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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you

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MensagemAssunto: Re: Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you   Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you - Página 2 EmptyQua Abr 25, 2018 3:13 am

Narração

Ellen



Uma ilha muito curiosa de fato, poucos sabem o por quê de se depararem com Conomi, e alguns até mesmo questionam em suas memórias como chegaram até lá, podem ser os cheiro das laranjas que atrai os navegantes, ou talvez por ser um estratégico ponto mercante antes que se chegue a famigerada Loguetown, muitos chegam clandestinamente através de barcos e outros se perdem em suas memórias vagando sem rumo até aquela fatídica ilha que se colocava em ascensão após se livrar de suas correntes, mas o verdadeiro e único motivo é muito simples na verdade, se trata de um ótimo lugar para conhecer pessoas e iniciar aventuras, pois em uma ilha onde não há nada, tudo pode acontecer.

Assim como muitos, foi perdida em lembranças que Ellen Venturi se encontrava caminhando nessa mesma ilha, seus pensamentos alternavam entre dúvidas presentes e memórias passadas, o futuro no entanto já estava decidido, e sua execução era apenas o que lhe restava. Era na trilha de uma floresta que a bela moça caminhava enquanto olhava para o nebuloso e sem vida céu noturno que assolava o mundo naquele instante, flocos de neve caíam por seus ombros e uma fina camada da mesma era formada em sua pele quase tão branca quanto tal, ainda que a cor rubra fosse tudo que Ellen podia ver em si mesma.

Os ventos gelados que traziam um doce e agradável cheiro de laranjas passavam dentre as árvores congeladas fazendo assobios em meio aquela floresta licenciosa, pequenos animais podiam ser vistos se escondendo em suas tocas, e com exceção daquelas pequenas criaturas nenhuma alma viva era vista pela moça, a Lua no entanto não era o único foco de iluminação, um misto de luzes podiam ser vista advindas do interior da floresta de forma que traziam consigo o som de uma batalha, aquela “Aurora” refletia em seus olhos tal qual que a jovem Venturi já não sabia mais se estava alucinando com a trilha carmim que a trouxera até tal lugar ou se presenciava realmente uma imagem tão “rara” quanto aquela.

Por outro lado luzes “reais” podiam ser avistadas no fim da trilha, uma cidade finalmente estava em sua vista e Ellen não tardava para adiantar seus planos de retornar para a Grand Line, um passo de cada vez tendo como primeiro objetivo a famosa Loguetown, lugar de oportunidades e decadências. A cidade que a herdeira dos Venturi se encontrava no entanto parecia ser o completo oposto, não se sabe se era por causa do frio ou por conta do horário, mas era muito difícil de se encontrar alguém na rua, salvo uma mulher que parecia fechar um estabelecimento, “Empório do Armamento” era o que dizia na placa, e ao se aproximar Ellen podia ver que assim como ela a mulher era muito bonita, tinhas cabelos roxos que ora se encontravam amarrados ora soltos recaindo em seu belo kimono azul.

- O porto? Não tem erro... - A mulher respondia de uma forma simpática com um indecifrável sorriso ao mesmo tempo em que apontava para uma direção. - Você só precisa seguir ao norte em direção às plantações de laranjas, verá uma placa indicando o porto. - Ellen já tinha sua direção, no entanto continuava a ser orientada pela mulher que inclusive percebia a os tremores da jovem para com a temperatura. - Oh querida… Mas já é muito tarde para conseguir algo lá. Por que não espera até amanhã de manhã se aquecendo em uma boa taverna? Se seguir por esta viela vai chegar diretamente a um dos melhores bares da ilha. Espero ter ajudado.

Ellen seguia o conselho da mulher se dirigindo para o bar, não tardou muito para se deparar em outra rua principal, esta que agora parecia ter “vida” e se encontrava muito mais movimentada com um constante fluxo de pessoas que vinha da taverna “Drunk Moon”. Assim como no exterior o local era muito bem “enfeitado” e aconchegante por dentro, só o fato de ter uma lareira aquecendo os ânimos daqueles presentes já era lucro para a jovem que sofria aos terrores do súbito inverno, no mais o mesmo padrão de sempre podia ser visto ali, músicos animavam o local com suas performances enquanto as pessoas curtiam aquele ambiente tão delicioso que ladeava uma boa e velha taverna. A entrada de Ellen tinha um certo destaque, era comum que alguém tão bela não passasse despercebida por ali, e não tardava muito para que alguém lhe abordasse logo no momento em que a moça perguntava por um Martini.

- Olá, How you doin porque eu não te pago uma bebida e nós conversamos um pouco? - O homem era alto e forte, seu cabelo curto penteado para trás abria espaço para a aparência de seu rosto, olhos caídos e um sorriso desleixado não eram suas únicas “marcas” uma grande cicatriz atravessava seu rosto, esta que combinava com as outras aparentes devido a sua camisa desabotoada, eram claramente marcas de guerra, ou no mínimo de alguém experiente com lutas, por mais que estivesse sendo completamente ignorado ele continuava com seu cortejo sinalizando com a mão para que o taverneiro trouxesse a bebida da mesma forma. - Não precisa ficar tão tímida, meu nome é Krane… - Sua fala era imediatamente interrompida pela bebida recém chegada que agora se encontrava derramada por todo seu rosto, Ellen, a responsável pelo ato começava a sair um tanto quanto irritada.

- Ei mulher! - O homem segurava seu braço com firmeza para que ela não se fosse e então continuava com sua abordagem desagradável agora sorrindo pelo último acontecido com a bebida. - Gostei de você, não vá embora agora que as coisas ficaram interessantes. - Eis então que um súbito grito podia ser ouvido do outro lado da rua, um disparo de algo se seguia à ruídos que penetravam nos ouvidos de Ellen como se fossem almas sofrendo em agonia, pessoas começavam a sair da taverna em uma curiosa correria enquanto que Krane, ainda que agora distraído, permanecia segurando-a para que não fosse.

Krane:
 

Rimuru


Ironicamente o jovem detetive ainda não havia percebido uma certa peculiaridade sobre suas armas, talvez por não entender de tais mecanismos ou quem sabe de não deter de tantos conhecimentos assim da natureza, mas o fato era que tanto “Amor” quanto “Ódio” tinham seus canos modificados, um pequeno buraco havia sido feito na parte superior, este projetado de tal forma que quando disparado a pressão do ar liberada escapasse pelo orifício causando um longo e alto som de lamúria. Não era só o disparo mas também o fantasmagórico som que brevemente chamava a atenção para o garoto de madeixas brancas, Rimuru como de praxe iniciava sua auto exaltação demonstrando uma certa arrogância em dar ordem à aqueles presentes no local, estes que no fim do discurso de certa forma ignoravam suas palavras por completo, alguns de fato retornavam para o bar afugentados pelo disparo, o resto no entanto apenas seguia em frente para a Charutaria enquanto até mesmo algumas risadas de chacota podiam ser escutadas, com exceção de uma pessoa.

- Yes Ma’am! - Uma garota ainda mais baixa que o próprio Rimuru se mantinha em posição de sentido com uma expressão mista de maravilhada pelas palavras do detetive junto a uma espécie de divertimento, seu sorriso transparecia em meio a suas bochechas marcadas com sardas, tinha cabelos curtos que se escondiam em um chapéu de aviador que apresentava um estranho formato de orelhas de animal, apesar de baixa seu porte era atlético e por mais que usasse de uma regata seu corpo parecia quente o suficiente para suportar ao frio sem ao menos uma tremida, o mais curioso no entanto era quando ela se virava em direção aos fundos do local como instruído pelo rapaz e ele por fim podia ver um uma longa cauda azul saindo de suas vestimentas.

Rimuru no entanto não tinha tempo para surpresas e quase que imediatamente se colocava de volta à frente do grupo arrombando a porta do local com um tiro que mais uma vez emanava um grito penado, este que por sua vez era disparado por “Ódio” já em preparação para o que estivesse por vir, no entanto a cena que o detetive se encontrava estava longe de seus pensamentos iniciais, a origem do grito, uma mulher de longos cabelos brancos adornados com enfeites pretos e usando um vestido com aparência nobre da mesma cor se encontrava encolhida no chão tremendo de medo enquanto sua maquiagem borrava em prantos, o motivo de tudo isso? O cadáver que se encontrava bem á sua frente.

O homem morto em meio a aquele estabelecimento trajava roupas a caráter do local em que se encontrava, com calça social e um colete fino que remetia na possibilidade de este ser um funcionário ou até mesmo o dono da tabacaria, sua pele já começava a perder cor da mesmo forma que seu cabelo pálido enquanto que seus olhos arregalados olhavam fixamente para o teto. Próximo ao cadáver havia uma poça d’água e um jornal enrolado. O indicador da mão direita da vítima estava sujo de sangue e a palavra “ERIN” havia sido escrita com sangue num maço de cigarros em cima de seu corpo. A vítima apresentava várias perfurações no tórax e no abdômen, ferimentos estes que pareciam ter sido causados por algum objeto cônico.

A garota que antes havia obedecido o rapaz surgia dos fundos da loja, surpresa batia em seu rosto, no entanto nada de pavor, parecia ser algo de certa forma comum para a garota, e era até mesmo perceptível sua vontade de fotografar a cena com a câmera presa em seu pescoço, no entanto contida por motivos de respeito. Rimuru olhou brevemente para ela esperando por algo, sua expressão no entanto já dizia tudo, e com um aceno negativo de cabeça podia-se dizer que ninguém havia fugido pelos fundos do local. As pessoas ali perdiam seu vigor, mais se aglomeravam por detrás do garoto, estes que no entanto não tinham ação nenhuma senão por ficar parados olhando ou então se retirar para o vômito, eram simples civis, e só havia uma pessoa naquela sala capaz de resolver tamanho mistério, e esse alguém é “O grande detetive”, Rimuru.
Garota "gato":
 
Mulher (origem do grito):
 


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MensagemAssunto: Re: Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you   Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you - Página 2 EmptyQua Abr 25, 2018 9:58 pm

Tudo estava indo muito bem, até achei estranho pela nuvem de azar que geralmente pairava acima de mim. Entretanto, não podia reclamar sobre nada. Além do frio, óbvio! Gente, de verdade, acho que minha cabeça está em outro mundo. Conomi Island não era pra ser famosa pelas suas laranjas e pelo seu verão ensolarado? O que é então esse frio que chega a moer os ossos. Só acabei me dando conta disso quando a moça simpática comentava sobre a taverna. Foi então que percebi as pernas geladas, as mãos mais pálidas que o normal devido a temperatura. A perda progressiva de força, os tremores em todo o canto, batendo queixo e tudo mais. Tinha uma vantagem, claro, quando soprava e saia aquela fumacinha meio branca! "Adorava fazer isso quando criança!" Ainda bem que a cidade estava praticamente deserta enquanto - após agradecer a mulher, obedecia seu ótimo conselho e me dirigia até a taverna - já que a cada dois ou três passos parava para soltar ar e maravilhar-me com as peripécias da natureza.

Aí que havia feito uma grande bobagem e resolvi entrar no estabelecimento, o tal Drunk Moon. "Não é um nome muito chamativo." Soltava o ar, exasperada. Foi ter feito isso que me levou à essa situação. Como já se era esperado de um lugar bem decorado, aconchegante, aquecido e tudo mais, estava abarrotado de gente. E quanto mais pessoas, mais corajosos os homens ficam. "Maldito Krane que veio estragar minha noite." Juro que fiz um esforço para ignorar ele, já era uma honra que minha memória de curto prazo gravou seu nome até esse momento. Não é como se tivesse ficado irritada ou perdido a paciência. É uma questão de princípios, sabe? O rapaz não era exatamente bonito, parecia mais um daqueles pavões descerebrados que abrem a cauda para qualquer bela moça que vêem na frente - e acabam em diversas confusões por conta disso. Podia estar sendo muito rápida para julgar? E daí. Depois de algum tempo, a mensagem precisava ser passada. Algo que realmente me deliciava em fazer. O bom e velho golpe da bebida na cara.

Geralmente, nesse ponto, eles se tocam e vão embora. Ou então acontece a situação atual, eles se emputecem e partem para o corporal com aquela coisa de imposição masculina e orgulho ferido. Verdadeiramente uma faca de dois gumes. As gotículas alcoólicas pingavam do seu rosto enquanto segurava o meu braço com firmeza. Precisava parabenizá-lo em manter a sanidade. Mas o contato físico era bastante incômodo, e quando estava prestes a tomar uma atitude mais radical, escutava um grito fora do estabelecimento, seguido de um estrondo que arranhava no fundo da alma. A bagunça das pessoas que entravam e saíam da taverna, algumas curiosas, outras amedrontadas com o acontecido despertavam o interesse. - Krane, certo? Pela primeira vez, meus olhos encontravam os dele. Eu sei, eu sei que é golpe baixo. Mas sempre adorei o efeito que isso causava nas pessoas, afinal, treinei tanto de frente pro espelho que cansei da minha cara. 'As esmeraldas cintilantes que capturam as almas descuidadas.' Dizia minha mãe. 'Essa vai me dar trabalho...' Completava meu pai.

