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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Dragonslayer - O olho perdido

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 6 EmptyDom 08 Abr 2018, 15:26

Relembrando a primeira mensagem :

Dragonslayer - O olho perdido

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Julian D'Capri. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 6 EmptySeg 14 Maio 2018, 14:07

Ao acordar não costumaria falar muito, não era de meu feitio começar uma conversa logo pela manhã, as pessoas poderiam confundir minha cara de adaptação ao ambiente com uma cara séria e estressada, caso alguém confundisse não haveria motivos para me explicar até que alguém comentasse algo, quando levantasse de minha cama dobraria o lençol que teria usado, arrumaria a cama, tentando a deixar com a menor quantidade de dobras possíveis, afofaria o travesseiro e repetiria isso na cama de minha companheira, eu havia sido disciplinado minha vida toda a fazer aquilo, era uma mania e não seria naquele momento que a abandonaria, quando terminasse seguiria meu caminho para fora da cabine.
Ao sentir o cheiro do café alguns de meus sentidos acordariam mais rapidamente, mas não pararia para comer nada no momento, queria só saber onde minha acompanhante estaria, andaria pelo meio das pessoas com um passo lento e calmo, graças a minha adaptação a luz ainda poderia estar tonto, dessa maneira meu passo estaria mais lerdo, atravessaria o salão e sairia do mesmo até que veria minha acompanhante.


"Ei Julian, acha que vamos nos dar bem na marinha?"

Foi a pergunta que Asuna me fez, por alguns segundos não a responderia, graças a minha sonolência, ela poderia acabar achando meu silêncio algo irritante, ou até que não tivesse prestado atenção no que ela falara, já que meu cérebro ainda estaria processando a informação que ela havia me dado, depois de aproveitar a brisa gélida em meu rosto e o som das águas batendo nas madeiras do navio a responderia.
-É uma ótima pergunta Asuna... Acho que seremos como qualquer outro e acho que como médicos seremos muito bem-vindos, afinal eles estão sempre lutando pela paz e justiça em várias partes do mundo, pessoas que podem ajudar marinheiros a continuarem de pé devem ser muito queridas por lá... Mas a pergunta que eu quero me responder é como eu vou conseguir os ajudar... Por que perguntas isso? Tem medo de algo? Ou está receosa porque acompanhou os revolucionários?
Se ela falasse que era por causa dos revolucionários, responderia:
-Talvez eles pesquisem sobre seu passado, mas se eles não acharem nada para desconfiar não irão lhe prender, é só você dizer a verdade. Claro, não sei qual a verdade então você decide. Não se preocupe tenho certeza que tudo ficará bem.
Se ela não comentasse mais nada, falaria:
-Bom dia senhorita Asuna...
Estaria com tanto sono que nem perceberia o acréscimo de "senhorita" em minha fala, depois de falar com Asuna me viraria e seguiria para o salão, isso se ela não me falasse algo ou se alguém me fizesse ficar na proa.

Voltaria para o salão e ao estar nele iria atrás de uma xícara de café com leite, e neste colocaria quatro colheres de açúcar, iria até o quarto e pegaria o pote de biscoitos para poder os comer, ao reunir todos meus pertences voltaria para junto de Asuna, caso não a encontrasse no mesmo lugar de mais cedo apenas sentaria em um banco para poder apreciar a paisagem e pegar o vento frio matinal, caso Asuna ainda estivesse lá perguntaria.
-Será que falta muito para chegarmos?
Caso ela dissesse que faltaria muito para chegarmos, me manteria em meu lugar comendo meus biscoitos e tomando meu café, mas caso ela dissesse que faltaria pouco ao invés de continuar sentado me levantaria e tentaria ver Baterilla do lugar de onde estaria, e se visse, enquanto a observaria tomaria meu café e comeria os biscoitos com um sentimento de nostalgia daquele ar, nostalgia de minha casa natal. Caso não visse Baterilla eu apenas voltaria para meu lugar e comeria meus biscoitos.
Ao terminar de comer seguiria pro banheiro, para tomar um banho e me vestiria para quando chegar em Baterilla não estar sujo. Quando aportássemos iria logo procurar um banco, para sacar o dinheiro que deveria a Asuna. O procuraria primeiramente só com a visão, caso não conseguisse o avistar buscaria informações com algum morador.
-Senhor(a) poderia me indicar para onde fica o banco.
Caso alguém me ajudasse eu agradeceria com um sorriso e seguiria para o local para fazer o que eu queria, pegar os 400 mil berries para pagar Asuna, assim que o sacasse o entregaria para sua dona com um sorriso e então gostaria de seguir para o quartel da marinha, se não soubesse como chegar lá pediria informações ao moradores:
-Desculpe, mas o senhor(a) poderia me dizer onde posso encontrar o QG da marinha? Sabe, gostaria de me alistar.
Caso alguém me ajudasse mais uma vez agradeceria e seguiria para onde haviam me indicado, caso não me ajudassem tentaria achar sozinho, procuraria sinais de ataques (já que o quartel sofreu um ataque a pouco tempo) ou então tentando avistá-lo de locais altos.
Como estaria a muito tempo longe de casa observaria tudo na cidade como se fosse a primeira vez que estaria a visitando, ao encontrar a sede procuraria algum marinheiro, se não encontrasse nenhum bateria na porta do próprio QG, caso alguém atende-se procuraria dizer com o máximo respeito:
-Senhor(a), vim aqui em minha humilde pessoa para me alistar na marinha, por favor me deixe ajudar o mundo. - Falaria fazendo uma reverencia.
Se ninguém respondesse a batida na porta procuraria um banco próximo do QG para poder ver quando alguém chegaria para me ajudar no meu alistamento.

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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 6 EmptySeg 14 Maio 2018, 19:42


Chegada à Baterilla! Parece Um Gelo!



Era de manhã quando Julian acordava e arrumava sua cama e a de Asuna, deixando para trás algumas camas bagunçadas, outras com pessoas ainda dormindo e por incrível que pareça, algumas arrumadas, indo diretamente a procura de sua companheira de viagem Asuna. Ele andava um pouco procurando por ela, passando pelo salão no qual pessoas se serviam dos variados tipos de comida para café da manhã que haviam sobre uma mesa, o espadachim simplesmente ignorava tudo e todos à procura de Asuna. Quando a encontra lá fora sozinha, ela faz uma pergunta intrigante que é respondida pelo médico alguns segundos depois de ter um tempo para raciocinar, nesse tempo ela simplesmente olha para o mar como se estivesse bastante pensativa, bebe um pouco de café, mas continua olhando naquela fria manhã, ao menos, a neve havia cessado, apesar de algumas partes do navio ainda estarem cobertas pela mesma. O escutando, a médica dá um gole em seu café e responde olhando ainda para o oceano sem fim e depois para ele, ainda com uma voz avoada e vazia, mas no decorrer da frase voltando ao tom animado e normal de sempre.

- Não tem a ver com isso, apenas me pergunto se eles realmente seguem os nossos ide... Bem, deixa para lá.... Acho que vou entrar para comer algo, estou cheia de fome, sabia? –


Ambos voltam para o salão do navio onde era servido a comida, Julian pegava seus pertences e algo para beber e Asuna alguns pães com queijo e manteiga, se sentavam em uma das mesas e comiam, o lugar estava cheio, mas bastante silencioso em relação à noite anterior, ninguém parecia tão animado assim a ponto de ficar conversando alto, o máximo que se escutava era alguns sussurros ao fundo, o espadachim pergunta a médica se faltava muito até chegarem e ela o responde dizendo.

- Acho que falta algum tempo ainda, mas não sou boa em navegação, sabia? -


Julian se mantem então em silêncio enquanto come junto de Asuna que também ficou em silêncio comendo porções absurdas de comida para o tamanho dela, quando acaba de comer todos os biscoitos dados por Elizabeth e tomar sua bebida quente, vai ao banheiro se lavar e ficar pronto para ir para Baterilla resolver suas coisas como pagar sua dívida com Asuna e se alistar na marinha, ainda haviam algumas pessoas comendo e começando a conversar, no quarto, ninguém mais dormia, apenas haviam duas pessoas sentadas em camas diferentes conversando sobre o que pretendiam fazer quando chegassem em Baterilla.

