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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 2º Epic - Challenging Gods

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Kerigus
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Kerigus

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MensagemAssunto: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 3 EmptySeg 26 Mar 2018, 16:34

Relembrando a primeira mensagem :

2º Epic - Challenging Gods

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Revolucionários Raymond King Walker, Tidus Belmont, Frisk Dreemurr e Elsa Volkerball. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Volker
Frozen
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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 3 EmptySeg 09 Abr 2018, 21:38

Complicações a parte, era realmente frustrante estar incapacitada daquela maneira, com olhar turvo e incapaz de identificar a mais simples forma a um palmo de distância, recolhia-me numa posição defensiva a qual sequer podia compreender se ajudava de fato alguém, estava em silêncio, compenetrada em tentar identificar algum chamado e escutava o de Victoria, um grito de desespero e intenso o suficiente para traçar com a audição a direção que devia seguir. – Continue falando! – gritava, inutilmente. A explosão seguinte estremecia a parede de gelo e embora não me afetasse, entendia de imediato que talvez os que estivessem do lado contrário não teriam a mesma sorte. – Preciso verificar o estado de Nathan! – comentava, enquanto meus olhos finalmente davam-me condições de vislumbrar o ambiente como um todo e notar ao atravessar para o lado oposto da parede de gelo e real estado da situação.

Seja lá qual fosse o plano dos agentes, a partir do instante em que eram separados pela Doa Doa, tudo perdia sentido e o olhar daquele homem parecia compreender perfeitamente sua situação. – É melhor que apenas um dos médicos fique na batalha não acha? – comentava, direcionando as palavras a Tidus. – Isso parece mais pessoa para você, do que para mim. – Ao menos era o que eu ponderava de tudo o que havia ocorrido. – Se bem que. Não agradecemos pelo presente não é mesmo? – cuspia as palavras, ao notar o sumiço do mesmo através do Soru. – Se quisesse se matar não teria hesitado. Pretende fugir? – levantava-me com impaciência, sabia qual era a única maneira disso ocorrer. – Frisk! – concluía, sem sequer precisar falar aquilo em alto e bom tom. A saída mais eficiente daquela situação adversa só podia ser o garoto e se não o fosse, teria de ser pelo menos um refém. Observava os arredores, movendo o braço de forma graciosa, espalhando e erguendo-o, manipulando o gelo a expandir-se rapidamente e cobrir Mindy, Olivia e Missu, tal como Nathan e Victoria. – Não posso perder tempo com isso! – sentia-me dividida, pela necessidade de lutar e a obrigação voluntária de ir ao socorro do revolucionário ferido.

Se quiser usar um deles, terá de romper o gelo, com isso ganharemos segundos preciosos para detê-lo. Mas, se seu foco for mesmo Frisk, então... – olharia então para o jovem. - ...não vamos permitir! – Com o chão congelado, deslizaria em velocidade na direção do rapaz, com olhos contemplativos e analíticos, buscava durante o caminho o menor sinal do inimigo para que pudesse tornar sua única tentativa, algo ainda mais difícil. Tidus tinha as lâminas sob os céus, Raymond viria com o fogo, mas se não fossem rápidos o suficiente entraria de cabeça com o gelo, projetando a camada cristalina pelo chão novamente, cobrindo o ponto cego do jovem revolucionário. Se o Agente tentasse, por atacá-lo destas posições, projetaria rapidamente pontiagudas estacas de gelo para que se não o acertasse, pelo menos o afastassem freando seu ímpeto. Trabalharia em conjunto com as lâminas de Tidus, empurrando o homem entre estes ataques na direção das espadas, tentando anular o máximo possível de suas chances de fuga.

Se Frisk de alguma forma fosse ferido, aceleraria em sua direção com o Soru, na intenção de não permitir que o inimigo o pegue, assim voltaria a deslizar pela Doa Doa com o garoto ou, se não conseguisse avançar, faria ao nosso redor uma redoma de gelo e assim que a concluísse, projetaria uma série de espinhos ao qual tinha como função de ser um obstáculo contra as ações do homem do governo, mas também de um subterfúgio uma vez que ao notar a direção que ele atacava a redoma faria uma abertura do lado oposto para que saísse junto de Frisk com um novo Soru, não permitindo ao homem que tenha tempo de enfraquecer o gelo com suas habilidades ou bombas. Tinha como principal intuito, apenas proteger o rapaz, porém se de alguma maneira o homem focasse em mim seus ataques, manter-me-ia na evasiva deslizando pelo local, intercalando o uso do gelo com o Soru. Aproveitando do súbito impulso da habilidade para assim que tocasse o chão a usasse para deslizar com cada vez mais velocidade.

Se o agente fosse abatido neste meio tempo, ou se na minha tentativa de ajuda a Frisk, conseguisse evitar que o jovem fosse pego e Tidus e Raymond conseguissem prender o homem em seus ataques, me afastaria para perto de Missu, Mindy e Olivia, onde poderia deixar o rapaz e seguir enfim até Nathan.

Bom ver que estão bem, na medida do possível. – diria, observando as três revolucionárias. – Tenho de ir agora, fiquem frios! – comentava com certa ironia, mas levando aquele cenário bem a sério. Correria o máximo possível na direção de Victoria e, caso a alcançasse, colocar-me-ia de joelhos ao lado dela e de Nathan. – Disse que ele estava caído, mas não que você estava num ponto tão ruim quanto! – dizia de forma ríspida, em indignação, mas tão rápido quanto dizia tratava de questionar o que de fato havia ocorrido ao homem, enquanto desfazia o gelo ao redor deles, caso o tivesse criado. – Ouvi disparos a alguns instantes, ele recebeu um tiro? – a pergunta tinha um fundamento clínico. A depender do disparo, teria de tomar muito cuidado ao mover o homem, para não piorar sua condição. Assim que a revolucionária dissesse o local do tiro, observaria Nathan antes de colocá-lo de costas para o chão. – Ajude-me, coloque isso. – daria a Victoria a manta azul que carregava comigo, indicando que a botasse nas costas do homem, no ponto em que o projétil teria passado, se tivesse atravessado o corpo dele. – Ótimo. – mantinha a calma e o semblante de tranquilidade, ainda que a ferida fosse realmente grave. Como se ainda não bastasse, ainda havia a ameaça do agente dentro da Doa Doa.

Pisaria com força no chão, projetando uma forma cilíndrica de gelo que erguesse Nathan como se o dispusesse em uma mesa de gelo, junto de Victoria e onde apenas eu teria condições de permanecer de pé. – Se formos atacados, posso mover o gelo e deslocar nós três para longe de um ataque, enquanto eu estiver aqui eu não posso lutar. Não posso! – comentava de maneira firme e esperava que a mulher entendesse o significado daquilo, o estado do homem ainda que na melhor das hipóteses, iria inspirar extremo cuidado. Sob as condições necessárias, era o momento de focar-me exclusivamente no impossível. – As probabilidades de um tiro no peito não serem fatais são pequenas, uma bala de calibre pequeno poderia facilmente destroçar ossos, pele, artérias e principalmente os órgãos. Por sorte, está numa cama de gelo e eu estou aqui para dar o meu melhor. – pensava, enquanto percorria com as mãos o braço do homem, sentindo seu pulso e o ritmo do batimento cardíaco. – Supra-Segmentar ou Segmentar são inúteis até eu saber se você quebrou ossos, ou feriu órgãos. Dispersar a dor é inútil, você já a sente por completo, concentrá-la lhe causaria choque imediato. – controlava a respiração por hábito, ajudava-me a concentrar as ideias e avaliar minhas opções.

Nathan pode me ouvir? – diria com voz suave mesmo que ele não fosse capaz de me responder, as mãos percorrendo até a cabeça do homem, sentindo cada pequena alteração em sua pulsação. – Que preocupação você nos causou hein? – sorriria, levando as mãos até suas pernas e depois seus pés, para então voltar a percorrer seu tronco, aproximando-me da região atingida. – Você ainda acredita meu amigo? Porque essa luta, se vence em equipe. – puxaria as agulhas do kit médico, enquanto daria a Victoria incumbências simples de serem executadas. – Mantenha a ferida pressionada, não permita que ela perca mais sangue desta forma. – podia muito bem usar o gelo para fechar as feridas, mas não podia arriscar as feridas dele a uma gangrena, o gelo seria o último dos casos.

Pulmão, Coração e Pericárdio. Vinte e nove pontos, dez pontos são suficientes para estabilizar esses três meridianos. – posicionaria de forma sequencial cada uma das dez agulhas, espalhando-as enquanto balbuciava os pontos para não esquecer-me de nenhum. – C3, P5,Pe8... – avançava com cautela e tranquilidade pelos pontos seguintes e assim, avançando pelos meridianos do corpo. Do Tronco, para as mãos. – Intestino Grosso, Intestino Delgado, Triplo Aquecedor, vinte pontos necessários de sessenta e dois. – Das mãos para a cabeça. – Estômago, Bexiga, Vesícula Biliar. Dez pontos necessários de mais de setenta. - Conduziria a aplicação das agulhas na região mais sensível do corpo de forma mais pausada, ali tomava extremo cuidado para não atingir nenhum dos pontos que havia aprendido a evitar no Huang Di Nei Jing, o livro mais importante e avançado para aqueles que se dedicaram na prática da acupuntura e assim, prosseguiria ao término, da cabeça aos pés. – Rins, Baço e Fígado. Quatorze pontos necessários. Rápido Elsa, rápido! – após terminar de posicionar cada agulha, passaria a estimular uma série específica delas, partindo do tronco e seguindo até os pés.

Na acupuntura, acreditamos não apenas no poder da cura médica, mas na cura do próprio espírito, de que nosso corpo pode ser conduzido como um rio para tratar de determinados problemas. Tal como Haki, uma energia latente conduzida a partir de nossa própria vontade, um caminho, múltiplas vertentes, um único objetivo. Cura! – explicava para Victoria, enquanto segurava as mãos dela, para remover o pano que havia lhe dado para estacar o sangramento. – Ao entrar em choque, nosso corpo se acelera bruscamente, devido a isso bombeamos nosso sangue muito rapidamente o que torna certos sangramentos, muito perigosos de ocorrer em determinadas circunstâncias. O que fiz aqui foi conduzir não apenas a Energia de Nathan, mas também aplicar as agulhas nas regiões meridionais onde posso estimular seus músculos, removendo a tensão e assim reduzir o ritmo da perda de sangue. – Olharia para a ferida. – Agora vamos ver como você está por dentro. – pegaria um dos bisturis e observaria à ferida, procurando entender a profundidade do ferimento, usando não apenas de minha calma, mas de minha visão para notar cada pequena extensão do estrago daquela bala.

