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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 2º Epic - Challenging Gods

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Kerigus
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Kerigus

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MensagemAssunto: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 4 EmptySeg 26 Mar - 16:34

Relembrando a primeira mensagem :

2º Epic - Challenging Gods

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Revolucionários Raymond King Walker, Tidus Belmont, Frisk Dreemurr e Elsa Volkerball. A qual não possui narrador definido.


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ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 4 EmptyQui 19 Abr - 22:45


Turning a Page

A conversa através do Den Den Mushi seguiu de forma bem direta e séria, o clima era pesado e as palavras de Mark faziam questão de reforçar isso, pois assim como da ultima vez nós eramos o único grupo capaz de reverter uma situação complicada, conduto dessa vez nossas forças tinham sido cortadas praticamente pela metade sem Axell e Ray. - “Tsc… Acho que não vou me acostumar com isso tão cedo.” - Suspirei com um ar de pesar, mas logo minha atenção foi tomada pelas palavras de Mark que começava a comentar a respeito do motivo de ter nos contatado. - “Pindorama?” - Franzi as sobrancelhas e levei a mão direita até o queixo, pensativo e prestando atenção a cada palavra que era dita. - “Lampião… Um homem que honra o dever acima da luxúria, interessante.” - Me afastei lentamente da janela e voltei a me sentar na poltrona para ouvir o restante da mensagem.

A gravidade da situação ficava cada vez mais evidente conforme o comandante falava, tudo levava a crer que o exército revolucionário de Pindorama estava prestes a ser derrotado e tudo isso graças a chegada de duas pessoas. - “Inácio Ash e Aécio Dust...” - A conversa foi avançando e esses nomes ficaram na minha cabeça, algo cheirava estranho a respeito daqueles sujeitos. Não demorou muito para que a mensagem de Mark chegasse ao fim. - Entendido, irei repassar aos outros e iniciar os preparativos. - Respondi de imediato de forma firme e direta. - Assim que estivermos no trem que fará a ligação com a quinta rota volto a entrar em contato. - Confirmava sua última instrução, ao mesmo tempo que que terminava de falar ouvi a voz de alguém vindo do lado de fora do cômodo onde estava, curioso me levantei para verificar de quem se tratava. - Mas quem pode... - Forcei a vista tentando identificar de quem se tratava, mas antes que pudesse perceber alguma coisa duas sombras passaram pela janela fazendo-me instintivamente levar a mão direita até o cabo da espada em minha cintura, por sorte não passavam de duas figuras familiares. - Missu? Frisk? - Olhei um pouco espantado e ao mesmo tempo sem jeito devido ao tombo que a garota havia levado, lentamente retornei a minha posição anterior enquanto segurava um riso discreto. - Um especialista? - Arqueei uma das sobrancelhas claramente confuso. - Do que exatamente você está falando? - Aguardaria uma resposta da garota e caso obtivesse  repassaria para Mark que estava do outro lado da linha, caso contrário apenas pediria por um especialista mesmo sem saber bem do que se tratava, talvez significasse algo para ele. - Entro em contato novamente assim que chegarmos ao segundo trem, desligo. - Diria logo após o pedido do especialista, finalizando a ligação com o comandante e voltando minha atenção para os dois jovens a minha frente. - Frisk, é bom que esteja aqui, temos trabalho a fazer. - Acenei positivamente com a cabeça para o garoto. - Mas antes... Missu, o que foi aquilo? Ray não vai morrer em uma hora? - Olhei espantado e ao mesmo tempo confuso para a garota, tentei deixar aquilo de lado durante a transmissão com o comandante, mas não podia negar que estava extremamente curioso a respeito disso. Com alguma explicação por parte da garota daria prosseguimento. - Bem, de todo modo antes de passar detalhes sobre a missão precismos primeiro nos agrupar com os outros.- Dito isso iria em busca de Elsa e dos demais que haviam se dirigido para a ala médica do local.

Assim que chegasse até o local onde Volkerball e os outros estavam passaria a mensagem que havia recebido de Mark minutos antes, contudo antes precisava saber se a filha do comodoro estava conosco ou não.  - Major Elsa. - Diria assim que a encontrasse. - Eu não sei quais são seus objetivos no momento, mas nosso comandante acabou de nos passar uma missão importante e acredito que sua colaboração seria de grande ajuda. - Por mais que já tivéssemos lutando lado a lado contra o pirata ainda não podia dizer com firmeza se ela estava conosco ou se tudo não havia passado de um encontro momentâneo. - Ele pediu a ajuda da Red Legion para resolver um problema em uma ilha na quinta rota, porém com a saída do meu irmão e o atual estado de Raymond creio que isso se resume apenas ao garoto e eu. - Apontaria para Frisk com o polegar. - A não ser que queira se juntar a nós nessa para resolver o problema já que aparentemente somos os únicos capazes de chegar até o local a tempo. - Até então não havia passado informação alguma a respeito da missão, pois antes precisava confirmar se ela estava conosco ou não, caso contrário compartilharia as informações apenas com Frisk e nós teríamos de ser o suficiente.

Assim que tivesse uma resposta reuniria todos que pretendiam participar da missão e compartilharia os detalhes. - Bem, pelo que Mark me disse existe uma ilha chamada Pindorama na quinta rota cujo regime escravocrata é combatido por um grupo revolucionário local conhecido como Os Cangaceiros. O líder desse grupo parece ser um figurão chamado Lampião,  inclusive ele já foi cotado para assumir um cargo elevado no exército, mas aparentemente ele decidiu recusar até resolver o problema da ilha. Enfim… O combate na ilha era sempre muito intenso e equilibrado, contudo a chegada de um grupo de caçadores de recompensa mudou tudo, Inácio e Aécio são os líderes desse grupo e parecem ser hábeis o bastante para colocar Lampião contra a parede. - Realizaria uma pequena pausa para dar tempo de todos assimilarem ou levantarem seus próprios questionamentos. - Pelo que Mark disse parece que Lampião foi gravemente ferido em seu último embate contra a guarda da cidade aliadas aos caçadores. Nossa missão inicialmente se resume a um resgate, precisamos chegar a Pindorama antes que os caçadores encontrem Lampião e fazer com que deixem a ilha. Não necessariamente vivos… - Complementava ao final. - Assim que nos reunirmos com Lampião e seu grupo o próximo passo será servir de suporte para uma investida com intuito de acabar de uma vez por todas com o império escravocrata do local. - Realizaria outra pausa e olharia para todos ali presentes. - Mark informou que hoje as vinte e três horas um trem que leva até Jaya e realiza uma conexão até Pindorama estará passando na estação, então precisamos resolver tudo que ainda está pendente aqui e aqueles que quiserem vir junto precisam estar prontos até lá. - Finalizava a explicação e dava espaço para que os outros se pronunciassem, não estava ali para obrigar ninguém a ir tão de repente, talvez não fosse fácil para alguém sair da ilha desta forma, quer dizer, não seria pra mim tendo de deixar tanto meu irmão quanto meu melhor amigo para trás.

Ainda havia algum tempo até o horário programado, aproveitaria esse período para ver se alguém estava precisando da minha ajuda para alguma coisa e para me despedir daqueles que ficariam na ilha - ao menos daqueles que estavam conscientes. Apanharia todos os meus pertences e caminharia até o pátio trazendo um dos tapetes comigo. - Eu vou levar um desses se não se importarem. - Comentária com algum dos membros do grupo de Victória que estivesse por perto. - Foi um prazer trabalhar com vocês e cuidem bem do vermelho...  Ele é esquentado mas é uma boa pessoa. - Abriria um leve sorriso amigável no rosto. - E não se esqueçam, se precisarem de alguma coisa nós estamos sempre a disposição. - Subiria no tapete e aguardava o restante fazer o mesmo. - Nos vemos por aí. - Acenaria para quem quer que estivesse ali para se despedir e então ergueria voo com o tapete. - Frisk, quando quiser. - Daria a deixa para o garoto abrir uma de suas portas para outra dimensão e logo em seguida passaria com o tapete por ela. - Certo, agora vamos a estação, se me lembro bem o caminho é por aqui. - Dito isso faria o tapete avançar na direção do expresso, como já tínhamos usado o meio de transporte antes acreditava que era capaz de chegar até lá novamente, contudo aceitaria dicas dos demais caso em algum momento surgisse alguma dúvida a respeito do caminho. Chegando a linha do trem procuraria pelo que havia sido indicado por Mark, obviamente seria aquele que tivesse como destino Jaya. Desceria o tapete para que pudéssemos embarcar em direção a próxima ilha e com isso viraria uma página importante da minha vida. - “Axell, Ray, cuidem-se.”
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Última edição por ADM.Tidus em Sab 21 Abr - 13:28, editado 1 vez(es)
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Volker
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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 4 EmptySex 20 Abr - 23:38

