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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you

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Rimuru
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MensagemAssunto: Re: Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you   Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you - Página 3 EmptyTer Maio 15, 2018 1:39 am


Sem sombra de duvidas o cara de arbusto esta afilhado a todos esses homens bem trajados que insistem em me perseguir,com certeza isso me cheira a emboscada,afinal como poderia existir uma pessoa melhor do que eu em resolução de casos?sem sombra de duvidas isso é uma informação falsa buscando meu interesse e inveja para me levarem a livraria onde finalmente realizaram sua investida.

Mas... Se forem realmente as pessoas que acredito que sejam, tudo será muito mais de acordo com meus ideais se este encontro for realizado, por hora irei apenas deixar os acontecimentos fluírem e me permitirei ser colocado em tal situação.

Afagaria o pescoço de minha jovem aprendiz grato pela sua confiança em minhas habilidades, pelo menos uma pessoa nesse mundo parece ter sanidade o suficiente para identificar minha superioridade, sabia que tomei a decisão certa em torna-la minha discípula:

- Não tinha duvidas de que conseguiria minha cara, nunca duvidei de você por um minuto sequer, com isso acredito eu, devemos ir em direção a livraria antes do anoitecer, afinal seria muito inconveniente de nossa parte perdemos a nossa viagem para Logue com nossos novos colegas ririri, mesmo que tenhamos descoberto o que precisamos em relação a esse caso ainda há muito a se fazer.

- Alem do mais o beijo fora uma penalidade devido a seu mau desempenho, acredito que tenha exagerado um pouco então estarei aceitando um pedido seu para equilibrarmos as coisas, então sinta se livre a me desejar qualquer coisa durante o caminho.

Começaria a caminhar em direção ao homem-arbusto onde graciosamente e com uma fala extrovertida e infantil não demonstrando minhas reais intenções, porem não deixando de dizer a verdade o informaria:

-Estaremos nos ausentando por hora, mas voltaremos a nós encontrar no porto da cidade para partirmos para Logue,espero que informe minha amada instrutora Kuja,me sentiria inconformado se ela se retirasse sem nossa presença, olharia para minha parceira com o canto dos olhos e com um sorriso elegante e mencionaria; Vamos temos muito a fazer!

Caminharia em direção à livraria em questão, utilizando-se do meu mapa caso necessitasse de orientações, no momento gostaria de evitar me envolver com outras pessoas desde que não quero mais ninguém presente alem dos que já estão me acompanhando.

Desde que seria errado deixar Emma desinformada da situação acredito que seja bom deixa-la a par dos acontecimentos de uma maneira discreta:

- Ei Emma,o que você faria se estivéssemos sendo seguidos?Apenas uma pergunta teórica,veja isso como parte do seu treinamento.

Espero que ela entenda essa indireta, do contrario, ao menos eles entendam e saibam que estou ciente da sua presença e estou fazendo meus movimentos de propósito, afinal quanto menos inseguros eles estarem de me contatar melhor.

Ao chegar à livraria observaria o ambiente externamente e daria uns passos para o lado me encostando perto de Emma e dizendo ironicamente:

- Então este é o covil da garota demônio capaz de resolver qualquer coisa devido a sua imensa capacidade intelectual? Essa eu quero só ver, riririri,sabe felina, em minha infância eu conheci uma pessoa assim,passamos horas em uma biblioteca amarrotada de livros discutindo previamente sobre tudo,mesmo que ela seja uma pessoa sabia duvido que chegue aos pés de minha velha amiga.

- Mas jamais que ela superaria o grande detetive que me tornei agora, logo você também será a próxima, daria uns leves tapinhas em suas costas, espero que goste de livros mesmo que apenas os de figuras, pois vamos entrar em um lugar cheio deles pelo visto ririri.

Adentraria no estabelecimento observando atentamente a sua estrutura,procuraria ser recebido no interior do local e diria sem excitação para a pessoa que aparecesse:

- Sabia que estaria me esperando, afinal para alguém que sabe de tudo minha chegada não deve ser de nenhuma surpresa, riririri.

Afinal estaria esperando ninguém mais ninguém menos do que esta alta intitulada sabia:

- Só gostaria de testar seu conhecimento e ver se realmente conhece o motivo de minha presença.

Se ela respondesse que era devido ao caso do Manfred Malloney eu diria:

- Certamente que esta enganada, vejo que não possui tanto conhecimento assim, apenas uma rede de informação muito grande que lhe permite saber de envolvimentos externos, não daquilo que se passa pela minha cabeça, ririri, não tenho interesses nessas informações afinal eu já resolvi o caso.

- Mas não sou um justiceiro ou marinheiro,desde então não tenho nenhuma obrigação de expor o infrator ou capturar o envolvido,meu único objetivo e solucionar o mistério e apenas se as medidas forem necessárias eu tomo tal partido dizendo as informações necessárias para terceiros as divulgarem, afinal seria muito desnecessário o uso de minha saliva para envolvimentos tão insignificantes quanto esses.

- Estou aqui para dar inicio ao meu próximo envolvimento digamos que as coisas estão tomando rumos diferentes do habitual e esta na hora de eu me adaptar as mudanças do mundo,não estou certo rapazes?

Se ela respondesse que era para me encontrar com os revolucionários que me perseguiam diria sem pestanejar com uma expressão de satisfação:

- Afinal eu não vim aqui a toa por sinal,vejo que sua presença será de grande ajuda,então por onde podemos começar?

Independente dos casos acima continuaria da seguinte maneira esperando estar em contato com meus perseguidores na quão interpretaria como os revolucionários envolvidos:

- Fico lisonjeado com o esforço de todos mais desde que sou um detetive acredito que estavam cientes de que reconheceria uma pessoa sobre meus rastros com tremenda felicidade,só que deixando os assuntos mundanos de lado tenho palavras melhores para planejar com os senhores.

Retiraria o jornal de minha mochila deixando na manchete com a ruiva estampada,minha próxima investigação em questão:

- Eu adquiri um profundo interesse por esta arruaceira, normalmente procuraria saber de sua localização, mas tenho uma ideia melhor, gostaria do envolvimento de todos os presentes se possível, acredito que todos poderão sair ganhando no final.

- Desde que minha vida como detetive famoso tem ganhado destaque,acredito que tenha se tornado mais complicado de encontrar crimes que realmente exijam do meu potencial,afinal desde que todos já reconhecem minha presença eles tem se estruturado muito bem em meio ao submundo e agindo com a devida cautela.

Mexeria minhas asas com insatisfação demonstrando meu incomodo em relação ao assunto,me mexendo inquietamente de um lado para o outro:

- Eu gostaria de contornar isso da única maneira eficiente o bastante para isso, se eu quero saber o que esta acontecendo por trás dos panos o que seria melhor do que me infiltrar como um deles? Ririririri.E essa ruiva e meu ingresso de entrada,mas como tenho renome seria muito difícil fazerem as pessoas acreditarem que realmente me tornei um vigarista assim do nada,então tenho que realizar algo fenomenal para que não reste suspeitas.

- Uma ação que eu não conseguiria me envolvendo sozinho, mas se tivesse pessoas como vocês do meu lado, acredito que terei um desempenho melhor em minha façanha.

- Claramente que não daria essa proposta se não tivessem nada a ganhar,seria besteira de minha parte tentar negociar sem ter uma ótima moeda de troca.

- Pois então que lhes digo se estiverem disposto a me ajudarem,darei a vocês uma oportunidade única para mancharem a reputação da marinha e darem a sua célula o devido reconhecimento.

Entregaria a ligeira quantia de 500k berries enquanto me retiraria do local com Emma ao meu lado:

- Vejam isso como uma prova segura de minhas intenções afinal quem se disponibilizaria a entregar tamanha quantia sem se garantir do retorno?espero que acreditem em mim e se estiverem interessados,estarei indo em direção a Logue em meio a artistas reconhecidos assim como Erin,que embora não saibam de nada terão papeis fundamentais em meus esquemas,gostaria que alguns de vocês se infiltrassem no meio para facilitar a comunicação,do contrario espero uma resposta assim que estivermos embarcado da ilha.

Me retiraria do local para ir em direção ao porto,acenaria para trás sem nem olhar para eles novamente,se a vida me ensinou uma coisa e que pessoas curiosas tem tendências a procurarem respostas e desde que não revelei totalmente meu plano e apenas aticei o fogo provavelmente nos encontraríamos de novo em algum momento:

- Melhor não ficarmos por muito mais tempo Emma,prestaria a atenção em minha parceira, ou iremos nos atrasar para a viagem,espero que não se incomode se dividirmos as mesmas acomodações riririri.

- Se alguma coisa sobre essa súbita revelação te incomodar espero ser informado,sua opinião e muito importante para mim e levarei em grande consideração.

Com isso procuraria o navio dos artistas e embarcaria, cumprimentando a todos e anunciando minha chegada e ansiedade para partir. Cochicharia para Emma:

-Mal posso esperar para ver como as coisas irão acontecer ririririri.
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MensagemAssunto: Re: Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you   Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you - Página 3 EmptyTer Maio 15, 2018 2:51 pm

Narração



Com a carícia feita em Emma por Rimuru a garota mink mais uma vez começava a ronronar enquanto fazia um cara emburrada quando lembrada do beijo. - Hmmm. - Sua feição no entanto logo mudava para algo mais avoado enquanto pensava em um pedido para fazer a sua mestra.

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- Então eu aceito um sanduíche no almoço. - Concluía a garota toda animada. As palavras do detetive agora se dirigiam ao homem planta que apenas continuava com um contínuo e verdadeiro sorriso na face, sua estatura era alta com o rosto meio escondido na lama e galhos enquanto sua roupa era um verde pomposo e volumosa cheia de babados que representavam um arbusto.

- Claro fiquem à vontade, ainda são meio dia e nós só partimos ao anoitecer, então não se preocupem com o tempo. - Enquanto a pequena dupla se retirava do local o homem dirigia uma última palavra a Emma juntando as duas mãos em uma espécie de mantra. - E lembre-se garota gato, você tem que sentir o arbusto, pensar como o arbusto, ser o arbusto. - Ele finalizava com uma reverência leviana igualmente correspondida por Emma que também juntava as duas mãos sorridente.

- Eu gostei dele. - Dizia a felina com um ânimo logo cortado pela pergunta de Rimuru que a tornava pensativa. - Eu acho que me esconderia em um beco e esperaria ele me seguir para atacá-lo de surpresa. Por que?

