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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Tróia - Parte 3 - Pandemonium

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 12 EmptyQua 11 Abr 2018, 21:22

Relembrando a primeira mensagem :

Tróia - Parte 3 - Pandemonium

Aqui ocorrerá a aventura do(a) agente Achiles. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Meursault
Agente em Treinamento
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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 12 EmptyQua 05 Set 2018, 02:53



Homens mortos contam histórias




Em um passado não muito distante, Bjarke sentiria o peso de suas ações em seu coração e sua mente, mas a morte de Yennefer havia arrancado todo o pesar e compaixão que o homem pudesse sentir, quando viu a vida de sua amada se esvair lentamente no conforto de seus braços, jurou que jamais hesitaria contra um oponente, para não presenciar nenhuma cena similar novamente. Muitos homens costumavam demonizar os seus inimigos, já que assim a lâmina parecia ficar mais leve na hora de ceifar as suas vidas, mas o médico nunca fez uso de tal artifício, sabia bem que os seus oponentes eram homens, assim como ele, possuíam medos, paixões e uma razão para lutar, mas, por uma infelicidade do destino, acabavam escolhendo defender causas que o agente não podia aceitar.

As lágrimas e as últimas palavras do boxeador não eram capazes de comover o espadachim, os sentimentos do jovem permaneciam frios, como a lâmina da espada que empunhava desajeitadamente com a mão inábil. Para as pessoas menos atentas, as últimas palavras proferidas pelo garçom poderiam passar despercebidas, ou até mesmo soarem como um delírio, mas, para Sven, o que fora dito levantaria uma série de questionamentos. Dentro das inúmeras perguntas que surgiam em sua mente, a mais significante consistia na identidade do ''senhor'' mencionado, seja lá quem fosse, era, sem dúvidas, detentor de um grande poder de persuasão, apenas isso já era uma característica extremamente preocupante. Com o fim do combate, Bjarke finalmente conseguiria um espaço para descansar, permaneceria deitado por alguns minutos após a derrota de seu inimigo, apenas para sentir o seu corpo pulsar de dor na medida em que a adrenalina proveniente do combate se dissipava. Mesmo que cada célula do seu corpo gritasse de dor, o espadachim sabia que não tinha nenhum tempo a perder, tentaria se sentar, em seguida, usaria a mão esquerda para desabotoar a sua camisa, que se encontrava maculada com o sangue que havia jorrado do pescoço do boxeador, e se livraria da vestimenta, removendo a peça de seu corpo delicadamente, com a mesma mão, dando uma atenção especial para o momento em que a camisa tivesse que passar pelo seu braço fraturado.

Parcialmente despido, o homem se levantaria e rumaria em passos lentos até Esmeralda, alcançando a sua protegida, checaria os sinais vitais da mesma, aferiria o pulso da moça colocando os dedos médio e indicador de sua mão esquerda na lateral do pescoço de Esmeralda, após isso, colocaria as costas de sua mão esquerda perto do nariz da nobre, em uma tentativa de sentir a sua respiração. O médico estava confiante de que o resultado da breve análise seria positivo, já que tudo indicava que a missão do boxeador realmente se tratava de um sequestro. Na hipótese do espadachim não ser capaz de notar os sinais vitais de Esmeralda, correria até a entrada do restaurante e gritaria. - Eu preciso de médicos no restaurante, agora! É um caso de envenenamento! - Entretanto, se percebesse que o quadro clínico da garota realmente não representava nenhum risco, se dirigiria até o corpo de seu adversário.

O agente tatearia todo o cadáver com a mão inábil, em busca de objetos de valor ou interesse, levaria consigo tudo que achasse, mesmo que parecesse irrelevante no momento, vasculharia os bolsos do homem e também qualquer outro espaço capaz de guardar objetos. Pegaria para si o crucifixo de prata, colocando o adereço em seu pescoço imediatamente, em seguida, despiria a parte de cima do corpo do boxeador, em busca de qualquer informação que pudesse revelar mais sobre o homem ou seu propósito, como, por exemplo, uma tatuagem. Após pegar seus espólios e tentar descobrir algo sobre o assassino misterioso, Bjarke brandiria sua lâmina novamente, com a mão esquerda, e desferiria diversos golpes contra o pescoço do cadáver, em uma tentativa de decapitação. O espadachim sabia que o homem podia ter uma recompensa por sua cabeça e, no seu estado atual, era claramente incapaz de levar o corpo inteiro consigo. Se decepasse a cabeça de seu adversário com sucesso, Sven guardaria a espada em seu cinto e agarraria a cabeça, carregando a mesma pelos cabelos.

Com o ''prêmio'' sendo carregado pela mão esquerda, Bjarke caminharia em passos lentos até a porta do restaurante e balançaria a cabeça degolada para que todos pudessem ver, afinal de contas, era a forma mais fácil de atrair a atenção das pessoas em um navio lotado de marinheiros. Quando percebesse que as pessoas estavam prestando atenção em sua figura, o agente gritaria em tom imperativo. - Preciso de dois médicos, agora! - O espadachim esperaria pelos reforços que havia solicitado, se não aparecessem com rapidez, gritaria novamente, por quantas vezes fossem necessárias. Quando os médicos chegassem, Sven explicaria a situação. - Esse senhor quebrou o meu braço direito. - Diria, levantando a cabeça que carregava consigo. - Preciso que um de vocês dê um jeito nele. O outro problema que temos é a garota. - Após mencionar a existência da mulher, Bjarke retornaria para o restaurante e apontaria para a nobre. - Ela foi envenenada, a substância muito provavelmente não é letal, mas fez com que ela desmaiasse. - Se questionassem o seu nome, responderia sem hesitar. - No momento é Severino. - Se questionassem a sua autoridade, conhecimento ou intenção, deixaria a cabeça do boxeador sobre uma das mesas e pegaria, com a mão esquerda, a sua insígnia, revelando a sua posição de agente do governo para os homens. - Acredito que isso baste. - Após a revelação, guardaria a insígnia e seguraria novamente a cabeça que levava consigo. A vontade do jovem era de correr pelo convés em busca de rostos amigos, como Amy e Natasha, para verificar a segurança das mesmas, mas a sua missão era Esmeralda, assim sendo, não sairia do lado da nobre nem por um instante.

Histórico Bjarke:
 



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ADM.Ventus
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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 12 EmptySex 07 Set 2018, 02:48



NARRAÇÃO




Cena: Alipheese part.1
Era evidente para a jovem Alipheese que aquilo estava errado, as ações e as falas daquele arqueira criavam uma nuvem de perguntas mais densa do que a fumaça em que antes ela se ocultava e essa reação não era exatamente algo exclusivo da atiradora pois todos os marinheiros ali se entreolharam curiosos completamente confusos pois somente uma mulher no convés tinha gerado um grande caos surgindo “do nada” em meio a fumaça projetada pelas granadas lançadas por uma figura misteriosa em um submarino, até mesmo Mustache que normal agia de maneira abobalhada ficou sem palavras com aquela cena sentindo o gosto amargo que aquela vitória trazia, os navios que tinham surgido para o reforço agora estavam bem próximos podendo se ver os oficiais no convés observando a cena que se passava ali com curiosidade já que os mesmos esperavam chegar em meio de um combate com civils para ser resgatados. - Vocês estão bem? Viemos aqui respondendo o pedido de apoio náutico mas parece que a ameaça já passou. - Ecoou uma voz vindo de um dos navios sendo claramente projetada por megafone, foi só graças a esse aviso que o Ten. Mustache pode “acordar” e voltar para a realidade. - Erh… Muito bem pessoal, ameaça neutralizada… Eu repito, ameaça neutralizada. - Falou o homem pelo Den den Mushi que ressoava por todo o navio e alcançava os navios próximos, tal aviso trazia o alívio dos tripulantes apesar da voz do tenente sofrer com as dúvidas do motivo por trás do suicídio da invasora.

Alipheese se virou para Hana para falar com a espadachim e por um momento a marinheira pode ver a expressão de medo da “espadachim de rosa” suas pupilas pareciam tremer enquanto encarava o local próximo de onde a arqueira tinha caído, o suor frio escorria pela testa da espadachim observando aquela cena com a sua espada já guardada em sua bainha e esfregando uma mão na outra como se as mesmas estivessem coçando por debaixo das luvas, Hana ainda parecia pasma com aquele campo de combate encarando as labaredas que aquele conflito tinha gerado, labaredas estas que já estavam se apagando gradativamente pelas correntes de ar que carregavam o sereno da noite que chegava aos poucos, a maneira como estas tinham sido geradas causava sim um choque na espadachim que sofreu com cada explosão executada ali tendo vislumbres de outro cenário que fugia completamente daquela realidade de vitória dos marinheiros e mesmo ela tendo conseguido se manter de pé até agora para a espadachim era claro que isso se dava por um puro instinto de sobrevivência, assim como Mustache tinha sido trago de volta a realidade com o chamado dos marinheiros o mesmo se repetia com Hana ao ouvir a voz de Alipheese chamando pelo seu nome com um breve pausa talvez notando a situação de sua amiga ou talvez ainda fosse a sua timidez lhe afligindo mesmo ao lado de uma colega ao qual já tinha dividido tantas coisas, Hana abaixou seu olhar ainda um pouco pálido e sério como se ainda se recuperasse do choque e ao mesmo tempo não quisesse demonstrar isso chegando a ficar algum tempo em silêncio olhando nos olhos da atiradora buscando em sua mente palavras ideais para se dizer naquela situação. - Ah sim… Pode deixar... -  Ela falou em um tom atípico para Hana, não era uma desolação como se ela tivesse visto o Sgt. Zed com outra garota, dessa vez seu amparo ia muito além como se um abismo tivesse surgido entre a alva marinheira e a espadachim não sendo mais possível sequer ver aquele brilho no olhar que facilmente era visto nos olhos da marinheira, Hana seguiu com Alipheese como ela tinha pedido mas não era como se Hana estivesse exatamente ali, a espadachim ficava em silêncio e fitando o chão em que pisava enquanto ainda mantinha suas mãos juntas com uma acariciando a outra. Olhando para o salão de festas onde estaria os civis Alipheese poderia notar uma grande porta dupla de madeira bem adornada e com belos entalhes, em cada lado da porta tinha uma escada que levava ao restaurante no piso acima mas nas paredes tinha grandes janelas de vidro que davam visão para o salão espaçoso, vasculhando o mesmo ela pode ver os pais da criança ali desamparados com a mente cheia de preocupação pelo seu filho enquanto mais ao longe ela pode ver uma silhueta curiosa próxima de uma mesa junto de um grupo de pessoas quando uma dessas pessoas se ajeitou para mexer em sua mochila isso gerou uma breve brecha para que Alipheese conseguisse ver que tal silhueta carregava consigo um ursinho de pelúcia.

Alipheese poderia tentar falar com Hana nesse trajeto até o salão mas nada iria escutar em resposta pois de fato os sentidos de Hana não estavam ali naquele momento, Alipheese poderia também tentar pegar nas mãos nervosas da espadachim mas ela as afastaria antes que o toque da pequena marinheira pudesse alcançar sua amiga, palavras e gestos pareciam insignificantes mas ela seguiu com as instruções para falar com os pais da criança como se de alguma forma Hana estivesse em um piloto automático respondendo e fazendo as coisas típicas que lhe poderiam pedir apenas para evitar uma conversa. Tomando rumos diferentes Alipheese chegou até onde aquele grupo de pessoas estava que era em um canto bem mais afastado da entrada perto de um palco que tinha ali onde um grupo de marinheiros começou a subir para começar a dar as explicações necessárias para acalmar o povo. - Ãhn? Ta cara tanto faz… - Falou o garoto antes de se virar para Alipheese revelando ter um grande queixo alongado que muito se assemelhavam a nadegas, seu cabelo estava penteando em um corte de tigela que caia cobrindo sua testa criando uma franja assustadoramente simétrica, seus cabelos eram castanhos - diferente do gif - e toda a postura do garoto não parecia condizer com a sua idade já que o mesmo tinha uma malícia que uma criança não deveria ter. - De que moça você tá falando gata? Eu to aqui por causa de um pirata ruivo arrombado que estava quase nu querendo se esfregar em mim… Mas cê sabe como é né pitel eu dei é logo um tapa na orelha do meliante assim óh! *BOOOM*  - O garoto fez uma pausa dando um tapa na nuca de seu ursinho como se simulasse sua “luta” com o pirata. - Ele ficou meio assim “carai onde tô mané” e eu BOOMMM “Quer outro?Quer outro? Então pede pra sair!”... mas você sabe como é né xuxu nada demais. - Ele fazia mais uma pausa apoiando suas costas na mesa enquanto posicionando os braços flexionados por cima da mesma tentando parecer legal. - Mas ai delícia… não quer me chamar de cheque pré-datado e me segura uns dias não? - Terminava ele balançando de leve sua franja como se fosse um cantor teen de sucesso nos anos de 2009 a 2011 que hoje só é conhecido por feats e ter namorado a Selena Gomez, por mais que essa atitude gerasse uma possível repulsa na marinheira ela tinha que lembrar dos pais daquele jovem e doce menino que estavam preocupados com o seu bem estar. - Já é então… Você nem é isso tudo mesmo. - Diria ele antes de começar a seguir Alipheese, os outros homens em volta da mesa riam da atitude daquele jovem garoto como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo enquanto comentavam “Esse ai vai ser pegador quando crescer” algo que poderia gerar a breve reflexão sobre quem seria o mais errado ali, eles, a criança ou este narrador que quer politizar demais um post.
Esse garoto com o cabelo castanho:
 

A pequena marinheira guiou aquele moleque até seus pais dando falta de Hana que não estava mais ali com eles mas imediatamente eles pareciam mais aliviados e completamente sorridentes ao verem seu filho e o garoto também ficou feliz e aliviado por vê-los mas na frente da sua gatinha branca ele tentava parecer tão neutro com a típica faceta “whatever”, os pais se viraram para Alipheese com lágrimas de gratidão em seus olhos. - Muito obrigada oficial, seremos eternamente gratos, muito obrigado. - Dizia tanto o pai quanto a mãe de Akito pegando o garoto pela mão enquanto seguiam pelo salão procurando um canto em que pudessem ficar a sós enquanto nessa caminhada o rapaz olhava para trás buscando o olhar da alva garota para que pudesse lhe direcionar um beijinho de despedida a distância.

Sem mais nenhum sinal de Hana e já possivelmente gerando uma preocupação com seus companheiros a marinheira trilhou seu caminho para fora do salão sem ser interrompida ainda mais por Mustache que mesmo confuso com as ações da arqueira ele ainda estava bem orgulhoso de seu desempenho acreditando que nada daquilo daria certo se não fosse por ele, já começando a fazer seu caminho na busca de seus companheiros ela via alguns oficiais chegando agora no convés provavelmente por estar prestando suporte aos civis que ficaram presos em outras estalagens da embarcação quando a confusão começou e ao se pronunciar para um deles perguntando sobre seus companheiros o mesmo pareceu parar um tempo para pensar um pouco buscando em sua memória alguém que se encaixasse no padrão descrito por Alipheese. - Olha eu não sei o que é um parvo mas se você está falando do ruivo com uma fantasia erótica de pirata que ao mesmo tempo fala que é um imperador, bem se for ele então ele tá lá embaixo recebendo auxílio da celestial e mais alguns marinheiros por causa do seu ferimento...  - Caso Alipheese adicionasse Hana em sua descrição então o marinheiro abria um semblante um pouco mais ativo por poder responder um das perguntas da marinheira. - A de rosa? Ela foi por ali. - Diria ele se virando apontando para um corredor vazio que chegava a se tornar um pouco perturbador pelo seu silêncio instalado ali.

Dali a marinheira poderia escolher seguir dois caminhos já que ambas direções eram opostas, ela poderia seguir descendo a escadaria que estava perto dela naquele momento para encontrar Jibril e Lynn já que possivelmente não teria outra pessoa naquela embarcação que se auto declara um imperador, lembrando que ao que o marinheiro tinha mencionado Lynn estava ferido e Jibril estaria ao seu lado sendo difícil para a jovem Alipheese saber como seria a reação de Jibril perante a isso sem mencionar que a situação de Lynn ainda era um mistério para a atiradora que perdia a oportunidade de perguntar a situação do colega quando o marinheiro seguiu com alguns companheiros até onde o Ten. Mustache estava, o outro caminho era seguir pelo corredor buscando por Hana que também parecia bem transtornada com os recentes eventos.


