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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 2º Epic - Challenging Gods

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Kerigus
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Kerigus

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MensagemAssunto: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 10 EmptySeg 26 Mar 2018, 16:34

Relembrando a primeira mensagem :

2º Epic - Challenging Gods

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Revolucionários Raymond King Walker, Tidus Belmont, Frisk Dreemurr e Elsa Volkerball. A qual não possui narrador definido.


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Ravenborn
Illuminati
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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 10 EmptyQua 11 Jul 2018, 22:50



2º EPIC — CHALLEGING GODS!

As coisas começaram a dar errado ainda mais rápido do que eu esperava, e de uma hora pra outra, nós estávamos numa situação que a palavra "complicada" não descrevia bem. Como eu tinha suspeitado, alguns inimigos estavam entre os escravos que libertamos - o que fazia sentido quando se parava pra pensar no fato de que eles sabiam que estávamos por ali. Era a armadilha perfeita, já que o nosso grupo certamente morderia a isca e iria salvar aquelas pessoas  se tivesse a chance...e nós caímos direitinho.

"Droga...e agora?" Um dos falsos escravos conseguiu me pegar de surpresa, e seu golpe não só tinha sido forte, como também me colocara pra fora da dimensão de bolso. E agora ele estava na frente da porta, impedindo minha passagem. Pra completar, também tinha um ataque vindo de fora do vagão que não ia demorar pra me atingir se eu ficasse parado ali. É, tudo dentro dos conformes. Se eu estivesse frente a frente com a vida agora, isso provavelmente seria ela me dando um belo golpe no meio das pernas.

Eu não tinha muitas opções ali, pra ser sincero. Na frente, um inimigo bloqueava o meu caminho. Pelos lados, um ataque devastador que se aproximava rápido. Não era difícil ver o que restava. - Eu ficaria esperto se fosse você. Se não tomar cuidado, nem vai ver de onde eu te acertei. - eu diria ao homem à minha frente, apontando pra ele com um sorriso confiante no rosto. Com um salto curto pra trás, eu abriria uma Air Door giratória às minhas costas, de modo que quando eu passasse pro outro lado, ela se fechasse imediatamente. As palavras direcionadas ao homem também não tinham sido por nada: depois de receber uma ameaça daquelas e ver seu inimigo sumir, ele provavelmente esperaria por um ataque meu.

Uma pena, porque esse ataque nunca viria. Eu não tinha a menor intenção de estender aquela luta, nenhum de nós tinha tempo pra isso - a ideia era apenas colocar pressão nele, pra que eu pudesse partir pra parte importante. Lá dentro da dimensão de bolso, eu estaria a salvo das lâminas de vento que vinham pela lateral, mas Tidus-san ainda estava do lado de fora. Mesmo que ele não estivesse na trajetória dos ataques, eu ainda precisava trazê-lo pra dentro pra que déssemos o fora dali. Tentaria localizá-lo imediatamente após adentrar pela porta giratória, e então, num ponto fora do alcance das lâminas, abriria uma segunda porta para que ele entrasse. - TIDUS-SAN, RÁPIDO! - gritaria, pra chamar a sua atenção.

Eu ficaria pronto pra fechar a porta assim que o Duque Azul estivesse do lado de dentro, e com isso, restaria apenas mais uma entrada para a dimensão de bolso: a primeira, pela qual os prisioneiros tinham entrado. Todo mundo ainda estava lutando por lá, e como eu tinha em afastado dela já fazia algum tempo, ela se fecharia em breve - mas eu não tinha como ter certeza de que isso era tempo o suficiente. Por isso, correria até o local aonde estava a outra entrada, e se visse algum dos oponentes distraído lutando, avançaria até o que estivesse mais perto e o atacaria de surpresa, com um forte soco em algum ponto cego.

- Não dá pra lutar, eles são muitos. Temos que sair daqui agora! - eu diria, em tom de urgência. Minha prioridade era fechar a porta e impedir que mais inimigos entrassem - se sobrassem alguns dentro, podíamos lidar com eles depois. Mas pra isso, eu não podia ter ninguém fechando a passagem, então o primeiro passo seria mandar um Rankyaku na direção da entrada, de dentro pra fora, pra tentar tirar qualquer inimigo dali. Infelizmente, como só tinha um braço livre, não dava pra lutar com tanta liberdade assim, então se mais alguém viesse atrapalhar, teria de contar com os outros pra me ajudarem - não perderia tempo lutando, e apenas tentaria evitar golpes com esquivas rápidas e saltos, sempre avançando na direção da porta para fechá-la. Se preciso, usaria o Kenbunshoku pra me ajudar nisso.

Caso depois de tudo ainda houvesse alguém na frente da porta, me impedindo de fechá-la, um último recurso seria revestir o braço esquerdo no Haki do Armamento e tentar uma ombrada com força pra empurrar o inimigo. De qualquer forma, faria de tudo pra fechar a porta antes que fosse tarde demais. A nossa fuga e a segurança de todos dependiam disso, e eu não tinha a menor intenção de falhar ali.

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 10 EmptyQui 12 Jul 2018, 04:09


Focus

A emboscada aconteceu de forma rápida, uma verdadeira surpresa pela qual você perderia se simplesmente piscasse ou parasse para respirar. Os golpes dos espadachins invasores foram detidos, contudo Volkerball teve de utilizar o seu próprio corpo para pará-los completamente, o que por um segundo me fez suar frio. - “Hun?!” - Arregalei os olhos, mas ao ver seu corpo se reconstituindo pude respirar aliviado. - “Logias...” - Abri um leve sorriso, aliviado. O que aconteceu a seguir foi a explosão de ataques combinados e os invasores pareciam pressionados além do limite, aparentemente não passavam de subordinados de quem quer que estivesse por trás daquela emboscada para nossa sorte. - “Sem ressentimentos.” - Pensei comigo mesmo enquanto o primeiro dos invasores era atingido por uma das lâminas voadoras.

Havia muito para absorver e pouco tempo para pensar, precisava relaxar e espairecer ou meu cérebro entraria em colapso, com isso em mente fiz com que um filtro de cigarro saísse do meu bolso e se acomodasse entre os meus lábios ao mesmo tempo em que a caixa de fósforo o seguia e acendia a ponta com um dos palitos. - Hum... - Dei uma longa e profunda tragada. - Revigorante. - Murmurei ao liberar um pouco de fumaça pelas laterais da boca como um bule de café, eu precisava disso para manter o foco, só eu sabia o quanto precisava. A essa altura meus olhos captavam uma imagem peculiar e assustadora, duas rajadas de energia vindo na direção do trem bem parecidas com as que os soldados tinham utilizado anteriormente, quer dizer, seria ignorância compará-las, aqueles ataques estavam em uma categoria bem diferente e era fácil de dizer isso só de olhar. - “Isso é ruim.” - Quase deixei o cigarro cair mas prendi novamente entre os lábios e inspirei. - “Eles vão cortar o trem ao meio!” - O tempo estava acabando, na verdade aquelas lâminas descendo do céu afundariam o vagão do trem e seria cheque-mate.

Mantive minhas espadas perseguindo o ultimo invasor e meu Haki da Observação focado no mesmo, tentando finaliza-lo o quanto antes, agora que só restava um podia focar todas as cinco espadas em um unico alvo, tentando atingi-lo de vários ângulos ao mesmo tempo, de cima para baixo, de baixo para cima e de um lado para o outro, um verdadeiro inferno de lâminas. A essa altura já havia notado um sujeito na frente da entrada da dimensão de Frisk, ele estava um pouco mais atrás da direção do golpe e Frisk logo abaixo. - "Um empurrãozinho." - Moveria minha mão da frente para trás, utilizaria meus poderes do fruto do diabo para tentar puxar o vagão apenas um pouco para frente, dando um leve tranco com intuito de fazer o sujeito que estava bloqueando a passagem de Frisk dar um passo para frente e entrar na frente do golpe que vinha na direção do trem.

Tendo conseguido ou não terminar com o ultimo invasor e/ou puxar o trem desceria ao chão em um breve rasante, ao me aproximar do solo efetuaria uma cambalhota no ar ficando com os pés no solo e voltaria minha atenção na direção da porta da Doa Doa de Frisk, se o garoto surgisse nesse momento com uma nova abertura avançaria em sua direção com o Soru, passando por sua nova porta trazendo minhas espadas logo atrás mesmo se não tivessem terminado com o soldado de antes. Porém se o Anjo Caído não conseguisse abrir essa nova porta, tentaria calcular o tempo que os ataques passariam na minha frente com auxilio da cor da observação e faria o possível para passar entre eles em direção a primeira porta, em último caso de não conseguir estipular se conseguiria passar a tempo aguardaria os ataques passarem e então avançaria, tomando cuidado com possíveis obstruções. Traria todas as minhas espadas logo atrás independente se tivesse conseguido abater o último invasor e as utilizaria para me dar cobertura durante o meu avanço, cercando-me com todas elas ou simplesmente usando-as para tentar bloquear possíveis ataques que viessem por trás.