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O percurso se seguia em silêncio apesar de Emma constantemente ficar rodeando Rimuru esperando por uma resposta se havia acertado ou não, o detetive também já conseguia não conseguia avistar ninguém lhes seguindo apesar de ainda continuar com o pressentimento de tal, quem quer que se escondia em meio às sombras era muito bom nisso. Chegando às portas da livraria as duas trocavam algumas palavras que antes de entrar novamente ficavam na mente da felina.

- Uooooh, essa sua amiga deve ser incrível Shishou. E é claro que eu sei ler. - Respondia ela com uma cara emburrada.

Logo que adentravam o local Rimuru podia observar que não se encontrava muito cheio, havia diversos corredores com categorias de livros e uma pequena área de leitura em que as pessoas poderiam aproveitar os livros ali mesmo sem ao menos serem cobrados, o adornos locais que compunham-se de cortinas e tapetes eram vermelhos que se destacavam em meio a todos aqueles móveis amadeirados e de aparência colonial. Logo no balcão face a entrada se encontrava uma mulher muito bonita sentada em cima da mesa com as pernas cruzadas, analisando-a de baixo para cima Rimuru podia notar que ela usava de uma meia calça preta praticamente mista em sua saia da mesma cor, no seu torso usava de um blazer vermelho por cima de uma camisa social branca enfeitada com um pequeno laço preto, era ali que seus longos cabelos longos e lisos podiam ser vistos por cima do traje e subiam acompanhando sua bela face até uma franja, os olhos da mulher brilhavam na iluminação local e seu sorriso malicioso demonstravam um certo interesse pela pequena dupla que havia acabado de entrar.

- Sabia que estaria me… -

- Esperando? Kukukuku - Dizia a mulher ainda com o mesmo sorriso completando a frase do pequeno detetive que logo começava com sua característica risada acompanhando a mulher de forma que agora para os outros que viam aquela situação não passava de suas excêntricas rindo. - E eu aqui me perguntando por que demorou tanto. - Dizia a mulher em forma de provocação e logo era respondida por Tempest com um questionamento sobre sua vinda.

- O motivo de sua presença? - Neste momento ela levantava se aproximando do rapaz. - Eu poderia dizer que é por causa do caso de Malloney. - Neste momento o jovem já se colocava em iniciar seu seu blefe, no entanto a mulher continuava falando enquanto entrelaçava seus dedos nos fios brancos de Rimuru. - Mas você até agora vem se mostrando egocêntrico, orgulhoso demais para pedir uma ajuda que não ordenada. - Ela dava uma volta completa na dupla olhando para Emma enquanto citava a “ajuda ordenada”. - Por mais que você não tenha resolvido o mistério ainda e não adianta mentir sobre isso pois nós dois sabemos muito bem a verdade, nunca viria me pedir a resolução, afinal é um garotinho bem competitivo certo? - Por fim ela retornava à mesa sentando novamente nela com as pernas cruzadas. - Logo eu imagino que você esteja aqui justamente para me ver, confirmar os boatos.

Como o esperado a mulher não só acertava o motivo da visita como também surpreendia e até mesmo incomodava um pouco o pequeno detetive com suas outras e corretas suposições. O diálogo dava continuidade e Emma não poderia ter um rosto mais perdido em meio a aquilo tudo, Rimuru iniciava a falar um certo de esboço de plano enquanto assim como a mulher que apenas escutava pacientemente até mesmo sorrindo um pouco quando a ruiva lhe era mostrado no jornal. No fim das explicações o jovem se virava de costas jogando um punhado de dinheiro junto a uma proposta para mulher, e enquanto ia saindo era abruptamente interrompido.

- Ora mas pra que tanta pressa? - Dizia a misteriosa mulher jogando o dinheiro de volta. - Você não está atrasado, está? Aliás espero que essa tentativa de suborno com uma quantia insignificante seja apenas uma piada. - Mais uma provocação era soltada e ela então começava a refutar o detetive. - De fato eu tenho uma certa relação com os Revolucionários, lhe parabenizo por deduzir tal coisa, ou terá sido um chute? Bom isso não importa muito, de qualquer forma houve um equívoco com relação aos homens que te perseguem, eles não pertencem a revolução e muito menos estão aqui para ajudá-lo. - Neste momento o jovem de cabelos brancos parava de vez tornando sua atenção a mulher.

- Oh… Parece que conseguir lhe cativar mais um pouco, kukuku. Está curioso não está? Para descobrir tudo isso, o assassino de Malloney, quem são os homens de preto, porque estão fazendo isso. Ah sim eu vejo em seus olhos os gênios de detetive se aflorando para resolver tudo isso.

- Quem você pensa que é falando assim com a Shishou?! - Interrompia Emma meio zangada andando em direção a mulher que apenas jogava uma novelo de lã para um canto qualquer.

- Os adultos estão conversando querida. - No mesmo momento a felina pulava atacando a bola de tecido e por lá ficava brincando enquanto a mulher dava continuidade a sua fala.

- Mas seria muito sem graça não acha? Contar-lhe tudo assim. Ei Rimuru, vamos apostaaar. - No momento em que dizia essas palavras a feição da mulher se alterava com os olhos um tanto cerrados e um sorriso um tanto quanto sádico.

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- Se eu vencer o jogo você deixa esse caso pra lá e segue com sua companhia de teatro, no entanto se você vencer eu lhe contarei tudo e você pode fazer o que desejar com tal informação, aí sim terá um certo mérito não concorda? - Seu tom de voz também havia mudado um pouco para algo mais arrastado e animado. - Vejamos… Para deixa mais atrativo para você, com sua vitória também atenderei a um pedido seu, qualquer um, inclusive esse tal apoio que deseja. Bem melhor não acha? - Um silêncio se tomava por um instante e o rapaz apenas permanecia calado.

- Estou certa de que você não negaria uma proposta tão atrativa, kukukuku… - Sua feição tornava ao seu controle de seriedade e suas pernas cruzadas se alternavam em uma espécie de troca de posição. - E é claro que meu desafio não será nada mais nada menos algo que prove suas verdadeiras capacidades, eu lhe contarei uma história, e se você resolvê-la a vitória é sua, bem simples não acha? Sem truques. - Mais um tempo de silêncio era tomado que só se quebrava pelo som que Emma emitia brincando com sua lã enquanto o detetive e a mulher se encaravam ambos com um sorriso no rosto.

- Vou começar então, preste bastante atenção ok? - Avisava ela antes de iniciar sua história. - Certo dia duas irmãs organizaram o funeral de sua mãe que havia acabado de falecer, uma delas notou em meio aos convidados um homem muito bonito que parecia ter gostado dela, entretanto com a correria do evento não lhe foi possível trocar nomes ou contato com o homem e ela lamentava isso no final. No dia seguinte esta mulher foi presa por matar a irmã. - Ela dava uma pausa tendo a história finalizada. - Minha única e simples pergunta é… Por que? - Um sorriso se abria novamente na face da mulher que não aparentava ter nenhum truque sujo, aparentemente apenas se divertia com a situação enquanto esperava por um resposta por parte do rapaz. - E então? O tempo está passando, Rimuru. Tic, TacTic, Tac...
Emma:
 
"Mulher Demônio":
 


Status:
 

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MensagemAssunto: Re: Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you   Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you - Página 3 EmptyQua Maio 16, 2018 1:06 am


Essa garota esta me deixando nos nervos, não apenas me faz parecer um completo fracassado, como também não sabe a maneira adequada de utilizar suas palavras diante de minha presença, embora eu não possa negar que existe certa classe em seu vocabulário.

Sem contar que de tantas coisas para dizer que refutem em provar o meu grande valor em resoluções de problemas altamente elaborados, ela me vem justo com uma questão tão simples que ate mesmo jovens de baixa escolaridade teriam a capacidade de resolver.

Andaria em direção ao novelo de La e diria brevemente para minha adorável Emma:

- Não espero que se incomode com isso, estarei tomando posse por alguns momentos, depois que terminarmos sinta se livre para retira-lo comigo a qualquer hora, mas no momento quero que você preste a atenção na situação, afinal como minha aluna, tem que estar com os ouvidos e olhos atentos para momentos onde possa desenvolver seu aprendizado,pegaria o objeto em questão com minhas mãos depositando-o em minha mochila.

Olharia fixamente para a portadora da questão, com certa duvida em meu olhar, uma que não possuo o interesse em manter em minha face por muito tempo e gostaria logo de solucionar:

- Se tudo que deseja e essa simples resposta não vejo motivos para recusar, estou ciente da aposta e aceito as condições estabelecidas, um pedido qualquer de minha parte correto? Tenho um perfeito em mente não venha a se arrepender futuramente.

Reviraria as sobrancelhas e demonstraria uma cara de deboche enquanto intensificaria minha aparência com o balançar de minhas asinhas:

- É claro também que pode não ser uma pessoa de palavra, mas prefiro acreditar que esteja me dizendo a verdade.

Aguardaria uma retrucada em meio a minha investida verbal e então comentaria:

- Pois bem a resposta que você tanto aguarda e nada mais nada menos que um caso de amor,afinal esse sentimento tem um enorme poder sobre a mentalidade dos viventes,um ao qual desconheço mas espero ser capaz de conhecer algum dia,para entender os motivos de tanta irracionalidade.

Certificaria-me de que Emma estivesse prestando atenção e se notasse algum sinal de distração usaria sua cabeça como apoio para a minha e continuaria falando enquanto acariciaria suas orelhas com o toque de meus dedos:

- O funeral era destinado a mãe da jovem, sendo assim o homem em questão que visitara o enterro poderia estar interligado a família de alguma maneira, houve um grande lance entre os dois, só que nenhuma menção de informações que pudessem leva-los a se encontrar novamente.

- Desesperada para encontrar se com o homem novamente ela optou por matar a Irma, afinal se ele tinha vindo ao enterro da mãe dela, era quase que lógico, seu retorno para o evento trágico em questão.

Sentaria-me ao lado da garota demônio com um sorriso audacioso e vitorioso,ergueria minhas mãos para um aperto de mão e diria a pergunta que incomodava em meu interior:

- Se sabe de tudo porque fez uma pergunta que não tinha duvidas de minha vitoria?por acaso esta tão determinada assim a me passar os detalhes do caso do Malloney? Riririri bom desde que esta interessada, ouvirei sua opinião para ver se equivale com a resposta que encontrei.

- Mas vamos falar daquele pedido que mencionou você já sabe o que desejo então não precisarei entrar em detalhes novamente estou certo? Ririririri.

- Exatamente!!

- Meu pedido é seu total empenho e dedicação para me auxiliar,afinal se estiver realmente interessada não poderá somente me dar aquele apoio a quão solicitei como também me ajudar em outras questões mundanas.

