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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 2º Epic - Challenging Gods

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Kerigus
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MensagemAssunto: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 2 EmptySeg 26 Mar - 16:34

Relembrando a primeira mensagem :

2º Epic - Challenging Gods

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Revolucionários Raymond King Walker, Tidus Belmont, Frisk Dreemurr e Elsa Volkerball. A qual não possui narrador definido.


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Volker
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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 2 EmptySab 31 Mar - 11:27

Buscava qualquer pequeno veio de esperança numa resolução harmônica entre meus companheiros após a discussão que antecedeu a chegada de Aard, mas bastaram poucas palavras de Mindy para ver aquela minúscula esperança se esvair por completo. Havia amargor nos lábios e tristeza no olhar, sofria em silêncio e de forma contínua, mas o ardor da batalha havia pelo menos naqueles minutos se sobreposto a tais sensações que só agora retornavam de maneira tão crível. Onde estava com a cabeça quando fiz tudo aquilo? – No lugar certo. – pensava, encarando o local com um olhar vazio e distante, lembrando de cada palavra dita a não muitas horas atrás. – Eu entendo o lado deles, eu entendo com total clareza. – murmurava, e com razão. – Já não vinham recebendo bem o fato de estar atuante em Alabasta. Priorizaram o salvamento de Kim acima de tudo, mas eles não veem as dificuldades que estão no caminho. – encarava Mindy, desta vez com uma expressão bem viva no olhar. – De que adianta tentar salvar e se matarem durante o processo? – dizia em tom de desaprovação.

Confiança de que ele podia ser salvo? Tinha total certeza disso, mas não era tola o suficiente para acreditar que daquela forma nós seriamos capazes de na pior das hipóteses entrar e sair de Impel Down com um prisioneiro, com mera força bruta e uma intensa vontade. – Por isso pedi a Victoria que chamasse Amara. – ponderei a situação. Amara não apenas conhecia a todos por mais tempo que eu, ela era lúcida o suficiente para repreender eles se necessário e se possível, capaz de endossar meus planos para eles, fora a sua incrível capacidade de se manter infiltrada dentro da marinha. – Mas é bom ter pelo menos alguém comigo. – sorriria para a mulher. – Fico feliz que queria continuar ao meu lado. – beijava-lhe na bochecha, antes de voltar a ouvir a conversa de Tidus com Victoria.

O revolucionário parecia ponderar minhas, o que de fato era uma verdade, agentes do governo não jogavam para perder até mesmo quando suas ações pareciam estranhas ou controversas, tudo tinha um propósito e a retórica de Vic não corroborava para tal pensamento, mas jogava em todos nós uma aura de preocupação. – Nada bom! – percebia prontamente as razões daquele questionamento, ainda mais se pensasse em como a luta contra o pirata se desenrolou para nós. – Segure-se em mim! – diria a Mindy assim que Tidus chamasse por Frisk. Naquele curto espaço de tempo, todos se ocuparam rapidamente de algumas ações, mas naquele instante minha maior prioridade era entrar na Doa Doa levando a revolucionária comigo e uma vez lá dentro, se necessário prestar o suporte devido a situação num cenário desfavorável. Assim que a porta abrisse, e surgisse a oportunidade de entrar na dimensão esverdeada, seguraria Mindy com firmeza e me impulsionaria para o interior do local. – Soru! – não havia tempo para perder, por isso precisava da minha melhor forma de deslocamento, ainda que a distância fosse pouca, cada segundo que ganhasse seria decisivo.

Assim que entrasse, soltaria Mindy e daria a ela as instruções necessárias para manter os demais revolucionários que não voltaram ao esconderijo longe do mesmo. – Avise Marco e os demais que permaneceram na cidade, diga para que permaneçam escondidos por lá. Para que não voltem ao esconderijo. Faça rápido! – afastar-me-ia rapidamente, me aproximando da porta, mantendo as senbons por entre os dedos. Estaria ali pronta para junto de Tidus prestar qualquer auxílio caso alguém tentasse evitar o acesso de todos nós, atacando qualquer alvo que se aproximasse perigosamente de nós, especialmente de Frisk. – Devo admitir, sabia que o Governo agiria rápido em relação a Alabasta. Mas isso é rápido demais, baixamos demais a guarda. – comentava com certo aborrecimento, mas nem de perto parecia se comparar ao expressado pelo Duque, uma vez que ele havia trazido Aard para o esconderijo.

Se todos estivessem bem dentro da dimensão e livre do perigo, subiria no tapete junto de todos os outros. – Conseguiu? – perguntaria a Mindy num primeiro momento, antes de voltar a falar com os demais. – Concordo em relação ao Punho Árido, eles podem ter sido considerados dissidentes do antigo rei, mas com Ísis no comando, as relações podem se tornar amigáveis e tirar qualquer foco do Governo em cima deles. Enquanto se mantiverem escondidos, as coisas ficarão bem. – ficava em silêncio por um tempo, até fazer coro as palavras de Raymond. – Não se prenda a essa preocupação. Todos nós vamos morrer um dia de qualquer forma. – sorriria, encarando-o. – Vencer Aard foi a batalha mais importante hoje, se tivéssemos perdido, talvez toda a ilha estivesse condenada. Por mais imprudente que tenha sido, foi a atitude mais sensata. – suspirava. – Sempre seremos mais fortes se lutarmos juntos. Sempre!



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Wild Ragnar
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Wild Ragnar

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 2 EmptySab 31 Mar - 22:56



A situação era crítica e rapidamente todos se preparavam para uma fuga. Apesar de tudo aquele era um grupo de pessoas experientes e habilidosas e uma retirada organizada tomava lugar. Primeiro Frisk abria uma porta grande o suficiente para todos passarem e entrarem em sua dimensão verde, se posicionando próximo a entrada pronto para fecha-la a qualquer instante.

A segunda a entrar era Elsa que usava sua habilidade recém aprendida para poupar tempo enquanto carregava Mindy por cima. Uma vez lá dentro ela passava as ordens para Mindy que pegava o mini den den Mushi para tentar contatar Marco e os outros enquanto se sentava em um dos tapetes flutuantes que eram enviados por Tidus. Já Nathan chegava logo atrás tendo também feito uso do Soru para recuperar os documentos que faltavam e entrar na dimensão verde.

Tidus era o quarto a conseguir entrar, apesar de ter sido um dos primeiros a se dirigir para lá, e ativando seu haki da observação conseguia sentir duas presenças fortes bem próximas da casa e se aproximando a uma velocidade que ele não conseguiria acompanhar com os olhos. Pensando rápido, ele erguia muros em volta do local, até mesmo remodelando um pouco a casa e construindo um foço em volta dela.

Missu e Olívia conseguiam entrar em segurança e se sentavam também em um dos tapetes, e agora do lado de fora só sobravam Victória que acabava de pegar os últimos documentos que conseguia e Raymond que após também notar a rápida aproximação de dois inimigos com seu haki, usava suas chamas para queimar tudo ao seu redor e adquirir assim mais uma defesa contra os invasores.

Enquanto Victória saltava para dentro da porta... “BOOOOOOOOOMMM!!!”

---

Kya e seu superior estavam próximos da casa que abrigava os revolucionários e em um piscar de olhos entrariam nela, quando de repente tudo mudou. O solo ao redor da casa se ergueu rapidamente formando um muro ao redor da mesma, e por um breve momento a mulher sentiu desespero ao perceber que haviam sido descobertos e seus alvos iriam escapar. Mas logo o homem ao seu lado a lembrou do porque ele era o líder da equipe e da operação em Alabasta.

- Tsc. – Murmurava ele enquanto o fosso começava a tomar forma na sua frente. Sem pensar duas vezes ele saltava e continuava a avançar rapidamente usando um conjunto do soru e do geppou. Ainda no ar, enquanto ele tirava de seu cinto dois objetos, cada um segurado em uma mão, suas pernas se movimentavam rapidamente. “X Rankyaku!” e logo duas lâminas de ar em forma de X iam de encontro ao muro e o atingiam, abrindo ali uma brecha por onde o fogo no interior podia ser visto. Abrindo o sorrisinho de lado no rosto ao ver aquilo as duas mãos lançavam os objetos que haviam sido pegos pela abertura proporcionada pelo Rankyaku antes que essa se fechasse novamente.

E assim que os objetos entraram o homem erguia as sobrancelhas e expandia seu sorriso dizendo em sincronia com a explosão que ocorria - BOOM! – Dando um passo com o ar usando o Rokushiki ele via o grosso do fogo que vinha na sua direção amainar e sem perder mais tempo ele pegava impulso no próprio ar e avançava, tentando desviar dos destroços que vinham na sua direção enquanto entrava no interior daquele inferno que dava lugar ao que antes tinha sido uma casinha no meio do nada com sabor de chocolate e cheiro de terra árida.

Ainda assim ele sofria diversos arranhões pelo corpo, mas nada que o ferisse seriamente ou que o atrasasse. - Não tenha medo do fogo, avance, encoste na porta aberta pelo moleque e use sua habilidade. Eles serão nossos. – Ouvia Kya enquanto o homem desaparecia em meio a fumaça. Redobrando sua determinação, ela voltava a usar o soru para ir atrás dele.

---

Raymond e Tidus podiam ver, ou melhor sentir com um pouco de antecedência o que ocorria do lado de fora com seus Kenbushokus. Uma parte do muro havia sido quebrado e um dos agentes havia arremessado algo lá dentro. Até mesmo o objetivo, aquela informação que chegava quase como um grito dentro de suas cabeças era sentido. Uma bomba.

Infelizmente aquele era o momento em que ambos sentiam na pele o que Rá havia dito. Algumas vezes não adiantava ter o haki da observação, pois simplesmente a velocidade dos acontecimentos era muito maior do que a sua capacidade de reagir, mesmo sabendo levemente antes.

