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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 2º Epic - Challenging Gods

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Kerigus
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MensagemAssunto: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 11 EmptySeg 26 Mar 2018, 15:34

Relembrando a primeira mensagem :

2º Epic - Challenging Gods

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Revolucionários Raymond King Walker, Tidus Belmont, Frisk Dreemurr e Elsa Volkerball. A qual não possui narrador definido.


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Ravenborn
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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 11 EmptySab 21 Jul 2018, 08:49



2º EPIC — CHALLEGING GODS!

Pindorama era uma ilha bem diferente de qualquer outra que eu já tinha visto. Enquanto passamos voando pela mesma, na plataforma flutuante de gelo, eu tive a chance de ver as várias construções, árvores e plantações que iam até além de onde eu conseguia enxergar. Era triste pensar em como um lugar bonito como aquele era governado por gente corrupta, que apoiavam a escravidão e forçavam pessoas como as que tínhamos ajudado a trabalhar contra a própria vontade. E o mais triste de tudo era pensar no quão comum isso era. O mundo tinha chegado num ponto em que escravizar as pessoas era algo corriqueiro.

"Bem, é por coisas como essa que nós lutamos pra mudar o mundo." Eu sorri, satisfeito. Alabasta era a prova de que se nos esforçássemos bastante, conseguiríamos mudar as coisas para melhor. Missu também acabou me surpreendendo um pouco com toda aquela positividade, mesmo depois da confusão no vagão do Expresso Oceânico, e agora eu me sentia um pouco bobo por ter ficado tão preocupado. É verdade que não conseguimos salvar todo mundo e não escapamos ilesos, como pretendido. Mas eles estavam nos esperando, e mesmo assim, nós evitamos a sua emboscada e salvamos a grande maioria dos prisioneiros.

É claro que eu queria ter tido a chance de fazer melhor - nunca era agradável ver alguém morrer, e eu não conseguia deixar de pensar que se não tivéssemos nos metido, talvez aquele escravo ainda estivesse vivo, ainda que aprisionado. Mas eu me prometi não chorar mais pelo que já passou, e se alguém perdeu a vida naquele dia porque eu não fui forte o suficiente pra salvá-lo, então isso só significava que dali em diante, eu lutava por essa pessoa também. Ficaria ainda mais forte, pra que nunca mais acontecesse de novo.

- Você tem razão. Eles nos emboscaram e tudo mais, mas nós ainda vencemos e chutamos a bunda deles! - eu sorriria um pouco mais alegre agora, respondendo ao cumprimento de Missu ao bater o meu punho no dela. Dito isso, a situação para com os escravos não era exatamente a mais animadora, e eu não os culpava. Deviam ter passado por muita coisa até ali, e agora tinham que ouvir que nós não podíamos levá-los pra casa de imediato, e que não tínhamos como garantir a segurança deles no pior dos casos. Era de partir o coração imaginar o quão desesperados eles deviam estar por conta disso, e eu realmente queria dizer algo pra animá-los, de verdade...mas não tinha o dom pra esse tipo de coisa.

Com a aparição da mulher que estava presa com algemas de Kairouseki, eu assenti para o pedido de Elsa-san e fui até ela para que pudesse remover aquilo - o Kit de Lockpick mais uma vez se mostraria útil em lidar com o material que enfraquecia a nós usuários. - Eu imagino o quão desconfortável deve estar, só encostar um pouco nisso já deixa o meu corpo mole. - eu comentaria enquanto estivesse abrindo as algemas, olhando para a prisioneira. - Como se chama? - sorriria, amigável. Eu podia não ser o melhor inspirador de multidões, mas se conseguisse ao menos ajudar uma pessoa que fosse a se sentir melhor ali, era mais que o suficiente.

- Eu sei que depois do que eu disse, as coisas podem parecer bem...ruins, hehe. Eu não queria mentir pra vocês, dizendo que estavam seguros conosco, mas também não quero que se enganem. - eu diria a ela ao terminar de abrir as algemas, deixando que caíssem no chão, já que pegá-las não era exatamente uma boa ideia - Não é por não poder garantir a segurança de vocês, que significa que não vamos lutar por ela. Se chegar a isso, nós vamos fazer de tudo pra que fiquem a salvo, mesmo que isso nos coloque em perigo. É o nosso trabalho, afinal de contas. - sorriria, enfim. Esperava que com isso, a confiança dela em nós melhorasse um pouco, já que a situação ainda estava um pouco delicada no momento.