Não demora muito, na verdade, logo depois de sair do banheiro, escuta alguém gritando algo, não conseguiu entender o que era, mas no quarto não havia ninguém, anda um pouco se deparando com o salão do qual também não tinha sinal de vida, mas pela porta conseguia ver todos no convés olhando para frente, ninguém parecia preocupado, estavam apenas vendo, saindo, ele já vê aquele lugar nostálgico que não via já a algum tempo, sua terra e parecia estar do jeito que havia deixado, a não ser pela neve que cobria o lugar. Não demorava para que o navio chegasse e atracasse no porto, Julian descia com Asuna que simplesmente o acompanhava sem falar nada sobre a dívida ou a marinha.

Sabendo que Asuna nunca havia estado lá, decide pedir informações de onde teria um banco, levando em conta que nunca havia precisado ir em um, não sabia onde exatamente teria algum, descendo o navio, pergunta para uma mulher que colocava peixes em um barco e o responde com um sorriso enquanto aponta para uma rua.

- Ah, um banco, é claro, bem... Siga reto por aquela rua algumas quadras e vai dar de cara com uma das cedes do Banco Mundial aqui da cidade. –

Seguido por Asuna, ele se dirigia ao banco andando tranquilamente, totalmente despreocupado com coisas externas, entrando na cidade, Julian percebe que o lugar estava com bastante neve e mais frio ainda que o navio que estavam. Asuna que até agora não vestia roupas de frio tira a blusa que usava na cintura e volta de sua saia e coloca falando logo que chegavam no banco.

- Agora sim deu frio. Espero que nos deem algumas boas roupas para esse tempo na marinha. -


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Última edição por Fanalis B. Ria em Qua 16 Maio 2018, 16:39, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 6 EmptySeg 14 Maio 2018, 21:54

O frio era algo que eu não gostava, mas meu mestre me ensinou a ter controle de meu corpo, portando tentaria não ficar tremendo de frio, usaria a desculpa do clima para aperfeiçoar meu corpo e ver se meu treinamento teria sido o suficiente, caso não conseguisse e começasse a deixar meu corpo tremer encararia aquilo como uma falha minha, por alguns poucos segundos ficaria decepcionado comigo mesmo.
"Agora sim deu frio..."
Quando ouvisse essa frase vinda de Asuna meu corpo congelaria, meu cérebro não escutaria o resto da frase, algo não estava certo, Asuna... Frio... Me viraria vagarosamente e ao ver a garota colocar o casaco meus olhos se arregalariam, fazendo com que ignorasse todo o frio que estaria sentindo naquele momento, ou que estaria tentando deixar de sentir.
-Isso só pode significar duas coisas, uma, ou ela tem medo de bancos... Ou eu estou maluco, estou vendo e ouvindo coisas, ela acabou de colocar o casaco? - Falaria baixo para que ela não escutasse.
Seguiria para o atendente ou se fosse o caso esperaria na fila até que minha vez chegasse, enquanto a esperaria eu pensaria sobre o que Asuna teria falado mais cedo, ou pelo menos tentou falar.
*Será que ela pode mesmo ir contra nossos ideais? Eu não espero que todos sejam assim... Pessoas que não lutam pela justiça é algo realmente triste, se for assim só posso tentar fazer meu melhor para seguir meus ideais, espero que Asuna consiga lutar pelos dela também, mesmo que ela ache que é melhor ir para outro caminho...*
Quando fosse minha vez de ser atendido falaria:
-Olá senhor, bom dia, gostaria de sacar 400 mil berries da minha conta, sou Julian D'Capri.

Caso conseguisse sacar o dinheiro, na mesma hora voltaria com Asuna e entregaria o dinheiro em sua mão, se não pudesse sacar todo dinheiro deveria sacar o que pudesse e então entregaria o dinheiro a Asuna com um sorriso.
-Ainda vai querer fazer algo no banco Asuna?
Se ela ainda fosse fazer algo a esperaria do lado de fora, se não fosse fazer nada no banco falaria:
-Vamos então nos alistar. - Falaria com um sorriso no rosto.
No primeiro momento tentaria pegar alguma boa visão de um lugar alto para tentar encontrar o QG da marinha, se isso não fosse suficiente tentaria seguir as marcas de ataques (que ocorreram recentemente na cidade, como o mestre de Karate Island disse), se mesmo assim não conseguisse me guiar pela cidade até o QG então pararia para pegar alguma informação.
-Senhor(a) poderia me dizer onde fica o QG da marinha? É que gostaria de me alistar.
Se a pessoa me respondesse faria uma reverencia agradecendo e então iria atrás do QG. Quando chegasse neste procuraria algum marinheiro(a), se achasse algum falaria com um tom de respeito em minha voz.
-Senhor(a), poderias me informar como posso me alistar na marinha?
Caso ele(a) falasse como me alistar, obedeceria o que ele(a) havia falado.
Se não houvesse encontrado nenhum marinheiro(a) iria até o QG e bateria na porta, esperando ser atendido, se fosse falaria.
-Senhor(a) vim aqui humildemente me alistar para ser um marinheiro, por favor poderias me dizer como o fazer? - Tentaria falar o mais respeitável que conseguisse.
Caso não fosse atendido por ninguém ao bater na porta simplesmente me escoraria ali na parede e esperaria alguém que pudesse me ajudar em minha missão de me alistar ao exército mantedor da paz. Se viesse a se passar muito tempo esperando eu procuraria um lugar para sentar que ainda fosse próximo do QG.
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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 6 EmptyQua 16 Maio 2018, 19:56


Ali Está O QG! Se Inicia O Alistamento!


Só tinha uma coisa que Julian queria fazer o mais rápido possível e era se livrar da dívida que ele havia feito com Asuna quando ela simplesmente sem sequer perguntar percebeu que o jovem estava sem dinheiro e pagou a passagem de navio para que ambos chegassem em Baterilla sem maiores problemas, chegando no banco, percebe que está vazio, talvez devido ao horário ou ao frio, embora existissem algumas pessoas na rua, mas não tantas quanto no porto ou que ele costumava ver naquela cidade quando morava lá e na maior parte do tempo possuía um clima agradável, se dirigindo até o atendente junto de Asuna, Julian se apresenta pedindo quatrocentos mil berries, ele dá uma boa olhada para o rapaz, sai entrando em uma porta logo atrás dele e volta após alguns minutos com algum dinheiro em mãos.

- Muito bem senhor Julian, parece que está tudo certo, aqui está seu dinheiro. -

Logo depois de pegar o dinheiro em mãos, Julian entrega para Asuna que guarda em suas vestes sem falar nada, apenas dando um sorriso como se fosse de aprovação em resposta a honestidade do espadachim a pagando. Então ele pergunta para Asuna se ela quer fazer algo no banco, em resposta a loira apenas balança a cabeça, mas quando Julian sugere para irem se alistar, sua expressão de negação muda drasticamente e empolgada ela responde alto, tão alto que parece até que ela estava gritando com Julian.

- PODE APOSTAR QUE SIM! EU ESTAVA SÓ ESPERANDO VOCÊ DIZER ISSO. SABIA? -

Ela coloca as mãos rapidamente fechando a boca, fica com a face vermelha, então põe a mão direita na própria nuca a esfregando e continua.

- Foi mal, me exaltei um pouco, o quartel general foi destruído recentemente como você já sabe, mas tem uma base improvisada à algumas quadras daqui, podemos nos alistar lá, sabia? Eu te mostro a direção, vamos lá! -


Ela segurava Julian pelo braço e ia o puxando sorrindo em uma pequena corrida de leve, estava mais do que óbvio que aquela garota de sapatos, uma saia curta e usando uma blusa de frio correndo no meio da rua estava no mínimo empolgada com o alistamento, algumas pessoas passando estranhavam aquela garota com aquelas vestes em meio à neve que caia, mas ela parecia nem estar ligando, apenas levava Julian com ela em direção ao seu objetivo, até que veem uma construção sendo reformada com a marca da marinha, mas Asuna não para por lá, guia Julian por mais uma quadra até um lugar murado com dois marinheiros armados com roupas de inverno bastante pesadas em frente à uma porta, eles sim estavam protegidos contra o frio, a sorte de Julian era sua resistência elevada ou possivelmente já estaria doente diante daquilo.

Chegando lá, Asuna para em frente aos marinheiros, mas antes que pudesse dizer qualquer coisa, Julian pergunta educadamente e respeitosamente como poderia fazer para se alistar, o homem que estava a direita dele faz uma saudação com a mão e com sua espingarda apoiada em seu ombro, abre a porta falando para os aspirantes a marinheiro com um tom bastante sério e com gestos tão perfeitos que pareciam até ensaiados.

