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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 10 EmptyQui 29 Mar 2018, 13:50

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas e civis Asken Kanogan, Helves, Kryn Nerelin e Bruce Chaos Sun. A qual não possui narrador definido.


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ADM.Kiodo
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 10 EmptySeg 04 Jun 2018, 20:02

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Post: 18 - Fala ’Pensamento’
Under an Ancient Dragon!

O destino novamente intervia na no momento de caos, poderia ser considerado cômico ou metafórico como se o destino sempre fosse dizer que não havia motivos de um deus sujar suas mãos em um combate com humanos e era por isso que sempre os seres a sua volta que faziam previamente. O olhar do negro estava estático observando aquela ação do celestial que anteriormente o ajudou estimando ser superior aos humanos e falhava miseravelmente ao enfrentar aqueles dois marinheiros. - Hahahaha, crianças… Acham que são algo por terem uma asas nas costas. A voz pesada e rasgada e suas expressões, não demonstrava uma compaixão, arrependimento, medo a forma de se expressar estava diferente será que Lusacan poderia ser visto como uma segunda personalidade de Asken, improvável pois Lusacan é nada mais que a verdadeira natureza do negro que é um ser com uma personalidade puramente egocêntrica. - Vocês queimaram em suas ganancias, por isso que iria destruir todos os seus tesouros… Sua voz e suas atitudes peculiares faziam que o espadachim caminhasse de forma lenta observando fixamente aqueles dois oponentes, possuindo o conhecimento da arma caída usava como trajeto em direção a arma e aos marinheiros. Caso um dos marinheiros fosse tentar recolher a arma antes do deus se aproximar o suficiente para apanhá-la, o mesmo faria uma investida rápida e tentaria usar como proveito o movimento de inclinação para pegar a arma como uma abertura de um ponto fraco, aplicando um salto baixo com grande impulso para frente e flexionando sua perna direita para tentar aplicar uma forte joelhada ao centro da cabeça do marinheiro, visando pegar o Jitte logo após. Caso os marinheiros fiquem paralisados com aqueles atos peculiares, continuaria caminhando até conseguir apanhar o Jitte. - Inclusive o maior deles, o One Piece. Vocês vão viver séculos em um mundo pobre e miserável. Humrhumrhumr Agachando e apanhando o Jitte sendo que abaixou de uma maneira que manteve seu tronco e sua cabeça reta para manter seu olhar fixo aos marinheiros, simultaneamente falando sua profecia ou talvez fosse apenas uma loucura de suas insanidades.

Ao conseguir possuir a posse do Jitte o empunhava em sua mão direita, o deus esboçou um sorriso psicótico estampado em seu rosto, avaliando a situação buscando descobrir quantas ameaças ainda estavam existindo, se fosse apenas um alvo logo em seguida avançava e demonstrando que planejava aplicar um forte golpe usando a ponta haste da arma para se tornar uma espécie de estocada alvejando o rosto de seu oponente, sendo que aquele movimento era apenas um blefe sua verdadeira intenção era forçar que seu oponente tentasse proteger o seu rosto para que em seguida vire o Jitte para que a haste fique completamente na horizontal e aproveitaria do movimento para descer a trajetória do mesmo tentando atingir o peito do homem com um soco e a haste da jitte ao mesmo tempo. Caso fosse mais de um adversário usava de seu avanço sem demonstrar uma intenção de um golpe, somente demonstrava através de expressão corporal e facial intenção de ataque, sendo que se verdadeiro intuito era ser atacado primeiro e nesse momento tentaria usar a haste do jitte para aparar e prender o ataque do adversário e em seguida faria um movimento levantando seu braço e fazendo um movimento circular abrindo o raio para a direita, como se estivesse desarmando o oponente com o Jitte e aproveitaria dessa abertura e desse movimento para tentar executar um chute baixo com sua perna esquerda visando atingir o joelho do seu adversário, após fixaria seu pé no chão e faria um movimento de ângulo aberto com o jitte na horizontal formando uma linha de alcance em uma trajetória de 180° graus visando usar esse golpe para atingir os dois marinheiros caso estivessem próximos o suficiente. Caso não houvesse uma intenção de golpe inicial com o avanço do deus, usaria o jitte para fazer um golpe cima para baixo com a haste na vertical visando atingir o ombro do marinheiro, tentando fazer com que a jitte fique cravejada e assim usaria de sua mão esquerda para segura-lo e usaria o jitte como apoio para usar como uma alavanca deixando mais fácil de levantar e arremessar o marinheiro sobre os outros com um movimento de ippon.

Caso fosse alvejado por golpes em nenhum momento Lusacan iria se esquivar, todos seus movimentos defensivos seriam com uma base de bloqueio seja com as mãos ou com a arma e em nenhum momento iria se preocupar em não se ferir ao bloquear o golpes de seu adversário, se fosse para tentar segurar a lâmina de uma espada com as mãos o mesmo faria afinal um deus não tem um motivo para acreditar que ficará com algum ferimento que não venha a conseguir se “regenerar”.

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Última edição por ADM.Kiodo em Qua 06 Jun 2018, 23:15, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 10 EmptyQua 06 Jun 2018, 01:50



Narração

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Finalizando


Área Litoral

A situação não estava nada boa para o macaco. O mesmo, impressionado com a chegada da marinha, se arrependia de ter enviado o tritão para averiguar o local, porém era tarde.

— EI! Tritão! Você trouxe os marinheiros até aqui! — reclamou o primata.

— Eu não fiz nada! Eles que me seguiram! — bradou o homem-peixe.

— Não é hora de briga! — bradou King — Temos problemas maiores...

Ponderando consigo mesmo, Sun tentava enxergar o lado bom das coisas. Ao invés de entregar o local exato de onde estava a embarcação, o macaco apenas tinha sido pego, “apenas”. Crendo que não havia outra saída, o primata ordenou que seu aliado extra racial protegesse a sirena e o dinheiro, pois as coisas iriam ficar bravas.

— Tritão, proteja a Aya e a sacola, na pior das hipóteses vocês dois fogem pelo mar. King, vamos contra-ataca! — explanou.

— Certo! — falou o gorila jogando a sirena para o tritão — Faça pelo menos isso certo!

— Cuidado... — ponderou Aya, nos ombros de seu aliado inter-racial.

O embate então se iniciava. Sun havia ordenado King a cuidar dos dois marinheiros que estavam em suas retaguardas, enquanto ele partiu para cima do atirador. O marinheiro espadachim ficou esquecido e logo correu em direção ao tritão, que sem pensar duas vezes correu junto com o primata. O atirador, vendo a movimentação de Bruce, iniciou uma sequência de disparos, temendo atingir seu oponente, mas cumprindo com sua obrigação. Por estra na liderança, o macaco tomou a dianteira e, usando se sua habilidade natural, o macaco saltou de um lado a outro, usando o apoio das paredes. A ideia do primata era excepcional, porém a curta distância não a ajudava em esquivar-se totalmente dos disparos, sendo atingido duas vezes, um pouco mais que de raspão, em sua perna direita e seu tronco, na região do peito esquerdo.

Os ferimentos ardiam, porém, o sangue quente impedia que o fora da lei parasse sua movimentação. Arqueando seu bastão atingindo a cabeça do atirador, Sun teve uma brecha ideal para que o tritão conseguisse passar pelo atirador e corresse em direção ao mar. O espadachim já havia tentado atingir aya e seu carregador, porém ao todo foi apenas um corte na panturrilha esquerda que o inimigo conseguiu.

— Maldito! — bradou o espadachim, vendo que seu aliado fugia.

— Se cuidem! — falou Aya.

Rapidamente o tritão se distanciava, em contrapartida, as coisas não estavam boas para o macaco. Com o oponente grogue, Sun desferiu-lhe um chute combinado com um soco que o balançou, porém, por sorte, Bruce conseguiu ouvir a aproximação do espadachim e saiu apenas com um ferimento no abdômen devido a um ataque “surpresa” da lâmina do mesmo. Os golpes era efetivos contra o oponente, porém com a chegada de mais um, as coisas poderiam se complicar.

— Quase! — bradou o espadachim caindo devido ao impulso.

Bruce já havia derrubado um dos mais perigosos oponentes para ele, mas não era algo permanente. O atirador se encontrava tonto e caído após os golpes combinados do macaco, porém, nada permanente e erguendo-se, na sua frente agora estava um espadachim. King, ainda se mantinha em luta com os outros dois adversários, porém o primata se mostrava cansado devido ao combate em menor número, o que poderia preocupar Bruce.

— Quando você for preso, saberá o enorme erro que cometeu... Macaco! — bradou o marinheiro espadachim para Bruce.




Quartel General da Marinha da Ilha de Toroa

— Hahahaha, crianças… acham que são algo por terem umas asas nas costas! — afirmou o negro.

Vendo que o ataque de seu aliado não havia funcionado, o negro apenas relevou o ocorrido, menosprezando a tentativa daquele feito do “aliado” indesejado, que apenas ignorou as palavras de Asken, como se aquilo fosse desnecessário.

— Vocês queimaram em suas ganancias, por isso que iria destruir todos os seus tesouros… inclusive o maior deles, o One Piece. Vocês vão viver séculos em um mundo pobre e miserável. Humrhumrhumr! — afirmou.

As palavras entonadas do espadachim haviam estremecido as pernas dos marinheiros que não entendiam o que o negro fazia, pelo menos até o mesmo se aproximar, aí foi quando o marinheiro agiu. Ambos se aproximaram rapidamente para tentar pegar a arma e o primeiro, embora tardia sua partida, foi o marinheiro. Após colocar suas mãos na arma, o mesmo mal teve tempo de reagir ou fazer algo, com uma joelhada na cabeça de seu oponente, Kanogan o derrubou bruscamente e pegou a arma que caiu de sua mão.

— Minha cabeça! — urrou ele.

Sem parar, demonstrando a sádica felicidade em seu rosto, o negro aplicou uma finta que enganou seu oponente. Ensaiando um golpe na cabeça do mesmo, o negro obrigou seu oponente a proteger-se de um golpe na região que doía por demasiado, porém essa falha foi pontual para que o golpe no tronco fosse efetivo, golpe esse que era o objetivo do negro.

— Seu maldito! — bradou o marinheiro.

Pensando rápido, o atingido segurou o golpe do negro, após sofrido, com seus braços, o que atrasou a reação de Asken para o ataque do espadachim, que lhe golpeou com um corte profundo nas costelas, o que causou um ferimento tremendo, para ocasiões normais. Solto, após a última tentativa de combate que o marinheiro tentara, Asken estava livre, e não demorou muito para achar uma brecha ideal para um golpe giratório, que foi boqueado de maneira falha pelo oponente que viu sua arma saltitar até os pés do celestial, que já partia novamente para um ataque estabanado, que lançou o inimigo em direção a parede do local.