Coisa que talvez não fosse durar tanto assim, afinal, pois Elsa-san fez um belo discurso em resposta a algumas perguntas de um dos prisioneiros, chamado Gannicus. Com sorte, aquilo elevaria o moral de todo mundo, e deixaria as coisas mais fáceis pra nós. - Frisk! - eu ouvi Tidus-san me chamar, e ele logo explicou o motivo. Como já tínhamos chegado em Pindorama, precisávamos ligar para Mark, mas os Den Den Mushi não conseguiam se comunicar com o lado de fora da dimensão de bolso. - Tudo bem, aguenta aí.

Eu iria até ele, procurando um bom lugar pra abrir a porta. Por mais que não estivéssemos cercados de gente no mundo real, ainda era mais sensato abrir a passagem para o outro lado num canto pouco visível, pra o caso de alguém aparecer. Por isso, escolheria algum canto escondido por uma pedra ou árvore, abrindo uma Air Door pequena no ponto escolhido. E ali ficaria, próximo a ela, para que ela não se fechasse sozinha e acabasse cortando a ligação. Agora só podia torcer para que Mark tivesse boas notícias a respeito de Lampião e seu paradeiro, pois a segurança de todos ali dependia disso...

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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 11 EmptyDom 22 Jul 2018, 20:00


Ali naquela dimensão dominada pela cor verde, um grupo de revolucionários tratava suas feridas enquanto tentavam lidar com o segundo grupo no local, o de ex-escravos. Sentindo a ferida em seu ombro incomodar, Elsa voltava a se afastar de Mindy, mas não sem antes pedir que Frisk ajudasse uma mulher que ainda estava algemada, e deixasse uma mensagem fofa para sua companheira.

Ao ouvir a frase de Elsa, Mindy arregalava os olhos por um instante por ter sido pega de surpresa para em seguida olhar para as costas da Rainha dos Espinhos e dar um grande e belo sorriso, algo que era raro de ver em seu rosto. “Sim, e você também é especial para mim. Eu definitivamente ficarei mais forte para que possa sempre permanecer ao seu lado, para que possa te proteger.” Com esse pensamento ela fechava os olhos, sentindo todos os sentimentos negativos se esvaírem, e aos poucos sentir seu corpo relaxar e liberar a tensão. Sem que percebesse, começava a cochilar ainda com um sorriso na face.

Já o motivo daquele sorriso, esse havia se aproximado de Tidus ao mesmo tempo que Gennicus, e ouvindo o questionamento do ex-escravo, acabava interrompendo o Duque e tomando os holofotes enquanto o revolucionário não parecia se importar e se contentava em tratar do ferimento dela enquanto pensava no que precisava ser feito e escutava ao discurso sendo feito.

Enquanto ela fazia o discurso os ex-cativos ficavam em silencio, absorvendo tudo que ela dizia, e no final era possível ver algumas lagrimas escolhendo aqui e ali, alguns que acenavam, outros que sorriam levemente, e muitos outros que apenas olhavam para o chão ou para o estranho ambiente a sua volta de forma pensativa.

- Sim madame. Farei isso agora mesmo. – Com o fim do discurso Elsa pedia auxilio de Gennicus, e esse ficava tão feliz com isso que parecia até que tivesse sido tocado por uma graça divina ou algo do tipo, acenando várias vezes e indo até os escravos rapidamente.

Conversando, a Rainha e o Duque decidiam tentar contatar Mark mais uma vez, mas antes que pudessem chamar por Frisk para auxiliar com isso, eram interrompidos por uma alta e afinada voz que começava a cantar algo.

- LIVRE ESTOU! LIVRE ESTOU! NÃO POSSO MAIS SEGURAR! LIVRE ESTOU! LIVRE ESTOU! EU SAÍ PARA NÃO VOLTAAAAAAAAAAR!!! ... –


Som:
 


---


Frisk, alguns segundos antes...

Após ter recebido uma leve dose de animação por parte de Missu, o jovem ouvia o pedido de Elsa e ia verificar a pessoa que precisava de sua ajuda. A mulher gordinha que parecia um leitãozinho ainda estava deitada de barriga pra cima quando ele se aproximou.

