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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 6 EmptyQui 29 Mar 2018, 13:50

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas e civis Asken Kanogan, Helves, Kryn Nerelin e Bruce Chaos Sun. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 6 EmptyDom 06 Maio 2018, 18:39



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"Você... está aprendendo rápido Bruce. Incendiar isso tudo aqui parece maneiro fazer desse local um inferno. Um bom pensamento... já vi que vamos nos dar muito bem." Pensaria referente ao que o Mink falava e de fato uma das primeiras coisas que passaria pela minha cabeça era. " Precisamos sair daqui e logo!!!" Chamaria Elisabeth para me acompanhar e seguiria o macaco, como se tivesse fazendo uma segurança para o mesmo. Caso acontecesse alguma coisa ou o mesmo observasse algo que o deixasse triste ou muito irritado, tentaria entender sua dor. Eu estava amando a sentir a dor dos outros, mais algo em mim doía ao ver aquele rapaz peludo socando o vidro, então olharia para Elisabeth e diria com uma voz calma e tranquila. " - Nós iremos ajudá-lo ... Esses malditos ... Derrubaremos todos eles, matarei todos que cruzarem meu caminho, todos que machucaram seu povo, não vai sobrar nenhum." Caso alguém consiga usar o cientista para soltar os animais que estavam usando os tritões e mink ali presente então tentaria falar com meu parceiro de pacto. " - Iremos soltar ele Bruce-san !!! Quebrar esse vidro pode ser pior ... só em ultimo caso, porém eu prometo para você ... Eu juro para você ... Salvaremos o seu povo." Diria com toda sinceridade excessiva, vindo de dentro do meu coração.

" - Asken !!! É um prazer sou Kryn Nerelin." Deixaria a garota se apresentar, porém caso ela não falasse uma palavra então diria." - Ela é minha companheira Elizabeth De Dammartin, ex-baronesa" Apontaria para a garota de cabelo rosa, com um pequeno sorriso no rosto. Estaria sempre calmo e usando a sutileza da minha voz encantadora, apesar da boa aparência não esperaria que achasse que sou uma pessoa boa. Sim, depois de todo esse sangue rolando por ai, adorava conhecer pessoas por um breve momento me sentia feliz, sem mudar muito minha expressão facial, porem logo lembrava do que tinha que ser feito ali que era resgatar aquelas criaturas. " Terminamos essa conversa outra hora, meu camarada."

Nunca tinha visto aquilo que estava descrito como tritão e sirena, então Kryn pensaria o quanto era estranho aquelas criaturas que estavam sendo usadas como testes. " Nunca tinha visto peixes desse tamanho? De onde será que eles veem." Então tentaria ver se o tritão estava bem, já que aparentemente Bruce cuidaria do seu amigo mink então me aproximaria do tritão caso ele acorde e falaria: " - Você está bem? Precisa de algo, fique calmo iremos tirar todos daqui esses imundos ... ainda pagaram muito caro pelo que fizeram com vocês." Se eles se mostrassem bem me sentiria feliz, ofereceria seu ombro amigo para qualquer um deles e se ainda fosse preciso pediria ajuda para Elisabeth. " - Pode me ajudar aqui vamos tirar ele daqui." Logo após isso, observaria se alguém sabia onde era a saída e tentaria segui-los carregando o tritão, se eu conseguisse carrega-lo sozinho, então falaria para Beth. " - Faça nossa guarda, estou contando com você." " O Homem é a pior espécie que já foi criada. Capaz de fazer qualquer coisa por poder."

Caso o tritão desconfiasse de Kryn, tentaria acalma-lo e ajudá-lo do jeito que poder. "- É tranquilo, sei que não passou por coisas fáceis ... aquelas pess ... pessoas deve ter te machucado - Ele nunca havia sequer sido sequestrado, porem lembrava do que Elisabeth passou em micqueot. A bem da verdade, ele nem sabe o tanto que aquilo doía. Quantas coisas ruins podem ter acontecido ou tipo de coisas ruins. Será que todas as criaturas que ele matou para fazer experimentos, tiveram uma chance? Então Kryn voltaria a falar com o tritão " - Bem.. Digo. Não.. Eu só os matei por diversão, prazer, satisfação, talvez porque eu seja um tirano sanguinário. Mas quero que você saiba que eu faria tudo de novo. por vocês '' Não sabia se deveria dizer aquilo, porém eu não conseguia mentir meu sentimento era de muito ódio, só de pensar que cientista podem trabalhar para o Governo e eu cresci na miséria por culpa deles, levaram meus pais então continuaria falando. " - Sabe porquê? Faria o mesmo por vocês? Por que eu quero que eles sintam o mesmo que fizeram com vocês, que eles saibam como é a perda, como é a dor ..." Com isso tentaria ganhar a confiança do tritão para conseguirmos sair daquele local juntos.

Mas caso o cientista se recusa a soltar os três então eu tentaria quebrar o vidro, pegaria alguma coisa próximo e começaria a bater contra o mesmo, enquanto falaria. " - Cuidado ae, vamos tirar vocês daí." Pediria ajudar para Elizabeth. " - Vamos quebrar isso, ou sabe como abrir isso?" Daria chute ou socos se fosse possível, não se importaria se iria machucar minha mão ou pé, só queria tirar aquelas criaturas dali. " Desgraçado ... Aposto que isso deve ser obra do governo mundial." Ficaria esperto para caso aparecer algum soldado da marinha e esquivar de possíveis golpes, usando minha acrobacia, para os lados e me escondendo se fosse preciso, analisaria com muita calma a quantidade de inimigos.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 6 EmptyDom 06 Maio 2018, 22:35



Narração

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Fuga!

O aparecimento de Bruce era o fato menos importante que o agora grande grupo veria. Após apresentar-se e, não propositalmente, ser ignorado quase que totalmente, o grupo desceu até o subterrâneo. AO chegarem lá, as reações foram diferentes para cada um. Asken era o primeiro. Ao descer e ver a horripilante realidade da ciência, o negro não se surpreendia, pelo contrário, já imaginava coisas assim de meros humanos.

— Deveria ficar surpreso. Humanos... — comentou o negro.

Helves por sua vez, ao se deparar com sua amiga ali, aparentemente viva, ficava aliviada. Explorando o local e vendo as anotações, a garota começava a entender o que acontecia ali. Sacando sua arma, a garota focava suas atenções para o cientista que não se orgulhava de nada daquilo.

— Você vai soltar todos eles. E também vai nos dizer onde seu amigo está escondido! — falou ela.

— Meu amigo? Que amigo? — questionou o homem.

Bruce, que havia chegado por último, estava em choque. Se aproximando do vidro em que as criaturas estavam, principalmente o macaco, não aparentava acreditar. Socando o vidro lentamente e aumentando a força e a sequência, a criatura tentou libertar toda sua ira, assim como seu amigo de raça.

— Precisamos tirá-lo daqui também. Preciso saber o que aconteceu. Você aí, seu merda, abra os vidros agora! — bradou ansioso.

Sem esperar pela ação do homem, o macaco pegou o martelo em cima da bancada e começou a bater no vidro, até ser parado por Asken, que tentou controlar a angústia da criatura, como um real Deus. Segurando seus braços, o negro realmente tentava acalmar Bruce, que parava seus golpes.

— Calma, destruir um vidro assim pode piora a situação de seu amigo e pode deixá-lo mais ferido. Iremos achar um modo de abrir esse recipiente, confie na anja! — afirmou sério.

Kryn tentava entender tudo que acontecia ali, principalmente da dor de seu recém-conseguido aliado. Se aproximando de Elisabeth, o espadachim afirmou seu desejo em ajudar o macaco e punir todos os responsáveis por tais atitudes.

— Nós iremos ajudá-lo. Esses malditos! Derrubaremos todos eles, matarei todos que cruzarem meu caminho, todos que machucaram seu povo, não vai sobrar nenhum! — afirmou Kryn.

— Com certeza iremos... — falou Lisa, vendo tudo séria.

— Iremos soltar ele Bruce-san! Quebrar esse vidro pode ser pior. Só em último caso, porém eu prometo para você, eu juro para você! Salvaremos o seu povo! — afirmou o espadachim perante seu aliado.

— Me chamo Asken! — apresentou-se.

— Asken! É um prazer sou Kryn Nerelin. Ela é minha companheira Elizabeth De Dammartin, ex-baronesa! — falou o espadachim.

Enquanto interrogava o cientista, que estava debilitado, Helves conseguiu descobrir como abria. Sendo encaminhada pelo cientista até o closet o qual estava trancado, mas com a ira de Helves logo se abria, a garota encontrou apenas algumas coisas aleatórias, mas o local dito pelo homem era um jaleco, o último da direita, no bolso inferior, um controle com três botões. Primeiro tinha de se ativar o azul, depois apertara o vermelho.

— Solte aqueles três, sei que você sabe como fazer isso! — optou Helves.

O homem, apertando o botão azul e posteriormente o verde, algum mecanismo se iniciava e logo a água no interior do recipiente gigante se esvairia, até não restar quase nada. Abrindo, tanto o tritão, quanto o mink e Aya caíram no piso, desacordados. Partindo rapidamente para onde estava Aya. Estranhando que a sirena ainda estivesse desacordada, a garota questionou o cientista que, limpando o sangue de seu pescoço, informou que logo ela despertaria. Não demorou muito para que o macaco que estava sendo seguro por Bruce acordasse, assim como o tritão e a sirena, que zonzos, se situavam ali. O primeiro, acordou assustado, mas lentamente foi acalmado por Bruce.

— Ei, ei, calma, calma. Você está livre, viemos aqui para salvá-lo. Eu sou Bruce, de Chaos Island, quem é você? O que aconteceu? Consegue andar? — questionou.

Com a respiração ofegante e o coração acelerado, o macaco recém-libertado ainda digeria toda a informação, mas ver alguém parecido com ele o acalmava. O tritão, por sua vez, ao despertar e ver Kryn, logo se assustou de maneira instantânea.

— Você está bem? Precisa de algo, fique calmo iremos tirar todos daqui esses imundos! Ainda pagaram muito caro pelo que fizeram com vocês! — afirmou com seriedade no olhar.

O tritão tentava emitir descargas, mas o máximo que podia fazer ainda era dar uma leve dormência em Kryn. Seu potencial todo havia se esgotado após os testes. Respirando mais normalmente, o ser do mar tentava se erguer, mas era difícil.

— Pode me ajudar aqui vamos tirar ele daqui? — questionou Lisa.

— Sim, mas se ele me der um choque, eu o derrubo! — afirmou ela.