Se a condição da ferida fosse muito grave, teria de tomar precauções imediatas. – Mais seis pontos na região do tronco. – pensaria, colocando-os em pontos diferentes, mas importantes. – Pontos de tonificação, aumentarão a intensidade da energia nessa região acelerando o processo de cura natural. Assim, oito pontos nas mãos e oito nos pés, Pontos de Sedação, redução da energia, uma forma de fazer o corpo entender qual é sua maior prioridade. – Utilizaria de todos os meus recursos acadêmicos e práticos para auxiliar Nathan, mas não era apenas isso que garantiria o sucesso. Muito da filosofia dependia do próprio homem, enquanto sua vontade de viver fosse forte, os estímulos teriam efeito bem maior. – No fim, não importa qual método eu escolha tudo dependerá dele. A menos... – suspirava, enquanto começaria a fechar a ferida em ambos os lados, usando a ajuda de Victoria para fechar a ferida nas costas, caso houvesse uma. – Qual o tipo sanguíneo dele? Vamos precisar de uma transfusão. Ele é A+? – perguntava, na esperança de que seu sangue fosse compatível com o meu, isso tornaria a situação muito mais afável quando terminasse.

Se a condição fosse miraculosamente boa, teria o trabalho apenas de fechar as feridas e me preocupar com a transfusão de sangue. Uma vez, que em ambos os casos os curativos tenham sido feitos, cobriria apenas neste caso as regiões com uma leve camada de gelo, para preservar o estado dos tecidos através do frio. No entanto, caso de alguma maneira o caso de Nathan se agravasse, removeria todas as agulhas de imediato e pediria para que Victoria o segurasse. Ali, na eminência de uma possível perda, arriscaria minha última cartada. – Tentei todos os meridianos principais, mas nenhum pareceu surtir efeito! – apesar do pensamento um tanto quanto pessimista, minha expressão permanecia calma e inabalável. Se o corpo não colaborasse, infelizmente teria de forçar sua ajuda. – Oito agulhas, eu só preciso de oito agulhas. Yin, para viver e purgar as feridas e Yang para trazer corpo e energia a luz. – começaria a aplicar cada uma das agulhas com calma, pressionando-as gentilmente e a estimulando com a fricção dos meus dedos para gerar certo calor nelas, mesmo que fosse preciso me espetar com Sibilus para anular temporariamente meus poderes. – Jenn Mo, Chong Mo, Yin Keo Mo, Yin Oe Mo. – aplicaria nos pontos Yin. – Tou Mo, Tae Mo, Yang Keo Mo, Yang Oe Mo. – terminaria nos pontos Yang. – Os oito meridianos extraordinários, pontos únicos que abrangem todo o corpo, desde a dureza dos ossos até os sentidos de dor, estimular ambos é proibido em muitas práticas, mas nessa situação, ter todos eles estimulados poderão salvar Nathan. – dizia com convicção de que teria êxito, mas só energia também não bastaria, precisaria de sangue para ser bombeado. – Agora, para a transfusão!

Se o sangue de Nathan fosse A+, usaria o meu sangue para a transfusão, antes de colocá-lo sob um dos tapetes para que Tidus fosse providenciando a fuga durante o processo. Se não fosse do mesmo tipo de sangue que o meu, perguntaria se mais alguém tinha o mesmo tipo e aplicaria todos os procedimentos para a ação em questão, só teria pressa para sair da dimensão se nenhum de nós tivesse o mesmo tipo de sangue. – Punho Árido? – diria em menção aos aliados que lá possuíamos. – Temos de ir pra lá agora!


Se necessário, para Complementar Entendimento.:
 

Histórico:
 
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Wild Ragnar
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Wild Ragnar

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 3 EmptySex 13 Abr 2018, 20:51



A Queda do Rei

O que fazer quando se está cercado por um grupo perigoso e sua única chance de escapar é um pequeno monstro que foi capaz de quebrar o braço do Aard, conhecido por sua alta resistência, com um só soco?

Fugir não é alternativa, derrotar o moleque agora que sua visão deveria estar retornando ao normal também não. Logo só resta uma alternativa. Achar o elo fraco da corrente e quebrar o cerco através dele.

Foi com tal raciocínio que o Agente de boina ao invés de se mover para cima de Frisk como estivera fazendo anteriormente mudou de alvo, indo para cima daquela que ele julgou ser a mais apta a se tornar uma refém. Mizzu.

Claro que havia a possibilidade dela ser outra pequena monstra e tudo dar errado, mas ele realmente não tinha muitas alternativas. Com o máximo de velocidade que podia utilizar, seu plano quase dava certo. O Rei Vermelho ainda estava se recuperando do ataque recebido, e enquanto se erguia começava a preparar um contra-ataque, mas não seria rápido o suficiente para evitar a tragédia. Frisk havia percebido que era a única chance do agente de escapar e tinha preparado para se defender e contra-atacar, sem imaginar que o inimigo seria tão baixo a ponto de ir para cima de Missu, que havia recebido dano de duas bombas de impacto, os resquícios de uma terceira, fora a bomba de luz que a deixou cega, estando em uma péssima situação agora. O Duque Azul, talvez por um excesso de confiança em seus parceiros, parecia não se importar com o desenvolver da situação, caminhando até próximo a agente com quem batalhara anteriormente. Separados em dimensões diferentes, eles estavam lado a lado enquanto Tidus fazia alguns comentários sarcásticos.

Um visava superar tudo pela força bruta, se deixando levar pelo calor da batalha. O segundo conseguia perceber um pouco mais que os outros, mas não o suficiente, se focando apenas na sua proteção pessoal e se esquecendo daqueles mais frágeis que si, aqueles que tanto queria proteger e que lhe deram a motivação para aprender o Haki do Armamento. O terceiro, era o oposto, completamente tranquilo, gastando seu tempo para acender um cigarro. E tudo isso causado pela confiança que tinham uns nos outros, pelo entendimento mutuo que acreditavam ter. E se não fosse pela novata do grupo, recém ingressa com sua habilidade congelante, teriam posto tudo a perder.

Primeiro o agente teria feito de Missu refém. Olivia e Mindy teriam tentado intervir, mas estavam tão mal quanto a menina e tomariam um chega para lá. Nesse momento as espadas de Tidus finalmente cercariam o agente, o impedindo de sair daquele círculo. Isso não faria diferença, pois o que o Agente queria era negociar com Frisk. Me deixe escapar e ela vive, me matem que levo ela junta, mas não teria tempo de falar mais do que a primeira palavra pois Ray lançaria seu ataque que certamente mataria os dois. Com isso o agente olharia para Frisk com desespero e o que ocorreria daí para frente estaria nas mãos do menino.

Deixar Missu morrer com o Agente ou tentar de alguma forma abrir uma porta e possibilitar que ele escapasse?

Nenhuma das alternativas era fácil, e as consequências de ambas eram graves. Afinal se ele escapasse, o que impedia de levar a garota consigo? Frisk certamente teria que ser muito sagaz para evitar a captura de sua primeira paixão.

Felizmente, nada disso aconteceu. Elsa mesmo tendo em mente socorrer Victória e Nathan, assim que recuperou parte de sua visão e conseguiu analisar a situação, viu o risco que as três meninas corriam e usou suas habilidades para erguer uma camada de gelo em volta delas. Claro que isso não seria suficiente para deter o agente que era forte o suficiente para quebrar o muro erguido por Tidus previamente, assim como bater de frente com Raymond.

- Tsc. – Usando novamente do seu Rokushiki personalizado X Rankyaku, ele quebrou a camada em dois tempos e ainda atingiu as três de brinde as ferindo ainda mais.  Mas foi isso. Dois tempos não foi rápido o suficiente. Aquele misero atraso em ter que atacar e continuar a se locomover foi o suficiente para fazer com que seus planos fossem por água abaixo.

A ação de Elsa foi o suficiente para despertar Tidus de sua calma extrema, assim como o Haki da Observação do duque detectava os planos do agente. De forma pratica ele usava suas habilidades de Akuma para mover os tapetes até as meninas e ergue-las do chão. Suas espadas apareciam no caminho cercando o agente que ainda tentava ignora-las usando movimentos defensivos para não ser atingido gravemente.

Sem desistir ele ainda pretendia usar uma combinação de Soru e Geppou para persegui-las no ar, mas as espadas se adaptavam o constringindo e o forçando para o meio. E numa batalha para tentar escapar daquilo, vários cortes rasos depois, seis segundos haviam passado. Os seis segundos que Raymond precisava para liberar sua técnica. Dragon Dive.

Em forma de dragão as chamas vinham do alto, enquanto Raymond começava a se aproximar pelo solo. Mas essas chamas eram diferentes, não eram as chamas comuns do Rei Vermelho. E o motivo, era justamente a cor que lhe dava sua alcunha. Elas não estavam vermelhas e sim purpuras.

Mesmo ao ver que o Dragão se dirigia para si, um sorriso de lado brotou nos lábios do Agente ao ver aquela cor purpura. “E pensar que teria um efeito colateral tão peculiar. Que intrigante... espero ter a possibilidade de estudar mais sobre isso.” Mesmo se ninguém mais no mundo conseguisse entender o motivo para tal mudança, ele sabia. Sua Salt Water Bomb não era tão simples assim. Diluída na água havia um outro presentinho...

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Sem perder a calma ele pegou mais uma e suas bombas e reunindo forças a arremessou na boca do dragão que estava mergulhando. Pretendia dispersa-lo com a explosão, mas infelizmente dessa vez, tinha subestimado o poder por traz da técnica. Apesar de ter estremecido um pouco e reduzido sua velocidade, o Dragão continuava sua descida, fazendo com que uma expressão azeda finalmente voltasse ao rosto do invasor.

Sacando a segunda bomba ele arremessava novamente enquanto recuava na direção oposta, dessa vez mirando não no dragão, mas nas espadas e após a explosão, ele ativava seu Soru para tentar lutar contra a força do impacto e escapar pela abertura proporcionada.

Mais e mais suas táticas se tornavam forçadas, seus ferimentos aumentavam. Era como um animal encurralado tentando de todas as formas fugir de seu predador, nem que para isso tivesse que se ferir gravemente, e finalmente tinha êxito.

Ao menos dez cortes de espada marcavam seu corpo, um deles feitos não por uma delas, mas sim por um Rankyaku lançado por Frisk mais cedo. Sua pele estava vermelha e formando bolhas de queimadura. O dragão que aterrissava atrás de si lambia suas costas lhe causando uma dor alucinante, que apenas Victória ironicamente seria capaz de entender naquele instante. Mas ao menos tinha escapado da morte certa. Desde que estivesse vivo e com o corpo se movendo, haveriam oportunidades.

Passando pela cortina de fumaça provocada pela explosão de sua própria bomba, ele atingia novamente sua velocidade máxima. Em sua mão a terceira granada, essa uma replica da “Salt Water Bomb” que ele usara contra Ray mais cedo. Sobreviveria!

“THUD!!”

- BLAAARRR!!!

No meio daquela luta intensa, de uma tentativa alucinante de fuga, de sobrevivência. Em meio a toda dor, caos, desespero. Em meio a todas feridas, esses dois sons consecutivos soaram claramente aos ouvidos de todos dentro daquela dimensão.

O que conseguia enxergar melhor o ocorrido era Tidus. Em cima de seu tapete voador, ele assim como Missu, Mindy e Olivia estavam a salvo. Dali ele pode ver os esforços do homem para escapar, o uso da bomba para tal, e enquanto o Duque estabilizava as espadas para fazerem com que perseguissem o inimigo, pôde ver ele saindo da fumaça com olhos determinados e até mesmo cheios de esperanças. E também pôde ver que logo na reta dele estava um Frisk, que por sua vez ao se deparar repentinamente com o agente, prontamente lançou um poderoso soco revestido com Haki que atingia em cheio bem no meio do peito do alvo.