Frisk estava certo, não havia tempo, o trem em breve afundaria e se continuássemos ali todos nós encontraríamos o amargo fim. - “Isso não vai acabar assim, eu não vou permitir!” - Daria outra tragada no meu cigarro e focaria totalmente na situação, tentando pensar de forma direta e fria, vidas estavam em jogos e como revolucionário e médico perde-las estava fora de cogitação. Dentro da dimensão de bolso observaria todos que estavam ali e tentaria localizar os invasores/inimigos, se não conseguisse a primeira vista passaria meu Haki da Observação em todos eles um por um e esticaria minha mão direita para frente. - Então atrapalhando! - Com uma expressão séria fecharia o punho direito puxando todos pelas roupas para a frente tentando forçá-los ao menos a dar um passo adiante, ao mesmo tempo moveria meu braço esquerdo de trás para frente fazendo com que uma espada voasse na direção de cada uma deles visando perfura-los no meio do peito. - Elsa, precisamos de transporte! - Tendo acertado ou não esperava que Volkerball criasse uma plataforma ou coisa do gênero que service para acomodar a todos. - Subam! - Gritaria olhando para os escravos, se algum deles demorasse demais para subir ou exitasse eu mesmo correria em sua direção com o Soru e os levaria para cima da plataforma. - Hora de sair daqui! - Diria assim que todos estivessem sobre a plataforma - inclusive eu, faria com que o gelo flutuasse pela abertura que havia feito anteriormente no teto trazendo minhas espadas logo atrás, utilizando-as para tentar bloquear possiveis ataques que pudessem ser desferidos em nossa direção por algum remanescente.

Se por ventura algo desse errado durante o meu avanço em algum momento e mais alguma coisa/alguém surgisse inesperadamente focaria meu haki da observação no causador desse imprevisto e tentaria esquivar inclinando-me para o lado mais aberto, recuando ou erguendo voo para interromper de forma bruta o meu movimento inicial. Em caso da rajada de energia realmente afundar o trem ou me jogar para fora antes de entrar na dimensão de bolso, faria o possível para me manter acima do mar e retornar ao vagão, se não conseguisse impedir minha queda assim que alguma parte do meu corpo tocasse a água aplicaria meu poder sobre sua extensão e a manipularia para criar uma bolha segura a minha volta (afastaria a água para não me tocar), voltando a superfície logo em seguida erguendo parte do mar e arremessando-o na direção dos meus agressores como uma onda furiosa.

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Volker
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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 10 EmptyQui 12 Jul 2018, 16:48

Era inegável a sensação de Déjà vu proporcionada pela ocasião, o início tranquilo que antecedia aquele caos irrefreável e sequer havíamos pisado na ilha até então. A ofensiva inesperada era apenas um pequeno do iceberg que estávamos para encarar, e apesar da reação rápida e precisa de Tidus junto a mim, o golpe atravessava nossas defesas e me atingia, fazendo-me despedaçar, mas mantendo Mindy segura no fim das contas. – Isso é um problema dos grandes! – pensava naqueles poucos segundos dos quais me via necessitada em me reconstituir, enquanto o Duque e minha companheira lidavam com os dois soldados. – Devíamos ter suspeitado! – permanecia inconformada perante a situação, não desperdiçando meu tempo após me refazer do golpe e partir com a garota junto de mim até o interior da Doa Doa, partilhando ainda sim com o Belmont o plano de fuga, embora fosse me arrepender em poucos segundos da decisão.

Arrependimento provavelmente não apenas em relação a estratégia, mas em relação a toda a situação. Parando para pensar com clareza, talvez não tivesse sido a coisa mais sensata engrossar as pretensões de Missu e Frisk em relação ao resgate, por mais nobre e correta que fossem suas intenções, as consequências daquilo cobravam a todos nós numa velocidade impensável. E se os soldados do lado de fora já corroboravam com isso, o que ocorria no interior da Doa Doa só reafirmavam a tensão da situação. Parte dos escravos não eram exatamente os pobres coitados que imaginávamos ser, mas na realidade agentes do governo ou marinheiros infiltrados com o intuito de nos emboscar e havíamos caído em cheio na arapuca. – Tudo foi planejado! – resmungava de maneira silenciosa enquanto observava Frisk ser atacado, antes de sentir o calor do tiro em meu ombro.

Imediatamente sentira meu corpo reagir de maneira defensiva, obrigando-me a saltar para o lado a fim de tentar evitar o segundo tiro que já havia sido disparado em minha direção. – Lembrem-se do que eu falei anteriormente! – diria a Mindy e Missu, que assim como eu eram obrigadas a lidar com as ameaças dentro da dimensão de Frisk. Elas estavam conosco durante o treinamento e viram bem como aquele local reagia de forma peculiar em relação ao ambiente real, ainda que fosse uma representação fiel, a Doa Doa era um ambiente estranho para os intrusos. – Desculpe, não temos tempo para perder com vocês. Importa-se de sair daqui? – comentaria em tom simpático, levando a mão ao ombro enquanto percorria o local com meu Haki, para sentir a presença e ações do atirador. Não estava habituada a manter tal habilidade em alerta, e sabia que era apenas uma questão de prática até tornar aquilo algo instintivo, mas se era instinto que me movia em defesa, também era o mesmo que fazia meus olhos percorrerem o local como um todo avaliando não apenas o inimigo, mas o ambiente ao nosso redor, avaliando minhas possibilidades e ditando minhas possíveis ações.

Muito inteligente em atingir meu ombro. – pensava, enquanto projetava por entre os dedos do braço não atingido as senbons. – Não apenas inutilizou minha fruta como também me impossibilitou de agir livremente com as agulhas. – sorria, mais pela qualidade das ações inimigas do que pelo nervosismo que mal conseguia se estabelecer em meus pensamentos. O olhar afiado buscava uma saída para a situação, mas era complicado não me preocupar com os demais. – Preciso ser rápida e direta, mas a essa distância, ela também pode ser capaz de evitar meus ataques, a menos... – observava além e uma idéia surgia, era o momento de atacar e desta vez, não pretendia esperar pela iniciativa do inimigo. Com um par de senbons na mão dispararia as senbons contra os ombros do atirador e na posição contrária, com as lâminas a frente, saltando do chão durante o processo para que as agulhas fossem numa trajetória descendente, seria um disparo rápido e preciso caso atingisse o homem diretamente, mas contando com a capacidade de esquiva do mesmo, as agulhas também tinham como objetivo alcançar a parede ainda com potência.

Usaria as lâminas da extremidade, livres de kairouseki para servirem de impulso, aproveitando-me das propriedades daquela dimensão para que meus disparos voassem de volta caso fossem evitados pelo atirador. Manteria o meu mantra ativo, a fim de me por a frente das ações do atirador e assim, caso ele esquivasse para o lado, dispararia novas senbons, desta vez com as pontas de kairouseki a frente para atingir-lhe no contrapé de suas ações, assim forçando-o assim a retornar ao local de origem, onde as agulhas iniciais voltariam. O novo par, mantinha como objetivo os pontos de seus ombros, onde estimularia as ações de fibromialgia com o intuito de tornar difícil mirar com a arma de fogo. Independente de o homem desviar ou não, saltaria com o Soru até suas costas, buscando tomar impulso através de uma das paredes próximas para alcançar as senbons que vinham de volta e, se conseguisse retomá-la ainda no meio da execução do rokushiki para então dispará-las assim que terminasse a execução da habilidade, desta vez, mirando os pontos da parte interna de sua coxa, mirando suas artérias.

Ainda que não conseguisse a efetividade necessária para abatê-lo, buscava ganhar tempo suficiente para usar a parte laminada de minha senbon para remover o projétil de meu corpo de forma rápida e precisa. Se conseguisse, remover a bala de kairouseki enquanto combatia com o atirador, voltaria a usar o Soru em conjunto com meu Haki a fim de evitar seus disparos até alcançar seu corpo, onde imediatamente tentaria neutralizá-lo congelando-o por completo. No entanto, caso o atirador durante minhas ações tentasse me atingir, usaria meu mantra para estimar a direção de seus ataque e me manter sempre capaz de evitar os disparos através de dashes laterais ou até mesmo usando de minhas acrobacias para evitar as balas, que por serem de kairouseki, não sofreriam do efeito de repulsão da dimensão de Frisk. Somente me arriscaria a defletir seus projéteis com minha Sibilus caso ele tentasse atingir Mindy ou Missu.

