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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 11 EmptyQui 29 Mar 2018, 12:50

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas e civis Asken Kanogan, Helves, Kryn Nerelin e Bruce Chaos Sun. A qual não possui narrador definido.


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ADM.Kiodo
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 11 EmptyDom 10 Jun 2018, 17:07

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Post: 20 - Fala ’Pensamento’
Under an Ancient Dragon!

O negro conseguiu surpreender os marinheiros que estavam atacando o mink, sendo que não saiu impune e acabou sendo alvejado no ombro pelo marinheiro como se fosse seu último suspiro de força. Após esse momento de confusão e briga, o grupo enfim se reunia para começar a viagem, embarcaram no navio, notava que todos em seu grupo estavam bem desgastados com bastante ferimentos. ’Vamos ver… Melhor se sacrificar um pouco por eles também, vamos suportar as feridas e esperar a minha pequena cuidar de todos.’ O negro subiu no barco e notou que sua pequena irmão oferecia ajuda aos feridos e naquele instante na qual ela se preparava no convés, de uma forma atenciosa o espadachim fazia uma rápida vasculhada pelo interior do navio, caso fosse pego de surpresa por uma armadilha a primeiro instante tentava esquivar e se não fosse possível bloquear da melhor forma possível qualquer forma de dano que pudesse ser evitado. Caso não houvesse nenhum tipo de surpresa desagradável nos interiores do navio, seguidamente assumiu o timão para começar a velejar com o navio em direção a profecia de um deus.

Começando a viagem, observando todos os necessitados serem ajudado por sua irmã. - Aya! Com um tom de voz neutro e calmo, de forma alta chamou a sirena e com sua mão esquerda fazia um sinal balançando seus dedos como se estivesse a chamando para vir até ele. No momento em que a sirena se aproximar. O deus iria observá-la por um breve período de tempo, checando suas expressões e o seu estado físico. - Você está bem? Seu tom demonstrava um sentimento de carinho e preocupação, era doce e singelo. - Não se preocupe, nada me deixa mal. Caso a Aya perguntar se o negro está bem, usaria uma resposta com um sorriso semi-aberto com uma expressão de confiança foi a sua resposta.  - Acha que errei contigo de alguma forma? Sua pergunta para a sirena era de forma neutra puxando um pouco de assunto enquanto Helves cuidava dos ferimentos de todos. Quando o Asken notar que a sua irmã havia terminado de cuidar de todos os feridos do bando,. - Helves vou precisa de ajuda com meus ferimentos. Poderia vir aqui me ajudar, por favor? Seu tom era alto para que a celestial pudesse ouvir com clareza, em seguida aguardava a aproximação de sua irmã imaginando que seu pedido seria atendido.

Quando o processo de ferimentos começar a ser tratado pela celestial de forma singela e doce o deus perguntava. - Você está bem Helves? Esperando a resposta de sua irmã, observando um pouco suas expressões corporais e faciais. - Preocupada com algo que fiz ou com alguém? O deus fazia uma pergunta mais séria desta vez, diante daqueles que possuem sua confiança no momento que é Helves e Aya. Escutava com atenção as possíveis preocupações da celestial, após as feridas de Asken ser cuidado, Helves tomava a dianteira para avisar sobre as distribuição dos quartos. - Sobre os quartos, vocês vão escutar as ordens da minha irmã. Entenderam? Em um tom firme e sério demonstrando um valor de ordem, dava voz de comando para a celestial e deixando claro que não queria ninguém desrespeitando a decisão dela. Após todos os cuidados e decisões sobre os quartos, Asken notava a aproximação de Kyrn puxando assuntos sobre a divindade do negro. - Não posso dizer minha profecia, se pudesse não seria uma profecia hahaha. Após as falas de Kyrn, dizia em um tom um pouco mais descontraído o negro pois o mesmo demonstrava fidelidade ao homem. - Alguns dizem que dragões são demônios, eu digo que sou um deus e sou um dragão indomável. O negro expressava um sorriso, dizendo sobre as preocupações diabólicas daquele humano. Sendo que em tom de voz não demonstrava uma seriedade completa sobre sua falácia, aparentava estar dizendo que diabo é apenas aquilo que ele acredita que seja. - Já que estamos no mar, preparem as bebidas e comida. HORA DE FESTEJAR! Asken bradava com uma entonação firme e orgulhosa, pois bem o negro gostava de festejar também.        




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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 11 EmptyTer 12 Jun 2018, 09:57



Narração

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Viagem


Toda a emoção do reencontro e do término da batalha animava os piratas, que agora partiam em retirada até o porto abandonado da ilha, onde a embarcação de Asken o esperava. O caminho até o porto não era tão “animado” quanto antes. Ao chegarem na embarcação, Asken mais astuto cuidou em vasculha-lo, mas nada de perigoso encontrou.

— Não consegui fazer o que me pediu, acabei tendo problemas no caminho e... Bem, é possível ver que não estou em condições de recuperar dinheiro algum — lamentou a celestial.

— Não se preocupe, nada me deixa mal — respondeu o negro.

— Aya? — questionou a celestial procurando sua amiga.

Nesse instante Aya subia a bordo com o tritão. Ambos estavam no mar e, após ouvir a voz de Asken e Helves, a sirena havia pedido ao espadachim para voltar para a embarcação. Feliz por ver seus amigos, Aya tentou correr e abraça-los, mas com dificuldade, não conseguiu.

— Que bom vê-los! — afirmou ela com lágrimas nos olhos — Vocês estão bem?

— Acha que errei contigo de alguma forma? — questionou o negro.

— De maneira alguma! Está tudo bem! — respondeu ela, forçando um semblante feliz.

— Helves vou precisa de ajuda com meus ferimentos. Poderia vir aqui me ajudar, por favor? — falou o negro.




Na embarcação, Kryn dialogava com Bruce. Ambos se provocavam devido aos danos sofridos anteriormente. O espadachim pensava consigo sobre o ocorrido, enquanto ao macaco só restava comemorar. King, por sua vez escolhia um recanto para sentar-se, enquanto observava os demais presentes no local, assim como os homens que haviam indo com Asken.

— Ei, Bruce. Quando iremos compor uma música? Há propósito como está? Mal vejo a hora de a gente chutar a bunda de Gokudera! — afirmou o espadachim.

— CÁCÁCÁ KRYN! Quando saímos dessa ilha maldita vamos beber e cantar! — bradou o macaco — Ei, Kryn, você poderia me ensinar a conquistar uma mulher bonita como você fez macácácácá!

Bruce, curioso havia se aproximado de maneira estabanada, assustando um pouco Elisabeth, que dava uma passada para trás e ensaiava uma defesa de um aparente ataque do macaco, mas que era apenas o jeito louco de Sun.

— O segredo está no tom de voz, na cantada, nas roupas... Então você olha para ela, olho no olho, se aproxima encarando ela. Cuidado para não invadir o espaço dela, então, mantendo o foco você diz algo como “Se Deus fez alguma coisa mais perfeita que você, Ele ainda não enviou para à terra” — exemplificou o espadachim.

Sem perceber que Elisabeth estava atrás de si, Kryn explicou detalhadamente como havia conquistado a garota. Percebendo isso, Lisa não gostou nada de como o rapaz falava de suas intimidades. A presenta assustadora da garota, naquele momento, fazia o espadachim tremular em arrepios, notando a presença de sua amada ali.

— El ... Eli ... Elizabeth! Sabe que só tenho olhos para você. Você foi uma das razões para eu estar aqui, sua linda! — tentou explicar-se.

A garota não dando ouvidos ao espadachim, o pegou pela orelha e arrastou ele para o canto da embarcação, afastando-o de Bruce.




O tratamento ocorria. A celestial, dentro de suas habilidades, tentava ajudar todos ali. Em meio a isso, um tenso assunto surgia. As dúvidas, problemas, tudo era exposto pelas singelas palavras da celestial que eram motivadas pelo questionamento do negro, que ouvia, assim como todos, os comentários da garota.

— Minha única preocupação é se estamos fazendo a coisa certa... Matar pessoas que não tem ligação alguma com nossos objetivos, pessoas inocentes e indefesas... Bem, eu não entendo isso direito ainda. Viver com você me fez entender que eu não sirvo para ser pirata, sou bondosa demais. São coisas que eu preciso pensar, gosto de viajar com você e os outros, mas talvez um dia eu tenha que me separar exatamente por estes motivos. Espero que isso não o incomode, pois mesmo longe você ainda será meu irmão — explanou a garota.

O debate continuou com a celestial explicando seu lado, o que sentia, de uma maneira humana, talvez até demais para Lusacan, mas tranquila para Asken. Kryn, tomado pela iniciativa de comentar também, se pronunciou acerca do assunto.

— Não vou te dizer que sou inocente, que sou um pobre coitado. Eu não diria isso. Apenas dou a eles o mesmo que eles deram a mim. Eles me tiraram tudo, família, casa, me colocaram no inferno. Um lugar vazio e sozinho, eles me deram dor, sofrimento, por isso ao governo, marinheiros que trabalham para eles, quero que eles sintam o mesmo. Que eles aprendam o significado da dor, da perda, toda vez que olharem para mim, se lembre do que eles fizeram. Sei que isso não fará ninguém dormir melhor a noite, mas não é nada mais do que a verdade. Também quero que nunca se sinta só, porque isso mata a gente aos poucos, jamais deixarei isso te matar.




