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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!

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ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 3 EmptyQui 29 Mar 2018, 13:50

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas e civis Asken Kanogan, Helves, Kryn Nerelin e Bruce Chaos Sun. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Chaos
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 3 EmptyQua 11 Abr 2018, 08:23


Estava satisfeito, a comida era realmente tão boa quanto o cheiro denunciava e o melhor de tudo foi que não tive que pagar dinheiro algum. Era momentâneo mas já gostava daquela cidade. Em frente a loja, posicionei as mãos na cintura, desenrolei a cauda e a estiquei por um momento, retraindo em seguida. Era hora de continuar, precisava tocar a vida para frente e seguir com os objetivos traçados. Com a música conseguiria mais informações e dinheiro, e isso era o primeiro passo na minha longa viagem de resgate aos meus companheiros e de vingança contra a marinha e a Gokudera.

- Vamos lá MACÁCÁCÁ - Ops, o q- - Enquanto gargalhava satisfeito comigo mesmo percebi o quão diferente aquele local estava. O tilintar das lâminas martelava meus ouvidos e o cheiro ocre de sangue inundou minhas narinas. Olhei para um lado e avistei um homem amedrontrado, ensanguentado agarrado com uma bolsa que exalava o odor de dinheiro. No outro lado do local marinheiros lutavam contra dois indivíduos suspeitos. Ou melhor, um deles lutava, o outro apenas apanhava. Rapidamente saltei os olhos de uma cena para a outra. Poderia tomar o dinheiro daquele homem desesperado, ele não parecia ser alguém que soubesse se defender e já adiantaria muito minha vida conseguir uma boa quantia em dinheiro. Por outro lado, aqueles dois pareciam em encrencas, talvez eles tivessem pensado o mesmo que eu e agora os marinheiros desgraçados os atacavam.

- Vou precisar de uma ajuda pra sair dessa ilha. E olha o que Hanuman me ofereceu MACÁCÁCÁ - No fundo sabia que aqueles eram criminosos e que provavelmente iniciaram uma chacina naquele local. Mas não me importava, precisaria me tornar um criminoso para alcançar meus objetivos e aquele era o momento. Sem hesitação correria para cima do marinheiro que estava se saindo melhor na batalha, iria utilizar minha acrobacia e tentaria me aproximar por trás, em um instante que o marinheiro tivesse a vantagem. Iria enlaçar uma de suas pernas com minha cauda, as duas mãos seguraria o braço armado com um pé iria cobrir seu rosto e com o outro segurar o braço livre. Mesmo se não conseguisse realizar exatamente esses movimentos iria ao máximo tentar imobilizar o oponente, mantendo minha audição atenta ao inimigo engajado no outro embate.

Se o marinheiro notasse minha aproximação não pararia. Iria me aproximar focado principalmente em esquivar-me e após um golpe evadido iria tentar imobilizá-lo. Se notasse que o oponente não fosse me atacar partiria para o ataque realizando fintas de socos e chutes mas com intuito de imobilizá-lo no final. Se em algum momento, segurando o marinheiro, notasse que o outro partia para cima de mim iria livrar uma das patas e rodar o homem, virando-o de frente para o oponente, tomando cuidado para não ser atingido por um golpe daqueles criminosos.

Seguindo a batalha, meu foco seria sempre distrair o oponente, fintando ataques e mantendo-me na posição oposta ao meu aliado em batalha para termos a vantagem de confundir o inimigo. Usaria minha cauda e acrobacia para fazar ataques misturando os pés e as mãos, tentando rasteiras e empurrões (como um capoeirista~). Se fossemos obrigados a fugir ou vencêssemos, me manteria junto aos criminosos.

- MACÁCÁCÁCÁ Eu sou Bruce Sun, um macaco de Chaos Island. Preciso de companheiros, o que posso dizer é que não me dou muito bem com a marinha - Brandaria com um sorriso no rosto e a cabeça descoberta.
Objetivos:
 

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Alê
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 3 EmptyQui 12 Abr 2018, 16:35



NARRAÇÃO

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Encontros...

— Hei, paspalho ... você está louquinho para honrar essa farda, digamos que horrível, dá para ver nessa sua cara de pamonha! — afirmou.

Kryn não se sentia satisfeito com o golpe sofrido anteriormente, porém isso não o impediu de prossegui no combate, provocando seu inimigo. O homem ao ouvir os dizeres do pirata apenas sorriu, entretanto em seu interior a raiva daquelas palavras crescia exponencialmente. Caminhando, o protagonista acreditava que havia encontrado um oponente válido para batalhar e fazia questão de demonstrar isso, do seu jeito.

— O que foi? Está com medo que eu te vença, vamos venha, não disse que ia ser fácil. O pau mandado! — provocou.

— Vamos com calma rapaz, o dia está só começando... — respondeu o marinheiro.

O combate voltaria a acontecer, agora com a iniciativa do marinheiro que não aguentava se conter. Partindo com um golpe em horizontal, o inimigo viu seu golpe falhar quando Kryn, espalhafatosamente, abriu escala em sua frente e, usando a técnica mais letal nas ruas, um golpe baixo, conseguiu uma grande brecha no ataque inimigo.

— Ah, meu ovo! — bradou o oficial.

Inclinando-se, o oficial da marinha deu a brecha que o espadachim tanto queria. Desferindo um golpe horizontal, Kryn viu seu oponente tentar bloquear, mas não era o suficiente. O golpe perdeu parte de sua força pois o homem ainda conseguiu levar sua arma até próximo ao alvo, mas não totalmente. A lâmina dançava na pele do adversário, que lentamente sentia o sangue escorrer sob aquela farda.

— Seu maldito! — bradou o marinheiro.

Partindo para o ataque, Kryn já havia conseguido o que queria. Desestabilizando o oponente mentalmente, os seus golpes se tornavam previsíveis, tanto que o espadachim sem dificuldade alguma os defendia com veemência. Desferindo outro golpe horizontal nesse meio tempo, o espadachim protagonista viu sua lâmina ir de encontro com a do inimigo, cessando o movimento de corte, porém, quase que planejado, o golpe não prosseguiria para aquela direção, agora vertical, a lâmina subiu tão rápido quanto uma águia alçando voo e, abrindo mais o corte já feito — anteriormente — o rapaz fatiava seu inimigo como um queijo de cabra voadora.

— Vamos dar no pé, deixa o paspalho 2 aí sangrando. Estava ainda mais linda enquanto golpeava ele! — bradou o rapaz.

Segurando a mão de sua aliada, que trucidava o seu inimigo com estocadas rápidas, a garota voltava a si. Relutava um pouco em ir devido a estar empolgada, porém cedia e seguia o rapaz para onde ele a guiava.

— Por que fez isso? Queria ter terminado! — reclamou ela.

— Uma pausa, logo voltaremos a cidade, vamos descansar! — explicou ele.

Enquanto isso, o marinheiro que Liza não havia encerrado, unindo suas últimas forças, sacava um Den Den Mushi que havia em seu bolso e tentava contatar o Quartel General da Marinha. Usando de sua última respiração propícia para a fala, o homem sussurrava que haviam inimigos na cidade a leste do Quartel General e, imediatamente, desfalecia caído. Sem dizer quem seriam o quais inimigos seriam, a sorte aparentava estar do lado da dupla, caso os marinheiros não resistissem.

Perto dali, Bruce pensou e, decidido em ajudar aquele casal, partia para a direção do embate, porém surpreendido por alguém puxando seu braço, o macaco avistava homens segurando o braço do macaco, homens esses que estavam na taverna, comandados pela dona, que tentava vir logo atrás, o que podia ser visto pelo macaco ao abrir da porta por onde os homens passaram. Não satisfeito, o macaco tentou desvencilhar-se do agarrão sem seu braço, porém isso só fez incomodar mais ainda aquele embriagado inimigo, que acabou por ensaiar um soco no macaco.