- Até que enfim meu filho! Aqui aqui! VocÊ pode tirar esse troço de mim? – Perguntava ela, ao ver o jovenzinho se aproximar e se abaixar para abrir as algemas com alguns instrumentos estranhos.

- Sim, sim, muito desconfortáveis, muito fraca eu me sinto. E pior! Não consigo cantar direito nelas meu filho, olha que absurdo eles fizeram comigo. Não! Com o mundo! Privando o mundo da minha voz, da minha graciosidade, da minha habilidade. Isso é um crime sem tamanho, hediondo, não, pior que hediondo, é simplesmente... abominável! Olha o que fizeram comigo, olha como estou? – Praticamente sem respirar, ela ia falando e falando enquanto observava aquele anjinho lhe ajudando.

Frisk por outro lado tentava acalma-la como podia, tentando explicar melhor o que tinha dito antes. Abrir aquela fechadura, mesmo com aquela ferramenta mágica, demorava mais que o esperado, ainda mais que ele tinha de usar a mão esquerda apenas.

- Sim, sim meu jovem, sem problemas. Entendo completamente o que quer dizer, uhum, uhum. – Respondia ela acenando repetidamente com a cabeça com um olhar de total compreensão e acordo, quando na verdade ela não fazia ideia do que ele estava falando. Esse tempo todo ela não prestara a mínima atenção em nenhum discurso, e nem sabia onde tava na verdade, tudo que pensava era em sair daquelas algemas demoníacas e voltar a cantar.

E era exatamente isso o que fazia assim que as algemas de kairouseki caíam no chão. Se levantando numa velocidade assustadoramente grande para alguém com seu porte, pois agora era visível que além de gordinha também era baixinha, ela inspirava fundo e olhando para o sol verde no céu, erguia um braço em sua direção enquanto inspirava fundo.

- LIVRE ESTOU! LIVRE ESTOU! NÃO POSSO MAIS SEGURAR! LIVRE ESTOU! LIVRE ESTOU! EU SAÍ PARA NÃO VOLTAAAAAAAAAAR!!! ... –

Som:
 


---


Todos ficavam olhando aquela cena de uma forma meio espantada, havia toda uma coreografia envolvida e os ex-escravos pareciam não saber como reagir, apenas ficando com a boca aberta sem se moverem enquanto assistiam. Já Tidus, apesar disso, conseguia chamar Frisk, puxando sua atenção e apenas ele e o garoto paravam de assistir e prestar atenção à apresentação que tinha inicio.

Indo até um local mais afastado onde a musica não era tão alta, eles se abaixavam e criavam uma porta da doa doa para tentar contatar Mak via den den mushi. Demorava um pouco, mas finalmente o comandante atendia, mas o den den não transmitia apenas sua voz, mas também som de explosões e tiros. – Mark na escuta major, mas seja rá-pido! Estou numa situaaação com-plicada! – A voz apressada vinha entrecortada e com um pouco de esforço, como se o homem estivesse se movimentando enquanto falava.

- Sim sim, sempre. Pode falar!

- Infelizmente estooou envolvido em uma missão de al-tooo risco e não ti-ve contato com os outros... mas uma vez que finaliza-la buscaaarei saber o que houve, o importante é que estão todos beeeeem e em Pindorama ce-rto? Seu irmão os alcançooou? –
Perguntava ele antes de vir um outro som furioso.

- AHHHHHHHHHHRRRRGHHHHHH!!! FIQUEM AÍ CRIATURAS IRRITANTES!! –
Gritava ele de forma irada. O som de batalha não tinha pausa enquanto Tidus narrava o que tinha acontecido durante a chegada deles.

- Desculpem rapazes mas há pouco que eu possa fazer agora. Mas existe uma mulher na capital chamada Rebeca, ela é dona do bar “Velho Tribecca”, ela deve saber como ajuda-los! Merda! Tenho que ir! Boa soooooorte! E que porra de música é essa? De onde que essas montanhas saíram!?!? Esse castelo de gelo!? Mas que...


A chamada caía e nesse momento Tidus e Frisk percebiam algo incrível, algo que tanto Elsa quanto os outros já haviam percebido. A música não havia acabado, a apresentação também não, e mais ainda, toda a paisagem havia sumido. Enquanto eles estavam focados na ligação uma música inteira tinha sido cantada e agora eles estavam no meio de montanhas nevadas olhando um castelo de gelo, e até a gordinha tinha se transformado em alguém ridiculamente igual a Elsa.