Não demorou muito no importante diálogo e Kryn questionou como Elsiabeth estava. A garota, um pouco cansada, abraçou o espadachim explicou-lhe que estava bem, porém cansada e um pouco dolorida. Ouvindo as ordens do negro, todos ouviram os dizeres de Helves, que rapidamente já havia vasculhado o local enquanto o espadachim namorava com sua amada. Sabendo as regras impostas e que os homens ficariam em locais diferentes das mulheres.

— Prefere ficar em qual dos quartos? — questionou Helves à Aya.

Curiosamente o mesmo questionamento era feito por Kryn a sua amada, e as mesmas respondiam a mesma coisa:

— O primeiro! — respondiam em uma resposta mútua.




Esperando o restante dos tratamentos, Kryn e Asken, já tratados, iniciavam um diálogo importante para o prosseguimento da união de duas personalidades opostas, porém iguais em periculosidade.

— É um Deus. Quem sabe não tire o Diabo de dentro de mim. Qual é seu plano, ser o rei desses mares? Refazer o mundo? Bom que seja, conte com minhas espadas! – afirmou a aliança, o espadachim.

— Não posso dizer minha profecia, se pudesse não seria uma profecia hahaha! Alguns dizem que dragões são demônios, eu digo que sou um deus e sou um dragão indomável! — afirmou ele.

— Sabe o que realmente falta ... bebidas e música ... Hauhauahha! — afirmou.

— Já que estamos no mar, preparem as bebidas e comida. HORA DE FESTEJAR! — afirmou o negro.

— AAAAAAAYYYYAAAAA PODE VIRRRRR!!!!! — bradou o macaco, sem que ninguém esperasse — Vamos embora!




Na ilha de Toroa, as coisas lentamente se acalmavam, porém, todo o sentimento de derrota pesava sobre os ombros dos oficiais restantes, feridos e os que carregavam o corpo caído de Mison. Em frente ao Banco, uma figura importante surgia ali. Segurando seu bastão, o mesmo inspecionava a retirada o grandalhão sargento da recente filial do Banco Mundial.

— Isso é uma vergonha para a marinha de Toroa — lamentou o homem.

Digno de uma melodia caótica, parece que foi tudo planejado.
Atacaram o pequeno banco, enquanto cuidava dos revolucionários.
Aquele maldito velho, sempre me causando problemas.
Se juntando com esses bandidos
Causando ao meu companheiro um último suspiro
De suas vidas eu mesmo darei cabo.

Liguem para as ilhas mais próximas
Façam todos saberem disto.
Enquanto eu estiver vivo
Não tem negro
Não tem macaco
Não tem anjo.
Não tem papo.
Naquela cela, naquele quartel.
Eu os baterei até irem ao céu.
Com uma felicidade igual a ida em um bordel!




Na embarcação que já havia partido, o grupo agora estava em maior número. Acompanhando Asken, estava um homem parrudo, junto com seu irmão magrelo e um homem mais calado, usando um sobretudo. Além deles, estavam King e o tritão.

— Queria primeiramente agradecer pela chance de nos permitir a fuga. No que pudermos lhes ajudar, temos o Yang, ele foi preso por hipnotizar homens da alta sociedade e roubá-los. Este é o meu irmão, podem chama-o de Timon. Ele sabe criar armas, assim como assuntos do gênero. Estamos as vossas ordens! — falou o homem se ajoelhando e forçando os demais a fazer o mesmo.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 11 EmptyQui 14 Jun 2018, 17:44



조용히 여행하기

Asken não parecia se importar com os erros de Helves, algo interessante de se ver e que a garota gostava no homem. "Mesmo sendo um deus ele ainda consegue aceitar erros." Perder aquela enorme quantidade de dinheiro era o que mais preocupava a jovem, pois eles não tinham tanto para ficar gastando sem necessidade por ai. "Esse é um barco bonito, mas muito pequeno." O grupo obviamente se encaixava naquela embarcação sem problemas, ninguém teria dificuldade na questão de espaço. Poderia ser algo chato de pensar no momento, porém a garota sabia da necessidade de espaço, principalmente para casais que gostavam de ter seu momento isolado. "Eu também gostaria de dormir sozinha algumas vezes, ter um lugar para guardar meus equipamentos, além de uma sala onde poderia tratar os pacientes de maneira mais complexa." Pensar em ter sua própria sala, como uma verdadeira médica, Helves estava imaginando algo bem longe da situação atual do grupo. Piratas normalmente não conseguem muito dinheiro, principalmente pela forma normal deles alcançarem quantias altas ser arriscada. "Sair roubando e atraindo atenção da marinha não é lá muito interessante, se todas as vezes que precisarmos de dinheiro for necessário roubar um banco e ser alvo da marinha, duvido que vamos sobreviver por muito tempo." O primeiro trabalho em grupo foi um pouco estranho. Todos estavam vivos, mas os ferimentos não negavam que eles precisavam trabalhar melhor nos planos e aumentar o nível de força.

O primeiro quarto. – Tudo bem, vou preparar as coisas em ambos os quartos. – De maneira suave a garota levantou-se, acariciando as madeixas de Aya. – Divirta-se bastante, voltarei logo. – Até o momento ela não sabia do dinheiro, anteriormente o tinha visto com aquele tritão, porém até o momento ninguém parecia se preocupar com isto e Helves resolveu perguntar antes de começarem a festa. – Onde está o dinheiro? – Tranquilamente aproximava-se do tritão, perguntando à ele sobre a maleta roubada. – Vou aproveitar o momento para guardar, pessoas bêbadas fazem coisas loucas e perder isso não seria interessante. – Pegaria a maleta caso estivesse com ele, já se fosse outra pessoa com o dinheiro, se aproximaria da mesma forma e sorrindo diria. – Deixe-me cuidar do dinheiro, divirta-se enquanto eu guardo e arrumo os quartos. – Com o dinheiro em mãos a garota iria ao interior da embarcação, entrando no primeiro quarto para ajeitar tudo o que fosse necessário. A maleta seria colocada de lado por hora, pois a celestial começaria a arrumar as camas e ajeitar o quarto de uma maneira que fosse agradável para todas. Preparar as cobertas ou lençóis, mover as camas ou a cama para um ponto mais interessante do quarto e deixar uma cama improvisada no chão para o caso de alguém não gostar de dormir junto. "Eu não ligo, as outras duas não sei dizer." Aya parecia ser um pouco mais liberal, talvez estivesse disposta a dormir com Helves, porém Elizabeth era desconhecida para a garota e sem saber como lidar com ela apenas deixava tudo pronto. Por fim a maleta voltava para as mãos da celestial, que calmamente seguia ao quarto dos homens após organizar o quarto das mulheres, fazendo a mesma coisa com o deles, deixando as camas prontas, lençóis e cobertores nas camas, além de ter alguns no chão para improvisar uma cama. Finalmente a garota retornaria para o lado de fora, indo ao encontro da sirena.

Quer alguma coisa? – Talvez os novos integrantes do grupo não estivessem dando a atenção necessária para Aya, por isto a celestial permaneceria com sua companheira enquanto os outros poderia se divertir sem preocupações. – Vou lá pegar, quer ir comigo ou esta bem ficar aqui? – Helves se preocupava com sua amiga, sabia que ela tinha dificuldade em se movimentar, mas ainda conseguia andar por ai, mesmo que de maneira lenta e desengonçada. – Vamos. – Animaria ao se curvar na frente de Aya a celestial esperava que a sirena conseguisse subir em seu corpo, podendo assim caminhar enquanto segurava ela nas costas. – Escolha algo. – Indicaria onde estava a comida, esperando que algo dali pudesse ser do agrado da companheira. – Certo, vou pegar para você. – Com calma e cuidado Helves iria pegar a comida e bebida que Aya estivesse querendo, entregando para a mesma caso esta estivesse sendo carregada ou apenas levando até onde ela estava sentada. – Pronto, se precisar de mais alguma coisa ou quiser ir até um outro lugar é só me avisar. – Concluiu sorrindo. O cansaço e após tanta luta não fazia a garota querer comemorar, ela entendia os motivos e talvez pudesse ser tão animada quanto eles, porém a morte de tantas pessoas não era algo que deveria ser comemorado. "Aya está aqui... Não posso ficar incomodando eles com os meus problemas, cuidar disso sem causar nenhum mal à ela ou Asken é o que preciso fazer." Helves tinha como objetivo a felicidade de seus companheiros, mesmo que isso pudesse trazer a tristeza a si mesma, ela ainda faria as coisas que os agradavam. Naquele instante ela só queria ver a sirena sorrir e se divertir, tantas coisas ruins aconteceram e este era o momento de todos que tinham sofrido algo na ilha se recuperar. – Sempre sorria, gosto de ver você feliz. – Um simples sorriso surgia no semblante da celestial, que com calma repousava sua cabeça nas partes baixas da sereia, como se estivesse deitando nas pernas dela. O olhar focava na feição de sua amiga, o braço direito levantava lentamente até encontrar o rosto de Aya, tocando este com carinho e felicidade por ter uma pessoa tão especial ao seu lado.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 11 EmptyQui 14 Jun 2018, 19:47



Boa música e rum para nos divertir!


