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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 2º Epic - Challenging Gods

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Kerigus
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Kerigus

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MensagemAssunto: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 5 EmptySeg 26 Mar 2018, 16:34

Relembrando a primeira mensagem :

2º Epic - Challenging Gods

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Revolucionários Raymond King Walker, Tidus Belmont, Frisk Dreemurr e Elsa Volkerball. A qual não possui narrador definido.


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Ravenborn
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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 5 EmptySeg 30 Abr 2018, 22:42


2º EPIC — CHALLEGING GODS!

Dessa vez, Elsa-san tinha me pego verdadeiramente de surpresa. - Poço de Lázaro... - eu repeti as palavras, a atenção completamente fixada na explicação que ela ia dando, sobre como o líquido tinha vindo de uma ilhada chamada Terralegre na quinta rota, sobre a sua capacidade de curar toda e qualquer doença, e, principalmente, sobre como um cientista o tinha usado pra fabricar uma droga.

Bem, a parte interessante não era a criação da droga em si ou o efeito alucinógeno estranho que fazia as pessoas rirem, mas a parte que vinha depois: resistência à dor e aumento de força. Eu sabia que essas coisas traziam consigo efeitos colaterais bem ruins, na maioria das vezes, mas não pude deixar de imaginar no quão útil isso poderia ser numa luta difícil. Se nós tivéssemos algo do tipo em mãos quando lutamos contra Aard, por exemplo, talvez as coisas não tivessem sido tão complicadas.

- Acho que eu acabei de arrumar um motivo pra visitar essa tal de Terralegre... - não conseguia esconder o fascínio no olhar quando fitava o frasco. Queria saber um pouco mais sobre como o poço funcionava, mas teria de deixar isso pra outra oportunidade: se Elsa-san descobrisse algo com suas pesquisas, poderia perguntar pra ela a respeito depois. Durante o restante da viagem, eu me contentei em ajudar Elsa-san e Missu nos estudos sobre Farmácia, mais auxiliando com pormenores do que qualquer coisa, usando a mão esquerda nas tarefas de modo a continuar praticando com ela. Também tive tempo de dormir por algumas horas, já que a viagem foi relativamente longa, e após isso, nós enfim chegamos em Jaya.

Já no outro trem, porém, nós nos deparávamos com outro problema. - Urgh... - conseguia ouvir meu estômago roncar, e a fome certamente não deixava eu me sentir confortável. Isso logo se tornou tópico de discussão, e nós decidimos que tínhamos que arrumar um pouco de comida e água, pelo menos o suficiente até chegarmos em Pindorama. - Nós podermos ir buscar algumas coisinhas juntos então. - sorriria para Missu, levemente animado. - Vai ser como brincar de Ladrões Fantasmas. Mas antes, Tidus-san! - chamaria o Duque Azul, me aproximando - Se usar o Den Den Mushi sem uma ligação entre as dimensões, provavelmente não vai funcionar. Aqui. - diria, abrindo uma pequena porta circular ao lado do homem, próximo ao telefone, para servir de conexão entre os dois lados de modo que a chamada funcionasse.

Ficaria ao lado de Tidus-san até que a ligação terminasse pra manter a porta aberta, ou ela acabaria fechando sozinha, cedo demais. Então, quando Elsa-san falasse do vagão cheio de plantas no fundo do trem, eu assentiria e tomaria a mão de Missu. - Perfeito, vamos pegar alguma coisa e depois encontramos vocês. Eu trago pra você também quando acabarmos por lá, Tidus-san! - e com isso, eu iria junto da garota até algum dos vagões que estivesse carregado de mercadorias, e procuraria por água, comida, ou qualquer outra coisa que pudesse ser útil pra o grupo. - Achou algo? - perguntaria a Missu durante a procura, caso não estivesse encontrando nada. A diversão começaria quando achássemos o que íamos levar.

- Tá, vamos ver... - eu levaria uma das mãos ao queixo, pensando num plano. Não que precisássemos tanto de um, mas era mais divertido assim. - Como a Elsa-san disse, é mais seguro se você for, já que não tem uma recompensa e nem é conhecida como nós. Eu vou abrir uma porta pra você sair, e quando você estiver pronta pra voltar, é só dar o sinal. - eu faria um gesto, erguendo o punho direito até mais ou menos a altura da cabeça, e rindo logo em seguida, me divertindo com a ideia do "sinal secreto". E então, faria como o combinado, abrindo uma porta para que ela saísse e ficando de guarda, observando os vagões próximos pra ver se não havia ninguém se aproximando. Era quase como ser um ladrão profissional. - Hehehe...

Quando Missu fizesse o sinal, ou se eu visse alguém suspeito se aproximando por algum vagão próximo, eu iria até a garota - com urgência, no caso de vir alguém - e abriria uma porta para que ela voltasse à dimensão de bolso: - Vamos. - ajudaria-a com o que tivesse pra pegar e fecharia a porta, colocando-nos novamente na segurança da Air Door. - Missão completa! - sorriria radiante, caso desse tudo certo, e ergueria ambas as mãos abertas para que Missu batesse, numa comemoração. Com tudo pronto, enfim, seguiria junto com ela até o último vagão, para me encontrar com Elsa-san e Mindy.

Abriria outra porta pra deixar a dimensão esverdeada um vagão antes do vagão cheio de plantas, fora da vista de outras pessoas. Assim, se realmente houvesse alguém lá, com Elsa-san, não surgiríamos do ar de repente para quem quer que fosse. - Chegamos! - diria, trazendo comida e água. Aproveitaria pra comer e beber um pouco também, mas deixaria um pouco para o Duque Azul, já que ele não estava por ali. - É bem bonito aqui. - comentaria, observando todo aquele verde ao meu redor. Eu já devia estar enjoado da cor por causa da Air Door, mas não conseguia deixar de achar a natureza bela e interessante.

Já que estávamos ali mesmo, então, eu aproveitaria pra ajudar Elsa-san outra vez no que ela fosse fazer por ali, já que precisava fazer alguma coisa com o tempo livre até a próxima ilha de qualquer jeito. - O senhor quer também? - ofereceria um pouco do que tivéssemos trazido ao velhinho que estava por lá. Como antes, pra toda tarefa que fosse fazer, tentaria usar a mão esquerda de modo a continuar praticando com ela, e auxiliaria com os pormenores que pudesse durante os estudos da Rainha dos Espinhos. Chamaria Missu pra ajudar também, e aí quem sabe nós pudéssemos até nos divertir naquele meio tempo. Afinal, por que não?

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Wild Ragnar
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Wild Ragnar

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 5 EmptyQui 03 Maio 2018, 02:12


Agora que chegavam no novo trem, o grupo se via com um novo problema em mãos. Arranjar comida. Tidus era o primeiro a tocar no assunto pedindo a opnião dos outros e era Elsa que dava uma ideia. Usar Missu. Ouvindo a pergunta da mulher a menina acenava positivamente – Un! Logo após perder minha família ela me encontrou e desde então estive com ela. – Sua voz, apesar do conteúdo triste da frase, não demonstrava nenhum pesar e até mesmo tinha um sorriso leve no rosto ao se lembrar da mulher, e a forma com que ela a apoiora em seguir seu caminho.

- Sem problemas, ele abre as portas e eu pego comida hihi!! –
Sorrindo cheia de travessura ela olhava para Frisk que logo concordava com a ideia. Por terem entrado na locomotiva no vigésimo primeiro vagão, checaram os que viriam após esse primeiro, e apesar de não terem encontrado nenhum local com comida neles, no vigésimo quarto encontraram uma área vazia, tirando por diversos caixotes de madeira fechados. No vagão seguinte, o ultimo, estava o vagão arborizado.

Retornando ao vagão que estava vazio, Tidus pegava o den den mushi para ligar para Mark conforme o combinado, sem perceber que não conseguiria contata-lo por estar em uma dimensão diferente. Era Frisk, o usuário da doa doa, que percebia isso e o alertava, abrindo uma porta para que a transmissão funcionasse e a ligação fosse realizada. Já Elsa que não via motivos para estar ali também, sentia vontade de ir ao último vagão verificar as plantas que havia avistado na estufa e aproveitava a porta para voltar para a dimensão normal.

Com Mindy seguindo ela, apenas Tidus, Frisk e Missu permaneciam ali quando o Duque Azul fez a chamada, que após cerca de trinta segundos foi atendida por aquela voz envelhecida já familiar. – Mark na escuta.

- Isso é bom. Se eu estiver correto serão quatro dias de viajem, o que significa que até chegarem lá, a situação pode ter mudado drasticamente, quer seja para melhor ou pior. Se for o caso devo contata-los para avisar, então fiquem atentos a isso Major. – Dizia ele de forma séria e direta. Sem maiores delongas ele continuava. – Pindorama é uma ilha regida por uma dinastia desde seus primórdios, sendo o Imperador Dom Gilberto II o atual regente. Apesar de ter tomado posse recentemente e ser conhecido pelo gosto por bebida e livros, ele serviu a Guarda Nacional do local durante anos e é um excelente espadachim assim como atirador. É definitivamente um oponente forte por conta própria, mas raramente estará sem guardas poderosos próximos. No entanto não é ele o homem mais forte do Império, e sim o Coronel da Guarda, Aureliano Sá. Dizem ser o melhor espadachim da ilha. – Dando uma pausa para que Tidus assimilasse tudo, ele retomava. – Outro homem a se ficar atento é o capitão Marcos Tadeu, discípulo direto de Aureliano e o mais poderoso entre os capitães. Claro que isso não significa que algum capitão seja fraco, não os subestime.

- Pindorama é uma ilha na qual as atividades se concentram por todo litoral, onde o clima é agradável e os solos são férteis, lá são onde ficam as plantações de cana de açúcar, produto que rege a economia da região além da mão de obra escrava. Cidades e engenhos também são todos nesses locais, e existem dezessete macrorregiões. Cada uma delas tem um forte com soldados estacionados e é responsável por proteger uma certa quantidade de engenhos. A quantidade de soldados por forte costuma variar entre cento e cinquenta e setecentos. Apenas o forte Coronel Aureliano responsável pela macroregião do Paraguay e da capital do Imperio, a cidade Redentora, possui um contingente de dois mil homens. Enquanto isso cada engenho tem dezessete soldados fixos protegendo o local, e são cem engenhos ao todo na ilha. A quantidade total de soldados passa de dezesseis mil homens e nossos últimos dados constatam que a Guarda Nacional é composta por um coronel, dezoito capitães, cento e quarenta tenentes, cem sargentos e o resto são soldados rasos.