Cena: Drake part.1
Drake não podia deixar de se surpreender com aquela cena sem sentido fazendo parecer como se ele fosse o único são daquele grupo já que anteriormente tinha encontrado Zed em uma situação igualmente constrangedora, mas ele não podia deixar aquilo afetar o seu caminho e o seu objetivo, tinha recebido suas ordens e esta era a desculpa perfeita para esmurrar alguém até a morte mas também não foi como se ele não tivesse aproveitado alguns segundos de seu tempo para troçar de seu companheiro de frota que até que cessou com os comentários para instruir Jibril. - Espera Drake eu... - Tudo que Jibril pode fazer naquele momento foi estender um de seus braços em direção do ilusionista enquanto o outro se posicionava atrás do pescoço de Lynn que se encontrava deitado no chão falando que estava tomando um ar e Achiles era guiado por outro marinheiro até o convés em um trajeto que Drake também acompanhou cantarolante esperando lá encontrar inúmeros inimigos quando a voz de Mustache mais uma vez preencheu os corredores. - Erh… Muito bem pessoal, ameaça neutralizada… Eu repito, ameaça neutralizada. - Talvez fosse difícil para o ilusionista acreditar em tais palavras ainda mais por sua prévia empolgação que o fez não só zombar de seus companheiros como se ele fosse aquele que conquistaria mais pontos, como em um jogo, como também o fez zombar de Shiro dizendo que para o tenente só haveria corpos.

Fazendo seu caminho pelos corredores até finalmente chegar às escadas que lhe dariam acesso para o convés ele se vê diante do pôr do sol alaranjado já bem próximos da ilha que seria Terralegre, aparelhado com a embarcação tinha mais dois navios da marinha que através de pranchas de madeira que criavam a passagem entre navios permitia que novos marinheiros subissem na embarcação e rumarem até um grande salão que tinha ali no próprio convés onde parecia ter muitos civis o que poderia fazer Drake assumir que aquele lugar era onde os civis estavam sendo abrigados e protegidos durante o ataque, era possível ver oficiais da marinha por toda parte seja somente parados em algum lugar como correndo para um lado ou outro, era possível ver Mustache ali apertando a mão de outro oficial e trocando algumas palavras mas aquilo pouco importava para Drake naquele momento que já chegou manifestando sua indignação mas onde estava o corpo? Ele movia seu rosto de um lado para o outro passando seu olhar pela região analisando o cenário em busca de algum cadáver mas tudo que ele via era sinais de luta onde uma parte do assoalho estava levemente chamuscado em dois lugares diferentes cobrindo uma certa área, o que poderia fazê-lo deduzir com sua percepção comum que ali tinha pegado mas rapidamente tinha sido apagado já que os chamuscado eram “rasos” o que poderia indicar explosões.

Os marinheiros que tinham seguido até o salão onde os civis estavam começavam o tratamento médico naqueles mais feridos mas nada ali indicava corpos dos invasores, em cada lado da grande porta que dava acesso ao salão tinha escadas que davam acesso ao segundo nível que daria acesso a uma varanda mas dá varanda seria possível o acesso a uma outra instalação do navio que Drake ainda não tinha visão do que seria mas algo ali lhe chamou atenção já que naquela varanda surgiu um homem com peito desnudo e corpo repleto de hematomas, o antebraço direito daquele homem estava roxo, inchado e levemente torto, em sua cintura tinha uma espada na bainha e na mão esquerda uma cabeça, aquele era Bjarke.


Cena: Bjarke part.1
O agente saiu vitorioso daquele combate deixando que seu corpo tombar no chão devido a grande exaustão e aos demais danos levados, com uma respiração arfando ele virou seu rosto para o lado vendo os momentos finais de seu agressor é quase como uma ironia do destino naquele momento Bjarke pode ouvir uma voz vindo do convés dizendo. - Erh… Muito bem pessoal, ameaça neutralizada… Eu repito, ameaça neutralizada. - Aquela parecia ser a voz que antes tinha se manifestado como Tenente Mustache, antes o agente pode ouvir sons de combate vindo mais ao longe onde era o convés sendo possível ouvir até mesmo tiros vindos de lá sem contar da parte externa embarcação onde os canhões dispararam contra algo no mar, pelo menos agora ele sabia que alguma ordem voltava a se instalar no fim daquela viagem. Agt. Sven se levantou um tanto dolorido sentindo a dor de uma possível costela quebrada no lado esquerdo do corpo e aos poucos ele começou a se despir das vestes sobre o seu tronco pelas horríveis manchas de sangue para dar espaço ao seu corpo treinado mas agora marcado por hematomas onde aquele garçom tinha golpeado que basicamente era em tudo dado o seu golpe de rajada, sentido as injúrias daquela peleja o agente seguiu até o corpo do seu inimigo buscando não só informações como também algum espólio conseguindo nisso um crucifixo de prata, uma caneta e um bloco de notas com alguns pedidos que ele tinha anotado dos clientes, o agente buscou por mais coisas ali mas o homem de fato apresentava de algum profissionalismo não portando nada que pudesse entregá-lo ou aos seus companheiros querendo dar trabalho até mesmo após a sua morte.

Bjarke poderia ficar insatisfeito pelo resultado vazio em sua busca por pistas mas nem tudo ali estava perdido se considerasse que aquele homem talvez tivesse uma recompensa por sua cabeça então porque não levá-la com ele? Golpeando o pescoço do garçom já morto o médico conseguiu com algum esforço decepar a mesma executando diversos golpes consecutivamente já que Bjarke manejava a espada com a sua mão inábil o que o fez se sujar com um pouco de sangue que respingou do pescoço da vítima daquele ato de brutalidade, Sven só conseguiu fazer tais ações com certa tranquilidade porque em sua análise com Esmeralda ele tinha visto que a garota estava bem a única coisa que poderia chamar sua atenção era que a temperatura parecia estar um pouco a acima do normal, talvez fosse um princípio de febre ou uma reação do corpo da nobre com a substância ingerida, algo que ele não tinha como tratar ali essa mudança também era algo leve quase que imperceptível o que talvez o fizesse considerar que os médicos ali estivessem melhor equipados para lidar com aquele problema. Saindo pela porta Sven caminhou pela pequena varanda que havia ali e se encostou na amurada da mesma podendo ter uma vista completa do convés do navio vendo lá diversos marinheiros distribuídos pelo local seja eles estando parados, correndo de um lado para outro ou recém chegando no local como um marinheiro ruivo que olhava para aquele cenário com um tanto de surpresa, havia agora mais dois navios da marinha emparelhados com o navio em que ele estava sendo possível ver que todos se preparava já para aportar.


Cena: Bjarke & Drake part.2
Drake viu aquele homem suspeito carregando uma cabeça exigir por atendimento médico e Mustache o tenente responsável logo achou aquilo suspeito ficando sem palavras pela surpresa que Bjarke causou fazendo que dois marinheiros subissem ali antes mesmo de receberem ordens para isso, Drake também tinha a opção de seguir com os demais marinheiros - para participar da cena - já que não havia ordens que o restringiam sobre isso e se fosse esse o caso ao subir para o segundo piso e entrando no restaurante ele veria uma cena de batalha, um restaurante vazio com mesas e cadeiras foras do lugar, escombros de cadeiras e mesas em dois cantos daquela sala, pratos de doces jogados no chão, uma bela jovem caída no chão e um corpo masculino maior e um pouco mais forte usando vestes de garçom sem possuir uma cabeça o que logo o fez deduzir que aquele cadáver era o do inimigo que o misterioso homem matou e ali sim Drake poderia profanar um corpo liberando um pouco de sua selvageria no corpo sem cabeça enquanto os médicos resgatavam a garota e o espadachim. Bjarke já passava algumas ordens que na visão daqueles médicos de certa forma parecia desnecessárias já que estavam ali para cuidar dos feridos fazendo o tratamento necessário no espadachim e enfaixando o seu braço quebrado fazendo uma tira com a bandagem para que ele colocasse no pescoço e ficasse com o antebraço na postura apropriada, quando ele informava o quadro da jovem um dos marinheiros já ficou em dúvida como poderia ajudá-la ali naquele momento não iniciando de nenhum tratamento ali apenas exames como os que o Bjarke tinha feito só adicionando alguns outros detalhes como uma checagem nas pupilas da jovem, abrindo a boca dela e iluminando com um pequena lanterna. - Certo, acho melhor levarmos ela na enfermaria onde poderíamos realizar alguns exames, aparentemente ela está bem mas a temperatura está um pouco alta… E você vai precisar de um gesso. - Falou um dos oficiais para Bjarke já pegando Esmeralda no colo e se levantando enquanto o outro oferecia ajuda para o agente Sven se levantar e o ruivo continuava ali espancando um cadáver sem cabeça.


Cena: Achiles & Makei part.1
Os dois ali acabavam sofrendo de algum dano com aquela queda e Achiles sendo um médico já mesmo no chão sofrendo de algumas dores começou a tatear o seu corpo enquanto gemia pela queda, ao seu lado estava os outros dois marinheiros que tentavam prestar de algum suporte para levantá-lo e melhor analisá-lo enquanto Jibril ficava ao lado de Lynn que sofria com as loucuras de quebrar a quarta parede, algo que Achiles Wolf nunca entenderia, o agente conseguiu se levantar com alguma antecedência do estranho pervertido que jazia no chão, para Jibril aquilo era uma espécie de prelúdio então ao mesmo tempo que ela tentava se manter firme para ajudar o companheiro de forma efetiva ela também parecia guardar dentro de si a ideia de que aquilo era apenas uma amostra de sua maldição e que o fim daquelas das pessoas que lhe acompanhavam estava próximo mas tudo que Achiles pode perceber ali era Jibril em um aparente mix de emoções entre preocupada e nervosa com aquele estranho. Makei dizia coisas estranhas naquele momento, o ruivo também tentou se levantar mas tal esforço logo pareceu inútil ao perceber que naquele momento suas juntas pareciam vacilar, seu corpo queria dormir mas isso seria recomendado com um sangramento? Enquanto Achiles se aproximava Lynn tentava falar algumas palavras.

Expectativa: Não chore Jibril… Eu também te amo minha pequena Celestial… Precisamos encontrar a Ali ainda... Eu sou o Imperador dos Mares, vou ficar bem.

Realidade: Arghh Cho-... SIBRIL cof* aRRRGRHD… Teamominhacelestial corf*! A-a-ali… Imperador dos Mares…

Na cabeça do ruivo ele poderia estar mesmo mandando bem ou não devido a narrativa mas basicamente era algo que apenas este gif poderia expressar ao fim do texto sendo a parte sublinhada dita de maneira acelerada e quase seca como se aos poucos ele fosse perdendo o fôlego para manter a frase em meio as tosses e as pausas, Achiles não tinha tempo para aquilo enquanto via o ruivo dizer que estava ali apenas tomando um pouco de ar, o agente praguejou mantendo o seu disfarce de capiau para ouvir os comentários rudes do ruivo que esses sim eram bem audíveis e facilmente interpretados... - Fantasia eu não posso falar nada sobre vassoura no rabo porque eu to editando a sua parte de manhã, eu só posso comentar dessas coisas depois de meia noite se não eu tomo warn, o avaliador já quer o meu rabo pelo o double feito aqui - … Com o pedido de Achiles para encontrar seus “familiares” e dos ferimentos em cada um os marinheiros estavam bem inclinados a negar tal pedido foi quando então que ele continuou com suas falas tentando contornar a situação, nesse momento a voz do tenente Mustache voltou a preencher a embarcação pelos den den mushis posicionados em pontos estratégicos cortando naquele momento qualquer interação que pudesse estar rolando. - Erh… Muito bem pessoal, ameaça neutralizada… Eu repito, ameaça neutralizada. - Essas palavras traziam certo alívio aos marinheiros ali que davam até um leve suspiro. - Arr que bom, vamos senhor, irei levá-lo até os seus familiares. - Falou o marinheiro de pele escura começando a guiar Achiles a passos rápidos para fora dali.
”Este gif”:
 

Enquanto o civil seguia para um lado Jibril em silêncio se levantava passando o braço esquerdo do ruivo por cima do ombro dela para que pudesse ajudá-lo a ficar de pé ouvindo-o falar de maneira confusa sobre seguir até o convés pela sua preocupação com Ali mas a celestial estava mais séria naquele momento seguindo para o lado oposto em que Achiles tinha e o outro marinheiro tinha ido, o marinheiro que restava ali ajudou a celestial pegando o Lynn pelo braço direito, o ruivo podia reclamar e falar o que quisesse naquele momento mas Jibril estava determinada seguindo para a direção oposta ao convés. - Cala a boca! - Falou ela cortando as palavras confusas proferidas pelo ruivo. - Você acha que Alipheese ficaria feliz em vê-lo assim? Todo ferido, não falando coisa com coisa e vestido igual uma puta barata? - As palavras de Jibril naquele momento eram duras como um balde de água fria chegando a insultar até a roupa que o narrador escolheu com tanto cuidado. - Ela não ficaria nada feliz e eu não quero ver um semblante triste ocultando o belo sorriso que ela tem ouviu bem? Farei o que for necessário para que todos fiquem bem… Vocês estão para lá e pra cá preocupados comigo enquanto ficam ai se ferindo... - Durante essa pausa as lágrimas começaram a rolar pelos olhos da celestial enquanto pelo canto de sua boca ela mordia o lado inferior de seus lábios. - Como vocês podem se preocupar comigo sem sequer conseguem se preocupar com vocês mesmo… Como poderemos ficar todos juntos se vocês acabarem morrendo? - Durante toda sua fala a visão da celestial era centrada no caminho que ela percorria prestando atenção na sinalização do navio olhando para todas as placas como se procurasse por algo. - Então fica de boca fechada e me deixa fazer o que eu posso fazer agora! - Terminava ela fazendo o outro marinheiro que ajudava a carregar Lynn naquele momento cair aos prantos diante da bravura da celestial. - Quanta determinação... - Falou ele com as lágrimas escorrendo assim como algum ranho.


Cena: Achiles part.2
Sendo guiado pelo marinheiro Achiles finalmente chegou no convés ficando diante de uma cena confusa ao pôr do sol, o número de marinheiros tinha claramente ficado maior mas ele conseguia perceber o motivo disso sendo o reforço da organização naútica que tinha chegado ali apresentando mais duas embarcações logo de cara no convés ele encontrava com Six disfarçada de marinheira, ela acenou brevemente com a sua cabeça para Achiles mas a agente ainda parecia bem ansiosa seguindo seu caminho pela embarcação parecendo não querer muita conversa naquele momento, o médico foi guiado até o salão de festas onde ele viu diversos civis já bem organizados com os feridos deitados em lado recebendo atendimento, feridos que pareciam apenas um garota com as pernas machucadas, e alguns marinheiros, quem organizava os civis eram os próprios marinheiros que prestavam atendimento e tentavam acalmar algumas pessoas, o marinheiro seguiu seu rumo após deixar o agente ali que começou a caminhar pelo o local procurando por One e Norwitch quando ele sentiu alguém pegar e ao se virar para ver quem tinha sido ele o rosto familiar de One. - Que bom que apareceu estava começando a ficar preocupada. - Falou ela também abraçando o agente enquanto Norwitch vinha logo atrás de One - Afonso foi tudo tão assustador! Tinha um homem estranho e explosões e facas e correria e aí meu Jesus eu vou desmaiar. - One já se preparava para segurar o nobre caso ele realmente caísse mas logo suas palavras apresentavam serem puro exagero.

Achiles contou sobre as suas experiências para One fazendo-a franzir o seu cenho talvez procurando em sua mente um pouco mais de informações sobre o grupo. - Nossa eu não faço ideia de quem sejam... - Ela levou uma de suas mãos até o queixo enquanto mirava seu olhar para baixo antes de voltar ao normal e olhar para Achiles. - Nós estávamos indo ver as cabras quando tudo começou, encontramos alguém suspeito mas eu peguei Norwitch e o guiei em meio a multidão de civis, preferi evitar o combate para não deixá-lo sozinho porque bem… Você sabe - Falou ela olhando para o nobre e em seguida para Achiles dando um sorriso nervoso. - Hmm? Que foi? - / - Coisa de agente Senhor… não precisa se preocupar, de qualquer forma Six mandou nós encontrarmos na sala do capitão, todos os agentes irão se reunir lá após os nobre aportarem na cidade e encontrarem com a guarda de cada família. - Falou One. - De qualquer forma você precisa tratar desses ferimentos, vá ali pedir tratamento para um daqueles marinheiros. - Concluiu ela indicando com a cabeça onde os marinheiros estavam reunindo os feridos para receberem o tratamento.  