Discernir qual era a melhor coisa a se fazer diante daquela ligação talvez não fosse uma opção tão simples quanto parecia, apresentar o quadro com franqueza era o justo, mas determinar uma sentença para então solicitar por outra via uma opção para reverter o quadro de um de meus companheiros parecia ter incomodado demais Olivia. – Precaução nunca é demais. – respondia, ainda que de forma suave. – Sei muito bem o preço de não ter sido assim antes. – terminava aquela linha de raciocínio em meus pensamentos, conforme notava que a irritação da mulher peixe era muito mais relacionada a um sentimento protetor e não raiva em si. – Não precisa ter lidado, tanto eu quanto a garota, já conhecemos bem essas coisas, mas vamos juntas fechar esse quadro e tentar identificar as possibilidades tanto de fármacos quanto de elementos naturais presentes no veneno. – gesticulava de forma intensa, como se desse uma forma as palavras. – Ainda que não sejamos capazes de encontrar um antídoto eficaz, podemos prover ao especialista de Mark os meios necessários para que não perca tempo no tratamento! – olhava ao redor antes de seguir com Fertari até o local para analisarmos os venenos.

Com a médica residente do Punho Árido, separaria a amostra dos venenos em pequenas porções, por onde passaria a testar sua reação a específicos tipos soros, extratos e remédios. Procuraria um padrão de ação da toxina e nos casos de reação mais inconstante, identificar e anotar cada mudança e qual composto ela estava relacionada. – Há alguma planta com estas características? – questionaria a mulher a cada fato relevante envolvendo sua área e deixaria anotações referentes as competências de Missu, para quando ela retornasse. Vez ou outra levaria a mão próxima à cintura, onde podia sentir o frasco do Poço de Lázaro e questionar-me-ia se usá-lo poderia ser uma boa opção. – Não, não vamos mexer com o que não entendemos ainda. – repetiria a cada tentação de usar, até notar a chegada de Tidus no local e sair na direção dele, para que pudéssemos conversar dado seu interesse, tanto no quadro de Raymond quanto no que fora dito por Mark.

Major Tidus. – replicava a formalidade, ainda que a contra gosto, por mais pomposa que parecesse a patente, sentia-me intensamente desconfortável com aquilo. Já havíamos passado por coisa demais para ficarmos nos prendendo a esses tipos de coisa. – Meu objetivo principal é de longo prazo, meu objetivo atual é me assegurar de que alguém com mais experiência tenha os meios necessários para salvar seu amigo. – olhava na direção de Raymond, antes de voltar a encarar o Duque. – Bem... – levava as mãos à cintura e suspirava de maneira profunda, por mais que tentasse manter a seriedade, o comentário arrancou-me um riso bobo que saia levemente alto enquanto voltava a erguer a face. – Não, não se resume a você e Frisk. – observava o rapaz de soslaio. – Antes da nossa fuga, eu e Raymond conversamos. Ele me convidou, mas eu já tinha tomado a decisão de seguir com vocês por um tempo. – movia a cabeça de um canto para o outro enquanto corava, não pela timidez, mas pelo nosso possível destino. – Sabe que fui literalmente expulsa da quinta rota? Isso é história para outro momento, mas voltar pra lá seria uma afronta pra pessoa que me chutou. Não vejo motivo para não aceitar! – virava-me, enquanto procurava um local para me sentar enquanto apontava para Missu o local onde já havia separado algumas coisas para que ela fizesse.

Assim ouvira de Tidus a premissa de nossa missão, ainda que soasse extremamente insensível abandonar companheiros feridos, precisava entender a necessidade da ocasião. – Ninguém disse que as decisões seriam fáceis... – pensava com um sorriso tímido, aproveitando do tempo entre as explicações para me posicionar. – O fato de caçadores terem sido contratados já nós dá algumas possibilidades, enquanto financiados manterão interesse e palavra. Ainda sim, não sabemos como agem e nem as condições da ilha em si, vamos precisar chegar e avaliar tudo com muito cuidado, um grupo grande talvez não fosse uma boa pedida, ainda que as circunstâncias do nosso grupo ser ‘enxuto’ não ser das melhores. – ponderava as palavras conforme me levantava e observava o quadro de Victoria e Nathan. – Impedir que Lampião morra é nossa prioridade. Por mais que um combate seja inevitável, reestruturar o grupo revolucionário da ilha é mais interessante do que simplesmente partirmos pra força assim que chegarmos, não será uma tarefa fácil. Vamos precisar ser cirúrgicos. – segurava o riso ao fim daquilo, mantendo o semblante sério, embora mente concretizasse a piada. – Com dois médicos, nossa precisão cirúrgica vai ser dobrada! – suspirava para afastar qualquer sorriso. – Ouviram o Tidus, os que forem seguir, se agitem! Precisamos reparar nossos próprios suprimentos, antes de partirmos. – comentava com Frisk, para que o garoto se precavesse antes de partir. – Onde está Mindy? – havia notado que ela tinha saído em busca de Marco e dos demais, porém começava a sentir sua falta e isso aumentava minha preocupação.

Voltaria para junto de Fertari e Missu, onde concluiria todas as pesquisas devidas, organizando todos os papeis e anotações possíveis. Ao fim de tudo aquilo, liberaria a garota para que se organizasse a sua maneira e, porque não, ficar um pouco mais com Frisk. Dirigir-me-ia para a médica que havia se prestado a nos auxiliar naquele momento de grande necessidade e me faria grata da maneira devida, curvando-me em agradecimento. – Obrigada por tudo o que fez! Sua ajuda foi imprescindível! – diria com um largo sorriso de satisfação. – Se não for pedir demais, eu poderia reabastecer meus kits médicos? Seria péssimo não tê-los numa emergência. – corava em timidez pelo pedido, mas não custava tentar. Se tivesse o aval, reorganizaria os kits médicos e buscaria nos estoques por frascos de veneno que não fossem ser utilizados, comigo pelo menos eles teriam um bom uso.

Se durante todo o tempo de permanência no esconderijo do Punho Árido, Mindy voltasse a receberia enfim com um abraço apertado. – Como foi? – a questionaria ao pé do ouvido, escutando-a até o fim. Tinha esperanças de que os demais tivessem vindo junto dela, mas em respeito ao espaço que eles optavam em manter não iria pressioná-los, embora o desejo fosse esse. – Estamos de partida. Retornaremos a quinta rota. – dizia aquelas palavras, mas não com o amargor que incomodava antes, mas com plena determinação de que faria as coisas diferentes agora. Na iminência de uma despedida seca para com que esteve comigo desde o início, sentia-me na obrigação de não partir daquela maneira. Retornaria a mesa onde havia trabalhado e numa folha em branco, deixaria uma carta, cuja mensagem não era para ser lida agora e sim num momento particular. Dobraria o papel e voltaria até perto de Victoria, onde tinha esperanças de já encontrá-la com lucidez. – Como se sente? – a pergunta era simples e suave, mas logo deixaria o papel entre seus dedos. – Lembra-se daquela conversa? Eu não mudei de ideia! – faria uma breve pausa. – Estamos indo a pedido de Mark para Quinta Rota, até que o momento chegue deixo meus preciosos amigos em suas mãos e quando os ânimos deles estiverem no limite, dê isso a eles. Lembre-se das minhas palavras, lembre-se da minha promessa. – falaria tudo àquilo em um sussurro antes de abraçá-la, num gesto de despedida para alguém que havia me salvado quando havia chegado na ilha. – Adeus minha amiga! Até um dia quem sabe?!

Quando a hora de partir chegasse, iria junto de Mindy e dos demais até o lado externo e subiria no tapete de Tidus, onde me sentaria. – Pegou todas as suas coisas? – questionaria minha companheira, antes de observar aqueles que permaneceriam se lá estivessem Marco, Vicent e Durong, esboçaria um sorriso tímido e um gesto de adeus. – Obrigado por tudo o que fizeram por nós, obrigado por tudo o que farão daqui pra frente! – sorriria também. – Até um novo dia! – observaria do tapete aquele cenário sumir da minha vista. Ao chegar no local de destino, saltaria do tapete junto dos demais e embarcaria no trem rumo a Pindorama, um retorno não planejado enquanto relembra os trechos que havia escrito, havia chegado em Alabasta descrente, voltava revigorada. Se tinha dúvidas, agora tinha certezas, mudanças iriam ocorrer e poderosos iriam cair.

