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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Dragonslayer - O olho perdido

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 5 EmptyDom 08 Abr 2018, 15:26

Relembrando a primeira mensagem :

Dragonslayer - O olho perdido

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Julian D'Capri. A qual não possui narrador definido.


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jonyorlando
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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 5 EmptyDom 06 Maio 2018, 16:40

Após ouvir tudo o que falaram eu ficaria quieto, calmamente verificaria meu corpo, para ver todas as minhas feridas, ver como o corpo reagiria ao meu toque, ainda que estivesse curado eu gostaria de estar na cama, para dar ao meu corpo um tempo maior de descanso, cada segundo seria importante para mim e para minha preguiça, olharia para um canto da sala, não um específico, apenas um canto qualquer, onde pudesse encarar o vazio, onde minha mente relaxasse e deixasse de se preocupar comigo, até que ao piscar voltaria ao mundo real, ao fazer isso meu rosto rapidamente viraria e encontraria o rosto de Elizabeth, me acomodaria melhor na cama e olharia mais uma vez para a janela.
-É bom saber que todos estão bem… Irei partir em breve, mas a algumas coisas que gostaria de fazer, a primeira seria doar uma parte do meu dinheiro para as famílias afetadas por Draco, pelo menos um pouco, sinto que o que fiz não foi o suficiente.
Mesmo que Elizabeth negasse ajuda eu continuaria com esse pensamento, talvez mandasse escondido, para que eles não pudessem recusar.
-Devo ir para Baterilla, quero me alistar na marinha, gostei de poder ajudar as pessoas, e eu vou fazer isso enquanto puder, na marinha talvez consiga, mas prometo voltar aqui sempre que puder, para poder ver todos vocês. - Daria uma pausa em minha fala, seguraria meu certificado de caçador de recompensas e sorriria. -Nem pude agradecer a vocês, mas obrigado senhorita Elizabeth, sou grato pelo pagamento, foram os melhores biscoitos que comi desde a infância. - Não deixaria o tom de tristeza em minha voz transparecer, apenas passaria o tom de felicidade, com um grande sorriso.
Ao sentir a dor em meu corpo me lembraria de algo crucial, o dia de batalha, minha falta de preparo em poder planejar algo, apenas pude ajudar lutando, mas queria poder ter feito mais e não gostaria de esperar outro acontecimento igual a esse para poder ter uma chance de me superar, deveria aprender com meus erros.
*Aprendizado de perícia - Estratégia*

Não havia mais o que fazer, aquele dia acabou, a revolução contra Draco havia sido bem sucedida, mas em minha mente eu não teria sido bem sucedido, fiz muitas besteiras e a principal besteira que fiz foi a de não conseguir ter ideias bem organizadas, eu não sabia nenhum planejamento melhor, e isso me dava dores de cabeça, saber que tudo podia dar errado e eu não conseguiria ter um plano extra para aquilo, isso me deixava chateado, era como estar de mãos atadas vendo tudo acontecer a sua frente nada podia ser feito de minha parte, pessoas podiam ter morrido ali e com um planejamento tudo podia ter sido evitado.
-Senhorita Elizabeth, gostaria de pedir sua ajuda. - Falaria olhando para o lençol que me cobria.
-Pode falar, se puder ajudar eu farei.
-A senhorita é uma pessoa realmente muito boa… Eu gostaria de saber se há alguém que poderia me ajudar a planejar ideias, estratégias de batalha.
-Porque gostaria de aprender algo assim?
-No dia em que fomos libertar as pessoas eu não ajudei muito… Eu só pude lutar, não tinha nenhum plano na cabeça caso tudo desse errado, e isso me deixa triste porque podia ter pensado em formas melhores de conduzir aquela batalha, ou de ter derrotado Draco, durante a minha luta contra Draco, senti que podia fazer mais, mas… Eu não sei…
Elizabeth abriu um sorriso e me olhou.
-Eu posso lhe ajudar, sei pelo menos um pouco de estratégia.
Ao ouvir suas palavras viraria meu rosto para ela com uma expressão de surpresa.
-A senhorita sabe? Desculpe a pergunta, mas como a senhorita aprendeu isso?
Elizabeth balança a cabeça levemente.
-Coisas que a vida nos ensina.
Quando a senhorita Elizabeth falou isso percebi que ela não iria querer tocar no assunto, então achei melhor deixar por isso mesmo.
-Adoraria que pudesse me ensinar.
-Sério? Nossa que legal vou poder agradecer a você! - Ela falava com uma animação extraordinária, meu maior medo era que ela viesse para cima de mim com outro abraço daqueles, se isso viesse a acontecer provavelmente minhas costelas quebrariam de novo. -Só tenho que ir lá em casa pegar meu antigo tabuleiro, tem algum problema?
-Acho que não sairei daqui tão cedo mesmo. - Falaria com um sorriso.
-Prometo que volto logo, espera só um pouco ok?
Elizabeth rapidamente saiu do quarto, aproveitei o tempo para refletir comigo o que fazer, provavelmente entraria na marinha como um zé ninguém, mas todo mundo começa de algum lugar não é mesmo? Eu teria que me esforçar o máximo para conseguir lutar pela justiça, meu objetivo maior seria proteger todos que puder, piratas não poderiam mais perturbar a ordem do mundo, isso é o que me estressa mais, piratas, pessoas podres que acham que podem fazer tudo o que querem só por causa de poder, todos que tem poder gostam de menosprezar os outros, espero não encontrar muitas pessoas desse tipo na marinha, enquanto pensaria em tais coisas relaxaria meus músculos e acharia uma posição melhor para deitar, afofaria meu travesseiro e me deitaria, fechando meus olhos logo em seguida, meu corpo ainda precisava descansar e a melhor forma de fazer isso seria dormindo.

