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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Game of Bunddes

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MensagemAssunto: Game of Bunddes   Game of Bunddes - Página 2 EmptySeg 02 Abr 2018, 15:02

Relembrando a primeira mensagem :

Game of Bunddes

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Bundd A. Brank. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Game of Bunddes   Game of Bunddes - Página 2 EmptyQui 12 Abr 2018, 19:50


Fim dos preparativos





Olhei minhas duas katanas e me desliguei do mundo por instante. Pensei em tudo que passei para chegar até aqui, as dificuldades de uma vida solitária ainda criança, sem nenhum amigo, apenas animais da floresta de Malkiham. Lembrei também de meu mestre, talvez ele fique orgulhoso a me ver portando estas belas armas, de qualquer lugar onde ele esteja. Voltando ao mundo real, percebi olhares fixos de Carlos em mim enquanto falava. A equipe seguiu a Coelhine após um pulo magistral sobre o balcão, eu não a conhecida tão bem para dizer se era seu jeito natural ou estava tentando se exibir, mas durante a acrobacia tentei me afastar da loja por alguns instantes para saciar meu vício. Minha fuga não durou tanto tempo, já que o chato da “roupitcha” esquisita logo me abordou. Ainda disse: - olha garoto, não me leve a mal, mas acabamos de te falar que iremos roubar o clã mais perigoso da ilha e você agora vem com essa, vai nos entregar? – Eu ouvia, enquanto revirava os olhos, mas optei por segui-los.

Dentro da loja havia um espaço interessante, que do lado de fora não aparentava ter tanta coisa. Sofás, rum, pães, doces e um cheiro de mofo, que a poeira trazia consigo. Perdi a conexão com as pessoas quando comecei a observar os doces: lindas balas, nas quais posso imaginar o cheiro delicioso e o sabor divino. Minha fantasia gustativa foi interrompida, me deixando com um sentimento duplo, pois talvez me dessem um doce ou apenas queriam encher o meu saco. Como meu dia estava uma merda, com certeza era a segunda opção. A única mulher do recinto aparentemente compartilha meu vício por doces, mas não custava me dar um. Logo diria a ela: - pode compartilhar comigo apenas uma bala? Parecem apetitosas. – Enquanto lambia meu lábio superior, demonstrando minha vontade de abocanhar aquelas balas. Se ela me desse um doce, guardaria no bolso. Mais que um, comeria um e guardaria o resto no bolso. Mas caso não me desse nenhum, tentaria aproveitar um momento oportuno que ninguém estivesse olhando e pegaria uma bala para colocar no bolso, mas no caso de qualquer pessoa dar uma tentativa de olhar logo suspenderia a minha missão adocicada. Pensaria comigo mesmo: “ela com certeza vai me dar uma dessas delícias, não para de me olhar” enquanto sorriria em sua direção.

Ao som de porta abrindo, olhei para o local de onde vinha o ruído. Passos eram ouvidos, mas logo apareceu um rapaz. Ele tinha um cara de bobão e logo fiquei feliz, porque eu era pobre e senti que ele tinha uma cara de “tirar dos ricos para dar aos pobres”. Enquanto eu pensava, um pão foi atirado pro alto e levou uma flechada, provavelmente fatal para o pequeno carboidrato. A única coisa que eu diria naquele momento é: - e morreu.

O rapazinho deu bom dia e pediu desculpas pelo atraso. Como eu não tinha nada pra fazer mesmo, não estava nem um pouco incomodado. Joaquim nos apresentou e Thiago fez um sinal com a cabeça que eu apenas repeti. Nisso, Joaquim tirava algo da bota, não muito cheiroso, e botando na mesa foi fácil perceber que era uma planta bem rústica do local do roubo. Ouvi atentamente a explicação do plano de invasão e mais ainda prestei atenção na planta. Como só havia uma saída, tenho que ficar perto da porta após o arrombamento do cofre, para caso necessite fugir em caso de traição. Quando fomos perguntados se tínhamos alguma dúvida, eu responderia: - quantos berries você acha que tem no cofre?

Após a resposta, perguntaria: - falta algo para irmos em frente com o plano do roubo?

Depois de tudo, seguiria eles até o local do roubo. Caso o roubo fosse mais tarde, iria até um bar na cidade.






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MensagemAssunto: aaa   Game of Bunddes - Página 2 EmptySab 14 Abr 2018, 12:38

Narração – Bundd


Todos esperavam a resposta da pergunta feita por Bundd, quanto realmente teria no cofre que iriam furtar, Caroline fitava Bundd, um sorriso tomava conta dos seus lábios, Carlos olhava fixamente para Joaquim, enquanto Thiago ainda procurava um lugar para se sentar, Joaquim se recostava no sofá, após soltar o ar em seus pulmões, olhava para Sr.Ouda
- Não temos como ter certeza, mas meu informante me disse que os caçadores levaram uma boa quantia para o deposito, pelos meus cálculos, dará 1 milhão de berrie para cada.

Carlos parecia contente pelas palavras de Joaquim, enquanto Caroline dividia seu doce com Bundd, o espadachim enchia sua boca com as balas, o vício do rapaz era evidente, porém, ninguém deu atenção, todos estavam concentrados em Joaquim, menos Caroline.
- Teremos que esperar até escurecer, será mais seguro, enquanto isso, sugiro que descanse, pois, a noite iremos roubar o maior clã dessa ilha, so peço, se quiserem deixar a loja, não vão muito longe daqui, temos que manter o sigilo

Thiago não achando um lugar para se encostar, sentava no chão, ao fundo da sala, seu arco encostado ao seu lado, o garoto já começava a relaxar seu corpo, e logo caiu no sono. Carlos se aconchegava no sofá, e colocava seus pés sobre a mesa, enquanto sua espada era colocada ao chão, Joaquim e Sr.Ouda deixava a sala, indo para frente da loja de armas.

Caroline não conseguia ficar quieta, e caminhava de um lado pelo outro, a pequena sala era como uma prisão para a jovem garota, seus doces haviam acabado, Bundd se encontrava sentado no sofá, ao lado de Carlos, seus olhos seguiam Caroline pela sala, o jovem também parecia entediado.