— Eu sou algo por ter uma asa! — retrucou o brutamonte — Agora me fala! Onde estão minhas coisas!

Não demorou muito para que o marinheiro voltasse atrás e falasse onde estavam as coisas dos presos, indo contra o que havia falado anteriormente.

— Está no setor de armamento! No corredor, vocês verão um mapa! — falou o marinheiro antes de ser desmaiado pelo celestial.

Sabendo por onde devia ir, Asken partiu, junto com o brutamonte e outros dois presos. Em direção ao local, o negro estranhamente conseguia passar com facilidade, talvez fosse o pouco número de oficiais no quartel. Mal sabia ele que o evento da filial do Banco havia chamado a atenção do contingente. Em certo momento, o negro podia ler uma mensagem que havia sido deixada próximo ao corredor. “Toda a verdade estará no fim de sua vida nessa ilha. Nem você, nem a marinha, nem o governo. Nenhum de vocês é Deus. São meras ferramentas da vontade alheia. Hoje, vocês foram meras ferramentas da vontade superior!”, escrita com alguma tinta vermelha, perto de uma informação presente no velho mapa, dizendo “saída de emergência”, indicando o caminho próximo a área da sauna.

— Acho que essa mensagem é pra você... — comentou o brutamonte — Tem uma saída de emergência por aqui! Vamos por ela!

— Os fugitivos saíram do Banco! Marinheiros armados, se dirijam para as ruas! — alertava uma voz em algum cômodo um pouco distante de onde a entidade estava.

Chegando no local indicado pelo mapa, o negro se viu em uma situação que a direita ele chegaria até onde estaria seus pertences, e consequentemente até a saída de emergência, e à esquerda, ele iria em direção a saída frontal do Quartel General. Na primeira opção, alguns marinheiros já sabiam das atualizações sobre o ocorrido no Banco Mundial, por outro, o caminho alternativo, descoberto pelo brutamonte, seria a alternativa até a chegada no Porto Abandonado, a mais viável embora o negro não soubesse. Tentando pegar seus pertences, o negro veria apenas marinheiros desarmados (a quantidade creio que já citei nos posts anteriores) devido a recém-chegada de seu turno.

O caminho até o porto seria “calmo”, pois o local era afastado dos holofotes atuais da marinha, caso fosse pela saída de emergência. Pela saída frontal, alguma movimentação de civis seria notada, porém nada que chamasse a atenção para o negro. No caminho até o porto abandonado, caso o negro optasse por ir, veria perto da chegada uma confusão envolvendo os dois macacos a liados e um grupo de marinheiros. Inicialmente veria a imagem de dois marinheiros de jittes lutando contra King. Ao fundo, Sun enfrentava os seus outros inimigos, que o negro podia ver apenas um armado com uma espada, saindo de uma das vielas.




Enquanto isso, na recente filial do Banco Mundial naquela ilha, Helves e Kryn se mostravam satisfeitos em como o combate prosseguia. Mesmo deveras machucados, a dupla não estava abatida, podiam estar cansados, porém abatidos não. O espadachim se erguia e questionou se a sua aliada celestial estava bem, recebendo uma resposta positiva da garota. Pouco tempo após conversarem, o grupo se dividiu. Para o quase desmaiado sargento, ficou a visão dos seus inimigos se debandando para dificultar a reação. Kryn e Elisabeth arquearam sua presença, deixando Helves mais atrás, como suporte e atiradora de pistolas carregadas.

A ideia inicial de ambos foi a mesmo observação. Ambos viram como o adversário tentava se erguer novamente usando o restante de suas forças para tal ato. Kryn, aproximando-se do inimigo, buscou finalizá-lo ali mesmo, porém Mison recusou. Erguendo-se finalmente, o marinheiro ensaiava a continuação do combate. Caminhando em direção a Kryn e Elisabeth, Helves sabia o que o inimigo ia fazer e antecipando-o, iniciou uma sequência de disparos contra o corpo do inimigo, que mesmo sofrendo do impacto dos projéteis, não cessava seu andar em direção ao inimigo. Os braços da celestial não estavam no melhor estado, porém a adrenalina latente fazia a mesma usá-los sem pensar, pelo menos não enquanto o seu “sangue” não esfriava. Exponencialmente a precisão e a possibilidade dos disparos caía, de acordo com que a dor nos membros da garota aumentavam, até o ponto da mesma não conseguir mais disparar.

Kryn, ao ver que seu oponente deveras ferido, arqueando um soco direto em sua direção, rapidamente rolou lateralmente, porém sua estamina não era a mesma. Cambaleando, o espadachim não conseguiu se erguer novamente com a mesma qualidade de antes ou de como rolaria estando bem. Em sequência, iniciando uma onda de socos “lentos” e potentes, o marinheiro buscou atingir o inimigo próximo, porém de alguns o espadachim esgueirou-se e, tentando bloquear os socos, cometeu um dos erros. Em uma das tentativas o punho inimigo acertou seus dedos, luxando alguns e trazendo fortes dores para Kryn. Como resposta, o espadachim rapidamente usava se seu outro braço para estocar o tronco inimigo completamten ensanguentado e ferido.

— Acha que isso vai adiantar? Eu já estou morto! — bradou o marinheiro.

Penetrando ainda mais a arma de Kryn, o marinheiro viu assim uma brecha para um contra-ataque. Desferindo uma forte sequência de socos, com um largo tempo de compasso e alternância, o marinheiro buscou finalizar o combate, porém as coisas estavam complexas. Mison acertava socos, porém parte deles errava o alvo ou eram bloqueados. Em contrapartida, Kryn vingava-se com cortes de sua espada no inimigo, que começou a sentir.

Sem pestanejar, Helves já havia se aproximado do oponente após sua capacidade de disparos foi cessada. Chutando o joelho direito do oponente a garota tentou ajoelhá-lo, porém ao fazer isso, o brutamonte desferiu um soco no peito da celestial, que rolou para trás. Elisabeth então aproveitava o embalo para cortar a outra parte posterior do outro membro inferior do inimigo, obrigando-o a ajoelhar duplamente. Mison, o sargento, estava ajoelhado perante seus inimigos.

Kryn, aproveitando-se dessa cena, tentou se gabar-se, porém, quase que inconsciente, o corpo de Mison moveu-se, e não foi só isso, aplicou um forte soco no estômago do espadachim, que em contra- proposta aplicou um chute nas genitálias feridas, o que causou uma poderosa dor em ambos.

— Disse que veio do inferno? Que tal voltar para lá? — questionou Kryn.

Pegando a carabina, Helves disparou a última vez. O alvo agora estava desarmado e entregue. Os braços da celestial encontravam seu fim naquele combate, fechando as cortinas para a mesma. Kryn, por sua vez, recitando seu discurso após o disparo, cortou- o pescoço do mesmo, porém, esperando que estivesse tudo ok, Mison em meio ao sangue que saía de sua boca, proferiu palavras que o trio podia ouvir.

— Vocês vão morrer, mais cedo ou mais tarde! — bradou o marinheiro sem conseguir falar quase nada — Eu irei levar vocês para o inferno! — falou caindo de frente ao piso.


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Última edição por SirAlencar em Qui 07 Jun 2018, 08:41, editado 2 vez(es)
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Ryoma
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 10 EmptyQua 06 Jun 2018, 16:50



약하고 슬프다

Achei que você era invencível... – Todos os sentimentos da garota se mostravam ao ver seu adversário cair. As ações de Kryn incomodavam Helves, fazendo ela até mesmo pensar em dizer algo ao homem, porém os ferimentos acumulados a atordoavam após o fim da batalha. – Vamos indo... Os marinheiros não estão por aqui, então os outros podem estar em perigo. – Matar uma pessoa que lutou tão bravamente era errado. A celestial tinha respeito pelos oponentes, gostava de lutar quando era necessário e preferia deixa-los vivos após uma bela luta. "Essa sede de sangue é algo complicado de lidar, estou feliz dele estar ao meu lado, mas ainda me incomoda essas mortes desnecessárias." O cansaço acumulado impedia a jovem de se mover por alguns segundos, estava muito ferida e mal conseguia levantar os braços, sendo complicado manter as armas de fogo em mãos. "Nesse estado nem mesmo que eu fosse um anjo poderia ajudar meu irmão, estou cansada dessa ilha, cansada dos marinheiros e de todas as lutas... Eu só quero descansar com todos, dormir e ir até a Grand Line." Com a pouca força restante nos braços ela guardaria as armas na cintura, colocando a carabina nas costas ou apenas na cintura se não houvesse força. Finalmente se levantaria e com calma procurava andar na direção do porto, encontrar Bruce e talvez salvar Asken após um breve descanso e os ferimentos serem devidamente tratados.

Precisam de algum tratamento agora? – Perguntou ao casal, esperando um pouco pela resposta e se esta fosse positiva, Helves trataria dos dois se fosse necessário, usando de todo o conhecimento em primeiros socorros para lidar superficialmente com os ferimentos e por fim seguiria o caminho. – Não sei dizer, talvez esteja quebrado, talvez apenas trincado ou pode ser apenas um inchaço... Ainda não sou uma médica, sei tratar os ferimentos de maneira básica, isso ajuda um pouco, mas planejo me tornar alguém que consiga identificar e tratar de todos os ferimentos possíveis. – Sorria ao concluir o tratamento e observar os ferimentos, imaginando o que poderia ser tal machucado mesmo sem os conhecimentos médicos necessários. Já se não fosse necessário nenhum tratamento imediato a celestial apenas continuaria seguindo com Kryn e Liza, avançando correndo o mais rápido que conseguir, prestando atenção nos arredores e tomando cuidado para não ser percebida pelos marinheiros que provavelmente estariam procurando o grupo. – Forcei meus braços mais do que ele podia aguentar, não poderei ajudar muito em combate se for necessário. – A esperança de encontrar todos em bom estado e no barco era grande, mas a verdade é que Helves sabia o quão improvável isto era. "O porto é o local mais provável para nos encontrar, pois fugir após um roubo é algo bem óbvio." Estar tão longe de Aya e Asken apertava o coração da celestial, sentia-se só mesmo acompanhada de dois humanos. Ninguém era tão confiável como o irmão e a sirena. O foi um sucesso, muitos saíram feridos e Asken foi preso, mesmo com a fuga dele em progresso, Helves não tinha conhecimento deste fato e ainda pensava em salvar o negro.