Apresentação e ilusão:
 


Mas então a música chegava no fim, e tudo desaparecia voltando ao normal. Não passara de uma ilusão. Arfando levemente e sorrindo um pouco, a gordinha estava de volta. – HEHEHE ahhhhhhhhh como eu precisava disso. Mas eu precisava demais! Muito mesmo! Mas gente que alívio! Uhhhfaaa!! Hehehe. – E como se finalmente percebesse o espanto de todos, ela ficava meio sem graça. – Ups, parece que me empolguei um pouco, desculpa ae pessoaaaaaal!! É que não sei controlar bem isso ainda.

Coçando a cabeça ela olhava em volta vendo a paisagem do cafezal dentro da doa doa. Com um olhar pensativo, ela ficava lá parecendo mais e mais perdida, por fim desistia. – Ué, mas onde é que a gente tá?

Livre:
 

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 11 EmptyQua 25 Jul 2018, 01:01

The End!

Com o auxílio de Frisk a conexão com a dimensão exterior foi realizada permitindo que pudesse me comunicar com o comandante, quer dizer, coronel Mark. A ligação demorou um pouco para ser atendida, talvez mais do que de costume e para minha surpresa o revolucionário parecia estar ocupado com algo perigoso. - “Hô, então até mesmo alguém em sua posição é enviado para o campo de batalhas.” - Abri um leve sorriso ao ouvir aquilo, já fazia um tempo que conhecia Mark mas era a primeira vez que o via de fato na linha de frente, o que me fazia pensar o quão importante e perigoso a missão de um coronel poderia ser. De todo modo não era hora nem lugar para ficar pensando na missão dos outros, tínhamos nossos próprios problemas para resolver no momento.

Em determinado momento da transmissão uma frase de Mark chamou minha atenção fazendo com que ficasse sem reação por um instante. - “Meu irmão o que?” - O que ele queria dizer com aquela frase? Axell estava vindo até nós? Mas como e por que? Eram muitas perguntas e sentimentos misturados, infelizmente nosso superior parecia estar lidando com algo perigoso no momento e não houve mais tempo para questionamentos. Também nos foi dito um nome, Rebeca, a dona de um bar na capital, não era exatamente a informação que precisávamos mas era o que tínhamos. Durante sua explicação algo que o coronel mencionou soou deveras estranho para dizer o minimo. - Castelo? - Arqueei uma das sobrancelhas e olhei para trás, confuso. - Mas o que… - Antes que pudesse concluir a frase a conexão com Mark foi perdida. - Coronel, espere! - Disse desesperado, apertando o comunicador com força e olhando para o den den mushi que agora estava “dormindo”. - Merda! - Coloquei o gancho no lugar e levei a mão direita até o rosto, tentando esconder a frustração do momento. - Estamos sozinhos… - Murmurei comigo mesmo.

Entrar em contato com Mark gerou mais dúvidas do que respostas, Axell estava vindo até nós? Quem era Receba e como exatamente ela iria nos ajudar? Problemas e mais problemas, e mais importante do que isso... - O que pelos sete infernos é isso?! - Olhei descrente para uma… Montanha de gelo? Não, não era só isso! Também havia um palácio ali, um enorme palácio de gelo! - O que tinha naquelas frutas?! - Comentei com Frisk, visivelmente confuso e ao mesmo tempo assustado, o que diabos estava acontecendo ali? Uma pergunta que felizmente logo foi respondida, ou melhor, quase, pois em um passe de mágica tudo voltava ao normal e o que restava era uma das escravas completamente perdida e eufórica. - Hein? - Balancei a cabeça levemente em negação. - "Uma Akuma no Mi?" - Parecia a resposta mais lógica, dado que tudo que era estranho tinha o dedo de um usuário destes frutos. Deixando a festa um pouco de lado me virei para Frisk enquanto me recuperava do choque e absorvia toda informação. - Enfim, precisamos conversar. - A expressão confusa em meu rosto aos poucos dava lugar a uma mais séria, transmitindo a seriedade que a situação pedia.