- Me acompanhem. -

Ele vai entrando na porta, de cara Julian vê uma área bastante grande com alguns homens e mulheres se exercitando, outros limpando o luga e conversando, hora ou outra, marinheiros olhavam para Julian estranhando o novato um pouco. Não demora até que os três entrem no lugar após passar por uma porta de correr e cheguem a uma porta normal no final de um corredor, dentro do edifício, não havia ninguém, o marinheiro faz um sinal com a palma da mão para que esperem e entra na sala fechando a porta, de fora Julian não conseguia escutar nada do que se passava lá dentro, então fica um silêncio no ar, até que Asuna que já havia soltado Julian a algum tempo fala.

- Acho que vamos nos dar bem, sabia? -


Depois de alguns minutos esperando, sai uma mulher da sala com o uniforme da marinha e uma capa branca por cima, dava para perceber de longe que ela estava patentes a frente dos outros homens pelos quais Julian passou até agora, o soldado faz um sinal de reverência para ela e sai do lugar, provavelmente voltando para sua posição habitual, ela olha para Julian de cima em baixo, depois para Asuna e fala meio alto, parecia até estar um pouco nervosa, enquanto aponta para uma porta, depois outra e outra no corredor, enquanto falava, Asuna fazia uma cara de um pouco descontente, não parecia ser oque ela queria.

- Eu sou a Capitã Yoko, se querem entrar, primeiro precisam mostrar seu valor, para começar o dormitório e os banheiros lá nos fundos estão uma bagunça, é só seguir por aquela porta, nessa tem baldes, panos, esfregões e vassouras, nessa terceira fica uma pequena lavanderia, juntem os uniformes nos quartos e os lavem, podem começar. -

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 6 EmptyQua 16 Maio 2018, 21:59

No momento em que ouço a capitã Yoko falando olharia para Asuna, e ao ver seu rosto descontente seguraria meu sorriso, ao que a capitã acabava de falar eu inclinaria minha cabeça enquanto fecharia meus olhos, e logo depois de fazer essa movimentação seguiria para a porta em que a capitã havia mencionado haver baldes, panos, esfregões e vassouras, primeiramente mudaria minha bainha infinita de lugar, levantando-a e a passando pelo meu ombro, para que ela ficasse em minhas costas, logo depois pegaria uma mecha de cabelo e o amarraria em um coque, para que ele não viesse a cair em meu rosto, dobraria meu sobretudo e o colocaria em minha mochila, a qual Elizabeth havia me dado, pegaria as vassouras e as colocaria em minha cintura, como espadas e junto a seus cabos colocaria os baldes, com os panos dentro.
Ao terminar meu preparo olharia para Asuna, somente para ver sua expressão, assim que o fizesse, caso ela estivesse com uma cara emburrada daria um pequeno sorriso de canto e falaria:
-Pense como se estivesse em um dojo, quando me mudei para o de meu mestre eu tive que fazer isso também, acho que lá é mais complicado, já que tem estátuas e o dojo era grande.
Caso seu rosto não demonstrasse nenhuma expressão tranquilamente falaria:
-Pega os esfregões por favor Asuna, e outros dois baldes também, e se não for muito incomodo enche eles com água e produtos de limpeza.

Ao que terminaria de falar seguiria para a porta que me levaria aos fundos, e então aos quartos (Nem esperaria Asuna), quando chegasse no lugar analisaria bem a cena, primeiramente tiraria os panos de dentro dos baldes, e começaria a recolher as roupas dos marinheiros com o cabo das vassouras e as colocar dentro dos baldes, as usaria como se fossem espadas, tentaria fazer movimentos rápidos e precisos para recolher todas as peças enquanto as colocaria nos baldes (se os dormitórios fossem separados por sexo separaria os baldes para recolher as roupas, um para os homens e outro para as mulheres), caso enchesse o balde antes de acabar de recolher as roupas levaria os baldes com roupas para a lavanderia enquanto assobiaria alguma música calma, na lavanderia jogaria as roupas dentro do tanque da pia (separando-as por sexo), voltaria ao quarto e repetiria o processo de juntar as roupas e leva-las até a lavanderia, quando terminasse de juntar todas as roupas começaria a varrer os dormitórios, caso estivesse levantando muita poeira tiraria minha camisa e a usaria de máscara, para não ficar espirrando o tempo todo, depois de terminar meu trabalho de varrer iria até Asuna e perguntaria:
-Quer começar a passar o pano ou prefere que eu faça isso e você cuida do banheiro? Se quiser eu fico com o banheiro.
Se ela pedisse para que eu ficasse com o banheiro seguiria para este e pegaria um dos baldes com água, um pano e também um esfregão.
Se ela dissesse para que eu continuasse com os dormitórios, o faria e voltaria com um dos baldes de água e um esfregão, assim como um pano em meu ombro.

Nos dormitórios após terminar de varrer começaria a passar o esfregão pelo chão para tirar a sujeira deste, se eles fossem divididos por sexo então começaria pelo dos homens, faria aquilo justamente para tentar não encontrar algum engraçadinho que quisesse fazer piada, e caso encontrasse apenas o ignoraria, mesmo que este começasse a me atrapalhar, tentaria ao máximo apenas continuar meu trabalho de limpeza, e quando os terminasse procuraria arrumar as camas, para tentar deixar o lugar com um ar de novo. Assim que terminasse de limpar por completo o dormitório masculino respiraria um pouco fundo e esboçaria um pequeno sorriso com os lábios.
-Ufa... Agora vamos continuar. - Falaria para mim mesmo enquanto andaria para o dormitório feminino e realizaria o mesmo processo de limpeza, mas com um pouco mais de cuidado, porque mulheres tendem a ser mais minuciosas, se fizesse meu trabalho com alguma falha elas poderiam acabar me denunciando a capitã, e o que menos precisaria agora seria confusão.

Se fosse para limpar os banheiros começaria pelo pior, as privadas, tentaria começar limpando elas e assim que terminasse de as lavar passaria para o chão.
Em todos os processos me lembraria de meu tempo com meu mestre, onde devia limpar o templo inteiro e ainda encerar seu piso de madeira, limpar as estátuas de pedra e também tirar as folhas das sacadas, mas mais importante de tudo, lembraria de cantar as músicas em tom baixo para passar o tempo durante a limpeza, as vezes cantando e outras apenas assobiando, isso ajudaria a relaxar minha mente bem mais do que só se concentrar na limpeza.

Assim que terminasse com tudo iria até Asuna.
-Terminou? Estou indo para a lavanderia começar a lavar as roupas.
Caso ela tivesse terminado a esperaria vir comigo, caso contrário seguiria logo para a lavanderia e começaria a lavar as roupas dos marinheiros, passando sabão em suas roupas e as esfregando com uma escova, repetindo esse processo até a roupa estar branca e azul novamente.
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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 6 EmptyQui 17 Maio 2018, 20:09


O Alistamento Continua! Treinamento Perfeito!


Assim que Yoko acabava de dar suas ordens, Julian se virava e a obedecia sem pestanejar, sempre mantendo a calma diante de qualquer situação, ele se dirigiu até o armário pegou o necessário para o serviço, nesse tempo, Yoko apenas entrou novamente em seu escritório provavelmente para continuar com seus afazeres de marinheira, tinha deixado tudo nas mãos de Julian que estava sozinho com Asuna. O jovem amarra seu cabelo pouco antes de se ajeitar com os instrumentos de limpeza e vendo que Asuna não estava muito contente com o serviço imposto, ainda tenta a acalmar, mostrando que é normal novatos fazerem esse tipo de serviço rotineiro, ela sorri o respondendo agora mais tranquila e determinada.

- Eu não sou boa com esse tipo de serviço, sabia? Mas se temos que fazer isso, darei o meu melhor! -


No que Julian pediu ajuda com os baldes para Asuna, ela simplesmente se dirigiu até eles, os pegou junto de esfregões e foi para lavanderia os encher de água, nesse tempo Julian se dirigiu até o dormitório e recolheu as roupas dos marinheiros, não eram tantas e já estavam separadas em um cesto, ele teve apenas que as levar para a lavanderia onde Asuna pegou o cesto e começou a colocá-las em uma máquina de lavar. Julian retornou para o quarto e começou a varrer, havia alguma sujeira, mas o lugar parecia ser cuidado frequentemente, não chegava a subir poeira como se fosse algo largado. Assim que termina de varrer, Julian pergunta para Asuna se ela queria cuidar dos banheiros ou de passar pano, ela responde com a voz meio tímida.

