desses vai geral tentar te matar sem sequer considerar se você é um agente ou não. - Concluiu o marinheiro entregando o pequeno papelote nas mãos de Bjarke. - Está vendo como a plataforma do porto está vazia? Caminhe até lá e entre naquela quando chegar lá feche a porta use a Pequenalegria e saia pela a outra porta. - Explicou o outro marinheiro apontando para um casebre no fim da plataforma do porto.

Os marinheiros não pareciam estar mentindo e apesar da história louca e resumida contada por um deles aquele seria um motivo válido para a marinha permite que drogas fossem distribuídas em seu navio, o papelote entregue pelo marinheiro parecia muito com o de uma simples e ao abrir Bjarke veria um pequeno comprimido muito similar ao êxtase com um pequeno smile desenhado, poderia ser contra a índole do médico tomar aquela droga mas se ele seguisse as instruções caminhando pelo porto vazio e entrando naquele casebre fechando a porta atrás de si para tomar aquela droga, quando ele abrir a porta de saída Bjarke não veria mais aquele cenário árido e sem vida, o agente veria campos verdes e casas bem ornamentadas, poderia ouvir pássaros cantando uma doce melodia, as montanhas distantes que antes pareciam ser pura rocha agora estavam verdes como se tivesse uma pequena floresta lá, tudo seria lindo e maravilhoso e Sven por algum motivo estranho estaria alegre como jamais esteve deste começou a se aventurar em alto mar, só então ele poderia seguir para o QG da marinha livre, leve e sem preocupações.


Cena: Drake

O ruivo saiu da enfermaria caminhando pelos corredores do navio já vazio seguindo para o seu quarto ali, a viagem tinha acabado e por isso os únicos que estavam ali eram aqueles que se encontravam na enfermaria e a equipe técnica que cuidava dos reparos da embarcação, devido a isso o ilusionista se viu livre sem nenhuma interrupção para seguir até o seu quarto onde poderia refletir melhor sobre suas ações e como alcançaria o autocontrole mencionado antes, chegando em tal cômodo Drake encontrava tudo como tinha deixado antes ficando claro que ninguém tinha mexido em suas coisas desde que saiu para a sala de treinamentos onde toda aquela confusão tinha se iniciado, boa parte das coisas do ruivo estavam ali tirando pelo cronômetro que ele tinha pego na lavanderia, ali talvez fosse um local bom para esperar pela recuperação dos demais companheiros já que Alipheese apresentava de algumas leves queimaduras que deveriam ser tratadas e Lynn estava claramente ferrado levando em consideração a maneira como desmaiou, as opções de Drake era um tanto limitadas levando em consideração que os demais ainda não pareciam estar prontos para seguirem até o QG e ao que tudo indicava todos ali na embarcação tinham ido embora senão aqueles que estavam ali na enfermaria correndo o risco de ficar exposto ao tédio em seu quarto.


Cena: Achiles

Depois de seguir para fora do consultório Achiles caminhou pelos corredores que começavam a ficar mais vazios enquanto os demais marinheiros e agentes faziam suas últimas tarefas na embarcação e parte do grupo que tinha servido com ele na missão ainda ficava na enfermaria, chegando na saída do navio o lutador pode ver uma dupla de marinheiros entregando pequenos papeletes para as pessoas que saiam da embarcação e lhes dando alguma instrução, as pessoas saiam em fila única para receber aquilo que a dupla entregava e tal comoção impedia por um momento o agente de sair do navio, quando o rapaz finalmente conseguiu chegar até a dupla um dos marinheiros colocou sua mão na frente do caminho do rapaz quase encostando no peito do agente. - Ei amigo antes de sair você deve tomar isso ou poderá colocar em risco toda a nossa segura... - O marinheiro fazia um breve resumo dos motivos do agente tomar tal droga e também o alertava para tomar assim que chegasse no fim da plataforma do porto onde o “cheiro” daqueles que não teriam ingerido a droga não alcançasse, a ilha até então tinha um cenário sem graça e árido, uma visão um tanto deprimente que poderia acabar com os ânimos de qualquer turista mas quando Achiles chegou no local demarcado e tomou a droga tudo mudou, o lugar era verde e bonito, tudo era belo e alegre.