Kryn mostrava-se sincero e mesmo com os meios estranhos dele, Helves não conseguia odiar uma pessoa sem antes conhecer ela melhor. – Gostaria que este dia estivesse próximo... Não consigo confiar totalmente em você, seus meios são estranhos para mim. O sentimento que me passa é o mesmo de Asken, ambos matam sem pensar, como se fosse algo normal. – Falar algo tão diretamente não era a melhor maneira, talvez fosse uma abordagem errada e o humano poderia ficar sentido com as palavras dela, algo que a celestial se importava muito. – Eu sou de outra lugar, entendo que os humanos são diferentes, mas matar pessoas inocentes é errado... Mesmo que eu pare e pense por muito tempo, não consigo encontrar o motivo para tal coisa. É somente por isso que não consigo confiar completamente em você. Meu jeito de ser não encaixa com o de vocês, me sinto isolada, se Asken nunca tivesse entrado em minha vida eu provavelmente estaria do outro lado, caçando vocês. – Helves é uma pessoa muito boa para ser pirata, planejava roubos e podia até fazer coisas ruins algumas vezes, todas as pessoas fazem, mas para ela isso é algo errado e afeta quem ela é. Um dia a celestial poderia ser tornar uma pessoa ruim, seguindo por este caminho nem mesmo ela conseguia prever o que aconteceria. – Isso é algo que podemos conversar outra hora, estamos do mesmo lado e precisamos concluir nossos objetivos... Eu realmente gostaria de conhecer vocês dois melhores, entender o que buscam e assim aceitar suas ações, mesmo as ruins. – Concluía sorrindo ao espadachim, avançando ao objetivo sem mais conversar para atrasar.

O grupo de fuga eram os primeiros que precisavam ser encontrados. Helves sabia o caminho e esperava achar Bruce e Aya na escuna, mas entendia a probabilidade disto acontecer e se preparava para o pior. – Precisamos achar eles nas proximidades do porto, pois o local em si vai estar completamente cheio de marinheiros. A fuga terá de ser rápida e precisaremos de Asken para isto. – Salvar o navegador seria a primeira coisa que o grupo teria de fazer ao se juntar, pois até então ninguém sabia de nada sobre o negro e sem ele não fugiriam da ilha, já Helves não permitiria o uso do barco comprado pelo seu irmão. Chegando ao porto e vendo a situação ninguém conseguiria ir até a escuna, ficando sem opções a não ser encontrar os companheiros nas proximidades. Com cautela ela esperava seguir com o casal, andando por locais mais escuros e que seria provável eles estarem escondidos ou enfrentando marinheiros. Encontrando Bruce e os outros seria onde o trio poderia agir, ajudando eles em um possível combate ou apenas reunindo-se para prosseguir à embarcação.

Encontrando todos ou apenas uma parte deles, seria onde poderiam agir. No caso de um combate estar ocorrendo, Helves não poderia agir tão bem, mas ainda conseguia chutar e tinha como ajudar ao chegar de surpresa. Avançando rapidamente surgiria com um chute nas partes intimas da pessoa, desferindo uma cabeçada na nuca do alvo ou no rosto e em seguida jogaria seu corpo contra o do marinheiro, mordendo seu pescoço com muita força esperando que ambos fossem ao chão e este não conseguisse se mover ou ao menos dar aberturas para alguém finalizar o alvo. Em qualquer momento necessário a celestial usaria de saltos e esquivas apenas movimentando o corpo, retirando este da reta do golpe indo a sua direção. Se algum dos companheiros estivesse em perigo, Helves saltaria até ele, buscando receber os golpes para impedir qualquer ferimento grave em um dos que conseguia lutar. – Não vou deixar isso acontecer. – Existindo força nos braços, pegaria uma pistola, segurando-a com ambas as mãos atirando apenas se conseguisse estabilizar a mira em um dos alvos, disparando contra os braços ou pernas do mesmo.

Se ao achar os companheiros não houvesse necessidade de combate, Helves apenas se aproximaria tranquilamente para conversar com eles. – Todos precisam que eu cuide dos ferimentos, mas Asken ainda está preso e o barco cercado. – Ela estava séria, não tinha qualquer intenção de parecer amigável com eles, indo direto ao assunto que precisavam cuidar o mais rápido possível. – Precisamos encontrar um lugar onde eu consiga tratar todos vocês e depois disto existe a necessidade de ir ao QG para salvar meu irmão, pode ser algo bem simples e direto, mas é o que pretendo fazer. Se possuir outra ideia eu gostaria de ouvir, estou tão fraca que posso não estar pensando direito. – Aquele momento era para o descanso. Helves levaria seu tempo para recuperar-se, cuidando de todos os feridos com cuidado e precisão utilizando dos equipamentos disponíveis no momento. Tomando o tempo que fosse necessário para realizar tudo sem se cansar ou forçar os braços feridos mais do que podia. – Sinto muito se não está tão bom, mal consigo mover meus braços direito e estou tão cansada... Fizemos muitas coisas hoje, preciso acabar com tudo e ir descansar. Não sou tão resistente quanto vocês. – Sorriria com dificuldade neste momento, deixando o clima mais tranquilo para que todos pudessem seguir em frente com o plano de resgatar seu irmão. Procurar outro navegador estava muito longe dos planos da garota, ela nunca deixaria algo assim acontecer. Por conta de algo Aya podia não estar por ali e Helves não demoraria a perguntar após tratar de todos, questionando os dois minks. – Onde está a Aya? – Estava séria, sentia que algo ruim poderia ter acontecido e preocupava-se com a sirena.

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Última edição por Ryoma em Qua 06 Jun 2018, 21:11, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 10 EmptyQua 06 Jun 2018, 19:38



O Inferno Foi Feito No Paraíso


Sabe qual é a melhor parte quando se mata alguém? A expressão do rosto, não é a expressão quando se sentem ameaçados, é quando eles sentem a lâmina entrar, é uma surpresa não conseguem acreditar no que está acontecendo com eles. As pessoas não conseguem entender e eu não tenho muitas respostas para dar, nada do que eu disser fara alguém dormir melhor a noite. Quando meus pais ainda estavam comigo, eu não fui surrado, molestado, mamãe não batia em mim, meu pai não me estuprou. Eu sou que sou é única explicação que eu tinha. Não existe mistério eu faço o que faço porque eu gosto, por que eu quero fazer. Talvez minha mente é tão perversa quanto à morte. Eu posso sentir o ódio me possuir de dentro para fora, e é a melhor sensação. Eu gosto dos gritos de dor, sangue escorrendo e da matança. “– Pegarei minhas espadas e seguimos, para ajudar no que for preciso.” Diria em um tom bem calmo, enquanto guardaria com muito cuidado suas espadas, sabendo que uma de suas mãos encontra-se com os dedos machucados.

O pirata então junto com Liza e Helves, seguiria o mais rápido possível, prestaria o máximo de atenção no caminho. Enquanto seguia lembrava das belas flores que haviam pela cidade em tons diferentes, parecia que seu sonho havia se tornado realidade. Podia observar todas elas sendo banhadas em vermelho, sangue. Não era afinal um belo sonho, fazer da ilha paraíso o inferno na terra. Para o garoto de olhos verdes. Sentia um enorme orgulho enquanto erguia o rosto para continuar com a fuga, como se estivesse fazendo uma pose. Depois disso abria um sorriso satisfeito, bem leve ao mesmo tempo diabólico. Meus pensamentos e sonhos eram interrompidos com a pergunta da garota de cabelos verdes. “– Ah, meus dedos estão doendo muito, se for possível fazer algo, talvez eu poderia ajudar melhor.” Sendo tratado, agradeceria. “– Obrigado!! Médica. Acho que é o mais importante por hora.” Apesar dos outros ferimentos, que faziam com que uma dor imensa passasse por todo meu corpo, focaria no mais importante. “– Ah propósito eles quebraram ou não?” Não tinha a mínima noção da área médica, eles quebrado seria um pequeno problema por hora.

Enquanto seguia com Helves e Elisabeth, tomaria o máximo de cuidado para não ser visto pelos marinheiros. Kryn queria ser o tipo de pessoa que falaria as coisas certas na hora certa, ela dizia sobre seus braços, minha mente dizia para falar algo bem positivo, mas meu coração sempre me guiava a uma sinceridade extrema. “– Não vou mentir para você ... estou cansado ... meu corpo inteiro dói é como se um gigante tivesse me pisoteado. Mesmo assim pode contar comigo, sairemos dessa ilha, isso é uma promessa, se for preciso, ainda lutarei, seguirei lutando até que a hora da minha morte chegue. Não precisa confiar em mim, não irei julgá-la, cada um tem sua história e sua triste realidade, seus pesadelos, seus medos, mas saiba que eu conquistarei ... sua confiança.” Mas isso, bem, era um sentimento que o fazia ainda assim sorrir, seus objetivos poderiam estar muito mais próximos com o daquelas pessoas do que eles imaginam, mesmo com sua personalidade o tanto contrário à deles e, portanto, que dependesse dele, Kryn faria de tudo para alcançá-los com as próprias mãos. Eu poderia estar falando algo desnecessário, mas uma sinceridade excessiva não o deixava ignorar esse seu pensamento. " - Certo, mal vejo a hora para terminarmos essa conversa."

O jovem de cabelos pretos que se esvoaçavam com o vento enquanto corria, com sua pele clara em contraste com suas roupas escuras. Os olhos verdes brilhavam de excitação enquanto esperava encontrar todos. Olharia para Elisabeth, então perguntaria. “- Se divertiu?” Esperaria que sim, meus pensamentos eram calmos enquanto analisaria a situação em que se encontrávamos, o que a mulher de cabelos verdes dizia era algo bem possivelmente real, eles poderiam estar com muitos marinheiros. “ – Bom se conseguirmos chegar pelas costas podemos ter uma pequena vantagem, tendo duas linhas para eles se preocuparem, ou já chegarmos atacando sem dar uma chance de defesa.” Sujo? Sim e não me importaria, nem um pouquinho, atacaria pelas costas sem problema nenhum, marinheiros? Lacaios de um Governo que precisa ser destruído, protetor de nobres imundos. É um bom jeito de pagarem ou de morrerem. Agora referente ao negro, fazia a mínima ideia onde estaria o homem, só que sem ele não havia sequer uma chance para nós sair daquela ilha. “ Mal vejo a hora de subir no navio e sair daqui.”