Vendo que Aya estava despertando, Helves não perdeu tempo e lhe deu uma bronca inicial, o que fez a criatura sorrir levemente.

— Nunca mais me obrigue a te deixar para trás! — afirmou ela.

— Desculpa... — falou Aya.

— Precisamos sair daqui. Com certeza tem reforços chegando e outro cientista está sumido. Você! Abra a porta fechada!! Aquele merda deve estar ali dentro, eu vou acabar com ele!! Essa aberta deve ser uma saída! — alertou Bruce.

Concordando com o que haviam combinado, Asken se aproximava do cientista a fim de procurar a saída. Com um tom severo e pouco audível, o espadachim conseguiu intimidar mais ainda o homem, que acenou positivamente, antes de salivar mais que o normal.

— Vou te dar uma dica, se quiser continuar vivo é melhor me tirar daqui. Ainda tenho um acordo para te libertar, sendo que antes me diga qual é a saída? — falou o negro.

— Nos tire daqui! Você sabe o caminho e também sabe como evitar os marinheiros! — acrescentou Helves.

Colocando Aya nos ombros, Helves foi até a bancada e pegou para si um cassetete de metal. Prontos, Bruce foi na frente, abrindo a outra porta. Em seguida, vieram Asken segurando o cientista, o macaco liberto, Kryn, o tritão e Lisa e um pouco mais a frente, Helves e Aya. Abrindo o caminho, o macaco lutador das ruas seguiu na frente, e no fim, ele encontrou uma porta. Antes mesmo que subisse, o mesmo foi surpreendido pelo seu aliado salvo, que pegou em seu ombro e, erguendo Bruce, o colocou de lado. Sinalizando para que o mesmo ouvisse, o gorila mais precisamente indicava que tinha alguma movimentação no lado superior, mas que não viria até aqui.

Ao abrirem a porta, que tinha dois botões, vermelho e verde, o gorila e o macaco avistaram uma rua vazia, era pequena, era os fundos de algum local desconhecido. Caso fossem a frente, encontrariam uma grade que ao ser pulada, iria até o ponto onde Aya sumiu. Ao longe, dava pra ver o caminho que seguiram, pois lá estava o laboratório de onde haviam fugido. A esquerda, havia mais uma grade, porém dali eles podiam ver o Bando Mundial, mais precisamente os fundos do banco, que havia uma porta de metal espesso, difícil de abrir para pessoas normais, até por armas básicas. Seguindo a direita, o grupo chegaria novamente a “central” da ilha, onde havia uma espécie de fonte e algumas placas, lojas variadas e tabernas, além de possuir a visão do Bando Mundial.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 6 EmptySeg 07 Maio 2018, 18:07



Love is more Punk than Punk


“–Ai, Ai, Calma aí parceiro estou do seu lado, não precisa me dar choque.” Se Kryn conseguisse carrega-lo sozinho então rapidamente olharia para Elisabeth e então falaria de uma maneira um pouco séria. “– Se afaste, deixe comigo, senão você pode se machucar e eu não deixarei isso acontecer.” Se o homem-peixe estava com raiva ou medo e queria descontar isso em alguém, Kryn estaria a disposição ali para isso. “Seja lá que diabos você é, porém se quer eletrocutar alguém, tudo bem-estou aqui. Ganharei seu respeito e sua confiança.” Tentaria resistir ao máximo que meu corpo aguentaria, enquanto ele me daria choque. “– Aiiii, tudo bem!!! Eu aguento, não me importo, vou tira-lo daqui com vida.” Continuaria seguindo pelo caminho que o pessoal iria abrindo, estava louquinho para sair daquele local, enquanto seguiria aquelas pessoas e os Minks macacos, meus olhos por um breve momento sentia-se confortável e todo aquele desejo de matança sumia um pouco, lembraria um pouco da minha infância com meus pais, só que toda vez que eu me lembrava disso o fim era o mesmo. Meus pais sendo levado pelo Governo Mundial, minha queria mãe me escondendo, então Nerellin olharia para Elisabeth e na sequência para seu companheiro Bruce e pensaria. “Nunca mais, vou deixar tirarem algo de mim, será eu quem vou arrancar algo deles”

Se assim que o macaco e o gorila abrirem a porta, Kryn pudesse enxergar a luz, então o espadachim colocaria um raro sorriso no rosto, dentro de seu corpo passaria uma tremenda felicidade de que toda essa matança valeu a pena. “Nunca imaginei que um tirano, um diabo como eu enxergaria a luz ... obrigado pessoal, muito obrigado por esse momento.” O pirata continuaria seguindo até conseguir sair, cansado e um pouco exausto, mas feliz, sim, sentia em sua mente o tormento que causou. A argônio daqueles que ele matou, mesmo sabendo que um dia irá sentir a dor da culpa eterna. “– Ei Elisabeth, enfim conseguimos, espero que todos estejam bem. Como se sente? Estou um pouco cansado não paramos um minuto.” Diria o jovem para sua parceira, ela fez um ótimo trabalho até agora e me sentia bem orgulhoso em tê-la ao meu lado. “– Mandou muito bem.” Diria para a garota, não mudaria minha expressão, estaria bem calmo e falaria a um tom simples, porém sem perder o encanto da sua voz encantadora. Bom o que fazer agora? Era o que Kryn se questionaria em sua mente. “Será que essas criaturas precisam de um médico, onde levá-las, pra onde devemos ir. Preciso analisar a situação calmamente ... Sem contar que preciso de uma espada.”

Podia observar várias lojas, o Banco da cidade, só que não via nenhum hospital então falaria com todos ali presente. “– Será que eles precisam de algum cuidado médico?” Mantendo uma postura calma e fria. “– Acho que não podemos leva-los a um hospital eles já sofreram muito em mãos humanas.” Na sequência completaria dizendo ou caso alguém me questione, ou aquelas criaturas falassem que estavam bem, que não era necessário, as palavras que saem de minha boca seria. “- Não me entenda mal, não conheço nada ligado a medicina ou a ferimentos, meu pai era um ferreiro e minha mãe uma artista.” De fato, o Pirata não sabia nada sobre a área médica, estudava para seguir o caminho de seus pais, talvez em sua mente se via com um bom ferreiro num futuro não muito distante, sim, sem perder a elegância que herdou de sua mãe, além dos movimentos talentosos e acrobáticos. Única coisa que o mesmo estava aprendendo não era sobre ferimentos e sim ferir seus oponentes.

Um dos meus principais objetivos agora no momento era conseguir comprar espada, sentia muita falta de uma, mas o rapaz não se arrependia, pois, empalar aquele marinheiro foi algo extremamente divertido. Claro que doloroso também, mas a realidade era essa cruel o casal estava ali e não sabia como seguir a diante ouviu  falar sobre Ilusia uma nova ilha parecia uma proposta interessante, já que ambos têm o desejo de ir conhecendo o mundo por aí. Se alguém desse uma sugestão para levar os feridos, como não tendo nada em mente melhor seguiria, então diria. “– Pode contar comigo.” Então tentaria carregar o tritão com muito cuidado até o local, seguindo a pessoa a qual deu a ideia. Sempre analisando bem o caminho a qual eu seguiria, mas caso o homem-peixe possa andar então falaria com o mesmo. “– Hey!!! Superchock, consegue mesmo andar? Cuidado para não forçar muito. Irei fazendo sua escolta.” “Que coisa difícil de se lidar, bom manterei meus olhos nele por hora.” Aparentemente os outros dois encontraram o que queria, mas qual caminho seguiria, em minha mente se questionava, pois acreditava cegamente no destino e tinha certeza que o destino não faria nossos caminhos se cruzarem por acaso, assim como fez com Bruce-san. “Destino seja lá o que esteja preparando espero que me divirta e muito.”

Se o pessoal ali agradecer o Pirata por dentro ficaria um pouco sem jeito, talvez se sentia estranho já que não era acostumado a isso assim ele diria: “– Ha, não tem por onde... Sou um forte crente do destino, talvez tenha sido ele.” Manteria a calma acima de qualquer coisa e completaria falando um pouco de mim, Kryn queria ser honesto com aquelas pessoas. “- Sei que não há tanta razão assim para confiar em mim, sou um assassino de marinheiros, agentes, civis, alguns me chamaram de diabo outros de lunático.” Uma pequena pausa, então respiraria um pouco e pensaria, estava matando por prazer, diversão, satisfação e por que eu era assim, mas se a marinha estava ligada com esse experimento não foi ruim assim, então voltaria a falar, com toda minha sinceridade, mais é obvio eu não conseguia mentir, até queria, só que não as palavras que saiam da minha boca era. “– Só que não sou louco, eu sei exatamente o que eu fiz, estando em pleno juízo mental e no fundo vocês viram o que a marinha apoia ... Eles mereceram, cada um deles que eu cortei, retalhei, furei, empalei ou até mesmo soquei e espero do fundo do meu coração que eles sintam muito mais dor do que aqueles que não puderam ... talvez .... sair com vida hoje.”

No caso de rolar uma apresentação, sendo uma conversa formal então o Pirata de uma maneira alegre, sem demonstrar isso no seu rosto diria. “ – É um prazer, sou Kryn Nerellin, eu vim do North Blue Micqueot. Digamos que eu sai de lá meio que com uns problemas, roubei uma loja de joias, lutei contra um ex-sargento, marinha e os nobres daquela terra para ajudar essa mulher.” Apontaria para Elisabeth, esperaria que ela falasse seu nome e sua raiva contra os nobres do mundo então completaria. “ – Sei o que vocês passaram, quando ela foi atingida nos dois joelhos eu fiz de tudo para vingar e dar um jeito de ajudá-la me envolvendo com pessoas estranhas hahahaha eu venderia facilmente minha alma por um aliado. Então eu a convidei para conhecer o mundo por aí.” Faria uma pausa enquanto pensaria e lembraria ao mesmo tempo. “ Parece que faz muito pouco tempo e olha o tanto de coisa que já passou .... Naquele dia eu não escolhi nada .... acho que fui escolhido pelo diabo ... em troca ela está aqui de pé.” A verdade que o Pirata além de conhecer o mundo não tinha nenhum objetivo em mente, talvez apenas um espírito .... o da vingança.