Dava um sorriso singelo, um tanto escondido. Como se só ele pudesse ver em meio à multidão. - Estou preocupada que alguém tenha se machucado lá fora, me acompanha? Faria um movimento circular com o braço segurado, para baixo e para fora, tentando livrar-me de sua empunhadura, enquanto o indicador da outra mão se aproximaria da parte inferior do queixo dele, passando gentilmente ao erguer seu rosto. Ao mesmo tempo que me aproximaria do seu corpo, cruzando meus braços com os dele e deixando criar um contato um pouco mais íntimo 'acidentalmente'. Movimentaria-me para a porta, indicando a direção, mas o deixaria guiar o caminho como se ele estivesse no controle. Como se bastasse isso para partir à próxima etapa. Queria dar a impressão para ele e para todos os observantes que estava sendo levada. Independente da possibilidade de ele não cooperasse, ou eu não conseguisse soltar meu braço ou tentasse encostar em mais lugares do que deveria, ou conseguisse fazer isso, no meio do caminho, em meio à multidão me viraria de frente para ele.

Me aproximando do seu rosto e então em um movimento repentino e largo, como se tivesse sido puxada, como se fosse obrigada a dar um beijo. Aproveitaria esse momento para um golpe baixo, sutil e escondido. Lançaria meu joelho direito entre suas pernas para fazê-lo nunca mais ter ideias assim em meninas menores de idade. Faria o possível para esconder tudo isso na confusão das pessoas que estivesse entrando no bar ou observando o ocorrido. Caso a joelhada desse certo, o que sairia de minha boca era o oposto do que surgia em minha mente. "Pervertido." - Socorro! Ele me atacou! Apontaria para o rapaz, que provavelmente estaria segurando suas partes íntimas em uma expressão cômica em seu rosto. Algum desavisado talvez acreditasse em minhas palavras? Isso junto com meus olhos avermelhados por conta do frio, a aparência inocente e bela e quem sabe uma marca vermelha no braço poderiam causar a cena perfeita para um mal entendido. Caso a joelhada desse errado, seguiria com um passo para o lado, movimentando o corpo circularmente procurando utilizar as pessoas que estivessem ali para utilizá-las de obstáculo e sair da taverna e caminhar na direção do disparo.

Caso desse certo, e melhor, as pessoas acreditassem no que estava acontecendo, voltaria para o balcão com lágrimas nos olhos. - Uhm. Tem algum quarto de... Uhm... Solteiro, disponível? De verdade, queria um lugar quente para passar a noite. "Lá fora está um horror de frio..." Caso desse certo, subiria para o quarto o mais rápido possível, antes que o tal Krane pudesse se explicar. No mais, a única saída em que eu provavelmente não tivesse que me justificar, ou lutar pela minha sanidade física, era procurar uma nova taverna. Quem sabe conseguisse ir direto para um quarto quente sem precisar de tantos problemas! Se fosse a única solução, aproveitaria de meu corpo esguio e habilidades com velocidade para me contorcer entre as pessoas e sair do local, procurando algo que chamasse atenção. Caso encontrasse uma outra taverna iria ao balcão sem perder muito tempo para não dar chances aos admiradores de plantão. - Olá, quanto é um quarto de solteiro para a noite? Gostaria de um, porfavor. Olharia nos arredores, procurando algum mural ou algo do tipo. Esses bares sempre tinham cartazes de procurados ou missões. Seria algo interessante de se pensar a fazer pra conseguir um pouco de dinheiro.

Objetivos:
 

Histórico:
 

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Última edição por Eleven em Qui Abr 26, 2018 6:48 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you   Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you - Página 2 EmptyQui Abr 26, 2018 1:49 am

Uma cena como qualquer outra,homem e morto no meio de um estabelecimento conhecido,uma mulher chorando em lagrimas devido ao ocorrido,casos assim são os mais repetitivos, a única coisa de diferente e a maneira que se encaminhara ate a solução e isso por si só já e um motivo para eu me destacar bastante.

Olharia ao redor do estabelecimento ate focar minha atenção na gata de cauda chamativa de tom azul que tivera um papel fundamental no momento que ouvira minhas ordens.

Essa jovem garota gato cativou meus interesses mais peculiares e profundos, afinal algo comum em contos de detetives, era que os mesmos sempre possuíam um animal como parceiro, em algumas historias ou outras ate mesmo tinham o habito de falar, opinar e auxiliar o protagonista ao longo dos acontecimentos.

Claramente como um grande detetive deveria tomar referencia de tais fenômenos que eu li ao longo de minha vida, que deram frutos a minha vontade e percurso para se tornar o maior entre todos eles.

Não chega a ser como um hipster e seu cão falante como os do meu livro favorito, que navegavam em um barco florido conhecido como maquina de mistérios mais desde que quero ser original uma felina e mais do que bem vinda.

Pelo que pude analisar da mesma ela tem um visual muito esportivo, parece obedecer a ordens com ligeira rapidez, sem questionar sequer o que lhe fora pedido, a câmera em seu pescoço indica sinais de talento artístico, desde que sou um profissional mais do que qualificado, esta na hora de decidir seguir a carreira de tutor em pegar alguém como meu aprendiz e ensinar os segredos do oficio.

Daria um leve sorriso e demonstraria satisfação, vou ver se ela possui potencial para isso de fato, acho melhor eu testa-la e demonstrar como um verdadeiro detetive trabalha:

- Sou uma pessoa muito agradecida pela sua ajuda, mas nosso trabalho não terminou por aqui, vejo que possui uma maquina fotográfica, acredito que possua maestria com tal ferramenta, poderia tirar fotos da cena do crime para mim?Posso utiliza-las para analisar a situação com mais calma em outro momento se tiver que me retirar do ambiente sem soluciona-lo de imediato.

- Seja bastante detalhista e perceptiva, capte a imagem de qualquer coisa que achar importante para o momento, assim que terminar quero que analise para mim se existem outros cômodos alem desse por aqui, me chame se achar qualquer coisa suspeita, se houver um segundo andar não suba sozinha.

Voltaria minha atenção para a garota chorando, me aproximaria dela me ajoelhando ao seu lado, acariciaria sua cabeça e com um leve som de minha voz, tentaria acalma-la o maximo possível :

- E muito importante que você relaxe agora, meu nome é Rimuru,mas pode se referir a mim como Grande detetive,afinal se tem um caso para ser resolvido eu sou a pessoa certa.

Piscaria com meu olho direito e daria uma leve risada enquanto retornaria a me levantar e pegaria meu material de escrita e papel de minha mochila buscando um lugar onde pudesse me apoiar para escrever as respostas que iria ouvir:

- Gostaria de lhe fazer algumas perguntas sobre o ocorrido, espero que não se incomode, mas elas são necessárias para eu ter um melhor resultado em minha busca.

Pegaria o chocolate e arremessaria no colo da mesma como um gesto de compaixão, esperando ser bem recebido:

- Coma isso, para se sentir melhor, farei uma leve pausa entre questão e questão para tornar as coisas mais prestativas e lhe dar o tempo suficiente para raciocinar.

- Desde já primeiramente qual seu nome completo?

Aguardaria a resposta levantando uma sobrancelha em duvida, não confiando totalmente nas palavras que iria ouvir e continuaria perguntando fazendo um intervalo curto de uma questão para outra:

- E o homem?Posso me referir a ele como?

- Qual a ligação dele e sua com esse lugar?

- Você chegou a presenciar a cena do assassinato em questão? Se não for o caso poderia me contar o que estava fazendo ate o presente momento?

- Consegui pensar em algum motivo, razão ou pessoa que possa ter sido a causa desse terrível acontecimento?
Ao final desse pequeno e breve interrogatório iria em direção ao corpo morto em questão e olharia em direção ao maço de cigarros, analisando as palavras ali escritas com sangue.

Provavelmente a ultima ação do envolvido no momento em que percebeu os batimentos finais de seu coração, mas o que será que elas representam?Um nome? Um lugar ou possível acontecimento? É melhor eu ficar ciente disso,veria se o maço de cigarros tinha outra coisa escrita sobre o mesmo alem das palavras feitas com sangue.

Pegaria o jornal e daria uma folheada nele dando uma olhada nas manchetes, buscando ver se havia algo relevante que deveria levar em consideração, e por fim analisaria o piso da sala para ver ate onde a poça de água se estendia.

Ao final disso guardaria o jornal na minha mochila revistaria o corpo retirando todos os pertences e analisaria os um por um e por fim, chutaria o cadáver bem no estomago com força buscando ver a reação da mulher em questão e dos outros envolvidos:

- Lamento pelo mau jeito, riririri,só para garantir,desde que já vi pessoas sobreviverem por ferimentos mais letais não me surpreenderia se ele retornasse com algo assim,também tenho que me prevenir com tentativas de forjar a própria morte.

Obviamente que não era isso que tinha em mente, só gostaria de analisar como cada um reagiria com a situação buscando encontrar alguém com uma expressão de indiferença no olhar.

Não consigo parar de pensar que o culpado ainda esta por aqui, e essa mulher me a mais suspeita de todas, afinal tudo isso pode não se passar de uma armação esquematizada pela mesma para tomar algum proveito.

Vamos tentar pensar em como a situação ocorrera, o jornal não aparenta ter sido utilizado pela vitima em questão desde que esta enrolado, há uma poça de água, mas nenhum sinal de vidro quebrado para ser resquícios de um copo de água, o clima não esta chuvoso para ter sido responsável,as pessoas ao redor...

Daria uma leve analisada para saber se alguma delas apresentasse estar com uma parte do corpo encharcada.

Se encontrasse alguma gravaria o rosto dela em minha memória, se não fosse o caso começaria a pensar na possibilidade de um tritão ou qualquer outro ser marinho estar envolvido.

Começaria a carregar as balas que utilizei no meu revolver, enquanto de tempos em tempos, ficaria admirando eles devido ao interessante som que elas emitem.

Esperaria a gata retornar com a informação dos outros cômodos e pegaria a corda da minha mochila e emprestaria para ela:

- Se encontrarmos o responsável gostaria que o amarasse, para impossibilitá-lo de sua fuga.

Chamaria pela mulher que havia gritado, com uma voz um pouco determinada e confiante:

- Eu irei resolver esse mistério, por isso gostaria que descansasse um pouco, teve que passar por muita coisa em um único dia, vamos pedir para alguém responsável levar o corpo para um lugar adequado.

- Desde que não consigo entender ainda quais foram as intenções aqui envolvidas gostaria que fosse comigo para a taverna aqui ao lado, podemos alugar um quarto para nós três passarmos a noite e garantir sua segurança.

Atentaria-me em direção a minha recém-formada parceira durante a situação e falaria para a bichana:

- Sei que não nos conhecemos direito ainda para estar te incluindo no meio,mas vejo grande potencial em você,lhe reconheço como uma aprendiz e se for de seu gosto,adoraria contrata-la para trabalhar ao meu lado.Para cada serviço prestado juntos os lucros seriam divididos meio a meio,o que me diz?

Seguido de uma resposta positiva ou negativa iria em direção ao grupo de civis e falaria:

- Levarei a senhorita para descansar,sejam de utilidade e retirem o corpo,não se preocupem com a organização,lembrarei de tratar disso mais tarde.

Pegaria na mão da senhorita e atravessaria em direção a taverna buscando a recepção, se estivesse apenas eu e ela diria:

- Ola,sou Rimuru grande investigador e solucionador de casos,solicito um quarto com duas camas para me hospedar.Pagaria o valor necessário e me direcionaria ate o dormitório indicado.

Se a felina estivesse conosco diria na recepção:

- Serei breve, a situação não e das melhores e eu como detetive mais do que qualificada, gostaria de um quarto para três hospedes. E entregaria a quantidade de berries exigida.

- Se um cara chamado Alfred passar por aqui, fale que estou esperando me encontrar com ele amanha de manha nesse lugar, afinal ele ainda esta me devendo uma refeição em conjunto.

