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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Game of Bunddes

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MensagemAssunto: Game of Bunddes   Game of Bunddes - Página 3 EmptySeg 02 Abr 2018, 15:02

Relembrando a primeira mensagem :

Game of Bunddes

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Bundd A. Brank. A qual não possui narrador definido.


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Bunda Branca
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MensagemAssunto: Re: Game of Bunddes   Game of Bunddes - Página 3 EmptySab 28 Abr 2018, 20:28


Um plano mais idiota que o autor





Nada é mais petulante que a confiança de um desesperado. Porém, ao ouvir as palavras do homem, levei um ligeiro susto e pensei com a minha surpresa: “mostrar minha outra espada? Ele está tentando abusar de mim?”. Mesmo com meu pequeno choque, ataquei calmamente o homem, que após bloquear, teve um corte que causaria uma linda artrose futura. Porém, eu não estava disposto a deixa-lo descobrir o que o futuro reservava para seus próximos dias. Era possível escutar os sons em câmera lenta, como se cada segundo demorasse o dobro de tempo para passar. O grito do homem, o latido do cachorro, os sons da corrente... tudo era um complemento para o meu golpe preciso, encerrando a vida do escudeiro com uma estocada na garganta. Era o primeiro homem que eu matava e tudo que menos importava naquele momento eram suas ameaças. Fiz o sinal combinado com a lamparina aos meus companheiros, indicando que minha parte no plano estava concluída, pelo menos inicialmente. Como achado não é roubado, peguei a espada do homem de brinde, em troca do que fez com o meu nariz.

Não tinha tempo para esconder o corpo, então me locomovi direto para a escuridão que as árvores proporcionavam, meio atrapalhado com o peso das três espadas juntas e sentindo aquele cheiro de sangue que ficava estancado na parte interna das narinas. Confirmando cada vez mais a má sorte do meu dia, revirei os olhos quando vi que uma atiradora chegava até o ambiente do crime. Olhei pra cima e apenas movimentando os lábios para não fazer barulho, disse: - tá de sacanagem? – Esperando que o ser superior seja capaz de fazer leitura labial. Enquanto a mulher conversava com o cachorro, podia ver o incompetente irmão da coelha fazendo sinal de silêncio.

Quando vi que o cachorro Amarelo denunciou meu assassinato, eu é que estava prestes a amarelar. O cachorro não podia me ver ali, mas com certeza podia sentir meu cheiro, e é nessa hora que vou levar bala. Tinha pouco tempo para arrumar uma solução e a única coisa que meus adversários não iam saber nos próximos minutos era a presença de Carlos. Antes que o cachorro viesse babando para massagear meu crânio com os dentes, agacharia e faria um pequeno buraco no solo, o suficiente para entrar a metade do cabo da espada do homem morto na terra. Colocando a espada em uma posição diagonal, com a ponta na direção do caminho que percorri, puxaria a espada para baixo, pressionando mais contra o solo e rapidamente fecharia os espaços vazios deixados pelo buraco com a terra que tirei, deixando a espada fixa no chão. Caso o cachorro saísse correndo para me atacar, ele não poderia ver a espada no escuro, camuflada nos arbustos. Posicionar-me-ia atrás da espada, para no pulo do animal, ele ir de encontro à ponta da espada. Se ele não viesse com tanto ímpeto, apenas tentando me encontrar, esperaria ele desviar da espada no solo e colocaria a katana esquerda em uma posição horizontal, para bloquear o salto combinado com sua mordida. Quando ele morder a espada, pegaria a katana direita com a pegada contrária, ou seja, parte de baixo da mão em direção a lâmina, levantaria o braço e usaria toda minha força para realizar uma estocada de cima para baixo na direção do crânio do animal. Caso não fosse possível, apenas tentaria um corte de cima para baixo, porém na horizontal, na parte de cima do pescoço.

Após o breve combate canino, seria imprudente a investida na mulher com uma espingarda. Faria para Carlos um sinal que iria à direção da mulher, apontando para mim e para ela, e outro sinal com o dedo indicador apontado para ele e giraria em um meio círculo, mostrando que ele deveria contorná-la após a distração. Quando Carlos começasse a se mover para contornar a mulher e surpreende-la, eu sairia de trás da árvore pelo lado que me faça ficar mais longe de Carlos e mostraria o dedo do meio para a mulher. Se ela não apontar a arma, vou ficar ali olhando para a cara dela, mas se ela mostrar sinais que vai atirar, usaria minha aceleração para desviar de seu tiro, indo rapidamente até a parte de trás de outra árvore. Se não houver outra árvore perto, aceleraria e me jogaria em algum arbusto próximo. Durante todo o plano, menos na parte onde mostro o dedo do meio para ela, aproveitaria da escuridão da floresta para me tentar me camuflar entre as plantas.






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MensagemAssunto: Re: Game of Bunddes   Game of Bunddes - Página 3 EmptyTer 01 Maio 2018, 21:11



Narração
Bundd


A moça chegava seu ouvido próximo da boca de Ivar, parecia procurar por algum sinal de vida, mas era tarde demais, o homem já havia partido para a próxima vida, Amarelo latia com sua cabeça de Bundd, que prevendo algum ataque do animal começava a fazer uma armadilha utilizando sua espada – Filho da Puta! Apareça que vou fazer um buraco no seu crânio – a moça utilizava da sua mira para vasculhar o redor a procura do assassino, mas o breu noturno tirava qualquer êxito que ela pudesse obter.