O primeiro som foi do soco batendo nos peitos do homem. O segundo logo após, foi o som emitido por ele ao ser atingido enquanto cuspia sangue e saliva. Com os olhos cheios de descrença, ele olhava para Frisk. Conseguia sentir que algo em seu interior havia se rompido de maneira irremediável. Tentou respirar, mas foi incapaz. Tentou sentir as batidas de seu coração, mas isso também não estava lá.

“Ah, então foi isso... esse monstrinho...”


Com a consciência se esvaindo, ainda tentou acionar a granada e levar o garoto junto de si para lhe fazer companhia no pós vida. Mas percebeu que essa não mais estava na sua mão. Enquanto sua visão escurecia, a viu ali, jogada no chão esverdeado daquela dimensão. Uma verdadeira obra prima, e agora, ninguém saberia disso...

---

Enquanto a luta rolava, Elsa após ter feito sua participação especial logo se aproximava de Victória e Nathan...

- Não foi nada, eu consigo aguentar mais, mas ele não está conseguindo respirar direito, e tem tanto sangue saindo! Até mesmo por sua boca! – Com um tom de urgência ela apontava para o companheiro caído, e o estado do homem parecia realmente grave. Ele tentava respirar sem conseguir, ao invés sua boca se enchia de tanto sangue que ele estava começando a engasgar no mesmo.

- Um tiro no peito esquerdo. Por favor, rápido! Salve ele!! – Vendo que Elsa permanecia relativamente calma enquanto checava o restante do corpo, Vitória quase tinha uma crise de nervos. ”O problema ta no peito! E na boca porque ele ta se afogando no próprio sangue! O que diabos você ta fazendo verificando o resto do corpo??”

Claro que mesmo que pensasse isso a comandante não dava voz, fazendo o possível para se conter. Enquanto isso a Rainha de Gelo seguia examinando o revolucionário enquanto tentava conversar com ele, mas ele aparentava estar finalmente perdendo a consciência e até mesmo parando de respirar.

Seu pulso inicialmente acelerado começava a reduzir bruscamente. Parecia que assim como o agente não muito longe dali, ele estava prestes a encontrar o fim de sua vida também. Mas nem tudo estava perdido.

Assim que a primeira agulha penetrou seu corpo uma pequena mudança, imperceptível para todos, começou a ocorrer. Em seguida vieram as outras. Uma a uma elas estimulavam o corpo a se curar e se manter ativo. A agulha que perfurou o pulmão fez que dele começasse a sair o sangue que estava preenchendo, e mesmo que não resolvesse por completo, aos poucos a respiração voltava a se estabilizar. Com esforço, mas se estabilizava.

Durante o processo ele havia perdido a consciência, mas aparentemente, havia sido salvo. Rapidamente Elsa fechava os ferimentos que sinalizavam a bala ter atravessado o corpo e em seguida questionava Victória sobre o tipo sanguíneo de Nathan.

- E eu não sei... apenas quando formos para o segundo esconderijo e contatarmos a medica local que teremos como saber. – A voz da mulher soava cansada e aliviada ao mesmo tempo. Com isso ela tentava se mover, mas trincava os dentes para não gritar de dor. Suas pernas e costas estavam em péssimo estado e se mover por conta própria não seria uma opção.

O máximo que pôde fazer foi tentar sinalizar com a cabeça algo sobre o “Punho Arido” que ouvira Elsa dizer, mas nem isso conseguia. De repente uma terrível sensação de sono se apossara dela e simplesmente não conseguia combater. Estava com muito sono, com tanto sono...

---

Na dimensão real, os outros dois agentes chegavam no local destruído.

- Kya, o que houve? Onde está Zero?

---

Raymond havia atacado com tudo, mas havia algo de estranho. Porque suas chamas estavam daquela cor? Aliás porque ele sentia que tudo estava ficando distante? Com a luta em andamento ele não tinha tempo para analisar isso e só seguia adiante visando se aproximar por terra até que “PLOFT!”.

Alguém havia caído. Quem? Nathan?

Com essa pergunta final em mente, o Rei perdia consciência, entrando em um coma sem nem mesmo ver o resultado de seu último ataque. Do alto, Olívia era a primeira a perceber isso soltando um grito de aviso para todos. – RAAAAYYYYMOOOOONNNNNDD!!!

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 3 EmptySab 14 Abr 2018, 13:29


2º EPIC — CHALLEGING GODS!

No primeiro momento, eu não entendi muito bem o que ele estava planejando. Eu já estava preparado pra vê-lo vindo em minha direção em alta velocidade, pronto pra me atacar, mas o agente tomara uma direção completamente diferente, indo até onde estavam as garotas. "Mas é claro." Eu e Chara entendemos imediatamente o que estava acontecendo, mas infelizmente, tarde demais. A sua única chance de sair daquele lugar era por mim, sim, mas isso não significava que ele não podia atacar algum de meus amigos e fazer um refém pra me chantagear. Porém, eu não esperava que ele fosse apelar pra uma tática suja como essas. Aparentemente, eu estava lidando com alguém tão desprezível quanto Hans ali.

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Ainda assim, a culpa era minha, de novo. De novo eu deixei passar despercebido algo tão bobo, mas tão importante, e com isso, coloquei a vida dos outros em risco. No que diabos eu estava pensando, tentando me defender sem nem mesmo considerar que ele podia ter o pessoal como alvo? Era frustrante, muito, mas não adiantava ficar parado ali agora. Eu podia me culpar o quanto quisesse, mais tarde, quando estivéssemos a salvo, mas agora eu precisava me preocupar com o que fazer pra impedir o ataque daquele homem. "Droga, não vai dar tempo...!" Quando eu pensei que estava tudo perdido, porém, Elsa-san se mostrou incrível outra vez, usando sua Akuma no Mi pra erguer uma camada protetora de gelo.

Aquilo não conseguiu parar o agente, claro, mas nos deu tempo: todo o tempo de que precisávamos. Tidus-san usou seus poderes pra travar o avanço do homem e pra tirar todo mundo de perto do perigo, e Ray-san começou a acumular chamas pra lançar uma técnica poderosa no agente - como não tinha muito o que fazer de longe, eu me contentei com um Rankyaku, que felizmente o acertou em cheio. Havia algo estranho, porém. O dragão de fogo do Rei Vermelho descia sobre o seu oponente, feroz, mas a sua cor estava completamente diferente do habitual: eram chamas púrpuras, algo que eu nunca tinha visto antes.

Depois que o ataque fez contato, eu achei que nós enfim tínhamos dado conta dele - mas ainda assim, o homem saía de dentro da cortina de fumaça, na esperança de sair vivo. O seu erro? Ele estava correndo diretamente para mim. "Acaba com ele agora, Frisk." A voz de Chara era séria. Por um ínfimo instante, eu hesitei. Sabia bem o que aconteceria se eu atacasse alguém naquele estado com toda a força, mas também entendia os riscos de deixá-lo vivo - céus, só de imaginar o que ele podia ter feito se tivesse alcançado Missu e as outras...não havia espaço pra piedade ali. - Você vai ter que cair aqui. - e então, envolvendo meu braço em uma armadura negra, eu o golpeei com todas as minhas forças, sem me segurar.

Eu conseguia sentir o estrago que aquele soco tinha causado, só pelo som. Imaginava se era a primeira vez que realmente tirava a vida de alguém por vontade própria, já que das outras vezes, Chara é que normalmente fazia o trabalho sujo - ele se divertia com isso, até. Não gostava daquilo, mesmo depois de tudo - já tinha me acostumado a lutar e a ferir os outros se comparado a o que eu era quando saí de Conomi, mas a ideia de matar ainda era algo que não me descia bem. - Mas dessa vez...era ele ou nós. - eu sempre soube que um dia chegaria o momento em que eu teria de escolher entre a segurança dos meus amigos e a vida do oponente. Que eu teria de matar alguém pra proteger quem eu amava.

- Ainda assim... - eu dei um sorriso fraco - ...espero não ter que fazer isso de novo tão cedo. - me sentia um pouco tonto. Estava cansado, e os efeitos daquela bomba de luz ainda faziam a minha cabeça doer um pouco, por mais que estivessem sumindo agora. Acho que o fato de que eu tinha acabado de matar alguém também não ajudava muito. Pelo menos agora não tinha mais inimigos ali. Nós ficaríamos bem.

Ou talvez o destino tivesse mais uma surpresinha guardada pra gente. Que graça teria do contrário, não é mesmo? Quando o fim da batalha finalmente chegou, não demorou muito tempo para que eu ouvisse o som de algo caindo no chão - algo não, alguém. Antes que sequer pudesse me virar pra ver o que era, porém, o grito de Olivia deixou bem claro: - RAAAAYYYYMOOOOONNNNNDD!!! - meu corpo estremeceu por um momento quando eu vi o corpo caído de Ray-san no chão da dimensão de bolso. Imediatamente, eu corri na direção dele, erguendo um pouco o seu torso. - Ray-san!? - levei meu ouvido ao seu peito.

Eu só podia rezar pra que ainda escutasse o seu coração batendo. No calor da batalha eu não tinha parado muito pra pensar no assunto, mas assim como eu temia, havia algo de errado com Ray-san. A cor das suas chamas tinha mudado pra uma espécie de roxo, coisa que eu tinha certeza de que nunca tinha acontecido antes - e até onde eu sabia, ele não conseguia mudar a cor do fogo a seu bel prazer. Mas então, o que poderia ter causado isso? - Talvez...uma daquelas bombas? Será que ele usou veneno, gás tóxico, alguma droga? Mas por que as chamas ficariam assim? - infelizmente, eu estava cego no momento em que as primeiras bombas tinham sido lançadas. Não tinha como deduzir nada só com o que eu sabia.

Seria então que eu notaria algo caído no chão, não muito longe do lugar aonde eu dera o último golpe no agente - uma de suas granadas, aparentemente. Não me sentia muito confiante me aproximando daquilo, mas se realmente havia algum veneno ou droga naquelas coisas, talvez fosse necessário pra livrar Ray-san daquele estado. Com cuidado, eu iria até o objeto e o pegaria com extrema cautela, tomando cuidado para não apertar nenhum botão ou acionar algo que pudesse me matar ali mesmo. - Tidus-san! - chamaria a sua atenção, para que ele pudesse descer um dos tapetes, aonde eu colocaria Ray-san, deitado.

- Tem algo errado com ele. Aquelas chamas púrpuras, e agora isso...e eu encontrei essa coisa aqui no chão também. - mostraria a bomba ao Duque e a Elsa-san, na esperança de que algum deles tirasse aquilo de minhas mãos. - Pode ser importante, acha devemos levar? - era uma situação estressante atrás da outra, e pra ser sincero, eu só queria descansar um pouco. Mas não podia parar, não com Ray-san do jeito que estava. Se não descobríssemos do que se tratava logo, poderia ser tarde demais, e eu tinha a impressão de que aquela bomba seria um ponto chave pra isso. Subindo também em um dos tapetes voadores, após deixar Ray-san, eu me aproximaria um pouco de Missu, pra poder conversar com ela.