Com essa ultima exclamação me dirigiria ate o quarto indicado onde esperaria minha companhia dormir enquanto ficaria de guarda ate quando achasse necessário antes de me deitar também.
Objetivos da aventura(Atualizado) :
 
Histórico:
 
Rifle:
 
Revólveres:
 
Mapa:
 


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MensagemAssunto: Re: Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you   Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you - Página 2 EmptySeg Abr 30, 2018 3:44 am

Narração



Rimuru dava mais uma última olhada no ambiente e podia notar que o local atrás do balcão principal se encontrava em desordem, como se alguém houvesse procurado freneticamente por alguma coisa. Ao fundo, numa prateleira, havia uma fotografia da vítima fumando cachimbo com a mão esquerda, onde está pendurado um calendário. E em cima do dia em que se encontrava notava-se as iniciais “D.H.” junto da inscrição “21 horas”. “Humildemente” o rapaz agradecia a garota gato já pedindo por seu auxílio, e esta que transparecia uma realizada empolgação através de suas orelhas e cauda que estremeciam periodicamente.

- Yes Ma’am! - Ao mesmo tempo em que sua assistente temporária tirava alegremente fotos de toda a cena do crime o detetive se aproximava da mulher ainda ao chão para perguntar e anotar algumas informações respondendo-as em suas respectivas ordens ao mesmo tempo em que parecia se acalmar enquanto falava comendo o chocolate cedido pelo rapaz.

- Eu sou… *snif*... Dakota Hardy

- Manfred… Manfred Maloney, acho que é este o nome.

- Ele e… *snif*... Ele era um funcionário da tabacaria… Eu sou uma cliente daqui já tem alguns anos e não faz muito que comecei a vê-lo aqui, era um empregado novo…

- Não. - Dessa vez ela não se mantia só com palavras como também gesticulava com a cabeça em negação. - Eu tinha acabado de terminar meu trabalho na plantação de laranjas da minha família e vim aqui comprar cigarros para o meu pai… *snif*... Quando cheguei encontrei ele assim. - Quanto aos motivos mais uma vez Dakota negava com gestos. - Não faço ideia, mal conhecia ele, só sei que morava a pouco na ilha.

Com o pequeno interrogatório concluído Rimuru se levantava para analisar a cena do crime um pouco mais de perto, começando pelo maço de cigarros que além das palavras gravadas com sangue continha a seguinte inscrição: “O ministério da saúde adverte: Este produto pode causar impotência sexual”. Por fim o jovem apanhava o jornal folheando algumas informações importantes, logo na capa podia ver uma manchete um tanto quanto curiosa: “ Supernova traz a nova era do gelo em desafio a um Yonkou”. Quanto ao resto eram notícias usuais que se viam todo dia, “Ruiva invade mansão dos Mallone e foge em confronto contra a Marinha”; “Grupo de assassinato revolucionário causa problemas no East Blue”.

E dito isto nada mais comum de investigar a própria vítima no qual Rimuru observava enquanto lhe apalpava os bolsos, estes no qual encontrava um único relógio de bolso folheado a ouro, as engrenagens pareciam paradas e a contagem de tempo não funcionava, uma espécie de contador mostrava um número por trás dos ponteiros e a sigla S.P.Q.R se encontrava talhada no interior da peça de proteção. Ao mesmo tempo em que o rapaz guardava seus achados um homem alto de pele escura e careca com uma galante barba se aproximava para contato, vestia uma camisa branca junto à uma calça preta e um avental de cozinha caído de sua cintura.

- Apesar da idade você parece ter alguma habilidade com investigação certo? Vai ser bom contar com alguém que não seja… - Uma feição desagradável transparecia em seu rosto. - Bem… Aquela mulher. De qualquer forma pode me chamar de Collins, sou o dono da taverna a frente, qualquer coisa que possa ajudar é só pedir. - Apesar de ouvir cada palavra com atenção Tempest continuava com seus procedimentos e quando estava prestes a acertar o cadáver na barriga o homem que falava com o mesmo lhe interrompia com o próprio pé de bloqueio de forma que as pessoas ao redor nem ao menos perceberam a movimentação.

- Sim, eu concordo com você. - Dizia ele em resposta a justificativa de Rimuru. - Mas existem outros meios de se certificar que um homem está morto. - Ele se agachava e tentava sentir o pulso de Maloney de forma que assegurasse a morte. Neste momento a menina gato chegava com uma pilha de fotos mostrando-as ao “detetive chefe”.

- Olha eu tirei um monte de fotos. - Seus dizeres soavam inocentes como de uma criança que não entende nada mas suas fotografias eram extremamente detalhistas de forma que Rimuru não desejaria melhor, dando uma atenção especial no balcão revirado, a fotografia de Maloney segurando seu cigarro com a mão esquerda, o calendário, os ferimentos provocados na vítima, a poça d’água e por fim o maço de cigarros próximo a mão direita manchada de sangue usada para escrever.

Após todas as partes investigativas encaminhadas o foco do rapaz era a Dakota, que era chamada e logo reconfortada pelo rapaz, no entanto se via na “obrigação” de negar seu pedido.

- Hmm… Eu agradeço mas eu tenho que voltar para casa, meu pai deve estar preocupado a essa hora. -

- Tem razão ele deve estar mesmo. - Interrompia Collins. - Pode deixar que eu a levarei Dakota para casa, vocês dois podem descansar na minha taberna. - Seguindo as orientações do jovem o homens careca agora chamava por um outro rapaz também de curtos cabelos brancos e vestes que remetiam ao seu trabalho como garçom no bar. - Timmy, leve nossos amigos aqui para algum quarto e em seguida ligue para Alfred limpar essa bagunça.

- Si… sim senhor. - O rapaz fazia um sinal para que o acompanhassem ao mesmo tempo em que tentava dispersar o grupo de pessoas que sem exceções tinham as barras das calças úmidas devido a recente neve. - Va… vamos pessoal isso aqui não é nenhum show.

A moça agradecia ao pequeno detetive e especialmente ao homem que se colocava à protegê-la no caminho de casa e assim os dois partiam do local. Como uma conclusão Rimuru agora se voltava para a felina propondo uma parceria mesmo que temporária, e neste momento seus olhos de mink brilhavam como nunca antes visto ao mesmo tempo em que seu rabo balançava de um lado para outro.

- Mesmo?! Gaaarchuuuu! - Como uma espécie de sim a menina gato começava a esfregar seu rosto no garoto em uma forma de carinho. - Eu sou Emma Katterson, repórter investigativa, as suas ordens… Quer dizer… Yes ma’am.

Em meio a isso Ellen lidava com seus próprios problemas ali quase que no mesmo lugar, Krane parecia não “largar o osso” e isso a levava à uma abordagem mais “direta” com uma linguagem que o brutamontes entendesse. Só de ganhar a atenção de alguém tão bela já valia o dia do homem que agora seguia a jovem Venturi sem o mínimo e imposição, e até mesmo se aproveitava da situação para demonstrar a masculinidade de que tanto se orgulhava.

- Não se preocupe, qualquer perigo e eu a protejo.

Saindo do bar um certo conglomerado de pessoas se formava entre o bar e o estabelecimento à frente de uma forma que o caminho entre os dois pareciam uma avenida de tantas pessoas que transitavam nas duas direções. Se aproveitando a da multidão Ellen soltava sua cartada final seduzindo o homem só para acertá-lo em suas preciosas kintamas, o movimento era rápido e sem pudor de forma que Krane só percebera o ocorrido depois de já se encontrar ajoelhado e com as duas mãos na virilha. Rimuru que passava no momento presenciava tudo, e Emma até ria do rapaz que sofria em dor enquanto a bela moça de olhos de jade dirigia-se novamente para dentro.

- Me… Meus repolhos… - A voz de Krane começavana em sua tonalidade normal e ia terminando não só afinada como menor enquanto a moça o calúnicava para o público que apenas ria do rapaz.

- Kehehehe… Olha lá o Krane, chutado nas bolas de novo.

Já dentro da taberna Timmy pegava a chave do quarto cedido gratuitamente para Rimuru quando era intercedido pela mulher de antes, Ellen pedia rapidamente por um quarto e o jovem apenas pegava uma chave extra detrás do balcão.

- Claro, são dez mil Berries a diária, você paga no Checkout… Por aqui.

Ele os levava pelas escadas até o andar de cima em um caminho repleto de silêncio se não fosse pelo ruído emitido dos passos no piso de madeira, Timmy apresentava os dois quartos deixando Ellen, Rimuru e Emma em seus respectivos aposentos. O local parecia ser padronizado, piso e paredes de madeira com uma janela que dava para a rua, logo no centro do quarto havia um grande redondo tapete vermelho no qual servia de base para duas camas com lençóis da mesma cor combinados com branco, entre as duas se encontrava também uma cabeceira com espelho em cima e para completar uma planta de vaso enfeitava o canto do ambiente que continha apenas uma outra porta que levava ao banheiro.

Uma vez em seus quartos o óbvio aconteceu e por mais que uns demorassem mais que outros todos se colocavam para dormir. Elen acordava cedo o sol mal havia levantado e suaves feixes de luz batiam em seu rosto de forma que a despertasse, em sua visão janela afora podia-se ver o já esperado, um dia nebuloso com a mesma inesperada neve caindo e uma pouca movimentação de pessoas, talvez a causa continuasse sendo o frio repentino, ou quem sabe o horário em que quem não estivesse trabalhando se encontrava dormindo, Rimuru se via na mesma cena com exceção de Emma que continuava dormindo sem preocupações ao ponto de babar em seu travesseiro. O fato é que um novo dia havia se iniciado, e muito ainda tem que ser feito.
Emma:
 
Mulher (origem do grito):
 
Krane:
 
Collins:
 
Timmy:
 


Status:
 

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MensagemAssunto: Re: Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you   Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you - Página 2 EmptyTer Maio 01, 2018 1:18 am


Mal consigo acreditar que já e de manha, chegou o momento de colocar as informações em ordem, afinal ontem ocorreu muitas coisas inesperadas da maneira que eu gosto que sejam, devido a isso estou fielmente amarrado a um caso com minha primeira e única aprendiz.

Ela ainda esta dormindo, não consigo me sentir bravo com isso, afinal e a primeira vez que encontro uma felina em minha vida, não sei dizer se eles têm uma idade diferente, por isso ela pode ser mais jovem do que aparenta, uma criança ainda em fase de crescimento, quanto mais ela puder descansar melhor ao meu ponto de vista.

Pegaria minha mochila e selecionaria seus conteúdos depositando o cuidadosamente sobre a cama, o Relógio folheado a ouro, o jornal, e as fotos tiradas por Emma.

Observaria o relógio primeiro, suas siglas poderiam significar alguma coisa, mas no momento isso não era tão interessante, o fato é que se um relógio desse calibre não esta funcionando como deveria e porque ele possivelmente fora danificado para uma finalidade, e o que seria melhor para esse dispositivo do que demonstrar alguma hora especifica?

Gravaria o horário exato marcado pelo relógio e o retornaria para a mochila, me direcionando para o jornal, não pude prestar muita atenção nele durante a cena do crime, mas agora que estou em um ambiente calmo não vejo motivos para não pensar a respeito sobre as manchetes escritas, vejamos.

“Supernova traz a nova era do gelo em desafio a um Yonkou”,hmmm deve ser uma historia em quadrinhos ou um conto de fadas para chamar a atenção de leitores,que tópico mais ridículo para uma historia.

“Ruiva invade mansão dos Mallone e foge em confronto contra a Marinha”,isso sim e algo importante,Manfred Maloney era o nome da vitima, a mansão a qual foi mencionada deve ser propriedade de sua família e essa garota a criminosa em potencial,ou alguém relacionada a ela buscando se vingar pela sua companheira?

Devo investigar melhor sobre essa jovem quem sabe as coisas incríveis que poderei descobrir se não houver envolvimento no meu serviço atual, pode se tornar uma ótima investigação no futuro.

“Grupo de assassinato revolucionário causa problemas no East Blue”,Revolucionários podem ser possíveis envolvidos também,uma onda de matanças friamente calculadas,isso sim e algo perigoso de se lidar,uma organização capaz de planejar e manusear seus movimentos e tácticas com precisão,gostaria de dizer que isso seria um pouco improvável pelo bem da Emma,mas existem muitos pontos que fortalecem essa teoria.

Alfred,Collins,Timmy,Dakota e Aquela voz misteriosa no Den Den Mushi podem estar todos interligados.

Collins pediu para Timmy se comunicar com Alfred para o mesmo se livrar do corpo, sem contar à ligação que ele recebeu no momento em que se afastou de mim, será que ele estava se desfazendo de outro cadáver?

Retirando Dakota de meus cuidados, seria uma ótima maneira de manter sua companheira segura,assim como me manter na taverna,agir como se você um gesto de humildade,apenas para eu estar diante de seu campo de vista enquanto eles operam durante a noite para ocultar seus rastros, mas isso e inútil desde que já adquiri as informações que precisava naquele lugar.

