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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!

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ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 4 EmptyQui 29 Mar 2018, 12:50

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas e civis Asken Kanogan, Helves, Kryn Nerelin e Bruce Chaos Sun. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Chaos
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 4 EmptyQui 19 Abr 2018, 06:53

Bruce cambaleava para trás com a poderosa cabeçada do oponente. Suas pernas tremeram e seu corpo adormeceu por um momento enquanto ele tentava se manter de pé, com os braços abertos, focando a visão. Seus ouvidos zumbiam e o gosto azeod de sangue molhou sua boca.

- Argh

Chaos não era bom em receber golpes e nem muito resistente a danos, por isso confiavasse na sua agilidade. Se estivesse sozinho com certeza o macaco estaria perdido, entregue às mãos dos oponentes sendo carregado novamente ao isolamento. Entretanto não estava solitário. Quando retornou os sentidos e viu seus aliados combatendo também deu graças a Hanuman que eles não eram seus adversários. Sangue escorria de um marinheiro e outro estava incapacitado.

- Ah.... - Bruce estava parado atônito olhando o desenrolar do combate, observando a carnificina e a tortura impiedosa. O cheiro de sangue enchia suas narinas e por um momento sentiu vontade de correr, mas conteve-se. Não iria sair daquela ilha sozinho, e agora que participou daquilo não sairia ileso sem aliados. As imagens do massacre em sua ilha voltaram a sua mente e o ódio ao seu coração, por um breve momento. Lembrou-se dos marinheiros o torturando, humilhando e escravizando. Instintivamente tentaria chutar com toda sua força o rosto de um dos marinheiros caídos.

- MORRE SEU MERDA - MACÁCÁCÁ - E então calaria, surpreso com sua própria atitude. Olhando ao redor e recuperando sua compostura o macaco responderia às indagações do seu novo...amigo...enquanto vasculharia rapidamente os marinheiros mortos, não atrás apenas de dinheiro mas de den den mushis, permissões, passagens, chaves. Vivera em um navio da marinha e sabia que com frequência carregavam coisas do tipo.

- É Kryn, vamos nos unir, causar sofrimento, dor, hahaha~ - Aquele homem dava calafrios a Bruce, era sem dúvidas muito perigoso mas também era a passagem para seus objetivos. - Não, estou bem, CÁCÁCÁ, ele me pegou de surpresa. Chaos Island era um lugrar maravilhoso...mas hoje é apenas um recanto para piratas impiedosos...o desgraçado do GOkudera...eu ainda irei retornar até lá, matar esse maldito e levar meu povo de volta à ilha...Ops, na cauda não. - Caso o homem tentasse pegar na cauda de Chaos ele enrolaia cauda novamente na cintura e se afastaria discretamente. Enquanto falava Bruce gesticulava e mantinha o rosto sereno, por vezes sério.

- Eu passei muito tempo preso pelos marinheiros, por isso odeio esses merdas. Consegui fugir há alguns anos e acabei aqui em Toroa, mas essa é a primeira vez que venho a cidade. - O macaco falava mas refletia se devia realmente dizer tudo aos dois desconhecidos, talvez finalmente fazer parte de um grupo novamente o fizesse se sentir mais confortável e a vontade para expressar suas mágoas ou talvez fosse a adrenalina do momento que o estivesse se sentir tão confiante, de todo jeito Sun estava cada vez mais confortável junto daquele casal psicopata.

- Kryn, Liza, precisamos sair dessa ilha..antes que desçam milhares de marinheiros daquela fortaleza nas montanhas. E também preciso me armar, não sei lutar sem meu bastão. - Assim partiria com a dupla. Caso encontrasse algo semelhante a um bastão no caminho e estivesse fácil de levar, o pegaria para mim. Vendo uma loja de arma adentraria e chamaria os outros dois e se tivesse algo diferente também me adiantaria para ver.

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Alê
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 4 EmptySeg 23 Abr 2018, 00:56



NARRAÇÃO

Está incompleto!


A situação estava preocupante para o Deus no mundo dos mortais. Enfrentando dois faltos oficiais que defendiam uma lei mortal, o divino guerreiro se via contra dois oponentes complicados, porém, como os demais, mortais. Vendo que o marinheiro atirador tomava a frente da situação, Asken não teve outra reação a não ser ironizar aquela tomada de dianteira para com o ocorrido.

— Hiahahaha, você cuida disso? — questionou o negro.

Partindo para cima do atirador, o espadachim buscou esquivar-se lateralmente dos dois disparos que o homem fez e, aproveitando-se do momento de recarregamento, no qual o inimigo recuava, investiu contra seu inimigo. Usando da carabina que havia conseguido, o espadachim adaptou-se com sucesso, porém, ainda teve que usar de suas duas mãos para disparar a mesma, brecando um pouco seu ideal inicial.

Enquanto isso, de surpresa, surgia a jovem garota e parceira de Asken, Helves, atacando o outro marinheiro que sangrava bastante e recuava. A garota, após observar que seu alvo estava ferido e era um espadachim, se acalmou mais e, ao notar que estava despreparado, viu ali um alvo fácil. Usando suas machadinhas, a garota atacou o tronco inimigo que sofreu o golpe por estar distraído vendo o desenrolar das outras cenas.

Distraindo o outro marinheiro por alguns segundos, Helves havia agido como Asken queria. Tais segundos eram essenciais para o desenvolver do combate feito pelo rapaz. Aproveitando-se, disparou duas vezes e, acertando a coxa direita inimiga com um dos disparos, o negro então iniciou seu ataque final. Defendendo-se do ataque com os braços, porém sacrificando seu braço, o homem parava a lâmina com a mão, impedindo lesão.

Conseguida a brecha, era o momento de Asken. Utilizando de sua movimentação especial e treinada, o espadachim golpeou rapidamente seu inimigo e, chutando-o, arremessou-o há alguns metros. O sangue escorria do corpo do marinheiro caído, desfalecido, sem vida. Por outro lado, a luta havia se encerrado, porém, ao notarem, Aya não estava mais lá, a sirena havia sumido logo quando Helves havia partido. O paradeiro dela é desconhecido. Apenas alguns detalhes de adereços e uma concha pode ser vista a cerca de onde as coisas estavam.

Enquanto isso, próximo ao local, Kryn e Bruce se conheciam. O destino os colocava ali, como aliados improvisados, porém o fruto daquela união era um doloroso massacre para aqueles oficiais. Tanto o macaco quanto o espadachim eram brutais, porém o último era doentio, principalmente depois da maneira que ele torturou o marinheiro ali, na frente de todos que pudessem ver, de maneira calma e cotidiana.

Caminhando, o grupo se conhecia mais de acordo com a conversa. O doente rapaz puxava assunto com o macaco louco e burro, com todo respeito. Liza, por sua vez, limpava a sua lâmina, ainda magoada por ter sido impedida de lutar antes. O macaco, por sua vez se mostrava incomodado com o perigo de ser exposto, porém ao se deparar com a atenção do espadachim, que foi tomada, logo viu uma dupla logo a frente, enfrentando marinheiros. Era difícil, mas não impossível encontrar mais inimigos da lei naquele local.

Bruce, que vinha mais atrás, podia ver um velho carregando um saco grande, com um jornal em baixo do braço e, ao notar que foi visto por Bruce, o velho apressou os passos em direção a esquerda da viela onde caminhavam. Kryn, Bruce e Elizabeth agora dava de cara com Asken e Helves, que não estavam em situação muito boa, nem tanto fisicamente, mais psicologicamente após perderem sua aliada.