- Se posso pedir qualquer coisa porque me limitarei a utilizar se de palavras que me de uma única vantagem se posso desfrutar ainda mais com uma frase bem colocada que me permita utilizar cem por cento de seu potencial para meu bem prazer?

- O melhor detetive do mundo com a mulher demônio de intelecto sem igual,não consigo deixar de pensar em uma aliança melhor do que essa,embora já venha a deixar claro que minha parceira é insubstituível,ririririri.

- O que me diz, vamos ser colegas dessa vez e arquitetar um plano nunca antes visto?Não e como se apenas eu irei adquirir informações,também tenho muitas coisas que possam a ser de seu agrado,o que teria a me dizer a respeito?

Esperaria pela resposta da mesma e todas as outras informações a mim prometidas.
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MensagemAssunto: Re: Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you   Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you - Página 3 EmptyQua Maio 16, 2018 11:39 pm

Narração



Diante da situação proposta o jovem Rimuru se colocava em direção a sua aprendiz Emma, a princípio poderia parecer que o detetive estivesse ganhando tempo ou enrolando para pensar em uma resposta, talvez fosse verdade, mas nas aparências pelo menos o pequeno detetive apenas pedia pela atenção da garota mink, um breve cabo de guerra se iniciava ali com Emma se recusando a soltar a lã por extinto, mas assim que percebia de quem se tratava logo soltava o “brinquedo” envergonhada por ter se distraído tão rápido, e apenas mantia a cabeça baixa acenando em concordância.

Na medida que Rimuru fazia suas ações por fim se dirigindo a sua adversária, esta apenas continuava sorrindo para o rapaz, a resolução da história ia sendo contada e a mulher parecia mais inquieta do que nunca, não por frustração e incômodo pela derrota, e sim prazer na mesma, seus pés suspensos na mesa não paravam de balançar à medida em que mordia o dedo para não gritar do êxtase em que se encontrava, nunca antes havia sido visto alguém com tanto fervor mesmo na perda.

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- Sim , sim, sim, esplêndido! - Gritava a mulher já não conseguindo mais se segurar, mas logo controlava-se no momento em segurava na mão de Rimuru e recebia seu questionamento. - Kukukuku, não é óbvio? - Respondia ela cerrando os olhos e omitindo a boca com a mão enquanto dava sua risada. - Se você não conseguisse resolver algo tão simples então não valeria meu tempo. Kukukuku. - E novamente a cena das duas rindo se repetia enquanto Emma já não tinha mais suas capacidades cognitivas após ouvir que todo aquele enigma era algo fácil de ser resolvido.

- Mas você Rimuru, sinto que você é especial, diferente de todos desta ilha monótona, não hesitou nem por um momento mesmo tendo a chance de ficar sem a coisa mais preciosa que é o conhecimento, e ainda por sida provou que eu estava errada em chamá-lo de egocêntrico, não só se colocou no lugar da mulher como também entendeu seus pensamentos e emoções. Sim, Sim, será um prazer lhe acompanhar, pode contar comigo, Jeanne, para seu plano. - Todo o ânimo de Jeanne era expressado de uma vez só e isso espantava as pessoas ao redor, mas não Rimuru, de alguma forma a mulher lhe passava uma boa sensação e ele sentia que se entenderia muito bem com ela.

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- Bom, promessa é dívida certo? - Continuava ela já um pouco mais calma. - Vamos começar pelo caso de Malloney. - Dizia Jeanne pegando uma pasta de documentos de sua mesa e abrindo para o detetive. - Claro que só olhando isso você já deve ser capaz de solucionar tudo. - No momento que a pasta se abria Rimuru podia ver diversos documentos e fotos que interligam a identidade de Collins, o dono do Drunk Moon, com Donald Hobson, um ex-agente de um grupo de do governo denominado Roman.

- A alguns anos Donald Hobson desertou do Governo Mundial e se disfarçou aqui em Conomi como um civil qualquer chamado Collins, Manfred Maloney, também um ex-associado encontrou-se com Collins e tentou chantageá-lo. Para preservar o passado que esconde da própria mulher e filhos Collins matou Malloney e tentou fazer com que tudo parecesse trabalho de revolucionários escrevendo “Erin” no maço de cigarros. - Jeanne então fechou o livro em um baque concluindo o caso. - No final ele procurava por isso para se livrar de seu passado, é uma pena que eu encontrei primeiro. Kukuku. - Ela então se levantava ajeitando sua saia. - Quanto aos homens que lhe perseguem, são justamente agentes dessa tal de Roman imagino eu, já que está investigando o assassinato de Malloney devem supor que vai os levar até Donald. - Jeanne então dava uma pausa para observar o jovem detetive. - E agora Rimuru? O que pretende fazer diante de uma situação dessa? Estou curiosa com seus pensamentos. Kukukuku.
Emma:
 
Jeanne:
 


Status:
 

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MensagemAssunto: Re: Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you   Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you - Página 3 EmptyQui Maio 17, 2018 1:36 am


Observando a expressão de minha acompanhante não pude deixar de ter uma certa simpatia,afinal eu sou o único melhor detetive do mundo e ela apenas não chegou em tal nível de conhecimento ainda para entender a linha de raciocínio de duas mentes brilhantes.

Tentaria confortar Emma com um abraço meio sem jeito, afinal nunca abracei alguém de fato por querer demonstrar afeto sempre tinha algo por trás de minhas razões e ate mesmo acho estranho realizar esta ação.

- Não se preocupe, você esta em começo de carreira, logo te ensinarei a ligar os pontos de uma pista a outra e será capaz de pensar como nós.

Demonstraria uma expressão de conforto e diria um dos meus primeiros casos esperando que minha vida antes de ser o melhor possa conforta-la:

- Meu primeiro caso aconteceu aqui mesmo nessa ilha há alguns anos atrás, lembro que só tinha que encontrar um filho desaparecido de um pai preocupado que trabalhava em uma loja de armas próxima a uma fazenda de laranjas.

- Vendo agora eu percebo que mesmo sendo o melhor no que faço e superando a todos nesse quesito,ririri,se eu tivesse toda a experiência de campo que tenho agora naqueles dias eu teria resolvido tudo em uma única tarde ao invés de ter levado a semana toda.

- Então compreenda que tudo tem seu tempo,daria um beteleco em sua testa em seguida de um leve beijinho no mesmo lugar, é será muito parecido com a dor,você sente e logo ela some mas acaba se habituando ao tipo de resposta que seu corpo lhe da.

- Mais com um apoio externo como meu pequeno beijo as coisas tendem a ser mais rápidas e menos sofridas no final.

- Eu como o único qualificado para lhe introduzir ao mundo maravilhoso dos mistérios e conclusões irei te ajudar com isso ririri.Mas temos um assunto pendente ainda.

Observaria a recém-proclamada Jeanne que demonstrara uma reação muito fora do habitual, de fato as informações que ela possuía eram de grande valor,mas eu já havia suspeitado de Collins desde o principio, embora não tinha conhecimento dos seus reais motivos e quem ele realmente era.

Porem como o grande detetive que sou estou ciente de que algumas informações não são la muito necessárias e que desde que cheguei a essa conclusão primeiro e com menos provas continuo sendo melhor do que essa garota,afinal,não existe nenhuma pessoa tão boa quanto eu.

No entanto não e tempo de demorar tanto para refletir, devo esclarecer minha resposta, opinião e solução para que finalmente possa-me sentir livre desse caso que não serviu nem mesmo para me sentir pressionado:

- Tenho certeza que já sabe o que irei lhe dizer,então porque não nos acompanhar?Sabe esta quase na hora do almoço e estou devendo um sanduiche para minha pequena.

Piscaria com o olho esquerdo para Jeanne e procuraria nos guiar em direção ao Drunk Moon .

Estaria com expectativas de que o lugar estivesse cheio devido ao horário em questão, mas se não fosse conforme eu desejasse não reclamaria e prosseguiria da mesma maneira, atuando com toda minha capacidade e dedicação, colocando em pratica minhas aulas e ensinamentos com Kuja.

- Collins você esta ai?ririri, estou de volta e tenho companhia, estamos perto de resolver o caso, a pista no maço de cigarros fora realmente útil, fui investigar os membros do teatro e consigo pensar claramente que um deles possa ser o culpado em questão.

- Contarei todos os detalhes para você sobre o desenvolvimento, mas poderia nos oferecer um sanduiche para saciarmos nossa fome?Uma mente de estomago cheio funciona muito melhor se é que me entende.

É então assim que ele se afastasse sussurraria para Emma com palavras curtas e simples:

- Não importa o que escute, não questione nem interfira ate que seja notificada,se por acaso perceber que for se machucar ou ser colocada em risco,procure se defender.

Aguardaria o retorno do mesmo e deixaria Emma comer a vontade enquanto me manteria próximo a ela, enrolando um pouco minha pobre vitima ate que os homens que me perseguiam adentrassem ao local.

Meus olhos iriam cintilar de entusiasmo e finalmente faria com que minha justiça fosse realizada com sucesso, dizendo em voz alta e sem me incomodar em ser ouvido:

- Tenho certeza que já ouviu falar de um Donald Hobson não é mesmo,soube que ele passou uns bons bocados,provavelmente ele passou um grande tempo nesse estabelecimento desde que possa ter sido do seu interesse ficar nesta ilha por um longo tempo.

Ficaria de olho aos sinais que Collins demonstraria, pensaria que os homens saberiam onde eu quero chegar com isso e então finalmente daria minha confirmação final:

- Ele fora o assassino responsável pela morte de Manfred Malloney e sei exatamente sua localização atual e não e muito longe riririri.

- Isso mesmo ele esta... Realizaria minha pausa dramática para enfatizar minha fala, exatamente fugindo em uma embarcação em direção a Organ Island.

- Fui um pouco descuidado sabe coçaria a parte de trás de minha cabeça demonstrando um pouco de vergonha falsa.

- Desde que sou um grande detetive conhecido,devia ter camuflado minha presença,mas como ele sabia que estava aqui retirou-se tão depressa que meus olhos mal poderiam acompanhar riririri.

- Claro que se eu tivesse um navio e partisse imediatamente, seria capaz de intercepta-lo no porto de Organ,mas isso não é algo que eu tenha em meu poder,afinal sou um grande detetive e não um velejador.

Veria se minha atuação fora eficiente e mandasse os homens embora as pressas,então iria em direção as escadas e começaria a subir.

