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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Dragonslayer - O olho perdido

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 4 EmptyDom 08 Abr 2018, 14:26

Relembrando a primeira mensagem :

Dragonslayer - O olho perdido

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Julian D'Capri. A qual não possui narrador definido.


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jonyorlando
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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 4 EmptyDom 29 Abr 2018, 10:42

Eu ficaria pensativo, uma parte de mim queria descansar logo, outra reclamava das dores e outra pensava em uma estratégia, mas todas as minhas partes continuariam a me dizer "Não desista!" eu olharia para o mapa simplista feito por Kaito enquanto coçaria meu queixo.

-Eu tinha um plano de atrair eles para fora do acampamento e vocês soltarem os reféns, mas haveria o problema de Draco manda-los como reforço, eu também pensei em vocês alertarem Draco sobre meu ataque, dizendo que eu matei mais homens na floresta, mas o problema seria se Draco quisesse todos na floresta, incluindo vocês, meu planejamento tem muitas brechas, portanto acho melhor seguirmos o seu senhor Kaito, mas tem que prometer que irá continuar vivo, para poder aproveitar o resto da vida com sua família.

Após terminar de falar aguardaria os comentários de Kaito, caso ele concordasse com meu plano ou mostrasse que daria certo eu o seguiria e iria para a floresta, para la aguardar a chegada de Draco e seus homens.
Caso Kaito preferi-se continuar com seu plano eu aceitaria e iria para um lugar onde pudesse ver o acampamento, mas ao mesmo tempo pudesse notar a movimentação de dentro dele, eu só não faria isso se Kaito me aconselhá-se a ficar naquele lugar, caso o fizesse eu obedeceria e ficaria ali, enquanto esperaria o sinal.

Enquanto esperaria o começo do plano eu aproveitaria para descansar mais um pouco, eu fecharia os olhos me lembrando de tudo o que passei até agora e pensaria na minha família "Será que eles estão me vendo?" Ao que essa frase passaria em minha mente um sorriso apareceria em meu rosto, um sorriso com uma mistura tristeza e felicidade, pois eu saberia que eu nunca teria minha resposta enquanto estivesse vivo, mas ao invés de me preocupar com isso eu deveria me preocupar com o agora, eu sentaria e encostaria as costas nas pedras, ou em uma árvore, para tentar relaxar um pouco, músculos muito tensionados poderiam gerar lesões, e eu iria querer poder lutar tranquilamente sem tentos problemas de meu corpo para me atrapalhar, se ouvisse o sinal ou algum barulho eu rapidamente levantaria para ver, se o plano já tivesse começado eu deveria correr para onde Kaito havia indicado e ao chegar lá eu tentaria entrar discretamente e ir para onde os reféns estariam.

Caso eu conseguisse entrar sem ser notado eu verificaria a área em que eu me encontraria, para verificar se estaria sem movimentação e sem homens, caso sim, tentaria correr o mais silenciosamente e cuidadosamente que pudesse até os reféns, caso eles estivessem presos por amarras eu as cortaria com minha espada, caso fossem algemas, tentaria as arrebentar com minha espada, caso fosse uma cela e tivesse cadeado eu tentaria o arrebentar usando minha espada, mas caso fossem necessárias chaves para libertar os reféns eu tentaria as achar o mais rápido possível, assim que libertasse os reféns falaria baixo, tentando não fazer barulho:
-Quem souber usar armas venha comigo, iremos derrubar Draco hoje.
Ao que terminasse de falar levaria os reféns até o armazém de armas para que se armassem.

Caso o local estivesse com algum homem eu tentaria ser o mais furtivo que pudesse, para desta forma tentar assassinar o homem o mais rápido que pudesse e continuar minha missão.


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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 4 EmptySeg 30 Abr 2018, 01:04



Início De Uma Guerra! O Verdadeiro Inimigo Aparece!


Naquela noite fria e escura, o céu começava a se limpar, era possível ver uma grande Lua Cheia que começava a dar luz ao ambiente junto de algumas estrelas, aquele tempo horrível e estranho se transformava em uma simples e bela noite, o único problema era a revolta que estava prestes a começar entre os cidadãos de Karate Island e os malignos piratas de Draco, como Julian atuaria e faria o que era necessário dependeria apenas dele, seu mestre havia lhe pedido algo simples, parar Draco, mas isso foi ganhando um nível de complexidade absurdo com o tempo.

Kaito concordava com o jovem médico apenas fazendo um gesto com a cabeça quando ele lhe pede que não morra, então sai correndo pela floresta a dentro deixando o lampião e Julian lá naquele lugar. Julian se senta em uma árvore para descansar um pouco, algo grande estava prestes a acontecer, mas o rapaz mantinha a calma pensando em seus entes queridos e nas coisas que faria a seguir. Por um breve momento ele fecha os olhos e dorme, estava exausto de todo o caminho que fez até ali e pelas lutas que teve que enfrentar. É quando escuta um barulho e acaba acordando dando de cara com várias pessoas, cerca de vinte homens e mulheres, era um grupo grande, então Kaito que estava na frente fala, seguido por algumas pessoas do grupo, eram tantas que algumas vozes sequer conseguiam ser entendidas, apenas a dos que estavam mais próximos de Julian, o olhar de todos parecia focado no que estava ocorrendo sem pestanejar.

- Estão todos aqui, provavelmente não terão homens defendendo os reféns, pois dois de nosso grupo eram os guardas de hoje. Vamos fazer a confusão, você deve conseguir salvar todos, aqui está a chave, consegui roubar ela nesse tempo que sai. -

- Deve dar certo, nunca tínhamos tido uma oportunidade dessas onde estivessem todos bêbados, vou regatar minha mãe. -

- Finalmente uma chance de salvar meu irmãozinho. -

O grupo parte então em silêncio pela floresta com todas as tochas apagadas, chegando próximos da entrada do lugar que era uma grande porta de madeira que estava aberta com dois guardas, Julian conseguia ver dentro pessoas bebendo, dançando e comemorando, Kaito então fazia um sinal com a mão indicando para Julian seguir o muro pela direita até a outra entrada como haviam combinado, então todas as pessoas que estavam lá sacavam suas espadas, machados, maças, pistolas e outros tipos de armas e partiram na direção do acampamento, antes que chegassem, como havia uma região aberta entre a floresta e o lugar, dava tempo dos guardas perceberem e um deles liga uma sirene que começa a ressoar por todo o lugar.

A festa para instantaneamente e enquanto Julian corre pela floresta, consegue ver o caos que havia começado, os guardas na frente foram facilmente derrotados, mas várias pessoas estavam saindo do lugar, o grupo não duraria muito nesse ritmo, ele precisava ser rápido. Com sua velocidade, não demorava sequer dois minutos para alcançar o portão e por sorte realmente não havia ninguém defendendo, Julian o abria e entrava no lugar, dentro estava ainda mais caótico, era possível ver pessoas entrando em barracas provavelmente para se armar, outras saindo para a luta e uma grande gaiola de madeira onde os reféns estavam, eram dezenas de pessoas sentadas, Julian então utilizando a chave que Kaito havia o entregado solta todos e chama quem pudesse lutar para a guerra, alguns concordam com ele.