O calendário estava facilmente perceptível, dessa maneira o assassino estaria ciente da visita de um dos clientes nesse dia, por que ele se arriscaria a mata-lo em um horário próximo a isso?Será que ele queria que o corpo fosse encontrado?

Sim, possivelmente isso era do interesse dele, afinal ao lado do calendário havia uma fotografia de Manfred segurando um cachimbo com sua mão esquerda, o que levaria qualquer um a suspeitar porque a mensagem escrita no maço de cigarros foi feita pela mão direita.

Supostamente isso foi uma maneira de falsificar as ultimas ações do morto levando as pessoas a acreditarem que “Erin” foi o responsável ou algo relacionado a essa palavra que ainda não me veio aos sentidos.

É com isso a historia leva a dois rumos, porque mataram Manfred e utilizou seu cadáver para incriminar outra pessoa, ou Manfred esta mesmo morto?

Collins e um suspeito e ele me impediu de verificar as condições atuais do Maloney ao impedir meu chute, verificando por si mesmo, claramente ele pode ter me passado uma informação falsa e Alfred ajudou seu colega a se retirar do local imperceptível para então ser escondido levando a possibilidade de ainda estar vivo.

Bem, independente de eles terem feito isso ou não como o melhor do ramo,conseguirei pega-los de qualquer maneira se houver envolvimento dos mesmos,só consigo ver benefícios já que consegui um lugar para dormir sem pesar meu bolso.

Guardaria as coisas novamente na mochila, me levantaria ajeitando minha veste ao meu corpo me aproximaria calmamente de minha parceira acariciando sua cabeça com meus dedos deslizando perto da sua orelha:

- Hey Emma,esta na hora de acordar minha felina,temos muito pela frente neste dia,quero lhe ensinar algumas coisas assim como termos algum progresso no caso,se importa de se levantar?

Esperaria alguma reação da mesma, caso ela não se levantasse começaria a fazer cócegas na sua barriga ate ela acordar, independente do resultado diria:

- Ririririri,bem desde que você finalmente esta de pé,vamos voltar para o andar de baixo,um amigo meu me disse que esse é um ótimo lugar para se comer,acho que um bom café da manha e ideal para começarmos o dia.

- Ahhh certifique-se de que não esquecemos nada, seria muito inconveniente de nossa parte deixar um dos nossos pertences para trás.

Com o final de minhas palavras mexeria um pouco minhas asas e começaria a andar em direção as escadas rumo a recepção procurando por Timmy ou Collins, ao encontrar um dos dois diria sem pestanejar com um leve gesto de minhas mãos fazendo um aceno demonstrando minha presença:

- Agradeço pela hospitalidade, as camas são muito confortáveis, sem contar que tive um ótimo atendimento mesmo devido aos acontecimentos da noite anterior... Abaixaria a cabeça refletindo.

- Bem, iniciarei meus preparos para a investigação o mais breve possível, mais antes poderiam preparar uma ótima refeição para mim e minha aprendiz, se ela estivesse por perto afagaria sua cabeça, com um sorriso no rosto.
Se tiver alguma coisa em mente que queira comer trate de falar para eles, olharia nos olhos dela esperando ser claro e convicto em minhas palavras, porem, voltaria minha atenção para Timmy ou Collins . Nada alcoólico, por favor, talvez dois copos de leite puro,se não tiverem, suco de laranja será uma troca muito boa.

Procuraria dois acentos vazios para nos sentarmos em um lugar no estabelecimento se possível é apontaria para o mesmo:

- Ficaremos por ali, se importa de nós trazer assim que estiver pronto?se for de muito incomodo apenas me avise,iremos buscar sem problemas.

Direcionaria-me ate minha cadeira e esperaria a gatinha de cauda azul se acomodar:

- Esta na hora de eu te introduzir ao mundo dos detetives,sabe você e minha primeira discípula então espero que seja dedicada,afinal sou o melhor entre todos eles e espero apenas o melhor de você também ririri.

Vejamos como eu posso tirar o meu melhor proveito e fazer isso uma introdução marcante?Eu gostaria de ler os livros que tanto me inspiraram mais sei que algumas pessoas são incultas demais para esse tipo de entretenimento, então o que poderia utilizar?

- Emma,você gosta de musica?

Já me disseram que eu tenho uma excelente voz,talvez se eu tirar vantagem disso seja uma de minhas melhores opções:

- Pois bem eu irei fazer tudo isso através de uma canção então escute com atenção ou perdera algo digno de um detetive capaz de convencer a todos apenas com o tom de sua voz.

Ajeitaria meus cabelos e começaria a sacudir minhas asas suavemente ao mesmo tempo em que bateria meu indicador esquerdo contra a mesa de tempos em tempos.

Passaria a ponta da minha língua sobre meus lábios com delicadeza e por fim abriria minha boca esperando ecoar uma alegre e energizante melodia:


Eu sou um detetive, O detetive
Deduzo atos criminosos
Não se atreva a juntar-se a escuridão
Ou irei planejar sua derrota.

Se correrem e se esconderem eu irei encontra-los
Eu estou fundo em suas mentes
Ainda não perceberam, eu prevejo seus movimentos!

Quando acharem que me passaram a perna
Já estarei dois passos na frente
Viu?,Este é meu movimento especial
Coloco-me em seus encalços.

Você será a detetive, um detetive
Estaremos nesse caso!
Mestre das interações humanas seremos, Com uma face amigável.

Como um detetive, nunca sabemos aonde as pistas irão nos levar
Porem e sempre animador quando acontece uma mudança de planos
Nós não sabemos quando a vida vai nos levar
Então fazemos valer a pena nossa estadia.

Uma investigação ou duas?
Isso não e nada!
Estamos sempre dispostos a nos arriscar pelas informações.

Se você se dedicar e procurar ira encontra-los
Logo estará a fundo em suas mentes
Você ainda não percebeu,estão prevendo seus movimentos!

Eu serei seu professor e orientador
Você minha aprendiz e discípula
Como melhor detetive do mundo irei te guiar
É sobre tudo irei te ensinar
O tempo ira passar, e suas deduções irão se aprimorar
Então você poderá ver o que não pode ser visto!

Você será um detetive, a detetive
Deduzira atos criminosos
Ninguém ira se atrever a juntar-se a escuridão
Ou ira planejar suas derrotas.

Se correrem e se esconderem ira encontra-los
Estará a fundo em suas mentes
Pois não perceberam, você prevê seus movimentos.

Quando acharem que te passaram a perna
Já estará dois passos a frente
Este sera seu movimento especial
Colocara se em seus encalços.

Nós somos detetives, Os detetives
Estamos nesse caso
E não há nada que não possamos solucionar
Com os dois lado a lado.

Esta pronta para essa vida minha jovem felina?
Se sim devemos ir, não a tempo a se perder
Vamos-la!!


Aguardaria alguns momentos esperando ver a reação de minha pupila, assim que ela demonstrasse o que estivesse sentido diria:

- Detetive é uma profissão para os sonhadores minha cara, eu levarei em conta suas habilidades e farei você se divertir muito nessa jornada.

Fecharia o rosto demonstrando uma expressão sombria e pesada, parando de mexer minhas asas:

- Mas tome cuidado, às vezes as coisas podem ser muito perigosas e seu bem estar pode estar em risco,eu como guia irei te proteger mas espero que esteja ciente dos incidentes que podem ocorrer.

Esperaria a refeição chegar e me aprontaria para me alimentar e pediria para Timmy ou Collins seja qual for que nos entregasse a refeição:

- Se importa de nós acompanhar?Gostaria de fazer algumas perguntas enquanto isso?

Se a resposta fosse negativa focaria na minha alimentação, se positiva diria as seguintes coisas:

- Você sabe o que Erin no maço de cigarros poderia significar?

Se de fato eles foram responsáveis por armar esse cenário,por ser uma pista falsa eles terão a resposta na ponta da língua para me levarem na direção que eles desejam,preciso saber se minha dedução esta certa e essa pergunta e uma ótima maneira de saber disso.

- Qual sua ligação com Alfred?riririri,não,não tem envolvimento profissional nisso,eu apenas ouvi o nome dele durante ontem a noite,nós conhecemos um pouco antes disso ele me é um amigo querido.

Amigo ou não preciso de fato saber um pouco sobre o relacionamento mutuo entre os envolvidos quanto mais detalhes ele soltar melhor será para mim.

-Dakota conseguiu chegar em casa em segurança?Acho que irei visita-la para ver seu bem estar.

Possivelmente ela esta em casa muito bem,estou alertando eles de minha chegada ao local para ver o quão preparado ela estará diante desse acontecimento,se não parecer surpresa obviamente existe uma conexão entre eles.

- Sabe me dizer quem poderia estar envolvido na morte do Manfred,ou algum motivo para a mesma ter ocorrido?

A pergunta que não pode deixar de ser dita,afinal esse conhecimento alem de ser útil também torna uma questão quase que necessária para não se levantar suspeitas.

- Quem e o dono do estabelecimento se Manfred é apenas um funcionário novo?É porque ele não estava presente durante a situação?

O dono pode estar envolvido direta ou indiretamente,preciso saber quem ele é para poder aborda-lo em outro momento.

- Estava lendo o jornal e vi uma noticia que cativou meus olhos, o que me poderia dizer sobre a ruiva responsável pela invasão da mansão dos Mallone?

Abriria meu diário particular e anotaria as informações a mim transmitidas relacionadas a ruiva,assim como aquelas que já possuía com o seguinte titulo grande e destacável:Caso Futuro Nº1 “A Ruiva”.

Com isso terminaria de comer e finalizaria:

- Obrigado por tudo suas informações me serão valiosas, mas agora irei pagar pela refeição e seguir jornada, poderia me informar o valor?

Assim que fosse notificado retiraria a quantia exigida e entregaria, e com um aceno de despedida me retiraria do local esperando que Emma me seguisse:

- Temos muitos lugares para ir,mas desde que estou te introduzido a este oficio farei as coisas com um pouco mais de calma do que o habitual,afinal mesmo que nos atrasemos um pouco como o melhor detetive do mundo mesmo em desvantagem sairei vitorioso no final riririri.

- Inicialmente irei te levar a uma loja de trajes ou um alfaiate, se tiver algum de preferência, por favor, me informe que iremos para lá,quero lhe arranjar um uniforme que condiga com sua profissão.

Com isso procuraria um estabelecimento voltado a roupas e acessórios é me adentraria observando cada minucioso detalhe,assim que estivesse próximo a/o atendente diria:

- Ola, sou Rimuru o detetive que supera todas as expectativas,pela sua capacidade sem igual.

Apontaria para Emma com orgulho e um sorriso convencido:

- E essa e minha aprendiz Emma,gostaria de arrumar algumas roupas para sua nova profissão,se importa de separar um conjunto de jaquetas,calças,camisas,toucas,vestidos,tênis,botas,acessórios para o frio e qualquer outra peça que ache relevante para o momento?

Olharia para as roupas que me forem separadas, ate achar alguma que fosse do meu interesse ou do de Emma,mas que demonstrasse o foco da profissão a ser exercida.

- Depois disso procuraremos uma loja de armas, afinal não e bom entrar em casos desprotegida, comentaria com a jovem Emma.

Kit 1 roupa desejada para a NPC:
 
Kit 2 roupa desejada para a NPC:
 

Objetivos da aventura não concluídos:
 
Objetivos Relacionados a NPC :
 


Histórico:
 
Rifle:
 
Revólveres:
 
Mapa:
 

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MensagemAssunto: Re: Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you   Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you - Página 2 EmptyQui Maio 03, 2018 10:04 am

Narração



Rimuru acordava ainda mais determinado em resolver o misterioso caso da noite anterior, a correria na apresentação de cada vez mais provas, suspeitos, gerava uma gama de possibilidades infinitas na cabeça do rapaz que finalmente tirava um tempo para processar tudo aquilo pela manhã criando assim suas mais prováveis teorias e linhas de ação, poderiam estar certíssimas no primeiro chute ou completamente enganadas, isto caberia ao tempo decidir, sim, tempo era o que mais ruminava na cabeça de Tempest, não só frisando sua necessidade pela rápida resolução no caso como também memorizando o horário marcado no relógio da vítima, “4:20”.