- Sabe Collins,acho que esqueci algum dos meus pertences no quarto desde a noite que me hospedei,se importaria de me acompanhar para procurar,ahhh a ajuda de vocês duas também seria muito bem vinda. Diria me referindo a Emma e Jeanne.

Assim que todos estivessem no quarto em questão olharia para Collins com um sorriso sarcástico no rosto.

- Sim eu sei que é você e não me importo com isso,você fez isso por sua família e nada disso teria acontecido se não fosse chantageado,algumas pessoas estão melhores sendo deixadas como estão e fosse é uma delas.

- Claro que tudo vem com um preço, mas o que tenho a pedir em troca da ajuda que te estabeleci é bem simples.


- Você disse que a ruiva morava por aqui não é mesmo?Gostaria que me levasse a uma pessoa que a conhecia muito bem, quanto mais informações eu obtiver dela melhor para mim.

Com isso seguiria Collins esperando que ele me levasse a alguém que batesse com os interesses que mencionei chegando perto de Jeanne no caminho para expressar minha opinião sobre todo o ocorrido:

- Surpresa? Ririri,tenho certeza que não,sabe eu vi algo mais em seu enigma no momento que me perguntara o que eu iria fazer,se queria me colocar em uma situação onde me depositaria nos pensamentos e emoções do responsável claramente queria que eu notasse alguma coisa no meu caso atual antes de me dar as informações que precisava,tenho certeza que era isso não é mesmo?afinal porque alguém relacionada aos revolucionários me deixaria fazer algo que beneficiasse o governo mundial?riririri se bem que isso nunca passaria pela minha cabeça desde que sei a verdadeira natureza deles; Concluiria com uma expressão seria e neutra e as asas retas e paradas.

E então quando encontrasse com a pessoa que estivesse procurando, esperaria que Collins explicasse ao que viemos e então perguntaria:

- Com toda a licença ririri,meu nome é Rimuru e não há detetive tão glorioso quanto eu,ririririri,poderia me dizer tudo o que sabe sobre a ruiva?
Objetivos da aventura não concluídos:
 
Objetivos Relacionados a NPC :
 
Histórico:
 
Rifle:
 
Revólveres:
 
Mapa:
 





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MensagemAssunto: Re: Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you   Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you - Página 3 EmptyQui Maio 17, 2018 11:46 pm

Narração



Diante de tantas informações simples para pessoas como Rimuru e Jeanne mas complexas demais para pessoas comuns, Emma se sentia mais perdida que Jesus no dia dos pais do que nunca, e felizmente era confortada pelas palavras do detetive que pela primeira vez demonstrava humildade e uma certa empatia na frente das duas ali presentes. A felina que antes parecia confusa e cabisbaixa agora sorria e ronronava após o ânimo e história de Rimuru, e balançando a cauda tornava a seu ânimo de sempre.

- Sim, Shishou, ainda vou resolver algo que lhe deixe orgulhosa. - E então começava a pensar alto. - Onde será que eu encontro um garoto perdido? - Jeanne enquanto isso apenas observava a cena ainda com um sorriso no rosto esperando por uma resposta na qual já tinha noção, apesar de a apostar ter sido encerrada o jogo de previsão continuava, quem falharia primeiro em sua predição, qual conclusão se equivocará primeiro, e quais os mistérios por dentro da mente do jovem de cabelos brancos, eram os pensamentos da mulher.

- Sim, eu perdi a aposta certo? Considere-me à total disposição. - Dizia Jeanne se aproximando do ouvido de Rimuru e cochichando baixinho. - Aliás estou curiosa quanto a você, então o acompanharei por um tempo.

O caminho até a taverna era tranquilo e sem interrupções, ao chegar no local Rimuru podia notar que o ambiente estava cheio como deveria estar em um horário de almoço, logo em sua entrada uma garotinho que saía com a mãe mudava seu percurso dando um breve abraço no rapaz e logo indo embora, no momento que trocavam olhares o pequeno detetive relembrava que aquela era uma das crianças presentes em seu musical matinal, e ele aparentemente havia ganho uma fã. Logo que se aproximavam de Collins o homem surpreso e meio tenso, não pela chegada de Tempest, mas por sua companhia, Jeanne, que sorria maliciosamente para o homem.

- Cla… Claro, sintam-se à vontade em qualquer mesa que logo mais eu levo até vocês.

No caminho para a mesa Tempest sussurrava algumas palavras à sua aprendiz que não entendia o motivo de tal, ela se sentia meio perdida em meio a investigação desde a entrada na biblioteca, e apenas permanecia feliz com o sanduíche que ganharia acenando assim a cabeça em concordância com o que nem mesmo havia entendido.

Os almoços logo chegavam e Collins se retirava o mais rápido possível, parte pelo alto movimento e parte pelo seu aparente nervosismo com a presença da mulher de longos cabelos pretos, ele de fato tinha razão, afinal Jeanne era imprevisível e de certo modo temida, nada mais natural que um assassino se incomodasse com sua presença. A mesa permanecia quieta alguns instantes enquanto Emma deliciava-se com seu sanduíche e Rimuru podia notar homens de preto, estes que antes o perseguiam, adentrar no local e se posicionando em uma posição que de certa forma era “imperceptível” mas ainda possível de escutar a conversa alheia, uma vez com todos os requisitos era a hora de colocar o plano em ação.

O jovem detetive então começou a explicar todo a caso e sua resolução, um pequeno detalhe no entanto fora alterado, ou melhor, acrescentado, e Jeanne que entendia tudo na mesma hora complementava o blefe.

- Muito astuto esse Donald, kukuku. Afinal, é esperado que mesmo um ex-agente do governo não permaneça em uma ilha controlada por revolucionários por muito tempo, seria muuuito perigoso. - Ela dizia de uma forma satírica no entanto bem convincente. - Ainda não acredito que ele conseguiu passar a perna em duas mentes brilhantes como as nossas, esse homem realmente deve ter tido um ótimo treinamento. - Aquilo era tudo que os homens precisavam ouvir, e com o tempo iam saindo um a um até que já não restasse mais homens de terno no local, com exceção é claro do músico que se apresentava que tocava seu clarinete com maestria.

Com mais um de seus objetivos completos tudo que restava era concluir de uma vez por todas esta singularidade que Rimuru decidia resolver chamando Collins e suas companheiras para um local mais apropriado a conversa, o homem percebia na hora as intenções e ainda que relutante e pronto para atacar a qualquer instante a fim de preservar sua vida, ele as acompanhava com tensão. Tudo no entanto era aliviado logo nas primeiras palavras de Rimuru que logo desabavam o homem de joelhos e aliviado.

- Eu não tenho… - Collins cuvavá-se apoiando o corpo nos dois braços e encostando sua careca no chão. - Palavras que expressem minha mais profunda gratidão.

- Kukuku, não precisa de tudo isso. - Interrompia Jeanne. - Fizemos isso por vontade própria, erga a cabeça. - Collins então recuperava sua compostura e escutava o resto das falas de Rimuru.

- Me desculpe, apesar de sua fama a Ruiva não era muito popular entre as pessoas, visto que seus pais estão mortos não conheço ninguém com tal informação.

- Bom não se preocupe com isso. - Interrompia novamente a mulher desta vez tocando no ombro do detetive. - Eu sei da pessoas perfeita, inclusive você já o conhece, kukuku. Vamos? - Dizia ela já se dirigindo à saída dando apenas uma pausa para finalizar todo o assunto. - Considere nosso almoço como um pagamento, kukuku. Até mais ver, Donald.

Mais uma vez o pequeno trio se colocava às ruas rumo a algo de interesse mútuo, Rimuru logo voltava a sua batalha mental com Jeanne que respondia a altura.

- Fico feliz que tenha compreendido tudo, você realmente não me decepciona. Apesar de que eu já tinha uma ideia do que fazer com os agentes. - Neste momento o jovem percebia que continuava sendo seguido, desta vez não pelos agentes e sim por dois homens, um era o familiar e com sorriso desleixado Alfred, enquanto que o outro quase da mesma altura com cabelos médios e brancos e com diversos curativos e um belo casaco o acompanhava. - Engane os amigos para enganar seus inimigos, alto do tipo eu imagino. -

- Oe oe Jeanne! - Se aproximava o homem de cabelo branco com um tom condescendente. - O que houve com os agentes que me prometeu? Aqueles covardes correram da ilha!

- É melhor assim Harima. - Interrompia Alfred também chegando mais perto. - Você deveria estar descansando agora, muito menos lutando. Oh, olá Rimuru, vejo que conseguiu alguns acompanhantes interessantes.

- Cale a boca seu médico de merda! Eu ainda não descontei o suficiente por ontem. - Reclamava Harima enquanto o ruivo apenas ria descontraído.

- Bom, vocês ficaram a manhã toda os seguindo, poderiam ter atacado a qualquer hora. Kukuku. - Retrucava Jeanne.

- Tsc, como se ele fosse deixar. - Terminava o homem ainda um pouco zangado enquanto Alfred e Jeanne apenas sorriam com a situação.

- Oh, chegamos. - Quando se dava conta Rimuru estava novamente na companhia de teatro, o ensaio final estava finalizado e todos já estavam se retirando, no meio do palco no entanto uma figura ilustre se mantia imóvel, uma planta verdinha e rara em meio a tamanho inverno, logo que todos se aproximavam a planta permanecia imóvel por alguns instantes até se desdobrar por completo revelando ser o homem arbusto.

- Vocês voltaram, e com mais amigos! - Anunciava o homem de uma forma animada porém serena. - Vieram aprender a arte do arbusto imóvel?

Rimuru então era breve e fazia sua pergunta sobre a tão aclamada Ruvia, a após soltar um leve sorriso de canto de boca o homem começava a falar.

- Ooh sim sim, foi a alguns dias atrás, eu ainda era um simples morador de rua, na calada da noite ela me venho perguntar, um completo estranho, por um lugar pra dormir. Acredita? - Sua empolgação para com o assunto era de certa forma contagiante e após uma pequena pausa dramática ele tornava a falar. - Conversamos bastante naquela noite, principalmente sobre sua história, tão trágico, uma garota tão nova que já perdeu tantos a sua volta, nada lhe restou senão sair por aí atrás de seu sonho, mesmo que sozinha imagino. Mas a determinação em seus olhos, a forma como ela disse seu sonho de se tornar Rainha dos Piratas de forma tão natural e inocente, aquilo despertou o aventureiro em em! Foi depois de me encontrar com Fanalis B. Ria que eu finalmente tomei coragem para seguir o sonho que sempre quis, me tornar um Arbusto!

