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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 2 EmptyQui 29 Mar 2018, 13:50

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas e civis Asken Kanogan, Helves, Kryn Nerelin e Bruce Chaos Sun. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Ryoma
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 2 EmptySeg 02 Abr 2018, 23:04



놀라움

A interação do trio ocorria durante a refeição, dando um belo espaço para que cada um deles pudesse dizer o que fosse necessário, pois logo teriam de partir e conversar sobre certas coisas na rua não parecia muito interessante. Helves nunca esteve tão feliz, parecia estar em outro mundo agora que tinha saído de Yakira, sentindo uma nova atmosfera que a agradava muito. "Acho que vou gostar dessa ilha. Não tivemos a oportunidade de observar ela muito bem quando chegamos... Espero ter a oportunidade desta vez, pois conhecer a ilha em que vamos ficar algum tempo é importante para qualquer plano." Todas as informações de onde estavam precisariam ser descobertas, pois ao chegarem na ilha eles apenas partiram imediatamente para cumprir os objetivos básicos, comprar as roupas e arrumar uma pousada, deixando de lado qualquer exploração por conta do cansaço. "Explorar é sempre bom." E realmente era, mas onde a celestial morava anteriormente não tinha tanto espaço para exploração, principalmente por ser um imenso deserto sem nada de interessante para se ver. "Não estamos nem mesmo em um grande restaurante e a comida já é tão boa, estou surpresa com a diferença entre ilhas tão próximas. " Comer e pensar em coisas diferentes era algo bom de se fazer logo após acordar e por algum tempo ela ficou assim depois da conversa com os companheiros terminar.

Sem ter nenhuma noção de quanto tempo estava comendo, escutou a voz que surgia do lado de fora. "Tinha de amora e ninguém me falou nada?!" Incrédula por não ter sido avisada da tal geleia de amora, começando a procurar de imediato para apenas ver que estava sendo uma idiota. Asken nunca teria deixado de lado algo que poderia agradar sua irmã e quando ela percebeu isso focou o olhar na porta, procurando sentir qualquer movimentação estranha por lá. O negro tomava a frente e ia checar a questão estranha da geleia de amora, algo que o trio não tinha pedido ou comido até então. Helves levou rapidamente sua mão direita até a cintura, deixando-a sobre uma das pistolas com a intenção de sacar e atirar caso necessário, pousando a mão esquerda sobre o cabo de uma das machadinhas enquanto se colocava na frente de Aya. "A movimentação dela é dificultada em terra, preciso estar pronta para impedir ataques nela."  Salvar uma companheira era muito mais importante do que se salvar e Helves estava ali para cuidar dos fundos da luta, pois Asken não teria tempo de se importar com elas enquanto enfrentava alguém. "A marinha poderia saber que estamos aqui... As noticias de Yakira já devem ter chego nesta ilha, se este for o caso a situação vai complicar nesse quarto." Lutar logo cedo definitivamente não estava nos planos da celestial.

A marinha realmente poderia estar lá para capturar o trio e todos tinham que estar preparados para o pior. Helves estava pronta para puxar a pistola e disparar no tronco de quem estivesse invadindo o quarto deles, esperando primeiramente alguma movimentação estranha dos indivíduos na porta ou mesmo de Asken se afastando subitamente dos desconhecidos. "Preciso ficar nessa posição até Aya se mover." A esperança da sirena perceber a situação e se esconder era o que fazia a celestial permanecer onde estava, segurando a pistola enquanto olhava exatamente o mesmo ponto sem parar. Os funcionários poderiam apenas estar errados ou terem se enganado, deixando com que os piratas pudessem se acalmar e voltar à refeição e conversa antes de realmente saírem da pousada.

Não sei o que são, mas os nomes me parecem legais. – Sorria de forma descontraída enquanto deslizava até Asken, mordendo o braço direito do negro como se fosse uma criança com seu doce. – Se esses nomes significavam outros grupos como nós eu ficaria feliz de encontrar algum deles, seria ao menos emocionante conhecer pessoas famosas e poderosas. – A celestial não tinha conhecimento algum da força de quem seguia sobre aqueles nomes, mas se tinham chocado o mundo, deveriam ser reconhecidos pela força que possuíam. Deixando de lado o assunto sobre outras pessoas, andava até onde Aya estava sentada, pegando a camisa comparada para ela anteriormente e ajudaria a sirena na parte de vestir-se. – Se ninguém ainda nos conhece, é melhor não sermos parados por causa da sua nudez. – Helves realmente não se importava com a forma da companheira de se vestir, porém os civis da região pareciam se incomodar e ela não queria atenção por algo que poderia ser resolvido facilmente. – Tenho certeza que o problema é essa ilha. – Falava quase cantando enquanto a vestia. – Na GL você vai poder andar sem roupas o quanto quiser, pois lá teremos reconhecimento e ninguém vai se importar com como esta se vestindo. – Ao menos era isto que a garota pensava da Grand Line, um lugar mais livre e fácil de ser você mesmo.

Helves estava pronta para sair e assim que Asken estivesse abrindo a porta, pegaria Aya em seus braços ou mesmo nas costas, a deixando escolher a forma como preferia andar pela ilha. Se a sirena estivesse tranquila em andar com apenas um apoio da celestial faria como ela queria, seguindo a preferência de quem poderia ter dificuldades. Com Aya sendo carregada, ajudada ou qualquer coisa do tipo o trio partiria após pagar a pousada, seguindo pela cidade com atenção máxima. Nomes de loja, rua ou qualquer coisa parecida chamariam a atenção da celestial, porém somente um mapa da ilha ou uma biblioteca chamaria realmente a atenção dela. – Asken, poderia conseguir um livro com a história da ilha, informações ou algo assim. É a maneira mais fácil de conhecer o local onde estamos. – No caso de nada do tipo estar disponível, continuaria andando com o capitão até terem algum objetivo em mente, aproveitando a caminhada para ver as ruas e pontos interessantes da ilha que poderiam ser usados no futuro. "Parece até um mundo diferente... Yakira era mesmo o inferno." O sentimento de finalmente estar vivendo era o que mais a marcava, vendo tudo por outros olhos agora que conhecia uma ilha diferente da onde tinha vivido por um bom tempo. "O céu ainda é melhor." A tristeza até mesmo tomava conta de Helves, fazendo-a pensar sobre a tragédia em sua ilha natal. Caçar os responsáveis era a coisa mais importante para a garota e somente com as respostas necessárias poderia descansar em paz.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 2 EmptyQui 05 Abr 2018, 15:21



Narração

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Toroa Island

Na taverna, o macaco solicitava o prato mais pedido do local. A omelete de ovo de águia barriguda com tempero de rosas carameladas. Após isso, animado com a música, o humanoide foi até em direção a banda, que após alguns minutos, deu uma pausa. Questionados se podiam lhe ensinar a tocar algo, a banda titubeou, porém, aceitou o pedido, dando brechas para que o macacão aprendesse algo. A banda era simples, um vocalista, um baterista parrudo, uma guitarrista simpática e uma baixista louca. Um grupo amigável.

— O que deseja aprender, gar... hom..., ser amante da música — falou o vocalista.

Na pousada o moreno havia partido para averiguar quem estranhamente havia estado ali, porém ao abrir a porta não havia mais ninguém. Helves então relaxava a proteção a sirena e arrumava suas coisas para partirem. O negro vestiu seu agasalho novo, enquanto lembrou para que a sua parceira não esquecesse de vestir sua camisa. Prontos, ambos partiram para a recepção. Lá estavam o velho que o negro havia visto anteriormente, lendo seu jornal, porém os outros dois homens não estavam mais. Pagando a quantia de 200.000 berries da estadia, o trio partiu, porém, a sirena, que estava nas costas de Helves, notou que o velho, guardando seu jornal e pegando uma faca para descascar uma maçã, acompanhava a saída da criatura até o lado de fora.

Fora, e incomodada, a sirena permaneceu calada. Traçando os planos, o alvo agora era conseguir informações. O trio avistou um grupo de marinheiros passando e falando com um que particularmente havia ficado ali, vigiando as ruas. Asken então deixou as garotas mais atrás e tentou conseguir informações. Os questionamentos foram respondidos, não totalmente. O rapaz conseguiu a informação que no fim daquela mesma rua, a esquerda, havia uma loja de livros antigos regida por uma velha louca. Porém, questionado pelos marinheiros passando agrupados, ele rejeitou resposta e mandou o rapaz seguir, desconfiado que já havia visto o mesmo. Enquanto isso, a sirena se abria e questionava a Helves se aquele sentimento era paranoia dela ou podia ser verdade. Seria capaz aquele velho de estar a observando ou era coisa de sua mente?