Passado algum tempo, eu acordaria, não por vontade própria, mas sim escutando a voz calma de Elizabeth:
“Julian?”
Ao abrir meus olhos via ela ali, com a mão em meu peito me olhando com um pequeno sorriso. Calmamente me levantaria da cama me sentando.
-Trouxe o tabuleiro. - Ela puxava uma pequena maleta quadriculada e a colocava em cima do criado mudo que ficava ao lado da minha cama.
Ao que Elizabeth abria a maleta eu pude ver peças brancas e pretas, elas pareciam ser feitas de pedras, mas o que pude perceber é que ao todo tinham cerca de 32 peças, 16 brancas e outras 16 pretas, o que achei interessante eram os formatos das peças, 8 iguais, menores, que pareciam cones, um par de torres, como em castelos medievais, um par de cavalos, um par de apitos (pra mim eram apitos), como na parte da frente dos trens, e no meio ficavam duas peças diferentes, as mais altas entre todas as outras, uma parecia ter uma tenda de circo na cabeça e a outra tinha uma cruz em cima, ambas ficavam de lados opostos do tabuleiro, quando Elizabeth terminou de organizar todas as peças pelo tabuleiro ela olhou pra mim e com uma voz meiga falou:
-Já ouviu falar de xadrez? Ou já jogou?
-Não. - Falei com um tom meio envergonhado, era como se eu nunca tivesse ouvido falar da marinha na minha vida.
Ao invés de Elizabeth me mandar um olhar de desprezo ela sorriu.
-Tudo bem, não precisa se sentir envergonhado, posso lhe explicar o que é isso, primeiramente, isso é xadrez, pense como dois exércitos se enfrentando, as peças brancas sempre começam o jogo, eu sempre encarei esse começo adiantado como se as brancas fossem o exército do dia e o exército preto como o da noite, então antes da partida começar os dois jogadores devem decidir quem fica com elas, geralmente a gente joga uma moeda e vê como fica, xadrez é literalmente um jogo de estratégia, não existe sorte aqui, somente pensamento, o que importa aqui é como você move suas peças para completar o objetivo, matar o rei adversário.
-Ah entendi, quer dizer, mais ou menos.
-O que ainda lhe confunde?
-A parte da estratégia, não entendi como vou entender o que fazer na hora.
-Isso é difícil de explicar, acho que só quando se joga é que se pode entender.
-Entendi, então a senhorita pode me explicar mais?
-Claro então explicarei as peças, primeiro tem esses, os soldados normais, esses aqui são chamados de peões, eles somente podem “matar” um adversário se este estiver na fileira da frente e na casa ao lado deles. - Enquanto ela me falava as informações também as demonstrava no tabuleiro, movimentando as peças, o que tornava a explicação mais fácil de entender, e como eu deveria me comportar ao usá-las. -Quando eles estão na posição inicial eles podem se mover até duas casas para frente, e caso eles cheguem no final do tabuleiro eles podem virar qualquer peça, menos o rei. - Ela mostrava a peça com a cruz no topo.
-Oh! então esse é o rei. - Eu falava realmente surpreso.
-Sim, esse é ele. - Ela falava enquanto ria.
Ela continuou a explicação, falando das “Torres”, que eram peças que somente “matavam” em linha reta, ou seja, só se moviam para frente, para trás e para os lados.
Falou sobre os “Cavalos”, que eram as únicas peças que podiam pular sobre as outras, mas também eram difíceis de se usar, já que elas se movem em L, apesar de ter ficado meio apreensivo acabei gostando dessas peças, certamente o problema maior seria como aprender as utilizar.
Explicou os “Bispos”, que só podem se mover e “matar” na diagonal.
Também disse que as “Damas” eram as peças mais poderosas, podendo se mover em qualquer direção, tanto em linha reta, quanto diagonal.
E ela acabou deixando a peça mais importante pro final, os “Reis”, que apenas conseguem se mover uma casa para a qualquer direção, ela disse que era como se o rei fosse um senhor de idade, inteligente, mas debilitado pelo tempo, por isso ele é o mais importante, mas também o mais fraco, ele seria o mestre de todos, todos foram ensinados por ele e para mostrar o que aprenderam deveriam o defender com todas as suas forças.
Eu nunca havia encontrado algo tão interessante quanto o xadrez, pelo menos nas explicações Elizabeth não deixava nada a desejar, cada vez mais eu tinha vontade de jogar aquele jogo e mal esperava para poder começar, mas ainda não conseguia entender o que fazer, como montar estratégias, como deveria me comportar para ver o que fazer, mesmo com Elizabeth me falando que só conseguiria entender jogando queria descobrir aquilo logo.

A minha adversária me deixou começar então fiz como pensei, no primeiro momento comecei a avançar com meus peões, começando com os das pontas, movi o primeiro, o colocando na posição 4H.
Elizabeth mexeu seu peão, o colocando na posição 5G, quando ela fez isso instintivamente matei o peão dela, logo em seguida ela moveu outro peão, o colocando na posição 6H, novamente mexi meu peão e matei mais um, logo em seguida Elizabeth matou meu peão com sua torre, fiz o mesmo e matei a torre dela com a minha, que logo em seguida foi morta pelo bispo dela, naquele momento eu tinha mais peças dela morta, então eu estava ganhando, quanto mais soldados ela perdesse mais força ela perderia, ou seja, ganharia, então deveria tentar aniquilar todas as peças dela, infelizmente para mim quando fiz um movimento tirando o peão da frente do meu rei Elizabeth falou:
-Check-mate.
Ao olhar para o tabuleiro eu não vi nenhuma peça que pudesse matar meu rei, então olhei confuso para Elizabeth que sorriu e apontou para seu bispo, que estava na diagonal do meu rei, fechei meus olhos e sorri meio constrangido.
-Perdi…
-Sim, mas até que foi bem para uma primeira partida, você tem que se lembrar, o rei e a peça mais importante, se ele morrer, todas as peças morrem.
-Eu sei, mas é difícil pensar em como proteger ele…
-Não se preocupe, você consegue, o problema é que você está esquecendo o mais importante, você reagem bem quanto ao que fazer, mas o que você realmente deve fazer é pensar para como fazer.
-Como assim senhorita Elizabeth?
-Você está somente mandando pessoas para o ataque, não pode fazer apenas isso, avançar e matar nem sempre é a melhor maneira, as vezes você deve esperar, armar armadilhas, tratar feridos, recuar e descansar, pense nisso, que os soldados se machucam a cada luta, assim como foi com você.
-Entendi senhorita, bem, é um pouco complicado, mas estou começando a entender.
Naquele momento eu havia me identificado naquelas peças, um soldado, que precisou recuar, descansar e planejar, não havia somente ido bater de frente contra Draco, mas havia parado para pensar, eu estava começando a entender como me comportar naquele jogo.
-Que bom, vamos mais uma?
-Sim senhorita, por favor.

Continuamos assim por muito tempo, jogamos várias partidas e comecei perdendo em todas que jogava, mas pelo menos ganhava algum conhecimento, em cada partida aprendia a usar uma das peças, graças a ajuda de Elizabeth que tentava me explicar mais e a minha própria observação, que tentava manter no jogo.
As primeiras foram os peões que aprendi usar, entendi que mesmo que fossem uma peça muito fraca, podiam virar o jogo e atrapalhar muito o adversário, na partida com eles consegui fazer um bom bloqueio, mas meu ataque não foi bom o suficiente e os cavalos de Elizabeth conseguiram quebrar minha barreira, assim abrindo espaço para minha derrota.
A segunda peça que aprendi a usar foram as torres, calmas e imponentes, elas servem tanto para ataque como para defesa, dando suporte aos peões elas ficam incrivelmente fortes, destruindo qualquer peça que tente avançar ou então abrindo caminho para a legião de soldados, na partida com elas perdi por tentar avançar com elas primeiro, quando elas foram destruídas pelos bispos que podiam me atacar na diagonal Elizabeth facilmente destruiu meu exército.
A terceira peça que aprendi a usar foram os bispos, aprendi que eles não servem para ataque direto, mas sim indireto, como se fossem atiradores, dando suporte e com uma boa barreira à sua frente, eles ficam invencíveis podendo tirar peças importantes do adversário a cada avanço, na partida com eles eu tentei fazer isso, mas não consegui retirá-los do campo inimigo graças a armadilhas que Elizabeth havia preparado.
A quarta peça que aprendi a usar foram os cavalos e a dama, peças importantíssimas na proteção do rei, os cavalos servem muito para ataques bilaterais, como uma pinça, cercando os inimigos e os dilacerando, mas um movimento mal calculado e você os perde, assim é com a dama, ela destrói qualquer exército apenas avançando, uma boa jogada com ela é o fim para seu inimigo, na partida com eles esqueci de ver os arredores dos cavalos, e eles foram facilmente consumidos pelo inimigo, enquanto que a dama eu acabei diversas vezes esquecendo de a tirar do campo inimigo, assim a perdendo facilmente para Elizabeth, que já estava percebendo minha falha.
E a última peça que aprendi a usar foi o rei, ele não serve para muita coisa, no final da partida o rei sempre se move porque já perdeu seu exército e não tem outra escolha a não ser fugir, muitas vezes esqueci de minhas defesas, deixando caminhos abertos para o rei, mas na partida com ele, em que aprendi a o usar, ganhei, com muito esforço e sacrifício de peças ganhei, utilizando todas as técnicas que vi com Elizabeth, nós jogamos mais partidas e a cada jogada eu evoluia, aprendia algo e usava isso para ganhar de Elizabeth, pelo menos no final comecei a ganhar dela, estava mais feliz ainda porque aprendi a usar as peças e a montar meu planejamento, algo que pude ver enquanto jogávamos era que Elizabeth tentava-me fazer ver o tabuleiro como um campo de batalha real, para ver os soldados rasos, sargentos, tenentes, e os outros mais fortes, e acabei entendendo isso somente no final, quando consegui transferir minha consciência para o dia contra Draco, onde vi vários tipos de pessoas, bispos, rainhas e os reis eram os reféns, então entendi como ver o mundo, vi que era preciso pensar sempre um passo à frente, um passo cuidadoso, para não precisar sacrificar tudo para apenas uma vitória, afinal, planejar é o primeiro passo para salvar vidas.
*Fim do aprendizado*