Conseguisse encontrar Bruce e os outros, estando cercados por marinheiros não pensaria duas vezes, se possível usaria apenas a mão boa, com a Scimitar e chegaria perfurando com estocada na nuca. Ou chute na dobra do joelho, mesmo sendo na parte de trás com o intuito de colocar meu adversário de joelhos e na sequência passaria a lâmina sobre seu pescoço. Usaria meus métodos de combata para ajudar todos os presentes ali, me sentia um homem muito feliz, mais sangue sendo derramado. Em alguma hipótese não conseguindo usar muito bem minha espada, então daria um chute na lateral da perna, um pouco abaixo do joelho com o intuito de quebrar a perna do meu adversário. Assim que ele caísse, tentaria cortar a outra perna o deixando imobilizado de andar enquanto diria. “ – Irônico não? Arraste pela sua vida, para bem longe daqui, vamos ver até onde conseguira chegar.” Então continuaria a ajudar os outros com soco e chute, usaria somente minha mão boa. Fazendo isso com sucesso, começaria a caminhar na direção do homem que deixei ir se arrastando, meus passos seriam calmos, arrastando a espada para que ele ouça o mais agonizante som da espada. Enquanto iria perguntando. “ – Você viu um homem negro? Ou sabe de algo?” Aguardaria a resposta do mesmo, sendo uma resposta positiva diria. “ – Obrigado, foi um bom homem antes da sua morte.” Então atravessaria minha espada nele enquanto sentia um enorme prazer nisso. Sendo negativa, pisaria sobre o corpo dele. “ – Que pena.” Atravessaria minha espada na cabeça dele.

Com sucesso, Kryn tentaria sentar-se e descansar um pouco, pensando como poderia ajudar o homem negro. “Precisamos do Navegador” Olharia as pessoas em sua volta calmamente. “– É precisamos buscar Asken, acho que ainda posso derramar mais um pouco de sangue.” Com um tom de voz suave e calmo. Caso já sabendo onde o Negro se encontra, ficaria mais fácil, porém não sabendo responderia Helves. “– Preso? Então ele foi se divertir sozinho .. Bom um combate, mesmo na pior das minhas situações parece interessante. O que você acha disso Elisabeth?” A propósito o pirata quando olhasse para a garota de cabelo rosa pensaria um pouco, hoje foi um dia e tanto, olharia fixamente. “ – Está tudo bem com você né? Aquele maldito era bem forte!!! Tenho que ficar mais forte!!” Kryn sabia que para os novos desafios que viriam teria que ser muito forte, pois ainda havia muito sangue para derramar antes de sua morte.

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Última edição por Punk em Qua 06 Jun 2018, 23:19, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 10 EmptyQua 06 Jun 2018, 23:10

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Under an Ancient Dragon!

O combate contra os dois primeiros marinheiros acabava relativamente rápido e sem grandes complicações para o deus, apenas o brutamonte angelical que teve um pequeno deslize e acabou ficando um pouco encrencado com aquela situação. Caminhando até o local indicado havia uma espécie de recado que obviamente Lusacan não daria a mínima atenção para aquilo, sendo que curiosamente o brutamonte chamava atenção dizendo que o recado estava para ser encaminhado ao deus. - Não vou perder meu tempo lendo bilhetinhos de crianças tímidas para se declarar na escola. Arrogância e teimosia faziam a prerrogativa de transmitir a sensação de sua superioridade e não parava seu caminhar para ler aquela mensagem, já que um deus não tem motivos para dizer sobre suas palavras, somente agir de acordo a elas fazendo a todos a sua volta a crer em suas vontades. O grupo de prisioneiros chegou em uma interseção e a direita de Lusacan podia reparar que os seus itens se encontravam à sala do caminho de sua direita, simplesmente caminhava em direção aos seus pertences possuindo alguns marinheiros no local.

Chegando ao seu local mais marinheiros esperavam e seu primeiro movimento foi tentar fazer um forte avanço para pegar sua espada sem se preocupar com possíveis golpes que pudesse receber. ’Meu objeto de punição…’ O sorriso caótico voltava a estampar seu rosto com a espada empunhada em sua mão direita, partia em direção aos marinheiros e começava a executar cortes com sua lâmina na horizontal na altura do peito de seus oponentes. - A noite caiu sobre suas sombras. Enquanto executava seus golpes de forma puramente instintiva e animalesca, alguns golpes também foram executados em diagonais, lembrando as garras de um dragão. Caso derrotar todos os oponentes de forma rápida e tranquila, o espadachim coletaria todos os itens interessantes daquele local, seja as armas que possuía e algumas outras que conseguir carregar, como uma espada que aparente ser diferente, machadinhas, adagas e pistolas em seguida seu caminhar era em direção ao porto, entretanto no caminho fazia um leve desvio e passaria naquele estaleiro que havia pagado pelo seu barco com o intuito de simplesmente pegar o seu dinheiro de volta. Sem muitas falas e sem muita enrolação o espadachim simplesmente tentaria entrar à força caso o estaleiro estivesse fechado e pudesse haver uma porta ou algo que pudesse servir como uma entrada incomum, estando dentro do local indicado iria apenas avançar de forma rápida até aquele vendedor e tentava fincar sua lâmina rapidamente no torax do homem. - Peguem todas as riquezas que podem ser úteis, se quiserem uma carona pra fora da ilha. Seu caricato tom de voz era uma ordem para caso ainda estivesse sendo seguido por aqueles prisioneiros anteriormente. Em seguida continuaria seu caminho até o porto caminhando de forma calma, notava um dos seus companheiros que estavam no roubo do banco possuía problemas com alguns membros da marinha. ’Meu tesouro…’ O deus caminhava em direção aos seus aliados minks, caso tivesse conseguido pegar uma arma de longo alcance seja um revolver ou carabina iria empunhá-la com sua mão direita e mirar no marinheiro que estivesse mais imóvel e efetuava o primeiro disparo, visando atingir o peito do adversário. Caso não tivesse nenhum tipo de arma de fogo simplesmente só iria ficar observando o seus companheiros minks lutar e aguardava o resultado daquele embate, visando conferir se aquele mink realmente possui algum tipo de tesouro que roubou no banco, caso não possuir nada de tesouro após o embate o deixaria para trás e continuaria seguindo até o porto e caso notasse que os marinheiros estavam buscando tesouros que pudessem está sendo carregados pelos minks, o negro começou a aplaudir e caminhar na direção dos marinheiros estampando um sorriso psicótico. - Isso é meu. O tom icônico do Lusacan que empunhava a sua espada com sua mão direita e começava a caminhar em direção dos marinheiros.

Sequencialmente guardava sua arma de fogo, caso possuir e lentamente enquanto voltava ou estivesse a empunhar a sua espada com a mão direita, deixava a ponta da lâmina arrastando no chão fazendo barulho de arranhão. Em primeiro momento buscava descobrir as formas de combate dos marinheiros, caso possuir ataques repentinos em nenhum momento esquivava dos golpes somente iria defende-los com a espada e em seguida deixaria a cair para continuar a arrastão. Caso possuir atiradores seria o primeiro foco do deus partindo em velocidade em linha reta até o seu alvo, sem esquivar apenas iria defender os golpes que viesse em sua frente e ao chegar em uma direção de combate próxima tentava aplicar uma estocada no peito de seu adversário. - Eu sou a morte. O tom de voz de Lusacan era facilmente notável de acordo com o tom de Asken, por mais que ambos sejam o mesmo ser, Lusacan é a natureza completa enquanto Asken é a natureza enfraquecida pelo corpo humano. Sequencialmente a estocada empurrar o corpo do marinheiro para libertar sua espada e consideraria o segundo alvo mais próximo. - Atrium Draak. Executava um corte na diagonal empunhando a espada com ambas as mãos e em seguida aplicou um chute com seu pé direito no segundo marinheiro. - Opstand Nequam Finalizando a sua técnica em seguida iria visualizar a formação dos marinheiros e se os prisioneiros e o estado dos minks.

Caso os minks estiver conseguindo andar e os combates estiverem concluídos, guardava a sua espada colocando na bainha. - Se quiser me acompanhar, levanta e vamos ir até o barco. Seu olhar era desafiador para o Sun, o negro não demonstrava interesse em ajudar aquele mink era como se estivesse dizendo para que o mink prove o seu valor. - Vocês conseguiram? Ao chegar no porto exclamou para seus companheiros com o tom voz diferente e caricato. ’H...e...l...v...e...s…’ A imagem da celestial voltava a criar a zona de conforto do corpo, lusacan se “despejou” e Asken voltava ao normal. - Boa… Vamos temos um mar para conquistar. Hahaha. O tom de Asken estava de uma forma mais firme e doce, sem ranhuras dessa vez, sua fúria se esvaiu e sua estabilidade voltava a reinar em seu corpo humano. Assim que ouvir a confirmação do desejos de todos a irem para o mar começava a subir em seu barco e iria até o timão sem pensar muito esperando todos embarcar, para começar a viagem.




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Última edição por ADM.Kiodo em Qui 07 Jun 2018, 16:45, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 10 EmptyQui 07 Jun 2018, 00:24



A lâmina raspava o abdome do macaco logo após este derrubar o atirador. Angariava cada vez mais lesões, prejudicando ainda mais a saúde do símio. Entretanto ele estava satisfeito, conseguira abrir uma brecha para Aya escapar. Naquela situação difícil, cada vez mais encurralado, ter conseguido cumprir sua missão de manter a sirena a salvo e manter sua palavra a Helves era mais do que satisfatório. No mar nenhuma daqueles marinheiros conseguiria capturar a sereia, já ouvira muitas histórias sobre a velocidade admirável da raça no ambiente aquático. "Agora preciso me livrar desses marinheiros" - Sun levaria a mão ao recém adquirido ferimento, tentando perceber o quanto de sangue havia perdido. Não poderia prolongar aquela batalha, mas também não podia fugir e deixar King para trás para ser capturado novamente. - KING! Precisamos sair daqui!

Ao ouvir as palavras insolentes do espadachim humano, Bruce o fitaria com desprezo. Já não gostava da raça, e agora odiava ainda mais o que faziam parte da marinha. Pareciam um enxame de insetos, saindo de todos as vielas, inacabáveis. O macaco precisava finalizar o oponente atirador e vencer o espadachim antes que mais reforços chegassem, ele sabia que iriam chegar.

Sério, o primata ergueu a mão fechada e esticou o dedo médio. - Quando eu enfiar esse dedo no seu cu, você saberá o enorme erro que cometeu - Em seguida partiu para o ataque. Iria se focar no espadachim mas se manteria atento ao oponente caído momentaneamente. Se aproximando do adversário, Sun fintaria com um ataque descendente objetivando atrair a defesa do alvo para cima, em seguida giraria o bastão no ar obrigando a ponta inferior a se dirigir rapidamente ao queixo do espadachim. Sucederia com um chute ascedente no meio das pernas do oponente, tentando infligir grande dor e finalizá-lo por fim com um chute giratório na altura da mandíbula. Defenderia-se utilizando esquivas com o corpo e esguios laterais, abaixando-se ou efetuando um salto giratório para trás, o que fosse mais vantajoso. Em situação extrema, incapacitado de desviar, utilizaria o bastão para bloquear o ataque do marinheiro. Atento ao atirador, caso houvesse um momento favorável, tentaria finalizá-lo com uma estocada descendente em direção ao pescoço e queixo. Caso o atirador tentasse erguer-se e avançar contra Bruce, este manteria a estratégia de tentar esquivar-se utilizando saltos, rolamento e desvios, e em último caso o bloqueio com o bastão. O objetivo era finalizar o espadachim e se possível o atirador logo em seguida ou em um momento favorável.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 10 EmptySex 08 Jun 2018, 14:51



Narração

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Partida!