Mais uma vez o homem pausava, deixando o peso de suas palavras caírem nos ouvidos de seus subordinados. Ao retornar, agora a voz séria continha uma pontada de tristeza, e mais para o fim, após uma suspirada, algo mais difícil de ser identificado, talvez ferocidade. – Já a região do interior de Pindorama, apesar dos vários rios que também cortam o local, tem o solo seco e impróprio para a agricultura ou pecuária, além da temperatura elevada. É um local árido e apesar de ocupar grande parte da ilha, é a menos populosa, cheia de Vilas-Mortas, locais que a civilização não deu certo. Muitas bases dos cangaceiros estão nessas vilas, e o local onde Lampião está escondido agora é uma que se chamava Sylvia Ouaiecoup quando era habitada. Sigh... E vocês sabem quantos homens Lampião tinha sob seu comando antes da chegada do grupo de Caçadores? Pouco mais de dez mil. Desses, apenas três mil eram guerreiros. Além de mais cerca de novecentos homens infiltrados na região litorânea, o resto eram todos escravos que eles libertaram e por não terem condições de lutar, contribuíam da forma que podiam. Ainda assim Lampião conseguiu sete fortes. Desde a Macroregião da Paraíba até a de Porto Seguro, todos os fortes caíram em questão de três dias, as capitanias tiveram todos seus escravos libertos. Mais de quinze mil!! Como um tsunami, crescendo em números eles passariam por mais três captanias e chegariam ao Paraguay e a Capital!!!

Como se estivesse contando uma história repleta de glória, a voz do homem estava visivelmente alterada, até que como um balão que murchava, voltava ao tom sério e até mesmo tristonho. – Mas com a chegada de Ash e Dust, nem mesmo dez dias se passaram e as últimas notícias que recebi hoje é que apesar de não terem encontrado Lampião, o ultimo forte conquistado por ele que ainda resistia foi retomado, uma perseguição aos escravos libertos e cangaceiros teve início e calcula-se que ao todo apenas pouco mais de quatro mil pessoas tenham sobrevivido, estando escondidas pelo Cangaço e nas Vilas-Mortas tentando se reorganizar e resistir até a melhora de Lampião.

- Vocês entendem o que quero dizer com isso? – Após uma breve pausa, o homem fazia uma pergunta antes de prosseguir. – Com uma tripulação de dez pessoas, esses dois homens viraram todo o rumo da guerra. Nós não sabemos se a chegada deles foi apenas coincidência, ou algo a mais, mas certamente foi uma terrível surpresa, sigh. – Mais uma vez ele suspirava com pesar pelo rumo que os acontecimentos tinham tomado.

- Sim, sim. Sobre Ash, Dust e seu clã de caçadores. Nós não sabemos exatamente de onde eles vêm, mas faz pouco tempo desde que apareceram em Penumbra anunciando que iriam caçar todos piratas da quinta rota, inclusive o shichibukai Harrison Ross que de acordo com suas palavras não passa de um pirata com licença para cometer seus crimes. Aparentemente Ross enviou boa parte de suas forças para Chaos, e alguns dizem que ele mesmo estava lá esperando pelos dois, mas eles nunca apareceram. Ao invés eles apareceram foi em Pindorama durante a revolta de Lampião. Tsc. O motivo que eles deram é que tinham descoberto que a recompensa dele era maior que a de Gatsu Gokudera de Chaos e queriam encher os bolsos para se prepararem para a batalha contra Ross... no fim ainda tiveram a audácia de anunciar que perderam o interesse no Shichibukai porque descobriram que não receberiam nada se matassem ele, e desde que o homem não cruzasse seu caminho, só iriam capturar os subordinados dele que valessem algo!!

Obviamente exaltado, o coronel acabava de informar o que sabia sobre os caçadores. – O motivo que eles têm tanta audácia, e também que conseguiram derrotar Lampião imagino eu, é por ambos serem usuários de akuma no mi do tipo logia. Ash comeu a Gure Gure no mi, fruta das cinzas e Dust a Pauda Pauda no mi, a fruta do pó!

---

Enquanto Tidus falava no den den mushi e Frisk mantinha a air door aberta, Missu aproveitava para abrir alguns caixotes para verificar se algum continha comida, mas ao invés constatou que estavam repletos de garrafas de vinho de micqueot, charutos, quadros, roupas luxuosas, livros e outros itens variados que certamente valeriam uma boa fortuna, mas nada de comida.

- Ainda não. Só coisa de gente chique. – Respondeu a menina torcendo o nariz enquanto respondia Frisk. A verdade é que também estava empolgada, e sem pensar muito no que estava fazendo, pegou a mão do garoto e saiu correndo para a porta do próximo vagão. Como já sabiam o que tinha até o vigésimo primeiro, onde entraram ela não se conteve, arrastando Frisk com ela, sem perceber que ao afastar o menino da air door, só dava mais cinco segundos a Tidus para encerrar a ligação, ou então para saltar para fora da dimensão de bolso usando aquela porta pequena do tamanho de uma criança.

Por sorte não havia mais ninguém no vigésimo primeiro vagão, e no vigésimo haviam mais caixas, aparentemente eram apenas artigos de luxo mais uma vez. Enquanto ela revistava tudo, Frisk abria mais uma air door e adentrava, a fechando em seguida. Indo até a janela da porta para o próximo vagão, quando olhava para checar se alguém estaria vindo, o que o menino via no entanto era algo que certamente não esperaria.

Em um modelo similar a dos vagões dianteiros, esse também era separado em seis com um corredor no meio. Mas ao invés de cabines, o que ele via eram jaulas. Nessas jaulas ele podia ver como se fossem fantasmas diversas pessoas acorrentadas, a maioria humanas mas alguns minks e tritões estavam no meio. Acorrentadas e sujas, elas estavam esmagadas umas contra as outras praticamente, em um estado inumano. Cada jaula tinha ao menos quinze pessoas, um imenso contraste com as seis pessoas por cabine, ou até mesmo com os vagões ocupados por um pequeno grupo que também haviam em alguns trens.

No corredor dois homens se sentavam em banquinhos, cada um com cartas nas mãos e chicotes enrolados ao lado do corpo.

Atrás de si, com um grande sorriso no rosto, Missu começava a gargalhar e fazer o sinal prometido. Finalmente havia encontrado uma caixa cheia de frutas exóticas que pareciam saborosas e durariam os dias de viajem se soubessem usar bem.

---

Já Elsa havia saído logo que a primeira air door fora aberta, entrando no último vagão que era de fato uma estufa. Ao ver o velho e falar oi, esse erguia a cabeça parando de podar uma planta. Com um sorriso leve no rosto ele olhava para ela esperando que dissesse mais algo, e foi apenas quando a moça disse que tinha visto o lugar mais cedo, antes de embarcar, que ele ergueu uma sobrancelha em interesse. – Ooh?! Que interessante. Sim, pode-se dizer que sou o responsável aqui hek hek, e fico feliz de ver uma jovem se interessando pelo assunto. É realmente um local bem calmo, gosto de vir sempre que preciso colocar a cabeça no lugar e me acalmar.

Vendo que a moça continuava a conversa ele se erguia completamente, com as costas eretas e colocando os braços para trás enquanto contornava a planta que cuidava anteriormente visando se aproximar de Ás. – Sem problemas, sem problemas, hek hek. É sempre bom conversar sobre o tema, mesmo que seja ensinando. A dificuldade é sempre achar alguém que se interesse nas baboseiras desse velho eu hek hek.

Já próximo dela o senhorzinho via a moça pegar um livro e explicar sua situação. De forma quase que imperceptível um tipo de brilho afiado passava por seus olhos antes de desaparecerem. Havia durado menos de um segundo. – Oras, se há interesse de aprender, certamente há vontade de ensinar. Por que não? Hek hek!

Com tal fala e sua risada estranha no fim ele aceitava ajudar Elsa em seus estudos sobre botânica.
Off:
 

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 5 EmptySex 04 Maio 2018, 17:24


Ash and Dusty

Com exceção de Elsa e seu companheira que preferiram explorar o trem, todos os outros ficaram para ouvir o que Mark tinha a dizer. Com o auxílio de Frisk para fazer a ligação entre dimensões não demorou muito para começar a ouvir a voz do Coronel do outro lado da linha. - Entendido. - Respondia ao seu primeiro questionamento e permaneci em silêncio ouvindo o que realmente interessava. Inicialmente éramos contextualizados a respeito da situação da ilha, seu regente e principais forças. - “Coronel Aureliano?” - Arqueei uma das sobrancelhas ao ouvir seu nome e o título que ostentava. - “Melhor espadachim da ilha? Isso pode ser interessante.” - Já fazia algum tempo desde que tive a chance de medir minha habilidade na esgrima contra outro espadachim, não que fosse nosso objetivo primário enfrentar os líderes da guarda local, contudo a arte da espada parecia ser famosa naquela ilha diferente das outras por onde passei, talvez houvesse uma oportunidade ou outra de conhecer o estilo adotado na região.

Após nos atualizar a respeito dos principais nomes da ilha, Mark começou a nos contar como era a região em si, seu clima, economia, poderio militar o quão bem protegido eram as chamadas macrorregiões. - “De cento e cinquenta a setecentos homens armados? Além disso o forte de Paraguay com dois mil.” - Os números impressionavam, ainda mais tratando-se de uma guarda local que não possuía o apoio da marinha. - “Um total de de dezesseis mil homens...” - Engoli a seco, a quantidade de soldados bem treinados era assustador, talvez fosse tão bem guardado quanto os grandes quartéis da marinha, estávamos sendo literalmente enviados para a toca do leão para cutucá-lo e roubar sua presa. - “Outra missão suicida, que surpresa.” - Abri um leve sorriso no canto dos lábios e balancei a cabeça de leve, mais uma ilha e mais uma guerra desfavorável para travar.

