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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 12 EmptyQui 29 Mar 2018, 13:50

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas e civis Asken Kanogan, Helves, Kryn Nerelin e Bruce Chaos Sun. A qual não possui narrador definido.


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Chaos
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 12 EmptySeg 18 Jun 2018, 07:57



Sun gargalhava, dançava e cantava junto de seus companheiros. O símio adorava festas e tinha certeza que todos mereciam aquele momento de paz. Seu corpo ainda machucado o incomodava de maneira intermitente, limitando seus movimentos mas nada que o impedisse de aproveitar o momento ímpar. - CÁCÁCÁ Feeeestaaa! - Bruce bebeu mais do que devia, comeu mais do que podia, e dançou menos do que gostaria. O tempo passou e a festa se alongou porém o símio já não aguentava, ainda sentia a fadiga acumulada e decidiu se recolher. - OE Se-us *hic* hum-anos *hic* *hic* vou *hic* dor- *hic* ahhhh *hic - Cambaleante o macaco se dirigiu ao mastro, havia feito o alto da estrutura seu aposento e agora que decidira dormir subiria novamente. Ele apoiou-se no mastro por alguns minutos, correu ao mar e vomitou. Por fim, retornou ao mastro, um pouco melhor. Com as quatro patas e a cauda o jovem primata subiu ao topo e novamente dormiu, enroscado.

O calor do dia e a luz do sol acordavam Bruce, que se espreguiçava. A cabeça pesada e o corpo leve, o primata levantou-se, protegendo os olhos com a mão, fitando os arredores. Ao ouvir o grito de Asken, o símio abriu um largo sorriso e arregalou os olhos. - OHHHHHHHHHH ILHAAAAAAAAA!!! - Saltava e apontava, olhando para os companheiros a baixo. Em seguida, iria descer rodopiando pelo mastro até chegar ao convés. Sentia-se animado pois novas aventuras iriam começar. - Que ilha é aquela? - Sun não tinha noção sobre os mares. - Ei King, você é de onde?

Objetivos:
 

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Alê
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Alê

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 12 EmptySeg 18 Jun 2018, 15:32


A manhã logo surgia e acordava os demais tripulantes. Asken, que mal havia dormido, logo avistava a sua frente a imagem de uma porção de terra que cada vez mais ficava acentuada, confirmando que ali a sua frente e de todos os tripulantes estaria uma ilha, sim, a viagem do grupo aparentava chegar cada vez mais ao seu fim. Bradando com todo o seu fôlego e felicidade, o exímio piloto gritou, alertando todos que estavam ali.

— Terra à vista! — bradou o negro.

Tal grito, acordou todos que ainda dormiam na embarcação. Helves, que acordava um pouco contra a vontade, como sempre, logo se preocupava com Aya, mas logo se acalmava ao vê-la, porém ao se dar conta que estavam chegando a próxima ilha, a garota logo saltava.

— Oh! Aya! Estamos chegando! — alertou a celestial.

— An?! — bradou a sirena, despertando de supetão.

Helves acariciava as madeixas de sua amiga enquanto a mesma se preparava para levantar. Colocando-a em seus braços a garota então partiu até o lado externo da embarcação.




Kryn, por sua vez, ao acordar, partia logo para iniciar um diálogo com Timon, após ver que na embarcação estava tudo bem.

— Nossa ontem o dia foi bom! Você sabe também fazer roupas? Ou algo que me possa ajudar com isso? — questionou o espadachim.

— Posso tranquilamente o ajudar! — respondeu o homem.

Os diálogos logo se iniciaram. Timon explicava como havia aprendido o que Kryn estava interessado, assim como explicando-lhe suas experiências na área, começo e atos mais difíceis já feito com a habilidade. Sacando um livro que o mesmo guardava em seus vestes íntimas, em um saco de tecido, o mesmo mostrava o livro que mais gostava de ler sobre o assunto: Costurando todo o Mundo 2nd Edição. Pagando um valor mínimo, cobrado pelo homem, Kryn adquiriu o exemplar e algumas horas passaram ali.




Assim que Asken alertou a todos, Bruce despertava com enorme velocidade e se deparando com a porção de terra que se aproximava, enchendo seu peito de oxigênio, o símio gritou com todas suas forças e animação:

— OHHHHHHHHHH ILHAAAAAAAAA!!! — saltou do local superior onde estava —  Que ilha é aquela? Ei King, você é de onde? — questionou.

A exaltação de Sun era tanta que contrastava com o ânimo nada animado de King, que ainda despertava. O gorila olhando para o macaco, animado, apenas “ignorou-o” por alguns segundos enquanto terminava de se erguer.

— Não lembro de onde sou... — falou ele, mergulhando em seus pensamentos — Mas isso não importa, o que importa é o que acontecerá em minha nova vida, dada por vocês!




Helves caminhava junto a Aya pela embarcação. Em seus braços, a celestial explicava que eles não passariam muito tempo ali, que era apenas uma ilha transitória e isso era bem ouvido pela sirena. Oferecendo um banho para com Aya, a mesma aceitava de prontidão. No banheiro, ambas passavam algum tempo na pequena banheira da escuna, mas que cabia ambas tranquilamente, digo, os tentáculos da sirena ficavam para fora, mas nada que não fosse normal para a celestial devido ao tempo de convívio com a mesma.

— Aya, nunca parei para perguntar antes, mas você possui algum objetivo? Nunca conversamos sobre isto e eu gostaria de saber... Você está seguindo conosco, Asken tem um objetivo bem grande de destruir o maior tesouro do mundo e eu apenas quero descobrir algumas coisas sobre minha antiga ilha... Já você nunca compartilhou se quer fazer algo, pois se estiver atrás de alguma coisa pode ter certeza de que iremos ajudar! — explicou ela.




No convés, após o aprendizado, Kryn caminhava até encontrar sua amada Elisabeth, que estava sentada, observando o trajeto deixado para trás pela embarcação.

— Hooeeee Elisabeth! O que está achando da viagem em alto-mar, será que realmente existe monstros marinhos? Já ouviu algo do tipo? — questionou o rapaz.

Perdida em seus pensamentos, a garota demorava alguns segundos para responder, mas logo voltando a realidade, ela respondia o questionamento do rapaz:

— Está louco? — riu a garota — Nunca ouvi falar de monstros marinhos, mas acredito que se houvesse um, teria um homem para me proteger, não é “meu herói”? — ironizou a garota abraçando-o.

— Bom, será que seus pais têm procurado por minha cabeça por aí? Fico pensando, algo bobo já que somos livres e grandinhos já, mas o seu velho deve ter alguma influência por algum canto — ponderou o rapaz, relaxado.

— Certamente! — afirmou ela pensativa — Mas acredito que isso não importa, eu decidi vir com você, no fundo, então foda-se o mundo! — falou ela alegre — Por que questionou isso? Está com medo de me perder, é? — abraçou o espadachim.