— Achei que você era invencível... — comentou Helves.

Esse era o sentimento da garota precocemente perante o combate com o sargento. Vendo o mesmo caído, a garota não pensava muito, era hora de partir. Propondo isso para Kryn, que concordava em ir, o grupo reuniu suas coisas e partiu. Antes de partirem de fato, porém já com suas coisas reunidas e o cansaço “nas alturas”, a celestial averiguava as mãos do espadachim a pedido do mesmo, porém seus conhecimentos e o estado atual da situação a impediam de agir de maneira mais efetiva, apenas fazendo o que estava ao seu alcance. “Prontos”, o grupo partia. No lado externo, na frente da recente filial, os marinheiros estavam duvidosos com a continuação do combate, ponderando se atravessavam as ordens de seu superior ou a mantinham, ficando ali fora, evacuando o local e o isolando.

— Forcei meus braços mais do que ele podia aguentar, não poderei ajudar muito em combate se for necessário — explanava a garota.

— Não vou mentir para você, estou cansado, meu corpo inteiro dói é como se um gigante tivesse me pisoteado. Mesmo assim pode contar comigo, sairemos dessa ilha, isso é uma promessa, se for preciso, ainda lutarei, seguirei lutando até que a hora da minha morte chegue. Não precisa confiar em mim, não irei julgá-la, cada um tem sua história e sua triste realidade, seus pesadelos, seus medos, mas saiba que eu conquistarei — pausou — Sua confiança!

— Gostaria que este dia estivesse próximo... Não consigo confiar totalmente em você, seus meios são estranhos para mim. O sentimento que me passa é o mesmo de Asken, ambos matam sem pensar, como se fosse algo normal — contrapôs a ideia, sincera — Eu sou de outro lugar, entendo que os humanos são diferentes, mas matar pessoas inocentes é errado... Mesmo que eu pare e pense por muito tempo, não consigo encontrar o motivo para tal coisa. É somente por isso que não consigo confiar completamente em você. Meu jeito de ser não encaixa com o de vocês, me sinto isolada, se Asken nunca tivesse entrado em minha vida eu provavelmente estaria do outro lado, caçando vocês. Isso é algo que podemos conversar outra hora, estamos do mesmo lado e precisamos concluir nossos objetivos... Eu realmente gostaria de conhecer vocês dois melhores, entender o que buscam e assim aceitar suas ações, mesmo as ruins.

— Certo, mal vejo a hora para terminarmos essa conversa — concluiu o espadachim — Se divertiu? — questionou a Lisa.

— Digamos que foi uma diversão bem perigosa — respondeu ela — E dolorosa... — colocou a mão em seu abdômen — Mas estou bem — mentiu.

Em meio ao caminho até o local de encontro, Kryn se preocupava com Elisabeth, enquanto Helves se preocupava com os futuros passos do grupo, que tinha de se encontrar com os demais antes de partirem.

— Precisamos achar eles nas proximidades do porto, pois o local em si vai estar completamente cheio de marinheiros. A fuga terá de ser rápida e precisaremos de Asken para isto! — afirmou ela.

— Bom se conseguirmos chegar pelas costas podemos ter uma pequena vantagem, tendo duas linhas para eles se preocuparem, ou já chegarmos atacando sem dar uma chance de defesa! — concluiu o espadachim.

— Vamos por aqui! Acredito que não chamaremos tanta atenção! — alertou Lisa.




No Quartel General, o negro não se importava com o perigo que iria passar, apenas partiu até onde julgava estar suas coisas. Sendo protocoladas ainda paras erem guardadas, a entidade avistou seus pertences no balcão. Ao chegar, o negro logo chamou a atenção dos marinheiros que, sem saber que aquele homem havia sido preso anteriormente, ficaram sem entender o que ele fazia ali. Colocando as mãos em sua espada, o negro foi interceptado pelo balconista, que segurou sua mão.

— Pare aí! Eu lembro de você! Você é um pres... — Calou-se.

Ao ver o olhar do negro, o marinheiro com pouca experiência em combate logo intimidou-se, dando a brecha necessária para que o negro conseguisse pegar sua arma. Os marinheiros que estavam próximos, ao notar que os demais presentes eram presos, logo se mantiveram de guarda. Mesmo desarmados, ele se impunha em frente ao negro, a fim de impedi-lo. Um deles, segurando seu braço, tentou o impedir de seguir, mas rapidamente Asken o golpeou com um corte de sua lâmina, que direcionou o peito do marinheiro, que recuou.

— A noite caiu sobre suas sombras! — bradou o negro.

Rapidamente o balconista arremessou uma pistola para o outro marinheiro e pegou uma. Vendo que o negro não pararia, iniciou uma sequência de disparos, primeiramente o marinheiro que estava na frente de Asken. O negro, imponente, partiu para cima do inimigo, mesmo sendo alvejado por ele e pelo balconista. Um, dois, incessantes disparos, que só foram pausados com eventos ímpares. O negro, aproximando-se como um demônio perante o marinheiro, que tremia sem entender como um humano agia assim, mesmo ferido, logo viu e sentiu sua dor, ao ser atacado por golpes intensos do negro, que golpeava de maneira possessa o tronco do atirador. Em contrapartida, o balconista logo tinha sua ação cessada pela movimentação do brutamonte, que arremessou o magrelo “irmão” em direção ao marinheiro, que caiu desacordado com o choque de sua nuca com o balcão.

O negro então recolheu tudo que pode, porém, a maioria das armas estava trancada em um grande recipiente com uma senha de quatro dígitos, que o negro não sabia qual era. Pegando seus itens, armas, e parte do dinheiro, que já havia sido “guardada” parcialmente, o negro também pegou as duas pistolas usadas pelos marinheiros e partiu dali. Alguns segundos após saírem, marinheiros que estavam descansando na sauna logo chegaram e tentaram acordar o balconista para saberem o que aconteceu ali, assustados com os disparos. O negro, por sua vez, estava com machucados dos projéteis que adentraram em sua pele. Os machucados logo começavam a arde, além do sangue que escorria e a dor, ambos cresciam exponencialmente enquanto o negro caminhava até o local onde havia comprado o barco.

Levemente tonto, o negro chegava no local, que estava fechado. Conseguindo arrombar, com dificuldades — e um pequeno auxílio do brutamonte — o negro percebia que o interior do local estava inóspito. Não havia ninguém, era como se todos tivessem saído dali. O objetivo de Asken, mesmo em posse do Deus, era conseguir os tesouros cedidos anteriormente, e usando os mortais presentes, o mesmo tentou recuperá-los.

— Peguem todas as riquezas que podem ser úteis, se quiserem uma carona pra fora da ilha! — informou ele.

Não demorou muito para que o grupo, formado de três seguidores, logo corresse para vasculhar o local. A quebradeira foi inevitável, porém, o grupo achou apenas uma pequena quantia de 500.000 B$ que havia nas gavetas do dinheiro. Entregando o valor para Lusacan, os mortais firmavam seu contrato de fuga com o negro, que conduzia seus “fiéis” até o lado externo. Não demorou muito. Após certa quantidade de sangue perdida, a dor que poderia ser ignorada, a entidade se aproximou do local de encontro, porém, antes, avistou o primata que aparentava ser seu aliado, anteriormente, batalhando contra marinheiros (novidade).




— KING! Precisamos sair daqui! — afirmava o macaco.

— Eu sei! Mas as coisas aqui estão meio complicadas... — falou o primata de maior porte — Eu vou...

Antes que pudesse terminar de falar, um disparo acertou um dos oponentes de King. Era Asken, que chegava, O negro, ao ver ao longe que a sirena, sua aliada, Aya, carregava consigo uma maleta com o símbolo da filial bancária que havia no mapa, o negro julgou ser uma riqueza, então tinha de encerrar aquela movimentação desnecessária que ocorria ali. Surpreendendo todos ali, a entidade não tinha percebido, certamente nem era a intenção, mas ajudava bastante King, que dando um empurrão, jogou um dos marinheiros de Jittes na parede de uma das casas. O outro, golpeava fortemente o mink, que tentava bloquear, mas se afastava. A brecha entre ambos foi o momento ideal para o rápido avanço de Lusaca, que arrastando sua lâmina, passava entre o primata e o seu inimigo e, focando no atirador, daria um fim naquela vida impura.

— Eu sou a morte! — afirmou.

O golpe foi certeiro no peito do marinheiro, que em meio àquela adrenalina ainda conseguiu disparar, acertando o ombro do negro. A situação não havia ajudado o atirador da marinha. O mesmo, tonto, ainda tentava se manter firme após o ataque de Bruce. Em contrapartida, Bruce, indignado com o espadachim, proferia palavras hostis (e engraçadas) para seu inimigo.

— Quando eu enfiar esse dedo no seu cu, você saberá o enorme erro que cometeu! — bradou o primata.

O macaco então partiu para o ataque com uma finta superior, que atraiu a atenção do marinheiro, que ergueu sua espada em paralelo com a finta. Enganando-o, o macaco o golpeou com um golpe “giratório” de seu bastão, que acertou parte lateral do rosto do marinheiro, que rapidamente havia tentado esgueirar-se do golpe girando seu corpo, mas que ainda sofria parte do impacto. Ao retornar, o marinheiro também com um golpe giratório, desferiu um golpe a meia altura, no tronco de Bruce, porém, ambos, ao fim da movimentação, ficaram com cara de dor. O macaco ao sofrer o golpe da lâmina, que entrou cerca de três centímetros em seu abdômen antes de ser “empurrada” pelo bloqueio do macaco, também havia acertado com enorme brutalidade as áreas íntimas do marinheiro, que nesse momento falava fino. Sem dar brechas, ambos estavam feridos, porém Bruce ainda conseguia ter a reação mais rápida e usando disso, desferiu um golpe ascendente no queixo do espadachim, que o derrubou. Era um belo nocaute.