Esquivando-se do golpe, Bruce agora via que seu alvo era aquele homem. Desferindo uma sequência de socos e chutes, o mink conseguia soltar-se e balançava o adversário, o que não seria difícil por já estar embriagado. Sem perceber, a Marinha já chegava no local com dois oficiais. Já era comum acontecer esse tipo de coisa, então a velocidade de chegada do auxílio não era impressionante.

— É ele! Que roubou minha comida! — afirmou a mulher enfim saindo com sua carabina em mãos.

Vendo aquela cena, Kryn e Liza, que já haviam acabado com seus inimigos, ou pelo menos pensavam, corriam. Os marinheiros olhando-os também e ao fundo vendo seus colegas, mudavam de opinião. Enfim sabiam quem eram os responsáveis pelo mandado anterior. Mesmo sem ser o foco principal para combater o casal, os marinheiros se viram na obrigação de agir, mesmo pensamento que o casal teve ao avistar o perigo que o macaco sofria.

— Ei amor vamos ajuda-lo .... Sabe como é né, derramar sangue! — falou Kryn.

— Sei, vamos lá! Ainda estou chateada pela luta anterior! — respondeu emburrada.

Cercando os marinheiros, o casal demonstrava que a ideia era ajudar o macaco. As palavras do espadachim detentor do poder mais sagrado, o protagonismo, deixou claro isso.

— Fique tranquilo, estamos aqui para ajudar a espalhar o mal, queremos apenas o sangue e a vida dos homens de farda e mandar eles para a cidade dos pés juntos, sou como uma espécie de Deus da Morte! E como alguém divino da morte tenho que espalhar ela por onde passo! — afirmou.

— MACÁCÁCÁCÁ Eu sou Bruce Sun, um macaco de Chaos Island. Preciso de companheiros, o que posso dizer é que não me dou muito bem com a marinha... — respondeu o macaco.

O trio se via contra uma dupla de marinheiros que havia sido enviada para tratar do caso do macaco. Eram dois homens que portavam espingardas que também possuíam lâminas em seu cano, podendo ser usadas como armas de fogo ou de corte, dependendo da situação. Bruce estava perante eles, enquanto o casal Krynliza estava do outro lado, cercando a situação.

Enquanto isso, sabendo da tal perseguição ou observação, o negro mandava suas aliadas partirem para longe enquanto partia em direção desse tal velho. Procurando de maneira exagerada, mesmo não querendo, o rapaz chamava a atenção os homens que cuidavam do Banco Central, mas que não agiram em falso. Sem resultado concreto, Asken voltou para onde estavam suas aliadas. Por sua vez, Helves e Aya partiram para o começo da rua, onde de lá podiam avistar uma brica prestes a iniciar, além de dois marinheiros caídos, mas próximo delas. A garota tentava acalmar a sirena, que respirava demoradamente, tentando se acalmar. Buscando uma clínica, seja qual fosse, o nervosismo não ajudava a garota em encontrar nada. Ao avistar um homem de jaleco saindo de certo local, a garota corria e pedia para que o homem a ajudasse.

— Poderia checar minha amiga? Ela está um pouco mal, parece estar fria e suando um pouco! — pediu a garota.

O homem relutando um pouco e olhando para o local protegido por uma dupla de marinheiros no fim da rua, a esquerda, aceitou tratar da sirena e mandou a garota entrar no pequeno edifício que ficava de esquina, em um encontro de duas vielas. Em um lado estava a luta, no outro a proteção da marinha.

— O que ela está sentindo?

— O que ela tem? — questiono subitamente a garota, sem ouvir o que o médico havia falado.

— Não posso dar qualquer remédio sem saber o que ela está sentindo!

— Então me arrume algum calmante. Ela está muito agitada e desta forma irá trazer consequências pra si mesma, preciso da minha Aya calma e feliz!

— Calma, entendi. Deixa eu ver se ela está com febre... — colocou a mão em sua testa — Bem, ela está um pouco febria e suando demais. Acho que é o período de adaptação dela na superfície. Deixe me ver o que posso conseguir aqui para ajudar... — falou o homem olhando em sua maleta.

O interior da sala era vazio, só havia um armário de ferro e uma mesa, onde estava sua maleta. Dentro, era tudo branco e simples, não haviam banheiros ou portas, apenas um cômodo com os objetos citados.

— Bem, aqui só terei esse calmante e esse regulador de temperatura. Coloque o primeiro e engula, o segundo embaixo da língua. Acho que ficará melhor!

Enquanto isso, o negro ainda tentava encontrar para onde suas aliadas haviam ido. Em sua mente havia certa suspeita, porém ao caminhar, ouviu passadas de marinheiros vindo do QG. Os marinheiros em questão partiam devido ao chamado de um casal estranho atacando oficiais, porém, ao avistar Asken, o achavam estranho e bradavam para que o mesmo prestasse esclarecimentos.

— Ei, você! Negro! Espere! Temos perguntas a fazer! Vamos ao QG imediatamente! — gritou.

— Me prender. Hiahiahaha. Já estou preso nesse corpo humano de merda! — bradou ele entendendo mal a fala anterior.

Asken agora se encontrava no exato cruzamento das duas vielas. A sua direita, estavam um grupo lutando ao fundo e uma dupla de marinheiros caídos a cerca de quatro metros. A suas costas, estava o “consultório” que Helves e Aya estavam, além de estar aquela ronda estranha ao fundo, no fim da rua. O rapaz se via contra dois marinheiros que usavam carabinas com lâminas nas pontas.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 3 EmptySex 13 Abr 2018, 19:07

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Post: 05 - Fala ’Pensamento’
Under an Ancient Dragon!

Asken foi abortado pelos marinheiros e acabava ficando um pouco confuso e acreditava que a abordagem seria de forma agressiva. ’Carabinas? porra armas de fogo novamente.’ O negro que nasceu em uma ilha onde basicamente todos daquele local eram atiradores e teve que enfrentar esse tipo de combate e colocava a mão direita no cabo da espada e aguardava a atitude daqueles marinheiros. - Hora da dança. Em um tom confiante bradava as palavras, aguardando o primeiro disparado de uma das armas daqueles marinheiros. No momento em que o marinheiro efetuar o disparo, rapidamente o espadachim desembainhou sua espada e visava usar a vinco da lâmina de sua espada para bloquear o projétil, simultaneamente avançava no marinheiro que executou o disparo. Caso o segundo marinheiro viesse a fazer algum disparo, visando parar o avanço repentino do espadachim. O negro tentaria resistir a esse segundo projétil tentando ter a certeza que consegue colocar o braço na trajetória do mesmo, sendo que visaria manter seu avanço sobre o primeiro marinheiro que efetuou o disparo.

Caso Asken conseguir se aproximar o suficiente do marinheiro, estaria aguardando uma espécie de estocada com a lâmina da carabina e visava dar um passo para a direita e deixaria seu braço esquerdo aberto e em um ângulo alto, visando que a estocada passe ao lado do seu tronco e abaixo de seu braço esquerdo, posteriormente da forma mais rápida que conseguir tentava segurar a carabina daquele marinheiro com sua mão esquerda. - Que seja feito o fim. Com um sorriso confiante e em um tom orgulhoso dizia o negro, caso conseguir segurar a arma de fogo do marinheiro com sua mão direita faria um movimento na horizontal da direita para esquerda, visando atingir o pescoço do marinheiro. Caso não conseguir segurar a arma do homem por conta de uma forma na qual o mesmo tenha usado para se afastar, Asken se afastaria um pouco também para analisar sua posição e observaria a distância do segundo marinheiro e caso for melhor avançar contra o mesmo assim o espadachim faria e seguidamente tentaria efetuar um corte na diagonal de cima para baixo, antes que o mesmo pudesse disparar contra o negro e almejava o tronco.