Mas se alguém tivesse algum plano ali, para atacar alguma construção da marinha ou até o mais louco dos planos de roubar algo isso faria o pirata pensar junto a sua parceira. “– Bom Elisabeth, vejamos não parece uma má ideia, pense comigo, matamos de graça marinheiros aquele maldito velho fez um truque que nem o grande Houdini seria capaz e sumiu com a grana do evento. Vai ser um banho de sangue e ainda ganhar uns trocados me parece uma ótima ideia.” Faria uma pausa e aguardaria a resposta da linda mulher e conhecendo bem a minha companheira, acredito que seria positiva, mesmo assim ouviria sua opinião e na sequência diria. “- Só que não posso fazer isso sem espada, preciso passar na loja de armas.” O sanguinário lembraria que quando estava lutando com o mink macaco o mesmo não usou todo seu potencial, sim, pois o mesmo disse que precisaria de um bastão então voltaria a falar. “– Bruce-san, lembro que me disse que precisava de um bastão, ou seja, também precisa se preparar para isso.” Diria a criatura peluda e não sabia se Asken e a garota de cabelos verdes também estavam totalmente preparados, então calmamente ouviria os dois.

Caso eles preparem algo também para essa ação ou crime então eu Kryn olharia e falaria. “– De fato isso vai ser importante, bom então vamos nos preparar e nos encontrar no banco?” Se a resposta fosse positiva o Pirata faria um sinal de ok, olharia para o Mink então perguntaria: “- Possui alguns trocados para comprar seu bastão? Qualquer coisa venha comigo, não tenho muito, mas acho que o suficiente.” Assim o rapaz de cabelos negros seguiria rumo a loja, também chamando sua companheira. “– Vamos Elisabeth.” Deixaria por livre escolha de Bruce seguir ou não, meus passos agora seriam calmos e tranquilos, sempre tentando analisar as coisas em minha volta e entraria dentro da loja de armas na maior cara de pau, como se eu não tivesse feito nada de errado e calmamente olharia para o vendedor e então com minha voz encantadora, utilizando um pouco da minha boa aparência perguntaria: “ – Olá, gostaria de comprar duas espadas, posso dar uma olhada?” Se o Mink tivesse junto completaria. “– Nos bastões também, para meu amigo aqui.” Elisabeth já possuía arma, porém se ela pedisse, não hesitaria.  Olharia as espadas, compraria duas que me agradavam, sendo uma de estilo Dadao e a outra scimitar, pegaria meu dinheiro e perguntaria quanto ficava tudo, caso o Mink compre seu bastão também eu tendo dinheiro suficiente então pagaria. “– Aqui está muito obrigado.” “Agora sim estou pronto para o combate.”


Dadao Simples:
 

Scimitar Simples:
 

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Última edição por Punk em Qua 09 Maio 2018, 16:57, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 6 EmptySeg 07 Maio 2018, 22:15

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Post: 11 - Fala ’Pensamento’
Under an Ancient Dragon!

Os prisioneiros, o refém e o grupo de invasores estavam tendo suas interações, sendo que o Deus ainda se preocupava com seu planejamento inicial. ’Esse cientista… Será que eu o levo como refém. Seria interessante.’ A situação até a saída daquele local do grupo com a ajuda do cientista foi executada de uma maneira extremamente tranquila sem nenhuma complicação. No momento em que Asken se encontrava naquela viela conseguia ver o banco. ’Ali é onde a maldição acontece. Entretanto, não estamos em situação em colocar isso em prática agora.’ O negro pensava ao ver parte daquela estrutura adorada pelos humanos. - Bruce, Elisabeth e Kyrn. Obrigado pela ajuda, lá atrás mesmo sem saberem ao certo do que se tratava… O negro em um tom neutro porém expressando uma confiante em suas expressões, tomava a frente e falava primeiro no momento em que o grupo se encontrava na viela.

Após uma breve pausa caminhava até Aya que estava sendo carregada por Helves, forçando um pouco seu braço esquerdo o homem tentava segurar por um breve momento o cientista que carregava. Com sua mão direita colocava no rosto da sirena. - Desculpe, por ter permitido você passar por isso, por ter permitido você se preocupar comigo, por ter permitido você ser capturada embaixo do meu nariz. Foi minha culpa, tentarei ser mais cuidadoso e não deixarei que meus olhos se percam novamente de você. A voz doce e carinhoso do deus tentava confortar o coração e os medos daquela sirena, seguidamente voltava a segurar o cientista utilizando devidamente os dois braços. - Bem vocês me ajudaram a libertar um dos meus pequenos feixes de esperança, chamada Aya. Sei que não sou o melhor para demonstrar preocupações, sendo que realmente sinto um enorme carinho por ela. Em um tom neutro voltava dava leve passos para ficar de frente a todo aquele grupo. ’Destino?... Hahaha eu que faço o destino criança.’ As palavras de Kyrn após o agradecimento do deus, faziam com que o mesmo sentisse um pouco de confiança naquele humano, passando a vê-lo com um humano interessante. - Bem, acho que no mínimo vocês merecem saber sobre minhas pretensões. Sendo que antes, tenho um assunto inacabado. Dava uma pausa e cautelosamente colocava o cientista sentado em frente ao grupo e se agachava para ficar na altura do olhar do mesmo, neste momento rolava uma apresentação em paralelo de Helves com o resto do grupo. - Saiba você deverá ser sincero, não adianta mentir para mim, pois eu te garanto que todos aqui estão querendo te matar agora. Com um amplo sorriso e em um tom firme proferia o deus. - Eu preciso de uma planta de uma escotilha no fundo de um barco, para que no fundo do meu barco tenha uma espécie de uma piscina grande com acesso ao mar. Então você saberia fazer essa planta? Os olhos do espadachim ficava fixada nos olhos do cientista, sua expressão visava intimidar para que o mesmo não venha a conseguir pensar em uma mentira.

Caso o cientista dizer que pode fazer o pedido do espadachim, com sua mão esquerda o mesmo colocaria sobre o ombro daquele cientista dando um sorriso fechado apenas com a expressão labial. - Obrigado. Seguidamente dava um soco com sua mão direita mirando o queixo do cientista com o desejo de causar um desmaio momentâneo daquele homem e seguidamente confirmando que o homem estivesse inconsciente voltaria a pegar o homem com seus dois braços para carregá-lo. Caso o homem não souber atender o pedido de Asken, o mesmo avaliaria a índole de sinceridade daquele cientista e se realmente o espadachim conseguisse sentir que o homem não estava tentando omitir uma informação, dizendo que realmente não conseguiria fazer aquele pedido. - A palavra de um deus vale ouro. O tom do deus era algo neutro entretanto demonstrava uma credibilidade sobre as palavras do cientista e em seguida visava aplicar um soco no queixo do homem visando o desmaiá-lo e o deixaria no local. Caso Asken pudesse notar que o cientista estava tentando fugir de qualquer forma, seja mentindo ou ganhando tempo com história longa, rapidamente desembainhava a espada e aplicava uma estocada no peito daquele cientista.

Após o desenrolar do acordo com o cientista, confirmando que o mesmo estava realmente desmaiado ou morto. Asken se levantava e virava seu olhar novamente para o grupo presente. - Irei roubar aquele banco, meu objetivo é deixar todos os humanos sem luxos, sem dinheiro e na completa miséria e quem sabe assim eles possam sofrer o suficiente para se matarem. O tom de voz do deus és firme sendo que em seu sorriso e em suas expressões transmitia uma confiança e orgulho sem igual, após essa breve pausa em suas falácias. - Bem seria burrice roubar um banco, sem um barco para executar uma fuga. Então se quiserem me acompanhar seja bem vindo. Novamente o deus fazia uma pausa e olhava para a rua, em seguida dava um sorriso confiante. - A ideia é começar uma preparação, eu irei conseguir deixar o barco preparado e aqueles que quiserem se juntar a mim. Me encontrem no estaleiro e aqueles que não quiserem participar, fujam pra bem longe. Dessa vez seu tom de voz era mais e ao final deixava um olhar mais intimidador. Nesse ponto o deus esperava pela reação de todos e caso todo mundo fique quieto. - Alguma dúvida? Dizia o deus de uma forma despretensiosa. Kyrn perguntou se era melhor se encontrar no banco. - Se ficar muito difícil para encontrar o estaleiro, nós encontrem ali na parte central é bom que temos o conhecimento de uma entrada diferente da principal do banco. Dizia o deus em um tom de pensativo e apontava para a viela que dava em direção ao centro da cidade, onde possuía uma fonte com placas.

Caso todos estivessem de acordo com o plano do deus. - Bem é isso, eu cuido do barco. Podem se preparar e me encontrem no barco para mais detalhes. O deus dizia de forma firme, expressando confiança em seu plano. Buscava um modo de cobrir o cientista seja com uma roupa, bolsa ou qualquer tipo de objeto que pode fazer o mesmo carregá-lo de forma coberta para não chamar muita atenção. Rapidamente procuraria um estaleiro para negociar a compra de seu barco, seguindo direção para o centro da cidade e depois para o litoral pois imaginaria que um estaleiro fique próximo ao porto da ilha. - Gostaria de um navio, que já esteja pronto para velejar e abastecido com suprimentos. Asken dizia em um tom neutro e simplório, visando manter a descrição querendo transmitir uma imagem mais justa. No momento em que forem apresentados os navios disponíveis, o negro escolheria aquele que estivesse em seu orçamento. - Desejo o escuna é o suficiente. Caso o navio não estivesse completamente pronto, o espadachim visando demonstrar uma forma de confiança sobre sua posse de dinheiro faria uma proposta. - Eu gostaria de um Escuna o mais rápido possível. Pago a metade do valor adiantado se precisar. Com um sorriso e em um tom de confiança proferiu Asken. ’Vou pegar esse valor de volta mesmo, seu mortal.’ Caso em algum momento fosse perguntado o que o espadachim estava carregando consigo. - É o irmão da minha amiga, parece que ele tem um problema de desmaio e eu sei lá, não sou da área médica… Ela disse que está vindo pegar os remédios dele, pois ele quer viajar conosco… Dava uma pausa e olhava para o homem, visando tentando fazer uma expressão de algo para que o mesmo guarde segredo. - Acho que a saúde dele não está nas melhores e o sonho dele é velejar algo dia pela mar. Resolvi ajudar antes de seu recomeço de vida lá em cima entende. Sendo que não se preocupe estarei cuidando bem dele o melhor que conseguir. Iria buscar um lugar para sentar, deixando o cientista bem confortável enquanto aguardava a preparação completa do navio.




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Última edição por ADM.Kiodo em Qua 09 Maio 2018, 18:37, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 6 EmptyTer 08 Maio 2018, 20:59



Bruce saia daquele corredor em direção a viela a céu aberto. Ele erguia os braços, sorriso largo no rosto e gritava. - YAAAAAAAAAAA !!! SAI DESSA MERDA !!! PENSEI QUE IA MORRER !!! - O ar fresco provavelmente havia afetado a mente do macaco. Ele estava aliviado e feliz, os últimos momentos confinado em uma instituição cheia de marinheiros e com um batalhão se aproximando da porta o haviam colocado no limite do auto-controle. A possibilidade de ser novamente preso e enjaulado o amedrontava a cada instante enquanto esteve naquele prédio, e após ter visto o que estavam fazendo com outros seres, o medo se enraizou muito mais profundamente. Porém, agora já eram águas passadas, estavam livres, pelo menos por enquanto.