King, ainda lutando contra o marinheiro de Jitte, parecia ter o santo forte. Mais uma vez era ajudado por Helves, que usando dos últimos esforços disparou contra o marinheiro. O disparo foi errado, acertando-o apenas de raspão, mas a brecha causada foi perfeita para a aproximação de Kryn, que rapidamente, golpeando a perna direita inimiga, o fez ajoelhar-se. Nesse momento, o marinheiro tentando aproveitar da distância curta, ainda golpeou o espadachim com uma coronhada. O golpe de Kryn não havia sido efetivo, devido talvez aos seus ferimentos, e agora o golpe na nuca que havia sofrido o deixava tonto, mas nada perigoso demais já que King, como um trem descarrilhado, acertava um forte soco no rosto do inimigo, que caía sem alguns dentes.

— Você está bem? — questionou o gorila erguendo o espadachim com suas mãos.

— Todos precisam que eu cuide dos ferimentos. Sinto muito se não estiver tão bom, mal consigo mover meus braços direito e estou tão cansada... Fizemos muitas coisas hoje, preciso acabar com tudo e ir descansar. Não sou tão resistente quanto vocês! — afirmou a garota — Onde está a Aya?

— Foi para o barco com o tritão... — respondeu King, ofegante.

Ao ver sua irmã, Asken voltava ao controle de seu corpo, ferido, porém era um alívio pra ele.

— Boa! Vamos! Temos um mar para conquistar! — afirmou o negro.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 10 EmptySab 09 Jun 2018, 12:23



Relaxando


Com o grupo todo reunido, a sensação de missão cumprida no pirata era grande. Oras, havia conseguido arranjar uma boa confusão, agora desejava muito apenas seguir, conhecendo o mundo por aí. De todo modo, acabei não conseguindo me desenvolver como ferreiro. Com o rumo do seu bando já bem encaminhado, para o mar que sempre desejou navegar decidido, o que mais faltava agora era apenas festejar! Quantas lutas incansáveis haviam tido até então? Mortes, sangue, emoções, tudo! Merecíamos de fato, e seria a primeira vez em um navio. Bolas, até então não havia navegado em uma embarcação tempo suficiente para saber como é essa sensação. “-Bem não estou muito... Mas estou feliz, muito feliz ... Viva a Liberdade!!!” Palavras sinceras, pois meu corpo doía e muito. Responderia o Mink Macaco. " - Sabe como é né, ele deu sorte, por eu já estar bem cansado." Palavras honesta e sincera, mas em minha mente eu queria muito mentir dizendo que não, maldito mink, um grande parceiro.

Por um instante fiquei estático, tentando entender o que se passaria na cabeça deles, lembrando um pouco do que Helves havia dito um pouco atrás quando ainda saiamos do banco. Ela já havia se provado muito destra para fazer um movimento tal descuidado. Mas não fazia sentido ela querer me atacar, logo depois de tudo o que passamos para sair vivo de lá. “Um mar a conquistar? Um dos meus sonhos é viajar o mundo.” Parece que alguém disse as palavras certas na hora certa. “- Ora, Asken-sama. Perdoe-me, mas você demorou muito. Bom vamos nessa que seja feito sua vontade. - Enquanto falava, faria uma ligeira mesura. O tom em minha voz era totalmente educado, apesar de um pouco divertido também. De fato, podia achar que era graça, mas minhas palavras eram sinceras, não tinha a menor intenção de ser hostil com o pessoal ali. Com isso esperaria para subir ao navio, deixando o dono e sua irmã subir primeiro.

~ Nunca lutamos juntos na vida. Dá para notar que o timing dela é bem programado. Conseguiu sincronizar-se bem. Certamente se fosse outro atirador ali, poderíamos nem ter saído de lá. ~ Enquanto pensava e raciocinava, lembrando do combate contra o sargento. Ele realmente pensava sobre muitas coisas, com aqueles ferimentos? Bom, não via a hora de descansar um pouco. Sentiria muita dor por todo meu corpo, inchado, cortado, furado com as balas. Talvez o passar de toda adrenalina fizesse eu perceber o quanto eu me descuidei durante o combate. Só que uma coisa em minha mente estava bem claro e me deixava muito contente, Toroa Island estava banhada com o sangue em que eu derramei por uma boa parte dela. Além de ter encontrado algo que eu não tinha muito, pessoas que eu poderia chamar de “amigos”, olharia para cada um deles, queria ver a expressão no rosto deles. Alguns talvez sérios, outros com sorriso ou com aquela cara de dor no rosto e quando chegasse minha vez subiria no navio para que nós seguíssemos viagem.

- Ei, Bruce. Quando iremos compor uma música? Há propósito como está? Mal vejo a hora de a gente chutar a bunda de Gokudera – Não mudaria muito minha expressão, era minha maneira de ser, adorava conversar. “ – O segredo está no tom de voz, na cantada, nas roupas ... Então você olha para ela, olho no olho, se aproxima encarando ela. Cuidado para não invadir o espaço dela, então, mantendo o foco você diz algo como — Se Deus fez alguma coisa mais perfeita que você, Ele ainda não enviou para à terra.” Ensinaria do jeito que eu fiz para conhecer Elizabeth, faria um sinal positivo e quando eu olhasse para o outro lado e a garota de cabelos rosa estivesse atrás de mim então olharia para ela. (Img no Spoiler)
Como eu olharia para Elizabeth:
 

“ - El ... Eli ... Elizabeth!!” Aceitaria qualquer repreensão, faria um sinal com as mãos, como se fosse rezar, para pedir um por favor me desculpe caso ela desconfie de algo com toda minha sinceridade diria a ela. “ – Sabe que só tenho olhos para você. Você foi uma das razões para eu estar aqui, sua linda!!” Usando minha sinceridade e um charme na voz, tentaria apaziguar as coisas.

Os mais feridos precisavam ser tratados, com isso me lembraria que tinha uma conversa pendente com Helves. Ela havia dito que os meios dela era completamente diferente dos meus, que se sentia um pouco isolada. “Solidão” Kryn sabia bem o que era isso, quando seus pais foram levados pelo governo mundial, naquele dia, havia perdido tudo. Sua família, seu teto, seus sorrisos, entre outras coisas. Forçado a recorrer as ruas, sobreviver a ela, por um bom tempo sozinho, encarando o frio de Micqueot Island e um inferno pessoal. Eu simplesmente dou aos lacaios do governo, nobres o mesmo que eles deram para mim, a única coisa que eu quero é que eles sintam como eu me sentia. Eles fizeram o que eu sou, sou uma criação perfeita do que sobrou, um sobrevivente, eles ainda não sabem o que é a dor, o que é a perda, mas se depender de mim, sentirão esse sentimento. Me aproximaria da médica e então falaria com ela, a um tom educado e simpático. “- Não vou te dizer que sou inocente, que sou um pobre coitado. Eu não diria isso. Apenas dou a eles o mesmo que eles deram a mim. Eles me tiraram tudo, família, casa, me colocaram no inferno. Um lugar vazio e sozinho, eles me deram dor, sofrimento, por isso ao governo, marinheiros que trabalham para eles, quero que eles sintam o mesmo. Que eles aprendam o significado da dor, da perda, toda vez que olharem para mim, se lembre do que eles fizeram. Sei que isso não fará ninguem dormir melhor a noite, mas não é nada mais do que a verdade. Também quero que nunca se sinta só, porque isso mata a gente aos poucos, jamais deixarei isso te matar.” Colocaria um pequeno sorriso para médica, de maneira sincera. Não queria ver ninguém morrendo aos poucos, solidão é o pior dos castigos o mais cruel dos infernos e completaria dizendo. “– Você pode até negar, mas combamos bem no combate.”

Em seguida conversaria um pouco com Elisabeth, piscaria um olho, flertando com ela, enquanto dava alguns passos em volta dela, pois ela foi de grande ajuda. “- Tem certeza que está tudo bem? Você esteve ótima hoje. Charmosa, ao mesmo tempo agressiva, largou a nobreza, mas não perde a pose, parece que nosso objetivo de viajar o mundo está se tornando realidade, estou muito empolgado.” Botaria todo o charme que conseguisse em minha voz, além de falar de maneira serena e tranquila. Queria ser bastante educado também, apesar de ter uma afinidade muito boa com a senhorita Dammartin.

- Eles também são fortes. Logo algo que os afete também irá nos afetar, nossos sentimentos não se diferenciam muito. Mas talvez tenhamos uma ou mais dor, sofrimento na nossa história que a farão, com o tempo, se apagar. No último caso... Talvez quebrar nossas diferenças. Não importa. Com sua forma de andar, tranquila, silenciosa, continuaria dirigindo se a Lisa. Diria isso enquanto acaricia seu rosto, compartilhando um pouco do que pensava para o futuro, as coisas se acertariam aos poucos. Um guerreiro que quando preciso, vendeu sua própria alma ou a venderia de novo se fosse preciso, não me importava, inferno já não é uma novidade. Todo o rancor, o desejo de vingança, a dor, a mágoa. Olharia um pouco para a ilha que nós estaríamos deixando para trás, enquanto pensaria que ali era apenas o começo da minha vingança contra o mundo. Não queria ficar só novamente, tinha esse medo dentro de mim, esse sentimento era algo que eu esconderia sobre um semblante calmo e analítico enquanto observaria as coisas novamente, já estive lá uma vez e não iria voltar, não queria ser arrastado novamente. “ O que eu sou? Um assassino? Um demônio? Alguém esquecido por Deus .... O Diabo não me esqueceu ... atendeu minhas orações. Essa era, será de Caos e Vingança.”

Uma questão, ou melhor Kryn ouvia uma ordem aparentemente uma preocupação sobre os quartos. Não tinha muito o que questionar era simplesmente calar a boca e ficar de boa. “ – Ok, antes que eu faça algo sem querer de maneira burra, me colando também em problemas com a Lisa.” Daria um tchauzinho para ela e concluiria meu raciocínio. “ – Qual é o quarto dos homens????” Minha mente pensaria. “Um lugar para deitar, um lar.” Uma imensa vontade de cair uma lágrima do meu olho, eu falei algumas coisas para eles, mas não disse tudo, até porque Kryn odeia falar sobre seu passado, mas eles tinham que saber a verdade sobre o governo mundial. Caso ainda não tenham decidido nada Kryn diria de forma educada. “– Então mulheres escolham e ficaremos com o que sobrar. Elizabeth gostou mais de qual? E vê com Helves e Aya se não tem problema.” Quando Helves dizia que resolveria a situação de uma maneira rápida olharia, para sua arma e lembraria dos tiros de raspão e como tinha doido. " É ... melhor não !!!"