Se conseguisse neutralizar o atirador, rapidamente após remover a bala de kairouseki, criaria a plataforma de gelo através de meus pés e caso Tidus e Frisk conseguissem adentrar novamente a Doa Doa, projetaria estacas de gelo na direção dos demais atacantes, a fim de não apenas tentar atingi-los, como também reduzir suas opções de fuga, caso as espadas de Tidus viessem contra eles. Aliado a isso, também espalharia pelo chão uma onda de gelo com a finalidade de prender os agentes no chão, tornando a todos, alvos fixos presos a plataforma de gelo.




Depois eu bota os codes direitinho.

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~The winter has come
The blood and soul has aceepted their fate
The young viper, now mature, put their children in the hunt
They want to hunt by your lead
Their dreams, liberty and fate
Winter calls with your voice and only the phalanx can survive it!~


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Wild Ragnar
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Wild Ragnar

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 10 EmptySex 13 Jul 2018, 20:54

Nove segundos. Esse era o tempo que levava para que aquele caos finalmente chegasse a um fim.

Sendo forçado para fora da dimensão de bolso, Frisk se via no caminho de um ataque, e pensando rápido, provocava o inimigo para então se jogar para trás e criar uma segunda porta, na qual passava e fechava rapidamente. O agente aumentava sua concentração esperando co gole anunciado pelo menino, mas o que chegava era um solavanco no vagão realizado por Tidus, que o desequilibrava e o fazia dar um passo a frente, ficando na reta de um dos golpes de espada que caíam.

Mas ele não era o único afetado. A dimensão de bolso seguia fielmente a real, e todos ali se desequilibravam. Elsa que se jogara para o lado desviando de uma bala, tinha sorte pois a seguinte que havia sido disparada enquanto ela falava, errava completamente o alvo já que o atirador em questão se desequilibrava surpreso.

Se aproveitando desse momento, ela que também perdia levemente o equilíbrio pegava suas sebons e se recuperava dando um salto, lançando um par em direção ao inimigo que se esquivava. E aí então ela lançava mais duas, forçando que ele retornasse para a posição anterior enquanto fazia um disparo próprio.

E ao se esquiar, ele cometia o primeiro erro. As duas primeiras sebons ao baterem na parede do vagão na dimensão de bolso encontravam a repulsão costumeira da dimensão, e retornavam, perfurando as costas do atirador um pouco abaixo da altura dos ombros.

---

Já Frisk havia aberto a terceira porta para que Tidus adentrasse nela. O Duque havia se mantido pressionado o espadachim com suas esadas voadoras, mas o homem parecia ter alguma técnica secreta que o permitia enrijecer seu corpo de última hora, e sempre conseguia reduzir ao mínimo qualquer dano que tomaria. Apesar de arranhões, e do cansaço físico devido o esforço realizado, ainda estava no jogo.

E quando Tidus retornava ao chão e avançava em direção a porta, o agente se decidia. Usaria a técnica proibida de seu mestre que tiraria todo restante de suas energias.  Fazendo uma posição e confiando em seu corpo para suportar os ataques das espadas voadoras por um instante, ele concentrava sua energia e movia sua espada.

Primeiro era uma rajada de vento que afastava aqueles objetos voadores, e em seguida uma energia concentrada e afiada que saía da ponta de sua espada até alcançar as costas do Duque, a perfurando e atravessando pelo seu peito direito. Que azar que no último momento, devido seu haki da observação, ele conseguia se mover um pouco para o lado e colocar algumas espadas na reta, o que fazia com que o golpe não fosse fatal.

A última visão do agente antes que desmaiasse era de ter acertado, e um leve sorriso abria em seu rosto.

---

O agente que havia golpeado Frisk no entanto, ao acabar em baixo do golpe do capitão que certamente o cortaria ao meio, não tinha a mesma sorte de permanecer vivo. Buscando amolecer seu corpo para desviar por um triz, ele acabava ficando em baixo do ataque do Coronel, e tinha sua vida extinguida. Os dois golpes cortavam o vagão em três partes, e agua começava a entrar nele enquanto afundava.

Dentro da Doa Doa, Frisk se preocupava em fechar a única porta restante, enquanto Tidus mesmo ferido gravemente, usava seus poderes para puxar as roupas que havia tocado anteriormente dos inimigos, e enviava suas espadas contra eles.

A tentativa era valida, já que mais uma vez pegos de surpresa, eles tinham que se esforçar cada um ao seu modo para se defenderem do ataque, o que dava tempo para Mindy e Missu se desvencilharem deles, assim como de Elsa, que já se encontrava atrás do atirador após usar o soru, de realizar mais um ataque.

Um agente atacou com um Rankyaku. Outro usou o kami-e e depois soru. E o que lutava contra Elsa saltou e usou o Geppou. No entanto uma das sebons da mulher penetrava seu calcanhar esquerdo. Disparando quatro vezes contra ela, ele a via se afastando enquanto desviava, e assim ao pousar no topo de uma das paredes (teto aberto), ele tentava remover o objeto que limitava sua locomoção.

E esse era o tempo que Elsa precisava para criar uma plataforma de gelo, escravos e revolucionários subirem nela, e Tidus leva-la para cima. Espinhos de gelo forçavam que o atirador saltasse novamente, mas usando o geppou, ele disparava contra a plataforma e escravos, mas a maioria das balas era parada pelas espadas. As que passavam acertavam três escravos diferentes, tirando a vida de um deles e ferindo os outros dois na cintura e no braço direito respectivamente.

Quem também era atingida era Mindy, que recebia um tiro de raspão na cabeça. Se tivesse sido milímetros abaixo, estaria morta. Com olhos arregalados, ela colocava a mão no sangue e parecia ficar paralisada. Missu também tinha uma ferida leve na bochecha e outro corte mais profundo no tórax.

E ainda assim, mesmo com todas feridas estavam vivos. Se olhassem para baixo, veriam que tanto o Coronel quanto o Capitão na ilhota estavam ajoelhados com a cabeça para baixo. Todos os soldados comuns inconscientes. Inclusive aqueles que nunca dispararam os canhões contra o vagão. E isso se devia a uma pressão enorme que todos sentiram logo antes de começarem a bombardear o vagão, o que certamente teria acabado com a Red Legion ali, já que ainda não haviam fugido naquele momento, e teriam sido alvo dos destroços e projeteis que a dimensão de bolso teria tomado forma.

- Se danificarem ainda mais esse trem, serei forçado a me mover. – Veio a voz irritada de Dormaru naquela hora. Dentro da estufa, no entanto, o velho tinha um sorriso no rosto enquanto pensava “Um presente final de despedida. Boa jornada crianças”.

---

Com a Red Legion escapando, quatro agentes permaneciam ali, presos na dimensão de bolso. O atirador que já saíra do vagão e agora estava sentado na ilhota, olhava para aquele ambiente estranho. – Não se desesperem. Se as informações estiverem corretas, eles terão que retornar. Nossa presença aqui significa um gasto continuo nas energias do usuário.

- Mas e se estiverem errados? – Perguntava o boxeador que Frisk desmaiara logo no inicio. O homem havia sido resgatado, e em resposta a sua pergunta, ganhava um tapa na cara.
“SLAP!!!”

- Quem acha que somos? Nós somos o governo. Nunca estamos errados. Eles terão que voltar. – Quem batia e respondia era o atirador, e com isso o assunto morria, com os quatro fazendo caras serias e preocupadas. Focando em sua recuperação, eles esperavam pel retorno dos inimigos. Afinal de contas, a esperança é a última que morre.


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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 10 EmptyDom 15 Jul 2018, 03:50


Pindorama

Enquanto preenchia os pulmões de fumaça e tentava abater meu adversário que estava se saindo surpreendentemente bem em deter os meus ataques, Frisk desapareceu e ressurgiu segundos depois abrindo uma nova porta para a sua dimensão de bolso. - “Pensou rápido.” - Abri um leve sorriso e fui em direção a nova passagem. Contudo durante meu avanço o haki da observação chamou minha atenção para um acontecimento, algo perigoso estava vindo em minha direção. - “Mas o que… ?” - Automaticamente virei um pouco minha cabeça para o lado e recolhi minhas espadas em uma tentativa frustrada de bloqueio. - Aaarg! - Arregalei os olhos e cuspi um pouco de sangue pela boca, meu peito foi tomado por uma sensação de queimação que me fez levar a mão até o lugar quase que involuntariamente. - “Merda, fui descuidado, aquele bastardo...” - Fechei a boca com firmeza antes que meu cigarro caísse no chão, não era hora para lamentar ou pensar no que deu errado, mas sim de focar no que estava a minha frente.