Caso conseguir derrotar o primeiro marinheiro de forma rápida e simples, manteria a carabina em sua mão esquerda e jogaria para cima de uma forma que conseguir pegá-la no alto e posicionar na posição correta para o uso da lâmina da carabina contra seu segundo adversário. Caso conseguir empunhar as duas armas o espadachim avançaria contra o seu segundo adversário e primeiro aplicaria uma estocada com a carabina, visando atingir a carabina do marinheiro, tentava usar a carabina como um contra-ataque ou uma forma de bloqueio do possível projétil que possa ser disparado, tentando fazer com que essa estocada fique na frente da trajetória do projétil e seguidamente continuaria avançando com sua força de forma que possa desarmar o marinheiro ou deixá-lo vulnerável e em seguida aplicar um corte com sua espada na vertical de cima para baixo, visando atingir toda a extensão do corpo. - Que as estrelas te mostrem o seu recomeço. As palavras de forma inconsciente muitas das vezes com pouca coerência dita pelo negro, sendo que em momento de caos era a casa e o lar do Lusacan e sua voz ecoava pelo seus lábios em um tom firme e mais rasgado.

Caso nenhum dos marinheiros venha a atacar e apenas fazer algum tipo de questionamento ao espadachim. - O que vocês querem? De forma seca e arrogante tentava acabar aquela abordagem de forma rápida e direta, sem muitas enrolações pois não tinha tempo.




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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 3 EmptySab 14 Abr 2018, 15:23



자신감 부족

Muitos problemas rodeavam a dupla e Helves decidia pelo caminho mais simples, indo na direção do médico que serviria para ajudar sua companheira. Entrando no consultório e despejando algumas coisas tão inúteis para o homem que nem mesmo ajudava a definir o que era, fazendo-a perceber o quão pouco ela sabia do problema de Aya. "Estou muito agitada.. Não sei muito bem como responder as perguntas dele, pois isso pode acabar afetando ela também. Acho que o melhor agora é usar esses remédios e encontrar meu irmão." A desconfiança da celestial quase não existia naquele momento, pois sua preocupação estava em um nível tão alto que acabava por deixar de lado o problema sobre nem mesmo conhecer aquele médico e saber se era um de verdade, podendo estar entregando a sirena um remédio que nem mesmo ajudaria seu problema. Ainda que este problema fosse real, Helves não tinha nenhum conhecimento sobre remédios ou como conhecer o que sua companheira tinha, precisava do tratamento logo e tinha medo do que poderia acontecer com Aya. Mas naquele instante ela não parecia estar em nenhum consultório. "Em todas as história que li e médicos que já passei nunca vi algo assim, este lugar não deveria ser um pouco mais equipado?" Talvez estivesse faltando uma cama ou algo parecido para os pacientes, cadeiras e até mesmo mais armários com equipamentos e medicamentos. Tudo o que a garota via não indicava um consultório médico, talvez apenas um em construção e a forma como ele facilmente decidia o medicamento com uma simples medição da temperatura tinha um sentimento estranho nela.

O que acha? – A pergunta era direcionada apenas para a sirena, algo bem baixo onde esperava que o tal médico não pudesse escutar, pois necessitava da autorização de Aya para iniciar ou parar aquele tratamento. "Confiar em humanos tão fácil... O quão preocupada eu estava?!" Mesmo sendo algo urgente, estava longe de ser a forma correta da celestial agir. Mesmo se Aya estivesse confiando no homem, Helves tinha algo que a fazia querer questionar, poderia não ser a melhor abordagem, mas estava pronta para perguntar. – Que remédio é este? – A questão simples poderia complicar caso o homem não soubesse algo sobre medicamentos. Ela não tinha nenhum conhecimento profundo e não poderia contrariar ele, mas estava ao menos perguntando algo simples que seria útil no futuro. Algo que Helves já tinha decidido e não havia dito para ninguém era que a sirena não seria tratada por aquele homem nem pelos remédios dados por ele, pois não existia nenhuma comprovação de que ele era realmente um médico. Sem saber ao certo no que confiar ela apenas pegaria os remédios e sairia com sua parceira do local, deixando o suposto médico para trás. – Ele acha que você vai ficar melhor, mas eu não confio nele. Vamos procurar outra opinião. – Um lugar com maior evidência e que poderia realmente ser uma clínica médica era o rumo da dupla agora que tinham o remédio e poderiam questionar a outros doutores o que ele era e quais seus usos.

Helves esperava encontrar Asken em algum momento e mesmo se ele não estivesse a vendo o ajudaria na situação, pois ele era seu líder e irmão. – Esta tudo bem? – Perguntaria ao negro esperando uma resposta para poder ajudar ou não nos problemas dele. Se Asken estivesse com problemas, mas Aya fosse se machucar no meio de tal confusão a celestial deixaria o espadachim para trás, pois ele sabia cuidar de si mesmo mais do que a sirena. No caso de seu irmão estar sofrendo dificuldades a garota tentaria ajudar na luta enquanto protegia sua companheira, continuando com ela nas costas para não existir problemas de alguém tentar a atacar ou capturar enquanto esta em algum lugar distante.

Em qualquer situação a celestial tinha sua atenção voltada aos arredores, buscando sempre olhar as pessoas e movimentos feitos por elas, pois a segurança da sirena estava em suas mãos. "Aya vai me apertar se for preciso e eu posso cuidar de proteger ela com o meu corpo, acredito na possibilidade de fugirmos de alguma surpresa." Correr e saltar carregando alguém poderia parecer complicado e Helves entendia que não conseguiria escapar de tudo, pois sua movimentação seria reduzida com Aya ali. Ainda que fossem complicados os movimentos para escapar de ataques seriam os normais, saltando para longe dos ataques, sendo para trás e lados as direções mais usadas. O uso da movimentação de seu próprio corpo também poderia ser útil, desviando com movimentos laterais ou ao se abaixar para golpes na cabeça. O segundo caso seriam bloqueios, estes que só poderiam ser feitos com as pernas da celestial e usaria delas apenas para desviar os golpes, mudando sua direção ou ao menos levando golpes de raspão para não ferir a sirena. Fora  as pernas em algum momento os braços poderiam ser necessários e Helves teria apenas a opção de fazer sua companheira segurar firme em seu corpo. – Agarre-se ao meu corpo, preciso das minhas mãos para resolver esse problema! – Gritaria direcionando suas palavras a ela, esperando que a mesma estivesse com uma pegada firme para não cair durante as movimentações da arqueóloga. Com os braços livres poderia desviar golpes mais facilmente, usando de sua própria precisão com elas para alcançar os ataques e mudar sua direção, afastando de seu próprio corpo ou da sirena caso for impossível não se ferir. Outra forma de se defender seria usando as machadinhas, levando ambas a frente de seu corpo na direção dos ataques como força de bloquear os golpes diretos e desviar possíveis disparos. Em último caso a garota usaria de seu próprio corpo para proteger a sirena, recebendo os ataques em pontos menos complicados, lugares onde não incomodaria muito ser golpeada e continuar a luta.

Independente do oponente a garota resolveria todos os combates da mesma forma, atacando os alvos enquanto buscava escapar deles. Helves tinha a primeira opção de proteger sua companheira e não fugiria desta função, deixando sempre a ofensiva para os oponentes, focando apenas na parte defensiva da coisa para conseguir uma abertura e atacar. Nos momentos corretos, sendo apenas um deslize do oponente ou uma possível abertura visível em sua defesa seriam os momentos para atacar e a celestial aproveitaria deles. Os golpes seriam simples, imaginando que a sirena estava segurando-se em seu corpo, podendo assim usar os braços, pegaria ambas as machadinhas e faria dois golpes em conjunto, formando um X com os golpes se cruzando para acertar o tronco do alvo e logo em seguida executar um chute de direita na barriga do mesmo visando afastar o adversário, criando tempo para a fuga da dupla que correria de imediato para longe em zigue zague caso o adversário fosse usuário de armas com longo alcance.