Observaria as pessoas sendo tratadas de seus ferimentos, enquanto aguardaria minha vez. Bom o que eu mais gostaria naquele momento era saber qual era minha cama deitar um pouco nela, descansar e bastante. Precisaria limpar todo aquele sangue que possuía em meu corpo, procuraria por alguma toalha, para que eu possa molhar e ir limpando meu corpo, enquanto me aproximaria de Asken. Caso não ache nada apenas me aproximaria, esperando minha vez, então diria ao capitão. “– É um Deus.” Colocaria um sorriso sincero em meu rosto e continuaria falando. “– Quem sabe não tire o Diabo de dentro de mim.” Retiraria o sorriso do meu rosto, falaria de um jeito calmo e educado. “– Qual é seu plano, ser o rei desses mares? Refazer o mundo? Bom que seja, conte com minhas espadas.” Tiraria um pouco a seriedade do meu rosto então diria: “ – Sabe o que realmente falta ... bebidas e música. .. Hauhauahha” Após isso o garoto de cabelos negros sentaria um pouco tentando relaxar.


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Última edição por Punk em Dom 10 Jun 2018, 23:51, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 10 EmptySab 09 Jun 2018, 21:34



진정해

O fim do combate parecia algo de outro mundo. Tantas lutas e oponentes derrotados, Helves estava cansada, cheia de dores e precisando cuidar de si mesma, mas naquele instante o que mais importava era o grupo finalmente estar junto. Salvar Asken já não era mais necessário, pois o negro estava ali para ajudar Bruce muito antes de a celestial chegar com Kryn. A presença do negro por perto obviamente fazia a garota acalmar-se, porém a falta de Aya preocupava momentaneamente e criava a necessidade de seguir à embarcação sem demorar muito mais. "Claro que ela está bem, o foco está todo em nós." Observar a região e não perceber isso seria impossível, muita atenção era chamada pelo grupo e ninguém parecia se importar com isto no momento, seguindo conversando enquanto o caminho ao porto era feito. – Menos mal, podemos seguir até o barco então. – Com todos em posição a garota começaria o caminho até a escuna, tomando certo cuidado para o caso de encontrar qualquer marinheiro por perto. "Já passamos por muitos, não é possível que ainda existam mais no nosso caminho." Mesmo que outros soldados estivessem por lá para impedir a fuga do grupo, Helves já não se importava mais com nada. A animação em finalmente alcançar o porto era aquilo que mais agradava, dando o espaço para os piratas escaparem da ilha com um sucesso no roubo. Só de ter um barco próprio já era um grande avanço comparando com a embarcação anterior, que tinha sido roubada e abandonada em algum canto da ilha.

Encontrar companheiros tão loucos e bons era o que Helves esperava de uma aventura tão complicada naquela ilha. Toroa até o momento tinha sido horrível, um lugar onde a celestial nunca gostaria de retornar se fosse possível. "Só aconteceram coisas horríveis conosco, esse lugar é amaldiçoado." Uma ilha tão bela ser complicada ao ponto da jovem celestial odiar, este é um nível complicado de atingir. A calma após a batalha fazia Helves aproximar-se de seu irmão, ficando próxima o bastante para apenas ele escutar o que era dito naquele instante. – Não consegui fazer o que me pediu, acabei tendo problemas no caminho e... Bem, é possível ver que não estou em condições de recuperar dinheiro algum. – A falha em completar a missão de recuperar o dinheiro da escuna incomodava um pouco a garota. Desapontar alguém que ela considerava tanto era a pior parte disso. – Espero que o dinheiro do roubo compense isso. – Concluía com um sorriso, afastando-se lentamente após tais palavras. O que fariam após partir daquela ilha era óbvio. Avançar até a Grand Line e conquistar todos os tesouros que Asken estivesse interessado, pois para Helves só a viagem e o descobrimento de novas coisas já significavam algo para ela. Ter poucos objetivos na vida é algo complicado de lidar, Helves apenas aceita a maioria das coisas que seu irmão quer fazer e pega aquilo que é de seu interesse, dificilmente tendo a iniciativa em algum objetivo do grupo.

Subindo até o convés, Helves buscava ir à frente, abrindo o caminho e procurando de imediato a sirena. – Aya? – Perguntava para ver se ela estava por perto, esperando a aparição dela junto do tritão. Após a reunião de todos, Helves finalmente poderia descansar um pouco, procurando um lugar qualquer para sentar-se nas laterais do convés, encostando suas costas na borda. – Quem precisar de algum curativo poderia vir até aqui? – Perguntava, imaginando que todos iriam até lá para ter a celestial cuidando dos ferimentos rapidamente antes ou durante a partida. Com calma e cuidado estudaria bem os ferimentos adquiridos pelos companheiros, limpando tudo e fazendo cada um dos curativos lentamente para não causar dor. – Se precisar de algo mais forte para a dor, posso usar morfina. – Este seria o último caso para quem estivesse com dores mais fortes do que seu corpo poderia aguentar, obrigando o uso de um medicamento escasso para a celestial no momento. – Certo, então engula isto. – Entregaria um comprimido esverdeado. – Use bastante água para engolir, acredito que isso irá resolver as dores por algum tempo. – Por fim ela mostraria um sorriso ao atual paciente, esperando que os outros ferimentos conseguissem ser resolvidos sem o uso da morfina, tratando apenas com curativos e os primeiros socorros mais básicos que poderia fazer no momento. Ao fim dos tratamentos a garota cuidaria de si mesma, limpando e fazendo os curativos em seus ferimentos cuidadosamente, indo até Aya apenas se não conseguisse envolver algum ferimento com bandagens. – Pode fazer isto por mim? – Indicaria os curativos e o ferimento, esperando que a sirena conseguisse fazer por si mesma, dando instruções apenas se fosse necessário. Ao fim disto ela poderia ajudar seu irmão, que parecia um pouco interessado nos tratamentos, porém queria algo mais isolado. – Tudo bem, estou indo. – Seguiria rapidamente até o negro, observando os ferimentos em seu corpo para decidir como seria a melhor forma de trata-los. Todas as ferramentos que tinha no momento seriam usadas, fechando os ferimentos com agulha e linha se preciso ou apenas cobrindo estes com curativos, além de limpar e diminuir os danos. – Estou muito bem, conseguimos todos os objetivos e minhas duas preciosidades estão aqui. – Rapidamente trocava o olhar de Asken para Aya, sorrindo para a sirena durante o tratamento do negro. – Minha única preocupação é se estamos fazendo a coisa certa... – Naquele instante ela estava um pouco triste, pensar nas mortes de pessoas inocentes durante o processo do roubo não agradava nem um pouco a celestial. – Matar pessoas que não tem ligação alguma com nossos objetivos, pessoas inocentes e indefesas... Bem, eu não entendo isso direito ainda. Viver com você me fez entender que eu não sirvo para ser pirata, sou bondosa demais. – Estar tão isolada em um grupo de piratas continuava estranho para ela, aquilo estava longe de ser contra sua vontade, porém era algo bem claro de se ver ao analisar a personalidade da garota. – São coisas que eu preciso pensar, gosto de viajar com você e os outros, mas talvez um dia eu tenha que me separar exatamente por estes motivos. Espero que isso não o incomode, pois mesmo longe você ainda será meu irmão. – Finalizava com um beijo na bochecha direita do negro, dando uma breve mordida nela antes de terminar o tratamento e se afastar.

Com os tratamentos terminados, Helves daria atenção à Kryn. A conversa anterior dos dois não tinha sido muito boa, talvez um pouco direta demais por parte da garota, mas ela gostava de falar a verdade para as pessoas que iriam a uma viagem junto com ela. A confiança demoraria a surgir mesmo ao conhecer as razões do garoto ser daquela forma, independente de quem ele era ou o que aconteceu em sua vida, Helves nunca aceitaria a morte de pessoas inocentes sem um motivo justo. E foi exatamente deste ponto que ela começou a entender que estar naquele grupo era completamente estranho para ela, algo de outro mundo, um estilo de abordagem muito diferente comparado aos integrantes do grupo. "Sou uma pessoa realmente ruim por fazer tudo isso." A garota não conhecia tudo até o fundo, em todos os lugares existem a corrupção e ações que certas organizações não deveriam fazer, porém para a celestial, que sempre viveu no céu, nada disso é tão vivo em sua cabeça. No fim ela ainda acredita que está do lado errado, pois a real justiça deste mundo é o governo mundial. Independente do que for dito pelos outros, são eles que protegem e cuidam da população. – Eu consigo entender o que diz, mas é algo que não entra na minha cabeça muito bem. O governo é a justiça do mundo, eles cuidam dos civis, prendem os criminosos e tentam manter a paz enquanto os piratas estão por ai causando o caos. – O próprio roubo do banco foi algo planejado por ela, porém requisitado por Asken e isso já é uma demonstração de o que eles fazem ser considerado errado. – Roubamos um banco, possivelmente matamos pessoas inocentes e agora estamos fugindo com o dinheiro deles. Isso é errado, nunca irá mudar. Faço tudo isso por causa do meu irmão, nada mais. Ele é minha única família aqui neste mundo abaixo do céu, sem a ajuda dele eu estaria perdida, talvez morta... Se roubar e ferir os inocentes é algo que Asken está buscando, eu consigo fazer por ele, mas isso não deixa de ser errado. – Se fazer todas aquelas coisas ruins pudesse deixar Asken ao seu lado, Helves continuaria com tais ações por muito tempo, apenas sendo uma ajuda na jornada do negro. – Gostei de lutar com você, me divirto em lutas com algum significado. Como viajaremos juntos, aceitarei seu ponto de vista e estudarei mais para entender o motivo do seu ódio. Se existe um lado ruim no governo eu gostaria de conhecer ele para melhorar minha visão do mundo. – Por fim ela sorria, afastando-se do humano.

Caminhando pela embarcação, procurava pela sirena. Aya provavelmente teria dificuldades de mover-se dentro do barco e Helves estando por perto sempre ajudaria sua companheira. O braço esquerdo subia até a altura da boca da celestial, deixando com que seus dentes conseguissem encaixar no pulso, mordendo de leve enquanto caminhava até a sirena. – Está tudo bem? – Ainda mordendo o pulso a garota sentaria-se ao lado de Aya, puxando a sirena para perto com o braço direito envolvendo o corpo dela. – Finalmente conseguimos um tempo para descansar, estou cansada... Acha que consegue dormir no barco? Eu posso ficar com você se for necessário. – Da última vez, na pousada, Aya tinha ficado em uma banheira para dormir em um lugar do seu estilo. Em uma pequena escuna a celestial não sabia se existiam banheiras grandes o bastante ou era algo menor e compacto, sendo necessário que as pessoas mais familiarizadas com o mar fossem até este para descansar. – Olharei o interior para ter uma ideia melhor do que temos por aqui, o barco é pequeno, então imagino um banheiro simples. – Helves esperava que a sirena pudesse ficar tranquila sem ela por perto, seguindo assim ao interior da embarcação. Mesmo sem saber de nada, o básico era óbvio. Uma escuna possuí duas salas interiores, estes provavelmente seriam os quartos, um para os homens e o outro para as mulheres. Fora isto a jovem do céu não sabia muito bem, procurava andar pelo local até encontrar os detalhes e definir onde dormiriam.