Ouda:
 
Joaquim:
 
Caroline:
 
Carlos:
 
Thiago:
 


Pericia:
 



Status:
 

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MensagemAssunto: Re: Game of Bunddes   Game of Bunddes - Página 2 EmptySeg 16 Abr 2018, 03:41


Melhoria de combate





Uma pergunta comum para um roubo, mas que pela reação de todos, estranhamente quase ninguém tinha conhecimento da resposta. Joaquim revelou que cada um receberia 1 milhão, porém sem certeza do que dizia. Não era necessário ser um exímio conhecedor das teorias matemáticas para saber que como havia 6 pessoas envolvidas no roubo, o total era de 6 milhões. Achei estranho em um primeiro momento, afinal o Ant-Bullet era muito famoso na ilha, talvez até em todo o North Blue, talvez até no mundo, já que não conhecia nada do que era comentado em outras ilhas. A admiração de Caroline pela minha pessoa enquanto eu comia as deliciosas balas era interessante e até me sentia entusiasmado, porém ela poderia ser uma falha no plano já que não prestava atenção em Joaquim, mesmo que as informações sobre escurecer e não ir muito longe da loja não me parecessem tão importantes.

Não estava cansado, muito menos com sono para dormir naquele momento. Em minha pequena batalha na loja, percebi que era muito dependente das espadas, o que poderia significar a minha morte. Aprender a lutar pela sobrevivência com meu próprio corpo era algo que meu mestre antigamente dizia, deveria prezar pela minha vida, independente dos métodos. Pelos golpes que Joaquim me aplicara, acreditava que ele poderia me ensinar alguma coisa.




Luta de Rua – Começo




Ao sair da loja para encontrar Joaquim, de brinde vi o velho Ouda. Mesmo já levando umas porradas, não hesitei em solicitar ao primeiro:

- Para roubar aquele clã eu devo ter conhecimentos novos, certo? Me ensine a lutar pela minha vida sem espadas!

- Tá falando comigo, garoto? – Dizia Joaquim, enquanto soltava uma longa risada. – Já sei do que você é capaz e não é muita coisa... por isso vou te dar uma aula do combate das ruas hoje.

Rapidamente, Joaquim tirou do bolso um conjunto de papeis que tinham aparência e cheiro de coisa velha. A falta de organização era perceptível nas minhas primeiras olhadas, que verificavam uma mistura de informações jogadas com alguns desenhos de posicionamentos e golpes. Joaquim apontava para a segunda folha enquanto dizia: - leia isto que é importante. O título era: coisas básicas. Eram basicamente informações soltas, mas que traziam benefícios aos iniciantes. Estavam descritos os seguintes tópicos:
As lutas de rua são rápidas, explosivas e surgem do nada;
A luta de rua depende de imprevisibilidade e espontaneidade;
Lutas de rua são brutais e sangrentas;
Lutas de rua são extremamente perigosas e muitas vezes levam à morte;
A maioria das lutas de rua acaba no chão;
Oponentes vão mirar para o seu rosto e cabeça;
Chutar é usado frequentemente em lutas de rua;
Espectadores frequentemente se envolverão, especialmente se estiverem torcendo por uma parte envolvida;
Não há regras para governar brigas de rua;
Golpes compostos de mãos é o método de ataque mais comumente usado.

Além da grande repetição do texto da expressão “luta de rua”, ele era simples, mas claro. É tudo que você já deve saber, ou melhor, prever durante uma batalha. Porém, eu tinha algumas dúvidas.

- Por que a maioria das lutas acaba no chão? E o que são golpes compostos de mão?

- Porque quem cair perde, jovem. Não é uma regra, mas disso você já sabe, afinal elas não existem em uma luta desse tipo. A queda representa o fim, afinal ninguém vai bater a mão no asfalto implorando que um juiz decrete sua desistência. Ele será morto, seja por pisões, chutes na cabeça ou vítima de armas. – Dizia o homem explicando o primeiro tema. – Sobre os golpes de mão... é tudo um sistema. Enquanto uma mão avança, a outra já está preparada para avançar, seja como distração ou ataque.

Olhando adianta nos papeis, pude ver alguns golpes. Eram socos simples, como o braço não completamente estendido, mas semiflexionado para manter o impacto com auxílio do cotovelo, este eu sabia o motivo. Também havia joelhadas aéreas, chutes de sola, cabeçadas... tudo que é usado em um combate pela vida. Joaquim demonstrou estes golpes no ar, após eu olhar o papel. Não foi nada muito esclarecedor, já que esta parte só se aprende na prática. Antes que eu perguntasse qualquer coisa, já podia ouvir sua voz grave.

- Hora da parte prática. Vamos botar em prática o que aprendeu até o momento, não adianta aprender golpes no ar. – Falava Joaquim enquanto mostrava seus dentes em um sorriso malicioso.

Antes de acabar de falar, o homem desferia um chute com a sola do pé na lateral do meu joelho direito, mas sem tanta força para não quebrar. Antes de conseguir pensar em qualquer coisa, cai no chão e levantei com certas dificuldades, sabendo o conjunto de ligamentos e tendões desta área. Era um golpe interessante, que podia quebrar um joelho e incapacitando alguém de andar com facilidade.

- Não vai chorar, luta de rua é assim moleque! – Falava um pouco mais alto enquanto soltava seu riso característico. – Para evitar isso tem que tentar tirar a perna, é a única solução.

A luta de rua não era de posturas ou métodos. Era o que dava pra fazer, sendo considerado “sujo” ou não, com a sua posição no momento e a de seu oponente. Lógico que também queria aprender a usar os braços, mas meu foco eram as pernas, já que em um combate real lutaria com duas espadas. Logo meus pensamentos foram cessados quando Joaquim tentou acertar meu queixo com um soco, no qual eu desviei com dificuldade. Revidei com um soco idêntico, porém ele desviou com muito mais facilidade, encurtou a distância e deu uma cabeçada na minha testa. Ao desabar no chão, perdendo a consciência por uns 5 segundos, já tinha entendido o método de treinamento dele. Ele estava me ensinando os golpes enquanto eu apanhava e também me ensinava defesa, quando eu fazia igual e não dava certo. O aprendizado era eu entender o porquê não dava certo e melhorar, utilizando a visão aguçada.