Mapa Situação:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 4 EmptyTer 24 Abr 2018, 18:56

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Post: 07 - Fala ’Pensamento’
Under an Ancient Dragon!

A luta estava chegando ao seu desfecho final, Helves aparecia para dar fim ao marinheiro que foi anteriormente atingido pelo negro e essa aparição repentina causou a distração necessária para que o espadachim tire proveito. Asken aproveita a brecha e com uma sequência de golpe e finalizou o combate com seu movimento característico, a técnica foi a sentença daquele homem. - Bom trabalho, minha irmã. Com um sorriso, um tom simpático e carinhoso desviou o seu olhar para a celestial ao dizer suas breves palavras, simultaneamente embanhava a sua espada enquanto largava sua carabina que estava em sua mão esquerda. ’Por que não tenho controle com esse membro?’ Em seus pensamentos o deus questionava sobre sua inaptidão com o lado esquerdo de seu corpo. - Helves, pode me ajudar com esse ferimento. O espadachim em um tom descompromissado falou, enquanto usava o furo do projétil para causar um rasgo em sua roupa e demonstrar o ferimento para a moça. - Cadê a Aya? No momento que a celestial se aproximar para cuidar do negro, perguntou estava sentido falta daquela sirena. No momento em que perceber que Aya não estava com o grupo, com um sorriso e com sua mão estendida demonstrando para que Helves se acalme. - Ela deve ter se escondido, pode terminar o curativo primeiro. O deus era observador sobre as atitudes de seus companheiros, mesmo não tendo um contato afetivo. - AYA JÁ TERMINOU, PODE VIR. Bradou em um tom alto e claro, para que sua voz não fosse confundida com ninguém. Aguardava um breve instante observando se sirena iria aparecer, acreditava que seria tempo o suficiente para Helves terminar seus curativos.

Caso a sirena não aparecer a expressão do negro, mudaria ficando mais preocupando e com uma irritação. - Se alguém a sequestrá-la, eu farei questão de mostra a fúria de um deus. Vamos encontrá-la. Seu tom ficava grave e sua expressão estava enfurecida, antes de começar a seguir em uma direção o espadachim pegava aquela carabina que havia largado com sua mão esquerda, levando consigo, olhava em sua volta enquanto pensava por onde seguir. ’Perseguida…’ Recordava dos momentos anteriores que a sirena se sentia perseguida. - Senhor macaco, você parece ser do tipo confiável. Viu algo estranho, alguém fugindo carregando alguma coisa grande? Quando o espadachim notou que atrás dele possuía um grupo de dois humanos e um mink, direcionando sua pergunta para o mink por conta de seu passado. Caso o macaco possa dar alguma pista, rapidamente o deus virou o rosto para a direção que foi apontada pelo mink e se em algum momento conseguir visualizar este ser citado pelo macaco. Partiria em disparada atrás do mesmo, com um sorriso maléfico estampado em seu rosto e emitia um som como se fosse um rugido de dragão. - Rurhar-HAR! Caso não conseguir visualizar nenhum ser parecido no qual foi dito pelo Mink, iria na direção apontada pelo mesmo e ao se aproximar dele. - Obrigado, te devo uma cerveja. O negro corria em velocidade e com uma expressão de irritação e preocupação, rapidamente começava a seguir aquele mink macaco. ’Sequestrou, velho com bolsa Ninguém teria coragem de ficar na ilha e sequestrar um dos meus. Esse seria o raciocínio do deus que não podia ter os poderes de um, sendo que ainda possuía sua crença. Caso o negro ouvir sobre a falácia sobre deus do humano que acompanhava o mink. - Eu estou aqui, para punir. Se auto afirmando ser um deus, de uma forma confusa para os demais. Caso em algum momento se o mink for muito lento comparado ao negro. - Vamos, mais rápido. Diria o espadachim, visando apressar aquela perseguição, a princípio o negro simplesmente ignorava aqueles dois humanos que estava acompanhado do mink. Caso se em algum momento algum marinheiro ou guarda tentar impedir a perseguição do negro, tentaria simplesmente efetuar um corte rápido na horizontal na altura do peito do seu adversário conjuntamente desembanhando sua katana e com sua mão direita, visando continuar a perseguição de seu alvo, só iria parar e entrar em um verdadeiro combate se fosse realmente desnecessário e não tivesse outra saída.




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Última edição por ADM.Kiodo em Qua 25 Abr 2018, 18:41, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 4 EmptyQua 25 Abr 2018, 10:24



절망의 순간

O combate entre os piratas e a marinha terminava com uma vitória de Helves e Asken, deixando ambos os marinheiros fora de ação com o ataque surpresa da celestial. "Fui útil mesmo ferindo alguém, se eu olhar apenas o nosso lado eu saberei que fiz a coisa certa." Na visão de uma pirata ela estava completamente certa de derrotar aqueles marinheiros, não importando o estado deles após o combate. – Aya estava muito preocupada com você, foi ela quem me empurrou para a luta. – A intenção de ajudar sempre esteve lá, mas por conta da sirena que ela realmente foi ao encontro do negro para concluir tal luta. – Certo. – O ferimento tinha sido feito por um disparo das armas que os marinheiros usavam, Helves só podia perceber isso e com calma procurava saber se a bala ainda estava na perna de Asken. – Depois dela me empurrar para a luta eu tive que deixa-la ali. – Apontava para o local onde a sirena deveria estar, porém não encontrava a mesma sentada no mesmo ponto. – Droga! – O medo de ter perdido sua companheira era real, mas mesmo naquele momento ela tinha uma missão e só iria atrás de Aya quando o ferimento estivesse devidamente tratado.

Cuidadosamente ela iria pegar qualquer pedaço de pano, sendo de sua própria roupa ou algo que estivesse guardado. O pano deveria ser limpo, pois seria usado na limpeza ao redor do ferimento. Antes de tudo a jovem iria ver se a bala estava próxima, torcendo para que pudesse pegar ela com os dedos, pois se não fosse possível seria necessário um equipamento especifico que ela não tinha no momento. Ao tirar ou não a bala ela faria um curativo temporário, envolvendo o buraco de bala e estancando para não sangrar tanto. – Para tratar corretamente desse ferimento eu vou precisar de algumas coisas, então não se esforce mais do que for necessário. – Se a bala ainda estivesse na perna de Asken a garota só poderia avisar e esperar que em algum momento encontrassem alguma loja vendendo instrumentos médicos. – Precisarei de certos equipamentos para remover a bala... Ela está muito funda e eu não consigo alcançar com os meus dedos. – Sorria e se levantava, olhando o negro nos olhos. "Só pode ter sido aquele velho idiota. Ela não teria se escondido, eu mandei ela ficar naquele lugar." Por entender a situação a celestial não estava esperando o aparecimento da sirena, sabendo que ela provavelmente teria sido capturada pelo perseguidor de antes.