Cena: Makei part.2
Virando os corredores no andar em que estavam e seguindo em uma corrida a celestial levou Makei até a enfermaria abrindo a porta já com um chute. - Precisamos de ajuda urgente! - Gritou ela já chamando atenção das pessoas que estavam ali, uma delas era um senhor de idade mais avançada trajando de um jaleco indicando ser o médico responsável pelo local, outro era um homem de cabelos brancos e uma cicatriz no rosto por cima do nariz, o homem usava coturnos e calça da marinha mas a sua blusa era preta e um tanto simples não possuindo de nenhuma estampa ou algo do tipo, o médico já abriu as cortinas de um leito livre para que Lynn pudesse ser colocado e lá a Jibril com o auxílio do segundo marinheiro posicionou Makei o deitando na cama, nos outros leitos tinha três corpo que não pareciam ser de marinheiros e nem civis, todos pareciam terem espumas em suas bocas como as que Jake the dog tinha. - O que aconteceu com ele? - Perguntou o médico olhando para o lanceiro enquanto começava alguns exames. - Ele bateu a cabeça e agora está agindo estranho e falando coisas sem sentido. - Respondeu Jibril, o oficial de cabelos brancos não pareceu ligar para aquilo o seu interesse estava voltado para os mortos que estavam ali. - Certo eu vou cuidar dele, por favor lá fora. - Pediu o doutor fazendo que o marinheiro e a Jibril se afastasse, o marinheiro que tinha acompanhado Jibril até ali seguiu até onde estava o oficial que analisava os corpos atentamente. - Segundo Tenente Shiro... - Começou batendo continência. - O corpo do tritão na sala de máquinas está sendo carregado para cá, no andar acima tem o corpo de um Mink deseja que o movemos para cá? - Concluiu o marinheiro enquanto Shiro refletia. - Algo não está certo… Isso que acontece quando deixam a liderança de uma missão nas mãos do Mustache... - Falou ele enquanto colocava uma das mãos na nuca para que lentamente move-se sua cabeça para um lado e para o outro alongando-se um pouco. - Não pode se dizer que eu não avisei pegue os sacos pretos e coloque os corpos neles, temos que move-los para outro lugar onde poderemos analisar melhor, logo aportaremos então os levaremos para o QG. - Concluiu ele dando tal tarefa para o marinheiro.

Jibril ficou um tanto surpresa ao saber que aquele homem era um tenente assim como Lynn poderia ficar já que o mesmo não tinha sido apresentado a eles, Shiro caminhou até onde o médico prestava atendimento ao ruivo. - Eu sou Shiro, Tenente da marinha... - Falou ele sério em um semblante neutro. - … E você como se chama? - Concluía ele questionando a pessoa mais suspeita que estava naquela enfermaria.


Cena: Geral part. X
O navio concluía sua chegada em Terralegre depois de fim de viagem caótico mas com esforço os marinheiros e os agentes tinham reconquistado a paz e a ordem na embarcação mas mesmo aportando poucos eram aqueles que se sentiam confortáveis para sair do navio naquele momento mas aos poucos os civis começavam a descer da embarcação, os nobres esperavam pela a sua guarda em seus respectivos dormitórios deixando agora os agentes livres de seu trabalho como guarda enquanto os tenentes e os agentes aos poucos iam seguindo em direção da sala do capitão onde uma breve reunião aconteceria para os agentes.

OFF (DESCULPAS):
 



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Doodles


Perdas:
● 2 cargas do Isqueiro (15/20)  OK.

● Npc Acompanhante Hana OK.

Ganhos:
● Patente Sargento  OK.
● Uma Missão (Proteção de area)  OK.
● Um cigarro da Six OK.
● Action figure de loguetown  OK.
● Uma Medal of Novitiate  OK.
● 20.000 pela missão  OK.

Relação de personagens:
● Player faz  OK.


Exp: 11
EdC: 11

Localização: 5° Rota - Terralegre

Quantidade de posts do(s) Narrador(es): 6 - Ventus / 4 - Mephisto/ 6 - Fanalis B. Ria  OK. - OBS: os créditos ficam para serem dados no final da aventura caso tenham posts suficientes no fim.


Feedback Player:
 
- Npc’s ainda não apresentados/ aleatórios -
- Npc’s acompanhantes. -
- Oficiais rasos (marine) -
- Six -
- Esmeralda -
- 1º Ten Mustache -
- 2º Ten Shiro -

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 12 EmptySex 07 Set 2018, 17:42

ENFURECIDO, LEIA COM A VOZ DA MULHER DO LOL.
Após passar por aquela cena deplorável de alguém que se denominava o “Imperador dos mares” e agora ter se tornado o “Gigolô dos mares”, pelo menos eu o chamarei assim… Enfim, voltando. Passando por aquilo e vendo o quão doentios poderiam ser alguns de meus companheiros, isso pra não dizer patéticos, eu continuava seguindo para meu objetivo, a vontade de retalhar aqueles que ousaram invadir um navio da marinha e se não fosse ruim o suficiente invadirem algo tão problemático decidiram fazer isso enquanto eu estava a bordo do mesmo, eu não poderia deixar aquilo passar despercebido, eu tinha que mostrar contra quem eles estavam se metendo, isso mesmo, eu não estava fazendo isso pela marinha em si, mas sim pela PANDEMONIUM já que seríamos lado negro da marinha futuramente, pelo menos é o que eu espero.
Ao chegar no local designado por Shiro eu procurava por todos os lados, cantos e frestas por algum dos invasores, porém não encontrava nenhum e só via oficiais da marinha e ao que parecia toda a diversão já havia acabado.


“Mas que merda, eu fui dizer ao pálido que ele ficaria com a faxina dos corpos dos invasores mas quem acabou chegando aqui e não encontrando nada fui eu… AAAHHH EU NÃO POSSO ACEITAR ISSO ASSIM, PORQUE NÃO ME ESPERARAM?”


Como não encontrar nada para saciar minha fúria e vontade de matar e nem mesmo a possível visão bela que eu poderia ter do por do sol e da chegada a nova ilha me fizeram ter essa ânsia diminuída, ao perceber que um homem descia de uma das escadas que levavam a um nível superior ao qual eu não tinha visão, vi nas mãos do mesmo uma cabeça e sem pensar duas vezes subi as escadas correndo e ao chegar ao final da mesma fui direto ao restaurante, a visão que eu tive era de um cenário de combate onde mais uma vez eu não pude chegar a tempo e aquilo me enfurecia ainda mais, percebi alguns corpos no chão e um deles um masculino que estava sem sua cabeça e foi nesse mesmo corpo que eu resolvi liberar minha fúria, chutei aquele saco de carne até que minha ira tivesse fim e então pensei.


“Espera… Aquele cara que desceu com a cabeça nas mãos foi quem matou esse pedaço de carne? Ora ora, parece que temos alguns artistas em meio a essa tripulação também não é? Tenho certeza de que ele é bem forte mas por outro lado está completamente surrado, eu até o desafiaria mas naquelas condições ele só serviria para se tornar mais um corpo morto jogado no chão… Talvez futuramente ele possa me entreter um pouco.”


Minha insanidade era tanta que só fui perceber que o cara com a cabeça poderia ser forte depois de eu ter chutado o corpo por um tempo, ainda ofegante eu parava de chutá-lo e então voltaria para o convés, ao retornar ao mesmo poderia ver alguns médicos cuidando e dando primeiros socorros em algumas pessoas e principalmente naquele cara que descia com a cabeça nas mãos, por alguns momentos eu pude deixar de me preocupar um pouco com a falta de inimigos para matar e comecei a prestar mais atenção nos métodos usados por aqueles médicos, aquilo de certa forma me prendia e me deixava fixado e interessado em talvez aprender sobre, e naquele momento enquanto os médicos cuidavam das feridas do agente eu os perguntei ignorando quase que por completo o agente.


- Nossa, como vocês tem paciência e sangue frio para cuidar dessas coisas em… Não é para qualquer um ter tanto sangue frio assim, cuidar de alguém enquanto há uma cabeça sem corpo ao lado do paciente e mesmo assim realizar um bom trabalho… Ah e a propósito, você me parece bem forte… não só matou aquele homem como também trouxe sua cabeça como prêmio, realmente me despertou interesse em lutar contra você, mas não agora, agora você seria apenas um fardo.



**Aprendizado de perícia Anatomia Humana**




Aproveitando o momento em que eu estaria perto dos médicos e tendo contato com os mesmos me colocaria à disposição para aprender sobre anatomia humana, aquela poderia ser uma chance única e talvez a próxima vez que eu visse um médico assim de tão perto fosse quando eu seria o paciente, então já aproveitando a aproximação ali seria o momento certo.


- Bom, já que estou aqui tão perto de vocês eu  gostaria de saber uma coisa, eu percebi que de algum tempo para cá eu tenho tido muita curiosidade sobre a anatomia do corpo humano e acabei pensando em aprender sobre a mesma, será que algum de vocês poderia me ensinar sobre? Ah, e a propósito eu sou o oficial Drake, prazer em conhecê-los…


Por mais que eu tivesse parecido bem louco ao passar pelos mesmos ensandecido subindo as escadas e ter espancado um corpo morto sem que eles vissem eu pude ser o mais tranquilo e calmo possível naquela situação sem dizer na atenção que estava prestando em cada movimento usado pelos médicos enquanto ajudavam o agente, talvez isso fosse o necessário para que eles me ensinassem e caso algum deles me desse uma resposta positiva um pequeno sorriso se abriria em meu rosto enquanto meus olhos se fechavam mostrando uma expressão de felicidade e após isso os agradeceria.


- Oh, muito obrigado por aceitar.


Meu tom de voz se tornaria bem calmo e suave enquanto agradeceria os mesmos pela ajuda e pela a atenção dada naquele momento.


**Fim do aprendizado de perícia Anatomia Humana**




Após o término de seu aprendizado com os médicos e com o agente que mais parecia ter sido estuprado por um Rei dos mares do que outra coisa, aquela era a hora de eu vislumbrar o cenário que a minha insanidade quase me fez perder, o pôr do sol reluzente que mostrava a aproximação da ilha onde seria nossa próxima parada, naquele momento eu não me preocupava com muitas coisas, já havia tido ciência de alguns companheiros e de onde poderiam estar e só faltava saber onde Alipheese estava depois de todo aquele problema e o mais importante, como ela estaria, tentaria seguir em busca de informações com os demais marinheiros e até mesmo com os tenentes Mustache e Shiro, em caso de encontrar Mustache o perguntaria sobre a localização da pequena albina.


- Oh tenente, saberia onde a oficial Alipheese se encontra?


Se por acaso se encontrasse com o tenente Shiro, faria a pergunta ao mesmo e também aproveitaria para dar o feedback de sua missão para o mesmo, talvez o tenente pudesse entender que eu havia esquecido sobre aquilo, mas não era bem assim.


- Oh pálido, bom primeiramente a missão já estava terminada antes de eu chegar lá… Então não foi necessário que eu fizesse mais nada em especial e segundo, gostaria de saber se você saberia onde se encontra a oficial Alipheese? Estou a procura dela, é uma garotinha pequena e com cabelos brancos… É não é uma criança, é uma oficial da marinha assim como eu, e então você a viu por algum lugar?


Se algum dos dois tenentes desse a informação que eu queria, eu seguiria em direção ao local que me dissessem para tentar encontrá-la, mas se algum dos dois ou os dois não soubesse onde a mesma se encontraria ou não a tivesse visto eu seguiria perguntando para os outros marinheiros até que enfim a encontrasse e pudesse perguntar sobre como ela estaria.


- E ai pequena albina, como se saiu em meio a toda essa confusão? Está tudo bem ?




Histórico:
 

PLAYERS:
 

PLAYERS:
 

PLAYERS:
 

NPC's Importantes:
 

NPC's Criados:
 

Ferimentos:
 

Objetivo:
 

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Última edição por CrowKuro em Ter 11 Set 2018, 16:09, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 12 EmptySex 07 Set 2018, 23:46

Cuidando dos ferimentos do coração.

Diante da trágica e nada agradável situação, a vitória havia se estabelecido, a vitória havia sido decretada e reforços haviam chegado, apenas para que pudessem já encarar uma situação resolvida, provavelmente isso significaria talvez alguma frustração ou alívio pela parte do grupo de reforço, felizmente a situação ainda que fosse desagradável, aos olhos da pequena marinheira, se pudesse analisar o que havia visto, diferente de uma invasão de larga escala com 16 invasores, sendo dois deles abençoados por Poseidon, a invasão ao barco havia sido algo mais fácil de controlar do que havia pensado e bem, talvez isso se devesse também a garota estar hoje mais experiente do que literalmente em seu primeiro combate. Diante daquela situação diferente da pequena marinheira com seu temperamento calmo, Hana tinha uma reação de medo incomum a ela, afinal nunca havia a visto dessa forma de modo que suas pupilas pareciam até mesmo tremer e isso incomodou profundamente a marinheira que desejava tornar-se um pilar para a paz, ver alguém que estava ao seu lado até a pouco abalada dessa forma machucava.

Não se poderia esperar que as pessoas fossem capazes de tratar aquilo da mesma forma que ela, deveria ter isso em sua mente mas, será que a direção ao qual estavam seguindo seus pensamentos era a correta? Seria o combate de fato o maior problema? Ou teria sido a morte brutal? Alipheese não poderia guiar aquilo em sua mente para a real razão que traziam tanto pavor a Hana, que seriam as pequenas labaredas, sua falta de experiência ao se ter amigos se mostrava clara quando a chamou para que pudesse ajudá-la a cumprir  o que ambas haviam prometido, em seu inocente pensamento, talvez caso a tirasse do foco onde se encontrava agora a arqueira morta isso a fizesse bem, mas por quê para a pequena pareceu como se uma muralha tivesse se erguido entre as duas?  A garota se perguntava internamente, enquanto deu prosseguimento ao que pensou ser a solução, incomodava muito ver a garota daquela forma, diferente do sentimento em que poderiam se conectar em relação às atitudes de Zed, este era um campo completamente escuro para a garota e para piorar, não só não tinha uma visão que a ajudasse na penumbra, como também sua luz não poderia alcançar a marinheira de rosa. A resposta de Hana, ainda que apática concordou em ajudar e assim ela o fez, ainda que no piloto automático, era uma pessoa confiável demais de seu ponto de vista, estava claro seu esforço e a falta de um melhor conhecimento lhe pesaria, teria um trabalho a fazer e assim o fez, ao reunir o garoto que falava algumas coisas que para ela eram estranhas, talvez se fosse menos inocente pudesse entender as investidas do garoto, mas era completamente  não familiar até mesmo com o conceito de cheques, já que  a sua conta no banco foi criada após a sua primeira batalha como aspirante a marinheira e em sua forja, havia trabalhado apenas com dinheiro. Ainda que pudesse entender, era pouco provável que a garota ali pudesse ver como mais que uma atitude infantil, afinal ainda que sua aparência fosse de uma criança, seus interesses não eram de uma, sendo absurdo até mesmo a forma como ele tentou contar histórias para que pudesse impressioná-la, era de fato uma inocência ainda mais infantil, em pensar que alguém agressivo pudesse lhe chamar atenção. De toda forma, levaria o pequeno garoto que tinha um rosto que apenas uma mãe poderia amar, de volta aos seus pais, mas o que havia chamado a atenção da garota era que Hana não estava mais lá. Diante do agradecimento dos pais do garoto, com um sorriso diria após respirar fundo.

-Obrigada pela cooperação, a situação já está resolvida, como já devem ter escutado pelo anúncio do tenente responsável e assim como eu havia prometido… Fico feliz de  reunir mais uma vez uma família.

Diria a garota em um tom dócil, enquanto levantou sua cabeça para que tentasse olhar na direção de ambos os pais da criança, antes que pudesse levantar sua mão esquerda, sem movimentos muito bruscos para que a queimadura não doesse muito fazendo um sinal de adeus, enquanto deu as costas para que pudesse sair em busca de onde poderiam estar seus companheiros, estava demasiadamente dividida entre o que deveria fazer agora, apenas queria confirmar que todos estavam bem e em especial que Jibril estava bem. Talvez fosse o caminho de sua escolha, ir atrás da celestial como a primeira coisa que faria e inclusive em sua pergunta, havia algo nesse sentido ainda que a resposta fosse diferente do que esperava, por um momento pausou para que pudesse organizar seus pensamentos antes que pudesse prosseguir.

“ Lynn está ferido e está sendo levado à enfermaria… Jibril parece estar bem o suficiente para que pudesse acompanhá-lo… Ainda bem… Eu… Posso enfim respirar fundo eu… Preciso muito conversar com ela, pois tenho certeza de que esta foi uma situação assustadora para ela digo… Poderiam ser duas missões tranquilas, talvez eu devesse tê-la chamado para que viesse comigo mas… Não tenho como dizer, se ela tivesse se machucado comigo por perto, talvez eu não fosse capaz de me perdoar… Eu.. Quero vê-la… Mas antes, o que será que aconteceu com Hana? Seu olhar parecia em um mar tão profundo levado pelo medo que talvez alguém se afogasse ao tentar salvá-la desse sentimento mas… Não é exatamente isso que como alguém que deseja se tornar quem eu desejo deveria ser capaz de fazer? Isso não vai ser fácil… Mas  eu preciso fazer algo…”

Havia respirado fundo e então perguntou ao marinheiro:

-Você viu alguma marinheira com o uniforme rosa? Eu estou procurando por ela também… Obrigada de toda forma, por toda a ajuda.