Se Elsa olhasse em minha direção apenas levantaria a mão para chama-la até onde estávamos, caso contrário me aproximaria um pouco e a chamaria pelo nome. - Elsa! - Chamaria sua atenção e faria um gesto com o braço para que se aproximasse. Assim que todos os principais revolucionários estivessem juntos passaria as informações que havia obtido na ligação para eles, deixando os escravos de fora uma vez que aquilo poderia apenas piorar a situação em que se encontravam. - Infelizmente Mark estava ocupado com uma missão e nossa conversa foi bem curta. Para resumir ele não me disse onde encontrar Lampião ou algum dos esconderijos locais, contudo ao menos me deu um nome, Rebeca, aparentemente ela é dona de um bar na capital chamado Velho Tribecca, Mark disse que essa pessoa pode nos ajudar a encontrar Lampião. - Levei a mão esquerda até o queixo, pensativo. - O problema é que não sabemos exatamente como chegar a essa bar, a guarda, os agentes e os caçadores devem estar nos procurando nesse exato momento, caminhar livremente pela capital está fora de cogitação. - Suspirei tentando aliviar a tensão. - Agradeço a Deus por essa sua habilidade. - Olharia para Frisk com um sorriso no rosto. - Enfim, precisamos organizar toda essa gente e ir em direção a capital, no caminho podemos tentar conseguir alguma informação com os locais. - Finalizava o dialogo enquanto ajeitava minha caixa e os tapetes nas costas. - Ah! Eu já ia me esquecendo… - Ergui o dedo indicador esquerdo. - Mark fez uma pergunta estranha, algo sobre se meu irmão já ter nos encontrado. - Olhei um pouco confuso e apreensivo para os dois. - É possível que Axell esteja vindo ao nosso encontro, mas vamos no ater a missão. - Dizia o que precisava ser dito, por mais que por dentro estivesse preocupado, será que ele seria capaz de nos encontrar? Quem havia lhe enviado ao nosso encontro? Ele sabia de alguma coisa que não não sabíamos ou estava simplesmente sendo jogado no meio do fogo cruzado às cegas? Perguntas, perguntas eram o que não faltavam no momento.

Após ter compartilhado as informações que possuía tudo que restava era reagrupar, organizar todo aquele pessoal e ir em direção a capital, porém havia algo que ainda precisava saber e para isso me aproximaria da gordinha que estava cantarolando mais cedo. - Foi um show e tanto. -  Diria ao me aproximar. - Como você fez tudo aquilo? Toda aquela neve e gelo? - Gesticulava com as mãos enquanto falava em uma tentativa de expressar minha curiosidade e fascino com tudo aquilo. Em meio a conversa manteria uma postura leve e informal, queria tentar tornar o ambiente o mais social possível e me aproximar de forma amigável daquelas pessoas, por mais que no fundo meu objetivo principal fosse avaliar o quão úteis eles poderiam vir a ser no futuro, teria algum valor mantê-los por perto ou não passavam de pessoas indefesas que precisaríamos pegar em suas mãos até mesmo para atravessar a rua? Seja como for era hora de analisar a situação como um todo antes de prosseguir com a missão.
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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 11 EmptyDom 29 Jul 2018, 21:53



2º EPIC — CHALLEGING GODS!

Mantendo a porta entre as duas dimensões aberta, para que Tidus-san pudesse fazer a ligação para Mark-san, foi fácil perceber o quão complicada a situação estava do lado do Coronel. O barulho de explosões e sons de uma batalha furiosa me faziam agradecer por não ser eu do outro lado da linha. "Bem, se tivéssemos demorado mais um pouquinho pra sair daquela vagão, talvez as coisas não estivesse tão diferentes por aqui..." Eu já tinha tido ação o suficiente pra um dia só, mas pelo andar da carruagem, não íamos ter muito tempo pra descansar. Tudo que Mark conseguiu nos passar foi o nome de um bar e de sua dona, Rebeca. Não era muito pra trabalhar em cima, especialmente numa ilha que não conhecíamos.

Uma parte da conversa me chamou a atenção, porém: ele falou algo sobre o irmão de Tidus-san ter nos alcançado, o que talvez significasse que Axell-san estava vindo pra Pindorama também. Eu imediatamente esbocei um sorriso, animado pra o reencontro - o Belmont mais novo era, ironicamente, como um irmão mais velho pra mim, e saber que o veria de novo fora o suficiente pra fazer o meu dia. Mas a parte mais estranha da ligação foi, de longe, quando ele falou de montanhas e um castelo de gelo. - Que...? - eu olhei pra Tidus-san, sem entender bem. E foi aí que eu percebi que ele não era o único vendo coisas.