“Se quando pude recusar, aceitei. Se quando pude aceitar, eu neguei. Se quando disseram pra fugir, eu fiquei. Por que acham que agora, quando posso abandonar, eu abandonarei? Meu caminho nunca foi claro, minhas decisões nunca estiveram revestidas pela verdade. Abandonar um amigo? Conhecem-me tão pouco para acreditarem nisso? Lembre-se da minha promessa! Traremos Kim de volta, juntos!

Elsa.”




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~The winter has come
The blood and soul has aceepted their fate
The young viper, now mature, put their children in the hunt
They want to hunt by your lead
Their dreams, liberty and fate
Winter calls with your voice and only the phalanx can survive it!~


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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 4 EmptyDom 22 Abr - 3:28


2º EPIC — CHALLEGING GODS!

Depois de um bom momento de descontração com os dois Minks felinos, eu recebi uma ligação de Mark-san, e a situação não parecia nada boa. Pra completar, eu ainda não fazia a menor ideia do que estava acontecendo lá dentro, nem do quão mal Ray-san estava. Assim, pedindo as direções aos gatos, eu segui pelo caminho até a enfermaria na esperança de descobrir mais sobre o motivo por trás da mensagem do Comandante e o estado do Rei Vermelho. Antes de chegar, porém, eu me deparei com Missu.

- Frisk! Você sabe onde o Tidus-san tá? Sabe? Sabe? - ela perguntou, apressada. - O Tidus-san? - eu perguntei, olhando em volta também. Pra ser sincero, eu também estava procurando por ele ou por Elsa-san, já que algum dos dois devia saber um pouco melhor sobre o que estava acontecendo. Antes que pudesse sequer dar um palpite, no entanto, a garota me pegou pela mão e imediatamente começou a me arrastar por aí, em busca do Duque Azul. Só aí que eu percebi que ela tinha visto Tidus-san ali perto, através de uma janela. E é claro que ela resolveu pular pela janela, me levando junto e nos fazendo tombar.

- Ouch! - felizmente, a queda não foi essas coisas todas, mas ainda tinha me pego de surpresa. - Podia ter avisado que ia pular... - eu me levantei, dando dois leves tapas nas roupas pra tirar a poeira. Depois disso, a menina logo começou a falar com o Belmont, e a sua explicação só deixou as coisas ainda mais confusas. Especialista? Ray-san tava morrendo? Não, pelo que ela falou, ele ainda tinha algum tempo, e era justamente por isso que precisavam de alguém especializado pra lidar com aquela situação. Não que saber disso me acalmasse completamente, mas pelo menos eu entendia um pouco melhor agora.

Assim, esperaria a garota dar uma explicação um pouco melhor, se pudesse, e então seguiria junto com Tidus-san ao encontro do restante do pessoal. Elsa-san estava lá, assim como Ray-san, apesar do seu estado, e a conversa logo prosseguiu para um ponto um tanto quanto delicado. "Parando pra pensar, se tivermos que sair agora, o Ray-san não vai poder vir junto..." Já tinha visto a partida de muitas pessoas próximas desde o começo de nossa jornada, quando saímos de Conomi. Primeiro tinha sido Hizy, depois Hanna-san, Axell-san e agora até mesmo o homem que era como um líder pra nós. Nunca era fácil, mas felizmente, a resposta de Elsa-san conseguiu ao menos me fazer dar um sorriso, mesmo que de leve.

- Antes da nossa fuga, eu e Raymond conversamos. Ele me convidou, mas eu já tinha tomado a decisão de seguir com vocês por um tempo. - ela explicou, e eu fiquei bem aliviado - se tivesse que dizer adeus a ela também, mesmo que não estivéssemos juntos há muito tempo, eu ficaria bem abalado. - É bom ter você a bordo, Elsa-san. A Missu vem junto, também, então vamos ter bastante companhia. - diria, olhando para Tidus-san ao final. Seria um tanto quanto solitário se nós terminássemos sozinhos nessa, se comparado ao grupo enorme de antes, então era muito bom saber que elas duas vinham conosco.

Depois disso, o Duque Azul finalmente começou a explicar os detalhes da missão e do motivo de termos de deixar a ilha tão urgentemente - era quase engraçado como estávamos sempre fazendo esse tipo de missão de resgate, igual a quando viemos para Alabasta, no intuito de ajudar Elsa-san. A situação dessa vez, no entanto, parecia um pouco mais complicada: o tal Lampião era sem dúvidas um homem bravo, mas se havia dois caçadores experientes atrás dele na ilha, além da própria guarda, as coisas certamente ficariam difíceis.

- Sim, salvar Lampião é a primeira coisa que temos que fazer. Se precisarmos de um lugar pra escondê-los, também, a Air Door vai servir, pelo menos por um tempo. - comentaria. Como sempre, a Doa Doa se mostrava útil: não tinha nenhum poder ofensivo, mas podia ser usada de muitas outras maneiras, inclusive como um esconderijo impossível de encontrar. Quando acabássemos a reunião estratégica, eu me retiraria da enfermaria e esperaria do lado de fora até que Missu saísse. Ainda tínhamos algumas horas até termos de ir para o Expresso Oceânico, então eu queria aproveitar pra conversar um pouco com ela antes disso.

Antes disso, porém, iria até algum dos membros do Punho Árido, talvez até os Minks de antes. - Pode me dizer onde eu consigo algo pra beber? - água ou qualquer outra coisa serviria, e eu agradeceria e pegaria um pouco pra mim e pra garota. Assim que Missu saísse de lá de dentro, então, eu acenaria, para que ela se aproximasse um pouco. - Cansada? - perguntaria, um leve sorriso no rosto. Queria poder soar mais animado, mas acho que tinha coisa demais me preocupando no momento. - Aqui. - eu ofereceria a bebida à menina, fosse água, suco ou café. Esperaria ela se sentir confortável pra começar a falar. - Nós partimos às onze, pra Jaya e depois Pindorama. Vai ser uma missão difícil. Perigosa também. - diria, bebendo um pouco do que tivesse em mãos. Nenhum de nós tinha como saber o que aconteceria lá. Era arriscado.

- Eu pensei sobre o que você disse, sobre essa "síndrome de salvador". Eu resolvi que não vou me culpar mais, mas vou continuar fazendo de tudo pra ajudar quem eu puder. - eu sorri, então, olhando-a nos olhos. Sabia que no fundo ela queria ajudar todo mundo também, como eu. - Então, se você quiser, nós podemos fazer isso juntos. - eu entrelaçaria meus dedos com os dela com uma das mãos - Eu protejo você. - e então faria o mesmo com a outra - E você me protege. O que acha? - perguntaria, enfim. Era injusto da minha parte tomar toda a responsabilidade, como se eu fosse o único capaz de proteger os outros. Por isso, eu agora dividiria esse sentimento com ela. Só esperava que ela sentisse o mesmo.

Ficaria junto dela por um tempo, até que ela tivesse de ir arrumar as coisas, ou até que nós tivéssemos de ir. Se arranjasse algum tempo até lá, tiraria um cochilo, também, já que ainda estava cansado por conta de tudo que tinha acontecido. E quando enfim chegasse a hora de partir, eu abriria uma de minhas Air Doors para que pudéssemos atravessar em segurança e sem sermos notados, subindo então em um dos tapetes voadores de Tidus-san, sentando junto a Missu, para que fizéssemos a viagem. - Vamos lá. - diria baixinho, mais para mim mesmo do que para os outros. Sentiria saudades de Ray-san e de Axell-san, que ficariam na ilha, mas não podia fraquejar agora. Era hora de seguir em frente, e era isso que eu ia fazer.

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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 4 EmptyTer 24 Abr - 15:54


Respirando fundo e se acalmando enquanto se recuperava do tombo abobalhado, a menina olhava para o Duque Azul tentando se explicar melhor. - O veneno está agindo de forma estranha, alterando o sangue dele. Em uma hora vai ter transformado tudo em purpura. Elsa-san disse que ele ia morrer para o comandante, mas não sabemos se isso é verdade. Na verdade, estou quase certa que não. O ideal seria que ele mandasse um especialista para tentar ajuda-lo já que para nós conseguir fazer um antídoto pode levar meses.

Após repassar as notícias para Mark, seria possível perceber que a voz do mesmo pareceu perder um pouco da austeridade contida anteriormente quando respondeu. - Não se preocupem. Sei exatamente quem enviar. Sigh, fico feliz que ele ainda tem chances, é um jovem tão promissor... enfim aguardarei notícias. E ah, Major Tidus? Fui promovido, então a partir de agora pode se referir a mim como Coronel Mark. Cambio, desligo.