- Vamos lá, esses desgraçados já fizeram de mais. -

- Pode apostar que sim! -


- Eu posso ajudar. -

Metade dos reféns seguem com Julian na direção de um grande depósito de madeira, chegando lá, todos começam a se armar e sair correndo para a luta, enquanto os homens de Draco estavam ocupados impedindo o motim, parecia um ataque perfeito no momento, a outra metade dos reféns sai para floresta pela saída lateral, agora Julian que coordenava precisava também lutar e deter todos que conseguisse, assim que o último refém sai para a luta, Julian se prepara para seguir também entrando no meio de tudo isso e impedindo a todos.

Mas quando Julian saia do depósito após entregar a última arma a uma das reféns, em meio ao caos de tiros, colisões de espadas, explosões, era possível ver vindo pela lateral um homem andando, ele tinha uma barba azul, cabelos azuis, aparentava ser bastante forte, usava um chapéu, uma perna de pau com espinhos, um tapa olho preto e segurava uma grande espada em suas costas, estava sorrindo enquanto se dirigia na direção do espadachim, Julian não entendia o que estava acontecendo ou quem era aquela pessoa, mas algo estava estranho, até que o homem parava de andar a alguns metros de distância do médico e falava.

- Nada mal, então você é o espadachim que estávamos procurando na floresta? Eu sou Draco, O Dragão Caolho e você me deixou realmente irritado moleque. Quem é você e por que fez isso? Saiba que é seu último dia de vida! -

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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 4 EmptySeg 30 Abr 2018, 10:46

Me controlaria para não sorrir, minha missão estava ali em minha frente tudo estaria acabado em pouco tempo e eu teria ajudado pessoas o suficiente.
-Muito prazer senhor Draco. - Falaria enquanto colocaria minha mão no cabo da katana. -Eu procurei o senhor todo esse tempo, obrigado por colaborar em minha missão.

No mesmo momento que terminaria de falar, sacaria juntamente com minha espada mais palavras:
-Sou Julian, um mercenário contratado para ajudar essa ilha e seus moradores, agora antes de começarmos tenho que dizer que além de estar tratando do câncer chamado Draco também tenho que tratar de várias infecções que deixaste, o antídoto de seu veneno está onde? Pois assim que terminarmos aqui eu tenho que pegá-lo.
Assim que falasse isso passaria a mão em uma de minhas feridas, para tentar passar a impressão de que eu estaria envenenado.

Se ele me respondesse ou não eu avançaria contra o pirata, e mesmo que ele quisesse que eu tomasse o antídoto antes da luta eu recusaria:
-Eu só irei me curar depois de acabar com isso, e então poderei descansar e me tratar.
Com minha tentativa de avanço, primeiramente tentaria realizar um saque rápido, dessa forma tentando acerta um corte horizontal em sua perna boa, e mesmo que sua espada fosse grande eu não subestimaria Draco, seu ele é um capitão ele deveria ser mais forte que todos os outros, mas a principal coisa que eu estaria concentrado seria na esquiva, eu não poderia ser acertado pela espada de Draco, se recebesse um golpe daqueles em cheio eu perderia uma parte do corpo no mesmo momento, ou poderia até perder a vida. caso meu corte em sua perna fosse bem sucedido eu pularia logo em seguida para o lado ou para trás visando ficar fora de seu alcance, se meu ataque não fosse bem sucedido por uma defesa de Draco eu aproveitaria que ele haveria se movido para se defender e pularia por cima dele, tentando acertar seu ombro ou seu peito e assim ficar na costas dele, aproveitando isso eu tentaria pular para trás para evitar de levar algum golpe dele, caso meu ataque tivesse sido desviado eu apenas recuaria.

Em qualquer um dos casos assim que estivesse distante do pirata esperaria sua movimentação, caso ele viesse me atacar eu tentaria ir para trás ou para os lados se o corte fosse vertical, caso os cortes fossem na horizontal eu tentaria ou ir para trás ou pular por cima da lâmina, caso conseguisse esquivar do corte pulando, no ar tentaria com um giro acertar seu braço ou seu peito, e quando aterrissasse eu pularia para o lado, visando esquivar dos ataques de Draco, ou pelo menos manter distância dele, em hipótese alguma eu ira tentar defender os ataques de Draco, eu deveria apenas tentar esquivar.

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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 4 EmptyTer 01 Maio 2018, 15:05



O Embate Começa! Draco VS Julian!


O lugar ainda estava em clima de guerra com vários gritos e sons de lutas por toda a parte, mas naquele lugar, apenas uma coisa chamava a atenção do espadachim, era Draco que olhava para Julian ainda sorrindo e ignorando a frieza do rapaz em não se sentir intimidado com aquele monstro diante dele, quando Julian fala sobre o veneno e passa as mãos sobre suas feridas tentando enganar o pirata, Draco levanta a sobrancelha de seu único olho a mostra falando em resposta ao pedido do médico que estava preocupado com Perseu e retirando de seu peito um frasco usado como pingente.

- Hum, se você está pedindo isso, deve ter falado com Perseu, aquele maldito foi o único que eu envenenei em toda a ilha, se você quiser esse frasco com o antídoto, terá que me derrotar, mas nós dois sabemos que isso é impossível. -

Dito essa frase sem o menor remoço, Draco levantava sua espada a segurando com as duas mãos pronto para batalha, era nesse momento que Julian que já estava pronto para o combate corria em sua direção, quando se aproximava, tentava acertar um corte horizontal na perna de Draco, porém o pirata era ágio e encravava sua espada no chão interceptando o golpe do rapaz, Julian pulava para tentar passar por cima de Draco e acertar seu ombro esquerdo no processo, mas o pirata dava um passo para o lado e se esquivava facilmente, Julian então dava alguns passos para trás recuando do oponente que parecia estar brincando com ele.

- Você tem talento garoto, mas está muito mal disciplinado. -


Draco então investia na direção de Julian com velocidade, parecia um animal enraivecido vindo com tudo, enquanto avançava, dois dos reféns entram em seu caminho, um segurando um machado e o outro uma espada, mas Draco dava um corte diagonal no peito do que estava a direita e uma estocada no que estava na esquerda, não deixando tempo para que nenhum tivesse reação em relação à aquele monstro.

Então voltava com sua investida, assim que se aproximava, Julian pensa em tentar pular por cima dele e atacar seu braço durante o movimento, mas percebe que não conseguiria pular uma altura de dois metros para concluir o ataque, dessa forma opta em dar um salto para trás, mas devido a esse pequeno momento de hesitação, ele não consegue se esquivar completamente, levando um corte não muito profundo em seu braço direito e peito, um pouco de sangue saia do ferimento e Draco novamente voltava para sua postura segurando sua espada com as duas mãos com a perna direita levemente mais para frente que a esquerda falando para Julian.

- Nada mal mesmo, qualquer pessoa normal teria morrido com esse último ataque, mas de algum jeito você conseguiu esquivar, estou impressionado garoto. -

Até os reféns corriam perigo naquela luta, talvez fosse melhor que eles não se envolvessem mais, o importante seria o que Julian faria a seguir diante de um adversário tão ardiloso, forte e impiedoso como esse, um vacilo e pode ser seu último vacilo na vida, Draco estava em um nível totalmente diferente em relação as pessoas que Julian havia enfrentado até agora.