E então o acordo era selado, eu havia arrumado a tripulação que almejava. Mas ainda precisava de muito mais. Infelizmente a questão agora era comemorar ainda me incomodava, pois, não me sentia forte o suficiente. Eu não perderia a chance, havia alguém com alto conhecimento na arte de ferreiro. – Espero que sua profecia seja boa para mim... Claro que para Elisabeth também. Bom veremos isso com o tempo... O navio é incrível, bom acho que posso me acostumar com isso. - Eu já tinha em mente alguma noção devido ao meu pai ser um ferreiro, mas nunca me aprofundei no assunto, já que quis agradar tanto papai quanto mamãe. Kryn se aproximaria de Timon, com um tom de voz calmo falaria com o mesmo. – Gostaria de me aperfeiçoar como ferreiro... acho que conseguiria contribuir bastante com as pessoas aqui presente. Poderia me ensinar algumas coisas. – Aguardaria a resposta do mesmo, sendo positiva então, daria inicio ao aprendizado. Sendo negativa apenas insistiria, pois não saberia quando teria a chance novamente.

Inicio Treinamento Perícia.
Engenharia escreveu:
você sabe construir (mas não consertar) máquinas e armas de fogo..

Ao perguntar ao Timon, ele se mostrava um pouco desconfiado, e tratei de me mostrar muito interessado. Aparentemente ele pegava um revólver para começar a me ensinar, e onde se poderia pesquisar sobre esses assuntos, já que faltei em algumas aulas com meu pai, se não fosse pelo fato, mas sentia que isso iria ajudar e muito o grupo para seguir em sua jornada. Engenharia era algo que parecia muito complicado de aprender só lendo, e seria ótimo ter enfim a oportunidade de ter alguém explicando passo a passo. Sempre calmo e analítico olharia bem para as coisas, suas mãos enquanto não tiraria o ouvido do que ele iria me falar. “- É para um humano mandou bem lá no banco, não acreditei que realmente fosse capaz. Quando te vi pela primeira vez, pensei que assim que sair de lá, deveria te matar, porém mostrou ser alguém de confiança com o mesmo inimigo que eu.”

Com isso ele segurou o revólver bem firme e então me perguntou o que eu sabia sobre o mesmo, balancei minha cabeça fazendo um sinal negativo, já afirmando que não sabia de absolutamente nada. Colocou um sorriso no rosto, fez eu segurar o mesmo para que eu sentisse o peso. Na sequência ele tirava a munição do mesmo, para que eu poça aprender com segurança.

Teoria

- Principais partes de um Revólver, São quatro partes essenciais de um. Armação, tambor, cano e mecanismo. Iremos ver cada uma delas detalhadamente. Balançava a cabeça fazendo um movimento de positivo, enquanto fazia um sinal de joia, já pensando “Isso vai ser divertido.” Ele fazia algo que me surpreendia ele desmontava o revólver, separando suas partes. Enquanto estávamos sentados ali no navio, o mesmo colocava cada uma delas na minha frente. “ – Bom vamos começar.” Ele pegava a primeira peça do equipamento. “ - A armação de um revólver apresenta três funções principais. A primeira delas é a de permitir a empunhadura, fazendo com que o revólver seja comodamente sustentado e com fácil visada. Em segundo lugar, a armação tem a função de alojar todos os mecanismos de disparo e segurança e, ainda, de sustentação do tambor e do cano.  E, por último, a de possibilitar a identificação da arma, pois geralmente é nessa peça que são gravados a assinatura do ferreiro.” Eu segurava a armação nas minhas mãos e tentava decorar o que o mesmo tinha acabado de falar, enquanto eu olhava detalhadamente.

Com isso, que faço a arma de fogo ser facilmente sustentada, aloja os mecanismos do mesmo. Posso dizer então que isso é o corpo do equipamento. Uma risada sincera, enquanto me encarava e observava meus olhos cheio de dúvidas. “ – Podemos dizer que sim, não é maravilhoso?” De fato eu estava gostando e muito daquilo e imaginava na minha cabeça usando minha forja para montar as peças do mesmo. “Caramba meu pai iria ficar bem orgulhoso de mim.” Só que não era hora para pensar nisso, voltaria ao meu foco, enquanto ouviria Timon. “ - As primeiras armações dos revólveres de retro carga eram rígidas, ou seja, o acesso ao tambor era feito por meio de uma janela de obturação lateral (corte na culatra), Apontava para mim onde era - por onde eram introduzidos os cartuchos, câmara a câmara – com o giro do tambor – e, da mesma forma, extraíam-se os estojos deflagrados, com o auxílio de uma vareta de extração situada abaixo e próxima ao cano (a posição exata da vareta de extração variava conforme o ferreiro) Ele ia falando enquanto ia gesticulando, cada parte me apontando, principalmente nas mais técnicas.

- Mas eu posso fazer armações diferentes? Olhava com um brilho no rosto quando respondia. “ – Ótima pergunta!!!” ele então segurava novamente a armação do mesmo quando voltou a explicar.  “ – Os mais forjados são  revólveres  de  armação  rígida, porem já vi ferreiros forjarem revólver  basculante,  que  se  caracteriza  por  possuir  um  sistema  de  fechamento  e  abertura na parte alta da armação e um eixo no ponto  médio  inferior  da  arma.” Eu o interrompia um pouco então perguntei ao mesmo.  “ – Espera como é que é, pode me mostrar isso?” Com isso ele voltava a gesticular, detalhando onde e como funcionava o sistema de fechamento, até eu compreender assim ele dava continuidade. “ - Uma  vez  que  o sistema de fechamento estivesse liberado, o cano e  o  tambor  giravam  em  torno  desse  eixo,  e  uma peça,  em formato  semelhante  ao  de  uma  estrela  (extrator),  era  impulsionada  pela  ação  de  uma mola  e  extraía  todos  os  cartuchos  ou  estojos  deflagrados de uma única vez.” Ficava olhando para gravar na mente ia repetindo o que o mesmo havia me passado ele fazia algumas perguntas, para saber se eu realmente havia entendido. Íamos fazendo uma sabatina para chegarmos até um ponto até que as coisas estejam alinhadas.

- Então possui só esses dois tipos de armações? Timon já mexia seu dedo como um sinal de negativo, enquanto dava uma pequena risada. “- Outro tipo de armação articulada é a de tambor reversível.  Nesse tipo de armação, o tambor é sustentado por um suporte, peça que permite o deslocamento dele de sua posição normal (do espaço retangular onde é encaixado na armação) para as operações de carregar, descarregar e retirar estojos deflagrados. De modo diverso dos revólveres de armação articulada, para descarregar os cartuchos ou para retirar os estojos deflagrados, é necessário apertar a vareta do extrator obtendo-se a retirada de todos os cartuchos ou estojos das câmaras de uma única vez. Para abrir o tambor, basta pressionar o dedal serrilhado (chaveta de abertura do tambor), que deslocará o ferrolho, liberando a haste central do seu encaixe (eixo que fixa o tambor à armação, em torno do qual o tambor gira.). Além de quem sabe você não invente algum novo!!!” Pensava em como seria incrível isso, a aula estava fluindo muito bem, porém o assunto era maçante então fazíamos uma pausa para beber água e respirar um pouco, enquanto eu ainda ficaria pensando em tudo que aquele ferreiro experiente havia dito sobre armação.

- A armação de retro carga rígida as mais comuns encontradas por aí, também temos o revólver basculante e a armação articulada, interessante. Dizia enquanto olhava para a peça, lembrando das palavras de Timon que ia apontando e explicando cada detalhe isso era ótimo, além de passar confiança mostrando que realmente sabe do assunto. O instrutor então voltava para que possamos continuar, pegava uma peça nova. “– Esse é o Tambor.” Eu olhava, pegava na mão olhava detalhadamente cada traço dela. “- O tambor é a peça mais característica de um revólver, pois remete ao próprio conceito de revolver, de girar. Em um revólver, o tambor é a peça dimensionada para resistir às elevadas pressões geradas pela deflagração do cartucho, e foi desenhada para acondicionar a munição em câmaras com dimensões compatíveis aos cartuchos de calibre correspondente. A câmara é uma perfuração que apresenta diâmetros diferentes ao longo do eixo longitudinal e varia em quantidade conforme o modelo do revólver, sendo dispostas paralelas ao eixo da arma e equidistantes do centro do tambor. Essa variação também pode ser verificada quanto ao sentido de giro do tambor. Essa informação muitas vezes é de extrema importância na elucidação da dinâmica dos fatos. As câmaras apresentam um pequeno estrangulamento em sua parte anterior (headspace) que trava o estojo, permitindo apenas a passagem do projétil. As câmaras, na sua parte posterior, são recortadas de modo a permitir o encaixe da orla do estojo e da coroa do extrator. Eu ficava de boca aberta enquanto ele mostrava o tamanho da importância daquela peça. Analisava para entender o que Timon estava falando, a parte onde eram colocados as munições e os detalhes, pois, para forjar um deveria saber exatamente isso.