Rapidamente a garota iria até onde Aya estava vendo tudo o que tinha restado por lá e pegando todas aquelas coisas que poderiam ajudar na busca pela sirena. A grande vontade de pegar algo que não era dela surgia novamente. Helves estava interessada em ter mais uma arma e iria até um dos marinheiros para pegar sua carabina e algumas balas para recarregar quando necessário, guardando tais balas no bolso da blusa enquanto a arma em si ficaria nas costas ou na mão esquerda, recarregando ela caso preciso já imaginando que enfrentariam algo em breve. – Nunca pensei que um dia eu gostaria de matar uma pessoa, mas esse ser que a capturou vai sofrer... Ninguém pode tocar meus companheiros e sair ileso. – O sentimento de ódio começava a tomar conta da celestial. – Isso é algo que ele começou. – Seu coração só chegou próximo de sentir algo assim uma única vez. Nada que aconteça com ela importa muito, porém quando seus companheiros são feridos ela pode se tornar um pouco diferente, pois isso faz a jovem lembrar-se de seu passado onde perdeu todos os conhecidos de sua ilha. Após tanto tempo sem sua família e amigos Helves só tinha Asken e Aya para contar. "Eu nunca deixarei algo parecido acontecer... Não posso perder minha família novamente." O caminho seguido por Asken seria exatamente aquele que Helves também seguiria, andando um pouco atrás do negro até onde ele estava indo para encontrar a sirena.

Próximo de onde a dupla estava existiam diversas pessoas lutando, Helves até mesmo lembrava-se disso, mas não tinha parado para observar o que ocorria naquele lugar e exatamente por isto eles seguiam até lá. No local estavam três pessoas. Um macaco estranho, algo que deixou um pouco surpresa por nunca ter visto algo assim na sua frente. "Eu já li sobre isso! São minks, humanoides ou algo assim. Nunca vi um deles, mas sempre tive vontade de conhecer alguém assim." Os outros dois eram humanos normais, um garoto e uma garota que pareciam estar juntos do macaco. – Desculpem-nos por incomoda-los assim, mas precisamos de informações. – Diria assim que estivessem próximos do trio. Asken provavelmente lidaria com tudo e iria descobrir o paradeiro de Aya, mas se a questão do velho fosse verdade Helves poderia dizer mais uma informação importante daquela situação. – Talvez seja um velho que esta carregando um jornal. – A descrição era bem simples e não tinha muito o que acrescentar, pois Aya tinha dito que o velho era exatamente assim e mesmo procurando por ele a dupla não tinha encontrado tal ser antes. – Obrigada. – Agradeceria junto de seu irmão, seguindo assim ao encontro do suposto sequestrador caso apenas a localização dele fosse indicada. Agora se alguém daquele trio fosse guiar os irmãos, ela seguiria o negro para qualquer lugar possível e estaria sempre por perto para ajuda-lo caso necessário, podendo até mesmo servir de apoio no caso dele não conseguir andar normalmente com a perna ferida.

Se em algum momento o macaco ou um dos humanos fosse à frente para seguir o velho a celestial só poderia acompanhar eles, verificando todas as suas armas de fogo para ver se estavam recarregadas. Helves as recarregaria e continua seguindo os guias com a esperança de encontrarem Aya o mais rápido possível. Quando encontrassem o suposto sequestrador a jovem esperava que as pessoas na frente pudessem derrotar o mesmo, pois ela estava muito mais focada em achar e proteger a sirena. Durante o combate dos quatro que pareciam ser muito mais uma linha de frente, Helves esperava aproximar-se com sua velocidade pronta para esquivar-se de ataques com saltos e o movimento de seu corpo para longe dos golpes. Ao chegar próxima o suficiente ela tentaria agarrar o grande saco que ele possivelmente estava segurando e em velocidade fugir da luta para verificar se era Aya que estava presa ali. "Eu nunca mais vou sair do seu lado..." Se fosse realmente a sirena naquele grande saco, Helves se aproximaria e abraçaria ela já colocando-a em suas costas para carrega-la e seguir viagem. No caso da luta não ter sido completada pela força do velho a jovem pirata iria mirar com cuidado nas pernas do suposto sequestrador, disparando com a carabina roubada anteriormente ou qualquer uma das pistolas que possuía, visando diminuir a mobilidade daquela pessoa e ajudar na luta que precisava terminar rapidamente.

Ao fim de tudo se Aya estivesse de alguma forma ferida por conta do desaparecimento Helves buscaria tratar de tais ferimentos com o que estava a sua disposição, estancando qualquer sangramento e envolvendo eles com pedaços de sua roupa para aguentar até conseguirem melhores equipamentos. – Nunca mais me mande ir e te deixar para trás... Não posso perder você assim! – Helves não gostava de perder seus companheiros e realmente estava preocupada. Todos os problemas começaram assim que chegaram naquela ilha e mesmo sendo um lugar melhor, ainda estava fazendo o grupo ter problemas. – Precisamos fazer o que for necessário e partir assim que possível... Essa ilha não está nos trouxe nada de bom até agora. – Diria para Asken enquanto olhava e cuidava de Aya.


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Última edição por Ryoma em Qua 25 Abr 2018, 18:54, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 4 EmptyQua 25 Abr 2018, 17:01



Love is more Punk than Punk


Combate em fim havia terminado, me sentia feliz, pensava em cada uma das pessoas que hoje foram mortas. Estaria calmo e tranquilo, cheio de prazer sentia um certo amor pela matança. O Mink parecia uma pessoa legal, era algo diferente para mim, em partes procurava a mesma coisa que eu. "Um passado triste, é meu amigo você pelo visto está atrás de uma vingança." Calmamente enquanto caminhávamos diria a ele. " - Se quiser posso ajudar com sua vingança, Gokudera não é? Em troca você me ajuda com todas as minhas. Justo não acha?" Vingança? Eu queria matar todos, porém a culpa do mundo ser o que é está no governo mundial e nos nobres é deles que o sangue será ainda mais delicioso de se ver escorrer. Caso ele pergunte que vingança, então responderia bem calmo sem demonstrar ódio, raiva, dor, sofrimento nem nada. " - Uns agentes do Governo, uns nobres e tomar as riquezas deles." Havia uma dupla logo mais em nossa frente, porém não parecia da importância para mim e Elisabeth, não há porque se arrastar ou implorar amizade apenas deixa o destino decidir como vai ser.

No caso de mim ou Eli ver o velho ou mink me falasse sobre o mesmo a primeira coisa que eu pensaria era. " Hora extra, vamos ajudá-lo." Não ligava muito para a situação, porém era mais uma vítima na minha lista porquê? Por que eu mato e eu gosto, porém, caso alguém perguntasse, então como sempre responderia como sempre, sendo sincero ao máximo. " - Há minha próxima vítima está indo para aquele local. Que ele vá com Deus, há não Deus está fora dessa."  Olharia com um sorriso diabólico no rosto para Beth então diria. " - Vamos amor, tem alguém fazendo hora extra na terra." Era um inimigo que valia a pena, sim, ficava imaginado o velhote o quanto de dor ele sentiria, enquanto eu quebro os ossos dele, ou a garota passando a lâmina nele. " - Vamos, lembre-se que vamos fazer dessa cidade paraíso o inferno na terra!!" Diria de uma maneira geral, incluindo o Mink macaco, porém se ele quiser ficar para ajudar os dois, não me importaria era uma decisão dele e a respeitaria. Tentaria acelerar o máximo meus passos e ir atrás da minha vítima, seguindo a mesma sem parar. Uma hora ele teria que chegar em algum lugar ou quem sabe por ele estar carregando algum peso pudesse ajudar a fazer com que tenhamos uma espécie de vantagem na velocidade contra o mesmo.