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Última edição por Fanalis B. Ria em Qua 02 Maio 2018, 10:52, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 4 EmptyTer 01 Maio 2018, 16:42

Eu continuaria olhando friamente para o pirata pensando em como o venceria, estaria claro para mim que apenas avançar e tentar golpear o homem não adiantaria de nada, visto que ele conseguiria se esquivar ou defender facilmente e apesar de querer ser frio eu estaria com receio, "como vencer? O que fazer? Como fazer?" Seriam perguntas que faria constantemente a mim tentando bolar uma estratégia de ataque, mas ao mesmo tempo meu corpo estaria querendo enfraquecer, não querendo continuar a lutar e mesmo tendo descansado um pouco, não havia sido o suficiente, mesmo que isso tudo quisesse me impedir, não daria certo, pois eu me colocaria acima de tudo isso e encararia o pirata e como um homem deve ser eu mostraria coragem e não ousaria recuar nenhum passo, pois eu tenho uma missão para cumprir.

-Obrigado senhor Draco, fui treinado muito bem, mas não se engane, pois eu não vou sair daqui sem ser com seu corpo, essa será uma luta na qual somente um sai vivo, e lhe garanto que mesmo que eu venha a morrer depois pelo menos o levo comigo - Logo após falar isso olharia em volta e aumentaria o tom de voz, voltando meus olhos para meu inimigo. -Ninguém deve chegar perto de Draco! Ele é meu oponente! E na primeira oportunidade que tiverem saiam daqui! Isso é uma ordem, não uma pergunta, não quero saber que motivos tem, só saiam daqui!

Assim que terminaria a frase, outra vez seguraria minha katana com as duas mãos e avançaria contra o homem, eu teria que terminar com aquilo, e estaria motivado com a força de todos, com suas lágrimas que foram derramadas e pelas dores que sentiram em seus peitos, com a motivação de fazer o certo e acabar com a crueldade de Draco eu ganharia forças para me manter de pé e fazer frente aquele homem, ainda correndo eu prestaria atenção no pirata, caso ele mostrasse sinais de que fosse me atacar eu teria que pular para os lados para esquivar, caso fosse um ataque com a espada na vertical, caso fosse um corte na horizontal eu tentaria pular por cima da lâmina e enquanto faria isso tentaria acertar os braços de Draco, mas caso visse que não conseguiria pular por cima da espada tentaria pular para trás procurando evitar o golpe, se Draco não me atacasse no primeiro momento pularia para o lado tentando fazer cortes em suas pernas, cortes rápidos e precisos, mirando mais na região dos joelhos, para que Draco perdesse um pouco da mobilidade, se visse que o pirata tentaria me atacar para se defender eu tentaria esquivar para manter distância, mesmo que tivesse sobrevivido até agora não correria nenhum risco desnecessário, a qualquer sinal de ataque de Draco eu deveria tentar recuar.

Caso meus ataques não dessem certos (mas mesmo que dessem) eu tentaria ficar o mais perto possível de Draco, para dificultar o uso de sua espada, como ela é grande, seria mais difícil a manusear a curta distância, portanto tentaria dessa forma diminuir as chances de Draco me acertar, caso desse certo eu tentaria o golpear com minha espada, cortando seu peito ou braços, mas caso ele ainda fosse conseguir me acertar, tentaria me esquivar da forma que pudesse, se ele tentasse me estocar movimentando a espada de cima pra baixo, tentaria pular para os lados e aproveitaria que a espada estaria ficada no chão para golpear seus braços, para dificultar o manuseio da espada, caso ele tentasse me golpear com chutes ou socos eu tentaria fazer cortes em suas pernas ou braços, caso visse que não conseguiria movimentar minha espada rápido o suficiente usaria minha arma secreta, a adaga do gatuno que eu havia guardado após lavar, tentando a fincando no bíceps, ou então na coxa do pirata, mas caso ele não conseguisse me atacar eu tentaria enfiar minha espada ou a adaga de Hercúleo em seu abdômen.

Se meus ataques falhassem eu sairia de perto do homem, deixando uma boa distância entre nós, ainda tomando cuidado para caso Draco quisesse me atacar, se viesse a fazer isso eu tentaria me esquivar da forma que desse, até colocando minha espada na frente, para evitar de levar o dano completo, caso fosse jogado para longe procuraria levantar o mais rápido possível para evitar algum ataque surpresa, se visse que Draco estava sentindo dor e estaria distraído com isso tentaria usar isso ao meu favor e avançaria contra o pirata, para tentar o atacar mais uma vez, mirando em seu peito ou garganta, caso visse que não seria possível golpear essas áreas tentaria fazer cortes em seus braços ou quebrar a perna de pau dele, mas caso Draco não mostrasse sinais de estar distraído eu continuaria na minha pose defensiva e tentaria ficar perto de qualquer lugar que pudesse desabar ou que fosse forte o suficiente para fazer a espada de Draco ficar presa, para que caso Draco avançasse contra mim eu poderia esquivar e fazer o pirata atacar aquele lugar que desabaria em cima dele ou deixaria sua arma presa, se isso desse certo e o local caísse sobre Draco, eu ganharia tempo, o qual eu usaria para tentar achar pólvora e tochas, para tentar explodir, ou queimar o local em que o capitão pirata estaria, mas se ele atacasse o local e sua espada de ficasse presa lá, mesmo que apenas por alguns milissegundos eu usaria isso ao meu favor para tentar acertar Draco nos braços, nas pernas ou costas, se desse até tentaria realizar uma estocada mirando em seu peito ou em suas costelas. Caso meu planos não dessem certo (e mesmo que dessem) eu manteria distância e também minha pose defensiva, e tentaria esquivar de seus próximos ataques, sempre pulando pros lados ou desviando o corpo.

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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 4 EmptyQua 02 Maio 2018, 11:56



Dragão Imparável! A grande ideia de Julian!



Depois de um breve início na luta, Julian refletia sobre o que tinha encarado até agora contra Draco, era mais do que obvio que ele era fraco em relação a seu inimigo, mas nem sempre o mais fraco perde um combate, podendo surpreender e mostrar que é bem mais do que isso, ganhando do adversário mais forte. Draco olhava para Julian e começava a dar outra de suas gargalhadas diante do médico que falava confiante sobre o matar ou pelo menos o levar com ele para a morte.

- Pfff. HAHAHAHA. Me matar? Você? Você fala umas coisas realmente engraçadas meu jovem e ainda acha que pode salvar essas pessoas? Todos vão morrer nesse ritmo. -

O espadachim avançava na direção de Draco carregando todas as suas emoções e a vontade das pessoas ao seu redor, se aproximando de Draco percebe o ataque fatal vindo para ele na vertical e então da um salto para sua esquerda conseguindo se esquivar, nesse momento, ele tenta acertar um corte no braço esquerdo de Draco, mas agilmente Draco aproveita de seu ataque para movimentar sua espada em uma posição que o defendesse de Julian, fazendo com que as lâminas se chocassem e faíscas voassem naquele local em frente ao depósito de armas.