O silêncio do coronel era finalmente quebrado, seu tom de voz era outro e transmitia um sentimento totalmente diferente como se aliviasse o peso de tudo que havia dito anteriormente, os feitos de um grande homem, de um herói. - “Ahn… Então é disso que o homem que foi cogitado para o posto de sub-general é capaz?” - Um feito histórico e digno de um figurão tinha de admitir, mas toda essa glória começou a ruir e desabar lentamente com a sequência da história. - “Ash e Dusty...” - A imagem de Lampião aos poucos era encoberta por duas sombras ainda maiores, uma dupla que foi capaz de dizimar um exército inteiro, quase como T.A.G.A.Y.A. foi capaz de fazer em Alabasta. - “Acho que chegamos ao ponto em que figurões como esses são mais comuns do que imaginei.” - Respirei fundo e fechei o punho livre com firmeza. - Perfeitamente, os adversários são podersos e os números desfavoráveis, essa operação vai demandar mais cautela do que força bruta. -  Respondia ao seu questionamento com um tom firme e confiante.

Por fim nos era passado algumas informações a respeito do grupo de caçadores que contava com mais dez integrantes e o seu objetivo primário. - “Caçar todos os piratas da quinta rota?” - Franzi as sobrancelhas um pouco curioso, por qual motivo alguém teria um objetivo tão específico? Piratas da quinta rota? Existia um motivo maior por trás disso? Algum tipo de dominação territorial? Era dificil dizer, já que aparentemente só estavam atrás do dinheiro uma vez que perderam o interesse no Shichibukai. - “Espera um pouco… Ross? Este não é o mesmo Shichibukai que tinha capturado Elsa e que culminou em nossa missão de resgate?” - Não era exatamente algo relevante para o caso atual, mas aquela informação me fazia lembrar das palavras que a revolucionária disse pouco antes de deixarmos Alabasta. - “Agora entendo seus motivos para vir a quinta rota.” -  Balancei a cabeça e continuei prestando atenção nas palavras de Mark que parecia exaltado ao mencionar a derrota de Lampião. - Usuários de Logia? - Indaguei, um pouco receoso e ao mesmo tempo curioso. - “Se me lembro bem é aquele tipo de Akuma que Ray, Elsa e a garota Neon de Cactus Island usam.” - Levei a mão até o queixo, pensativo. - Esse tipo de Akuma no Mi é sempre um problema de lidar, mas... O pirata, Aard, parecia saber muito bem como lidar com isso. - Memórias da batalha passada passavam com flash diante aos meus olhos até que me lembrei de algo importante. - Aquele poder, Haki, existe alguém que possa nos ensinar isso entre os homens de Lampião? Se me lembro bem a única forma de combater usuários desse tipo de fruto é com essa habilidade, a mesma que Frisk aprendeu com Anutops em Alabasta. - A essa altura vi Frisk saindo em busca de alimento com Missu, rapidamente peguei minhas coisas e joguei para o lado de fora. - Tsc, só um segundo, Coronel. - Avisava ao meu superior enquanto colocava minhas coisas do lado de fora e me espremia para passar pela porta.

Já do lado de fora voltaria a ficar de pé e continuaria a transmissão. - Retomando o que estava dizendo. Se vamos enfrentar usuários desse tipo vamos precisar do Haki, caso contrário também teremos problemas em lidar com eles. - Um pedido talvez tardio, mas se tinhamos a vantagem de saber do poder de nossos adversários por que não nos preparar? Independente da resposta que obtivesse finalizaria a ligação caso não houvesse mais nada a ser dito e permaneceria naquele mesmo vagão onde estava já que teoricamente seria nosso local de encontro. - “Certo, quando Elsa voltar terei de explicar a situação a ela e Frisk deve voltar em breve com alguma coisa.” - Com tudo resolvido só restava esperar, tendo isso em mente arrumaria minhas coisas em um canto e aguardaria. Se quando Frisk voltasse fossemos para dentro da dimensão da Doa Doa, lembraria de deixar o Den Den Mushi do lado de fora em um local discreto e que estivesse visivel do lado de dentro, pois assim Mark conseguiria no ligar e eu só precisaria pedir para Frisk abrir uma porta para apalha-lo.

Uma luta difícil nos aguardava em Pindorama, talvez a mais difícil que já tivemos até então e precisavamos estar prontos, para começar meu corpo já estava curado dos ferimentos causados pelo pirata, mas eu não podia continuar o mesmo se quisesse que o resultado fosse diferente desta vez. - "Acabei relaxando quando obtive o poder do diabo." - Sim, desde Cactus Island estava dependendo muito de um poder artificial e isso não era certo, precisava continuar me aprimorando tanto mentalmente quanto fisicamente. Aproveitaria os dias de viagem que teriamos pela frante para treinar,  tiraria a camisa e a deixaria perto da bainha de espadas e começaria a me exercitar, começaria com um simples aquecimento com polichinelos e agachamentos e avançaria para exercícios mais avançados como abdominais, flexões e barra - se houvesse alguma para me pendurar, caso contrário cravaria duas espadas em uma das laterais para usar o cabo de apoio, após os treinos físicos tiraria um tempo para meditar e assim seria minha rotina nos dias de viagem até Pindorama, lembrando sempre de descansar e de me alimentar também.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 5 EmptySab 05 Maio 2018, 11:15



2º EPIC — CHALLEGING GODS!

Enquanto Missu procurava por alguma coisa para comer nas várias caixas daquele vagão, eu me aproveitei da furtividade da Air Door para vigiar os vagões próximos. Desse jeito, se alguém viesse chegando, eu teria como tirá-la dali antes que algo desse errado. O que eu não esperava, no entanto, era me deparar com várias jaulas e algumas várias dezenas de pessoas presas, apertadas de maneira nada confortável. - ...!? - eu levei a mão à boca, em surpresa. O que estavam fazendo ali? Eram prisioneiros? Escravos?

Havia também dois homens no vagão, que eu supus serem os carcereiros. Era difícil ignorar aquilo, mas eu não podia agir sem ter noção do que exatamente estava acontecendo. Além disso, Missu parecia ter encontrado alguma coisa, então o melhor a se fazer era tirá-la logo dali pra evitar que acontecesse alguma coisa. - Ooh, frutas. E tem bastante, também. Vai servir. - sorriria pra garota ao abrir uma porta para que ela entrasse, ajudando-a a trazer os alimentos caso precisasse. - Mas agora nós temos um problema maior. - explicaria, apontando para o vagão com as jaulas, levando-a até lá. - Pode ser que sejam criminosos e piratas presos, mas pelas condições e quantidade...eu chutaria que são escravos. Pindorama é escravocrata, então talvez estejam levando-os pra lá. - e se fosse realmente o caso, eu não podia deixar passar.

Por enquanto, porém, manteria a calma. Respirando fundo, olharia para Missu, tentando decidir no que fazer. - Sem pressa, primeiro vamos levar essas frutas pro pessoal e explicar a situação. É melhor resolver isso com todos juntos, e de barriga cheia. - brincaria, sorrindo, e seguiria junto com a garota até onde Tidus-san estivesse, primeiro, já que ele era o que estava mais próximo. Chegando lá, abriria uma outra porta pequena, o suficiente para que eu e Missu saíssemos de dentro da dimensão esverdeada, um de cada vez. Sorriria para o Duque Azul. - Trouxemos comida. - mostraria as frutas exóticas que a garota tinha conseguido, finalmente pegando uma para comer um pouco. Era muito bom matar a fome.

Mas ainda tínhamos problemas a resolver. - Taidush-shan... - diria, ainda mastigando. Depois de engolir o restante da fruta, continuaria: - Preciso que você venha com a gente até onde Elsa-san está. Vamos levar algumas frutas pra ela também, e lá eu explico a situação. É importante. - frisaria a última parte. No nosso caminho até o último vagão, Chara puxaria um pouco de conversa. "Tem muitos lá, não dá pra simplesmente esconder todo mundo mesmo que consigamos tirá-los daquelas jaulas. Isso é...não desse lado." Eu quase podia vê-lo sorrindo ao pensar naquilo. Sim, fazia sentido: se eles fossem mesmo escravos e eu quisesse tirá-los dali, teria de esconder todos na dimensão de bolso, pelo menos até deixarmos o trem.

Quando chegássemos no vagão arborizado, vindo pela dimensão normal, eu procuraria por Elsa-san rapidamente com o olhar, antes de acenar pra ela. - Nós trouxemos comida! - diria, chamando sua atenção. Mostraria outra vez a caixa com as frutas, e agora, ofereceria um pouco também ao velhinho que estava junto a ela. - O senhor quer uma? - ele parecia ser alguém amigável, pela aparência, mas eu não baixaria demais a guarda. Sempre havia a chance de sermos descobertos por conta dos cartazes, então eu ficaria pronto pra proteger Missu no menor sinal de hostilidade por parte do velho, levando-a pra longe.

- Preciso falar de algo urgente com vocês. - diria, olhando para Elsa-san, e então me voltaria para o senhor ao seu lado - Se importa se eu pegar ela emprestada por um momentinho? - sorriria, amistoso. Ao menos nessas horas, podia contar com minha aparência pra não levantar suspeitas. Feito isso, iria até um canto mais afastado do vagão, e explicaria a situação, falando sobre as jaulas cheias de gente e dos dois carcereiros. - Não sei se são escravos ou não, mas se quisermos tirá-los de lá, posso esconder todos na dimensão de bolso até chegarmos em Pindorama. O que vocês acham que a gente devia fazer? - manteria o tom de voz sempre baixo. Agora era esperar e ver a resposta do restante do pessoal.

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 5 EmptyTer 08 Maio 2018, 12:52

Era ótimo poder usufruir um pouco de tempo, melhor ainda conseguir ajuda para algo de um completo estranho. A simpatia do velho não se limitava ao seu semblante e era de fato genuína a partir de suas palavras. – Muito obrigada! – sorria em sinal de gratidão enquanto procurava um local limpo e com espaço para que pudesse por o livro ou até mesmo me sentar, fazia um sinal para Mindy chamando-a para perto. – Venha, vai ser divertido. – na ocasião já novamente prendia o cabelo em um coque para que não me atrapalhasse em algum momento e com tudo pronto era o momento de dedicar-me inteiramente ao aprendizado de Botânica.