- Viu, kukuku, eu disse que conhecia alguém. Satisfeito? - Perguntava Jeanne enquanto que os artistas agora se reuniam ali mesmo para almoçar o que lhes era servido por quem aparentava ser o chef que continuava preparando as refeições ali na hora com uma cozinha improvisada sob uma tenda que sempre mantinha um fluxo de artistas contentes e famintos.
Emma:
 
Jeanne:
 
Alfred:
 
Harima:
 


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MensagemAssunto: Re: Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you   Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you - Página 3 EmptySex Maio 18, 2018 9:57 pm


Claro que não estou satisfeito, ao menos não ainda, existe muitas coisas que ainda não foram resolvidas e não acho que devo deixa-las pendentes para mais tarde.

A oportunidade brilha diante de mim e eu me arrependeria se deixasse este momento passar e me jogasse na beira do desconhecido sem outras informações relevantes:

- Posso ver que fora uma conversa das mais interessantes que teve com esta glamorosa ruiva, mas não tanto quanto sua incorporação como arbusto. Raramente encontro pessoas que se dedicam tanto em sua performance, como um grande detetive que já vira e se escondera atrás de muitos como você, o nomeio como o único de valor entre seu tipo de vegetação.

Certo, não é lá tão entusiasmante bajular um arbusto, entretanto preciso anima-lo para garantir uma melhor relação a aquisição de conhecimento, para isso eu devo poda-lo com minhas palavras e rega-lo com minhas interpretações sem igual:

- Sei que não e do habito de um arbusto mas espero que abra uma exceção e me revele um pouco mais sobre esta garota, estou pensando em me encontrar com ela daqui a alguns dias para podermos cooperar e nos beneficiar um com o outro.

 - E quanto mais eu souber sobre ela mais fácil será para termos um bom convívio, riririri, soube que o pai dela era um fazendeiro, mas que fim teve a mãe que nunca passou pelos meus ouvidos? E porque ninguém mais e capaz de me dar detalhes apurados sobre ela? Certamente ela deveria ter amigos pelas redondezas.

- O “B” abreviado do nome tem algum significado? Por acaso ela se chama Boris e está envergonhada com este fato e oculta de todos os presentes?

Expressaria um rosto de dúvida e curiosidade verdadeiro, e ampliaria e enfatizaria meu tom de voz para me tornar mais elegante assim como Kuja me ensinara.

Assim que obtivesse aquilo que perguntara, suspiraria de alivio dando uma pequena afagada na cabeça de Emma e então me dirigiria em direção a Alfred segurando o com um abraço forte em um dos seus braços levemente erguendo minha face e focando o através de meus olhos buscando demonstrar fúria, ira e irritação com eficácia.

Inflaria minhas bochechas e mexeria as asas com agitação e arrastaria ele assim como pediria que todos os demais me acompanhassem com pequenos gestos realizados com minha mão esquerda até uma das mesas livres que pudesse
acomodar a todos.

Depositaria ele em um dos assentos e diria com foco e clareza:

- Fique aqui, não se atreva a se retirar como da última vez!
Caminharia a passos decididos em direção ao chef, adentrando na cozinha improvisada e colocando uma quantia absurda de 1.000.000 B$ e exclamando com confiança:

- Mestre, me ensine as artes extraordinárias da culinária para que possa me aperfeiçoar e demonstrar que este grande detetive tem muito mais valor do que alguns tendem a acreditar.
Aquele abestado escolheu me deixar sozinho e ir resolver outro assunto! Eu a melhor pessoa que há? Irei demonstrar para ele que sou muito mais do que um grande solucionador de casos. Me aguarde Alfred, irei esfregar na sua cara o que perdeu.

Assim que terminasse minha lição, ajudaria o chef a preparar as refeições, e me interessaria em fazer o sanduiche mais delicioso que Emma já viu, um prato sofisticado para Alfred e Jeanne e algo de aparência saudável para Harima.
Não me esquecendo de Erin e Kuja que poderiam estar no ambiente ao lado dos outros membros da trupe de artistas, para a primeira tentaria um doce caprichado e para a segunda algo relacionado a peixes e frutos do mar.
Iria na direção de alguns artistas e perguntaria se eles poderiam fazer alguma apresentação para animar este momento de lazer:

- Sabe, todas as refeições são muito melhor acompanhadas de apresentações, sei que estamos todos descansando, no entanto poderia nos alegrar com suas incríveis manobras?
Com isso sendo feito com sucesso ou não voltaria a me sentar junto aos demais com um prato contendo algum tipo de ave que tentaria fazer para mim mesmo.

Daria um pouco de minha refeição para Emma também, desde que daria o sanduiche por pensar ser o que ela mais gosta até então, mais ainda acredito que crianças tem que se manter bem alimentadas.
Embora ainda não tenha tanta certeza, sobre o fato de ela ser jovem ou não. Essas diferenças de raças são muito confusas, e não e algo que desejo perguntar desde que não aparenta trazer alguma relevância para algum dos meus casos no momento:

- Espero que vocês apreciem, afinal uma pessoa tão majestosa como eu só poderia ser progenitora de grandes obras, comam sem medo tenho absoluta certeza sobre o gosto espetacular que deve ter.

Olharia para Alfred esposando um sorriso, demonstrando que agora ele poderia relaxar, pois uma refeição juntos era tudo o que eu queria.

Se estivéssemos apenas nós ao redor da mesa, cutucaria Jeanne para chamar sua atenção, então apontaria para os demais demonstrando que eles também seriam necessários:

- Está na hora de eu discutir mais afundo sobre meu plano. Diria em um tom baixo para que os artistas não prestassem a atenção esperando que aqueles ao quão me comunicara anteriormente estejam realizando alguma ação que possam estar distraindo os demais.

- Eu não pretendo nada pretencioso como atacar um QG da Marinha ou assassinar um tenente ou membro de alta patente, isso seria muito arriscado e na minha opinião um ato tolo e suicida.

- Pessoas sabias como nós devem operar nas sombras, com ações friamente calculadas e movimentos precisos que ampliem as probabilidades de sucesso.

- O que eu desejo acertar não é uma construção ou pessoa em particular, meu alvo para minha grande entrada infiltrada no submundo e a própria reputação dos marinheiros.

- Pretendo fazer o ato durante a apresentação dos artistas a qual tentarei convence-los a realizarem seu espetáculo no próprio porto.  

- Então divulgaria para todos os capitães com embarcações próximas e influenciaria os mesmos a terem uma reserva de fogos de artificio para celebrarem a vinda dos artistas e ajudarem em sua grande estreia e pediria que um membro da trupe pudesse estar a bordo para aciona-los no momento certo.

 - Iria até mesmo para a marinha solicitar uma escolta particular durante toda a encenação para não levantar tantas suspeitas.

- Quando o cenário estiver preparado, gostaria de iniciar uma distração, talvez um ataque ao banco e explosões aleatórias ao redor da ilha e nas proximidades do QG simulando ataques falsos, apenas para deslocar suas forças em diversas posições, sendo que os envolvidos terão que se auto intitular como piratas da ruiva.

- Iniciando assim um período de caos e desordem e provavelmente os marinheiros responsáveis pela proteção dos artistas seriam notificados e poderiam ser chamados de volta para apresentarem auxilio.

- Quando percebemos que os marinheiros estão inquietos, saberemos que é o momento de agir, e então os membros que estão nas embarcações, no caso alguns entre nós que se voluntariaram para a tarefa detonara os fogos de artifícios junto ao navio se auto intitulando como piratas da ruiva.

- Deixando apenas um barco intacto que seria o utilizado para a evacuação e que farei questão da denominada capita Fanalis esteja no mesmo.

- Utilizando de minha voz e influencia realizaria um golpe de marketing realçando a participação dela nessa situação e eu como um membro importante do bando destituindo falsamente de minha posição como detetive e introduzindo me a pirataria.

- Nesse momento que os “verdadeiros” revolucionários,diria verdadeiro de maneira sarcástica,  surgiriam ouvindo os gritos de desespero da população indo ao seu resgaste, dando cabo nos “supostos piratas da ruiva” e uma voz em meio a multidão iria questionar a justiça e influência da marinha e relevar a grandeza da célula revolucionaria na expectativa de criar um conflito interno sobre os cidadãos e em quem realmente deveriam confiar.

- Então ocorreria a minha incrível fuga acompanhado de Emma é de Fanalis, toda a culpa do ocorrido cairia sobre os ombros da garota aumentando sua fama como criminosa ajudando a em seu rumo a rainha dos piratas, a visão do mundo em relação aos revolucionários aumentaria e da marinha sofreria uma queda. E eu conseguiria o que eu quero.

- Todos sairiam ganhando no final riririri,objeções?sugestões? estou aberto ao que tiverem a me dizer, isso não e algo que poderia realizar sozinho e com certeza precisaremos de mais revolucionários para tamanha façanha.

Com um olhar de relance para Jeanne diria:

- Espero que não mude de ideia agora,riririri.
Objetivos da aventura não concluídos:
 
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Rifle:
 
Revólveres:
 
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MensagemAssunto: Re: Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you   Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you - Página 3 EmptySab Maio 19, 2018 10:18 pm

Narração



Apesar da breve descrição do homem arbusto somente aquilo não era o suficiente para satisfazer a grande curiosidade do Detetive Rimuru que já enchia o homem com perguntas e bajulações. Apesar de transparecer felicidade com os elogios recebidos o homem se continha e até mesmo interrompia o jovem.

- Sim sim, uma conversa muito interessante, mas não precisa de tudo isso meu jovem, eu sou velho, não nasci ontem e sei o que está fazendo. Reconhecimento é bom, mas adulação demais é prejudicial à qualquer um, tenho certeza que nosso mestre Kuja-san lhe ensinou sobre isso. Sou um mero arbusto, não busco reconhecimento, apenas sigo meu estilo de vida. - O homem falava tudo calmo e sereno de forma que suas palavras ecoavam como uma doce melodia que até mesmo amaciava a lição de vida que ele passava.

- Apesar disso não pretendo lhe esconder nada. - Dizia ele de forma hipócrita já que ele se esconde em um monte de folhas com um sorriso no rosto. - As árvores estão por todo canto escutando, é simplesmente tolice não perguntar para elas, você fez o certo minha jovem - Uma pausa de reflexão era tomada e então o homem começava a responder uma pergunta por vez.