Saindo da plataforma ele já encontrava uma equipe de sete pessoas engravatadas com insígnias diferentes da dele presas no paletó, um dos agentes usava um terno branco e ao seu lado tinha uma agente quase mirim em uma idade infantil que segurava uma grande maleta, o agente de terno branco tinha um sorriso em seus lábios ao ver Achiles se aproximando. - Olá rapaz, você é Achiles certo? Quis vir pessoal lhe conhecer. - O homem tinha um sotaque forte mas um sorriso gentil. - Eu li sobre suas ações nos Blues e sobre o seu trabalho na escolta dos nobres, fez muito bem… Por isso quero recompensá-lo… Receba isso meu rapaz, uma das armas mais raras que você pode encontrar pelos mares. - A agente mirim abriu a maleta que carregava apresentando duas belas manoplas. - Considere-se um Agente Especial a partir de agora, pelos poderes investidos em mim eu te promovo. - O homem estendeu seu braço direito como se fosse uma “espada” e o encostou no ombro esquerdo e depois no ombro direito de Achiles como uma breve cerimônia real em entrega de títulos nobres. - Agora eu vou esperar para falar com os outros agentes, você deve continuar seu caminho para o QG… Não esqueça de levar isso. - Ele entregava a maleta com as manoplas para o rapaz e se despedia de Achiles deixando-o seguir seu rumo esperando que ele não fizesse demais perguntas.

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~Avaliação Achiles~

Perdas:
● 1.050.000 berries. ALTERADO. Com a mudança das pericias, o dinheiro da compra não é descontado, ficando assim com 550.000 de gasto.
● Ferimentos passados (estão presentes na ficha, foram recuperados) OK.
● NPC Acompanhante. OK.


Ganhos:
● Perícia: Briga de Rua.* OK.
● Perícia: Botânica. OK.
● Kit médico OK.
Kit médico:
 
● 2 missões pelo governo. OK.
missões:
 
● 150.000(Salário - Agente Graduado) OBS: Vai ser anunciado no próximo post. OK.
● Promovido (Agente Especial) OK.
● Ambidestria 2/3 OK. Gostei de como usou o fato do braço quebrado para desenvolver isso tanto normalmente quanto em luta por causa dos treinamentos. Se continuar nessa pegada e fizer um treino bem significativo poderá conseguir na proxima aventura mesmo.
● LW (créditos) OK.
● Vicio 1/2 (se tomar mais 1 dose, ganha o vicio: pequenalegria de 15 posts). Passar 25 posts sem tomar doses reseta a contagem. ADICIONADO.

Relação de personagens:
● Ele faz OK.

Exp: 17 xp
EdC: 17 xp

Localização: 5ª Rota - 1ª Ilha: Terralegre (2/30) OK.

Feedback Player:
 

Feedback Narrador:
 





- Npc’s ainda não apresentados/ aleatórios -
- Npc’s acompanhantes. -
- Oficiais rasos (marine) -
- Six -
- Esmeralda -
- 1º Ten Mustache -
- 2º Ten Shiro -
- Homem ou Mulher -

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Olá Convidado seja bem-vindo(a) ao One Piece RPG.

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Última edição por Ventus em Seg 01 Out 2018, 21:56, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 13 EmptyTer 18 Set 2018, 21:50

Reflexão
Ao me retirar da enfermaria segui para o meu quarto e chegando lá encontrei tudo do jeito que havia deixado, minha cabeça nessa hora estava a mil com tudo o que eu tinha acabado de falar e de ouvir de Shiro e meus pensamentos estavam meio embaraçados e confusos e como de costume em momentos como este eu peguei meu baralho e comecei a passar carta por carta enquanto abria o baralho sobre a cama a cada carta minha mente ia se acalmando até que cheguei ao coringa, nesse momento tudo o que eu havia vivido desde o circo até ali se passou em minha cabeça, de como uma criança que tinha tudo para ser alegre se tornou uma espécie de animal selvagem sedento por sangue e quanto mais eu pensava mais vinha em minha mente como estariam as pessoas do circo de onde vim, as pessoas que me acolheram e me deram um teto e acima de tudo uma família, será que tinham orgulho de mim? Será que se vissem o que me tornei teriam esse orgulho e me aceitariam mesmo assim? Isso me corroía e se colapsava com meus objetivos e me deixava cada vez mais confuso.