- Sim, foi como eu disse. O veneno está transformando ele, mas não sabemos qual vai ser o resultado disso. – Voltava a dizer Missu ao ser questionada novamente, e ao ouvir sobre se reagrupar tudo que fez foi acenar a cabeça e guiar o caminho até a enfermaria.

---

Enquanto isso Elsa estava trabalhando como podia, fazendo o básico para identificar as características do veneno e tentando preparar o terreno para o especialista que Mark enviaria.

- Que deixe o sangue dessa cor? Não que eu consiga me recordar. No entanto... já volto! – Respondia Fertari saindo do local correndo parecendo ter se lembrado de algo, quase esbarrando no trio que chegava naquele momento.

Após uma troca de palavras, Elsa os informava sua decisão de se juntar a célula, ao menos por um tempo, e com Frisk avisando que Missu os acompanharia também, a Red Legion via o anoitecer daquele dia com uma nova cara. Tidus, Frisk, Elsa, Missu, Mindy. Até que novos integrantes surgissem, ou antigos retornassem aos seus postos, essas eram as pessoas que levariam a bandeira do grupo a frente, lutando sempre em prol da revolução.

- Eu ficarei aqui tomando conta dele. Vocês vão na frente. – Apesar das palavras, o amargor no tom não conseguia ser disfarçado, nem o olhar que não encarava nenhum deles. Olívia que ouvira tudo estava sentada em um banquinho enquanto fitava Ray. – Quando ele acordar contataremos Mark e veremos o que fazer. Não se preocupem.

Infelizmente a realidade era dura, e mesmo que doesse ter de deixar Raymond para trás, a luta não podia parar e a guerra não esperava por ninguém. Uma nova missão havia lhes sido entregue, e naquela enfermaria eles começavam a discutir a respeito e analisar suas opções.

Era nesse momento que Fertari voltava correndo trazendo consigo um pequeno livro na mão, muito velho, quase caindo aos pedaços. – Eu consegui esse livro em um bazar, não acredito que o vendedor tenha percebido o quão valioso é. Vejam, aqui. – Com isso ela abria em uma página específica que mostrava uma planta desenhada e ao lado várias indicações. – Apesar de nunca ter estudado botânica a fundo, nesse livro tem a descrições de algumas plantas raras que podem ser encontradas em uma ilha chamada Little Garden, e olhem o que essa faz!

Pagina do livrinho:
 

- Uohhh!! Que livro interessante! Posso ler?! –


- Sim, claro, não é muito longo e a maior parte é composta por imagens. Ouçam, eu sei que não é uma cura já que o sangue dele está sendo transformado, talvez se tivéssemos ela em mãos agora fosse possível usa-la, mas ainda assim não custa nada mostrar ao especialista que enviarem. Talvez ele ache uma utilidade para ela.

Em seguida ela ouvia os agradecimentos de Elsa e com um abraço lhe prometia tratar bem do paciente. – Não se preocupem, vamos mantê-lo a salvo na medida do possível. Ali na estante tem alguns, sinta-se livre, recebi instruções de ajuda-los da forma que eu puder, se lembra?

- Então vocês estão partindo... – A frágil voz feminina que surgia pertencia a ningeum mais do que Victoria. – Eu pensei que ficariam até após a coroação ao menos. Sigh. Como está Nathan?

- Ele vai ficar bem. – Respondia Missu de leve segurando a mão da mulher. – Eu estarei indo também, e e...

- Não tem problemas, cada um tem seu caminho a seguir e sua luta a travar. Só espero que seja feliz Missu. – Interrompia a mulher com um sorriso leve na face.

- Un.

- Dolorida. Mas vai passar. – Agora sua atenção se voltava para Elsa. – Não se preocupe, cuidarei bem deles e quando a hora chegar entregarei a carta. – Completava ela pegando a carta e recebendo o abraço.

- Leve quantos vocês precisarem, não é difícil achar deles por aqui. Que tenham uma boa viagem. – Por fim era Tidus quem conversava por último com ela.

---

Caminhando em direção ao pátio inicial, Missu e Frisk iam mais a frente. Com dois copos d’agua em mãos obtido com o Punho Árido, o jovem começava a conversar com ela.

- Bastante. Não vejo a hora de dormir um pouco. Nem me lembro quando foi a última vez que fiz isso. – Respondia ela bocejando e pegando o copo d’água que ele oferecia em seguida.

- Un. Vamos entrar no meio de uma batalha pelo visto, mas tenho certeza que tudo vai dar certo. Afinal de contas temos você!! Já te disse o quão maravilhosa é sua habilidade? – Enquanto falava ela arregalava os olhos e gesticulava com os braços os abrindo bastante, como se quisesse mostrar quão maravilhosa ela queria dizer.

No entanto as próximas palavras do menino mudaram completamente a forma abobalhada que ela estava agindo. As palavras dele pareciam der tocado a nota certa e de repente os olhos da menina se enchiam de lagrimas. Com um sorriso largo e doce, contendo a mais pura felicidade ela saltava para cima dele e pela segunda vez naquele dia lhe dava um grande abraço.

Diferente do primeiro no entanto, esse não era um abraço contido graças aos ferimentos dele, mas um que levava consigo a força de mais de 50 pontos em dano toda a emoção que ela sentia naquele momento. Naquela posição, não era difícil dele ouvir sua voz abafada que dizia – Sim, você me protege e eu te protejo. Sempre.

---

Tidus e Elsa que caminhavam atrás podiam ver a cena inesperada, e quando todos chegaram no pátio Mindy não estava de volta ainda. Mas ao menos ainda faltava um bom tempo até a hora de partida do trem, e após esperarem por meia hora a mulher finalmente voltava. Sozinha.

- Sigh, eles nos desejaram boa viagem e disseram que aguardarão nosso retorno enquanto puderem. Tentei convence-los a virem até aqui, mas são muito cabeça dura, você sabe como. – Respondendo à pergunta de Elsa, a mulher passava as mãos no cabelo enquanto parecia um pouco triste. – Ao menos estão a salvo e sabem para onde vir quando acabarem de auxiliar os cidadãos.

Ao ouvir que iriam voltar para a quinta rota, ficou genuinamente surpresa e acenou brevemente concordando. – Vamos atrás dele? – Questionou em um tom baixo esperando que Elsa soubesse de quem estava falando.

---

Com todos prontos para partir, Frisk abria um portal e Tidus usava suas habilidades para levar todos de tapete voador. A estação estava situada em outra cidade e apenas quando o relógio já marcava dez para as onze da noite o grupo revolucionário conseguiu alcançar o local.

E assim como Mark havia dito, ali estava ele, um Expresso que saía com destino a Jaya. Com mais de vinte vagões, os doze primeiros eram direcionados a passageiros, cada um contendo seis cabines, cada cabine sendo capaz de acomodar seis pessoas.

O decimo terceiro era destinado completamente a serviços, como bar, restaurante, musica.

Do decimo quarto em diante eram vagões direcionados a transporte de mercadorias, cabines privadas e adaptadas para seres especiais.

Situados na dimensão paralela de Frisk, o grupo adentrava o quarto vagão, estando no corredor. Dali eles podiam ver uma cabine se abrindo e um grupo de marinheiros sentados no interior, com um deles saindo. – Vou ao bar. – Dizia o homem. Aparentemente já estavam no trem antes dele chegar em Alabasta e não pretendiam desembarcar. Estavam só de passagem pela ilha enquanto seguiam seu caminho.

Com uma política de vender passagem a qualquer um, independentemente de quem, pessoas de todas as estirpes se encontravam no trem, e poucos procurados de fato eram os que gostavam de sair de suas cabines. Aqueles que o faziam era porque se garantiam.

Com um apito agudo, o trem começava a se mover, e ali naquela dimensão, o grupo via até mesmo o piso passando por baixo de seus pés (que não pisavam nele de fato) e logo a porta do fundo do vagão bateria neles, fazendo com que se movessem com o trem.

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 4 EmptyQua 25 Abr - 17:02


Jaya

De certo modo a resposta de Volkerball me deixou surpreso, não esperava que Ray fosse fazer um convite para alguém que havia acabado de conhecer. - “Parece que o tempo te fez amolecer.” - Deixei escapar um riso sem graça no canto dos lábios e dei continuidade a explicação. Com tudo resolvido era chegado a hora de dizer adeus a Alabasta, de certo modo já havia me acostumado a viver deste modo, sem me prender a nada e nem ninguém, foi assim desde minha infância viajando por aí com Axell e agora continuava sendo, contudo sem a presença do meu irmão. - “Acho que no fim das contas meu mau hábito de me aproximar das pessoas apenas para usá-las é mais forte do que imaginei.” - Por mais que deixar um velho amigo para trás fosse triste, não sentia como se fosse um grande sacrifício, na verdade não sabia distinguir se sentiria falta dele ou da sua utilidade… Bem, talvez estivesse apenas pensando demais.