Acho que minha cabeça não conseguiu processar muito bem o que estava acontecendo, e eu fiquei olhando pra tudo aquilo sem entender nadinha. - O que tinha naquelas frutas!? - o Duque Azul parecia estar tão surpreso quanto eu, e quem podia culpá-lo? Coçando os olhos pra ter certeza de que não estava só enlouquecendo de vez, eu balancei a cabeça, confuso. - Vai ver a gente pegou aquela caixa de algum contrabandista? - brincadeiras à parte, tinha algo muito estranho acontecendo ali. Montanhas cobertas de neve, um castelo de gelo...exatamente como Mark tinha dito. Por que estávamos vendo aquilo também?

Foi só aí que eu consegui ligar os pontos - a prisioneira que estava com as algemas de Kairouseki tinha começado a cantar logo depois de eu libertá-la, e de repente, toda aquela confusão tinha começado. Os poderes das frutas do diabo nunca deixavam de surpreender, mas esse tinha tido um impacto e tanto. Eu sorri, feliz por saber que não estávamos com um novo problema em mãos. - Heh, eu fiquei preocupado por um instante. - disse a Tidus-san, me levantando e me juntando a ele para irmos até Elsa-san.

Como era de se esperar, nós voltamos ao problema principal. Como se não bastasse não termos quase nenhuma informação sobre o paradeiro de Lampião, ainda estamos sendo perseguidos pela guarda, agentes do governo, marinheiros, caçadores e quem mais eles tiverem à disposição. "Muito animador." Eu suspirei. Nossa situação era bem delicada, e ainda tinha um outro probleminha que precisava de nossa atenção: a chegada de Axell-san. - É, eu ouvi também. - começaria, quando Tidus-san falasse sobre o assunto - O que me preocupa é que ele não tem como nos encontrar aqui dentro, e ele é tão procurado quanto nós. Se estão atrás da gente, vão acabar indo atrás dele também. - eu expliquei, com um semblante sério no rosto.

Claro, eu sabia muito bem que Axell-san não era um espadachim qualquer - tinha até um pouco de pena de quem fosse idiota o suficiente pra desafiá-lo - mas estávamos lidando com inimigos demais dessa vez. Mesmo sendo forte como era, ele não teria como conseguir sozinho. - Se Mark perguntou se ele já tinha nos alcançado, então ele já deve estar vindo pra cá. E só tem um jeito de vir de Alabasta até aqui tão rápido. - eu deixaria que os outros compreendessem por si sós, antes de continuar - Isso, o Expresso. Se de alguma forma eles souberem que ele está vindo também, e armarem algo parecido... - cerrei os punhos, apreensivo.

- Mesmo sendo o Axell-san, ele não vai ter chance alguma sozinho. - quando os agentes e a guarda nos atacaram no vagão, atacaram pra matar. Se o Cavalo Louco fosse pego sozinho, só acabaria preso no melhor dos casos. E conhecendo ele, duvidava muito que fosse se deixar capturar. - Eu acho que devemos voltar até a estação pra trazê-lo pra dentro. Ainda tem alguns agentes por lá, dentro da dimensão de bolso, mas ainda devemos ter um tempo até o próximo trem chegar, e não vai ser difícil lidar com eles depois de descansar. - eu ainda estava preocupado com o que podia acontecer, mas depois do que tinha conversado com Missu um pouco mais cedo, sentia que conseguiria fazer aquilo se tentasse!

Não deixaria mais a preocupação e a frustração me abaterem. Quer fôssemos ajudar Axell-san ou não - caso o restante do pessoal julgasse perigoso demais ou preferisse focar na missão por enquanto - eu seguiria firme e forte. E até decidirmos o nosso próximo movimento, passaria o tempo conversando com Missu, falando com animação sobre como tínhamos lutado no vagão do expresso e, quem sabe, sobre as várias outras lutas pelas quais eu e ela tínhamos passado antes de chegarmos até ali.