Já dentro da dimensão criada pelo jovem alado pude perceber uma situação caótica, a quantidade de invasores era bem maior do que poderia imaginar. - “Essa emboscada… Tem algo muito errado aqui.” - Retorci o rosto apertando o ferimento no peito. Uma rápida troca de golpes entre os dois lados teve inicio, minha participação foi limitada devido ao estado em que me encontrava, forçando-me a focar apenas em dar cobertura e preparar nossa fuga controlando a plataforma criada por Elsa. - “Essas pessoas são bem treinadas e parecem saber exatamente como enfrentar nossas habilidades.” - Refletia ao observar a forma que os infiltrados reagiam a situação. Seja como for conseguimos escapar mesmo que feridos e perdendo um dos escravos no processo, uma perda lamentável que ocorreu graças ao nosso despreparo para uma situação como aquela. - “Tsc, estamos sendo descuidados, o governo parece estar sempre um passo à nossa frente, mas a pergunta é: como?” - Enquanto tentava encontrar uma resposta para tal inquietação uma cena assustadora chamou minha atenção, o exército que cercava o expresso estava todo de joelhos se não caído. - Isso... ?! - Murmurei espantado com a cena, quem poderia ter feito tudo aquilo? Bem, a resposta veio logo a seguir com a voz de Dormaru surgindo de forma imponente. - “Ho... Dom estava certo, esse sujeito é realmente assustador.” - Um sorriso torto se formou em meu rosto deformado pela dor.

Agora fora de perigo fui guiando a plataforma em busca de um local remoto onde pudéssemos nos esconder e tratar dos feridos, além de contactar Mark novamente. - Tsc… - Cuspi o resto de cigarro que ainda estava em meus lábios deixando-o cair no mar esverdeado. - Aarg… Elsa, eu preciso de uma ajudinha aqui. - A expressão de dor em meu rosto falava por si só sobre a gravidade do ferimento. Faria o possível para nos manter no ar enquanto era tratado por Elsa, mas se porventura sentisse que estava perdendo a consciência desceria a plataforma rapidamente para evitar uma queda livre caso desmaiasse. Para me manter ocupado enquanto era tratado e buscava um lugar para pousar puxaria assunto com os ex-escravos, pegos em um fogo cruzado da forma que foram era provável que estivessem confusos e assustados. - Primeiramente peço perdão por terem de passar por tudo isso, por algum motivo parece que nossa chegada a essa ilha já era esperada a algum tempo. - Discretamente olhei para Frisk e Elsa, como se quisesse dizer que precisávamos conversar a respeito disso mais tarde. - Acredito que não fomos devidamente apresentados, eu sou o major Tidus Belmont do exército revolucionário, é um prazer. - Daria espaço para que os outros se apresentassem para os nossos “convidados”.

- E quanto a vocês, como se chamam? - Olharia para os refugiados com uma expressão amigável no rosto, tentando aliviar o clima e criar algum vinculo. - Certo. - Diria após eles se apresentarem ou se ficassem em silencio por muito tempo. - Algum de vocês tem família ou algum lugar para onde retornar? - Perguntaria prestando atenção a expressão de cada um deles. - Nós temos assuntos a tratar aqui em Pindorama, mas se tudo correr bem nossos amigos podem ajudar vocês a retornarem a suas famílias. Para aqueles que não possuem para onde voltar não se desesperem, os revolucionários desta ilha abrigam pessoas que não possuem mais para onde voltar e os dão um novo lar, uma chance de começar de novo. - Por mais que não pudesse dizer muito para completos estranhos, ao menos tentaria acalmar os nervos e dar alguma esperança para aquelas almas que talvez já tivessem perdido esse sentimento a muito tempo. Em todo caso após Volkerball tratar de meus ferimentos se me sentisse apto a ajudar também começaria a prestar os primeiros socorros aos feridos usufruindo das ferramentas do meu kit médico.

Assim que encontrasse um local seguro para pousar desceria a plataforma de gelo com cuidado e verificaria as redondezas prestando muita atenção as possíveis estruturas e pessoas que pudessem estar na outra dimensão. - Acho que aqui está bom. - Diria se encontrasse um bom lugar para descansar. - Por hora vamos descansar aqui e esperar a poeira baixar, a costa está um caos e provavelmente devem estar nos caçando por toda a parte. Se precisarem de algo não exitem em nos pedir, somos seus amigos. - Abriria um sorriso amigável e reconfortante. Procuraria por um lugar para me sentar e descansar um pouco também para recuperar as energias, além disso precisava ligar para Mark, mas dado a situação em que nos encontrávamos talvez fosse prudente esperar um pouco, todos estavam em alerta e de agora em diante nossas ações precisariam ser calculadas com cuidado para evitar outra emboscada.

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 10 EmptySeg 16 Jul 2018, 12:28



2º EPIC — CHALLEGING GODS!

Parece que a decisão que eu tomei foi a certa afinal, e ao ameaçar o agente antes de desaparecer na dimensão de bolso, consegui o tempo de que precisava para ir até Tidus-san sem ser atrapalhado. Eu só não contava com o solavanco repentino no vagão, provavelmente causado pelo próprio Duque, que acabou colocando o meu adversário no caminho da lâmina de vento que quase me atingira - e eu acho que nem preciso dizer que ele não teve a menor chance. - Sigh... - eu preferia que não tivesse de ser assim, mas não tinha tempo pra isso agora. Precisávamos sair dali agora se quiséssemos ficar vivos até o fim do dia.

A quantidade de inimigos escondidos no meio dos escravos confirmava os meus medos, e agora estava claro como o dia que eles já estavam nos esperando ali. Será que tínhamos sido vistos durante a viagem, talvez quando pegamos aquelas frutas? Não achava que tinha dado brecha pra isso, mas era a única coisa que fazia sentido. A batalha pela nossa fuga seguia, e a minha prioridade foi fechar a porta para que nenhum outro inimigo pudesse entrar e nos atrapalhar. Felizmente, mesmo em meio a toda aquela confusão, Elsa-san conseguiu criar uma plataforma de gelo para que Tidus-san erguesse no ar e nos tirasse dali, junto com os prisioneiros. Nem todos tinham ficado vivos, mas nós conseguimos fugir. Aquele era o primeiro passo.

Tudo isso, é claro, graças a mais uma mãozinha de Dormaru. O poder do Haki do Rei era realmente impressionante, e mais uma vez, me deixava feliz por saber que tínhamos alguém com aquele poder ao nosso lado. "Droga, isso me fez lembrar do Ray-san...espero que ele fique melhor logo." Eu fechei os olhos, um pouco melancólico e, acima de tudo, cansado. Mesmo que eu tivesse cochilado um pouco depois do treinamento com o ex-marinheiro, isso não significava que tinha me recuperado completamente, e essa luta só serviu pra agravar isso. Se só a jornada até ali tinha sido assim, imaginava o que nos aguardava.

"Pindorama, é...?" Aquela ilha parecia ser um lugar bem único, e não fossem todos os problemas que eu já tinha em mãos, explorá-la um pouco não me soava má ideia. Agora, no entanto, eu ainda tinha bastante trabalho a fazer. Deixaria que Tidus-san falasse com os prisioneiros primeiro, e enquanto isso, iria até Missu e Mindy, já que as duas tinham se ferido na luta contra os agentes. - Vocês duas estão bem? - diria, sem o sorriso habitual - Esse ataque foi muito estranho, não importa o quanto eu pense no assunto. Eles sabiam que estávamos chegando, ou não teriam colocado aqueles falsos prisioneiros no meio desse pessoal. O problema é...como? Nós tomamos tanto cuidado, e mesmo assim... - pra ser sincero, eu estava frustrado. Bastante. Eu não conseguia engolir que eles estavam um passo à nossa frente todo aquele tempo.

Daria um suspiro pra esfriar a cabeça, sentando na borda da plataforma pra observar a paisagem. "E com isso, o plano surpresa já era, hm?" Chara comentou. Surpreendentemente, ele não soava frustrado. "Eu já te disse várias vezes, mas não adianta ficar chorando pelo leite derramado. Eles sabem que estamos aqui, e daí?" Ele deu uma risada de satisfação. "Só significa que vai ser um pouquinho mais desafiador encher eles de porrada. Nosso objetivo aqui não mudou." Dessa vez, foi a minha vez de rir um pouco. Era um jeito simples de pensar, mas de fato, o nosso objetivo ali era o mesmo. Uma hora ou outra, teríamos que lutar com eles, e se eles já esperavam por isso, só precisávamos surpreendê-los ainda mais.

Quando Tidus-san terminasse de falar com os prisioneiros, eu me levantaria pra me apresentar também. Com um leve pigarro pra limpar a garganta antes de começar a falar, eu sorriria um pouco, agora com a cabeça mais tranquila, pra tentar passar confiança pra eles. - Eu me chamo Frisk Dreemurr, e assim como o Tidus-san, sou um Major do exército. Eu vou ser sincero com vocês: a luta ainda não acabou. Ainda há muito pra ser feito aqui em Pindorama, e nenhum de nós pode garantir 100% a segurança de vocês. - diria num tom um pouco mais sério. Não queria assustá-los, mas achava injusto não contar a verdade.