Estaria cansado, mais que antes, talvez pelo estresse mental de pensar em estratégias, talvez por ficar forçando meu corpo a sentar, não saberia exatamente, tentaria dormir e descansar o máximo possível.
-Obrigado senhorita Elizabeth, ajudaste muito a minha pessoa, mesmo que tenha me conhecido a pouco já devo a senhorita mais que palavras, logo partirei, mas nunca esquecerei de seu rosto minha senhorita.
Ao terminar de falar tentaria achar a melhor posição para dormir e no dia seguinte (ou quando já estivesse recuperado) partiria para tentar encontrar uma maneira de sacar um pouco do meu dinheiro, pelo menos os 242 mil e 8 berries, se conseguisse achar uma maneira de sacar meu dinheiro procuraria logo em seguida o ferreiro de antes, o qual estava com a bainha infinita, se o encontrasse.
-Obrigado pela ajuda senhor Sora, agora vim buscar minha bainha e devolver sua espada.
Assim que ele me entregasse a bainha infinita com um sorriso entregaria a espada para ele.
-Agora gostaria de comprar essa espada.
Se possível compraria 3 espadas, a usada e 2 novas, mas não gostaria de gastar mais de 100 mil, para conseguir pagar minha passagem para Baterilla.

Caso não encontrasse o ferreiro, mas encontrasse o local onde ele trabalhasse sentaria próximo a porta e esperaria o homem, afinal de contas não poderia sair da ilha sem minha bainha infinita, somente depois de a conseguir poderia sair em busca de um navio para seguir para Baterilla.
OFF:
 


Última edição por jonyorlando em Seg 21 Maio 2018, 17:41, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 5 EmptyTer 08 Maio 2018, 00:00


Treinamento Concluído! Se Inicia A Nova Saga!


O espadachim estava de leito, tudo que fazia era checar seus ferimentos ainda preocupado pelo que tinha passado no acampamento de Draco e pensando em todos os ferimentos que havia sofrido, tomava a decisão de continuar deitado, parecia ser a escolha certa diante da situação atual da qual se encontrava, tentava esvaziar sua mente naquele pequeno quarto de hospital com Elizabeth cuidando dele enquanto se recuperava, escutando o que Julian tinha a dizer sobre o que pretendia fazer dali em diante, sendo a primeira coisa doar algum dinheiro do que havia recebido para as famílias prejudicas pelo terrível pirata, Elizabeth coloca as mãos em suas bochechas por um breve momento com uma cara espantada, sua sobrancelha direita chegava a tremer um pouco, falando para o rapaz pouco tempo depois de se acalmar.

- Estou impressionada com sua bondade, além de você e Perseu, nunca conheci ninguém que faria um gesto tão nobre, tem uma pequena filial do Banco Mundial saindo do hospital e seguindo reto por algumas quadras, tenho certeza que se você for lá e conversar com os responsáveis, eles podem te auxiliar com essa caridade. -

Ela colocava as mãos em seu colo enquanto conversava com Julian que mesmo deitado não queria ficar parado olhando para o teto como se não houvesse amanhã, ele contava seus próximos objetivos para ela que ia balançando com a cabeça com aquele belo sorriso, um dos mais belos que Julian já havia visto, aparentemente aquele que todos pensavam que fosse um caçador de recompensas tinha tomado uma decisão, a decisão de virar marinheiro para ajudar as pessoas mais ainda, Julian prometia voltar um dia para ver todos, Elizabeth ficava abstante feliz e entusiasmada com essa última fala do jovem aspirante a marinheiro.

- Um marinheiro, hein? Realmente, seria melhor você ir para Baterilla, ouvi dizer que houve uma explosão no lugar, mas o Quartel General de lá é bem imponente e eles já estão se reestruturando. - Ela dava um sorriso ao escutar sobre os biscoitos e mexia em um cesto que estava em uma mesa, Julian sequer tinha notado ele, mas de lá ela tira um pote com alguns biscoitos. - Eu sabia que você tinha gostado, por isso trouxe esses, vou deixar aqui na mesa para quando quiser, todo dia vou voltar trazendo mais. -

Julian então se recordava das árduas batalhas pelas quais havia passado e suas dificuldades por não ter bolado nenhuma estratégia viável em larga escala que pudesse funcionar de uma maneira excepcional, mudando o jogo e invertendo as cartas na mesa, o jeito que lidou com a situação e improvisou no momento foi genial, mas com uma estratégia bem bolada, poderia ter virado o jogo para seu lado com maior facilidade, ele então pergunta se Elizabeth que parecia ser uma pessoa muito bem vivida teria alguma ideia de como o ajudar e ela então decide ensiná-lo tudo que sabia, o que Julian não esperava era que ela era uma pessoa totalmente viciada em jogos de estratégia, sendo muitos desses jogos totalmente aplicáveis em uma situação real, eles passaram alguns dias discutindo sobre isso, jogando xadrez por exemplo e se aprimorando nessas coisas, Julian achava ter entendido exatamente como fazer das próximas vezes que se deparasse com esse tipo de situação, mas só o tempo diria se realmente havia se fixado algum conhecimento em sua mente.

Julian agradecia Elizabeth no último dia que ela ficou no lugar, pois no dia seguinte ele planejava retornar com suas aventuras, Elizabeth deu um último abraço no rapaz, um abraço extremamente apertado, Julian que estava totalmente curado não se machucava mais, conseguia apenas sentir o cheiro de algo que pareciam rosas com amêndoas vindo da moça, que emocionada pela despedida, chorava e se levantava dizendo.

- Obrigada por tudo! Não se esqueça de vir nos visitar um dia, eu costurei suas roupas, estão ali na mesa e preparei alguns biscoitos para você, estão dentro dessa mochila que eu trouxe de casa, pode ficar com ela, Perseu está quase se recuperando também, ele adoraria conhecer o salvador dele, nunca vou me esquecer de você Julian! -


Ela se virava e mesmo com algumas lágrimas caindo no chão, andava para fora, tudo que Julian via era seu belo corpo naquele vestido branco andando para fora mais uma vez, sendo essa a última das vezes e então, Elizabeth vira pelo corredor sumindo da visão do espadachim que também estava feliz por conhecer ela, mas teria um longo dia pela frente, apenas se virava de lado naquela noite fria, fechava os olhos e dormia sem saber o que o aguardaria.

No outro dia, Julian estava animado, mas o clima ainda era frio, neve caia, assim que o médico lhe dava alta e deixava que ele seguisse seu caminho, ele se vestia, pegava a bolsa que Elizabeth o deu, o comprovante dado pelo marinheiro, sua katana que estava encostada na parede e partia, uma enfermeira o levava na cadeira de rodas para fora, assim que se levantava, via algumas pessoas agasalhadas passando, por sorte usava seu sobretudo para se proteger do frio, andava em direção ao banco em que Elizabeth o havia recomendado, já estava no meio da manhã quando chegava e entrava, algumas pessoas estavam em uma fila e eram atendidas por alguém no balcão que era protegido por um vidro, haviam dois homens com armas, um de cada lado da sala, tendo no vidro que separava o homem do balcão e seus clientes apenas uma fresta para passar dinheiro e alguns buracos no vidro no rumo de sua boca, provavelmente para poder conversar e ser bem compreendido.