- Oh sim sim, ela me contou bastante sobre a própria vida, de começo me pareceu um pouco acanhada mas depois de provar de minha deliciosa sopa se soltou um pouco. Se é que me entendem. Vejamos vejamos, lembro desta conversa como se fosse a poucos dias. - E de fato foi. - Se não me engano sua mãe saiu para o mar, viver como uma pirata, mas nunca foi reconhecida ou apareceu em algum jornal, imagino se ainda está viva, aquela garota parecia acreditar nisso pelo menos. Nunca foi uma garota muito bem sociável apesar de seu carisma, sinceramente não imagino o por quê, e seu único amigo acabou indo mais cedo do que deveria. - Neste momento o homem abaixava a cabeça como uma forma de empatia por sua ídolo e então tornava a falar. - Mas são coisas da vida certo? Quanto ao nome B. é porque os deuses baniram os D’s da existência nem ela faz idéia do que seja, disse que foi algo passado de geração em geração, e que provavelmente é alguma palavra grande, mas eu imagino que seja algo pequeno e gracioso, como Bush quem sabe!

- Agora se me dão licença, eu estou morto de fome, mas no dia em que aprender a me alimentar do sol. OOh sim, será um dia magnífico. - Completava o homem enquanto ia saindo aos poucos ainda falando consigo mesmo sobre seus delírios de ser uma planta.

Uma vez satisfeito com suas respostas Rimuru agora se voltava para o grupo, especialmente Alfred que apenas tinha o mesmo sorriso desleixado e indecifrável de sempre enquanto o rapaz encenava alguma agitação para com o homem, e logo após se retirar da mesa que mal havia obtido Rimuru podia ouvir a voz de Harima caçoando de Alfred de fundo.

- Oe oe o que foi isso aqui? Ahahahahah. - Continuava ele após dar um soco de brincadeira no ombro do ruivo. - Você acabou de levar uma bronca, daquela garotinha? Ahahah. - Junto do homem enfaixado Jeanne também ria discretamente, mas não pela cena ocorrida, e sim pelo fato do idiota de cabelos brancos ter confundido Rimuru com uma garota. - Ei seu lolicom, isso dá cadeia.

Enquanto isso os olhos do Cheff brilhavam diante de tanto dinheiro, era um homem alto e forte de pele escura e cara mal encarada, usava um avental simples acompanhado de um chapéu de cozinheiro e apesar de sua aparência fazia algo de extrema qualidade.

- Muito bem recruta! Se você acha que pode me acompanhar então entre nessa cozinha e tente não me atrapalhar enquanto aprende na marra tudo o que puder! - Um bom tempo se passava ali, nada mais do que uma hora, mas pareciam dias infernais para Rimuru que constantemente levava gritos e quase fora cortado por facas diversas vezes, seu ensinamento não era exatamente sobre receitas, e sim sobre técnicas de preparo. Apesar da dificuldade para o detetive todos se divertiam constantemente, não era nem preciso pedir por um “show”, no meio de tantos artistas era praticamente impossível não ter alguém entretendo, seja hora com música, hora com atuações e até mesmo encenações de luta.

- Você foi o único e melhor aluno que já tive. - Dizia o Chef no fim emocionado ao ponto de percorrer uma única lágrima por seu rosto. - Aqui! Vai te ajudar em sua jornada! - Ele entregava um livro com diversas receitas e explicações sobre métodos de culinária logo antes de dar um grande tapa nas costas do rapaz que o impulsionava para frente quase derrubando os pratos que havia acabado de preparar, e enquanto Rimuru se dirigia a mesa podia escutar ao longe seu professor segurando o choro.

Uma vez com todos na mesa todos agradeciam e se deliciavam com seus respectivos pratos, inclusive com os pratos dos outros, já que seguindo a frase de Rimuru alguns dividiam sua comida uns com os outros para que pudessem provar, com exceção de Emma que terminava seu sanduíche em três bocanhadas que deixavam Harima com água na boca e remorso no coração por não ter conseguido um ótimo sanduíche no lugar de comida saudável, apesar de não demonstrar descontentamento chegando até a agradecer, ainda que não estivesse muito acostumado com tal e o fizesse meio sem jeito.

Tendo contado todo seu plano um silêncio ensurdecedor se manteve na mesa por uns instantes até que Jeanne o quebrasse com sua peculiar risada que instintivamente era acompanhada por Rimuru onde os dois voltavam a rir igual a dois malucos, no entanto por estar em meio a tantos artistas e pessoas excêntricas não seria dessa vez que o hospício bateria a porta.

- Kukukuku, muito interessante seu plano. Eu pessoalmente não me sinto muito ligada aos revolucionários e sua causa, só me juntei a eles pela liberdade e informação que possuem, mas como prometido irei lhe ajudar, e esse seu plano deve agradar bastante os chefões. - Ela então se levantava da mesa estendendo a mão para Alfred que logo entendia o sinal e lhe entregava seu caracol comunicador. - Agora se me dão licença, estou indo fazer o plano dar certo. Kukuku.

- Então quer dizer que esse pessoal todo aqui vai para Loguetown? - Concluía Harima com um sorriso malicioso mas ao mesmo tempo repleto do mais claro ódio. Alfred que se sentava ao lado percebia aquilo e imediatamente lhe freava chamando também sua atenção tocando-lhe o ombro.

- Pare Harima, eu já disse que não é uma boa ideia.

- Cale a boca! - Ele se exaltava mexendo o ombro para afastar o braço do ruivo. - Você…

- Oooi! - Eis que então chegava o homem arbusto interrompendo a tensão que parecia que iria se formar ali. - Estamos nos preparando para partir. - O homem falava diretamente com Rimuru que podia notar que algumas tendas estavam sendo desarmadas e as pessoas ali organizavam seus pertences. - Se quiser ir junto é melhor resolver tudo que tem por aqui e ir logo ao porto.
Emma:
 
Jeanne:
 
Alfred:
 
Harima:
 
Cheff:
 


Considerações:
 
Status:
 

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MensagemAssunto: Re: Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you   Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you - Página 3 EmptyDom Maio 20, 2018 12:50 am


Harima parece ter algum tipo de assunto a tratar com alguém ou um determinado grupo de pessoas em Loguetown, desde que se encontra com o corpo todo remendado  acredito que sejam os responsáveis pelos seus ferimentos.

Responderia a pergunta do nobre arbusto, sem esconder meus interesses, pois ainda havia algo que deveria fazer:

- Não demorarei muito, só tenho um ultimo assunto pendente para resolver nesta ilha, gostaria que nos garantisse um pouco mais de tempo antes da partida respeitoso arbusto.

- Existe alguém que necessita de minha atenção e minha partida seria prejudicial a sua saúde mental se não a notificasse de assuntos importantes.

Apertaria os ombros de Alfred com carinho amaciando os com os meus polegares e expressando um sorriso elegante ao mesmo tempo em que diria:

- Não seja tão exigente com Harima, isso não o impedira de maneira alguma.

Veria Harima com uma expressão indiferente em meu olhar e sem demonstrar qualquer emoção aparentemente esperando ter uma imagem neutra exclamaria:

- Se pretende se vingar ao menos espere se recuperar totalmente, ou apenas estaria desvalorizado todo o trabalho que Alfred teve em trata-lo.

É foi o motivo de ele ter me deixado sozinho para começo de conversa então de um pouco mais de valor nisso seu epiderme.

- Alfred talvez seja pedir muito de você, mas gostaria que não deixasse o navio partir sem mim, me encontrarei com vocês no porto sem faltas.

- Não se esqueça de levar nosso pequeno causador de confusões aqui,apoiaria ambas as minhas mãos em Harima,estou começando a gostar dele, assim que ele se sentir melhor eu  prepararei um prato mais apetitoso ririririri.

Clamaria então pela atenção da jovem aspirante a detetive:

- Venha Emma!! Nosso caso ainda não acabou totalmente, esta na hora de concluirmos nosso primeiro serviço.

Assim que ela se aproximasse envolveria a sobre meus braços e começaria a caminhar ao lado dela, passando ao lado da tenda do Chef buscando sua atenção:

- Obrigado por toda a ajuda, desde que eles gostaram dos pratos fico lisonjeado de ter tido um grande professor como você isso só servira para me dar mais destaque como a pessoa sensacional que nunca deixarei de ser riririri.

- Será que poderia me ceder algumas de suas panelas, pratos, talheres e copos para levar em minha viagem? Gostaria de preparar minhas próprias refeições daqui em diante, e de certa maneira, afagaria a cabeça de Emma, isso me daria uma oportunidade melhor de cuidar de minha aluna, quem sabe os perigos que ela pode se envolver a partir de agora, ao menos quero lhe garantir uma refeição segura.  

Se o mesmo aceitasse pagaria o valor necessário pela transação e então acenaria dando uma leve despedida silenciosa porem profunda, dizer um adeus final para alguém que teve grande impacto em meu desenvolvimento não e algo que quero fazer novamente.

Assim que pegássemos um pouco de distancia procuraria ir em direção a casa de Dakota, esperando que minha discípula tenha a curiosidade de perguntar o que tinha em mente:

- Dakota Hardy ainda não sabe dos acontecimentos que levaram a morte de Malloney, deixa-la vagando em uma duvida sem fim seria uma atitude muito cruel e embora não seja muito de meu interesse ser a luz que clareara seus pensamentos, tenho que criar exceções para te mostrar como se deve fazer um trabalho de detetive em todo seu potencial.

- Se você achar irrelevante fazer isso nas próximas vezes não irei te julgar, só farei questão de te mostrar ao longo do seu aprendizado, todas as situações que você pode se deparar.

- Alias... Ajustaria o rifle que entreguei para Emma em suas costas e verificaria se o mesmo ainda estava em ótimas condições e em uma posição segura, desde que a garota não deve conhecer muito sobre armas de fogo é melhor dar uma olhada e ter certeza que nada de ruim pode acontecer.

- Durante a viagem te ensinarei a manusear isso com maestria então esteja se preparando para isso ou irei te castigar adequadamente se fracassar ririririri. Mostraria minha língua bem de leve e então faria uma expressão brincalhona para deixar uma duvida se o castigo é ou não necessariamente verdade.

Assim que chegasse na residência de Dakota daria umas leves batidas na porta e se percebesse a aproximação ou movimento de alguém de dentro antes mesmo de ela abrir a porta ou julgar se deveria mantê-la fechada diria:

 - Dakota Harley aqui a quem lê fala e o imensurável detetive Rimuru, tenho assuntos a tratar com a senhora que poderá tranquiliza-la sobre os acontecimentos daquela noite.