Uma coisa era certa, Helves não deixaria Aya dormindo perto de nenhum daqueles homens. Asken era de confiança, já tinha dormido no mesmo quarto que a sirena, porém os outros ela mal conhecia e não tinha ideia do que fariam enquanto ela dormia. – Esse barco tem duas salas separadas. Como é o inicio desse grupo, vamos deixar um para os homens e o outro para as mulheres. Um dia podemos construir mais salas e aumentar a quantidade de quartos, mas por hora essa é a melhor forma de dividir. – Calmamente a celestial seguiria até Aya, sentando ao lado da sirena enquanto continuava a falar. – Se alguém criar problemas e começar a existir invasões no quarto das mulheres, vou resolver isso de maneira rápida. Cada um tem que ter sua privacidade, vocês homens talvez não se importem, mas eu me importo com a segurança das mulheres nesse barco. – Afirmou de maneira séria, observando cada um dos novos tripulantes. Helves novamente ficaria encostada perto da sirena, sorrindo à ela enquanto dava leves mordidas em seu braço esquerdo, querendo ver se ele voltava ao normal ou continuava um pouco fraco. – Ele precisa funcionar, não consigo proteger você sem ele. – A segurança de Aya estava nas mãos da celestial e sem força nas mãos ela nem mesmo carregaria sua companheira, imagine a proteger dos perigos do mundo. – Prefere ficar em qual dos quartos? – Perguntaria para a sirena, imaginando que talvez ela tivesse alguma preferência sobre eles, já que Helves não se importava com nada disso.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 10 EmptyDom 10 Jun 2018, 06:26



Sun sentia os olhos encherem de lágrimas de felicidade. Parecia que tudo estava indo por água a baixa, haviam se separado, mais marinheiros apareceram e estava cercado. Em alguns momentos achara que nunca sairiam daquela ilha, que nunca conseguiriam fugir nem que fosse apenas com suas vidas. A chegada de Asken inundara o peito ensanguetado do primata com alegria e um último fôlego de determinação. O negro estava diferente, mas sem dúvidas era ele. Impiedoso findou a vida do marinheiro com um rifle. - OE! ASKEN! CÁCÁCÁ - Hã? Tsc! AAAAAAAAAARGH - Um breve deslize e a lâmina do adversário mais uma vez afundara na carne do símio. Furioso Bruce avançou, nocauteando o marinheiro em seguida.

- CÁÁÁÁ? - Um novo disparou crusou o ar, mas o atingido fora um dos inimigos de King. Notando a situação Sun avistou Helves e Kryn. Estavam todos reunidos novamente. Um sorriso largo floresceu no rosto cansado do primata, sentiu as pernas fraquejarem e avista embaçar por um momento mas conteve-se, não poderia desistir ainda, tinham que fugir dali primeiro. Tinha que fugir e partir em novas aventuras, ir para a Grand Line, e matar Gokudera. - "Precisamos ir para o barco, Aya e o Tritão já devem estar no mar próximo a ele.." - Bruce não confiava facilmente em outros indivíduos. A vida de traições e enclausuramento durante seu período como escravo o deixaram com uma elevada parede quando o assunto é se relacionar. Porém, com aquele grupo foi diferente. As situações extremas, a ajuda quando mais precisou, as promessas..momentos fortes geram ligações fortes..era isso o que o primata sentia.

- Helves! A Aya escapou para o mar! Lá ninguém vai pegá-la CÁCÁ - cof -cof - Com a camisa ensanguentada, curvando-se de dor, a mão com o polegar levantando pingando líquido vermelho, tanto seu quanto dos oponentes, Sun dava um meio-sorriso, orgulhoso de si mesmo. Havia protegido Aya, no mar nenhuma daqueles desgraçados conseguiria pegá-la, e o tritão estava com ela então nem que ele tivesse morrido ela deveria estar salva no oceano. Kryn parecia estar fragilizado, fora muito golpeado e suas forças gastas. - Ei Kryn, tá apanhando pro soldado? CÁCÁ - coooooof- cof - Cada fala era sofrida, cada palavra seguida de um acesso de tosse com hemoptoicos, mas o símio tentava passar estar bem, apesar de impossível. - VAMOS EMBORA! - Erguendo o braço o primata cambalearia, acompanhando o grupo, utilizando o bastão como apoio. Seguiria com eles em direção ao navio, ainda tentando manter-se atento aos arredores com sua audição aguçada.

- CÁCÁCÁ KRYN! Quando sairmos dessa ilha maldita vamos beber e cantar!!!!! - O espadachim era sem dúvidas o preferido do primata. Apesar de sombrio e sanguinário, e de fazer coisas estranhas com seus oponentes, compartilhava o apreço pela música e festa do símio, Sun já o considerava um parceiro da boemia. Além disso, tinha uma namorada bonita e forte. Logo após a fala do espadachim, se aproximaria desse acelerando seu passo desengoçado. - Ei, Kryn, você poderia me ensinar a conquistar uma mulher bonita como você fez macácácácá - Cochicharia, tentando desajeitadamente ser discreto. O primata não tinha pretensão de constituir uma família no momento ou de mudar sua trajetória por uma parceira, porém nunca realmente havia vivido o desabrochar de sua juventude diante dos trágicos fatos que o acometeram cedo na vida.

Chegando no barco, subiria e por fim se lançaria ao chão do convés, exausto. Tinha a sensação de dever cumprido e uma euforia contida de finalmente estar saindo daquele lugar infernal. Olhando para o alto, ergueria o punho, sentindo o sangue quente escorrer por entre os pelos. - "Velhote, obrigado por tudo. Estou indo cácácá" - Sun sentia-se eternamente grato ao velho pescador que o abrigara nos limites da ilha. Talvez o homem não se orgulhasse do seu feito após ouvir as notícias do que o primata e seu grupo fizeram, mas ainda sim sentia-se endividado com o idoso. Se o encontrasse novamente, retribuíria a ajuda de coração aberto. Após seu momento pessoal, Bruce reuniria o resto de sua energia, colocaria as mãos na lateral da boca e gritaria com todo o ar dos pulmões. - AAAAAAAAYYYYAAAAA PODE VIRRRRR!!!!! - Talvez não saísse tão alto quanto gostaria, mas se esforçaria. - Vamos embora! - Falou para si, de sorriso no rosto, corpo largado no chão, feliz.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 10 EmptyDom 10 Jun 2018, 18:07

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Post: 20 - Fala ’Pensamento’
Under an Ancient Dragon!

O negro conseguiu surpreender os marinheiros que estavam atacando o mink, sendo que não saiu impune e acabou sendo alvejado no ombro pelo marinheiro como se fosse seu último suspiro de força. Após esse momento de confusão e briga, o grupo enfim se reunia para começar a viagem, embarcaram no navio, notava que todos em seu grupo estavam bem desgastados com bastante ferimentos. ’Vamos ver… Melhor se sacrificar um pouco por eles também, vamos suportar as feridas e esperar a minha pequena cuidar de todos.’ O negro subiu no barco e notou que sua pequena irmão oferecia ajuda aos feridos e naquele instante na qual ela se preparava no convés, de uma forma atenciosa o espadachim fazia uma rápida vasculhada pelo interior do navio, caso fosse pego de surpresa por uma armadilha a primeiro instante tentava esquivar e se não fosse possível bloquear da melhor forma possível qualquer forma de dano que pudesse ser evitado. Caso não houvesse nenhum tipo de surpresa desagradável nos interiores do navio, seguidamente assumiu o timão para começar a velejar com o navio em direção a profecia de um deus.

Começando a viagem, observando todos os necessitados serem ajudado por sua irmã. - Aya! Com um tom de voz neutro e calmo, de forma alta chamou a sirena e com sua mão esquerda fazia um sinal balançando seus dedos como se estivesse a chamando para vir até ele. No momento em que a sirena se aproximar. O deus iria observá-la por um breve período de tempo, checando suas expressões e o seu estado físico. - Você está bem? Seu tom demonstrava um sentimento de carinho e preocupação, era doce e singelo. - Não se preocupe, nada me deixa mal. Caso a Aya perguntar se o negro está bem, usaria uma resposta com um sorriso semi-aberto com uma expressão de confiança foi a sua resposta.  - Acha que errei contigo de alguma forma? Sua pergunta para a sirena era de forma neutra puxando um pouco de assunto enquanto Helves cuidava dos ferimentos de todos. Quando o Asken notar que a sua irmã havia terminado de cuidar de todos os feridos do bando,. - Helves vou precisa de ajuda com meus ferimentos. Poderia vir aqui me ajudar, por favor? Seu tom era alto para que a celestial pudesse ouvir com clareza, em seguida aguardava a aproximação de sua irmã imaginando que seu pedido seria atendido.

Quando o processo de ferimentos começar a ser tratado pela celestial de forma singela e doce o deus perguntava. - Você está bem Helves? Esperando a resposta de sua irmã, observando um pouco suas expressões corporais e faciais. - Preocupada com algo que fiz ou com alguém? O deus fazia uma pergunta mais séria desta vez, diante daqueles que possuem sua confiança no momento que é Helves e Aya. Escutava com atenção as possíveis preocupações da celestial, após as feridas de Asken ser cuidado, Helves tomava a dianteira para avisar sobre as distribuição dos quartos. - Sobre os quartos, vocês vão escutar as ordens da minha irmã. Entenderam? Em um tom firme e sério demonstrando um valor de ordem, dava voz de comando para a celestial e deixando claro que não queria ninguém desrespeitando a decisão dela. Após todos os cuidados e decisões sobre os quartos, Asken notava a aproximação de Kyrn puxando assuntos sobre a divindade do negro. - Não posso dizer minha profecia, se pudesse não seria uma profecia hahaha. Após as falas de Kyrn, dizia em um tom um pouco mais descontraído o negro pois o mesmo demonstrava fidelidade ao homem. - Alguns dizem que dragões são demônios, eu digo que sou um deus e sou um dragão indomável. O negro expressava um sorriso, dizendo sobre as preocupações diabólicas daquele humano. Sendo que em tom de voz não demonstrava uma seriedade completa sobre sua falácia, aparentava estar dizendo que diabo é apenas aquilo que ele acredita que seja. - Já que estamos no mar, preparem as bebidas e comida. HORA DE FESTEJAR! Asken bradava com uma entonação firme e orgulhosa, pois bem o negro gostava de festejar também.        




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