— Nunca deixarei isso acontecer! — afirmou Kryn — Qual será sua maior lembrança de Toroa? As Flores, as mortes, o roubo...

— Minha maior lembrança... Acredito que será o quão forte ficou nossa relação, e também como ficamos fortes também!

Ali continuaram a conversar e trocar carícias, coisa que até agora não haviam mais tido a oportunidade de fazer, se já tivessem feito algum momento.




A embarcação logo se aproximava da ilha. O clima de outono presente ali era facilmente destacado pelo piloto, que tinha a habilidade em tal coisa. Parando a embarcação no porto da ilha, Asken então pensava em descansar. Encarregando sua irmã, que já estava ali após conversar com Aya, o negro partia para descansar, merecidamente. A garota, enquanto o negro partia, aceitava o que ele havia proposto, e aproveitava para dizer algumas últimas coisas para seus aliados, como por exemplo a estadia dos mesmos ali, além de outras pequenas coisas.

— Agora que estamos na última ilha desse mar, precisamos causar o mínimo de confusão possível. Não vamos ficar muito tempo nesta ilha, partiremos para a GL assim que todos estiverem prontos e descansados. Causamos uma grande confusão em Toroa, facilmente chamaremos atenção da marinha ao andar pela cidade de maneira descuidada... Então se algum de vocês for prosseguir com o grupo, não me importo de irem explorar um pouco esta ilha, eu mesma gostaria de conhecer algo sobre este lugar, mas evitem chamar muita atenção, principalmente atrair! — afirmou.

A ilha era totalmente tomada pelo clima de outono. Os resquícios de neve eram visíveis no terreno da ilha. Na parte central da mesma haviam alguns rochedos. As pessoas ainda ensaiavam iniciar suas tarefas matinais, porém em maioria ainda estava despertando, o que facilitaria o caminho inicial dos fora da lei pela ilha desconhecida.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 12 EmptySeg 18 Jun 2018, 18:40



큰 선 준비

Aya acabou por não responder a pergunta da celestial, algo que talvez não fosse tão importante naquele momento. "Não posso forçar ninguém a falar coisas que não querem, ao menos tentei." Pensando nisto ela sorriu, bagunçando o cabelo da sirena de leve, levantando logo em seguida. – Vou ir comprar os suprimentos na cidade e descobrir se tem alguma coisa importante por aqui, prefiro que aqueles com alguma recompensa alta permaneçam no barco. Ser reconhecido logo ao sair não vai ser bom para nós, voltarei em breve. – Alertava ao grupo que estava no convés. Helves não tinha conhecimento de sua recompensa, talvez fosse algo alto também devido aos feitos anteriores, mas até o momento ninguém tinha reconhecido ela. Na ilha anterior os marinheiros não pareciam conhecer os irmãos e por conta disto ela não se preocupava muito, começando a caminhar para fora da embarcação acabava por pegar a blusa marrom que antes estava secando. Helves vestia novamente a blusa e enfiava ambas as mãos nos bolsos dela, jogando o capuz branco sobre a cabeça para camuflar sua aparência. Kryn e Bruce acabavam por falar com ela, fazendo a garota parar de andar, virando-se aos mesmos para conversar sobre o que queriam. – Duvido que os suprimentos passem muito da quantia que eu tenho, então guarde esse dinheiro, ele pode ser bom no futuro. – Concluía a conversa com Kryn, partindo assim para Bruce, que parecia querer acompanhar a celestial em suas compras na cidade. – Sim, isso é dinheiro. E eu acredito que um instrumento mais básico deva valer aproximadamente 50.000 berries mesmo, não será necessário muito mais do que isto. – Dizia pensando em Yakira, que não tinha tantas lojas e nada por lá parecia ser caro aos olhos da garota. – Claro que pode, vamos indo. – Concluiu já começando a movimentação para fora da escuna, descendo a rampa de acesso ao solo da ilha.

Estar em uma ilha nova animava muito a garota, sentir novos ares e conhecer novas pessoas era algo muito interessante na visão dela. "Ainda que pareça um lugar interessante, esse QG na nossa frente não é muito animador." Se a noticia do ocorrido em Toroa estivesse chegando até aquela base da marinha, Helves e o grupo teriam problemas na locomoção dentro da ilha e poderiam até mesmo perder a embarcação comprada. "Acho melhor não arriscar em um momento desses... Todos estão feridos, precisamos de algo mais tranquilo do que combates contra a marinha." Caminhando tranquilamente pela cidade, seguiria com calma pelas ruas em busca de uma loja onde poderia comprar suprimentos para embarcações. "Algo que suporte um barco pequeno é o bastante." Comida para uma ou talvez duas viagens, algo não muito difícil de encontrar. – Saberia me dizer onde vendem suprimentos para viagens? – Seria a pergunta da celestial no caso dela não encontrar nada logo de cara, precisando consultar os moradores da ilha que provavelmente saberiam melhor do que uma garota sem conhecimento algum sobre o local onde estava. – Muito obrigada. – Agradeceria com o melhor de seus sorrisos, curvando-se em respeito à pessoa que logo seria deixada para trás. Enquanto andava a jovem estava atenta e gostaria de saber mais informações sobre a ilha, procurando escutar conversas ou mesmo ver o estado que aquela cidade se encontrava, pois a qualquer sinal de riquezas o negro gostaria de ficar sabendo. E ficar muito tempo ali não era algo que a garota realmente queria. Helves tinha bastante tempo, mas queria algo rápido e simples. Chegando à loja de suprimentos, simplesmente avançaria ao vendedor que estivesse sozinho ou apenas esperaria até ter sua vez de ser atendida.

Sorrindo como sempre, abordaria o vendedor sem tirar as mãos dos bolsos. – Olá, gostaria de suprimentos o bastante para aguentar uma viagem ou duas com uma escuna. – Conhecer o nome das embarcações era o básico de um pirata, Helves sabia disso e Asken ficaria desapontado se ela não soubesse de algo tão simples. – Gostaria do mais básico, algo que não passe de 45.000 berries. – Ao dizer o valor máximo a ser pago, imaginava que teria uma quantidade boa de suprimentos nesta faixa de preço, pois uma escuna não precisava de tantas coisas assim para navegar por um tempo. Com o valor definido pelo vendedor, sem problemas a garota pagaria se estivesse dentro do que ela tinha estipulado, passando disso a jovem só poderia seguir a outra loja e fazer o mesmo pedido. Com os suprimentos comprados, a celestial agora poderia sair da loja. "Minha antiga túnica foi pro lixo, espero conseguir comprar uma futuramente." No momento o que faltava para ela comprar tal vestimenta era dinheiro. Helves só possuía o suficiente para comprar aquilo que um barco precisava em uma viagem, então não sobraria muito e mesmo sobrando, parecia mais inteligente comprar túnicas de melhor qualidade para não acontecer a mesma coisa outra vez. Por estar com Bruce, existia a necessidade de comprar um tambor para o mink macaco. Necessitando assim de uma loja onde estivessem vendendo instrumentos musicais, indo até ela se fosse encontrada ou apenas perguntando à algum civil na rua como fora feito anteriormente. – Me desculpe por incomodá-lo, mas saberia me dizer onde posso encontrar uma loja de instrumentos musicais? – Recebendo a informação, partiria ao local agradecendo a pessoa que tinha explicado como chegar lá. – Muito obrigada. – Mostraria um sorriso e continuaria seu caminho. Agora se tal morador da ilha não pudesse informar estas informações a celestial, ela teria que procurar outros e fazer a mesma pergunta até conseguir uma indicação correta e chegar à loja para comprar o tambor de Bruce.