Sun olharia para o Gorila e com uma mão na cintura e outra apoiada no cabo de vassoura falaria de maneira despreocupada. - Ei, como é seu nome? Você tá bem mesmo? Consegue andar? Você pode ficar com a gente, eu e o Kryn ali vamos reconquistar minha terra natal para todos os macacos poderem viver novamente MACÁCÁCÁ - O primata buscava conhecer mais sobre aquele outro mink, e continuaria com indagação sobre o lugar de origem e se o Gorila sabia lutar, caso este se mostrasse aberto a um prolongamento da conversação.

A medida que os outros saiam pela porta Bruce se tornaria mais comedido, afinal ainda eram praticamente desconhecidos. Entretanto, Asken havia chamado a atenção do macaco. O ar ao redor daquele humano era diferente, ele se portava de maneira única e agia de maneira superior mas empático, se comunicando com os outros do grupo. Sun estava desesperado martelando o vidro e foi acalmado pelo negro, que com poucas palavras foi capaz de sossegar momentaneamente a aflição de Chaos.

O símio corava enquanto ouvia as desculpas e agradecimentos de Helves. Desde a primeira vez que vira a garota ele a achara de uma beleza ímpar, diferente das outras fêmeas que encontrara, seu rosto e suas palavras eram dóceis e repleto de ternura. Mas agora o macaco também sabia que ao ser irritada podia se transformar em alguém decidida e impiedosa, o que despertou respeito, além da admiração pela garota. - Não precisa se preocupar MACÁCÁCÁ..Hã? Veio do céu? Você é algum tipo de pássaro?

Bruce ouviria atentamente o que cada um dos outros tivesse a dizer e responderia assim que tivesse a oportunidade. - Asken. Eu não me importo com os humanos, na verdade até agora odeio a maioria que conheci. Eu tenho um objetivo e preciso de aliados. Eu o ajudarei nesse roubo e também nas próximas empreitadas, desde que quando chegar a hora você me ajude a derrubar Gokudera, o ursupador da minha ilha, e reencontrar o meu povo e devolvê-lo a sua terra de direito. Se você prometer me ajudar, eu o apoiarei com minha vida. - Sun confiava naquele humano, um humano que odiava todos os outros, chegava a ser cômico, porém o negro transbordava tanta seriedade que era impossível fazer chacota com suas ambições. O macaco precisava de mais companheiros, e se conseguisse alguns com um barco e dinheiro já adiantaria bastante sua viagem. Havendo resposta positiva por parte de Asken, Chaos abriria novamente um largo sorriso e relaxaria, animado. - Ótimo CÁCÀCÁ Pois vamos roubar esses otários !!! Ah, e é melhor sairmos daqui. Do mesmo jeito que achamos essa saída os marinheiros que iam invadir o prédio também acharão! Kryn!! Eu vou junto! Preciso de um bastão pra surrar esses otários! Ei Gorila, vem também, se cobre, você chama muita atenção. - Falaria enquanto acenava a mão, correndo atrás de Kryn e Liza e empurrando o Gorila para seguir caminho com o grupo.

Bruce tentaria esconder novamente seus traços animalescos, tentando manter-se fora do foco de olhos curiosos. Procuraria atentamente uma loja de armas e também um local que vendesse instrumentos musicais, mais precisamente um tambor pequeno que conseguisse amarrar a o redor da cintura. Encontrando o instrumento buscado, Sun expressaria seu desejo de compra e entregaria o dinheiro, armando o tambo à sua cintura em diagonal, de maneira que não atrapalhasse sua movimentação. Avistando uma loja de armas, acompanharia Kryn. - Eu quero um bastão simples de metal. Grato-cá - Recebendo o armamento, Sun o colocaria preso às costas.

- Kryn. Asken disse para o encontrarmos no Estaleiro. Vamos para lá logo, você vai comprar algo mais? - E assim o macaco acompanharia o espadachim, com objetivo final de encontrar Asken no estaleiro. Ao se reencontrar com o resto do grupo, Sun se pronunciaria. - Asken, qual é o plano? Vamos entrar por onde? - Apesar de confiar no humano, Bruce não conseguia conceber como aquele grupo, já procurado na cidade, com três integrantes fugitivos de um laboratório protegido pela marinha conseguiria se aproximar do banco para poder roubá-lo sem terem que derrubar metade da marinha da ilha. "I have a bad feeling about this"

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Última edição por Chaos em Qua 09 Maio 2018, 14:25, editado 5 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 6 EmptyTer 08 Maio 2018, 23:42



소중한 관계

Ainda que a celestial estivesse chateada por ter deixado Aya para trás, sentia-se feliz por ter encontrado a companheiro e estar saindo daquele local junto de todos. – Me desculpem por antes, eu estava meio... Irritada. – As palavras eram direcionada à todos, pois Helves tinha basicamente ignorado as apresentações e focado apenas em seu objetivo, entrando em estado de fúria ao ponto de cogitar matar o cientista se ele não fizesse um bom serviço. – Normalmente não sou assim, mas Aya estava desaparecida e não consegui me controlar. – Perder alguém nunca seria fácil para ela. – Realmente sinto muito por ter ignorado vocês três. – Desta vez ela apenas dizia aos três novos companheiros da forma mais suave possível. – Eu me chamo Helves, vim do céu e sou irmã do Asken. – Ao se apresentar ela sorria, olhando cada uma das pessoas que tinha conhecido naquele dia. A relação dela com o negro era algo muito mais de consideração por terem vivido juntos por boa parte de suas vidas, sendo como irmãos mesmo que não tenham nenhuma relação de sangue. – Muito obrigada por nos ajudar antes, salvar Aya seria complicado sem a ajuda de vocês e eu realmente estou feliz de ter encontrados os três. – Totalmente sincera ela sorria, como se estivesse falando apenas com amigos, relaxando por ter o próprio negro também agradecendo a ajuda. – Não um pássaro, algumas pessoas nos chamam de anjos, outros de celestiais. Vivemos normalmente em ilhas do céu e não temos muito contato com esse mundo abaixo do céu, antes de sair da minha ilha natal eu nem mesmo sabia que existiam outras ilhas do céu. – Explicava o pouco que sabia sobre sua raça ao macaco, esperando que ele pudesse entender esta questão sem pensar que a jovem era um simples pássaro. "Sou tão fraca mentalmente... Perder o controle quando ela sumiu foi a pior coisa que poderia acontecer. Se não fosse por essas pessoas eu poderia ter estragado tudo, pois não estava pensando direito no que fazia." Parando de pensar no pior ela conseguia ver algo de bom nas suas ações, já que tinha conseguido salvar Aya com base no medo dos cientistas.

Conheço um pouco sobre primeiros socorros, mas não tenho qualquer equipamento ou curativos para tratar de vocês. – A falta de coisas tão simples a incomodava, ainda mais o ferimento de Asken continuar com a bala por lá. – Pensei em comprar isso agora e ao nos encontrarmos novamente poderei tratar de todos, teremos tempo para conversar sobre tudo e decidir o que fazer. – Todos pareciam concordar que roubar o banco era o objetivo principal, sendo algo bem complicado de se fazer e que precisava de algum tempo pensando. Asken tinha assumido esta posição ao começar com uma rota de fuga, dando deste modo o espaço para todos fazerem suas compras enquanto o negro cuidava da embarcação. Helves retiraria o mapa de suas vestes, mostrando para todos do grupo o local de encontro, que seria onde o barco estava no estaleiro. – Eu já sei o caminho, Asken também pode decorar a rota facilmente. Deixarei com vocês o mapa, só precisam seguir até este ponto. – Apontaria exatamente onde o estaleiro era, pois se nenhum deles soubesse a localização precisariam seguir o caminho da garota, que até mesmo traçaria a rota para o trio no mapa, deixando tudo explicado de como poderiam chegar até lá. – Sejam rápidos, pois nossa bagunça nessa construção vai atrair muitos marinheiros e logo a cidade vai estar cheia de marinheiros nos procurando. Quanto mais rápido e discreto formos, podemos roubar o banco antes das coisas alcançarem uma proporção enorme. – Por fim a celestial mostraria um sorriso alegre, segurando firme a sirena para iniciar sua caminhada pela cidade.

Helves estaria com Aya e conversaria o máximo possível para entender melhor a situação anterior. – Me desculpe por ter brigado com você antes, minha preocupação estava muito grande para controlar minhas emoções. – Se o braço da sirena estivesse envolvendo o pescoço da celestial, ou apenas sobre os ombros, Helves buscaria aproximar sua boca da mão ou braço mais próximo e dar uma pequena e leve mordida na sirena. – Eu me culpei muito por ter aceitado sua decisão... Acreditei até o fim que aquele velho existia e ainda assim a deixei lá, exposta e pronta para ser levada... Nunca mais deixarei qualquer idiota te levar dessa forma, não quero perder mais ninguém. – Novamente a tristeza surgia, porém desaparecia rapidamente já que a garota não queria preocupar Aya com nada. – Estamos indo às compras, vai querer alguma coisa? – Com calma a garota pensava no seu dinheiro, relembrando a quantidade. – Tenho 350 mil berries, acho que podemos comprar meus equipamentos e ainda sobra para algo. – Essa era a ideia, mas se Aya não estivesse querendo nada, Helves poderia gastar quase tudo e ter ainda mais opção de tratamento. O destino da dupla seria uma loja onde pudesse encontrar materiais de uso comum para médicos. Esperava não ser tão difícil ao relembrar o mapa, pois sabia exatamente onde todas as coisas ficavam só não tinha certeza quais das lojas estariam abertas.

Helves mesmo olharia ao redor da loja para pegar o que estava querendo, procurando exatamente as coisas nesta lista: Kit com 20 Bandagem(1), Bisturi (2), Cauterio(1), Tesoura(1), Linha de sutura 20 usos(1), Agulha de sutura (1), Pinças (2), Dilatador(1), Afastador(1) e Alcool(1l=6usos). Estes eram os itens necessários, porém se Aya não estivesse interessada em comprar nada, Helves usaria um pouco mais e compraria também Morfina (3). Com tudo em mãos ou tendo pedido ao vendedor, pagaria a quantia necessária esperando ao menos uma sacola para carregar tudo aquilo, colocando tudo dentro dos bolsos internos da blusa caso fosse necessário. Por fim as duas sairiam da loja, seguindo onde Aya estivesse querendo comprar algo, mas se não estivesse existindo tal vontade na sirena o caminho seria um pouco mais curto. Carregando sua companheira elas seguiam até o estaleiro, onde Asken e os outros provavelmente estariam. Os planos começavam lá e qualquer tratamento também.