Então esse tambor eu posso variar de acordo com minha munição, projeta-lo para uma bala diferente? Ele fazia um sinal de positivo, dizendo que criação de projetil era uma outra história que poderíamos deixar para depois e voltava no foco do tambor. “ - Nos  revólveres  de  armação  articulada  – quer  basculante,  quer  de  tambor  reversível,  no centro do tambor trabalha o sistema de extração, composto de diversas peças, principalmente do extrator. A coroa do extrator é uma parte denteada (cremalheira) do extrator, na qual age o impulsor do tambor fazendo-a girar e permitir o perfeito alinhamento entre cano, câmara e percussor. Os tambores apresentam em sua parte posterior externa recortes que permitirão o encaixe do retém do tambor, peça que tem por função travá-lo, impedindo o giro, de forma a garantir o alinhamento já mencionado. Os tambores de revólveres podem apresentar em sua parte anterior recortes chamados de caneluras, que têm por função facilitar a pega e o giro manual do tambor durante o processo de carregamento. Como essa função não é essencial, existem também tambores de revólveres sem caneluras – são denominados de tambores lisos.  Terminava nosso segundo componente importante, embora fosse um tanto leigo nos assuntos eu estava me dando muito bem. conseguia absorver bem as informações e era isso o que realmente importava. Era um conhecimento importante e precioso para alguém como eu, isso com certeza poderia vir a calhar para mim em algum momento. Quem sabe até aprender a dar uns pipocos por aí.

Então seguiríamos rumo a terceira lição, estava animado, o assunto estava ficando cada vez melhor. “– Agora iremos falar sobre o cano. Da mesma forma que o tambor, o cano é uma peça sujeita a elevadas pressões e, por isso, foi dimensionado para resistir a elas. Durante toda a sua extensão, o projétil é acelerado pela força expansiva dos gases oriundos da queima do propelente e adquire velocidade. A ação dos gases sobre a parede do cano é o que acarreta a pressão elevada. O cano não só é responsável pela energia cinética e velocidade do projétil, mas também – e principalmente –   pela direção que imprime a ele. A ação dos gases sobre o projétil faz com que ele adquira velocidade e energia cinética; entretanto, a direção e o sentido que o projétil apresenta é a mesma do local par onde o cano está voltado, tanto que parte do sistema de pontaria (massa de mira) está montada sobre ele.  Os canos geralmente apresentam uma pequena inclinação para diminuir o efeito da gravidade sobre o projétil nas distâncias para as quais o sistema de pontaria está aferido. Eles são responsáveis ainda pela velocidade angular que o projétil adquire em consequência de sua passagem forçada através do raiamento do cano.  Esse movimento rotacional do projétil em relação ao seu eixo longitudinal é extremamente importante para sua estabilidade e alcance. O número de raias, a inclinação e sentido de giro delas, profundidade e outros valores variam conforme o fabricante e até o modelo do revólver. O cano é ligado à armação geralmente por rosca, podendo apresentar um pino de segurança que garante o seu travamento.” Segurava na peça um pouco olharia ela, começaria a ligar as coisas que eram ditas a ela. Notava que podia haver diversidade, então pedia para o tritão me apontar para algumas coisas, mostrar como o atirador usa isso como mira, então seguiríamos com o aprendizado.

- No processo de produção dos canos dos revólveres, as duas etapas mais conhecidas são a perfuração e a confecção do raiamento; entretanto, os canos apresentam na sua extremidade posterior o cone de forçamento ou cone de pressão. Esse cone tem a função de facilitar a entrada do projétil no cano, uma vez que o diâmetro do cano é menor que o diâmetro do projétil e, sem ele, as deformações por fricção e impactos que o projétil sofreria seriam grandes. No pequeno espaço entre o final do tambor e o início do cone de pressão (gap), o projétil descreve um voo livre. Quanto menor for esse espaço, maiores serão os valores de precisão e estabilidade do projétil.  Na extremidade anterior, verifica-se a coroa ou crista, que tem por função permitir uma saída uniforme dos gases pelo cano. Sem a uniformização realizada pela crista, esse escape diferenciado dos gases, que aconteceria em decorrência do raiamento, poderia gerar um desvio na trajetória do projétil. Na região externa dos canos dos revólveres é comum encontrar gravações que identificam o calibre nominal da arma, o fabricante, o país de produção, entre outros dados. O cano pode apresentar reforços, que geralmente caracterizam o modelo da arma.  Em sua parte inferior, pode haver uma presilha de fixação da vareta do extrator e indiretamente da haste central (aferrolhamento duplo). Parece que estávamos chegando ao fim de mais uma parte do nosso treinamento teórico e as coisas em si, pareciam cada vez mais se encaixar então olharia para o instrutor e diria. “- Para um mesmo cartucho, guardadas as devidas proporções, quanto maior for o comprimento do cano, maior será a velocidade com que o projétil o abandona, porque permitirá a queima total do propelente.” Dava um sorriso com um sinal de OK e isso me deixava bem animado, parece que realmente o assunto estava entrando na minha veia.

Os mecanismos dos revólveres são compostos de três sistemas básicos, que funcionam de forma interligada: Sistema de disparo e percussão; Sistema de repetição; Sistema de segurança. O novo assunto entraria no conceito do mecanismo de um revólver, era algo de extrema importância. Ele começava apontando para as coisas então ia falando.  - Sistema de disparo e percussão - Embora funcionando de forma integrada, o sistema de percussão é composto principalmente pelo gatilho e impulsor do gatilho, cão, percussor, alavanca de armar e mola real, todas essas peças com as suas respectivas molas e pinos. Considerando o tambor do revólver carregado, pode-se ter o disparo a partir de duas ações, que acabam por classificar os mecanismos de disparo em: Fazia uma pausa fazia um numero um no dedo e continuou falando. Ação simples – Caracteriza-se por requerer o engatilhamento manual da arma por meio do recuo do cão até a posição de armado (travado à retaguarda), momento em que o tambor gira, promovendo o alinhamento da câmara com o cano para posterior acionamento da tecla do gatilho. Acionando o gatilho, obtém-se, com o impacto do percussor sobre a espoleta, a detonação desta e a deflagração do cartucho. As armas que só funcionam em ação simples, sem o engatilhamento prévio do cão, não disparam. Fazia um numero dois com os dedos e voltava a falar. “- Ação dupla –Caracteriza-se por promover automaticamente o recuo do cão e o giro do tambor à medida que se pressiona a tecla do gatilho, até a posição em que o cão é liberado e, ao avançar pela pressão da mola real, gera o impacto do percussor sobre a espoleta, a detonação desta e a deflagração do cartucho.” A parte de mecanismo era bem complexa, por isso o tamanho da importância, na construção de uma arma de fogo.

- Sistema de repetição é composto principalmente pelo conjunto do extrator (cuja função principal é a extração dos estojos deflagrados) do impulsor do tambor (que juntamente com a coroa ou cremalheira do extrator fazem o tambor girar e permitem o alinhamento do cano, câmara e percussor) e do retém do tambor (peça que encaixa nos recortes próprios do tambor de forma a garantir o alinhamento supramencionado). Finalmente acabávamos a parte teórica então era hora de falar um pouco daquilo que aprendi, para ver se havia ficado na mente. Olharia para o tritão, de maneira calma e tranquila, com uma voz suave diria. “– Vamos começar pelas armações, de armação rígida pode ser inteiriça (Ruger Single Six) ou desmontável. De armação articulada – Subdividida em revólveres basculantes ou de tambor reversível. Certo? – Diria a e ele, que me confirmava que eu estava correto. Então iria para o próximo assunto, colocava minha mão sobre a cabeça forçando minha cuca então disse: “ – Quanto ao sistema de disparo, os revólveres são de movimento simples quando o revólver opera somente em ação simples ou somente em ação dupla. Quando opera nos dois sistemas, são classificados como de movimento duplo.”  - Fantástico meninão, isso aí, vejo que prestou bem atenção.” Seguiria para o próximo tópico. – Quanto à percussão, são classificados Percussão extrínseca (obsoleta); Percussão intrínseca Subclassificada em percussão direta e indireta. Parece que as coisas literalmente haviam ficado em minha cabeça e isso animava aquela criatura que sentia que seu tempo gasto não havia sido em vão. Então fazíamos um descanso antes de irmos para a parte prática.

Pratico

Então estava sentado e já havia descansado e o revolver estava completamente desmontado na minha frente. Timon voltava para acompanhar como eu iria por tudo aquilo que aprendi em prática isso era realmente um grande desafio, pois a teoria e um pouco diferente as vezes. Enquanto pensava olhando para aquelas peças todas na minha frente, logo Elisabeth surgia perguntando. “– O que é que você está fazendo?” Apertava minha bochecha praticamente me beliscando. “– Hey, estou focado no aprendizado aqui.” Ela então colocava o dedo na boca, me provocando e dizia. “– Não me da mais valor não.” Então para não perder o foco respondia a ela. “– Prometo que quando acabar aqui, te darei todo tempo do mundo.” Ela dava um sorriso e um beijo em meu rosto e ia para outra parte do navio, dando uma pequena piscada. Agora sim tínhamos que continuar o treinamento. Pedia ajuda ao tritão para ele ir me guiando, eu sabia o que era as peças principais, mais como coloca-las? “– Primeira etapa colocamos o gatilho com a barra de repercussão. Então ele me ensinava com cuidado colocava o gatilho na armação, e a barra de repercussão por baixo do gatilho. “– Então quando você aciona o gatilho a barra sobe, acertando o cão e acionando a caneta?” “– Exatamente.” Eu até soava um pouco meus movimentos era bem cuidadoso.