- Eu prefiro passar pano se não se incomodar. -


Então ela pega o esfregão e começa a passar no chão do quarto que já estava praticamente limpo graças à varrida que Julian deu. Nesse tempo, Julian se dirige para um dos banheiros que parecia ser cuidado frequentemente também, não era nada que estivesse largado a muito tempo, mas mesmo assim, era um banheiro e tinha seu certo nível de impureza. Julian refletia sobre o tempo que passava com seu mestre limpando o lugar minuciosamente enquanto fazia aquele que era um trabalho sujo, mas alguém tinha que fazer.

Assim que terminava, via que Asuna já tinha acabado a parte dela também, além de ter lavado as roupas, o trabalho parecia impecável, mesmo com ela falando que não levava jeito para coisa, se alguém de fora visse, acharia que era um serviço profissional de tão bem feito que estava, sem falar que seu tempo para um trabalho com tamanha qualidade não tinha sido dos maus também, antes que Julian pudesse descansar também, ele percebe uma figura na porta escorada na quina com as costas e uma das pernas, era a capitã Yoko com o rosto levemente abaixado. Ela o vira devagar e fala com sua voz confiante e até certo ponto ameaçadora enquanto olha para Julian que havia acabado de acabar e Asuna sentada, mesmo estando ambos cansados do serviço.

- Então vocês acabar, nada mal, eu já estava imaginando quem mandar para limpar o lugar, bem, se ainda quiserem se tornar marinheiro, me acompanhem. -


- É claro que queremos. -

Responde Asuna que é ignorada pela Capitã Yoko, mas mesmo assim acompanha a Capitã junto de Julian à um lugar atrás do edifício que estava, era um espaço grande e bastante aberto com alguns equipamentos no centro e como se fosse uma pista de corrida em volta, nela haviam alguns marinheiros correndo que saem pouco depois dos três chegarem ao local, Yoko olha para Asuna e Julian, então para os pesos e diz olhando para os dois fixamente com bastante confiança como sempre.

- Preciso que me mostrem que querem realmente entrar para marinha, mas também preciso saber que conseguem entrar, primeiro façam cem flexões, depois cem abdominais, quando acabarem, quero cem voltas pela pista, isso deve dar cerca de dez quilômetros, isso deve me mostrar mais ou menos o potencial de vocês a principio.


Logo que ela acaba de falar, anda até um banco que tem um pouco para o lado de onde estavam e se senta, pega um leque e fica observando Asuna e Julian, apenas esperando para ver se os dois conseguiriam ou se simplesmente desistiriam da marinha por ter um treinamento pesado de mais para dois jovens que sequer viram como o mundo é cruel.

OFF:
 

Ferimentos:
 

Asuna:
 

Capitã Yoko:
 

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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 6 EmptyQui 17 Maio 2018, 22:13

Ao ouvir Yoko nos falando sobre o treino afirmaria com a cabeça e jogaria minha bolsa em um canto do ginásio, enquanto que abaixaria minha bainha infinita para minha cintura novamente.
-Se pretendo lutar usando a bainha de meu mestre, preciso pelo menos aguentar a carregar no treino, se eu falhar aqui, não posso ser digno de olhar meu mestre novamente.
Da bolsa tiraria meu sobretudo e colocaria em meus ombros, como sembre o deixo, enquanto manteria meu cabelo amarrado.
Se houvesse algum tipo de peso de perna ou que desse para amarrar no corpo iria até os mesmos e os amarraria em minhas canelas e em meus braços, caso não houvesse nenhum peso partiria logo para as cem flexões.
Enquanto fazia as flexões me lembraria de meu mestre mais uma vez, aparentemente o treinamento em seu dojo me ajudaria mais do que apenas cortar coisas com espadas, mas sim ganharia resistência para trabalhos braçais, meu corpo teria resistência graças a cada ensinamento que aprendia no dojo, assim que começasse a série de exercícios lembraria de meu primeiro dia no dojo:
"Comece com 50 flexões, assim que as terminar faça 100 e assim aumente 50 a cada vez que refizer o exercício, até chegar na série de 300 flexões"
"Mas mestre, e se eu não conseguir?"
"Tente novamente, dessa vez com o dobro de flexões, se falhar três vezes arrume suas coisas e volte pra casa..."
Meu mestre me ensinou como podia e me deu resistência necessária para lutar, me deu força necessária para levantar uma espada e aguentar o corte de uma, se eu falhasse em um teste físico como aquele não podia aceitar ter sido treinado por alguém, não sou tão fraco a tal ponto, nunca serei e mostrarei, a cada dia irei evoluir meu corpo e minha mente, para cada dia ser mais útil, para cada dia salvar mais vidas e ajudar mais pessoas.

As 100 flexões seriam feitas, mesmo que tivesse com dores em meu corpo viraria meu corpo de frente e enquanto encostaria minhas costas ao chão, também levantaria meus joelhos, começando assim as 100 abdominais, levando meu peito até encostar nos joelhos. Se por acaso estivesse sentindo muita dor em meu corpo fecharia com força meus punhos e continuaria o exercício sem falar nada, mesmo que a dor fosse muita a ponto de sentir minha espinha doer somente pararia se caísse no chão inconsciente, caso contrário continuaria o exercício, respirando pela boca e bufando, para tentar distanciar minha atenção da dor. Assim que terminasse o exercício olharia para Asuna, se ela estivesse com alguma dificuldade em se levantar iria até ela e estenderia minha mão como ajuda, falando:
-Temos muito caminho pela frente como marinheiros, ou você vai deixar para mim o trabalho de cuidar das pessoas?
Se ela agarrasse minha mão para levantar e dissesse que me acompanharia, daria um pequeno sorriso para minha companheira e a ajudaria a levantar.
Caso ela não precisasse de ajuda partiria logo para a corrida.

-100 voltas... 100... Isso me lembra alguma coisa... - Coçaria minha cabeça enquanto correria na pista e repetiria. -100... 100? Onde ouvi isso?
Mesmo tentando buscar em minha mente alguma lembrança relacionada ao numero 100 apenas tentaria ignorar esse fato para tentar poder correr melhor na pista, e ao mesmo tempo em que correria lembraria de minha aventura contra Draco, na qual passei apertos na floresta, e onde tive que testar e ultrapassar todos os limites de meu corpo, onde tive que testar minha resistência em batalha e também a capacidade de correr pela mata, me escondendo e tentando sobreviver, mas a parte em que mais deu sensação de peso, foi na luta contra Draco, onde senti que ia morrer, naqueles momentos eu estava apenas tentando sobreviver, mas meu corpo gritava de dor, em agonia e por dentro eu também gritava em agonia, porque não sabia quanto mais podia exigir de meu corpo, para isso existe esses momentos de paz, para que tente me aprimorar, para que possa evoluir meu corpo, para que possa me destacar, e se não puder fazer isso, não vou poder ajudar ninguém, nem a mim mesmo, e o que me motivaria ainda mais seria meu corpo em dor, isso me motivaria a não parar e a completar os três exercícios de 100 repetições. Ao terminar este que era o último exercício, cairia no chão da pista de joelhos, enquanto puxaria ar, ofegante e desesperado, talvez até tossindo se minha garganta estivesse muito seca, caso pudesse me manter de pé o faria e andaria até a capitã, isso se Asuna não precisasse de ajuda, caso ela precisasse, iria ao seu socorro, mesmo que mal me aguentasse em pé meu corpo se moveria sozinho para a ajudar.
-Marinheiros protegem uns aos outros e juntos protegem todos. - Falaria para Asuna.
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 6 EmptySex 18 Maio 2018, 21:14


Lutando Até O Fim! Asuna  Está Imparável!



Escutando as ordens da Capitã Yoko dadas para os dois aspirantes ao cargo de marinheiro, Asuna e Julian simplesmente se dirigem até o centro do lugar onde exercícios eram feito, ambos se ajeitam para dar início aos exercícios que seriam feitos e deitam em uma área de concreto com algumas almofadas não muito grossas próprias para os exercícios específicos que fariam, então começam a à realiza-los. Nesse tempo Julian se lembrava do tempo que passava treinando com seu mestre para se tornar o guerreiro que é hoje, era um treino bastante semelhante ao realizado, então mesmo tendo alguma dificuldade, conseguiu com proeza realizar as abdominais e as flexões. Já Asuna conseguiu de certa forma realizar, embora não com tanta proeza e maestria quanto Julian, no final estava exausta e Julian a ajuda a se levantar lhe dando a mão como apoio, ela em resposta solta um sorriso, agarra Julian pela mão e fica em pé ainda ofegante, mas pronta para a próxima parte.