Assim que estivessem na loja, Helves ficaria bem ao lado do macaco, que não parecia saber muito bem o valor do dinheiro e isso a preocupava na questão da escolha de seu tambor. No caso dele pegar algum tambor com valor muito elevado, passando da quantia que ela poderia pagar com o dinheiro dele e o restante que havia sobrado dos suprimentos, Helves então iria intervir. – Infelizmente não podemos comprar esse, seu valor é muito elevado. Escolha algo entre esses aqui. – Com isto ela poderia indicar à Bruce todos os tambores dentro do orçamento atual deles, sendo mais fácil para que o macaco conseguisse pegar seu esperado tambor e divertir as festas no barco ainda mais. Assim que Bruce fizesse sua escolha, Helves caminharia até o balcão e entregaria a quantia necessária, perguntando o valor apenas se não houvesse alguma indicação já nos instrumentos. – Quanto custa aquele tambor? – Apontava ao instrumento nas mãos do macaco, aguardando um valor para assim entregar o dinheiro necessário a se pagar. – Obrigada, tenha um bom dia. – Despedia-se do vendedor com um sorriso, retornando até o mink para iniciar a volta à embarcação. Os pesos não incomodavam em nada a celestial, mas a vontade de Bruce era ajudar ela e Helves não gostava de negar coisas do tipo, principalmente quando seus braços estavam enfaixados devido aos ferimentos do combate contra o sargento. – Obrigada, carregar pesos com esses braços não é algo que eu devia fazer mesmo. – Agradecia, sorrindo ao novo companheiro enquanto caminhavam normalmente até onde o restante do grupo estava.

Com o carregamento pronto, pediria ao macaco para guardar as coisas. – Coloque tudo na cozinha, depois organizarei melhor os suprimentos. – Esperava que Bruce conseguisse guardar tudo somente na cozinha, se a necessidade de algum outro lugar aparecer a garota iria indicar qualquer ponto sem nada nos quartos ou em algum ponto mais baixo da embarcação, o importante era ser dentro dela para não danificar nada com a chuva. Independente disso a embarcação novamente estava abastecida com tudo que era necessário em uma viagem. – Estamos prontos para partir. – Iniciava com isto, começando a complementar. – Acabei não achando nada de interessante enquanto estava por lá. – Diria se este fosse o caso, porém se algo de valor estivesse no caminho da garota em algum momento, ela teria de informar o negro sobre isto. – Encontrei algumas coisas interessantes na cidade, talvez você tenha interesse nelas. – Deste modo ela deixaria a conversa sobre isto de lado, dando detalhes mais tarde caso fosse necessário,  caminhando assim até Aya, que provavelmente estava sozinha mais uma vez. Deitando outra vez nas partes baixas da sirena, erguia as mãos vendo as bandagens cobrindo os braços e percebia que as dores já não apareciam e junto com isto voltava a força, que foi o suficiente para carregar Aya por aí. Neste instante a jovem celestial pode relaxar, fechando os olhos por algum tempo enquanto a tripulação não partia.

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Última edição por Ryoma em Ter 19 Jun 2018, 15:00, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 12 EmptyTer 19 Jun 2018, 01:55



Porquinhos


Explorar a ilha seria algo muito bom, adorava conhecer o mundo por aí, mas do jeito que estou acho que chamaria bastante atenção. “– Desde que subi no Navio ainda não tomei banho ...” me afastaria um pouco de Elisabeth, então caso ela estranhasse queria mentir, minha cabeça diria para falar qualquer coisa, mas eu não conseguia tinha que ser direto com ela. “– Ah, preciso tomar um banho, não tomei desde que estou abordo desse navio...” Faria uma pausa enquanto pensaria comigo. “Ela também não.” Colocaria um pequeno sorriso no rosto e completaria. “– Você também não, somos porquinhos.” Em questão de um segundo após dizer isso daria um pequeno sorriso ao ponto de dar uma boa gargalhada, então olharia minha situação atual eu deveria estar completamente imundo, sendo mais sincero ainda eu e Beth não tomamos banho desde quando chegamos a Toroa Island. “– Bom se vai sair, divirta-se acho que ficarei por aqui para tirar essa carniça de mim. Precisa de dinheiro para algo?” Caso ela diga que sim entregaria a mesma uma quantia de 200.000B$ “– Ah, espero que não chame a atenção assim toda imunda, como a baronesa do lixão e me traga um martelo de ferreiro ... Ou pode ficar pelo navio ....... e ficar limpa, mostrando como é uma Baronesa.” Ironizava um pouco enquanto cutucava a mesma, recebia com sorrisos, mesmo ela ficando brava.

Helves surgiria que os com maiores recompensas ficassem pelo navio. “Bom preciso manter minha boa aparência, descansar mais.” Daria as costas para a Lisa enquanto seguiria ali pelo navio, esperaria um pouco talvez um pouco de preguiça. Caso ela fique pelo navio então continuaria provocando a garota um pouco. “– Mudou de ideia?” As vezes era bom para descontrair, também aproveitar o momento de paz em nossa vida, pois ainda tinha muito sangue para derramar pela frente. Era como se um animal assassino estivesse dentro de mim, eu gostava do que fazia, sentia prazer em ouvir cada grito, de velos se arrastando, agonizando, etc. Mantinha minha calma e se a garota ainda estivesse ali então provocaria a mesma. Voltaria a se aproxima da mesma então sussurraria em seu ouvido. “– Vou ficar limpinho para você ...” Aproximaria mais então continuaria. “ – Mas se quiser deixo você lavar as minhas costas.” Me afastaria daria uma pequena piscada, seguiria rumo ao meu banho.

Por fim, caminharia até o banheiro, encostaria a porta, tiraria a roupa e tomaria uma ducha quente e relaxaria o corpo. Enquanto a água passava pelo meu corpo pensaria em algumas coisas. “Será que eu ainda tenho alma. Se o diabo a levou o que ele deve estar fazendo com ela.” Enquanto iria tirando toda a sujeira do meu corpo, até o sangue seco. “Governo Mundial ... Nobres ... vou mata-los, me vingarei de todos eles ... O que será que fizeram com meus pais?” Deixaria a água cair sobre minha cabeça, talvez para afastar os maus pensamentos a questão era onde tudo isso iria me levar. Então teria a imagem de Elisabeth em minha cabeça, seu sorriso, sua empolgação e fora de combate sua delicadeza. Então lembraria de alguns momentos juntos, nosso primeiro beijo, eu nem parecia alguém que gostava tanto da morte assim. Nem que eu tinha 18 anos e sim um menino de 13 anos, dando seu primeiro beijo, segurando pela primeira vez na mão de uma garota, essas lembranças afastava os pensamentos ruins de mim. “Falar nisso o que será que ela está fazendo agora.