OFF:
 

Ferimentos:
 

Elizabeth:
 

Valter:
 

Ferreiro:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 5 EmptyTer 08 Maio 2018, 10:54

Esperaria calmamente na fila enquanto sentiria um peso no coração, talvez estivesse com saudades e isso era uma coisa ruim, aquelas pessoas eram muito boas e a cada passo que ele dava ele pensava em cada uma delas, mas sabia que só depois poderia voltar ele deveria seguir em frente e esquecer o sentimento de saudades por enquanto, não podia ter se afeiçoado tanto, mas é uma fraqueza de Julian, gostar de pessoas boas, enquanto esperaria comeria dois biscoitos, para matar um pouco da saudade, enquanto os mastigava um pequeno sorriso crescia em seu rosto até que rapidamente morreria quando chegasse sua vez.
-Bom dia, sou Julian D'Capri e vim fazer algumas coisas, a primeira é sacar meus 242 mil e 8 berries.
Caso houvesse um limite de saque eu sacaria só o possível.
-E continuando, gostaria de transferir 3 milhões para as famílias afetadas por Draco, se puder me ajudar com isso ficaria muito grato.
Eu faria o que fosse necessário para poder transferir o dinheiro o dividindo igualmente entre as pessoas, gostaria de fazer isso o mais rápido possível.

Assim que terminasse de fazer tudo que precisasse no banco eu sairia deste e seguiria para o lugar onde encontrei o ferreiro Soma da primeira vez, aquela loja me traria certa nostalgia e antes de entrar nela olharia para sua entrada e suspiraria uma vez, enquanto mastigaria mais um biscoito, assim que terminasse entraria na loja e iria até Soma, se esta estivesse fechada eu esperaria do lado de fora até ela abrir, sentado num banco ou até mesmo no chão encostado na parede, afinal não poderia em hipótese alguma pisar fora daquela ilha sem aquele meu objeto tão precioso.
Ao encontrar Soma sorriria e olharia para minha katana.
-Ela me ajudou muito senhor Soma, agradeço pela ajuda. - Entregaria a espada a Soma logo depois de terminar de falar.
Assim que a entregasse a ele falaria:
-Agora vim buscar minha bainha infinita e comprar algumas espadas, posso?
Após pegar a bainha infinita amarraria ela em minha cintura enquanto compraria as espadas, primeiramente compraria a que eu usei em combate esse tempo todo e escolheria mais duas novas espadas, mas não gostaria de gastar mais que 150 mil, pois ainda teria que comprar minha passagem para Baterilla.
Se somente pudesse comprar a espada que já havia usado me contentaria com isso e a guardaria em minha bainha infinita, adicionando assim a primeira espada.
Logo após terminar tudo que podia com o ferreiro agradeceria a ele.
-Obrigado senhor Soma, volto em breve para ver como estão, espero voltar sendo um sargento ou quem sabe uma patente maior. - Sorriria. -De qualquer jeito, boa sorte com as vendas.
E então sairia de sua loja procurando um barco que pudesse me levar a Baterilla, se possível iria de carona no barco e pagaria algo para quem me levasse, ou se fosse um caso extremo teria que comprar um pequeno barco, mas ainda sim gostaria de pelo menos ter dinheiro para pagar minha entrada na cidade, guardando 100 mil comigo, nada menos que isso.

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 5 EmptyTer 08 Maio 2018, 19:40


Fazendo Compras! Mais Uma Loira Desconhecida!?



Vendo aquelas pessoas en fila, Julian simplesmente decide entrar nela até resolver as coisas com aquele atendente do banco, a fila demorava algum tempo para avançar, Julian passava cerca de uma hora à passos curtos até que chegasse sua vez, chegou à fazer um lanche no caminho desfrutando daqueles maravilhosos biscoitos de chocolate feitos por Elizabeth enquanto esperava, alguma pessoas estranhavam alguém tão inconveniente comendo no meio da fila, outras achavam graça, mas até que não havia chamado atenção de tantos assim levando em conta que todos tinham suas próprias preocupações.

Assim que chegava no balcão, falava seu nome para o banqueiro e seu pedido de sacar algum dinheiro, Julian via um homem de cabelos brancos, olhos azuis, uma pele bem pálida, com um colete social preto e uma gravata borboleta por cima da camisa, ele parecia estar bem sério, olhava Julian de cima em baixo, mas quando o rapaz fala seu nome, ele simplesmente solta um sorriso e fala para Julian com uma voz bastante carismática.

- Você é Julian? Ouvi sobre você, o homem que liderou sozinho os reféns para derrotar Draco, meu primo estava lá sendo refém, como ele tinha se recusado a trabalhar, estava em uma cela, era óbvio que Yang chegaria logo e libertaria todos, mas mesmo assim, você foi muito bem, vejamos, só preciso confirmar sua conta, um minuto. -
Antes que ele saísse, Julian continuava e ele arregalava os olhos diante da bondade de Julian respondendo - Algumas famílias realmente perderam a casa, nós estamos ajudando elas, mas ajuda é sempre bem-vinda, vou cuidar de distribuir o dinheiro para os refugiados. -

Ele se virava e saia passando por uma porta, poucos minutos se passavam, a fila atrás de Julian era grande mas constante, tinham poucos funcionários no lugar, mas parece que davam conta de atender os clientes apesar disso, tinha uma certa distância entre a fila e o balcão, então ninguém da fila escutou a bondade que Julian estava a oferecer, então o homem retorna sorrindo - Diga "X". - Um flash sai de uma câmera, então ele passa um papel por um buraco que tinha no vidro no balcão, no balcão havia tinta e uma pena, no papel algumas coisas escritas com uma linha, o homem continua - Eu liguei para a central pois não achei suas informações, parece que a marinha abriu sua conta, basta assinar e está feito. - Julian assina o papel, passa pelo vidro e entrega para o homem que sorria em resposta. - Aqui está seu dinheiro Sr. Julian. - Ele entregava o dinheiro passando por baixo do vidro - Estamos bem movimentados hoje, obrigado. - Se inclina virando para fila enquanto Julian sai com o dinheiro e grita - PRÓXIMO. -

O espadachim então sai e começa a andar, demora um pouco pois não havia passado por aquela parte da cidade ainda, mas tinha calma e uma certa noção de para qual lado ir, depois de andar por algumas horas naquelas ruas geladas cheias de neve, ele encontra uma parte da cidade por qual já havia passado e à partir dali chega ao ferreiro, a loja estava aberta, mas já era hora do almoço, a rua estava bastante movimentada, enquanto andava, algumas pessoas o reconheceram como o herói que havia derrotado Draco e acenavam para o espadachim o agradecendo enquanto ele passava.

- Obrigado por nos ajudar Julian. -

- Você foi muito bem Julian. -

Entrando no ferreiro se depara com Sora que estava em batendo em uma espada em cima de uma bigorna com grandes luvas, ainda sem camisa, mas de avental e com uma máscara grande e preta de ferreiro, percebendo que tinha alguém na loja, ele saia daquele canto onde estava e se dirigia ao espadachim, Sora joga suas luvas no chão e então pega a espada dando um sorriso, mas quando Julian diz que veio comprar armas ele responde.

- Então você voltou, soube do que andou aprontando, Valter não irá mais me incomodar agora, sua bainha está ali no canto, pode pegar três espadas por mais cem mil berries e ficamos acertados, a bainha fica por conta da casa, não foi tão difícil assim concertar ela, bem, preciso voltar ao trabalho. A propósito, meu nome é Sora. -

Sora pega o dinheiro e deixa que Julian pegue suas espadas, então enquanto se dirige para a bigorna na qual trabalhava, Julian o agradece, em resposta a isso, Sora levanta sua mão se despedindo, pega as luvas que jogou no chão para receber Julian e volta a martelar como se nada tivesse acontecido, apesar de tudo, ele parecia ser um homem bom e trabalhador.