Após terminar de repassar as últimas páginas e anotar as últimas observações, alternando de forma natural um espreguiçar reconfortante, embora o cansaço pela quantidade de coisas que havia aprendido e tentado fazer não me sentia mal por aquilo, mas sim o completo oposto. – Com isso posso começar a realizar tratamentos mais naturais em nossos companheiros, usar a efetividade destas milhares de plantas será algo bem mais gratificante! – suspirava em alívio, mas também sentia a fome bater com força cada centímetro do meu corpo como em um arrepio. Mas a vinda de Frisk era um real alento para o desejo insaciável e a caixa de frutas era tão mais bem recebida que o próprio garoto. – Ahhh eu estou faminta! – a voz trazia o tom do alívio enquanto relaxava os ombros antes de seguir a passos rápidos até a caixa.

Procuraria as frutas com mais caldo, comendo-as com grande avidez, degustando com total prazer cada textura e sabor delas. Ali talvez demonstrasse até certa gula em comer mais de uma rapidamente, mas após um bom punhado de mordidas seguia Frisk em oferecer ao velho frutas tão delícias. – Eu comeria, elas estão divinas! – dizia de forma lenta pela boca cheia, mas não perdia tempo em esperar por uma resposta e já levava até ele uma maçã e pêssegos. – Encare como um agradecimento pelo tempo disponibilizado e não, não vou aceitar uma recusa! – gesticulava abertamente antes de o jovem revolucionário pedir para falar comigo em particular, um gesto simples, mas que levantava certo estranhamento da minha parte, pois apesar do pouco tempo de convívio, podia imaginar que havia algo o incomodando.

Sabe como é essa tal de puberdade né? Adolescentes são complicados, ele deve ter brigado com a namorada! –
dizia em tom de brincadeira. – Com licença e, por favor, se sentir fome pode se servir de mais frutas! – assim me afastaria do senhor para ir com o rapaz para nossa conversa. – O que foi que aconteceu? – dizia entre um mastigar ou outro, ainda carregando uns dois pêssegos nas mãos. Ouvia tudo sobre os escravos com atenção, olhos fixos e expressão serena até a última palavra do rapaz, somente quando ele terminou que reagi em resposta, primeiramente coçando a cabeça em meio ao suspiro de alívio por ter terminado a fruta que mastigava. – Vamos mudar a perspectiva. O que você faria se a decisão fosse sua? – aguardaria alguns segundos para só então voltar a falar. – Salvá-los é uma decisão óbvia da sua parte e acho que todos podem tecer essa mesma linha de raciocínio, mas e depois?

Todos eles provavelmente não são naturais da quinta rota, libertá-los em Pindorama irá salvá-los mesmo? A Quinta Rota é regida por um shichibukai que lucra com a escravidão, onde a maioria das ilhas é regida ou se beneficia com estas coisas e ainda sim, no momento atual salvá-los e garantir sua segurança dentro da Doa Doa até Pindorama só fará isso, segurança temporária. A partir de Pindorama ou eles se arriscam numa fuga onde serão caçadas, novamente escravizados senão mortos, ou , eles poderão ser tocados por nossas ações e decidirem lutar ao nosso lado por uma luta que eles talvez não tenham interesse, em ambas eles estão fadados a uma possível morte, então Frisk. Já que é óbvio que nosso intuito é de salvá-los, não seria justo ao menos darmos a eles uma direção segura? – antes que o rapaz respondesse, perguntava em alto e bom tom para o velho. – Me desculpe, mas quanto tempo falta para o ponto final? – gostaria de saber o tempo que nos restava para então voltar a conversa com os demais, onde colocaria um pêssego inteiro na boca do garoto assim que ele fosse responder. – Não vá ao impulso. Pense primeiro, temos tempo para preparar alguma coisa e você obviamente, avisar Tidus, embora ele deva ficar receoso de chamar a atenção. – sorriria, mordiscando o outro pêssego que carregava.

Irei permanecer aqui, enquanto você pensa, mas se quer uma dica. Eu verificaria com Mark se há alguma base revolucionária na Quinta Rota, onde essas pessoas poderiam ser acolhidas e reenviadas para sua terra natal. – piscava com um dos olhos, retirando uma das senbons, fazendo-a dançar pelos meus dedos antes de entregar a Frisk. – Leve com você, se a decisão for de salvar, é bom chamarmos pouca atenção, agulhas serão essenciais. – ria, antes de afastar-me e voltar para perto do homem. – Fique atenta, vamos agir em breve. Com ou sem base revolucionária próxima é nosso dever salvar essas pessoas. – diria em um sussurro para Mindy, antes de voltar a falar com o velho. – Desculpe, mas acho que o senhor não me falou seu nome. Acho que vou lhe fazer companhia por mais alguns minutos se não se importar. – soltava o coque, deixando a trança de cabelo livre. – Viagem de trabalho?



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~The winter has come
The blood and soul has aceepted their fate
The young viper, now mature, put their children in the hunt
They want to hunt by your lead
Their dreams, liberty and fate
Winter calls with your voice and only the phalanx can survive it!~


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Última edição por Volker em Seg 23 Jul 2018, 15:08, editado 2 vez(es)
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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 5 EmptySab 12 Maio 2018, 01:13



- Sim, e aparentemente sabem explorar bem seus poderes. – Respondia Mark. – Aard? Sim, eu soube do confronto de vocês e fui atualizado sobre a evolução de cada um, e tenho que dizer que estou muito satisfeito. Além disso um especialista já foi despachado para analisar o caso e cuidar de Raymond. Mas infelizmente eu estava contando com ele e com o jovem Frisk, para ferirem esses dois já que Victoria disse que eles aprenderam o haki do armamento. Com Ray fora de cena, a não ser que consigam pensar em mais algo, essa parte vai cair sobre ele já que apesar de saber usar ambos os hakis, Lampião não era mestre em nenhum e dificilmente seria capaz de ensinar alguém, sigh. Sinto muito. – A voz do homem emitia um certo pesar em informar isso, pois ele também sabia que as coisas seriam mais fáceis se a red legion dominasse tal habilidade.

- Dos dois, Dust tem um domínio muito bom sobre o haki da observação, enquanto Ash tem sobre o armamento. Quando combinados com suas habilidades de akuma... bom, tenham cuidado e boa sorte Duque Azul, estamos contando com vocês! - Com isso ele desligava e saía de linha.

Pensativo, Tidus tirava a camisa e começava a fazer algo que não fazia a tempos. Praticar com a espada.

---

Já Frisk havia acabado de abrir uma porta para Missu entrar e explicado a situação imprevisível a ela. Ao ouvir o que ele dizia e ver pelo vidro da porta as condições dos escravos, o sorriso que ela tinha desaparecia, enquanto ela franzia testa. – Olha o estado que eles estão Frisk. A gente viu tanta coisa luxuosa nas caixas, tanta coisa cara que vai custar tanto dinheiro para quem comprar. Até mesmo essas frutas. Mas eles no entanto, não tem nada, nem mesmo suas liberdades. Tratados como objetos, alguns ainda mais baratos que essas coisas. – Dizia ela com uma voz que carregava seriedade, tristeza, e até mesmo raiva. – Eu cresci vendo pessoas nessas condições, e isso é errado!! A gente tem que fazer alguma coisa!! – Ela “batia” no vidro, mas nenhum som era emitido pois de fato não tinha encostado nele. Sua mão havia sido repelida antes que pudesse. Olhando para o anjo caído, sua expressão mostrava o que queria, que eles fossem salva-los logo, mas ao ouvir a resposta dele, apesar de estar claramente relutante, concordou com a cabeça.

Mesmo que Frisk estivesse sorrindo e tentando aliviar o clima, ela havia se calado. Para atravessar as portas dos vagões o menino precisava abrir uma air door e sair da dimensão de bolso, para só após passar pelas pelas portas poder retornar a ela, ou talvez fosse até mais prático se mover fora da dimensão já que sabia que o caminho de volta estava limpo.

Quando encontrou Tidus treinando fora da dimensão de bolso após uma saída apressada dela mais cedo, o jovem lhe mostrava as frutas exóticas, mas também o chamava para ir ao encontro de Elsa afirmando ter algo de importante para contar.

---

- É... eu acho que não... – Respondia Mindy ao ouvir o convite de Elsa. Divertido?! Olhando para sua companheira, a mulher pensava que precisava mostrar o que diversão realmente significava, isso é, desse que estivessem sozinhas, sem olhos alheios para a julgar. – Eu vou olhar algumas flores bonitas e talvez descansar um pouco. – Completava se afastando um pouco lentamente.

Enquanto fazia seu aprendizado, a porta do local abria o que fazia com que o velho desviasse seu olhar para os recém chegados por uns instantes, onde novamente um brilho afiado passava ali antes de desaparecer e retornar a ensinar, e não foi até ter encerrado que acompanhou Elsa até eles.

---

Uma vez que entraram na estufa, Mindy logo veio encontra-los, e vendo as frutas com Frisk e Missu pareceu realmente aliviada, mas no momento que viu Frisk acenar para Elsa e abrir a boca, logo o cortou. – Ele está a ensinar ela um pouco sobre botânica. É melhor não interrompe-los.

Sem dizer mais ela começava a se alimentar também, se maravilhando com a doçura e sustança dos frutos, mas sem tecer comentários a respeito. Sem terem muito o que fazer, eles eram forçados a esperar ali enquanto o aprendizado ocorria, e durante esse tempo o trem dava partida, deixando para trás Jaya e seguindo em direção a imensidão azul.

O tempo passava, e logo dez horas haviam transcorrido. Madrugada chegava, era uma da manhã. Mindy e Missu já tinham a muito tempo recostado em um local, e quem olhasse agora, veria que ambas tinham pego no sono em algum ponto.

Com o aprendizado finalmente encerrado, o velho ria sem jeito – Sinto muito faze-la passar fome por tanto tempo hek hek, é que é realmente difícil achar uma boa aluna e eu acho que me empolguei um pouco. – Coçando a cabeça, ele andava com ela até o grupo.

- Ter companheiros é bom. E esses são bem fiéis pelo visto, preferiram esperar todo esse tempo aqui do que ficarem no conforto de sua cabine. – Com um olhar de lado para ela o homem respondia com uma pitada quase imperceptível de ironia.

- Ohh, claro que aceito. Afinal esses ossos velhos também precisam se manter em pé de alguma forma. Vejamos o que você tem aqui. – De forma simpática ele aceitava a oferta e começava a olhar as diferentes frutas, nomeando uma a uma. – Kino, é rico em vitamina C, importante para o sistema imunológico; Cherimoia, é muito saborosa; Granadilho contém vitamina A; fitoquímicos, que agem na redução do colesterol; e uma quantidade significativa de fibras solúveis, importantes no controle do diabetes e embora tenha pouca polpa, as sementes são comestíveis; Abiu! Quanto tempo que não via essa! Ela também é rica em vitamina A, cálcio e fósforo. A polpa, bem carnuda, tem sabor doce com fundo azedinho. É essa que escolho hek hek.