Enquanto me perdia em meus devaneios logo a minha frente se desenrolava uma cena no mínimo curiosa, Missu saltando sobre Frisk e abraçando-o com um sorriso no rosto, uma cena simples e para muitos sem significado algum, mas aquele simples gesto me fez abrir um genuíno e alegre sorriso. - “São por eles que fazemos isso, não é? Pelos jovens e sua capacidade de ver o melhor mesmo quando estão cercados de coisas ruins.” - Decidi não comentar nada e apenas continuei caminhando logo atrás, as vezes precisávamos de um tempo para espairecer.

Com todos reunidos no pátio e em seus devidos lugares - em cima dos tapetes, ergui voo fazendo com que todos atravessassem a porta para a dimensão esverdeada de Frisk. - E lá vamos nós de novo. - Comentava ao passar pela porta. - Eu nunca vou me acostumar com essa cor. - Deixava escapar um comentário sarcástico tentando espantar o sentimento ruim que estava se acumulando no meu ser. Guiando o meio de transporte pelo deserto não demorou muito para chegar ao nosso objetivo.- A estação. - Olhando com mais atenção percebi um relógio próximo marcando dez e cinquenta. - Dez minutos. - Murmurei comigo mesmo. - Parece que chegamos a tempo. - Comuniquei aos outros enquanto descia os tapetes em direção ao trem que tinha como destino Jaya. - Senhoras e senhores chegamos a nossa primeira parada. - Comentava assim que o tapete chegasse ao solo e aguardaria até que todos descessem dos tapetes para então enrola-los o guardar nas costas, aproveitando a alça da bainha para prendê-los juntos.

Já dentro do trem podia notar que ele era bem parecido com o outro que tínhamos usado para chegar até Alabasta, na verdade existia a possibilidade de ser o mesmo já que ele também havia passado por Jaya. - Temos algum tempo de paz até chegarmos em Pindorama, mas lembrem-se que precisamos sair na estação de Jaya e pegar outro trem. - Reforçava a informação para que não relaxassem e esquecessem de descer na próxima estação, caso contrário sabe-se lá onde iriamos parar. - Eu não sei vocês mas eu preciso sentar e relaxar um pouco, foram tantas lutas uma atrás da outra sem intervalo que meus músculos estão todos tensos. - Estiquei os braços para cima e logo em seguida para o lados, realizando um rápido e simples alongamento. Dito isso procuraria um lugar para me sentar próximo aos demais, talvez em uma cabine vaga ou até mesmo no salão, contudo a essa altura havia percebido algo peculiar. - Marinheiros? - Arqueei uma das sobrancelhas, curioso e ao mesmo tempo receoso. - Bem, isso não é realmente uma surpresa, mas é bom evita-los mesmo estando deste lado. -  A presença dos marinheiros me deixava um pouco inquieto, mas enquanto estivessemos na dimensão de Frisk estávamos a salvo - ao menos esperava que estivesse.  

Assim que encontrasse um local apropriado removeria a bainha e os tapetes das costas, os colocaria no chão um ao lado do outro e finalmente me sentaria para relaxar. - “Aaaah… O descanso merecido dos justos.” - Pela primeira vez em muito tempo podia finalmente relaxar os músculos, era quase como tirar um peso enorme das costas e derreter. - “Foi um dia agitado, agitado até demais.” - De fato aquele havia sido o dia mais agitado e cansativo que tive na vida, um dia que pensei que realmente iria morrer, primeiro o combate com os agentes, depois com os piratas, Aard e finalmente os agentes novamente, tudo isso logo em sequencia, era agitação para uma vida toda. De todo modo permaneceria sentado até chegar a hora de saltar, quando finalmente chegássemos a Jaya recolheria as minhas coisas e caminharia para o lado de fora onde buscaria pelo segundo trem que nos levaria ao nosso destino final: Pindorama.

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 4 EmptyQua 25 Abr - 21:59

Sem sombra de dúvidas o livro apresentado por Fertaria mostrava uma espécie vegetal intrigante em diversos aspectos, mas cuja principal peculiaridade era justamente sua relação com o sangue, seu principal meio de alimentação. – É como se fosse uma sanguessuga, não vejo utilidades se a planta estiver morta, mas viva, poderíamos usá-la para se alimentar do sangue de Raymond, purificando-o no processo enquanto pelo caule extrairíamos o sangue sem venenos, recolocando-o no corpo. Como um ciclo. – dava meu parecer sobre o que havia sido nos mostrado e antes de encerrarmos tudo, adicionava a planta aos documentos. – Assim que o especialista chegar apresente isso primeiro! – explicava antes de reabastecer o estoque de kits médicos junto de mais alguns utensílios voltados para a confecção de toxinas. – Hahaha Verdade! – ria de forma descontraída, terminando de ajeitar as coisas quando ouvia a voz de Victoria, ainda muito fraca.

Permanecia num primeiro instante a distância ao notar que a mulher conversava com Missu, a garota que sempre havia ficado ao lado da mulher em Alabasta, agora tinha um caminho a seguir, pelo menos ela dentre todos nós ali poderia despedir-se de maneira apropriada. – Daremos o nosso melhor por ela. – chegava ao término da conversa, tocando a menina no ombro antes de ter a oportunidade de conversar com a mulher que havia nos acolhido na ilha. – No fim nunca é fácil dar adeus. – relutava enquanto seguia para o lado externo do esconderijo, por mais que fosse compreensível nossa necessidade de partir, a sensação de poder fazer mais por Alabasta ainda marcava muito meus devaneios, a preocupação com Ísis e sua coroação era talvez o principal, gostaria tanto de ver aquele momento, mas o dever sempre chama no fim das contas.

Durante o caminho, presenciava o abraço de Missu e Frisk, um gesto tão doce e puro que acabava por sorrir todo o caminho até finalmente os alcançar, não contendo a vontade de dar o devido comentário a situação, numa brincadeira. – Vocês formam um casal igual dos contos infantis. – abria um sorriso enquanto inclinava o rosto. – Já estão no tom correto, cada um protege o outro, não importando a adversidade. – puxava o tom brincalhão para uma sutil seriedade. Mesmo tão jovens, eles tinham responsabilidades demais para a idade, o amadurecimento viria a ferro e fogo e torcia, no íntimo, para que mesmo com tudo o que o destino nos reservava que eles pudessem ao menos manter essa inocência tão bonita.

Restava apenas Mindy retornar para que pudéssemos seguir caminho, fato que só ocorreu após alguns minutos. Em um primeiro momento, tinha certa esperança de que trouxesse consigo ao menos para uma despedida, os demais, porém seu retorno solitário era uma dura realidade a qual já havia me conformado pelo menos de maneira aparente. – É, eu entendo. – a voz vinha grave e baixa e assentia vagarosamente ao que ela dizia. – Sim, enquanto estiverem bem posso ficar tranquila! – esboçava um sorriso, tentando afastar a preocupação e a tristeza e conforme respondia ela sobre Ross, demonstrava calma nas palavras e um semblante de determinação junto ao sorriso tímido. – Receio, que não será preciso. – inclinava a cabeça enquanto começava a caminhar para o interior da Doa Doa. – Só de pisarmos na rota, já será uma afronta a sua autoridade, o que ele fará com isso me interessa mais em relação ao que faremos contra ele. Deixe que ele tome a iniciativa, deixe que ele se sinta em vantagem. Mas vamos dar motivos para ele se preocupar conosco! – terminava de dizer antes de subir no tapete e ir até a estação do Expresso Oceânico.