Conseguindo alcançar a minha presa tentaria me colocar a frente dele e se possível a linda garota de cabelo rosado em suas costas, assim bloqueando o mesmo forçando parar. " - Ah qual foi velhote, fique calmo aí, morrer é fácil !!!" Diria, mesmo sem minha espada ainda tinha uns truques na manga, por algum motivo for a mesma pessoa a qual eu já tinha visto então voltaria a falar. " - Nossa não era você que mandou eu ter cuidado HAHAHA. Sabia que uma hora eu iria encontra-lo para matá-lo. Sabe que eu vim de Micqueot, se também é de lá, deveria ter ficado por lá, aqui você vai virar defunto, uma passagem grátis para a cidade dos pés junto." Não sendo o mesmo homem de antes na loja de flores apenas deixaria de lado enquanto pensaria. " Velho ... Que porra ele está carregando, ah, primeiro a gente mata depois o destino decide como vai ser." Me colocaria em posição de combate e observaria bem os seus movimentos, assim como faria um sinal para a mulher sacar sua adaga e se preparar. Se ele sacasse uma arma minha atenção seria um pouco maior. " Nossa outro atirador, se eu soubesse atirar, colocaria a arma em sua boca e depois dispararia."

Sendo disparos iria me movimento tentando me esquivar dos tiros, usando minha acrobacia se necessário. Achando alguma coisa para me proteger, porém daria uma brecha para Eli atacar. Se ele se virar para acerta Elisabeth então rapidamente era minha chance faria movimentos rápido, de preferência nunca em linha reta e quando chegasse perto golpearia com um soco no punho a qual o mesmo segura sua arma, com uma tentativa de fazer o mesmo soltá-la, me abaixaria num contra-ataque na altura no meu peito para cima e aplicaria um rodo no velhote, fazendo com sucesso eu na sequencia pisaria em sua garganta. " - Hoje é um bom dia para morrer!!" Porém se o contra-ataque dele for da cintura para cima eu pularia levando meu joelho na cara do mesmo, de preferência no nariz e na sequencia caso ele caia no chão eu pisotearia sobre sua cabeça. Queria ver sangue escorrendo dele, ouvir seus gritos de dor, porem caso Elisabeth o finalizasse antes eu não a impediria, apenas observaria a cena com enorme satisfação e prazer.

Caso ele não seja um atirador e use outro estilo de combate então primeiro iria pra cima do adversário. " - Ae o porco imundo, vai morrer!!" Quando chegasse próximo dele, ele usasse espada, foice, martelo, etc ficaria esperto para me esquivar dos golpes da arma dele, para que eu possa usar minhas partes do corpo para golpeá-lo. Sendo da cintura para cima me abaixaria e golpearia o joelho do mesmo.  Tentando fazer ele perde o equilíbrio e não possa ter uma reação rápida. Caso seja um da cintura para baixo apenas usaria minha acrobacia para me esquivar e golpeá-lo levando meu pé em seu rosto, numa tentativa também derruba-lo e quem sabe abrir uma oportunidade para a mulher esfaqueá-lo. " - Olha quanto sangue que beleza." Diria ironicamente.  

Esquiva com acrobacia levando o pé no rosto do oponente:
 

Caso ele seja um lutador aí a luta ia ser diferente, além de esquivas tentaria bloquear, alguns golpes, como um soco na altura do meu rosto eu usaria um braço para defender e o outro era direto na costela. Tentaria fazer ataque combinado com a mulher de cabelo rosas. Soco no meu peito fazia um bloqueio com os dois braços no formato de X e daria um chute forte na barriga do mesmo o afastando de mim, na sequência pularia nele desferindo uma forte cotovelada, meu alvo era a testa do mesmo. Caso a minha companheira fizesse algo eu aproveitaria que ele estava de costa e o agarraria, começaria a enforca-lo, numa tentativa de quebrar seu pescoço e sentiria muito prazer em ouvir o barulho do mesmo sendo quebrado. " - Ouviu isso, esse som, prazeroso não?"

Caso o combate desse certo ou positivo, abria o saco para ver o que tem dentro e sendo uma pessoa perguntaria se estava bem. Caso não seja humano então falaria. " - Humano, Demônio, Anjo, Peixe, Animal seja lá o que você for está bem? É diferente isso é legal haaha hoje conhecemos um macaco agora você, da onde veio me conte tudo?" Se por algum motivo tiver com medo então apenas me afastaria e diria. " - Ok, entendi, siga o seu caminho e obrigado por me arrumar mais uma vitima." Bom era hora de descansar um pouco, talvez sair um pouco daquele bairro. " - Ah to mais quebrado que arroz tipo dois, só que foi legal essa ação toda, tantos marinheiros mortos, sangue espalhado, Caos para todo lado ... agora sim essa ilha está um lugar bom de se morar." "Nunca vi nada como isso um peixe que fala, bom, isso é divertido, espero que encontre mais pesssoas divertidas." Kryn estaria tranquilo e calmo, nada ali o encomodaria.

Caso eu não consiga alcaçar o velho enquanto ele corre continuaria seguindo o mesmo. " - Caramba tem algo fora do comum com esse camarada ae, vamos nessa Eli." Chegando algum lugar que tenha muitas pessoas então colocaria um sorriso animado no rosto e diria. "- O inferno hoje vai receber tantas almas." Caso tenha mais de uma pessoa comigo então diria sadicamente." - Tem vitimas para todo mundo, pintar esse lugar com sangue." E me colocaria em posição de defesa.



Histórico do Punk:
 


Objetivos:
 


OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 4 EmptyQua 25 Abr 2018, 17:31

Bruce caminhava ao lado da dupla que há pouco conhecera. Ainda não confiava neles, tinha certeza que eram maus e perversos, mas de certa maneira isso já não o incomodava. Até ali aprendera que o mundo não é preto no branco mas sim um longo degradê de cinza, mais pro cinza escuro, com certeza. O macaco sentira uma reviravolta importante na sua vida mais uma vez, nunca esperara que aconteceria tanto naquela cidade a qual chegara apenas buscando uma maneira de poder dar inicio a sua viagem. Já havia roubado, chutado um moribundo e se associado a criminosos...mas incrivelmente não se sentia culpado, ele tinha um motivo, um objetivo, uma motivação, e o seu ódio e amargura eram mais do que o suficiente para ele aceitar jogar-se nas trevas. Ele sentia uma calafrio de empolgação no corpo.

- Vamos socar mais alguns marinheiros malditos cácácá - Falava baixo, quase que apenas para si mesmo, enquanto caminhava olhando ao redor, buscando um local para finalmente armar-se.

- Se quiser posso ajudar com sua vingança, Gokudera não é? Em troca você me ajuda com todas as minhas. Justo não acha? - Ouvindo as palavras do espadachim Bruce refletia. Sabia que aquele era um aliado poderoso e que mesmo podendo trazer muitos problemas pela sua personalidade deturpada, precisava daquele tipo de pessoa para derrubar Gokudera, os marinheiros, e todos os malditos que achavam que mandavam no mundo e em todos...que tornavam todos seus escravos de um jeito ou de outro.

- Kryn, se você me ajudar a derrubar o Gokudera, eu o ajudo a matar quem você quiser - O primata já nem se reconhecia enquanto falava. Era necessário.