Joaquim já mirava um soco com sua mão esquerda em meu abdômen. Ao soltar a força do braço e parar no meio do golpe, meu corpo reagiu instantaneamente para bloquear. Rapidamente ele acertou um soco de direita na minha mandíbula. O primeiro golpe era falso, para acertar o segundo. Este era o composto de mãos descrito nos papeis. Ao levantar, o homem já se posicionava atrás de mim.

- Tente sair dessa. - Dizia ele.

Um braço prendia meu pescoço e outro travava o golpe. Era um mata-leão, um golpe que estava descrito no conjunto de papeis. Tentei me livrar puxando o braço dele, tentei dar cotoveladas no seu abdômen, mas nada adiantava. Após alguns segundos eu estava ficando sem ar e ele me soltou. Ao me largar, ele já explicava: - não dá pra escapar deste golpe sozinho. Você começa a perder o ar e a força. Tente fazer em mim. Ele deixou eu me posicionar atrás dele enquanto eu realizava o golpe. Era um plágio do dele, porém igualmente eficiente. Logo o soltei.

- Está certo? - Perguntei ao homem.

- Perfeito. Lógico que em uma situação de combate o seu adversário não deixaria você se posicionar assim, então tente uma distração.

Ele corrigia alguns erros meus, mas poucos, tentando deixar eu mesmo aprender com eles. Quando eu repetidamente tinha meus socos bloqueados, ele disse para eu manter o pé de apoio na frente e não os dois juntos na horizontal. Isto não era bem uma postura, mas melhorou a dinâmica dos meus socos. Ao longo do combate, já havia levado pisões no pé, joelhadas na coxa, dedadas no olho e até chutes enquanto caído. Conforme o tempo passava, já conseguia não cair no chão e até evitar alguns golpes. Também percebia que Joaquim já começava a ter algumas dificuldades para encarar minhas réplicas de seus golpes, mesmo não sendo tão efetivos e doloridos como os dele. O meu ápice no treino foi quando acertei um soco eu seu queixo com a mão esquerda, mas sem causar muito estrago. Logo veio a reação: um chute de sola atingiu o centro do meu tórax, me atirando longe e fechando a entrada de ar por alguns instantes.

- Não vai se achando porque me acertou um golpe. Viu este chute? O objetivo não é causar dano e sim derrubar. Isto é a luta de rua pra você. Um auxílio ao seu estilo de combate.

Entendi perfeitamente suas palavras. Este chute é uma arma para um combate de choque de espadas. Cada vez que me aperfeiçoava em um golpe, o homem o replicava em mim, retirando a quantidade de movimentos. Enquanto antes ele impulsionava as costas para trás para me dar um soco, agora ele no meio do combate apenas soltava a mão na minha cara. Era muito mais rápido e inesperado. E era muito mais efetivo, afinal quando você não prevê o que sue inimigo fará você sempre vai apanhar. Também fui reduzindo o número de movimentos em meus golpes e como sou médico, conseguia também reduzir a quantidade de músculos utilizada para ampliar a velocidade, o que surpreendeu Joaquim.

- Não sei o que você está fazendo, mas tá dando certo. Você já conhece os golpes e sabe aplica-los bem agora. É hora de um combate real e você deve aplicar o que aprendeu ao seu estilo de combate. Saque as espadas. – Dizia Joaquim em tom sério.

Ao empunhar ambas as katanas, Joaquim já veio me dar um soco poderoso. Não era um soco de luta de rua, era um soco especializado. Ele iria mesclar tudo para ver como eu reagiria em um combate mesclado entre espadas e luta de rua. Bloqueei seu soco com a lateral da katana esquerda e com a katana direita tive que segurar um chute muito rápido. E eu já sabia o que ia acontecer, então fiz o movimento da cabeçada junto com ele e ambos batemos cabeça com cabeça.

- Mandou bem. Não ia conseguir desviar então devolveu o dano com dano. Mas seu treinamento só vai estar completo quando algo sem ser meus pés tocar o solo.

Não dei tempo para ele falar mais nada. Com a katana esquerda tentei um corte lateral na altura do tórax e mantive a direita para bloqueio, como normalmente batalho, fazendo o circuito de mãos. Enquanto ele desviava do meu golpe, bloqueei um soco com a katana direita, que vira a nova atacante. Então tentei uma estocada com a direita e mantive a esquerda para bloqueio. Ele desviou da estocada com um giro e tentou um chute sem pena na lateral do meu joelho, que fora desviado, com o recuo da perna. Quando isto aconteceu, dei um pisão em seu pé de apoio e uma ombrada no centro do tórax. Ele se afastou, mas não caiu.

- Você já adapta a luta de rua ao seu estilo de combate, mas ainda não é perfeito. Se eu não cair você não pode finalizar com a espada.

- Já passamos muito tempo aqui. Minha vitória vem agora. – Falava com um tom confiante.

Era o que eu esperava. Mas o que se espera em um dia sem sorte nunca acontece. Tentei um corte baixo com a katana esquerda na direção de sua perna, mas foi desviado. Logo veio um soco no meio queixo, seguido de outro no abdômen. Sem cair, mas com dor, dei um leve sorrisinho. Joaquim expressou surpresa quando eu disse:

- Eu não caí. Não acabou.

Logo encurtei a distância e abri os dois braços. Tentei dois cortes na horizontal, na mesma linha, com ambas as katanas, uma de cada lado, na altura dos ombros. Ele abaixou com o corpo todo desviando e se posicionou abaixo das minhas mãos, agora juntas, para forçar um soco no meu abdômen. O homem fazia sinal de reprovação com a cabeça afinal minha guarda estava toda aberta.

- Óbvio que faria isso, é o único lugar pra você desviar. Luta de rua não tem guarda e nem posturas, não é mesmo? – Falava enquanto ria levemente.