Com isso, tudo já estava ponderado e só restava que Rimuru descesse as escadas e tomasse seu próximo ato de investigação, claro, não antes de acordar sua mais nova assistente, Emma. De início as carícias na orelha da mink nada adiantavam senão acionar um leve ronronar como todo bom felino deve fazer, e isso até passava uma boa sensação para o rapaz que agora tentava algo mais ousado como cócegas, claramente ninguém nunca lhe avisou sobre os perigos de tocar na barrinha de um gato que ao primeiro toque fazia Emma acordar como uma fera selvagem que embolava pela cama agarrando o braço de Rimuru mordendo-lhe na mesma hora, a mordida no entanto não doía e muito menos o machucava, tudo não passava do repentino susto que levara logo antes de perceber que a garota gato apenas alfinetava sua mão com seus dentes pontudos logo antes de dar breves lambidinhas.

- Bom Dia! Shishou! - Dizia Emma enquanto repetia o processo de mordiscar e lamber algumas vezes. - Garchuu.

Os dois por fim desciam para o café da manhã com Emma até mesmo quase esquecendo sua câmera se não fosse pelo aviso de Tempest. Já no salão principal não se viam muitas pessoas senão os hóspedes e desocupados, afinal, não é todo dia de semana que se bebe logo cedo, e Collins podia ser facilmente encontrado lá embaixo conversando com um outro homem, este que por sua vez era alto, tinha um cabelo castanho preso em um curto rabo de cavalo e uma ostentosa barba da mesma coloração, usava roupas de frio em sua maioria feita de pele de animais e tinha uma espada presa à cintura junto a um semblante sério que refletia em seu rosto, e a medida que Rimuru se aproximava do balcão podia ouvir a conversa dos homens.

- Sinto pelo que houve com Troy. - Dizia Collins. - Imagino que seja ainda mais difícil para você.

- Sim, obrigado por isso. - Respondia o homem em um tom melancólico. - Creio que era algo inevitável, uma hora ou outra teríamos que acertar nossas diferenças.

- É claro que não! vocês pod… - O homem careca iniciava sua fala exaltado mas logo a interrompia ao parar um pouco para pensar e perceber que as palavras de seu amigo não eram completamente verdadeiras. - Claro, me desculpe. E o que pretende fazer agora?

- Estou partindo para Loguetown esta manhã.

- É uma boa idéia, o grupo de Troy vai querer retaliação depois de ontem a noite, especialmente Harima, Alfred não vai conseguir segurá-los por muito tempo.

- Sim, é por isso que vou levar aqueles garotos comigo.

- Oe oe, tem certeza Drake? - Collins soava um pouco implicante com a ideia e se encontrava tão centrado na conversa que nem parecia perceber a aproximação de Rimuru que chegava cada vez mais perto. - Um deles matou Fred e Tom a sangue frio.

- Fatalidades ocorrem no campo de batalha, eles sabiam muito bem no que se metiam antes de embarcar nesse embate, o garoto só estava se defendendo no final de tudo, sinto que ele na verdade tem um bom coração. - Terminava Drake com um breve sorriso de canto de boca.

- A é mesmo? Gostaria de dizer isso para a pequena Sara? “Seu pai foi morto por um homem de bom coração.” Tenho certeza que ela se sentiria bem melhor. - Retrucava o taverneiro indignado enquanto continuava a lustrar suas canecas de vidro as batendo fortemente na mesa toda vez que terminava de limpar uma, Drake apenas coçava a cabeça meio sem jeito e um silêncio perdurava por alguns segundos, ainda que eles não tivessem notado a dupla de detetives.

- Bom, imagino que não recomende meu retorno certo?

- Não.

- Hmpf, acho que é isso então. - O homem barbado por fim se virava dando uma pequena pausa de olhar para Rimuru e Emma onde gentilmente sorria para os dois e se virava em direção a saída. - Eu devo voltar logo então, até um outro dia.

- Ei! Me faça um favor e traga algo de interessante para mim.

- Claro, vou te trazer o barril de uma cerveja realmente boa, e não essa porcaria que servem aqui. - Com seus últimos dizeres zombeteiros o homem se retirava de vez do local deixando Collins um pouco nervoso, este que logo se acalmava por se tratar de uma brincadeira, e finalmente dava a devida atenção ao jovem Tempest.

- Claro, agradeço pela sua ajuda, o pessoal não se sente muito seguro com um assassino a solta, sua presença já tranquiliza um pouco os ares por aqui. - Respondia o homem que tornava a limpar seus copos enquanto escutava pelo pedido de Rimuru e Emma que por sua vez não tinha nada específico em mente. - Aguardem só um instante que eu mesmo logo levo para vocês duas.

Enquanto aguardavam pelo café da manhã Tempest decidia por colocar conversa afora introduzindo sua nova companheira no mundo da investigação, esta que só se empolgava ainda mais ao escutar a palavra “música”.

- Sim! Eu adoro… nyah nyah nya nyah. - E começava a cantarolar alegremente algo que aparentava ser uma boa lembrança, mas logo era interrompida por Rimuru que parecia que iniciaria um longo monólogo, desta vez um tanto quanto diferente, seus dizeres começavam normais, sua mão no entanto iniciava em uma batida rítmica que com o tempo era acompanhada pelo pianista que tocava no local e pelas pessoas que de uma estranha forma sincronizada começavam a bater seus talheres e brindes de uma forma simples e melodiosa, quando se dava por conta Rimuru já estava andando pelo salão cantando em um grande musical da Disney que aparentava ter sido ensaiado por dias, sua bela voz ecoava pelo ambiente e ao mesmo tempo em que focava Emma o rapaz também subia em mesas, interagia com as pessoas e animava seus arredores naturalmente ao mesmo tempo em que explicava o complexo mas curioso mundo investigativo.

No final da performance Emma vomitava arco-íris tinha um intenso brilho em seus olhos enquanto aplaudia o show junto do resto da taverna inteira, a partir desde momento as palavras vindas de Rimuru eram recebidas mais “facilmente” pela garota gato que agora só concordava balançando a cabeça e sorrindo mesmo com as ditas partes perigosas. - Não vou lhe desapontar, Shishou! - Eram seus últimos dizeres antes de Collins lhes trazia a comida.

Os pratos pareciam simples no entanto suficientes e deliciosos sendo estes duas porções de uma pilha de panquecas e dois copos de leite como pedido, uma jarra de suco de laranja vinha junto, uma espécie de cortesia por toda a ilha que se orgulhava de seus produtos oriundos das plantações. Rimuru pedia um momento com o homem, fazia um sinal com a mão para que um dos atendentes o cobrisse e então dava sua total atenção para o detetive.

- Erin?... Não... - em primeiro momento nada parecia lhe vir a mente, apesar de pensativo sobre a palavra o homem de nada se lembrava enquanto negava em um gesto de balançar da cabeça que o fazia avistar de relance um jornal que era lido em uma mesa próximo. - Oh sim , agora me lembro, não é dessa forma que chamam aquele grupo revolucionário? Sabe, os especializados em assassinato ou algo do tipo, eles estavam no jornal ontem. Acha que podem estar envolvidos? - Ele perguntava ao jovem.

- Ou pode ser uma mulher chamada Erin! - Interrompia Emma em sua inocência.

- Talvez. - Respondia Collins um pouco convicto até. - Erin Kattegat, se não me engano, é uma atriz de teatro que mora por aqui, talvez valha a pena dar uma visita. - Rimuru no entanto enquanto processava tudo aqui apenas tornava a seus próprios questionamentos.

- Quase todos na ilha conhecem Alfred, aquele cara tem um carisma sem igual, consegue se dar bem com todo mundo não importa qual seja a pessoa, além disso é um ótimo médico, é ele que chamamos em casos como o de ontem.

- Sim ela está bem. - Dizia o taverneiro com relação a garota da noite anterior. - Seu pai estava meio preocupado, mas logo se acalmou e agradeceu quando chegamos lá.

- Um motivo? - Assim como Dakota dúvida surgia na face de Collins com tal pergunta. - Não faço a menor ideia, ele era um cara novo por aqui, fazia pouco contato com as pessoas.

- O dono é o velho Sr. Karkarov, ele ficou doente por causa dessa clima frio, deve ter deixado Manfred responsável pela loja.

- A Ruiva? Oh sim, ela é bem famosa por essas bandas, seu pai antes de morrer era um fazendeiro, quando não estava nas plantações ela costumava roubar armas de viajantes para brincar por aí, logo depois devolvia, mas isso acabou criando uma certa fama, nunca entendi aquela garota… Saía por aí dizendo ter esse sonho maluco de se tornar a rainha dos piratas. Hmpf, pelo visto decidiu tomar a iniciativa para tal. - Com o final das perguntas o rapaz terminava sua refeição enquanto Emma que já havia devorado tudo esperava, e ele até chegava a ceder algumas panquecas a mais para a felina que as comia com felicidade. Por fim uma última palavra era dirigida à Collins logo antes da partida.

- Não se preocupe com isso. - Respondia ele com relação ao preço. - O café da manhã está incluso na estadia daqui, seu auxílio neste incidente já é mais do que o suficiente.

Se despedindo do local mas ainda com um sentimento de que voltaria lá Rimuru e Emma saíam pelas ruas em próximo objetivo, compras. Assim como avistado anteriormente pela janela a rua não se encontrava muito movimentada, e o que mais chamava a atenção do detetive em seu caminho era um urso bípede de mais de dois metros que carregava uma garotinha de marcantes cabelos vermelhos em seu cangote, Emma ao avistar a outra garota se eriçava como um animal ameaçado por seu instinto de sobrevivência, e como um gato em uma briga mostrava seus dentes para a pequena ruiva que apenas retribuía o ato mostrando-lhe a língua.

Não tardou muito para que os dois chegassem na loja de roupas, era um estabelecimento pequeno no entanto bem enfeitado e pessoal, assim que entravam podiam ver elegância na simplicidade do local, continha um balcão central onde ficava o atendente da loja, e em seu resto tinha alguns cabideiros e manequins repletos de roupas exuberantes.

- Oh! Ola, meu nome é Hill, em que posso ajudá-las? - O vendedor era um velho baixinho e simpático de cabelo espetado para os lados e um grande bigode, suas roupas em sofisticadas usufruindo de um colete e suspensórios presos em uma calça preta que combinava com os sapatos da mesma cor, em seus ombros uma fita métrica para medidas corporais, que só indicava seu profissionalismo. - Cada peça aqui foi produzida por mim mesmo, posso garantir-lhes a mais alta qualidade.

Após um bom tempo escolhendo e provando roupas algo satisfatório finalmente saía de forma que todos os três aprovassem, todo o figurino de Emma estava agora trocado, camisa, casaco, calça, tênis, tudo, com exceção do chapéu de aviador da felina que se recusava a se livrar dele, mas nada que atrapalhasse seu visual. E por fim Rimuru questionava por armamentos para sua discípula.

- Não precisa, Shishou… - Respondia Emma já retirando luvas de sua pequena mochila e as colocando, a primeira vista inofensivas, mas quando equipadas revelava afiadas lâminas posicionadas como garras. - Afinal, jornalismo também é perigoso. - Dizia a mink sorrindo. - Pra onde vamos agora? - Ela perguntava para Rimuru esperando por uma resposta juntamente do simpático vendedor Hill, que ainda não havia sido pago.

Já Ellen por outro lado optava por ficar na cama em seu lençol quentinho por mais uns instantes, havia tempo em que ela não tinha um bom descanso como a verdadeira princesa que é, se é que ainda descansasse, o fato era que essa pequena pausa era merecida, entretanto vinha também com alguns inconvenientes. Ao acordar novamente a jovem Venturi tinha a mesma paisagem em seus olhos, com exceção de Krane que se encontrava do lado de fora da taverna andando zangado de um lado para o outro, algumas pessoas tentavam acalmá-lo mas nada adiantava, ele ainda não havia percebido por Ellen o observando pela janela, parecia muito focado na entrada esperando por alguém , e não era preciso ensinar a somar um mais um para descobrir que era por ela que Krane aguardava.
Emma:
 
Krane:
 
Collins:
 
Drake:
 
Senhor Hill:
 


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MensagemAssunto: Re: Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you   Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you - Página 2 EmptySex Maio 04, 2018 11:36 pm


Finalmente sinto aquele ar de realização, há muito não sinto tamanho entusiasmo como me disponho a sentir agora, minha adorável e mais recente aprendiz ao quão tenho um enorme orgulho em declarar como exclusividade de um grande detetive como eu, se encontra totalmente deslumbrante em suas novas vestes.

Roupas adequadas a sua nova profissão, realçando seu caráter e incrementando uma aparência sofisticada é digna de atenção:

- Tenho o lugar perfeito em mente para seguirmos com o caso,acariciaria a cabeça da jovem mink e daria um leve sorriso com uma risada gentil dando uma pausa de uma frase para outra antes de iniciar meu próximo monologo, sua beleza e tão clara quanto o sol que até mesmo um detetive amador não precisaria fazer uma investigação detalhada para perceber sua magnitude.faria uma leve piscada com o olho esquerdo e ajeitaria meu kimono um pouco para o lado. Porem como o grande detetive que sou consigo ver os detalhes que passam despercebido pelos demais para dizer que você está estonteante riririri;Esses trajes fazem jus ao seu físico, deveria ter pensado em seguir carreira de detetive a muito tempo.