Completou já agradecendo previamente pela informação anterior, haviam dois caminhos que poderia seguir e ambos na balança do seu coração pareciam pesar de forma similar, se arrependeria caso não pudesse seguir o seu próprio código de ajudar alguém em necessidade e naquele momento a morena pareceu ser o caminho certo para que ela pudesse seguir, precisava ir a enfermaria de toda forma e o perigo havia cessado, seguiria pela direção a ela apontada até que pudesse encontrar Hana, sua cabeça estava a mil e suas emoções pareceram por muitas vezes quebrarem a sua razão que estava tão confusa quanto uma aventura  narrada pelo caçador de moscas, onde espadachins afeminados são usados como espadas e há oponentes que perdem um rank a cada post. Observaria a posição em que a garota poderia se encontrar, se estivesse sentada, se colocaria ao seu lado onde abraçaria os próprios joelhos enquanto olhava pra frente, ficando visível provavelmente as pequenas queimaduras que haviam em seu braço, que ainda ardiam caso fossem tocados provavelmente, inclinaria a sua cabeça levemente de lado para que pudesse falar com Hana, enquanto poderia ver o seu rosto, que talvez estivesse escondido em meio aos próprios braços/pernas se ela estivesse sentada de forma similar. Se ela tivesse de pé, Alipheese se colocaria a sua frente, também tendo alguns segundos de silêncio antes que pudesse falar, de todo o modo, duas coisas eram certas, mesmo que parecesse extremamente desconfortável,  tentaria manter o contato olho no olho, mesmo que eventuais momentos acabasse desviando o olhar e caso Hana tentasse a evitar antes que pudessem conversar, tentaria segurá-la pela manga, antes que ela lhe desse as costas ou se levantasse. Respiraria fundo e no seu próprio tempo em que tivesse organizado minimamente seus pensamentos, seria notável sua expressão de preocupação, enquanto seus ombros levemente subiam.

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-H-Hana, se você não quiser falar tudo bem mas… Mas.. Me dê uma oportunidade de tentar pelo menos… Eu… Não… Não sou muito boa com pessoas, pelo menos não quando.. Quando tenho de falar sozinha em uma situação mais pessoal...Antes… Bem… Antes de te perguntar algo, eu… Vou ser honesta com você e talvez… Falar sobre os meus sentimentos primeiro faça com que seja mais fácil… Digo, caso você confie em mim para que possamos lidar com isso juntas...Minha mãe sempre me ensinou que … Se eu queria que alguém abrisse o seu coração pra  mim eu… Eu… deveria abrir o meu e… Digo… no sentido de amizade claro! Eu… Desculpa… Eu não sabia como reagir quando a vi daquele jeito, não conversamos muito e eu tive de contar com você no campo de batalha… Foi injusto que eu pudesse confiar em você naquela hora? Eu te coloquei muita pressão ou algo do tipo…?  Sendo talvez um pouco mais direta, você está se sentindo assim por minha causa? Eu… nunca tive alguém que eu pudesse chamar de amigo que tivesse me chamado de volta… Relações com as pessoas ainda são uma coisa nova pra mim, sabe? Mas… Isso não é desculpa, eu… Eu consigo me comunicar em situações como aquela, em missões mas… Eu tenho dificuldade para entender como prosseguir em uma conversa normal eu…. Eu… Não sei falar sobre muito mais do que o trabalho, talvez eu pudesse falar sobre algum livro que eu tenha lido ou algo do tipo mas, não é todo tipo de pessoa que se interessa nisso e…



Diria a garota dando uma longa pausa entre suas falas para respirar ou até mesmo pensar no que poderia ser dito, ainda que carregado de emoção e de uma sinceridade absurda sua dicção não era a melhor de todas pelo tempo em que levava para que pudesse concluir seu raciocínio, seria notável que  havia um nervosismo de certa forma, pelo modo como seus dedos polegares de ambas as mãos se sobrepunham um ao outro, seria uma boa ouvinte em relação às  respostas de Hana e assim que ela terminasse de falar complementaria o que tinha a dizer, caso ela ainda não estivesse explicado o que havia acontecido para que ela ficasse daquela forma.

-Essa é a terceira vez que eu tenho de lidar com uma situação onde eu tenho de lutar… A nossa primeira missão juntas conta? Bem… Se contar  é a terceira… Do contrário é a segunda… Eu fui liderada, assim como Lynn e Drake, os dois ruivos… Por uma pessoa que nos levou quase a morte, em uma situação realmente desesperadora onde… Eu fui a única que estava de pé ao fim, em meio a 14 tritões que eu havia colaborado para que pudessem cair e ainda haviam dois... Eu estava assustada, havia sido o meu primeiro combate, a primeira vez que eu havia empunhado uma arma com o propósito de lutar… E seu olhar… Me lembrou o mesmo medo que eu senti quando pensei que tudo havia acabado… Onde o reforço do capitão Batman ou… Bruce Wayne havia me salvado então...  Eu ainda quero trabalhar junto de você e preciso saber o que aconteceu… Você poderia me contar? Eu… Não sei se isso é o que somos… Ou se apenas trabalhamos juntas mas… Eu… Eu… Não teria confiado me … Me expor mais cedo ou… Confiar plenamente que você me protegeria assim como eu a protegeria a pouco… Se não considerasse você como uma amiga… Se há algo que é assustador eu…Não sou muito grande mas… Eu não recuaria para ajudar alguém e bem… Acho que você viu um pouco disso...

Completaria a garota em um tom dócil, quando relembrava do que havia acontecido e como o seu trio foi o único sobrevivente em meio a um esquadrão grande, um certo amargor havia lhe vindo a boca, um gosto parecido ao que havia acontecido com a derrota da revolucionária a pouco tempo atrás. Ouviria a garota e prestaria atenção no que ela lhe diria, talvez o suporte emocional fosse tudo o que a garota precisasse e estivesse sentada ou mesmo em pé, caso fosse abraçada em algum momento de forma súbita, retribuiria o abraço, tentando passar através dele que estaria tudo bem, isso é, depois de ficar como um pimentão sem saber como reagir por um tempinho, dessa vez com a cabeça levemente inclinada para baixo, já havia quase ido a óbito por sufocamento por peitos muitas vezes já naquele dia, ao ponto caso tudo pudesse se resolver com essa conversa, se estivessem sentadas, seria a primeira a se levantar e estenderia a mão para que Hana pudesse  usá-la de apoio para se levantar, após o abraço caso tivesse acontecido cessar. Se estivessem de pé, tentaria mostrar o caminho que planejava seguir, mas isso apenas caso pudesse sentir que aquela conversa, havia bastado, considerando a própria velocidade de dicção de ambas para que pudessem concluir, talvez pudesse ainda que “poucas palavras”, através da companhia que  havia sido estabelecida ali, causado um grande impacto, se assim fosse, apontaria para a direção da enfermaria.

-H-Hana... Você não se feriu, certo?  Bem… Eu preciso cuidar dos meus braços… Esta doendo um pouquinho mais do que me sinto confortável em admitir e… Eu soube que Lynn e Jibril estão lá...  Você viria comigo? Você é parte do grupo… Então seria bom que você pudesse estar junto.

Completaria a garota com um sorriso no rosto, onde a guiaria até a enfermaria, caso tudo pudesse correr bem. Quando pudesse chegar a enfermaria, caso pudesse ver Jibril, seus olhos se encheriam de lágrimas e o seu rosto seria pintado por um tom leve e bonito rosado, seu coração pareceria bater mais forte e até mesmo sua respiração tornaria-se mais ofegante por um momento, até que pudesse correr em sua direção e abraçá-la na posição em que estivesse, tomando sempre cuidado para não machucar suas asas, em especial caso a abraçasse pelas costas
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-J-Jibril eu.. Eu estava tão preocupada com você eu… Eu… Não quero mais seguir a idéia de separação em uma situação dessas eu… Meu… Meu coração não estava aguentando de preocupação mas… Você esta bem? Te machucaram? Eu… Fiquei preocupada em como você poderia ter se sentido… Lynn está bem? Eu ouvi algumas coisas estranhas sobre ele mas… Mas… Que bom que você está aqui.

Completaria a garota um pouco esbaforida, onde acabaria deixando com que lágrimas caissem pelo seu rosto de forma continua, enquanto encontraria conforto o gesto de carinho que nem havia notado que havia sido ela a ter a iniciativa, demoraria um tempo para que pudesse conter a emoção dentro de si e se tranquilizar, talvez até soluçando um pouco enquanto chorava de felicidade por ter tudo acabado bem, seu coração e mesmo sua mente aos poucos se acalmariam enquanto ela fecharia os olhos levemente com uma expressão serena, pois ali ainda que não pudesse reconhecer ou entender por completo o confuso sentimento que havia em seu peito, entre os seus braços, havia a pessoa que fazia o seu coração bater mais forte e uma vez entre eles, ainda que fosse inocente acreditar, sentiria que poderia a proteger de todos os males, e caso em algum momento isso fosse retribuído a sensação boa, teria sido de uma segurança extrema. Não se importou com quem estivesse ao redor, era importante demais para que algo pequeno pudesse nesse momento lhe ser impedimento. Ouviria tudo o que a celestial tinha a falar, e não resistiria aos seus cuidados, como caso ela quisesse arrumar seus cabelos como sempre, ou tentasse limpar suas lágrimas, tendo inclusive um tratamento parecido de carinho caso a celestial derrubasse lágrimas também, mesmo que para isso tivesse de se colocar as pontas dos pés ou esticar bem os seus bracinhos. Aceitaria ali qualquer cuidado médico que fizesse sentido para que suas queimaduras fossem tratadas.



Histórico.:
 


Objetivos”:
 

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 12 EmptySab 08 Set 2018, 11:23



Tróia - Parte 3
Pandemonium


MALDITO SEJA AQUELE HOMEM RUIVO DE ROUPAS MAIS DO QUE INADEQUADAS PARA QUALQUER CONTEXTO! Aaah… bem melhor quando nós desabafamos, a minha vontade era de quebrar a cara daquele sujeito até que ele não restasse um osso, mas meu pai havia me ensinado de que eu não deveria bater nas outras pessoas apenas por sentir raiva e sim, por uma causa justa e naquele caso, não era tão justa assim, apesar de ter sido ele que havia me atacado sem eu fazer sequer um movimento suspeito. Mesmo com o meu pedido para ver os meus familiares, os marinheiros se mostravam relutantes em atender a aquilo até que uma voz vinha soando pelos alto-falantes da embarcação, dizendo que todas as ameças haviam sido neutralizadas e meu coração finalmente tinha seu sossego. Estava menos preocupado, MENOS, tendo uma preocupação, pois não sabia em que estado eles estavam e os homens finalmente me deixavam passar e acompanhando eles até o salão de festas. O convés estava bagunçado e lotado, haviam muitos marinheiros dos quais tinha certeza que não haviam tantos assim quando tínhamos partido, eu chegava a encontrar Six pelo caminho, seu disfarce era de marinheira e a garota estava bem ansiosa, mas tive tempo para aproveitar um pouco ao seu lado na viagem, só que isso eu podia deixar de lado naquela situação, continuava direto em encontro a One e Norwitch, sendo guiado por um marinheiro.

No salão de festas, podiam se ver vários feridos e diversas pessoas acomodadas, o lugar estava bem organizado estrategicamente com os marinheiros orquestrando a organização do lugar, prestando ajuda e acalmando aqueles mais aflitos. Meus olhos não encontravam meus companheiros por nenhum lugar e isso deixava meu coração a toda e o meu estômago com um embrulho, aquela sensação de nervosismo do qual eu não conseguia esconder em minhas ações até que alguém me puxava para o lado, ao olhar, era One e o nobre, neste momento, meu coração ficava mais acalmado e um suspiro saia lentamente da minha boca com o meu estômago voltando ao normal. O seu abraço era reconfortante e Norwitch não escondia o medo que ele havia sentido, de forma exagerada como já era de se esperar de alguém que consegue se machucar com uma cortina tendo um sofá, TV e a uma cortina e ninguém além dele. One não sabia quem era a Utopia do Sul, o que me deixava ainda mais pensativo sobre quem eram aqueles homens e depois me contava o que havia acontecido desde então, concluindo dizendo que deveríamos encontrar Six na sala do capitão, provavelmente junto com todos que participaram da missão, mas antes, ir me medicar, já que havia alguns ferimentos.

Com um sorriso no rosto por todos estarem bem, minha postura despreocupada voltava a ser a mostra, colocando as mãos atrás da cabeça e já sentindo que a missão tinha acabado por ali, por mais que olharia sempre aos lados por onde passasse para me certificar que todas as ameças haviam sido devidamente neutralizadas. - Eu volto em pouco tempo. – Me aproximaria um pouco do ouvido de One. - Bom trabalho, agradeço por cuidar dele. – Sem perder mais tempo, me direcionaria até o local onde atenderiam os feridos, me dirigindo até o marinheiro. - Boa tarde, sô! Me machuquei um pouco, será que teria como algum médico dar uma olhada em mim? – Daria um sorriso com o mesmo sotaque de sempre e esperaria o atendimento.

Tentaria mostrar as regiões dos quais doíam para que o encarregado pudesse ter uma melhor visão sobre tudo, não me importando se tivesse que retirar algumas de minhas vestes, mas mantendo as minhas roupas íntimas em ordem. Se ele não conseguisse identificar o real problema da coisa, eu me basearia em meus conhecimentos médicos para apontar na direção que estava mais atento e olhando em seus olhos, me pronunciaria falando qual era o problema daquela região e tentando achar uma melhor solução para tal. Com tudo terminado e os devidos curativos feitos, iria até One mais uma vez. - Vamos? – Esperaria que ela fosse mais atrás com Norwitch e eu na frente para ter uma melhor linha de frente se viesse a acontecer algo, mas antes de irmos, procuraria em minha mochila a minha insígnia e fecharia a minha mão com ela no centro de minha palma, tentando esconder de quem olhasse. Seguiria caminho para fora daquele salão por onde direcionariam os nobres e olharia de forma descontraída para qualquer marinheiro, se viessem a nos parar em algum momento por algum marinheiro, colocaria minhas mãos na cabeça, deixando que a insígnia ficasse a mostra apenas para ele atrás da minha orelha. - Estão nos esperrrrando, senhor. – Sorriria para ele e continuaria o meu trajeto, deixando a insígnia da mesma forma de antes.

Me certificaria de assinar qualquer papel quando o segurança do nobre viesse ao nosso encontro, tentando também me certificar de que o homem era confiável e tivesse as devidas vestimentas de um segurança ou agente, com a sua insígnia e o que mais precisasse, confirmando com One que ela estaria de acordo com aquilo. - Tudo certo, One? – Diria baixo perto dela. Tentando olhar para trás ao repousar levemente minha cabeça sobre o seu ombro, como uma forma distraída de abraçá-la e ao mesmo tempo conseguir vigiar a nossa retaguarda. Tentaria não mexer com os sentimentos dela nesse momento, deixando claro que a minha intenção era apenas a missão e com tudo certo, seguiria junto com ela para a sala do capitão. - Me guie, minha esposa. – Cruzaria o braço dela junto com o meu como se tivesse em uma festa caipira, deixando que ela guiasse o caminho até a sala do capitão e antes que entrássemos, descruzaria os mesmos, sorrindo para ela e deixando que a mesma entrasse primeiro. - Damas primeiro. – E entrando em seguida.

Olharia por todo o lugar, olhando para quem estava ali dentro e já me reconfortando por não ter que manter o disfarce, se alguém me perguntasse quem eu era, os marinheiros, no caso, não me importaria em esconder o meu verdadeiro nome. - Me chamo Achiles Wolf, senhor. Agente graduado do governo. – E manteria a minha postura descontraída, mas estando ereto e com as costas retas e provavelmente me perguntariam sobre o relatório da minha missão, o que havia acontecido e quem eles eram e por mais que minhas informações não seriam as mais úteis, já que não havia conseguido extrair nada deles, falaria tudo o que eu tinha pensado.

Citação :
Senhor, tudo começou quando o meu companheiro, Jason, me chamou para ver alguma coisa suspeita, ele disse que tinha algo que estava errado e nós fomos investigar o que era, deixei One com Norwitch, confiando em suas habilidades. Quando descemos, encontramos um grupo de homens com um tritão, eles pareciam ter sentido a nossa presença após eu tentar realizar meu primeiro ataque coordenado com o meu companheiro. Os ataques não tiveram tanto sucesso de início e acabamos deixando alguns dos homens escapar, Jason foi atrás dele e me deixou com o tritão. “Utopia do Sul” é como ele os intitulava, eles portavam den den mushis para comunicação e não tenho ideia qual eram o verdadeiro propósito deles, pois eles estavam atrás dos nobres, mas também queriam afundar todos que estivessem no navio, deixando um problema na mecânica do barco que fez a sala de máquinas encher de água. A batalha foi dura até que um marinheiro chamado “Drake” apareceu em cena e me ajudou a combater o tritão, o mesmo caiu morto no chão e não tive tempo para recuperar o den den mushi dele, pois a água estava chegando em níveis elevados e tivemos que achar o problema. Nós dois não tínhamos muito conhecimento em mecânica, então o marinheiro se tratou de achar alguém que tivesse e este nos deu as indicações para onde deveríamos ir e o que fazer, conseguimos corrigir o problema e a água esvaziou, onde conseguimos conter o vazamento.