Julian se mantinha próximo à Draco na tentativa de não ser acertado por ataques a média distância e para tentar dificultar os golpes utilizados pela grande espada de Draco a curtas distâncias, Julian então desfere um corte contra o peito do homem que salta para trás em resposta ao ataque mas sofre um ferimento médio em seu peito, por ser grande ele não teve agilidade o bastante dessa vez para desviar, entretanto, durante a esquiva, Draco acerta o ombro direito de Julian de raspão pois ele esperava com isso e também pula para trás se esquivando de um corte profundo, sofrendo então um pequeno corte. Depois desse movimento, Draco encara Julian dando um sorriso e falando enquanto suas vestes se mancham de sangue devido ao corte sofrido.

- Tudo isso por uma gota de sangue... -

Dito isso, Draco parte para cima de Julian correndo com tudo, Julian percebe que não conseguiria se esquivar daquela velocidade absurda que o homem estava, então segurando sua espada com as duas mãos e toda a força intercepta o corte horizontal de seu oponente que quase consegue ultrapassar o golpe do homem, enquanto estavam naquela disputa de forças, Draco dá um chute no abdômen de Julian que tenta pegar sua adaga para golpear o homem ao perceber o golpe, mas não consegue a tempo, apenas sendo arremessado para trás, ficando sem ar devido a pancada, mas por pouco tempo, por sorte, durante esse breve momento, Draco não parte para cima de Julian, quando o médico olha, vê que ele está com a mão sobre seu ferimento no peito como se estivesse sentindo bastante dor, ele se recompõe e fala.

- Maldito, parece que você causou um certo dano. -

O médico olha para os lados procurando alguma coisa que pudesse usar para derrubar naquele homem grande e musculoso, é quando percebe uma caixa d'água gigante sendo sustentada por algumas vigas de madeira não muito resistentes um pouco para o lado do lugar que estavam, ele então se afasta de Draco ficando em uma posição que parecia ideal para realizar seu plano, Draco novamente investe contra o espadachim, mas quando tenta novamente seu ataque horizontal com mais força e ainda mais fúria que antes, Julian que esperava o ataque pula para sua esquerda, não foi rápido o bastante, recebendo um corte no seu ombro direito, mas Draco que estava querendo acabar com aquela luta rapidamente não percebeu o que fazia, cortou dois dos apoios da caixa d'água fazendo com que aquela estrutura de três metros começasse a desabar, à principio foi uma queda lenta, mas depois bastante rápida, dando um espaço de tempo em que Draco conseguiu escapar por pouco, mas acabou pegando sua perna que ainda estava lá, ele então gritava de dor, mas com auxílio de sua espada consegue se levantar. Água se espalha para todo o lado deixando o solo de terra úmido, mas ele ainda parece ter força para lutar apesar da lesão.

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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 4 EmptyQua 02 Maio 2018, 18:01

Começaria a me mover lentamente, meu corpo estaria no auge da dor, já estaria o forçando a funcionar, minha respiração estaria pesada e meus ferimentos ressoariam como uma ópera de dor, cada parte do meu corpo gritaria de dor e cansaço, mesmo assim não poderia me deixar levar pela melodia, eu deveria dançar em uma coreografia diferente, do chão me arrastaria, no primeiro momento me encolheria de dor, mas rapidamente ignoraria os gritos de meu corpo e procuraria levantar de alguma forma, mesmo que fosse necessário usar minha espada de apoio, pelo menos estaria sentindo dor e aquilo mostraria que ainda sinto algo, já que haveria largado meus sentimentos quando encarei o pirata. Ao ficar de pé pegaria do bolso de meu sobretudo uma liga de cabelo e a usaria para prender o meu em um rabo de cavalo, para evitar que este caísse em meu rosto e bloqueasse minha visão.

Mais uma vez apertaria o cabo de minha katana com força para focar em meu inimigo e em minha batalha, mesmo com as dores forçaria meu corpo a se movimentar, moveria uma perna, depois outra, e isso faria com que eu começasse a correr cada vez mais rápido e isso me levaria na direção do homem que era meu oponente, eu levantaria minha espada, mesmo meus ombros, peito e braços doendo tentaria ao máximo ignorar isso e continuar a avançar, correndo cada vez mais rápido daria minha primeira investida, uma tentativa de um corte em sua perna para tentar fazer-lo cair, como Draco estaria machucado deveria ser um pouco mais fácil acerta-ló agora, mesmo assim não poderia o subestimar, um ataque em cheio poderia ser mortal, se ele impedisse meu golpe com sua espada eu giraria meu corpo e tentaria acertar a parte de trás de seu joelho ou coxa, para o desestabilizar, se ele conseguisse esquivar tentaria fazer um rolamento para esquivar de um possível ataque e para me aproximar do pirata, desta forma ao estar perto de Draco tentaria golpear sua perna com minha espada, para tentar derruba-ló, se o pirata tentasse me atacar antes que pudesse chegar perto dele eu tentaria continuar com meu plano de defesa baseado em minha velocidade, saltando para os lados e se possível realizar rolamentos para esquivar de seus ataques e ao mesmo tempo tentar me aproximar e continuar com meus ataques, cortes rápidos na horizontal e vertical, sempre visando acertar as pernas e os braços.

Caso conseguisse derrubar Draco seguiria com meus ataques, agora visando o finalizar, tentaria estocadas e cortes em seu peito, costelas e pescoço, se possível tentaria acertar sua nuca, para o finalizar rapidamente e sem dor, mas mesmo com ele tombado teria cuidado, se ele resolvesse me atacar eu recuaria no mesmo momento e tentaria achar uma abertura para o atacar, mas caso ele viesse a tentar me atacar quando eu já tivesse visto uma boa oportunidade tentaria bloquear seu ataque com minha espada, dessa forma tentaria usar toda minha força contra o homem, e mesmo com meus ferimentos gritando eu gritaria mais alto enquanto resistiria a Draco, e se ele tentasse me atacar com um soco ou chute tentaria empurrar a espada de Draco para trás e golpear sua mão com a minha espada, se isso me desse uma abertura a aproveitaria e iria contra o peito de Draco, visando realizar uma estocada nele para tentar o matar o quanto antes.


Se meus ataques não causassem dano ou não tivessem sido o suficiente eu recuaria, ainda com cuidado para um possível golpe vindo do capitão pirata, caso conseguisse me afastar ficaria observando Draco, para ver sua movimentação, caso ele viesse a me atacar eu tentaria os rolamentos e ao mesmo tempo tentaria golpear seu corpo, mas caso ele não viesse para cima de mim eu iria para cima dele, focando em derrubar sua espada, tentaria golpear seus braços e mãos, para dificultar sua manipulação da arma, e toda vez que fosse investir contra ele tentaria observar seu corpo, para ter tempo de esquivar de seus ataques e não perder minha vida ou alguma parte do corpo.


E caso conseguisse causar dano suficiente ou visse que Draco estaria próximo da morte falaria:
-Espero que lembrem de você, Draco...
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 4 EmptySex 04 Maio 2018, 11:28



Julian Conseguiu? Momentos Finais!