Retornando de sua mente nebulosa e novamente focando a sua frente, Bruce avistou uma dupla peculiar. Um era moreno e tinha um ar pedante, o outro parecia ser uma mulher, cabelos verdes como a grama e a pele clara como nuvens de verão. Ele a apreciou por um breve momento, sentindo o coração acelerar, mas então voltou a si mesmo. Lembrou-se de Kryn e seu jeito brutal e temeu pelo pior: o espadachim destroçar aquela dupla, afinal eram muito suspeitos.

Com seu olhar curioso, o símio avistou outro indivíduo suspeito. Era um senhor de idade com um grande saco. Bruce notara que o velho tentava se distanciar do grupo, já que ao notar o seu olhar apressou o passo em fuga. - Um velho com um saco... - refletiu o macaco, tentado-se lembrar de algo, algo importante, que já vira antes. Ele colocou a mão na cabeça por um momento, pensantivo. E entao ouviu:

- Senhor macaco, você parece ser do tipo confiável. Viu algo estranho, alguém fugindo carregando alguma coisa grande? - falou o moreno

E então um estalo disparou na cabeça do macaco. - UM VELHO CARREGANDO UM SACO!!!!!!

"É o velho que estava carregando dinheiro!!! Saco com cheiro de dinheiro! Me escapou uma vez mas não fugir novamente seu desgraçado!! - Para qualquer um seria claro que não eram a mesma pessoa, mas Bruce estava em um momento delicado, muito acontecia ao mesmo tempo, e ele não era um dos primatas mais inteligentes. E assim, Bruce disparou em direção ao velho.

- KRYN! SACO COM DINHEIRO!! - Chaos correria abaixado, com a máxima velocidade que suas pernas permitiam, focado no velho carregando o saco. Mantinha um sorriso maldoso no rosto, e os olhos atentos. Sun iria se aproximar do adversário e saltar sobre o mesmo, com o intuito de agarrar qualquer parte que conseguisse, prioritariamente o saco e depois as pernas do fugitivo. Se algum ataque fosse direcionado ao símio este tentaria se esquivar com movimentos laterais, zigue-zagueando, mantendo sua velocidade e objetivo.

- SE FUDEU MACÁCÁCÁCÁ!!!

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 4 EmptySex 27 Abr 2018, 16:16



NARRAÇÃO

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Perseguição!


A batalha havia sido mais dura que o esperado, mas com a ajuda de Helves, Asken conseguiu colocar fim naquele embate que foi um de muitos contra marinheiros. Cansados, porém tendo que pensar no futuro tão breve, o vento soprou nas madeixas do negro, que agradeceu a ajuda da garota.

— Bom trabalho, minha irmã! — agradeceu.

— Aya estava muito preocupada com você, foi ela quem me empurrou para a luta... — respondeu a garota.

— Helves, pode me ajudar com esse ferimento?

— Certo! — respondeu a garota.

Olhando o ferimento, a garota realizou os devidos cuidados iniciais como sua perícia lhe instruiu durante o aprendizado. Durante o momento, ambos se questionaram sobre Aya, porém não notaram que a sirena não estava mais onde havia combinado de esperar. Projétil ainda ficou na perna do rapaz, porém cuidando do ferimento por enquanto, a preocupação da dupla se tornou a sirena sumida. Asken, por sua vez, ainda não acreditava que a sirena havia de fato sumido misteriosamente. Ainda tentando atrai-la com sua voz, o rapaz falhou como um humano, um reles humano.

Próximo ali, Kryn, Bruce e Liza caminhavam. O espadachim e o macaco dialogavam entre si e estreitavam os estranhos laços que começavam a se criar. Mesmo não sendo próximo ou tendo coisas em comum, ambos precisavam de aliados fortes, mesmo que alguns apenas tivessem interessados na exótica presença do mink louco. Logo a aliança entre os dois seres macho se formava, o que era bom para ambos. Liza apenas avistava aquela cena “animadinha” e estranhava.

— Como vocês são bonitinhos... Às vezes sou mais macho que vocês, é isso? — ironizou a garota.

Provocando Kryn, a garota o pegou pelo queixo de maneira sensual e lhe deu um longo beijo que exponencialmente era intensificado, pelo menos até o macaco notar a presença mais próxima de um casal, além de uma presença que mesmo longe, era vista pelo macaco.

— Um velho com um saco... — refletiu o macaco em um tom alto — UM VELHO CARREGANDO UM SACO!!!!!!

Lembrando-se do dinheiro em suas memórias, Bruce destacava a presença do velho ao longe, o que chamou a atenção de Liza e Kryn, que cessaram o beijo quase que instantaneamente, deixando parte mínima de saliva ainda sair de suas bocas, além de uma respiração ofegante pelo tempo do beijo. Chamando a atenção, o trio logo começou a perseguição ao velho, cada um com um objetivo distinto. Sem perceberem, antes de notarem, Asken já estava próximo o bastante para ouvir o que acabaram de falar. Helves vinha mais atrás após pegar a arma e os objetos que ansiava, assim como seu irmão.

A situação era complexa. Tanto para Helves e Asken, quanto para Kryn, Liza e Bruce. Tendo o mesmo alvo, porém por motivos diferentes, eles seguiram as coordenadas dadas pelo macaco. O caminho era simples e nenhum problema seria encontrado. Ao passarem por uma viela que levou o grupo ao lado esquerdo, eles encontraram uma construção e sentido nordeste que estava sendo guardada por uma dupla de marinheiros.

— Olhem! Aquela construção de antes, onde os marinheiros nos atrapalharam na caça ao dinheiro! — bradou Liza.

Algumas pegadas podiam ser vistas com a devida atenção, percepção ou perícia, porém o que mais destacava era umas latas de lixo que estavam próximas, onde haviam diversos sacos parecidos com o visto por Bruce. Os latões eram altos, mas não conseguiam permitir que qualquer um deles conseguisse subir em apenas um, alcançando o teto do local.

O local era bem guardado e apenas uma entrada era vista, porém havia uma saída nos fundos que para ser acessada tinha de ser pulada uma quantidade de duas grades de arames que protegiam. Os marinheiros jogo tinham suas atenções tomadas para o grupo que chegava, onde logo um deles comunicava com um Den Den Mushi algo. Ambos portavam escopetas com lâminas nas pontas. A porta não seria de fácil abertura, sendo aberta apenas por dentro. Pelo ângulo que estavam, só viam isso.

— Saiam dessa área! A zona é exclusiva da Marinha e do Governo Mundial! Saiam se não serei obrigado a tomar medidas mais extremas! — bradou um dos marinheiros.

Dando quatro passadas em direção ao grupo, sinalizando o perigo que ambos encontrariam ali, caso se atrevessem a seguir. O grupo estava a cerca de cinco metros do local, o clima estava frio, o vento soprava curiosamente naquele instante silencioso em que o grupo confrontava a Marinha mais uma vez.