Julian então sai do local e se dirige ao porto, que já sabia onde era pois já havia atracado nele algumas vezes, anda por algum tempo, seu estômago já roncava de fome, era quando chegava no porto, haviam várias pessoas no porto fazendo coisas, mas algo chama sua atenção logo que chega no lugar, havia uma duzia de pessoas em círculo vendo uma cena estranha, era um homem desmaiado enquanto uma mulher loira com roupas curtas no meio da neve fazendo massagem no peito de um homem caído que usava um casaco aberto, as pessoas estavam em silêncio enquanto ela fazia isso, antes que Julian pudesse interferir, ele se sentava rapidamente e duas pessoas o ajudavam o levando para longe enquanto ela dizia.

- Muito bem, o levem para o médico mais próximo de pressa, estou indo para Baterilla! -

OFF:
 

Ferimentos:
 

Mulher:
 

Valter:
 

Ferreiro:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 5 EmptyQua 09 Maio 2018, 00:05

A todos que me cumprimentassem durante meu trajeto eu responderia com “Obrigado” ou então com acenos de cabeça.
Ao meu ver, o homem e aquela situação não seriam meu problema, muito menos de meu interesse, já que alguém teria cuidado do caso sem necessitar de minha assistência, a mulher loira poderia ser bonita, coisa que não ligaria muito, já que ao meu ver todos tem sua beleza, só é questão de apreciar, o que me chamaria atenção seria o conhecimento que ela possuiria, isso certamente capturaria meu olhar, mesmo que fosse por meros segundos. Aquela mulher conseguiu estabilizar o homem muito bem, coisa que eu mais tinha dificuldade na faculdade, primeiros socorros nunca foi meu forte e sempre me dava mal nos testes de salvamento. Mas assim como aquelas pessoas, seria apenas um mero espectador, então assim que o homem foi levado não haveria nada para fazer naquele local, seria isso que pensaria no primeiro momento, mas logo em seguida lembraria que deveria pegar um barco para Baterilla, e que não fazia ideia de como fazer isso, então a solução mais rápida e fácil seria pedir informações, e seria isso que tentaria, como seria o meio mais fácil tentaria me aproximar da mulher com passos leves e calmos, tentando mostrar passividade e não hostilidade, quando ficasse cara a cara com a mulher a cumprimentaria com um pequeno sorriso amigável.
-Olá senhorita, desculpe a incomodar, mas não pude deixar de ouvir que está indo para Baterilla, gostaria de saber que barco irá pegar, já que também quero ir para lá.


Caso ela me estranhasse ou perguntasse o motivo de minha pergunta eu completaria, falando:
-É que sou novo aqui e não sei como ir para lá daqui, meu "barco" está desgastado e agora é impossível de velejar nele.
Se ela aceitasse me ajudar iria para onde ela indicou, ou me guiou, no meio do caminho tentaria puxar assunto com a mulher, nem que fosse no barco, mas apenas faria isso se visse que a mulher havia relaxado e estava apta para conversas.
-Vi que és muito habilidosa com primeiros socorros, poderia me dizer onde aprendeu isso? É que sou médico também, mas nunca cheguei a ser bom com isso.
No final de sua resposta se ela ainda não tivesse me explicado o motivo de estar indo para Baterilla eu perguntaria:
-Por que está indo para lá? Para Baterilla.
Caso ela me perguntasse meu motivo eu responderia tranquilamente:
-Estou indo me tornar um marinheiro, vi bastante coisa acontecendo e resolvi me alistar para ver se consigo salvar mais pessoas, ser uma pessoa que leva justiça e proteção é muito melhor que somente caçar pessoas.


Caso ela não me ajudasse então só continuaria procurando um barco que pudesse me levar para Baterilla, e ao chegar no barco quando não estivesse fazendo nada comeria meus biscoitos, com um sorriso, para me despedir daquela terra que tanto me ajudou e engrandeceu em vivencia:
-Obrigado... Karate Island...
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 5 EmptyQua 09 Maio 2018, 19:42


Indo Para Baterilla! A Viagem se inicia!



Ao ver aquela loira salvando aquele homem com tamanha facilidade, Julian acaba se interessando em falar com ela, alguém como ele que já tinha algum conhecimento médico poderia tirar algum proveito do conhecimento dela que parecia ter grande perícia em uma das fraquezas de Julian no ramo da medicina, primeiros socorros, algo que poderia ser bastante útil em sua futura vida como marinheiro. Quando Julian se aproxima, a garota que estava parada olhando para o homem sendo levado se vira para Julian, coloca as mãos na cintura enquanto sorri e aguarda para ver o que o espadachim tinha para falar, Julian perguntava sobre o barco para Baterilla e em resposta, a mulher apontava enquanto olhava para um brigue que estava ancorado e falando.

- É aquele navio logo ali, então você também quer ir para lá, não é? Pode vir comigo, mas não me chame de senhorita, me chame de Asuna, apenas Asuna, não gosto que se dirijam à mim com pronomes de tratamento, sabia? -

Ela concluía a frase fazendo um "V" com os dedos, piscando e sorrindo, parecia estar bem a vontade apesar de estar usando roupas leves como se estivesse no meio do verão, tinha uma blusa de inverno, mas estava amarrada na cintura, no mínimo ela deve ter uma resistência fora do comum. Eles saiam andando rumo ao navio e Julian perguntava sobre as habilidades dela em relação à primeiros socorros e ela dizia sorrindo enquanto olhava para sua mão como se estivesse bastante determinada e confiante no que estava falando.

- Eu venho de uma pequena ilha aqui no South Blue, seu nome é Centaurea Island, meus pais morreram de uma doença gravíssima e fui acolhida e treinada em medicina pela médica que cuidou deles em seus últimos anos, agora estou partindo para Baterilla para me alistar na marinha e ir para Grand Line futuramente para ajudar como médica os marinheiros que lutam defendendo todas as pessoas. Mas pouco antes de embarcar no navio, aquele homem desmaiou e começou a convulsionar, teve uma parada cardíaca e eu o salvei, para mim, ajudar as pessoas é uma das melhores sensações da vida, sabia? –

Julian se impressionava logo de cara com a semelhança de seus objetivos e falava os seus também de se tornar marinheiro e sobre seus objetivos de salvar pessoas, ela sorria e estendia a mão para cumprimentar Julian falando.

- Vamos nos esforçar então, eu queria mesmo conhecer alguém que quisesse se alistar, sabia? –

Logo que ela falava isso, um homem vestido com uma roupa azul e um chapéu preto, talvez um dos marujos daquele navio, quem sabe até mesmo o capitão pede o dinheiro para que Julian e Asuna pudessem entrar – São trezentos mil berries por cada passageiro. – de cara Julian percebe que não tinha o dinheiro necessário, então Asuna percebendo a situação, pega oitocentos mil berries e entrega para o homem falando para Julian.

- Não se preocupe, pode me pagar quando chegarmos em Baterilla, lá podemos inclusive nos alistar juntos, não sei se percebeu, mas eu fui com a sua cara, sabia? –

Julian subia no brigue e não demorava até que o homem que recebia os passageiros recolhesse a ponte que ligava o navio ao porto, lá em cima, existia uma grande área onde os passageiros ficavam, nela existiam bancos espalhados, mas em relação a área e o tamanho do lugar, não haviam tantas pessoas, apenas umas trinta, junto de alguns funcionários que trabalhavam mexendo nas cordas e limpando o chão, coisa que não parecia estar sendo tão efetiva pois o navio estava cheio de neve por toda parte e continuava nevando mesmo que fosse pouco, assim que chegavam lá Julian agradecia por tudo que havia passado em Karate Island, mas agora, seu foco era outro, chegar em Baterilla, entretanto, não demorava até que Asuna se sentasse em um banco sorridente e falando.