Ao fim, se secaria e vestiria suas roupas deixaria meu cabelo bagunçado então esticaria meus braços e falaria: “– Agora sim estou limpo.” Procuraria algum lugar do navio para se sentar enquanto aguardava os outros voltarem. Caso a garota de cabelos rosa não tenho ficado no navio assim que retornasse então perguntaria. “– Como é a ilha, o que tem de bom nela, o que você comprou posso ver?” Manteria minha expressão casual, olhando diretamente em seus olhos. Não querendo me mostrar o que comprou então apenas perguntaria. “– Conseguiu comprar o martelo de ferreiro para mim.” Aguardaria a resposta da mesma, com uma certa ansiedade. Mas caso ela não tenha ido para a ilha então diria para a mesma. “- Hey, pode tomar seu banho.” Enquanto completaria dizendo. “ – Será que eles vão demorar muito?” Procuraria algum lugar para ficar em repouso.


“- Música!!!!! Ae sim !!”
Parece que Bruce encontrou coisas boas por esse lugar, mesmo sem mudar minha expressão ficaria feliz por ele. Esse navio seria o mais agitado que o mundo conhecerá, o mink se remexia no ritmo do tambor e isso começava a me fazer uma enorme vontade de aprender a dançar. “Ele tem talento, fico imaginando como o seu povo deve ser alegre.” O pirata olharia para seu amigo sorridente, enquanto dançava com a sua música, mesmo sem ter talento nenhum, tentaria acompanhar os passos dele, mesmo bancando o ridículo não custaria nada remexer um pouco.

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Última edição por Punk em Ter 19 Jun 2018, 18:55, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 12 EmptyTer 19 Jun 2018, 06:49



Sun se mantinha na parte mais anterior do navio fitando com olhos cintilantes a ilha desconhecida. O rapaz se coçava inteiro querendo conhecer aquele novo local, mas tinha um pequeno receio já que na última vez quase foram capturados pela marinha. De todo modo, bastava não criar problemas. "Será que vão tentar me pegar por um ser macaco?" - O pensamento deixou um símio brevemente descontente, porém ao ancorarem próximo a ilha sua animação retornou. Ele saltava, agarrado a mureta do navio, com um grande sorriso no rosto esperando o momento para saltar à terra. - VAMOS LÁ!!! - Quando já passava a perna por cima da pequena parede de madeira ouviu a voz de Helves, então parou.

Ouvindo as palavras da moça o primata levou a mão ao queixo. - Mulher-pássaro, vou com você *grin* Preciso comprar um tambor pra animar nossa próxima festa. - Em seguida Bruce enfiou a mão dentro da calça e tirou uma pequena quantia de cédulas amassadas, totalizando 50 mil berries. - Esse papel aqui que compra as coisas, certo? Será que isso dá? - E esticou o dinheiro para a celestial, ingenuamente. O macaco não tinha ideia do valor daquele dinheiro nem o quanto precisaria para comprar o que queria, por isso confiava à moça seu desejo. - Posso ir acompanhá-la, e ajudo a trazer as coisas. - E então aparecia com um pano enrolado na cabeça, deixando apenas os olhos de fora.

Na resposta positiva de Helves, Sun a seguiria. Se manteria comportado, de olhos atentos, comedindo sua empolgação e lutando contra sua constante curiosidade. Uma vez ou outra ao passar por um comércio iria tocar em algo, inquieto, porém não tentaria roubar ou quebrar nada já que Helves ficaria decepcionada se arranjasse confusão naquele local. Era apenas um ponto de parada para nossa verdadeira aventura. - Helves-chwan, deixe que levo para você - Apesar das dores o macaco se esforçaria. Admirava a moça e assim tentava mostrar-se útil, carregando com cuidado os suprimentos. "Oooooh aqui é muito diferente..". Ao pararem em um local para comprar o tambor, Bruce testaria alguns e escolheria o mais simples, apesar de não ter noção de dinheiro sabia que era pobre.

Com tudo adquirido, iria com a celestial de volta ao navio. Deixaria a mercadoria onde indicassem, completando seu trabalho. - HEEEY KRYNN - Partiria correndo o macaco com o tambor na mão e um sorriso tão largo que parecia ocupar seu rosto inteiro. - Vamos ter música de novo! CÁCÁCÁCÁ - Em seguida começaria a batucar no tambor, enquanto se remexia ao ritmo da música. - VAMOS EMBORAAAAAAAA!

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 12 EmptyTer 19 Jun 2018, 14:36

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No quarto do barco, o negro simplesmente se jogou na cama deixando seu corpo cair para o seu devido e merecido descanso. A mente do deus ficava completamente obscura e apagada, a exaustão física e mental de Asken era muito grande que fizera com que o mesmo não tivesse pensamentos ou sonhos naquele momento. No momento em que o negro despertar iria se levantar e ficar sentado na cama. - Ahhhhhhhgh Um longo bocejo era feito juntamente com movimentos de esticar os braços para cima de forma que se espreguiçasse para despertar o corpo e a mente.Depois lentamente iria se levantar e procurar o banheiro do barco para lavar seu rosto, caso não possuir um banheiro o homem caminhava cambaleando de sono até a saia do barco, chegando no porto em seguida iria abaixar e forma uma especie de conhca com sua mão direita, usaria a água do mar para lavar o rosto e despertar. Em seguida olharia para a ilha visando descobrir algo de útil daquele local, que pudesse haver preciosidades que deveria retirar de mãos humanas, caso não descobrir nada de útil iria voltar ao barco e arrumaria as coisas, seja limpando e colocando as coisas em seu devido lugar. - E então Helves, como estão as coisas nessa ilha? De forma despretensiosa e descontraída, Asken perguntaria para sua irmã no momento em que a mesma subiu no barco.

Caso pudesse ver algo de útil que pudesse retirar de mãos humanas daquela ilha, simplesmente iria caminhar adentrando a ilha, buscando mais informações com seus olhos sobre como a ilha funciona.




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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 12 EmptyQua 20 Jun 2018, 14:37


De fato, toda aquela viagem havia acabado. Com a embarcação parada no porto, naquela recém-iniciada manhã e com o negro descansando, toda a responsabilidade pelo grupo ficava nas mãos de Helves.

— Vou ir comprar os suprimentos na cidade e descobrir se tem alguma coisa importante por aqui, prefiro que aqueles com alguma recompensa alta permaneçam no barco. Ser reconhecido logo ao sair não vai ser bom para nós, voltarei em breve — comentou a garota.