Mapa:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 4 EmptySab 28 Abr 2018, 21:41



정의는 언제나 우리의 길입니다

A região para onde o grupo todo seguia estava guardada e parecia ser naquele prédio protegido pela marinha que Aya poderia estar. Isto estava  causando uma preocupação ainda maior na celestial. "A marinha outra vez?! Hoje eles estão ficando muito no nosso caminho." A garota estava incomodada por terem dado de frente nos soldados outra vez, impedindo a passagem deles até o objetivo maior. "Se aquele velho veio para esse lado pode ter entrado neste prédio ou se escondido por perto, precisarei olhar a região e definir se esse local é nossa única escolha." Helves sabia o que Asken faria e não se importaria em parar o mesmo, pois ela não estava no estado mental calmo o bastante para impedir alguém de fazer algo insano. Salvar Aya era a única coisa que importava e ela pouco se importou com alguns marinheiros que poderiam morrer no caminho. – Vou dar uma olhada nos arredores então. – Falaria ao negro após escutar as palavras do mesmo enquanto caminhava até os locais mais óbvios onde alguém poderia estar escondido, olhando bem cada canto e pontos em que alguém estaria. Ela não deixaria nada passar, observando o lixo após abrir as latas para ver se nada acontecia, chutando as latas para derrubar tudo o que existia dentro delas e possivelmente revelar alguém no meio daquilo. Helves estava fazendo o impossível para chegar até a sirena e até mesmo fazer coisas ruins estavam ao seu alcance, não importando os resultados ela tinha o objetivo de recuperar sua companheira e estava determinada em cumprir tal missão.

Toda a região próxima da viela por onde o velho tinha passado seria um possível alvo. Helves estaria olhando tudo por perto, chutando coisas que poderiam ter pessoas escondidas dentro e andando rapidamente de um lugar até o outro, aproveitando-se de sua velocidade para checar diversos pontos. Olharia principalmente em construções próximas, invadindo elas em alta velocidade para observar tudo rapidamente e gravar cada ponto em sua cabeça, dando uma vista geral no local para confirmar se Aya estava ali ou não. No caso de realmente encontrar o velho carregando um saco em algum ponto ela só poderia avançar no sujeito, sacando a carabina e segurando-a com ambas as mãos para avançar com diversas estocadas contra o tronco do sequestrador. A celestial tomaria todo o cuidado para não acertar o saco e usaria de saltos para trás e lados visando esquivar caso algum ataque estivesse vindo em sua direção, tornando a distância entre ela e o velho a menor possível para não o deixar escapar outra vez. Ao derrotar ele a jovem levaria a sirena de volta até Asken, mas se não conseguisse encontrar ninguém suspeito por perto ela só poderia retornar até seu irmão e avançar contra a construção protegida.

Infelizmente não achei nada. – Era o que falaria caso estivesse sem Aya e não diria nada caso a sirena voltasse em seus braços. O ponto chave do retorno era que Asken e os outros possivelmente estariam atacando os marinheiros e talvez já estivessem tentando entrar na construção. Helves se aproximaria cuidadosamente e já na esperança de alguma luta estar ocorrendo ela iria pegar a carabina e mirar de uma distância segura, visando as pernas ou braços dos marinheiros na esperança que eles tivessem a movimentação reduzida ou perderiam as armas e o combate seria finalizado rapidamente por algum dos quatro que ali estavam na busca do velho. O fim do combate seria aquele momento aonde Helves iria se aproximar de Asken para poder conversar e começar um novo plano de entrada no caso da porta principal não estar aberta. – Precisamos entrar por ali. – Apontava para a porta de trás que não parecia ser tão protegida quanto a principal. – Ajudarei vocês a passar, deixem a proteção aqui fora comigo. – A decisão não seria dela e quando os que quisessem entrar fossem decididos a celestial poderia ser usada como apoio ou impulsão, ajudando no salto de alguém ao empurra-lo para cima e proporcionar altura suficiente para atravessar as grades. Ainda que estivesse desesperada para encontrar sua companheira ela ainda podia pensar um pouco e não tinha intenção alguma de entrar sozinha, pois precisava cuidar da retaguarda e poderia ficar para trás sozinha enquanto os outros entravam e cuidavam do interior. Helves seria a defesa da entrada, pois poderia impedir qualquer ajuda de fora e segurar enquanto os companheiros cuidavam do interior.

Ninguém ali tinha se apresentado e não existia muito tempo para isso. A ação não dava espaço para conhecer aquelas pessoas estranhas que tinham resolvido ajudar a dupla, mas a gratidão de Helves estaria sempre ali e ao fim de tudo a celestial gostaria de conhecer melhor os três desconhecidos que estavam ajudando na caça ao velho. Ajudando todos a entrar ou sendo obrigada a entrar, estaria pronta para escapar de golpes com saltos e a movimentação rápida de seu corpo, usando de toda a agilidade que possuía nas esquivas, saltos e corridas longe de possíveis ataques dos oponentes no interior ou exterior da construção. Do lado de fora ou mesmo dentro ela teria de enfrentar os marinheiros de alguma forma e a carabina seria sua arma. Apenas ao olhar os armamentos de todos que estavam naquele grupo ficava claro que ninguém tinha um combate distante e ela possuía tal variedade, podendo assumir a posição de suporte. Helves iria disparar somente em alvos distraídos, buscando limitar a movimentação deles com disparos nas pernas e braços ou penas distrair com ataques próximos. A segunda opção seriam golpes finais, pois as pessoas da linha de frente poderiam já ter feito um grande trabalho na luta e ela só precisaria finalizar com alguns tiros no tronco e acabar com um alvo.

Se o combate fosse no lado de fora e a celestial estivesse sozinha, assumiria uma posição mais defensiva, disparando contra o tronco dos marinheiros que fossem até ela, esperando causar dano enquanto eles se aproximavam para ter chance de ganhar contra diversos soldados em uma luta mais próxima. Após todos os seus disparos acabarem, pegaria as pistolas e faria disparos com elas também. Ao fim de todas as balas a garota só poderia lutar na proximidade, sacando suas machadinhas para enfrentar os marinheiros que não cansavam de entrar no seu caminho. "Eles estão certos, mas estão me atrapalhando... Aya precisa de minha ajuda! Não posso ficar perdendo tempo com eles..." Helves não tinha nenhum plano grandioso a principio, lutando apenas com cortes simples contra o tronco esperando acertar algo enquanto buscava esquivar de disparos e ataques físicos com saltos para longe, tomando distância dos oponentes, mas sem deixar a porta de entrada livre para eles entrarem. Não importando os danos que estivesse levando ela continuaria protegendo a porta e impediria qualquer aproximação dos soldados, focando sempre na missão de impedir o reforço de alcançar o interior da construção.

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Última edição por Ryoma em Sab 28 Abr 2018, 22:40, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 4 EmptySab 28 Abr 2018, 22:29

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Post: 08 - Fala ’Pensamento’
Under an Ancient Dragon!

Aqueles títulos humanos de marinha ou governo novamente entrava no caminho do deus. ’Governo… Sério que vocês acham que esses pequenos grupos de mortais inúteis podem me parar.’ A ameaça daqueles que se diziam conhecer o significado de justiça, fizeram o negro pensar. - Hey mortais a sua justiça é apenas uma vingança humana, como a vingança é a justiça de humanos em um mundo selvagem. Vocês não possuem capacidade para reconhecer uma justiça. Proferia Asken com um tom mais rouco e grave com olhares acompanhando sua palavras de forma intimidadora e sua expressão era séria e demonstrava claramente está irritado. - Helves, procure aos arredores e invada todas as construções possíveis. Eu vou olhar se o imundo mortal que pegou a Aya está sendo protegido por esses mortais. Seu tom era firme, entretanto não estava com a intenção de intimidar sua aliada, suas palavras soavam de uma forma mais amena. - Então querem descobrir o motivo do fim só existir para aqueles que não conhecem o recomeço? O deus direcionava seu olhar para aqueles marinheiros, em seu rosto um sorriso psicótico e novamente sua tom era intimidador acompanhando sua expressão facial. ’Quer dizer que esse corpo não tem controle com o lado esquerdo… Vamos usar esses sacos de pancadas para treinar.’ Em um modo incomum com sua mão esquerda passava a carabina e a segurava com a direita, seguidamente desembanhava a sua espada com sua mão esquerda. O espadachim caminhava calmamente em direção ao local que os marinheiros protegiam, seu caminhar era firme e consistente demonstrando confiança e uma espécie de “aura” da superioridade, seu olhar não desviava dos homens atento a qualquer tipo de movimento que seja perigoso.