- Se quiser, posso te dar uma palinha sobre primeiros socorros, eu sou muito boa em ensinar as pessoas, sabia? -

OFF:
 

Ferimentos:
 

Asuna:
 

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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 5 EmptyQua 09 Maio 2018, 22:27

Eu não sei se todos pensariam como eu, mas certamente acharia estranho ela terminar todas as frases com um "sabia?", apesar dessa mania não ficaria incomodado, apenas acharia aquilo estranho e guardaria aquele sentimento para mim, sem comentar nada com ela, mas o que realmente me incomodaria seria o fato de ter dependido de Asuna para entrar no barco, e como se isso não foi o suficiente não poderia mais a chamar de senhorita, eu ficaria muito confuso, pois é como geralmente chamo uma mulher nova, isso bagunçaria minha cabeça um pouco, além de me deixar um pouco triste por não poder agradecer o suficiente pelo que ela fez, não teria como expressar minha gratidão com palavras. E ela ainda parece ser uma garota muito boa e gentil, apesar de sua confiança ser acima do normal, já que eu não confio tanto em mim e em minhas palavras, não como ela parece acreditar nas dela, o que agradaria meu coração ainda mais era saber que seus ideais eram parecidos com os meus, e ainda por cima ela gostaria de se alistar, ficaria me perguntando se daria sorte de sermos parceiros ou de estarmos na mesma unidade ou divisão, ficaria imaginando algumas possibilidades e se poderia pedir ajuda para ela uma outra hora, até que ela apareceria na minha frente com um sorriso, falando sobre me ajudar com primeiros socorros, ficaria um pouco confuso e não saberia como começar a responder, várias pssibilidades passariam pela minha cabeça, mas mesmo que eu pensasse em várias maneiras de a responder minha boca não se mexeria, por nervosismo ou por vergonha, pois como não poderia chamá-la de senhorita, meus olhos rapidamente se arregalariam e eu começaria a corar sem saber o que falar esticaria meu braço com o pote de biscoitos em mãos os oferecendo para ela.

Se ela aceitasse os comer deixaria que ela pegasse quantos quiser.
Caso ela não aceitasse, ou me perguntasse alguma coisa eu tentaria me controlar e pensar em como continuar a conversa sem a palavra senhorita, isso seria mais difícil do que eu pensava.
-Ainda bem que gostas de mim senh… - Quando percebesse que iria falar senhorita eu me calaria e fecharia a mão. -Mal nos conhecemos e você já fez muito por mim… Err… Desculpe, é que tenho o costume de senhorita a muito tempo, é um pouco difícil, mas eu consigo. - Respiraria fundo e tentaria me tranquilizar, assim como fazia em lutas. -Não sei como a agradecer, além de lhe pagar, mas não sei se existem muitas pessoas que fariam o mesmo que você, acho que minha sorte está mudando um pouco. - Terminaria a frase com um pequeno sorriso.
No silêncio que deixei é que perceberia as poucas roupas da garota, pelo menos para um inverno aquilo seriam poucas roupas, ficaria me perguntando como diabos ela teria tanta resistência, a única resposta que viria em minha cabeça seria que em Centaurea o clima deveria ser horrendamente frio, nunca em toda minha vida usaria uma bermuda em um lugar gelado desses, não me lembraria de invernos na infância ou no tempo em que passei treinando, talvez tivesse dado sorte de pegar uma época boa, o lugar mais frio que havia estado antes de Karate Island seria o hospital ou lugares com ar condicionado, além disso acho que não, parando para pensar acho que nunca teria visto neve, algo que parando para pensar seria muito bizarro.

-... Asuna, recusarei seu pedido por enquanto, agradeço a gentileza, mas quero apenas relaxar por enquanto, poderia permitir que a incomode pedindo para você me ensinar isso isso em outro momento?
Caso ela dissesse que poderia, então já saberia que poderia contar com alguma ajuda.
Se ela negasse me ajudar depois, entenderia, só teria que procurar outra pessoa para me ajudar com isso, talvez na marinha houvesse alguém que pudesse me ajudar.
-O que fez durante todo esse tempo? Só estudando? Ou já capturou piratas por aí também? - Falaria enquanto comeria um biscoito.
Se Asuna perguntasse de mim responderia:
-É, capturei um pirata, e ajudei algumas pessoas, além de salvar minha família da extinção, doença hereditária complicada. - Falaria apenas querendo dar um breve resumo de tudo.
Caso Asuna viesse a perguntar sobre o pirata, falaria:
-Ele traficava pessoas e matou o filho de meu mestre, então resolvi aderir a causa, em troca de biscoitos, admito que foi o melhor pagamento… Acho que só ver os sorrisos de todo mundo já pagou mais que tudo…
Se ela perguntasse sobre a doença de minha família, falaria:
-Era uma enzima que habitava no corpo das mulheres, ela fazia com que todas fossem acometidas por alucinações fortes e agissem de forma hostil com todos a sua volta… Ou até consigo mesmo… - Após a explicação pararia por um momento pensando sobre o passado, mas logo tentaria sair do transe com os olhos piscando. -Não ia permitir que essa doença levasse minha irmã também, diziam que essa doença era incurável, mas eu consegui e vou fazer isso com todas as doenças… Pelo menos tentarei, se vou conseguir é outra história. - Falaria com um pequeno sorriso se abrindo no canto do rosto.
Depois de pensar um pouco olharia para Asuna.
-Parece que somos mais parecidos do que imaginei. - Abriria um sorriso. -Gostei de você, sabia?
Enquanto o barco velejaria pelo mar eu ficaria ao lado e Asuna numa posição que pudesse apreciar o mar e a paisagem, se pudesse deitaria em um banco com uma visão privilegiada para descansar e ao mesmo tempo tentar apreciar a paisagem, enquanto aproveitaria o vento, tentaria me manter acordado para ver todo o trajeto e para caso Asuna quisesse falar comigo.
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 5 EmptyQui 10 Maio 2018, 20:42


Conhecendo Asuna! Hora Do Lanche!


O médico estranhava um pouco o comportamento diferente de Asuna que era uma garota bastante independente e audaciosa, além de ter suas próprias particularidades em relação às outras pessoas. Apesar das diferenças, Julian julgava a garota como alguém decente e com um bom coração, ficava agradecido pelo favor que ela havia cometido ao lhe emprestar o dinheiro da passagem para que o espadachim pudesse retornar para sua amada ilha e entrar para a marinha. Julian se incomodava um pouco por ela pedir que não usasse pronomes de tratamento quando se referisse a ela, o problema agora seria na luta interna entre querer falar algo e dizer outra coisa por estar tão enraizada em seus pensamentos, então sem saber exatamente como prosseguir, ele oferece alguns dos biscoitos feitos por Elizabeth de modo que Asuna solta um sorriso vendo o gesto do espadachim e pega dois biscoitos começando a comer um de cada vez, sendo que fala pouco antes de comê-los.

- Obrigada Julian, você é muito gentil, sabia? -

Ela escuta atentamente o espadachim enquanto come os biscoitos, sempre sorrindo e feliz, no mínimo era carismática, achava graça dos erros do rapaz se debatendo e auto-corrigindo sua fala para se adaptar ao pedido dela de que a chamasse apenas de Asuna, assim que ela acaba de comer, logo depois de Julian a agradecer e pedir que ela o treinasse depois se ainda quisesse, ela começa a balançar as pernas, pois as mesmas não chegavam no chão e ela estava bastante animada, começava a falar empolgada para o espadachim ainda feliz e sorrindo.