Ele parecia disposto a continuar nomeando as outras frutas ali presentes, mas ao ouvir o pedido de Frisk, apenas deu uma risada alta – HEK HEK HEK! Certo, certo, desculpem, sei que tem coisas importantes para tratar, mas se aceitam o conselho de um velho, apenas alertem a administração da sua presença quando for tarde demais para fazerem algo a respeito. – Com uma piscadela ele se abaixava para pegar mais uma fruta e em seguia voltava para frente da mesma planta que Elsa o encontrara cuidando mais cedo. Pegando uma tesoura de jardinagem, ele começava a poda-la.

- E pensar que em quatro dias conseguimos nos mover de uma ilha a outra, atravessando rotas nesses dias de hoje... jamais imaginaria isso na minha juventude... – Era quase como um suspiro, mas todos presentes e acordados no vagão conseguiam ouvi-lo. E o mais intrigante é que esse “suspiro” soava no instante antes de Elsa pergunta-lo sobre o tempo que faltava.

- Ahh faltam, três dias, doze horas e trinta e oito minutos até o trem estacionar na próxima estação hek hek. Um mero piscar de olhos hek hek. – Sem nem mesmo erguer a cabeça ele respondia, entretido no que estava fazendo.

Quando Elsa retornava ao seu lado anunciando que gostaria de permanecer ali e perguntando seu nome, ele a olhava com um riso similar ao riso que se dá a um cumplice, quando vocês dois são os únicos que sabem de algo. – Uma jovem muito impressionante, parabéns senhorita Ás. Meu nome? Vamos ver... se eu quisesse inventar um acho que Cope seria legal. Ou talvez Valete hek hek. Mas como não tenho motivos para isso pode me chamar de Dormaru, Dormaru Aramath. – No momento em que ele pronunciava seu nome, era como se o velho simpático e de aparência frágil tivesse sumido, e em seu lugar estava um general imponente, ou até mesmo um rei. Uma aura opressiva aparecia no vagão, fazendo todos se sentirem um pouco tontos, mas em seguida desaparecia, e lá estava ele novamente, o velhinho simpático de sempre. - Trabalho? Hek hek, não não. Me aposentei a pouco tempo e senti que precisava espairecer, olhar as coisas de uma certa distância. Acabei fazendo um tour pelas ilhas da Grand Line hek hek, e agora estou retornando para casa...

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 5 EmptySab 12 Maio 2018, 22:10


Ally or Enemy?

A resposta de Mark a respeito do meu questionamento sobre um possível mestre em Haki na ilha foi desanimadora mas de certa forma já esperava por essa resposta dado o resultado da batalha. - Entendo. - Comentei tentando esconder o desapontamento. Na sequência era informado que a dupla também era capaz de utilizar o Haki - provavelmente os dois, mas cada um possuía sua especialidade. - “Usuários de Logia e Haki, é, acho que realmente nada é tão ruim que não possa piorar.” - A essa altura já havia ficado bem claro o motivo de alguém tão poderoso quanto Lampião ter sucumbido. - Certo, faremos o nosso melhor para salvar essas pessoas, cada uma delas! -  Disse com convicção, por mais que a muralha a nossa frente fosse enorme tinhamos de dar um jeito de supera-la.

Com o fim da transmissão tudo que me restava era esperar, mas não esperar de braços cruzados, precisava me manter em forma se quisesse ter alguma chance na batalha que estava por vir. – “O que aconteceu em Alabasta... Não vou permitir que se repita!” – Fechei o punho esquerdo com firmeza em volta do cabo da minha espada, lembranças das minhas batalhas em Alabasta mostravam-me todos os meus erros em sequência, desde em minha imprudência em subestimar os agentes ao massacre de Aard. – “Mais rápido.” – Meus braços avançavam e retornavam rapidamente com a espada em punho. – “Mais firme.” – Movimentos verticais, diagonais e horizontais rasgavam o ar. – “Mais preciso.” – Meus pés se moviam de um lado para o outro enquanto alternava golpes no ar, tentando visualizar a movimentação de meus antigos adversários e supera-los, em outras palavras estava tentando assimilar toda experiemcia que havia adquirido até então.

Em determinado momento durante o treinamento uma figura familiar surgiu carregando algumas coisas. – Frisk? – Meu braço parou em linha reta alinhado com a lamina da minha espada enquanto olhava curioso para o garoto. – Ho... - Arregalei os olhos ao perceber que aquilo que o garoto carregava era na verdade comida! Frutas para ser mais especifico, mas quem ligava para o que era? A essa altura provavelmente comeria até um animal vivo! – Você realmente encontro! Incrivel. -  Recolhi minha espada, vesti a camisa e apanhei uma das frutas que não demorava em dar uma bela mordida. Enquanto matava a fome com as frutas que o garoto tinha encontrado o mesmo pediu para que fosse com ele ao encontro de Elsa, a primeiro momento não entendi muito bem o motivo, porém de qualquer forma precisava repassar as informações que recebi de Mark com todos e essa seria uma boa oportunidade para isso. – Certo, eu também preciso falar com vocês. – Recolhi meus pertences e fui logo atrás do rapaz.

Alcançando o vagão onde a garota estava foi de certa forma uma surpresa ver que ela estava acompanhada. – “Somos procurados além de invasores e ela está conversando com um desconhecido?” – Arqueei uma das sobrancelhas e dei um leve riso antes de dar outra mordida na fruta. Em respeito ao senhor que estava com Volkerball e Mindy levantei a mão direita e acenei mantendo um sorriso amigavel. – “A essa altura tanto faz.” – Me aproximei um pouco mais do garoto para esperar Elsa se aproximar. Frisk começou a explicar o que tinha encontrado no trem além de comida. – “Então eles transportam escravos em um trem comum como se não fosse nada? Tsc... Desgraçados que se acham intocáveis.” – Minhas mãos apertaram os bíceps onde antes apenas repousavam. Após Frisk nos explicar a situação Elsa expôs o seu ponto de vista a respeito da situação e por mais que fosse cruel ela estava correta, solta-los agora iria realmente salva-los? Era um assunto delicado, contudo nesse momento lembrei do que Mark havia me dito e sobre a resistência que Lampião liderava em Pindorama.

- Elsa está certa. – Comentei ao fim da explicação da mulher. – Mas eu tenho uma ideia do que podemos fazer, na verdade isso pode ser de grande ajuda. – Esbocei um leve sorriso e comecei a explicar tudo o que Mark havia me dito anteriormente, os numeros do  império de Dom Gilberto, os feitos de Lampião e o perigo que Dusty e Ash representavam. – Então basicamente é isso, Lampião resgatava os escravos e os acolhia em seus esconderijos espalhados ao longo dos fortes que conquistou, contudo a situação atual não é tão boa assim e aparentemente os esconderijos estão limitados as vilas-mortas. Com as baixas que ele teve em seu ultimo embate é provável que essas pessoas possam nos ajudar em algo assim como os escravos que ele libertava o ajudava, se tudo der certo em Pindorama e conseguirmos retomar o controle ela será uma zona fora do controle de Ross e da monarquia onde essas pessoas vão poder reconstruir suas vidas ou retornar a suas terras, se é que algum deles ainda tem para onde voltar... – Suspirei fundo, dando tempo para que pudessem absorver as informações. – Na situação em que estamos não podemos simplesmente solta-los e prometer a liberdade, essa pode ser uma viagem sem volta até mesmo para nós, então tudo que podemos fazer é oferecer uma escolha a eles, lutar por suas vidas ou aceitar o destino como escravos. - Era frustrante mas essa era a a realidade, não estávamos em posição de oferecer salvação, mas podíamos lhes oferecer um pouco de esperança.

O comentário do velho pouco antes iniciava a contagem regressiva. – Temos três dias e meio... Podemos aproveitar o ultimo dia para fazer isso. De toda forma usem esse tempo com sabedoria, provavelmente encontraremos em combate contra a dupla de caçadores cedo ou tarde e ambos são usuários de Akuma do tipo Logia e bons no uso do Haki. Como Frisk é o único entre nós que é capaz de usar o Haki do Armamento isso pode dificultar as coisas. – Era difícil esconder a preocupação, mas recuar estava fora de cogitação e eu precisava me manter firme. – Acho que devia ter treinado com Anutops também. – Cocei a cabeça um pouco sem jeito e abri um leve sorriso, tentando mudar o astral pesado.

Não muito tempo depois de nossa pequena reunião Elsa foi ao encontro do senhor das plantas de novo, a verdade era que por mais que ainda tivemos algum tempo, não tínhamos muitos recursos para gasta-lo corretamente. Enquanto tentava pensar em alguma coisa fiquei por perto ouvindo algumas palavras soltar que a dupla conversava ali perto e entre as palavras uma chamou minha atenção. – “Amarath?” – Franzi as sobrancelhas, por algum motivo sentia que já tinha ouvido aquele nome em algum lugar, mas a pergunta era: onde? Antes que pudesse pensar muito no assunto uma enorme pressão tomou conta de todo o ambiante, meu corpo tremeu por inteiro, sentia como se estivesse sendo esmagado por uma força invisível, até mesmo minha respiração fugiu do controle como se uma mão estivesse pressionando meus pulmões. – “Essa sensação...” – Arregalei os olhos espantado, era como daquela vez em Little Garden. – Hao... Haoshoku... ? – Murmurei com uma voz falha, aquela pressão era muito mais forte do que a que Ray soltou na ilha dos Zanshis, mas com certa era a mesma, a determinação do rei.

Durou apenas alguns segundos e logo meus pulmões encheram-se de ar novamente. – Aaarr... – Puxei ar com força como se estivesse emergindo do fundo do mar, contudo ainda sentia meu corpo tremendo, aquele nome, aquele poder... – Esse homem... – Dei um passo para trás, talvez fosse o instinto me dizendo que ele era perigoso. – Dom me contou histórias, histórias sobre grandes marinheiros que expressam o real significado da palavra poder. – Engoli a seco e permaneci no mesmo local onde estava anteriormente. – Schuur, Fameri... Amarath...  – Respirei fundo e virei minha cabeça na direção de Frisk e Missu com um olhar tremulo. - Fique preparado. -  Sussurei, não tinha como ter certeza se aquele era o mesmo homem das histórias, afinal de contas era apenas um nome, mas se fosse... Bem, talvez sequer tivéssemos a chance de conhecer Lampião.