Após esse treino até que de certa forma pesado para quem não tem familiaridade com a pratica de treinar todos os dias, chegava a hora da corrida, nessa hora Asuna e Julian começavam a correr lado a lado, Yoko ficava apenas sentada os observando, o lugar estava frio, mas diferente do lado de fora, não havia neve nem na parte do treino ou na pista de corrida, os outros marinheiros devem ter retirado antes deles irem para o lugar, o céu estava nublado, o que ajudava para não ficarem correndo em meio ao calor infernal causado pelo sol naquele horário. Julian corria sem parar, com o tempo, Asuna foi deixada para trás até que Julian deu uma volta nela, mas não parou por aí, ele deu incontáveis voltas no lugar a mais que Asuna, até que completou cem voltas e caiu cansado de joelhos no chão, exausto por uma corrida tão desgastante e repetitiva naquele lugar.

Olhando para Asuna, percebe que ela estava exausta, quase se rastejando, mas vagarosamente ela andava, Yoko não disse sequer uma palavra até o momento, apenas observava como Asuna estava extrapolando suas capacidades para conseguir completar a missão que havia sido passada para ela, mas não havia nada que ele pudesse fazer para ajudá-la, aquilo era algo que ela tinha que fazer sozinha se quisesse ser uma marinheira, ela continuava correndo sem parar, até que depois de várias voltas naquele ritmo lento ela cai no chão e Yoko se levanta falando para Julian.

- Nada mal, ela se cansou tanto que nem estava conseguindo mais raciocinar, deu cento e duas voltas e se esgotou completamente, esperem um minuto. –


Yoko se levantava e logo depois voltava com alguns pães, bolachas e café em xicaras, tudo por cima de uma bandeja, ao lado dela estavam duas mulheres, uma delas tinha cabelos pretos, usava vestes pretas e vermelhas, além de trazer consigo duas do que pareciam armas de fogo e coletes, a outra era uma bela ruiva usando pouquíssimas roupas e trazia duas espadas de bambu, então ainda impotente, falava a Capitã Yoko apontando para onde Asuna deveria ir.

- Primeiro você, Asuna não é? Vista esse colete, pegue uma das armas e se dirija para aquele lado, percebi que você anda com armas de fogo, vamos ver suas habilidades, essas armas não matam, mas sempre que você estiver na mira e for atingida, dependendo do lugar, o colete vai reconhecer e lhe aplicar um dano, mesmo que irreal, se essa parte com a luz do colete ficar vermelha, quer dizer que você perdeu, você vai lutar contra Diamond, cada uma tem sete balas, boa sorte. -

Ambas se posicionavam à uma certa distância uma da outra, Yoko levantava os braços e assim que abaixava por completo a luta começava, Asuna e Diamond saiam correndo uma em direção da outra era uma batalha feroz, elas faziam disparos, sendo que o colete piscava hora ou outra indicando que haviam sendo atingidas, ambas faziam vários movimentos tentando se esquivar de tiros que seriam fatais naquele jogo, até que Asuna dá seu quinto tiro e depois de uma árdua batalha, o colete de Diamond pisca vermelho, ambas se retiram exaustas, Asuna simplesmente se senta sem conseguir falar uma palavra sequer e Yoko fala para ela e logo depois para Julian dizendo.

- Olha só, eu não esperava que você pudesse vencer Diamond, muito bem Asuna. Agora é sua vez, irá lutar contra Lucy, assim que alguém for rendido com um golpe que seria fatal, desistir ou eu considerar que houve um vencedor, a luta acaba, aqui, pegue essa espada de bambu e se dirija para a mesma posição que Asuna estava. -


OFF:
 

Ferimentos:
 

Asuna:
 

Capitã Yoko:
 

Diamond:
 

Lucy:
 

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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 6 EmptySex 18 Maio 2018, 23:59

Quando agarrasse a espada de bambu a mexeria pelo ar, tentando me acostumar com o peso, katanas normais pesam somente um pouco, mais ainda seria um peso totalmente diferente de uma espada de bambu, e ainda demoraria alguns segundos para me habituar, já que as espadas que usava no dojo eram de madeira e pesavam bem mais, golpearia o ar algumas vezes, pelos lados, de cima para baixo, na diagonal e até mesmo levantando meu braço e o deixando reto com a espada, para facilitar me acostumar com o peso, assim que terminasse minha preparação seguiria para a posição que me fora indicado, quando chagasse lá soltaria meu cabelo, tiraria meu sobretudo e com minha camisa faria uma bandana na testa, prendendo meu cabelo, iria querer lutar nas mesmas condições de minha oponente, e sem minhas roupas também poderia ver melhor onde minha defesa teria falhado, era como lutar com um segundo Draco, eu só precisava me lembrar daquela sensação.
Quando estivesse pronto bateria com minha espada de bambu em minha bainha infinita, e ao fazer isso endureceria meus braços e encararia minha oponente, para ver se ela estava preparada, caso ela já estivesse em posição de luta apertaria o cabo da espada.
-Que seja uma luta justa, aqui vou eu!
Ao terminar a frase já estaria avançando contra minha oponente.
Se por acaso visse que ela não estava preparada a esperaria.

Usando de minha velocidade iria contra a mulher em minha frente, com um golpe de espada horizontal miraria na altura de seu pescoço, apenas para ver que tipo de técnica ela usaria, defesa, ou esquiva, o golpe seria apenas para tentar ver isso.
Caso ela defendesse o golpe daria um passo para trás e com meu pé direito impulsionaria meu corpo para a frente novamente, visando tentar realizar uma estocada no ombro que segurasse a espada, se minha estocada fosse bem sucedida impulsionaria o ombro da garota para fazer ela recuar, se ela o fizesse tentaria a acertar com um "corte" na diagonal de baixo pra cima visando acertar suas costelas do lado direito.
Caso ela esquivasse de meu golpe rapidamente tentaria recuar, para não levar uma estocada, ou um golpe a toa, se visse que não poderia retroceder a tempo tentaria usar de minha espada para bloquear o golpe e assim evitar de me machucar.
Mas se mesmo avançando a oponente não recuasse e sim viesse ao meu encontro então prepararia minha espada para um impacto, tentando ao máximo empurrar Lucy para trás, para manter uma certa distância entre nós, se conseguisse abrir a guarda de Lucy empurrando-a, aproveitaria dessa chance e com uma estocada a golpearia no abdômen.

Se a impulsionasse para trás ou a atingisse continuaria meu ataque, não poderia parar até que a luta tivesse um fim, avançaria contra a mulher mais uma vez, mas nesse turno lembraria da luta contra o gatuno, que me causou vários problemas, o homem lutava com maestria e usava todas suas técnicas para me matar, a mesma coisa aconteceu com Draco, a sensação de morte me perseguindo a cada mover e choque de espadas, se quisesse passar nesse teste deveria lembrar daquela situação, da sensação... Essa é a sensação!
Colocaria mais força em minhas pernas e correria como corri naquele dia, o mais rápido que pudesse, botando cada chama de vida em meus passos, em alta velocidade saltaria curvado contra Lucy e tentaria realizar um saque rápido de minha espada de bambu, para golpear o trapézio de minha oponente com um corte vertical trazendo a espada de cima para baixo, e assim danificar seu uso da espada, se ela defendesse colocaria mais força contra sua defesa, colocaria toda minha força, até que ela cedesse.
Caso ela esquivasse me meu ataque, procuraria aterrissar no chão e rapidamente me virar para confrontar Lucy, caso ela já estivesse pronta para me acertar tentaria um bloqueio com minha espada, mas se desse tempo tentaria rolar para o lado de minha oponente, para tentar golpear suas costelas ou suas costas com um "corte" horizontal.
Se por acaso Lucy me acertasse em uma área que não seria vital tentaria resistir ao golpe para aproveitar a situação e acertar um ataque em suas pernas, golpeando com minha espada rapidamente.
Os estalos do bambu se chocando lembrariam-me de Arej quando o encontrei e quando ele aceitou me treinar, meu mestre.