Carlos continuava a olhar para Bundd, fazia um sinal para que o rapaz não se movesse, enquanto isso, o cachorro continuava a latir – Pega Amarelo – gritava a moça, o cachorro mesmo sendo de um porte médio, avançava na direção de Bundd que se afastava da sua armadilha, a moça seguia o cachorro com sua espingarda apontada para o rumo que o cachorro corria, no momento que visse algum movimento, iria atirar.

O cachorro avançava com toda velocidade, mesmo naquele escuro o vira-lata sabia onde Bundd estava, talvez pelo cheiro, ou sua visão fosse realmente diferente das dos humanos, quando estava pronto para salta sobre o espadachim ouvia-se um grito de dor advindo do animal, o plano de Bundd tinha dado parcialmente certo, o cachorro estava ferido, a espada inficada havia cravado no lado esquerdo do peito do animal, mas por não estar firme, não havia entrado fundo na pele do animal, o mesmo agora estava no chão uivando de dor.

- Amarelo, cadê você? – Gritava a moça enquanto seguia o uivo do animal, seu dedo estava no gatilho, a arma apontada diretamente para onde Bundd estava, se a moça atirasse naquele momento o rapaz iria ser acertado. Carlos aproveitava todo aquele alvoroço e saltava do seu esconderijo e corria em direção a moça, está virava sua mira para abater o loiro, mas era tarde demais, o homem já saltava e caia com sua espada cravada no ombro esquerdo da mulher, que urrava de dor, sua espingarda caia sobre o solo gélido da ilha, a mulher ficava de joelhos, a espada estava cravada até a metade da sua lamina em seu corpo.

Carlos olhava para Bundd e fazia sinal com a mão para que este o seguisse, a mulher era a 2 sentinela e ainda tinham que dar o sinal de que estava tudo certo, Carlos saia correndo para o local de onde a moça tinha vindo – Mate este vira-lata e me segue – Deixando estas palavras para Bundd, o rapaz corria pela lateral do barracão com uma presa de que algo estava errado, deixava sua espada ainda cravada na mulher, está por sua vez ainda respirava, assim como o animal que uivava de dor aos pés do espadachim, que por sua vez ficava aliviado por seu plano ter dado certo.


Willian West


Mulher:
 


Cachorro:
 

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MensagemAssunto: Re: Game of Bunddes   Game of Bunddes - Página 3 EmptySex 04 Maio 2018, 05:00


O dia que não terminou





A sorte é uma dádiva. Nossas atitudes refletem diretamente na proporção que ela pode aparecer, mas mesmo assim, a pior decisão pode ser a que te garantirá mais uns dias de vida. No incerto tudo pode acontecer. E as decisões mais questionáveis olhando de um ponto de vista frio foram as que salvaram a vida da atiradora e seu animal.

Logo após confirmar a morte do escudeiro, o animal se projetou diretamente para a espada e a mulher ficou receosa. Se o primeiro tivesse desviado da arma pontiaguda e a outra adentrado pela mata procurando por sua presa, teriam tido um triste fim na jornada da vida, afinal o cachorro seria cortado e a mulher perderia um combate corpo-a-corpo. Com o ferimento do animal, vítima da minha armadilha improvisada, logo a moça levou de Carlos uma estocada violenta no ombro.

Com a corrida de Carlos e seu aviso para eu finalizar amarelo, esperaria ele sair do meu campo de visão. Primeiramente, colocaria as espadas de volta na bainha. Pegaria alguns cipós e folhas grandes na mata e iria à direção da mulher, que gritava de dor. Após chegar perto, colocaria os itens naturais no chão e diria enquanto seguro o cabo da espada enfiada ficando com apenas um joelho no chão: - não é um ferimento fatal, porém não vai poder mexer o ombro por um bom tempo e ainda poderá usar o braço futuramente se tratar a infecção. Loirinha, isso vai doer muito hihihihi. Logo após, puxaria a espada com tudo para não aumentar a perda de sangue contínua e colocaria algumas folhas no local do furo, sendo amarradas e pressionadas pelos cipós, reduzindo a perda de sangue futura.

Levantar-me-ia e pegaria a lamparina para balança-la, avisando aos outros que a missão de Carlos foi cumprida. Deixaria a lamparina no chão, em pé próxima da parede do barracão, para caso seja necessário o uso futuro. Ainda iria à direção da espingarda e a levaria nas mãos durante meu breve percurso na direção de Carlos. A espada deixaria lá no chão mesmo, já que a mulher não era espadachim.