Olharia para Hill de cima para baixo com uma expressão clara e sem sombra de dúvidas sobre a felicidade que florescia em meu coração dizendo sinceramente:

- Seu trabalho é fabuloso eu o reconheço como um grande alfaiate, não preciso ser um detetive de renome, embora eu seja o único capaz de exibir ao mundo o quão bom sou em meu oficio devido a minha superioridade ririri.

- Com certeza sua obra deve ser utilizada e requisitada por todos os figurões de Conomi,talvez até mesmo exportada para outras ilhas não estou certo?

Aguardaria a resposta do mesmo e então buscaria mudar o rumo de minhas palavras para tirar proveito de minha bajulação de maneira a auxiliar meu caso e dar início ao plano que fora arquitetado em minha cabeça:

- Conhece Erin Kattegat? Gesticularia com as mãos impedindo sua resposta imediata dizendo logo em seguida é sem pausas:

- Mas que besteira a minha, claro que conhece, ela é uma grande atriz, pode não parecer só que até mesmo eu possuo meus favoritos.

- Ela está sempre elegante em suas apresentações, já que suas roupas são tão encantadoras suponho que você seja o responsável pelo figurino do teatro não estou certo?

Caso a resposta fosse positiva balançaria as asas em empolgação pelo sucesso em meu rumo e responderia:

- Será que teria algum vestuário sobrando da apresentação de hoje? Gostaria de fazer a ela uma enorme surpresa sem igual quando seu fã número um aparecer perante a ela com um pedido de autografo trajando a roupa de sua mais recente obra.

Se o mesmo aceitasse, pagaria tanto as roupas de Emma como o figurino me despedindo com um aceno e poucas palavras:

- Obrigado pelos serviços prestados se encontrar alguém conhecido pelo caminho recomendarei esse lugar.
Saindo da loja olharia para os dois lados e assim que me sentisse seguro de que não estamos sendo observados levaria Emma para um beco para iniciar o planejamento apoiando minha mão esquerda em seu ombro e indicando o lugar para ela compreender a situação:

- Ririri,as coisas estão caminhando muito bem,acredito que você deva estar curiosa para saber o porque decidi pegar este figurino não é mesmo,bom minha cara chega uma hora na carreira de todo detetive que o mesmo precisa se disfarçar para conseguir aquilo que deseja.

- É sua participação será de tremenda necessidade, desde que acredito em seu potencial deixarei você a cargo de uma das tarefas mais importantes durante a operação.

Bom não chega a ser tanto quanto a minha, só que vez ou outra precisamos levantar a moral das pessoas que trabalham conosco, pensa só o quão difícil e trabalhar a sombra do maior detetive do mundo?

- Eu irei me infiltrar no teatro como o mais recente membro, dizendo que sou uma garota sonhadora que busca
desenvolver sua carreira no mundo da arte e aprender as maravilhas do oficio, nesse período de tempo procurarei descobrir informações que não seriam facilmente expostas ao público.


- Enquanto isso minha jovem você fara meu papel como detetive, adentrando sobre o teatro fazendo uma investigação habitual registrando tudo que achar de tremenda importância para o caso e realizar perguntas que nos levem ao assassino.

- Coisas como o que eles acharam do recente assassinato de Manfred Maloney, o que eles sabiam sobre o sujeito, se poderiam os revolucionários estarem envolvidos ou a ruiva que invadira a mansão recentemente, questione porque o nome Erin estava escrito no maço de cigarros.

Coçaria a parte de trás de minha cabeça é com a minha outra mão apoiaria sobre o chapéu de minha parceira:

- Mas nunca se esqueça, da mesma maneira que te elogio por ter mantido traços de sua vestimenta original, o foco não e ser exatamente como eu.

Já que isso e totalmente impossível de acontecer, devido a grande diferença de potencial do ramo entre mim e os demais detetives.

- Seja você mesma, procure saber das coisas que achar relevantes e tome vantagem de tudo que tem naturalidade em fazer.

Tocaria a câmera fotográfica dela me aproximando do botão para aciona-la e afastando me lentamente no ultimo instante revirando minha mochila:

- Acredito que não seja a única com interesse pelas fotos, ‘retiraria minha própria câmera fotográfica,desde que essa e nossa primeira operação juntos acho que devemos recorda-la.

Apoiaria minha cabeça sobre a dela e faria uma pose extravagante ao mesmo tempo em que acionaria a câmera.

Assim que adquirisse a foto abriria meu diário e depositaria a mesma na última página.

- Desta maneira uma parte de ti sempre estará comigo,mas chega de assuntos aleatórios, poderia se virar por favor, irei me trocar aqui mesmo,se achar melhor pode tampar seus olhos com as mãos.

No momento em que reparar que minha aprendiz virou os olhos para a direção oposta começaria a me trocar deixando meus revolveres escondidos por baixo da roupa, depositando minhas vestes atuais em minha mochila assim como a câmera fotográfica.

Terminando iria informar minha parceira com umas leves cutucadas nas costas:

- Vamos, não a tempo a perder, aqui coloque o rifle nas suas costas.

Entregaria o coldre com o rifle para Emma.

- Dificilmente conseguiria esconder algo como isso comigo, mas tenho uma melhor utilização para ele no momento, vamos fazer as pessoas acreditarem que sua arma é esta, mantenha suas laminas ocultas, afinal e bom ter um elemento surpresa.

- Quando as coisas se resolverem eu irei pega-lo de volta.

Assim tomaria rumo em direção ao teatro, ao chegar no local procuraria a entrada onde me apresentaria assim como minha colega:

- Olá meu nome é Urumir Katterson mas pode me chamar de Umi,esta é minha noiva Emma Katterson,arrastaria Emma para a frente sem pestanejar,ela pode parecer um pouco tímida ou confusa em relação a nossa união desde que nos casamos a pouco tempo.Seguraria o braço de Emma com um forte abraço.

- Ela é uma grande detetive assim como eumostraria a língua com um V de vitória sendo formado em minha mão,ao menos esse e meu principal papel em minhas obras amadoras.

- Sou uma grande fã de Erin Kattegat é estou aqui para ingressar no mundo da arte enquanto Emma aproveita um pouco do tempo até a apresentação para investigar um pouco seu último caso antes de me ver brilhar riririri. Daria um pequeno beijo na bochecha de Emma e sussurraria em seu ouvido de maneira a apenas ela ouvir, entre na personagem.

- Desde que sou uma principiante gostaria de estar ao seus cuidadosretornaria minha atenção a atendente, retiraria 500.000 Berries do bolso para utilizar como negociação. - Acredito que este valor seja o suficiente por onde podemos começar?

Caso a resposta de Hill na loja de roupas fosse negativa apenas suspiraria e pagaria as vestes de Emma com um enorme sorriso, afinal cumpri o objetivo principal de minha visita:

- Compreendo ririri, agradeço por tudo que tenha nos feito senhor, estamos prestes a partir, seu traje logo será reconhecido quando o mundo abrir seus olhos para a grandiosidade de minha discípula vamos Emma temos muito a fazer.

Ao sair da loja olharia para minha discípula dando alguns tapinhas em seus ombros para estimula-la.

- Estamos prontos para a viagem, sabe vou ser sincero eu tinha algo totalmente diferente em mente mas perdi completamente o interesse ririri,por sorte tem outro lugar que gostaria de ir para o caso de as coisas não terem saído conforme planejei inicialmente.

- Tudo isso devido aquela estranha conversa que ouvimos no Drunk Moon, e nosso diálogo com o Collins,um grupo de Revolucionários assassinos que são chamados de Erin,talvez isso não tenha nenhuma ligação com a atriz afinal.

- Temos que encontra-los, geralmente isso não seria uma tarefa fácil, mas algo que aprendi ao longo de minha carreira é que quando estamos nos metendo onde não somos chamados e as pessoas estão ciente de que estamos as procurando, elas tem o ótimo habito de aparecerem para se livrar de nós.
Mexeria minhas asas com entusiasmo dando um sorriso sarcástico

- Este seria o momento ideal para intercepta-los, então desde que eles acabarão vindo até nós eventualmente, vamos apenas tornar nossa presença perceptível, caminhemos em direção ao porto, vamos perguntar aos moradores o que eles sabem sobre revolucionários afinal.

Iria em direção ao porto da ilha onde perguntaria a todas as pessoas que encontrasse:

- Olá, sou Rimuru grande detetive poderia me informar sua opinião sobre a célula revolucionaria?

- Aqui está a presença de detetive que lhe para nesse pelo dia para dar o ar de sua graça,riririri,poderia me detalhar tudo o que sabe sobre os revolucionários?
- Hey Hey Hey Rimuru na área, desde que minha fama e sem igual não resta dúvidas de que me conhece, poderia ser
de ajuda para esse detetive e me contar sobre os revolucionários?


Continuaria perguntando de pessoa a pessoa, lugar a lugar até que minhas ações chamassem a atenção de algum individuo em particular.
Objetivos da aventura não concluídos:
 
Objetivos Relacionados a NPC :
 


Histórico:
 
Rifle:
 
Revólveres:
 
Mapa:
 

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MensagemAssunto: Re: Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you   Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you - Página 2 EmptyTer Maio 08, 2018 2:35 am

Narração



Em meio a tantos elogios e carícias de Rimuru, o que era algo de certa forma raro de se ver por parte de uma pessoa tão egocêntrica, Emma apenas sorria provocando um leve ronronar ao mesmo em que balançava seu rabo como um pêndulo, suas novas roupas agora eram compostas de uma elegante bota que subia até a base dos joelhos, sua perna se escondia dentro de uma meia-calça listrada que já se conectava a um short de cintura alta combinando com belo blazer e um sobretudo, tudo nas palhetas preto, cinza e verde, de fato um enorme realce no visual de Emma que agora parecia ainda mais profissional.

- Sim sim Muito obrigado minha jovem, eu faço cada peça com o meu máximo, cada tecido desses possui uma centelha de minha própria alma. É bom encontrar alguém que aprecie-as da mesma forma que eu. - Respondia Hill rente aos elogios de Rimuru. - É uma pena no entanto que você seja pouca entre muitos, se não fosse aquela companhia de teatro eu estaria falido. - O diálogo se seguia e aproveitando a deixa do vendedor o detetive finalmente chegava na parte interessante perguntando por umas das possíveis peças da investigação, e Hill respondia sem hesitar.

- Sim sim, como eu ia dizendo eles são o motivo de eu ainda ter minha pequena loja até hoje, Erin é uma moça muito bonita e talentosa, é impossível não amá-la no palco. Se quiser encontrá-los eles costumam ensaiar em uma grande tenda perto do Bar da Ovelha Guerreira. - O vendedor parecia feliz em falar dos resultados de seu próprio trabalho e seus olhos brilhavam ainda mais com a peculiar pergunta de Rimuru. - Oh sim sim, eu sempre faço algumas peças de reposição, por sorte você e Erin são do mesmo tamanho, eu tenho uma peça feita especialmente para as medidas dela. - O velho revirava algumas roupas em um pequeno armário enquanto continuava conversando até que por fim tirava de lá um figurino clássico no entanto inesperado.

- Aqui! Essa é uma de minhas melhores peças, não costumo vendê-las mas como você é uma bela apreciadora da arte lhe farei este favor. - O figurino agora à venda por Hill se tratava de um clássico uniforme de empregada, era um vestido curto com uma base preta de mangas e saia volumosa, assim como a gola um babado descia pelo vestido na mesma cor branca do avental que o acompanhava, lacinhos pretos assim como os botões enfeitavam a peça por debaixo da gola e nas extremidades do avental, de fato uma peça perfeita para o jovem detetive que tinha sua assistente Emma maravilhada com a roupa que reluzia em seus olhos da mesmo forma que brilhava nos de Rimuru.

- Sim sim, voltem sempre que quiserem. - Acenava Hill da porta com um sorriso no rosto e um total de 75.000 Berries no bolso.

Uma vez com a próxima rota em sua cabeça Rimuru levava Emma para um beco em uma “reunião estratégica”, enquanto o jovem detetive falava toda sua linha de ação Emma balançava a cabeça em um sinal afirmativo como se estivesse entendendo, sua feição no entanto era mais perdida do que Calcinha em lua de mel nunca, apesar de no final de tudo afirmar ter compreendido o plano.