Joaquim ouvia enquanto levava um chute de sola no centro da face. O homem abaixou na altura que minha perna alcançava, achando que eu tivesse aplicado um golpe realmente sério. O chute, mesmo potente, não foi o suficiente para levar sua queda. Mas eu não o subestimei. Logo após o chute, dei uma cabeçada em sua testa que levou o homem ao chão. Deitado no chão, ele dizia:

- Me descuidei. Mas era o combinado e você usou muito bem os fundamentos que te ensinei. Acho que não tenho mais nada a te mostrar sobre este assunto. – Como sempre falava rindo bastante, mas dessa vez com uma expressão que parecia estar alegre.




Luta de Rua – Encerramento




Parecia um dálmata de tantos hematomas no meu corpo, inclusive em meu rosto. Estava com algumas dores, principalmente no abdômen, mas eram perfeitamente suportáveis. Olharia para o céu e verificaria se era já era noite. Entraria na loja e diria com uma expressão feliz:

- Voltei, galerinha. Demorei?

Caso houvesse tempo, dormiria um pouco sentado no sofá ou no chão se não houver espaço. Se já estivesse escurecido e estivesse na hora do roubo, seguiria a equipe até o lugar pré-determinado.








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MensagemAssunto: aaa   Game of Bunddes - Página 2 EmptyTer 17 Abr 2018, 15:40



Narração;
Bundd


Joaquim e Bundd voltavam para dentro da loja, era possível ver alguns hematomas no rapaz, mas nada que fosse sério. A Penumbra começava a tomar conta da pequena cidade da Malkiham, o frio estava mais severo, e neve caia limpa sobre o chão outro verde da ilha, o céu era iluminado pela lua cheia. Todos descansavam ao fundo da pequena loja de armas do Sr.Ouda, quando foram interrompidos pelo velho – Está na hora Joaquim.

Todos se levantavam, Caroline se espreguiçava de forma despretensiosa, atraindo o olhar de todos, até mesmo do jovem Thiago, que colocava a aljava de flechas em suas costas, e pegava seu arco, Carlos não demonstrava emoção algumas, mas ainda sim podia-se dizer que estava tenso, Joaquim agora caminhava para fora da loja, esperando todos para as últimas dicas.
- Por causa da neve, iremos pegar uma carona com o Sr.Ouda, ele ira de carroça até um certo ponto, iremos escondidos atrás, e depois iremos a pé- Sr.Ouda encostava com a carroça puxada por dois cavalos, ambos pretos, o ar quente saia de suas narinas e logo virava nevoa pelo frio que tomava conta do clima.

Na parte de tras, havia alguns sacos de lixo, que o seria a desculpa caso alguém lhe parasse para perguntar algo, Joaquim seguia na frente, junto com o Sr.Ouda, já o restante teriam que se aperta na parte de tras, Carlos estava claramente irritado pela situação, mas não tinha o que se fazer, deitou-se no canto, Thiago procurou o seu lugar, assim como Caroline e Bundd, logo Joaquim, os tampou com alguns sacos de lixo, e colocou uma lona sobre tudo, o lugar estava um pouco abafado, mas nada que não fosse suportável.

A viagem havia começado, o clima de silencio so era quebrado pelas cascos do cavalo batendo contra o chão de pedra, e pelos gritos dos homens nas tabernas aos lados, vez ou outra era possível ver Sr.Ouda cumprimentando algum conhecido seu, o velho ainda era uma incógnita, de qual lado ele realmente estaria?

Após alguns minutos, pareciam ter se afastado da cidade, pois não era possível escutar nenhum barulho vindo do lado de fora, o chão agora era cheio de curvas e o solo era arenoso, podia-se dizer que estavam numa trilha entre a escura floresta de Malkiham, Bundd mesmo tendo vivido naquela cidade, não poderia dizer onde estavam, a noite, tudo parecia muito igual.

Finalmente a carroça parou, e Joaquim tirava a lona e os sacos que tampavam o grupo, o rapaz fazia o sinal para que ficassem em silencio, toda discrição era necessária, aos poucos foram descendo, Carlos puxava a fila, e logo todo mundo estava agachado perto do tronco de uma arvore – O barracão e aquele ali, a entrada fica do outro lado Caroline, lembre-se, tentem fazer o mínimo de barulho, assim que derrubarmos as sentinelas, iremos da um sinal para vocês agirem.

Barracão:
 

 Mais a frente era possível ver as luzes advindo do barracão, era feito de madeira, conforme Joaquim tinha dito, havia apenas uma entrada/saída, que seria pela porta da frente, caminhando pelo lado de fora, era possível notar 3 lamparinas, um em cada lateral, e um pela parte de trás, nenhum deles conseguia ver o outro, ou seja, era uma emboscada perfeita.

- Carlos e Bundd, boa sorte para vocês, assim que finalizar seu inimigo, peguem a lamparina e balance de um lado par ao outro, este será o sinal, apenas quando nos três dermos o sinal, a Caroline e o Thiago iram agir, Carlos, você pegar a da direita, eu da esquerda, e Bundd ficara com o do fundo

Nesse momento todos se olhavam, o plano iria começar, Joaquim começava a agir, e Carlos já sacava sua espada, restava agora a Bundd agir. O barracão era cercado por varias arvores e arbustos, poderia se aproximar do homem sem ser visto, mas ao chegar num certo ponto, não tinha como, teria que entrar em conflito com sentinela. Naquela distancia não saberiam dizer quais armas portavam, teria que ser um ataque rápido e preciso, ou todo o plano iria por água abaixo

Willian West



Ouda:
 
Joaquim:
 
Caroline:
 
Carlos:
 
Thiago:
 

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MensagemAssunto: Re: Game of Bunddes   Game of Bunddes - Página 2 EmptySex 20 Abr 2018, 04:58


Primeira batalha real






Retornei a loja após o pesado treinamento de Joaquim. Dormi muito bem no grande frio que estava fazendo na ilha, mas não muito tempo, já que o pentelho do velho acordou todo mundo porque estava na hora do roubo. Estava empolgado ao pensar na aventura e ao mesmo tempo revoltado por ter acordado. Após todos se prepararem, fomos avisados que pegaríamos uma carona. Tudo o que eu queria naquele momento, andar depois de dormir ninguém merece.