Não seguiria o mesmo caminho de Carlos, voltaria por aonde vim, por dentro da floresta, na direção da entrada do barracão. Porém, antes de entrar na floresta, diria em tom firme à mulher, com as costas viradas para ela:

- A liberdade que é restringida eternamente por Deus, também é concedida por ele. Eu ainda sou apenas um raio, mas também sou capaz de ser misericordioso. – Dando uma pausa de poucos segundos no discurso. – Agora você me deve uma. Leve o cachorro até um veterinário, ele não teve um ferimento profundo, mas precisa de cuidados. Se o fizer, estaremos quites. – Entraria na floresta de cabeça baixa, afinal mesmo o plano dando certo, as coisas não aconteceram do jeito que eu esperava. Já dentro da floresta, procuraria por alguma fruta nas árvores ou no chão, caso estivessem altas, usaria minha espada para ampliar minha altura e conseguir alcança-la com a ponta da lâmina. Se tivesse sucesso, guardaria a fruta no bolso. Seguiria o caminho até o primeiro sentinela, usando a mesma estratégia, ficando postado atrás de uma árvore no local observando se Joaquim havia cumprido sua parte no trato. Em caso afirmativo seguiria até a entrada do barracão.

Provavelmente Carlos não a matou porque deve ter algum problema em combates mulheres até a morte. Eu não tinha este tipo de problema, o gênero é indiferente em um combate. Porém o cachorro... não podia mata-lo sem necessidade, ele não era capaz mais de me fazer mal, mas também não podia deixa-lo sofrendo esperando uma infecção chegar. A atiradora era sua única chance de sobrevivência. Meu interior era meu guia e seguindo meus sentimentos conseguiria o melhor resultado para o que eu acredito, afinal nem sempre as melhores opções de quem olha de fora de forma fria trazem consigo os melhores resultados.






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MensagemAssunto: Re: Game of Bunddes   Game of Bunddes - Página 3 EmptySab 05 Maio 2018, 01:50



Narração
Bundd


Carlos era eficiente no que fazia, sua investida foi perfeita, a caçadora estava de joelhos derrotada, o homem parecia com pressa, rapidamente deixava o local e talvez um devaneio havia esquecido sua espada cravada no corpo do inimigo. Bundd esperava Carlos se afastar, aparentemente não queria ceifar a vida do pobre animal, o cachorro fazia um barulho tentando imitar um choro, deitava sobre o solo gélido e aparentemente espera a morte lhe dar o abraço fatal.

Bundd procurava por algum cipó ou folha que estivesse em seu caminho, todavia o clima frio havia derrubado todas as folhas das arvores e a neve que caia cobria o chão, tampando possíveis cipós que poderiam haver ali. Sendo assim, o rapaz caminhava de encontro a loira, se ajoelhando diria algumas palavras para reconfortar a moça, está por sua vez apenas gemia de dor, mesmo naquele frio era possível ver o suor descendo por seu rosto, o espadachim então num ato misericordioso puxava a espada de Carlos, a moça urrava de dor, seu grito ecoava peça mata, havia um par de corujas empoleirada na arvore, que voaram assustadas pelo grito da mulher.

O rapaz então pegava a lamparina da moça e balançava para dar o sinal que estava tudo certo, depois pegava a espingarda da loira, o rapaz não tinha conhecimento de como usar, mas poderia lhe ser útil futuramente, afinal, e melhor prevenir do que remediar. Bundd por sua vez, seguia um caminho diferente de Carlos, preferindo adentrar novamente na floresta, mas não antes de dizer suas últimas palavras para a mulher, está apenas urrava novamente, mas este grito era diferente, não era dor, parecia o grito de uma besta encurralada, certamente a moça desejava a morte daqueles dois homens.

Caminhando pela floresta, o rapaz procurava a sentinela que Joaquim deveria dar cabo, e como prometido era possível ver a lamparina caída, um corpo encostado na parede do barracão, Bundd então continuava se esgueirando pela mata, quando subitamente uma mão tampava sua boca e lhe puxava para tras, fazendo com que o rapaz caísse de costas, mas o susto passou rápido, mesmo no escuro era possível notar que se tratava de Joaquim, o homem estava suado e ofegante – Tudo certo do seu lado garoto? Vamos andar até a entrada, esperar que Caroline e Tiago façam sua parte. Joaquim caminhava a frente, enquanto Bundd o seguia logo atrás, os rapazes davam a volta, ficando com uma visão para a porta, está se encontrava trancada, havia uma pequena janela na porta, de onde era possível notar uma luz acessa.

Após alguns minutos saia do meio do mato Caroline e Tiago, a garota estava com uma camiseta regata realçando seus seios, enquanto o garoto usava suas roupas normais, a moça batia na porta, e rapidamente foi atendida por um homem de estatura média, em sua boca era possível ver um charuto acesso, em sua mão uma caneca de alguma bebida, o rapaz avaliava a garota de cima e abaixo, trocaram algumas palavras e logo o homem convidava a moça para entrar, porem Tiago era barrado, e ficava de fora, não sabia o que eles haviam conversado, mas algo tinha dado errado.

Assim que a porta foi fechada, Tiago olhava ao seu redor em busca de alguem para contar o que fazer, ou pedir ajuda, Joaquim vendo a intenção do garoto levantava sua mão para chamar a atenção do menino, este logo viu o sinal e correu na direção da dupla. Assim que ele chegou Joaquim perguntava preocupado – O que aconteceu Tiago? Por que você não entrou? – o menino estava com uma feição de preocupação – O Homem disse que ali não era lugar de criança, disse que entraria apenas a Carol ou ele iria me matar, ela aceitou a proposta, eu não sabia o que fazer Tio, me apavorei – terminava a frase olhando para o chão.