Quando a primeira bomba explodiu eles esperavam uma onda de impacto enorme conforme as informações que haviam percebido com suas habilidades. Mas o que aconteceu foi outra coisa. Ao invés de impacto, um clarão intenso tomou o lugar e todos que observavam, que eram basicamente todos menos Victoria que estava de costas ficaram cegos. Só aí então a segunda bomba explodiu, e essa sim, trouxe um impacto ainda mais forte que o esperado.

A força da explosão era tão grande, e tinha início de um local incrivelmente perto de onde a porta para a dimensão paralela estava aberta, que entrava até mesmo por ela afetando a todos lá dentro em diferentes graus. Por sinal, vale dizer que a porta para a dimensão verde surpreendentemente se mantinha intacta, como se nada tivesse ocorrido.

O mesmo não podia ser dito do fogo gerado por Raymond, da casa em si ou da muralha de Tidus. A bomba era uma especialmente preparada pelo homem e tinha grande poder. Com o centro da explosão sendo próximo a porta de passagem para a outra dimensão, tudo era arremessado para longe, inclusive os revolucionários.

Os primeiros afetados eram Raymond e Victória que estavam mais próximos a explosão, e eram jogados para o interior da dimensão caindo na retaguarda de todos. A mulher tinha suas costas dilaceradas e queimadas, enquanto o Rei Vermelho perdia conexão com todo o fogo já gerado além dele próprio ficar instável, com flutuações pelo corpo.

Os próximos que recebiam o grosso da explosão eram Elsa, Frisk e Tidus que também eram arremessados para trás, caindo a cerca de dez metros da porta, entre Raymond e Vitória e Nathan, Missu e cia. Elsa tinha seu corpo todo trincado antes de aos poucos voltar ao normal.  Já Tidus e Frisk tinham suas feridas que acabavam de ser tratadas abertas novamente e uma dor intensa atingia seus corpos. Por sorte nada novo havia se quebrado.

Missu, Mindy, Olivia e Nathan também recebiam um impacto e certo dano rolando assim para trás, mas era menos grave que os outros quatro.

Com suas visões debilitadas e sofrendo um dano tão grande, apenas Raymond ainda conseguia perceber alguém passando pela porta. O homem que havia jogado as bombas. Pelo seu haki conseguia identificar que ele tinha em mãos uma arma de cano longo (escopeta, 12, por exemplo) e estava mirando diretamente para a cabeça de Frisk.

Rapidamente o líder da Red Legion usava soru para se aproximar e um chute flamejante que forçava o homem a bloquear com a arma que aguentava sem dificuldade o chute. Um disparo era feito atingindo o ruivo bem no peito, mas a bala apenas passava direto. Nenhum dano.

- Tsc. Logias. – Era o único comentário que todos conseguiam escutar após o disparo. Usando o Soru o homem acabava por adentrar ainda mais na outra dimensão, atraindo Raymond consigo. Vendo que não conseguiria ferir o rei vermelho daquela forma ele começava a se focar em atirar em Frisk, sendo parado mais duas vezes pelo revolucionário até que ele adotava uma tática simples. Colocava o menino diretamente atrás do rei vermelho. “BANG! BANG!”

Os disparos atravessavam o corpo do rei e iam direto em direção a Frisk que ainda estava caído no chão. Era nesse momento que Nathan aparecia na reta com uma adaga em mãos e mesmo cego conseguia usar seu haki para acertar a primeira bala, mas não a segunda que o atingia em cheio nos peitos e o fazia dar dois passos para trás antes de cair.

- Menos um.

- NATHAAAAAAAAAAAAAN!! – Gritava Victória ao ver aquela cena e em um salto ela avançava para cima do agente do governo pretendendo entrar na luta.

---

Enquanto isso, Kya finalmente conseguia passar por todos os destroços e chamas e finalmente via a porta para a outra dimensão. Com um sorriso no rosto ela estendia a mão e ativava seu soru. Assim que encostasse naquela porta ativaria sua habilidade e então seria Game Over para aqueles ratos.

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 2 EmptySeg 2 Abr - 19:15




This Government Shall Know Pain

As feridas da batalha anterior sequer tinham cicatrizado ainda e uma segunda já explodiu bem diante aos nossos olhos, a aura de algumas pessoas má intencionadas se aproximavam rapidamente da base, mesmo sem conseguir ver de quem se tratava algo me dizia que eu os conhecia muito bem. - “Voltaram para um segundo round?” - Esbocei um leve sorriso no canto dos lábios, por mais que não fosse o melhor momento para entrar em combate não podia negar que no fundo ansiava por uma revanche. Entretanto assim como da primeira vez tudo aconteceu bem rápido, apenas pude ouvir algumas explosões e logo em seguida o mundo estava completamente escuro. - Tsc… - Ergui o braço direito por reflexo, inutilmente. Logo em seguida uma segunda explosão, mas esta diferente da primeira causou um grande impacto que me lançou alguns metros para trás. - Aarrg! -  Retorci o rosto e levei uma das mãos até a área enfaixada onde Aard me atingiu com a espada. - Merda… Diretos como sempre... - Murmurei enquanto rangia os dentes, frustrado com a situação.

Completamente às escuras tudo que aconteceu a seguir foi um mistério, explosões e gritos foram as únicas coisas que pude perceber. - “Mantenha o foco, Tidus!” - Bati no rosto com ambas as mãos tentando me acalmar. - “Certo, aparentemente um deles entrou pela porta que Frisk abriu, e se me lembro bem dessa voz é do senhorzinho de boina, ele claramente era bem mais rápido que a garota, o que quer dizer que a aura que estou sentindo do lado de fora só pode ser dela ou de outro de seus companheiros que não vi naquele dia.” - Algumas hipóteses passavam rapidamente por minha cabeça e sem poder enxergar tudo que me restava era supor. O fato era que um deles tinha entrado e a porta ainda devia estar aberta a essa altura, o que era um problema, uma vez que se mais deles entrassem teríamos outra guerra em mãos.

Minha prioridade seria impedir que a garota entrasse pela porta também, cedo ou tarde a porta se fecharia sozinha assim como todas as outras vezes, só precisava de tempo já que sem conseguir enxergar não podia identificar com exatidão a localização da porta, desta forma corríamos o risco de abrir outra em vez de fechar a que estava aberta se Frisk errasse o local. Foquei meu Haki na garota do outro lado da porta e fiz com que as espadas em minha bainha começassem a me rodear, criando um perímetro para tentar me proteger de possiveis ataques ou ao menos me alertar se algo chegasse muito perto, deste modo poderia tentar me esquivar dando alguns passos para o lado se notasse um ataque se aproximando. Feito a defesa de espadas estiquei meus braços para frente e fiz com que a terra que estava próximo a porta - ultimo lugar que havia pisado, desta forma poderia estabelecer uma pequena área onde possivelmente a porta estava baseada até onde meu poder ia atrelado a memorias de segundos atrás, não seria o suficiente para julgar com exatidão sua localização, mas podia fechar um perímetro onde ele estava. Usando dessa informação ergueria um pequeno domo de terra feito do solo do esconderijo para impedir que alguém do lado de fora chegasse até ela. - “Certo, agora você vai se arrepender de ter entrado no meu território. - Ainda com os braços esticados me concentraria por alguns segundos e começaria a fazer a barragem que cercava o esconderijo bem como o solo por onde a garota caminhava começassem a flutuar, ou melhor, começassem a grudar em seu corpo como chiclete. - Bender Style… - Os muros desmoronariam em sua direção como o quebrar de ondas e o chão subiria envolvendo-se em seu corpo como serpentes - Death Star! - E por fim tentaria prendê-la em uma grande esfera de entulhos comprimido.


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Se conseguisse prender a garota na esfera o próximo passo seria erguê-la no ar, tentaria ganhar alguns segundos e depois pressionaria o máximo possível até explodir, tentando esmagá-la para causar alguma lesão. Mesmo se ao receber minha técnica a garota continuasse a avançar em nossa direção ou se de alguma forma ela escapasse, só poderia supor que a porta ainda estava aberta e levando isso em conta faria o possível para ganhar mais algum tempo, manteria meu Haki focado nela e voltaria a moldar o solo, fazendo com que o chão grudasse em suas pernas como areia movediça, puxando-a para baixo, se ela saltasse ergueria lançar do solo com a intenção de perfurá-la. Próximo de onde havia deixado um domo para bloquear a porta ergueria alguns tentáculos de pedra que avançariam em sua direção de diversas direções diferentes, tentando se enrolar em seu corpo e prendê-la, se feito com êxito em seguida ergueria algumas estacas do solo para tentar perfurá-la.

Contudo se tudo fracassasse e a pessoa que estava do lado de fora conseguisse destruir o bloqueio e se aproximar da entrada só me restaria uma alternativa, nesse momento apontaria meu braço direito em sua direção e faria quadro das espadas que estavam me rondando voarem em sua direção, tentando surpreendê-la com um ataque do interior da dimensão de bolso, se feito com sucesso voltaria a erguer alguns tentáculos para prende-la e puxá-la para baixo e enterra-la, ao mesmo tempo puxaria minhas espadas de volta antes que a porta se fechasse e ergueria outra muro em volta da porta. No fim, se ela entrasse de alguma forma lançaria todas as minhas espadas em sua direção, tentando força-la a voltar ou enfrentar a barragem de laminas. Em todo caso sempre que percebesse a tempo um ataque vindo em minha direção e quase passasse pelo escudo de espadas, tentaria me esquivar da forma mais adequada, dando alguns passos para os lados, saltando ou abaixando, o que requisitasse menos esforço devido ao meu estado físico.