Mais tarde, tive que correr para ver como o nobre estava, mas sofri atrasos com alguns marinheiros pensando que eu era suspeito, não queria revelar a minha identidade e tive que tentar mentir, mas minha lábia nunca foi das melhores e não passei até que algum homem de roupas estranhas me acertou, esse homem nos levou escada abaixo sem motivo algum, mas os marinheiros pareciam reconhecê-lo, não sei quem ele era ou o seu nome. Mas pouco tempo depois algum marinheiro anunciou através dos alto-falantes que a ameaça havia sido neutralizada e eu consegui ir de encontro com One e Norwitch. Eles estavam bem e sem maiores problemas, me tratei com alguns marinheiro com o ferimento dos combates e viemos até aqui. É só. Não tenho mais informações de quem era ou o que queriam.

E esperaria a resposta dos encarregados, eu esperaria qualquer ordem dos homens e quaisquer palavras que os mesmos viessem a me dar, estando pronto para me vestir como um agente pouco tempo depois que isso viesse a acontecer e a missão tivesse finalmente o seu fim, não perdendo tempo para ir em algum banheiro ou quarto do barco para colocar o meu terno todo novamente, mas colocando a roupa velha na mochila para guardar se fosse preciso novamente, deixaria a minha insígnia do lado de dentro do paletó, bem presa para que não caísse por qualquer coisa e me direcionaria para onde deveria, mas preferindo me encontra com One ou Six pelo caminho, das quais eu as cumprimentais com um sorriso e um aceno de cabeça. - Bom trabalho! – Diria para alguma das duas. Eu olharia para onde nós estivéssemos, tentando encontrar os detalhes da ilha e tudo mais o que podia ser observado.


Objetivos:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 12 EmptySab 08 Set 2018, 22:17



Quem conhece a tempestade,

enjoa na calmaria




Depois de uma batalha tão árdua, os frutos da vitória deveriam ser gratificantes e recompensadores, muitos homens carregam tais pensamentos dentro de suas mentes, mas o agente não nutria tal ilusão. Sven sabia bem que a única coisa que um homem ganhava após vencer um duelo era a oportunidade de se digladiar contra seus oponentes mais uma vez, a determinação inabalável dos homens criava um ciclo de violência impossível de ser quebrado, onde só os mortos são capazes de ver o fim da guerra. Não é como se o seu triunfo fosse completamente inútil, Bjarke havia conseguido cumprir o seu dever como agente do governo e, muito mais importante que isso, havia sido forte o suficiente para proteger alguém com quem se importava, mas, ao traçar passos dolorosos até a amurada e se deparar com a situação do convés, o jovem começava a acreditar que não existiam vencedores nesse confronto, ambos os lados haviam sofrido, um mais que o outro, obviamente, mas esse era o único resultado do conflito em questão: sofrimento para ambas as partes.

A chegada dos marinheiros trazia certo alívio, bem, ao menos a chegada de dois deles, os oficiais haviam se mostrado bastante solícitos, competentes e educados, tanto no breve exame aplicado em Esmeralda como no tratamento básico aplicado no espadachim. Assim que Bjarke tivesse seu braço enfaixado e o auxílio da tipoia improvisada como apoio, agradeceria aos homens que ministraram os tratamentos, de forma sincera, usando um tom muito mais gentil e amistoso quando comparado com a forma usada para pedir ajuda. - Muito obrigado por isso, senhores. - Apesar dos dois marinheiros serem criaturas racionais e se comportarem de uma forma humana, o terceiro elemento do grupo tinha um comportamento um tanto quanto exótico. A atitude do ruivo, que consistia em golpear diversas vezes o corpo decepado do boxeador, não agradava nem um pouco Sven, a situação poderia parecer um pouco irônica, afinal de contas, havia sido o próprio espadachim que tinha assassinado o homem e removido a sua cabeça, mas havia derrotado o boxeador de forma justa e a decapitação não tinha nenhum intuito de escarnecer ou profanar o corpo do oponente. Apesar de não ter nenhuma piedade de seus inimigos, o agente não compactuava com comportamentos tão infantis e animalescos como os apresentados pelo oficial da marinha.

Embora não concordasse nem um pouco com a atitude, o médico não se via em condições de julgar, já havia se portado dessa forma no passado, afinal de contas, o ódio é um refúgio para onde o homem vai quando não consegue suportar a tristeza e a frustração. Da forma que fosse, o agente achava que algumas palavras de um homem mais experiente não fariam mal, assim sendo, diria de forma serena, com um aparente desinteresse. - Você deveria mostrar mais respeito pelos mortos, garoto. - As palavras claramente se dirigiam para o marinheiro ruivo. - Se quisesse acabar com a raça dele, deveria ter vindo enquanto ele ainda estivesse vivo, eu ficaria bastante grato por isso inclusive. - Era possível que as palavras pudessem ser interpretadas como uma provocação, mas realmente não era o caso, tudo não passaria de um conselho amigável, então, com a intenção de não causar nenhum mal entendido, Sven diria as palavras de forma carismática e descontraída, exibindo um sorriso singelo em seu semblante. Quando o homem caminhasse na direção do espadachim e expressasse os seus pensamentos, a primeira reação de Bjarke seria se sentir grato, pelo reconhecimento de sua força, mas, quando o oficial declarasse as suas intenções de uma luta no futuro, o agente não conseguiria conter o riso, dando algumas gargalhadas, que se transformariam em tosses quando o seu corpo sentisse a dor que acompanharia as risadas e, como as tosses também trariam dor para o corpo escoriado, voltaria ao silêncio assim que possível. As risadas não seriam fruto de uma tentativa de deboche, simplesmente refletiriam a surpresa de Sven ao perceber o modo simples e violento com que o oficial enxergava o mundo, não era exatamente o que ele esperava da marinha. - Qual o seu nome, garoto? - Perguntaria, antes de responder qualquer coisa sobre o pedido. Quando obtivesse uma resposta, prosseguiria. - Eu vou me lembrar disso. - Diria, obviamente se referindo ao nome dito. - Me procure quando quiser, estarei esperando. - A resposta seria acompanhada de um sorriso malicioso, apesar de serem figuras completamente diferentes, as atitudes do oficial eram capazes de instigar certa empolgação no médico com a ideia de um futuro duelo.

Assim que um dos marinheiros sugerisse que o grupo deveria se dirigir até a enfermaria, Sven não demonstraria nenhuma rejeição, concordaria com a ideia através de um simples aceno com a cabeça e aceitaria a ajuda oferecida para se levantar. Rumaria até o seu destino em passos lentos, no estado em que se encontrava, toda cautela empregada era bem-vinda. Chegando na enfermaria, deixaria o responsável pela área realizar os cuidados que achasse necessário, prestando atenção no que era feito, sem discordar de nenhum procedimento, a não ser que seus conhecimentos médicos lhe dissessem que se tratava de algo muito absurdo. Ficaria atento também ao estado de saúde de Esmeralda, mesmo que a missão houvesse acabado pelo fato da embarcação ter chegado ao seu destino, o espadachim ainda se importava com a garota. Quando o braço direito tivesse o seu tratamento finalizado, Sven voltaria a sua atenção para os itens que havia pego do cadáver de seu oponente, deixaria a cabeça de lado por alguns instantes e usaria a mão esquerda para pegar o bloco de notas, folhearia as páginas em busca de algum código ou de uma anotação suspeita que pudesse ajudar a entender algo sobre o boxeador, seu propósito ou a organização para que trabalhava. Após verificar as anotações, o agente deixaria o caderno de lado e voltaria sua atenção para caneta, tentaria desmontar o objeto, se fosse possível, para se certificar de que não existia nada escondido em seu interior. Se não fosse capaz de encontrar nada útil, descartaria os dois itens, pegando a cabeça de seu oponente novamente em qualquer cenário.

Tendo em vista que a missão havia sido concluída com sucesso, Esmeralda estava segura e já havia recebido o tratamento que precisava, o agente não tinha certeza de qual deveriam ser os seus próximos movimentos, assim sendo, a escolha óbvia era abandonar a enfermaria em busca de um dos seus superiores, Sven abandonaria o local em que se encontrava e rumaria pelo navio em busca de qualquer uma das pessoas que se faziam presentes na reunião de planejamento da missão, como Gwen, Amy e Olivia, por exemplo, ao encontrar qualquer uma dessas figuras, Bjarke exibiria um sorriso sincero, de orelha a orelha, tranquilizado por saber que elas estavam bem depois de tudo que aconteceu. - O que devemos fazer agora? - Perguntaria o médico, de forma profissional, mesmo havendo demonstrado a sua alegria anteriormente. Se recebesse alguma instrução, se dirigiria para realizar o que foi ordenado.

Se, em algum momento, Sven escutasse Drake mencionar Alipheese, perguntaria. - Alipheese? Tipo aquela do jornal? - O jovem deixaria a sua empolgação transparecer por um momento, se sua memória não o traísse, se lembraria bem que a marinheira havia sido descrita como uma bela jovem, assim sendo, seria um prazer inenarrável conhecer uma heroína tão ilustre, e que atraísse tanto o seu interesse, era uma oportunidade que não se podia deixar passar.

Histórico Bjarke:
 



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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 12 EmptySab 08 Set 2018, 22:57

The Emperor of Sea



“” Maldita Panelinha, Ventus-Sama ! Não se preocupe, um dia nós resolveremos isso em prol de um chat livre e sem avaliadores corruptos ! Quando até mesmo o Makei se torna um, significa que existe algo de muito errado no meio desse esquema. Acredite em mim, irei destruí-lo. Determinado! “”



Como explicar a situação atual com outras palavras que não seja “Uma completa bosta”, não é que ela estivesse ruim e sim que eu havia a tornado algo próximo de um fudendo show de comédia, tinha orgulho disso ? Provavelmente não, havia gostado do resultado ? Pra caralho… Não, pera… As coisas não fazem tanto sentido… Iguais as palavras que eu achava estar falando junto às tosses e a falta de ar.

Não posso mentir que adoraria sentar o cacete naquele civil folgado, não sei o motivo disso, mas algo nele me fazia se sentir à flor da pele… Como se o destino nos unisse de uma forma parecida aos Yaoi que o Mephisto lê, como eu sei disso ? Não me pergunte… Existem coisas que devem ser mantidas sobre 7 cadeados e um inferninho privado. Contudo, as coisas se resolviam rapidamente, com a ajuda de Jibril eu seguia meu caminho e o puto seguia para o outro, provavelmente nunca mais aparecendo novamente na minha frente, afinal, minhas palavras não eram brincadeiras, era a completa zoação mesmo.

Tudo parecia estar tomando um rumo perfeito, ou era o que eu acreditava estar sendo, no meio de minhas palavras apenas me vi sendo cortado por Jibril ao me chamar de “Puta Barata”, como explicar esse momento além de um puro amor por essa garota ? Quero dizer… Surpresa. Sim, suas palavras eram tão fortes e cheias de determinação que chegavam a me perguntar que porra eu tô fazendo aqui… Boquiaberto no meio dessa situação, apenas conseguia olhar para ela sem uma resposta concreta que talvez agradece a celestial, na verdade existia... Mas era o correto ? De qualquer forma, chamar de puta barata é um pouquinho demais, não tenho culpa se o Ventus curte essas coisas.

“” Como ela pode falar isso ? Putas baratas também têm seu valor… “”

Diante das lágrimas e a determinação de Jibril, apenas o silêncio percorria a minha face, a expressão de surpresa era tomada por um pequeno sorriso de orgulho da pequena celestial ao demonstrar a sua atitude de bravura naquela situação, no final, eu realmente sou um homem abençoado pelos deuses por estar nessa situação, pois é o dever de um Imperador ser adorado pelas suas pessoas, pelo menos é o que eu acreditava nessa situação toda, até mesmo o Random conseguia sentir a essência da atitude que Jibril tinha nesse momento.
Corredor vai, corredor vem e finalmente chegamos na enfermaria da melhor forma possível, mais um pouco e eu poderia dizer que estava completamente caidinho por Jibril se ela continuar a agir dessa forma, não seria estranho eu gostar de garotas agressivas, certo ? Apesar que as mais quietinhas também não são ruins… Principalmente as Lolis de cabelo branco se é que você me entende. Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 12 1439049992

Sem muita putaria, quero dizer, enrolação, a celestial e o Marinheiro Random me colocavam deitado sobre um dos leitos livres para os cuidados do médico que perguntava sobre a minha condição atual… Como assim agindo estranho ? Sempre fui assim porra… Maldade isso. Não poderia esconder o meu olhar nesse momento ao observar o médico com uma pergunta um pouco manhosa, como se fosse uma pobre criança diante de uma agulha assustadora.

- N-não vai doer, né ?... -

Não tínhamos como saber a situação do machucado, o puto do Achiles nem pra isso serviu para dar um spoiler no post passado… Ooh ! Inutilidade, viu…  Pelo menos estar no local serviu de alguma coisa, o outro rapaz parecia ser mais um desses Tenentes que temos por aí, pelo menos parecia um pouco mais sensato junto da informação da sala de máquinas como eu havia imaginado a uns posts atrás, no final, eu estava realmente certo… E pra variar, era o momento de me colocar à frente de mais um “Tenente da Marinha”.

Me manter deitado nessa ocasião não parecia a melhor escolha, demonstrar fraqueza não era bem o meu forte... Por isso, se fosse possível eu me sentaria sobre a cama mesmo antes de olhar diretamente sobre os olhos do Tenente, inclinando levemente minha cabeça a direita e com um breve sorriso o responderia normalmente.

- Imperador dos Mares ! Mas se você preferir, eu lhe permito me chamar por Lynn… Por sinal, não é comigo com quem você realmente deveria se preocupar. -

Claro que minhas palavras eram a certeza que ele não queria, afinal… O que é um louco suspeito no meio dessa situação ? Mais ainda alguém que se auto intitula como o “Imperador dos Mares” ? Bom… Isso não era o suficiente para retirar o meu sorriso confiante no rosto, não gostava nem um pouco do contato que eu tive até o momento com os superiores da Marinha e isso não muda o meu fato até o momento, talvez isso preocupasse até mesmo Jibril pela minha forma de agir e falar, só que tudo tinha um propósito… É o que eu gosto de pensar ao menos… Com uma resposta assim, é claro que Shiro viria a perguntar sobre as roupas e até comentar sobre a suspeita de minha pessoa, por isso já haveria uma resposta pronta para isso de forma descontraída e levemente despreocupada para as suas dúvidas.

- Ah ! Relaxa, relaxa, eu sou um Marinheiro… Eu só estava tomando um banho com a Six antes disso tudo acontecer, no meio da correria eu vesti a primeira coisa que apareceu na frente, por sinal, ela quem me deu esse uniforme especial da Marinha, gostou ? Sendo sincero, eu achei bem confortável… Vocês da Marinha deveriam oferecer mais desses uniformes, eles são uma maravilha sabia ? Por sinal, ela sumiu depois dos tiros, sabem se ela está bem ? -

Talvez com uma resposta dessa seria o suficiente para tirar as duvidas de minha pessoa para o Tenente Shiro, isso é se ele realmente conhecesse a verdadeira natureza e a fama da Agente conhecida como ; Six. Isso também poderia ser algo que trouxesse a dúvida por parte da celestial se ela estivesse ouvindo, não seria nada anormal vê-la perguntar o que estávamos fazendo nesse “Banho”, eu acho… Hue. Diante de tal pergunta, eu apoiaria meu queixo sobre uma de minhas mãos ao inclinar mais ainda a cabeça no meio dessa dúvida que até eu mesmo tinha dificuldade de explicar… Vida de virgem não é fácil gente...

- Foi a primeira vez que eu estava tomando um banho desses… Tipo… Não posso mentir que eu estava gostando e tals… Espero ter a oportunidade de mais vezes… -

Acredito eu que com essas duas respostas eram mais que o suficiente para entender os motivos de eu estar vestido dessa forma… Talvez alguns entendessem um pouco mais do que aconteceu e outros menos… É meio difícil de explicar isso com uma clareza excepcional, já que eu estaria propício a tomar um Warn por aqui… E como o Ventus-sama nos ensinou, isso só fica para depois da meia noite.

Com a situação resolvida, não poderia me deixar de lembrar das palavras do Marinheiro para o Tenente, afinal, haviam comentado de Jake, o meu pobre cachorrinho que Mephisto levou para o seu lar… Espero que ele esteja feliz por lá.