De repente era possível ouvir um barulho vindo de dentro do barracão, era o como o barulho de garrafa quebrando e logo um grito feminino, não dava para saber se era de Caroline, todos estavam apreensivos com a situação, entretanto Carlos saltava da mata e corria rumando o barracão com um salto batia seu ombro contra a porta, que por sua vez abria com um estrondo, o rapaz caia dentro do local, Joaquim saia correndo para ajudar os irmãos e gritava para a dupla – Fiquem ai, se alguém sair daqui de dentro, matem!!.

Tiago sacava seu arco e colocava uma flecha no fio, o garoto acatava a ordem de Joaquim e ficaria ali – O Carlos e doido, voce reparou que ele avançou sem nenhuma espada, tomara que ele fiquem bem- afirmava Tiago olhando para tudo que Bundd carregava consigo, 3 espadas e 1 espingarda.


Willian West



Joaquim:
 
Caroline:
 
Carlos:
 
Thiago:
 


Ganhos:
 



Status:
 

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MensagemAssunto: Re: Game of Bunddes   Game of Bunddes - Página 3 EmptySab 05 Maio 2018, 23:46


Sherlock Bundd e seu fiel atirador Tiwatson





Ao olhar o estado do cachorro e ouvir o seu choro, não pude encerrar o combate. A não necessidade do ato atingiu diretamente meus sentimentos, não sei exatamente o motivo, mas aconteceu, diferentemente da mulher que pouco me importava o destino. Os gritos de dor da atiradora somente me lembravam da vitória de Carlos, que me motivava pelo andamento da missão.

Balancei a lamparina, sem usar tanta força, já que o ato era pra ressaltar o cumprimento da missão, já que Carlos já deveria ter chegado ao destino. Agora eu estava equipado também com uma arma, que mesmo sendo inútil em minhas mãos leigas no gatinho, poderia causar certo receio dos adversários. Andando rapidamente na floresta, vi que Joaquim cumpriu a missão e logo levei um susto desgraçado. Senti alguém me segurando atrás e tampando minha boca, no momento só conseguia ficar assustado pensando em um sequestro relâmpago. No meio aos poucos segundos antes de Joaquim se revelar, tudo passa pela cabeça, inclusive o quão irônico era o Raio sofrer um sequestro relâmpago e que eu tinha um total de zero bens para dar em um resgate. O alívio ao ver o rosto conhecido não evitou minha bunda de soltar um leve peidinho, afinal era muita tensão para um dia só e o intestino é frágil. Ele perguntou se estava tudo certo, mas somente olhei para ele com cara de “maldito” para evitar não mandar ele a merda. Mas pode ter certeza que dei uma prévia do que queria dizer pelo cheiro emanado.

Podia ver uma luz acesa vinda do barracão. Poderia sugerir que estava rolando uma noite de poker ou até uma orgia, quem sabe homossexual, mas como ninguém perguntou guardei as possibilidades para mim mesmo. Quando os outros foram cumprir sua parte no trato, eu tinha as seguintes informações para desvendar o mistério: um fumante bêbado, uma garota gostosa passou e um idiota barrado, eu entrei no meu modo supremo: Sherlock Bundd. Com certeza o mistério envolvia sexo, mas eu precisava de mais detalhes para resolver o caso. Na volta de Tiago, Joaquim perguntou do ocorrido e eu apenas acariciei meu bigode no bom estilo pensativo. Tiago disse exatamente o que eu previa: ele tremeu na base.

Logo o grito de Coelhine veio violento, com o som de quebradeira. Então, logo concluí minha investigação para duas possibilidades: ou ela tentava solar todo mundo sozinha, ou estava rolando um “gangbang”, que para meu deleite, não era homossexual. Carlos logo invadiu o barracão com Joaquim atrás e o segundo deu ordens para ficarmos de guarda, mas eu nunca ia topar essa parada, porque se estava rolando uma sacanagem grupal eu queria participar. E se estivesse rolando quebra pau também.

Tiago já preparava o arco, enquanto eu jogaria a espingarda no chão e diria enquanto passaria a mão no bigode:

- Se a chapa esquentar, use este brinquedo. – Querendo me referir a espada. – Vou solucionar o caso, meu caro Tiwatson.

Rapidamente me esconderia do lado da porta, atrás da parede, mesmo não tendo uma lupa e um chapéu para ajudar na solução do caso. Com a maior calma do mundo, colocaria metade da cabeça pra porta, com objetivo de observar tudo que estava rolando lá dentro com a minha visão aguçada, mais precisamente um local que eu conseguiria entrar e me esconder lá dentro, o número de inimigos visíveis, a arma que eles usam e o estado de saúde dos meus comparsas. Caso fosse possível uma investida no barracão, de forma que eu conseguisse me esconder atrás de algo o mais furtivo possível, usando a barulheira deles como auxílio, faria. Se não houver nada do tipo, ainda ficaria do lado da porta esperando uma oportunidade aparecer.






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MensagemAssunto: aaa   Game of Bunddes - Página 3 EmptySeg 07 Maio 2018, 01:00



Narração
Bundd


O silencio da floresta era agora interrompido pelos gritos vindo de dentro do barracão, Bundd corria e aguardava do lado de fora, ao lado da porta. Como suspeitava o rapaz, era um gangbang a garota estava em apuros, estava com sua camiseta rasgada no lado direito, fazendo com que fosse possível ver seu sutiã da cor vermelha, da sua boca escorria um fio de sangue.