Se Aya não estivesse se segurando no corpo de Helves ela só poderia usar suas pernas, tendo uma ação limitada no ataque e podendo apenas desferir chutes nos alvos. Nesse caso a celestial continuaria esperando os ataques, buscando uma abertura para os chutes que surgiriam logo após alguma esquiva ou bloqueio bom da mesma, executando os chutes de maneira simples. O primeiro surgiria com a perna direita subindo pela direita até o tronco, buscando algo na altura das costelas do alvo sem nenhuma mira perfeita, esperava ao menos acertar tal golpe e mudaria para qualquer ponto do tronco caso fosse possível acertar. Partindo para o segundo golpe, Helves imaginava ter uma chance com o acerto ou bloqueio do primeiro ataque para avançar um passo e usar sua cabeça, visando acertar a testa de seu adversário e na sequência com o terceiro golpe usaria de seu joelho esquerdo subindo rapidamente na direção das partes intimas do oponente. Não importava se fosse um homem ou mulher, faria os mesmos ataques e ao fim de tudo usava do próprio joelho para empurrar seu oponente e começar a correr em zigue zague em uma direção bem longe do oponente e em um ponto onde poderia se misturar no meio dos civis e desaparecer.

Com problemas ou sem eles o destino da dupla seria algum outro médico, farmácia ou algo do tipo para conhecer e tratar o problema de Aya. Desta vez Helves estaria procurando algo mais concreto e com alguma placa dizendo ser médico, talvez uma identificação melhor e algum consultório que realmente pareça um lugar para tratar pacientes. Aya não podia ser tratada por qualquer um e ela estava disposta a andar por toda a ilha para encontrar algum doutor que conseguisse descobrir o que sua parceira tinha. – Você vai ficar bem... Se sentir qualquer coisa diferente precisa me avisar, escutou? – A preocupação nunca sumia do olhar da celestial, algo mais importante que sua própria saúde era ver seus companheiros em bom estado. Se Aya tinha um problema então Helves também estava com tal problema e em nenhum momento desacreditou do que a sirena falava, imaginando que o sujeito perseguindo elas era muito bom no que fazia. Encontrando um consultório só faria uma simples questão ao médico após checar se ele era legitimo ou não. – O senhor/senhora poderia tratar da minha amiga? – Com o sim ela entraria no local e daria os detalhes da situação, agora se fosse um não ela só poderia continuar na busca por outro lugar para tratar da sirena. – Passei em um médico anteriormente e acabei por receber estes medicamentos para tratar do problema dela, mas eu não consegui confiar nele. – Colocaria os medicamentos na mesa e continuaria a falar. – Ela esta com febre e um pouco agitada, ela diz estar vendo um homem e eu acredito nela, mas não posso descartar a possibilidade de ser uma ilusão. Estes são os problemas que encontramos até agora. – Explicava o que tinha escutado de sua amiga até então e esperava que a mesma desse melhores explicações do que sentia, pois só assim o médico poderia dizer o que era.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 3 EmptySab 14 Abr 2018, 15:44

Bruce se via cercado por oponentes. Tanto pelos presentes na taverna há pouco quanto vários marinheiros que surgiram inesperadamente em auxílio à cozinheira. O macaco estava confuso. Havia se desvencilhado reflexamente do bêbado que o segurava e girava sobre seu próprio eixo, olhando ao redor, aguçando seus instintos. Estava sendo acusado injustamente de roubo, ou assim ele achava, afinal nunca o tinham cobrado nada e assim saíra com a comida na barriga. Mas havia sido ingênuo, talvez aquilo fosse um golpe daqueles humanos para capturá-lo mais uma vez. Acusá-lo de roubo, chamar os marinheiros e enclausurá-lo novamente.

Porém, mais eventos inesperados ocorriam. Sun já estava perto de surtar, estava cercado, sem ter para onde fugir, e nunca ganharia aquela batalha desigual sozinho. Seria preso novamente, voltaria para onde jurara nunca mais retornar e aquilo martelava sua mente com desespero. Preferia morrer a ser preso novamente por aqueles desgraçados e deixava seus instintos virem a tona. Entretanto, uma dupla aliada conseguiu impedir o símio de entrar em um modo bestial. Era um raio de esperança, era uma mão amiga à beira de um abismo sem fundo.

- Vocês vinheram em boa hora MACÁCÁCÁ. Vamos mandar esses merdas para o inferno!! CÁAÀÀÀÀÀ

Bruce então partiria para cima do marinheiro mais próximo. O macaco iria avançar baixo, fintando ir em direção às pernas do marinheiro. O plano de combate de Sun era lutar na defensiva, utilizando-se de seus sentidos aprimorados para ajudar a notar os movimentos do oponente e poder contra-atacá-lo. Assim, se fossem atirar contra ele, iria se aproximar fazendo zigue-zague lateralmente e ao alcançar o adversário saltaria para cima dele, buscando enroscar a cauda na arma, com os pés empurrar o marinheiro e com as mãos atingí-lo com uma profunda dedada no olho. Tentaria sempre manter o corpo do adversário entre ele e o companheiro do inimigo, para evitar ataques surpresas. Se o marinheir fosse atacá-lo com a lâmina ou socos e chutes iria tentar esquivar-se usando movimentos de saltos laterais e continuar com o plano de ataque.

Se alguém da taverna tentasse atacar Bruce enquanto avançava contra os marinheiros o macaco iria se distanciar dos inimigos e manter-se sempre em movimento, fazendo zigue-zagues e rolamentos para evitar ser atingindo. E quando os ataques cessassem partiria com seu plano para cima do oponente.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 3 EmptySab 14 Abr 2018, 16:50



Love is more Punk than Punk


A situação da dupla ficava cada vez mais confusa e divertida na mente do pirata, conseguia sair com êxito daquele pequeno combate. “Diabos estou adorando isso.” Mesmo sabendo que havia cometido um pequeno erro, sim, deixar com que o marinheiro chamasse reforços, porém estaria calmo. Minha mente ia a loucura, estava adorando aquele banho de sangue todo quanto mais pessoas sofria maior era o meu prazer. Ao lado de uma pessoa a qual eu gosto muito, minha passagem por Toroa Island estava cada vez melhor. “Agora sim estamos no paraíso, olha quanto sangue, morte, violência e caos.” Analisava calmamente toda aquela confusão, enquanto sentimento dentro do garoto era de enorme prazer, satisfação, felicidade uma mistura de muitas coisas. Algo que aprendeu nas ilhas geladas de Micqueot, quanto mais ia acontecendo maior era a paixão pelo combate, pela violência e pela a matança. “Ela está indo muito bem, para quem era da nobreza, fico feliz em tornar a rainha branca na imperadora das trevas.” Era o que pensava sobre minha companheira no momento atual, estava bem contente e cada vez mais apaixonado.

Ela estava irritada comigo, pela minha atitude então tentaria acalmá-la um pouco. “-Fica bela nervosa, mas fique tranquila haverá mais vitimas .. pode apostar nisso.” Diria já analisando a burrada que por prazer havia feito em não executar o marinheiro e deixar o mesmo chamar reforços. Eu olhava e quase não acreditava no que estava vendo, era uma espécie de macaco falante, enquanto cercávamos os dois marinheiros. Até as palavras daquela estranha criatura confirmarem o que os meus olhos estavam observando. “Que porra é essa, um macaco que fala? Será que ele é o mais inteligente da sua tribo? DIVERTIDO!!!!!!” Os dois oponentes usavam também armas bem peculiares, analisaria isso com cuidado para meus movimentos. “– O inferno? Eles já estão só não sabem ainda.” Colocaria um sorriso diabólico enquanto seguraria bem firme minha espada, falaria rapidamente para Eli: “- Amor, divirta-se !!!” Minha voz era suave e na sequência daria uma pequena piscada de olhar para ela.

Primeiramente me atentaria a possibilidade de existirem homens armados, para esse caso ficaria em guarda para seus disparos pois essa era a prioridade no momento, deixando que meus olhos acompanhassem a arma a todo instante, e para qualquer movimentação suspeita da arma, então tentaria não ir em linha reta para cima do meu oponente. Se chegassem a ser mais de um disparo, permaneceria no acompanhamento da arma para saber onde os tiros, iria me esquivando de acordo com a movimentação dele, tiros na direção da minha cabeça iria me abaixando e movimentando, ele abaixando sua arma iria me movimentando para os lados e caso abaixasse ainda mais percebendo usaria minha acrobacia para pular com a minha espada em mãos, contaria com a investida do macaco e Eli, pois se me focasse nos tiros daria uma oportunidade para qualquer um deles. No entanto para o caso homens armados decidissem encarar com a lâmina prosseguiria minha estratégia normalmente.