- Certo… Eu só tenho que falar com ela. Fácil fácil. - O diálogo terminava com uma foto tirada por Rimuru com Emma, ora fosse para lembrança ora seria de instrumento para uma perseguição stalker, o fato era que a fotografia saía muito bem com uma belo sorriso dos dentes pontiagudos da felina. Feito as formalidade o jovem pedia um pouco de privacidade para se trocar, o máximo que conseguiria em um beco, e Emma até mesmo estranhava, afinal em sua cabeça os dois estavam entre meninas ali.

- Não se preocupe Shishou, vou vigiar a rua pra que ninguém espie! - Não demorou muito para que Rimuru se trocasse assim como também escondia uma “surpresa” por debaixo de seu vestido e entregasse o rifle restante para a mink, e assim partia a dupla, uma “empregada” e uma aspirante a detetive quem sabe no encalço do criminoso.

Finalmente chegando e adentrando à tenda de teatro a pequena dupla se colocava para falar com a primeira pessoa que parecesse importante e no comando, esta que se tratava de um homem alto e esguio com um terno preto e gravata vermelha, sua aparência no entanto não terminava por aí, seu traje que outrora era elegante também se encontrava enfeitado com diversos adornos, desde um cinto formado por variadas jóias até uma enorme peça em seus ombros que lembrava a plumagem de um pavão, seu cabelo era quase tão comprido quanto sua própria altura e era dividido em três sessões através das cores rosa, azul e verde, este tendo preso nas pontas de suas mechas penas também de pavão, como se já não bastasse seu trajar chamativo o homem usava de uma pesada maquiagem para simular seu rosto como o de uma mulher, seu exagero no entanto mais destacava suas características masculinas do que femininas, e logo que Rimuru e Emma se aproximavam ele começava a falar com os dois na maior naturalidade.

- O que as duas garotinhas fazem neste ilustre mundo das arte? Ohohohohohoho. - Sua fala era em um tom um tanto quanto diferente que se esperaria de um homem, tinha essa sonoridade mais aguda e ao mesmo tempo gritante em uma técnica para forçar a mudança de voz, suas risadas, um misto de atuação com descaso mas feito de uma forma que até mesmo o incrível detetive que era Rimuru não conseguia distinguir o que ali era real ou não, optando por não pensar muito nisso e se focar mais no que deveria fazer.

- Não imagino o por quê. Ohohohoho! - Era a resposta do misterioso okama para a confusão de Emma, na cabeça do homem duas garotas ainda crianças se casando, não passava de uma piada engraçada e até mesmo confusa de forma que uma delas nem conseguira entrar no papel. - De qualquer forma não temos tempo para brincar com vocês, precisamos ensaiar com seriedade aqui. - Finalizava ele em um tom mais “adulto” levantando seu indicador como uma expressão corporal de aviso ou atenção. Sua atitude no entanto num instante mudava ao ver todo aquele dinheiro que Rimuru lhe oferecia, e logo ele voltava ao seu modo exagerado.

- Ohohohohohoh! Quer dizer, não vejo problema em deixá-las ficar um pouco por aqui. - se autocorrigia o homem ao mesmo tempo em que pegava o dinheiro. - Urumir-Chan? Certo? Eu sou Kujaku, pode me chamar de Kuja-sensei, pois eu vou lhe ensinar tudo. Ohohohoho! - E então olhava rapidamente para Emma com um certo desdém até. - Você pode ficar brincando por aí, só tente não incomodar meus artistas.

Um bom tempo se passava com Emma falando com as pessoas e tirando fotos, em meio a isso Rimuru aprendia com Kuja tudo que podia aprender ali sobre atuação, técnicas a serem aplicadas, como de adaptar ao figurino e expressar emoções contrárias a sua mente, mas o mais importante, o jovem aprendeu ali que a verdadeira atuação vem da verdade, um verdadeiro ator retira sua performance do âmago de seu ser para dar uma uma real vida aos personagens, e após diversas tentativas e erros Rimuru finalmente conseguia atuar algo que agradasse o crítico e rígido instrutor.

- E por fim lembre-se Urumir-Chan… - Dizia Kuja em sua última lição. - Se um macaco olha para a montanha, ele está procurando bananas.

Com o fim da lição Rimuru podia notar que Emma finalmente havia achado a garota Erin, se tratava de uma menina baixinha assim como a menina gato e o garoto de cabelos prateados, usava uma roupa similar a de Rimuru com exceção que esta era toda branca com mangas longas e mais laços de adorno, diferente de Kujaku tinha uma maquiagem na medida certa que destaca seus grandes e brilhantes olhos, em sua cabeça, uma tiara de babados que enfeitava o cabelo loiro preso em duas marias chiquinhas.

- Seja você mesma seja você mesma... - Sibilava Emma para si mesma antes de finalmente se dirigir para a “famosa” Erin. - Ei você! - Ela se anunciava para a loira que olhava para a gata com um olhar de estranheza. - O que você teve a ver com a morte de Maloney? E por que o matou?.

- Ãhn? - Erin apenas ficava sem ação por alguns segundos tentando entender o significado de tudo aquilo.

- Eu sei que é tudo um plano seu junto dos revolucionários a mando da Ruiva! Renda-se agora e pegamos leve com você! - Continuava a mink com suas acusações enquanto a garota parecia cada vez mais confusa.

- O que? Ei Kuja-San! O que é isso? Um teste de improviso? - O clima ali ficava estranho, no mínimo engraçado, e Emma parecia pronta para atacar a qualquer momento enquanto se eriçava como um gato briguento e Rimuru via todo seu plano de “infiltração” ir por água abaixo.
Emma:
 
Kujaku:
 
Erin:
 


Considerações:
 
Status:
 

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MensagemAssunto: Re: Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you   Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you - Página 2 EmptyQui Maio 10, 2018 12:20 am

Vejo que Emma não tem nenhum toque pela sutilidade, devia ter lhe instruído melhor mas desde que o erro não fora de fato meu não vejo motivos para ficar tão alarmado, afinal devido a minha imensa classe é natural que seja o único a desempenhar o serviço da maneira mais perfeita e elegante possível.

Mas convenhamos que se eu não interferir de nenhuma maneira, estaremos em sérios problemas, por conveniência tenho o toque certo para o momento.

Depois que resolver essa situação penso em um jeito para disciplina-la melhor, dizem que tutores devem recompensar seus alunos durante seus sucessos e puni-los durante seus fracassos para reconhecerem seus erros, afinal se forem muito mimados nunca aprenderam ou se empenharam em se superarem.

Bom eu tinha outra coisa em mente mais desde que conseguirei desempenhar ambos os meus papeis dessa maneira acredito que devo tomar uma abordagem diferente.

Aproximaria-me de Erin lhe dando um amigável abraço por trás emitindo o sorriso mais elegante e animador possível com uma voz solene e encantadora:

- Lamento muito pelo inconveniente, sou Urumir e está a quem lhe fala e minha noiva Emma,ela é uma grande detetive e esta envolvida em um glorioso caso.

- E eu como sua garota sou a maior detetive que já existiu ririririri, largaria Erin correndo em direção aos braços da felina onde lhe daria um leve e amoroso beijo em seus lábios fingindo um olhar cheio de paixão e vida.

Me afastaria um pouco com minhas bochechas corando e efetuaria uma leve inclinada em meu corpo, agitaria minhas asas fervorosamente esperando dar realce em minhas próximas palavras:

- Você deveria tomar cuidado com o uso das palavras querida, ela pode nos colocar em sérios problemas, veja o beijo como uma punição ,riririri, se eu perceber que ira falar coisas sem sentido irei selar sua boca novamente em uma nova investida. Passaria a língua sobre meus lábios e mandaria um pequeno beijinho no ar dando uma leve piscada com o olho esquerdo, mexendo a cabeça para o lado, na esperança de deixar no ar se estava brincando ou não em relação a isso.

Que punição melhor do que retirar o primeiro beijo de uma jovem? É ainda fui capaz de criar uma oportunidade para sair da situação, com certeza apenas uma pessoa tão brilhante como eu pensaria em uma ideia tão boa quanto essa. Se bem que este é meu primeiro beijo também.

Afagaria a cabeça de Emma como um pedido de desculpas e sussurraria em seu ouvido como se estivesse dando pequenas mordidas carinhosas:

- Foi necessário, espero que entenda a situação que nos colocou.

Após isso acariciaria suas bochechas junto a minha exclamando alto e em bom som para todos os ouvintes:

- Garchhuuuu!

Não entendo exatamente o que isso significa mais desde que ela já me fez isso tantas vezes acredito que seja uma demonstração de afeto é nada melhor para demonstrar nossa proximidade do que isso.

Retornaria minha atenção a Erin evitando totalmente dirigir meu olhar a minha instrutora Kuja-san, desde que minha parceira acabara de perturbar um dos membros do teatro diante de sua presença seria muito arriscado me comunicar com ela.

Para nos mantermos operantes conforme o planejado preciso conseguir o apoio da atriz a quão viemos investigar, algo que acredito que minhas palavras tão aclamadas sejam o suficiente.

- Imagino que esteja curiosa em relação à pergunta dela não é mesmo? Bom eu não a deixei dormir direito desde a ultima noite de tanto que falei sobre este dia que iria me integrar a vocês e o mundo das apresentações, afinal ela teria que estar presente e recordar todos os meus momentos destaques em meio ao palco com esta câmera fotográfica sabe?É isso pode te-la deixado alucinando um pouco riririri.

- Acontece que seu nome e exatamente igual ao que estava na cena do crime,reviraria minha mochila buscando a foto com a imagem do maço de cigarros e revelaria para a atriz; foi encontrado junto da vitima um tal de Manfred Malloney,sei que é muito difícil seu envolvimento desde que é minha celebridade favorita, mas por acaso saberia nós dizer alguma coisa a respeito?

Esperaria a resposta de Kattegat, após isso fingiria um pouco de negligencia e daria um leve peteleco em sua testa:

- Riririri,chega de falarmos de coisas serias, que tão sermos novas amigas? Você deve estar esperando para nos apresentarmos juntas não é mesmo?


Caso minha participação na apresentação não fosse negada, procuraria me aprofundar do roteiro, para realizar uma ótima atuação,acompanhando o grupo de artista para onde quer que eles fossem se apresentar, não me afastaria de Emma mantendo a sempre por perto, dando como desculpa o fato de que recém casados devem permanecer unidos é no momento ideal quando estivermos em um lugar mais afastado da maioria perguntaria sobre o que ela conseguiu adquirir com sua pesquisa.

Caso minha participação na apresentação fosse negada eu retrucaria:

- Esta tudo bem, mas pedimos permissão para mantermos nossa presença no local, afinal teremos que estar com vocês ate o final, desde que o nome de Erin estava no maço de cigarros não podemos fazer vista grossa na possibilidade de que seja um daqueles casos onde o assassino deixa na cena do crime qual será seu próximo alvo.

Com isso ficaríamos de prontidão seguindo o grupo de artistas,observando os arredores enquanto olharia o que Emma conseguiu adquirir em sua investigação solo.




Objetivos da aventura não concluídos:
 

Objetivos Relacionados a NPC :
 


Histórico:
 
Rifle:
 
Revólveres:
 
Mapa:
 

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MensagemAssunto: Re: Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you   Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you - Página 2 EmptySeg Maio 14, 2018 9:52 pm

Narração



O jovem Urumir Rimuru logo agia em prol de seu plano interrompendo a abordagem errônea de Emma, cada palavra dita era um grau a mais de confusão no rosto de Erin e o golpe final do detetive era o beijo surpresa que dava em Emma, a pequena e loira atriz corou no mesmo instante com uma cara de curiosidade enquanto que Emma logo após o ato se agachou de costas levando as mãos as bochechas com uma cara chorosa.

- Isso foi maldade, Shishou... Gaarchu. - A felina permanecia na mesma posição balançando seu rabo de forma tristonha enquanto que a conversa se seguia à medida que Kuja se aproximava para ouvir o motivo de toda aquela bagunça que Rimuru começava a explicar.

- Looney? - Repetia Erin em uma tentativa de dizer o nome da vítima com um rosto inocente após ouvir toda a explicação e apanhar a foto do maço de cigarros. - Hmmm, quem é esse?

- Ora Urumir-Chan, mas qualquer envolvimento de minha pequena Erin é impossível. - Interrompia Kujaku tomando a foto das mãos da menina para observá-la. - Nós ficamos ensaiando a nooooite toda, amanhã faremos um grande espetáculo em Loguetown, e eu não admitirei qualquer erro interpretativo. Ohohohohoho! - Concluía o homem enquanto devolvia a foto.