- Você tá bem? - começaria, suave, sem muita energia na fala. A verdade é que eu estava cansado o suficiente pra cair no sono ali mesmo. Suspirando, fitaria o tapete, sem conseguir olhar a garota nos olhos direito. E dessa vez, não por vergonha, mas por conta do sentimento de culpa que estava me matando por dentro. - Me desculpa. Se não fosse por Elsa-san...eu não consegui fazer nada. Se eu ao menos tivesse pensado direito, podia ter impedido ele. Você não teria se machucado...! - era frustrante voltar a pensar no plano sujo do agente e em como eu tinha falhado em perceber até que fosse tarde demais.

Não podia mais cometer erros bobos assim. Não só por mim, mas por todo mundo que eu queria proteger. Com tudo isso feito, eu esperaria Tidus-san nos levar até o próximo esconderijo, aproveitando a furtividade perfeita que a dimensão esverdeada nos proporcionava, talvez até tirando um pequeno cochilo durante a viagem. Quando chegássemos, enfim, eu abriria uma porta grande o suficiente para que todos passassem sem problemas para o outro lado, e se fosse preciso, levaria Ray-san, já que ele estava desmaiado - e Missu também, caso ela estivesse com problemas pra caminhar devido aos ferimentos. Se eu conseguia ferir Aard, eu era forte o suficiente pra carregar duas pessoas nos braços sem problemas.

O que faríamos a seguir, no entanto, ainda era um mistério pra mim. Muita coisa tinha acontecido de uma vez só, e eu não podia dizer que estávamos a salvo, mesmo depois da última fuga. Só podia torcer para que tudo desse certo. Não suportaria perder mais alguém depois de todo o sufoco pelo qual passamos.

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 3 EmptySab 14 Abr 2018, 16:50

Não havia a menor possibilidade de segundos passarem de maneira tão paradoxal como naquela ocasião. Tempo parecia ser o pior dos inimigos naquela circunstância e os segundos que pareciam durar uma eternidade mascaravam a sensação real da pressa que deveria ter. Se estivesse agitada demais, desconcentrada demais tudo poderia ter sido posto a perda. Não se acelera um tratamento complexo, ao menos nas vias e condições normais, a redução de pontos a viabilidade em se encurtar caminhos era posta em prática para o tratamento de Nathan. A luta já pouco importava, havia feito o que precisava fazer, preservar as vidas de meus companheiros, ainda que de forma simples havia, ganhado o tempo que precisava para Tidus, Frisk e Raymond pudesse tratar da maneira deles aquele conflito.

Os sons da batalha eram distantes, abafados a minha percepção, algo bem diferente das reações de Victoria durante todo o tratamento. Ela não se mantinha emocionalmente estável, o que poderia mais prejudicar do que ajudar-me propriamente, fato que não ocorreu, muito talvez por parte da experiência dela como revolucionária. – Mas não posso culpá-la, ela já sofreu demais. – recordava-me de Lincoln, o homem que ela amava e que havia se sacrificado para garantir nossa fuga da mansão de Darwishi, fora o passado como escrava. Tudo ainda era muito recente para ser capaz de separar as coisas umas das outras, talvez por isso, boa parte de seu silêncio tenha sido uma atitude louvável.

Com o quadro estabilizado, era possível enfim notar o alívio na expressão da mulher. – O quadro dele ainda inspira cuidados, mas estabilizado posso ter mais liberdade para lidar melhor com a situação dele e sua também. – Observava o estado dela após receber a informação de que ela não tinha conhecimento do tipo de sangue do homem. – Isso é um problema, temos de nos apressar... – enfatizava a necessidade de sairmos dali o mais rápido possível, mas nem mesmo Vic era capaz de se mover com tantas feridas. - ...não se esforce, eu e Tidus assumimos a fuga. – tentava tranquilizar a mulher, mas ao notar que ela começava a desmaiar imediatamente ia a seu auxílio, segurando-a. – Ei ei! Fique acordada! – olhava ao redor e podia enfim perceber que o agente havia sido de fato derrotado. – Precisamos ir agora! – gritava.

Mas não era apenas eu a gritar ali, Olivia via antes de todos que Raymond havia caído no chão, uma realidade bem difícil de aceitar a partir do momento que ele era o melhor em condições físicas após a luta contra Aard. Ainda era possível notar as chamas púrpuras que ele emanava antes de Frisk ir até ele. – Coloque-o no tapete! – dizia ao garoto enquanto aguardava que Tidus viesse com sua habilidade para buscar Nathan e Victoria. Subiria no tapete e prontamente buscaria tratar das feridas da revolucionária, usando dos primeiros socorros para estacar o sangramento das pernas e costas. – Mindy! – chamaria por minha companheira, para que ela viesse para perto de mim. – Segure-a e a mantenha acordada! – indicaria o que ela deveria fazer em relação a Victoria, sem saber da gravidade das feridas, não podia arriscar deixar que ela simplesmente apagasse.

Mover-me-ia pelos tapetes, pedindo para que Tidus os mantivessem emparelhados para facilitar o deslocamento e iria até Raymond. – Missu! – chamaria a garota, enquanto tirava uma Sibilus por entre os dedos e espetaria a ponta no corpo de Raymond, num local onde não iria interferir em seus pontos vitais. – Preciso que tire uma amostra de sangue dele. – daria a bolsa de primeiros socorros à garota para que ela tivesse acesso a seringa. – Se estiver envenenado, saberemos! – precisava me certificar de muitas coisas e garantir que todos saíssem vivos dali, perto de Tidus lhe diria o caminho pelo qual devíamos seguir. – Punho Árido. Sabe chegar até lá? – o questionaria e se preciso deixaria quem soubesse traçar o rumo junto do revolucionário.

Assim, seguiria até nosso destino, ao lado dos nossos feridos. – Ainda que estejamos junto de aliados, precisaremos providenciar nossa fuga o mais rápido possível. – diria a todos, mas meu olhar estaria focado em Mindy. – Assim que chegarmos, eu e Missu iremos cuidar dos feridos. Posso contar com os demais para prepararem as demais coisas? Posso?! – aguardaria uma posição de todos e colocar-me-ia de prontidão para assim que avistasse o local, já estivesse pronta para levar Vic, Nathan e Raymond ao centro médico.

Onde está o médico responsável? – perguntaria assim que chegasse. – Preciso que levem esses três até um local onde possam receber atendimento médico. Precisa ser agora! – não havia tempo para explicações, precisaria ser dura e convicta, precisaria mostrar a realidade da situação tal como minha urgência. – Ele perdeu muito sangue, precisa de uma transfusão urgentemente, não sabemos seu tipo sanguíneo. Há estoque do tipo O-? – diria apontando para Nathan. – Ela perdeu sangue, precisamos saber se ela precisa também de uma transfusão. Ela possui lesões graves nas costas e pernas, precisamos tratar dos ferimentos. – apontaria para Victoria e logo em seguia apontaria para Raymond, chamando Missu para acompanhá-lo. – Vá com ele e analise a amostra de sangue, precisamos confirmar sua situação o mais rápido possível.

Coordenaria junto da médica a triagem daqueles três e então seguiria logo em seguida ao centro médico. Onde acompanharia o tratamento de cada um deles, instruindo e agindo caso necessário nos casas de cada um, seja no fechamento de feridas ou na necessidade de uma cirurgia. Estaria também atenta aos resultados obtidos por Missu, caso ela tivesse feito o exame de sangue de Raymond.



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~The winter has come
The blood and soul has aceepted their fate
The young viper, now mature, put their children in the hunt
They want to hunt by your lead
Their dreams, liberty and fate
Winter calls with your voice and only the phalanx can survive it!~


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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 3 EmptySab 14 Abr 2018, 20:02


Runaway

O agente vendo-se encurralado agiu rápido, rápido até demais. - “Ho...” - Olhei na direção do sujeito um pouco surpreso, talvez estivesse subestimando as ações de um homem desesperado. - “E pensar que no fundo você também é o tipo de pessoa que perde as estribeiras.” - Cuspi a bituca de cigarro e comecei a agir, tirando as garotas do alcance do agente logo após Volkerball protegê-las com gelo. - Devo admitir que não esperava isso de alguém como você. - Comentava logo após erguer as barreiras de espadas. Assim como sua parceira o agente se mostrou extremamente ágil, não... Era ingenuidade comparar os dois, aquele homem estava claramente em um nível diferente, contudo ele ainda não se comparava a Aard.

Não demorou muito para Ray entrar em ação, mas dessa vez existia algo diferente em suas chamas, elas estavam... Purpuras? - “Ahn?” - Arqueei uma das sobrancelhas, confuso com a situação, mas não havia tempo para questionamentos ou teorias, no momento tínhamos de agir rápido. Em um movimento astuto o agente usou suas granadas para explodir uma passagem e escapar das chamas. - “Droga!” - Arregalei os olhos e estiquei o braço em sua direção. - “Frisk!” - Senti o suor escorrer frio quando percebi a direção para qual que o agente estava indo. - “Não vai dar tempo!” - E no último instante quando tudo parecia perdido… THUD! Um estalo, foi quase como se a cena estivesse passando em cara lenta diante aos meus olhos, o punho do jovem alado encontrando-se com o tórax do agente e o sangue jorrando de sua boca. - Mas isso... - Não pude esconder o espanto ao presenciar tal cena, e pensar que o garoto que já teve "medo" de lutar faria isso algum dia. - “Você realmente cresceu, garoto.” - Abri um sorriso discreto no canto dos lábios, mas no fundo estava um pouco preocupado de como isso poderia afeta-lo.

De certo modo tudo parecia ter dado certo a primeira visto, ao menos foi isso que pensei antes de ouvir o grito de Olivia. - “Mas o que...” - Por algum motivo naquele momento senti o mais mórbido dos calafrios subir minha espinha como um animal peçonhento. - RAY! - Foi a única palavra que escapou, o mesmo sentimento amargo que havia sentido em Cactus Island estava retornando, por algum motivo as lembranças daquele dia passavam diante aos meus olhos como um flash. - “Isso de novo não!” - Saltei de cima do tapete sem pensar muito, apenas utilizaria meu poder novamente para amortecer a queda assim que estivesse me aproximando do solo e logo em seguida correria em sua direção. - Ei, Ray! - Me aproximaria do seu corpo para verificar se ele ainda tinha pulso e se estava respirando. Ao ouvir a voz de Frisk olhei em sua direção e meneei a cabeça positivamente, ergui o braço direito e ordenei que os tapetes se aproximassem do solo onde estávamos, além de enviar alguns para onde Elsa, Victória e Nathan estavam.