Se Lucy viesse em um contra ataque procuraria usar minha espada para me defender da dela, se ela tentasse ataques verticais usaria minha espada na horizontal para uma melhor defesa, caso ela tentasse ataques horizontais eu tentaria defender com minha espada na vertical, se ela começasse a usar de chutes altos tentaria usar meus braços e ante-braços para a defesa, caso ela tentasse rasteiras e chutes baixos procuraria saltar por cima das rasteiras e tentaria esquivar dos chutes baixos, se visse algum tipo de abertura aproveitaria dessa para tentar derrubar Lucy e a imobilizar, pressionando minha espada de bambu contra sua garganta, se caso eu pudesse agarrar um de seus chutes o faria, o prendendo entre o ante-braço e o bíceps, se assim conseguisse usando meu outro braço golpearia sua perna para tentar a fazer cair de costas no chão, se assim conseguisse pegaria minha espada e a colocaria em direção a sua garganta.
De qualquer forma meu foco principal seria a defesa e não o ataque, aproveitar brechas pequenas para causar poucos danos de primeira instancia e somente se revelarem como golpes mais poderosos ao liberarem uma reação em cadeia prejudicando o corpo de minha oponente com o passar da luta, tentaria também em nenhum momento abrir minha guarda, apesar de Lucy parecer uma garota, ela é da marinha, e é uma oponente, não poderia a subestimar em nenhum momento sequer, ou isso traria meu fim, ela é uma guerreira igual a mim, por isso a capitã deve a ter escolhido, deveria tentar derrotar Lucy o mais rápido possível, meu trato com minha consciência de não matar causando sofrimento ainda está em vigor, e por isso causar dor a Lucy seria duas vezes pior, pois além de ela ser uma mulher, estaria prolongando a sua dor a cada golpe, e isso também me golpearia como um corte.
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 6 EmptyDom 20 Maio 2018, 16:53


Fim Do Alistamento! Virando Soldado!



Agora havia chegado o momento crítico do alistamento de Julian na marinha, se ele não conseguisse derrotar aquela marinheira que se vestia completamente fora dos padrões dos outros que havia visto até agora, talvez ele não pudesse continuar com seus planos e entrar para essa organização que teoricamente visa o bem das população em geral sendo comandada pelo governo como uma executora das leis estabelecidas.

Julian se ajeitava com suas vestes e cabelo, conferia a espada que teria que usar naquela luta a checando de várias maneira até se acostumar com a nova arma da qual nunca havia pegado em sua vida e se dirigiu para a posição que havia sido indicada pela Capitã Yoko, chegando lá, se prepara falando para sua oponente para que lutem justo, ela simplesmente dá um sorriso e segura sua espada com as duas mãos esperando o avanço de Julian que não demora nem um pouco e acontece.

O espadachim sequer se aquecia na luta, no primeiro ataque já almejava o pescoço de sua oponente que em resposta simplesmente levanta os braços e deixando sua espadana vertical intercepta o golpe de Julian com facilidade, então o rapaz dá um passo para trás e realiza uma estocada no ombro direito da garota, vendo o ataque, Lucy se abaixa rapidamente e desfere um golpe horizontal atingindo o abdômen de Julian pelo lado esquerdo, ele até pensou em se defender colocando sua espada, mas Lucy foi muito rápida, então decidiu recuar fazendo com que o golpe pegasse apenas de raspão, mas causasse uma certa dor, depois disso, Julian decide novamente avançar contra a garota que novamente ficava parada segurando sua espada com as duas mãos e aguardando o ataque.

Assim que se aproximava, tentava acertar o trapézio da garota que novamente colocava sua espada na frente e conseguia segurar, mas ele continuava forçando até que Lucy começava a ceder e dava um passo para o lado tentando se esquivar, era uma luta silenciosa, tudo que era possível de escutar eram os choques das armas, a plateia também estava em silêncio apenas observando aquela luta de dois espadachins, novamente ela estava pronta para atacar Julian com um golpe horizontal bastante parecido com o anterior, mas vendo que conseguiria, o espadachim dá uma cambalhota se esquivando do ataque e acerta as costelas da garota a deixando sem ar e fazendo com que ela caia de joelhos no chão, não demora muito tempo para que ela se recuperasse, mas mais ao fundo, a Capitã Yoko já havia falado.

- Muito bem, Diamond e Lucy, podem descansar. Quanto a vocês, Julian e Asuna, acredito que tenham potencial para serem marinheiros, bem vindos a marinha, aqui está a medalha de admissão, ela atesta que vocês são soldados, já vai anoitecer, podem ir para o dormitório se trocar, depois vão para a cozinha comer, aproveitem para descansar hoje, amanhã começam a vida de marinheiros! –

Asuna que já havia descansado bem enquanto Julian lutava e recuperou todo o seu folego dá um sorriso pegando sua medalha, girando o corpo e apontando para cima enquanto falava empolgada, talvez da maneira mais empolgada que Julian já havia presenciado por parte da garota e olha que já foram muitas vezes.

- Legal, minha primeira medalha como marinheira! –


A Capitã Yoko simplesmente sorria vendo a cena, ela sabia que aquela medalha não era nada em relação as coisas que os dois ainda precisariam fazer para se tornarem verdadeiros marinheiros, afinal soldados existem aos montes, mas para ser alguém importante na marinha, ainda haviam várias coisas que os dois precisavam fazer, missões, derrotar pessoas realmente perigosas, proteger pessoas importantes, com o tempo Jullian e Asuna acabariam percebendo.

Ambos iam ao dormitório seguindo as ordens da capitã, mas para surpresa de Julian que talvez nem lembrasse mais sobre isso, já que recusou da ultima vez que Asuna havia se oferecido para ajuda-lo, ela se aproximava dele falando daquele jeito animado dela de sempre.

- Ei Julian, amanhã vamos começar nossa vida como marinheiros e talvez nunca mais tenhamos uma oportunidade dessas, o que acha de eu o ajudar com primeiros socorros como você havia me dito dá outra vez, posso lhe ensinar aqui mesmo no dormitório depois de nos aprontarmos e jantarmos, consigo te ensinar rapidinho, sabia? -


OFF:
 

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Capitã Yoko:
 

Diamond:
 

Lucy:
 

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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 6 EmptyTer 22 Maio 2018, 15:03

Ao ver minha companheira tão feliz sorriria para a mesma enquanto recolheria minhas roupas e minha mochila, depois entregaria minha espada de bambu a Lucy, com um pequeno sorriso.
-Ótima luta, a continuemos outro dia.
Depois seguiria junto de Lucy enquanto a mesma mantia sua felicidade.
“Que tal eu te ensinar primeiros socorros?”
Ao ouvir isso levaria um tempo para responder, mesmo que talvez Asuna já soubesse minha resposta.
-Adoraria sssuna, Asuna, foi isso que eu disse. - Mesmo que quisesse controlar minha fala isso era algo fora de meu alcance, era involuntário de minha parte, a palavra senhorita pulava de minha boca.
Chegando no dormitório colocaria minha farda completa, mesmo que doesse em meu coração, o fato de abandonar as roupas que Elizabeth gastou tempo e linha costurando deixavam um certo peso em meu corpo, cuidadosamente dobraria minhas roupas e as colocaria na bolsa que Elizabeth também me dera e procuraria uma cama desocupada, se achasse uma cama desocupada a tomaria como minha e colocaria minha mochila embaixo desta.
Caso houvessem somente camas ocupadas colocaria minha bolsa no chão e organizaria uma cama improvisada ali mesmo, feito isso me dirigiria até o refeitório do QG, o procuraria apenas seguindo o fluxo de pessoas, me guiando dessa maneira pelo local a fim de tentar encontrar o refeitório, se desse certo procuraria me servir com a comida, nada muito grande apenas um prato simples e não muito cheio, e procuraria sentar-me numa mesa mais isolada, ou a que estivesse com menos grupo de pessoas possível, para poder pensar em tudo que havia passado até agora, mesmo que Asuna viesse a sentar-se comigo não falaria nada enquanto comeria calmamente.
Se não encontrasse uma mesa vazia, mas encontrasse uma com lugares sobrando e isolado o suficiente chegaria até as pessoas sentadas nela e pediria permissão.
-Com licença senhores e senhoritas, poderia-me sentar com vocês? Prometo que nem notarão minha presença.
Caso deixassem, sentaria com eles, se eles se apresentassem, ou apenas perguntassem meu nome os responderia por educação.
-Julian D’Capri.
Se eles viessem a me cumprimentar faria o mesmo, com a feição mais agradável que pudesse.
Se não me deixassem sentar em sua mesa apenas pediria perdão pelo meu incômodo e pegaria minha comida para comer em outro lugar isolado, procuraria um local a céu aberto, para poder desfrutar da companhia das estrelas enquanto como, ao terminar, levaria meu prato para a lavanderia e o limparia, o deixando provavelmente por lá ou com outros pratos limpos que visse.
Logo depois seguiria novamente para o dormitório, para esperar minha companheira a me ensinar como realizar primeiros socorros.