Como solicitado manteria toda a minha concentração em um alvo único, partiria diretamente para o oposto que o macaco estiver em confronto e avançaria contra ele sem dó. Com minha espada empunhada em mãos moveria até estar a aproximadamente dois metros do indivíduo, chegando lá desferiria a lâmina contra seu pescoço em um golpe cortante horizontal da direita para a esquerda, afinal de contas buscava derrotá-lo da forma mais efetiva que conseguia pensar. Caso ele bloqueasse o meu ataque então falaria: “-Agora Eli.” Contando com o avanço feroz da garota, assim começaríamos uma sequência de ataque de dois contra um. Defendendo o golpe também da mulher de seios fartos então na sequência com a minha lâmina desferia um novo ataque rápido enquanto ele bloqueava o outro golpe, seria um intuito de cortar a mão a qual ele usa para segurar sua arma. Dando certo então falaria para a linda garota. “– Agora faremos juntos.” No intuito de ambos dar um golpe final ao mesmo tempo no peito do rapaz. Dando errado e não conseguindo cortar a mão do mesmo enquanto ele bloqueia minha espada, usaria minha outra mão e com dois dedos faria um ataque rápido em ambos os olhos dele. “– Chaos Island, é um lugar que eu vou querer visitar!!!” Falaria para o monstro macaco, sem saber merda nenhuma sobre o lugar, porém o nome Chaos já me fazia pensar que eu me daria bem lá.

Acreditava que isso seria o suficiente para lidar com um deles, mas também existia a possibilidade de o homem ser resistente, e sendo assim tentaria segurá-lo por atrás agarrando ele, fazia isso só no caso de conseguir acertar os olhos dele. “- Vamos Princesa, passe a lâmina no pescoço desse merda.” Minha agitação estaria alta, louco para ver Elizabeth passar sua adaga bem devagar, vendo cada gota de sangue escorrer. Porém ficaria esperto com o segundo cara ou com qualquer coisa que possa aparecer mantendo minha atenção, sempre com calma e sempre analítico. “– Ops chegou mais cadáveres.” Diria vendo movimento da marinha para o local onde estávamos.

Caso consigamos na primeira investida utilizaria de um salto seguido de um giro simples de pernas, visando afastar-me do marinheiro a qual derrotamos sem perder a visão do outro, e ao estar longe o suficiente agarraria firmemente minha espada com as duas mãos, mas deixando-a levemente reclinada para baixo. Estando nessa posição novamente avançaria contra o adversário do macaco, correria até o homem com minha espada curvada para a esquerda e abaixada, mas ergueria a cada passo até que ela estivesse em uma altura proporcional ao tórax do oponente. Assim passaria correndo pelo mesmo, deixando que por consequência a espada passasse cortando seu tronco, e então falaria com a criatura: “- Caramba que diabos é você? Primeira vez que vejo um homem macaco hahaha.” Então ergueria meu braço a qual não segurava minha espada num intuito de paz, já que o mesmo mostrava ser inimigo dos meus inimigos e diria: “- Hall leve-me ao seu líder.”

Em nenhum momento poderia dizer que sairia impune de todo o ocorrido, e por isso procurava ser o mais precavido possível, ficando esperto para qualquer saque e ataque de objetos cortantes, inclusive nas laterais. Então para casos de ataques cortantes moveria todo meu corpo para o lado contrário, buscando retirar toda a região almejada da área de ataque ou ao menos diminui-la para prosseguir com meus ataques, entretanto se necessário para desviar pararia o ataque que estivesse sendo realizando, e deixaria em segundo plano. Para ataques corporais apenas deslocaria meu corpo pra trás buscando distanciar-me da área de alcance do indivíduo. Ao final de tudo isso, independente do que acontecesse comigo ou com minha companheira, pararia por alguns minutos observando o panorama geral, gostaria de tirar as conclusões com o que podia ver, pois em lutas deve-se trabalhar apenas com certezas. “- Ei gata, esse mano veio de um lugar chamado Chaos Island, deve ser uma ilha e tanto ... você já viu algo como ele? Um humano animal? Está cada vez melhor nossa aventura.”

Estando tudo certo no combate contra os dois marinheiros então eu começaria a analisar a criatura Bruce a qual estava próximo de mim antes de entrar em algum combate de novo. Primeiro tentaria tocá-lo para ver os pelos dele então iria olhando da cabeça aos pés e se possível tentaria pegar o rabo dele, sendo de verdade falaria para Elizabeth. “- Caramba ele tem um rabo ... de verdade.” Puxaria uma de suas orelhas, me divertia um pouco, após minhas conclusões falaria: “- Quero que me conte tudo, disse que não gosta de marinheiros, fala para mim vai ... quantos você já matou. Não fique tímido vamos manter essa amizade aí.” Concluía falando com a minha futura esposa. “- Não é amor!!!” Mostrava toda minha sinceridade, todo meu lado obscuro escondido numa voz encantadora e boa aparência.



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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 3 EmptySeg 16 Abr 2018, 16:39



NARRAÇÃO

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Decisões

Unidos pelo destino, Kryn, Liza e Bruce lutavam contra uma dupla de marinheiros que estavam ali por um motivo, mas encontravam outro totalmente diferente. Isso, por muitas vezes, era culpa do destino, entretanto na vida real, o azar ou sorte não poderiam ser culpados ou sentida a suas faltas.

— Vocês vinheram em boa hora MACÁCÁCÁ. Vamos mandar esses merdas para o inferno!! CÁAÀÀÀÀÀ! — bradou Bruce.

— O inferno? Eles já estão só não sabem ainda. Amor, divirta-se! — falou Kryn.

— Sorte sua que encontramos mais passatempos... — respondeu Liza.

O combate então se iniciava com Bruce e Liza tomando a dianteira da situação. O macacão atuava de maneira chamativa. O marinheiro deferiu-lhe um golpe em diagonal, cima a baixo, porém só o acertou de raspão, arrancando parte da pelugem do mamífero. Em contra-ataque, o mink saltou em seu oponente de maneira precisa. Rapidamente com sua cauda rendeu o braço direito do oponente e com seus indicadores, o macaco acertou os olhos do marinheiro, que urrou de dor.

— Meus olhos!

Tentando se livrar do macaco que o segurava, o primeiro marinheiro, que tinha a pele morena, lhe deu uma cabeçada no queixo. O impacto foi estarrecedor, fazendo o mamífero displicente perder as forças de seus membros por alguns segundos. A batalha interna de Bruce em desmaiar ou não devido ao impacto em um ponto crítico de seu corpo foi a brecha necessária para que o oficial da lei conseguisse se desvencilhar do inimigo e lhe desse um golpe com o cabo da arma, no estômago, distanciando ambos. Tal espaço era necessário para o oponente tentar recuperar-se de sua visão. Bruce, por sua vez, sentia uma leve tontura, nada que impedisse a movimentação, e uma ânsia de vômito latente.

Antes mesmo que Bruce precisasse reagir, Kryn surgia com velocidade considerável e, com um golpe forte e certeiro, desenhava sua lâmina no peito inimigo, acertando parte do pescoço. A chegada do espadachim era precisa. Após analisar como os inimigos iriam combater, o mesmo havia traçado a melhor maneira de acabar com seus inimigos, usando seus aliados como cobaias.

— Meu pescoço! — urrou o marinheiro.

Tentando tampar o sangramento com suas mãos, que não seguravam mais a arma, o oficial tentou escapar do local, mesmo sangrando por demasiado, considerando o local do golpe, Bruce ainda podia ver o homem rastejando para longe. Kryn também viu, porém optou por ajudar sua aliada, que estava em uma árdua batalha com o outro marinheiro. Talvez por já ter enfrentado um manuseador de tais armas (que o narrador não sabe ainda, se possível dizer off), o marinheiro não era tão fácil de ser acertado como o anterior e isso incomodava Liza, que se deparou com a chegada de Kryn.