Ajudaria a colocar os feridos cuidadosamente sobre os tapetes, mantendo a concentração para mantê-los estáveis no ar. - Eu também estranhei aquela coloração, não sei muito sobre a Akuma que ele possui mas aquilo definitivamente não era como o habitual. - Respondi ao comentário de Frisk a respeito das chamas estranhas o vermelho apresentou. - Uma bomba? - Olhei curioso para o artefato que o garoto havia encontrado. - Claro, toda informação será útil. - Aquele equipamento que o agente havia utilizado poderia ser a resposta, mas para isso primeiro precisávamos de um local seguro. Elsa a essa altura dava instruções a respeito do local para onde poderíamos ir a seguir. - Eu me lembro das instruções da noite passada, como ainda estamos no esconderijo devo conseguir seguir daqui. - Meneei positivamente a cabeça em resposta. Antes de partir ergui a mão esquerda com a palma da mão aberta e realizei um movimento circular fazendo com que todas as espadas que antes flutuavam se reunissem próximas umas as outras, com o fechar do punho ordenei que todas entrassem na bainha composta em minhas costas. - Se estão todos prontos, vamos. - Notando que todos estavam em seus devidos lugares ergueria os tapetes cuidadosamente, tomando cuidado extra com aqueles que não podiam se mover e guiaria todos em direção ao esconderijo onde os outros estavam.

Era um pouco assustador pensar que foi necessário apenas um ataque furtivo para terminarmos naquela situação, tendo baixas importantes como Ray, Victória e Nathan. - “Acho que agora nós lidamos com os figurões que antes só davam as ordens.” - Enquanto me perdia em meus devaneios a rainha dos espinhos começou a compartilhar seus planos. - Claro, deixo isso em suas mãos. - Respondia ao seu comentário mantendo um semblante sério e ao mesmo tempo triste, algo que raramente demonstrava. Assim que chegássemos ao esconderijo do Punho Árido desceria os tapetes cuidadosamente e aguardaria Frisk abrir uma passagem, feito isso passaria os tapetes um a um pela porta. - Desculpe-me incomodar mas é uma emergência. - Comentaria para não passar uma imagem ruim - de chegar invadindo sem dizer nada.

Deixaria que a filha do comodoro cuidasse dos feridos, ela parecia mais acostumada com esse tipo de coisa, enquanto isso eu precisava conversar com o encarregado daquele esconderijo. - Quem está no comando? - Questionaria quem estivesse por perto. - Acredito que precisamos conversar sobre alguns assuntos importantes. - Diria assim que encontrasse o comandante do local. - Como vocês devem saber a coroação da nova rainha está para acontecer, ísis vai assumir o lugar do falecido pai e ela parece disposta a colaborar com as operações dos revolucionários na ilha. - Começaria atualizando os locais sobre o possível tratado antes de ir ao que interessava. - Contudo ísis vai continuar colaborando com o governo “a luz do dia” por motivos óbvios. Enfim, o fato é que o governo de alguma forma parece estar sabendo de tudo isso e atacou o esconderijo da Comandante Victória, ele agora está em ruínas. - Daria uma pausa para que todos pudessem absorver as informações. - Conseguimos escapar do seu ataque e abater um de seus homens no processo, mas pelo que vimos ainda devem existir pelo menos mais três deles na ilha, além de aparentemente terem “forçado” os soldados do palácio ajudarem na busca. - Cruzaria os braços e voltaria a ficar em silêncio, essa parte burocrática geralmente ficava com os superiores, mas com todos apagados tinha de fazer o possível. - Acredito que os agentes devem permanecer na ilha ao menos até a coroação acontecer, por isso tomem cuidado. - Deixava o aviso para que eles soubessem o que esperar do lado de fora. - Não pretendemos tomar muito do seu tempo, mas no momento não temos a mais quem recorrer, nossos companheiros estão gravemente feridos e precisávamos de um local seguro para reagrupar. - Tendo passado todas as informações relevantes e feito um pedido que talvez fosse grande demais, deixaria o responsavel decidir se iria nos ajudar ou não.

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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 3 EmptySeg 16 Abr 2018, 23:37



A luta havia finalmente acabado, mas infelizmente nem tudo estava bem. Não só Nathan e Olívia estavam em mal estado, mas Raymond também havia ficado inconsciente. Ele que muitas vezes era visto como o pilar de suporte do grupo, agora havia sido ferido tão gravemente que seu estado era desconhecido. E era por isso que mesmo que a batalha tivesse chegado ao fim, a tensão ainda pairava no ar, até mesmo aumentando para alguns deles.

Tidus e Frisk foram os primeiros a se aproximarem do corpo, suas reações bem similares. Tentar ver se ele ainda estava vivo, o garoto colocando o ouvido contra o peito do Rei Vermelho e o homem checando o pulso e a respiração. O resultado para ambos foi igual. Morto. Nenhuma batida de coração, nenhum pulso, nenhuma respiração. E então...

“Thum Thump!” “SSSSSS FFFFFFF”

De forma sincronizada o coração do líder revolucionário e sua respiração voltavam a funcionar, com uma força incrível a ponto de serem ouvidos até mesmo por Volkerball que ainda estava com Vitória e Nathan. E logo em seguida os barulhos sumiam, por cinco segundos eles sumiam assim como seus sinais de vida. Para então, retornarem.

“Thum Thump!” “SSSSSS FFFFFFF”

Sim, de fato o homem ainda estava vivo, mas sua condição era estranha. Sua respiração e seu batimento cardíaco eram extremamente fortes, muito mais do que o comum, mas também estavam lentos, demasiadamente lentos.

Assustados com o que viam, Frisk e o Duque começavam a comentar sobre a cor estranha do fogo e logo o menino encontrava a bomba caída, a buscando de forma temerosa e repassando para Tidus. Ouvindo Elsa gritar para colocar todos nos tapetes, ele não apenas pegava a bomba mas tirava todos da área.

Abaixo deles ficavam os agentes ainda discutindo algo e em volta do casebre destruído Anutops com seu exército. Era difícil saber ao certo, mas parecia que o Mink estava com um leve sorriso no rosto.

---

Elsa estava tentando manter Victória acordada quando ouviu o grito de Olívia e percebeu a situação de Ray. Sem poder se afastar da dupla que estava sob seus cuidados, ela pedia que Tidus auxiliasse com os tapetes.

- Eu já perdi coisas demais, não posso perder ele também... não posso... – Dizia Olívia de forma cansada e cambaleante, quase cedendo a inconsciência.

Logo todos estavam no ar, em uma formação unida e Elsa tratava das feridas da mulher, e após pedia que Mindy ajudasse a segurar a mesma, indo até Raymond e tentando colher seu sangue. Missu prontamente tirava um tubo de sua mochila e guardava o líquido, líquido este que para espanto de todos não mais estava vermelho, ou melhor, não mais era puramente vermelho.

Sua coloração era um misto do rubro que deveria ser e da cor violeta que aparecera em suas chamas.

- Oh céus! O que aquele agente fez? –
Exclamava a menina baixinho com a voz tremula e assustada. Essa era a primeira vez que via algo do tipo, e nunca havia lido nada que causassem algo similar em seus estudos. Estava certa que era algum tipo de tóxico, veneno ou químico que estava atacando o revolucionário, mas ela não tinha conhecimento deles. Quem sabe quanto tempo levaria para fazer um antidoto eficaz? E mais importante, teria ele esse tempo todo a dispor? Quais seriam as consequências?

- Eu não consigo identificar qual tipo de veneno ou químico é, e você Elsa-san? – Mesmo que estivesse perguntando, tinha poucas esperanças em uma resposta positiva.

Com a resposta, Elsa começava a distribuir tarefas, e antes mesmo que Missu dissesse algo Tidus avisava saber o caminho. Não seria uma viagem curta, e levariam ao menos meia hora até lá.

- Uma vez que cheguemos lá eu vou até os outros informar o que ocorreu e avisa-los para não retornarem. É bom passarmos pelo caminho que eles tomariam caso estivessem retornando, assim se o avistarmos podemos interrompe-los. Após encontro vocês no novo esconderijo. – Quem se manifestava era a tímida Mindy, se lembrando daqueles que estavam prestes a se tornar seus antigos companheiros de célula.

- Eu ficarei ao lado de Ray. Por sinal nós três também precisamos de tratamento. Façamos uma coisa de cada vez. – Dessa vez era Olívia a se manifestar, ela estava sentada ao lado de Raymond o segurando, e estava obviamente mais controlada agora. Mas era possível ver que era um controle conseguido com muito esforço e capaz de ruir a qualquer momento. Seus olhos inchados passavam pelas feridas de Mindy e de Missu antes de retornarem ansiosos para o horizonte.

Aquele seria o momento perfeito para Elsa tratar dos outros na medida do possível. Hematomas, um corte longo e sangue escorrendo do nariz e ouvidos. Todas as três apresentavam tais feridas em um ou outro grau.

---

- Não foi sua culpa Frisk. Eu não sei se já te disse isso antes mas por mais que seja fofa essa síndrome do salvador que você tem, não é muito saudável. Você fez o que pôde, e eu me feri porque fui fraca. É simples assim. – Em uma voz doce e até com um sorrisinho no rosto a menina tentava fazer seu amigo se sentir melhor, dando um pequeno apertão em sua bochecha. No entanto quando virava o rosto, seu olhar traía o cansaço e a tristeza que sentia naquele momento. Ela também queria ser capaz de proteger a todos.

---

No caminho não avistaram ninguém passando pela área, apenas ondas de areia que cobriam os quatro horizontes. Quando finalmente chegaram a cidade Tidus guiou a todos para dentro do esconderijo, e em um pátio onde dois minks e um humano treinavam com espadas, o grupo apareceu do puro ar.

- Mas que p... ?!?!

- QUEM SÃO VOCÊS?

“CLING!!”

Enquanto os Minks gatos se espantaram como se tivessem visto o diabo, pulando para trás e gritando assustados, o terceiro, um homem com um cabelo loiro avançava com um dash e partia para ataque, sendo interrompido pela espada de Mindy que bloqueava o golpe. Os tentáculos de Olívia se moviam e logo várias armas surgiam apontando para os três enquanto ela se posicionava a frente de Raymond.

O jovem loiro travava no lugar, mas logo Tidus intervia se desculpando, e tanto ele quanto Elsa pediam pelo responsável local. Assim o loiro abaixava a espada e Mindy e Olivia também, em entendimento tácito. Correndo para o interior, logo um dos homens que haviam gritado retornavam com uma senhora de quase sessenta anos.

- Charlie leve a senhorita Volkerball e os feridos com você até a enfermaria, avise a Marie Fertari para ajuda-las ao melhor de suas habilidades. Senhor Belmont, queira caminhar comigo por favor. – Andando de forma calma com as mãos nas costas, a senhora o levava até uma sala com duas poltronas, se sentando na primeira e indicando para que ele fizesse o mesmo. – Se importa de explicar o que aconteceu?

- Entendo. Três agentes, não é? Alguma habilidade em especifica que poderia nos informar?

- Bom, o sol está prestes a se por, então podem passar a noite, mas pela manhã terei que pedir que se vão. Os feridos, se assim desejarem, podem permanecer e quando Victória acordar decidirei com ela os próximos passos. Agora se me dá licença, irei ajeitar as acomodações necessárias para vocês. –
Sem ser rude ou amigável em demasia, a mulher se erguia e saía do local que além das duas poltronas continha uma pequena estante com livros apenas e uma janela que dava para um segundo pátio menor.