- Mas Urumir, ou qualquer que seja seu nome. - Continuava Kuja agora com uma feição séria. - Talvez seja mais fácil para nós lhe ajudar se você nos contar toda a verdade ao invés de esconder tudo. - Emma que finalmente havia entendido a atuação até o momento fazia uma cara de encrencada, e Rimuru tinha uma feição de surpresa no rosto. - Ora quem você pensa que é mal aprendendo a arte da atuação e já quer enganar seu mestre Ohohohoho!. - O homem tornava a sua feição indecifrável e descontraída de sempre. - Mas não se preocupe, todos nós temos um passado que preferimos não revelar a qualquer um, e eu respeito isso, mas tente não mentir desnecessariamente ok? - Ele terminava com uma piscada de um olho e palavras reconfortantes para a pequena dupla. Erin no entanto estava bem convencida da atuação do detetive até então e se espantava com a verdade.

- O que?! Então vocês não são casadas? E… e… e... ainda assim se b...beijaram. - Seu rosto agora estava mais vermelho do que o batom de Kujaku enquanto ao mesmo tempo elogiava o jovem de cabelos brancos pelo seu empenho. - Sim, adoraria ser sua amiga, só não tenho certeza quanto a atuarmos juntas. - Dizia a atriz com uma expressão de dúvida. - Nós estamos ensaiando a dias sabe, e a apresentação já é amanhã, partiremos hoje de noite para chegar em Logue logo cedo.

- Mas desde que conheço Kiji-san ele é uma pessoa muito receptiva então se você demonstrar algum interesse ele deve lhe incluir em algo. - Dito isto Erin entregava um roteiro e com um sorriso “saía de cena”. - Bom, tenho que terminar meu ensaio, nos vemos por aí. - Com a saída da atriz, Rimuru dava uma pequena lida por cima do se tratava o espetáculo de amanhã que acabava por ser um musical sobre um garoto nascido entre os deuses que se perdeu das terras divinas, criado por pais humanos o protagonista finalmente descobre suas origens e é dito por seu pai, o deus maior, que seu retorno seria bem-vindo desde que este se tornasse um herói dentre os homens, o desenrolar da peça se passava com a jornada do herói enfrentando monstros e salvando donzelas em seu embate final contra…

- Shishou shishou, o cara que interpreta o arbusto me disse algo que acho que você vai gostar. - Dizia Emma subitamente interrompendo a leitura de Rimuru logo em seu clímax ao mesmo tempo em que apontava para um simpático cara de verde que sorria e acenava de volta. - Ele me disse que Malloney constantemente ia até a livraria, quase todos os dias, e que uma vez ele foi com uma pasta que pareciam ter alguns documentos e voltou sem nada. Ele sabe disso porque era um morador de rua até a semana passada e costumava ficar de frente ao local, disse ter se redescoberto como um arbusto ou algo do tipo. - A última sentença de Emma era com uma feição confusa de como se tentasse entender o ponto de vista do homem, enquanto ouvia sua assistente, Rimuru notava também algo que havia visto na taberna e nos arredores da loja de roupas, periodicamente era possível avistar homens de terno e óculos escuros, sempre observando ou encarando o detetive, e logo que achavam que seriam percebidos, se escondiam na mesma hora.

- Me disseram também que uma pessoa incrível costuma ficar na livraria, algo como uma mulher demônio, eu não entendi direito, algum tipo de super gênio que resolveria o caso em instantes, foi o que me disseram. Mas é claro que ainda não viram suas habilidades shishou, ela não deve ser nada comparada a você. - Dizia a felina com uma certa segurança. - Acho que isso é tudo, e agora? O que faremos?
Emma:
 
Kujaku:
 
Erin:
 


Status:
 

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MensagemAssunto: Re: Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you   Act 1 - Am I a boy or a girl? As a detective I can find out for you - Página 2 EmptyTer Maio 15, 2018 1:39 am


Sem sombra de duvidas o cara de arbusto esta afilhado a todos esses homens bem trajados que insistem em me perseguir,com certeza isso me cheira a emboscada,afinal como poderia existir uma pessoa melhor do que eu em resolução de casos?sem sombra de duvidas isso é uma informação falsa buscando meu interesse e inveja para me levarem a livraria onde finalmente realizaram sua investida.

Mas... Se forem realmente as pessoas que acredito que sejam, tudo será muito mais de acordo com meus ideais se este encontro for realizado, por hora irei apenas deixar os acontecimentos fluírem e me permitirei ser colocado em tal situação.

Afagaria o pescoço de minha jovem aprendiz grato pela sua confiança em minhas habilidades, pelo menos uma pessoa nesse mundo parece ter sanidade o suficiente para identificar minha superioridade, sabia que tomei a decisão certa em torna-la minha discípula:

- Não tinha duvidas de que conseguiria minha cara, nunca duvidei de você por um minuto sequer, com isso acredito eu, devemos ir em direção a livraria antes do anoitecer, afinal seria muito inconveniente de nossa parte perdemos a nossa viagem para Logue com nossos novos colegas ririri, mesmo que tenhamos descoberto o que precisamos em relação a esse caso ainda há muito a se fazer.

- Alem do mais o beijo fora uma penalidade devido a seu mau desempenho, acredito que tenha exagerado um pouco então estarei aceitando um pedido seu para equilibrarmos as coisas, então sinta se livre a me desejar qualquer coisa durante o caminho.

Começaria a caminhar em direção ao homem-arbusto onde graciosamente e com uma fala extrovertida e infantil não demonstrando minhas reais intenções, porem não deixando de dizer a verdade o informaria:

-Estaremos nos ausentando por hora, mas voltaremos a nós encontrar no porto da cidade para partirmos para Logue,espero que informe minha amada instrutora Kuja,me sentiria inconformado se ela se retirasse sem nossa presença, olharia para minha parceira com o canto dos olhos e com um sorriso elegante e mencionaria; Vamos temos muito a fazer!

Caminharia em direção à livraria em questão, utilizando-se do meu mapa caso necessitasse de orientações, no momento gostaria de evitar me envolver com outras pessoas desde que não quero mais ninguém presente alem dos que já estão me acompanhando.

Desde que seria errado deixar Emma desinformada da situação acredito que seja bom deixa-la a par dos acontecimentos de uma maneira discreta:

- Ei Emma,o que você faria se estivéssemos sendo seguidos?Apenas uma pergunta teórica,veja isso como parte do seu treinamento.

Espero que ela entenda essa indireta, do contrario, ao menos eles entendam e saibam que estou ciente da sua presença e estou fazendo meus movimentos de propósito, afinal quanto menos inseguros eles estarem de me contatar melhor.

Ao chegar à livraria observaria o ambiente externamente e daria uns passos para o lado me encostando perto de Emma e dizendo ironicamente:

- Então este é o covil da garota demônio capaz de resolver qualquer coisa devido a sua imensa capacidade intelectual? Essa eu quero só ver, riririri,sabe felina, em minha infância eu conheci uma pessoa assim,passamos horas em uma biblioteca amarrotada de livros discutindo previamente sobre tudo,mesmo que ela seja uma pessoa sabia duvido que chegue aos pés de minha velha amiga.

- Mas jamais que ela superaria o grande detetive que me tornei agora, logo você também será a próxima, daria uns leves tapinhas em suas costas, espero que goste de livros mesmo que apenas os de figuras, pois vamos entrar em um lugar cheio deles pelo visto ririri.

Adentraria no estabelecimento observando atentamente a sua estrutura,procuraria ser recebido no interior do local e diria sem excitação para a pessoa que aparecesse:

- Sabia que estaria me esperando, afinal para alguém que sabe de tudo minha chegada não deve ser de nenhuma surpresa, riririri.

Afinal estaria esperando ninguém mais ninguém menos do que esta alta intitulada sabia:

- Só gostaria de testar seu conhecimento e ver se realmente conhece o motivo de minha presença.

Se ela respondesse que era devido ao caso do Manfred Malloney eu diria:

- Certamente que esta enganada, vejo que não possui tanto conhecimento assim, apenas uma rede de informação muito grande que lhe permite saber de envolvimentos externos, não daquilo que se passa pela minha cabeça, ririri, não tenho interesses nessas informações afinal eu já resolvi o caso.

- Mas não sou um justiceiro ou marinheiro,desde então não tenho nenhuma obrigação de expor o infrator ou capturar o envolvido,meu único objetivo e solucionar o mistério e apenas se as medidas forem necessárias eu tomo tal partido dizendo as informações necessárias para terceiros as divulgarem, afinal seria muito desnecessário o uso de minha saliva para envolvimentos tão insignificantes quanto esses.

- Estou aqui para dar inicio ao meu próximo envolvimento digamos que as coisas estão tomando rumos diferentes do habitual e esta na hora de eu me adaptar as mudanças do mundo,não estou certo rapazes?

Se ela respondesse que era para me encontrar com os revolucionários que me perseguiam diria sem pestanejar com uma expressão de satisfação:

- Afinal eu não vim aqui a toa por sinal,vejo que sua presença será de grande ajuda,então por onde podemos começar?

Independente dos casos acima continuaria da seguinte maneira esperando estar em contato com meus perseguidores na quão interpretaria como os revolucionários envolvidos:

- Fico lisonjeado com o esforço de todos mais desde que sou um detetive acredito que estavam cientes de que reconheceria uma pessoa sobre meus rastros com tremenda felicidade,só que deixando os assuntos mundanos de lado tenho palavras melhores para planejar com os senhores.

Retiraria o jornal de minha mochila deixando na manchete com a ruiva estampada,minha próxima investigação em questão:

- Eu adquiri um profundo interesse por esta arruaceira, normalmente procuraria saber de sua localização, mas tenho uma ideia melhor, gostaria do envolvimento de todos os presentes se possível, acredito que todos poderão sair ganhando no final.

- Desde que minha vida como detetive famoso tem ganhado destaque,acredito que tenha se tornado mais complicado de encontrar crimes que realmente exijam do meu potencial,afinal desde que todos já reconhecem minha presença eles tem se estruturado muito bem em meio ao submundo e agindo com a devida cautela.

Mexeria minhas asas com insatisfação demonstrando meu incomodo em relação ao assunto,me mexendo inquietamente de um lado para o outro:

- Eu gostaria de contornar isso da única maneira eficiente o bastante para isso, se eu quero saber o que esta acontecendo por trás dos panos o que seria melhor do que me infiltrar como um deles? Ririririri.E essa ruiva e meu ingresso de entrada,mas como tenho renome seria muito difícil fazerem as pessoas acreditarem que realmente me tornei um vigarista assim do nada,então tenho que realizar algo fenomenal para que não reste suspeitas.

- Uma ação que eu não conseguiria me envolvendo sozinho, mas se tivesse pessoas como vocês do meu lado, acredito que terei um desempenho melhor em minha façanha.

- Claramente que não daria essa proposta se não tivessem nada a ganhar,seria besteira de minha parte tentar negociar sem ter uma ótima moeda de troca.

- Pois então que lhes digo se estiverem disposto a me ajudarem,darei a vocês uma oportunidade única para mancharem a reputação da marinha e darem a sua célula o devido reconhecimento.

Entregaria a ligeira quantia de 500k berries enquanto me retiraria do local com Emma ao meu lado:

- Vejam isso como uma prova segura de minhas intenções afinal quem se disponibilizaria a entregar tamanha quantia sem se garantir do retorno?espero que acreditem em mim e se estiverem interessados,estarei indo em direção a Logue em meio a artistas reconhecidos assim como Erin,que embora não saibam de nada terão papeis fundamentais em meus esquemas,gostaria que alguns de vocês se infiltrassem no meio para facilitar a comunicação,do contrario espero uma resposta assim que estivermos embarcado da ilha.

Me retiraria do local para ir em direção ao porto,acenaria para trás sem nem olhar para eles novamente,se a vida me ensinou uma coisa e que pessoas curiosas tem tendências a procurarem respostas e desde que não revelei totalmente meu plano e apenas aticei o fogo provavelmente nos encontraríamos de novo em algum momento:

- Melhor não ficarmos por muito mais tempo Emma,prestaria a atenção em minha parceira, ou iremos nos atrasar para a viagem,espero que não se incomode se dividirmos as mesmas acomodações riririri.

- Se alguma coisa sobre essa súbita revelação te incomodar espero ser informado,sua opinião e muito importante para mim e levarei em grande consideração.

Com isso procuraria o navio dos artistas e embarcaria, cumprimentando a todos e anunciando minha chegada e ansiedade para partir. Cochicharia para Emma:

-Mal posso esperar para ver como as coisas irão acontecer ririririri.
Objetivos da aventura não concluídos:
 
Objetivos Relacionados a NPC :
 


Histórico:
 
Rifle:
 
Revólveres:
 
Mapa:
 


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