- Posso te ajudar sim, não tem problemas, temos uma viagem até que demorada pela frente e achei que você pudesse querer aprender nesse tempo, mas sem problemas, quando estiver disposto, eu te ajudo, em relação a passagem, não há de quê, é uma coisa minha, eu gosto bastante de ajudar as pessoas, sabia? -

Julian pergunta sobre os feitos dela enquanto come outro biscoito, a garota parece se surpreender um pouco com a pergunta e o interesse de Julian por ela, mas mesmo assim, responde naturalmente, ainda balançando as pernas para frente e para trás como se continuasse empolgada.

- Beeem, para falar a verdade, não, nunca lutei com um, eu não gosto de piratas, principalmente aqueles que só querem causar o caos, os enfrentaria com tudo que tenho, usando essa belezinha aqui. - [b]Ela retira de suas vestes uma pistola a mirando para o nada, depois dando um beijo em seu cano e continuando a conversa, mas agora mais estática [b]- Sou muito boa com armas, em especial essa aqui, já consegui ajudar os revolucionários da minha ilha a matar e capturar alguns bandidos que causavam confusão na ilha, mas foi só isso, eu tenho uma mira muito boa, sabia? Mas e você? Já derrotou algum pirata? -

Ela parecia estar ficando empolgada com a conversa, até puxava assunto com Julian que a respondia falando sobre seus feitos derrotando Draco e sobre como salvou sua família pegando uma planta rara em Karate Island. Asuna simplesmente sorria e balançava a cabeça concordando com o que o pirata falava, ela simplesmente estava se entusiasmando e gostando da conversa.

Então Julian fala que são mais parecidos do que ele imaginava, dizendo que gostou de Asuna que ao escutar isso, ficava com as bochechas vermelhas e desviava um pouco o rosto mexendo em seu cabelo, simplesmente parecia ter ficado com vergonha e ao mesmo tempo gostado daquilo que havia escutado sair da boca do espadachim, ela começava a falar quando era interrompida pelo homem que havia os recebido gritando para todos com uma voz firme.

-  Eu tamb... -

- O SALÃO DE JANTAR ESTÁ PRONTO, VENHAM COMER, O DORMITÓRIO TAMBÉM, FICA ENTRANDO PELA PORTA NO CENTRO DO SALÃO. -

Todos começavam a entrar em uma porta que levava a um grande salão, virando o pescoço, Julian via que nele haviam várias mesas ligadas umas as e uma mesa com comida em diferentes bandejas e pratos encostados, os passageiros iam pegando os pratos e colocando a comida que era composta basicamente por peixe e diferentes frutos do mar como caranguejo, lagosta, camarão e outros, como bebida, tinha vinho, sake, suco de laranja e rum, Asuna simplesmente fala.

- Vamos comer e descansar então... -

OFF:
 

Ferimentos:
 

Asuna:
 

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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 5 EmptySex 11 Maio 2018, 19:14

Ficaria surpreso com sua arma, não esperava que ela usasse uma, na verdade, não pensava nem que ela poderia ter lutado, mas graças às suas respostas saberia que ela era uma garota forte e independente, mais do que eu já a achava. "Ainda bem" deveria dizer em minha cabeça e quando ela comentou de minha gentileza não seria muita coisa para me orgulhar, para mim era algo que deveria ser praticado por todas as pessoas, gentileza gera gentileza e assim o mundo poderia ser um lugar melhor, mesmo o pior dos passados poderia ser consertado com um pouco de amor, mas as pessoas em sua maioria troca o ódio que é recebido por mais ódio, e isso só piora a situação, eu não culparia quem pensasse diferente de mim, afinal ninguém é igual nesse mundo, mas para mim o mundo funcionaria melhor desse jeito.
Ao ver Asuna desviando o olhar, me perguntaria se falei algo que não deveria, já que aquela garota tão imponente desviou o olhar, talvez falei algo engraçado ou simplesmente falei demais, não entenderia seu comportamento, a única coisa que me concentrei na vida foram salvar vidas como um médico, para isso dedicando grande parte da minha vida na faculdade, e treinar como espadachim, que dediquei outra parte de meu tempo com meu mestre, emoções nunca foi meu forte, afinal em ambas as minhas áreas de atuação fui ensinado a as ignorar quase que por completo, por isso seria tão complicado de saber o que passaria na cabeça de Asuna, talvez ela usasse um pouco mais de emoções, ou talvez eu que fosse burro e ignorante demais para não ter percebido minha falha em minha oratória, isso me deixaria um pouco intrigado.

Ao ouvir o homem falar da comida o seguiria automaticamente, eu estava com fome e minhas necessidades podiam ser alimentadas, já que não estava no meio de nenhuma missão, mas sempre esperando minha companheira vir comigo, para a acompanhar. Ao entrar no salão veria tanta comida que me lembraria da casa de minha amada avó, onde serviam vários pratos em bandejas para comermos, um pouco de saliva se formaria em minha boca, mas logo a engoliria, o cheiro dos pratos era intoxicante, tantos cheiros e aparências agradáveis me fariam abrir um pequeno sorriso rápido, enquanto tentava definir o que pedir.
"Vamos comer e descansar então…”
-Ok. - Responderia. -Sentarei naquela mesa. - Falaria apontando para uma mesa mais ao fundo do salão, não gostaria tanto de companhias na hora de comer, mas abriria uma exceção caso ela quisesse sentar-se comigo.

Pegaria um prato e talher e logo iria me servir, colocaria um risoto de camarão em meu prato, um prato que achava delicioso, caso não houvesse esse prato para se servir procuraria carne de peixe para comer, de bebida pegaria vinho, tentaria achar algum vinho tinto ou rosado, se possível seco. Assim que estivesse totalmente servido iria para a mesa me sentar para poder comer, eu comeria em silêncio, coisa que estaria acostumado a fazer, pois tanto na faculdade quanto no templo treinando com meu mestre somente dormia mais tarde que o normal, porque ou estaria treinando com a arte da espada, testando movimentos, ou estaria estudando anatomia humana, fosse para a prova ou apenas para saber mais, o máximo que faria seria sorrir para Asuna, caso esta sentasse comigo. Ao terminar de comer levantaria e iria para algum quarto junto de Asuna para tentar dormir um pouco, ou pelo menos descansar.

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 5 EmptySab 12 Maio 2018, 14:43


Indo Para Baterilla! Agora Falta Pouco!


O frio no lugar é grande, mesmo que não esteja nevando mais, ainda tem neve no convés e um vento gelado passava pelo navio. Julian fica sem entender as reações de Asuna que hora ou outra muda de atitude conforme o rapaz fala. O importante é que médico está com fome e assim que o trabalhador do brigue avisa sobre o jantar, ele se levanta rapidamente indo em direção ao salão para poder se alimentar e se preparar para mais um dia no qual pode ocorrer alguma aventura inesperada.

Chegando no salão, ele sente um cheiro bastante forte vindo da comida, o aroma dela é delicioso, deixando todos que estavam lá se organizando para fazer uma fila e se servir com água na boca, não eram tantas pessoas, então Julian consegue pegar seu risoto de camarão que por sorte havia entre os alimentos, de sobra ainda, para que quem quisesse, se servisse, além de um vinho tinto seco, as garrafas ficavam em uma mesa à parte, Julian pega uma taça e enche com aquela bebida que parecia ter uma qualidade bastante aceitável e se senta à mesa, não demora até que Asuna que estava se servindo logo atrás dele chegasse com seu prato com arroz e polvo cozido e sua taça também de vinho. Havia bastante conversa no local, ao fundo era possível ver uma jovem tocando uma suave melodia enquanto todos conversavam e comiam.