Antes de tentar dizer ou fazer alguma coisa ativei meu Haki da Observação, ele possuía mais utilidade do que apenas combate, me ajudaria a sentir e ler a aura daquele homem. – Isso de agora... – Olharia diretamente para o velho. – Foi a determinação do rei, o Haki do Rei, não é? – Questionaria a origem do seu poder. – Eu já senti isso antes, não de forma tão intensa, mas com certeza é o mesmo. – Deixaria escapar um sorriso, não sabia bem o motivo, talvez de nervoso? O que eu podia fazer diante a aquela muralha além de rir? - Hrum... Um dos poderes mais raros do mundo e tenho em minha frente dois usuários, quais são as chances? Hahahaha. – Alterei o olhar entre Elsa e Dormaru. – Por mais que não tenha sentido nada vindo de você ainda. – Travei olhar na jovem dos cabelos prateados. – Hehe... Você provavelmente também é capaz de ler nossas auras, entendo, foi assim que comentou sobre as horas pouco antes de Elsa perguntar as horas, o Kenbunshoku é realmente assustador. – Já sequer sabia o motivo de estar dizendo tudo aquilo, eram como pensamentos que em vez de ficar apenas na cabeça estavam escapando entre os lábios, podia ser efeito do nervoso que não me deixava ficar quieto, era difícil dizer já que era a primeira vez que me sentia assim. – O que eu não entendi ainda é por quê? Digo, você sabe quem somos e porque estamos aqui, não é? – Mantive uma postura apreensiva, no fundo estava tentando jogar verde e com o uso do Haki talvez pudesse descobrir se ele era relmente quem achava que era, se estivesse errado ele só acharia que sou um louco qualquer. Por mais que pudesse sentir um abismo entre nós, meu corpo não se rendia, se houvesse um avanço hostil daria o sinal para Frisk abrir uma porta e tentaria recuar para dentro dela com o uso do Soru.
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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 5 EmptySeg 14 Maio 2018, 23:32

O acaso sempre fora um excelente agente para o bem ou para o mal, embora pudesse considerar que naquelas probabilidades e pelo meu histórico, confiar no acaso era quase uma sentença para o sofrimento, mas não podia simplesmente ignorar as ocasiões em que ele sorria de forma positiva e de como as partes boas haviam sido tão impactantes em minha jornada até aqui. Podia ter notado a real natureza das palavras daquele velho? Talvez tivesse sido o certo, talvez precisasse ter sido naturalmente fria para analisar minha própria situação, infelizmente havia me fatigado de forma quase extrema daquela frieza em tempo integral, agir com o coração era sempre mais suave e as dez horas de aprendizado haviam sido exatamente iguais aos sentimentos que havia partilhado e mantido desde que pisei no expresso, estava em sinceridade, muito embora tivesse omitido meu nome real, mas tinha em mim uma sensação de confiança por parte daquele homem, algo mútuo que se replicou não apenas num aprendizado fluido como também na troca de gentilezas ao oferecer a ele as frutas.

O mesmo tato não poderia ter sido feito com relação ao problema encontrado por Frisk, e da minha perspectiva Tidus partilhava boa parte, mas ele ainda tinha muito a tratar conosco, especialmente sobre Pindorama e os aspectos sociais, econômicos e demográficos da ilha. Desde a relação de Lampião aos escravos libertos, a liderança que devíamos derrubar e a súbita ameaça daqueles caçadores. Tudo era novo, mas incrivelmente desafiador ao comparar-nos em um modo geral. – De qualquer forma já estamos em plena desvantagem, trazer os escravos desse trem é quase como enxugar gelo, nossa situação não vai mudar drasticamente. – parecia decidida a manter um pé de pessimismo naquilo, mas era temporário. – No entanto, se tivermos as condições certas, podemos surpreender mesmo com o pequeno número. Mas ainda precisaremos manter nosso foco principal em ter Lampião seguro conosco. – coçava a cabeça em meio a um suspiro. – Bom ter alguém de olho nos guardas, sabermos como ocorre a troca de turno, como é o dia a dia deles, vamos ter de explorar o momento mais curto de maior vulnerabilidade e trazer todos eles numa tacada só. Alguém vai ter de ficar de vigia. – sorria de forma cínica, rapidamente me retirando dali para voltar a conversar com o velho.

Mindy e Missu dormiam em um dos cantos e por mais desconfortável que fosse dormir daquele jeito, não tínhamos lá opções melhores para nos acomodar, enquanto Tidus e Frisk permaneciam conversando eu tinha uma resposta por parte daquele senhor e foi onde o acaso decidiu brincar conosco outra vez. O decorrer das palavras deles rapidamente me fazia franzir o cenho, enquanto me deixava relaxar sob a mesa, mantendo as pernas cruzadas na cadeira em que sentava enquanto apoiava meu rosto em um das mãos, o primeiro sorriso veio tímido como o de uma criança que acabara de fazer uma besteira, mas ao ouvir seu nome as coisas mudavam por completo. Ele não era mais um velho qualquer, mas se mantinha simpático apesar do terror que emanava de forma tão repentina, sentia-me acuada num primeiro momento e logo depois veio a sensação de tensão, poderia ter surtado ali se quisesse ou reagir de uma forma completamente exasperada. Mas não o fiz, muito por causa do temperamento que me mantinha calma e concentrada naquele homem. Na mão livre e fora das vistas sentia o corpo fria de Sibilus entre meus dedos e não compreendia de imediato a razão daquilo até aquela pressão sumir de meus ombros e ouvir o suspiro de Tidus. – Medo? Não! Não foi isso. – recolhia a senbon entre minhas mangas. Olhava ao redor e compreendia a razão daquele movimento involuntário e tão idiota, proteção pura e simples.

Havia me colocado apta ao pior dos cenários de forma automática, instintiva, tudo baseado nas experiências passadas, na necessidade de manter seguro meus companheiros, ainda que isso significasse por minha vida em risco, sorte a minha, pois não teria chance alguma naquelas circunstâncias. – Hahahahahahaha! – soltava uma risada boba, mostrando os dentes como se risse de uma boa piada. – Você também conhece?! – era uma pergunta direcionada a Tidus, mas nem precisava de uma resposta enquanto eu virava meu olhar até ele por breves segundos. – Controle a respiração, isso foi apenas uma formalidade. – continuava a encarar o velho, ainda ostentando a expressão de riso e agora certo fascínio. – Casa você diz...Climax Island? – é, eu me lembrava das histórias dele. Dormaru Aramath, talvez não o conhecesse da mesma forma que Tidus, mas sempre ouvi meu pai falar muito bem dele, de como ele era um marinheiro capaz até sair da marinha. A noção de sua ida a Climax era um relatório velho, que eu não deveria ter lido e que havia me custado um belo castigo e uma aposta paga entre irmãos. Muito dele tinha noção quase de forma épica, quase deslocada da realidade, tê-lo a minha frente era apavorante da pior para melhor forma. – Hmmm parando para pensar...acho que demos pistas demais para ele. Se bem que, você já sabia quem nós éramos desde o início correto? – mantinha o sorriso leve, mas o olhar afiado pela seriedade. Tidus parecia ter sido afetado pelo nervosismo e não conseguia parar de falar, mas dentre o seu falatório algo peculiar me chamou a atenção. Ele havia se referido a mim quando comentou sobre usuários de Haki do Rei e tais palavras me causavam estranheza. – Desculpe, mas me deixe entender. Você ta dizendo que eu tenho esse Haki? – demonstrava um ar de dúvida, enquanto voltava a encarar Amarath. – Eu não me recordo de tê-lo usado, ou se o fiz sequer reparei. – esforçava-me para lembrar um fato relacionado, mas nada me vinha a mente no momento.

Senhores. – esfregava os olhos após alguns segundos de silêncio. – Estamos em um trem no meio do oceano, nós temos um objetivo, que agora provavelmente ele já deve ter certa noção. – erguia-me da cadeira, removendo a senbon por um dos dedos. – Ele está aposentado, me deu aula por dez horas e comeu as mesmas frutas roubadas, ele é tão cúmplice quanto nós agora. – quebrava a tensão com o comentário, mas dava de ombros suspirando em uma expressão ponderativa. – Ele não vai nos atacar porque sabe que não faremos isso, mesmo se tivéssemos chance. Mas para onde vamos, ter ou não ter é irrelevante, por isso. – caminhava até o velho e ao me aproximar deixaria perto dele a senbon que carregava, como um sinal de que não era do nosso interesse lutar. – Sejamos diretos. Se você for mesmo Dormaru Aramath, então precisamos saber mais do que botânica. Precisamos que você nos ensine a dominar o Haki!



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~The winter has come
The blood and soul has aceepted their fate
The young viper, now mature, put their children in the hunt
They want to hunt by your lead
Their dreams, liberty and fate
Winter calls with your voice and only the phalanx can survive it!~


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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 5 EmptyTer 15 Maio 2018, 10:53



2º EPIC — CHALLEGING GODS!

Depois de eu e Missu nos reunirmos com Tidus-san, usando a dimensão de bolso para fazer o trajeto em segurança depois de atravessar a parte que precisava ser passada pelo lado de fora, finalmente fomos até o local aonde Elsa-san estava. Eu sentia que estava usando bastante o poder da Doa Doa no Mi desde que tínhamos entrado no trem, e enquanto isso era bom pra me acostumar melhor com a fruta, também significava que eu estava gastando energia bem rápido. Seria inteligente descansar um pouco os seus usos para o caso de algo mais urgente acontecer, ou para ajudarmos aqueles prisioneiros.

Quando chegamos ao último vagão, porém, Mindy nos avisou que Elsa-san estava no meio do estudo de botânica junto com um velhinho, e que o melhor a se fazer seria esperar eles terminarem. - Essas sessões de estudo podem ficar bem longas... - eu comentei baixinho, pois algo do tipo tinha acontecido antes, ainda nessa viagem, e elas tinham demorado bastante. "É uma boa oportunidade pra relaxar um pouco, eu acho." Me encostando em algum canto, eu fechei um pouco os olhos, mas mantive a atenção nas vozes de Elsa-san e do senhor. Se algo acontecesse, seria fácil perceber. E assim eu fiquei, descansando um pouco.