- Ah… ! Por sinal, o Mink lá de cima fui eu quem cuidou dele, você acredita que eu chamei ele pra brincar, até mesmo joguei uma bola pra ele ! UMA BOLA ! E o filho da puta me chamou de racista antes de me bater, tipo… É sério isso ? Só por causa disso que eu tou com esse machucado na cabeça… Eu até mesmo ofereci pra fazer um carinho na barriguinha dele… Saudades do Jake… Infelizmente ele se matou antes que os Marinheiros pudessem prender ele de forma efetiva… -

Comentei ao me lembrar desse fato, não tinha como enganar os meus sentimentos no meio das palavras, com um início de indignação para uma breve tristeza, principalmente ao comentar sobre o “Carinho na barriguinha”... Eu realmente queria fazer aquilo. Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 12 3551987972
Isso poderia quem sabe chamar um pouco da atenção de Shiro ao perguntar sobre o Mink, parecia que o Tenente tinha algo de comum comigo sobre esse quesito e toda a situação do Navio do momento, que era ; “Essa merda ta estranha pra um caralho.”. Infelizmente para o azar meu e o dele, as informações eram escassas, porém eu ainda tinha algo na cabeça que continuava a me alertar de perigo e certeza que não era o meu machucado… Eu acho…

- Infelizmente ele falou nada com nada… Apenas morreu de uma forma clichê e meio bosta como um NPC Descartável ao falar “Vocês são meras peças, Mwahahahaha”... Eu não lembro se ele riu dessa forma, mas é mais ou menos isso aí. -

Responderia ao levantar os dois braços com as mãos abertas, como se não ligasse muito para isso. As chances do Tenente apenas me ver como um retardado nessa situação toda eram bem altas, não é como se eu gostasse disso, apenas que muitos são incapazes de ver a minha grandeza por um todo… Eu não tenho como culpá-los por isso, sabe ? Apenas tenho pena…

Bom… Com o tratamento feito e algumas respostas e perguntas feitas, eu não aguentava mais ficar naquele local, queria sair de lá logo e encontrar Alipheese, não tinha como mentir a minha preocupação pela minha pequena criaturinha, por isso, me levantaria com a situação toda resolvida,  claro que eu chamaria Jibril para seguir o caminho ao meu lado caso ela ainda estivesse por ali, só haveria um porém, antes de passar a porta da enfermaria para seguir o meu caminho, eu pararia brevemente e levantaria a minha voz para que o Tenente pudesse ouvir claramente, isso poderia ser algo de minha cabeça e o mesmo poderia entender melhor do que seria a situação atual.

- Vamos Jibril ? Temos uma pequenina para procurar. -

- … -

- … … -

- Tenente Shiro, certo ? Eu lembro que o cabeça de cavalo, quero dizer… Cruzis havia comentado antes de nos dar a missão sobre “Proteger alguns Civis”, momento nenhum ele falou sobre o barco todo, apesar dele citar os “Civis”, no momento que ele colocou “Alguns” isso me pareceu um pouco estranho para a quantia de pessoas que temos aqui, infelizmente ele nunca confirmou quem eles eram… Se eu pudesse falar algo, seria que desde o início havia a chance desse ataque ter sido feito e alguém já sabia disso, se eu não estou enganado, eu diria que isso é obra dos Revolucionários pelas palavras do Mink. Bom... Eu aconselharia pedir para fazer uma checagem das pessoas que ainda estão ou estavam no Navio, sejam Marinheiros, Civis ou feridos. Se precisar de mim, já sabe por quem chamar, cya. -

Daria um sinal de “Tchau” ao abanar uma das mãos para cima ao seguir o meu caminho, sequer esperando uma resposta, poderia eu estar falando algo desnecessário ? Poderia, mas no final, pessoas como nós, se é que ele é um pouco parecido comigo, toda informação tem o seu valor, seja algo teórico ou não.

Seguiria agora meu caminho para o convés, se ainda estivesse ao lado de Jibril, não teria como disfarçar um pouco da felicidade ao estar ao lado da celestial por esse caminho, na melhor oportunidade que tivesse, de preferência sem muita gente em volta, abriria um grande sorriso no rosto ao passar a minha mão sobre a parte de trás de seu cabelo, bagunçando-os levemente junto de meu tom de voz vivido e extrovertido na tentativa de tirar um pouco daquele clima pesado da situação.

- Ehhhh ! Quer dizer que a Jibril também consegue ficar brava… Heheh, não vou mentir que eu gostei desse seu lado, viu ? Quem sabe eu acabe me apaixonando ? Hahahah ! -

Claro que isso não era a única coisa que eu faria, antes mesmo que ela pudesse me responder ou ter algum tipo de reação que eu não sei qual seria, me colocaria à frente da mesma olhando diretamente em seus olhos com aquele sorriso malicioso que a mesma um dia havia feito para mim, claro que eu estava a tirar um pouco de sarro da situação ao mesmo tempo que demonstraria um pouco do meu carinho pela garota, dessa forma, eu passaria a minha mão que havia saído da parte de trás de seus cabelos, para acima de sua orelha enquanto aproximaria vagarosamente o meu rosto da mesma, inclinando levemente minha cabeça, deixando nossas testas se encostarem no meio dessa situação ao falar calmamente antes de finalizar com o breve toque de dedos sobre a sua testa que havia feito da outra vez em que a jovem estava com problemas.

- Eu já te falei, não vou abandonar vocês duas. -

Me distanciaria rapidamente após isso de forma alegre e quem sabe levemente saltitante, tudo dependeria da minha situação fisica... Na verdade, foda-se isso, eu que mando nessa porra e não quero essa putaria ai não, ta muito alegre pro meu gosto, de qualquer forma eu estaria dessa vez com um sorriso puro e gentil ao acenar com a cabeça para seguirmos caminho ao de nossos amigos e quem sabe a saida desse Navio.

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 12 EmptyDom 09 Set 2018, 02:27



NARRAÇÃO




Cena: Alipheese part.1
Se tornar um símbolo que representa a paz, a justiça e a harmonia era um desejo muito grande, bem maior que o corpo da pequena Alipheese poderia alcançar naquele momento mas se tinha algo que tal símbolo deveria saber é que um pequeno ato de bondade era como uma semente que cresceria e germinaria se desenvolvendo em uma grande árvore pois assim como o coletivo faz o individuo o individuo também faz do coletivo, por isso que cada pequeno ato de bondade e compreensão era como um tijolo que formava sua escadaria até o topo onde lá ela encontraria a sua recompensa como aquela que só de estar presente daria o conforto e a segurança para os mais fracos, ajudar aquela família assim como ajudar aquela jovem era como uma dessas tarefas mas agora ela via diante de si um novo obstáculo que por ser com alguém próximo e querido trazia um peso maior para os seus ombros em um sentimento diferente de ajudar um estranho que se dizermos em palavras que o sentimento era o mesmo então estaríamos mentindo pois naquele momento só a pequena e alva humana sabia o gosto amargo e tenebroso existente naquela escolha, sua vontade era correr para os braços da celestial sentir o calor e o conforto assim como a segurança de estar com alguém querida sentindo um breve momento de descanso após todo aquele caos mas Hana precisava de apoio e suas reações de antes tinha deixado aquilo bem claro e assim como um ato de bondade tinha seu peso um ato de negligência também teria, sabendo desses fatos a alva marinheira seguiu seu caminho até onde o marinheiro anterior tinha indicado dizendo ter visto a marinheira de rosa.

Todas as pessoas ali tinham seguido seu caminho para o convés prestar suporte aqueles que estavam no salão de festas então era comum que que o maior volume de pessoas se encontrasse lá ao invés dos corredores deixando o caminho vazio e silencioso para a jovem marinheira que naquele momento só conseguia escutar o seus próprios passos ecoando ali, com o lugar vazio Alipheese parecia perceber só agora que o corredor do navio era realmente grande ou talvez fosse a sua perspectiva como uma pessoa mais baixa acreditar que aquele corredor parecia agora maior, caminhando durante um tempo ela não percebia nenhum indícios que alguém teria de fato passado por ali o que poderia causar uma certa dúvida sobre o que aquele marinheiro tinha dito era de fato verdade mas assim que ela deu mais alguns passos ela pode ver uma porta aberta, uma porta que dava acesso a um quarto que poderia pertencer algum civil mas naquele momento o lugar parecia estar vazio ou quase tendo apenas de uma pessoa ali sentada aos pés da cama e essa era Hana, ela se sentava em posição fetal com os braços cruzados em frente de seu abdômen o que não dava visão dos membros para Alipheese mas o que ela entendia era que Hana parecia estar com as mãos cobrindo o rosto já que o mesmo estava abaixado com o seus longos cabelos negros cobrindo um porcentagem de suas pernas e completamente o seu rosto e mãos.

A pequena humana se sentou ao lado de Hana aos pés da cama daquele quarto mais simples ficando um momento em silêncio esperando ser notada mas a espadachim não dava indícios de ter percebido ela ali ou algum indício de se preocupar com a sua aproximação, ela estava ali em silêncio como em um tipo de transe onde até mesmo sua respiração era quase imperceptível deixando que Alipheese dissesse tudo que quisesse falar naquele momento sem interrompê-la ou se ameaçar se levantar para sair dali dando a impressão por um momento que a atiradora estava ali falando sozinha com as palavras morrendo ao vento mas no fundo a alva marinheira tinha esperanças de alcançar a espadachim de rosa que se manteve em silêncio, o silêncio se prolongou podendo até mesmo fazer Alipheese acreditar que não conseguiria nada de Hana quando a voz da espadachim soou fraca com a marinheira ainda escondendo seu rosto. - Como você consegue... - A voz soou fraca como se parte dela morresse na garganta da espadachim se segurando para proferir tais palavras talvez preferindo se manter em silêncio, ela fazia uma pausa para que a alva marinheira respondesse a sua pergunta ou em caso de dúvidas não conseguindo entender a pergunta ela então completaria. - Como você consegue mesmo assim fazer tudo isso… Ser assim... - Sua voz continuava distante com a marinheira preferindo esconder seu rosto e seus membros superiores, para Alipheese era como se ela conversasse com alguém mergulhado imerso de uma grande escuridão que mesmo perguntando não parecia muito inclinado a ouvir ou acreditar na verdade mas independente do que fosse dito Hana naquele momento já estava inclinada a compartilhar de sua história com a atiradora que citou um caso particular que se assemelha a situação da espadachim.

Ainda com sua face escondida Hana fazia uma pausa antes de voltar a falar com mais clareza desta vez. - Eu era só uma criança... Vivia em um pequeno vilarejo simples e pacífico, o tipo de lugar que as pessoas fazem plantações de arroz e tem grandes fazendas vivendo da terra e do que os animais podem fornecer, os pássaros cantavam como nenhum pássaro de outra ilha conseguiria, as pessoas tinham um grande senso de coletivo para ajudar o próximo, valorizavam sua vila e eram sempre gentis… Tínhamos nossos tempos difíceis mas todos se ajudavam e se viam dispostos em usar de nossa união para fazer a vila prosperar… Eram tempos muito bons aqueles, quando eu era só uma criança...- Nesse momento Hana levantou o seu olhar que antes mirava para baixo para agora olhar para frente por cima de seus joelhos, ela olhava para frente como se observasse o cenário mudar para os campos verdes que ela tinha descrito. - Venho de uma simples família de lavradores que a muitas gerações atrás tiveram alguma participação na proteção e criação da vila em que nasci mas isso não evitou aquela grande tragédia... - Os olhos de Hana assumiram um brilho bruxuleante e tenebroso tornando o ar do lugar um pouco mais tenso e pesado. - Mesmo que fosse uma vila simples e sem riquezas isso não evitou que piratas atacassem o nosso lar... - Nesse momento ela assumiu uma postura mais reta encostando suas costas na cama enquanto com uma mão ela ia puxando a ponta dos dedos da luva que revestia a sua mão esquerda. - Mal tínhamos aço e muito menos ouro mas isso não aliviou a sede de sangue deles...- Depois de puxar ponta por ponta ela puxou a luva de sua mão direita a removendo lentamente para revelar aquela cena pesada de sua mão queimada em carne viva exibindo pontos e algumas partes negras como carvão. - Eles queimaram a minha vila e todos que eu amava, os pássaros nunca mais cantaram para os mortos, o povo tentou lutar para proteger suas terras e meu pai se viu obrigado participar portando a arma da família como uma antiga obrigação de alguém que herdou aquela terra mas no final lavradores são apenas lavradores… Os homens que lutaram foram mortos e os piratas avançaram contra o vilarejo em busca das mulheres enquanto ateavam fogo por toda a região, minha mãe me escondeu no porão e chamou a atenção dos piratas mas isso não evitou que a casa pegasse fogo, uma viga de madeira caiu em cima da porta do porão me deixando presa ali em meio às chamas, eu me arrastei pelo chão passando por uma fenda que se gerou na estrutura pelo fogo conseguindo escapar antes que a casa desabasse em cima de mim mas eu não escapei para minha salvação... - Ela fazia uma pausa para remover a luva da mão esquerda revelando que ambas estavam igualmente queimadas e encarando as mãos ela parecia reviver todas memórias. - Escapei para o meu pior pesadelo, vi uma grande pira onde o combustível eram todos que eu amei, todos que um dia estenderam suas mãos para mim, em meio aos corpos em chamas eu encontrei o de meu pai empunhando a espada da família... - Hana pegou a espada que estava posicionada em pé ao seu lado também encostada na cama e sacou a sua lâmina. - Essa espada foi a única coisa que consegui salvar mas desde então eu não consigo mais olhar para uma pequena labareda sem lembrar dos corpos de meus familiares e amigos queimando… Durante todo esse tempo eu treinei e busquei me tornar alguém forte para impedir que o mesmo voltasse acontecer com mais pessoas inocentes mas “no final eu sou uma simples lavradora” como posso pensar em ajudar alguém se eu mesma preciso de ajuda...  - Sua visão voltou abaixar para esconder o seu rosto. - Lembro constantemente do meu fracasso como filha por não conseguir ajudar os meus pais, eu gelo só de perceber uma tocha ou vela acesa, eu me esforço ao máximo para esconder mas por dentro eu sei que sou um fracasso, tento sempre parecer feliz para não incomodar e deixar as outras pessoas felizes, tento fazer de tudo para ajudar os outros mas só fico parecendo uma idiota… Eu sou apenas um fardo que deveria ter sido engolido pelas chamas quando era mais jovem.- Concluía ela voltando ao seu silêncio.

Por mais que Alipheese quisesse encontrar Jibril naquele momento ela percebia ali que Hana precisava de um apoio, de palavras que alcançariam seu coração já que a marinheira tinha gelado em meio de uma batalha sendo exposta a sua fraqueza em um momento de crise onde mais mortes poderiam ter acontecido e isso era uma mancha no orgulho que tinha nascido depois de algumas missões, era natural para Hana considerar que pelo seu momento de fraqueza Alipheese poderia estar morta, Mustache poderia estar morto e assim seria com os demais ali no convés e o que piorava era que a marinheira pelo visto já vinha sofrendo com desilusões que afetam a sua auto-estima durante toda a viagem e para lembrar disso ela só precisava olhar para a sua espada, um gesto que Alipheese poderia ainda não entender.


Cena: Achiles part.1
Achiles seguiu até o lado do salão onde o atendimento médico estava em andamento, muitos civis saiam dali em condições melhores de que quando tinha chego, muitos na verdade sequer tinham se ferido por causa dos invasores em si e sim mais pela confusão gerada sendo por quedas ou qualquer outro tipo de acidente ocorrido em meio aquele caos, se aproximando de um dos médicos Achiles relatou sua necessidade de tratamentos já recebendo ali mesmo os cuidados necessários, o marinheiro passou uma pomada medicinal nas feridas contundentes do boxeador e fixou na região um curativo adesivo para que o tratamento resultasse em uma maior eficácia permitindo que o agente se vestisse outra vez e voltasse para One. Durante o percurso o agente já podia perceber que o volume de pessoas no salão já começava a diminuir, famílias seguiam mais tranquilas e algumas pessoas até mesmo chegavam a rir trocando piadas depois de um momento tão desesperador na viagem, Norwitch já parecia mais tranquilo falando com One quando Achiles chegou. - Afonso meu amigo de longa data, irei sentir tantas saudades! - Falou o nobre quase gritando se jogando para cima do agente em um grande abraço. - Lembre-se de mim Afonso Lobo, lembre de mim como aquele que sobreviveu ao dia de hoje ao lado de pessoas tão confiáveis! Nunca os critiquei! - Completou ele seguindo para fora do salão onde já tinha uma escolta esperando pelo nobre.