Histórico:
 

Bender Style - Death Star:
 

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Raizen
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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 2 EmptyQua 4 Abr - 13:35




The emperor of flames
The Red King - Ray K. Walker



Tudo parecia finalmente estar em ordem, até que com um sinal de Victoria, tudo mudou e aquele momento de paz rapidamente se tranformou em uma verdadeira zona. No momento em que Frisk abriu uma porta, Ray colocou a pequena casa em chamas e assim foi iniciado a evacuação no local. Pouco a pouco os revolucionários iam adentrando na outra dimensão quando o improvável aconteceu, uma granada de luz pegou todos de surpresa, principalmente Ray que naquele momento havia ficado parcialmente cego. Sem poder contar com sua visão, o Rei Vermelho teve que recorrer ao seu Kenbunshoku, podendo sentir a aura de um homem que rapidamente se aproximou com uma arma e tentou de todas as formas acertar Frisk, por esperar algo desse tipo e ja ter se preparado, Ray conseguiu deter alguns dos disparos, mas estava ficando cada vez mais perigoso. Quando ele finalmente percebeu que aquele homem estava usando o fato das balas atravessarem o corpo do ruivo e se posicionou de forma que atingisse Frisk, nessa hora ele precisou fazer alguma coisa.

- Elsa! Ajude o Frisk como você puder! Tentem dar o fora daqui, todos vocês se afastem o máximo possível! - ele falava de forma alta e clara, mas sem perder o foco no seu oponente, concentrando seu Haki totalmente naquele homem e pronto para agir, caso ele fizesse alguma coisa. - Tidus! Ninguém mais entra! - dizia de forma clara para o Duque Azul, confiando plenamente em suas habilidades. Depois de falar tudo o que precisava ser dito, Ray agora estava pronto para atacar. Naquele momento não fazia diferença alguma se ele tivesse com os olhos abertos ou fechados, então o ruivo simplesmente fechou os olhos e sua expressão agora estava bem séria. - Você escolheu o dia errado para mexer com o meu grupo. O meu humor está péssimo! - ele dizia com o tom de voz grave e claramente irritado, em seguida seu corpo começava a emanar uma aura de fogo que rapidamente se espalhava ao redor de Ray e o seu alvo, formando um circulo.


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Um grande círculo de fogo se formou rapidamente com a intenção de ficar apenas Ray e seu oponente dentro dele, e ele tentaria até conseguir deixar exatamente como queria. O circulo teria o tamanho de 5 metros a partir do centro com com a altura de 8 metros e a "grossura" do circulo era de 3 metros, ou seja, para sair pelas laterais ele teria que atravessar 3 metros pelo fogo. Assim que o circulo se formasse, Raymond não daria sequer tempo do homem pensar em alguma coisa, ele iria pra cima usando o soru e arrim tentaria acertar um poderoso chute na lateral da cabeça do seu oponente. Infelizmente os seus momentos estavam limitados, pois não conseguia usar as suas mãos, então ele teria que tentar derrotar aquele homem usando apenas as suas pernas. Mas Ray não era nenhum tolo, ele sabia que o homem poderia tentar de alguma forma passar por cima ou até mesmo usar algum artificio para atravessar as chamas, então ele já estava preparado para esse tipo de situação. Se o homem tentasse passar por cima, Ray imediatamente se jogaria nas chamas e se misturaria com elas, refazendo o seu corpo no topo do circulo o mais rápido possível para ficar acima do seu oponente, e usando o seu pé ele jogaria uma grande bola de fogo em diração ao alvo enquanto usaria a propulsão para baixo para no momento em que o cara bloqueasse/desviasse/tomasse a bola de fogo, Ray já estar em sua frente e assim com o pé em chamas, desferir diversos chutes em seu alvo e o jogar no chão, e uma vez que isso acontecesse, ele soltaria mais uma grande bola de fogo com seu pé e assim tentaria finalizar o algo pisando em sua cabeça com toda a força.

Se por acaso ele tentasse sair pelas laterais usando qualquer tipo de truque, Ray faria a mesma coisa, iria se misturar com as chamas do circulo e refazer o seu corpo na frente do oponente e assim usaria sua perna direita como lança chamas para carbonizar o alvo. E não satisfeito, quande notasse que as chamas haviam surtido efeito ou não, ele cessaria o ataque e fecharia o círculo em cima do seu alvo enquanto continuaria a atacar-lhe com diversos chutes usando toda a sua força sem se importa com o que aconteceria com seu oponente até o finalizar de vez. Se o homem não tentasse sair do circulo e tentasse lutar com Ray, ele manteria uma sequencia de chutes com toda a sua força enquanto ia fazendo o circulo de fogo se fechar 30cm por segundo até engolir os dois completamente, então Ray iria forçar o homem a tentar sair do circulo, e ele já estava preparado para atacar em qualquer uma das situações de fuga. Uma vez que o circulo tivesse fechado, o seu alvo estaria literalmente em chamas e então o Rei Vermelho iria aproveitar o momento de dor do alvo para atacar com poderosos chutes na cabeça até finaliza-lo. Se por acaso ele tentasse sair por baixo de alguma coisa, Ray iria usar toda a sua força para cravar sua perna esquerda no chão e uma vez feito isso, soltaria uma quantidade fortissima de chamas continuas para queimar tudo que estivesse abaixo da terra.








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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 2 EmptyQui 5 Abr - 14:51


2º EPIC — CHALLEGING GODS!

Tá, por essa eu não esperava. Sabia que a situação era urgente, e por isso todos estava correndo para pegar o que precisavam antes de entrar na Air Door para darmos o fora dali - inclusive, Ray-san e Tidus-san tinham usado os seus poderes pra frustrar qualquer avanço sobre a base...mas de pensar que o ataque ocorreria justamente naquele momento? Parecia até uma piada, mas isso não tornava a situação menos preocupante: quem quer que fossem, tinham entrado com tudo, e eu acabei sendo pego numa explosão.

- Aaaargh! - eu fui lançado pra longe, sentindo as feridas abrirem outra vez. Era uma dor pungente, que me fez apertar com força dos dentes, mas eu não podia simplesmente ficar no chão e esperar que passasse. O problema? Os meus olhos também estavam doendo muito, e eu não conseguia enxergar absolutamente nada - uma granada de luz, talvez? Eu não sabia, mas isso definitivamente complicava as coisas. Os adversários não deviam ser inimigos fáceis, e sem poder enxergá-los nem sabendo usar o Kenbunshoku - e ferido, ainda por cima - eu não tinha a menor chance de fazer alguma coisa numa luta.

Eu precisava manter a calma - o fato de não conseguir ver nada e estar em meio a uma situação daquelas estava me fazendo entrar em pânico, mas surtar ali não ia ajudar nenhum de nós. Por hora, eu me afastaria como pudesse na direção oposta à de onde eu tinha sido lançado - indo assim para mais longe da porta que tinha aberto e, consequentemente, dos oponentes que tinham entrado por ela. Se precisasse ou conseguisse, usaria os sons da luta pra me indicar de onde eu deveria me afastar também - a ideia era ficar o mais longe possível deles, já que provavelmente era seu alvo. Já que eu não conseguia lutar naquelas condições, o mínimo que podia fazer era tentar frustrar os seus planos impedindo que me pegassem.

Se eu ouvisse alguém se aproximando demais, me viraria para o lado de onde o som estivesse vindo e cobriria o braço direito no Haki do Armamento e usando-o para cobrir o rosto, numa tentativa de me defender. - Quem é!? - não poder enxergar era extremamente incômodo, pois eu não podia simplesmente atacar qualquer um que chegasse muito perto - podia se tratar de um de meus amigos. Por isso a pergunta: por mais inútil que fosse ser com um inimigo, ao menos evitaria que eu atacasse algum aliado. - Preciso me afastar da luta, pelo menos até a visão voltar. Se nós conseguirmos ganhar algum tempo lá na frente, alguns segundos, a porta vai se fechar, e eles não vão poder contar com reforços. - diria, se fosse algum dos revolucionários. O tempo estava do nosso lado, de certa forma, mas ainda era uma situação complicada.

Se demorassem demais a responder ou eu fosse recebido com um ataque, porém, eu não teria muita escolha - ainda estava ferido e cego, mas simplesmente me render não era uma opção, independentemente de quão desvantajosa fosse a luta. Tentaria um soco, mirado em frente, para ao menos forçar o inimigo a se esquivar ou defender, e em seguida me afastaria, novamente priorizando a direção contrária à confusão maior. Não tinha como me esquivar direito sem saber de onde o ataque viria - nunca tinha treinado pra reagir a ataques assim, sem enxergar nada - então tentaria ao menos me manter em movimento, sem um padrão ou específico, pra evitar que lessem meus movimentos com facilidade; a ideia era ganhar tempo.

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 2 EmptyQui 5 Abr - 17:31

A necessidade de uma saída rápida havia me obrigado a utilizar o Soru em propósito de ganhar tempo, infelizmente nem todos haviam tido o mesmo pensamento devido a velocidade dos fatos e então, num piscar de olhos, já estávamos presos em um conflito que não apenas se iniciava do lado de fora, como também do lado de dentro da Doa Doa de Frisk. O flash da bomba de luz era um recado impossível de ser evitado, ainda mais com o impacto proveniente da segunda bomba, que fazia todos nós sermos lançados alguns metros para trás. – Merda! Não enxergo nada. – resmungava ainda caída no chão, sentindo o trincar do gelo tanto no momento em que me levantava do chão, quando do instante em que ele gradativamente se remontava. – Todos estão bem? – buscava saber dos demais, que estavam assim como eu mais afastados do epicentro da explosão.

Tentava enxergar, mas era em vão, o brilho havia me cegado por completo num primeiro instante e mesmo assim sabia que não voltaria ao normal tão rápido. O olhar aguçado tinha suas vantagens, mas naquela condição a visão mais sensível que o normal levava muito mais tempo para se readaptar a situação, dali talvez eu fosse a que se recuperaria mais devagar. – Fiquem atrás de mim! – respondia imediatamente ao ouvir Raymond, enquanto rapidamente concentrava-me em minhas próprias habilidades e em meus sentidos. – Se considerar que os demais que não sabem da minha fruta, permanecerão atrás de mim apenas pela direção da minha voz, então não há problema em arriscar ainda que cega. – me mantinha abaixada, com uma das mãos tocando o chão e a outra com as agulhas de Sibilus entre os dedos.