E assim como eu esperava, eles se ocuparam por várias horas, tempo o suficiente para que eu até mesmo tirasse um leve cochilo - por mais que estivesse preocupado demais com a possibilidade do velho ser um inimigo pra dormir de verdade. Depois de oferecer as frutas aos dois, ele mostrou ser realmente um grande conhecedor de botânica, nomeando cada uma delas e escolhendo a que iria comer baseado nas suas propriedades nutritivas. Não que eu entendesse muito daquilo, de qualquer jeito, então a mais doce servia pra mim. No momento em que nos juntamos para conversar, porém, ele fez um comentário estranho.

- ...!? - eu fiquei em alerta por um momento. Tinha nos reconhecido de algum dos cartazes? Mesmo que fosse o caso, ele parecia não ligar, por algum motivo. Nós seguimos com a conversa, mas eu mantive os olhos sobre o velho, especialmente porque Missu estava dormindo e indefesa no momento. Se algo desse errado, eu precisava estar pronto pra reagir. Tinha prometido que ia protegê-la, e era isso que faria.

Eu comecei explicando o que tinha visto junto com Missu, os prisioneiros e possivelmente escravos que estavam carregando em jaulas num dos vagões. Elsa-san foi direta em sua resposta, porém. - Vamos mudar a perspectiva. O que você faria se a decisão fosse sua? - ela começou, explicando o seu ponto de vista, e eu entendia. Sabia que levar todos pra Pindorama não era bem a melhor ideia, mas eu não via como deixá-los ali quando ainda podíamos salvá-los sequer era uma opção. - Eu sei, mas... - teimei, insistente.

E foi aí que Tidus-san entrou na conversa também, explicando sobre tudo o que tinha conversado com Mark enquanto eu e Missu tínhamos ido atrás de comida. A história dos feitos de Lampião era quase como um épico de um livro, exceto pela parte em que os dois caçadores chegavam e acabavam com tudo. Eles seriam especialmente problemáticos, pelo jeito. Mesmo com tudo isso, porém, a sugestão do Duque Azul me animou um pouco mais. - Isso. Eu tenho certeza que qualquer um deles prefere lutar pela liberdade do que passar o resto da vida numa jaula daquelas. - não podíamos salvá-los, mas sim ajudá-los a se salvarem.

As conversas seguiam, com Elsa-san perguntando ao velhinho a respeito do tempo de viagem, e com a resposta dele, veio também um comentário de Tidus-san. Deixar tudo para o último dia...exatamente como o senhor tinha falado. Eles não teriam mais tempo de fazer nada a respeito se atacássemos no último segundo. - Ah, não mesmo. - eu disse com um sorriso, respondendo o Duque Azul. - A não ser que você quisesse que ele sequestrasse Ray-san e o colocasse na masmorra também. - lembrei com certo humor de como Anutops e Missu tinham me enganado como um patinho, durante o treinamento do Haki.

E por falar em Haki, as coisas tomaram um rumo um tanto quanto inesperado logo em seguida. - Meu nome? Vamos ver... se eu quisesse inventar um acho que Cope seria legal. Ou talvez Valete hek hek. Mas como não tenho motivos para isso pode me chamar de Dormaru, Dormaru Aramath. - ele brincava com o nome falso que Elsa-san estava usando, jogando na nossa cara que sabia muito bem disso, mas no momento em que revelou o seu nome, a aura ao seu redor mudou. E eu não quero dizer que ele ficou sério ou algo do tipo, eu digo literalmente: uma aura poderosíssima parecia emanar dele, e por um momento eu achei que ia perder a consciência. Parecia até mesmo com aquela vez, em Little Garden...

"Ei, ei, ei...fala sério..." Chara também se lembrava bem. Fora durante a luta de Ray-san e Tidus-san contra Ornen, quando o Rei Vermelho tinha emitido uma aura parecida com aquela. Haoshoku no Haki, o mais raro dentre todos. Dessa vez, porém, tinha sido diferente: com Ray-san tinha sido quase uma medida desesperada, mas Dormaru utilizara com controle total, o que tornava aquele poder uma arma perigosa.

Quando a pressão finalmente passou, eu só então consegui respirar de novo. - Arf...o senhor é...bem mais forte do que aparenta. - eu sorri, com uma pitada de nervosismo. Controlei a respiração, me acalmando. Não dava pra dizer que ele era um aliado ainda, mas o velho não era um inimigo. Se quisesse, já teria lidado com todos nós sem o menor problema. Era frustrante, mas talvez ele fosse ainda mais forte do que Aard.

Com as palavras de Tidus-san, a situação foi ficando mais clara aos poucos. Mas um marinheiro, e um famoso assim ainda por cima? Me amedrontava a ideia de me encontrar com ele se ele estivesse em serviço. A tensão ainda era grande, mas Elsa-san pareceu relaxar. Eu ainda estava incerto, pra ser sincero, mas Till-san tinha me mostrado que existiam pessoas boas na Marinha, mesmo que eles servissem ao Governo. Só esperava que Dormaru fosse uma delas. Tidus-san continuava, falando sobre como o velho usara o seu Haki pra ler nossas auras e prever a pergunta de Elsa-san. - Pera, dá pra fazer até isso com Kenbunshoku!?

A minha pergunta vinha com um tom de verdadeiro interesse. Eu sabia que o Haki da Observação era útil em combates pra prever os movimentos do adversário, mas não imaginei que conseguia chegar a esse nível de previsão. - Agora eu me pergunto se devia ter aprendido o Busoushoku primeiro. É bem legal também, mas só dá pra fazer isso. - eu diria, cobrindo um dos braços com a armadura negra do Haki. Um pouco mais descontraído agora, e absorvido pelo interesse nos Hakis, eu me dirigiria ao velho também: - O senhor também consegue usar, né? Pode mostrar? - sorriria, ainda meio nervoso, mas principalmente animado.

Depois de tudo isso, se Missu tivesse acordado, eu iria até ela para saber se estava tudo bem - querendo ou não, ela estava na mesma sala que nós, então talvez o Haoshoku a tivesse afetado também. Elsa-san não parou por ali, porém, e depois de alguma conversa, fez um pedido que me pegou de surpresa: treinar Haki com ele? Será que ele sequer aceitaria? De uma forma ou de outra, talvez fosse realmente necessário, se fôssemos enfrentar aqueles caçadores. Pra isso, eu precisava estar preparado: o treinamento de Haki era árduo, mais que qualquer outro que eu já tinha feito antes. Era hora de trabalhar duro!

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 5 EmptyQui 17 Maio 2018, 00:21



Em um canto do vagão estufa o trio discutia a melhor estratégia para não apenas libertar os escravos daquele vagão, mas também os ajudar a se firmarem no mundo novamente, e o consenso alcançado foi, talvez, o único que era viável naquela situação. Teriam que virar guerreiros. Por fim a Red Legion ainda não tinha condições de realmente garantir a liberdade daquelas pessoas, mas tinham condições de garantir a segunda melhor opção. A de que os escravizados pudessem lutar em prol dela.

Aparentemente Elsa estava alheia quanto a desconfiança de seus companheiros para com o velho, ou talvez apenas não se importasse, já que assim que a rápida reunião acabava ela retornava para o lado dele se mostrando curiosa, uma curiosidade que rendia frutos. Dormaru Aramath, ao ouvir o nome do velho, assim como sentir a pressão que ele emanava naquele momento, cada um teve uma reação diferente.

Elsa que estava mais próxima automaticamente pegava em uma de suas sebons, embora conseguisse manter a compostura, e só após o ocorrido ela percebia o que havia feito. Tidus por outro lado conseguia identificar o que aquela sensação significava. Haokushoku! Sem conseguir se segurar ele murmurava a palavra, mas naquele momento de silencio, sua fala mais parecia um trovão ao cair no ouvido de Elsa e Frisk.

O menino por sua vez após quase perder sua consciência, também conseguia reconhecer a razão de tal opressão que sentira, e surpreendentemente era o que conseguia lidar melhor com aquilo, até mesmo fazendo uma piadinha com Aramath sobre sua força. O comentário apesar de não ser o suficiente para quebrar a tensão, era como um sinal para os outros, que riam nervosamente.

Ainda assim Tidus avisava para Frisk se preparar, mas ao ver isso o velho balançava a cabeça negativamente suspirando – Sigh, não precisa ficar tão tenso assim, como já disse estou aposentado. E mesmo que não estivesse, já faz muito tempo que deixei a marinha. – As palavras soavam verdadeiras, mas apenas quando Tidus ativou seu Haki da Observação que pôde constatar que eram sinceras. Não havia um pingo de hostilidade nas intenções daquele velho, apenas... interesse.


– Então você reconheceu? Isso é bom, seu avô ficaria orgulhoso de você jovem Belmont. De fato, até mesmo aquele moleque estaria também apesar que com jeito dele... hekhekhekhekhek. – Mostrando que sabia muito bem quem Tidus era, ele começava a rir balançando os ombros e jogando a cabeça um pouco para trás. – Ainda assim, situações como essas são boas para revelar as joias escondidas. E pensar que dentre os três, o que teve a melhor reação seria a criança. Frisk não é mesmo? – Após parar de rir ele voltava a falar, olhando para o jovem celestial com um sorriso amigável.

As perguntas e comentários chegavam como uma enxurrada, uma atrás da outra. A primeira era a de Elsa sobre Climax Island, a qual ele respondia não mais tão risonho, mas com um olhar distante. – Sim, Climax Island. Eu já era mais velho do que qualquer um de vocês quando deixei a marinha e virei comandante real do exército de lá, mas essa é uma história para outro dia. O fato é que a algum tempo atrás fui aposentado e certas mudanças ocorreram na ilha, me deixando indeciso de como reagir pela primeira vez na vida. Foi necessário dar um passo para trás para colocar entender melhor as coisas. Me entender melhor. – Quase como se estivesse filosofando olhando para o horizonte que não podia ser visto dali, ele relatava algo importante que acontecera consigo, e no uso continuo do seu haki, Tidus podia ver que o velho esperava que aquela fosse uma lição que os jovens assimilassem.