“– Agora você tem que colocar o impulsionador do tambor.” Era uma peça extremamente difícil de colocar, pois tinha uma pequena mola e eu tinha que impulsionar a molinha que ficava embaixo e encaixar ele em um buraco pequeno. Nas duas primeiras vezes eu não conseguia deixando a peça cair, então respirava fundo e fazia com muita calma. Enquanto Timon ficava de braços cruzados mesmo vendo com dificuldade na cabeça dele, o melhor jeito de aprender e fazendo. Única coisa que ele fazia era falar o que eu tinha que por e no máximo apontar onde. Então com todo cuidado do mundo finalmente conseguia. “– Uffa achei que não iria conseguir por isso.” Aparentemente se divertia com as minhas dificuldades pois o mesmo já deve ter passado por isso também, então dávamos continuidade. “– Segunda etapa, colocação do gatilho.” Para colocar essa parte tem um pequeno maceto, você empurra um pouco o ferrolho do revólver e encaixa ele entre as duas extremidades. Não era uma peça difícil de colocar, mais ainda tínhamos um logo caminho para seguir. “– Próximo passo coloque a mola impulsionadora do gatilho.” Apontava qual era e onde ia essa peça. Após colocar deve se verificar se está bem encaixada pois a mesma não pode ficar solta ou bamba ali próximo, pois se não ao pressionar o gatilho, o atirador pode acabar se machucando a si mesmo.

“– Agora vamos colocar a mola real.” para encaixar essa parte, tem um pequeno macete, ao qual eu só fui descobrir após errar muitas vezes, eu colocava e a mesma não fazia sua função para a arma disparar. Então o instrutor me ensinou apenas falando como eu tinha que fazer para por. “– Você tem que trazer o gatilho até a retaguarda, você puxa, destravando o ferrolho.” Iria fazendo de acordo como ele iria me instruindo. “– Ai você pega a mola e encaixa no seu devido buraco ou local e puxa o cão.” Assim que fiz isso a mola real estava ali pronta e encaixada e a arma de fogo digamos pronta para um disparo, aí o próximo passo era testar se as peças estavam realmente bem encaixadas. “– Você tem que puxar o dedal serrilhado e testa o mecanismo.” Seguindo as instruções do mesmo, fazia, claro o revolver ainda não estava pronto, mas as partes que haviam sido colocadas estavam em perfeita ordem. Ainda bem, pois nem sabia atirar e minha pontaria era péssima. O aprendizado estava se tornando algo bem divertido, apesar de sua enorme dificuldade. Lembrava da teoria, quando você puxa o dedal, é nada mais que uma ação simples, só que falando parece ser bem mais fácil que executando.

“– Agora deve montar a placa do mecanismo, primeiramente olhe bem para ela, pois ela possui uma pequena trava. Essa é a primeira parte que deve ser encaixada.” Seguindo as instruções do Timon era exatamente o que eu fazia, com cuidado para não estragar as peças já colocadas, colocaria essa trava era como um pequeno encaixe. Após fazer isso é só aperta, sem muita força, para não amaçar ou estragar. “– Quando você ouvir o estralo é porque encaixou.” Então assim eu fazia, até conseguir, pois tinha medo de estragar, até que ele me deu confiança para fazer sem medo. Pois um ferreiro tem que saber o que está fazendo, não pode deixar isso o atrapalhar. Ouvindo a motivação ouvia o barulho, placa encaixada com sucesso, o trabalho parece fácil aos olhos de quem vê, mas exige muito cuidado, talento, um simples erro você tem que recomeçar do zero isso se tiver peça ou material para forjar. Na sequência era fácil as partes que trava o mecanismo, eram quatro bem pequenas, porém não havia dificuldade nenhuma em por isso. “– Está indo muito bem garoto, vamos lá que ainda a trabalho a se fazer e não quero ficar a noite toda aqui com você, sem ofensas humano hahahaha.” Acho que a intimidade mestre e aluno estava chegando a um nível estranho, bom não tinha o que reclamar continuar com nosso treinamento. Então Timon pedia o revólver para fazer mais um teste de ação simples e ação dupla, ambos feitos com sucesso um alivio para mim.

“– Agora colocar a placa do punho, lembre-se um ferreiro costuma usar isso para deixar sua assinatura, sem contar que essa parte deve ser confortável para o atirador segurar.” Ouvindo as palavras do homem, mal esperava poder fazer minhas próprias armas de fogo ou até mesmo medievais e colocar minha assinatura, apesar de eu ainda não possuir uma. Então com muito cuidado, primeiro colocaria a parte de baixo, na sequência colocaria a parte de cima. A parte inferior tem pequenos furos, para que a superior possa se encaixar nela, nada impede que seja feito ao contrário, porem a posição para a mão segurar foi feita pelo armeiro para que seja montada assim, mas nada me impede de eu montar de outro jeito tudo depende da sua criatividade como forjador. “– Colocado ufa, que processo. Meu pai iria estar bem orgulhoso de mim agora. Já mamãe nem tanto, mas não irei decepciona-la também.” Falei em um tom alegre pois estava completamente empolgado com todo esse processo, era como seu eu tivesse nascido para isso, tinha uma paixão em mim para fazer tal coisa. Não fazia só por fazer, pelo contrário eu fazia como se fosse por mais puro amor. Finalizava colocando a trava na placa de punho, certificando que não teria nada aberto. Com isso estava finalizado mais uma parte do processo.

“ – Agora você precisa colocar o Tambor, tome cuidado com essa pequena mola. Não precisa fazer força, só encaixar na parte da frente e empurrar para trás.” Então era exatamente o que eu fazia, colocava o encaixe da frente e ia empurrando bem devagar até chegar no ponto final. Fazendo isso encaixava o tambor no seu devido lugar e o empurrava para o lado, pronto o ultimo passo estava feito o revólver finalmente estava montado. Agora era feito um novo teste de Ação Simples, só que um pouco diferente, assim que o gatilho for acionado, o tambor deve girar, claro que esse teste era realizado sem nenhuma munição, pois eu poderia acertar alguém. “– Vamos lá, Ação Simples.” puxava o dedal serrilhado e na sequencia puxava o gatilho, fazendo isso o tambor girava, ou seja estava pronto para uso era só por as balas. Finalmente havia acabado, iria até secar o suor. Para não esquecer mesmo, ele desmontava toda a arma de fogo e pedia para que eu refizesse o processo novamente. Agora estava mais confiante, já conhecia as peças e seus macetes para encaixar, então coloquei um sorriso diabólico no rosto. “ – Vamos nessa.” Sentava-me no chão novamente e começaria a montar tudo.

Em dado momento, Elizabeth voltava até mim, me preocupava no caso dela se sentir sozinha, então pedia para ela se sentar ao meu lado. Ele passava por mim olhando de canto de olho, antes de se sentar, olhava as coisas em minha volta e meu sorriso. A ex-baronesa, com voz autoritária dizia. “- Espero que não esteja aqui para te atrapalhar.” Mantive minha calma, pois com mulher não se discute, era até bom uma distração para eu realmente ver se sei o que estava fazendo, ia colocando as peças e montando a arma, enquanto isso ela sentou toda emburrada ao meu lado, pelo fato de eu dar mais atenção ao tritão que para ela. Quando terminava novamente de remontar aquele instrumento de combate. – Veja Lisa, é uma arma de fogo. Que nem os marinheiros estavam usando hoje, parece que consegui, pena que não posso usar uma. Diria com um sorriso animado, acho que aprendi.” - Bom. Parece que você está mesmo estudando... Então vejamos, me diga quando fará uma arma para mim.” A expressão do rosto dela mudava completamente esperando minha resposta. Enquanto o tritão fazia os teste e disse: “ – Muito bem garoto aprendeu com maestria, mas lembre-se ah sempre coisas para melhorar.” Isso me deixava extremamente contente que me virava para a Beth já abraçando ela. – Em breve e ela será linda, tão linda quanto você.

Assim que eu o abraçava de felicidade ela caia deitada ali no piso do navio, consequentemente eu caia deitado em cima dela, então a olharia nos olhos com um sorriso sincero no rosto enquanto dizia. “ – Você fica linda sorrindo.” Logo se avermelhava apesar de não ser esse tipo de garota, então as palavras que saiam de sua boca me surpreendiam me deixando também extremamente vermelho. “ – Pensei que seria só depois de casar ...” Eu não entendia por um momento então olhava minha mão direita sobre os seios dela, logo a recolhia, tentando me desculpar. “ – Não sabia que você era do tipo ... sabe .... na frente de todos.” Mordia seus lábios então rapidamente me colocava de pé, agradecia ao Timon. “ – Obrigado pela paciência!!!” Quando sentia uma mordida de leve no pescoço. “ – Temos mais lugares para conhecer, você prometeu que ia mudar minha realidade.” Ela saia andando e começava a olhar o mar. “ – Ela é um furacão, mas se você prometeu terá que cumprir, camarada.” Colocaria um sorriso sincero de extrema felicidade. “ – Eu sei, eu cumprirei.”

Fim Treinamento Perícia.


-  Comida!!!  Bebidas, talvez músicas animadas, pessoas rindo, historias compartilhadas. Eu de fato nunca tive muito disso, mas posso me acostumar facilmente. Desabafava sua futura nova experiencia, mais alta do que desejaria provavelmente, e continuaria apreciando. Não era possível, mas depois de tudo que passamos talvez merecíamos, até um pouco mais porque não. E então, enquanto caminhavam rumo a comida, procuraria algo para beber. “Acho que nenhuma bebida, será igual a de Micqueot, mas quem se importa.” Helves parecia não gostar muito de festas. Não podia ser uma verdade absoluta, ou era uma pessoa bem dedicada aos afazeres, talvez a que mais se importava. “ LoL, ela vai arrumar as coisas enquanto brindamos, isso que é dedicação.” Sempre analítico e calmo antes de começar a me divertir era o que eu notaria em minha volta. – Bom já está mais que na hora de eu aprender o bom da vida! Diria com um tom animado em minha voz, então começaria a comer e beber. “ HÁ ISSO É BOM DEMAIS.”