Permaneçam próximos uns dos outros! – dizia, enquanto gradativamente podia sentir a temperatura de meu próprio corpo reduzir cada vez mais. – Não preciso enxergar para sentir meu próprio poder. – pensava, enquanto o tom esbranquiçado do gelo cobria totalmente meu braço e parte do meu rosto, fazendo-me respirar um ar completamente frio. Faria o chão ao meu redor congelar o máximo possível, uma grande e concentrada massa de baixa temperatura para só então dispersar aquele gelo a frente, como se prolongasse meu próprio corpo, ali poderia ter mais noção do espaço que percorria com a Hie Hie no Mi. Levaria o gelo a cerca de três metros a frente de mim e então o espalharia para os lados, fazendo uma grossa e larga camada de gelo irromper-se entre mim e os invasores, o mais largo que pudesse fazer naquelas condições, o mais alto que pudesse. Havia feito tudo de forma muito abstrata, tanto antes de batalha contra Aard como agora, era difícil mensurar meu limite, ainda mais idealizar com perfeição tudo aquilo. De todo modo, desde que conseguisse por um obstáculo no caminho, já bastava para dar a nós o tempo que fosse necessário.

Só tempo não vai bastar! –
retrucava intimamente enquanto aproveitava do chão de gelo para deslizar alguns metros para trás, afastando-me da parede e me aproximando de meus companheiros, o faria com extrema cautela e não tentaria me aproximar demais ou com muita velocidade. Se algum deles estivesse com a visão normalizada, tentaria me basear nas instruções desta pessoa, para agir em um eventual caso de ataque. – Preciso que se concentre. Preciso que seja meus olhos, só por um momento! – diria a pessoa que estive enxergando a situação. E assim caso qualquer um dos atacantes avançasse por entre a parede de gelo, usaria as instruções dadas a mim e ao que ouvia para basear minha direção de ataque. Manter-me-ia com os olhos sempre abertos, para tentar mesmo naquelas condições enxergar algo enquanto ele lentamente se readaptaria a iluminação do ambiente. Sem observar nada, tentaria dificultar o avanço inimigo, disparando as senbons em sua direção com o intuito de frear o ímpeto e dar aos demais a oportunidade de se afastarem. Porém, se conseguisse mesmo que por alguns segundos vislumbrar a silhueta inimiga tentaria focar os pontos de meus ataques em seus calcanhares e joelhos, os pontos cruciais para execução do Soru, a forma mais eficiente pela qual eles teriam para entrar e sair.

Se inevitavelmente me tornasse alvo dos ataques, usaria o gelo para deslizar para longe, ganhando velocidade para acentuar minhas esquivas e ganhar distância para que pudesse continuar a atacar nos locais citados, enquanto me mantinha em movimento. – Se ao menos enxergasse, poderia selecionar locais melhores para atacar. – pensaria num primeiro momento. Se eventualmente e somente numa necessidade, tentassem atirar com objetivo de ferir Frisk usaria de toda minha velocidade e orientação, caso ainda não enxergasse para me colocar a frente do disparo, projetando rapidamente uma grossa camada de gelo em meus braços. Diferente de Raymond, a bala não atravessaria o gelo com a mesma facilidade que atravessa o fogo.



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~The winter has come
The blood and soul has aceepted their fate
The young viper, now mature, put their children in the hunt
They want to hunt by your lead
Their dreams, liberty and fate
Winter calls with your voice and only the phalanx can survive it!~


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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 2 EmptySex 6 Abr - 1:23



A música que esses dois Agentes estão cantando para a Red Legion:
 

I Want You...
She's so heavy!!!


Chamar aquela situação de qualquer coisa menos do que desesperadora, seria uma mentira. Feridos, cegos, sendo atacados brutalmente. Era assim que o grupo se encontrava, e Tidus precisava até mesmo se estapear para conseguir não ter uma crise nervosa e manter a mente clara.

Conseguindo se acalmar ele agia rapidamente fazendo bom uso tanto de seu haki quanto dos seus poderes de demônio. Identificando que mais uma oponente se aproximava rapidamente pela aura que emanava e intenções fortes, ele prontamente erguia um pequeno domo de terra em volta a porta visando impedir a passagem de ainda mais adversários.

Com seu Haki ele era até mesmo capaz de reconhecer a pessoa que se aproximava já que a havia sentido mais cedo na cidade. Com espadas rodando a sua volta visando protege-lo do primeiro agente, o Duque azul partia para ofensiva total contra a agente visando atrasa-la e conseguir o tempo necessário.

Sem saber que a explosão anterior havia desabado não apenas a casa mas também a barragem que ele havia feito previamente, ele tentava controla-los para que desabassem acima da garota, mas por estarem em pedaços, apenas os lugares que ele havia realmente tocado flutuavam indo ao encontro dela.

Já o chão por onde ele havia passado começava a levitar da forma que ele queria, mais uma surpresa desagradável para a agente.

---

Tudo parecia estar dando certo. Seu superior havia entrado pela porta, ela havia conseguido passar pelos destroços e chamas sem sofrer maiores danos. Com a mão estendida e usando seu soru, tudo que precisava era tocar a porta. E então tudo mudou. Novamente o chão torcia e moldava formando uma barreira, mas dessa vez não era ao redor da casa, e sim ao redor da porta. Enfurecida ela retraía/dobrava/encolhia o braço, a mão direita e até mesmo os dedos desta, enquanto concentrava suas energias naqueles membros.

- AAaaaahhhHHH!!!! SHIGAN KNIFE!! – Gritava ela, realizando uma técnica própria que havia desenvolvido a partir do Shigan quando esticava todos as partes em conjunto e em altíssima velocidade, aproveitando do próprio impulso do Soru como suporte.

Mesmo percebendo alguns blocos de pedra vindo em sua direção, sua determinação e foco não a faziam nem sequer tentar desviar. Atravessaria aquela barreira e alcançaria seu objetivo antes que atingissem ela. E então, novamente... o chão tremulou e subiu envolvendo suas pernas como serpentes. Devido sua velocidade e força aquilo não era suficiente para segura-la, nem mesmo atrasa-la de fato, mas certamente era o suficiente para desequilibra-la.

Já próxima ao domo, com o ataque no meio do caminho, a surpresa e as serpentes de terra que agarravam suas pernas a fizeram se desequilibrar e se inclinar parcialmente para o lado e para baixo. Atravessando a terra como se fosse tofu, a mão e braço da moça atingiam algo. Que não era a porta. De fato o braço dela estava a uma distancia mínima da borda da porta, apenas mais um centímetro para o lado, talvez menos, milímetros e ela teria atingido seu objetivo. Com a mão encostando o chão na região atrás da posição da porta, para ela, estava tudo perdido.

Em breve as pedras chegaram batendo em seu corpo, as serpentes subiam ainda mais por ele e a empurravam para trás de supetão, tentando ignorar a dor e o sangue que escorria pelos lábios ela ainda tentava fixar os pés no chão de forma a lutar e avançar novamente, mas de pouco isso servia quando ela era erguida no ar.

Sentindo as pedras e terra tentando espreme-la, ela em uma luta frenética libertava os braços e começava a atacar os objetos ferozmente tentando reduzir tudo a destroços. – SHIGAN GATALING GUN!!! – Gritava ela utilizando mais uma técnica provinda do Shigan.

---


Tudo ocorria rápido demais e Olivia havia sido pega desprevenida para os acontecimentos. Sentia seu corpo inteiro doer, e sua visão, sentido que como atiradora e navegadora usava tanto, lhe falhava agora. “Estou cega!” Pensou horrorizada. Seu corpo tremia de nervoso enquanto barulho de explosões, tiros e batalha ocorriam ao seu redor. Até que o grito de Victória a trazia de volta do desespero em que se encontrava. “Não posso falhar agora, preciso ajudar de alguma forma!”

Com essa mentalidade seus braços de polvo se estendiam e tateavam ao redor a procura dos outros que estavam próximos a si. Rapidamente encontrava Missu e Mindy – Calma, sou eu a Olívia. – Dizia ela sentindo o corpo das meninas retesarem perante seu toque. Envolvendo cada uma em um braço ela as puxava para trás de si. – Não se movam de forma precipitada, colem suas costas em mim e tentem se defender! – Dizia em um misto de pressa, preocupação e até mesmo ironia devido a situação.

Sacando seis armas de fogo, ela apontava uma para cada lado, diagonal frontal e duas para frente. Além disso as outras duas revolucionárias logo seguiam o conselho, com Mindy a espada da bainha e uma adaga aparecendo na mão de Missu.

Tentando focar em sua audição, a tensão que percorriam os corpos das três alcançava níveis que nunca haviam experienciado antes.

Logo conseguiam ouvir a voz de Elsa vindo de alguma posição mais atrás delas chamando para que se abrigassem ali, mas não se moveram já que não conseguiam definir a posição exta da revolucionária.

- Estamos bem!! – Gritava Mindy rapidamente tentando não permitir que sua voz traísse a dor que sentia.

---

Victória estava com sangue nos olhos enquanto avançava em direção ao agente e ao Rei Vermelho que estavam envolvidos em uma batalha intensa, mas de repente um anel de fogo saía do chão subindo aos céus e bloqueava a sua passagem. Sendo forçada a parar em seus passos ela olhava ao redor e via a posição de todos.

Mais próximos a porta estavam Olivia, Mindy e Missu em formação defensiva, todas com os olhos fechados. Alguns metros atrás Elsa havia erguido uma muralha de gelo que impedia que fosse visto o que estava acontecendo atrás dela, mas logo ela via Frisk aparecer recuando ainda mais para além e Elza também um pouco mais devagar.