A rua principal estava calma. A direita havia uma taverna, porém, o restante do caminho era mais calmo e o grupo não veria problemas. Ao fim do caminho, a direita havia de fato a biblioteca, porém mais a fundo na imagem do local, haveria um certo “edifício” onde os marinheiros de antes, que passaram pelo trio, guardavam. A esquerda, havia um palco e algum tipo de confusão acontecendo. Na loja de livros, logo na entrada haveria uma escada que indo para baixo, aumentava a altura do local. Lá, havia diversas prateleiras gigantescas. O local era cuidado por uma velha de cerca de um metro e meio, cabelos brancos, bagunçados, par de óculos fundo de garrafa, que falava sozinha e ficava com uma grande escada para um lado e para outro.

A caçada pela tal planta estava prestes a iniciar. Ao todo havia sido contabilizado cerca de vinte inscritos, porém nada disso havia sido falado para os participantes. Eram a maioria pessoas normais, peritos em plantas e fanáticos, onde destacavam-se apenas os inferidos anteriormente.

— Muito bem! Que comece a disputa! — afirmou o anunciador.

Os homens e mulheres logo partiram, ficando para trás apenas Kryn e sua aliada, já que ambos tinham um plano. Liza havia aceitado o que o seu amante havia sugerido. Mesmo incomodada, a garota sabia que ali, a melhor saída era um plano arriscado. Se aproximando do homem que anunciou, a dupla colocava seu plano em ação.

— No que posso ajudar... — respondeu o homem.

Antes mesmo que terminasse a resposta, a lâmina do rapaz já adentrava seu peito, de maneira que o sangue se não conseguia mais circular era expelido pela boca do rapaz atingido pela espada.

— Onde você sente mais dor? É essa a dúvida.

Após golpear o responsável por colher as instruções, o alvo era o sentado à mesa. Amedrontado pelo ocorrido, o homem logo clamou por ajuda. Ao fim daquela viela, estavam cera de quatro marinheiros que, ao verem o furdunço, se dividiram e foram dois deles averiguar o que acontecia, cruzando por Asken e seu grupo. No local, o descuido era grave. Tentando esquivar-se, o homem ergueu a mesa, interceptando o golpe de Kryn, e começou a correr em direção a uma pequena viela que havia ali. Se tentasse seguir o homem pelo mesmo caminho, provavelmente Kryn não alcançaria o alvo, mas se cortasse caminho pelas flores, aumentaria sua chance. Sem o rapaz saber, os marinheiros viam a movimentação e, correndo mais rapidamente, seguiram pelo caminho que Helves e cia haviam vindo, tentando cobrir a possível fuga.

— Reforços para o laboratório e a competição! — falava um dos marinheiros por uma criatura de olhos grandes, que simulava um caracol.



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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 2 EmptySex 06 Abr 2018, 05:10



Love is more Punk than Punk


A primeira de suas vítimas em Toroa Island, enquanto o sangue escorria e saia pela boca do homem eu me enchia de prazer. “Aqui é o Paraiso? Ohh que pena ... Talvez eu esteja no lugar errado ou eu sou uma espécie de anjo caído.” Executando sua ideia bastante absurda e improvável, que chamava carinhosamente de plano. A verdade é que Kryn havia simplesmente acabado de arriscar sua paz na ilha com aquilo e se sentia muito feliz. “É melhor reinar no inferno que servir no céu.”  Apesar de toda situação, meus passos seguintes eu analisaria calmamente, não tinha pressa já havia ferido um, por uma pequena falha um deles conseguia sair correndo para pedir ajuda. “– Sabe Eli ... Calculei algumas coisas erradas e sendo sincero, amor, as coisas por aqui vão ficar feias.” Tinha a oportunidade de correr atrás daquele homem passando pelas flores. “Se não me engano, é proibido pisar nessas flores.” Havia me lembrado de uma placa a qual tinha lido a não muito tempo atrás. “– Corremos ou Lutamos?” Perguntaria a garota, enquanto isso olhava se conseguia alguma grana deixada ali, ou com o rapaz a qual fazia a inscrição.

Se ela escolhesse fugir daquele local por hora, então segurando minha espada a gente meteria o pé, sempre tomando o máximo de cuidado para não ser cercado e passando pelas pessoas inocentes. Fazia isso para se misturar um pouco e evitar tiros, caso enquanto corro não consiga ir fazendo escudo humano, jamais correria em linha reta. Também deixaria a garota sempre a minha frente. Com minha espada em mãos abriria caminho se necessário, no caso de eu ser impedido durante a fuga. Pularia dando um mortal com minha acrobacia, caindo as costas dos meus adversários, enquanto a mulher os encarava de frente. Fazendo isso aproveitava para golpear pelas costas com minha espada, num bloqueio então falaria. “– Agora” Contando com minha parceira de crimes, tendo agora oportunidade de atacar pelas costas. Enquanto bloqueia meu ataque, tentaria continuar forçando para que o mesmo não me ignore, porém se ele tentar também parar o ataque da garota, então eu teria o ataque de oportunidade. “– Hoje talvez você não morra.” Desferia uma estocada rápida, assim que ele caísse pegaria na mão da linda de cabelos rosas e diria. “– Vamos rápido, senão os marinheiros vão chegar.” Continuaria com a fuga do local, com calma e sempre atento e numa tentativa de ser rápido.

Se ela escolhesse a morte para o que fugiu. “– Vamos rápido, pelas flores mesmo.” Então seguiria por uma espécie de “atalho” Enquanto corria na direção do meu alvo, ironicamente diria. “– Pisar nisso é um crime.” Um raro sorriso brotava em meu rosto e na sequência completava. “– E quem liga.”  Seguia correndo rapidamente até meu adversário, mesmo avistando algum marinheiro agora não era hora de parar, me aproximando eu usaria minha acrobacia e pularia desferindo um golpe no ombro no mesmo. Tentando ser rápido e forte ao mesmo tempo. “– Prometi a você durante a viagem ..... um inferno na terra.” Conseguindo acertar o inocente, me sentia aliviado, respiraria um pouco enquanto meus pensamentos se enchiam de prazer. “É eu estou gostando disso.” Colocaria um sorriso que nem eu esperava. “Gostando de Matar.”

O golpe que faria, só que o oponete estaria de costas para mim:
 

Não chegando em meu alvo e sendo interrompido pela guarda, pararia minha corrida. Ou após meu golpe der de cara com os soldadinhos “- Coração, olha só quem está aqui.” Sabendo que tinha que me livrar rápido daqueles caras, para que não chegasse cada vez mais. Olharia nos olhos deles e então com um sorriso leve e diabólico diria: “– Sejam bem-vindos!!!!! Mas venham na maciota tá certo!” Isso vai ser interessante, abrir caminho batendo de frente com eles, apesar de toda situação eu manteria minha calma, analisaria uma maneira de sair daquela encrenca a qual eu mesmo havia criado. Estaria atento aos pés, às mãos, à cabeça, e principalmente à arma do oponente. Tentaria estar preparado para receber qualquer ataque que viesse. “ – Bom Elisabeth, vamos tentar ser rápidos aqui, Ok!!!” Em minha mente, se a luta começar a demorar muito o jeito era fugir, ou arrumar algo para isso.

Tendo isso em mente seguiria com minha espada erguida apontada para os soldadinhos de chumbo, uma vez que algum deles chegasse em sua proximidade desferiria um golpe na horizontal da esquerda para a direita, diretamente em seu peito. Assim que finalizasse essa parte acreditava que o homem iria defender. Portanto ao ter seu golpe defendido, com a espada, machado, maça, etc. Sendo de frente com a minha espada empurraria o homem para traz tentando desestabiliza-lo por algum momento, e me aproveitaria disso para lançar um novo golpe, dessa vez abaixaria minha lâmina e lhe atacaria com um golpe na diagonal visando a região do abdômen. Ele não se aproximando de mim apenas ficaria em posição de defesa. Caso use armas de fogo ficaria atento para apenas me esquivar dos tiros.