Aquele local parecia ser a recepção, encontrava alguns bancos acolchoados num círculo, eram 6 para ser mais exato, no meio do círculo de bancos tinha um tapete que na verdade era a pele de um urso preto, sobre a pele havia uma pequena mesa onde se encontrava alguns copos ainda com algum liquido que parecia ser whisky, além de duas pistolas simples, mas não tinha como saber se estavam ou não carregadas.

Em uma das paredes haviam algumas armas penduradas, machados, espingardas e espadas estavam sobre bases de madeiras numa altura de 1,6 metros do chão, sendo acessível para todos no local, na outra parede havia cabeças de animais penduras, está por sua vez eram pregadas com vários pregos, dificilmente sairiam daquela parede.  

No local haviam 8 pessoas, sendo elas Joaquim, Coelhine Caroline e Carlos, o restante eram desconhecidos por Bundd, mas era todos homens e vestiam casacos de frio, 2 deles portavam katanas afiadas, 1 portava adagas e os outros dois lutavam apenas com seus punhos. Dizer que todos eram homens podia ser um exagero, já que os dois espadachins se tratavam de tritões, sua pele era azul, e seus cabelos amarelos, não se podia dizer quem era quem, a dupla parecia ser irmãos gêmeos, enquanto o gatuno, tinha uma estatura mediana, segurava duas adagas e se movia com uma velocidade incrível, os dois boxeadores pareciam estarem bêbados, pois estavam encostados no balcão olhando toda a confusão que ocorria no local, mas não moviam um músculo sequer.

Joaquim estava tendo dificuldades na luta contra o homem das adagas, seu rosto era sério, em sua perna direita era possível ver um corte que sangrava, os homens lutavam mais distante de Bundd, enquanto Carlos trocava golpes contra o tritão espadachim, mas não via-se quem tinha vantagem; quem estava pior era Caroline, a moça estava tentando acertar o outro espadachim com alguns chutes, mas o tritão bloqueava todos os golpes e sempre dava um contragolpe que acertava a moça, fazendo com que ela recuasse.



Willian West



Joaquim:
 
Caroline:
 
Carlos:
 
Thiago:
 



Recepção:
 
situação atual do local:
 



Status:
 

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MensagemAssunto: Re: Game of Bunddes   Game of Bunddes - Página 3 EmptySab 12 Maio 2018, 19:56


A entrada excitante do nosso herói





Os berros incendiavam meu cérebro e minha calça. Mas afinal, o que estava acontecendo naquele barracão? Coloquei-me ao lado da porta na minha posição investigativa, buscando descobrir que aventuras a coelha estava vivendo. Uma olhada, uma decepção: as aventuras não eram sexuais. Recompus-me psicologicamente e estava pronto para avaliar a situação. O local era bem mobiliado e tinha muitas opções de armas para quem quisesse usar.

Cinco inimigos e três aliados, sem contar comigo era o que a situação vislumbrava. Cinco é elogio, afinal tive que segurar a risada quando vi os dois doidões, mal conseguiam ficar de pé, muito menos lutar contra o homem mais forte, lindo e gostoso de todo North Blue. Mesmo tentando observar o melhor que podia, não consegui ver algum local que permitisse a minha entrada de forma furtiva, para tentar um ataque escondido. Porém, todos se concentravam na luta, então podia estar ali a minha oportunidade de avanço e criar uma vantagem numérica entre os sóbrios. Coelhine era a mais fácil de ajudar, afinal ela era a mais próxima. Mas...

Porém...

Entretanto...

Eu teria que ser racional naquele momento. Tudo podia dar errado, então iria tomar a atitude mais certa, independente de quem visse a situação como um observador. Entraria no barracão. Na minha cabeça, eram necessárias atitudes sensatas neste momento. Nada mais sensato que não interferir no combate da mulher, vai que rasga mais!

Andaria rápido na direção de Carlos, evitando correr para fazer o mínimo de barulho, já que a concentração dos adversários estava na batalha e os altos ruídos que os participantes emitiam poderiam ocultar minha entrada triunfal. Da entrada até chegar próximo do adversário de Carlos, arregalaria os olhos na direção do sutiã vermelho e delicioso da coelha, quanto escorreria uma leve baba da minha boca um pouco aberta. Ao chegar próximo do adversário, puxaria minhas duas katanas, colocaria meu braço direito para trás e tentaria uma estocada nas costas do oponente de Carlos, na região lombar com foco na coluna, já que ele estava de costas para a minha direção de entrada. Caso ele percebesse minha chegada, usaria a katana direita para fazer um corte da direita para a esquerda de forma diagonal e usaria a esquerda de guarda para bloqueio. Caso ele bloqueie ou desvie, puxaria o braço direito para a guarda e usaria a katana esquerda para tentar um corte horizontal da esquerda para a direita, na altura do quadril do tritão. Caso ele tente me atacar, usaria a katana de guarda no momento para realizar um bloqueio com a espada na posição vertical, fixa na direção do meu tronco. Caso alguém tente me acertar com algum objeto arremessado ou um tiro com as armas do local, tentaria bloquear me colocando entre o projétil ou objeto e o tritão, porém se não fosse possível, apenas tentaria desviar para o lado do vetor inverso ao do arremesso. Todas estas táticas seriam usadas para tentar atacar, mas também para criar aberturas nos ataques de Carlos. Se tritão se ferisse caindo, mas não morresse, tentaria espetar sua garganta com a katana esquerda, em um movimento simples.