Julian que já estava com ferimentos por todo o corpo se movia com dificuldade, sendo cada passo um grande esforço de sua parte, mas o jovem homem não se abalava apenas com isso, continuava seguindo em frente com seus objetivos de vingar seu mestre e salvar aquelas pessoas de Draco. O médico que tinha um longo cabelo decide amarra-lo para que não o atrapalhe no resto da luta, mas não consegue encontrar nenhuma liga de cabelo em seu bolso, então em um improviso, usando uma mecha do seu próprio cabelo liso, ele consegue fazer um rabo de cavalo para continuar com a luta sem maiores problemas.

Depois de se ajeitar e conseguir se manter de pé apesar de todos os danos sofridos, Julian parte em uma investida contra Draco que também já estava bastante avariado. O médico corre na direção do homem e começa tentando acertar sua perna com um corte horizontal na tentativa de fazê-lo cair, Draco enfinca no chão sua grande espada na frente parando o golpe de Julian que em resposta a isso dá um giro em seu corpo tentando acertar a parte de trás do joelho de Draco que utilizando sua espada como apoio levanta sua perna ferida e apesar de sua estatura avantajada, se apoiando em sua espada, pula com sua perna de pau, dá um giro no ar se apoiando apenas com seu braço direito na espada e acerta Julian na lateral de seu corpo com sua perna de pau durante o giro que o espadachim fazia, quando Draco aterrissa, ele se apoia levemente em seu pé machucado, sente uma dor enorma e se ajoelha segurando sua perna dando um grito de dor.

- AAAAAAAAAAAH -


Julian tinha sentido um grande dano por esse ataque, parecia que algo havia se quebrado dentro de seu corpo, mas o espadachim não havia caído apesar de tudo, ele ainda estava de pé, então Julian na tentativa de finalizar aquele homem corria para cima dele que estava debilitado sentindo dor, ao se aproximar, o jovem espadachim o acerta com tudo que tinha em seu pescoço, Draco que não tinha força para nada não consegue reagir, ele que já estava de joelhos devido à dor que sentia em sua perna coloca a mão no pescoço, começa a agonizar e cai de bruços no chão.

- Mald... AHQ... AAHQ... -

Finalmente aquela árdua luta havia se acabado, Julian que havia se esforçado ao seu limite para derrotar aquele tirano fala - Espero que lembrem de você, Draco... - o espadachim olha para os lados enquanto segura sua lateral que acabara de receber um golpe extremamente poderoso, consegue ver que alguns dos homens de Draco começam a soltar suas armas e se render, os gritos começam a ficar cada vez menores e menos intensos, até que o silêncio reina no local, mas não porque todos faziam silêncio, tudo começa a ficar escuro e Julian que já não tinha mais forças se ajoelha, sem conseguir fazer nada, perde a consciência e também cai de bruços ao lado de Draco, o homem que perseguiu e conseguiu matar após todo esse tempo.

Agora não se sabe o que acontecerá com Julian, ele está a merce do que seus aliados e inimigos fizerem como desmaiou, não conseguirá influenciar em nada, apenas depender do que acontecerá a seguir. Depois dessa árdua batalha, tudo que Julian pode esperar é que as pessoas que acreditaram nele triunfem e consigam fazer o que planejaram que era acabar com os planos de Draco e impedir que qualquer um de seus subordinados herdam a vontade da terrível pessoa que foi Draco, O Dragão Caolho.


OFF:
 

Ferimentos:
 

Draco, O Dragão Caolho:
 

Elizabeth:
 

Valter:
 

Ferreiro:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 4 EmptySex 04 Maio 2018, 12:43

Eu havia lutado com tudo que tinha, meu corpo cantava a canção da morte, que tentava evitar, pelo menos durante a luta, Draco ensanguentado no chão me xingava, enquanto que eu olhava triunfante, por alguns momentos achei que o silêncio que ouvirá fora a revolução parando, mas na realidade, era meu corpo se calando.
Meu inimigo... Caiu...
As armas... Caíram...
Minha espada... Caiu...
Eu... Caí...
Havia estourado a minha cota, meu corpo não aguentava mais um segundo, quebrei meus limites e eles me quebraram, uma troca equivalente, uma troca que valeu a pena, Draco foi derrotado e por isso que estava lá, para o matar, podia permitir meu corpo algum descanso, um pagamento apropriado por ter-me servido tão bem, minha única preocupação era sobre aquelas pessoas, queria pelo menos saber se tudo deu certo, se consegui ajudar alguém... Talvez uma outra hora...

No momento em que caí no chão tinha certeza de que morreria ali, a única coisa que podia esperar era a luz para me levar. Não sabia bem para onde iria, como médico sempre acreditei em mim, nos seres humanos, na ciência, mas quando parei para pensar sobre o que vinha depois da vida... Eu não encontrei resposta, era algo fora das minhas jurisdições.
Havia apenas uma pessoa que queria ter visto crescer, minha pequena irmã, tá que agora ela é um pouco mais velha, mas ainda sim... Talvez algum dia alguém me permita vê-la, seja do além ou quando esta morrer, pelo menos agora posso dormir...

Uma luz... Uma luz veio
Me acompanhar e levantar
Mostrar-me o que de belo achei
Mostrar-me onde pequei
Mostrou minha infância
Onde perdi o que amei
Onde aquela que me pariu matei
Negligenciei, ignorei
E por culpa disso na calada e fria noite
A enforquei
A culpa é minha, onde errei
Meu criador
Que alimentou e me cuidou
Me mimou e educou
Na calada da noite o esfaquei
Silenciado pelo medo fiquei
A macabra história do sorriso medonho
Que assombrou meus entes
Que os enterrou
Que os calou
Negligenciei, ignorei
Me culpei
E ao tentar me perdoar, machuquei
Minha irmã salvei, mas do meu passado me lembrei
Não salvei a mim, nem a minha consciência
E por isso a abandonei
Cem sentimentos, tirei
Sem sentimentos, contei
Quantas vezes me culpei?
A pergunta tornou-se vazia quando na centésima vez, contei...
Negligenciei... Ignorei...
Quando da centésima vez... Eu contei


OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 4 EmptySab 05 Maio 2018, 16:17



Julian Conseguiu? Momentos Finais!


O espadachim que havia passado o dia tentando resolver os podres que estavam acontecendo em Karate Island com um árduo esforço consegue derrotar Draco, mas durante a batalha ele havia desmaiado, sendo impedido de acabar com aquela guerra que ocorria ao seu redor. Julian então abre os olhos com tudo levantando seu corpo e se sentando, mas quando desperta de seu sono, o que vê não são várias pessoas lutando por sua liberdade contra um bando de piratas e foras da lei, é um quarto com o piso e a parede brancos, alguns móveis claros, uma vista do céu azul pela janela e um homem de meia idade com os braços sobre as pernas em uma cadeira de madeira e usando uma espécie de kimono enquanto sorri, Julian nunca tinha visto aquela figura na vida, chegava a ser estranho ele estar lá naquele lugar que parecia um hospital.