---

Com Tidus sendo levado pela senhora, Missu, Elsa, Olivia e os três feridos gravemente indo para a enfermaria e Mindy dando um migué saindo para procurar seus companheiros na cidade e guia-los até ali, Frisk se via sozinho no pátio com os dois gatos assustados.

- E então, o que aconteceu?

- Porque estão todos tão feridos?

- Foi uma batalha intensa?

- Foi contra o capitão daquele grupo pirata assustador?

- Vocês venceram?

- Como apareceram do ar puro?

- Podem se teleportar?

- Podem ficar invisíveis?

Com cada pergunta eles se aproximavam mais, com olhos grandes cheios de curiosidade e empolgação, alheios ao sofrimento que aquele grupo havia acabado de passar. Eram irmãos ávidos por uma boa história, e sentiam que havia uma bem a sua frente.

---

Na enfermaria...

Felizmente havia um estoque de sangue O negativo no local, e com o auxílio de uma mulher de cabelos azuis chamada Fertari, Elsa conseguiu tratar de todos eles. Enquanto isso Missu analisava a amostra de sangue e mesmo após ter chegado a suas conclusões, esperou que Elsa acabasse antes de falar.

- Sigh, eu não sei nem por onde começar. Não é nenhum veneno conhecido, então é certo que foi produzido artificialmente. Enquanto eu devo ser capaz de criar um antídoto, sua estrutura molecular é bem complexa e... eu honestamente não sei quantos dias, ou meses, talvez anos eu levaria para conseguir. – A voz da menina ia sumindo no fim, até que respirava fundo e continuava firme. – Para piorar esse veneno aparenta estar transformando seu sangue ao invés de apenas navegar por ele e eu honestamente não sei como isso é possível. Biologia\anatomia humana não é minha área, então não posso afirmar com certeza o que ocorrerá uma vez que seu sangue seja completamente transformado. Olhe. – Com isso a menina pegava o tubo de ensaio e mostrava a Elsa. Agora o vermelho do sangue já havia quase que completamente desaparecido.

- Em menos de uma hora isso irá acontecer. Sinto muito Elsa-san.

---

Cada um dos três estavam em um local separado, mas foi simultâneo o barulho que os três ouviram.

– BURURURURURU! BURURURURURU! Coronel Mark chamando Red Legion!

– BURURURURURU! BURURURURURU! Coronel Mark chamando Red Legion!

– BURURURURURU! BURURURURURU! Coronel Mark chamando Red Legion! Atendam logo não importa o que estejam fazendo!! ATENDAM!


A voz pertencia a Mark e seria reconhecida com facilidade por Tidus e Frisk que tinham seus den den mushi ativados. Já o den den mushi que Elsa ouvia era um pertencente a Ray e que se encontrava com Olívia.

- Olívia falando senhor. Raymond foi ferido e está em inconsciente. Estamos juntas a Volkerball e Missu que estão tentando tratar dele, aparentemente é algum tipo de veneno artificial que está tornando o sangue dele violeta. Não sei o que vai acontecer com ele e...

- Entendo Olivia. Sinto muito. Coloque a senhorita Volkerball e essa Missu para me explicarem melhor a situação dele. Sigh. Droga! Logo agora que tenho uma situação crítica em mãos!! Preciso dele!

Curiosamente os den den mushi de Tidus estavam transmitindo tais palavras, como se Mark estivesse transmitindo para os três em simultâneo. Talvez tivesse três den den a sua frente naquele momento...

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 3 EmptyTer 17 Abr 2018, 15:52

Na iminência da pressa, era compreensível que quase todos ali estivessem no limite de suas emoções, ainda que ponderasse a experiência da maioria em relação a situações do tipo, precisava dar o braço a torcer e compreender que não me colocava em totalidade naquela situação, Mindy estava em uma situação estável e os demais a quem tinha extrema intimidade sequer haviam participado daquilo, era muito mais ‘tranquilo’ a partir desta visão racional me manter em plena quietude e concentração para desempenhar o melhor de minha função. Tanto minha companheira, quanto Olivia e Missu possuíam ferimentos, mas a gravidade das lesões sequer poderiam se comparar a dos demais, ainda sim solicitava a caçula que retirasse uma amostra de sangue de Raymond, a qual parecia espantá-la por demais. – Já vi algo similar, mas os efeitos são muito piores. – olhava para o revolucionário enquanto ouvia as palavras de Olivia. – Não vamos conseguir nada aqui, temos de alcançar o Punho Árido o mais breve possível e só então, trabalharmos nisso. – finalizava, naquele momento, a questão do envenenamento, enquanto me prontificava a tratar das pequenas, porém irritantes, lesões.

Quase não havia usado a parte mais básica do kit, os ‘primeiros socorros’ de fato só aconteciam agora perante os demais, uma vez que precisava ir muito além do básico com os outros. Linha, agulha fechavam os cortes, iodopovidona e quando necessário a morfina, limpavam as feridas e aliviavam as dores. – Não é o momento de me esconderem nada, se sentem alguma coisa, falem. – era firme e precisa, tanto no trato quanto na perícia médica, tratava dos ferimentos das três antes de alcançarmos nosso destino. A chegada era abrupta, talvez até demais, o que motivou uma ação hostil replicada por nossa parte até que eu e Tidus intervínhamos para solucionar não apenas o mal entendido, mas nossas intenções ali. Bastaram alguns minutos para que fôssemos recebidos pela senhora que aparentemente coordenava o local. – Obrigada! – agradecia a cooperação, enquanto era levada junto dos demais feridos em direção a ala médica.

Chegávamos ao local com a adrenalina no ápice, correria e preocupação percorriam minha mente ainda que minha face esboçasse o semblante de calmaria e concentração, junto da responsável médica, a quem chamavam de Fertari, coordenei e participei ativamente de cada um dos procedimentos, desde Nathan até Raymond e somente quando tudo o que era possível de ser feito foi concluído que Missu veio até mim, com o resultado do exame de sangue do Rei Vermelho. – Seja direta. – respondia de forma calma, sem demonstrar grosseria, apenas para que a garota entendesse que comigo, ela não precisava medir as palavras. – Entendo... – sentia a voz anuir conforme ouvia o diagnóstico, procurava me sentar em qualquer lugar que servisse para tal, enquanto observava Raymond junto de Olivia. – Transformando o sangue? – mostrava-me inicialmente confusa, mas ao observar melhor o frasco podia entender a gravidade daquilo. – É como se fosse um vírus. – levava uma das mãos a cabeça, suspirando profundamente até que era capaz de ouvir o De Den Mushi tocar, era o que Raymond possuía e era prontamente atendido por Olivia.

O chamado me fazia voltar a ficar de pé, enquanto caminhava na direção da mulher. Quando Mark, o homem que havia chamado pelo comunicar solicitou que eu e Missu explicássemos a situação, indiquei para que a menina ficasse onde estava, enquanto me aproximava inicialmente de Fertari, onde falaria com ela antes de seguir para Mark. – Entende algo de Biologia? – a encarava fixamente, enquanto aguardava por uma resposta antes de seguir em direção a Olivia, onde pegaria o Den Den Mushi. – Aqui quem fala é Elsa. – a voz vinha calma e com certa frieza. – Missu está ocupada no momento, mas já tenho toda informação necessária para repassar a você. – naqueles breves segundos ponderava o que fazer diante daquela situação, diante daquele quadro tão adverso. “Sinto Muito”, todos sentem e todos vão sentir se continuar a aceitar tudo aquilo, salvar era muito mais que um desejo era um dever, não era só pessoal era profissional e se não podia sozinha, era preciso reconhecer e me sentir feliz por não estar só. Mas com o tempo e as condições contrárias, o Punho Árido era uma zona de segurança temporária para os que estavam bem, precisava torná-la segura para os que permaneceriam. – O Veneno é misturou-se a corrente sangüínea e parece alimentar-se das hemácias para se multiplicar, não apenas isso, mas sua composição parece ter água do mar o que já torna ele extremamente nocivo contra usuários. Eu entendo que precise dele, mas comece a se acostumar a ausência dele... – olhava para Olivia e fazia um sinal de silêncio.

Raymond tem uma hora de vida e não possuímos nenhum meio de salvá-lo, o quadro dele e irreversível e terminal. Lamento, mas ele irá morrer e nenhum de nós pode fazer nada para mudar isso. Sugiro que fale com Tidus, creio que ele o conheça, por mais que gostasse de dar-lhe a atenção que merece, há outras pessoas que requerem minha atenção. Desligo. – desligaria o Den Den Mushi, entregando-o a Olivia, enquanto levava minhas mãos a cintura. – Uma hora? – confirmaria o tempo com Missu. – Anatomia Humana é minha área, há mais alguém aqui que possa compreender Biologia? – perguntaria a Fertari, antes de continuar. – Você levaria anos Missu, mas não está sozinha nisso. Nenhum de nós está. – sorriria. – Missu, vá até Tidus, ele está com a responsável do local. Peça para entrarem em contato com Mark por uma linha segura e peça a ele toda ajuda disponível para o caso de Ray. Após isso, volte, teremos muito trabalho! – olharia para todos ali. – Isole o veneno do tubo, testem-no em todas as possibilidades de cura, plantas, drogas, remédios tentem tudo, pesquise tudo o que for possível e mantenham-no hidratado com soro. – apontava para o revolucionário. – Ah! E traga o Tidus, o desgraçado é médico e amigo dele é bom que ele esteja aqui também! – após terminar de dar as instruções seguiria para qualquer local que fosse indicado por Fertari para que pudesse estudar o veneno e testar as possibilidades não apenas de cura, mas de retardar o avanço daquele veneno.



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~The winter has come
The blood and soul has aceepted their fate
The young viper, now mature, put their children in the hunt
They want to hunt by your lead
Their dreams, liberty and fate
Winter calls with your voice and only the phalanx can survive it!~


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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 3 EmptyTer 17 Abr 2018, 22:45

A New Problem?

Logo quando chegamos a base do Punho Árido fomos abordados por uma dupla de mink felinos, ambos pareciam confusos e ao mesmo tempo assustados - em suas posições eu provavelmente também ficaria; contudo tudo se acalmou em poucos instantes com minha intervenção e a chegada de uma terceira figura. - “Essa foi por pouco.” - Pensei comigo mesmo enquanto atendia ao pedido da mulher e comecei a caminhar logo atrás. Aos poucos fui explicando a situação para nossa anfitriã e quando questionado sobre as habilidades dos agentes parei um pouco para pensar, sentei na poltrona e levei a mão até o queixo. -  Suas habilidades? Vejamos… - Tentei puxar do fundo da memória tudo de importante que tinha aprendido sobre eles em nossos encontros. - Dos três remanescentes apenas vi uma garota em ação, ela possui os cabelos escuros e usa corte de cabelo curto, ela também tem uma pinta abaixo do olho esquerdo. - Apontei para o local em meu próprio rosto. - Ela se mostrou uma boa usuária do Rokushiki, sendo capaz até mesmo de usar algumas variações bem impressionantes do Shigan. Além disso acredito que ela tenha algum tipo de habilidade de teleporte ou coisa do gênero, obra de alguma Akuma no Mi, não tenho os detalhes por não ter visto muito de sua habilidade mas aparentemente ela foi capaz de transportar um esconderijo inteiro de um lugar para o outro, pois quando destruiu o prédio onde eles estavam não havia evidências do local onde estávamos anteriormente. - Me inclinei um pouco para trás na poltrona e suspirei. - Já os outros dois só vimos de relance, não notamos nenhuma habilidade em especial, contudo a garota e o velho que derrotamos pareciam ser os mais engajados na missão.