Ao chegar à estação, permanecíamos dentro da dimensão de Frisk a todo o momento, inclusive no momento em que embarcamos na locomotiva. – Ok. Contamos com você para isso! – comentava com Tidus de forma descontraída a respeito da nossa chegada em Jaya para a baldeação. – Descansar seria realmente maravilhoso, mas preciso dedicar um pouco dessa calmaria para me aprimorar e estudar isso. – mostrava o frasco do poço de lázaro que carregava junto de mim desde que o havia recuperado. – Missu, quando tiver tempo, poderia me ajudar com umas questões de Farmácia? – perguntaria a garota, ao mesmo tempo em que notava a presença de marinheiros no local. – Melhor ficarmos na Doa Doa mesmo. – pensava, enquanto seguia para uma das cabines, junto de todos. Quando encontrasse uma que comportasse a todos, sentar-me-ia próximo a janela e esperava todos aproveitarem aquele momento de descanso antes de agitar-me em meus assuntos. Jaya era um destino próximo demais para tentar fazer algo que requeresse tempo, então aproveitaria a ida até Pindorama para aprender mais sobre meu ofício e por isso ficaria atenta a nossa chegada, chamando todos caso chegássemos ao nosso destino, buscando apressar nosso embarque para o novo trem. – Chegamos a Jaya, vamos logo! – diria, levantando-me para ir junto de todos ao próximo trem.



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~The winter has come
The blood and soul has aceepted their fate
The young viper, now mature, put their children in the hunt
They want to hunt by your lead
Their dreams, liberty and fate
Winter calls with your voice and only the phalanx can survive it!~


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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 4 EmptyQui 26 Abr - 23:43


2º EPIC — CHALLEGING GODS!

Aparentemente, o meu "momento" com Missu tinha sido presenciado por todo mundo - ou pelo menos por Tidus-san e Elsa-san - e o fato de ter recebido um forte abraço da garota só serviu pra me deixar ainda mais sem jeito. A Rainha dos Espinhos, por sua vez, se sentiu na obrigação de brincar um pouco, e eu sentia que ficava mais vermelho a cada segundo. Parando pra pensar bem, tudo o que eu tinha dito pra Missu fora bem embaraçoso, por mais bonito que pudesse ter soado. - Elsa-san...! - eu reclamei, corando.

O que ela disse a seguir, no entanto, não tinha mais o mesmo tom de brincadeira. Eu sorri, agradecido pelo apoio: eu tinha feito uma promessa importante pra Missu agora, e teria certeza de cumpri-la, não importava o que acontecesse. - Essa é a ideia. - assentia, determinado. Depois disso, o tempo passou rápido até chegar a hora da partida, e eu estaria mentindo se dissesse que estava totalmente pronto. Estávamos deixando muita coisa pra trás, e no caso de Ray-san em especial, era difícil abandonar um amigo naquele estado. Infelizmente, não era como se tivéssemos muita opção: nós tínhamos uma missão a cumprir.

"No final das contas, tenho certeza de que ele ficaria irritado se eu me recusasse a seguir com a missão por conta de algo assim." Eu sorri, talvez um pouco nostálgico. Sentiria falta do Rei Vermelho, e por hora, só podia esperar que ele ficasse melhor. Como sempre, usamos os tapetes voadores de Tidus-san para seguir até o Expresso, já que aquele era o jeito mais rápido que tínhamos para nos locomover, e com a furtividade fornecida pela dimensão de bolso, não precisávamos nos preocupar em sermos vistos por algum inimigo.

O trem era impressionante, assim como o último que tínhamos usado, e era incrível pensar no quão úteis eles conseguiam ser, possibilitando uma viagem rápida entre as várias rotas da Grand Line. Enfim lá dentro, e prontos pra viagem, Tidus-san resolveu tirar um pouco de tempo pra descansar, e eu não o culpava: todos nós merecíamos um pouco depois de tudo o que tinha acontecido. Felizmente, eu tinha tirado um cochilo um pouco mais cedo, então não estava tão abatido assim - mas a ideia de relaxar mais um pouco certamente era bem tentadora. Isto é, até Elsa-san dizer que precisava estudar um frasco que estava em suas mãos.

Se eu me lembrava bem, aquilo tinha sido entregue pela T.A.G.A.Y.A. junto com a...bem, quando descobrimos que o rei de tinha morrido. - O que exatamente tem nesse frasco? - eu perguntei, genuinamente curioso. Parecia ser algo importante, especialmente para a organização ter aceitado como pagamento. - Só espero que não tenha outra confusão... - eu comentaria, olhando para os marinheiros. Da última vez, quando vínhamos pra Alabasta, um nobre tinha nos dado dor de cabeça. Esperava que não acontecesse o mesmo. Precisava de um momento de paz, mesmo que só até chegarmos em Pindorama.

Por fim, eu me ofereceria para ajudar Elsa-san quando ela fosse começar com os estudos do tal frasco ou qualquer outra coisa. - Eu não entendo muito dessas coisas, mas posso ajudar com anotações ou qualquer coisa menor. - diria, e aproveitaria o momento pra praticar escrita ou outras atividades com a mão esquerda, já que não treinava seu uso desde a batalha-treinamento contra Axell-san. Quando finalmente chegássemos em Jaya, novamente, desceria e seguiria até o outro trem junto com o pessoal, para nos dirigirmos até o nosso destino final.

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 4 EmptySex 27 Abr - 20:40



Fechando a porta de sua cabine, o marinheiro seguia em direção a saída do vagão, passando pelos revolucionários escondidos na doa doa, atravessando seus corpos como se fosse um fantasma.

- Hmmm? – Parava ele derepente com a mão namaçaneta. Olhando para trás ele via o corredor vazio e as portas das cabines fechadas. Franzindo os olhos, nenhum detalhe escapava seu escrutínio. “Estranho, realmente estranho. Tsc.” Sem achar nada no entanto, ele se virava e voltava a seguir em frente, saindo do vagão e fechando a porta atrás de si.

Enquanto isso, a Red Legion seguia despreocupadamente. Tidus descansava, Elsa tentava aprender farmácia com Missu, e Frisk se interessava no objeto que a Rainha Gelada tinha em mãos.

Toda viagem corria tranquilamente, e eles tinham tempo de sobra para fazerem tudo que precisavam e descansarem bem. No entanto, quarenta horas depois, quando o trem finalmente alcançava Jaya, todos estavam com os estômagos nas costas. Descansados, mas certamente famintos.

O trem parava na estação, e ali, diferentemente de Alabasta um segundo trem se fazia presente. Uma cópia quase exata, ele também tinha mais de vinte vagões, porem nesse a casa de máquinas ficava não apenas na locomotiva, mas ocupava o primeiro vagão, e com isso as cabines começavam apenas a partir do segundo vagão, que por padrão continham cada um com seis cabines, cada cabine sendo capaz de acomodar seis pessoas.

O decimo terceiro vagão era destinado completamente a serviços, como bar, restaurante, música. Já do decimo quarto em diante eram vagões direcionados a transporte de mercadorias, cabines privadas e adaptadas para seres especiais.

No vigésimo primeiro vagão um homem com uniforme de funcionário do Expresso Oceânico fazia o inventário de várias caixas, checando se as peças de maquinário contidas nelas estavam presentes. Já no último vagão, no entanto, era o verde que dominava. Diferente de todos outros, entrar nele era como entrar em um jardim, ou até mesmo uma pequena mata. Da mesma forma, ali apenas uma pessoa perambulava entre as flores, sementes e arvores, um velhinho simpático vestido de forma simples.

Na porta das cabines para passageiros homens recolhiam tickets de entrada, permitindo o ingresso das pessoas. Faltavam quarenta e cinco minutos para o trem deixar a estação e seguir para um destino a quatro dias de distância. Pindorama!

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 4 EmptySab 28 Abr - 20:36


Travel

A viagem de Alabasta até a ilha de Jaya ocorreu de forma tranquila, foi um período de paz e tranquilidade… Quando foi última vez que tive tanto tempo assim para relaxar? Para ser sincero já não me recordava, talvez em nossa última viagem de Little Garden?  - “Ter tempo para sentar e descansar é realmente luxo nesse trabalho.” - De olhos fechados me perdia em meus devaneios, o único som que chegava aos meus ouvidos naquele momento era o da locomotiva avançando sobre os trilhos marítimos. - “Me pergunto o que você está fazendo agora… A essa altura você já deve ter ouvido falar do caminho que decidi trilhar, está decepcionado? Furioso? Feliz? Ou simplesmente não dá a mínima? Há tanto que quero lhe perguntar, mas ao mesmo tempo não sei se teria coragem de te encontrar.” - Quanto mais avançava e crescia como revolucionário e pessoa mais sentia que o momento do nosso encontro estava se aproximando, e isso me deixava inquieto. - “O espadachim prodígio da família Belmont, Vice-almirante Dominic Belmont… Acho que ainda sou uma mosca que não merece a sua atenção, ainda não.” - Fechei os punhos com firmeza, algo involuntário quase que como um espasmo enquanto tentava relaxar e dormir um pouco.