Histórico do Punk:
 


Objetivos:
 

OFF:
 

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Última edição por Punk em Sex 06 Abr 2018, 16:29, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 2 EmptySex 06 Abr 2018, 06:17

A mulher ouvia meu pedido e prontamente se dirigia à cozinha para colocá-lo na fila de preparação. Após aquele breve momento me dirigi à banda e fiz minha inquisição, havendo uma resposta positiva por parte destes. Não entendia bem por que haviam aceitado meu pedido, mas já que estavam dispostos iria aproveitar. Abri um sorriso amigável, mostrando as presas e enrugando minha face animalesca.

- Aquilo e a cantar - Apontei para a bateria

~ Aprendizado de Instrumentos Musicais ~

- GAGAGAGA Muito bem, gosto de ambiciosos. Músicos devem ser assim. Venha aqui - O baterista acenava gargalhando e sacudindo seus braços musculosos. Ele erguia-se e apontava ao banquinho, permitindo ao macaco que sentasse.

- Preste atenção. Bateria é sobre sentir o ritmo e fluxo da música, não precisa se preocupar com os detalhes complicados da teoria musical agora, apenas deixe o som sair. - Com uma demonstração inicial o baterista fazia pequenos solos, mostrando o som de cada parte de sua bateria e como eles poderiam alcançar a harmonia entre-si, criando uma melodia que oscilava ritmicamente, animando os presentes que parecia gostar do som forte do instrumento. O macaco prestava atenção, era uma batida forte e envolvente, lembrava-se de sua tribo em que os anciões tocavam uma espécie de tambor e davam grandes festas. A saudade bateu.

Pegando as baquetas o macaco fez um rosto sério, devia dedicar-se para conseguir aprender e aquele momento iria fazer todo o possível. Acostumando seus ouvidos, ele bateu devagar em cada parte da bateria, sentindo a vibração e o tempo sonoro, gravando na cabeça e lembrando-se de como o homem fizera. Obviamente, a primeira tentativa fora um fracasso. Bruce bateu na bateria com muita força, o som saía inconstante e com volume exagerado, mais agredindo os ouvidos dos presentes que realmente criando uma música. Mas ele não desistiu, abrando a força, e com sua audição aguçada ajustou sua batida, repetindo pequenas sequências que soavam melhor.

- Isso, isso GAHAHAHA Você até que tem jeito. Apesar do sentimento ser importante, existem algumas sequências que sempre ficam bem e vão lhe ajudar a sobreviver no mundo da música. - O baterista então ensinou aos poucos dezenas de sequências rítmicas, cada uma que inspirava um sentimento, desde algo bem animado até algo solene, mostrando aos poucos ao macaco a suavidade daquele instrumento.

- Agora eu peguei! - Confiante o macaco adiantou-se e começou a batida, já com o feeling do momento ele repetiu algumas das sequências com sucesso, e então as treinou múltiplas vezes, misturando-as e criando ritmos diferentes. A percepção do instrumento aumentava cada vez mais nas mãos de Sun e ele empolgava-se batendo a cauda no ritmo da música. O resto da banda, notando que o macaco havia conseguido entender o mínimo o acompanhou.

Assim, tocaram uma pequena música, aquela que o macaco ouviu assim que entrou, e o macaco conseguiu manter o ritmo, apresentando pequenos erros esporádicos, mas sem deixar o som parar, mesclando-se com os outros instrumentos e a voz do cantor. Bruce sentia-se enérgico, um sorriso largo no rosto, o pelo da nuca eriçado, e as mãos suadas segurando forte a baqueta. Tocar em grupo era uma experiência única.

Clap, clap, clap - - É isso ai GAGAGA - O musculoso batia palmas emocionado. Bruce não havia realmente feito algo de outro mundo, mas o macaco era o primeiro discípulo daquele homem e ele sentia-se orgulhoso em ter conseguido ensinar. Após isso, a dupla ainda treinou mas algumas sequências e batidas e o baterista ensinou a Chaos alguns treinos de velocidade e precisão para continuar seu aprendizado.

Com o término da aula de bateria, Bruce levantou-se. O pequeno sucesso na primeira aula do macaco havia empolgado os outros músicas, que estavam ávidos a se sentirem professores também. Porém, a vez era do vocal. O responsável pela voz do grupo não tinha nenhuma característica distinta nem uma voz maravilhosa, mas conseguia manter-se afinado durante toda a apresentação, algo que precisava de treino. Ele chamou Chaos para próximo de si e começou a explicar vários detalhes sobre as cordas vocais, tons musicais, escalas e efeitos de voz. O macaco prestava atenção mas obviamente não entendia nada nem sabia o que aquilo tinha a ver com música. Uma reação esperada já que nunca havia estudado nada de teoria musical. Terminado sua palestrinha, o vocalista se endireitou e começou a cantar. A banda o acompanhava sutilmente, garantindo um plano de fundo rítmico enquanto o cantor demonstrava várias técnicas de respiração e tempo musical. Após a aula prática era a vez de Bruce tentar.

O macaco encheu o peitor de ar e começou a cantar uma música de sua terra natal. A melodia era bonita e falava sobre tempos imemoriáveis e sobre um lugar em que muitos animais viviam felizes. Era triste e profunda, e ele a cantara muitas vezes em casa. A voz do primata saia doce e melódica, enchendo o recinto com emoção. Instintivamente a banda o acompanhou, e ao término da música, alguns aplaudiram. Bruce abriu os olhos e olhou para seu professor, que parecia espantado. Ele nunca esperaria que aquele ser estranho tivesse uma voz tão bonita.

- Muito bem! Que música bonita!!! Vou lhe dar dicas para melhorar seu aparelho respiratório e você conseguir cantar mais alto e por mais tempo!! - Com isso o vocalista ensinou múltiplos exercícios respiratórios a Chaos, mostrando também como aquilo o ajudaria a melhorar a altura de sua voz. O homem notara que Sun era o tipo que aprendia fazendo e com exemplos então conversou com a banda. o grupo tocou várias músicas em tons diferentes e com ritmos diferentes, deixando o macaco acompanhar cantarolando até conseguir ajustar sua voz e identificar o tipo de vocal que cada música exigia. Aquilo demorara mais um pouco mas Bruce acabou entendendo o básico, ainda errando em alguns momentos mas conseguindo cantar um música de maneira satisfatória.

- Acho que é isso então, ao desensvolver sua noção musical e treinar com outros instrumentos tenho certeza que pegará rápido o jeito. E se um dia estiver em um show nosso e quiser dar um oi sinta-se a vontade!! Não deixe de continuar treinando pois aqui foi só o básico, a prática levará você a níveis mais altos. - O vocalista sorria afeminado, e a banda voltava ao seu show, animando a taverna

~ Fim do post de Aprendizado ~

- Cacácá - Estava satisfeito comigo mesmo e ávido para continuar treinando minhas aptidões musicais. Ouvia ainda atento às melodias sendo tocada e batucava no balcão, em minha cabeça simulando caso estivesse tocando, enquanto aguardava a comida ficar pronta. Fora um momento divertido e agora poderia tentar conseguir alguns trocados com a música, mas antes tinha que conseguir pelo menos um tambor. Poderia tentar fazer um como o de sua tribo, era simples mas fácil de construir. Mas pensaria nisso depois, talvez encontrasse algum pra vender também.

Assim que a comida ficasse pronta, iria pagá-la e comer rapidamente ali mesmo, acenaria para a banda em despedida e me retiraria daquele local. Alguns dos presentes estavam me deixando cada vez mais desconfortável. Iria atrás agora de um bastão.

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 2 EmptySex 06 Abr 2018, 18:04

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Under an Ancient Dragon!

Ao abrir a porta do quarto não havia ninguém mais local. ’Que?’ O negro simplesmente ignorava a situação fechava a porta e voltava para o quarto, todos se arrumavam para sair da pousada e com tudo pago. Asken notava aquele senhor de idade que havia visto anteriormente com seu jornal, entrantando prestava pouca atenção. O novato pirata buscava informação a um segurança e conseguindo a localização de uma biblioteca que inclusive era no final da rua, sendo que os soldados fazem um jogo duro sobre informações de segurança da ilha, na qual deixava o negro sem ter nenhum conhecimento de alguma informação útil. - Parece que vamos ter que jogar na sorte. Eles não pareciam fortes também. Dizia Asken a suas duas companheiras ao se afastar um pouco dos soldados que havia pego as informações da biblioteca. A biblioteca possuía enormes prateleiras, uma velha senhora de cabelos grisalhos que aparentava ser a bibliotecária do local. - Olá minha senhora, tem um mapa da ilha e um livro com a história dela? O negro não fez muita firula e em suas feições eram neutras, juntamente com seu tom de voz. Caso a senhora atender o pedido e buscar os itens requisitados. - Quanto custa? Rapidamente perguntou o preço de forma simplória.