Caso os marinheiros venha atacar, o espadachim visava em esquivar e seguidamente dar uma investida rápida ao marinheiro que estiver mais posicionado em sua esquerda, se alcançar o adversário apesar de seu ferimento em sua perna iria desferir um corte com a lâmina na horizontal na altura do peito daquele oponente, o corte iria proporcionar uma postura mais aberta com sua perna direita a frente de seus corpo e nesse momento iria aproveitar do movimento visando usar sua mão direita para efetuar uma disparar com a carabina visando atingir o segundo marinheiro que estava no local. ’Não tiverem cuidado com a fúria de um deus paciente.’ Sua confiança e sua expressão corporal demonstrava que não existia nenhum tipo de temor ou receio naquele momento para o deus. Caso os marinheiros se sentir intimidado com a presença do negro e optarem por não enfrentar aquele ser destemido, o espadachim caminharia de forma segura e firme até a entrada daquela construção protegida em seu rosto ficava estampado um sorriso.

Caso o negro perceber que seu primeiro movimento foi o suficiente para derrotar aqueles marinheiros. - Não tenho tempo para perder. Simplesmente continuaria a caminha após terminar aquele rapido embate, rapidamente desviava o olhar para os dois corpos caídos no chão com uma expressão de desgosto. ’Não precisava terem escolhido o lado errado a se seguir. jovens crianças. Sua cabeça passava um velho filme em todas as histórias daquele velho tempo em que o deus ainda possuía esperanças, sendo que poderia ser apenas uma simples ilusão de sua cabeça. Apesar que para Asken aquilo fazia tanto sentido quanto suas memórias do orfanato ou talvez até mais sentido. Caso o primeiro movimento do negro não tenha sido o suficiente para derrotar aqueles dois marinheiros, sendo que se tornava o estopim para o começo do embate daquele mink e daquele casal de humano contra os marinheiros, o espadachim deixaria aquela luta na responsabilidades daqueles novos acompanhantes e continuaria a seguir seu caminho entrando naquela construção que estava sendo protegida.      

Caso a luta contra aqueles dois marinheiros ficar nas mãos de Asken por qualquer motivo, a sua forma corporal apresentada pelo mesmo era confiante colocava a espada em sua mão esquerda de modo firme a frente de seu corpo. ’Vamos saber quais os limites reais desse pedaço de carne.’ Utilizando apenas a sua mão esquerda visava bloquear os projéteis que vinha em sua direção usando o vinco da lâmina e usava apenas utilizando movimento com sua mão esquerda, mesmo que fosse ferido usava da dor como motivação para melhorar seu controle do lado esquerdo de seus corpo o mais rápido possível, visando evoluir cada vez mais de acordo com um “perigo” apesar que inconscientemente o negro nunca acreditava que estava correndo um perigo real, pois o fim é apenas um recomeço. Enquanto bloqueia visava em se aproximar do seus adversários, caso o mesmo tentasse dar passos para se afastar da aproximação do espadachim, o mesmo tentava atingir com um disparo efetuado com a carabina na mão direita no momento em que os marinheiros efetuassem passos para se afastar, pensando que assim a possibilidade de desvio fosse diminuída. Se o espadachim conseguir encurtar sua distância o suficiente para um combate com a sua lâmina, empunhando a espada com a mão esquerda visava executar um corte na diagonal que se iniciava na direita superior e terminava na esquerda superior, seguidamente ao golpe tentava aplicar um chute baixo na altura do joelho do adversário com a sola do pé esquerdo. Se o negro derrotar o seu primeiro oponente se focava no segundo visando bloquear os disparos e avaliando a situação em que se encontrava para que avalie a melhor posição estratégica.

Caso o negro conseguir entrar naquela construção, seu caminhar era firme e confiante com um sorriso estampado em seu rosto. - Querem da forma difícil ou da fácil? Seu tom era grave e rouco, recitava as palavras de forma lenta com um olhar intimidador. Caso as armas estivessem em suas mãos simplesmente ficaria de forma relaxada, com as armas “caídas” e caso não estivessem com as armas naquele momento simplesmente desembanhava sua espada com a mão esquerda e empunhava a carabina com sua mão direita.  




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Última edição por ADM.Kiodo em Dom 29 Abr 2018, 15:10, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 4 EmptyDom 29 Abr 2018, 11:09

Bruce olhava ao redor e cocaçava a cabeça confuso por um instante. Logo em seguida, os outros o alcançavam, a dupla desconhecida parecia desesperada procurando um aliado perdido. Indiferente a isso, o macaco tirava caca do nariz, pensativo.

"Onde aquele velho foi...desapereceu duas vezes...que desgraçado escorregadio..."

Analisando o local, Sun avistava as latas de lixo com os sacos em seu interior. Sua mente matutava se o velho seria tão idiota a deixar o saco ali tão a vista, talvez não fosse, ou talvez sim, porém o real problema era que mais uma vez uma equipe de marinheiro o atrapalhava. Ele cerrava os dentes e jogava a caca que estava no dedo no chão, já não aguentava mais aqueles merdas a todo mundo ditando ordens e madando em tudo. Achavam-se soberanos, poderosos, e eram apenas covardes escondidos atrás de uma farda. Entretanto, o símio não estava mais sozinho. Tinha Kryn e Liza, e já vira o que eles eram capazes de fazer. Havia visto até demais.

- Kryn, eu vou atrás do dinheiro, se precisar de ajuda com os guardas ali grita - Ficando nas quatro patas e fazendo um rápido asceno o macaco partiria em direção às lixeiras. Manteria atenção aos marinheiros e caso o atacassem ele tentaria desviar mantendo sua rota, com ziguezagues e saltos diagonais. Chegando aos latões o macaco não perderia tempo. Sabia que quando um soldadinho da marinha estava em apuros mais apareciam como baratas. E aqueles soldados estariam em apuros logo logo.

Assim, Bruce derrubarias as latas, lançando os sacos para fora e rasgando-os rapidamente. Mesmo que apenas farejasse lixo dentro dos sacos não os saltaria, afinal o velho poderia ter misturado o dinheiro a lixo. Se encontrasse algo de valor logo guardaria e prosseguiria sua busca. Se alguém o atacasse enquanto isso Sun tentaria lançar as latas vazias contra o oponente para instabilizá-lo e ganhar tempo, contando com seus aliados.

Se a busca resultasse infruntífera o macaco olharia ao redor. Sabia que um velho daquele não poderia ter sumido, e aqueles marinheiros não o deixariam ir embora facilmente já que era bastante suspeito. A não ser....refletiu Bruce...que o velho fosse um deles. O macaco olharia para a construção da marinha, para a grade e a porta dos fundos, abrindo um sorriso.