No ponto de encontro a garota procuraria um lugar onde Aya poderia sentar, deixando-a sentada para poder iniciar os tratamentos nos feridos. – Vamos lá! – Animada por finalmente ter algo com o que poderia trabalhar, fazendo que seu tratamento fosse melhor comparado ao que tinha feito na perna de Asken. O negro seria seu primeiro paciente, pois era o único que a garota tinha certeza de estar lá. Com cuidado retiraria as ataduras improvisadas, revelando o ferimento e retirando a bala alojada em sua perna, usando da pinça para alcançar a bala e retirar esta com cuidado, jogando-a fora assim que estivesse fora do corpo. – Agora só preciso fechar o ferimento, vai doer um pouco. – Se houvesse a necessidade ela usaria um pouco de álcool, limpando melhor a área do ferimento para cuidadosamente cauterizar a ferida, parando qualquer sangramento existente já imaginando que seu irmão aguentaria tal dor. A costura só surgiria se o primeiro caso não funcionasse. – Está bom? – Por não ter muito tempo ela escutaria a resposta e partiria aos outros que poderiam ser mais complicados. Helves não sabia exatamente quais eram os ferimentos, porém trataria de todos eles, limpando com álcool e costurando apenas se necessário, pois em casos mais urgentes ela iria cauterizar os ferimentos e envolver com ataduras caso fosse preciso. Em todos os casos ela atenderia os feridos de maneira amigável e calma, tomando cuidado para não casar muita dor neles e terminar tudo bem. – Qualquer reclamação é só me avisar, não sou uma médica ainda, mas pretendo ser e esses primeiros socorros podem resolver o problema por hora. Se precisar fechar algum outro ferimento eu tenho material o suficiente por aqui. – Não esperava continuar os tratamentos, mas se fosse necessário o faria sem reclamar de nada, tratando de tudo que fosse possível até conseguir deixar todos satisfeitos.

Com a chegada do grupo inteiro e os ferimentos tratados, Helves estava pronta para discutir o plano e os outros poderiam estar também. – Após observar a forma de todos lutar, vocês são todos lutadores que vão pela frente. Agir de forma furtiva em um roubo não vai adiantar com esse grupo, temos que colocar as pessoas por lá em estado de pânico. Eles precisam ter medo de nós e isso vai facilitar um pouco nosso roubo, só que precisamos fazer tudo rápido para não dar tempo da marinha chegar. – O maior problema ali seria Aya. Ela não tinha muito contato com andar por ai e seria lenta na invasão, podendo ser capturada outra vez. – Como tudo precisa ser rápido e não vou deixar Aya para trás, estarei carregando ela no roubo. Enquanto ela me segura eu estarei livre para atirar nos alvos e isso resolve esta pequena parte. O resto deixo para vocês. – A missão era de grupo e todos tinham que dar opinião ou simplesmente aceitar que iam pela frente, botando tudo para quebrar enquanto assustava todos os civis, iniciando um caos tão grande que a marinha chegaria rapidamente lá. "Kryn é meio louco igual ao Asken, imagino que esse estilo tão parecido pode nos ajudar na invasão por conta do medo que todos vão ter de ambos. Ninguém vai ter coragem de fazer algo quando os dois surgirem para iniciar o roubo. Serei um apoio necessário e Aya poderá proteger a retaguarda, sei que ela pode lutar de algum forma e por isso precisarei do foco dela." Aquele papo ficaria para depois já que ela estaria apenas escutando o plano de todos enquanto ficava próxima de Aya, sentando ao lado dela já segurando a mão da sirena e alisando a mesma suavemente. "Nunca pensei que teria outra pessoa que chegaria perto do quanto eu gosto de Asken, mas essa linda sirena se tornou alguém muito importante." Sorrindo a jovem esperava as ideias e planos, continuando a segurar Aya com sua mão direita enquanto a própria esquerda estava em sua boca, mordendo o pulso como distração.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 6 EmptySab 12 Maio 2018, 19:38



Narração

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Assalto


Todo o perrengue passou e o grupo enfim saía para o lado externo. O brilho do céu podia ofuscar seus olhares até que sua retina se adaptasse ao brilho em excesso. Bruce, ao pisar fora, logo aliviava-se por estar vivo. Todo aquele sentimento de prisão o afligia de maneira que a liberdade era a maior das dádivas para o primata.

—  Yaaaaaaaaaaa!!! Saí dessa merda!!! Pensei que ia morrer!!! — bradou.

Já ali fora, porém ainda desconfiado, estava o outro simiesco. Olhando de um lado a outro o mamífero não emitia nenhuma reação a não ser o seu olhar assustado, indo de um lado a outro, tentando prever possíveis problemas.

— Ei, como é seu nome? Você tá bem mesmo? Consegue andar? Você pode ficar com a gente, eu e o Kryn ali vamos reconquistar minha terra natal para todos os macacos poderem viver novamente MACÁCÁCÁ! — falou.

Ouvindo o que o seu companheiro de espécie falava, o gorila apenas bufou como se não acreditasse no que o macaco falava e voltou a focar em possíveis problemas, virando-se para Bruce. Era normal que o primata de grande porte ainda desconfiasse de tudo e todos, porém certamente seria em Bruce que ele veria facilidade de se relacionar.


Enquanto isso, ainda a caminho da saída, Kryn caminhava com o tritão e sua amada Elisabeth. O espadachim havia sofrido inicialmente com a fúria descontrolada do homem-peixe, mas um pouco mais brando, o escamoso cessava seu ataque de fúria e, recusando-se a ser carregado por Kryn, caminhava até a saída apoiando-se nas paredes. O olhar assustado e morto do tritão focava a luz, que ao ser vista pelo restante, animava o espadachim.

— Estamos quase lá! — afirmou Lisa.

A garota ofegava um pouco, talvez a correria tivesse sido intensa, porém para Kryn também havia sido a mesma coisa. Ao saírem, a primeira coisa que o rapaz fez foi conversar um pouco com sua amada.

— Ei Elisabeth, enfim conseguimos, espero que todos estejam bem. Como se sente? Estou um pouco cansado não paramos um minuto — informou.

— Estou um pouco cansada, mas nada que precise de um maior alarde — informou a garota.

Limpando o suor em sua testa, a garota respirava fundo enquanto se alongava, principalmente sua coluna. Tocando a ponta de seus pés, Lisa esperava pelo desenrolar futuro de passos que seu grupo daria.

— Mandou muito bem! — falou ele.

— Eu sei! — respondeu ela com uma piscadela.


Já fora, o negro esperou que sua irmã subisse, assim como Aya, que estava em suas costas. Em seguida subiram Kryn, Elisabeth e por último o tritão, que caminhava com dificuldades.

— Bruce, Elisabeth e Kyrn. Obrigado pela ajuda, lá atrás mesmo sem saberem ao certo do que se tratava — agradeceu o negro.

— Me desculpem por antes, eu estava meio... Irritada. Normalmente não sou assim, mas Aya estava desaparecida e não consegui me controlar. Realmente sinto muito por ter ignorado vocês três. Eu me chamo Helves, vim do céu e sou irmã do Asken. Muito obrigada por nos ajudar antes, salvar Aya seria complicado sem a ajuda de vocês e eu realmente estou feliz de ter encontrados os três! — agradeceu a celestial.

— Não precisa se preocupar MACÁCÁCÁ..Hã? Veio do céu? Você é algum tipo de pássaro? — questionou o primata.

— É um prazer, sou Kryn Nerellin, eu vim do North Blue Micqueot. Digamos que eu sai de lá meio que com uns problemas, roubei uma loja de joias, lutei contra um ex-sargento, marinha e os nobres daquela terra para ajudar essa mulher. Sei o que vocês passaram, quando ela foi atingida nos dois joelhos eu fiz de tudo para vingar e dar um jeito de ajudá-la me envolvendo com pessoas estranhas. Eu venderia facilmente minha alma por um aliado. Então eu a convidei para conhecer o mundo por aí! — afirmou Kryn.

— Exatamente, e agora temos um laço inquebrável! — falou ela beijando-o rapidamente.

— Não um pássaro, algumas pessoas nos chamam de anjos, outros de celestiais. Vivemos normalmente em ilhas do céu e não temos muito contato com esse mundo abaixo do céu, antes de sair da minha ilha natal eu nem mesmo sabia que existiam outras ilhas do céu — respondeu Helves.

Enquanto Kryn divagava-se sobre o que fazer, Lisa aparentava não se importar tanto com que o espadachim tinha para se preocupar, porém quando o negro tomou a palavra para si, após desculpar-se com sua amiga do fundo do mar, todos ouviram cuidadosamente.

— Bem vocês me ajudaram a libertar um dos meus pequenos feixes de esperança, chamada Aya. Sei que não sou o melhor para demonstrar preocupações, sendo que realmente sinto um enorme carinho por ela — falou Asken.

— Ha, não tem por onde... Sou um forte crente do destino, talvez tenha sido ele. Sei que não há tanta razão assim para confiar em mim, sou um assassino de marinheiros, agentes, civis, alguns me chamaram de diabo outros de lunático. Só que não sou louco, eu sei exatamente o que eu fiz, estando em pleno juízo mental e no fundo vocês viram o que a marinha apoia ... Eles mereceram, cada um deles que eu cortei, retalhei, furei, empalei ou até mesmo soquei e espero do fundo do meu coração que eles sintam muito mais dor do que aqueles que não puderam ... talvez .... sair com vida hoje... — explicou Kryn.

— Bem, acho que no mínimo vocês merecem saber sobre minhas pretensões. Sendo que antes, tenho um assunto inacabado — falou o negro.

Aproximando-se do cientista que ali estava sentado, calado, o negro procurou sanar algumas dúvidas que tinha para com o homem, que estava no meio de todos, caído.

— Saiba você deverá ser sincero, não adianta mentir para mim, pois eu te garanto que todos aqui estão querendo te matar agora! — bradou o moreno.

— T-Tudo bem! — gaguejou o cientista.

— Eu preciso de uma planta de uma escotilha no fundo de um barco, para que no fundo do meu barco tenha uma espécie de uma piscina grande com acesso ao mar. Então você saberia fazer essa planta?

— Lamento... Eu não sou um planista... — falou o homem aliviado.