O espadachim com os itens em suas mãos pegaria a Bibliotecária e começaria a sair da loja. - Vocês duas querem algo? Em frente a porta direcionava sua fala para suas companheiras e aguardava tomar a decisão delas, respeitando seus desejos. Quando o trio sair da Biblioteca, o negro pegava os dois itens que estavam em suas mãos e colocava cuidadosamente no chão. - Helves quer que eu leve a Aya? Perguntava o negro de forma doce e carinhosa, Helves deixava que a escolha fique com Aya sobre transportar a sirena, o homem iria respeitar a decisão da moça e caso venha escolher que o negro a leve-a, o mesmo faria e caso escolher que continue da forma que está, pegaria o mapa e o livro em mãos e mostraria para Helves de uma forma que fique fácil de enxergar todo o mapa. Após um breve momento de observação da celestial sobre o mapa. - Você sabe não sou muito bom em escolher locais para atacar. Completava o negro demonstrando um pouco de seu desinteresse em planejamentos.

Caso Helves conseguir decidir um local para o ataque, o espadachim se movimentava com passos largos para que pudesse chegar no local mais rápido. Chegando o local avaliaria a situação da segurança se caso necessário colocaria a sirena no chão de forma cuidadosa. - Eu sei que não gosta de lutar, pode se esconder. Se tiver algum problema grita. Colocava sua mão direita na cabeça dela e expressa um sorriso em seu rosto e com sua voz doce e calma. O negro ficaria olhando para o local tentando buscar um pouco de informações úteis sobre o melhor método de ataque, buscando também uma contagem rápida de referência de quantos possíveis alvos poderia possuir naquele ambiente dobrando o número de guardas e soldados que estivesse a vista, em nenhum momento desbanhava a sua espada ficando apenas de guarda para que não houvesse uma suspeita clara do plano do negro. Caso um guarda ou soldado venha questionar ou desconfiar e confrontar a atitude do espadachim, desbanhava sua espada com um corte vertical de baixo para cima e expressava um sorriso maléfico em seu rosto. - Humanos não merecem benefício, apenas o caos e a morte. Com o tom de voz mais grave e rouca, Asken ficava esperando qualquer tipo de ataque visando em esquivar ou se defender dependendo do que instintivamente presumir que é a melhor opção.

Caso Helves note que a sirena estivesse com algum problema de saúde, ficava mais atencioso em relação a sua companheira. - Então posso ajudar? Em seu tom de voz era neutro, entretanto demonstrava respeito ao seus companheiros. Fazendo qualquer pedido que fosse possível de cumprir, sendo que analisaria antes para que para que não colocasse em risco a segurança das duas de forma desnecessaria.




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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 2 EmptySab 07 Abr 2018, 00:22



내가 어디 있니?

O problema na porta da pousada não parecia ser nada grave, desaparecendo antes mesmo de Asken abrir o quarto e revelar que ninguém mais estava por lá. Muito mais tranquila com a situação, sorria e respirava fundo, retomando o ar deixado para trás pelo medo do que poderia estar por trás daquele incômodo. Helves ajudava Aya na questão da camisa, terminando com todas as arrumações para sair e seguir a primeira exploração da ilha. "Estou tão animada... AAAAH! Vai ser tuuuudo muito bom." A esperança nunca morria no coração da celestial que seguia para fora da pousada sem se preocupar com qualquer uma das pessoas presentes no local, pois não havia nada a ser pago e eles pouco viram ou conversaram com as pessoas por ali. Pouca informação podia ser tirada dos marinheiros na região, fazendo o grupo tomar mais cuidado ao interagir com a justiça local. "Alguém já deve saber quem somos, acho melhor tomar cuidado com a marinha por agora." Pensava que as noticias de Yakira já deviam ter alcançado aquela ilha, podendo ser de um cartaz com recompensa onde teriam visto Asken e agora não lembravam por ser algo mais básico e com poucas informações sobre. Aya parecia preocupada com algo e causava maior preocupação para a celestial que queria ajudar sua companheira, olhando para ela visivelmente preocupada enquanto escutava suas palavras e sentia exatamente o que estava deixando-a daquela forma.

Envergonhada e sentindo-se paranoica, Aya abriu-se da maneira que Helves esperava. – Não tenha medo de me falar o que sente, estou aqui para te escutar. Falar com o Asken pode ser mais complicado por ele ser um homem, mas sempre estarei por perto para te ajudar. – Sorria com a esperança de acalmar a sirena, olhando-a ainda preocupada, porém um pouco mais calma e concentrada por entender a situação. – Preocupar-se é sempre bom, entendi a situação e estarei atenta também. Sei que é um pouco estranho, mas fique atenta com pessoas estranhas e me avise assim que se sentir ameaçada. – A possibilidade de alguém já conhecer o trio existia, fazendo Helves entender o perigo que incomodava Aya, precisando focar naquela situação e resolver os sentimentos da sirena. – Nunca pense que é uma paranoia, acredite no que ver e me conte tudo aquilo que achar necessário. Não precisamos avisar o Asken de imediato, mas se encontrar algo suspeito pode me falar e eu resolverei com ele antes que as coisas piorem. – A jovem celestial passava toda a segurança e sentimento de que ela estava por lá quando sua companheira estivesse precisando, imaginando que esta era a forma correta de acalmar alguém. Escutar tudo aquilo que aflige as pessoas próximas e buscar resolver tais problemas, esta era a forma que ela tinha imaginado ser correto e esperava ajudar Aya.

O livro ou mapa que a garota queria seria algo bem simples, provavelmente nem precisando a compra dele, pois com um tempo para memorizar ela conseguiria lembrar-se do mapa. Se um livro com a história da ilha fosse encontrado, seria muito importante ter ele o tempo inteiro, mas o mapa era algo que ela poderia guardar em sua cabeça. – Eu consigo memorizar este mapa, mas vamos ficar com ele por precaução. – Seria sua fala ao confirmar que o mapa tinha sido comprado. Helves sabia que o dinheiro necessário eles tinham, porém não gostava de comprar coisas inúteis e só aceitaria tal compra por ser algo mais importante e que alguém com tempo precisava ter. Pensar em planos obviamente não era algo para Asken e nem mesmo Helves, porém ela tinha um pouco mais de vontade nessa questão, esperando que com um mapa da ilha pudesse traçar a rota de ataque e fuga em um plano. O mapa era a parte mais importante para montar o plano, precisando de alguma informação sobre onde estavam localizados os lugares com grandes quantidades de dinheiro ou objetos preciosos acumulados, podendo roubar este local e fugir da ilha logo em seguida. – O Banco Mundial. – Diria se estivesse com o mapa ou um livro com informações da ilha. – Lá é o local onde vamos encontrar muito dinheiro e um desafio maior... Além dele devem existir lojas de joias que podemos roubar e arrumar um meio de vender, trocar ou apenas manter elas. – Pensar em algo sem nunca ter feito coisas parecidas era complicado para a celestial.

Agora se não existisse um mapa da ilha ou mesmo informações sobre ela, Helves teria de focar no básico e pensar em um plano que poderiam fazer sem informações. – Não sei muito bem, mas acho que já li em livros que algumas ilhas possuem bancos. Em bancos é normal existir muito dinheiro guardado, só que não é garantia ter nesta ilha. Se estivermos com sorte, podemos encontrar um e fazer algo por lá... Se não existir nada do tipo, vamos ter que focar no básico e ir até lojas que possuem itens valiosos. Principalmente estabelecimentos com grande movimentação de nobres e tenha produtos de melhor qualidade. Mais no centro das cidades é normal existir algo assim, mas não posso afirmar nada sem conhecer a ilha. – O pouco que ela entendia de história poderia sim ajudar e mesmo com isto ainda faltava o formato da ilha e sua estrutura, conhecendo ruas, lojas e construções importantes que existia por ali. "Conheço tão pouco desse mundo humano... Mesmo no céu existem outras ilhas e eu nunca soube disso até chegar aqui, preciso estudar mais e conhecer o mundo melhor. Se eu continuar como estou só vou atrasar o Asken." A responsabilidade de ser quem pensava no grupo pesava muito e para alguém sem tantos conhecimentos seria complicado alcançar as expectativas.