Kryn, por sua vez, após se dar conta de que precisava tirar toda a sujeira de seu corpo carnal, destacava que não iria junto a celestial pois justamente tinha de banhar-se, de preferência junto a Elisabeth, talvez, mas voltado à garota, ele questionava se ela iria com Helves ou permaneceria com ele ali.

— Bom se vai sair, divirta-se acho que ficarei por aqui para tirar essa carniça de mim. Precisa de dinheiro para algo? — questionou o rapaz — Ah, espero que não chame a atenção assim toda imunda, como a baronesa do lixão, e me traga um martelo de ferreiro ... Ou pode ficar pelo navio ....... e ficar limpa, mostrando como é uma Baronesa!

A gatuna, fazendo uma careta para responder os comentários do rapaz, se mostrou interessada em ir para a ilha, já que com suas habilidades como arqueóloga, poderia ser de serventia para o grupo, tentando identificar o cenário daquela ilha de acordo com seus conhecimentos prévios.

— Eu vou com ela, posso averiguar se está tudo ok, além de ser a sombra para a estadia dela na ilha — respondeu ela — Mas quero ver você limpinho para quando chegar, talvez até precise de ajuda para me lavar... — piscou.

Já Sun, inicialmente havia ficado animado para partir em uma nova aventura, mas, sob as palavras da celestial, o símio retornava puxado por King e era colocado novamente no centro do convés, sobre o balançar de reprovação da nuca do gorila.

— Mulher-pássaro, vou com você *grin* Preciso comprar um tambor pra animar nossa próxima festa! — informou o símio retirando a quantia que tinha — Esse papel aqui que compra as coisas, certo? Será que isso dá?

— Sim, isso é dinheiro. E eu acredito que um instrumento mais básico deva valer aproximadamente 50.000 berries mesmo, não será necessário muito mais do que isto — informou ela ao macaco — Claro que pode, vamos indo! — respondeu.

— Posso ir acompanhá-la, e ajudo a trazer as coisas — concluiu Sun, enrolando um pano em seu rosto.

O grupo não demorou muito ali, antes de partir. Os estranhos que haviam vindo com Asken logo tratavam de permanecer ali, para não chamar atenção para a celestial enquanto decidiam para onde iriam. King, tratou de ficar de guarda para não chamar muita atenção. O tritão preferia por ficar no mar, tentando detectar algum movimento estranho. Aya havia ficado na embarcação para caso o seu amigo negro precisasse de algo, já que seria um incomodo para Helves naquela situação. Kryn, rumava até o banheiro, onde tomaria uma ducha refrescante. Asken, estava quase que em estado de coma, após o cansaço.

Caminhando pela ilha, Helves, Bruce e Elisabeth, o trio, poderia perceber que o estado atual da ilha não era o melhor. Alguns embates aconteciam na mesma, além de pichações escritas “morte aos burgueses” podia ser lido pelo trio, ou para aqueles que sabiam ler. Mal sabiam os novos moradores temporários que a ilha passava por um período de crise. A destruição do palácio real da ilha havia causado a ira da população devido aos recentes saques da realeza para tentar melhorar o cenário. Pichações como “pobreza não” e “me matem logo” podiam ser lidos. As vielas da ilha não eram as mais limpas, o que mostraria o total descaso do cuidado da mesma por seus regentes. Cartazes de procurados eram espalhados pelas paredes da ilha, destacando as personalidades de três a quatro piratas temidos, relacionados a algum tipo de divindade que não era conhecido por ninguém dali. Vendo uma velhinha sentada, encostada em uma das paredes, Helves caminhou até ela para questioná-la.

— Saberia me dizer onde vendem suprimentos para viagens? — questionou a garota.

— Garotinha, a ilha está um completo caos. Acredito que você consiga algo na loja do Purg, à esquerda, terceira casa, com uma enorme placa na frente.

— Muito obrigada! — agradeceu.

Aquela senhora estava em completo caos. Sua saúde não era das melhores, além e suas roupas, que estavam totalmente sujas. Sun, enquanto caminhava, tocava em alguns resquícios de tecido, rasgado, que havia o caminho, indicando algum embate ou confusão que havia acontecido ali. Não demorando muito, a mesma chegou, acompanhada de seus aliados, até a loja. Elisabeth a todo momento mantinha sua guarda levantada por possíveis imprevistos, mas ainda era cedo e a maior parte da parcela trabalhadora acabara de levantar-se para trabalhar.

— Olá, gostaria de suprimentos o bastante para aguentar uma viagem ou duas com uma escuna. Gostaria do mais básico, algo que não passe de 45.000 berries! — informou.

Apático, o vendedor procurava o que restava ali, que estava um caco. Bruce, curioso, mexia em algumas coisas enquanto a celestial tratava dos negócios. Enquanto esperava a garota pensava em como conseguiria dinheiro para comprar uma nova túnica, enquanto isso, Elisabeth se deparava com algo que era do interesse de Kryn e não pensava duas vezes em comprar. Para a surpresa da celestial, aquela loja detinha objetos dos mais diversos gostos, conseguindo comprar tudo. Não tinham a melhor qualidade, mas parecia que o vendedor estava muito necessitado do dinheiro.

— Helves-chwan, deixe que levo para você! — bradou Bruce, pegando tudo resultado das compras.

Não demorou muito, os trabalhadores se deparavam com o trio, achavam estranho, mas o desânimo em seus olhos era aliado do total falta de interesse dos mesmos para com os estranhos. Na volta, o cenário era o mesmo, de um total desânimo e o que indicava ser a pobreza da ilha. Perto do porto, Lisa havia encontrado um jornal rasgado que indicava o estado de calamidade da ilha após a passagem de cruéis piratas por ali, que destruíram o palácio e saquearam parte da riqueza da ilha, que esperava por auxílio do Governo Mundial.

— Acho que agora sei o que está acontecendo — informou Lisa, entregando a Helves o pedaço de papel.

Ao chegar na embarcação, a celestial indicava para o macaco colocar tudo na cozinha, enquanto ia conversar com Asken, que curiosamente já tinha descansado um pouco, resolvido o que desejava e esperava o grupo.

— E então Helves, como estão as coisas nessa ilha?

— Acabei não achando nada de interessante enquanto estava por lá! — explicou a garota.

Quase que “lado a lado”, Elisabeth entregava o que o espadachim havia pedido, além de explicar-lhe o que havia lhe questionado.

— Como é a ilha, o que tem de bom nela, o que você comprou posso ver? Conseguiu comprar o martelo de ferreiro para mim? — questionou o espadachim.

— Sim — respondeu a garota — Aqui está o que pediu. Não me interessei por nada em especial... E sobre a ilha? Ela está em calamidade. Assaltos, destruição de palácio, enfim, nada de interessante, apenas pobreza e tristeza...