O pirata percebendo algum caso de Bruce começar a cantar, me aproximaria e tentaria entrar no ritmo da música. De fato, Kryn estaria mais contente que o normal, o que só tornava ainda mais cômico, mostrando um lado a qual o garoto costuma esconder das pessoas, mas caso ninguém esteja cantando, apesar de não saber tocar nada apenas usaria minha voz encantadora e começaria a cantar. Quem sabe o Mink músico entrava no clima e as pessoas ali também. “ – Velas ao vento, homens ao remo, Navegando em alto-mar ♫ ♪ ♫ ♪.” Não sabia dançar de jeito nenhum então de maneira, talvez engraçada, mas com toda certeza desajeitado começaria a dar alguns passos enquanto cantaria. “ – Muito rum pra nos alegrar... ♫ ♪ ♫ ♪ ” Era uma festa então tinha que comemorar. “ - Ouro e tesouro é o que queremos ... O governo afundar. ♫ ♪ ♫ ♪ ” Balançaria meu copo de um lado para o outro. “ - Ouro pra nos alegrar... ♫ ♪ ♫ ♪ ”

Daria alguns passos desengonçados se aproximando de Elisabeth e colocaria um sorriso sincero em meu rosto, então tentaria bailar com ela enquanto diria diretamente para ela. “ - Belas mulheres a bailar .... ♫ ♪ ♫ ♪  Música pra nos alegrar... ♫ ♪ ♫ ♪ ” Terminaria de tomar meu copo de bebida, então seguraria sua mão, aproximaria meu rosto de seu ouvido. “ – Bela donzela, esta noite, vou lhe servir!!! ♫ ♪ ♫ ♪ ” Me afastaria um pouco com passos tortos e continuaria. “ - Saquear, roubar, partir, É o que vai nos divertir! ♫ ♪ ♫ ♪ ” Pegaria uma garrava de bebida se ainda tivesse então colocaria em seu copo enquanto continuaria me divertindo. “ - Muito rum pra nos alegrar... ♫ ♪ ♫ ♪” Daria meus passos com quem tivesse afim, seja tritão, mink, sereno, humano, celestial, demônio, Deus ou até mesmo o Diabo compartilhando um pouco da minha alegria com que tivesse afim. “ - Somos piratas, todos contentes, Saquearemos navios nobres ... ♫ ♪ ♫ ♪ ”  Caso Bruce esteja junto comigo então me aproximaria dele, mas caso não, apenas ergueria meu copo enquanto diria. “ - E nesse navio sempre haverá... Boa música e rum para nos divertir!” ♫ ♪ ♫ ♪


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Notando a conversa sobre quartos e a divisão entre homens e mulheres Bruce atentou-se, esperando para saber em qual dos cômodos as moças ficariam. Não que planejasse espiar, mas a curiosidade em saber era maior que o bom senso do símio. Após os primeiros cuidados com seus ferimentos, o macaco planejava tirar um breve cochilo, afinal havia se exaurido e precisava recompor-se. Nunca se sabe quando novos desafios vão aparecer. - *Ouahhhhh* Então aquele ali é o das mulheres, mmmm...acho que vou dormir - Com a mão sobre os olhos e a outra na cintura o primata fitou o alto do mastro onde havia uma plataforme com peitoril, um pouco maior que um barril cortado ao meio, destinado para que um tripulante pudesse avistar mais longe os arredores do navio. - Ohh, ali parece um bom lugar CÁCÁCÁCÁ - O lugar isolado e no alto lembrava a Bruce de sua terra natal, onde dormia no galho das árvores, protegido de animais e outros predadores presentes na floresta. Talvez, ali naquele local poderia ter uma reconforto sensação nostálgica, permitindo que dormisse mais facilmente. Sem pestanejar, o primata se lançaria ao mastro, utilizando suas quatro patas para escalar calmamente a estrutura até atingir o local almeijado. No alto, acenaria para os que estavam abaixo. - Uóóóhhhh, vamos para a próxima av- zzzzzzz - Exausto o macaco sentou-se e em seguida enroscou-se no local, caindo em sono profundo.

Após um período de descanso, acordaria. Se espreguiçaria e olharia ao redor, tentando perceber se era noite ou dia e como estava o clima. Avaliaria seus ferimentos, mesmo sem ter muita noção de medicina, para notar se ainda sangravam ou se tinha pelo menos um aspecto um pouco melhor do que antes. Faminto, desceria, deslizando pelo mastro. - Irraah - Chegando ao convés abriria um sorriso maroto - Temos comida? - Em caso afirmativo iria seguir as orientações, ansioso por se alimentar, aceitando qualquer tipo de alimento desde que não fosse outro macaco. Comeria apressado, levando vários alimentos a boca novamente e engolindo o mais rápido que podia. Na selva não havia muito tempo para apreciar uma boa refeição sem se expor, então acostumara-se a ingerir em um ritmo acelerado. Terminando a refeição, se espreguiçaria e bateria na barriga. - Ahhhh - Caso não houvesse comida disponível, procuraria o tritão na embarcação. Andaria irritado, batendo os pés e de semblante sério. - Ei, Tritão! Pega uns peixes pra gente! To morrendo de fome!!! - Se este se recusasse, insistiria até ceder.

Descansado e alimentado, voltaria ao centro do convés. - Para onde vamos? - O conhecimento do primata sobre navegação, ilhas e rotas era praticamente nulo. Não conhecia aquele mar e o pouco que sabia havia aprendido com o velho pescador que também tinha ciência apenas sobre os arredores de Toroa. Apenas tinha certeza que Chaos Island ficava situada em um mar chamado Grande Rota e por isso tinha que ir para lá. De todo modo, não estava tão apressado já que sabia que nunca derrotaria Gokudera com sua força atual, mesmo com a ajuda dos outros companheiros. Após algum esclarecimento iria se aproximar deu um dos novos tripulantes, mais precisamente aquele que fora anunciado como um hipnotizador.

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- Ei, você consegue hipnotizar os outros mesmos?? - A descrença era óbvia e a face do macaco se contorcia em uma expressão cética. Nunca havia visto nenhum hipnotizador, muito menos alguém ser hipnotizado, apenas ouvira histórias sobre tais feitos. Por isso a desconfiança ao ouvir que um daqueles humanos, que nem capaz parecia, havia hipnotizado várias pessoas e por isso era procurado pela marinha. - Se você consegue hipnotizar alguém mesmo, me ensina? - Os olhos do símio se abriram e brilharam, seus dentes expostos em um sorriso que misturava êxtase e ansiedade, estava mostrando sua verdadeira intenção, e revelando ser um legítimo interesseiro.

Citação :
OFF: Pretendo comprar Hipnose :)

Notando a animação de Kryn o símio se aproximaria. Com o braço sobre o ombro do espdachim, ergueria cada perna de um lado para o outro, semelhante a um Can-Can, cantando alto, acompanhando a música do companheiro. Sun se animava fácil, gostava de comemorações e após toda a situação estressante pela qual passaram em Toroa estava ávido por descontração. Iria beber o que estivesse disponível e dançar ao som da canção, dando pequenos saltos e batendo palmas com as patas inferiores. - CÁCÁCÁCÁCÁ - Riria o primata, alegre e esbaforido. Ao fim da canção, jogaria a caneca ao ar animado.

Objetivos:
 

Informações:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 11 EmptySab 16 Jun 2018, 10:25

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Under an Ancient Dragon!

Na pilotagem do navio era onde o negro se encontrava, os agradecimentos estavam acontecendo e os integrantes do grupo estavam preocupados com a organização dos quartos. ’Parece que estão cansado.’ A sua voz ecoava apenas dentro de sua mente, enquanto sua boca cantarolava uma música de forma singela. Enquanto todos organizava seus quartos, Asken não possuía preocupações sobre isso, dificilmente iria dormir durante a pilotagem de seu barco pois preferia se sacrificar para pilotar dia e noite do que arriscar que algo ou alguém pudesse mudar o rumo de sua profecia. Caso após a organização dos quartos e de todos fazer seus afazeres, o negro observava a movimentação de todos e se uma festa fosse iniciada naquela manhã de calmarias, o sorriso de um deus seria aberto dessa vez expressava felicidade principalmente se pudesse ver Aya e Helves se divertindo.

Asken iria responder a pergunta vaga do mink sobre o destino. - Medo de se aventurar Bruce? Hahaha. Seu tom era cômico e apenas dizia tirando um sarro do mink. - Em breve chegaremos em uma ilha, posso te afirmar isso. Seguidamente após sua risada disse de forma informativa e simplória sobre o destino do barco. No momento em que as pessoas se animarem cantava acompanhando a música caso souber a letra e quando acabar uma música, o deus começaria cantando a segunda. - Eram nove piratas sobre o convés... ♫ ♪ ♫ ♪ Seu tom era grave e mais impotente recitando o canto de forma lenta no começo da música. - Balançando canecos ao ar... ♫ ♪ ♫ ♪ As pausas entre um verso e outro era curto. - E o vento na proa guiava o navio… ♫ ♪ ♫ ♪ A afinação do negro era admirável possuía um talento natural para o canto. - E lançava suas vozes ao mar:... ♫ ♪ ♫ ♪ Após esse verso o negro dava uma pausa maior e olhava para todos do grupo como se estivesse expressando que no próximo verso queria que todos viessem a cantar juntos. - A vida é cruel, não tem pena de nós. Cega nossos olhos, cala nossa voz… ♫ ♪ ♫ ♪ Nesse momento a letra continuava e o negro esperava que todos e principalmente que a Aya o consiga acompanhar no canto.