Elsa ainda fazia mais uma pergunta, mas um comentário de Tidus fazia com que Aramath olhasse para ele com uma leve surpresa, e depois olhasse novamente para Elsa. A mesma também ficava surpresa e questionava ao Duque Azul a respeito da informação, e perante isso Aramath apenas assistia com curiosidade essa parte da conversa, até que ele voltava a ser o foco dela.

- Sim, do momento em que você entrou dizendo ter passado aqui antes eu ativei o Kenbushoku e soube quem era, expandindo mais um pouco encontrei seus amigos e vi suas intenções também. Juntando com o destino do trem, e as últimas notícias que obtive de Pindorama... – Ele não finalizava a frase, mas não havia necessidade disso. Frisk particularmente se impressionava, e mostrava sua mão recoberta de aura negra enquanto reclamava um pouco que só conseguia fazer aquilo. Já Elsa começava a fazer uma analise e até mesmo chamava Aramath de cumplice, antes de pedir que ele ensinasse a todos ali o que pudesse sobre haki.

Perante tudo isso, o velho só tinha uma reação. – HEKHEKHEKEHEKEHEKEHEKEHEKEHEK!!! – Com uma gargalhada ele olhava para os três. – Cumplice hein. Me pergunto de onde aprendeu isso senhorita Elsa. – A gargalhada virava um leve sorriso irônico para a moça mas logo ele voltava ao seu sorriso normal. – Ensina-los? Vocês sabem... ensinar a usar haki é um patamar completamente a ensinar sobre plantas. Mas posso fazê-lo sem problemas, apesar de ter duas condições. Pensem bem nelas.

Pausando por um segundo, deixando um mistério no ar, ele continuava – A primeira é que aceitem me fazer uma visita na minha ilha uma vez que tenham acabado com os assuntos que tiverem aqui no Paraíso. E a segunda é...

Tidus e Frisk nada podiam sentir, mas Elsa estava passando por uma situação diferente. Sua mente sofria uma pressão que a fazia quase ficar inconsciente. Sua respiração se tornava limitada e um terror profundo começava a tomar conta de si.

- Se entendi bem você já despertou o Haokushoku de forma inconsciente, esse é o único haki que não pode ser “treinado” por ser algo que ou você tem, ou você não tem. Quanto mais se usa, mais proficiente se fica. Simples assim. Mas se for realidade o que o Belmont falou, ele está dormente dentro de você, esperando o momento para ser ativado. O momento é esse senhorita Volkerball. Se liberte. Não use seu corpo. Use sua mente. Solte suas armas, não terão serventia aqui. Use sua vontade. Mostre que não pode ser dominada, restringida. Mostre que sua vontade é inquebrável. Incansável. Imparável. Mostre quem realmente é!  

Enquanto dizia essas palavras ele fazia um sinal de “pare” com a mão para Tidus e Frisk, para após finalizar, fechar os olhos abaixando a mão. A pressão sobre Elsa continuava, mas agora o velho se dirigia aos dois – E vocês, se aceitam meus termos, venham e me ataquem. Usem tudo que puderem, apenas cuidado com as plantas. Vou te mostrar Frisk, o quão útil o Busoshoku pode ser, principalmente se utilizado bem em conjunto com o outro haki.

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 5 EmptyQui 17 Maio 2018, 19:53


Power of a Haki Master

Diante a imponente aura de Amarath todos tiveram suas próprias reações e tiraram suas conclusões, contudo a maioria não parecia se sentir intimidado por aquele homem por algum motivo, talvez por não desconfiarem de quem se tratava ou simplesmente por sequer ter cogitado a ideia de revidar se necessário. Contudo minhas preocupações também diminuíram um pouco ao ativar o meu haki da observação e sentia a sinceridade que suas palavras transmitiam. - “Um marinheiro aposentado, mas certos hábitos nunca mudam.” - Todo cuidado era pouco e as aparências enganavam, mas por hora seria mais interessante seguir conforme a música, querendo ou não ele podia ser de grande ajuda dado nossa situação atual.

O fato de Dormaru me conhecer ou o nome da minha família não chegava a me surpreender, era provável que a maioria dos marinheiros conhece-se, contudo mencionar que conheceu meu avô foi inesperado. - “Ein, então ele pertence à mesma geração dele?” - Aquela informação me despertou um pouco de curiosidade, era sempre interessante saber mais a respeito das gerações passadas da perspectiva de alguém que não pertence a família. Conforme a conversa avançava o senhor comentou sobre o seu passado, era difícil entender o que levou alguém a deixar a marinha para servir como comandante de um exército particular, seria a idade? Dinheiro? Ideais? Baseado no restante das informações a última opção parecia a mais provável. - “Dar um passo para trás… ” - Talvez entre todos ali eu fosse aquele que entendesse melhor esse sentimento. - “As vezes precisamos ter uma visão de fora, sem se prender a rótulos, nomes ou legado.” - Suspirei pensativo, não era hora nem lugar para pensar nas escolhas do passado e do julgamento futuro.

Ao mencionar a respeito do Haki do Rei a jovem dos cabelos prateados pareceu confusa, o que de certa forma também me surpreendeu. -  Han? -  Arqueei uma das sobrancelhas e depois cobri o rosto brevemente com uma das mãos. - Hahahaha, então você não sabia. - Balancei a cabeça enquanto o largo sorriso em meu rosto diminuía. - Bem, eu não sei dos detalhes mas quando Mark nos enviou para resgatá-la de Ross ele mencionou que assim como Ray você também havia despertado o Haoshoku. - Cocei a cabeça tentando me lembrar de mais alguma coisa. - Não sei muito mais do que isso, contudo aparentemente as pessoas do alto escalão parecem ter interesse nisso. - Ergui um pouco o braço direito com a palma da mão aberta ilustrando que estava falando de alguém bem acima de nós.

O papo com o marinheiro aposentado foi avançando até que Elsa lhe fez um pedido corajoso e ousado. - “Ehn?” - Dei um leve tranco para trás com os olhos arregalados, Aramath nos treinar? Certo que não tínhamos outras opções e o tempo era curto mas…  Será? Por mais que aparenta-se ser uma boa pessoa e não sentisse hostilidade em sua aura era difícil confiar totalmente em alguém que havia acabado de conhecer. - “Tsc… Por mais que ainda não consiga confiar totalmente em um estranho, que escolha temos?” - Suspirei fundo e concordei com a cabeça. Surpreendentemente o ex-marinheiro concordou até que rápido com a ideia, mas antes precisaríamos aceitar duas condições, a primeira parecia simples e ao mesmo tempo curiosa. - Visitá-lo em Climax Island? - Questionei visivelmente intrigado. - Perdoe a intromissão mas existe um motivo específico para isso? Quer dizer, acho que você não deve estar falando de uma visita casual entre velhos amigos, não é? - Esbocei um leve sorriso sarcástico no canto dos lábios e aguardaria uma resposta, afinal de contas aceitar um pedido estranho como esse sem questionar seria imprudência e nada sincero.

A segunda condição para o treinamento ser realizado ficou no ar, aparentemente envolvia a capacidade de Volkerball usar a determinação do rei por mais que sequer tivesse a consciência de portar tal poder. - “Nós vamos realmente ficar bem com isso?” - Cocei discretamente o canto do rosto com o indicador direito, demonstrando não estar muito seguro sobre isso. Após usar algum tipo de hipnose em Elsa, Dormaru veio até onde eu e Frisk estávamos, aparentemente queria fazer uma demonstração do seu poder ou testar os nossos. - Hehe, para ser sincero minhas costelas ainda doem só de lembrar da última vez que enfrentamos um usuário dos dois Hakis. - Abri um leve sorriso amigável no rosto como de costume, por mais que naquele momento lembranças horríveis da batalha contra Aard estivessem sendo revividas. - Mas por que não? É uma oportunidade rara poder testemunhar a força de uma lenda viva. - Removi um filtro de cigarro do bolso do casaco e o levei até a boca. - E também. - Acendi o cigarro com um dos fósforos de Lincoln e dei uma longa tragada. - Eu preciso mesmo treinar para o que nos espera em nossa próxima parada. - Soltei um pouco de fumaça enquanto falava e puxei minha Tentetsutou com a mão direita, removendo-a lentamente da bainha.

Deixei a lâmina apontada para baixo com o punho levemente torcido. - “A espada é apenas a extensão do seu braço.” - Dei outra tragada no cigarro enquanto me lembrava de velhas lições e sentia o peso da espada em minhas mãos, seu equilíbrio não se comparava ao de lâminas comuns, nada mais digno para uma arma considerada lendária. A fumaça que preenchia meus pulmões se revirava até serem soltas pelas narinas como um dragão bufando. - Vamos lá, Frisk! - Com um sorriso no rosto avancei na direção do velho usufruindo de toda velocidade proporcionada pelo Soru, sentia que desta vez estava mais rápido do que o habitual, podia ser só impressão ou talvez eu estivesse me acostumando em usar aquela habilidade. Assim que me aproximasse o suficiente do meu alvo ergueria o braço direito que carregava minha espada e efetuaria um golpe horizontal da direita para a esquerda na altura do tórax, durante a execução do movimento utilizaria o Haki para tentar ler a sua aura e tentar prever o que faria a seguir, sendo assim antes do golpe chegar ao seu destino tentaria mudar o trajeto baseado no que havia sentido previamente com a leitura da sua aura.

Se o golpe inicial fosse frustrado utilizaria meu trabalho com os pés juntamente ao Soru para me movimentar para o lado mais aberto, projetando-me ao seu lado ou costas e continuaria atacando sem permanecer muito tempo no mesmo lugar, ou seja, após efetuar um ataque tentaria ir para outro lado e ataca-lo, sempre dando prioridade a ir na direção que julgasse mais segura baseado na leitura de sua aura. Os golpes iriam variar entre estocadas em pontos abertos e golpes cortantes diagonais, horizontais e verticais, tomaria cuidado também com o cenário, como estávamos em um espaço limitado tinha de tomar cuidado com as paredes - e as plantas, tendo isso em mente se em algum momento estivesse ficando sem espaço pularia na lateral do trem e usaria a parede como apoio para avançar mais rapidamente para o outro lado em um rasante. Não utilizaria dos poderes da minha Akuma no Mi no combate, por mais que o velho tivesse pedido para ir com tudo minha habilidade não seria compatível com o ambiente, uma vez que o trem poderia acabar sendo danificado, além disso estava interessado em treinar um pouco apenas com a espada como antigamente.

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