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 11 EmptyTer 31 Jul 2018, 22:05

Dentro das possibilidades, minhas palavras pareciam contornar a situação e trazer um fio de esperança aos escravos, Gennicus se prontificava rapidamente ao meu pedido e seguia até os demais antes de todos sermos interrompidos por um ‘show’ inesperado. – Hmm?! – pegava-me surpresa não apenas pela abrupta cantoria, como também todo o contexto do qual ela trazia de forma única, tanto o castelo quanto as montanhas de gelo surgiam dentro daquela dimensão verde num piscar de olhos e até mesmo aquela mulher havia mudado de aparência, tornando-se idêntica a mim enquanto executava sua performance. – Ok, até que foi legal. – esboçava um sorriso ao término de tudo aquilo, notando que a exceção de Frisk e Tidus, todos os demais haviam se tornado espectadores. – Para qualquer dúvida, só perguntar para aquele homem ali. – apontava para Gennicus, antes de caminhar para perto dos rapazes, notando que o Duque já vinha ao meu encontro, para uma conversa.

Como de se esperar, a leveza de segundos atrás rapidamente se tornava uma ponta de preocupação perante as palavras do revolucionário, nossa localização era péssima, nossos aliados sequer deviam saber da nossa presença e uma ilha inteira já tinha conhecimento de nossa chegada. Como proceder a partir disso? – Muito pelo contrário. – comentava rapidamente com a dupla, mas virava meu olhar para Frisk, repetindo as palavras de Tidus a respeito de sua habilidade. – Caminhar está dentro de nossas condições, ainda mais dentro dessa dimensão. Vamos lembrar de que se não conhecemos nada, a guarda da ilha perdeu totalmente nosso rastro, a vantagem deles está em nos manter fora da Doa Doa. Por isso precisamos de cautela no momento em que sair dela. - refletia sobre a situação, organizando os pensamentos. – Vamos precisar de um mapa da ilha, ou de alguém disposto a colaborar conosco e que conheça a região. Obviamente não temos muitas opções de ajuda imediata senão os escravos que já habitam essa ilha vamos precisar caminhar, de todo modo, para avaliar estas opções. – ponderava, corroborando em parte do que Tidus já havia mencionado, mas dando a brecha para que o Duque prosseguisse com suas explicações.

Acho que ouvi sobre ele no jornal, mas ele já havia se separado de vocês quando nos encontramos. Isso é...complicado, é bom mas também é um ponto de preocupação. –
comentava. – Se for verdade, temos de ir até a estação e lidar com os agentes que ficaram do lado de dentro. Não esqueçam que portas abertas ligam as dimensões, então existe a possibilidade deles entrarem em contato com seus companheiros também, por mais que eles não sejam uma ameaça direta, melhor não deixarmos pontas soltas. – finalizava os pormenores daquele assunto e ao término de tudo aquilo, caminharia até perto de Missu e Mindy, questionando pelo caminho a necessidade de tratamento médico de alguém que não se sentisse bem. – Gennicus, terminou? – diria ao homem, caso ele se aproximasse de mim e ouviria o que ele havia reunido. – Sabe se alguém já esteve nesta ilha antes? – perguntaria antes de agradecer a ele formalmente pela ajuda prestada.

Ao término de tudo, aguardaria pelo descanso de todos no local, para nos colocar em movimento, seja a pé ou pela habilidade da Fuwa Fuwa de Tidus, permaneceria junto de meus companheiros e pouparia minhas forças. Sentia no íntimo, de que precisaria estar em plenas condições para o que viesse a partir do momento que encontrássemos Lampião.

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~The winter has come
The blood and soul has aceepted their fate
The young viper, now mature, put their children in the hunt
They want to hunt by your lead
Their dreams, liberty and fate
Winter calls with your voice and only the phalanx can survive it!~


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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 11 EmptyTer 07 Ago 2018, 20:55

A medida que aquela cena bizarra chegava ao fim, o grupo se reunia. Graças as palavras de Elsa, Gannicus se tornava o centro das atenções dos libertos, e sem surpresa alguma, o homem passava por um sufoco já que todos queriam saber o que tinha acabado de acontecer e ele mesmo não sabia.

No entanto enquanto os revolucionários se reuniam, ele mostrava ser merecedor da “posição “ que recebera e aos poucos conseguia fazer com que todos se focassem nas perguntas que tinha que fazer, e palavras que precisava dizer.

Já a cantora responsável pelo espetáculo continuava olhando para todos lados meio perdida, sem ter aparentemente o bom senso de ir até alguém e perguntar, ou ao menos escutar o que diziam. Apenas quando a reunião entre os revolucionários chegava ao fim e Tidus ia até ela, era que a mulher parecia notar que isso era uma opção.