O espadachim buscou um ataque em conjunto com a mulher, que não entendeu bem a situação e viu seu aliado atacar sozinho o homem, que com alguma dificuldade conseguiu esquivar-se do golpe surpresa que tinha como alvo seu peito. Porém, aquela brecha foi a necessária para que a garota conseguisse atuar como preferia, usando da fraqueza ou brecha inimiga. Atacando o joelho direito inimigo, a mulher rapidamente cortou a parte posterior da região e, chutando-a, obrigou o marinheiro a cair perante seus pés. Após o “encerramento” do combate, Kryn se mostrava muito impressionado com aquela criatura que via ali e queria conhecer mais sobre.

Enquanto isso, mais acima naquela viela, no cruzamento, Asken encarava dois oficiais da marinha. Emburrado por enfrentar novamente inimigos que portavam armas de fogo, o rapaz esperava a movimentação para agir.

— Hora da dança... — falou o espadachim.

Começando o combate, a postura dos marinheiros foi bem fácil de perceber. O primeiro partiu para cima de Asken, que também atacou, enquanto o segundo recuou e tentou acertar o inimigo com disparos “pontuais”. Vendo a estocada inimiga, o negro esquivou-se e agarrou a arma do marinheiro. Sorrindo, o moreno desferiu um golpe que direcionava o pescoço inimigo, porém um disparou do outro marinheiro foi feito, acertando a coxa do espadachim, que perdeu o ímpeto inicial do golpe, mas ainda sim o atacou. Com um corte no peito, próximo ao pescoço, o Deus conseguiu roubar-lhe a arma e viu seu oponente recuar, tentando estancar o ferimento.

— Se afaste Carl! Eu cuido disso!

Alertando seu parceiro, o marinheiro que acertou Asken tomou a dianteira do ocorrido, deixando seu parceiro ferido atrás. O barulho dos disparos podia ser ouvido por Kryn e cia, que avistariam apenas ao longe o embate. O sangue escorria pela perna direita do negro, era quente e sujava toda sua calça. O projétil ainda estava no músculo e isso atrapalharia a movimentação.

No consultório, Helves ainda se mantinha desconfortável com a dúvida da índole do tal médico, ou aparente profissional do ramo.

— O que acha? — questionou a garota.

Olhando para o homem, que aparentava estar sereno, porém impaciente, a sirena confiou.

— Acho que ele sabe do que está falando... Só quero ficar melhor o quanto antes! Por favor!

Comovida, porém, ainda temerosa, a garota se aproximou do homem e questionou a cerca da veracidade da informação daqueles remédios.

— Que remédio é este? — questionou a garota.

O homem explicava novamente o intuito dos remédios, porém a garota ainda se mantinha desconfiada. Pegando os remédios, ela pegava sua amiga nas costas novamente e partia daquele consultório. Estranhando tal atitude, o médico pensou em questionar, porém, estava atrasado e isso foi mais importante do que tratar possíveis pacientes. Saindo dali Helves avistou facilmente Asken, ferido, enfrentando marinheiros. Antes mesmo de questionar, ao ver o ferimento, a garota via logo que tinha de ajudar seu irmão. Caminhando até o local, a garota avistou algo acontecendo mais abaixo naquela viela, porém o foco era na briga de seu irmão.

— Pode me deixar aqui, vá ajudar ele, por favor! — suplicou a sirena.

Forçando sua descida, a mesma escorou-se na parede e suplicou para que Helves ajudasse a morena. Em seus olhos, o pedido era sincero, ela garantia que podia se cuidar sozinha naquele momento, que era importante cuidar de seu parceiro. Caso Helves relutasse primeiramente, a sirena a golpearia com seu tentáculo.

— Vá ajuda-lo! Eu sei me cuidar só! — bradou.

Mesmo que fossem palavras vazias, a sirena não queria ser um empecilho, mesmo temendo e não sabendo se proteger sozinha naquele novo mundo, ela temia pela saúde de seu parceiro. As lágrimas eram inevitáveis, o que poderia fazer Helves ponderar e ajudar Asken, ou ainda relutar e ajudar a sirena.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 3 EmptyQua 18 Abr 2018, 15:22

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Post: 06 - Fala ’Pensamento’
Under an Ancient Dragon!

A luta se iniciava com um dos marinheiros avançando contra o negro, enquanto o segundo se afastava buscando utilizar a arma em longo alcance e efetuava disparos. No momento em que se esquivou da estocada do primeiro marinheiro, o espadachim executou seu golpe segurando a arma de ser adversário e desferindo um corte em seu pescoço. Entretanto para a surpresa de Asken no momento em que executava o seu ataque, foi atrapalhado ao ser atingido em sua coxa direita e não conseguiu executar seu golpe corretamente que atingia apenas o peito do adversário, no qual recuava deixando para trás sua arma. O segundo marinheiro solicitava o recuo de seu aliado, chamando o homem de Carl e ao ouvir aquelas palavras de se responsabilizar em enfrentar o negro, o fizera rir. -Hiahahaha, você cuida disso? O calor e latejo causado pela ferida e angústia da dor, não fizeram aquele homem sofrer era prazeroso parece que está em meio a um caos era seu maior deleite. Começando a demonstrar a verdadeira face do deus da da violência, da desordem, da traição, da inveja e da guerra ao manter um sorriso em seu rosto.

Empunhando as duas armas em suas mãos, Asken se focava no homem que tomava a dianteira da situação, avançava em linha reta na direção do homem enquanto observava o momento em que o marinheiro puxar o gatilho daria um pequeno salto para a esquerda visando se esquivar e ter sua perna esquerda com a perna de apoio, seguidamente o espadachim usaria a carabina que está em sua mão esquerda e efetuou um disparo visando com que o mesmo não conseguisse tempo para efetuar múltiplos disparos e que assim pudesse retomar seu avanço na linha que estava anteriormente. Caso a carabina não possuir projéteis em seu pente, o negro tentaria se aproximar em zig-zag. Caso se em algum momento o negro conseguiu se aproximar a um médio alcance do atirador e a carabina que estava em sua posse, ficasse sem projéteis. O espadachim visava arremessar a carabina como se fosse uma lança, visando se aproveitar da lâmina na ponta daquela arma, a tentativa no negro era que o atirador efetuasse uma esquiva ou bloqueio criando tempo para uma aproximação.

Caso o deus consegui ser aproximar se aproveitando apenas dos disparos efetuado pela carabina, em seguida tentava aplicar uma estocada em seu adversário com a carabina era uma estocada simplória na altura do peito, visando usar essa estoca com um chamariz para que simultaneamente desse um passo a frente com sua perna direita e efetuasse um corte que começa na horizontal e seu ângulo caia levemente para a diagonal inferior. Tentando atingir o tórax do marinheiro no começo do golpe e que no final o término venha atingir a coxa esquerda de seu adversário. Caso a aproximação seja efetuada sem o negro possuir em suas mãos a carabina. - Atrium Draak. Proferia o começo de sua técnica e aplicava um corte na diagonal começando na superior direita de seu adversário e terminava na inferior esquerda, se aproveitando do movimento feito com seu pé esquerdo posicionado a frente, usava o direito para impulsionar o seu corpo um pouco mais para frente e efetuar um chuto no peito de seu oponente. - Opstand Nequam! Proferia a finalização de seu técnica com o seu tom de voz firme e confiante.