No momento em que a porta fosse aberta, cumprimentaria a mesma e gesticularia para minha aprendiz fazer o mesmo, sendo falso ou verdadeiro é bom demonstrar certa educação, isso torna algumas pessoas mais cooperativas em determinadas situações e no momento pressinto que quanto menos desrespeitosos sermos mais informações e benefícios teremos a adquirir:

- O responsável pelo assassinato fora descoberto, agentes do governo estão em seu encalço e não e nada com que deva se preocupar.
Não chega a ser mentira, mas também não é a verdade em sua plena forma, entretanto desde que isso e o suficiente não vejo motivos para me aprofundar ainda mais em detalhes.

- Aqui fique com isso,entregaria o relógio quebrado afinal ele não me tinha mais utilidades e sem nenhuma preocupação diria um fato inventado na hora, com um ar convicto e de certeza para não causar duvidas:

- Ele gostaria que ficasse sobre seus cuidados  afinal você era uma cliente muito querida pelo estabelecimento e uma pena que tenha tido que passar por tudo isso.

Daria um abraço meio desajeitado, não o mesmo tipo de abraço que dei para Emma daquela vez, mas sim algo mais comum e menos emotivo:

- Bom não posso ficar muito, diria uma desculpa  esfarrapada para me retirar, tenho que juntar tudo o que possa me ser de grande ajuda antes de partir, irei para Loguetown imediatamente é não posso me dar ao luxo de ficar nem  por mais breves instantes.

- Passe bem jovem Dakota riririri.

E então iria embora em direção ao porto onde procuraria me encontrar com os demais e embarcar no navio dos artistas,dizendo algumas palavras casuais para minha parceira:

- Ei Emma,por acaso essa seria sua primeira viagem?riririri.

- Se for esta a situação tenha certeza de apreciar, pois teremos muitas outras, nossa jornada como detetives por este vasto oceano esta apenas começando.

Procuraria alguém próximo a nós:

- Por acaso você teria um exemplar do ultimo jornal publicado? Gostaria de dar uma olhada no que o mundo a fora pode nos proporcionar riririri.

Objetivos da aventura não concluídos:
 
Objetivos Relacionados a NPC :
 
Histórico:
 
Rifle:
 
Revólveres:
 
Mapa:
 

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MensagemAssunto: Re: Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you   Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you - Página 3 EmptyDom Maio 20, 2018 9:44 pm

Narração



Com a resposta do jovem o homem arbusto apenas assentiu com a cabeça e logo partiu para juntar suas folhas para a viagem, em meio a isso Alfred e Harima já se encontravam de pé com algum tipo de discussão silenciosa apenas de olhares, visto que Rimuru não era páreo em altura contra o ruivo ele tinha que subir na mesa para apoiar-lhe as mãos nos ombros, o que se tornava uma cena até que engraçada.

- Não é tão simples assim. - Respondia Alfred suspirando e então olhando para Harima. - Você por pouco não morreu ontem, francamente só conseguiu ficar caído vivo por tanto tempo por Troy tê-lo salvo do outro rapaz, vai desperdiçar a última coisa boa que ele fez por você?

- É claro que não… Idiota. - Retrucava Harima desta vez com uma voz calma e cabisbaixo. - West… - Um breve sorriso de canto surgia em sua feição. - Ele é forte, aquele cara, me derrotou completamente em uma luta entre homens, não tenho o que reclamar quanto a isso. Meus assuntos são com outra pessoa.

- Isso só piora as coisas. - Dizia o ruivo levando a mão à testa. - Drake é um cara legal mas ele não vai pegar leve.

- Eu sei muito bem disso. - Respondia o rapaz com as sobrancelhas franzidas e com convicção no rosto.

- Vamos, não seja assim. - Chegava Jeanne interrompendo os dois enquanto passava a mão pelos ombros de Alfred que fazia uma cara de incomodado. - Vamos levar o Harima, mas… Com duas condições. - Ela dizia mostrando o número dois com dedos para o rapaz. - A primeira é que você vai ajudar o Rimuru com seu plano, e a segunda é que vai aceitar o máximo que Alfred conseguir lhe treinar nesse meio tempo, uma vez com tudo isso feito você está livre para ir atrás de quem quiser. Todos de acordo? - Diante da proposta da mulher Harima apenas se calava assentindo com a cabeça enquanto que Alfred suspirava em derrota.

- Fazer o que… Muito bem, acho que não tenho escolha senão acompanhar vocês.

- E vocês não se preocupem com o barco. - Dizia Jeanne para Rimuru. - Eles ainda vão levar um tempo se preparando. Eu também falei com os chefões, já tem revolucionários nos esperando em Logue, então não precisa mais se preocupar. - Concluía a mulher mostrando o polegar em vitória.

Uma vez afastado do grupo e com sua aprendiz em companhia Rimuru agora dirigia-se para se professor de culinária que logo que via o rapaz fechava seu rosto tentando demonstrar orgulho e “masculinidade” escondendo o fato de que estava chorando.

- O que?! Você de novo?! - Era dito em um tom ríspido mas claramente falso, e logo após ouvir pelo pedido de seu aluno o Chef juntava utensílios claramente nunca utilizados e guardados para alguma refeição especial e então entregava nas mãos de Rimuru. - Aqui! Eu tenho essas coisas velhas, vou te deixar levar por míseros 120.000 Berries. - De fato para quem a pouco havia pago um milhão aquela quantia não era nada. Dito isto o jovem detetive pagava a quantia necessária e após se despedir partia novamente com sua aprendiz agora por uma rota um tanto quanto diferente.

- Pra onde estamos indo? Shishou? - Perguntava Emma durante o percurso à caminho de Dakota Hardy que logo era explicado para a felina, alguns outros assuntos eram explanados o que a deixava pensativa e de certa forma até cabisbaixa quando o assunto sobre o rifle era dito.

Quando chegavam no local não era em uma casa que viam Dakota mas sim nos campos de arroz trabalhando árduamente, assim que via a pequena dupla a jovem tomava uma pequena pausa e se aproximava usando de um pequeno lenço para enxugar o suor da testa.

- Oh, olá. - Dizia a moça surpresa por ver os dois ali, e logo recebia as palavras de “conforto” de Rimuru junto do objeto dourado.

- Um relógio de bolso, acho que o senhor Collins tem um igual a esse… - Dakota não tinha muito tempo de fala, Rimuru parecia apressado e quando menos percebia a garota já estava sendo abraçada ainda que um pouco confusa com aquilo.

- Hmmm, fico feliz que tenha solucionado tudo. - Dizia ela meio sem jeito. - Mas eu realmente não conhecia ele, se o vi mais de três vezes foi muito… - Terminava Dakota tentando devolver o relógio, mas o pequeno detetive parecia apressado demais para aqui e logo ia embora sem olhar para trás. - O… Oi, o relógio, não vai levar? - E assim se concluiu o caso de Manfred Malloney, com Dakota deixada para trás tranquilizada por basicamente motivo algum e com um relógio que valia mais do que dez anos de trabalho no campo.

Durante o percurso Rimuru puxava conversa com Emma, afinal nada mais natural do que conhecer melhor sobre sua aprendiz, e a resposta desta era de certa forma surpreendente.

- Não. - Dizia ela balançando a cabeça de um lado pro outro. - A Emma veio de um lugar beeeeem longe, depois das muralhas vermelhas em cima de um elefantão, mas não lembro bem como cheguei aqui. - Sua feição tomava um semblante confuso. - Nah tanto faz, já fui a Loguetown antes também. Por que? - Assim que ela terminava sua fala os dois chegavam no porto e percebiam que as últimas pessoas já estavam embarcando enquanto um rapaz jovem com um chapéu de gaivota parecia pular e comemorar por aí.

- Ei pessoal olhem olhem! Nós estamos no jornal, esse show vai ser demais.

- Calminha aí Felipe. - Interrompia um homem mais velho. - É só um anúnciozinho de nada, não precisa se empolgar tanto. - Rimuru então se aproximava do jovem que mesmo assim continuava serelepe.

- Ohoo, você quer olhar não é? Tudo bem, pode pegar, eu tenho mais vinte. - O pequeno felipe então entregava um novo jornal para Rimuru e saía pela embarcação correndo entre os artistas.

A embarcação por fim partia e aos poucos a remota ilha de Conomi sumia do horizonte, o clima frio no entanto permanecia embora o céu se abrisse um pouco mais de forma que os últimos raios solares tocavam no rosto de Rimuru enquanto observava seu destino ao pôr do Sol. O barco que se encontrava era grande com diversos quartos, embora que as pessoas em sua maioria ficassem fora festejando e bebendo simplesmente por motivo nenhum, eram pessoas felizes, e Rimuru podia sentir o ambiente caloroso e amigável que todos aqueles artistas passavam, poucas vezes o jovem havia visto tanta camaradagem e afeição por parte de tantas pessoas em sua vida desgraçada, e aquilo de certa forma até que o tranquilizava.

A noite agora reinava no céu limpo, e alguns núcleos podiam ser notados, Jeanne apostava loucamente com Kuja que praguejava em cada derrota, Alfred e Harima pareciam treinar o combate desarmado e pela primeira vez o detetive via as verdadeiras e inacreditáveis habilidades do ruivo, e por fim Emma, que sacudia Rimuru chamando-lhe por atenção.

- Shishou shishou, você está bem? - Dizia a felina preocupada que Rimuru que havia ficado parado ali observando durante tanto tempo que parecia uma estátua, e então que antes que o jovem respondesse uma nova onda de ânimo se iniciava e todos começavam a cantar como uma grande tripulação.

Emma:
 
Jeanne:
 
Alfred:
 
Harima:
 


Considerações:
 
Status:
 

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MensagemAssunto: Re: Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you   Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you - Página 3 EmptyDom Maio 20, 2018 11:39 pm


Não que seja importante tocar nesse assunto agora,mas eu nunca estive velejando em um navio antes, afinal eu vivia em uma ilha flutuante onde podia realizar todas as minhas viagens planando de lugares altos ou simplesmente caminhando para chegar ao meu destino,com toda certeza isso me é uma experiência totalmente nova o que não deixa de ser óbvio o motivo de ter ficado tanto tempo parado observando,tudo isso chega a ser tão interessante.

Jeanne encontrou algo a qual Kuja não pode identificar afinal,riririri,talvez minha mestra não seja tão boa para jogos como é em seu lado artístico.

Alfred por outro lado esta treinando com eficácia ,seus movimentos chegam ate a ser inacreditáveis, embora não tanto quanto minhas habilidades no gatilho.Acho que os artistas não se incomodam com treinamentos então irei praticar um pouco com minha aprendiz assim que o sol nascer.

Uma pena que Erin não esteja aqui mas acho que atrizes tem o habito de dormirem cedo para se prepararem para o grande espetáculo,bom mais tarde irei falar com ela.