Com olhares sempre atento, procurava qualquer coisa estranha pela cidade, captando também imagens de lojas que poderiam ser alvos e das pessoas suspeitas andando pelas ruas. Helves acreditava na sirena e esperava encontrar algo diferente, alguém mais ameaçador por perto e que estava de olho no trio. Ainda que estivesse procurando algum plano interessante e pensando nas rotas feitos até então, continuaria com Aya sendo carregada e responderia ao negro. – Estou bem com ela, mas se Aya quiser trocar eu posso te passar ela. – Dizia ao irmão, voltando o olhar até a sirena para perguntar a mesma. – Quer que o Asken te carregue? – A voz tranquila e olhar amigável era o modo dela de deixar sua companheira tranquila na situação em que estavam. Sendo a vontade de a sirena trocar de parceiro, deixaria que seu irmão fosse a pessoa que carregaria a companheira, sorrindo ao passar ela ao negro. Se fosse do desejo de Aya continuar com Helves ela sorriria normalmente, aproximando seu rosto do da sirena para falar somente a ela. – Esta tudo bem? Encontrou algo estranho? – Observando-a esperava alguma resposta positiva, pois não queria acreditar que ela estava imaginando toda essa história de alguém de olho no trio. – Me deixe sentir seu rosto. – Por estar carregando ela deixaria que a mesma fizesse a aproximação, encostando o rosto no de Helves ou mesmo em algum ponto próximo para que a pele de uma estivesse em contato com a da outra. A ideia principal era ver se Aya estava mais quente do que o normal, pois isto poderia ser a causa de alguma doença e poderia estar a fazendo imaginar coisas. – Aprendi isso com minha mãe, ela sempre media minha temperatura pelo toque. – Sorrindo aguardava o contato para ter algo com que poderia trabalhar.

Helves se aproximaria da sirena no caso dela estar com Asken, levando sua mão direita a testa dela, tocando aquele ponto, descendo para as bochechas e por fim o pescoço. Saber se ela estava mais quente que o normal seria a missão principal de tais movimentos, mas por conta da jovem não ser uma médica e nem conhecer tantas coisas, estaria também tocando sua própria testa para comparar as temperaturas de ambas. Encontrando ou não alguma diferença, se afastaria e esperaria quieta por algum tempo enquanto caminhava atrás de Asken. "Preciso aprender algo que me permita dizer as doenças que alguém tem, mesmo que Aya não esteja doente agora, futuramente isto poderia acontecer e é uma maneira boa de ajudar eles." Pensando quase a todo momento nos companheiros, esquecendo muito dela mesma na maior parte do tempo. Helves permaneceria observando os arredores na busca por pessoas suspeitas e lojas interessantes, pronta para proteger e atacar qualquer um que estivesse se aproximando como uma ameaça. Usaria de sua velocidade, esquivando com o movimento do corpo de movimentos mais fáceis ou mesmo saltando em direções que não seria atingida, avançando quando possível contra o alvo, atacando com chutes no troco variando as pernas. – Eu realmente não vou deixar alguém te ferir. – As palavras se direcionavam para a sirena, sabendo que Asken tinha força o bastante para lutar e proteger-se tranquilamente.

Em qualquer momento onde Aya estiver se sentido ameaçada e contar Helves, a celestial aproximaria-se rapidamente de Asken para avisar o mesmo.– Asken, sinto muito interromper o seu caminho, mas a Aya esta sentindo que estamos sendo observados. Ela sentiu que um homem da pousada estava observando nós três e agora isto nos acompanha até aqui. Poderia verificar a situação? – Com a sirena nas costas Helves indicaria ao negro de onde estava vindo tal problema, deixando que o mesmo fosse até lá para confrontar quem estava fazendo tal coisa ou não encontrar nada, uma coisa que seria bem estranha e desconfortável.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 2 EmptySeg 09 Abr 2018, 14:41



Narração

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Ilusões?

A situação começava a ficar complicada para Kryn e sua aliada naquele momento. Ameaçando sua paz, assim mesmo como havia pensado, o rapaz avistava o inimigo, por assim dizer, correndo e então ponderava com sua aliada o que fazer naquele momento.

— Sabe Eli ... Calculei algumas coisas erradas e sendo sincero, amor, as coisas por aqui vão ficar feias... Corremos ou Lutamos?

— Acho que já é tarde, vamos pegar logo aquele dinheiro e depois partirmos para outra! — afirmou puxando pelo seu braço.

— Vamos rápido, pelas flores mesmo! — bradou o garoto.

Escolhendo passar pelas flores, a dupla começou a perseguição ao fugitivo. Sem perceberem, a dupla também era perseguia e os marinheiros avistavam que eles pisavam nas flores, atitude que abismava os civis que avistavam aqui. A perseguição era voraz, tanto que fazia algumas mulheres saírem do caminho para não serem “atropeladas” por ambos.

— Estou empolgada! — afirmou a garota.

Tomando a frente, Liza conseguiu alcançar o homem e, se não bastasse isso, se colocou entre ele e o prosseguimento da pequena viela com pedras no piso e flores ao redor, algumas destruídas por ela. Essa pausa foi necessária para que o rapaz conseguisse desferir o golpe desejado no ombro do homem. O salto era plástico para civis normais, mesmo sem a devida precisão, o golpe atingia a região mais “dura” do ombro, machucando o responsável pela caça, que se ajoelhou.

— Por que vocês estão fazendo isso... — questionou ofegante.

Sem entender o motivo, o homem que guardava consigo um saco com o dinheiro das inscrições ajoelhou-se devido ao cansaço e machucado em seu ombro, que sangrava e o líquido avermelhado escorria por seu ombro, assim como na lâmina de Kryn. Não demorou muito para que as passadas ficassem mais vívidas e os marinheiros chegassem.

— Coração, olha só quem está aqui. Sejam bem-vindos!!!!! Mas venham na maciota está certo! — bradou o rapaz.

— As coisas estão ficando cada vez piores... Será que isso é um sinal para nosso relacionamento? — ironizou a garota.

Animados com a chegada inimiga, a dupla se mostrava corajosa frente ao grupo de marinheiros. Eram dois no total que estavam perante o homem ferido e o casal diabólico. Entre ele estava o homem caído, sangrando, que suplicou por ajuda se arrastado até os marinheiros.

— Por favor me ajude! Eles querem me roubar!

— Não se preocupe homem, nós estamos aqui para ajudar o senhor! Parta e se esconda, que iremos cuidar desses corruptos!

Afirmando sua ação, o marinheiro permitiu que o homem partisse, porém, o sangramento aumentava e já havia atravessado as vestes, pingando no solo. Os marinheiros usavam armas distintas. O que havia “salvado” o homem usava uma espada. O outro usava uma carabina que possuía uma lâmina em seu cano, muito usada em guerras para manter seus golpes imprevisíveis, já que a dupla não sabia se ele iria usar projéteis ou a lâmina.

— Bom Elisabeth, vamos tentar ser rápidos aqui, Ok!?

— Tentarei! — falou a garota.

O combate se iniciou. Kryn partiu para o encontro do outro espadachim. O golpe do garoto, horizontal, foi logo bloqueado pelo mesmo, saindo algumas faíscas das lâminas além de uma medição de forças durante o choque, que foi vencida pelo espadachim, que demonstrou ser claramente mais forte que o protagonista. A ideia de Kryn era boa, até, porém a força exercida pelo inimigo impossibilitou a precisão e velocidade de seu golpe em diagonal, o que facilitou que o homem bloqueasse o golpe, imediatamente girando e atingindo com o cabo de sua arma as costelas do rapaz, que titubeou alguns passos para o lado após sofrer o impacto. Enquanto isso, Liza partia com tudo para cima do outro adversário. O homem só conseguia se defender usando sua arma do rápido ataque da garota. Os golpes eram precisos e em qualquer vacilo do mesmo ele seria acertado com certeza.

— Termine aí que essa mulher é o demônio! — falou o marinheiro.

— Aqui será rápido! — afirmou o outro oficial.