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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 11 EmptySab 16 Jun 2018, 18:51


A partida de Toroa já havia ocorrido e, em pleno mar, todos buscava o que desejavam. Asken, diferente de quando havia incorporado a entidade superior Lusacan, pilotava sua amada embarcação enquanto observava toda a movimentação ali do navio. Bruce, por sua vez, já estava desacordado devido ao cansaço, na verdade todos estavam. Helves, por sua vez, após pensar um pouco sobre seu irmão e acariciar Aya, partiu para a arrumação dos quartos, porém, antes foi falar com o tritão sobre a maleta de dinheiro.

— Onde está o dinheiro? — questionou a garota.

— Está aqui! — falou ele entregando a maleta a celestial — Isso é o mínimo que podia fazer após vocês me salvarem — ponderou — De vocês mesmos...

— Vou aproveitar o momento para guardar, pessoas bêbadas fazem coisas loucas e perder isso não seria interessante! — afirmou ela.

— Verdade... — sorriu levemente o homem-peixe.

Kryn, por sua vez aprendia o que queria com um dos homens ali. Elisabeth o acompanhava vendo tudo. Passou-se algum tempo até que o espadachim terminasse. King, que havia ido examinar a embarcação havia encontrado algumas garrafas de saquê, três mais precisamente. Bruce despertava e logo alarmava a todos acerca da sua fome. Pedindo ao tritão, o grupo logo conseguiu alguns peixes e não demorou muito para que o calor do fogão aquecesse o cômodo onde os peixes eram assados. Todos comiam, bebiam e Asken cantarolava naquela noite. O negro lembrava-se anteriormente de como o macaco parecia estar assustado com o futuro, porém a animação era nítida ali. Kryn não demorava muito para entrar também na roda de cantigas, junto a Asken. Bruce, que havia passado parte da viagem falando com um dos estranhos que vieram acompanhados do negro, conseguia informações do que desejava e agora dançava alegremente. Helves, estava mais contida com Aya, que assista tudo ali, animada.

Não demorou muito para que a noite começasse a partir, e todos caíssem no sono, cansados e bêbados, alguns. Asken ainda permanecia ativo, pilotando sua embarcação e, como o despertar de uma nova era, o amanhecer o brindava com uma bela cena. A temperatura mudava de acordo com que aquela longe imagem aumentava de tamanho. A próxima ilha se aproximava lentamente dos protagonistas.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 11 EmptySab 16 Jun 2018, 22:38



지평선에 대한 비전

A festa continuou com bastante animação. Helves estava meio isolada com a sirena, aproveitando a vista de todos divertindo-se, bebendo e comendo durante aquele dia. O cansaço estava presente no corpo de todos, ninguém tinha descansado muito tempo após a saída da ilha e todo aquele combate. – Eles são tão animados. – A felicidade de todos impressionava a garota, algo tão simples e tão bom de ver. Mesmo que esta felicidade fosse coisa do momento, Helves ainda gostava de olhar o rosto de todos sorrindo. "Se fosse para morrer em algum momento a minha escolha, acho que aceitaria agora... Aya está tão feliz e Asken parece animado com todos, não é como se eles fossem perder muito quando eu não estiver mais aqui." Estes pensamentos a levaram ao sono profundo, deitada sobre as partes baixas de Aya. Como ninguém ligou em se mover até os quartos, não existia problema em estarem expostos. Naquele momento o importante era a chegada à próxima ilha e talvez o descanso de todos, pois precisariam de forças se quisessem continuar a aventura de maneira ativa e forte.

Obviamente algum tempo se passou. Helves normalmente demorava a acordar, hoje talvez seria algo diferente ou quem sabe não. Independente do horário ou quem já estava acordado, quando a celestial finalmente estivesse com os olhos abertos, provavelmente seria culpa do sol sob seus olhos. – Ahnn... Não... – Murmurando com os olhos entreabertos ela esticava o corpo, espreguiçando-se e erguendo assim seu tronco para colocar-se sentada. Ainda com sono olhava os arredores, procurando saber se Aya ainda estava ao seu lado e também onde cada um dos tripulantes estava no momento. Neste instante a garota viu algo que a fez realmente despertar, saltando de onde estava para se colocar de pé e observar a vista da próxima ilha. – OH! – Com animação ela sorriu, abaixando-se para acariciar Aya e fazer a mesma acordar. – Aya! – Diria em um tom mais elevado durante as carícias. – Estamos chegando! – Era o que Helves planejava dizer assim que a sirena estivesse acordada, sorrindo para ela enquanto executava um forte abraço em comemoração. "Essa é a última ilha antes da Grand Line. É deste local que iremos partir, muito em breve estaremos saindo desse lugar e indo até um lugar muito mais interessante e divertido." Soltando a sirena, olhava para o negro e decidia por carregar a companheira até a borda, onde ela poderia observar melhor o mar e a ilha onde estavam chegando.

Helves estaria com Aya nas costas, andando pela embarcação e mostrando assim o mar para ela junto com a nova ilha. – Não vamos ficar muito tempo aqui, mas é sempre bom conhecer ilhas novas. – Talvez morrer no dia anterior não fosse tão interessante agora que a ilha estava ali. Ver mais uma vez o rosto feliz de seus companheiros, esta era uma missão que Helves gostaria de cumprir e continuar cumprindo até o dia em que eles poderiam se separar. "Eles não são pessoas totalmente ruins, ainda tenho muito para conhecer de todos." Antes de realmente chegar na ilha e pensar na próxima aventura a celestial sentia a necessidade de tomar um banho. – Quer tomar um banho comigo? – Perguntou à Aya, imaginando que a sirena não ligaria de ficar sob a água por algum tempo. Com ou sem Aya a jovem celestial iria ao banheiro, procurando ser rápida no que estava para fazer, porém ainda assim trancaria a porta só em último caso. Toda a sujeira, sangue e suor do dia anterior tinha que sair e Helves usaria do chuveiro para isto, retirando a jaqueta marrom para lavar enquanto as outras ficavam de canto. O banho seria simples, algo mais focado em limpar a sujeira e deixar um cheiro mais doce. Caso a sirena estivesse por perto, a garota iria encher a banheira para ela poder ficar tranquila na água enquanto a celestial tomava seu banho. A maleta obviamente ficaria por perto, em um ponto onde não molharia.

Ao fim do banho, Helves secaria o corpo com calma para não deixar nenhum ponto molhado e iria vestir as mesmas roupas de antes, deixando apenas o casaco marrom para secar após ser lavado durante o banho e a maleta repousava ao seu lado. – Quer sair agora? – Perguntaria a sirena no caso dela estar por ali, já se não estivesse a celestial apenas caminharia para fora do local até o convés onde colocaria Aya sentada ou apenas se sentaria ao lado da sirena, colocando a blusa marrom para secar no sol. – Aya, nunca parei para perguntar antes, mas você possui algum objetivo? – A sirena tinha se aproximado de Asken e Helves na fuga de Toroa, porém após isto ela apenas decidiu seguir com eles por não ter ninguém. Ela não ligava em se envolver com piratas e isso a fez se tornar uma, mas após tudo isso a sirena apenas continua seguindo os irmãos, nunca expressando suas vontades e objetivos de maneira clara. – Nunca conversamos sobre isto e eu gostaria de saber... Você está seguindo conosco, Asken tem um objetivo bem grande de destruir o maior tesouro do mundo e eu apenas quero descobrir algumas coisas sobre minha antiga ilha... Já você nunca compartilhou se quer fazer algo, pois se estiver atrás de alguma coisa pode ter certeza de que iremos ajudar. – Sorria ao fim de suas palavras, dando uma breve mordida na mão direita da sirena como se fosse um simples doce, morder outras pessoas poderia ser estranho e em algum momento os companheiros poderiam perguntar sobre, mas teriam de se acostumar com tal ação da garota que era tão comum quanto ela sorrir.

Com a chegada ao porto, Asken obviamente precisaria descansar e neste instante o comando do barco era passado para a sua irmã. – Sem problemas, espero que descanse bem. – Sorria carinhosamente ao negro, esperando que ele fosse ao quarto para assumir assim o controle da tripulação naquele momento. – Agora que estamos na última ilha desse mar, precisamos causar o mínimo de confusão possível. – Helves estava séria, procurar qualquer problema na cidade seria algo que atrapalharia na trajetória até a Grand Line. – Não vamos ficar muito tempo nesta ilha, partiremos para a GL assim que todos estiverem prontos e descansados. – Explorar um pouco a cidade antes de partir não seria problema algum, mas a maior preocupação da garota era sobre a marinha, principalmente após o roubo em Toroa e a morte de tantas pessoas. "Não conheço a ilha, mas esse QG me incomoda." O QG de frente para o porto da ilha chamaria a atenção e Helves esperava que todos aqueles dispostos a seguir no grupo pudessem manter a calma e evitar confrontos desnecessários na ilha. – Causamos uma grande confusão em Toroa, facilmente chamaremos atenção da marinha ao andar pela cidade de maneria descuidada... Então se algum de vocês for prosseguir com o grupo, não me importo de irem explorar um pouco esta ilha, eu mesma gostaria de conhecer algo sobre este lugar... Mas evitem chamar muita atenção, principalmente atrair marinheiros até esse barco. – Com isto a celestial finalizava suas palavras, esperando que eles pudessem seguir as orientações para evitar problemas ao bando. Ir até a Grand Line sem causar problemas seria a melhor forma, pois ser perseguido no caminho até lá poderia complicar ainda mais a viagem do grupo.