- Mesmo assim! - voltaria a sorrir, confiante - Nós todos lutamos por um mundo justo, em que nem vocês nem mais ninguém tenha que passar pelo que vocês passaram. Então podem contar conosco. - diria num tom amigável, dessa vez. Assim como Tidus-san fizera, perguntaria os seus nomes e tentaria conhecê-los um pouco melhor enquanto durasse a viagem. - Ah, sim. - me lembraria de um ponto importante - Quando estávamos abrindo as celas, eu vi que uma delas era feita de Kairouseki. Algum de vocês é um usuário? - como os poderes místicos das frutas sempre acabavam me interessando um pouco, eu não consegui resistir em fazer a pergunta, imaginando que tipo de coisas incríveis eles podiam fazer. Fora isso, esperaria aterrissarmos para resolver o que iríamos fazer a seguir. Pindorama nos aguardava.

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 10 EmptySeg 16 Jul 2018, 17:51

Aos trancos e barrancos, conseguíamos sair daquela situação inesperada. Ainda que os agentes no interior da Doa Doa não tivessem sido abatidos durante o processo, a simples certeza de que eles não viriam atrás de nós já era um alento. O alívio também vinha de uma ajuda inesperada por parte de Dormaru, que utilizava seu Haki do Rei para incapacitar momentaneamente os soldados do local, enquanto partíamos pela plataforma de gelo que levitava pelos poderes de Tidus, que no acesso a dimensão havia se ferido gravemente no ombro. Por mais impressionante que fosse a cena daqueles homens de joelhos, não podia me prestar a observar aquilo com expressão de alívio. Não havia sido apenas o Duque a se ferir, mas Mindy e Missu também e como se não bastasse, havíamos perdido um dos escravos, morto a tiros. – A responsabilidade é toda nossa. – pensava com certo pesar, remoendo aquela situação por alguns segundos até começar a andar, na direção de Mindy com certa pressa.

Ei Ei! – ao me aproximar da jovem, a abraçaria de maneira imediata buscando primeiramente acalmá-la. – Acabou, está tudo bem agora! Ouviu-me? Está tudo bem! – gentilmente moveria o rosto dela, para que a mesma focasse sua visão em mim, enquanto a puxava lentamente para o chão, para que pudesse deitá-la. – Deixe-me ver esse corte. – mantinha uma postura sutil, com a voz tranquila e movimentos suaves não demonstraria pressa ou preocupação, a prioridade era livrar Mindy do estado de choque para que pudesse tratá-la da maneira mais adequada. – Milímetros...a sorte está do nosso lado pelo menos. – sorria apesar de não estar nem um pouco receptiva a fazer aquilo na realidade. Através do gelo projetaria um montante pequeno na região das pernas da revolucionária, para manter sua cabeça mais baixa e o sangue circulando até a cabeça. Aliviaria suas roupas o máximo possível e quando terminasse aplicaria quatro senbons nos pontos laterais de seu tórax, estimulando a região para manter sua respiração constante e gradativamente mais tranquila.

Usaria o kit médico a disposição para limpar o ferimento da jovem e só após a esterilização começar a suturar. – Missu venha aqui, por favor. – chamava a garota, que só tinha um corte no rosto para ser tratado. – Preciso que fique com Mindy por alguns minutos, enquanto trato dos demais. – observava minha companheira e depois Tidus, enquanto ouvia seu pedido de ajuda. – O estado de choque deve parar em breve, mas até lá é bom mantê-la em observação, para evitar um estado de euforia. – finalizaria o tratamento, cobrindo as feridas com gaze e atadura antes de ir até Tidus. Sequer precisava observar de forma clínica para compreender a gravidade da ferida, a questão era saber o quão grave ela tinha sido. – Se começar a perder a consciência, tente deixar todos em terra firme primeiro. Ninguém aqui vai querer morrer por tabela. – o comentário ácido era uma brincadeira para quebrar aquele clima de tensão, enquanto estendia a ele agulhas e uma linha de sutura. – Quando eu acabar, vou precisar que você feche a minha ferida. – apontaria para o ombro, exibindo o ferimento do tiro que me incomodava desde então.

Numa ilha escravocrata, essas pessoas teriam sido retiradas do expresso e postas a venda. Independente do momento, resgatar elas seria uma obrigação da nossa parte. – comentaria com o homem em tom discreto, para que apenas ele ouvisse. – Digo, por mais insensível que pareça. Se tivéssemos deixado as coisas seguirem, teríamos evitado isso e ainda conseguiríamos resgatá-los mesmo assim. – continuaria, tratando do ferimento com cuidado, estancando o sangue, limpando-o e depois o fechando para enfim cobri-lo com o curativo. – De toda forma, não vamos ficar remoendo isso, ainda mais perto do rapaz. – mostrava minha preocupação em relação a Frisk, que mesmo bem certamente poderia se sentir culpado pela iniciativa de querer salvar aqueles escravos. – Tente não mover esse braço senão serei obrigada a ficar furando você com as agulhas para acelerar o processo. – dava meu parecer após o tratamento, enquanto lentamente caminhava até os demais feridos para que pudesse tratá-las de maneira adequada, enquanto me manteria na visão do Duque para que ele pudesse tratar de minhas feridas através de sua akuma.

Permaneceria silenciosa durante todo o processo médico, ouvindo a conversa de Tidus e Frisk para com os escravos libertos e assim, aguardaria pela apresentação dos mesmos para só então me pronunciar a respeito. – Meu nome é Elsa Volkerbäll, também sou Major do Exército Revolucionário. – abriria um sorriso tímido e uma reverência cumprimentando a todos. – Creio que meus companheiros já tenham dito tudo, então não vejo necessidade de ficar repetindo as coisas. Se sentirem alguma coisa, falem comigo. – aguardaria alguns segundos para só então questionar. – O homem que estava com vocês e que morreu vocês o conheciam? Ao menos o nome dele? – se alguém demonstrasse conhecimento ou até mesmo intimidade com o escravo morto, curvar-me-ia uma segunda vez. – Meus sentimentos. Espero que possa perdoar nossa falha em mantê-lo vivo. – voltaria assim a minha postura normal. – Se decidirem por confiar em nós, em permanecer conosco até que resolvamos as coisas em Pindorama, vocês têm a minha palavra de que não falharemos com vocês! - mostraria firmeza na voz, mas acima de tudo uma dose enorme de sinceridade. Voltando logo em seguida para perto de Mindy, onde esperaria que Tidus pousasse a plataforma e tivéssemos assim, informações de Mark.

Não se sinta culpada. – diria a Missu, quando me sentasse perto dela e de Mindy. – Ainda que tenhamos errado, nossas intenções foram boas, vamos reconhecer os erros e trabalhar para não cometer eles novamente. Tudo dará certo! – sorria para Mindy, caso ela estivesse lúcida outra vez. – Tudo dará certo!

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~The winter has come
The blood and soul has aceepted their fate
The young viper, now mature, put their children in the hunt
They want to hunt by your lead
Their dreams, liberty and fate
Winter calls with your voice and only the phalanx can survive it!~


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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 10 EmptyQua 18 Jul 2018, 03:07



A medida que se afastavam da zona de perigo, os revolucionários começavam a se acalmar e a interagir não apenas entre si, mas também com os escravos. Abaixo da plataforma de gelo em que voavam, era possível ver a cidade repleta de casas de estilo colonial, um castelo, muitas arvores altíssimas, Elsa as reconheceria como palmeiras, e até mesmo uma grande praça onde todo tipo de itens parecia ser negociado, inclusive escravos.

O rio a cortava ao meio, e mais para esquerda havia uma área limpa, com alguns bois pastando e além dela um tipo de floresta cheio de morros. Se observassem bem perceberiam que dos outros lados o padrão se repetia com uma leve diferença, primeiro uma grande área de pasto, na qual seria difícil passar desapercebido de olhos atentos, mas além ao invés de florestas o que eles viam era um mar de plantação de café, que ia até onde seus olhos podiam chegar no horizonte.

Os escravos se seguravam um nos outros, com olhos arregalados enquanto olhavam cada um para um canto, fazendo o possível para não caírem. Tanto Frisk quanto Elsa se aproximavam de suas companheiras, o jovenzinho perguntava como elas estavam, e enquanto apenas recebia um olhar abalado e assustado de Mindy, que levava lentamente até o local ferido na cabeça, encostando no sangue com os dedos e depois olhando para ele, Missu respondia com um sorriso largo e uma voz animada. – Hihihi! Conseguimos Frisk, conseguimos! Resgatamos eles e demos uma surra naqueles bastardos! – A empolgação da menina frente a vitória era um grande contraste de como o grupo parecia se sentir.

Com isso o jovem revelava sobre o que tinha percebido, sobre como tinham sofrido uma emboscada, mas era interrompido por ela. – E mesmo assim nós chutamos a bunda deles! E se vierem de novo, vamos chutar mais uma vez!! – Dizia ela erguendo um punhozinho no ar, mostrando sua determinação.