*Aprendizado de perícia - primeiros socorros*
Estaria distraído comigo mesmo, vez ou outra me pegava lembrando dos dias que passei em Karate Island, não podia deixar de lembrar daquela ilha que me ensinou tanto, minha vida podia não ter sido das melhores, mas isso não é motivo para sair matando pessoas por aí, meus sonhos não morreram junto de minha mãe, eles apenas floresceram e agora finalmente desabrocharam, me fazendo ver o que precisaria ser feito no mundo, deveria proteger os seres que nele vivem, as pessoas inocentes e justas, essas pessoas deveriam ser protegidas do mal, não poderia deixar que esse tipo de pessoa morresse por simples esmero de um pirata escroto, vou destruir cada um desses piratas que ameaçam o mundo e sua paz, nunca ouvi falar de nenhum que seja bonzinho, piratas são apenas ladrões que matam e querem fazer tudo que podem, isso não pode ficar assim.
Enquanto pensava comigo nem perceberia a entrada de Asuna no recinto, quando ela me viu apenas sorriu e acenou, como sempre fez, ainda não consegui acreditar na existência dessa garota, tão feliz e boa, as vezes acho ela coisa de minha cabeça, talvez eu possa ter ficado maluco, ou apenas só quisesse ignorar o fato de ter encontrado uma garota que só com a presença infesta todo o lugar com felicidade, algo que seria um pouco irritante grande parte do tempo, talvez ela só estivesse assim por termos entrado na marinha, mesmo com isso eu fico meio incrédulo, não consigo ter toda essa alegria, mesmo assim gosto dela, é uma ótima companhia, mesmo pensando em nossa separação, não queria a aceitar, se tiver um pouco de sorte quem sabe?
-Como você está Asuna? Tudo bem?
-Tudo ótimo estou bem feliz sabia?
-Percebi, ainda bem que você está, preciso de alguém assim do meu lado.
-Como assim? - Ela falou desviando um pouco o olhar. (Ainda não entendi como interpretar ela, tomara que isso seja uma coisa boa).
-Sabe, para recarregar as baterias.
-Ah, entendi.
Ambos ficamos em silêncio por algum tempo até que suspirei.
-Está pronta professora? Gostaria de aprender a salvar vidas.
Asuna soltou um pequeno sorriso e virou para mim após um giro.
-Muito bem cadente, você me ajudará a salvar vidas certo?
Eu não esperava que ela ficasse tão empolgada, isso me deu certo cansaço instantâneo e minha preguiça aumentou alguns %.
-Essa sua cara não parece tão feliz sabia?
Continuaria encarando Asuna sem comentar nada, a mania do: “sabia?” no final das frases ainda me incomoda um pouco, mas ainda está no ponto de eu achar estranho, não ficaria estressado com o jeito que ela falasse.
-Não sinto animação dessa classe.
-Estou bem animado.
-Não parece sabia?
-Por favor começa logo… - Falava com todo meu autocontrole de preguiça, sentia que a qualquer segundo podia desmaiar de tanta preguiça acumulada em meu corpo.
-Ok, começarei falando pelos mais fáceis e simples, cortes, sangramentos e fraturas.
-Esse eu sei, pode passar.
-Shhh! A professora tá falando sabia?
Eu decidi ficar calado, alguma coisa me dizia que quanto mais discutisse mais “sabia?” iriam aparecer.
-Ok, vou explicar tudo bem rapidinho e fácil, mas antes, o conceito, os primeiros socorros são ações que devem ser tomadas para evitar o agravamento de quadros e de manter os sinais vitais da vítima, isso significa que são métodos de emergência que visam manter o paciente vivo até que ajuda chegue ou até que ele seja estabilizado, entendeu?
-Explicaram isso na faculdade, eu sei a definição, só não tenho noção perfeita de como executar tudo isso.
-Ok, agora para os cortes, o que se deve fazer em um corte? Alguém sabe?
Talvez a parte da esquizofrenia não estivesse só me afetando.
-Julian?
-Deve-se limpar o ferimento, para evitar infecções?
-Olha só você sabe, vai ganhar uma estrelinha dourada depois sabia?
Quem sabe quantas vezes o “sabia?” saiu daquela boca?
-E com sangramentos?
-Se estanca?
-Como?
-Pressionando o lugar por uns... 2 minutos? - Falei tentando me lembrar do tempo certo.
Enquanto pensava, o casaco de Asuna foi arremessado contra meu rosto pela própria dona.
-Peeen! Errado, são no mínimo 6 minutos.
-Tem certeza?
-Quem aqui que tá ensinando?
-Desculpa aí professora.
-Continuando, fraturas, sabe como se faz uma tala?
-Tala?
-É, já vi que não, uma tala é uma forma rápida e simples de imobilizar uma fratura, elas podem ser improvisadas usando madeira ou até papelão, é só pegar a área da fratura, colocar a madeira o papelão onde está a fratura e enrolar com gaze ou tecido, isso evitará que a fratura infeccione ou piore.
-Ah! entendi, então funciona como gesso.
-Sim, quase isso, mas não é pra usar aquilo pra sempre, é só pra estabilizar até chegar no hospital.
-É, acho que nada é perfeito, mas entendi.
-Ótimo, agora para as queimaduras, o que se faz quando se tem uma queimadura no corpo?
-Ah! Essa é muito fácil, passa manteiga.
Dessa vez eu nem mesmo tive tempo de argumentar só senti outra peça de roupa me atingir.
-Isso está muito errado.
-Ué, mas não é assim que falam pra fazer? - Falava realmente confuso, sempre ouvi pessoas falarem para fazer isso ao se queimar.
-Devemos estabilizar o paciente e não agravar o quadro dele.
-Tá, foi mal, o que eu tenho que fazer então?
-Deixar na água corrente por 10 minutos.
-Mas e se for uma de terceiro grau? É só entrar no chuveiro?
-Sim, mas depois tem que se procurar o médico, já que e uma queimadura tão grave.
-Não pode nem passar pomada?
Ao terminar minha frase outra peça de roupa voava contra mim.
-Entendi já, pode passar adiante…
-Tomara que tenha entendido mesmo, ok, agora quando uma pessoa é picada por uma cobra, o que você faria?
-Chupar o veneno?
Ao olhar para Asuna ela me mandou um olhar tão profundo que eu já havia entendido meu erro.
-Você deve primeiro de tudo ver que cobra era, tentar lembrar de todas as características do animal, segundo, aplicar gelo no ferimento e se já houverem passado 30 minutos após a mordida não se pode amarrar próximo ao local.
-Sério? Isso é porque não vai adiantar mais de nada?
-Sim, é por isso mesmo.
-Estou entendendo, qual o próximo?
-Choques elétricos.
-Esse eu sei, tem que tirar a pessoa de perto do local, mas tem que fazer isso usando algum material isolante.
-Tá quase certo, mas antes de fazer isso você deve desligar a fonte de energia a qual está promovendo a continuação da descarga elétrica, conseguiu entender?
-Sim, vai ser só um pouco difícil lembrar disso na hora.
-É, mas você deve lembrar Julian, um médico sempre deve pensar calmamente e analisar toda a situação, mantendo a calma sempre. Além de que, se a pessoa desmaiar você deve fazer uma massagem cardíaca.
-Ok. - Respondi a ela, apesar de não ter certeza sobre o que era uma massagem cardíaca.
Estava começando a entender tudo o que não havia aprendido na faculdade, alguns conceitos ainda lembraria, mas bem vagamente, graças a explicação de Asuna eu conseguia lembrar deles e então ativar meu cérebro para guardar aquela informação como um todo.
-Agora, no caso de um envenenamento ou intoxicação, você sabe que sinais uma pessoa apresenta?
-Não.
-Bom, geralmente as pessoas apresentam vômito, suor excessivo e dores abdominais agudas, dependendo do tipo de contaminação a pessoa pode apresentar queimaduras ao redor da boca, dificuldade de respirar ou até dedos arroxeados.
-Tá ok, mas o que eu devia fazer em cada caso de envenenamento?
-Ah claro, bem, você deve verificar o que foi consumido, se a pessoa sofreu exposição por contato com a pele, você deve lavar a parte contaminada por 20 minutos e tirar as roupas que tiverem sido afetadas pelo produto, se for por ingestão, você deve levar a pessoa direto para o hospital, mas enquanto tiver no caminho você pode diluir carvão vegetal ativo na água e dar para a pessoa beber.
-Tá, mas porque carvão vegetal?
-Dizem que limpa a garganta e evita da situação piorar, mais uma coisa, se a pessoa tiver ingerido, não a deixe vomitar, se não a contaminação pode se espalhar pela garganta e paredes do estômago.
-Entendido, mas e se o envenenamento for pelas vias aéreas?
-Aí você tem que levar a pessoa para um lugar aberto, quanto menos contato com a área contaminada, melhor, conseguiu entender?
-Sim, consegui.
-Ótimo, mas lembre-se, se a pessoa desmaiar, você deve realizar uma massagem cardíaca.