Julian e Asuna comiam em silêncio, parecia que ambos estavam com bastante fome, quando começaram a comer já estava anoitecendo, demora um pouco para terminarem e quando o fazem, já é à noite, Asuna ainda repetiu o prato mais três vezes enquanto Julian comia seu único prato, chegava a ser estranho como ela mantinha o corpo daquela forma impecável mesmo comendo tanto, qualquer um que visse aquela cena se perguntaria “Para onde vai toda essa comida?”. Depois de comer Asuna se levanta dizendo.

- Acho que vou dormir, amanhã conversamos mais, quando como muito fico com bastante sono, sabia? –

Ela entra no quarto do qual o homem havia mencionado antes e fecha a porta, Julian que ainda não havia terminado de comer e gostava mais de comer sozinho, simplesmente finaliza sua refeição, assim que termina seu risoto de camarão, se levanta e vai para o quarto que Asuna havia entrado, lá existiam diversas beliches naquele quarto apertado que mais parecia um corredor com camas, ao fundo, havia uma porta aberta com iluminação do que parecia ser um banheiro, mas ele simplesmente se deita em uma cama próxima à qual Asuna dormia com o corpo todo desengonçado e esparramado e começa a dormir.

Julian teve uma boa noite de sono, nada o incomodou enquanto dormia, no outro dia, assim que se levanta, percebe que Asuna não estava mais dormindo, tudo que via era sua cama bagunçada, saindo do quarto, vê um belo café da manhã nas mesas que antes haviam o jantar, com doces variados, bolos, pão, café, leite e outras coisas.

Saindo do salão, vê Asuna na proa com uma caneca de café em mãos olhando para o oceano enquanto um vento gelado soprava fazendo seu cabelo amarrado voar para o lado, ela bebia um pouco de café e assim que percebia Julian, dava uma olhada para ele, voltava a olhar para o mar e falava com uma voz cansada, provavelmente por estar bastante cedo, o Sol mal havia nascido e ambos já estavam acordados.

- Ei Julian, acha que vamos nos dar bem na marinha? -


OFF:
 

Ferimentos:
 

Asuna:
 

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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 5 EmptySeg 14 Maio 2018, 14:07

Ao acordar não costumaria falar muito, não era de meu feitio começar uma conversa logo pela manhã, as pessoas poderiam confundir minha cara de adaptação ao ambiente com uma cara séria e estressada, caso alguém confundisse não haveria motivos para me explicar até que alguém comentasse algo, quando levantasse de minha cama dobraria o lençol que teria usado, arrumaria a cama, tentando a deixar com a menor quantidade de dobras possíveis, afofaria o travesseiro e repetiria isso na cama de minha companheira, eu havia sido disciplinado minha vida toda a fazer aquilo, era uma mania e não seria naquele momento que a abandonaria, quando terminasse seguiria meu caminho para fora da cabine.
Ao sentir o cheiro do café alguns de meus sentidos acordariam mais rapidamente, mas não pararia para comer nada no momento, queria só saber onde minha acompanhante estaria, andaria pelo meio das pessoas com um passo lento e calmo, graças a minha adaptação a luz ainda poderia estar tonto, dessa maneira meu passo estaria mais lerdo, atravessaria o salão e sairia do mesmo até que veria minha acompanhante.


"Ei Julian, acha que vamos nos dar bem na marinha?"

Foi a pergunta que Asuna me fez, por alguns segundos não a responderia, graças a minha sonolência, ela poderia acabar achando meu silêncio algo irritante, ou até que não tivesse prestado atenção no que ela falara, já que meu cérebro ainda estaria processando a informação que ela havia me dado, depois de aproveitar a brisa gélida em meu rosto e o som das águas batendo nas madeiras do navio a responderia.
-É uma ótima pergunta Asuna... Acho que seremos como qualquer outro e acho que como médicos seremos muito bem-vindos, afinal eles estão sempre lutando pela paz e justiça em várias partes do mundo, pessoas que podem ajudar marinheiros a continuarem de pé devem ser muito queridas por lá... Mas a pergunta que eu quero me responder é como eu vou conseguir os ajudar... Por que perguntas isso? Tem medo de algo? Ou está receosa porque acompanhou os revolucionários?
Se ela falasse que era por causa dos revolucionários, responderia:
-Talvez eles pesquisem sobre seu passado, mas se eles não acharem nada para desconfiar não irão lhe prender, é só você dizer a verdade. Claro, não sei qual a verdade então você decide. Não se preocupe tenho certeza que tudo ficará bem.
Se ela não comentasse mais nada, falaria:
-Bom dia senhorita Asuna...
Estaria com tanto sono que nem perceberia o acréscimo de "senhorita" em minha fala, depois de falar com Asuna me viraria e seguiria para o salão, isso se ela não me falasse algo ou se alguém me fizesse ficar na proa.

Voltaria para o salão e ao estar nele iria atrás de uma xícara de café com leite, e neste colocaria quatro colheres de açúcar, iria até o quarto e pegaria o pote de biscoitos para poder os comer, ao reunir todos meus pertences voltaria para junto de Asuna, caso não a encontrasse no mesmo lugar de mais cedo apenas sentaria em um banco para poder apreciar a paisagem e pegar o vento frio matinal, caso Asuna ainda estivesse lá perguntaria.
-Será que falta muito para chegarmos?
Caso ela dissesse que faltaria muito para chegarmos, me manteria em meu lugar comendo meus biscoitos e tomando meu café, mas caso ela dissesse que faltaria pouco ao invés de continuar sentado me levantaria e tentaria ver Baterilla do lugar de onde estaria, e se visse, enquanto a observaria tomaria meu café e comeria os biscoitos com um sentimento de nostalgia daquele ar, nostalgia de minha casa natal. Caso não visse Baterilla eu apenas voltaria para meu lugar e comeria meus biscoitos.
Ao terminar de comer seguiria pro banheiro, para tomar um banho e me vestiria para quando chegar em Baterilla não estar sujo. Quando aportássemos iria logo procurar um banco, para sacar o dinheiro que deveria a Asuna. O procuraria primeiramente só com a visão, caso não conseguisse o avistar buscaria informações com algum morador.
-Senhor(a) poderia me indicar para onde fica o banco.
Caso alguém me ajudasse eu agradeceria com um sorriso e seguiria para o local para fazer o que eu queria, pegar os 400 mil berries para pagar Asuna, assim que o sacasse o entregaria para sua dona com um sorriso e então gostaria de seguir para o quartel da marinha, se não soubesse como chegar lá pediria informações ao moradores:
-Desculpe, mas o senhor(a) poderia me dizer onde posso encontrar o QG da marinha? Sabe, gostaria de me alistar.
Caso alguém me ajudasse mais uma vez agradeceria e seguiria para onde haviam me indicado, caso não me ajudassem tentaria achar sozinho, procuraria sinais de ataques (já que o quartel sofreu um ataque a pouco tempo) ou então tentando avistá-lo de locais altos.
Como estaria a muito tempo longe de casa observaria tudo na cidade como se fosse a primeira vez que estaria a visitando, ao encontrar a sede procuraria algum marinheiro, se não encontrasse nenhum bateria na porta do próprio QG, caso alguém atende-se procuraria dizer com o máximo respeito:
-Senhor(a), vim aqui em minha humilde pessoa para me alistar na marinha, por favor me deixe ajudar o mundo. - Falaria fazendo uma reverencia.
Se ninguém respondesse a batida na porta procuraria um banco próximo do QG para poder ver quando alguém chegaria para me ajudar no meu alistamento.

OFF:
 

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