A própria Elsa estava chamando a atenção de Mindy que parecia estar em choque, movendo o rosto da mesma de uma forma gentil. Sentir o toque gelado da mão de sua companheira parecia fazer que a moça despertasse um pouco, seus olhos ganhando algum foco. – V-você está bem? Seu ombro não parece estar se recuperando... – Dizia ela de uma forma mais frágil do que o comum. Porém o que ganhava em resposta era ser forçada ao chão para ser tratada, e após isso se via na companhia de Missu enquanto via Elsa indo até o Duque, que durante todo esse tempo ficou lá, ferido e sangrando enquanto tentava não perder o controle.

- Você está sempre me protegendo. Sempre cuidando de mim. Por quê, por quê é tão boa comigo? – Olhando o céu esverdeado, Mindy sussurrava tais questionamentos, sem saber que Elsa conseguira ouvi-las perfeitamente. – Eu preciso ficar mais forte... mais forte para te proteger também... – Encerrava ela com os olhos se enchendo de água e uma lágrima solitária escorrendo e se perdendo entre os fios de seu cabelo.

Enquanto tratava Tidus, a mulher expunha seus pensamentos, mas ele não parecia estar prestando muita atenção, ou talvez apenas preferisse se manter calado a respeito. Ao invés, o que fazia era procurar um local para pousar já que sentia a dificuldade de manter voo naquelas condições, e em breve um local aberto onde aparentemente haviam acabado de colher o café se apresentava como o local ideal.

Agora em chão, os escravos saíam capengando com as pernas bambas da plataforma, menos uma mulher ainda algemada que apenas rolava para fora dela aparentando estar extremamente fraca. Naquele momento Tidus, ainda sendo tratado por Elsa, começava a falar com eles, primeiro pedindo desculpas, depois expondo sua identidade, e por fim perguntando seus nomes.

Mas o que ganhava era ainda olhares um pouco assustados, e bocas fechadas. Silencio. Até que um dos homens mais sujos, mas musculoso dava um passo à frente. – Gannicus senhor, me chamo Gannicus. – Haviam mais de trinta escravos ali, mas esse era o único que abria a boca naquele ponto.

- Algum de vocês tem família ou algum lugar para onde retornar? -

Com tal pergunta, finalmente parecia que aquelas pessoas acordavam. Em uma enxurrada, após a primeira dizer, muitos seguiam, numa cacofonia que era difícil saber quem estava falando o que. – Terralegre! Sakura! East Blue! Jingle Bell! Emeigh! Alabasta! Cactus Island! North Blue...

Todos pareciam estar ansiosos para voltarem para seus lares, acabarem com aquele pesadelo, mas as próximas palavras do Major dava uma murchada em seus ânimos. Eles não voltariam para casa. Ao menos não agora, e o amanhã parecia muito longe para que pudessem considera-lo. Talvez até o fim do dia já estivessem enjaulados novamente...

- Por hora vamos descansar aqui e esperar a poeira baixar, a costa está um caos e provavelmente devem estar nos caçando por toda a parte. Se precisarem de algo não exitem em nos pedir, somos seus amigos. -

Mais uma vez silencio era a resposta, assim como olhares um pouco perdidos. E quando Frisk embalava se apresentando e dizendo que não podiam garantir a segurança deles, alguns chegavam a desabar no chão tamanho desespero.

Elsa era a próxima, perguntando pelo morto, mas todos abanavam a cabeça negativamente. Para melhor ou pior, aparentemente o escravo morto não era conhecido de ninguém ali. Sendo esse o caso, a mulher retornava para perto de Mindy e Missu lhes dizendo para não se sentirem culpadas, mas enquanto Missu acenava fortemente, Mindy meramente desviava o olhar.

Já Frisk notava outra coisa. Procurando saber sobre a cela de Kairouseki, ele ouvia uma voz enfraquecida, quase inaudível. – Aqui! Aqui! Alguém tira isso pelamor de Deus, to me sentindo muito fraca. Gente, tem piedade de mim, tira essas algemas. Por favor vai! Eu num aguento mais! – Se não fosse trágico seria cômico. Quem falava era a mulher que descera da plataforma rolando. Gordinha, ela apesar de ser claramente humana mais lembrava uma leitoa com suas bochechas rosadas e olhos pequeninos.

---

- Senhor Major? –
Tendo se aproximado cautelosamente de Tidus, o homem que se chamava Gannicus pedia a atenção dele. – O que a gente faz agora? O que vai ser da gente? – Apesar de Tidus já ter dito, tudo ainda parecia muito surreal, distante, confuso. Apesar dele ser o que se aproximara e perguntara, todos os outros paravam e se viravam prestando atenção, o amanhã estava muito longe. Queriam saber o que deveriam fazer agora.

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 10 EmptyQua 18 Jul 2018, 16:35

Durante os minutos que se seguiam de viagem sem rumo pelo território de Pindorama, pude não apenas lidar da situação física de meus companheiros e escravos como também tive a oportunidade de brevemente vislumbrar a estética daquela ilha, suas paisagens e a maneira como a população local havia se desenvolvido. Se pudesse estimar, talvez Terralegre fosse daquela maneira muito antes da droga que devastara por completo a ilha e a tornado num deserto cuja vida dificilmente brotaria do solo, uma situação inversamente proporcional ao local em que estávamos agora cujo solo rico produzia vegetações a perder de vista. Mas até mesmo as belezas possuíam um contraste sombrio e do alto também era possível notar o comércio de escravos. – Ao menos alguém positiva nesse clima mórbido. – pensava em relação as reações de Missu. A jovem, talvez pela idade não compreendesse a realidade daquela situação, mas se na realidade fosse o oposto, então era louvável notar sua maneira de reagir, ao menos poderia ser mais animador a quem nos observasse.

Mindy, no entanto corroborava as minhas preocupações, embora tratada devidamente suas palavras partiam meu coração conforme caminhava para lidar com Tidus. – Não posso culpá-la por isso. Desde que pisamos na Grand Line o simples ato de tornar-se forte virou uma busca incessante, uma pena que o tempo não nos permitiu até o momento crescer de uma maneira tranquila. Aqui somos cobradas a cada pequena falha e apesar de eu conseguir juntar meus ‘cacos’ rapidamente, ela não parece ter a mesma velocidade. – a observava de soslaio, refletindo sobre o que ela dizia mesmo sem intenção de que ouvisse. – Toda vez que ela está perto de se fortalecer, algo parece quebrá-la novamente. Mas numa ilha como essa, talvez ela tenha a oportunidade de se fortalecer genuinamente. – concluía sem sorrisos, ostentando uma dose de preocupação em relação a mulher.

Porém, se preocupação havia ficado rapidamente em foco naquele momento, não pude me prender somente a Mindy, mas também aos demais escravos, cujo rumo de conversa com Tidus e Frisk não parecia seguir para um bom caminho. Estavam assustados demais para esboçar qualquer sinal de naturalidade e ao pousarmos no meio de um cafezal, podia perceber o quão fragilizado eles estavam como um todo, exceto por um deles que respondia a pergunta do Duque num primeiro momento. – Isso não é bom. – pensava comigo mesmo, ao ouvir os locais de onde eles vieram e com o decorrer da conversa na expressão que eles mantinham quando Frisk abordava a segurança deles. Abaixava a cabeça por alguns segundos em sinal de preocupação, o escravo morto não era conhecido de nenhum deles e ao retornar para perto de Mindy, nem mesmo minhas palavras pareciam aliviar os sentimentos dela.

Frisk! –
chamaria a atenção do rapaz. – Remova as algemas dela. – diria ao garoto, levantando-me brevemente antes de recuar e ir até Mindy, beijando-a de forma suave e acolhedora. – Porque você é especial para mim. Nunca se esqueça disso! – sorriria antes de me levantar por completo, caminhando alguns passos para o centro da plataforma. – Não se preocupe, o rapaz vai ajudar você! – diria em tom confiante, mostrando minha tranquilidade. Gannicus, por sua vez tomava ‘coragem’ para abordar Tidus e sua pergunta jogava todos os olhares para cima do rapaz. – Francamente... – pensava, estalando um dos dedos da maneira mais forte que conseguia, para atrair a atenção de todos, mas especialmente do Duque. – Eu te dei umas agulhas, preciso que você me remende! – não era o que todos ali queriam ouvir, mas naquele instante buscava preservar o Duque que além de ferido, nunca pareceu alguém que gostasse de muita atenção sobre si.