- ELSA PRECISO DE VOCÊ! NATHAN FOI FERIDO E ESTÁ CAÍDO!!

- SÓ SIGA MINHA VOZ!!


---

Raymond se via forçado a dar tudo de si e mais um pouco naquela luta. Bem, quase tudo já que não conseguia usar sua visão normal, mas ao menos tinha seu Haki, e aquilo bastava. Rapidamente ele erguia um círculo de fogo alto e grosso, e assim como previsto o agente de boina saltava usando uma combinação de Sou e Geppou, visando sair pelo alto, conseguindo desviar do primeiro chute de Ray.

Se jogando no fogo, o revolucionário reagia com velocidade, tentando tirar proveito de suas habilidades de diabo para aparecer acima dele, mas o agente era simplesmente muito rápido. O tempo em que Ray levava para se misturar com o círculo de fogo e refazer seu corpo no topo dele, o homem já estava praticamente na mesma altura também, prestes a sair.

Jogando uma bola de fogo ele forçava o agente a mirar nela e atirar para dissipa-la, mas logo em seguida o Rei Vermelho aparecia com uma serie de chutes que eram esquivados e bloqueados em altíssima velocidade com auxilio até mesmo do Kami-e além dos outros dois Rokushikis, logo eles ganhavam um pouco mais de altitude, até que por fim um chute, apesar de bloqueado novamente com a arma, fazia o invasor ser “lançado” daquela altura a caminho do chão no interior do círculo de fogo.

O líder da Red Legion se lançava atrás dele sem descanso, de peito aberto, visando afogar, digo, queimar o homem em uma enxurrada de golpes, mas a luta ainda não estava ganha.

Mostrando mais uma vez sua extrema velocidade, pois sim, de todos os presentes ele certamente era o mais veloz, o homem largava a sua arma de fogo e em plena queda pegava mais duas granadas de seu cinto, e as jogava para frente, bem onde o revolucionário vinha em seu encalço.

E era nesse momento que toda sua engenhosidade se mostrava. Ele era um agente conhecido entre os de seu Rank não apenas pela sua rapidez, mas também pelas suas habilidades como engenheiro, mais especificamente, ele era fã de construir explosivos novos.

Seu cinto carregava uma pequena variedade de explosivos em forma de granada, e por mais que seu coração sangrasse em ter que usar um que custou tão caro para ser feito, se não fosse para ser usado na hora certa, para que construir?

O primeiro a detonar havia sido construído especialmente para lidar com Akumados já que ele ainda não tinha tido a sorte de conseguir uma arma de Kairouseki com o Governo ou em suas missões. Ele havia tentado criar uma engenhoca baseada em uma tentativa de imitar uma tecnologia vinda do céu, os Dial de Água (Water Dial), e por mais que não tivesse conseguido estocar tanta água do mar naquele espaço limitado quanto o Dial consegue, quando combinado com um explosivo da forma correta poderia ser uma arma fatal contra qualquer um, principalmente Akumados.

Jogado com um pouquinho mais de força que o segundo, logo que entrou em contato com Raymond “BOOOOOMMM!!!” a Bomba de Água explodiu liberando milhares de gotículas de água salgada que devido a pressão eram tão letais quanto balas de uma arma de fogo.

E quando detonadas bem em cima de um Akumado, logia feito de fogo ainda por cima, a maior parte daquelas gotículas encontrava um alvo perfeito o encharcando. Sua temperatura não era suficiente para evapora-las todas devido a velocidade e quantidade destas. Sua intangibilidade também não era de uso algum. De fato, ao ser atingido em cheio, além do dano sofrido, por alguns instantes uma fraqueza extrema o acometia e era apenas quando logo em seguida a segunda bomba detonava que ele descobria. Naquele momento não era invencível. Naquele momento não era invulnerável a ataques físicos.

O impacto da segunda bomba não lhe dava dano mas o lançava longe diagonalmente até que ele caía rolando no chão. Claro que ele não era o único afetado.

Devido a altura e distancia, os outros revolucionários não eram tão afetados. As três mais próximas a porta estavam seguras e apenas se desequilibraram quebrando a formação de defesa por um instante. Raven já havia recuado o suficiente e só ouviu a explosão, ou melhor explosões quase simultâneas que ocorreram.

Elsa ainda estava para sair de trás de seu muro de gelo e quem sabe ir até Victória, assim como Tidus que além do muro tinha suas espadas o rodeando. Mesmo que o muro de gelo começasse a derreter e desmoronar um pouco devido o impacto e calor, estavam a salvo. Já Victoria que tinha corrido até Nathan, tudo que pôde fazer na hora da explosão era se jogar para cobrir o corpo dele com seu próprio, usando seu Haki do Armamento para cobrir sua cabeça e parte das costas já feridas. Ainda assim a parte descoberta, suas pernas e seus braços recebiam um belo dano. Com a soma de ferimentos, cuspia sangue.

E por último, mas não menos importante, o próprio perpetuador de todo aquele caos, não apenas do presente, mas também aquele que antecedia esse (Aard), não saía sem arranhões. Por mais que estivesse preparado para bater no chão e tomar algum dano, ele não havia calculado que o chão aqui era diferente do da realidade. Se fosse no exterior sem dúvidas ele afundaria com a força do impacto, mas isso de fato era uma forma de dissipar a força que passava em seu corpo. Ali no entanto, isso não acontecia.

Ao se chocar no chão, ao invés de afundar ele praticamente quicava de volta, e tomava dano completo de todo impacto. Para piorar as coisas, algumas setas de água o atingiam, e logo depois o impacto da segunda bomba assim como um pouco de chamas. É... a vida de um bomber não era fácil.

“Batendo” novamente no chão, dessa vez ele deslizava um pouco. Seu corpo estava cheio de feridas, não tanto quanto o de Raymond, Victória ou até mesmo Nathan, mas ainda assim era uma visão feia de se ver.

Um minuto. Quando se está em uma batalha corrente, isso é tudo que importa. O passado some, assim como o futuro, e só o presente permanece. Só o presente importa. Antes da batalha você pode fazer estratégias, lembrar do passado ou o que quer que seja, e caso sobreviva a batalha, após dela, pode pensar no futuro e relembrar o que ocorreu.

Mas não no meio da batalha. No meio dela, um minuto é o limite. E se ela ainda estiver correndo no fim dele, aí então, você ganha um novo minuto para se focar. Infelizmente o agente nem mesmo isso tinha. Na verdade, mesmo que não soubesse, ele não tinha nem mesmo dez segundos ao todo.

Aproveitando que o anel de fogo havia sido desfeito ele usava suas capacidades ao máximo para sair daquela posição enquanto passava os olhos para checar a situação. Quando viu Raven sozinho, o rosto que havia se tornado levemente amargo voltava a sorrir de lado, prestes a avançar ele acabava vendo também a porta, e a parede de terra fora dela.

Em seu olhar passava um traço de decepção e desprezo, para logo em seguida desdém. Pegando uma de suas quatro bombas restantes, ele a jogava na porta enquanto acelerava na direção de Frisk, tentando não passar perto dos outros.

Assim como esperado a bomba explodia e destruía o domo de terra, a porta estava intacta, as três que tinham se desequilibrado mais cedo eram afetadas e saíam voando e rolando no chão soltando leves gritinhos de dor. E era isso.

A mão esperada realmente aparecia, mas logo antes de tocar na porta, a passagem desaparecia. Como em um passe de mágica. Desde que a primeira bomba de impacto havia explodido até aquele momento, exatamente oito segundos haviam passado.

“Heeein?” Pensava o agente olhando para sua parceira que estava do outro lado, com o braço erguido e ainda avançava, mas estando claramente em outra dimensão. Ele realmente não esperava por essa. Mais um erro de cálculo, e pela primeira vez seus olhos cerrados se arregalavam e seus passos paravam. Olhando ao seu redor, para seu alvo anterior e principalmente para a mulher de gelo e o homem das espadas ele sabia de uma coisa.

Estava em perigo!!

Sabia que naquele momento a visão de todos os afetados pela bomba de luz deveriam estar retornando ao normal, o que apenas dificultava ainda mais a sua situação. Suspirando fundo ele sabia que só podia fazer uma coisa.

Com suas visões normalizando um pouco, mesmo que com dificuldades os revolucionários finalmente conseguiam verificar a cena ao seu redor assim como as posições dos outros. Viam também o agente da destruição ali parado por um instante, até que ele voltava a se mover tão rápido como sempre.

- Soru!

---

Enquanto isso do lado de fora...

Kya havia finalmente se livrado daqueles destroços irritantes e se lançado em direção a porta, para simplesmente ve-la desaparecendo na sua frente. Por um instante ela até mesmo vira a cena que se passava em seu interior, mas no seguinte essa havia sumido.

- KYAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!! – Gritava ela com raiva e desespero. Acima de uma duna próxima, a mesma onde ela havia se escondido anteriormente Anutops aparecia montado em uma ave, ao seu lado dois homens de terno também montados aceleravam seguindo para a cena de destruição, e atrás deles vinha um pelotão de mais de cinquenta guardas.

Pena que haviam chegado tarde demais.
Off:
 

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 2 EmptySab 7 Abr - 21:08


Bomber

Kenbunshoku, esse era o nome de uma das habilidades mais assustadoras que já havia conhecido, uma que lhe fazia duvidar dos outros cinco sentidos. E foi graças a esse poder misterioso que pude sentir uma presença familiar. - “Então é realmente você, ótimo.” - Com um sorriso no canto dos lábios minha investida começou, manipulando o solo e demais entulhos nas proximidades para impedir o avanço da jovem agente. O que aconteceu a seguir foi uma demonstração tremenda de determinação, mesmo atacando-a de todos os lados possíveis e de diversas formas diferentes a garota continuou avançando da forma que podia, era quase como um animal raivoso tentando proteger os seus filhotes de um predador, sua aura em determinado momento chegou até mesmo a me assustar por um momento. - “Essa mulher... Reconheço sua determinação, mas...” - O grito que ecoou logo mais anunciou o resultado. - “A brincadeira acabou.” - Baixei lentamente os braços e me virei para o lado, na direção do intruso.