- Você não vai escapar CÁCÁCÁ

O símio então se lançaria às grandes, escalando usando as quatro patas e sua aptidão, tentando ser o mais rápido e furtivo que conseguisse, para evitar chamar a atenção dos oponentes. Se o atacasse, saltaria lateralemente, trocando as barras às quais estava agarrado para permitir movimentos laterais evasivos, enquanto continuaria subindo. Ao alcançar o topo pularia para baixo, tentando amortecer a queda com um rolamento

- É hora de encher os bolsos e cair fora dessa ilha MACÁCÁCÁ

O macaco olharia em volta rapidamente. Se em algum momento encontrasse algo que se assemelhasse a um bastão o pegaria, preparando-se para o combate. De qualquer maneira, se adiantaria em direção a porta, tentando abri-la o mais sorrateiramente possível, em quatro patas, utilizando seus instintos animalescos para ter vantagem naquele primeiro contato. Caso notasse pessoas no local, tentaria precisar quantos. Sendo 1 ou 2 no máximo, tentaria adentrar o local ainda em quatro patas, furtivamente, utilizando móveis como esconderijo para fugir da linha de visão dos oponentes. O plano era inutilizar um oponente rapidamente com um soco forte nos testículos e partir para cima do outro utilizando o corpo do primeiro como escudo e ao chegar perto o bastante lançá-lo sobre o inimigo para desestabilizá-lo e então atacar se dirigindo a lateral do adversário, tentando atingi-lo com socos no rosto e arrancar a arma de sua mão.

A defesa do símio seria principalmente focada em esquivar-se das investidas do oponente utilizando passadas laterais e curvando o corpo, aproveitando as brechas dos ataques para contra-atacar. Durante todo o processo Bruce tentaria manter a porta às suas costas, para caso esteja em desvantagem partir em retirada para a porta e lançar-se sobre a grade, escalando rapidamente e saltando para o outro lado.

Caso encontre mais de 2 oponentes na sala o macaco irá recuar. Antes de recuar ou engajar nos inimigos encontrados, Sun irá tentar ouvir sobre a conversa tentando conseguir informações. Se não houver nenhum inimigo dentro do local, Sun irá esgueirar-se furtivamente para dentro, tentando encontrar coisas de valor como Den Den Mushis, Armas, Mapas, Documentos, sempre com a audição atenta para eventuais adversários

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Analisaria um pouco o local enquanto responderia a Elisabeth, sempre com calma então diria: " - De volta ao início, malditos marinheiros." Estava sem minha espada, acreditava que ainda poderia fazer muita coisa apenas com os punhos. " Até que posso me virar bem, mas não sei se conseguirei torturá-los só com as mãos." Olharia para Bruce então responderia: " - Certo, se a coisa ficar feia conto com você." O macaco estava atrás do dinheiro, não me irritaria ou repudiaria sua decisão, pois cada um tem suas prioridades, então diria aos soldados. " - Eu nunca entendi a marinha, porque tudo o que você faz na vida, cada escolha que faz, tem uma consequência. Quando faz coisas sem pensar não está escolhendo nada, está sendo escolhido." Colocaria um sorriso diabólico, pois naquele momento acharia que valeria a pena, pois eles acabavam de ser escolhidos pelo diabo. " - Ou seja, estão sendo escolhidos para visitar o inferno!! Eu farei meu melhor para que isso aconteça." Havia mais duas pessoas junto com a gente, não sabia ao certo o que eles queriam.

Um deles falava sobre Justiça, não acredito nela, ela é falha. " Isso nunca existiu e nem vai existir." Eles procuravam algo, diferente, irritados talvez, tanto faz eram inimigos dos meus inimigos. Queria analisar as coisas parecia que ia ser divertido, meu movimento inicial era esperar. Sussurraria para a linda garota de cabelo rosa. " - Estou sem minha espada então vamos dessa vez fazer as coisas um pouco mais pensada. Me de cobertura se eu precisar, daquele jeito sem dó do adversário gata." Se a resposta dela fosse de confirmação então continuaria a colocar minha decisão em pratica. Meus movimentos se baseariam na paciência e na calma, de acordo com os movimentos dos marinheiros ou das pessoas ali presente. " Um banho de sangue vai rolar por aqui, quem será que vai dar o primeiro passo." Se os marinheiros vierem a atacar alguns dos outros ali presente estaria preparado para um contra-ataque baseado na esquiva do possível aliado. Caso ele consiga se esquivar do golpe do adversário então investiria no momento da esquiva do mesmo atacando de surpresa com um forte soco no rosto do meu oponente. " - Surpresa!!!" Contaria com Elisabeth para fazer o mesmo para caso o segundo marinheiro vim atacar.

Mas caso o marinheiro venha atacar alguém ali presente e o mesmo consiga bloquear, eu aproveitaria para tentar agarrar o mesmo pelas costas e o seguraria enforcando. " - Fique feliz, não é o primeiro marinheiro que morre hoje." Continuaria enforcando o mesmo, se ninguém aproveitasse a situação para golpeá-lo iria tentando quebrar o pescoço do mesmo. Caso o segundo soldado vier a atirar com sua arma, então me viraria e usaria o meu inimigo como escudo. Queria ouvir o estralo do pescoço do mesmo quebrando e iria adorar muito isso. " Talvez eu possa pegar essa arma e usar a lâmina como uma espada, o princípio é quase o mesmo." Pensaria independente se minhas ações desse certo ou não.  

Também ficaria atento para disparos, tentaria me esquivar dos tiros, então iria me aproximando, nunca em linha reta. Caso consiga me aproximar de alguns deles, assim que ficasse próximo tomaria cuidado, pois poderia mudar sua forma de combate para a lâmina. Então observaria seu movimento, sendo um disparo na altura do peito me abaixaria e aplicaria um gancho na sequência. " - Hoje não." Sendo algo na altura da perna, pularia e daria um chute em sua arma numa tentativa de fazer com que o mesmo a deixe cair. Assim que caísse no chão, aplicaria um soco em seu peito, caso ele bloqueie então daria uma cabeçada em seu nariz. " - Não esperava por isso." E depois ficaria em guarda, atento para possíveis esquiva se preciso.

Caso as pessoas não esteja entendo nada então apenas diria, sempre demonstrando ser uma pessoa calma e utilizando da minha voz encantadora. " - Olha, não me leve a mal, temos inimigos em comum, não sei o que vocês buscam, porém podemos todos saírem felizes daqui?" Uma pausa e um suspiro então voltaria a falar. " - Você pode ter o que busca, podemos ajuda-los e eu e ELisabeth matar o máximo desses caras possíveis, até porque decidi ajudar o Bruce a torturar um tal de Gokudera e com certeza seu povo macaco terá sua terra de volta. Então não pretendo morrer aqui." Esse sou eu quando colocava uma coisa em minha cabeça, dificilmente mudaria de ideia. Estava decido a gente tem um contrato, ou quem sabe Bruce sem perceber tinha feito um pacto com Diabo.

Se por algum motivo eu consiga entrar no local primeira coisa que eu faria era olhar tudo calmamente, se tivesse muitas pessoas então apenas diria: " - Quem vai ser o primeiro a morrer." No caso de ter apenas o velho eu então falaria: " - Caramba, olha que incrível não é só eu que quero te matar." Me colocaria em posição de defesa e ficaria esperto para me esquivar de ataques possíveis, ou bloquear golpes dos inimigos. Tendo exageradamente uma quantidade de pessoas também falaria em voz bem alta. " - Ei Bruce, já achou o que procura? Digamos que sua ajuda aqui possa ser necessária." No intuito de deixar o macaco alerta.


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