— HEEEY KRYNN — falou o símio — Vamos ter música de novo! CÁCÁCÁCÁ — batucou — VAMOS EMBORAAAAAAAA!

— Música!!!!! Ae sim!! — comemorou o espadachim.

— Estamos prontos para partir! — afirmou a celestial.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 12 EmptyQua 20 Jun 2018, 21:45



큰 선이 유일한 길입니다

A ilha estava um caos. Helves só conseguia ver o pior daquele lugar, como se ele estivesse em decadência. Lutas aleatórias ocorriam, pichações e um palácio destruído eram as coisas mais chamativas em sua visão. "Esse lugar não tem nada de interessante para piratas. Não existe motivo para nos envolvermos em algo assim, mesmo que eu sinta um pouco de vontade de ajuda-los." Salvar uma ilha seria uma boa ação para a garota, mas um pirata não faria isto sem pensar antes no que ganharia em troca. Asken provavelmente não teria qualquer vontade de explorar a ilha, pois suas riquezas já não existiam mais. – Isso é deprimente. – Comentava ao andar pela cidade, imaginando o que tinha levado uma ilha inteiro até aquele ponto crítico. Independente disto, aquele trio precisava comprar as coisas e foi assim que o restante do caminho seguiu, com algumas perguntas para certas pessoas e as compras sendo feitas até retornarem ao barco. O jornal explicava com detalhes o ocorrido, mostrando que aquele estado horrível da ilha estava ligado a piratas. – É... Não restou nada para nós. – Eles estavam atrasados e aquele jornal poderia servir de prova para Asken, que mesmo vendo a situação da ilha da embarcação poderia querer mais provas. O jornal seria entregue ao negro, esperando que com as informações dos piratas terem destruído e levado tudo de importante na ilha pudesse explicar melhor as coisas para ele.

Agora sobre ir para a GL... Bem, você sabe como chegar lá, certo? – Questionava o negro, imaginando que ele tinha ao menos lido algum livro sobre ou escutado histórias sobre. – Tudo o que sei eu li em livros, coisas sobre uma entrada na Red Line, diversos arcos compõem a passagem onde parece que a água sobe a montanha. Eu achei essa história meio estranha, muito mágica para ser verdade, mas não tenho nenhuma outra informação além dessa... Precisamos focar em achar a entrada, pois bater na Red Line significa morrer. – Estas últimas palavras mostravam um pouco de tristeza. – Todas as histórias terminavam com a morte para aqueles que não conseguiram achar a entrada, seria triste falhar logo aqui. – Com Asken sabendo ou não de algo, Helves tinha dado todas as informações que possuía, podendo ser interessante para fazer seu irmão colocar um esforço maior no caminho. – Aya! – Bradou, aproximando-se rapidamente da sirena. – Essa viagem vai ser muito mais movimentada do que qualquer uma que já fizemos, então preciso te deixar em um lugar seguro. Aqui fora existe muita possibilidade de você cair. – A opinião da sirena seria importante para definir onde ela ficaria, sendo no interior da embarcação ou junto de Helves. – Se quiser ficar aqui, vai ter de se amarrar no meu corpo. – Concluiu esperando que ela fizesse uma escolha.

Com calma a garota começaria as preparações mais importantes. Se forem existir problemas com o balançar do barco, Helves precisava cuidar das coisas mais básicas que poderiam ficar soltas. Os suprimentos sejam barris ou qualquer coisa do tipo precisavam ficar presos em algum lugar, talvez armários ou apenas um quarto onde mesmo sendo jogados de um lado ao outro não seria problema. Fora isto a celestial procuraria cordas ou panos que poderiam servir para amarrar as pessoas ao barco. – Em nenhuma das histórias as pessoas conseguiam ficar tranquilos andando pelo barco, tomem cuidado e se prendam à algo caso achem necessário. – Tendo cordas ou panos, jogaria estes no meio do convés para qualquer um pegar. Helves seguiria a decisão de Aya, levando ela até um dos quartos, seja o banheiro ou o quarto das mulheres, colocando-a em uma posição segura onde poderia ficar parada. Agora se a escolha da sirena fosse ficar presa junto da celestial, então a viagem seria muito mais interessante para ela, pois poderia ver algo tão grandioso que era a Grand Line do topo da montanha. – Então vem cá. – Aya teria de subir nas costas da garota, sendo amarrada ao corpo um da outra com uma corda, pano ou mesmo uma das blusas da celestial que seria tirada caso necessário. – Está muito apertado? – Questionaria, esperando que ficasse firme, porém confortável para a sirena, deixando mais solto sem perder a segurança dela.

Asken provavelmente precisaria de ajuda nas velas e outros sistemas de navegação, sem ser a pilotagem. – Se for como nas histórias, você vai ter que gritar as ordens. Não sabemos muito do que é necessário fazer no barco em momentos complicados... Seu conhecimento precisa ser passado da maneira mais simples possível, sei que consegue fazer isso. – A forma simples era para ajudar aqueles que não entendiam nada de barcos, podendo errar em um momento crítico. "Acho que estamos prontos, precisamos apenas achar essa tal entrada com vários arcos... Queria entender a água subindo, mas isso é impossível." Finalmente partir daquela ilha e ir até a GL parecia um sonho se realizando. Helves estava muito feliz e queria realmente alcançar este objetivo, ajudando Asken em tudo que fosse necessário na embarcação, sejam as velas ou qualquer outra necessidade do negro. "Nunca viajei em algo parecido com uma tempestade, precisaremos muito dele para isso... Espero que eu consiga ajudar." Com ou sem Aya nas costas, continuaria cumprindo as missões dadas pelo deus, indo até o ponto preciso para realizar as ações que fossem necessárias. Fora este pequeno problema de comunicação, Helves também precisaria cuidar para não cair da escuna, principalmente se estivesse com Aya.

A qualquer movimento errado, seja por conta do balanço da embarcação ou apenas um erro da jovem, isso poderia ser resolvido de diversas formas. Seja amarrando uma corda na cintura e prendendo esta em algum dos mastros, talvez apenas manter os pés firmes e caso seja necessário, segurar-se em algo, enviando as machadinhas na madeira para prender o corpo e não ser jogada longe. A celestial sempre andaria pelo barco com o corpo inclinado à frente, tentando se manter firme no chão com passadas pesadas e o peso do corpo jogado para a frente. Se em algum momento a queda fosse inevitável, Helves rapidamente soltaria o que prendia ela e Aya, segurando firme o braço da sirena para joga-la de volta à bordo da escuna. "Infelizmente foi necessário." Morrer seria ruim, ela iria planar até uma das paredes laterais, colocando ambas as pernas nela e forçando um impulso de volta ao barco. No caso deste movimento não ser possível, o impulso seria para cima, buscando alcançar um dos arcos para ficar sobre ele, saltando entre todos os arcos no caminho até alcançar o navio. "Morrer seria triste, eu também quero chegar ao topo!" A vontade de querer ver o topo e aventurar-se mais algum tempo com todos daria força para a jovem, algo que ela realmente nunca acreditou, mas esperava que fosse verdade e poderia salvar sua vida naquele instante.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 12 EmptyQui 21 Jun 2018, 01:55