- Então você finalmente acordou, Julian não é? Meu nome é Xin Yang. Pelo que me foi passado, você dormiu por três dias, mas se acalme, está tudo resolvido agora. -

Aquele homem parecia ter uma voz bastante agradecida para com Julian, ele então se levantava, sempre com uma postura rígia, se curvava para Julian que estava sentado na cama e prosseguia com seu diálogo, ainda agradecido por tudo que Julian havia feito pela ilha de Karate Island e seus habitantes.

- Eu gostaria de agradecer pelos serviços prestados por você na ilha, não sei se você me conhece, mas aqui em Karate Island existem três dojos, caso alguém derrote os três mestres de cada dojo poderá então lutar comigo, porém somente se pode derrotar o mestre do dojo de karate utilizando karate, no dojo de Taekwondo somente com Taekwondo e no dojo de Boxe somente com Boxe. Caso alguém derrote todos e venha lutar comigo, poderá usar todos os três estilos de combate, porém até hoje sou imbatível. Agora que expliquei um pouco da história desse lugar, saiba que eu e os outros mestres protegemos a ilha de problemas como o que você enfrentou, mas não estávamos aqui, estávamos ajudando Baterilla com piratas no último mês, íamos chegar hoje aqui para resolver tudo, pois quando ficamos sabendo estávamos no meio de um conflito, bem, de toda forma, acho que não chegaríamos a tempo de impedir Draco, então, mais uma vez, obrigado. -

O mestre então se levanta falando - Existem algumas pessoas aqui fora que querem falar com você. - Dito isso, entrava um soldado da marinha, Elizabeth e Valter no lugar, todos sorrindo e olhando para Julian que ainda sequer tinha compreendido exatamente o que havia ocorrido, era certo que seus atos haviam sido reconhecidos pelas pessoas, o marinheiro então antes que qualquer um falasse algo se posicionava em frente a Julian e o entregava um papel com um carimbo e a marca da marinha, ele colocava a mão em sua testa como sinal de saudação e a outra atrás de suas costas falando.

- Pelos serviços prestados por Julian em prol da população e por matar o perigoso e notório pirata Draco, O Dragão Caolho, acabando com seus homens e ajudando a população presa à se salvar, a marinha lhe entrega a recompensa de um total de sete milhões, duzentos e quarenta e dois mil e oito berries, o dinheiro foi depositado no Banco Mundial, sendo criada uma conta em seu nome com seus dados, esse documento que o entreguei o certifica como um caçador de recompensas. Obrigado por seus serviços. -

O marinheiro se virava e saia do lugar, restando apenas Elizabeth e Valter, lágrimas saiam de seus olhos, ela então corria na direção de Julian e o abraçava com força, tanta que machucava o rapaz que estava cheio de cortes e machucados, mas ela ignorava qualquer gemido da parte de Julian, apenas começava a falar.

- Obrigada por salvar minha filha e Perseu, levaram ela e o antídoto para minha casa no dia seguinte ao que eu o deixei na floresta, muito obrigada mesmo, ele está se recuperando em casa agora. Decidi fazer companhia para você enquanto fica aqui no hospital. -

Vendo aquela cena, Valter dá um sorriso e com algumas palavras fala para Julian o que pensa.

- Bem, parece que eu te subestimei, você conseguiu resolver algo que eu estava perdido, estava esperando Yang voltar na esperança de que ele resolvesse as coisas, bem, acho melhor eu deixar você descansar, mas saiba que eu te devo uma, graças a você meu filho está bem, nunca te chamei pelo nome, mas dessa vez o agradeço, sou muito grato pelo que você fez Julian. -


O homem então se vira e sai de vagar, deixando apenas Elizabeth que ainda abraçava Julian no quarto, provavelmente ele precisaria de algum tempo para descansar depois de passar por tantas coisas para derrotar Draco, O Dragão Caolho. Depois de algum tempo, Elizabeth se levanta e se senta escutando atenta qualquer coisa que Julian quisesse falar, ela é do tipo que se apega muito à uma pessoa ao que tudo indica.

OFF:
 

Ferimentos:
 

Draco, O Dragão Caolho:
 

Elizabeth:
 

Valter:
 

Ferreiro:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Dragonslayer - O olho perdido   Dragonslayer - O olho perdido - Página 4 EmptyDom 06 Maio 2018, 15:40

Após ouvir tudo o que falaram eu ficaria quieto, calmamente verificaria meu corpo, para ver todas as minhas feridas, ver como o corpo reagiria ao meu toque, ainda que estivesse curado eu gostaria de estar na cama, para dar ao meu corpo um tempo maior de descanso, cada segundo seria importante para mim e para minha preguiça, olharia para um canto da sala, não um específico, apenas um canto qualquer, onde pudesse encarar o vazio, onde minha mente relaxasse e deixasse de se preocupar comigo, até que ao piscar voltaria ao mundo real, ao fazer isso meu rosto rapidamente viraria e encontraria o rosto de Elizabeth, me acomodaria melhor na cama e olharia mais uma vez para a janela.
-É bom saber que todos estão bem… Irei partir em breve, mas a algumas coisas que gostaria de fazer, a primeira seria doar uma parte do meu dinheiro para as famílias afetadas por Draco, pelo menos um pouco, sinto que o que fiz não foi o suficiente.
Mesmo que Elizabeth negasse ajuda eu continuaria com esse pensamento, talvez mandasse escondido, para que eles não pudessem recusar.
-Devo ir para Baterilla, quero me alistar na marinha, gostei de poder ajudar as pessoas, e eu vou fazer isso enquanto puder, na marinha talvez consiga, mas prometo voltar aqui sempre que puder, para poder ver todos vocês. - Daria uma pausa em minha fala, seguraria meu certificado de caçador de recompensas e sorriria. -Nem pude agradecer a vocês, mas obrigado senhorita Elizabeth, sou grato pelo pagamento, foram os melhores biscoitos que comi desde a infância. - Não deixaria o tom de tristeza em minha voz transparecer, apenas passaria o tom de felicidade, com um grande sorriso.
Ao sentir a dor em meu corpo me lembraria de algo crucial, o dia de batalha, minha falta de preparo em poder planejar algo, apenas pude ajudar lutando, mas queria poder ter feito mais e não gostaria de esperar outro acontecimento igual a esse para poder ter uma chance de me superar, deveria aprender com meus erros.
*Aprendizado de perícia - Estratégia*