No convés havia um grupo de oito homens trajando de ternos assim como os agentes normalmente utilizam, mas naquele caso aqueles eram os guardas particulares da família de Norwitch, eles não pediram nenhuma assinatura ou identificação por parte dos agentes os guardas simplesmente se apresentaram para o nobre e o acompanharam para fora da embarcação tirando de Achiles e de One um grande peso, com isso eles seguiram até a sala do capitão subindo as escadas em que davam acesso para o restaurante para logo em seguida andar pela varanda até a lateral do navio onde entraram em um corredor e subiram mais uma leva de escadas que os levou até o local, One guiava o caminho a pedido de Achiles e entrando no recinto onde eles poderam se encontrar com Six e mais uma pessoa de traços duvidoso, era dificil para Achiles dizer se aquela pessoa era exatamente um homem ou uma mulher já que seu rosto portava de uma fisionomia feminina mas seu corpo e jeito lembrava muito a de homem, a dupla entrou na sala no meio de um diálogo entre as duas figuras ali podendo somente ouvir a pessoa nova dizendo. - Eu presumo que tudo teria saído como os conformes se você não tivesse parado para ficar “brincando” por ai… - Falou a figura dando uma pausa para puxar um trago em seu cigarro quando notou os dois agentes abrindo a porta, Achiles e One entravam na sala do capitão sentindo uma certa tensão no ar emanando daquela nova figura que os observava com um olhar frio e afiado enquanto seu cigarro se encurtava mais dando espaço para mais cinzas e fumaça. - Está faltando mais gente... - Removendo o cigarro de sua boca a agente amassou a ponta do mesmo contra o balcão. - Estarão aqui em breve, não tivemos baixas e os nobres foram todos protegidos... - Respondeu Six encostada em uma das paredes da sala com os braços cruzados ainda parecendo bastante ansiosa ou possivelmente irritada. - Deixe-me apresentar, eu sou “a que está ditando ordens por aqui” e isso é tudo que precisam saber com o tempo talvez vocês conquistem o privilégio de saber o meu nome ou um deles... - Antes a mulher que se encontrava apoiada no balcão da sala agora estava em pé, ereta em uma postura militar com as mãos para trás do corpo. -... A missão de vocês deveria ter sido simples e sem contratempos mas houve um contratempo...- O olhar do homem vagava entre One e Achiles naquele momento. - Seus relatórios por favor. - Sua fala soou seca e autoritária de forma lenta esperando ter sido clara o bastante para que não houvesse dúvidas e perguntas por parte dos agentes.

Achiles foi o primeiro a se pronunciar usando prefixo masculino para falar com a figura que não pareceu se importar muito com aquilo já que sua atenção estava completamente focada nas informações passadas pelo boxeador, assim que o agt.Wolf terminou seu relatório One iniciou o seu.
Citação :
Senhora, assim que Achiles seguiu com o Jason, eu e Norwitch seguimos para o espaço onde estava as cabras para que o nobre tivesse o seu lazer alimentando os animais, foi neste momento que ouvimos um disparo e os animais ficaram mais agitados, eu peguei o nobre e segui para tirá-lo de lá quando percebemos uma breve confusão com uma figura suspeita surgindo em meio a multidão, decidi pegar o nobre e sair do local temendo que se um combate se iniciasse o nobre poderia se ferir, seguimos para o convés como civis comuns e lá nos foi instruído para que ficássemos no salão de festas até que a situação se normalizasse.

Com o fim do combate vi Achiles no salão com ferimentos no corpo e vestes avariadas, não tenho nenhuma informação sobre os invasores e seus motivos além dos que citado por Achiles que compartilhou essa informação comigo.

A superior apenas franziu sua sobrancelha esquerda não duvidando do relatório mas sim um pouco surpresa. - Entendido mas onde está o Jason? - Nesse momento até mesmo Six pareceu estar curiosa já que ela não parecia ter se preocupado com Jason, One estava igualmente curiosa virando seu olhar para Achiles que tinha sido o último a ver o agente mas ao mesmo tempo não tinha apresentado mais informações sobre o colega em seu relatório e percebendo que ninguém se manifestava sobre a sua pergunta aquela figura unisex continuou. - É como eu falei “a missão de vocês deveria ter sido simples” os revolucionários, ou melhor, os terroristas, sabiam que seus alvos estavam aqui e não podemos deixar de considerar que alguém vazou essa informação… Então eu vou repetir… Onde está o Jason? - Perguntou mais uma vez esperando uma resposta satisfatória.


Cena: Bjarke & Drake part.1
Em meios aos golpes transferidos contra o cadáver, Drake tinha seu momento de lucidez percebendo quem teria derrotado aquela vítima, virando seu olhar para o espadachim ele percebeu que o mesmo recebia os tratamentos necessários e aquilo de certa forma lhe chamou atenção vendo tamanha perícia por parte dos paramédicos que atenderam o espadachim como se tal cena fosse parte do cotidiano e observando mais o trabalho feito ali Drake se lembrava de seu desejo pelos conhecimentos em anatomia e por isso caminhou até onde o tratamento acontecia. - Ah é claro rapaz, venha eu vou tentar te explicar um pouco na prática... - Um dos marinheiros começou a usar Bjarke de um breve modelo para explicar as coisas mais superficiais até que o tratamento terminou e o médico guiou Drake até o corpo sem cabeça onde ele explicou com mais detalhes sobre artérias e veias puxando até mesmo uma faca para dissecar aquele corpo sem vida, o agente viu aquela cena um tanto surpreso já que ele tinha acabado de falar algo sobre não profanar os mortos e lá estava mais um marinheiro não se preocupando em tocar um foda-se para o agente. - E basicamente isso mas eu aconselho ir comigo na enfermaria onde tem um livro melhor com todos os nomes catalogados, às vezes é complicado lembrar de cada um deles se você não for um tipo de gênio. - Completou o médico guardando sua faca é pegando a civil no colo.

O grupo seguiu para fora do restaurante descendo as escadas onde deram de cara com Mustache se reportando com um grupo de marinheiros em uma conversa que parecia ser um tanto importante antes de ser interrompida por Drake que se aproximava perguntando de Alipheese. - Peraí deixa eu ver... - Ele colocava a mão dentro dos bolsos da calça como se procurasse as chaves ou algo do tipo. - EU NÃO FAÇO IDEIA! AHAHAHAHAHA - Falou ele como se tivesse pregado a maior das pegadinhas em Drake, o nome Alipheese despertava o interesse do agente mas naquele momento ele não parecia ter tempo para conhecer a oficial já que os marinheiros seguiam com Esmeralda até a enfermaria e Drake ficava para trás perguntando da oficial para todos que via fazendo-os se separar naquele momento.


Cena: Bjarke & Lynn part.2
Chegando na enfermaria o agente dava de cara com uma sala cheia, porém todos os leitos exceto por um estava ocupado completamente por cadáveres como se os mesmos antes estivessem sendo analisados mas com a chegada de uma paciente ainda viva os marinheiros desocuparam um dos leitos para começar um tratamento e análise mais completa em Esmeralda, um dos leitos estava ocupado sendo possível para o agente ouvir uma conversa vindo do mesmo e do lado de fora de tal leito ele via uma celestial... -insira aparência de Jibril aqui- ...bonita ela parecia preocupada com o que acontecia lá dentro mas ao mesmo tempo não queria transparecer tal preocupação e por isso ela ficou sentada em uma cadeira do lado de fora esperando alguma resposta, enquanto Bjarke analisava o bloco de notas vendo todos os pedidos daquele dia Esmeralda recebia seu atendimento, a celestial por sinal olhou curioso para a nobre que ainda dormia mas resolveu não se meter sabendo que poderia acabar atrapalhando os médicos caso arriscasse se meter ali, Bjarke começou a desmontar a caneta analisando aquele instrumento detalhe por detalhe ganhando também a atenção da celestial que começou a se perguntar porque diabos alguém com uma cabeça decepada estava desmontando uma caneta perfeitamente funcional.

Enquanto isso Lynn Makei se viu diante de Shiro que o encarava em um olhar frio e mortal esperando a resposta para a sua pergunta: “E você como se chama?” Makei sendo um marinheiro sério e comprometido pela causa marine respondeu de maneira direta. “Imperador dos Mares ! Mas se você preferir, eu lhe permito me chamar por Lynn… Por sinal, não é comigo com quem você realmente deveria se preocupar.” Ficou um silêncio naquele leito enquanto os dois ali se encaravam, o médico até tinha parado o seu tratamento percebendo o clima ficar mais pesado, Lynn já esperava o mal entendido vir por parte do tenente já preparando uma resposta na ponta da língua. - Tudo bem... - Respondeu ele dando de ombros e seguindo para fora do leito que estava com suas cortinas fechadas. - Eu tenho muito o que fazer, uma marinheira te carregou até aqui aos prantos e você respondeu minha pergunta declarando que não preciso me preocupar com você… por mim está de bom tamanho, se cuida. - Falou ele saindo do leito para ver Bjarke segurando uma cabeça, o tenente ficou um tempo encarando aquela cena antes de acenar negativamente com a cabeça e ir para fora da enfermaria continuar com seus afazeres.

- O que aconteceu... - Um voz fraca feminina surgiu ali, era Esmeralda acordando de seu sono parecendo já um pouco melhor. - Onde está o Severino? - Continuou ela olhando para os lados procurando o seu guarda costas que logo se aproximou, o médico que atendia o Lynn deixou que os marinheiros cuidassem da garota para que ele pudesse terminar de limpar o ferimento e começar a tratar da devida maneira dando um analgesico para o rapaz e começando uma breve costura ali dando os pontos antes de enfaixar a cabeça do ruivo. Naquela enfermaria tinha mais um paciente que poderia parecer morto mas ao se aproximar seria possível perceber que o mesmo ainda estava vivo e esta pessoa era Jason, o agente ferido que não só tinha executado alguns disparos como também sido vítima de um.


Cena: Drake part.2
Drake continuou com os seus questionamentos até finalmente encontrar um marinheiro que parecia ter a informação para onde tinha ido Alipheese, em um sorriso amarelado o homem falou. - Ah aquela garotinha? Ela seguiu pelo o corredor logo na entrada do primeiro piso sabe, ela estava procurando aquela marinheira de rosa, vira a segunda esquerda que deve encontrar ela por lá. - Completou ele acenando para o rapaz ruivo que se afastava seguindo as instruções passadas podendo gerar a dúvida de quem seria a marinheira de rosa, caminhando pelo corredor Drake percebia que o silêncio começava a dominar o ambiente até que ao fundo ele pode ouvir vozes vindo de um quarto, parecia ser a voz da alva marinheira mas da distância em que o lutador estava não era possível ter uma certeza muito grande mas ele pode presumir que ela não estava sozinha, tinha mais alguém com Alipheese naquele momento.

OFF:
 



- Npc’s ainda não apresentados/ aleatórios -
- Npc’s acompanhantes. -
- Oficiais rasos (marine) -
- Six -
- Esmeralda -
- 1º Ten Mustache -
- 2º Ten Shiro -
- Homem ou Mulher -

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Última edição por Ventus em Ter 11 Set 2018, 01:33, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 12 EmptyDom 09 Set 2018, 22:30

Laços de flor.

A situação não seria tão fácil de se resolver como poderia ter pensado, em um inocente pensamento, afinal a luz ao qual ela era capaz de emitir, ainda era fraca para que pudesse achar em meio ao lamacento território ao qual a escuridão cobriu Hana, estava sentada ao lado de Hana naquela cama, onde ela não parecia ter forças para levantar ou talvez de fato no fundo houvesse alguma esperança de que palavras poderiam salvá-la daquela situação, seu olhar, assim como a sua voz eram realmente apreensivos pois se preocupava de verdade com sua amiga. Sabia que falar era importante mas a escutar talvez fosse ainda mais importante, uma pergunta no entanto quase quebraria a pequena marinheira, “ Como você consegue ser assim?” Talvez soasse como uma pergunta inocente e fácil de se responder, se realmente fosse tão forte quanto a imagem que aquela frase poderia criar, mas essa não era a realidade, não passava de uma menina com sonhos que eram maiores do que ela, uma garota que planejava levar a esperança e a paz aos outros, quando ela mesma não foi capaz de salvar quem era importante. Por  um momento suspirou, antes que com os pés pudesse se descalçar levemente para que pudesse levar os pés a cama sem que pudesse a sujar, ficando ainda com suas meias brancas, enquanto abraçou os joelhos de modo a esconder levemente a parte do rosto do nariz pra baixo, sendo possível ainda que se pudesse ver seus grandes olhos que pareciam naquele momento dois lindos rubis vermelhos, devido ao brilho que neles haviam, seus olhos olhavam em frente, e um notável som de uma respiração profunda poderia ser ouvida por Hana.

-Como eu consigo ser assim? Você diz… Capaz de lidar com os meus medos? Eu… Eu não sou assim Hana...S-Se você passasse um segundo dentro da minha cabeça… V-você talvez fosse a loucura eu… Eu… Nem de longe sou a pessoa mais corajosa do mundo… Eu tenho medo, mais do que alguém que quer se colocar como um pilar deveria ter… Eu.. Falo sobre desejar me tornar um símbolo a paz… Mas eu entendo como isso é algo que eu ainda teria de evoluir mais como pessoa, para que eu pudesse enfim alcançar isso... De onde vem então isso? Eu… Poderia mentir, caso pudesse e dizer que é apenas o meu sonho que me move… Ou… Ou  uma coragem débil mas.. Eu não seria honesta… Como eu falei, eu tenho medo… Tenho medo de partir, antes que o meu sonho se realize, tenho medo que algo possa acontecer a… Aos meus… Amigos? Seria certo chamar vocês dessa forma?... Bem de toda forma são pessoas que eu me importo… Que eu arriscaria a minha vida, se pudesse salvar qualquer um de vocês e você é uma dessas pessoas... Não me vejo tendo tantas pessoas próximas mas...  Isso não me entristece, sabe? Eu me lembro que meu pai disse uma vez, que desejava que eu tivesse amigos, mas não que eu tivesse vários… Diferente né? Q-quando eu perguntei… Ele me disse que eu deveria ter poucos amigos mas amigos que eu pudesse confiar de verdade e de certa forma… Eu quero cuidar de cada um de vocês como eu posso… P-Para que nada aconteça digo… Não é um caminho fácil que… Que estamos seguindo, não teremos uma...Vida tranquila ao proteger uma cidade… Não enquanto cada um de nós… Tentar fazer mais pelo mundo...Eu… Eu… Já perdi muito Hana...  Não posso perder mais…

Com várias pausas, entre suas dicções para que pudesse respirar, a garota diria em um tom sincero e gostoso de se ouvir, enquanto seus olhos  pareceram ainda mais úmidos, a fazendo levar a pontinha dos dedos para que pudesse limpar, antes que deixasse escorrer em formato de lágrimas. Fosse pelo que ela havia dito ou por já haver conquistado a confiança de Hana, ela explicaria melhor sobre a sua história, onde começou a falar sobre o seu vilarejo.. Pareceu um lugar tranquilo ao qual, talvez gostasse de visitar mas… Tudo isso mudou quando a nação do fogo atacou quando piratas haviam atacado a sua vila, enquanto ouviu a sua história a garota havia se desarmado, abaixando os próprios joelhos  e deixando de olhar para uma direção vazia para que pudesse olhar pada Hana.
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Então ela havia exposto suas duas mãos, explicando um pouco mais sobre a sua espada e o valor que nela havia, assim como dizia coisas terríveis sobre si mesma, como ser um fracasso por não poder ter salvado os pais, Hana mergulhava cada vez mais profundo em meio a dor e ao sofrimento e o olhar de Alipheese, continuaria o mesmo ainda que fosse muito dolorido ver como as mãos da garota estavam tão machucadas, sua mente tentava encontrar uma direção.