Horas, não, dias já haviam se passado e finalmente a vista do horizonte já não era mais apenas água. - Uma ilha? - Murmurei ainda um pouco sonolento, esfreguei um dos punhos contra os olhos e me levantei. -Hora de pular fora. - Comentei enquanto me espreguiçava esticando os braços para cima o máximo que podia. Sem perder tempo comecei a recolher minhas coisas e fui em direção a saída. - Nesse ritmo devemos chegar em Pindorama nos próximos dias. Só espero que cheguemos a tempo dessa vez. - Meu semblante tomava um ar mais sério ao me lembrar que da última vez chegamos tarde demais para o resgate e que se isso se repetisse novamente, bem, talvez Lampião não tivesse a sorte que Volkerball teve. Durante a caminhada até o segundo trem senti que mais alguém precisava de ajuda ali e esse era o meu fiel amigo estômago. - Eeer… - Cocei a cabeça um pouco sem graça. - Acho que deveríamos ter trazido algo para comer na viagem também hehe. - Esbocei um sorriso sem graça, de fato havia sido um erro não ter pego algo na base do Punho Árido antes de partir em uma jornada de dias pelo mar.

Já dentro do segundo trem notava que o mesmo era bem parecido com o anterior, o que queria dizer que esse certamente também teria um vagão restaurante ou coisa do gênero. - Certo, essa viagem deve demorar tanto quanto a anterior ou quem sabe até mesmo mais, então vamos precisar arrumar uma forma de conseguir um pouco de comida e água para não chegarmos em trapos. - Levei a mão direita até o queixo, pensativo. - Contudo como somos procurados sair da dimensão de Frisk para comer é arriscado, ainda mais porque vimos no último trem que marinheiros também costumam usar esse meio de transporte e não podemos perder tempo em um confronto agora. - Olhei em volta, na direção dos demais. - Algum de vocês tem alguma ideia de como fazer isso sem chamar atenção? - Daria brecha para ver se alguém tinha algum tipo de plano ou se estava disposto a realizar a tarefa.

De qualquer forma agora que estávamos no trem que nos levaria até Pindorama eu tinha uma missão: ligar para Mark. - Vamos escolher uma cabine vazia para ser nosso ponto de encontro, além disso Mark me instruiu a ligar para ele quando já estivéssemos no segundo trem, então acredito que chegou a hora. - Caminharia a procura de um vagão livre e assim que encontrasse colocaria minha bainha de espadas e os tapetes no canto, apanharia meu den den mushi no bolso do casaco e faria a ligação. - Coronel Mark, na escuta? Aqui é o Major Tidus. - Diria assim que a conexão fosse estabelecida. - Estamos no local combinado. - Comentaria sem expor maiores informações caso aquela chamada ainda não estivesse sendo feita de um ponto seguro. De todo modo permaneceria na cabine tentando contactar o Coronel para maiores informações assim como fui instruído a fazer, se porventura os demais não estivessem presentes no momento re-passaria as informações mais tarde quando todos estivessem reunidos novamente.


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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 4 EmptyDom 29 Abr - 23:26

Poder usufruir de momentos de descanso era genuinamente uma oportunidade de ouro, relaxar sem qualquer preocupação e compartilhar de um momento que não culminasse em uma luta fazia-me tão bem que perceber isso mostrava somente o quão complicado havia se tornado minha vida. – Hmm! – mostrava-me realmente surpresa pela pergunta de Frisk, tinha certeza de que pelo menos ele havia ouvido falar sobre o que era o conteúdo do frasco enquanto estávamos no Palácio de Real de Alabasta, mas as circunstâncias que envolvia não apenas o interesse de T.A.G.A.Y.A. como também o que de fato ele era ainda permanecia um mistério para ele. – Vamos nos acomodar primeiro depois o explico com calma. – respondia com um sorriso de tranquilidade e certo ar de ansiedade por poder explicar sobre aquilo.

Esperava passar pelos marinheiros e nos acomodar em uma das cabines para só então explicá-lo. – Nisso, está uma amostra do Poço de Lázaro. Uma fonte de águas verdes que brota de uma caverna antiga em Terralegre na quinta rota. Um local sagrado, protegido por dois Minks remanescentes de sua tribo. – ainda me recordava de forma intensa de Auernov e Pallidmane, de suas histórias, dramas e decisões enquanto estive por lá, ainda ansiava por cumprir minha promessa, fato que despertou um brilho no olhar ainda que o mesmo não remetesse a um sorriso pelo amargor dos fatos. – O poço em si possui a propriedade de curar quaisquer tipos de doenças, por mais graves que sejam. Só por isso já podemos compreender a razão dele ser protegido. Porém, na ilha ele foi utilizado como componente de uma droga alucinógena que provoca uma espécie de alucinação traduzida em riso por aqueles que a consomem, Pequenalegria.

A droga por si só causa dependência e torna seus usuários não apenas sensíveis a pessoas que não pareçam felizes, mas em casos específicos atribuía a perda de sensibilidade geral, em outras palavras, você não sente dor. Por não sentir dor, pude atribuir fatores colaterais como um aumento de força. –
suspirava, com certa preocupação. – Não apenas eu, mas o homem que criou a droga também percebeu isso e desenvolveu um poço sintético, que potencializa enormemente a força física daquele que o consome. Dr. Fun, ele injetou uma grande quantidade em si próprio quando o enfrentei, sua força aumentou, mas os efeitos colaterais foram bizarros e o deformaram algo não saiu certo. Atribui que o mesmo ainda não havia terminado suas pesquisas. Infelizmente, ele ainda tem o recurso em abundância, enquanto eu apenas isso. – chacoalhava o frasco, deixando o líquido verde dançar em seu interior, antes de guardá-lo comigo para que pudesse dedicar-me aos estudos de Farmácia com Missu.

Após algumas boas horas de longo estudo e alguns exercícios práticos com os utensílios que havia trago comigo de Alabasta, pude dedicar as últimas vinte horas de viagem ao meu próprio descanso e a Mindy, a qual pedia ajuda para dar um jeito em meu cabelo que havia permanecido desde a luta contra Aard completamente solto. – Acho que o tempo tem me deixado cada vez mais desleixada. – replicava em tom de brincadeira, enquanto vez ou outra observava a paisagem pelo filtro verde da Doa Doa. Acompanhava as últimas horas de viagem até Jaya acordada e descansada, ainda que o ímpeto da pressa me permitisse caminhar com tranquilidade, sentia a fome atacar-me de forma voraz, fazendo meu estômago roncar alto demais. – Se algo ocorrer no caminho, Mark entrará em contato conosco. Se for necessário, teremos de dar um jeito de acelerar. – respondia Tidus com certa preocupação de que tal cenário pudesse ocorrer, mas como o próprio Duque havia dito, a pessoa que iríamos ajudar não era alguém qualquer. – Não se preocupe, tenho certeza de que alguém como Lampião não cairá tão fácil. – terminava aquele assunto, emendando-o com a questão da comida, coisa que realmente me interessava naquela ocasião.

Missu, você passou toda sua vida em Alabasta com Victoria não? – perguntava de forma tranquila, aguardando por uma resposta dela para prosseguir. – Esses trens devem carregar mercadorias e você é a que mais facilmente pode interagir fora da Doa Doa por não ser procurada. Talvez com a ajuda de Frisk você possa alternar entre as dimensões para que possamos matar nossa fome, antes que ela nos mate. – brincava, embora levasse a questão a sério. - Vamos observar o trem antes de nos acomodar em uma das cabines. - De toda maneira, não havia muitas opções relevantes uma vez que mesmo Mindy não poderia sair por já ser alguém cuja imagem estava associada a mim. - Bom, vamos tratar disso com calma quando ficarmos em uma cabine. – apressava-me para que pudéssemos embarcar no segundo trem, caminhando pela locomotiva junto dos demais até alcançar uma cabine que agradasse a todos, passando por todos os vagões do trem antes de me acomodar, ali guardaria minhas coisas e então tratava de providenciar a questão da comida e a decisão de quem iria de fato atrás dela.

Deixava para Tidus a responsabilidade de avisar Mark, uma vez que o próprio já era conhecido do Major o que tornava o contato entre ambos mais práticos, no fim era até mesmo bom para manter o Belmont ocupado. – Eu vi que no último vagão há uma espécie de estufa com diversas plantas. – comentaria com Frisk, Missu e Mindy, antes de buscar um dos livros que havia comprado. – Bom, já que vamos fazer algo pelo local, enquanto vocês vão buscar comida eu gostaria de dar uma passada por lá. – falava com extrema normalidade, ainda que a intenção inicial era de não sair da Doa Doa. Assim, seguiria com Frisk e os demais pelo trem, ajudando a conseguir alguns alimentos, sem sair da dimensão do garoto antes de ir até o último vagão, convidado aos três para que fossem comigo se assim desejassem.