Partiu

Elizabeth havia trazido o que eu tinha pedido e isso era algo bom um martelo de ferreiro, já era um início para meu futuro oficio. “É um bom martelo.” Pensaria comigo, enquanto ouvia a garota falar um pouco da ilha, parecia estar completamente destruída. “– Nossa que lugar chato, acho que não perdi nada por aqui.” Parece que todos estavam prontos para partir enquanto me perguntaria como é o céu? Lembraria que Helves havia dito que era uma celestial, pensaria comigo mesmo. Só que talvez esperaria o melhor momento para poder fazer essa pergunta, ou talvez havia perdido a grande chance durante a viagem. Não sabia o que nos aguardaria, porem não me importaria, encararia de forma tranquila como sempre, analisando o que fazer de melhor. “Bom e lá vamos nós.” Sendo sincero comigo mesmo estaria bem ansioso, não sabia nada da Grand Line, única coisa que ouvi é que tem pessoas bem fortes lá então aproveitaria o momento de paz para curtir um pouco com Bruce.

No momento que pensaria em falar com o mink macaco ouvia algo vindo da mulher de cabelos verdes, dizendo que a viagem não seria nada calma. “– Elizabeth, acho melhor se amarrar lá dentro do quarto e fechar bem a porta, mesmo que se machuque um pouco acho que não sairá para fora do navio.” Diria a minha companheira desde Micqueot, mas caso ela queira ficar ali comigo então olharia para a mesma e diria. “– Terá que se amarrar em algo e segurar firme em mim.” Era algo meio estranho, mas necessário, não sabia nada de navegação, sendo ainda mais sincero não sabia nada do Asken estava fazendo durante a viagem inteira, só que estaria pronto para ajudar no que conseguisse. “– Conte comigo para ajudar. Só que não entendo nada de navios ou navegação, pilotagem sei-lá como fala então terá que me explicar em detalhes.” Com isso procuraria algo para me amarrar bem forte, faria o máximo para manter meus pés no chão além de procurar algo para me segurar. Ainda não sendo o necessário o ferreiro então puxaria suas duas espadas fincando em algum lugar, fazia isso levando elas até o máximo. Com elas bem presa teria a opção de me amarrar em um local e ainda ficar segurando as duas espadas presas por segurança.

A garota de cabelos rosas não indo para dentro do quarto então Kryn não a obrigaria, tentaria ajudar a sua companheira. Pegaria o que achasse para amará-la então pediria para que a mesma o abraçasse bem forte, o mais apertado que ela conseguir, no momento nossos corpos iriam se tocar o pirata sem malicia nenhuma, mesmo assim por um breve momento sentiria um pouco de vergonha. “Agora não é hora de pensar nisso.” Então pegaria a corda ou o que conseguisse para amarrar e faria isso sobre nós, fazia isso de maneira forte. “– Está te machucando?” Perguntaria a ela. “– Sinto muito é necessário.” Assim que ela estivesse bem presa a mim, colocaria o máximo de firmeza em meus pés que conseguir, seguraria em minhas espadas de maneira firme. “Será que isso é o suficiente? Droga não sei.” Tentaria tirar o meu manto para usar como suporte, acho que não precisaria mais dele, então por segurança usaria para amarrar eu e Elizabeth em mais algum lugar onde eu ainda conseguisse segurar minhas armas. “Que situação em?” Pensaria enquanto analisaria as coisas ao meu redor.

Caso o barco comece a balançar então combinaria com a minha parceira de darmos passos juntos sempre. “– Bom após analisar um pouco, seguinte, andamos ao sentido contrário do Navio se for preciso, caso eu me solte das espadas ponha força nos seus pés.” Era um cenário talvez cômico e bem estranho aos olhos das outras pessoas, uma mulher abraçada amarrada em mim, segurando meu armamento que estaria cravado na embarcação eu sinceramente não tinha nenhuma palavra para poder explicar essa situação e nem queria. “Não passei por tudo isso para morrer aqui. Se for para morrer será em combate.” Faria o meu possível para resistir a isso que Helves diz não ser uma viagem tranquila. “– Pronto Lisa?” Em algum momento da viagem eu perceber que a gente não vai conseguir se manter eu iria agarrando na estrutura do navio.

Caso Elisabeth fique dentro do quarto.

Porém ela seguindo minha sugestão inicial, primeiro pediria educadamente licença para entrar no quarto das mulheres. “– Com licença!! Só vou ajuda-la.” Que era outra coisa que me parecia completamente estranha na cabeça, pois eu estaria amarrando ela, estranho não. Deixando isso de lado pegaria o que eu conseguisse e olharia a estrutura ali.  Vendo algum lugar onde ela não irá se bater muito então olharia nos olhos dela e diria. “– Bom se eu apertar demais avise.” Começaria a prender ela no navio, dentro do quarto, puxaria até ela disser que está muito apertado então daria o nó, antes se tiver algum travesseiro perto colocaria atrás da cabeça dela, com todo o cuidado do mundo enquanto diria. “– Isso vai ajudar para não bater a cabeça com força.” Eu não conseguindo deixar a onde eu queria eu pegaria algo que desse para furar a madeira do navio. Meio que pregando o travesseiro na parede, protegendo a nuca e a cabeça da garota e tendo uma folga mais acima para que ela não bata no que usei para prender. Ela amarrada com a cabeça protegida, agora focaria nos meus cuidados também então sairia do quarto e encostaria a porta, já que não sabia se havia mais alguém ali que também se retiraria.

Usaria meus casos acima, só que comigo sozinho, minhas armas, corda ou o que tiver, passos firmes, além de que se possível estando solo no balanço usaria minha acrobacia para desviar de algo vindo em minha direção ou para ajudar o capitão. Ele pedindo ajuda me direcionando no que fazer Kryn tentaria claro, com todo cuidado do mundo, sempre se segurando bem firme, fazendo tudo do jeito que o negro pedir detalhadamente já que não conhecia nada de pilotagem. “ – Vamos nessa pessoal!!! Vai ser uma experiencie e tanto.” Diria demonstrando estar bem calmo, até nós mais terríveis momentos da viagem, não mudaria nem um pouco a expressão de meu rosto.