Não havia mais o que fazer, aquele dia acabou, a revolução contra Draco havia sido bem sucedida, mas em minha mente eu não teria sido bem sucedido, fiz muitas besteiras e a principal besteira que fiz foi a de não conseguir ter ideias bem organizadas, eu não sabia nenhum planejamento melhor, e isso me dava dores de cabeça, saber que tudo podia dar errado e eu não conseguiria ter um plano extra para aquilo, isso me deixava chateado, era como estar de mãos atadas vendo tudo acontecer a sua frente nada podia ser feito de minha parte, pessoas podiam ter morrido ali e com um planejamento tudo podia ter sido evitado.
-Senhorita Elizabeth, gostaria de pedir sua ajuda. - Falaria olhando para o lençol que me cobria.
-Pode falar, se puder ajudar eu farei.
-A senhorita é uma pessoa realmente muito boa… Eu gostaria de saber se há alguém que poderia me ajudar a planejar ideias, estratégias de batalha.
-Porque gostaria de aprender algo assim?
-No dia em que fomos libertar as pessoas eu não ajudei muito… Eu só pude lutar, não tinha nenhum plano na cabeça caso tudo desse errado, e isso me deixa triste porque podia ter pensado em formas melhores de conduzir aquela batalha, ou de ter derrotado Draco, durante a minha luta contra Draco, senti que podia fazer mais, mas… Eu não sei…
Elizabeth abriu um sorriso e me olhou.
-Eu posso lhe ajudar, sei pelo menos um pouco de estratégia.
Ao ouvir suas palavras viraria meu rosto para ela com uma expressão de surpresa.
-A senhorita sabe? Desculpe a pergunta, mas como a senhorita aprendeu isso?
Elizabeth balança a cabeça levemente.
-Coisas que a vida nos ensina.
Quando a senhorita Elizabeth falou isso percebi que ela não iria querer tocar no assunto, então achei melhor deixar por isso mesmo.
-Adoraria que pudesse me ensinar.
-Sério? Nossa que legal vou poder agradecer a você! - Ela falava com uma animação extraordinária, meu maior medo era que ela viesse para cima de mim com outro abraço daqueles, se isso viesse a acontecer provavelmente minhas costelas quebrariam de novo. -Só tenho que ir lá em casa pegar meu antigo tabuleiro, tem algum problema?
-Acho que não sairei daqui tão cedo mesmo. - Falaria com um sorriso.
-Prometo que volto logo, espera só um pouco ok?
Elizabeth rapidamente saiu do quarto, aproveitei o tempo para refletir comigo o que fazer, provavelmente entraria na marinha como um zé ninguém, mas todo mundo começa de algum lugar não é mesmo? Eu teria que me esforçar o máximo para conseguir lutar pela justiça, meu objetivo maior seria proteger todos que puder, piratas não poderiam mais perturbar a ordem do mundo, isso é o que me estressa mais, piratas, pessoas podres que acham que podem fazer tudo o que querem só por causa de poder, todos que tem poder gostam de menosprezar os outros, espero não encontrar muitas pessoas desse tipo na marinha, enquanto pensaria em tais coisas relaxaria meus músculos e acharia uma posição melhor para deitar, afofaria meu travesseiro e me deitaria, fechando meus olhos logo em seguida, meu corpo ainda precisava descansar e a melhor forma de fazer isso seria dormindo.

Passado algum tempo, eu acordaria, não por vontade própria, mas sim escutando a voz calma de Elizabeth:
“Julian?”
Ao abrir meus olhos via ela ali, com a mão em meu peito me olhando com um pequeno sorriso. Calmamente me levantaria da cama me sentando.
-Trouxe o tabuleiro. - Ela puxava uma pequena maleta quadriculada e a colocava em cima do criado mudo que ficava ao lado da minha cama.
Ao que Elizabeth abria a maleta eu pude ver peças brancas e pretas, elas pareciam ser feitas de pedras, mas o que pude perceber é que ao todo tinham cerca de 32 peças, 16 brancas e outras 16 pretas, o que achei interessante eram os formatos das peças, 8 iguais, menores, que pareciam cones, um par de torres, como em castelos medievais, um par de cavalos, um par de apitos (pra mim eram apitos), como na parte da frente dos trens, e no meio ficavam duas peças diferentes, as mais altas entre todas as outras, uma parecia ter uma tenda de circo na cabeça e a outra tinha uma cruz em cima, ambas ficavam de lados opostos do tabuleiro, quando Elizabeth terminou de organizar todas as peças pelo tabuleiro ela olhou pra mim e com uma voz meiga falou:
-Já ouviu falar de xadrez? Ou já jogou?
-Não. - Falei com um tom meio envergonhado, era como se eu nunca tivesse ouvido falar da marinha na minha vida.
Ao invés de Elizabeth me mandar um olhar de desprezo ela sorriu.
-Tudo bem, não precisa se sentir envergonhado, posso lhe explicar o que é isso, primeiramente, isso é xadrez, pense como dois exércitos se enfrentando, as peças brancas sempre começam o jogo, eu sempre encarei esse começo adiantado como se as brancas fossem o exército do dia e o exército preto como o da noite, então antes da partida começar os dois jogadores devem decidir quem fica com elas, geralmente a gente joga uma moeda e vê como fica, xadrez é literalmente um jogo de estratégia, não existe sorte aqui, somente pensamento, o que importa aqui é como você move suas peças para completar o objetivo, matar o rei adversário.
-Ah entendi, quer dizer, mais ou menos.
-O que ainda lhe confunde?
-A parte da estratégia, não entendi como vou entender o que fazer na hora.
-Isso é difícil de explicar, acho que só quando se joga é que se pode entender.
-Entendi, então a senhorita pode me explicar mais?
-Claro então explicarei as peças, primeiro tem esses, os soldados normais, esses aqui são chamados de peões, eles somente podem “matar” um adversário se este estiver na fileira da frente e na casa ao lado deles. - Enquanto ela me falava as informações também as demonstrava no tabuleiro, movimentando as peças, o que tornava a explicação mais fácil de entender, e como eu deveria me comportar ao usá-las. -Quando eles estão na posição inicial eles podem se mover até duas casas para frente, e caso eles cheguem no final do tabuleiro eles podem virar qualquer peça, menos o rei. - Ela mostrava a peça com a cruz no topo.
-Oh! então esse é o rei. - Eu falava realmente surpreso.
-Sim, esse é ele. - Ela falava enquanto ria.
Ela continuou a explicação, falando das “Torres”, que eram peças que somente “matavam” em linha reta, ou seja, só se moviam para frente, para trás e para os lados.
Falou sobre os “Cavalos”, que eram as únicas peças que podiam pular sobre as outras, mas também eram difíceis de se usar, já que elas se movem em L, apesar de ter ficado meio apreensivo acabei gostando dessas peças, certamente o problema maior seria como aprender as utilizar.
Explicou os “Bispos”, que só podem se mover e “matar” na diagonal.
Também disse que as “Damas” eram as peças mais poderosas, podendo se mover em qualquer direção, tanto em linha reta, quanto diagonal.
E ela acabou deixando a peça mais importante pro final, os “Reis”, que apenas conseguem se mover uma casa para a qualquer direção, ela disse que era como se o rei fosse um senhor de idade, inteligente, mas debilitado pelo tempo, por isso ele é o mais importante, mas também o mais fraco, ele seria o mestre de todos, todos foram ensinados por ele e para mostrar o que aprenderam deveriam o defender com todas as suas forças.
Eu nunca havia encontrado algo tão interessante quanto o xadrez, pelo menos nas explicações Elizabeth não deixava nada a desejar, cada vez mais eu tinha vontade de jogar aquele jogo e mal esperava para poder começar, mas ainda não conseguia entender o que fazer, como montar estratégias, como deveria me comportar para ver o que fazer, mesmo com Elizabeth me falando que só conseguiria entender jogando queria descobrir aquilo logo.