No caminho até o barracão tivemos que ficar cobertos por sacos de lixo e todo ficou se esfregando já que a carroça não foi feita para caber tudo isso. Quando o grande som que tomava conta da viagem cessou, percebi que estávamos fora da área urbana de Malkiham. Conhecia a floresta como a palma da minha mão, mas sabia que durante o breu noturno não era possível quase nada, nem com a minha visão privilegiada. Quando me libertei da apertada carroça, botei a língua pra fora e fiz uma cara de “finalmente”, já que não podíamos fazer barulho, e segui a fila de Carlos.

Joaquim deu as instruções para o início do combate. Minha função era simples: encerrar a vida do sentinela mais afastado. Para tal, me locomoveria de forma cautelosa pelas árvores. Se uma árvore tivesse uma boa distância entre a outra, procuraria um arbusto para me agachar e me locomoveria assim até a próxima árvore. Encostar-me-ia na árvore mais próxima do sentinela e observaria ele com a minha visão aguçada e sacaria minhas duas espadas. Se ele estivesse de costas para mim, correria até ele com em alta velocidade e faria uma estocada na altura do rim que estiver mais perto da minha investida, na parte traseira, e rapidamente com a outra espada passaria a lâmina no pescoço fazendo um corte em sua garganta. Se ele estivesse de frente para a minha direção, procuraria uma pedra ou qualquer outro objeto no chão e arremessaria na direção oposta para ele olhar e verificar o que está acontecendo e aí realizaria o ataque anterior.

Caso não pudesse evitar a batalha, ficaria observando-o procurando um momento de distração. No momento oportuno, correria em direção a ele. Se ele não me perceber até o meio do caminho, usaria a aceleração para chegar até ele e fazer um corte diagonal em seu pescoço com a katana direita. Se ele me perceber no meio do caminho, observaria qual arma ele sacaria para me atacar ou se defender, enquanto continuaria correndo. Tentaria desviar para a direção contrária do ângulo dele na possibilidade dele ter uma arma de longo alcance ou arremessar algum objeto. Usaria minha aceleração para surpreendê-lo com um ataque rápido quando ele se acostumar com a velocidade que eu mostrei, dependendo do estilo de combate dele. Se ele usar armas de longo alcance, me abaixaria quando realizasse um disparo estando próximo e faria um corte na altura do antebraço para decepar, com o meu braço que estiver mais próximo da arma. Se ele usar os 2, deceparia ambos. Após isso, cortaria sua garganta. Porém, no caso de uma arma de corte, estocaria seu abdômen com a katana direita. Se ele bloquear, usaria a katana esquerda para decepar sua cabeça. Se ele desviar da estocada, usaria a katana esquerda para realizar um corte simples na altura do tórax, porém que forçasse o bloqueio, para após isso estocar sua coxa direita com a katana direita. Quando ele perder a estabilidade do corpo, cortaria sua garganta com a katana esquerda. Durante o processo, caso sofra um ataque da arma de corte, bloquearia com a katana que estivesse mais próxima da origem do golpe, mantendo a katana na horizontal e forçando o choque de espadas contínuo, para estocar seu coração com a outra espada.

Na hipótese de eu conseguir mata-lo, pegaria a lamparina e sacodiria bastante para verem o sinal. Depois seguiria ao encontro dos meus dois outros parceiros que estavam em combate também, mas de forma cautelosa aproveitando a escuridão da floresta, voltando pelo caminho que vim, de árvore em árvore. Quando pudesse ver algum deles, observaria a situação e iria em direção a eles caso visse o inimigo morto.









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MensagemAssunto: Re: Game of Bunddes   Game of Bunddes - Página 2 EmptySab 21 Abr 2018, 21:49



Narração
Bundd


O plano já estava sendo executado, a noite dava a cobertura perfeita para o espadachim avançar utilizando do terreno ao seu favor, o chão coberto por neve era de difícil caminhada, mas para Bundd que morava na floresta, caminhava com certa facilidade. A respiração do jovem era pesada, o ar quente saia de sua boca formando uma nevoa a sua frente, a neve caia gelada em sua nuca.

Bundd sabia o que tinha que fazer, matar o homem que Joaquim havia lhe designado, naquele momento Joaquim e Carlos estariam executando suas missões, e Bundd finalmente havia chegado perto o suficiente do seu alvo. O rapaz segurava a lamparina na altura do rosto, sua barba espessa era iluminada, seu cabelo era longo e castanho, da mesma cor da barba, vestia um traje simples, seus ombros eram cobertos por uma ombreira de couro, em sua cintura havia uma espada longa.

O jovem espadachim não tinha opção, e esperava o momento certo para poder avançar, mas o tempo era curto, e não tinha outra forma, teria que avançar. A sentinela caminhava de um lado para outro, olhando sempre para os lados, procurando por possíveis intrusos, sua caminhada foi interrompida por um barulho vindo do lado direito do barracão, era o vacilo que Bundd precisava para atacar.

Bundd saia correndo de trás da arvore com suas katanas em mãos, sua aceleração lhe dava uma vantagem, todavia o terreno não ajudava, a neve cobria o solo, fazendo com que seus pês afundassem a cada passo, sua investida não teria a eficácia que Bundd havia planejado. O homem não havia visto Bundd, mas um latido era ouvido, um cachorro estava deitado próximo ao barracão, seu corpo estava coberto com neve, deixando-o camuflado, o homem virava rapidamente para ver o que acontecia, e nesse momento Bundd já estava próximo o suficiente para efetuar seu ataque.

Bundd efetuava uma estocada visando o abdômen do homem, que por sua vez tentava sacar sua espada, mas vendo que não teria tempo suficiente, se esquivava para a esquerda, a katana de Bundd rasgava a lateral da camisa do rapaz, e perfurava sua pele de leve. Bundd rapidamente tentava dar um fim rápido para aquela luta, com sua outra katana, efetuava um corte simples na altura do tórax, mas naquele momento o homem já tinha sua espada em mãos. Com sua espada empunhada na mão direita o homem bloqueava o ataque de Bundd, e dava alguns passos para tras, sua lamparina caia no chão, Bundd vendo uma brecha tentava um corte na cocha do rapaz, mas este parecia ser um guerreiro experiente, pois, prevendo o ataque de Bundd, deu mais alguns passos para tras, saindo do campo de ataque do espadachim.