Caminharia pela locomotiva, até a estufa onde após observar o local sairia apenas se notasse que somente o velho permanecia por ali. – Oi? – me aproximaria timidamente, observando o local com certo fascínio. Quando o velho me notasse, me apresentaria de maneira formal, estendendo a mão para um cumprimento enquanto a outra mantinha o livro em evidência. – Me chamo Às, sou uma das passageiras, o senhor é o responsável pelo local? – manteria o sorriso em evidência e a simpatia em seu estado natural, sempre ótima. – Eu não pude deixar de notar a beleza do local antes de embarcar, como estava determinada a me dedicar aos estudos durante a viagem achei que seria bom vir para cá é tão calmo, mas respira tanta vida. – levava uma das mãos ao peito. – Eu sou médica, aprendi desde cedo a importância do meu ofício, mas meu principal tutor apreciava muito a importância da botânica no tratamento e prevenção de doenças, na época eu não dei o devido valor, pois tinha o pensamento em outra área da medicina. – desconversava, uma vez que a história era real, mas o momento para outra ocasião. – Mas isso já faz um bom tempo, hoje me vejo na necessidade e no interesse real de aprender sobre botânica, me tornar uma médica melhor alguém capaz de não apenas curar um corpo, mas também o espírito. – ria por fim, gesticulando como se tivesse exagerado.

Desculpe...eu acabo por me estender demais nessas coisas, é que eu gosto tanto que acabo falando sem parar. – suspirava. – Enfim, eu dei uma lida nas primeiras páginas desse livro, mas ainda é tudo tão confuso, pensei que se viesse aqui poderia pelo menos encontrar algumas espécies e ver na prática como funcionam. Posso estar sendo muito abrupta, mas se importa de me ajudar um pouco nos meus estudos? – não era exatamente tão direta, mas em vista do tempo que tínhamos podia me dar ao luxo de por alguns rodeios naquele assunto, de toda forma se tivesse a ajuda, poderia enfim dedicar uma parcela do tempo para o aprendizado e se Frisk viesse mesmo me ajudar, o rapaz poderia expressar seu interesse trazendo algo bom para comer e partilhar com aquele bom senhor.



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~The winter has come
The blood and soul has aceepted their fate
The young viper, now mature, put their children in the hunt
They want to hunt by your lead
Their dreams, liberty and fate
Winter calls with your voice and only the phalanx can survive it!~


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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 4 EmptySeg 30 Abr - 22:42


2º EPIC — CHALLEGING GODS!

Dessa vez, Elsa-san tinha me pego verdadeiramente de surpresa. - Poço de Lázaro... - eu repeti as palavras, a atenção completamente fixada na explicação que ela ia dando, sobre como o líquido tinha vindo de uma ilhada chamada Terralegre na quinta rota, sobre a sua capacidade de curar toda e qualquer doença, e, principalmente, sobre como um cientista o tinha usado pra fabricar uma droga.

Bem, a parte interessante não era a criação da droga em si ou o efeito alucinógeno estranho que fazia as pessoas rirem, mas a parte que vinha depois: resistência à dor e aumento de força. Eu sabia que essas coisas traziam consigo efeitos colaterais bem ruins, na maioria das vezes, mas não pude deixar de imaginar no quão útil isso poderia ser numa luta difícil. Se nós tivéssemos algo do tipo em mãos quando lutamos contra Aard, por exemplo, talvez as coisas não tivessem sido tão complicadas.

- Acho que eu acabei de arrumar um motivo pra visitar essa tal de Terralegre... - não conseguia esconder o fascínio no olhar quando fitava o frasco. Queria saber um pouco mais sobre como o poço funcionava, mas teria de deixar isso pra outra oportunidade: se Elsa-san descobrisse algo com suas pesquisas, poderia perguntar pra ela a respeito depois. Durante o restante da viagem, eu me contentei em ajudar Elsa-san e Missu nos estudos sobre Farmácia, mais auxiliando com pormenores do que qualquer coisa, usando a mão esquerda nas tarefas de modo a continuar praticando com ela. Também tive tempo de dormir por algumas horas, já que a viagem foi relativamente longa, e após isso, nós enfim chegamos em Jaya.

Já no outro trem, porém, nós nos deparávamos com outro problema. - Urgh... - conseguia ouvir meu estômago roncar, e a fome certamente não deixava eu me sentir confortável. Isso logo se tornou tópico de discussão, e nós decidimos que tínhamos que arrumar um pouco de comida e água, pelo menos o suficiente até chegarmos em Pindorama. - Nós podermos ir buscar algumas coisinhas juntos então. - sorriria para Missu, levemente animado. - Vai ser como brincar de Ladrões Fantasmas. Mas antes, Tidus-san! - chamaria o Duque Azul, me aproximando - Se usar o Den Den Mushi sem uma ligação entre as dimensões, provavelmente não vai funcionar. Aqui. - diria, abrindo uma pequena porta circular ao lado do homem, próximo ao telefone, para servir de conexão entre os dois lados de modo que a chamada funcionasse.

Ficaria ao lado de Tidus-san até que a ligação terminasse pra manter a porta aberta, ou ela acabaria fechando sozinha, cedo demais. Então, quando Elsa-san falasse do vagão cheio de plantas no fundo do trem, eu assentiria e tomaria a mão de Missu. - Perfeito, vamos pegar alguma coisa e depois encontramos vocês. Eu trago pra você também quando acabarmos por lá, Tidus-san! - e com isso, eu iria junto da garota até algum dos vagões que estivesse carregado de mercadorias, e procuraria por água, comida, ou qualquer outra coisa que pudesse ser útil pra o grupo. - Achou algo? - perguntaria a Missu durante a procura, caso não estivesse encontrando nada. A diversão começaria quando achássemos o que íamos levar.

- Tá, vamos ver... - eu levaria uma das mãos ao queixo, pensando num plano. Não que precisássemos tanto de um, mas era mais divertido assim. - Como a Elsa-san disse, é mais seguro se você for, já que não tem uma recompensa e nem é conhecida como nós. Eu vou abrir uma porta pra você sair, e quando você estiver pronta pra voltar, é só dar o sinal. - eu faria um gesto, erguendo o punho direito até mais ou menos a altura da cabeça, e rindo logo em seguida, me divertindo com a ideia do "sinal secreto". E então, faria como o combinado, abrindo uma porta para que ela saísse e ficando de guarda, observando os vagões próximos pra ver se não havia ninguém se aproximando. Era quase como ser um ladrão profissional. - Hehehe...

Quando Missu fizesse o sinal, ou se eu visse alguém suspeito se aproximando por algum vagão próximo, eu iria até a garota - com urgência, no caso de vir alguém - e abriria uma porta para que ela voltasse à dimensão de bolso: - Vamos. - ajudaria-a com o que tivesse pra pegar e fecharia a porta, colocando-nos novamente na segurança da Air Door. - Missão completa! - sorriria radiante, caso desse tudo certo, e ergueria ambas as mãos abertas para que Missu batesse, numa comemoração. Com tudo pronto, enfim, seguiria junto com ela até o último vagão, para me encontrar com Elsa-san e Mindy.

Abriria outra porta pra deixar a dimensão esverdeada um vagão antes do vagão cheio de plantas, fora da vista de outras pessoas. Assim, se realmente houvesse alguém lá, com Elsa-san, não surgiríamos do ar de repente para quem quer que fosse. - Chegamos! - diria, trazendo comida e água. Aproveitaria pra comer e beber um pouco também, mas deixaria um pouco para o Duque Azul, já que ele não estava por ali. - É bem bonito aqui. - comentaria, observando todo aquele verde ao meu redor. Eu já devia estar enjoado da cor por causa da Air Door, mas não conseguia deixar de achar a natureza bela e interessante.

Já que estávamos ali mesmo, então, eu aproveitaria pra ajudar Elsa-san outra vez no que ela fosse fazer por ali, já que precisava fazer alguma coisa com o tempo livre até a próxima ilha de qualquer jeito. - O senhor quer também? - ofereceria um pouco do que tivéssemos trazido ao velhinho que estava por lá. Como antes, pra toda tarefa que fosse fazer, tentaria usar a mão esquerda de modo a continuar praticando com ela, e auxiliaria com os pormenores que pudesse durante os estudos da Rainha dos Espinhos. Chamaria Missu pra ajudar também, e aí quem sabe nós pudéssemos até nos divertir naquele meio tempo. Afinal, por que não?

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