— A palavra de um deus vale ouro... — afirmou o negro.

Sem pensar duas vezes o espadachim desferiu um soco no queixo do homem de estudos, que imediatamente caiu desacordado completamente sem jeito. Curiosamente, após tal ato, o negro ergueu-se, e voltando-se novamente para o grupo, ele vinha em sua mente a vontade de explanar algo que, para alguns, poderia ser estanho falar do nada.

— Irei roubar aquele banco, meu objetivo é deixar todos os humanos sem luxos, sem dinheiro e na completa miséria e quem sabe assim eles possam sofrer o suficiente para se matarem. Bem seria burrice roubar um banco, sem um barco para executar uma fuga. Então se quiserem me acompanhar seja bem-vindo. A ideia é começar uma preparação, eu irei conseguir deixar o barco preparado e aqueles que quiserem se juntar a mim. Me encontrem no estaleiro e aqueles que não quiserem participar, fujam para bem longe! — afirmou.

— Asken. Eu não me importo com os humanos, na verdade até agora odeio a maioria que conheci. Eu tenho um objetivo e preciso de aliados. Eu o ajudarei nesse roubo e também nas próximas empreitadas, desde que quando chegar a hora você me ajude a derrubar Gokudera, o usurpador da minha ilha, e reencontrar o meu povo e devolvê-lo a sua terra de direito. Se você prometer me ajudar, eu o apoiarei com minha vida! — afirmou o macaco, firmando apoio.

— Bom Elisabeth, vejamos não parece uma má ideia, pense comigo, matamos de graça marinheiros aquele maldito velho fez um truque que nem o grande Houdini seria capaz e sumiu com a grana do evento. Vai ser um banho de sangue e ainda ganhar uns trocados me parece uma ótima ideia! Só que não posso fazer isso sem espada, preciso passar na loja de armas... Bruce-san, lembro que me disse que precisava de um bastão, ou seja, também precisa se preparar para isso! — lembrou o espadachim.

— Eu estou dentro! — falou Lisa.

— Conheço um pouco sobre primeiros socorros, mas não tenho qualquer equipamento ou curativos para tratar de vocês. Pensei em comprar isso agora e ao nos encontrarmos novamente poderei tratar de todos, teremos tempo para conversar sobre tudo e decidir o que fazer! — firmou Helves.

— De fato isso vai ser importante, bom então vamos nos preparar e nos encontrar no banco? — questionou Kryn.

— Se ficar muito difícil para encontrar o estaleiro, nos encontrem ali na parte central é bom que temos o conhecimento de uma entrada diferente da principal do banco — sugeriu o negro.

— Eu já sei o caminho, Asken também pode decorar a rota facilmente. Deixarei com vocês o mapa, só precisam seguir até este ponto! — falou Helves.

Após sacar o mapa, a garota indicava onde o estaleiro ficava no mapa.

— Sejam rápidos, pois nossa bagunça nessa construção vai atrair muitos marinheiros e logo a cidade vai estar cheia de marinheiros nos procurando. Quanto mais rápido e discreto formos, podemos roubar o banco antes das coisas alcançarem uma proporção enorme! — alertou a celestial.

— Possui alguns trocados para comprar seu bastão? Qualquer coisa venha comigo, não tenho muito, mas acho que o suficiente. Vamos Elisabeth! — chamou o espadachim.


A garota então partiu junto a sua aliada sirena. No decorrer do caminho, Aya chamava a atenção de algumas crianças que brincavam nas ruas, porém, logo essas crianças eram chamadas por suas mães para entrarem.

— Me desculpe por ter brigado com você antes, minha preocupação estava muito grande para controlar minhas emoções... — desculpou-se.

— Não tem problema. A culpa foi minha por ter sido fraca e não ter conseguido me defender sozinha! — desculpou-se Aya.

— Eu me culpei muito por ter aceitado sua decisão... Acreditei até o fim que aquele velho existia e ainda assim a deixei lá, exposta e pronta para ser levada... Nunca mais deixarei qualquer idiota te levar dessa forma, não quero perder mais ninguém!

— Já passou. Agora temos que seguir em frente! — falou a sirena.

— Estamos indo às compras, vai querer alguma coisa?

— Não. Só quero ir embora logo! — falou ela.

Helves e Aya então encontraram uma loja medicinal que era chamada de “Ervas Medicinais” (nada clichê). Lá a garota comprou tudo que queria. O total dos gastos foi 310.000 berries, que a garota pagou a velhinha vendedora e, depois, partiu para o ponto de encontro, onde começou a tratar dos ferimentos da sua amiga.


Decididos em rumar até o roubo do banco, o grupo se dividiu. Asken foi em busca de uma escuna para fugirem da ilha. Helves e Aya foram em busca de suprimento médico para tratar possíveis imprevistos. A garota havia conseguido tudo, ou quase tudo, o que precisava e logo voltava para o estaleiro após alguns minutos. O negro, por sua vez, encontrava o vendedor que, por sorte, falava a quantia para o espadachim.

— Uma bela escuna, simples, mas de boa qualidade. Para você farei um preço bacana: 3.000.000 de berries! — falou o homem.

Pagando o valor, o velho indicou um caminho que o rapaz deveria seguir. Ambos caminharam por uma viela que tinha destino por trás do estabelecimento e os levava até uma carpintaria, onde diversos homens trabalhavam. O homem então indicou que aquela seria a escuna que o moreno havia comprado.

— Muito bem! É essa aqui! Boa sorte em sua viagem, rapaz! Aliás, o que é isso que carrega aí? Ah, esqueça, não me interessa. Boa viagem! Ah, essa é a chave da tranca do timão. Use-a para liberar a embarcação. Deixaremos ela no porto! — falou o velho.


Enquanto isso, Bruce, o gorila, Kryn, Lisa e o tritão caminhavam pela cidade em busca do que queriam. O espadachim caminhou até uma loja de armas chamada “Vida das Armas”. Ao entrar, sue objetivo era direto: espadas.

— Olá, gostaria de comprar duas espadas, posso dar uma olhada? Nos bastões também, para meu amigo aqui – falou o rapaz.

O vendedor, estranhando tanta gente em sua loja, principalmente o tritão e o gorila, que se mantinham calados e desconfiados, o homem foi até o armário e de lá trouxe duas dadaos simples e um bastão de ferro, colocando-os em cima do balcão.

— As dadao são 30.000 berrries cada. O bastão de ferro é também 30.000 berries — informou.

— Aqui está muito obrigado! — falou o rapaz.

Guardando as dadaos consigo, e Bruce o bastão, o destino do grupo era procurar uma loja de instrumentos musicais, mas ali perto, o grupo não encontrou nada do tipo, então o foco era o retorno até o local planejado.

—  Kryn. Asken disse para o encontrarmos no Estaleiro. Vamos para lá logo, você vai comprar algo mais? — questionou o primata.

Recebendo um não como resposta, o grupo então retornou para o ponto de encontro.


No local marcado, todos estavam prontos para seguir as ordens e planos. Bruce foi o primeiro a questionar Asken, porém foi Helves que tomou a dianteira da situação e explicou o plano que ela havia pensado ser o melhor para seguirem.

— Após observar a forma de todos lutar, vocês são todos lutadores que vão pela frente. Agir de forma furtiva em um roubo não vai adiantar com esse grupo, temos que colocar as pessoas por lá em estado de pânico. Eles precisam ter medo de nós e isso vai facilitar um pouco nosso roubo, só que precisamos fazer tudo rápido para não dar tempo da marinha chegar. Como tudo precisa ser rápido e não vou deixar Aya para trás, estarei carregando ela no roubo. Enquanto ela me segura eu estarei livre para atirar nos alvos e isso resolve esta pequena parte. O resto deixo para vocês! — afirmou a garota.


Explicação das Compras:
 

Mapa Situação:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 6 EmptySeg 14 Maio 2018, 17:32



Experimente a Dor da Culpa Enterna


Kryn havia conseguido a suas espadas, logo, em sua mente era seguir o plano de roubar o banco. Estava a conversar com a Helves que aparentemente havia apenas sugerido uma ideia, mas antes analisaria calmamente. “De fato ela tem razão.” – Lembrava um pouco do combate anterior, já sabendo como Bruce e Elisabeth lutavam. "Dois espadachins, bastão e adaga.” Olharia rapidamente e disfarçado ao Gorila. “Deve ser um lutador, para o tritão conseguir seu choque pelo que entendi também deve estar próximo de alguém ... ou seja não é o nosso forte uma luta a distância.”  O pirata estaria confiante, determinado, em sua mente por pânico nas pessoas não seria um problema. Antes que fosse entrar no estabelecimento, responderia. – Pânico, não é? Temos dois minks e um tritão então isso facilita um pouco essa parte, nada pessoal. Em todo caso concordo com você, se alguém tem alguma ideia diferente agora seria o momento, só que seja rápido. - Para Kryn e Elisabeth, era raro conseguir isso logo de cara, devido a boa aparência. Então era preciso valorizar aquelas criaturas e tentar causar um primeiro impacto, para sermos o mais rápido possível.

Só havia uma coisa a qual conseguia se imaginar, suas mãos banhadas à sangue. Não só as mãos, estava completamente submersa em um oceano vermelho de suas vítimas que se empilhavam uma sobre as outras. A única certeza que tinha - Kryn adorava matar. Inclusive, sentia muito prazer nisso, ainda mais quando podia observar seus adversários morrerem lentamente. Os passos de Nerelin seriam lentos, andaria ao lado de sua companheira, o jovem estaria calmo e demonstraria isso em seu rosto. “– Bom não podemos deixar eles usarem aquele caracol ... se não aparecerá muitos marinheiros.” Falaria com todos, na sequência colocaria um sorrido diabólico em seu rosto e completaria. “– Nem deixar nenhum sair para pedir ajuda.” O sanguinário pensaria, que era o caso de matar todos lá dentro, sua mente era cruel e violenta, ao mesmo tempo que sentia uma grande paixão por isso. “É hora do show.” Queria ver o sorriso ou a concentração no rosto de Beth, fazia isso discretamente.