O homem tinha a respiração ofegante, assim como Bundd, o inimigo olhava fixamente para Bundd, e tirava de suas costas um escudo simples de madeira, o escudo cobria do peito ate a cintura do homem, e em sua mão direita empunhava sua espada. O homem avançava contra Bundd, este ficava em posição defensiva, colocando suas katana na frente para tentar bloquear os ataques do homem.

O escudeiro levanta sua espada e desferia um poderoso golpe de cima para baixo, usando da força dos seus músculos para quebrar a defesa de Bundd. O golpe era parado pelo espadachim, no choque de espadas, Bundd havia levado a pior, sua defesa era aberta, faíscas saiam do impacto, e uma abertura foi feita, o escudeiro usava seu escudo para efetuar um ataque, batia com a lateral no nariz de Bundd, este por sua vez dava alguns passos para trás, o golpe havia lhe pegado de surpresa, o escudeiro então avançava novamente contra Bundd, ao fundo ainda era possível ouvir o latir do cachorro, agora a luta havia virado contra Bundd, que encontrava em posição de defesa, seu nariz sangrava, o sangue quente escorria e pingava em seu queixo.


Willian West




Escudeiro:
 

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MensagemAssunto: Re: Game of Bunddes   Game of Bunddes - Página 2 EmptyDom 22 Abr 2018, 19:38


Cheirinho de sangue






O frio contagiava a região e me deixava mais tenso que o normal para fazer o que era incumbido a mim nesta missão. Cheguei próximo ao homem que antes não enxergara e pude ver sua fisionomia. As únicas coisas que interessavam eram sua espada e que estava segurando a lamparina e teria mais dificuldades de desviar de um ataque segurando-a. Ao som do barulho do barracão, avancei com tudo que tinha para surpreendê-lo. A neve e o latido do cachorro, mesmo não sendo suficientes para parar minha investida, me atrapalharam muito. Tentei dar uma estocada no homem, mas ele desviou e tudo que consegui fazer foi um cortezinho ridículo na lateral e um ferimento comum no tórax.

Em um misto de bloqueio e esquiva do homem, dava para ver claramente que ele não sabia o que estava acontecendo. Tudo que sabia é que devia me matar e por coincidência, tudo o que eu sabia é que deveria mata-lo. Coloquei-me em posição de defensa, mas não foi suficiente. O homem realizou um poderoso golpe de cima para baixo que consegui bloquear, porém o problema veio em seguida: uma escudada no meu nariz. O cachorro continuava a latir e sabia que a qualquer momento poderiam chegar reforços, ou seja, aquela luta tinha que acabar. Como me afastei um pouco de seu alcance e ele estava em posição defensiva, fincaria uma katana no solo e inclinaria um pouco a cabeça para frente, enquanto pressionaria o nariz para tentar estocar um pouco o sangramento e diria apenas respirando pela boca:

- Eu teria te matado se não fosse essa neve enxerida e esse cachorro idiota. – Com um tom de voz baixo, mas fazendo parecer que era uma pessoa calma e não porque não queria fazer barulho.

Após falar, pegaria a katana fincada e com ambas em punho iria para cima do homem. Como o escudo cobre até a cintura, encurtaria a distância, mantendo a katana da mão direita na direção vertical, na frente do meu tórax. Se ele tentasse atacar com a espada, faria um bloqueio também na posição vertical. Caso ele tente um ataque com o escudo, viraria a katana direita na diagonal para bloquear e para ficar em uma posição favorável caso precise bloquear a espada dele logo depois. Se eu realizar este bloqueio ou for o primeiro a atacar, tentaria fincar a katana esquerda na direção do pé do homem que está no mesmo lado em que ele segura o escudo. Após sua queda, tentaria encerrar o combate com um corte diagonal da direita superior até a esquerda com a katana da mão direita.

Na possibilidade dele desviar o ataque no pé, tentaria algo diferente. Utilizaria a katana direita para atacar na horizontal, tendo origem o lado que ele maneja a espada. Se ele bloquear com o escudo, utilizaria a outra katana para fazer um corte de cima para baixo no braço em que ele usa o escudo, já que ficaria aberto pelo seu movimento para bloquear. Mas se ele usar a espada pra bloquear, tentaria novamente um ataque inferior, para tentar ferir a perna do escudo onde ele não alcança. Com a katana esquerda, faria um corte da esquerda pra direita na altura do ligamento do joelho compatível com a mão do escudo. Se ele desviar de tudo, chutaria a lamparina que ele deixou cair na direção dele. Se ele bloquear, tentaria fazer um corte rápido em seu pescoço com minha aceleração, tentando não atingir as chamas. Se ele desviar, tentaria aproveitar essa falha de concentração para chegar até ele com minha velocidade máxima, levantar meu braço direito e com toda minha força fazer um corte de cima pra baixo na altura da face.







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MensagemAssunto: Re: Game of Bunddes   Game of Bunddes - Página 2 EmptyQui 26 Abr 2018, 11:07



Narração
Bundd


Os dois homens se encontravam afastados, uma breve troca de olhares fazia com que o combate fosse interrompido, ambos tentavam ler os futuros movimentos do outro, ao fundo, o cachorro do escudeiro latia incansavelmente, aquele barulho poderia atrair desavisados e colocar o plano em risco, Bundd teria que acabar com aquilo rápido.
- Eu vou jantar sua cabeça

Dizendo isso, o escudeiro se posicionava em posição de defesa, colocava seu escudo na altura do seu peito, cobrindo assim todo o seu tórax, em sua mão direita segurava uma espada que lhe dava a opção de ataque, Bundd sabia que não poderia demorar ali, tinha que acompanhar seus companheiros para que tudo desse certo.

Bundd avançava usando de sua aceleração, com suas katanas em mãos tinha um grande poder ofensivo, Bundd tentava algo diferente desta vez, usando a ponta da sua katana, tentava perfurar o pé do homem, porém, o mesmo se esquivou facilmente, dando apenas um passo para trás, mas o Raio não desistia e efetuava um golpe com sua mão esquerda, mas o escudeiro bloqueava com grande dificuldade usando sua espada, o rapaz não tinha grande intimidade com sua mão direita, acabando por se desequilibrar com o bloqueio, vendo aquela brecha, Bundd rasgava a pele da perna esquerda do inimigo com um corte seco, o escudeiro berrava de dor e caia de costas, sua espada saia das sua mão caindo a meio metro do homem, entretanto seu escudo ainda estava empunha em seu braço esquerdo.