A minha adversária me deixou começar então fiz como pensei, no primeiro momento comecei a avançar com meus peões, começando com os das pontas, movi o primeiro, o colocando na posição 4H.
Elizabeth mexeu seu peão, o colocando na posição 5G, quando ela fez isso instintivamente matei o peão dela, logo em seguida ela moveu outro peão, o colocando na posição 6H, novamente mexi meu peão e matei mais um, logo em seguida Elizabeth matou meu peão com sua torre, fiz o mesmo e matei a torre dela com a minha, que logo em seguida foi morta pelo bispo dela, naquele momento eu tinha mais peças dela morta, então eu estava ganhando, quanto mais soldados ela perdesse mais força ela perderia, ou seja, ganharia, então deveria tentar aniquilar todas as peças dela, infelizmente para mim quando fiz um movimento tirando o peão da frente do meu rei Elizabeth falou:
-Check-mate.
Ao olhar para o tabuleiro eu não vi nenhuma peça que pudesse matar meu rei, então olhei confuso para Elizabeth que sorriu e apontou para seu bispo, que estava na diagonal do meu rei, fechei meus olhos e sorri meio constrangido.
-Perdi…
-Sim, mas até que foi bem para uma primeira partida, você tem que se lembrar, o rei e a peça mais importante, se ele morrer, todas as peças morrem.
-Eu sei, mas é difícil pensar em como proteger ele…
-Não se preocupe, você consegue, o problema é que você está esquecendo o mais importante, você reagem bem quanto ao que fazer, mas o que você realmente deve fazer é pensar para como fazer.
-Como assim senhorita Elizabeth?
-Você está somente mandando pessoas para o ataque, não pode fazer apenas isso, avançar e matar nem sempre é a melhor maneira, as vezes você deve esperar, armar armadilhas, tratar feridos, recuar e descansar, pense nisso, que os soldados se machucam a cada luta, assim como foi com você.
-Entendi senhorita, bem, é um pouco complicado, mas estou começando a entender.
Naquele momento eu havia me identificado naquelas peças, um soldado, que precisou recuar, descansar e planejar, não havia somente ido bater de frente contra Draco, mas havia parado para pensar, eu estava começando a entender como me comportar naquele jogo.
-Que bom, vamos mais uma?
-Sim senhorita, por favor.

Continuamos assim por muito tempo, jogamos várias partidas e comecei perdendo em todas que jogava, mas pelo menos ganhava algum conhecimento, em cada partida aprendia a usar uma das peças, graças a ajuda de Elizabeth que tentava me explicar mais e a minha própria observação, que tentava manter no jogo.
As primeiras foram os peões que aprendi usar, entendi que mesmo que fossem uma peça muito fraca, podiam virar o jogo e atrapalhar muito o adversário, na partida com eles consegui fazer um bom bloqueio, mas meu ataque não foi bom o suficiente e os cavalos de Elizabeth conseguiram quebrar minha barreira, assim abrindo espaço para minha derrota.
A segunda peça que aprendi a usar foram as torres, calmas e imponentes, elas servem tanto para ataque como para defesa, dando suporte aos peões elas ficam incrivelmente fortes, destruindo qualquer peça que tente avançar ou então abrindo caminho para a legião de soldados, na partida com elas perdi por tentar avançar com elas primeiro, quando elas foram destruídas pelos bispos que podiam me atacar na diagonal Elizabeth facilmente destruiu meu exército.
A terceira peça que aprendi a usar foram os bispos, aprendi que eles não servem para ataque direto, mas sim indireto, como se fossem atiradores, dando suporte e com uma boa barreira à sua frente, eles ficam invencíveis podendo tirar peças importantes do adversário a cada avanço, na partida com eles eu tentei fazer isso, mas não consegui retirá-los do campo inimigo graças a armadilhas que Elizabeth havia preparado.
A quarta peça que aprendi a usar foram os cavalos e a dama, peças importantíssimas na proteção do rei, os cavalos servem muito para ataques bilaterais, como uma pinça, cercando os inimigos e os dilacerando, mas um movimento mal calculado e você os perde, assim é com a dama, ela destrói qualquer exército apenas avançando, uma boa jogada com ela é o fim para seu inimigo, na partida com eles esqueci de ver os arredores dos cavalos, e eles foram facilmente consumidos pelo inimigo, enquanto que a dama eu acabei diversas vezes esquecendo de a tirar do campo inimigo, assim a perdendo facilmente para Elizabeth, que já estava percebendo minha falha.
E a última peça que aprendi a usar foi o rei, ele não serve para muita coisa, no final da partida o rei sempre se move porque já perdeu seu exército e não tem outra escolha a não ser fugir, muitas vezes esqueci de minhas defesas, deixando caminhos abertos para o rei, mas na partida com ele, em que aprendi a o usar, ganhei, com muito esforço e sacrifício de peças ganhei, utilizando todas as técnicas que vi com Elizabeth, nós jogamos mais partidas e a cada jogada eu evoluia, aprendia algo e usava isso para ganhar de Elizabeth, pelo menos no final comecei a ganhar dela, estava mais feliz ainda porque aprendi a usar as peças e a montar meu planejamento, algo que pude ver enquanto jogávamos era que Elizabeth tentava-me fazer ver o tabuleiro como um campo de batalha real, para ver os soldados rasos, sargentos, tenentes, e os outros mais fortes, e acabei entendendo isso somente no final, quando consegui transferir minha consciência para o dia contra Draco, onde vi vários tipos de pessoas, bispos, rainhas e os reis eram os reféns, então entendi como ver o mundo, vi que era preciso pensar sempre um passo à frente, um passo cuidadoso, para não precisar sacrificar tudo para apenas uma vitória, afinal, planejar é o primeiro passo para salvar vidas.
*Fim do aprendizado*

Estaria cansado, mais que antes, talvez pelo estresse mental de pensar em estratégias, talvez por ficar forçando meu corpo a sentar, não saberia exatamente, tentaria dormir e descansar o máximo possível.
-Obrigado senhorita Elizabeth, ajudaste muito a minha pessoa, mesmo que tenha me conhecido a pouco já devo a senhorita mais que palavras, logo partirei, mas nunca esquecerei de seu rosto minha senhorita.
Ao terminar de falar tentaria achar a melhor posição para dormir e no dia seguinte (ou quando já estivesse recuperado) partiria para tentar encontrar uma maneira de sacar um pouco do meu dinheiro, pelo menos os 242 mil e 8 berries, se conseguisse achar uma maneira de sacar meu dinheiro procuraria logo em seguida o ferreiro de antes, o qual estava com a bainha infinita, se o encontrasse.
-Obrigado pela ajuda senhor Sora, agora vim buscar minha bainha e devolver sua espada.
Assim que ele me entregasse a bainha infinita com um sorriso entregaria a espada para ele.
-Agora gostaria de comprar essa espada.
Se possível compraria 3 espadas, a usada e 2 novas, mas não gostaria de gastar mais de 100 mil, para conseguir pagar minha passagem para Baterilla.

Caso não encontrasse o ferreiro, mas encontrasse o local onde ele trabalhasse sentaria próximo a porta e esperaria o homem, afinal de contas não poderia sair da ilha sem minha bainha infinita, somente depois de a conseguir poderia sair em busca de um navio para seguir para Baterilla.
OFF:
 

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