Por mais que a porta que ligava as duas dimensões estivesse fechada nós ainda tínhamos de lidar com um agente, um que adorava explosões já que durante meu embate com sua parceira ouvi mais algumas explosões, o que indicava que os outros deviam estar tendo problemas com ele. - “Certo, minha vez.” - Abri os olhos lentamente tentando ao menos identificar onde todos estavam, inicialmente a claridade me fez fechar os olhos novamente, mas lentamente fui me adaptando até conseguir manter os olhos semi-abertos, o suficiente para ver alguns borrões. - “Tsc… Já é alguma coisa.” - Evitei de abrir completamente os olhos, uma vez que aquela dimensão monocromática aparentava ser ainda mais clara do que a convencional.

Fazendo uma rápida análise da situação pude perceber alguns pontos importantes, como resquícios de fogo que deveriam ser obra de Ray, além disso o mesmo não parecia estar levando a melhor em sua batalha. Em contrapartida os demais pareciam completamente desorientado sem poder usar a visão, além de claro Nathan caído em uma poça do que deveria ser seu próprio sangue. - “Um ataque surpresa desse nível e veja como terminamos...” - Não pude deixar de sentir um pouco de frustração, apenas dois agentes foram capazes de nos causar tamanho problema com uma emboscada tão simplória? Independente da nossa força, aquela situação serviu de exemplo, um exemplo de como podíamos ser facilmente quebrados pelas pessoas certas. - Tsc… - Desviei o olhar para baixo e fechei os punhos com firmeza, estávamos adentrando um território perigoso onde nossos adversários não eram mais apenas fortes, mas inteligentes e astutos também.

Enquanto Ray lidava com o outro agente - ou tentava, comecei a caminhar lentamente em direção aos outros mantendo a barreira de espadas em minha volta. - Você tem uma parceira bem feroz, o meu tipo preferido de mulher, selvagem. - Esbocei um sorriso sarcástica enquanto removia um filtro de cigarro do bolso e o levava até os lábios. - Acredito que nos daríamos bem em outra ocasião. - Puxei a caixa de fósforos de outro bolso e acendi o cigarro, dando uma longa e profunda tragada. - Mas mudando de assunto… - Soltei um pouco de fumaça pelo canto esquerdo dos lábios enquanto com o direito segurava o filtro. - Sr. Agente, acho que temos contas pendentes do nosso último encontro. - Estiquei meu braço em sua direção e fiz com que todas as minhas 15 espadas - com exceção da lendária, voassem em direção ao agente. - Flying Blade Style… - E com um sutil movimento do pulso ordenei que todas se espalhassem e criassem três círculos em volta do agente, tentando evitar de envolver os outros - com exceção de Ray. - Cage!


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Com a gaiola de espadas restringindo seus movimentos - teoricamente, seria o momento perfeito para que pudéssemos acabar com isso. - Certo, sabe o que fazer, vermelho. - Comentava ao mesmo tempo em que começava a fazer as espadas dançarem dentro dos anéis, voando de um lado para o outro tentando atingir o agente com o auxílio da predestinação que o Haki me proporcionava. Se Raymond estivesse dentro do domo de espadas não haveria problema em atingi-lo também, uma vez que minhas espadas simplesmente atravessariam o seu corpo de fogo, levando isso em consideração não hesitaria em fazer algumas de minhas laminas eventualmente passar pelo seu corpo rapidamente com intuito de atingir o agente após uma esquiva ou bloqueio que ele realizasse, com intenção de aumentar as chances de atingi-lo com um golpe surpresa. Conforme lançava as espadas de um lado para o outro, a abertura que uma deixaria após sair de sua posição inicial seria preenchida por outra após a sua investida (vai, tentar atingir o agente, se errar continua voando até chegar a outra extremidade do circulo que ficou com uma a menos) deste modo tentava maximar a eficiência da técnica mantendo-a sempre em movimento, uma verdadeira chuva de golpes vindas de todos os lados. Durante as investidas das espadas voadoras eventualmente tentaria atingir o cinto que o agente usava para guardar as suas bombas com intuito de desarma-lo e enviar seu equipamento para longe de onde todos estavam. Coordenaria meus ataques com os de Ray - e com quem mais estivesse participando da batalha, dando prioridade para atacar após um de seus ataques, visando sempre buscar uma brecha e, eventualmente até mesmo atacar para tentar criar uma para os outros, a sinergia seria o ponto chave. Por fim também tomaria cuidado com minhas espadas, se percebesse algum golpe que pudesse danifica-las teria o cuidado para afasta-las antes que fosse tarde, ou pelo menos tentaria.

Até o presente momento o agente já havia demonstrada algumas de suas principais armas, julgando pela forma que havia lutado até então ele deveria ser do tipo que atacava de longe com armas de fogo e granadas, tendo isso em mente sempre que percebesse um ataque vindo em minha direção tentaria me esquivar da forma mais adequada, inclinando-me na direção contrária ou erguendo voo para me afastar, contudo se fossem ataques de granadas - ou golpes em área no geral, me afastaria utilizando o Soru indo o mais rápido possível na direção contrária a explosão/golpe. Além disso se em algum momento percebesse que ele estava tramando algo perigoso, sendo através da leitura de sua aura ou por perceber algum movimento que pudesse proporcionar um dano de larga escala, imediatamente usaria o Soru para tomar impulso e içaria voo usufruindo do impulso inicial que a técnica me proporcionaria para subir ainda mais rápido, ao mesmo tempo puxaria minhas espadas para perto e lançaria os tapetes até onde os outros estavam. -  Corram! - Gritaria uma unica palavra de alerta. Se algum deles saltasse sobre os tapetes faria com que subissem o mais alto possível na mesma direção que eu estava indo com intuito de tirá-los do campo de ação do ataque. Em todo caso se a batalha chegasse ao fim me aproximaria dos tapetes e sentaria sobre um que tivesse espaço, diminuindo a velocidade e fazendo com que todos se aproximassem, se fosse me indicado alguma direção por parte da comandante seguiria suas instruções, caso contrária permaneceria flutuando lentamente até que todos se recuperassem do que havia acabado de acontecer.

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 2 EmptyDom 8 Abr - 0:36


2º EPIC — CHALLEGING GODS!

Eu não sabia bem o que tinha acontecido durante o tempo em que eu não conseguia enxergar absolutamente nada, mas o barulho de explosões e tudo mais me preocupou bastante. Ainda assim, eu não podia me aproximar daquele jeito - por mais frustrante que fosse não conseguir fazer nada, se eles me matassem, não dava pra saber o que ia acontecer depois. A dimensão de bolso desmoronaria e todos ficariam presos pra sempre? Talvez ela simplesmente os cuspisse para fora, colocando-os no meio de um monte de inimigos. Não dava pra adivinhar, mas nenhuma das ideias parecia boa pra mim.

Aos poucos, eu senti a minha visão voltando ao normal, e agora eu conseguia ao menos enxergar um pouco, por mais que ainda fosse incômodo. "Onde estão os outros? Eu tentaria me situar, procurando o restante do pessoal - e Missu, principalmente - até finalmente perceber o que estava acontecendo. Primeiro, a porta para a outra dimensão já não estava mais ali, o que significava que os oito segundos haviam se passado. Segundo, e acho que agora o mais importante, o que parecia ser um dos agentes estava bem à minha frente, perigosamente perto. Era assustador pensar no que poderia ter acontecido se minha visão tivesse demorado só mais um pouquinho pra voltar. Ainda assim, eu não estava a salvo - precisava recuar.

Com um forte salto, eu iria até onde o restante do pessoal estivesse - não queria colocá-los em perigo, mas com a ajuda dos poderes de Ray-san, Elsa-san e Tidus-san, seria bem mais fácil lidar com aquele cara e suas explosões. - Todo mundo bem? - olharia de leve para trás, procurando Missu e dando um pequeno sorriso, aliviado por saber que ela estava segura. Nathan, porém, não parecia nada bem, e logo minha expressão passou de alívio para preocupação, e de preocupação para raiva. Eu olhei para o agente, apertando os punhos. - Desgraçado... - eu ainda não tinha superado a morte de Lincoln, não ia deixar que acontecesse de novo. "Se ele tivesse machucado a Missu..." Eu não queria nem pensar no que estaria sentindo.

- Que tal desistir de uma vez? - eu diria em alto e bom som, para que o agente ouvisse. - Não tem ninguém pra te ajudar aqui, e mesmo que fuja, nunca vai encontrar uma saída. Se você se render agora, ainda pode sair dessa vivo, é só cooperar. - eu sabia bem que aquilo não o faria desistir, mas ainda assim, sentia que precisava tentar. Se pudesse, preferia evitar uma luta sem sentido que só terminaria em mais derramamento de sangue. Eu ainda sentia ódio do Governo por tudo o que tinha feito comigo e com minha família, mas Till-san tinha me mostrado que até mesmo lá nem todo mundo era ruim ou cruel como o Hans.

Dito isso, o mais provável era que aquilo terminasse numa luta de um jeito ou de outro, e eu já estava pronto pra fazer parte dela. - Se é assim...Rankyaku! - lançaria a lâmina voadora com um chute, revestindo a perna direita com o Haki para dar mais força ao ataque - não esperava acertá-lo, mas era uma das minhas poucas opções contra um oponente distante. Aquele cara usava bombas, então seria perigoso me aproximar demais - continuaria lançando os Rankyakus e me mantendo longe dele, pois se Ray-san avançasse também, ficar por perto só ia atrapalhá-lo. Isso é, só se as coisas realmente seguissem esse rumo.