Atrium Draak: Opstand Nequam:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 3 EmptyQua 18 Abr 2018, 20:53



그녀를 뒤에 남겨둔다

A desconfiança da celestial não ajudava em nada sua companheira e como ela decidiria se tomava ou não o remédio, Helves apenas ignorou o médico e seguiu com Aya para fora da loja, entregando os remédios e dizendo novamente as indicações do homem. – Engole este. – Apontaria para a medicação e entregaria em seguida a outra, que parecia ser um regulador de temperatura. – Agora coloca esse aqui embaixo da língua. – Agora que tudo tinha sido resolvido com a sirena ela entendia que Asken precisava de ajudava e não iria contrariar a companheira. – Estou preocupada com você, mas vou ajudar meu irmão... Qualquer coisa é só gritar, estou sempre por perto para te ajudar. – Deixar a sirena para trás não foi a melhor das ideias, mas a decisão era de Aya, deixando Helves sem opções a não ser ajudar o negro que parecia ter problemas no combate. "Asken consegue se virar muito melhor que ela, mas não sou eu quem decido essas coisas... Não conseguiria viver sem meu irmão e... Aya esta se tornando uma boa amiga, seria triste perder alguém que me entende..." A distância comum da garota era excluída quando estava próxima de seus companheiros. Mesmo sem ter muitos amigos da sua idade ela entendia que precisava valorizar aqueles que ficavam ao seu lado, pois poucas pessoas realmente gostariam de ter a uma garota com asas viajando junto de si. Só de pensar no pior a fazia morder seu lábio inferior, inquieta ao perceber a situação em que estavam entrando. "Eu sempre fui uma boa garota." Uma pessoa boa no céu não conseguiu manter-se tão boa na terra. "Agora já não me sinto orgulhosa do que estou me tornando..." Mudar nem sempre faz as pessoas se tornarem algo melhor.

As lágrimas de Aya forçavam o avanço de Helves. "Essa situação esta passando dos limites... Tudo vai ser resolvido, pois eu vou resolver esses problemas." Determinada o bastante para ficar séria e não dizer mais nenhuma palavra, deixando de lado o oponente que Asken estivesse enfrentando, focando apenas em um alvo para não interferir no combate do deus. Apenas atacar não seria o correto contra verdadeiros combatentes e ainda que a garota estivesse com diversas armas espalhadas no corpo, precisava de um plano e montar este nos poucos segundos antes de alcançar os marinheiros. "Mesmo pensando eu não sou tão boa em criar estratégias..." Ela era uma pessoa inteligente, mas não tinha qualquer conhecimento sobre a criação de planos em um combate. "Imagino que vou precisar de todas os armamentos... Talvez perder uma das machadinhas em algum ataque, acho que isto é a base do ataque." No combate contra a marinha Asken não deveria ser o único ferido, pois ele estava longe de ser alguém fraco. "Espero que ele esteja enfrentando o marinheiro sem ferimentos, assim eu poderei acabar a luta rapidamente e voltar até Aya." Sem um plano engenhoso ela iniciou o avançou assim que percebeu quem seria o alvo do negro.

Correndo e saltando para frente, impulsionando o corpo e aumentando a velocidade em que corria até conseguir ver a arma do marinheiro que enfrentaria, além de seu estado físico e se existia mais algum aliado do mesmo se aproximando daquela área. "Sinto muito por isso, mas você esta no caminho." Atacar as pessoas verdadeiramente boas era algo errado na visão da celestial. A marinha era a organização boa do mundo e Helves sempre sentia algo no peito que a fazia questionar suas ações, pois mesmo que ela estivesse almejando a verdade sobre a destruição de sua ilha e a morte de seus pais, fazer todas aquelas coisas ruins a deixavam inquieta e triste. "Eu ainda sinto as cicatrizes de cada coisa ruim que eu fiz... Tudo isso terei de carregar até o fim da minha vida e eu não sei se posso aguentar." Não importava o que ela sentia naquele instante já que Asken precisava de ajuda e Helves nunca abandonaria o irmão em tal situação, mesmo que fizesse coisas ruins no caminho, tudo era pelo bem do negro.

Por hora os pensamentos e problemas eram deixados de lado e o foco se voltava para aquele combate próximo de ocorrer. E durante o avanço ela esperava ver quais eram os armamentos de seu oponente, podendo preparar esquivas e imaginar quais ataques poderiam vir. No caso de ser algum atirador, Helves avançaria dando alguns saltos laterais de maneira aleatória para impedir a mira do atirador de ser precisa, imaginando onde os tiros poderiam ir e antecipando tais projéteis. Em último caso ela usaria de ambas as machadinhas na frente do corpo para encontrar os disparos e bloquear os projéteis. Porém se o marinheiro fosse um lutador de pequena ou média distância as coisas poderiam ser resolvidas de maneira mais fácil. Sabendo da arma a celestial só precisava se aproximar e esquivar apenas quando os ataques fossem feitos, saltando para os lados visando esquivar de golpes diretos e saltando para trás quando fosse um golpe lateral, pois assim sairia do alcance da arma. Se as esquivas não fossem o suficiente, Helves usaria das machadinhas para bloquear os golpes ou mudar a trajetória deles. Em último caso a garota levaria golpes no corpo, buscando esquivar com sua esquiva elevada para receber apenas ataques superficiais ou em pontos que não trariam tantos problemas a ela.

Ao se aproximar e ter alcance para ataques com as machadinhas, executaria estes em sequência, visando o tronco do alvo primeiramente. Com a arma na mão esquerda buscava um golpe lateral que viria pela esquerda até encontrar o corpo do marinheiro e buscava atravessar, imaginando um corte longo e profundo de um lado ao outro do tronco. O problema da falta de prática com aquela mão poderia realmente fazer ela errar o golpe, mas a determinação da celestial estava totalmente focada naquele golpe e ainda com tal dificuldade ela pouco se importava, tentando ao máximo acertar e executar um golpe perfeito ou perto disso. Helves não se importava com o acerto, saltando logo em seguida para a direita e ainda no ar ela encaixaria a machadinha da mão direita na cintura, sacando a pistola com sua melhor mão, realizando dois disparos agora que entendia um pouco melhor como usar tais armas. O primeiro estaria seguindo até o peito do marinheiro enquanto o segundo era esperado acertar o braço direito, esperando que com isto ele pudesse soltar a arma e Helves prosseguir o combate em vantagem. Por fim o esperado seria recuar e sem mais ataques para fazer, saltaria para trás e tomaria uma distância segura para não receber ataques de curta distância, porém não tão longe para conseguir se aproximar sem problemas do marinheiro.

Helves esperava que Aya estivesse segura, mas não podia garantir nada e em qualquer situação onde ela escutar algum grito da sirena a mesma olharia para saber da situação. No caso de Aya estar realmente em perigo e ela não conseguir se proteger com sua força, Helves imediatamente daria as costas ao marinheiro, correndo em zigue zague para evitar possíveis projéteis e assim tentaria chegar até a sirena, atacando as pessoas que tentavam se aproximar dela pelas costas, usando das machadinhas em golpes simples e diretos nos desconhecidos que estavam incomodando a sua companheira. – Não encostem nela! – Gritava e quando fosse possível iria tomar a frente, deixando Aya atrás de si para proteger ela com seu próprio corpo. Helves tentaria bloquear qualquer ataque que poderia atingir ela ou mesmo sua companheira e até mesmo receberia golpes em seu próprio corpo para proteger a sirena, não ligando se estaria ferida ao fim de tais ações. Proteger alguém que gostava era muito importava para ela e não deixaria nada de mal acontecer com a amiga.

No caso de nenhum combate estar acontecendo com Asken e os marinheiros a garota apenas se aproximaria do negro. – Algo de errado? – Helves estava preocupada, porém não atacaria ninguém sem necessidade disto, sorrindo e ficando bem próxima do deus para entender melhor a situação em que ele estava metido.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 3 EmptyQua 18 Abr 2018, 21:20



Love is more Punk than Punk


Sucesso! " Às vezes, o mundo não precisa de um outro herói. Às vezes, o que ele precisa e de um mostro!" Aquela estranha criatura não me mostrava uma capacidade de combate, porém era algo novo. Todo aquele sangue derramado, pessoas sentindo dor, desespero, sim era um dia e tanto na minha vida. Enquanto o homem se arrastava caminharia até o mesmo segurando minha espada enquanto iria falando com aquele macaco. “– Hey, me chamo Kryn Nerellin eu vim de Micqueot, North Blue.” Era tudo por hora que ele precisava saber por enquanto, meu tom de voz seria animado. Assim que estivesse chegando próximo ao marinheiro, me certificaria de afastá-lo de qualquer arma e então diria. “– Seu sangue pelas minhas mãos me traz paz. Te torturar me faz um homem muito feliz.” Na sequência pisaria sobre suas pernas uma de cada vez, bem na dobra do joelho, tentaria quebrar para ser mais objetivo. “– Sabe, Bruce pessoas como nós deveria se unir, pelo menos por hora, espalhar caos, dor, sofrimento. Esse mundo é podre, esses homens de farda fedem.” Enquanto falava isso para o Mink, com minha espada cravaria em seu ânus e iria fazendo isso com toda minha força, meu objetivo era fazer isso até que a ponta da mesma saísse pela boca do marinheiro, empalando ele. Então deixaria o mesmo ali empalado, se ainda por algum motivo estiver vivo, deixaria o mesmo ali morrendo com o sangramento.