No fim de nossa conversa a mulher dava permissão para usar seu esconderijo por um curto período, não podia culpá-la por isso e provavelmente estava fazendo mais do que muitos outros fariam em sua posição. -Entendo, muito obrigado. - Levantei de onde estava sentado e me inclinei levemente para a frente, agradecendo pela hospitalidade. Ainda de pé caminhei até a janela da sala a apoiei uma das mãos na beira, minha vista se perdia no horizonte quase como se estivesse me desligando do mundo exterior por um breve momento. - “E pensar que o que era pra ser um resgate terminaria assim.” - Refletia sobre os últimos acontecimentos, chegamos na ilha para resgatar a major Volkerball e terminamos em uma guerra civil contra piratas e agentes. - "O melhor emprego de todos, não é, irmão?" - Em determinado momento um som estranho me fez despertar do meu transe. - Mas o que… - Balancei levemente a cabeça e comecei a procurar pela origem do som. - O den den mushi? - Murmurei comigo mesmo. -Mark? - Arqueei uma das sobrancelhas, confuso e ao mesmo tempo curioso com a situação.

A voz do comandante transmitia um sentimento ruim, era a primeira vez que ele aparentava estar tão exaltado. Sem perder mais tempo apanhei o gancho do den den mushi e atendi a sua ligação. - Comandante Mark, Major Tidus na escuta. - Respondi ao seu chamado. - Raymond está incapacitado no momento. - Apertei um pouco mais o aparelho em minha mão, quase que involuntariamente. - Por mais que tenhamos atingido o objetivo da missão tivemos grandes baixas do nosso lado. - Recordava-me de todos que ficaram pelo caminho para que pudéssemos salvar Nanohana e conter o ataque pirata. - Mas prossiga, alguns de nós ainda estão aqui. -  Concluía mantendo-me em silêncio no aguardo de novas instruções.

Após ouvir as ordens de Mark desligaria o comunicador e procuraria pelo outros para repassar a mensagem caso eles não a tivessem recebido também, porém se eu quem fosse o procurado seguiria quem quer que fosse ao meu encontro até onde fosse necessário ou até onde os outros estavam para que assim pudéssemos decidir o que fazer dali em diante uma vez que Ray aparentava estar gravemente ferido, assim como sua companheira do fundo do mar. A essa altura os ferimentos da batalha do dia anterior já não me incomodavam tanto, abri e fechei o punho direito e realizei um movimento circular com o ombro, verificando se estava tudo de acordo.

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 3 EmptyQua 18 Abr 2018, 14:13


2º EPIC — CHALLEGING GODS!

Síndrome de salvador...esse era um jeito interessante de se colocar. Eu não acho que ela estava errada ao dizer isso, porém. Era verdade que eu sentia essa obrigação de ajudar os outros, e que muitas vezes isso acabava me fazendo mal - fosse no momento, me colocando em perigo pra proteger alguém, ou depois, me atormentando por não ter conseguido fazer alguma coisa. "Ainda assim, eu não acho que só aceitar isso resolve as coisas." Por mais que eu soubesse que a culpa não era minha, eu ainda tinha uma parcela de responsabilidade. Se eu fosse mais forte, poderia ter evitado muitos problemas.

"A gente já não conversou sobre isso não faz, tipo, menos de uma hora?" Chara suspirou, um pouco irritado. Eu sorri, já que ele estava certo: eu já tinha ficado deprimido demais durante a luta contra Aard, não adiantava fazer a mesma coisa toda vez que uma luta complicada terminasse. Eu nunca seria forte o suficiente pra salvar a todos - essa era a realidade. Mas isso também significava que tudo o que eu podia fazer era ficar o mais forte possível, pra salvar tantas pessoas quanto puder. "É bem simples, até." Eu não estava sozinho naquela. Só precisava dar o meu melhor junto do pessoal, e mudaríamos o mundo.

A chegada na base do Punho Árido foi um pouco conturbada, e não era por menos - um grupo bem grande tinha acabado de aparecer do nada bem na frente deles, era normal que ficassem alertas. No final das contas aconteceu bastante coisa, com a maior parte do pessoal indo para a enfermaria e Tidus-san indo falar com a responsável pela base, o que me deixou sozinho com os dois Minks felinos que tinham se assustado com a nossa chegada. Imediatamente, eu fui recebido por uma bateria de perguntas bem grande, o que mostrou de cara que eles eram bem curiosos. - Calma lá, calma lá. Hehehe. - eu sorri, pedindo um pouco de espaço. Como não tinha nada pra fazer mesmo, porém, acho que valia a pena conversar um pouco.

Com um pigarro, eu pensei por onde seria melhor começar a contar a história. Eles pareciam saber sobre Aard, então eu imaginei que seria um bom lugar. - Nós somos um grupo do exército revolucionário, e sim, nós lutamos contra aquele pirata. Ele era...ridiculamente forte, sério. Foram quatro de nós, inclusive eu, contra ele sozinho, e ainda assim foi uma luta extremamente difícil. - eu comecei, e segui explicando como a luta tinha acontecido, dando ênfase a momentos como o meu golpe que quase quebrou o braço do vilão ou a explosão de chamas de Ray-san. Aquilo estava se mostrando um tanto quanto divertido, na verdade.

- Depois que finalmente derrotamos ele, é claro que todos estavam muito cansados e bem feridos. Mas ainda não tinha acabado... - eu dei uma leve pausa, pra aumentar a tensão do momento. - Pouco tempo depois, quando estávamos prestes a deixar a base, nós fomos atacados por agentes do governo! Essa luta também foi difícil, principalmente por estarmos todos em más condições, e dessa vez...as consequências foram maiores. - me referia ao estado de Ray-san, principalmente. O que quer que estivesse acontecendo com ele, não era normal, e o mais frustrante era saber que eu não podia fazer nada a respeito.

Por fim, eu resolvi dar a eles uma explicação básica do que porque de termos aparecido do nada, como se tivéssemos saído de dentro do próprio ar. Abrindo uma porta grande o suficiente apenas para que eu passasse para o outro lado, daria um salto para dentro e depois voltaria para a dimensão normal. - Eu posso abrir portas pra uma dimensão alternativa com meu poder. Lá dentro, eu posso observar o que tá acontecendo do lado de fora, mas não acontece o contrário. E como não dá pra interagir entre dimensões, é um ponto seguro perfeito pra qualquer situação. - explicaria, por fim. Antes que pudesse contar mais, porém, o Baby Den Den Mushi começou a tocar, numa ligação de Mark-san.

Não dava pra saber muito bem, mas aparentemente, a ligação não vinha só pra mim - o Comandante parecia estar conversando com Olívia, o que me levava a crer que ele estava ligando para todos Den Den Mushis que nós tínhamos. E o pior: a mensagem não era de boas notícias. - Droga... - eu olhei para os dois Minks, preocupado. - Vocês dois, podem me dizer onde fica a enfermaria? - eu não sabia muito bem o que estava acontecendo, mas acho que valia a pena passar lá pra descobrir.

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 3 EmptyQua 18 Abr 2018, 22:55



- Sim, mas honestamente nunca lidei com venenos. – Respondia a medica daquela base mostrando um olhar triste. Vendo o desespero contido de Olívia e o esforço das outras duas, ela conseguia simpatizar com o que estavam passando já que ela própria também perdera companheiros ao longo do caminho.

A Rainha de Gelo por sua vez começava a se comunicar com Mark e após uma breve explicação lhe informava que Ray estaria morto em uma hora, fazendo sinal para que Olívia ficasse quieta. Mesmo dando um passo bem ameaçador a frente com os olhos esbugalhados a sirena mantinha silencio, mas assim que a chamada era encerrada, disparou entredentes – O que você acha que está fazendo?

A explicação era rápida e logo Missu saía da sala após acenar com a cabeça afirmando o parecer de uma hora.

- Não precisava fazer isso, Mark jamais nos contataria se não fosse seguro! – Obviamente irritada pela perda de tempo gerada, Olivia dava as costas para Elsa, como se fosse melhor tirar a mulher da sua vista. Na verdade Olivia costumava ser carinhosa e ter uma atitude mãezona, mas como toda mãe quando vê alguém mexendo com sua cria, ela também virava uma fera.

Notando o clima tenso, era Fertari quem intervinha – É melhor começarmos! – E com isso partia para trabalhar com Elsa isolando o veneno e iniciando os testes.

---

Frisk após uma breve introspecção se via cercado pelos gatos curiosos. Mesmo sem perceber, logo ele conseguia se distrair um pouco de todo aquele drama que estava vivenciando e se sentir um pouco como uma criança deveria se sentir. Empolgada, divertida. Enquanto contava sua história ele era respondido com vários – UOOOOOOHHH!!!! – e –UAAAAAAHHHHH!!! –  aqui e ali nos momentos mais impressionantes. Era um momento realmente necessário para o jovenzinho, mesmo que tenha durado tão pouco já que com a ligação recebida todo o drama estava de volta.

- Só seguir a reto, direita esquerda, esquerda direita e você vai ver um pequeno pátio, aí é só pegar o corredor da direita e dobrar a esquerda e direita mais uma vez que você vai chegar lá. – Respondia um dos felinos sinalizando com a mão para auxiliar a explicação, o que evidenciava que o local era surpreendentemente grande para uma simples base de fugitivos.

A caminho de lá ele logo chegou ao pátio, e ali encontrou com Missu que vinha em disparada. – Frisk! Você sabe onde o Tidus-san tá? Sabe? Sabe? – Perguntava a menina colocando uma mão acima dos olhos e olhando para um lado e para o outro como se estivesse procurando algo no horizonte apesar de estar entre quatro paredes.

Felizmente ao fazer tal ato ela logo avistava quem procurava. Através de uma janela estava Tidus sentado em uma poltrona com um den den mushi em mãos. Assim que o viu a menina arregalou os olhinhos, segurou uma das mãos de Frisk e saiu correndo carregando o menino enquanto gritava – Tidus-sama!! Tidus-samaaa!!

---

- Só um momento. – Essa era a primeira frase que Tidus ouvia direcionada a si. Considerando a pressa que havia antes na voz do comandante, era uma mudança bem brusca.

- Pronto, pode prosseguir.

- Sim, a major Volkerball me informou do estado dele. Sinto muito. –
Nesse momento a voz séria e envelhecida demonstrava um pingo de pesar. – Mas infelizmente a situação em mãos é urgente e vocês são o grupo capaz de reverte-la mais próximo do local.

Após uma pequena pausa como que para colocar os pensamentos em ordem ele continuava – Na quinta rota existe uma ilha chamada Pindorama cujo regime escravocrata é combatido por um grupo de revolucionários que se chamam “os Cangaceiros”. O líder é um alguém muito importante para o Exercito Revolucionário chamado Lampião. Não apenas ele já recusou diversas promoções para Coronel alegando que só seria merecedor disso uma vez que eliminasse o regime do Imperador Dom Gilberto II, mas de fato a quantidade de missões que já cumpriu seria suficiente para que se tornasse um sub-general.