Eu não sei o que tinha, podia ser vergonha ou só medo de falar, mas não sabia como fazer uma massagem cardíaca, apropriada, quando era na faculdade meu boneco de testes sempre morria, não conseguia fazer rápido o suficiente, ou não conseguia nem fazer a massagem apropriada, mesmo assim me negava a pedir a Asuna ajuda, acharia que ela zombaria de mim ou não me levasse a sério, afinal, todo médico deveria saber como fazer uma massagem cardíaca, todo médico menos eu.
-Agora, já lhe falei muito sabia? Quero que me mostre um pouco do que aprendeu, faça uma tala em mim, finja que minha perna está quebrada, o que você tem que fazer agora?
-Já entendi.
Como havia ouvido na parte teórica fiz o que entendi, peguei minhas roupas que estavam na mochila e amarrei ao redor da perna dela, ao terminar quando a olhei ela demostrava um desaprovamento só com o olhar.
-Já sabe né?
-Mas eu fiz o que mandou.
-E a parte mais dura? A madeira ou papelão.
-Se for só isso dá pra colocar depois. - Quando terminei de falar acabei recebendo uma coronhada na minha cabeça, não foi para desmaiar, apenas para me causar dor e repreender.
-Não! Não se pode fazer isso, tem que fazer do jeito certo.
-Tá, tudo bem então, o que eu tenho que fazer agora?
-Agora você vai ter que fazer outro exercício, faça uma massagem cardíaca em mim.
-Tá… Mas…
-Você não sabe fazer?
-Não…
-Você tinha que ter me dito isso antes Julian, mas tudo bem, vamos, vou te ajudar, vem aqui comigo.
-Teoricamente eu já estou aqui.
-Tá, mas se aproxima mais, primeiro, você tem que deitar a vítima e checar se ela pode responder.
-Ok, mas nesse caso você pode me responder. - Falava enquanto chegava mais perto de Asuna, que se deitava no chão.
-Não, finja que estou desmaiada, você sabe o que tem que fazer agora?
-Sei.
Como Asuna já estava deitada usei meu dedo indicador e médio para checar seu pulso, colocando-os no pescoço dela, um pouco acima da clavícula, sabia que só teria até no máximo 10 segundos para achar seu pulso, como ela estava simulando que estava desmaiada eu deveria abrir a roupa dela, mas não podia fazer isso, ela estava acordada e essa não era uma situação real, então apenas segui como se ela já estivesse com roupa aberta e segui o arco da costela, até chegar ao meio do tórax, e subir dois dedos, aí então entrelacei minhas mãos, colocando a mão direita por cima da esquerda e apertando levemente, depois disso parei e olhei para Asuna, que estava um pouco corada.
-Ei o que foi? - Perguntei um pouco preocupado.
-Nada…
Ela se sentou novamente no chão e me encarou por alguns segundos.
-Quantas vezes você tem que fazer essa repetição?
-Não sei. - Falei enquanto balancei a cabeça, um pouco desanimado comigo.
-São de 100 até 120 por minuto, e a cada 2 minutos você deve checar como o paciente está, se continuar sem resposta, deve-se repetir a massagem, e você sabe bem fazer a massagem cardíaca sabia?
-Eu sei como seguir os passos, fazer é uma coisa diferente, eu não sei, não consigo confiar em mim.
Asuna pegou em meu braço e sorriu.
-Um médico tem que acreditar nele e em suas habilidades, e deve passar essa confiança para as vítimas, para elas sentirem calma e segurança, se ele não acreditar, quem vai?
-É verdade Asuna, obrigado.
Ela desviou o olhar rapidamente enquanto eu agradecia, mas logo depois voltou o rosto para minha direção.
-Agora, vou te ensinar como fazer uma maca improvisada.
-Tem como?
-Claro que tem, pegue sua camisa e a minha.
Eu imediatamente obedeci o que ela havia falado, nós juntos pegamos minhas espadas, que eram as coisas mais parecidas com pedaços de madeira que tínhamos por perto, pegamos nossas camisas e as colocamos por dentro delas as espadas, fazendo com que elas saíssem pelas mangas, daquela forma se fazia uma maca improvisada, mas Asuna me explicou que para tal era melhor algo mais duro para usar de apoio e como base da maca, geralmente um pedaço de madeira reto, ou uma tábua servem, o que ajuda bastante também são toalhas, principalmente para imobilizar a cabeça, o que se deve fazer é, dobrar as duas toalhas e colocá-las ao lado da cabeça e com uma atadura ou tecido as amarrar, passando o tecido ao redor da testa.
Passamos bastante tempo ali, prováveis 2 horas só falando e praticando, Asuna ainda me falou sobre convulsões e desmaios, que caso uma pessoa começa a ter convulsões não é para se por nada em sua boca (coisa que eu faria se me visse nessa situação, para tentar desdobrar a língua), ao invés disso eu deveria apenas proteger a cabeça da pessoa, para que ela não viesse a se machucar, usando um pano mesmo para amortecer a cabeça, e virar a pessoa de lado, para que a saliva pudesse escoar, sem a pessoa se engasgar, e então feito isso era só esperar. Asuna também me falou sobre desmaios, que quando visse uma pessoa tonta deveria evitar que ela caísse, para evitar uma queda ou complicação maior, como uma lesão, e afrouxar as roupas, para a pessoa respirar melhor, e fazer com que a vítima coloque a cabeça entre as pernas e respire profundamente, mas caso a pessoa já esteja desmaiada é preciso elevar as pernas acima do nível do tórax (uma cadeira ajuda) e arejar o local, até que a pessoa acorde.
Após passados tantos minutos Asuna virou pra mim com um sorriso.
-Acho que já lhe ensinei tudo que pude, sorte a sua me ter por perto sabia?
Com um pequeno sorriso para minha companheira, levantei meu rosto e a encarei.
-Obrigado, de verdade, sua inteligência é algo fenomenal e sua memória é estupenda para lembrar de tanto, não tenho palavras o suficientes para a agradecer.
Ao ouvir meu agradecimento minha companheira vira o rosto e apenas confirma com um aceno de cabeça, e eu confirmo com um sorriso.

*Fim do aprendizado de perícia*

Assim que terminássemos minhas costas estariam doloridas de tantos exercícios, posições diferentes para analisar vítimas, coisas diferentes para fazer, amarrar coisas, estaria além de com dor, cansado, a única coisa que poderia pensar agora seria em dormir logo, logo logo meus dias como marinheiro começariam, e deveria estar acostumados a ele, me dirigiria a meu local para dormir, pensando em como seria no dia seguinte, que missões poderiam ser-me designadas a mim, ou então como deveria me acostumar aquela vida a partir de hoje, perguntas que não saíriam de minha cabeça, antes de deitar viraria para Asuna a olhando naquela que poderia ser uma última vez que estaríamos juntos e com um sorriso falaria:
-Boa noite Asuna.
Me arrumaria e então deitaria para dormir, ansioso pelo dia de amanhã, ansioso pelo mistério que poderia estar ao meu aguardo, que minha vida marítima como defensor da paz e das pessoas boas, comece.
OFF:
 

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