Se o tritão morresse, eu diria em voz bem alta: - WINNER WINNER, PEIXE DINNER! – Enquanto iria à direção da mesa para pegar um dos copos com bebida. - Vamos brindar ao investigador Bundd, com mais um caso concluído. – Gritaria, enquanto beberia metade do copo, faria uma careta grotesca e arremessaria o copo na direção do oponente de Joaquim, tentando criar uma abertura.

Após tudo, iria à direção do oponente da coelha, para travar uma batalha usando três espadas apontadas na direção do combate. Duas na mão e uma na calça.






Objetivos:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Game of Bunddes   Game of Bunddes - Página 3 EmptySeg 14 Maio 2018, 10:45



Narração
Bundd


A luta continuava a todo fervor, o som de ferro colidindo contra ferro tomava conta do local, a porta aberta fazia com uma brisa gelada adentrasse na recepção, ao fundo era possível ouvir risadas dos homens que estavam encostados no balcão, observavam e zombavam a todo momento do gatuno que lutava contra Joaquim – Está apanhando para um coroa HAHAHAHA, olha ali Red – apontava um deles para a luta que ocorria mais ao fundo.

Enquanto isso, Caroline tinha grande dificuldade em sua batalha, o tritão tinha mais força e técnica, mas a moça era mais rápida, havia alguns cortes em seu corpo, seu rosto estava suado, de modo que sua roupa colasse em seu corpo, o tritão havia recebido alguns golpes, mas estava inteiro no combate. O irmão da garota trocava severos golpes com seu oponente, faíscas saiam a cada bloqueio, nenhum dos dois recuavam.

O detetive espadachim observava tudo da porta e bolava um plano em sua mente sexual, o local era pequeno, de modo que um ataque furtivo seria complicado de executar, mas como todos estavam ocupados lutando, poderia dar certo.

Bundd então tomava começava a se mover, sua ideia era abater o oponente de Carlos, usando de sua Furtividade, avançava rapidamente dentro da sala dando uma leve espiada na situação de Caroline, que naquele momento estava com sua blusa mais rasgada, deixando muito para ser visto, não se sabe como, mas os olhos do espadachim estavam arregalados, e um leve fio de saliva escorria na lateral da sua boca. Após essa leve distração seu foco voltava novamente para o seu alvo.

Tarado:
 

Seu movimento era rápido e furtivo, o tritão não notara a presença do homem, afinal, O Raio fazia jus ao seu apelido, sacando suas katanas fazia o movimento de estocada com a espada direita, Carlos notara seu parceiro, e se afastava para não ser acertado pelo futuro golpe, Bundd colocava seu braço para trás e com uma impulsão começava o movimento, entretanto, na hora que foi golpear um copo cheio de algum liquido cachaça 51, acertava a lateral da sua cabeça em cheio, o liquido havia esparramado por seu corpo e respingos adentraram seus olhos, de modo que ambos ardiam como fogo irritando e atrapalhando sua visão, assim, seu golpe não acertara onde pretendia, pegando de raspão da lateral da barriga do tritão.

O inimigo urrava de dor, mas seus reflexos estavam apurados, e no momento que a espada de Bundd rasgava sua pele, o tritão levantava seu braço e executava um soco com sua mão livre de cima para baixo, acertando a nuca do espadachim que não conseguia bloquear devido ao seu estado atual. O Raio caia com tudo no chão, batendo seu peito contra o solo de madeira, seus olhos ardiam e agora seu peito pulsava pela dor do impacto, algumas escoriações foram formadas no local onde o copo atingiu, mas nada que fosse serio.

Quem havia jogado o copo era um dos homens ao fundo, que agora cutucava seu colega e ria mais alto que o normal – Blue, te falei que eu não ia errar AHAHHA, ele não esperava por isso HAHA – ambos agora riam da situação, mas Carlos não titubeava e vendo uma brecha saltava sobre o tritão com sua katana em mãos, num golpe vertical em meia lua, fazia a posição de ataque do águia e executava seu golpe.

O tritão mesmo ferido conseguia bloquear seu ataque, mas a força do homem fazia com que ele caísse de costas e batesse seu corpo na parede, o rastro de sangue feito no chão chamava a atenção de Carlos que bufava de raiva- eu falei que você ia sangrar – Carlos ignorava a situação de Bundd e corria para ajudar Caroline, todavia, o Tritão não estava nocauteado, e começava a se levantar, assim como Bundd, os dois estavam com ferimentos, o tritão sangrava pelo corte lateral na sua barriga e tinha seus movimentos prejudicados pela dor em suas costas, Bundd por outro lado tinha sua visão prejudicada pelo liquido que caia em seu olhos e sentia uma forte dor em seu peito.


Willian West



Joaquim:
 
Caroline:
 
Carlos:
 
Thiago:
 


Ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: Game of Bunddes   Game of Bunddes - Página 3 EmptySex 18 Maio 2018, 02:53


Temos que pegar, temos que pegaaaaaar





A minha entrada no recinto que ocorriam diversos embates foi como eu esperava. O local era aconchegante, já que oferecia tudo que eu gostava: uma fuga contra o intenso frio de Malkiham, peitos e porrada.