Eu não tinha como saber o que estava se passando na cabeça daquele homem agora, mas ele estava no meio de vários inimigos - fortes, ainda por cima - e preso numa dimensão paralela que não tinha nenhuma saída para o mundo real. Isto é, nenhuma saída aberta. Só havia uma pessoa no mundo que podia abrir uma passagem entre os dois lados, e se ele realmente queria escapar, a resposta era clara como o dia.

"Ele vai vir pra cima." Novamente, não dava pra ter certeza, mas Chara tinha uma parcela de razão ali. Eu era a única pessoa que podia tirar ele daquela dimensão, então não me surpreenderia nada se ele imediatamente avançasse na minha direção pra me fazer de refém ou algo assim. E claro, isso só pioraria as coisas pro pessoal, então eu não podia me dar o luxo de ficar parado esperando ele fazer alguma coisa. No momento em que eu percebesse que ele não estava recuando, cobriria o braço direito inteiro em Haki e lançaria um poderoso soco na direção do homem - provavelmente não teria tempo pra me esquivar mesmo, então contaria com um ataque rápido usando minha aceleração pra empurrá-lo para longe. Se ele estivesse vindo em minha direção com o Soru, seria difícil frear na hora, o que talvez facilitasse o encaixe do golpe.

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Quer o ataque acertasse ou não, a segunda parte do plano era bem simples. Se o homem sequer encostasse em meu corpo com seus braços ou alguma arma, ou se meu golpe fizesse contato, eu abriria uma porta giratória no local, pra dificultar as coisas pra ele. Se mesmo depois do ataque ele não me desse espaço pra recuar, lançaria um Rankyaku rente ao chão, na vertical, em sua direção, pra forçá-lo a parar pra bloquear ou esquivar - e nesse momento, tentaria me afastar, indo pra perto do restante do pessoal.

Em último caso, se nada funcionasse e ele tentasse me atacar, abriria uma pequena porta para o outro lado por apenas um segundo - nada grande o bastante para que ele conseguisse passar, mas o suficiente para que seu ataque não fizesse contato ou que qualquer coisa que lançasse passasse para o outro lado, fechando-a logo em seguida. Se isso chegasse a funcionar, aproveitaria o momentum pra lançar outro ataque em sua direção com o braço coberto em Haki, outra vez tentando afastá-lo - o importante era mantê-lo longe de mim até a ajuda chegar. - Uma mãozinha aqui!? - gritaria para os outros.

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 2 EmptySeg 9 Abr - 13:24




The emperor of flames
The Red King - Ray K. Walker



Aquele agente estava se tornando uma grande pedra no sapato, a primeira investida de Ray não deu certo, muito pelo contrário, apenas o deixou ainda mais ferido e irritado. Depois do impacto da explosão, o ruivo voou alguns metros para trás e sentiu que seu torso havia sido comprometido, e aquilo deixou seu braço direito totalmente imobilizado, naquele momento Ray sentiu bastante dor e rangeu os dentes com força por conta disso, mas ele sabia que não podia simplesmente ficar parado enquanto aquele agente ia atrás do Frisk, e assim Ray se levantava aos poucos com certa dificuldade e a primeira coisa que fazia era usar seu Haki para detectar a presença do alvo. Uma vez que soubesse sua localização, quando ele não estivesse em movimento, o Rei Vemelho iria concentrar sua energia por alguns segundos e logo em seguida mandaria uma grande rajada de fogo para cima usando seu braço esquerdo, que era o menos debilitado, ele focava a área onde estaria o agente quando não estivesse mais em movimento, naquele momento ele estava preparando a sua técnica Dragon Dive. Quando tivesse jogado as chamas para cima, imediatamente Ray usaria o Soru em direção ao alvo, agora que sentia que sua visão estava retornando aos poucos, ele agora tinha um pouco mais de noção do que acontecia a sua volta.

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Assim que se aproximasse do agente, se Tidus tivesse conseguido prende-lo dentro de sua tecnica, Ray iria pisar no chão com forçar e todo o solo dentro da área da técnica do Duque Azul ficaria em chamas altas com mais de 30 cm, não teria um local livre pra ele pisar, e isso o forçaria a usar o Geppou, por isso, assim que fez o solo ficar em chamas, o Rei Vermelho usaria sua propulsão para se manter no ar apenas esperando o Dragon Dive cair na área, Ray queria deixar o agente fora do solo para impedi-lo de usar o Soru, pois acreditava que não dava pra usar o Soru no ar, não sem haki. Ray tentaria manter o seu alvo dentro da área da técnica a qualquer custo, sempre que notasse que ele estava tentando sair, o ruivo tentaria se antecipar para impedir tal movimento, usando bolas de fogo e até mesmo rajadas para assim parar a movimentação do alvo. Nesse ponto ele ja sabia qual era o estilo de luta daquele homem: usar explosivos, e por isso já estava atento. Ray se manteria bem focado no seu oponente e se em algum momento sentisse que ele iria sacar uma bomba ou até mesmo ativar alguma em seu corpo para tentar se auto destruir de algum forma, ele imediatamente iria fazer seu corpo virar chamas , pois chamas são intagiveis e iria se misturar com a explosão, mesmo que tivesse gotículas de agua do mar. O objetivo de Ray era manter o agente na area até o Dragon Dive cair e incinerar tudo. Mas ele também sabia que assim que suas chamas atingissem seu alvo, poderia acionar todas as bombas que ele portava e gerar uma grande explosão, por isso ele se manteria sempre atento para desfazer o seu corpo o mais rapido possível. Se Ray percebesse que havia companheiros seus proximo a técnica, ele obviamente manteria sua concentração para que sua técnica não atingisse nenhum de seus amigos.








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Dragon Dive:
 

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MensagemAssunto: Re: 2º Epic - Challenging Gods   2º Epic - Challenging Gods - Página 2 EmptySeg 9 Abr - 21:38

Complicações a parte, era realmente frustrante estar incapacitada daquela maneira, com olhar turvo e incapaz de identificar a mais simples forma a um palmo de distância, recolhia-me numa posição defensiva a qual sequer podia compreender se ajudava de fato alguém, estava em silêncio, compenetrada em tentar identificar algum chamado e escutava o de Victoria, um grito de desespero e intenso o suficiente para traçar com a audição a direção que devia seguir. – Continue falando! – gritava, inutilmente. A explosão seguinte estremecia a parede de gelo e embora não me afetasse, entendia de imediato que talvez os que estivessem do lado contrário não teriam a mesma sorte. – Preciso verificar o estado de Nathan! – comentava, enquanto meus olhos finalmente davam-me condições de vislumbrar o ambiente como um todo e notar ao atravessar para o lado oposto da parede de gelo e real estado da situação.

Seja lá qual fosse o plano dos agentes, a partir do instante em que eram separados pela Doa Doa, tudo perdia sentido e o olhar daquele homem parecia compreender perfeitamente sua situação. – É melhor que apenas um dos médicos fique na batalha não acha? – comentava, direcionando as palavras a Tidus. – Isso parece mais pessoa para você, do que para mim. – Ao menos era o que eu ponderava de tudo o que havia ocorrido. – Se bem que. Não agradecemos pelo presente não é mesmo? – cuspia as palavras, ao notar o sumiço do mesmo através do Soru. – Se quisesse se matar não teria hesitado. Pretende fugir? – levantava-me com impaciência, sabia qual era a única maneira disso ocorrer. – Frisk! – concluía, sem sequer precisar falar aquilo em alto e bom tom. A saída mais eficiente daquela situação adversa só podia ser o garoto e se não o fosse, teria de ser pelo menos um refém. Observava os arredores, movendo o braço de forma graciosa, espalhando e erguendo-o, manipulando o gelo a expandir-se rapidamente e cobrir Mindy, Olivia e Missu, tal como Nathan e Victoria. – Não posso perder tempo com isso! – sentia-me dividida, pela necessidade de lutar e a obrigação voluntária de ir ao socorro do revolucionário ferido.

Se quiser usar um deles, terá de romper o gelo, com isso ganharemos segundos preciosos para detê-lo. Mas, se seu foco for mesmo Frisk, então... – olharia então para o jovem. - ...não vamos permitir! – Com o chão congelado, deslizaria em velocidade na direção do rapaz, com olhos contemplativos e analíticos, buscava durante o caminho o menor sinal do inimigo para que pudesse tornar sua única tentativa, algo ainda mais difícil. Tidus tinha as lâminas sob os céus, Raymond viria com o fogo, mas se não fossem rápidos o suficiente entraria de cabeça com o gelo, projetando a camada cristalina pelo chão novamente, cobrindo o ponto cego do jovem revolucionário. Se o Agente tentasse, por atacá-lo destas posições, projetaria rapidamente pontiagudas estacas de gelo para que se não o acertasse, pelo menos o afastassem freando seu ímpeto. Trabalharia em conjunto com as lâminas de Tidus, empurrando o homem entre estes ataques na direção das espadas, tentando anular o máximo possível de suas chances de fuga.

Se Frisk de alguma forma fosse ferido, aceleraria em sua direção com o Soru, na intenção de não permitir que o inimigo o pegue, assim voltaria a deslizar pela Doa Doa com o garoto ou, se não conseguisse avançar, faria ao nosso redor uma redoma de gelo e assim que a concluísse, projetaria uma série de espinhos ao qual tinha como função de ser um obstáculo contra as ações do homem do governo, mas também de um subterfúgio uma vez que ao notar a direção que ele atacava a redoma faria uma abertura do lado oposto para que saísse junto de Frisk com um novo Soru, não permitindo ao homem que tenha tempo de enfraquecer o gelo com suas habilidades ou bombas. Tinha como principal intuito, apenas proteger o rapaz, porém se de alguma maneira o homem focasse em mim seus ataques, manter-me-ia na evasiva deslizando pelo local, intercalando o uso do gelo com o Soru. Aproveitando do súbito impulso da habilidade para assim que tocasse o chão a usasse para deslizar com cada vez mais velocidade.