“Eu… Não fazia idéia de que ela havia passado por tanta coisa e ainda pudesse se colocar como alguém tão forte...Alguém… Capaz de demonstrar algo tão bonito e ainda estender a mão, mesmo enquanto por dentro esse tipo de coisa acontece… O fogo… Se eu ao menos soubesse, eu nunca a teria colocado naquela situação e as suas mãos… Elas nunca pareceram ser tratadas apropriadamente… Talvez se eu procurasse algum tipo de pomada na Grand line eu… Pudesse ajudá-la?Eu… Não sei se ainda doem mas...Eu não vejo outro caminho… Eu não irei alcançá-la se eu… Se eu não puder mostrar que as coisas não são assim...Mostrar que ela tem valor… Mas o que eu digo? O que eu faço? Eu… Nessa hora deveria apenas seguir o meu coração? “

Diante do caleidoscópio de emoções sentidas em seu interior, seria notável pelo seu próprio som de uma respiração que definitivamente não estava muito em paz, a forçando a respirando aos pouquinhos de forma profunda diversas vezes, até que sua respiração pudesse estabilizar, não sabia muito o que poderia fazer, e para uma pessoa tão carinhosa como Ali era com os amigos, talvez de forma até maternal demais, quase como se fosse a sua cria, puxaria levemente com a mão esquerda Hana peço braço enquanto com a mão direita a guiaria de modo a tentar fazer com que ela de forma sutil pudesse repousar a cabeça sobre o seu colo, antes que pudesse voltar a falar, caso não encontrasse resistência  faria com que suas mãozinhas pudessem acariciar a sua cabeça de uma forma gentil e carinhosa, onde seus dedinhos se entrelaçariam por entre os fios, seguindo o fluxo natural de seus cabelos de modo que pudesse ser uma sensação relaxante, fazer isso era algo que fazia o coração da pequena parecer que explodiria e caso Hana em algum momento pudesse olhar para cima, poderia ver a pequena, manter um olhar fixo na porta, ver que a tensão sobre os seus ombros era imensa mas, também veria o quanto de si ela esforçou-se para que pudesse lhe ajudar, era possível ver a garota dar longos suspiros, enquanto também respirava uma grande quantidade de ar, a sensação dos cabelos de Hana sobre os seus dedinhos talvez fosse boa mas, ainda que seu tímido coração pudesse tentar fazer com que a situação fosse ainda mais difícil, a garota havia se pressionado o suficiente para que pudesse focar, quase como se esta fosse sua nova missão

-Eu entendo bem a sua situação Hana… Mais do que eu gostaria de entender, eu também carrego o fardo de não poder ter feito mais, assim como você foi uma situação em que estava muito acima de minhas capacidades, para que eu pudesse fazer a diferença… Os meus pais, eram marinheiros… Você pode dizer que  talvez…. Talvez seja infantil que eu tenha seguido a mesma carreira que eles mas… Não é  algo que me incomode… Eu tenho uma memória que não é tão intensa de como foi a relação minha com eles, meu pai aparecia muito pouco, por estar procurando pelo responsável pela nossa família ter ficado daquela forma… De que forma? Bem… Minha mãe enquanto trabalhava ainda no que é conhecido como Novo mundo, enquanto ainda estava gravida de mim, foi atacada por um grupo de homens, assim como toda a sua frota… Eu não sei mutio dos detalhes, mas ela… Conseguiu sobreviver a esse homem ao qual ela nunca me falou quem era, com medo de que como meu pai eu pudesse ir atrás desse homem, me deixando viver pela vingança e bem… Ela sobreviveu, porém o dano foi tão grande que isso havia a colocado permanentemente em um estado em que transitava entre a vida e a morte… Então eu tive de cuidar dela, durante toda a minha infância… Eu não interagi com…. Com o mundo do lado de fora, eu ficava dentro de casa junto a ela o tempo todo e bem…  Minha mãe tinha despesas altas médicas, que se tornavam possíveis através do trabalho do meu pai prendendo e se arriscando nomes de grandes figuras...E diferente da minha mãe… Tudo que eu soube, foi que pelas mesmas mãos que haviam a invalidado e quase a matado que meu pai havia encontrado o seu fim… Vendo a necessidade bater a nossa porta, eu aos poucos troquei meus livros de fantasia, por livros técnicos… Abandonei minhas bonecas e o meu ursinho e os troquei por ferramentas e a minha infância, pelo caminho em que ue pudesse salvar a minha própria mãe… Se você é só uma lavradora, eu não passo de uma ferreira… Uma ferreira que não foi capaz de manter o tratamento da própria mãe, ainda que deixasse de comer muitas vezes para que pudesse pagar os custos médicos, ou a alimentação da minha mãe… Provavelmente, até por isso que hoje, eu não sou tão desenvolvida e como tanto atualmente… Eu fracassei, Hana… Naquilo que eu mais queria proteger, eu não fui capaz… O médico tentou me convencer do contrário mas… é injusto sabe? Que eu não pudesse ter feito mais por ela… De toda forma, eu estou aqui e… Eu tenho certeza de que eles se orgulhariam de mim pelo caminho que eu escolhi… Por eu ter achado  pessoas que eu gostaria que pudessem seguir comigo…. E você é uma delas… Você não é inutil Hana,sentir medo não a faz menos do que humana, mas o que você fez, de encarar o seu medo e ainda estar ali por mim… Isso faz com que você se torne uma heroiína, pois mesmo que seu coração tivesse medo, você continuou em frente e me ajudou…. Eu confiei em você e você confiou em mim...Estamos aqui agora, Hana… Ter medo não a torna inferior a ninguém e… Mesmo que você me diga que poderia ter travado… Quando eu mais precisei, você me salvou, salvou aquele casal….Ter medos não a torna fraca mas… Encará-lo para proteger alguém é algo que só uma pessoa forte poderia fazer…

A garota então continuaria se lhe fosse permitido a acariciar otopo da cabeça da garota, sua fala era extremamente doce e a sua dicção não era muito fluída, tendo diversos pontos onde a garota precisou parar para respirar diversas vezes, assim como para organizar as idéias, sua atitude envolvia com aquilo que só ela era capaz de demonstrar, sua preocupação se traduziria em ser carinhosa e atenciosa e talvez fosse esse o caminho para que pudesse alcançar o coração da garota. Era provável que um tempo se passaria até que ela pudesse falar novamente.

-Nunca mais diga algo tão cruel sobre si… Você  me ajudou a salvar várias pessoas… Você me salvou se… Se eu estou aqui ainda com você é porque você evitou que eu pudesse levar uma flechada mortal… E eu tenho certeza de que… Posso confiar em você… Você confia em mim?... Se você não puder confiar em si mesma, então foque-se em confiar em mim ue eu farei o papel de confiar em você… Digo… Eu ainda quero tornar nosso grupo em uma frota… Assim como Kamui havia dito ser possível e eu quero guiá-los para o sucesso, ainda que todos tenhamos de nos apoiar e crescer como um grupo… Eu quero que você esteja entre as pessoas…. É importante pra mim que você seja…

Concluiria a garota em um tom doce e gentil, onde olharia para Hana talvez até mantendo contato visual, caso o houvesse pelo tempo que conseguiria. Esforçava-se para que Hana pudesse sentir-se incluída e parte do grupo, como uma pessoa útil. Caso pudesse ter a sensibilidade de ver que ela estava melhorando, continuaria a acariciar seus cabelos enquanto esperou uma resposta e caso fosse positivo o suficiente ou a garota quisesse levantar, Alipheese acabaria por comentar.

- Se estiver tudo bem… Poderia me acompanhar até a enfermaria? Estou preocupada com Jibril E Lynn… E eu preciso cuidar dessas feridinhas no braço que… Estão ardendo de verdade… Mas… Antes que você vá...  Não tenha uma memória tão triste ao olhar para suas mãos… Você os amou, assim como eles a amaram, concentre-se na memória boa daqueles que a deixaram… Não na dor que  a sua falta faz… Suas mãos… Foram essas mãos que você usou para me salvar hoje, que você usou para salvar a todos que eu em vida puder… Que eu puder ajudar, por essa ação...  Você ajudou a controlar a população e agiu de forma a… De forma a acalmar o coração das pessoas… Você não deveria ter vergonha, de suas mãos, de quem você é… Eu não peço para que você  deixe de usar o que leh for confortável… Apenas penso que você deveria olhar sobre outra perspectiva…


Completaria a garota, no mais carinhoso tom de voz possível, transpirando honestidade em suas palavras, dependendo de como o rumo das coisas acontecesse, poderia ficar ali até que a garota sentisse segurança para que fossem procurar os demais… Estava preocupada e esperou que pudesse fazer uma procura e que Hana pudesse se levantar para calçar novamente seus sapatos e procurá-los enquanto se dirigiria a enfermaria.Se os encontrasse no caminho, em especial a celestial o impulso de abraçá-la seria maior do que qualquer outra coisa que pudesse vir em sua mente naquele momento.



Histórico.:
 


Objetivos”:
 

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 12 EmptyTer 11 Set 2018, 16:14

Mais um dia comum em Samuels Drift
Após a resposta do médico em que me dizia que me ajudaria com os ensinamentos de anatomia o mesmo me disse para que o seguisse até a enfermaria, pois lá teria livros com melhores ilustrações sobre o assunto e isso era o que de fato eu precisava visando que eu nunca tive nenhum tipo de contato com aquilo, logo após me dizer que me ajudaria o médico seguiu e pegou o corpo de uma das civis que estava no chão e parecia seguir até a enfermaria, enquanto eu seguia o médico acabamos por cruzar com o tenente Mustache, e aproveitando que eu tinha a possibilidade de falar com o mesmo naquele momento eu não perdi a oportunidade e então o perguntei sobre Alipheese, a resposta do Tenente era como o esperado e eu não sabia mesmo como um cara desses se tornou um tenente, mas quem sou eu para questionar não é?


“ Ah, que original tenente… Meu deus o que eu to fazendo sendo subordinado desse cara?”


- Obrigado por nada tenente…


Logo após eu acabo por encontrar um marinheiro que parecia ter informações sobre Alipheese e após o mesmo ter dado suas instruções eu segui para tentar acha-la, o homem dizia sobre uma marinheira rosa e eu não sabia de quem ele estava falando, a única coisa que vinha a minha cabeça era uma geleia de tutti frutti em forma humana mas isso não me impediu de seguir as instruções dadas pelo homem.


- Oh, certo irei verificar então… Obrigado.


Seguia o caminho dito pelo marinheiro com sorriso amarelado até chegar aos corredores ditos pelo mesmo, o silêncio ali predominava porém, ao fundo do corredor eu pude ouvir vozes vindo de um dos quartos, a voz me parecia familiar mas eu não sabia se era quem eu estava procurando e então apenas segui até de onde saía as vozes e então bati na porta e perguntei em voz alta para quem estivesse dentro pudesse ouvir.


- ALIPHEESE, É VOCÊ? Sou eu, Drake.


Eu esperaria a resposta da mesma e se ela fosse abrir a porta, minha intenção não era a de demorar, era de apenas saber como estavam as coisas e depois seguir para a enfermaria, então se a grisalha apenas respondesse de dentro que era ela e não abrisse a porta eu simplesmente perguntaria como estaria e após sua resposta seguiria para a enfermaria, se a mesma não respondesse eu presumiria que não era ela e seguiria para a enfermaria e deixaria para procurá-la quando tivesse um tempo livre, pois eu precisava focar no meu aprendizado o mais rápido o possível.


- Está tudo bem? Só estou passando para saber como você está depois disso tudo ter acontecido… Enfim caso queira falar comigo eu estarei na enfermaria, até logo.


Eu não perderia tempo perguntando sobre a tal marinheira rosa e continuaria com a imagem de uma geleia de tutti frutti humanóide em minha cabeça, ao acabar de falar com a mesma seguiria para a enfermaria e procuraria pelo médico que ficou de me ensinar sobre anatomia e então passaria quanto tempo fosse necessário ali aprendendo com livros e com as dicas do médico. Depois de chegar a enfermaria eu poderia perceber que eu talvez estivesse com sede e então pegaria um pouco de água em um dos bebedouros da enfermaria para me hidratar.


“Caralho, depois de toda essa merda de luta eu fiquei tão focado em matar esses lixos que acabei me esquecendo até mesmo de me hidratar, aproveitarei que estou aqui e beberei um pouco de água.”



**Aprendizado de perícia Anatomia Humana**




Aproveitando o momento em que eu estaria perto dos médicos e tendo contato com os mesmos me colocaria à disposição para aprender sobre anatomia humana, aquela poderia ser uma chance única e talvez a próxima vez que eu visse um médico assim de tão perto fosse quando eu seria o paciente, então já aproveitando a aproximação ali seria o momento certo.


- Bom, já que estou aqui tão perto de vocês eu  gostaria de saber uma coisa, eu percebi que de algum tempo para cá eu tenho tido muita curiosidade sobre a anatomia do corpo humano e acabei pensando em aprender sobre a mesma, será que algum de vocês poderia me ensinar sobre? Ah, e a propósito eu sou o oficial Drake, prazer em conhecê-los…


Por mais que eu tivesse parecido bem louco ao passar pelos mesmos ensandecido subindo as escadas e ter espancado um corpo morto sem que eles vissem eu pude ser o mais tranquilo e calmo possível naquela situação sem dizer na atenção que estava prestando em cada movimento usado pelos médicos enquanto ajudavam o agente, talvez isso fosse o necessário para que eles me ensinassem e caso algum deles me desse uma resposta positiva um pequeno sorriso se abriria em meu rosto enquanto meus olhos se fechavam mostrando uma expressão de felicidade e após isso os agradeceria.


- Oh, muito obrigado por aceitar.


Meu tom de voz se tornaria bem calmo e suave enquanto agradeceria os mesmos pela ajuda e pela a atenção dada naquele momento.


**Fim do aprendizado de perícia Anatomia Humana**





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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 3 - Pandemonium   Tróia - Parte 3 - Pandemonium - Página 12 EmptyTer 11 Set 2018, 16:24



Tróia - Parte 3
Pandemonium


Eu me lembro quando sempre diziam que os chefes eram as piores pessoas do mundo e que odiavam tal pessoa, é, talvez eu consiga me identificar quando aquela superior estava ali falando conosco, as suas palavras eram autoritárias e com um nível de rudez que chegava a irritar, mas minha aparência estava como usual, despreocupado mesmo com tudo, até o momento em que percebi que Jason não estava entre nós ali e a preocupação batia… - Er.. Senhor… Quer dizer, Senhora. Não tenho ideia de onde está Jason, ele saiu atrás dos outros homens quando fiquei contra o tritão sozinho. Peço permissão para ir em sua busca. – Meus olhos estavam fixados em cada canto da sala, minha memória em cada resquício que eu pudesse lembrar do homem, independente do canto que eu havia visto, se era em meio a multidão ou em outro lugar. Jason era o meu companheiro e colocavam ele como principal suspeito por ter vazado as informações sobre a nossa viagem, eu não sabia dizer o que havia acontecido com ele e as suspeitas apenas aumentavam com a falta de sua presença por ali. - Senhora, eu conheço Jason há um bom tempo, ele esteve sempre me auxiliando em minhas missões. Não tenho motivos para desconfiar do meu companheiro, irei atrás dele, estou preocupado. – Diria independente de ter a resposta anterior da minha superior, permanecer como agente do governo era importante para mim, mas se havia uma coisa que eu deixava mais alto que qualquer outra coisa, eram os meus companheiros.

Minha história com Jason começou desde Shells quando Pilos identificou ele na cafeteria, ele era um homem que havia se destacado em Shells Town e fomos enviados em uma missão juntos, não nos damos bem de começo, principalmente quando tivemos que aportar em Conomi Island, o atirador ficou irritado com o meu comportamento curioso sobre tudo, era tudo novo para mim e nós discutimos aquele dia. A sua lábia foi boa o suficiente para enganar alguns dos revolucionários e quando eu fiquei ferido após uma batalha contra os mesmos, foi ele que me auxiliou, me levando até Ramiel.  Foi ele que me acompanhou quando tivemos que ir atrás dos nossos companheiros que foram em nossa busca e ficaram em uma armação, diferente de Yami, era ele quem estava do meu lado, batalhando a cada momento e tiro, lutando contra os revolucionários e causando um caos para aquela ilha. “ Droga Jason, é melhor que você esteja bem! ”  Também me lembro da nossa missão em Loguetown, tivemos que proteger Norwitch e foi ele que deu cobertura contra os lobos de Crasus, foi o homem que estava ali do meu lado, planejando a missão junto comigo e companheiro. Ele nunca me deu motivos para desacreditar nele ou desconfiar que ele era um agente duplo, ou seja, até ser provado, ninguém vai me fazer acreditar o contrário!

Viraria de costas para a mulher ou homem, que seja, indo em direção a porta e abrindo a mesma. - Se houver problemas com isso, desconte no meu pagamento, me suspenda ou me dê uma advertência, nunca abandono um amigo. – Meus olhos estavam sérios e minha postura da mesma forma, ignorar as ordens de um superior não era uma coisa da qual eu fazia, mas naquele caso, não era nada importante para mim. Começaria a minha busca perguntando para o primeiro marinheiro que eu visse em minha frente. - Você viu um homem branco, cabelos de cor azul escura e íris roxas, mais baixo do que eu? – Se o homem me desse uma direção, prosseguiria para tal, mas no meio daquela confusão inteira anterior, não me surpreenderia se ele não lembrasse de alguém daquele porte, continuaria perguntando para os marinheiros até que alguém me desse pelo menos uma luz para seguir em alguma direção, mas caso ninguém estivesse lembrando dele após umas sete perguntas, eu tinha uma ideia de onde ele poderia estar se ele tivesse se machucado em meio aos combates, a enfermaria. - Marinheiro! Me diga! Para onde fica a enfermaria?! – Eu ainda não havia trocado de roupas e eles poderiam acabar me confundindo com algum civil que tivesse ficado para trás no barco e para isso, eu mostraria a minha insígnia que ainda estava em minha mão para ele. - Sou um agente, me diga. – E iria para a direção apontada pelo mesmo.

A minha respiração ofegante tinha seu marco ali, sentia meu peito apertando e era como se o meu coração quisesse sair pela boca, não era a primeira vez que eu tinha ficado preocupado em tão pouco tempo e meus companheiros eram mais do que importantes para mim, eu tinha que ir atrás dele. Valeria a pena perder o meu emprego para isso? Valeria. Então é melhor que você esteja bem, Jason!


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Última edição por Achiles em Qui 13 Set 2018, 11:26, editado 1 vez(es)
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