Ah caminho do Banco, ou já vendo pessoas dentro dele Kryn passava os olhos sobre cada um deles, buscando informações que pudessem dar uma noção de quais seriam suas habilidades, fraquezas e estilos de combate. Não se importava muito com elas, apesar de tudo, era mais por informação, não deixar chamar reforços, etc. Seus passos lentos e milimetrados perfeitamente iam chegando no local, enquanto se preparava o par de espadas esperava estar bem afiadas. Caminharia ao lado da garota de cabelo rosado, permanecendo em uma postura relaxada enquanto aguardava o anúncio do roubo. "Vamos logo com isso, eu quero matar!!!" No momento em que o assalto fosse anunciado, daria um salto para frente para se aproximar rapidamente de alguém com den den mushi. “- Sem reforços covardes!!!” No meio do caminho, procuraria observar que tipo de arma que ele estaria usando. Se fosse de curta-média distância, saltaria para o lado quando estivesse a aproximadamente um metro e meio dele, esquivando de algum golpe, puxaria minhas duas espadas e com a dadao, cortaria a mão que segura o caracol e tentaria quebrar o meio de comunicação. Caso tentasse atirar algum projétil ou tivesse uma arma de longo alcance, daria um passo na diagonal para sair de sua linha de fogo, e se aproximaria rapidamente dele em zigue-zague para retirar a sua vantagem de distância. Sendo alvos de muitos disparos procuraria um local para que possa me esconder ou pegaria um civil como escudo o seguraria firmemente.

Na sequência o Pirata focaria em espalhar o terror, porém sempre analítico e calmo até nas piores situações, seu alvo sempre seria as pessoas com meio de comunicação ou pessoas que tentassem sair do banco. Não as deixaria passar, golpearia com suas espadas nas coxas, para que elas não andem, um método de tortura. Contaria com Elisabeth para me ajudar com isso, me dando cobertura. Era o começo de uma festa, Kryn procuraria com os olhos rapidamente onde o dinheiro se encontrava. Era o foco do grupo entrar rapidamente e pegar o possível, sair e ir ao barco. “É uma pena que essa festa será rápida.” O sanguinário rapaz seguraria firmemente suas duas espadas e gostaria muito de ver aquelas pessoas em pânico. “ – Eu adoro matar pessoas. Eu adoro vê-las morrer. Eu as corto com uma espada e vejo seus rostos ficarem muito brancos. Eu amo toda essa matança.”


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Última edição por Punk em Ter 15 Maio 2018, 00:42, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 6 EmptySeg 14 Maio 2018, 22:21

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Post: 12 - Fala ’Pensamento’
Under an Ancient Dragon!

A compra do barco foi feita pelo negro e por sorte já estaria acoplado no porto, pronto para executar a última fuga, o deus aguardava e esperava os seus companheiros chegar no estaleiro. ”Já que estou esperando, vou ao menos treinar os meus músculos esquerdos.” O pensamento do negro sobre fortalecimento de seus músculos esquerdos visando o aprimoramento sobre a utilização do lado esquerdo do seu corpo, abaixando sobre o chão se posicionava para fazer flexões, entretanto colocava seu braço direito sobre a suas costas dobrado para que pudesse fazer o movimento apoiando apenas em seu braço esquerdo. O deus não conseguia fazer quase nenhuma flexão, já que seu corpo não estava respondendo bem como era imaginado. Sendo que não desistia e continuava a tentar forçando e se esforçando cada vez mais, quando estivesse sentindo exaustão muscular, simplesmente iria parar e descansar. Nesse momento iria treinar um pouco seu manuseio pegando umas moedas de berries no seu bolso, jogando para o alto uma de cada vez e quando estavam no ar tentava pegá-las antes de cair ao chão, enquanto era apenas uma moeda ficava extremamente fácil pegar a moeda, fazendo com que o deus fosse aumentando a dificuldade aumentou o número de moedas e ao chegar em quatros moedas sendo arremessadas simultaneamente ficava extremamente difícil de pegar todas. Sendo que mesmo assim continuava a tentar e quando as moedas caiam no chão, abaixava para coletá-las e jogar novamente ao ar. Após momentos de tentativas quando conseguir pegar as quatros moedas mudaria uma pouco o tipo de exercício com sua mão esquerda, guardando as outras moedas e segurando apenas uma e ficaria a rolando nas costas dos seus dedos, tentando melhorar o manuseio do mesmo começando devagar e iria pretendo a moeda entre os dedos.

Os momentos passavam até todos se encontrarem no local indicado pelo negro e após se encontrarem a celestial começava o planejamento com algo básico, um grupo causava pânico enquanto outro roubava. - Pânico é uma boa ideia. Não precisa tratar a Aya como inútil, ela sempre estará segura conosco. Tempo… Eu sei como ganhar tempo. Dizia de forma confiante em um tom firme e após sua falácia abria um sorriso psicótico dando uma pequena pausa. - O Quartel fica ao lado do banco, vocês fiquem pronto para roubar o banco. Eu vou invadir o Quartel libertar os prisioneiros e atrasar a marinha, mantenha o barco pronto sendo que não ouse encostar no timão. Seu olhar era em uma expressão vingativa, seu sorriso era psicótico e insano. ’Vocês gostam de fazer experiências… Então como se comportam ao experimentar a escuridão da noite.’ O deus aguardava um breve momento para descobrir se alguém iria se opor aquela ideia insana, caso ninguém fosse se opor. - Estamos entendido, então vamos. Despretensiosa afirmativa de entendimento do plano, começava a caminhar em direção do banco esperando que o grupo acompanhe ao se distanciar um pouco daquele estaleiro, o negro colocava sua mão direita no pulso esquerdo de Helves buscando atenção da mesma. - Helves, durante a fuga gostaria que você voltasse até o estaleiro para roubar o dinheiro que gastei com o barco. Pode fazer isso? Seu tom era médio para baixo, queria que apenas o grupo escute aquela conversa e nenhum cidadão da rua.

Assim que o grupo chegar na frente do banco o deus tomaria a dianteira. - Assim que eu entrar no quartel, comecem. Dizia o negro em um tom médio e firme, caminhando em direção do quartel sua expressão no andar era firme e confiante, seu olhar buscava sede de vingança. O espadachim desembainhou sua espada lentamente após se afastar um pouco do grupo e se aproximar do Quartel, com um sorriso em direção ao Quartel tentou desferir um corte no primeiro civil que estivesse próximo do deus que alvejou um corte diagonal atingindo o pescoço/ombro e parte do peito. Em seguida avançava em direção ao Q.G. o negro evitava parar e buscava apenas se defender de possíveis ataques enquanto avança, buscando encontrar a parte dos presidiários, caso tenha algum portão o deus avaliava a melhor forma de adentrar seja pulando ou buscando executar um corte na fechadura e caso encontrar portas visaria entrar dando uma ombrada para tentar fazer um arrombamento brusco. Caso seja necessário começar um combate, o espadachim começaria executando um corte na horizontal alvejando a altura do peito de seus adversários e em seguida aplicava um chute rápido com a sola do pé, visando manter seu equilíbrio e usando a perna que for mais adequada. Caso conseguir chegar na área dos prisioneiros apenas se defendendo e avançando, iria ficar com sua espada arrastando nas grades como se estivesse chamando atenção dos prisioneiros. - Então vocês gostam de fazer experimentos. Em um tom confiante e firme estampando um sorriso em seu rosto, olhava com desgosto para os marinheiros. - Experimenta o medo. Seguidamente começava a cortar a fechadura e os cadeados para abrir a cela em uma tentativa de começar uma rebelião e um caos.




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Última edição por ADM.Kiodo em Ter 15 Maio 2018, 22:15, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 6 EmptySeg 14 Maio 2018, 23:21



금지 된 행동

Não a trato como inútil, só não confio que em um local onde todos vão estar nos odiando ela poderá ficar segura sozinha. – Aya sabia como lutar, Helves nunca tinha visto suas habilidades, mas entendia que todos conheciam ao menos um pouco de combate e estavam prontos para se defender. O problema que a fazia querer ficar com a sirena era muito mais a quantidade de pessoas, pois podem existir muitos civis no banco, além dos funcionários que podem querer achar um alvo mais fácil e usar este como refém para conseguir vantagem contra os vilões. "Só de pensar nisso já me irrita, levar muito mais no medo de morrer vai fazer eles buscarem alternativas fora se encolher. Esse é o maior problema e é exatamente aqui que os heróis vão surgir." A celestial não era uma pessoa ruim. Estava montando um plano tão maldoso que podiam até duvidar dela, mas sua personalidade em momento algum mudou. Sua única parte naquilo seria auxiliar os verdadeiros criminosos. "Se Asken quer isso eu posso ajudar em algumas coisas." Matar pessoas inocentes era uma linha que a garota nunca esperava cruzar. Escutando as palavras de todos com um sorriso no rosto, Helves não desgostava dos atuais companheiros, ela só não conseguia entender como eles podiam matar outros seres sem se importar com isso. – Eu posso cuidar das ligações, estarei de longe e terei uma visão melhor dos arredores. – Era melhor a garota cuidar desse pequeno problema, evitando a morte de mais pessoas nas mãos da linha de frente. – Pode deixar a entrada e saída de civis comigo e Aya, estaremos próximas da porta e podemos controlar essa movimentação indevida dos humanos. – Concluía já se preparado para o roubo que ela gostaria de evitar caso fosse possível, porém estava longe de seu alcance qualquer força para impedir aquelas pessoas.

"E quem sugeriu isso foi eu..." Helves gostava de pensar, sabia que com seu conhecimento poderia ajudar Asken, mas antes de conhecer o deus ela nunca pensou que ele poderia ser alguém tão complicado de lidar. Retirar todas as riquezas dos humanos poderia ser algo bom se fosse feito sem a morte desnecessária deles. Asken surgia com um toque no pulso direito da celestial, chamando assim sua atenção para o mesmo que a fazia um pedido não muito agradável para a garota. – Tudo bem, por você eu posso fazer isso. – Sorria ao negro continuando assim o seu caminho, imaginando o que faria quando a hora de roubar o vendedor da embarcação estivesse próxima. Por fim ela tinha Aya ali e precisava se preparar para o roubo, sendo necessária a conversa com sua companheira antes de iniciar seus preparos.  – Segure firme, não vou poder te segurar enquanto atiro. – Dizia em voz baixa apenas para Aya enquanto recarregava todas as armas de fogo, preparando-as na cintura prontas para disparar. – Cuide das pessoas atrás de mim, ataque qualquer um que se mostrar perigoso. Eu te segurarei se acabar soltando, então não se preocupe com nada só vigie qualquer movimentação esquisita em nossa direção. – Problemas por trás poderiam ser resolvidos se Aya fosse um pouco mais corajosa e este era o gatilho inicial para recuperar a sirena, começando a resolver os problemas colocando ela para proteger uma amiga. "Confio que ela vai conseguir, principalmente se for para nos proteger." Melhorar a companheira e deixa-la confiante o bastante para cuidar de si mesma era o objetivo final de Helves, pensando sempre em ajudar seus amigos antes de cuidar daquilo que almeja. Quando o grupo finalmente estivesse no banco a garota não entraria completamente, esperaria na porta de entrada já analisando o local e também o que existia ao redor. Antes mesmo de dizer algo ela começaria a movimentar-se ao redor do local, observando bem quem estava próximo da entrada e também se existia qualquer outra entrada/saída próxima.