Olharia para o homem e acenaria de leve com a cabeça. ‘Apenas descanse’, era o que procurava transmitir a ele, enquanto me virava aos escravos. – Certamente não é a melhor maneira de conhecer pessoas, toda a situação do trem parece que foi um pouco demais para todos vocês. – ria, de forma irônica, porém não debochada. – North Blue? Eu ouvi North Blue? Eu sou de lá, bem...ao menos cresci ali, Fernand Ice Island, Lvneel, Micqueot conheço aquelas ilhas. Conheço também Terralegre, vi o que acontece ali o deserto, a droga e o descaso com as pessoas de lá. Estivemos em Alabasta a pouco tempo, mas não sabemos também a quanto tempo vocês estão nessas condições. O que fazer agora? – dava de ombros. – Sinceramente eu não sei, não por simplesmente não saber o que eu quero, mas por estar na dúvida se devo cumprir  ordens e exercer meu dever. Viemos aqui para ajudar um revolucionário, um homem que luta para libertar os escravos que existem nessa ilha, pessoas que como vocês foram trancafiadas em jaulas, exploradas, vendidas e que se já não perderam as esperanças sentem saudades de casa. – suspirava. – Querem uma opinião minha? Vamos procurar esse revolucionário, vamos encontrar uma forma de alimentar vocês, matar a fome e a sede.

Não precisam ter medo de acordarem em jaulas, as pessoas que trancafiaram vocês não podem as alcançar aqui. Enxergam? Esse mundo verde é uma dimensão paralela conectada a realidade, fruto do poder uma Akuma no Mi. Aqui, as pessoas do mundo ‘real’ não podem ver vocês, nem alcançar vocês. Aqui estão seguros, mas de certa forma estão presos a essa ilha. – virava-me para Gannicus. – O que eu quero fazer? Quero ajudar um aliado, derrubar um governo onde homens se aproveitam do trabalho cruel e forçado de centenas de pessoas que foram arrancadas de seu lar, libertar essas pessoas e quando isso acontecer. Nós, os revolucionários iremos levar vocês de volta pra casa, não importa o quanto custe. – Aguardaria o fim do tratamento médico de Tidus para mover o braço e ajeitar o cabelo, prendendo-o em um coque. – O que será de vocês? Digam-me vocês! Não pretendo pedir para que lutem nossa batalha, se quiserem será decisão de vocês. Há muitas outras formas de ajudar se quiserem, mas também podem esperar que resolvamos a situação até ser possível levar vocês de maneira segura. Vocês não são escravos mais! Vocês têm nomes, tem uma história e mais do que nunca podem ter o objetivo que quiserem ter! O que será de mim? – fazia um breve silêncio. – Não sei também, só sei que enquanto estiver viva, não vou permitir que voltem a escravidão.

Gannicus correto? – questionaria o homem. – Prazer conhecê-lo. Posso confiar a você uma tarefa simples? De perguntar a essas pessoas o que eram antes de serem capturadas, organize-as e me deixe a par de quem quer esteja mal alimentado ou mal de saúde, tudo bem pra você? – independentemente da resposta agradeceria e caminharia até Tidus, brincando em relação ao curativo caso o fizesse. – Está perdendo a prática. – diria em tom de brincadeira, esboçando um sorriso. – Precisamos encontrar Lampião antes que os inimigos o encontrem. Temos de procurar um local seguro para abrigar essas pessoas no interior da Doa Doa. Você tem alguma sugestão?

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~The winter has come
The blood and soul has aceepted their fate
The young viper, now mature, put their children in the hunt
They want to hunt by your lead
Their dreams, liberty and fate
Winter calls with your voice and only the phalanx can survive it!~


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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 10 EmptyQui 19 Jul 2018, 00:35


Find a Way

A vista de uma ilha por cima era semper magnífica, depois que passei a ter essa habilidade de poder ver tudo por cima percebi o quão grande e diversificado o mundo pode ser, todas as ilhas possuíam uma estrutura diferente, uma flora, fauna, hábitos e cultura, era até difícil imaginar que pertenciam ao mesmo mundo. Contudo, por mais que houvessem diferenças algo nunca mudava: a crueldade humana, a praça da cidade parecia expressar bem isso e reforçar o motivo pelo qual estávamos ali. - “Tsc, escória.” - Virei o rosto para outra direção, não era hora de me deixar ser levado pelas emoções, em minha posição atual precisava me manter firme na frente de todas aquelas pessoas que estavam assustadas, perdidas e receosas. Por outro lado a jovem que nos acompanhava desde Alabasta aparentava estar contente com nossa vitória, talvez até demais. - “Ela realmente se anima com tudo.” - Esbocei um leve sorriso no canto dos lábios. - “Quando deixei de ser assim?” - Olhar para aquela garota sorridente me fez refletir sobre o homem que estava me tornando, era como se algo dentro de mim tivesse se quebrado a tanto tempo que sequer conseguia me lembrar do que exatamente.

Durante a viagem a Rainha dos Espinhos veio ao meu socorro, fechando a ferida da batalha anterior e expondo seu ponto de visto sobre a situação, de imediato permaneci em silêncio como se estivesse fora do meu próprio corpo, pensativo a respeito de nossas escolhas e ações. - “Resgatá-los depois?” - Arqueei uma das sobrancelhas ao ouvir tais palavras. - “Talvez ela esteja certa, talvez não, será que estamos agindo de forma emocional demais? Mas será que teríamos realmente outra chance?” - Era difícil pensar sobre as escolhas feitas, pois independente do quanto pensássemos nisso tudo que teríamos era um grande “se” e “talvez”. - Talvez esteja certa, pode ter sido um erro. - Comentei brevemente enquanto desviava o olhar para Frisk e Missu. -  Mas... Pode parecer ingênuo, contudo acredito que mais do que salvar vidas nosso trabalho é manter a esperança viva, talvez hesitar tivesse traumatizado ainda mais essas pessoas, talvez até matasse um pouco dessa esperança naqueles garotos que os encontraram no trem. - Comentava discretamente para que os outros não ouvissem, mantendo uma expressão de satisfação enquanto descia a plataforma até o chão.

De volta ao solo um breve diálogo tinha início, quer dizer, ao menos era a ideia já que a maioria ainda estava tão assustada que sequer conseguia dizer seu próprio nome, com exceção de um. - “Gennicus?” - Olhei para o rapaz, analisando-o de forma discreta. Dali pra frente as pessoas começaram a se soltar ao questiona-las sobre suas origens, na verdade a forma euforica como falavam chegava a me assustar, todos pareciam loucos para voltar e eu não os culpava por isso, no lugar deles provavelmente também estaria me sentindo da mesma forma. - “Entendo, eles não são sequer da mesma região.” - Era assustador ouvir tantos nomes diferentes, ilhas pelas quais passei e até passei boa parte da minha vida e sequer imaginei que algo assim ocorria naquela região, o que só ressaltava o quão sujo era sob o tapete.

Em pouco tempo o silêncio retornava, era uma situação estranha e nova, não sabia ao certo o que fazer com toda aquela gente, eles deviam estar assustados, inseguros e temerosos, mas o que mais poderia fazer por eles? Para nós aquele lugar também era novo, um território hostil e desconhecido, já teríamos trabalho o bastante para nos manter vivos e agora tínhamos a responsabilidade da vida de todas aquelas pessoas… O peso sequer podia ser mensurado. Enquanto tentava pensar no que fazer a seguir um dos escravos me abordou, Gennicus, apesar de ser aquele que mais demonstrava coragem ainda era possível ver em seus olhos o medo que sentia. - “O que será de nós?” - Olhei em volta, para todos aqueles rostos sujos e assustados me observando como se esperassem algo grandioso, mas a verdade é que eu não sabia o que dizer ou fazer. - Escutem... - Disse olhando para o rapaz, mas antes que pudesse prosseguir Volkerball entrou em cena mencionando suas agulhas. - Han? - Olhei para a jovem um pouco confuso, será que era o melhor momento para falar sobre aquilo? De imediato não entendi sua postura, mas pouco depois percebi que na verdade estava puxando a atenção de todos para sí. - “Entendo.” - Meneei positivamente com a cabeça e me aproximei da jovem para efetuar o tratamento.

Elsa assumia o manche e aproveitei da situação para tratar do seu ferimento, primeiro analisava a gravidade e limpava o ferimento com cuidado utilizando das ferramentas do meu kit médico, verificaria se não havia ficado nenhum fragmento da bala presa em seu corpo que precisasse ser removido, com as habilidades da minha Akuma no Mi não seria um problema se fosse o caso. Com a ferida devidamente limpa começaria a suturar com cuidado, se em algum momento do tratamento sentisse dificuldade em continuar devido possíveis dores causadas pelo meu próprio ferimento não hesitaria em usar meu poder de levitação para controlar a agulha. Com a ferida devidamente fechada e limpa, finalizaria cobrindo-a com um curativo para evitar que ficasse exposta a bactérias. Durante o tratamento não podia evitar de ouvir as palavras que eram ditas por Elsa, talvez não fossem as palavras mais sensíveis possível, na verdade mais se parecia com um sermão. - “Palavras fortes e inspiradoras.” - Seu discurso não apenas surtia efeito nos ex-escravos, mas até mesmo eu era tocado por elas, talvez essa fosse uma das características que diferenciavam um rei. - “A vontade do rei não é realmente um acaso.”