Enquanto isso, ali próximo, Bruce terminava seu aprendizado, além de terminar sua refeição. Satisfeito, o macaco largou o prato e saiu do local que o incomodava. Ao sair, se deparava com uma cena curiosa. Um homem havia passado correndo, ferido, e mais adiante marinheiros lutavam com um casal. A luta estava acirrada. A mulher não deixava brechas para o contra-ataque do oficial, já o garoto era golpeado pelo oficial restante. No bar, a mulher retornava e não avistava o macaco, que havia saído sem pagar.

— Maldito macaco! Lucy, me chame a marinha! — bradou a mulher — Avise que temos aqui um espertinho querendo sair sem pagar!

A mulher então saiu de trás do balcão e, pegando sua carabina já antiga, a carregou e partiu em direção a porta, sendo atrapalhada por seus filhos que relutavam em deixar sua estressada mãe sair, coisa que podia ajudar o macaco a conseguir escapar de algumas furadas, ou não.

Enquanto isso, ali próximo ao ocorrido, na biblioteca, o trio de perigosos seres continuava sua busca. Asken conseguia logo o que queria e pagava o que precisava. Enquanto isso, Helves e a sirena conversavam e a garota tentava acalmar sua amiga sobre o ocorrido. Realmente o que havia acontecido antes havia lhe tirado a calma e Helves tentava trazê-la de volta. Entregando o que havia conseguiro, que era tudo, a sua irmã, o negro tentou levar a sirena consigo e dar um descanso a sua amiga, acima de tudo. Aceitando, Aya foi para as costas do moreno, enquanto Helves decidiu o alvo do trio: o Bando Mundial.

Seguindo o mapa, o trio saiu do estabelecimento e partiu em direção ao Banco Mundial. Durante o trajeto, eles avistaram um embate ocorrendo entre a marinha e alguns sujeitos, o que assustou a sirena, mas logo seguiram em frente, com o moreno acalmando a assustada criatura marítima. Durante o caminho, Helves não se aguentou e logo conferiu se a sua amiga estava bem de saúde, informando seu irmão sobre o que ela havia falado.

— Asken, sinto muito interromper o seu caminho, mas a Aya está sentindo que estamos sendo observados. Ela sentiu que um homem da pousada estava observando nós três e agora isto nos acompanha até aqui. Poderia verificar a situação?

Após falar com o negro, a garota pegou Aya nas costas e esperou pela atitude do moreno. Analisando os arredores, o mesmo avistou o alvo de seus planos, o banco. Um edifício que era bem guardado por alguns seguranças particulares que portavam armas de fogo de cano longo, além de pistolas. Perto do local, cerca de oito a dez metros, estava o Quartel General da Marinha. A movimentação pelo local era normal, porém o negro logo chamava a atenção de um dos seguranças que começou a o observar sem que o mesmo percebesse. Por eles, iria passar um homem ferido que havia vindo da rua anterior, na qual acontecia a confusão. O sangue pingava no solo e o destino do mesmo era o Quartel General da Marinha.

— Socorro! Estão querendo me roubar e mataram um amigo! Me ajudem... — falou o homem diminuindo o ritmo devido ao cansaço.

Ao fundo, em frente ao Banco, passou um velho senhor de chapéu, com um jornal embaixo do braço, olhando para o trio. A sirena sentiu um arrepio, que também pode ser sentido por Helves. Olhando para os lados, Aya avistou o homem e, apertando Helves, ela escondeu seu rosto.

— O homem está ali... — falou ela, abafadamente.

Caso Helves tentasse encontrar alguém parecido, nada seria visto além da movimentação normal das pessoas, o que poderia ser bem curioso. Teria sido uma ilusão da garota? Era fato que aquela preocupação toda aumentava a temperatura “gélida” da sirena, que começava a suar por exacerbado.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 2 EmptyTer 10 Abr 2018, 19:49

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Post: 04 - Fala ’Pensamento’
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A celestial avisava para o negro sobre a situação preocupante da sirena, avisando que a mesma acredita está sendo perseguida. - Perseguida? Disse pensativo após a prudência de Aya. - Temos que cuidar dela, leve-a em um local que possa fazer uma checagem na saúde dela. De forma séria, porém seu tom de voz era neutro estava calmo apesar da situação complicada. Após um breve momento de conversa entre Helves e Asken, a sirena avistava o homem que nós seguia e o avisava que estava próximo do grupo. - Leve-a para ter qualquer tipo de cuidados, eu vou atrás desse imbecil. Dizia o negro apontando para Helves carregá-la na direção contrária do qual iria e iria procurar qualquer homem que remetesse uma lembrança da pousada. ’Provável que já se escondeu… sendo que isso não acabou.’ Caso o negro não conseguir encontrar ninguém que remete uma lembrança clara dele a pousada rapidamente, o mesmo seguiria atrás de suas duas companheiras que já devem ter se afastado relativamente, iria tentar segui-las de uma forma com que ficasse distante o suficiente para poder reparar se tem alguma pessoa que esteja seguindo elas. ’Está atrás delas ou de mim? Entretanto durante essa perseguição ficaria atento para qualquer golpe que pudesse tomar em suas retaguarda, se prontificando para esquivar ou bloquear de acordo com os instintos próprios.

Caso Asken reconhecer rapidamente uma imagem de um homem que estava na pousada, iria avançar para cima dele com sua espada empunhada e tentaria a deixar apontada na sua nunca, caso o homem estiver de costas. - Parado. Diria em um tom firme e forte e caso o homem estiver de frente iria apontar a ponta de sua lâmina na altura de sua garganta e ordenar sua paralisação. - Por que está me seguindo seu mortal de merda? Com uma voz rouca e um sorriso mais firme diria o homem de forma firme e forte. Caso não conseguir alcançar o homem rapidamente, notando que a velocidade de Asken não seria o suficiente para alcançar aquele perseguidor. O espadachim deixaria o mesmo fugir e voltaria em direção para suas companheiras, tentando executar a estratégia descrita anteriormente. ’Eu ainda vou te encontrar.’ Pensava o negro enquanto deixava aquele perseguidor escapar, sendo que ainda acreditava que sua estratégia seria algo mais eficaz.

Caso o homem perceber que o negro está o perseguindo e tente o atacar de uma forma, visaria em bloquear o ataque com a lâmina de sua espada, em seguida daria um salto pequeno para trás visando adquirir um pouco de distância. - Então é você que me persegue seu merda? Com um sorriso confiante em seu rosto e seu tom firme. O negro iria reconhecer o aviso de assalto feito pelo civil, sendo que tentava não dar muita atenção naquilo no momento, só daria uma atenção aquele fato caso o negro julgar que pode existir alguma ligação possível com seu alvo, como se o assalto sofrido fosse na pousada que o espadachim estava anteriormente. - Como era o homem que te roubou? Iria fazer uma pergunta simplória e em um tom neutro para o homem que clamava por ajuda, após a resposta voltaria a buscar ir atrás de suas companheiras, visando executar a primeira estratégia que foi descrita.

Caso em algum momento um marinheiro venha a reconhecer o negro e tente executar uma ordem de prisão, simplesmente aplicaria um corte na diagonal visando o derrubar com um golpe e empunhava sua espada de forma firme a frente de seu corpo esperando combate. - Me prender. Hiahiahaha. Já estou preso nesse corpo humano de merda. Algumas coisas saiam da boca de Asken de forma inconsciente e não fazia sentido nem para ele, sendo que ao mesmo tempo tudo que dizia fazia completamente sentido para o homem. Era como uma lembrança de uma vida passada que o mesmo sabe que passou, sendo que não se recorda exatamente o que aconteceu; um completo dejavu e sua risada era de forma debochada e seu tom de voz em sua falácia era firme e confiante.




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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 2 EmptyTer 10 Abr 2018, 21:30



Love is more Punk than Punk


O homem saia ferido, enquanto se arrastava sangrando, divertia-me ao máximo ao ver aquela cena. Sentia total prazer e no fundo queria que ele morresse bem devagar, um pouco mais de sangue espalhado no paraíso. “Como é belo, sangue, morte e guerras isso sim é o paraíso.” O meu adversário demonstrava enorme maestria, era atingindo e minhas costela doía um pouco. “– AI AI AI, a dor é mais divertida nas as pessoas.” Ainda sim estaria calmo e analisaria aquela garota lutando ferozmente contra o marinheiro isso me animava bastante, era uma visão e tanta. “Que mulher !!!!!” Colocaria uma da minha mão em minha costela a qual doía e então minha expressão facial mudava, um sorriso diabólico brotava em meu rosto. “Ainda não acabou, pois só os mortos conhecem o fim da guerra.” Seguraria katana, com um pouco mais de firmeza. Com a outra mão onde havia sido golpeado, ainda sentindo toda aquela dor. “– Hei, paspalho ... você está louquinho para honrar essa farda, digamos que horrível, da para ver nessa sua cara de pamonha.”