- Maldito, quem e você? Sabe para quem eu trabalho? – O escudeiro tentava se levantar, mas tinha dificuldade, se contentando em ficar apoiado em seu joelho direito, usava seu escudo para não cair, e olhava no fundo dos olhos do espadachim, o homem pressentia que havia perdido aquele combate.

A neve branca cobria todo o solo, a única fonte de luz era a lamparina que jazia no chão, o barulho do vento so era quebrado pelos latidos do cachorro, este por sua vez, se encontrava preso por uma corrente, Bundd tinha que agir rápido, ou outros poderiam ouvir aqueles latidos, o homem estava ajoelhado a sua frente, ainda empunha seu escudo, e esperava pela ação de Bundd.




Willian West


Escudeiro:
 

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MensagemAssunto: Re: Game of Bunddes   Game of Bunddes - Página 2 EmptySex 27 Abr 2018, 02:39


American Bundd: a primeira vez é inesquecível





Acho que o cachorro precisava de água, porque os latidos eram incessantes. Todos sentiam algo: o cachorro sede, o homem confiança e eu apreensão. O escudeiro colocava-se em posição defensiva enquanto exprimia suas palavras insultantes, um tanto controverso. Seu escudo era um problema, pois era uma barreira a mais para incomodar meu objetivo assassino.

Avancei com tudo que tinha enquanto pensava: “É AGORA!”. Meu objetivo primário era dar um chinelo de lâmina para prender o pé dele ao chão, o que não teve muito sucesso. Posteriormente, forcei um bloqueio pelo lado da espada e com a katana da mão direita, fiz um estrago em sua perna esquerda, digno de cirurgia. Com sua espada longe e apenas com o escudo, não podia discernir se o homem acabado gritava de dor ou desespero, deixando-me cada vez mais apreensivo com o grande barulho que ele havia feito. Enquanto tentava se colocar de pé, o homem dizia:

- Maldito, quem é você? Sabe para quem eu trabalho?

Com as duas katanas em punho, caminharia até me posicionar entre ele e sua espada caída no chão, para ele não ter oportunidade de tentar pegar, mesmo não podendo abaixar naquele estado. Neste novo local, andaria até ele de forma lenta, já que mesmo não podia correr, para fazê-lo sentir a chegada da morte, enquanto afirmaria:

- Eu sou o príncipe da liberdade. – Olharia no fundo de seus olhos. – Aquele que libertará sua alma.

Quando o meu passo lento chegasse até uma distância em que pudesse ataca-lo, faria um corte horizontal com a katana esquerda da esquerda para a direita, na altura do umbigo, forçando um bloqueio com o escudo que estava na mão esquerda dele, já que ele não tinha mais movimentação para desviar. Caso ele realmente bloqueasse, usaria a katana direita para fazer um corte de cima para baixo em seu braço direito, que estaria a mostra pelo bloqueio na direção inversa. Se o homem não soltasse o escudo, repetiria o golpe, já que ele não tem outra opção sem ser realizar estes movimentos, até soltar o escudo. Na hipótese de dar errado por algum motivo, esticaria meu braço direito pra cima e usaria a katana para dar um golpe vertical de cima para baixo na direção da cabeça. Se ele bloquear com o escudo, impulsionaria meu braço esquerdo para trás e estocaria seu coração. Caso em algum momento ele tente me atingir com o escudo, desviaria para o lado oposto do ataque e faria um corte de cima para baixo tento objetivo acertar a lateral do braço que conduz o escudo.

Se ele soltar o escudo ou cair no chão com o escudo na mão, porém sem capacidade de grande reação, daria um fim no combate utilizando a katana esquerda para realizar uma estocada em sua garganta.

A informação de quem era o chefe do homem poderia ser importante, mas também poderia ser algo para ganhar tempo, algo que eu não tinha. Pela situação dele, era 99% para tramar algo. Pensaria isto, enquanto me locomoveria para pegar a lamparina e balança-la, para meus colegas de roubo verem. Soltá-la-ia e iria na direção da espada do homem caída no chão e guardaria na bainha, tendo agora 3 espadas em minhas calças. Voltaria rapidamente para a floresta, para retornar pelo caminho que vim. Durante o percurso, usaria minha visão aguçada na direção do caminho das lamparinas, para ver se chegavam reforços ou se os outros tinham vencido seus combates. Caso alguém ainda esteja em combate, ficaria posicionado atrás da árvore mais próxima de forma oculta. Se todos tiverem vencido ou não estiverem mais lá, voltaria para o local inicial cominado anteriormente.






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MensagemAssunto: Re: Game of Bunddes   Game of Bunddes - Página 2 EmptySab 28 Abr 2018, 16:04



Narração
Bundd


O clima era tenso, Bundd tinha controle da situação, o homem se encontrava no chão, e mesmo naquela situação não perdia sua postura – Príncipe da Liberdade? Hahahaha não me faça rir bastardo, chegue mais próximo que eu irei lhe mostrar minha outra espada, Hugh – no final da frase o homem fazia uma cara de dor, e fixava seus olhos no espadachim a sua frente.

Bundd tinha presa, o plano estava em ação, e assim partia para cima do escudeiro, desferia um golpe com sua katana na mão esquerda, o homem bloqueava com suas últimas forças, mas Bundd tinha total vantagem, e com sua mão direita, cortava o ombro do homem, que soltava um grito de dor, o grito so era abafado pelos latidos do cachorro, que corria de um lado para o outro, todavia, a corrente em seu pescoço o impedia de avançar contra o jovem espadachim.

O rapaz não tinha piedade, com sua katana dava uma estocada na garganta do escudeiro, fazendo um furo por onde era possível sair o melaço vermelho que tomava conta do seu tórax – Hugh, cof (cuspia sangue) Seu tolo, Ferry ira pendurar sua cabeça na entrada da cidade- as últimas palavras do homem foram ditas.