“Será que eu realmente preciso mudar o meu jeito de ser e a minha vontade de lutar? Será que eu realmente deveria deixar isso de lado ou eu só preciso colocar isso com um foco maior em outro ponto? Talvez o que ele quis dizer é que eu não precise ser tão insano a todo o momento e sim deixar para algo que realmente me de excitação como uma luta contra alguém realmente forte… Mas não posso negar que eu realmente preciso trabalhar isso durante algum tempo, sei lá, ocultar esse lado por mais que eu queria agir dessa forma e que por dentro eu esteja doido pra matar meu oponente mas não demonstrar isso… Talvez o conceito de coringa faça mais sentido assim ou talvez ele seja assim, alguém que não aparenta ser algo, mas no fundo é, como eu, como uma máscara… Vou precisar dar um jeito nisso o mais rápido possível porque preciso passar a impressão de ser de fato um marinheiro que luto pela paz e pela justiça, mesmo que por dentro eu esteja com uma intensa vontade de matar o desgraçado…”


Eu não sabia como e nem quando eu começaria a mudar esse meu jeito de ser, eu queria ser alguém que as pessoas olhassem e admirassem como alguém realmente importante e que luta por elas e não um simples louco ensandecido que quer matar tudo e todos no seu caminho, afinal isso é algo que um pirata faria e eu não sou um, mas sinto como se fosse necessário ter essa lado na marinha, alguém que agisse dessa forma para mostrar para os malfeitores o que de fato os aguardava caso fosse encontrado pela minha frota futuramente, poder ver o medo no rosto desses vermes piratas não tem preço, seria algo incrível, mas preciso agir como um marinheiro que protege as pessoas.
Por um tempo eu fiquei questionando tudo isso em minha mente e tentei pensar na melhor forma de conseguir arrumar a minha postura, o que eu deveria fazer? Como eu deveria fazer? Será que eu precisarei da ajuda de alguém? Talvez do tenente Shiro, já que ele disse com bastante propriedade sobre essa selvageria como se já tivesse passado por isso no passado, bom isso tudo é coisa para um outro momento talvez, agora ele está lá com a Ali tendo uma conversa um tanto particular e não acho legal atrapalhá-los agora, vou deixar que conversem e quando tiver tempo eu o pergunto como ele fez com sua possível personalidade insana.


Enquanto tudo isso se passava em minha cabeça a calma se instaurava novamente em mim e mais uma vez eu me sentia tranquilo e agora esperava por alguma ordem ou que alguém me chamasse caso fosse necessário, tanto sendo algum de meus companheiros ou até mesmo algum marinheiro para me dar algum trabalho ou pedir um favor, mas se ninguém viesse ao meu quarto falar comigo eu simplesmente continuaria ali esperando enquanto lia algum livro ainda sobre anatomia para me aprofundar mais um pouco em alguns pontos sobre o assunto.




Histórico:
 

PLAYERS:
 

PLAYERS:
 

PLAYERS:
 

NPC's Importantes:
 

NPC's Criados:
 

Ferimentos:
 

Objetivo:
 

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Pensamento
Fala
Extras

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 13 EmptyTer 18 Set 2018, 23:13

Origens

Uma das coisas mais incríveis que poderiam ter lhe acontecido era certamente o reencontro, estar novamente nos braços da celestial, era algo que era capaz de trazer uma paz muito grande para a cabeça da pequena, que durante toda a situação de tensão, carregou uma preocupação sobre como estaria a garota, havia ali um desejo muito grande de que pudesse saber melhor como expressar o que havia em seu peito, mas talvez pela própria expressão de surpresa do anjo, aquilo já havia sido uma conquista muito grande, talvez pelo sentimento de saudade e pelo modo como sua preocupação teriam superado em muito qualquer outro pensamento que ali, não se fez importante, a sensação de poder abraçar a garota era algo que a muito tempo não poderia sentir, talvez sequer tivesse muito da memória sobre o que exatamente poderia usar como referência. Mas a sensação era boa, como se durante aqueles segundos o mundo pudesse parar por um momento, de modo que toda a preocupação, todo o medo e até mesmo toda tensão pareceu a ela escapar, no momento em que sentia-se segura pelos braços da garota.