Novamente ele fazia uma pausa, mas dessa vez para deixar o Duque Azul assimilar as informações. – Mesmo com certa dificuldade, e grande desvantagem numérica Lampião aos poucos estava conseguindo ganhar terreno e vantagem e uma vitória total não estava longe, mas tudo mudou com a chegada de dois homens na ilha, os Caçadores de Recompensa Inácio Ash e Aécio Dust. Desde a semana passada após atracar na ilha os dois que lideram o clã TpD, Tudo por Dinheiro começaram a caçar ativamente Lampião junto do auxílio da Guarda Nacional alegando estarem atrás do valor da sua recompensa.

Na primeira batalha nenhum dos lados conseguiu tirar vantagem. Na segunda batalha Lampião foi forçado a comandar uma retirada sofrendo poucas baixas. E recebemos informações que nessa manhã os Cangaceiros sofreram grandes perdas, e apesar de ter conseguido escapar com vida, Lampião foi gravemente ferido, sendo forçado a se esconder enquanto tenta se recuperar.

Sigh. Com auxílio dos caçadores a Guarda Nacional está fechando o cerco, e a não ser que enviemos reforços, tudo estará perdido. Vocês vão ser esses reforços. Mesmo sem Raymond, são os únicos capazes que estão relativamente próximos!

Eu já verifiquei e hoje as vinte e três horas o Expresso Oceânico estará passando por Alabasta, seguindo para Jaya, onde terá uma conexão para Pindorama. Sua missão em primeira instancia é chegar a Pindorama o mais rápido possível e fazer os Caçadores recuarem, garantindo a segurança de Lampião e lhe dando tempo necessário para recuperar. Uma vez alcançado isso a segunda missão é analisar a situação e auxiliar como puderem para pôr um fim ao regime do Imperador atual. Entendido?


Tendo explicado até aí Mark parava para ter certeza que Tidus estava na mesma página que ele. – Uma vez que entrem no Expresso que fará a conexão entre rotas, me contatem novamente para que eu lhes passe informações adicionais sobre a situação local e os inimigos. Isso é tudo.

- Tidus samaaa! Tidus samaaa!! –
Um grito em uma voz infantil vinha de fora, e do nada dois vultos passavam pela janela em um salto ciando abobalhadamente no chão. Eram Frisk e Missu.

- Oouch! Tidus-sama! Elsa-san me pediu para te pedir para ligar pro comandante de uma linha segura!! Pediu para enviar especialistas! Ray não vai morrer dentro de uma hora! Eu acho...


---

Na parede o relógio marcava seis e dez da noite, o céu começava a escurecer e a temperatura cair. Ali no pátio um dos membros locais sentava em um banquinho e tirava um violão, começando a tocar uma musica e cantarolar em uma língua estrangeira.

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 3 EmptyQui 19 Abr 2018, 22:45


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A conversa através do Den Den Mushi seguiu de forma bem direta e séria, o clima era pesado e as palavras de Mark faziam questão de reforçar isso, pois assim como da ultima vez nós eramos o único grupo capaz de reverter uma situação complicada, conduto dessa vez nossas forças tinham sido cortadas praticamente pela metade sem Axell e Ray. - “Tsc… Acho que não vou me acostumar com isso tão cedo.” - Suspirei com um ar de pesar, mas logo minha atenção foi tomada pelas palavras de Mark que começava a comentar a respeito do motivo de ter nos contatado. - “Pindorama?” - Franzi as sobrancelhas e levei a mão direita até o queixo, pensativo e prestando atenção a cada palavra que era dita. - “Lampião… Um homem que honra o dever acima da luxúria, interessante.” - Me afastei lentamente da janela e voltei a me sentar na poltrona para ouvir o restante da mensagem.

A gravidade da situação ficava cada vez mais evidente conforme o comandante falava, tudo levava a crer que o exército revolucionário de Pindorama estava prestes a ser derrotado e tudo isso graças a chegada de duas pessoas. - “Inácio Ash e Aécio Dust...” - A conversa foi avançando e esses nomes ficaram na minha cabeça, algo cheirava estranho a respeito daqueles sujeitos. Não demorou muito para que a mensagem de Mark chegasse ao fim. - Entendido, irei repassar aos outros e iniciar os preparativos. - Respondi de imediato de forma firme e direta. - Assim que estivermos no trem que fará a ligação com a quinta rota volto a entrar em contato. - Confirmava sua última instrução, ao mesmo tempo que que terminava de falar ouvi a voz de alguém vindo do lado de fora do cômodo onde estava, curioso me levantei para verificar de quem se tratava. - Mas quem pode... - Forcei a vista tentando identificar de quem se tratava, mas antes que pudesse perceber alguma coisa duas sombras passaram pela janela fazendo-me instintivamente levar a mão direita até o cabo da espada em minha cintura, por sorte não passavam de duas figuras familiares. - Missu? Frisk? - Olhei um pouco espantado e ao mesmo tempo sem jeito devido ao tombo que a garota havia levado, lentamente retornei a minha posição anterior enquanto segurava um riso discreto. - Um especialista? - Arqueei uma das sobrancelhas claramente confuso. - Do que exatamente você está falando? - Aguardaria uma resposta da garota e caso obtivesse  repassaria para Mark que estava do outro lado da linha, caso contrário apenas pediria por um especialista mesmo sem saber bem do que se tratava, talvez significasse algo para ele. - Entro em contato novamente assim que chegarmos ao segundo trem, desligo. - Diria logo após o pedido do especialista, finalizando a ligação com o comandante e voltando minha atenção para os dois jovens a minha frente. - Frisk, é bom que esteja aqui, temos trabalho a fazer. - Acenei positivamente com a cabeça para o garoto. - Mas antes... Missu, o que foi aquilo? Ray não vai morrer em uma hora? - Olhei espantado e ao mesmo tempo confuso para a garota, tentei deixar aquilo de lado durante a transmissão com o comandante, mas não podia negar que estava extremamente curioso a respeito disso. Com alguma explicação por parte da garota daria prosseguimento. - Bem, de todo modo antes de passar detalhes sobre a missão precismos primeiro nos agrupar com os outros.- Dito isso iria em busca de Elsa e dos demais que haviam se dirigido para a ala médica do local.

Assim que chegasse até o local onde Volkerball e os outros estavam passaria a mensagem que havia recebido de Mark minutos antes, contudo antes precisava saber se a filha do comodoro estava conosco ou não.  - Major Elsa. - Diria assim que a encontrasse. - Eu não sei quais são seus objetivos no momento, mas nosso comandante acabou de nos passar uma missão importante e acredito que sua colaboração seria de grande ajuda. - Por mais que já tivéssemos lutando lado a lado contra o pirata ainda não podia dizer com firmeza se ela estava conosco ou se tudo não havia passado de um encontro momentâneo. - Ele pediu a ajuda da Red Legion para resolver um problema em uma ilha na quinta rota, porém com a saída do meu irmão e o atual estado de Raymond creio que isso se resume apenas ao garoto e eu. - Apontaria para Frisk com o polegar. - A não ser que queira se juntar a nós nessa para resolver o problema já que aparentemente somos os únicos capazes de chegar até o local a tempo. - Até então não havia passado informação alguma a respeito da missão, pois antes precisava confirmar se ela estava conosco ou não, caso contrário compartilharia as informações apenas com Frisk e nós teríamos de ser o suficiente.

Assim que tivesse uma resposta reuniria todos que pretendiam participar da missão e compartilharia os detalhes. - Bem, pelo que Mark me disse existe uma ilha chamada Pindorama na quinta rota cujo regime escravocrata é combatido por um grupo revolucionário local conhecido como Os Cangaceiros. O líder desse grupo parece ser um figurão chamado Lampião,  inclusive ele já foi cotado para assumir um cargo elevado no exército, mas aparentemente ele decidiu recusar até resolver o problema da ilha. Enfim… O combate na ilha era sempre muito intenso e equilibrado, contudo a chegada de um grupo de caçadores de recompensa mudou tudo, Inácio e Aécio são os líderes desse grupo e parecem ser hábeis o bastante para colocar Lampião contra a parede. - Realizaria uma pequena pausa para dar tempo de todos assimilarem ou levantarem seus próprios questionamentos. - Pelo que Mark disse parece que Lampião foi gravemente ferido em seu último embate contra a guarda da cidade aliadas aos caçadores. Nossa missão inicialmente se resume a um resgate, precisamos chegar a Pindorama antes que os caçadores encontrem Lampião e fazer com que deixem a ilha. Não necessariamente vivos… - Complementava ao final. - Assim que nos reunirmos com Lampião e seu grupo o próximo passo será servir de suporte para uma investida com intuito de acabar de uma vez por todas com o império escravocrata do local. - Realizaria outra pausa e olharia para todos ali presentes. - Mark informou que hoje as vinte e três horas um trem que leva até Jaya e realiza uma conexão até Pindorama estará passando na estação, então precisamos resolver tudo que ainda está pendente aqui e aqueles que quiserem vir junto precisam estar prontos até lá. - Finalizava a explicação e dava espaço para que os outros se pronunciassem, não estava ali para obrigar ninguém a ir tão de repente, talvez não fosse fácil para alguém sair da ilha desta forma, quer dizer, não seria pra mim tendo de deixar tanto meu irmão quanto meu melhor amigo para trás.

Ainda havia algum tempo até o horário programado, aproveitaria esse período para ver se alguém estava precisando da minha ajuda para alguma coisa e para me despedir daqueles que ficariam na ilha - ao menos daqueles que estavam conscientes. Apanharia todos os meus pertences e caminharia até o pátio trazendo um dos tapetes comigo. - Eu vou levar um desses se não se importarem. - Comentária com algum dos membros do grupo de Victória que estivesse por perto. - Foi um prazer trabalhar com vocês e cuidem bem do vermelho...  Ele é esquentado mas é uma boa pessoa. - Abriria um leve sorriso amigável no rosto. - E não se esqueçam, se precisarem de alguma coisa nós estamos sempre a disposição. - Subiria no tapete e aguardava o restante fazer o mesmo. - Nos vemos por aí. - Acenaria para quem quer que estivesse ali para se despedir e então ergueria voo com o tapete. - Frisk, quando quiser. - Daria a deixa para o garoto abrir uma de suas portas para outra dimensão e logo em seguida passaria com o tapete por ela. - Certo, agora vamos a estação, se me lembro bem o caminho é por aqui. - Dito isso faria o tapete avançar na direção do expresso, como já tínhamos usado o meio de transporte antes acreditava que era capaz de chegar até lá novamente, contudo aceitaria dicas dos demais caso em algum momento surgisse alguma dúvida a respeito do caminho. Chegando a linha do trem procuraria pelo que havia sido indicado por Mark, obviamente seria aquele que tivesse como destino Jaya. Desceria o tapete para que pudéssemos embarcar em direção a próxima ilha e com isso viraria uma página importante da minha vida. - “Axell, Ray, cuidem-se.”
Histórico:
 

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