Não acredito ainda que minha primeira vez velejando seria ao redor de artistas,todos eles tem um grande desempenho para se destacarem,algo que não tenho motivos para elogiar, se estou presente neste navio quero que a atenção seja dirigida para mim.

É que maneira tenho para realizar isso?

Olharia para Emma buscando inspiração,talvez algo que ela goste ou venha a ter dito seja de grande utilidade.

Nesse momento percebi que ela chamava minha atenção,acho que fiquei muito além em meus pensamentos melhor eu dizer algo para que não fique preocupada.

Espere, ela gosta de musica e isso e um lugar repleto de artistas,com certeza se eu cantar irei receber o foco que desejo talvez ate mesmo um pouco mais,esta na hora de esse detetive brilhar mais uma vez:

- Ei Emma desde que estamos indo rumo a uma nova direção quero fazer algo que lhe incentive.

Correria um pouco para estabelecer-me em sua frente realizando um pequeno rodopio para demonstrar certo entusiasmo,começando minha melodia com palavras de grande alegria em um ritmo sonhador.Desde que aprendi algumas finalidades sobre a emoção para melhor interpretar meus personagens diante de minhas atuações usaria todo o meu conhecimento artístico para ter um ótimo desenvolvimento enquanto tomaria vantagem de minha excelente voz e colocaria as palavras no ritmo certo:


Aqui vamo-nos! Mais uma vez
Se não sabe ainda é hora de levantarmos nossas velas
É sermos livres para investigar em qualquer lugar adiante
Não precisamos de malas ou passaportes
Somos detetives,nós temos a sorte
Apenas diga comigo e estaremos no caminho
“Nos somos grandes detetives”
É ampliaremos nosso destino
Neste vasto mundo de curiosidades
É hora de pular no desconhecido
Salte comigo e procure comigo
Juntos enfrentaremos o perigo
Não tenha medo, não derrame uma lágrima
Eu serei seu protetor e professor
Nesta vasta jornada
Você sabe que é minha amada discípula
Ninguém mais poderá nos afastar
Prepare-se então
Ohh,oh iremos muitos casos solucionar
Casos sem igual você vera
Levante suas mãos, de uma chance
Toda a jornada começa um novo romance
Um novo mundo clama por nós
Tome o rumo
Encontre uma nova pista
Você sabe que qualquer detetive
precisa de informações
Ao qual possa se basear
Então salte comigo
Pegue casos comigo
Venha e pule no ar
Salte sem medo
Venha para cima pois você sabe, que estarei lá
E se achar que esta desanimada
Não se preocupe, apenas não esqueça
Você ainda será um detetive fenomenal
Então vá em frente, endireite sua postura
Deixe os passos de seus pés
Guiarem seu caminho
Nenhum outro chegara tão longe quanto você
Sem minhas orientações para lhes guiar
Ohh ohh vamos resolver um novo caso
É hora de pular no desconhecido
Pule para cima não tenha medo
Não tenha medo, não derrame uma lagrima
Eu serei seu protetor e professor
Nesta vasta jornada
Você sabe que é minha amada discípula
Ninguém mais poderá nos afastar
Agora ouça todos vocês, meninos e meninas,
Em todo o mundo,
Não haverá
Detetives melhores que esta dupla a viajar
Grande detetive Rimuru e parceira Emma
Não há tempo a perder
Ohh, oh, vamos resolver um caso!


Terminando minha apresentação,me aproximaria de Emma com um olhar falso de humildade enquanto orgulho transbordaria pelo meu interior e diria:

- Espero que tenha gostado, é muito mais divertido ter que resolver as coisas com alguém ao invés de se aventurar sozinho,riririri,venha me acompanhe.

Esperaria que Emma me seguisse e iria em direção a Jeanne e Kuja não deixando de comentar com sarcasmo:

- Acho que você não deveria se aproveitar tanto na inaptidão para jogos de Kuja,minha cara Jeanne,riririri,eu sou a única grande detetive capaz de lhe propor algum desafio,riririri,sei que é um pouco chato atrapalhar sua jogatina mais preciso falar com minha mentora por alguns instantes.

Então fixaria minha atenção em Kuja indo direto ao assunto em relação a tópicos que gostaria de levantar:

- Estou lisonjeado que permitiu nossa admissão em meio a uma embarcação tão grande quanto essa,que tipo de navio ele é?não possuo muito conhecimento sobre essas coisas.

- Sabe gostaria de te perguntar,será que eu é Emma poderíamos ter um quarto apenas para nós dois,gostaria de ter um pouco de privacidade se e que me entende,daria uma leve piscadinha e começaria a rir esperando que ela acreditasse que estava falando algo com duplo sentido quando na verdade estava apenas zoando em relação a isso e só queria um ambiente para dormir tranquilo sem pessoas estranhas ao meu redor.

- E tenho uma proposta a lhe fazer,sei que o show será realizado já amanha,mas que tal apresenta-lo no próprio porto?tenho certeza que a grande movimentação de viajantes indo e vindo seria um grande publico para tamanho espetáculo.

- Posso ate usar minha grande influencia como detetive e conseguir uma escolta particular da marinha para garantirmos maior segurança dos participantes.

- Quem sabe solicitar para alguns capitães próximos permitirem alguns dos membros em suas embarcações para dispararem fogos de artifício e realçarem ainda mais todos os atores envolvidos,riririri.

- Não se preocupe eu resolverei tudo isso,veja como um agradecimento por tudo,o que me diz aceita tamanha proposta?


Esperaria a resposta de Kuja e assim que terminasse de ouvir ate a ultima palavra diria:

- Bom,acredito que seja melhor irmos ate nossos quartos,amanha será um dia longo,Emma você acima de todos precisa descansar.

Com isso resolveria ir em direção ao meu quarto,no momento que entrasse procuraria uma mesa próxima, se não houvesse uma usaria a própria cama,onde leria o jornal e depositaria as informações que encontrei nele assim como as que adquiri ao longo dos dias em meu diário.

Diario do Rimuru:
 

Desde que este tópico do supernova deve ser algum tipo de historia fictícia ao qual os leitores acompanham não achei motivos para anotar a respeito.

Olharia para Emma para ver se a mesma caíra no sono,me aproximaria dela e afagaria de leve sua cabeça:

-Boa noite felina,tenho uma surpresa para você amanha.

E se possível desligaria a luz do ambiente,e passaria a dormir.

No dia seguinte assim que acordasse,observaria meus arredores,esperaria que Emma ainda estivesse dormindo como na taverna,afinal ela parece ter um sono bem pesado.

Abriria minha mochila e pegaria uma folha assim como material adequado para escrever e com pequenas palavras expressaria no papel: "Fui buscar algo para comermos,fique no quarto não irei demorar" deixaria a mensagem ao lado de Emma,assim como o novelo de la que peguei na biblioteca naquela vez.

Com isso iria em direção a cozinha do navio,procurando com calma e sem pressa,assim que descobrisse onde ficava o ambiente,buscaria preparar alguns sanduíches,se fosse interrompido ou questionado por alguém apenas diria:

- São para minha aluna,ela tem gosto bem especificos,ririririr.
Terminando iria voltar para meu quarto,passando antes no de Erin onde bateria na porta para tomar certas medidas em algo que me incomodava:

- Ei Erin,sou eu.

Esperaria ela abrir a porta e então mostraria os sanduíches:

- Estou levando eles para comer com Emma,gostaria de se juntar a nós?

Desde que ela e a atriz principal da peça devo tentar criar fortes laços com sua pessoa,para me beneficiar no futuro.

Se ela aceitasse ou não iria retornar para meu quarto onde esperaria que Emma estivesse ao meu aguardo.

Entregaria os sanduíches para a mesma e pegaria uma parte me deliciando com o sabor:

- Recomponha bastante as energia,você ira precisar.

Esperaria ela finalizar seu aperitivo e pediria que me acompanhasse ate o convés,procuraria por Jeanne para ver se a mesma se encontrava ao redor e então fitaria em Emma e no rifle que ela carregava para mim:

- Esta na hora de treinarmos um pouco,pegaria o rifle e miraria com o mesmo em direção ao mar,logo então,devolvendo o para minhas costas e olhando para Emma.O que esta esperando me mostre suas armas,ririrririri.

Se ela apresentasse uma expressão de duvida diria:

- Armas de fogo são muito melhores,mas irei aceitar que seu estilo é outro,desde que você possui aptidão para outra coisa quero ver seus movimentos,me mostre o que você é capaz de fazer.

Analisaria os movimentos delas assim como a maneira que ela os realizaria,memorizando os em minha mente para futuras possibilidades:

- Você parece boa nissoexclamaria como um elogio.

- Ei Jeanne,Harima,Alfred!! um momento de sua atenção.

Procuraria esperar a aproximação dos três e diria o que tenho em mente:

- Jeanne,sei que gosta de jogos,então que tal desenvolvermos um agora mesmo?aposto que minha discípula ganha de Harima em uma corrida ate o outro lado do navio o que me diz?

- Ofereço lhe uma de minhas muitas informações se você vencer.

Se estivessem de acordo:

- Muito bem,todos em suas marcas,assim que eu disparar contra os céus daremos inicio a competição.

E então realizaria um disparo com "Amor" abaixando a arma lentamente logo em seguida,recarregaria a bala perdida e veria como minha aluna se sairia.

- Acredito em você,mostre do que é capaz,riririri.

Com a conclusão da disputa me aproximaria da gata,se ela saísse vitoriosa daria um cafuné em sua cabeça se perdesse diria para Jeanne:

- Me diga o que deseja saber e irei informar para você assim que chegarmos.

E voltaria minha atenção para minha aprendiz com um sorriso de não se preocupe.

Em ambos os casos após a conclusão levaria a para o canto do navio onde vilustraria as coisas ao nosso redor e perguntando para ela:

- O que você poderia me dizer sobre você,sua historia ate então e o que gosta de fazer?

Aumentar a relação entre discípulo e aluno me parece um papel fundamental,então quanto mais eu souber sobre ela melhor.

Esperaria passar o resto da viagem com isso e caso recebesse a notificação ou visse com meus próprios olhos nossa aproximação de Loguetown comentaria com um sorriso misterioso sem saber o que poderia nos esperar:

- Chegamos,riririri.

- Aqui,faça uma pose para a foto para que possamos registrar como nossa primeira viagem

Pegaria a câmera fotográfica e tiraria uma foto do momento,realizaria uma pose de admiração e conforto.
Objetivos da aventura não concluídos:
 
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