Analisando a situação como um todo, tomei uma prioridade: ajudar o Carlão. E era algo possível, todos estavam concentrados em suas batalhas, menos os doidões do fundão. Ia à espreita na direção de meu oponente, enquanto aproveitava a ocasião para estudar aqueles peitos deliciosos e suados. Já babado e duro, fui pra cima com tudo que tinha do meu oponente real, sentindo um misto de entusiasmo por entrar em um combate e raiva por não conseguir acompanhar o melhor combate da noite. Quando pensei que causaria um buraco na piranha, vi um arremesso de Red que ria junto com seu companheiro Blue. Fatalmente, a música que vinha na minha cabeça e meus lábios se mexendo com uma cantoria sem som tiravam toda a minha concentração, causando uma chance nula de desvio.

Música:
 

- FILHO DA PUTA!!! – Gritava, enquanto sentia o leve impacto do lado da minha cabeça e o líquido ardendo na minha córnea. Fazia dois dias desde que não ficava tão puto como estava naquele momento, tinha a mesma sensação de quando havia pisado descalço no cocô de bode. Só depois de liberar minha fúria observei o dano que havia causado, acidentalmente tinha feito um corte na barriga do peixe, deixando o cara bem nervoso. O punho raivoso atingiu meu pescoço, me fazendo ir com tudo pro chão. Enquanto os imbecis bêbados riam, o “cobantante” Carlos fez a posição da águia, mandando o lambari direto na parede. Quando eu tinha certeza que ele ia encerrar a batalha, somente falou uma frase de efeito e saiu de lá. Dei umas leves cabeçadas propositais no solo pensando “imbecil, imbecil, imbecil”, tentando levantar os olhos pra fazer a cara do “você é idiota”, mas estava ardendo muito. E ele ainda ia atrapalhar o rasgo maior.

Cada vez mais nervoso, me levantaria cantando uma música correspondente a situação que havia passado para tentar me acalmar. – Piranhamon, baiacumon. É um desafio? É um jogo novo e um mundo novo, e novos rivais com quem lutar? Nada pode te deter... – é o que sairia da minha boca, enquanto colocaria minhas mãos e joelhos no chão, até ficar em pé. – Diamante e Pérola. – Concluiria enquanto olharia para minhas duas espadas direita e esquerda, respectivamente. Os nomes eram perfeitos.

Após meu momento de emoção, piscaria os olhos repetitivamente, inclusive durante a batalha, mas de forma bem rápida para não atrapalhar tanto a visão. A lubrificação natural ajudaria um pouco no meu problema. Com ambas as katanas em mãos, usaria Diamante para realizar um corte vertical de cima pra baixo na direção do peito do Piranhamon, enquanto já colocaria o cotovelo esquerdo para trás pegando impulsão para Pérola. Se ele bloqueasse o golpe, estocaria com Pérola na direção da lateral do abdômen já danificada com aceleração no impulso. Porém se ele tivesse esquivado, usaria Pérola para tentar um golpe diagonal da esquerda superior para a direita inferior em vez da estocada. Se nada der certo, levaria o combate até eu me posicionar próximo da mesa central. Tentaria colocar a ponta de Pérola em algo que consiga puxar, sendo em uma garrafa ou copo com líquido. Se conseguisse, faria um movimento com Pérola pela minha esquerda para arremessar o item em direção à cabeça do homem para causar uma distração. Após isso usaria a aceleração para realizar um corte horizontal com Diamante da direita pra esquerda na perna do peixe que se localiza do mesmo lado do ferimento no abdômen.

Nos ataques do Piranhamon, bloquearia os ataques dele com Diamante de preferência em uma posição vertical, para tentar um choque de espadas e gerar um contra ataque para Pérola. Se ele tentar ataques nos membros inferiores, daria passos para trás para desviar de seus golpes. Caso a ofensiva seja novamente um soco com a mão que não possui a katana, bloquearia com a espada que não estivesse sendo usada no meu ataque, usando o centro da katana, no lado do corte, como área para impacto. Na hipótese dele tentar pegar algo para arremessar, desviaria do objeto desconhecido, abaixando meu tronco. Caso ele tente bater em mim com um objeto de tamanho médio ou grande, veria a possibilidade de desvio. Se eu achar que não será possível, forçaria um bloqueio simples com a katana que está de guarda no momento, usando a parte mais perto da ponta para não voar pedaços em mim.





Legenda das espadas:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Game of Bunddes   Game of Bunddes - Página 3 EmptyDom 20 Maio 2018, 12:28



Narração
Bundd


Tudo ocorriarapidamente, várias lutas ao mesmo tempo, Caroline estava escorada na parede, suas forças estavam esgotadas, enquanto isso, Carlos subjugava seu antigo oponente em vários golpes repetidos, mas o tritão assim como seu irmão tinha certa habilidade com a espada, e bloqueava todos os golpes do espadachim. A luta que ocorria ao fundo era totalmente diferente, Joaquim havia derrotado seu oponente, o líder daquela invasão dava o golpe final, uma joelhada no estomago do inimigo que caia ajoelhado e por fim seu corpo desmaiado caia no chão – Olha ali *hik* Blue, o velho venceu hahaha- apontava um dos homens que soluçava entre uma palavra e outra, enquanto isso, seu amigo virava uma garrafa no bico e batia o objeto vazio no balcão quebrando-a em varios pedaços – Eu cuido desse velho – terminava sua frase e saia com um andar confiante, dava um passo e quando ia dar o segundo, seu pé havia pisado em falso e o homem caia de cara no chão.