Terminado tanto o tratamento quanto o discurso de Elsa voltei meu olhar para o rapaz que havia me abordado anteriormente. - Vocês ouviram a moça. - Comentaria junto a um leve sorriso. - É como andar de bicicleta. - Respondi ao comentário sarcástico da médica com outro. - Bem, Mark disse que o restante da resistência está se escondendo pelo cangaço e nas vilas-mortas, infelizmente isso não quer dizer muito já que não conhecemos a região. - Levei a mão até o queixo, pensativo. - Talvez o coronel tenha novas informações e possa nos instruir melhor sobre a localização de Lampião, é praticar impossível encontrar um esconderijo sem sequer conhecer essa região, digo, se fosse tão simples assim Lampião e sua resistência já estariam acabados. - Conclui-a e logo em seguida olhava em volta buscando pelo jovem alado. -  Frisk! - Ergueria a mão para chamar a atenção do garoto. Assim que Frisk se aproximasse levaria minha mão até o bolso e apanharia meu Den Den Mushi. - Eu preciso fazer uma ligação, pode abrir uma porta pequena em um local discreto? - Perguntaria ao garoto e procuraria por um local um pouco mais afastado para evitar que os ex-escravos ouvissem minha conversa, afinal de contas eles ainda eram estranhos e confiar cegamente neles poderia ser um erro.

Assim que uma porta fosse aberta e a conexão entre as duas dimensões fosse estabelecida apanharia o comunicador do Den Den Mushi e faria a ligação para o Coronel. - Coronel Mark na escuta? - Indagava na espera de uma resposta. Quando houvesse uma resposta prosseguiria. - Estamos em uma linha segura? - Todo cuidado era pouco e esperaria uma confirmação. - Aqui é o major Tidus, nós finalmente chegamos a Pindorama mas há algo que preciso lhe reportar antes de prosseguir. Nossa chegada a essa ilha parecia já ser esperada tanto pela guarda local quanto pelo próprio governo, eles armaram uma grande emboscada na costa e abordaram o trem onde estamos. Entende o que quero dizer? É impossível que isso seja uma coincidência, estive pensando em como isso poderia ter acontecido e só consigo chegar a duas hipóteses. A primeira e mais simples é que a informação vazou de alguma forma, talvez tenham consigo grampear nossa ligação de alguma forma. A outra é um pouco mais radical e espero estar errado sobre ela, mas... É possível que haja um traidor entre nós. - Comentava um pouco mais sério, não queria pensar na possibilidade de alguém estar nos traindo, porém descartar essa hipótese seria ingenuidade.

- Enfim, independente de como essa informação vazou temos um problema maior para resolver. - Suspirava tentando retornar ao foco principal. - Durante nossa viagem acabamos encontrando alguns escravos e os libertamos, agora estamos com eles aqui sem saber para onde ir. O que quero dizer é que precisamos saber como chegar a base onde Lampião ou algum oficial responsável pelo exercito nesta ilha está, não conhecemos muito bem a geografia do lugar e estamos sem um guia desta vez. -  Parava para pensar em uma forma de tentar explicar razoavelmente onde estamos. - Vindo para cá observamos algumas casas, um castelo, uma praça, muitas árvores, além disso um grande rio faz a divisa com pastos e uma grande plantação de café. - Também descreria o local onde estávamos agora, na esperança que Mark fosse capaz de reconhecer algo e nos dar uma direção para começar a procurar. - Alguma ideia de onde devemos procurar primeiro?

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 10 EmptySab 21 Jul 2018, 09:49



2º EPIC — CHALLEGING GODS!

Pindorama era uma ilha bem diferente de qualquer outra que eu já tinha visto. Enquanto passamos voando pela mesma, na plataforma flutuante de gelo, eu tive a chance de ver as várias construções, árvores e plantações que iam até além de onde eu conseguia enxergar. Era triste pensar em como um lugar bonito como aquele era governado por gente corrupta, que apoiavam a escravidão e forçavam pessoas como as que tínhamos ajudado a trabalhar contra a própria vontade. E o mais triste de tudo era pensar no quão comum isso era. O mundo tinha chegado num ponto em que escravizar as pessoas era algo corriqueiro.

"Bem, é por coisas como essa que nós lutamos pra mudar o mundo." Eu sorri, satisfeito. Alabasta era a prova de que se nos esforçássemos bastante, conseguiríamos mudar as coisas para melhor. Missu também acabou me surpreendendo um pouco com toda aquela positividade, mesmo depois da confusão no vagão do Expresso Oceânico, e agora eu me sentia um pouco bobo por ter ficado tão preocupado. É verdade que não conseguimos salvar todo mundo e não escapamos ilesos, como pretendido. Mas eles estavam nos esperando, e mesmo assim, nós evitamos a sua emboscada e salvamos a grande maioria dos prisioneiros.

É claro que eu queria ter tido a chance de fazer melhor - nunca era agradável ver alguém morrer, e eu não conseguia deixar de pensar que se não tivéssemos nos metido, talvez aquele escravo ainda estivesse vivo, ainda que aprisionado. Mas eu me prometi não chorar mais pelo que já passou, e se alguém perdeu a vida naquele dia porque eu não fui forte o suficiente pra salvá-lo, então isso só significava que dali em diante, eu lutava por essa pessoa também. Ficaria ainda mais forte, pra que nunca mais acontecesse de novo.

- Você tem razão. Eles nos emboscaram e tudo mais, mas nós ainda vencemos e chutamos a bunda deles! - eu sorriria um pouco mais alegre agora, respondendo ao cumprimento de Missu ao bater o meu punho no dela. Dito isso, a situação para com os escravos não era exatamente a mais animadora, e eu não os culpava. Deviam ter passado por muita coisa até ali, e agora tinham que ouvir que nós não podíamos levá-los pra casa de imediato, e que não tínhamos como garantir a segurança deles no pior dos casos. Era de partir o coração imaginar o quão desesperados eles deviam estar por conta disso, e eu realmente queria dizer algo pra animá-los, de verdade...mas não tinha o dom pra esse tipo de coisa.

Com a aparição da mulher que estava presa com algemas de Kairouseki, eu assenti para o pedido de Elsa-san e fui até ela para que pudesse remover aquilo - o Kit de Lockpick mais uma vez se mostraria útil em lidar com o material que enfraquecia a nós usuários. - Eu imagino o quão desconfortável deve estar, só encostar um pouco nisso já deixa o meu corpo mole. - eu comentaria enquanto estivesse abrindo as algemas, olhando para a prisioneira. - Como se chama? - sorriria, amigável. Eu podia não ser o melhor inspirador de multidões, mas se conseguisse ao menos ajudar uma pessoa que fosse a se sentir melhor ali, era mais que o suficiente.

- Eu sei que depois do que eu disse, as coisas podem parecer bem...ruins, hehe. Eu não queria mentir pra vocês, dizendo que estavam seguros conosco, mas também não quero que se enganem. - eu diria a ela ao terminar de abrir as algemas, deixando que caíssem no chão, já que pegá-las não era exatamente uma boa ideia - Não é por não poder garantir a segurança de vocês, que significa que não vamos lutar por ela. Se chegar a isso, nós vamos fazer de tudo pra que fiquem a salvo, mesmo que isso nos coloque em perigo. É o nosso trabalho, afinal de contas. - sorriria, enfim. Esperava que com isso, a confiança dela em nós melhorasse um pouco, já que a situação ainda estava um pouco delicada no momento.

Coisa que talvez não fosse durar tanto assim, afinal, pois Elsa-san fez um belo discurso em resposta a algumas perguntas de um dos prisioneiros, chamado Gannicus. Com sorte, aquilo elevaria o moral de todo mundo, e deixaria as coisas mais fáceis pra nós. - Frisk! - eu ouvi Tidus-san me chamar, e ele logo explicou o motivo. Como já tínhamos chegado em Pindorama, precisávamos ligar para Mark, mas os Den Den Mushi não conseguiam se comunicar com o lado de fora da dimensão de bolso. - Tudo bem, aguenta aí.

Eu iria até ele, procurando um bom lugar pra abrir a porta. Por mais que não estivéssemos cercados de gente no mundo real, ainda era mais sensato abrir a passagem para o outro lado num canto pouco visível, pra o caso de alguém aparecer. Por isso, escolheria algum canto escondido por uma pedra ou árvore, abrindo uma Air Door pequena no ponto escolhido. E ali ficaria, próximo a ela, para que ela não se fechasse sozinha e acabasse cortando a ligação. Agora só podia torcer para que Mark tivesse boas notícias a respeito de Lampião e seu paradeiro, pois a segurança de todos ali dependia disso...

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