O espadachim então dava continuidade ao plano, a lamparina se encontrava a poucos passos do corpo do homem, Bundd então a coletava e dava o sinal para Caroline e Thiago agissem, o rapaz aproveitando que o homem não iria precisar mais de sua espada, pegava e colocava em sua cintura, todavia, a espada atrapalhava sua locomoção, o peso incomodava o rapaz, que caminhava meio torto.

Agora restava a Bundd aguardar o avanço da dupla que iria tomar a frente do barracão, o rapaz caminhava até a mata e esperava pacientemente, porém, quando começava a se esconder na mata, aparecia uma moça segurando uma lamparina, ao que parece os latidos do cachorro havia atraído sua atenção, a moça era baixa, e portava uma espingarda em suas costas – Calma Amarelo, cade aquele maldito do Ivar? Ele te deixou aqui no frio? O meu bebe calma, mamãe vai te levar para dentro – a moça começava a soltar o cachorro, ao que parece, a moça era uma das sentinelas, eela havia vindo do lado direito do barracão, o local de onde Carlos deveria ter cumprido seu papel.

Bundd usando de sua visão aguçada notava que Carlos estava escondido na mata, o loiro fazia um sinal com dedo para que Bundd não fizesse barulho algum, o rapaz se encontrava a alguns metros do espadachim, e aparentemente não havia tido uma brecha para executar sua missão, a moça soltava o cachorro, que corria na direção do seu antigo dono, o animal dava um uivo, quase como um choro, a moça então caminhava em direção do cachorro – O que foi Amarelo? Ta frio aqui, vamos para dentro- a moça forçando um pouco a vista, notava algo – O que e isso?


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MensagemAssunto: Re: Game of Bunddes   Game of Bunddes - Página 2 EmptySab 28 Abr 2018, 20:28


Um plano mais idiota que o autor





Nada é mais petulante que a confiança de um desesperado. Porém, ao ouvir as palavras do homem, levei um ligeiro susto e pensei com a minha surpresa: “mostrar minha outra espada? Ele está tentando abusar de mim?”. Mesmo com meu pequeno choque, ataquei calmamente o homem, que após bloquear, teve um corte que causaria uma linda artrose futura. Porém, eu não estava disposto a deixa-lo descobrir o que o futuro reservava para seus próximos dias. Era possível escutar os sons em câmera lenta, como se cada segundo demorasse o dobro de tempo para passar. O grito do homem, o latido do cachorro, os sons da corrente... tudo era um complemento para o meu golpe preciso, encerrando a vida do escudeiro com uma estocada na garganta. Era o primeiro homem que eu matava e tudo que menos importava naquele momento eram suas ameaças. Fiz o sinal combinado com a lamparina aos meus companheiros, indicando que minha parte no plano estava concluída, pelo menos inicialmente. Como achado não é roubado, peguei a espada do homem de brinde, em troca do que fez com o meu nariz.

Não tinha tempo para esconder o corpo, então me locomovi direto para a escuridão que as árvores proporcionavam, meio atrapalhado com o peso das três espadas juntas e sentindo aquele cheiro de sangue que ficava estancado na parte interna das narinas. Confirmando cada vez mais a má sorte do meu dia, revirei os olhos quando vi que uma atiradora chegava até o ambiente do crime. Olhei pra cima e apenas movimentando os lábios para não fazer barulho, disse: - tá de sacanagem? – Esperando que o ser superior seja capaz de fazer leitura labial. Enquanto a mulher conversava com o cachorro, podia ver o incompetente irmão da coelha fazendo sinal de silêncio.

Quando vi que o cachorro Amarelo denunciou meu assassinato, eu é que estava prestes a amarelar. O cachorro não podia me ver ali, mas com certeza podia sentir meu cheiro, e é nessa hora que vou levar bala. Tinha pouco tempo para arrumar uma solução e a única coisa que meus adversários não iam saber nos próximos minutos era a presença de Carlos. Antes que o cachorro viesse babando para massagear meu crânio com os dentes, agacharia e faria um pequeno buraco no solo, o suficiente para entrar a metade do cabo da espada do homem morto na terra. Colocando a espada em uma posição diagonal, com a ponta na direção do caminho que percorri, puxaria a espada para baixo, pressionando mais contra o solo e rapidamente fecharia os espaços vazios deixados pelo buraco com a terra que tirei, deixando a espada fixa no chão. Caso o cachorro saísse correndo para me atacar, ele não poderia ver a espada no escuro, camuflada nos arbustos. Posicionar-me-ia atrás da espada, para no pulo do animal, ele ir de encontro à ponta da espada. Se ele não viesse com tanto ímpeto, apenas tentando me encontrar, esperaria ele desviar da espada no solo e colocaria a katana esquerda em uma posição horizontal, para bloquear o salto combinado com sua mordida. Quando ele morder a espada, pegaria a katana direita com a pegada contrária, ou seja, parte de baixo da mão em direção a lâmina, levantaria o braço e usaria toda minha força para realizar uma estocada de cima para baixo na direção do crânio do animal. Caso não fosse possível, apenas tentaria um corte de cima para baixo, porém na horizontal, na parte de cima do pescoço.

Após o breve combate canino, seria imprudente a investida na mulher com uma espingarda. Faria para Carlos um sinal que iria à direção da mulher, apontando para mim e para ela, e outro sinal com o dedo indicador apontado para ele e giraria em um meio círculo, mostrando que ele deveria contorná-la após a distração. Quando Carlos começasse a se mover para contornar a mulher e surpreende-la, eu sairia de trás da árvore pelo lado que me faça ficar mais longe de Carlos e mostraria o dedo do meio para a mulher. Se ela não apontar a arma, vou ficar ali olhando para a cara dela, mas se ela mostrar sinais que vai atirar, usaria minha aceleração para desviar de seu tiro, indo rapidamente até a parte de trás de outra árvore. Se não houver outra árvore perto, aceleraria e me jogaria em algum arbusto próximo. Durante todo o plano, menos na parte onde mostro o dedo do meio para ela, aproveitaria da escuridão da floresta para me tentar me camuflar entre as plantas.






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