Infelizmente não tem outra forma. – Se a carabina estivesse com balas para usar a deixaria em mãos, caso não houvesse balas restantes a jovem usaria apenas suas pistolas, pegando uma na direita enquanto a outra ficaria na cintura. Na mão esquerda Helves sempre manteria uma machadinha, movendo-a lentamente para se acostumar com a arma em tão mão. Ela tinha noção que seu braço esquerdo era muito ruim, nenhum controle real existia e ela tinha muitos problemas no combate ao usar tal membro. Ao movimentar uma arma em tal mão a celestial poderia melhorar o uso da esquerda e um dia poder usa-la perfeitamente. Deixando estes pequenos problemas de lado, Helves focaria a visão nos arredores e iria parar qualquer pessoa que estivesse tentando sair ao apontar a arma na direção delas. – Não me faça fazer isso. – Qualquer outra movimentação seguinte ao seu aviso seria recebida por disparos nas pernas para impedir qualquer outra chance de fuga, fazendo tais disparos em todos que fossem corajosos o bastante para chegar perto e atacaria com a machadinha qualquer pessoa sem medo de machucar. – É inevitável, prefiro que fiquem quietos ou meus amigos podem querer matar vocês. – Os aviso eram constantes e seria muito melhor todos desistirem, ficando no chão do que enfrentar Asken ou Kryn, pois aqueles dois não parecem pensar muito antes de matar alguém. "A morte de vocês não significa nada para eles." Atacar cada uma daquelas pessoas inocentes doía no coração da garota, mesmo quando ela estava agindo tão imprudente anteriormente ela ainda possuía o pensamento de que estava fazendo tudo por Aya, mas naquele instante o objetivo já não parecia tão grandioso para a celestial.

Helves continuaria em seu foco mesmo com tantos pensamentos rondado sua cabeça, procurando sempre ver se existiam pessoas com den den mushi buscando reforços. Estes seriam os maiores alvos da garota que miraria e dispararia sem dó nas mãos desses heróis, buscando impedir a ligação e acabar com qualquer outra pessoa tentando fazer o mesmo. – Fiquem no chão... Se ficarem tentando coisas malucas eu vou ser obrigada a atirar em vocês e eu sei que ninguém aqui quer morrer, então vamos lá... Permaneçam quietos. – Qualquer outra movimentação suspeita seria seguida de um disparo da celestial, visando normalmente os braços caso fosse algum ligação e as pernas se fosse uma tentativa de fuga ou ataque à um de seus companheiros. Helves não esperava nenhuma visita, mas se em algum momento Aya se movimentar e precisar da atenção da garota, ela voltaria seu foco até a sirena e olharia rapidamente qual era o problema ali, ajudando ela caso a necessidade de segurar a mesma fosse vista. Qualquer intruso que não fosse Asken e seus prisioneiros seriam agarrados pela mão esquerda da garota, puxando o mesmo pela roupa ou braços até o interior do local até jogar este ao chão. – Chegou na hora errada, eu sinto muito por isso. – A pistola novamente voltaria a ser apontada aos civis, querendo manter sempre o controle deles até o dinheiro ser pego pelos outros.

Em momentos onde a esquiva ou bloqueio fossem necessários, Helves buscaria sempre saltar para longe de golpes, sendo para trás, frente ou lados, porém priorizando trás e frente. Isso impediria seu corpo de sair da porta de entrada/saída, buscando sempre permanecer no mesmo ponto para que ninguém fosse esperto o bastante para sair. – Acho melhor ficar quieto no seu canto, não quero machucar você. – A garota iria disparar nos corajosos, buscando sempre acertar as pernas para acabar com as próximas chances de fuga. Se em algum momento o bloqueio fosse necessário ela usaria da machadinha e pistola para receber os golpes, talvez até mesmo seu braço esquerdo que poderia ser sacrificado para salvar Aya de receber algum golpe complicado. O corpo da celestial era um escudo que protegeria a saída e Aya, podendo até mesmo receber golpes para que ninguém pudesse sair do banco. – Seguro firme! – Qualquer chance de contra-atacar de perto seria usada por Helves ao balançar o braço esquerdo, buscando cortes com sua machadinha no tronco dos alvos. A dificuldade de usar tal membro a faria provavelmente errar, porém a jovem nunca iria parar de tentar executar tais movimentos se fosse isto que ela necessitava para vencer tal luta. "Vencer esse problema é necessário, não posso ser tão fraca ao ponto de ter um braço me limitando." Para proteger seus companheiros ela precisaria de muito mais do que isto.


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Última edição por Ryoma em Ter 15 Maio 2018, 23:59, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 6 EmptySeg 14 Maio 2018, 23:30



Após adquirir sua nova arma, Bruce a sentia. Girava-a entre os dedos, passando de uma mão para a outra, a lançando para cima e em seguida manuseava com os pés, cauda, e retornava às mãos, sempre mantendo o bastão de metal em movimento. Aquilo era um verdadeira arma, o peso, as dimensões, a resistência, muito diferente do cabo de vassoura improvisado que usara há poucos momentos atrás. - Estou pronto para derubar alguns marinheiros MACÁCÁCÁ. E você?? Não vai nem dizer seu nome??? Vai entrar nessa merda com a gente sem se apresentar??? Cadê sua consideração?? O tiramos daquele tubo de vidro maldito!! - O tom de fala do símio não era inquisidor e muito menos intimidador, apenas exercia sua tagarelice e curiosidade ao mesmo tempo, tão inocente e despreocupado quanto uma criança humana filha de nobres. Assim, Bruce não se irritaria se o gorila ainda o ignorasse. Sabia que aquele ser havia passado por muita coisa e mesmo estando em uma situação melhor com certeza era sábio não confiar demais em estranhos. Sun entendia afinal pensava de maneira semelhante.

Já adaptado a arma a guardaria às costas. Olharia ao céu por um breve momento durante a caminhada e um fragmento de memória corria como um filme em sua mente. Muitos anos atrás, sentado no topo de uma das árvores mais alta da floresta de Chaos Island o macaco observava com vislumbre a cidade da ilha. Parecia apenas um sonho distante e puro. Como era bobo e ingênuo...mas como era feliz. Voltando a si Bruce limparia furtivamente os olhos, disfarçando o rosto emotivo e engolindo sua nostalgia. Não era o momento para aquilo, era o momento para focar sua fúria. - Então vamos pela porta da frente. Gostei CÁCÁCÁ. Após o Asken invadir o quartel dos marinheiros, eu, o gorila, o tritão e Helves podemos chegar causando a bagunça enquanto Elisabeth e Helves vão atrás do dinheiro. Depois é sebo nas canelas para o barco. - Sun imaginava a cena acontecendo da maneira mais perfeita possível e abria um grande sorriso ao supor como ficaria a cara dos marinheiros diante do roubo mais descarado da cidade.

Balançando a cabeça de maneira afirmativa, o símio concordaria com Asken e por fim seguiria o grupo. Apesar de entrar pela porta da frente o grupo precisava de algo mais para amedrontar a todos e causar mais pânico ainda dentro do banco. Bruce teve a ideia de cantar. Dessa maneira, o macaco ao se aproximar do alvo e notar que Asken estava se dirigindo ao Quartel iria em direção às portas da instituição bancária, rodopiando e dançando com seu bastão como uma parceira. - MACÁCÁCÁ Vamos lá, vamos lá, que o show vai começaaaar ♫ ♪ ♫ ♪ Chegou na cidade uma apresentação de arrasar, com dança e música e monstros de espantaaaaaaaar  ♫ ♪ ♫ ♪  Não precisa pagar, basta chegar e se maravilhar, com essa galera de matar! ☠️ ☠️ ☠️ - Bruce iria se aproximando, fazendo caras e bocas para os transeuntes, mas sempre se aproximando das portas do Banco. Se existisse algum guarda na frente, ele estenderia a mão como pedindo gorjeta pela apresentação e ao terminar a musical iria tentar acertá-lo com um ataque vertical, direcionado diretamente à cabeça. Apenas realizaria o ataque se Asken já tivesse iniciado sua parte. Independente do resultado da ofensiva, seguiria com uma cambalhota vertical, usando o momentum do ataque prévio, descendo o pé em direção ao ombro do oponente, por fim finalizaria com uma estocada em direção à garganta. Se precisa esquivar-se utilizaria saltos laterais e rolagens, se recebesse um ataque horizontal, abaixaria-se, seguindo com seu plano de ataque. Se não houvesse guardas à frente, ao finalizar a música e certificar-se de que Asken já havia iniciado, iria acertar o rosto do civil mais próximo com uma estocada de sua arma e entraria no banco.

Uma vez no interior do Banco a cantoria iria recomeçar. - Preparem-se todos para morrer!! Porque os monstros acabaram de chegar, monstros feios e maus, que suas tripas vão devorar MACÁCÁCÁCÁCÁ! ♫ ♪ ♫ ♪ - Enquanto cantava, Sun manteria-se atento a ataques, realizando rolanges e saltos laterais, ou abaixamentos, buscando sempre o mais efetivo para escapar dos ataques. Desferiria estocadas rápidos e compactas, contra as genitálias, joelhos e nariz de qualquer um que estivesse próximo, querendo deixá-los incapazes de continuar em fuga. Se tivesse oportunidade, puxaria alguém com aparência fraca e arrancaria sua orelha com uma mordida, a cuspindo em outra pessoa e deixando o sangue escorrer girando o oponente e lançando-o para onde tivesse mais civis. - Seu sangue vamos beber, sua vida vamos tomar, viemos aqui pra matar, pilhar e festejaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaar ♫ ♪ ♫ ♪ - Se em algum momento fosse alvejado por muitos tiros á distância agarraria o civil mais próximo e o usaria como escudo vivo, esganando-o com o bastão e mantendo-se atrás do refém. Se fosse atacado a média ou curta distância, usaria sua acrobacia e luta de rua para esgueirar-se entre os civis, os empurrando em direção aos oponentes, tornando-os obstáculos humanos. Na oportunidade, acertaria qualquer guarda com uma estocada rápida no rosto, querendo fazer o nariz do alvo jorrar em sangue, comprometendo sua capacidade de combate. - Gritem e esperneiem, chegou a vez dos monstros mandaaaaaaaaaaaaaaaremmm ♫ ♪ ♫ ♪

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