Conforme caminharia na direção do oponente que provavelmente estaria imerso em satisfação, teria o pensamento que talvez era um oponente que valia a pena, apesar da roupa de bocó. ''É de desgraçados assim que o sangue que escorre é mais satisfatório.'' Estando no alcance da arma do oponente, mas de forma que ainda estivesse seguro na distância, e o encararia. “- O que foi? Está com medo que eu te vença, vamos venha, não disse que ia ser fácil. O pau mandado.” - O provocaria, a fim de fazê-lo atacar, porém usava meus sentimentos sincero, pois todo marinheiro em minha mente não passa de um pau mandado, subordinado e sem opinião própria. Estaria atento aos pés, às mãos, à cabeça, e principalmente à espada do oponente. Estaria preparado para receber qualquer ataque que viesse dele, e não apenas aqueles que ele faria com a katana.

Caso antes de qualquer coisa o mesmo tentasse me acertar com um golpe, estaria atento com minha esquiva ou bloqueio se o golpe fosse em horizontal acima da cintura, ou sendo uma estocada na altura do peito para cima, então aproveitaria minha acrobacia, fazendo uma espécie de abertura com as pernas esquivando para baixo, no momento que fazia isso, usaria um rápido movimento com o punho sendo de um gancho de baixo para cima, nos testículos do meu oponente, usando minha luta de rua e assim que ficasse de pé novamente então aproveitaria a oportunidade e desferia um ataque com minha lâmina em seu peito. Sendo um corte horizonta da direita para esquerda. Se durante meu soco no saco do adversário pelo impacto e grande dor que ele venha sentir, soltar sua espada, antes de eu atacar com minha espada no instante que ficar de pé chutaria a arma do oponente para longe. Na sequência o golpearia com minha espada. “- Uhhh doeu em!!!” Diria ironicamente

Esquiva e contra golpe que usaria no caso acima:
 

Caso fosse uma estocada ou um ataque vertical, daria um passo para o lado e assistiria o golpe passar na frente de seu rosto, sacando a katana e usando ela para bater na arma do atacante a pondo para baixo, para que eu possa golpeá-lo com meu outro braço, bem na sua cabeça, de preferência em seu nariz e na sequência, chutaria o joelho do meu adversário de cima para baixo, sendo a perna de apoio dele. O meu intuito era literalmente de quebrar a pena do oponente, sendo um ataque forte e rápido gostaria bastante de ver o osso dele exposto. Caso desse certo e ele caísse no chão com sua perna quebrada então diria. “– Você sabe qual é a diferente entre a justiça e a punição?”

Assim que estivesse próximo aguardaria a ação do meu inimigo com segurando minha espada bem firme. Para ataques cortantes voltaria a espada de modo vertical, colocando-a frente para bloquear enquanto jogaria seu corpo para o lado contrário ao ataque diminuindo o impacto o máximo possível, no entanto, caso fossem ataques destrutivos continuaria com a espada na posição horizontal empurrando a arma ou os punhos do homem contra ele mesmo com a espada e, ao mesmo tempo, jogando seu corpo contra o ataque para minimizar danos.

Quando encontrasse uma brecha nos golpes do inimigo, aplicaria um golpe cortante na posição horizontal da esquerda para a direita, buscava acertar o tórax buscando levar a espada até a parte central do peito. Logo voltaria a espada na vertical aplicando outro golpe de baixo para cima visando acertar toda a parte central do corpo, e aplicar o máximo possível de dano, apoiaria também a sola de seu calçado na parte não cortante da espada para caso fosse atacado durante a realização do ataque conseguisse aguentar o impacto do golpe ao invés de ser jogado ao chão, ou no caso de não ser atacado a tempo pelo indivíduo utilizaria seu pé como uma forma de impulsionar ainda mais a espada aplicando mais força do que apenas suas duas mãos poderiam lhe fornecer. Dando certo ou ferindo meu oponente então deixaria o mesmo ali e olharia como estava o combate da garota, para que a gente possa dar no pé. “Vamos logo com a matança.”

Me sobrando alguma ação mediante aos casos ali em cima, olharia o combate da garota e quando o adversário bloqueasse algum golpe dela, ou esquivar eu aproveitaria o momento para deferir um golpe rápido e forte. Acertando o mesmo então diria para Elisabeth. “- Vamos dar no pé, deixa o paspalho 2 aí sangrando. Estava ainda mais linda enquanto golpeava ele. ” Pegaria na mão da garota e então sairia correndo, meu caminho seria sempre o oposto do QG e iria me misturando com as pessoas para despistar e se possível iriamos para alguma floresta próxima com objetivo de deixar a poeira abaixar. Dando certo então olharia para a linda mulher e diria. “– Uma pausa, logo voltaremos a cidade, vamos descansar.” Se ainda ouvisse passos de marinheiros ou alguém nos seguindo então continuaria correndo enquanto diria. “- Caramba esses caras querem mesmo morrer.”

Se durante minha fuga eu vesse alguém lutando contra a marinha, mesmo sem pedir minha ajuda não perderia meu tempo. “– Ei amor vamos ajuda-lo .... Sabe como é né, derramar sangue.” Então rapidamente junto com a garota tentaria cercar rapidamente o marinheiro, enquanto olharia firmemente para a pessoa que estaria enfrentando os soldados e então diria. “- Fique tranquilo, estamos aqui para ajudar a espalhar o mal, queremos apenas o sangue e a vida dos homens de farda e mandar eles para a cidade dos pés juntos, sou como uma espécie de Deus da Morte.” Colocaria um sorriso diabólico enquanto falaria ironicamente, ainda ironicamente diria. “– E como alguém divino da morte tenho que espalhar ela por onde passo.”

No caso de alguém me ajudar enquanto estava lutando com o marinheiro então diria: “-Caramba, chego bagunçando a porra toda ... É assim que eu gosto. Se sairmos bem daqui mim conte sua história vamos tomar um chopp e marca de espalhar dor e sofrimento por aí, manter essa amizade.” Diria com uma voz calma e tranquila, porém sincera, gostava de conversar com as pessoas, sendo qualquer espécie não sendo humano seria uma novidade para kryn então olharia e diria: “ – Que porra é essa? O que é você meu filho.” Uma pausa um sorriso tranquilo e então voltaria a dizer. “ – Seja lá o que você for, Demônio, Animal, Peixe, Anjo ... me simpatizei com você, vamos nessa espalhar dor por ai.” De um sorriso tranquilo e calmo, passaria a algo demoníaco, de uma pessoa que estava adorando ver o sofrimento dos outros.



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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 2 EmptyQua 11 Abr 2018, 01:02



내가 처리 할 수있는 것보다 더 많은 문제

Os problemas não paravam de surgir e Helves estava começando a achar que aquilo não passava de ilusões da sirena. "Ainda não consigo entender... Comemos da mesma comida e somente ela esta com essas visões?" A celestial tinha certeza de que aquele homem estranho os olhando era real, pois Aya não estaria mentindo para ela e mesmo que estivesse, não poderia sofrer com as mentiras inventadas por ela mesma. Estar naquele estado era a prova real de que ela falava a verdade e não conseguia mais aguentar. Assim que escutou e virou-se na direção dita pela sirena nada foi encontrado, ninguém estava por lá e mais uma vez Helves se encontrava em uma situação estranha. – Asken. – Por não ter muitas opções ela resolveu apenas apontar na direção indicada por sua companheira, deixando que o negro fosse resolver tal assunto. – Vou cuidar dela, tente não ser capturado. A marinha já deve estar nos perseguindo. – Dizia em um tom não muito alto na esperança que apenas seu irmão pudesse escutar, podendo assim seguir sem problemas até algum ponto onde ela poderia ser tratada. Seguindo com Aya o caminho contrário do que estava indo anteriormente, procurando agora no mapa ou pelas ruas de Toroa alguma clinica onde poderia tratar de sua companheira.