Em um mundo ideal, quando estivesse falando com Shiro, não haveria de se separar ali da celestial, onde esperava que não fosse um problema para que ele pudesse continuar contando com a presença das duas, havia feito a sua pergunta ao Tenente, conhecia tão pouco sobre o seu pai, que isso incomodaria um pouco, pois o sentimento de carinho que carregava por ele, assim como de admiração era tão grande, quando a admiração que tinha pela sua mãe, de certa forma não tinha um desejo em seu peito que fosse estranho, sendo este o desejo de se tornar alguém que seus pais pudessem sentir orgulho e mesmo que talvez pensem nisso, como algo infantil, aquela era a sua origem e não havia nada de errado em voltar a ela nos momentos em que se precisa ser mais forte, pois dela que se relembra quem verdadeiramente é, de onde vieram suas convicções. Quando Shiro começou a falar sobre o pesar que havia sobre o acontecido com a sua mãe, a garota respirou fundo. Não era fácil, ter de lidar com a idéia de que alguém que havia salvado tantas pessoas, tivesse passado por tanto sofrimento, ainda que sua mãe fosse um exemplo de força para a pequena, ela sabia que o tempo em que haviam passado juntas, ainda que fosse mágico em sua memória, seria um período onde o tratamento em si, o próprio ferimento não a deixavam viver com qualidade.

Lembrava de muitas noites, ter sua mãe, a pedindo para que pudesse ficar ao seu lado, onde dormiu segurando a sua mão, como se os papéis pudessem se inverter e a garota hoje, e talvez até naquela época, sabia que esses eram dias que estavam tão difíceis que ela temia que fosse o seu fim precoce e eram dias difíceis, onde pouco a pouco construiria a gentileza da alva marinheira ainda mais, assim como o desejo de proteger, ainda que tenha falhado com quem lhe havia sido mais importante até então, foi alguém que estava ao alcance de suas mãos, mas que não houve algo que ela pudesse fazer, por mais sacrifícios que pudesse ter feito. Fechou os olhos por um momento, fechando um pouco os próprios punhos, não havia sentido em remoer pelo que havia acontecido, era algo que havia a feito quem ela é hoje e por mais que não fosse algo a se orgulhar, em relação a não conseguir ter feito o que fez, havia começado a se orgulhar de quem era, do que havia sido capaz e suas ações, já haviam levado a salvação de sua própria cidade natal um dia, em uma invasão de larga escala, onde mesmo sem experiência e com o medo que carregava, havia sido capaz de fazer a diferença. Seu olhar enquanto ouvia a história de Shiro era profundamente interessado, seus pequenos olhinhos vermelhos chegavam a brilhar um pouco.

Quando ouviu um pouco sobre a timidez de seu pai, talvez fosse ali um momento que havia a feito corar um pouco, em ver como eles eram parecidos, quando o via ele sempre pareceu ser alguém muito mais corajoso, apesar de que talvez pudesse esperar um pouco, quando lembrou de que sua mãe havia lhe contado que havia sido ela a tomar a iniciativa, e não o contrário, mas o que mais lhe chamava atenção, era o fato de que ele era alguém capaz de inspirar, era alguém gentil e isso encheu seu coração de um sentimento que era muito gostoso de sentir. Talvez estivesse ali tão entretida com a conversa, que sequer havia notado a sala esvaziando mais e mais., conforme as pessoas foram seguindo o próprio rumo. Havia ali um presente que significaria muito a ela, ver como eram seus pais quando mais novos, em uma foto tão bonita.

Pegou aquilo como se fosse o tesouro mais valioso que poderia receber com um sorriso, a alegria de poder vê-los novamente era grande ao ponto que sequer havia entendido muito bem, que aquela era uma foto que se passava antes do que teria invalidado permanentemente a sua mãe e eventualmente a teria levado para o próprio fim. Respirou fundo mais uma vez, seria possível ver que algumas lágrimas provavelmente se formariam em seu belo rosto, que talvez ainda tivesse úmido, se o anjo que geralmente tinha esse cuidado, não tivesse secado suas lágrimas anteriormente, pela forma carinhosa ao qual cuidava sempre para que a garota estivesse sempre em seu melhor estado.