Olharia com uma expressão calma e tranquila para aquele monstro que estava próximo de mim e usando minha voz tranquila então começaria a fazer perguntas ao mesmo, enquanto analisaria ele. “– Você está bem? Esses caras de farda não machucaram você não né.” Então olharia para Liza e perguntaria: “– Já viu algo como ele?” Aguardaria a resposta da garota, sendo positiva então diria: “– Normal, as vezes esqueço que veio da nobreza.” Caso seja uma resposta negativa então diria: “– Interessante não é, cada dia que passa é algo novo, por isso amo a liberdade, espero que esteja contente por sair daquele mundo de nobres, sendo forçada a ser algo que não é.” Meu objetivo agora no momento era sair um pouco dali. “- Então Macaco-San vamos indo nessa, Liza você estava ótima no combate.” Começaria a caminhar enquanto enchia o Sun de perguntas. “– Como é Chaos Island? Parece ser um lugar bem divertido e o que faz por aqui em Toroa?” “O quão forte é essa criatura, no combate ele não demostrou muita coisa, será que está escondendo o jogo?” Como de costume estou sendo sincero, apesar de demonstrar alguma frieza em minha mente passava várias coisas, pois poderia se apresentar como uma pessoa normal. “O que é ser normal?” Perante a qualquer situação ou não ser bem recebido pelo macaco-san, me manteria calmo e tentaria entende-lo.

Primeiro tentaria tocá-lo para ver os pelos dele então iria olhando da cabeça aos pés e se possível tentaria pegar o rabo dele, sendo de verdade falaria para Elizabeth. “- Caramba ele tem um rabo ... de verdade.” Puxaria uma de suas orelhas, me divertia um pouco, após minhas conclusões falaria: “- Quero que me conte tudo, disse que não gosta de marinheiros, fala para mim vai ... quantos você já matou. Não fique tímido vamos manter essa amizade aí.” Concluía falando para a linda mulher de cabelos rosa. “- Não é amor!!!” Mostrava toda minha sinceridade, todo meu lado obscuro escondido numa voz encantadora e boa aparência. Caso ele me perguntasse sobre Micqueot, responderia com toda a sinceridade. “– Olha eu matei pessoas lá, roubei uma loja de joias para comprar as passagens do Zapellin e vim para cá, lutei contra um ex-sargento gordão que me deu muito trabalho e sobre minha infância eu não gosto muito de falar.” Fazia isso enquanto continuaria seguindo andando sempre observando as coisas ao meu redor. Se em algum momento Bruce me agredisse enquanto tocava ele, então falaria para a mulher. “- Ele não gosta de ser tocado, ai ai.” Se for um golpe forte. “É exatamente o que eu queria saber. Então ele escondeu mesmo o jogo durante o combate.”

“– Gata preciso comprar uma espada nova.” Falaria enquanto andávamos, também estava cheio de fome, ultima vez que tinha comido algo foi quando chegamos em Toroa Island. Seguraria na mão da garota e perguntaria se estava com fome, olharia para o Mink e faria a mesma pergunta, ou se ele conhecia alguma loja de armas da cidade. Durante o caminho se algo chamasse nossa atenção então olharia para quem estivesse comigo sendo ou só a garota ou os dois. “ – O que acha devemos ver de um pouco mais perto?” Se nada chamasse minha atenção só seguia meu caminho tentando fazer o possível para não se cruzar com marinheiros. Tendo como objetivo principal conseguir novas espadas. Enquanto caminharia estaria sempre de mãos dadas com Liza e se ambos decidirem ver mais de perto já iria preparado analizando as coisas em minha volta.



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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 3 EmptyQui 19 Abr 2018, 07:53

Bruce cambaleava para trás com a poderosa cabeçada do oponente. Suas pernas tremeram e seu corpo adormeceu por um momento enquanto ele tentava se manter de pé, com os braços abertos, focando a visão. Seus ouvidos zumbiam e o gosto azeod de sangue molhou sua boca.

- Argh

Chaos não era bom em receber golpes e nem muito resistente a danos, por isso confiavasse na sua agilidade. Se estivesse sozinho com certeza o macaco estaria perdido, entregue às mãos dos oponentes sendo carregado novamente ao isolamento. Entretanto não estava solitário. Quando retornou os sentidos e viu seus aliados combatendo também deu graças a Hanuman que eles não eram seus adversários. Sangue escorria de um marinheiro e outro estava incapacitado.

- Ah.... - Bruce estava parado atônito olhando o desenrolar do combate, observando a carnificina e a tortura impiedosa. O cheiro de sangue enchia suas narinas e por um momento sentiu vontade de correr, mas conteve-se. Não iria sair daquela ilha sozinho, e agora que participou daquilo não sairia ileso sem aliados. As imagens do massacre em sua ilha voltaram a sua mente e o ódio ao seu coração, por um breve momento. Lembrou-se dos marinheiros o torturando, humilhando e escravizando. Instintivamente tentaria chutar com toda sua força o rosto de um dos marinheiros caídos.

- MORRE SEU MERDA - MACÁCÁCÁ - E então calaria, surpreso com sua própria atitude. Olhando ao redor e recuperando sua compostura o macaco responderia às indagações do seu novo...amigo...enquanto vasculharia rapidamente os marinheiros mortos, não atrás apenas de dinheiro mas de den den mushis, permissões, passagens, chaves. Vivera em um navio da marinha e sabia que com frequência carregavam coisas do tipo.

- É Kryn, vamos nos unir, causar sofrimento, dor, hahaha~ - Aquele homem dava calafrios a Bruce, era sem dúvidas muito perigoso mas também era a passagem para seus objetivos. - Não, estou bem, CÁCÁCÁ, ele me pegou de surpresa. Chaos Island era um lugrar maravilhoso...mas hoje é apenas um recanto para piratas impiedosos...o desgraçado do GOkudera...eu ainda irei retornar até lá, matar esse maldito e levar meu povo de volta à ilha...Ops, na cauda não. - Caso o homem tentasse pegar na cauda de Chaos ele enrolaia cauda novamente na cintura e se afastaria discretamente. Enquanto falava Bruce gesticulava e mantinha o rosto sereno, por vezes sério.

- Eu passei muito tempo preso pelos marinheiros, por isso odeio esses merdas. Consegui fugir há alguns anos e acabei aqui em Toroa, mas essa é a primeira vez que venho a cidade. - O macaco falava mas refletia se devia realmente dizer tudo aos dois desconhecidos, talvez finalmente fazer parte de um grupo novamente o fizesse se sentir mais confortável e a vontade para expressar suas mágoas ou talvez fosse a adrenalina do momento que o estivesse se sentir tão confiante, de todo jeito Sun estava cada vez mais confortável junto daquele casal psicopata.

- Kryn, Liza, precisamos sair dessa ilha..antes que desçam milhares de marinheiros daquela fortaleza nas montanhas. E também preciso me armar, não sei lutar sem meu bastão. - Assim partiria com a dupla. Caso encontrasse algo semelhante a um bastão no caminho e estivesse fácil de levar, o pegaria para mim. Vendo uma loja de arma adentraria e chamaria os outros dois e se tivesse algo diferente também me adiantaria para ver.

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