- Até que enfim alguém veio me  dizer que que ta acontecendo aqui gente. Ui que sufoco, eu num sei onde eu tô. E você é bonito hein, mas bonito demais. Gente que que é isso. É muita beleza para um homem só! Ai que calor que eu to sentindo! Ui, parece que acenderam um fogo dentro do meu vestido hikhikhik.

- Como você fez tudo aquilo? Toda aquela neve e gelo? -

- Ah, aquilo? É que eu me empolguei um pouco menino. Desde nova eu sou assim, tudo que canto vira verdade. Não de verdade, porque é tudo falso claro. O gelo não gela, a neve não molha, nem frio ficou. Mas o visual, realmente é algo incrível. Uma vez cantei sobre um tsunami, imagina o susto que o pessoal da minha ilha tomou hikhikhikhik. – Empolgada dando risinhos e cobrindo a boca com a mão, um ar de flerte estava presente na mulher enquanto falava com o duque. – E você, gostou mesmo? Serio? Com minha voz e minhas habilidades, não tem como não ter gostado não é mesmo bonitão? Quer ouvir mais outra? Eu sei que você quer! Vamos lá!

Ironicamente, ela já tinha se esquecido sobre as duvidas anteriores, como o que estava acontecendo e onde ela estava. A beleza do duque havia distraído completamente ela. Se bem que não era preciso de muita coisa para distraí-la... inspirando, ela estava prestes a começar a cantar uma musica romântica em uma língua estrangeira que ela ouvira enquanto assistia uma peça chamada Titanic. Ela a chamava de “My heart will go on” ou algo parecido.



Enquanto isso Elsa checava com Gannicus o que ele havia descoberto. – Bom madame, tem muitos pescadores e agricultores. Alguns disseram que eram artistas, e alguns só que não tinham profissão... mas dois médicos apareceram, um ferreiro, três carpinteiros, cinco navegadores e até dois cozinheiros.

Empolgado em estar sendo útil, ao ouvir a proxima pergunta ele franzia o cenho. – Sinto muito madame, mas nenhum de nós esteve aqui antes.






[/color]
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Avaliação Blue Legion


Ravenborn

Perdas:
● Ferimentos da batalha contra Aard (Curados) ADICIONADO

Ganhos:
● Kenbunshoku no Haki OK
● NPC Acompanhante OK
Spoiler:
 

Relação de personagens:
● Ele faz OK

Exp: 15
EdC: 15
Exp Akuma: 10
Exp Hakis: 10
Exp Rokushiki: 10

Localização: 5ª rota – Pindorama OK



Tidus

Perdas:

● 3 cigarros OK
● 3 fósforos OK
● Ferimentos da batalha contra Aard (Curados) ADICIONADO

Ganhos:
● Busoushoku no Haki OK
● 2 Tapetes OK

Relação de personagens:
● Ele faz OK

Exp: 15
EdC: 15
Exp Akuma: 10
Exp Hakis: 10
Exp Rokushiki: 10

Localização: 5ª rota – Pindorama OK

Valker – Princesinha do Gelo

Perdas:

● 1.000.000 berries (pericia) NEGADO. Com o novo sistema de perícias, você não gasta dinheiro
● Ferimentos da batalha contra Aard (Curados) ADICIONADO

Ganhos:
● Kenbunshoku no Haki OK
● Botânica OK
● Farmácia NEGADO. Você tentou aprender a perícia com uma npc que não a possuía Dat Beard

Relação de personagens:
● Ele faz OK

Exp: 15
EdC: 15
Exp Akuma: 10
Exp Hakis: 10
Exp Rokushiki: 10

Localização: 5ª rota – Pindorama OK


Narrador: 4 créditos


Feedback Players:
 

Feedback Narrador:
 

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] escreveu:
Avaliação  Raymond King Walker


Perdas:
● Nada Ok

Ganhos:
● Adicionar à Aparência: Modificado
- Cicatrizes de pontos pequenas pelo torso, ombro e braço direito.
Spoiler:
 


Relação de personagens:
● Player faz. Ok

Exp: 2
EdC: ~x~
Exp Haki/Akuma: 1


Localização: 3ª Ilha - 6ª Rota - Alabasta Ok

Feedback Player:
 

____________________________________________________


Hao:INSPIRE VIDA | EXPIRE MORTE
"Pensamento"
- Fala -



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