-O-obrigada! Eu...Bem… Eu… Espero que eu possa ter me tornado… Que eu possa me tornar…Digna de suas memórias… Digo… Eu… Não os conheci tão bem… Não tanto quanto eu… Gostaria de ter conhecido.... Eu nunca consegui viver com eles como eu sempre li que as crianças viviam nas… Nas histórias que eu sempre amei ler… Mas, eles sempre foram meus heróis…Tal… Talvez a forma como eu enxergue a marinha, seja pelo modo como eu os via, como eu ainda os vejo... Eu… Não cresci tanto quanto a minha mãe… Nem como o meu pai… Talvez…Pelo próprio modo como eu… Como nós enfrentamos dificuldades… Não é um caminho fácil… Mas, ainda assim eu quero me tornar alguém…Alguém que possa fazer com que… Com que ninguém mais tenha de passar por isso… Eu… Ainda sou fraca… Mas, eu quero lutar para mudar isso dentro de mim e… Eu… Não quero ser incapaz de proteger alguém que esteja aos alcances de minhas mãos novamente...S-Senhor, eu… Não sei como expressar a minha gratidão pela foto eu… Se você não se importar, poderia me contar mais sobre as pessoas que trabalharam junto a vocês também?... Azazel e Artorias… Certo? Se eu tiver tomando muito do seu tempo, me perdoe é que eu… Eu… Realmente me seria importante entender um pouco mais sobre minha origem…

Completaria a garota em um tom doce, não insistiria muito, caso o homem não quisesse falar ainda mais, suas reações possivelmente até então haviam sido algo diferente do que talvez se esperasse de alguém com a sua aparência, que por mais frágil que fosse, tinha um coração forte e mesmo em suas lágrimas, havia força, havia a gentileza, o que talvez se refletisse muito em ambas características as quais, talvez Shiro possa ter visto anteriormente em Lucy e Itsuki, onde havia um pouco da força e da determinação da mãe, e a gentileza para com as pessoas do pai, talvez realmente pudesse se tornar aquilo que almejava, desde sua origem e de certa forma sua criação, por mais que ainda tivesse um longo caminho a percorrer. Se ainda não tivesse sido tratada, se fosse possível, deixaria que realizassem o seu tratamento e ficaria ali por mais um tempo, caso a conversa pudesse prosseguir por mais um tempo, havia algumas coisas a fazer antes de sair do navio, havia de pegar suas coisas no quarto e se tivesse a oportunidade, se ainda houvesse algo para comer, gostaria muito de servir-se de algo bom, ainda mais se pudesse vir pelas mãos de Jibril, ou de alguém com habilidade culinária similar, temia que pela informação que havia recebido anteriormente, talvez tivesse de ficar um bom tempo sem que pudesse comer na ilha ao qual desembarcariam agora, mas não o faria de imediato, sendo o rumo que ela tomaria, algo simples, que pudesse naquele momento retirar um pouco das últimas dúvidas de seu coração. Se Shiro lhe desse alguma menção de que deveria ir ou que não poderia continuar a falar sobre, devido a qualquer que fosse o motivo, lhe seria muito grata ainda, e limitaria-se a caso ainda estivesse acompanhada a chamar Jibril para que pudesse ir buscar as coisas.

-J-Jibril, desculpa você… Ter feito você… Ficar esperando eu… Eu… Você quer ir comigo buscar as coisas no quarto?


Diria a garota em um tom tímido e extremamente adorável, seu rosto quando falava com a celestial ruborizava levemente, fazendo com que muito mais do que era conhecido sobre ela pudesse ser visto, já que não havia algo mais tão grande, como a preocupação ou a própria saudade ou culpa para que pudesse se colocar acima da natureza da garota, se o rumo seguisse dessa forma, seria aquela a liderar o caminho.

Histórico.:
 


Objetivos”:
 

Off:
 

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Última edição por GM.Alipheese em Qui 20 Set 2018, 11:21, editado 1 vez(es)
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