Helves tinha noção do quanto os humanos podiam odiar a presença de pessoas diferentes, podendo até mesmo julgar gente da própria raça apenas por ter a cor de pele diferente. "Um médico particular seria muito mais interessante para nós." Qualquer hospital grande chamaria muita atenção para as duas, por isso ela procurava algo mais escondido e particular onde poderia levar a sirena e ser atendida de imediato, podendo assim pagar pelo atendimento e tratamento caso necessário. – Estou com você... Me avise ele apareça novamente. – Carregar alguém, prestar atenção ao perseguidor, procurar no mapa alguma clínica médica e procurar na cidade algum médico não parecia fácil e nunca seria. Helves estava tentando fazer o trabalho de muitas pessoas ao mesmo tempo, tudo aquilo para ajudar Aya e deixar ela um pouco melhor seja com o tratamento ou mesmo a segurança de estar em algum lugar mais fechado e com poucas chances do perseguidor surgir. "Se ele esta mesmo atrás do nosso grupo Asken pode estar em perigo... Imagino que o alvo mais fácil seria ele sozinho, mas posso estar enganada." Ela não era uma pessoa muito inteligente para saber das coisas, conseguia pensar um pouco e imaginar algumas possibilidades, porém não passava disso e no fim ela entendia que precisava estudar mais.

Qualquer cidade grande tinha alguma clínica médica que poderia atender a sirena, mas algumas poderiam não aceitar e Helves estava ali para procurar algo bom e sem preconceito. "Eu vou fazer de tudo para ajudar ela." Sem Asken por perto para fazer a linha de frente, sobrava apenas a celestial naquela função. "Pode não ser o mais correto, mas estou aqui para proteger minha amiga." Salvar os companheiros não importa os meios. Algo bem comum de se ouvir e normalmente muito chato, Helves tinha certeza de que estava fazendo o certo, só não entendia muito bem qual era o significado de tudo aquilo. – Poderia checar minha amiga? Ela esta um pouco mal, parece estar fria e suando um pouco. – A falta de conhecimento a incomodava mais do que o problema em sim, fazendo a jovem ter de visitar um verdadeiro médico para conhecer o que Aya tinha. "Quem liga para a história do mundo se eu não posso nem ajudar uma sirena indefesa..." Sempre jogando a culpa para si mesma. Essa era a pequena celestial que nunca assumiu a responsabilidade de cuidar dos outros, deixando sempre para seu irmão, pais ou mesmo os habitantes da antiga ilha do céu. Agora que ela tinha a responsabilidade em mãos não conseguia alcançar o que queria, deixando tudo para outras pessoas novamente. "Eu ainda posso fazer algo... Sei que posso." Tratar ou apenas segurar a companheira, ajudando ela no que era preciso, levaria até mesmo um tiro por ela, porém não conseguia decifrar qual era o problema naquele instante.

O que ela tem? – A pergunta poderia ter ou não ter uma resposta agradável. O preço em si não importava, pois se ela não estivesse com a quantia necessária, iria provavelmente partir até outro consultório e começar com o mesmo questionamento de antes, iniciando os testes até encontrarem algo ou apenas definirem que era a realidade. – Então me arrume algum calmante. Ela está muito agitada e desta forma irá trazer consequências pra si mesma, preciso da minha Aya calma e feliz. – Qualquer que fosse o remédio para o problema, Helves esperava conseguir pagar com o dinheiro que tinha e se não fosse possível, pegaria a medicação e daria para a companheira carregando-a para fora assim que estivesse medicada. – Obrigada e... – Parava de caminhar, olhando para trás de uma forma bem triste e arrependida do que estava fazendo. – Me desculpe. – Partiria da clínica indo na caça de um local seguro próximo do banco por onde ela poderia ficar com Aya, seja uma pousada ou mesmo um bar em que poderiam sentar e acalmar a mente antes de começar os planos de Asken.

Finalmente descansando em algum ponto próximo do banco Helves estaria olhando o mapa e os livros, procurando quaisquer pontos marcantes na cidade por onde poderiam passar antes de saírem da ilha. "Cuidar de outras pessoas é tão complicado... Acho que incomodei muito o Asken, ele nunca reclamou, mas sempre estive seguindo ele e pedindo sua ajuda." O sentimento atual estava longe de ser algo ruim. Helves entendia como cuidar das pessoas era algo complicado, porém interessante no crescimento e como aquilo poderia ajudar ela futuramente. Ninguém nunca sabe quando poderá ter um filho e naquele instante ela percebia que Aya era muito importante em sua vida. "Ainda não a conheço tão bem quanto gostaria, mas quero que ela fique conosco para sempre." Sorria enquanto buscava trazer a sirena para um abraço, imaginando que elas estavam sentadas em algum lugar, seja no bar ou em uma pousada observando pelas janelas a movimentação na espera de ver Asken e voltar até ele.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings!   Cap. 2 - You Burned on The Shadows of our Wings! - Página 2 EmptyQua 11 Abr 2018, 08:23


Estava satisfeito, a comida era realmente tão boa quanto o cheiro denunciava e o melhor de tudo foi que não tive que pagar dinheiro algum. Era momentâneo mas já gostava daquela cidade. Em frente a loja, posicionei as mãos na cintura, desenrolei a cauda e a estiquei por um momento, retraindo em seguida. Era hora de continuar, precisava tocar a vida para frente e seguir com os objetivos traçados. Com a música conseguiria mais informações e dinheiro, e isso era o primeiro passo na minha longa viagem de resgate aos meus companheiros e de vingança contra a marinha e a Gokudera.

- Vamos lá MACÁCÁCÁ - Ops, o q- - Enquanto gargalhava satisfeito comigo mesmo percebi o quão diferente aquele local estava. O tilintar das lâminas martelava meus ouvidos e o cheiro ocre de sangue inundou minhas narinas. Olhei para um lado e avistei um homem amedrontrado, ensanguentado agarrado com uma bolsa que exalava o odor de dinheiro. No outro lado do local marinheiros lutavam contra dois indivíduos suspeitos. Ou melhor, um deles lutava, o outro apenas apanhava. Rapidamente saltei os olhos de uma cena para a outra. Poderia tomar o dinheiro daquele homem desesperado, ele não parecia ser alguém que soubesse se defender e já adiantaria muito minha vida conseguir uma boa quantia em dinheiro. Por outro lado, aqueles dois pareciam em encrencas, talvez eles tivessem pensado o mesmo que eu e agora os marinheiros desgraçados os atacavam.

- Vou precisar de uma ajuda pra sair dessa ilha. E olha o que Hanuman me ofereceu MACÁCÁCÁ - No fundo sabia que aqueles eram criminosos e que provavelmente iniciaram uma chacina naquele local. Mas não me importava, precisaria me tornar um criminoso para alcançar meus objetivos e aquele era o momento. Sem hesitação correria para cima do marinheiro que estava se saindo melhor na batalha, iria utilizar minha acrobacia e tentaria me aproximar por trás, em um instante que o marinheiro tivesse a vantagem. Iria enlaçar uma de suas pernas com minha cauda, as duas mãos seguraria o braço armado com um pé iria cobrir seu rosto e com o outro segurar o braço livre. Mesmo se não conseguisse realizar exatamente esses movimentos iria ao máximo tentar imobilizar o oponente, mantendo minha audição atenta ao inimigo engajado no outro embate.

Se o marinheiro notasse minha aproximação não pararia. Iria me aproximar focado principalmente em esquivar-me e após um golpe evadido iria tentar imobilizá-lo. Se notasse que o oponente não fosse me atacar partiria para o ataque realizando fintas de socos e chutes mas com intuito de imobilizá-lo no final. Se em algum momento, segurando o marinheiro, notasse que o outro partia para cima de mim iria livrar uma das patas e rodar o homem, virando-o de frente para o oponente, tomando cuidado para não ser atingido por um golpe daqueles criminosos.

Seguindo a batalha, meu foco seria sempre distrair o oponente, fintando ataques e mantendo-me na posição oposta ao meu aliado em batalha para termos a vantagem de confundir o inimigo. Usaria minha cauda e acrobacia para fazar ataques misturando os pés e as mãos, tentando rasteiras e empurrões (como um capoeirista~). Se fossemos obrigados a fugir ou vencêssemos, me manteria junto aos criminosos.

- MACÁCÁCÁCÁ Eu sou Bruce Sun, um macaco de Chaos Island. Preciso de companheiros, o que posso dizer é que não me dou muito bem com a marinha - Brandaria com um sorriso no rosto e a cabeça descoberta.
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