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Última edição por Punk em Sab 23 Jun 2018, 02:41, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 12 EmptyQui 21 Jun 2018, 18:26



A ilha decadente despertara uma sentimento deprimente no animado macaco. A sujeira, a destruição e o ódio que pairava no ar o lembravam de sua terra natal, do massacre e de sua vingança. Apesar disso, ainda sentia pena dos mais necessitados, vendo neles reflexos de seu próprio povo uma vez que o poucos que ainda estivessem vivos provavelmente levavam vida semelhante ou pior. - O que será que aconteceu para deixar essa cidade assim? - O símio por um breve momento refletia sobre o banho de sangue que ocorrera, por culpa deles, na última ilha, e sentia um amargor de arrependimento pelas vidas perdidas. Porém, sabia que fora necessário, cada indivíduo tinha seu próprio objetivo, cada um tinha seus próprios interesses e quando tais elementos eram conflituosos, mortes ocorreriam. Ele tinha que escolher entre tirar a vida daqueles que o opõem ou entregar sua própria vida e a de seus companheiros. - Antes eles do que nós... Com o fim do breve passeio, retorno ao barco e leve treino de batuque em seu novo tambor, Sun deixou tais preocupações para trás. Uma nova aventura tinha início e com ela vinham mais desafios e mistérios.

Com sua audição aguçada, o símio não pode deixar de notar a história contada por Helves. Curioso, se aproximou e a fitou com um brilho suspeito nos olhos. - A água sobe a montanha? WHHHOOOAAAAACÁAAAA Vamos para lá!!!!! - Inquieto e animado saltava pelo convés, dando cambalhotas e fazendo poses, com o tambor oscilando amarrado ao corpo do primata. - KING! A água sobe a montanha!!! É mágica!!! O mundo é incrível! - A empolgação e vislumbre eram notórios na fala de Bruce e ele corria, pegando alguns pedaços de panos disponíveis. Apesar da agitação, Sun também ouviu a parte perigosa do discurso da celestial. Tinha que tomar cuidados ou sua aventura terminaria antes mesmo de começar.

Com os tecidos que conseguisse, reforçaria o tambor firmemente ao corpo, se precavendo para não perder o precioso instrumento. Então se aproximaria de Asken, sorridente. - Ei, Asken, vou ficar no convés para ajudar. - E um polegar erguido terminava a expressão do macaco. Planejava se posicionar no mastro central, o agarrando com as quatro patas e envolvendo um pano torcido ao redor da madeira, o prendendo com os dentes, garantindo três pontos de apoio à estrutura. Se fosse ordenado pelo Negro a executar qualquer ordem que sabia ser capaz de cumprir, retrucaria. - AYE! - E então avaliaria a situação atual e o destino que precisava tomar, utilizando-se de sua acrobacia para se movimentar na plataforma provavelmente instável, querendo executar as ordens o mais detalhadamente possível e manter-se seguro, agarrando-se a qualquer estrutura próxima que parecesse fixa o bastante e segura.

- Ei King, você é grande e gordo, melhor esperar lá dentro não? Ninguém vai conseguir te segurar se você cair na água que sobe a montanha e for arremessado CÁCÁCÁ fique lá com as donzelas! - Durante o trajeto o símio faria troça com o gorila, se divertindo enquanto o momento previsto por Helves não chegasse.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 12 EmptySex 22 Jun 2018, 11:08

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Under an Ancient Dragon!

O grupo chegava na embarcação, Helves dizia que a ilha aparentava acabada e Elisabeth confirmava entregando um pedaço de Jornal para o negro com informações dos acontecimentos da ilha. - Lamentável. Deixamos essa ilha para lá. Após Helves recitar que não restava nada para nós naquela ilha, o deus confiava nas palavras de sua irmã e em tom simplório fazia uma confirmação para concordar com a moça. A celestial falava de suas preocupações sobre a reverse, o deus já conhecia um pouco dessas histórias poderia ser uma impressão de conhecimento da vida passada e o risco da morte acabava revelando o temor da celestial. - Não iremos morrer. Eu vou passar pela reverse. O deus deixava escapar o nome daquela montanha, poderia ser considerado um conhecimento incomum ao saber do nome da montanha ou poderia ser uma grande coincidência. ’Helves se preocupa com Aya.’ Asken gostava de ver aquela relação carinhosa de sua irmã e da sirena, notando a preocupação da Helves deixava Aya em seus cuidados e em sua volta os homens estavam um pouco animado principalmente com um novo instrumento de Bruce. - HEY! Bradou o negro da parte um pouco mais alta do navio em que poderia ver todo o convés, com a intenção de chamar a atenção de todos no convés.

Quando todos estiverem olhando para o negro, continuando as suas palavras. - Fico feliz que vocês estão animados. Em um tom simplório demonstrando gratidão para todos que estão naquele ambiente. - Normalmente seria o suficiente para começar uma festa no mar. Seu tom estava mais sério e agora olhava com uma expressão de seriedade para que pudesse ter a atenção de todos. - Essa viagem será perigosa e vou precisar que todos vocês façam o que eu mandar, se isso não acontecer. A expressão do negro estava séria e olhava, observaria as expressão daqueles que estavam em seu barco. - É… Errar nessa viagem significa a morte. Em seguida Asken daria dois passos em direção ao timão, dando as costas para todos que estão no convés. - Vocês tem dez segundos para decidirem, vão continuar a viagem continuem embarcados. Vão desistir agora podem viver nessa ilha basta descer do barco. O negro continuava caminhando em direção ao timão e ao chegar no timão segurava firme, fechava os olhos e se concentrava a seriedade e a confiança era passava na última frase era completamente firme, demonstrando que a viagem iria ser feita com mais ou menos tripulantes não se importando.

Em seguida abriria os olhos, sua irmã diria que Asken precisaria se posicionar com maior ordem. - Confie em mim, iremos passar. As palavras eram recitadas em um tom mais baixo, com espécies de baforadas de ar entre as palavras. O foco do deus estava inabalável. - Abaixar as velas, vamos começar ir para a Grand Line. O tom firme e alto era da ordem do deus para seus homens, era o início da viagem mais perigosa feita pelo bando até agora. Durante o começo do velejo inicial do barco, o negro ficava focado nas correntezas do mar visando buscar a mais forte pois sabia que seria puxado para reverse, no momento em que o negro sentir que achou uma correnteza desigual, muito mais firme que as normais se guiava em cima dela e rapidamente ordenava os homens. - SUBAM AS VELAS! A seriedade da ordem do negro demonstrava urgência pois tinha a consciência de que se estivesse com as velas abaixadas o barco iria rápido demais e não teria controle sobre o mesmo. No momento em que a montanha estiver a vista o negro saberia que seria difícil se guiar pelas correntezas então ficava observando a reverse, buscando algo que aparentava ser uma pequena rachadura naquela enorme red line pois sabia que a entrada era estreita e pequena ao comparar com a gigantesca montanha. Seguiria firme no timão se guiando até essa entrada e quando se aproximar o suficiente para ver as esculturas que marcam a entrada iria se concentrar em guiar o barco de maneira precisa para que com auxílio das correntezas possa entrar com exatidão naquela subida. - SEGUREM-SE, VAMOS SUBIR! No momento em que adentrar na subida, o negro sabia que não poderia se desconcentrar sendo que aquela parte era possivelmente a mais fácil pois naquele momento só precisaria manter o curso do navio.




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