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Última edição por Ryoma em Dom 17 Jun 2018, 19:08, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 11 EmptyDom 17 Jun 2018, 18:00



Medo de ficar só


Um aprendizado, se sentia feliz, mas ainda não me considerava um ferreiro, tinha mais coisas para aprender. “Será que Timon pode me ajudar em mais alguma coisa?’"Os tripulantes pareciam estar todos bem ao meu ver, Asken ainda guiando o navio. As coisas aparentemente vão indo muito bem.  – Nossa ontem o dia foi bom! -  Apenas iria se aproximar, de Timon, e assim que estivesse próximo, falaria: – Você sabe também fazer roupas? Ou algo que me possa ajudar com isso. – Sendo uma resposta positiva ficaria contente, se tivesse que pagar alguma coisa pegaria o dinheiro que tinha e entregaria ao mesmo. Agradeceria então olharia um pouco para o mar, apreciaria aquele momento. “É bem diferente de viajar com Zapellin. Bem divertido acho que posso me acostumar com isso.” Estaria calmo, enquanto observaria as pessoas que estivessem próximas de mim, sempre bem analítico e com um enorme cuidado.

Da mesma forma repentina que havia ido para aquele cenário agradável e tranquilo, ele andaria pelo o convés do navio. As lembranças de Toroa e Micqueot, vinham em minha mente, sangue, morte, combate a matança... o Diabo sim, um sonho pois o calor real do sol em meio ao oceano, o cheiro forte do mar. “O que será que nos aguarda agora, será que estou realmente pronto para a Grand Line?” Piscando uma, duas, três vezes focaria sua visão em Elisabeth, a arqueóloga de cabelos rosa, lembraria de algumas coisas: “- HOooeeee Elisabeth! O que está achando da viagem em alto-mar, será que realmente existe monstros marinhos? Já ouviu algo do tipo?” Lembrava que ela sabia um pouco sobre história, mas o quanto conhece sobre as coisas, sendo de uma família nobre com certeza deve conhecer muito mais coisas que eu possa imaginar. Ficaria olhando a mesma diretamente nos olhos. “ Acho que conheço muito pouco do mundo, por um lado é bom, me surpreendo facilmente.” Pensaria enquanto ouviria o que a mulher tinha a dizer.

Colocava as duas mãos atrás da cabeça, procurando prestar atenção em cada palavra dela. Bom uma coisa era certa talvez a família dela deveria ter um ódio mortal por mim, então colocaria um pequeno sorriso no rosto e diria de uma forma descontraída: “- Bom, será que seus pais têm procurado por minha cabeça por aí? Fico pensando, algo bobo já que somos livres e grandinhos já, mas o seu velho deve ter alguma influência por algum canto.” Suspirava mais uma vez após rir um pouco sem graça, falava em um tom um pouco mais baixo que o normal para que nem todos do navio pudessem ouvir. Enquanto encarava minha companheira, sempre olhando nos seus olhos, cada momento bom e de tensão que passamos juntos, então concluiria falando: “- Bom, mas jamais conseguirá nos separar, nunca deixarei isso acontecer.” Sem exatamente aguardar que Elisabeth Iria falar, colocaria minha mão direita sobre seu rosto enquanto fazia um pouco de carinho. “É tão bonita” Pensaria comigo enquanto a acariciava.

Tirava um tempo para passar com a pessoa que amava, até porque depois que nos juntamos, não tenho dado tanta atenção a mesma. Os lábios do pirata roçavam no lóbulo de sua orelha enquanto dizia e desceriam beijando seu pescoço até sua nuca, lentamente.  E diria de uma forma mais casual, como se apenas conversassem: “- Qual será sua maior lembrança de Toroa? As Flores, as mortes, o roubo... etc.” Então deixava-se levar levemente pelo desejo, ali junto de sua companheira. Com a sua mão esquerda passaria a ponta dos dedos delicadamente pela cintura da gatuna, subindo lentamente pelo flanco como se desenhasse na pele da garota. Abraçava com aquela mesma mão, sentindo apenas o calor do corpo da garota ao mesmo tempo mantendo o respeito mela mesma. Com a outra, iria começar a passar pelos seus lindos cabelos com delicadeza. “O calor do corpo dela ... magnifico.”


Com uma das mãos, ergueria o rosto da mesma pelo queixo olharia nos olhos enquanto aproximaria seu rosto do dela. Com uma voz bem suave faria uma pergunta sincera para a mesma. “– Em algum momento, sentiu que eu a deixei só?” Caso ela diga que sim, daria um beijo de esquimó enquanto falaria bem devagar. “– Ok, isso não acontecerá de novo!!!” Abraçava novamente e na sequência colocaria minha cabeça sobre os ombros da mesma, tentaria passar aquele momento para purificar se ainda eu tiver uma alma. “– Você me trocaria, Elisabeth?” Esperava que a resposta fosse negativa. Ainda assim, mesmo que fosse uma mentira, ele precisava ouvir sendo cruel consigo mesmo, sei que não posso ser dono de nada. Era um momento de fraqueza, ao qual em minha mente jurava nunca mais demonstrar... Mas por hora precisava daquilo, talvez o medo de ficar sozinho novamente. “Minha maior fraqueza o medo da solidão”

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 11 EmptyDom 17 Jun 2018, 18:44

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A festa durava o dia inteiro e o tempo passava tão rápido que o deus mal percebia a passagem do tempo, se não fosse seu extremo conhecimento de passagem de tempo poderia até ficar perdido ao curtir aquela festa, sendo que poderia notar a exaustão de todos que caíram no sono, curiosamente ao cair da noite o deus observou o céu e começava a reparar nas estrelas. ’Como será que vocês estão?’ Admirando as estrelas que banhavam no céu por algum motivo o deus considerava as estrelas como sua própria criação, seus próprios filhos estelares. ’Meus bebês estão lindos.’ Talvez pudesse ser isso que fizesse Asken gostar tanto da celestial que é sua irmã. ’Não entendo essa matança…’ Aquela frase da Helves ecoava em sua mente, fazia o negro raciocinar sobre suas ações entretanto não se importava muito por suas ações, porém poderá ser a primeira fagulha do reconhecimento de suas ações e muitos motivos poderiam ser uma forma do deus punir os humanos com atitudes humanos e poderia criar questionamentos sobre executar essas atitudes se estar equiparando aos humanos.

A noite estava silenciosa e o deus ficava firme na pilotagem do barco para que pudesse continuar seu rumo até a próxima da ilha. A noite passava e o dia a amanhecia, com a chegada da manhã a ilha surgia no horizonte. - Terra à vista!. Com um tom alto e firme o negro expressava em voz alta para que pudesse acordar todo aqueles do barco. No momento em que o bando aportar naquela ilha, o negro não iria pensar muito e no momento em que deixar o barco no porto iria até o seu respectivo quarto. - Helves cuida um pouco aí, vou descansar. Diria em um tom firme para sua irmã, entretanto seria em um tom neutro e simplório demonstrando ser apenas um pedido.




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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 11 EmptySeg 18 Jun 2018, 06:57



Sun gargalhava, dançava e cantava junto de seus companheiros. O símio adorava festas e tinha certeza que todos mereciam aquele momento de paz. Seu corpo ainda machucado o incomodava de maneira intermitente, limitando seus movimentos mas nada que o impedisse de aproveitar o momento ímpar. - CÁCÁCÁ Feeeestaaa! - Bruce bebeu mais do que devia, comeu mais do que podia, e dançou menos do que gostaria. O tempo passou e a festa se alongou porém o símio já não aguentava, ainda sentia a fadiga acumulada e decidiu se recolher. - OE Se-us *hic* hum-anos *hic* *hic* vou *hic* dor- *hic* ahhhh *hic - Cambaleante o macaco se dirigiu ao mastro, havia feito o alto da estrutura seu aposento e agora que decidira dormir subiria novamente. Ele apoiou-se no mastro por alguns minutos, correu ao mar e vomitou. Por fim, retornou ao mastro, um pouco melhor. Com as quatro patas e a cauda o jovem primata subiu ao topo e novamente dormiu, enroscado.

O calor do dia e a luz do sol acordavam Bruce, que se espreguiçava. A cabeça pesada e o corpo leve, o primata levantou-se, protegendo os olhos com a mão, fitando os arredores. Ao ouvir o grito de Asken, o símio abriu um largo sorriso e arregalou os olhos. - OHHHHHHHHHH ILHAAAAAAAAA!!! - Saltava e apontava, olhando para os companheiros a baixo. Em seguida, iria descer rodopiando pelo mastro até chegar ao convés. Sentia-se animado pois novas aventuras iriam começar. - Que ilha é aquela? - Sun não tinha noção sobre os mares. - Ei King, você é de onde?

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