Enquanto isso, Bundd arquitetava um plano em sua cabeça ensopada de bebida, o homem piscava seus olhos rapidamente para tentar expulsar o liquido de suas retinas, e aos poucos ia dando certo, todavia, o incomodo ainda estava presente. O rapaz se levantava e partia para cima do tritão, que por sua vez não pestanejava e avançava contra Bundd. O choque seria inevitável, o espadachim atava com um golpe poderoso vindo da sua direita, o tritão colocava sua katana na horizontal e bloquear o golpe, com a força do impacto o tritão levantava sua mão ate a altura dos seus olhos e desferia um golpe com o cabo da katana no rosto de Bundd, a pancada acertava em cheio do nariz do espadachim, que no mesmo instante descia o melado vermelho.

Bundd não pestanejava com o golpe e com sua outra katana desferia uma estocada na lateral do abdômen do tritão, o golpe acertava em cheio na lateral do abdômen do inimigo fazendo com que ele recuasse alguns passos com a mão livre no ferimento, seus olhos estavam cravado no espadachim – Lixo humano, vou arrancar seu pescoço – o tritão então mostrava sua verdadeira forma, sua gengiva era contraída e uma arcada dentaria afiada descia cobrindo toda a sua boca, o tritão soltava um rugido ensurdecedor fazendo com que todos presente na sala olhassem para aquela figura aterrorizante.

O tritão soltava sua katana, dava alguns passos para trás e saltava com um grande impulso na direção de Bundd, seu alvo era o pescoço no rapaz, Bundd por sua vez estava com os olhos ainda ardendo e poderia atrapalhar sua visão, enquanto seu nariz sangrava fazendo com que respingasse em sua roupa e no chão.

Willian West



Joaquim:
 
Caroline:
 
Carlos:
 
Thiago:
 


Ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: Game of Bunddes   Game of Bunddes - Página 3 EmptySeg 28 Maio 2018, 03:13


A aparição de F





Tudo era confuso por um misto de porradaria. Caroline e Carlos contra o Baiacumon em uma batalha empolgante e Joaquim em seu combate contra dois, isso se eles conseguirem andar. Mas não podia contar com Joaquim neste momento, precisava resolver minha batalha sozinho. Era uma luta que me deixava desconfortável, já que lutar com o olho ardendo e o peito doendo incomodava demais.

Quando tentei atacar o Piranhamon, o mesmo me deu uma cacetada de respeito no nariz. Pelo menos agora não sentia mais o cheiro intenso de bebida na minha cara. Rapidamente dava uma estocada vingativa no abdômen já machucado do peixe irritante. Enquanto recuava, o mesmo exclamava certas palavras em tom ameaçador, colocando a mão no buraquinho da barriga e revelando o que era de verdade com um grito ensurdecedor.

- O doutor Dráuzio disse que é uma boa tática enfiar a mão no buraco pra ver se consegue amenizar a dor... eu gosto muito das palestras dele.
– Diria enquanto me lembraria das palestras que o médico carequinha ministrava para o povo em Malkiham, mesmo eu podendo apenas ouvir de longe já que ninguém tinha muito apreço pela minha nobre companhia. – Tá se revelando Lord Freeza? – Seriam minhas palavras sobre a nova transformação marítima, uma comparação a um vilão presente nas lendas de Malkiham que realizava algumas transformações para enfrentar seus inimigos mais fortes.

A piranha completamente transtornada foi de ré para pegar impulsão para um golpe que possivelmente garantiria um belo cheiro no meu cangote. Quando o peixe atingisse uma distância próxima a mim em uma altura que buscaria meu pescoço, me abaixaria e colocaria ambas as katanas na frente da minha cabeça em posição de X, com as pontas miradas para as diagonais superiores. Na hora que ele passasse exatamente por cima da minha cabeça, levantaria os braços e faria um corte em X, passando cada uma das katanas para seu lado original, como um arco de 120°, visando o abdômen já ferido 2 vezes para dessa vez fazer finalizar a luta. Se ele cair, estocaria o centro da testa com Pérola, visando uma perfuração cerebral.

Golpe:
 

Caso o plano não dê certo, desviaria da investida da mandíbula dele me agachando o máximo possível. Para a possibilidade do uso de socos já que ele soltou a katana, eu bloquearia seus golpes com o lado da espada, com a katana que concordasse com o lado de origem do ataque. Sempre que realizasse um bloqueio, tentaria usar a outra espada para um ataque surpresa na altura do cotovelo do braço que foi bloqueado, em um corte de baixo para cima.

Se todas as minhas ofensivas dessem errado, eu me aproximaria da mesa que tem a garrafa e o copo com bebida e me colocaria exatamente na frente dela, colocando as duas katanas na frente do meu tórax em posição de X, mantendo a posição defensiva para ver a ação que o tritão tomaria.





Legenda das espadas:
 

Objetivos:
 

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