Se o agente fosse abatido neste meio tempo, ou se na minha tentativa de ajuda a Frisk, conseguisse evitar que o jovem fosse pego e Tidus e Raymond conseguissem prender o homem em seus ataques, me afastaria para perto de Missu, Mindy e Olivia, onde poderia deixar o rapaz e seguir enfim até Nathan.

Bom ver que estão bem, na medida do possível. – diria, observando as três revolucionárias. – Tenho de ir agora, fiquem frios! – comentava com certa ironia, mas levando aquele cenário bem a sério. Correria o máximo possível na direção de Victoria e, caso a alcançasse, colocar-me-ia de joelhos ao lado dela e de Nathan. – Disse que ele estava caído, mas não que você estava num ponto tão ruim quanto! – dizia de forma ríspida, em indignação, mas tão rápido quanto dizia tratava de questionar o que de fato havia ocorrido ao homem, enquanto desfazia o gelo ao redor deles, caso o tivesse criado. – Ouvi disparos a alguns instantes, ele recebeu um tiro? – a pergunta tinha um fundamento clínico. A depender do disparo, teria de tomar muito cuidado ao mover o homem, para não piorar sua condição. Assim que a revolucionária dissesse o local do tiro, observaria Nathan antes de colocá-lo de costas para o chão. – Ajude-me, coloque isso. – daria a Victoria a manta azul que carregava comigo, indicando que a botasse nas costas do homem, no ponto em que o projétil teria passado, se tivesse atravessado o corpo dele. – Ótimo. – mantinha a calma e o semblante de tranquilidade, ainda que a ferida fosse realmente grave. Como se ainda não bastasse, ainda havia a ameaça do agente dentro da Doa Doa.

Pisaria com força no chão, projetando uma forma cilíndrica de gelo que erguesse Nathan como se o dispusesse em uma mesa de gelo, junto de Victoria e onde apenas eu teria condições de permanecer de pé. – Se formos atacados, posso mover o gelo e deslocar nós três para longe de um ataque, enquanto eu estiver aqui eu não posso lutar. Não posso! – comentava de maneira firme e esperava que a mulher entendesse o significado daquilo, o estado do homem ainda que na melhor das hipóteses, iria inspirar extremo cuidado. Sob as condições necessárias, era o momento de focar-me exclusivamente no impossível. – As probabilidades de um tiro no peito não serem fatais são pequenas, uma bala de calibre pequeno poderia facilmente destroçar ossos, pele, artérias e principalmente os órgãos. Por sorte, está numa cama de gelo e eu estou aqui para dar o meu melhor. – pensava, enquanto percorria com as mãos o braço do homem, sentindo seu pulso e o ritmo do batimento cardíaco. – Supra-Segmentar ou Segmentar são inúteis até eu saber se você quebrou ossos, ou feriu órgãos. Dispersar a dor é inútil, você já a sente por completo, concentrá-la lhe causaria choque imediato. – controlava a respiração por hábito, ajudava-me a concentrar as ideias e avaliar minhas opções.

Nathan pode me ouvir? – diria com voz suave mesmo que ele não fosse capaz de me responder, as mãos percorrendo até a cabeça do homem, sentindo cada pequena alteração em sua pulsação. – Que preocupação você nos causou hein? – sorriria, levando as mãos até suas pernas e depois seus pés, para então voltar a percorrer seu tronco, aproximando-me da região atingida. – Você ainda acredita meu amigo? Porque essa luta, se vence em equipe. – puxaria as agulhas do kit médico, enquanto daria a Victoria incumbências simples de serem executadas. – Mantenha a ferida pressionada, não permita que ela perca mais sangue desta forma. – podia muito bem usar o gelo para fechar as feridas, mas não podia arriscar as feridas dele a uma gangrena, o gelo seria o último dos casos.

Pulmão, Coração e Pericárdio. Vinte e nove pontos, dez pontos são suficientes para estabilizar esses três meridianos. – posicionaria de forma sequencial cada uma das dez agulhas, espalhando-as enquanto balbuciava os pontos para não esquecer-me de nenhum. – C3, P5,Pe8... – avançava com cautela e tranquilidade pelos pontos seguintes e assim, avançando pelos meridianos do corpo. Do Tronco, para as mãos. – Intestino Grosso, Intestino Delgado, Triplo Aquecedor, vinte pontos necessários de sessenta e dois. – Das mãos para a cabeça. – Estômago, Bexiga, Vesícula Biliar. Dez pontos necessários de mais de setenta. - Conduziria a aplicação das agulhas na região mais sensível do corpo de forma mais pausada, ali tomava extremo cuidado para não atingir nenhum dos pontos que havia aprendido a evitar no Huang Di Nei Jing, o livro mais importante e avançado para aqueles que se dedicaram na prática da acupuntura e assim, prosseguiria ao término, da cabeça aos pés. – Rins, Baço e Fígado. Quatorze pontos necessários. Rápido Elsa, rápido! – após terminar de posicionar cada agulha, passaria a estimular uma série específica delas, partindo do tronco e seguindo até os pés.

Na acupuntura, acreditamos não apenas no poder da cura médica, mas na cura do próprio espírito, de que nosso corpo pode ser conduzido como um rio para tratar de determinados problemas. Tal como Haki, uma energia latente conduzida a partir de nossa própria vontade, um caminho, múltiplas vertentes, um único objetivo. Cura! – explicava para Victoria, enquanto segurava as mãos dela, para remover o pano que havia lhe dado para estacar o sangramento. – Ao entrar em choque, nosso corpo se acelera bruscamente, devido a isso bombeamos nosso sangue muito rapidamente o que torna certos sangramentos, muito perigosos de ocorrer em determinadas circunstâncias. O que fiz aqui foi conduzir não apenas a Energia de Nathan, mas também aplicar as agulhas nas regiões meridionais onde posso estimular seus músculos, removendo a tensão e assim reduzir o ritmo da perda de sangue. – Olharia para a ferida. – Agora vamos ver como você está por dentro. – pegaria um dos bisturis e observaria à ferida, procurando entender a profundidade do ferimento, usando não apenas de minha calma, mas de minha visão para notar cada pequena extensão do estrago daquela bala.

Se a condição da ferida fosse muito grave, teria de tomar precauções imediatas. – Mais seis pontos na região do tronco. – pensaria, colocando-os em pontos diferentes, mas importantes. – Pontos de tonificação, aumentarão a intensidade da energia nessa região acelerando o processo de cura natural. Assim, oito pontos nas mãos e oito nos pés, Pontos de Sedação, redução da energia, uma forma de fazer o corpo entender qual é sua maior prioridade. – Utilizaria de todos os meus recursos acadêmicos e práticos para auxiliar Nathan, mas não era apenas isso que garantiria o sucesso. Muito da filosofia dependia do próprio homem, enquanto sua vontade de viver fosse forte, os estímulos teriam efeito bem maior. – No fim, não importa qual método eu escolha tudo dependerá dele. A menos... – suspirava, enquanto começaria a fechar a ferida em ambos os lados, usando a ajuda de Victoria para fechar a ferida nas costas, caso houvesse uma. – Qual o tipo sanguíneo dele? Vamos precisar de uma transfusão. Ele é A+? – perguntava, na esperança de que seu sangue fosse compatível com o meu, isso tornaria a situação muito mais afável quando terminasse.

Se a condição fosse miraculosamente boa, teria o trabalho apenas de fechar as feridas e me preocupar com a transfusão de sangue. Uma vez, que em ambos os casos os curativos tenham sido feitos, cobriria apenas neste caso as regiões com uma leve camada de gelo, para preservar o estado dos tecidos através do frio. No entanto, caso de alguma maneira o caso de Nathan se agravasse, removeria todas as agulhas de imediato e pediria para que Victoria o segurasse. Ali, na eminência de uma possível perda, arriscaria minha última cartada. – Tentei todos os meridianos principais, mas nenhum pareceu surtir efeito! – apesar do pensamento um tanto quanto pessimista, minha expressão permanecia calma e inabalável. Se o corpo não colaborasse, infelizmente teria de forçar sua ajuda. – Oito agulhas, eu só preciso de oito agulhas. Yin, para viver e purgar as feridas e Yang para trazer corpo e energia a luz. – começaria a aplicar cada uma das agulhas com calma, pressionando-as gentilmente e a estimulando com a fricção dos meus dedos para gerar certo calor nelas, mesmo que fosse preciso me espetar com Sibilus para anular temporariamente meus poderes. – Jenn Mo, Chong Mo, Yin Keo Mo, Yin Oe Mo. – aplicaria nos pontos Yin. – Tou Mo, Tae Mo, Yang Keo Mo, Yang Oe Mo. – terminaria nos pontos Yang. – Os oito meridianos extraordinários, pontos únicos que abrangem todo o corpo, desde a dureza dos ossos até os sentidos de dor, estimular ambos é proibido em muitas práticas, mas nessa situação, ter todos eles estimulados poderão salvar Nathan. – dizia com convicção de que teria êxito, mas só energia também não bastaria, precisaria de sangue para ser bombeado. – Agora, para a transfusão!

Se o sangue de Nathan fosse A+, usaria o meu sangue para a transfusão, antes de colocá-lo sob um dos tapetes para que Tidus fosse providenciando a fuga durante o processo. Se não fosse do mesmo tipo de sangue que o meu, perguntaria se mais alguém tinha o mesmo tipo e aplicaria todos os procedimentos para a ação em questão, só teria pressa para sair da dimensão se nenhum de nós tivesse o mesmo tipo de sangue. – Punho Árido? – diria em menção aos aliados que lá possuíamos. – Temos de ir pra lá agora!


Se necessário, para Complementar Entendimento.:
 

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~The winter has come
The blood and soul has aceepted their fate
The young viper, now mature, put their children in the hunt
They want to hunt by your lead
Their dreams, liberty and fate
Winter calls with your voice and only the phalanx can survive it!~


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